Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: VIII CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL

VIII CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL

Med Taubaté 5 x 2 TCM?

MED DERROTA TCM E RETORNA À OURO


Med joga bem o tempo todo, mostra superioridade e leva a melhor diante do TCM, avançando para a semifinal

Por Gustavo Scaldaferri

O TCM, que passou pela primeira etapa do mata-mata em um resultado heroico diante do Inflação, decidido apenas na prorrogação, foi para as quartas de final para enfrentar o forte Med Taubaté e querendo aprontar novamente. Entretanto, o raio não caiu no mesmo lugar pela segunda vez e, mesmo fazendo um bom jogo, foi superado pelos doutores, que garantiram a volta à Série Ouro em 2013.

Logo aos 2 minutos a zaga do TCM afastou e Boca pegou a sobra de primeira. A bola explodiu no travessão, assustando o time aurinegro. Aos 3 minutos, Boca deixou para Bruninho, que tocou a João Humberto na cara do gol, mas Marcião defendeu. Um minuto depois, Anibal veio pela direita e chutou forte, mas Marcião, de novo, fez a defesa.

O TCM não deixou por menos e foi para cima. Matheus chegou pela esquerda e bateu de bico. João caiu bem pra evitar o gol. No minuto seguinte, Carlinhos finalizou com força da intermediária e a pelota acertou a trave direita. Depois de muita pressão do Med, aos 11 minutos, Anibal pegou no meio, avançou e chutou. A bola desviou na zaga e sobrou na direita, dentro da área, para João Humberto abrir o placar a favor dos médicos.

Aos 12 minutos, João Humberto ficou cara a cara com o goleiro, mas tirou demais de Marcião e acabou colocando pra fora. Na sequência, do outro lado, Carlinhos cobrou falta perigosa que passou raspando a trave esquerda. O TCM continuou atrás do empate. Matheus recebeu na esquerda e bateu, mas João defendeu.

Depois dessas tentativas do aurinegro veio a chuva de gols dos doutores. Ali o time praticamente decidiria a classificação. Boca cobrou escanteio e Bruninho, de cabeça, colocou pra dentro - 2 x 0. O terceiro foi do garçom Boca, após receber de Anibal rasteiro na área. Aos 20 minutos, Anibal dominou de novo na direita e levantou para Bizuza fazer o quarto.

Na sequência, Bruninho, do TCM, teve duas chances seguidas para diminuir. Na primeira ele chutou da intermediária e João defendeu. No rebote, ele bateu fraquinho e João agarrou firme. O TCM ainda teve uma bola na trave de Matheus antes do fim do primeiro, que acabou mesmo em 4 x 1 ao Med.

Pareceu que a conversa no intervalo surtiu efeito, pois o TCM voltou para a etapa final indo para cima do Taubaté. Logo aos 2 minutos Carlinhos bateu muito forte do meio campo e diminuiu o placar. O aurinegro acreditava e continuou avançando. Com 4 minutos, Carlinhos passou do meio para a direita e finalizou para mais uma defesa de João.

O Med respondeu com Anibal, que deixou na esquerda para Maurício bater. Marcião tirou para a linha de fundo. Aos 8 minutos, Carlinhos chutou cruzado e João defendeu com a pontinha dos dedos. O jogo estava agitado e muito pegado. As chegadas ao gol, que eram muitas, diminuíam.

Aos 16 minutos, Gustavo veio pela esquerda, tentou driblar Marcião, mas não conseguiu. Quando chutou, o goleirão caiu bem para salvar. O TCM perdia muitos gols, até que, com 21 minutos, Carlinhos cobrou falta na direta e acertou o canto esquerdo – fazendo o segundo do time.

Faltavam poucos minutos para uma reação, mas o aurinegro continuou insistindo, enquanto o Med aguardava uma falha para aproveitar o contra-ataque. Aos 23 minutos, aproveitando o que apareceu, João Humberto recebeu sozinho, sem marcação e sem goleiro, mas errou o pé e acertou o travessão. No último lance da partida, João Humberto pegou na direita e chutou cruzado, no pé da trave esquerda, para fechar o marcador em 5 x 2.

Com a derrota o TCM permanece na Prata para o semestre que vem. O Med Taubaté, chega à semifinal e, com os demais resultados, está na Ouro em 2013. Neste sábado decide com o Mercenários que irá para a final.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL

Ras 8 (0) x (1) 8 Mercenários

MERCENÁRIOS VENCE RAS NO GOL DE OURO APÓS 16 GOLS


No jogo mais disputado do Chuteira de Prata, com dezesseis gols no tempo normal, Henrique marca de falta e coloca Mercenários na semifinal

Por Gustavo Scaldaferri

Ras Time e Mercenários se enfrentaram no jogo que se pode dizer que foi o mais disputado e emocionante do VIII Chuteira de Prata. O Mercenários já estava garantido na Ouro pelo 1º lugar durante a primeira fase, além, também, da vaga nas quartas de final. Já o Ras foi para esta fase ao derrotar o Cabeça Rachada. Depois de um incrível placar de 8 x 8 no tempo normal, as equipes foram para a prorrogação e, numa cobrança de falta do meio de campo, o zagueiro Henrique acertou o gol e fez estufar as redes molhadas do gol de Cipó, pondo um ponto final na épica partida.

Logo aos 2 minutos o show começou. Levantamento na área e Toretta fez o primeiro. Aos 6 minutos, Macaulin enxergou Pet na grande área, que deixou tudo igual. No minuto seguinte, virada de jogo para Guto, que bateu bem e colocou o Mercenários na frente outra vez.

O jogo era muito disputado e bom de se assistir. Dois minutos depois, Dezinho dominou no peito o lançamento e tocou para Toretta, que chutou por cima. Com 10 minutos, Pet fez boa jogada no meio e abriu na esquerda para Peter empatar novamente. Aos 13 minutos, levantamento na área e Toretta cabeceou para fora. No troco, Tchelo tocou de calcanhar para Vasques que bateu, mas Allyson saiu bem e defendeu.

Aos 15 minutos, tabelinha entre Renato e Diego e o último só completou para colocar o Mercenários na frente mais uma vez. A partida deu uma esfriada até os 21 minutos, quando o Ras cresceu. Em escanteio cobrado por Macaulin, Tchelo fez o gol de empate. No lance seguinte, Pet recebeu na direita e colocou no ângulo esquerdo para aplicar mais uma virada ao jogo. E o árbitro encerrou o primeiro tempo, muito disputado, mas com o Ras melhor e vencendo por 4 x 3.

No primeiro minuto da segunda etapa, Pet pegou bem na esquerda, mas Allyson fez boa defesa. Um minuto depois, Iagol chutou da intermediária e a pelota explodiu no travessão. Aos 4 minutos, Macaulin lançou pra Peter na direita, que girou e bateu cruzado pra fazer o quinto e aliviar o Ras. Entretanto, dois minutos depois, a preocupação voltou: Toretta pegou na esquerda, chutou e diminuiu. 5 x 4.

Com 7 minutos, alívio do lado do Ras de novo. Bruno di Mauro, na esquerda, virou o jogo para Pet finalizar na diagonal e marcar o sexto. O jogo tinha um gol atrás do outro, os times não se cansavam.

Com a desvantagem, o Mercenários subiu todo ao ataque. Aos 9 minutos, levantamento na área, mas Toretta cabeceou para fora. Se de um lado foi pra fora, do outro a bola na área teve endereço certo – Pet e o sétimo do Ras.

A vantagem do Ras era de três gols, praticamente decidido, diriam alguns, mas as coisas não são assim quando se tem um time incansável do outro lado. O Ras achou que podia relaxar e relaxou. O Mercenários foi pra cima e, acreditem, virou! Aos 12, cruzamento na área e Fê diminuiu. Com 17, outro cruzamento e Fê fez mais um. Faltava um para o empate. O Ras tentou fazer o oitavo com Peter, que recebeu na frente, girou em cima do zagueiro mas que acabou chutando pra fora. Aos 18, cobrança de escanteio e Kazu empatou. 7 x 7.

Aos 19 minutos, Kazu bateu uma bomba e Cipó espalmou pra fora. Com 23, cobrança de falta na entrada da área. Allyson foi cobrar e encheu o pé para enfim virar o jogo a favor do Mercenários!

Faltando poucos minutos, parecia que quem perdia era o Mercenários. Afinal, o time avançava loucamente e poucos voltavam, fazendo Marquinhos perder a voz no banco pedindo marcação meia quadra. O time não ouvia e seguia muito aberto e avançado. Aí foi a vez do Ras se vingar. Quando o Mercenários só esperava o apito final, nos acréscimos, Peter arriscou do meio de campo e a bola desviou no meio do caminho, matando Allyson e indo morrer no fundo do gol. Era o 8 x 8, com direito a prorrogação.

O tempo extra de 10 minutos começou e os times pareciam cansados, o que rendeu também um jogo menos acelerado. Tudo indicava penalidades máximas, mas uma falta no meio do campo sem grandes pretensões foi transformada na consagração mercenária. Já sem forte chuva, Henrique arrumou e mandou um balaço à meia altura, que contou com um leve desvio nas costas de alguém para imobilizar Cipó, que teve de vê-la estudar as redes com gosto e espirrar água. A tristeza do lado do Ras ficou marcada pelo choro do grande goleiro Cipó. Já do lado do Mercenários a alegria dominava na comemoração no meio da quadra e o alívio de não morrer novamente nas quartas de final. Na semi, o adversário será o experiente Med Taubaté.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL

The Veras 3 (0) x (1) 3 Zenite

COM GOL DE OURO, ZENITE PASSA PELO VERAS E ALCANÇA A OURO


Zenite bobeia no começo, mas se recupera e consegue a classificação para a semifinal – além da tão sonhada vaga à Série Ouro

Por Gustavo Scaldaferri

O Zenite havia ficado em 2º lugar do Grupo A. Já tinha assegurado sua vaga nas quartas de final e aguardava o vencedor de The Veras e Elite. Com a vitória do Veras, as duas equipes se enfrentariam novamente (na fase de grupos, vitória do Zenite). Foi um jogo muito brigado e com muita emoção, que acabou em um empate por 3 x 3. Na prorrogação, o Zenite se deu melhor e fez o gol de ouro – conquistando a vaga tanto na semifinal quanto na Série Ouro em 2013.

Aos 2 minutos, João, na esquerda, tocou para Flama no meio, que tirou de Binho e abriu o placar. Com 4 minutos, Vitinho, na esquerda, chutou forte para a defesa de Binho. Vitinho era quem mais subia para o ataque pelo The Veras. Aos 6, ele pegou na esquerda, levou para o meio e tentou a batida no canto esquerdo, mas a pelota saiu por pouco. Três minutos depois, Murillo Barcelos recebeu na esquerda e encheu o pé para a boa defesa de Binho.

Enquanto o ataque grená dava trabalho ao acuado Zenite, que talvez esperasse mais facilidade após o atropelo que foi na fase de grupos, quando encaçapou 6 x 1 com tranquilidade, a defesa se mostrava muito organizada. Com isso, o time trabalhava bem e mostrava um futebol acima do adversário. Tanto que, aos 10 minutos, lançamento para Moura na direita, que girou e bateu. Binho espalmou mas, no rebote, Pedro colocou mais um na rede. 2 x 0.

Aos 16, enfim o Zenite despertou, e num lance impressionante. Quatro tentativas seguidas do Zenite e a bola não entrou. Com direito a duas defesas maravilhosas de Ariel, uma bola na trave e outra com o zagueiro salvando em cima da linha. Mas logo depois da pressão, o Zenite diminuiu o marcador. Após outra defesa de Ariel, a bola sobrou para Negão chutar forte e colocar pra dentro. 2 x 1.

Aos 19, Vitinho bateu da intermediária e acertou o travessão. Foi a deixa para o fim do primeiro tempo, o qual o Zenite terminou melhor em quadra mas perdendo. Na verdade, a vantagem grená não durou muito tempo, pois logo no primeiro minuto da segunda etapa, a zaga do Veras, que vinha muito bem, se atrapalhou e quem aproveitou foi Bob Fenômeno, que ficou cara a cara com Ariel e empatou.

Três minutos depois, Vitinho, na esquerda, chutou forte e acertou a trave esquerda. O jogo começou a ficar nervoso, sem muitos lances de perigo, e com as duas equipes muito cuidadosas para não errar. Aos 12, Cucio bateu forte rasteiro e Binho defendeu. Com 14, Negão, no meio, chutou com categoria, colocado, e virou o jogo em favor do Zenite.

A partir daí o Veras passou a acuar o Zenite em seu campo, ou, no dizer de um torcedor, “amassou” o Zenite. Pedro, na direita, deixou para Cucio no meio, que chutou de peito de pé, forte, mas por cima do gol. João teve duas chances, mas a defesa celeste também trabalhava bem e impedia os giros com qualidade para o arremate.

No contra-ataque, o Zenite teve a chance de definir a partida na esquerda, mas Japa bateu por cima do travessão. Aos 20, enfim novo empate. O goleiro Ariel cobrou falta da sua própria área, Binho saiu mal e a bola entrou. 3 x 3.

O Zenite até forçou nos minutos finais para fazer o quarto tento, mas a bola não entrou e o duelo foi para a prorrogação. Tensão no ar e o Veras teve a chance nos pés de Moura, mas seu chute fez a bola sair mascada e o defensor a dominou antes de entrar no gol. O Veras foi melhor, mas via o Zenite sempre perigoso nas arrancadas de Negão. Entretanto, foi aos 8 minutos – e numa bola parada – que o Zenite pode respirar aliviado e comemorar a ida às semifinais. Lateral cobrada para a área e Bob Fenômeno apareceu no meio para cabecear desajeitado, mas uma bola alta que foi morrer quase no ângulo de Ariel, que nada pode fazer. Era a vitória celeste, que terá a chance de ir para a final se bater o Roleta Olímpico. O Veras terá de, em 2013, lutar novamente para retornar à Ouro.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL

Acidus 4 x 7 Roleta Russa Olímpico

ROLETA OLÍMPICO DESPACHA ACIDUS E CORRE ATRÁS DO TÍTULO


Relembrando os velhos confrontos entre sua matriz Roleta Russa com o Acidus, time demonstra que mereceu primeiro lugar no grupo A e goleia o adversário por 7 x 4

Por Gustavo Scaldaferri

Acidus e Roleta Russa Olímpico completaram as quartas de final da Prata. O Roletinha havia ficado em 1º lugar no seu grupo e já havia garantido sua vaga na Ouro do semestre que vem, assim como seu lugar nas quartas. O Acidus precisou vencer o Diabos Negros por 4 x 3, em um jogo brigado, para chegar nessa etapa. O Olímpico confirmou seu favoritismo na etapa final, levando a vitória pra casa após contar com erros sucessivos da defesa acidiana.

Aos 4 minutos, cobrança de escanteio e Ulisses tirou de soco. Na sobra, Kuminha abriu o placar. Dois minutos depois, mais um escanteio: Louiz tentou completar, a bola desviou na zaga e saiu. Cobrança de lateral aos 7 minutos para Caballero, que empatou o duelo. Com 8, Louiz novamente, da intermediária, chutou muito bem no canto e Machado fez linda defesa. Aos 10, Jaka virou o jogo pra Caballero na direita, aproveitando o contra-ataque. Ele bateu firme, mas a bola acabou indo pra fora. Aos 15, Caio Ferin tocou na esquerda para Caballero que tentou de calcanhar, mas a zaga chegou bem.

Aos 17 minutos, Caio Ferin deixou na frente, na direita, para Louiz, que finalizou de bico por baixo das pernas do goleiro, virando o duelo para o Acidus – 2 x 1. Entretanto, o Roleta não deu folga e chegou ao empate dois minutos depois. Cobrança de falta, a bola sobrou para Pina na área fazer o dele.

O jogo era corrido e equilibrado, com os dois times apostando no toque de bola. Com 22 minutos, Caballero veio pela esquerda e bateu pela rede do lado de fora. E fim do primeiro tempo.

O segundo tempo começou e os times mostravam a mesma vontade e disposição. Aos 4 minutos, falta rolada para Matarazzo, que pegou de primeira, mas não foi muito forte e ela ficou fácil para Ulisses. Quatro minutos depois, o Roleta voltava a comandar o placar. Após cruzamento depois de contra-ataque, Matarazzo completou, mas a defesa tirou. A bola subiu muito e desceu praticamente em cima da linha, onde estava Matarazzo deitado após o lance. Sem ninguém para afastar, deitado, ele virou e completou ao gol ainda no chão.

O Roleta ficou na frente por poucos tempo, pois Caio Ferin virou na esquerda para Caballero, que matou a bola e completou para o gol no cantinho e empatou novamente. Mas a tarde – mais especificamente, o segundo tempo – era do Roleta. Aos 10 minutos o time marcou para arrancar rumo à classificação. Linda jogada de Guilherme na direita, que pedalou, passou por Lói e fuzilou cruzado para vencer Ulisses e fazer 4 x 3.

O Acidus sentiu o gol, que passou a errar de mais e marcar de menos. Aos 12, belo passe de calcanhar de Kuminha para Catatau, que tirou da zaga e bateu, mas Ulisses defendeu. Na sequência, Catatatu recebeu na direita – do zagueiro adversário Lói, que tocou errado no meio – e fez o quinto para praticamente matar o jogo. Se havia o equilíbrio de um faz o outro empata, ali acabou a sequência.

O Roleta se fechou por completo e passou a esperar o contra-ataque. O Acidus foi pra cima. O time chutou de todos os lados do campo, mas a bola teimava em bater nos defensores Roleta, que a cada bola rebatida vibravam muito, ou em Machado, que foi se consagrando com grandes defesas, como uma em chute de Alemão que ia no ângulo e ele deu um leve desvio. A bola ainda bateu no travessão e foi pela linha de fundo.

Aos 16, Ritolê veio pela direita e deixou na área para Brian, que tocou na saída de Ulisses e fez o sexto. Do outro lado, comandados por Pina, a defesa Roleta era soberana e não deixava passar nada. O chute de longe era a única alternativa do Acidus. Louiz, o melhor acidiano em campo, tentou a batida da intermediária e Machado foi buscar. No minuto seguinte, jogada pela esquerda e Pina acabou fazendo contra depois do cruzamento. Os árbitros deram o gol a Özil.

Apesar do gol, o Acidus parecia não acreditar na reação. O psicológico dos erros bateu no time e parecia que jogavam pra fazer gols, mas sem muito acreditar num empate. Aos 21, Jaka bateu cruzado da esquerda e Machado defendeu. No último lance do jogo, outro erro do Acidus. Thomaz quis sair jogando pelo meio e perdeu. Ritolê ficou com a bola e mandou um canudo reto direto para o ângulo de Ulisses, que nem se mexeu. Todos aplaudiram o belo gol, até mesmo jogador do Acidus – não se sabe se de fato aplaudia o gol ou o erro do companheiro em tom irônico.

Assim, com 7 x 4, o Roleta chega às semifinais e decide com o Zenite quem estará na grande final no dia 15. O Acidus espera a nova temporada para tentar melhor sorte.
Comentários (0)