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CHUTEIRA NEWS: VIII CHUTEIRA DE PRATA: 7ª RODADA

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Mercenários 7 x 4 The Veras

MERCENÁRIOS DÁ SHOW E VENCE VERAS


Entrosamento da equipe fez o diferencial nos momentos críticos da partida

Por Eduardo Bernardi

O líder do Grupo A, o Mercenários, fez o que quis com o quinto colocado, The Veras. A equipe dominou o jogo desde o início. O Veras até chegou a esboçar uma reação, mas acabou não segurando o excelente toque de bola e oportunismo da equipe mercenária. O entrosamento entre Toretta, Diego e Túlio foi o maior responsável pela grande atuação da equipe. Pelo lado grená, faltou um pouco de oportunismo, ter mais calma no momento da conclusão. Moura fez uma grande partida, mas não o suficiente para levar o time nas costas.

A primeira boa jogada foi do Mercenários. Guto tabelou com Marquinhos e chutou por cima da meta de Ariel. A equipe mercenária atacava muito mais do que o Veras nos primeiros minutos, tanto que chegou bem novamente com Kazu. O zagueirão Stallone recebeu na direita e chutou forte, mas a bola passou rente à trave esquerda. O Veras só conseguiu criar um bom lance de ataque aos 5 minutos, com Vitinho, que chutou forte da entrada da área. Allyson espalmou para fora.

Renatinho era o que mais marcava o frenético ataque do Mercenários, e em quase todos os lances o camisa 5 conseguia se dar bem. Porém, aos 7 minutos, a pressão começou a dar resultado. Túlio aproveitou sobra da defesa e encheu o pé da entrada da área no canto esquerdo rasteiro para fazer 1 x 0.

O Mercenários, mesmo após o gol, continuava marcando a saída de bola do The Veras, exercendo a mesma pressão dos minutos anteriores. Toretta recebeu bom passe na esquerda e chutou por cima. Logo depois, Kazu arriscou de longe, mas viu a bola relar na trave esquerda e ir para fora. O Veras conseguiu voltar ao ataque aos 9 minutos, com Vitinho, que acertou a trave direita de Allyson. Um minuto depois, Moura aproveitou saída errada de Allyson e chutou forte no canto esquerdo para empatar.

O gol deixou a partida mais equilibrada. O Veras conseguia sair jogando com mais eficiência, tocando melhor a bola. Aos 16 minutos, Moura aproveitou rebote de Allyson, após chute de Flama, e só empurrou para fazer mais um e aplicar o vira. A resposta do Mercenários veio no minuto seguinte, com Toretta, que, após cobrança de lateral de Diego, acertou um lindo voleio no canto direito, empatando novamente o jogo.

Aos 18 minutos, o Mercenários voltou a ter novamente o domínio da partida. Túlio fez boa jogada pela direita e cruzou para Diego aplicar outro vira vira. Os minutos finais da primeira etapa continuaram corridos, com um equilíbrio muito grande. Aos 23 minutos, Diego foi oportunista mais uma vez e fez mais um, tocando no canto direito de Ariel e fechando a etapa inicial em 4 x 2.

O Veras voltou para o segundo tempo com uma postura diferente, exercendo uma pressão muito forte no ataque. O Mercenários, completamente recuado, apostava em contra-ataques. Aos 5 minutos, Rodrigo recebeu bom passe na área e chutou fraco, mas foi o suficiente para marcar o quinto do Mercenários. A bola ainda bateu no goleiro antes de entrar.

Era incrível como o Mercenários administrava bem o resultado, tocando e envolvendo o The Veras, que só voltou a levar perigo a Allyson aos 7 minutos. Marchi cortou a marcação e chutou forte no meio do gol para fazer o terceiro.

A garra demonstrada pelos jogadores do The Veras era impressionante. Todos marcavam e corriam muito, mas não o suficiente para tomar conta da partida. Os lances mais perigosos eram do Veras, mas o Mercenários conseguia fazer muito bem o tempo passar tocando a bola de um lado para o outro. Aos 16 minutos, Wilson recebeu bom passe de Moura e deu um toquinho por cima, colocando o The Veras novamente na partida e deixando o placar em 5 x 4.

O quarto gol do The Veras fez com que o Mercenários voltasse a pressionar. Aos 22 minutos, Ariel fez uma lambança inacreditável. O arqueiro cobrou falta em cima de Toretta, que não teve nem o trabalho de empurrar para o gol. Era o 6 x 4 e praticamente a definição do jogo. Logo após, Guto perdeu uma chance incrível de fazer o sétimo. O camisa 10, totalmente livre, mandou longe da meta. Em um dos últimos lances da partida, Lodetti recebeu passe pelo alto, dentro da área, e fechou o placar com um leve toque no canto esquerdo.

O Mercenários segue líder e 100% e tem pela frente o oitavo colocado, o Allianza Sagrado, que luta contra o rebaixamento. Já o The Veras enfrenta o nono colocado, Fora de Série.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

XTJ 1 x 5 Bonde dos Abelhas

BONDE VENCE XTJ E DEIXA ZONA DO REBAIXAMENTO


Com atuação impecável no segundo tempo, BDA mostra muita força e qualidade para não cair e até se classificar. Xarope se afunda na lanterna

Por Gustavo Scaldaferri

Bonde das Abelhas e XTJ foram para a partida em situações complicadas. Os dois dividiam as últimas posições com apenas 3 pontos. Era um jogo importantíssimo para alguém vencer e tentar sair da zona de rebaixamento, o que dava ares de decisão ao jogo. E realmente no primeiro tempo a partida foi muito acirrada, mas na segunda etapa a equipe aurinegra se mostrou mais forte e organizada, principalmente na zaga e com atuação ótima de Coqueiro. Assim, o time de Nego garantiu os 3 pontos em goleada por 5 x 1.

O jogo começou bem movimentado. Logo no primeiro minuto, o XTJ atacou com Landim. Ele veio pela direita e bateu bem, mas Coqueiro defendeu com segurança. Aos 2, foi a vez do BDA chegar com perigo, com Vi, mas Kraudio também estava esperto no lance. Um minuto depois Modesto tentou da intermediária, no entanto pegou mal na bola.

Após 5 minutos de jogo, era ataque de um, ataque de outro. Magu bateu falta rasteira depois de jogada ensaiada e Coqueiro pegou novamente. Em boa jogada de Paulo Ricardo pela esquerda, que cruzou rasteira para a área, Flavie Maia não alcançou a pelota por pouco. No lance seguinte, Leandrinho chutou no ângulo esquerdo e Kraudio fez uma defesa fantástica.

O primeiro gol saiu aos 11 minutos. Após toque de Vi para Flavie na direita, ele finalizou de primeira no canto esquerdo e abriu o placar para o Bonde das Abelhas. Do outro lado, Modesto tentava organizar o Xarope, ajudando na zaga e levando a equipe pra frente. Porém, era o BDA que chegava com perigo. Vi chegou pela direita e fez o cruzamento. A bola bateu na trave antes de sair pela linha de fundo.

Na metade do primeiro tempo, a partida começou a ficar mais truncada, e a pelota chegava pouco ao ataque, principalmente pela boa atuação das defesas até então. Aos 20 minutos, levantamento na área e Leandrinho tentou a batida de primeira, mas Kraudio estava atento e impediu o segundo do clube aurinegro.

O XTJ tentava a reação antes da etapa final, precisava do gol de empate a qualquer custo. Com 22, Ricardinho tentou bater colocada de chapa da intermediária, porém Coqueiro caiu bem e salvou mais uma. Um minuto depois, linda tabela entre Bob e Magu, os dois trocaram passes rápidos e Bob recebeu na área, conseguiu tirar do goleiro e fazer um lindo gol para igualar o marcador.

O final da primeira etapa era eletrizante, com os dois times atacando muito. Aos 24, a pelota sobrou na frente para Flavie, que pegou de bico e viu Kraudio defender mais uma. Em seguida, o habilidoso Magu recebeu na frente pela direita, driblou o zagueiro, puxou para a esquerda e chutou forte, mas Coqueiro estava inspirado, fez linda defesa e vibrou muito. No último lance da primeira metade do jogo, Magu tentou mais uma vez da intermediária, mas o chute saiu, fácil para o goleiro.

Esperava-se muito do segundo tempo diante do que foi o primeiro, e a conversa no intervalo seria fundamental para o desempate. E foi o que aconteceu. A segunda etapa mal começou e, logo aos 3 minutos, Paulo Ricardo cruzou na área para Vi fazer o segundo dos abelhas. O XTJ foi à frente de novo e pressionava, mas a zaga do BDA estava muito bem postada, tirando todas e vibrando muito, principalmente com Nego e Leandrinho.

Aos 11, em cobrança de lateral, Dé colocou certinho nos pés de Vi na direita, que completou para o gol, dando um alívio no marcado ao Bonde. Dois minutos depois, o Xarope voltou a pressionar. Bob finalizou com força, e Coqueiro espalmou para a linha de fundo. Na cobrança do escanteio, a bola sobrou para Tatu, na entrada da área, chutar. Nova defesa de Coqueiro.

A equipe aurinegra mostrava muita raça e competência para segurar o resultado. Aos 15, Magu bateu no cantinho direito, a pelota raspou a trave e saiu. No minuto seguinte, a bola sobrou para Bob na área, livre, chutar e lá estava Coqueiro de novo para salvar o BDA.

O XTJ foi todo pra frente. Afinal, perder era quase sinônimo de queda. Era tudo ou nada. Entretanto, a tática permitiu contra-ataques aos Abelhas. Assim, aos 18, Leandrinho recebeu na frente e bateu na esquerda para fazer um golaço. Ele pegou de primeira e mandou alta no meio do gol, um foguete que Kraudio pulou mas nem viu a bola explodir nas redes.

Nesse ponto o Xarope já sabia que era praticamente impossível reverter o resultado e se desmotivou. Com isso, e com um jogador a mais, já que Landim saiu amarelado, em cobrança de escanteio, a zaga do XTJ afastou e, no rebote, Vi matou no peito e finalizou de primeira no alto, sem chances para Kraudio. Era o fechamento em 5 x 1.

Com a vitória, o BDA chega a 6 pontos e sai da zona de rebaixamento, além de ganhar moral para a reta final do campeonato após um período turbulento. H;a mesmo chances de classificação. Para isso, precisará sair vitorioso no próximo confronto diante do forte Ras Time. O Xarope se complica ainda mais na competição e precisa de uma sequência de duas vitórias para sair da situação que está – lanterna e rebaixamento para a Série Bronze. Na próxima rodada, enfrenta o Elite.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Acidus 2 x 7 Zenite

ZENITE JOGA FÁCIL E VENCE ACIDUS


Em dia de Léo Ballestero, Zenite neutraliza completamente o amarelo limão e segue atrás do Mercenários

Por Eduardo Bernardi

O vice-líder do Grupo A, Zenite, conseguiu uma excelente vitória em cima do bom time do Acidus, quarto colocado. O jogo foi muito bom desde o primeiro minuto, com muitas reviravoltas na esfera da partida. O Zenite conseguiu manter o controle do jogo na maior parte do tempo, mas foi salvo por Léo Ballestero, que fez uma partida impressionante, se não sua melhor atuação no Chuteira. O Acidus ficou nitidamente irritado com os milagres do “santo” adversário e acabou cedendo nos minutos finais. O cartão azul para Vitão contribuiu muito para a equipe sair goleada.

Os dois primeiros minutos de partida foram do Zenite, que inaugurou o placar rapidamente com P.O., que recebeu bom passe na esquerda e chutou forte no canto direito. O Acidus estava totalmente preso na partida, não conseguia passar do meio de quadra. A primeira boa chance da equipe veio dos pés do zagueirão Lói, que chutou para fora, totalmente livre.

O Acidus começou a melhorar aos 9 minutos, quando conseguiu se desvencilhar da forte pressão exercida pelo Zenite. Assim, o gol de empate não demorou a vir. Aos 10 minutos, Caballero abriu para a direita e chutou forte no canto esquerdo, da entrada da área, sem chances para Léo Ballestero.

Aos 13 minutos, a partida ficou muito mais disputada, mas ficou muito morna aos 15 minutos, já que ambas as equipes estavam retrancadas, apostando em contra-ataques. O Acidus era um pouco melhor nesse momento, com os jogadores do Zenite demonstrando algum cansaço.

A partir dos 17 minutos, a partida ficou um pouco mais pegada. Vitão fazia a diferença na marcação do Acidus. O beque afastava praticamente todas as jogadas de ataque do Zenite, porém, aos 18 minutos, o time celeste conseguiu encaixar uma belíssima jogada que acabou em gol. Dutra recebeu no meio e chutou colocado no canto direito. 2 x 1.

O Acidus partiu para o ataque. Logo após o gol do Zenite, Caballero chutou forte, no ângulo, mas Léo Ballestero fez uma defesa inacreditável, com as pontas dos dedos. No minuto seguinte, Caballero novamente recebeu na área, mas agora não perdeu. O camisa 10 chutou forte no canto direito e empatou novamente.

Os cinco minutos finais foram de pressão total do Zenite. Aos 22 minutos, Fê Rampazo recebeu bom passe de Negão e só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol, colocando o Zenite novamente na frente do placar. 3 x 2. O Zenite segurou o resultado até o apito final da primeira etapa.

O Acidus voltou totalmente diferente para o segundo tempo. Caballero mandou na trave logo no primeiro minuto. Mas a pressão do Acidus durou pouco. Aos 5 minutos, o Zenite voltou a ficar muito mais com a bola. Aos 6 minutos, Cainho fez boa jogada e chutou firme no canto direito e ampliou para 4 x 2.

A partir daí, só dava Zenite. O Acidus havia sumido da partida, não conseguia passar do meio de quadra. O quinto gol veio na jogada seguinte, após cobrança de escanteio, P.O. aproveitou saída equivocada do goleiro Ulisses e cabeceou para o fundo do gol.

Era inacreditável como o Acidus havia desaparecido em campo. A equipe simplesmente parou de atacar e se fechou completamente na defesa. A equipe só voltou ao ataque aos 12 minutos, com Alemão, que chutou forte no canto esquerdo, da risca da área, mas Léo Ballestero fez mais uma defesa espetacular. No lance seguinte, Caballero chutou forte no canto esquerdo, e Léo Ballestero fez mais um milagre. O arqueiro ia mostrando por que é considerado o melhor goleiro do Chuteira disparado na atualidade.

Na reta final do jogo, o Zenite parecia apenas administrar a partida, o que diminuiu o ritmo do jogo. Entretanto, o clima esquentou aos 18 minutos, quando Vitão deu um carrinho violento e acabou levando cartão azul. Sem o principal marcador, o Acidus abriu a porteira de vez. Aos 20 minutos, Negão recebeu na entrada da área e mandou no canto direito o sexto gol. Três minutos depois, Negão arrancou do meio de quadra e tocou no canto direito para fazer um golaço e fechar o placar em 7 x 2.

O Zenite, 3 pontos atrás do Mercenários, tem pela frente o sétimo colocado, o Império Celeste, e ainda espera um tropeço do líder. Já o Acidus, que caiu para a 4ª posição, enfrenta o lanterninha e desesperado Maciota´s.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Med Taubaté 8 x 3 NGM

MED MOSTRA SUPERIORIDADE TOTAL E GOLEIA NGM


Com atuação de gala de João Humberto, que deixou a marca dele 5 vezes, Medicina vence com tranquilidade e permanece na 2ª colocação

Por Gustavo Scaldaferri

O Taubaté já vinha bem na competição. Com quatro vitórias e duas derrotas era vice-líder, atrás apenas do Roleta. Uma vitória do Mede uma derrota dos Russos colocaria a equipe vinho e branca no topo da tabela. Já o NGM estava a apenas dois pontos da zona da degola, e se quisesse se garantir fora dela precisava da vitória. Mas deu a lógica, e com 5 gols de João Humberto o Med Taubaté saiu vitorioso.

Não deu nem tempo de se ajeitar pra ver o jogo que os jogadores de vinho e branco já estavam comemorando. Em cobrança de falta, levantamento na área e Anibal abriu o placar. Aos 4 minutos, o NGM tentou a reação com Junior pela direita, mas ele chutou pra fora. No minuto seguinte, cruzamento de Anibal para Bruninho, que tentou pegar no alto, porém a pelota saiu pela linha de fundo. O NGM seguiu pressionando: Carlitos encontrou Renato Segalla sozinho, cara a cara com João, que fez milagre e evitou o gol de empate. A partida, até então, era muito disputada.

Aos 8, Wagner Valadão pegou de primeira e Robson defendeu com segurança. Dois minutos depois, Anibal levantou na área e João Humberto fez o segundo. Aos 12, mais uma assistência de Anibal para João Humberto na frente fazer mais um para o Taubaté. 3 x 0.

O jogo estava fácil para o clube de Taubaté, que jogava com classe e tranquilidade. O NGM estava perdido em campo, tanto que pediram tempo para tentar se reorganizar. A pausa e a conversa pareceram surtir efeito positivo. Na volta, Bruno Melo bateu forte e a bola acertou o travessão. No lance seguinte, cobrança errada de lateral do Medicina, Carlitos se antecipou e fez o dele, diminuindo o placar.

Mas a reação durou pouco. Peruca carregou pela esquerda e cruzou no meio para João Humberto, sempre ele, fazer mais um. O Taubaté era muito melhor no confronto. Troca de passes, movimentação, organização e entrosamento perfeitos. O tempo inteiro com o controle da partida. Aos 21, Javier recebeu na esquerda e chutou na trave, a bola sobrou para Bizuza apenas encostar para o gol e fazer o quinto.

Ainda no primeiro tempo o Med atacou. Anibal colocou para Bruninho na direita que bateu pra fora. Na jogada seguinte, Bruninho cobrou escanteio para Anibal pegar de primeira, mas Robson defendeu. No último lance da primeira etapa, Anibal encontrou Wagner Valadão na direita, que chutou uma bomba. A bola explodiu no travessão e o árbitro apitou o fim da primeira metade do jogo com o Medicina dominando completamente.

O segundo tempo começou igual, com o Taubaté no ataque. Aos 4, João Humberto finalizou em cima de Robson. Bruninho veio pela esquerda e cruzou no meio para João Humberto, de letra, fazer o sexto. Dois minutos depois, o NGm retrucou. Junior bateu forte na direita colocada no ângulo. A pelota bateu na forquilha e saiu. Aos 9, Jardel cometeu pênalti. Na cobrança, Renato Segalla colocou na esquerda e João pulou pra direita. Era o segundo do NGM.

Entretanto, o Med não queria saber de brincadeira. Peruca recebeu na esquerda, cortou o zagueiro e finalizou na direita, fazendo o sétimo. Aos 15, Renato Segalla tentou da intermediária e ela foi pra fora.

A bola do NGM não entrava. Aos 17 minutos, Gerson Maia, no meio, dominou, girou e chutou. A pelota bateu na trave esquerda e saiu. Com 22, Bruninho bateu cruzado de direita e João Humberto completou pra rede outra vez. Era o oitavo do Med, o quinto do camisa 7.

O NGM já estava abatido, mas mesmo assim continuava tentando. Aos 23, Nariga, na esquerda, chutou de canhota, a bola desviou no zagueiro e João caiu para fazer a defesa. Na sequência, Gerson Maia finalizou de direita e a pelota passou por debaixo de João e entrou. 8 x 3. No último lance, João Humberto deixou para Anibal, que bateu fraquinho e a bola saiu pela linha de fundo.

A vitória manteve o Med na 2ª colocação, já que o Roleta também venceu o seu jogo. Mas na próxima rodada isso pode mudar, pois os dois irão se enfrentar em um duelo que tem tudo pra ser sensacional, valendo a ponta e a vaga na Ouro antecipada caso o Roleta vença. O NGM entrou na zona da degola e agora precisa vencer de qualquer maneira pra sair dessa situação. No próximo jogo o clube encara o Bufalos.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Cabeça Rachada 4 x 3 Fora de Série

CABEÇA RACHADA CONQUISTA VITÓRIA SUADA CONTRA O FORA DE SÉRIE


Equipe vacila na marcação, mas Michilin decreta vitória aos 23 minutos da etapa final

Por Eduardo Bernardi

Em uma das partidas mais disputadas da rodada, o Cabeça Rachada conseguiu dominar boa parte do jogo, mas não teve vida fácil contra o vice lanterna Fora de Série. O Cabeça conseguiu se distanciar da parte de baixo da tabela, mas ainda está muito longe dos primeiros colocados. Entretanto, a classificação para o mata-mata agora é uma realidade, já que empatou em pontos com Império e The Veras, mas tem melhor saldo, o que o coloca na 5ª posição. Os vacilos na segunda etapa quase culminaram em um empate. Aí entrou a vez de Michilin, com um golaço aos 23 minutos do segundo tempo, decretar a vitória da equipe.

O Cabeça começou absoluto no jogo, com posse de bola quase 100%. O Fora, quando com a bola, arriscava de longa distância, mas totalmente sem direção. A primeira boa jogada do Cabeça veio aos 4 minutos, quando Vagner mandou na trave esquerda de Saulo. O Fora respondeu com Bia. O camisa 10 ficou livre na entrada da área, mas mandou por cima da meta de Macaco.

O Cabeça continuava pressionando. Luisinho chutou forte no canto direito, Saulo pegou bem. Dois minutos depois, Dieguinho mandou da entrada área e viu a bola raspar a trave esquerda. A pressão do Cabeça surtiu efeito aos 9 minutos, com Marcelo Arico, que recebeu bom passe de Fabinho e só teve o trabalho de tocar para o fundo do gol. 1 x 0.

O gol só fez o Cabeça atacar cada vez mais, mas a marcação do Fora de Série conseguia afastar todos os ataques. O Cabeça conseguiu passar pela boa marcação do Fora aos 16 minutos. Vagner recebeu bom passe na esquerda e fuzilou no meio do gol. 2 x 0. Aos 18 minutos, o Fora se lançou completamente ao ataque. Bia recebeu na ponta direita, limpou a marcação e chutou forte no canto esquerdo, diminuindo o marcador.

Agora era o Fora que mandava na partida. Pressionava o adversário, completamente retraído em seu campo. Assim, o empate não demorou a sair. Aos 22 minutos, Bruninho fez um gol muito parecido com o de Bia: o camisa 17 recebeu na direita e chutou forte no canto esquerdo.

Para a etapa final, o Fora de Série voltou mais recuado, chamando o Cabeça para cima. Fabinho perdeu uma chance inacreditável ao chutar nas costas do marcador, com o gol completamente aberto. Apesar de melhorar após 5 minutos, o Fora deixava muitos espaços na defesa, que foram bem aproveitados pelo Cabeça. Marcelo Arico, destaque da equipe e herdeiro da camisa 10 de Tché, chutou de bico, rasteiro, no canto direito de Saulo. 3 x 2.

O terceiro gol deixou a partida mais equilibrada. Caniggia, pelo lado azul e branco, chegou bem ao ataque aos 13 minutos, mas chutou em cima de Macaco. Aos 15 minutos, Bia empatou com um golaço. O camisa 10 forense recebeu na ponta direita e chutou alto no canto direito. A bola entrou rente à trave.

O empate fez bem ao Fora de Série, que se lançou quase que por inteiro ao ataque. O Cabeça, que esteve muito melhor na grande parte do jogo, via a partida se encaminhar para um desastre. Porém, o Fora não fez prevalecer o melhor momento, e o Cabeça voltou ao ataque, e foi letal. Aos 23 minutos, aconteceu o inesperado: Michilin, após cobrança de escanteio, acertou um voleio espetacular e colocou o Cabeça novamente na frente do placar.

Os minutos finais foram de pressão total do Fora de Série, enquanto o Cabeça recuou para marcar e segurar no tempo restante. E faltou sorte ao time do capitão Rica, aliás, o que parece a sina da equipe no decorrer da atual competição. No último lance da partida, Cannigia acertou o travessão após driblar dois marcadores, mantendo a vitória do Cabeça Rachada por 4 x 3, a quinta do Fora em 7 jogos.

O Cabeça tem pela frente o bom time do Inflação, num duelo que promete muito. O Fora de Série enfrenta o sexto colocado, The Veras, precisando vencer urgentemente para não chegar já enforcado na rodada final.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Diabos Negros 2 x 1 Bufalos

BUFALOS LUTA MAS CAI DIANTE DO DIABOS


Desde o começo com um jogador a menos, Bufalos não consegue aguentar pressão e perde apenas por um gol de diferença, com uma bela atuação de Frika

Por Gustavo Scaldaferri

Bufalos e Diabos foram para a partida com o mesmo número de pontos, 9, e com o mesmo objetivo, entrar na zona de classificação para a próxima fase. Uma vitória pra qualquer dos lados colocaria a equipe vencedora nessas condições. Mas o time azul e cinza estava com apenas 6 jogadores, e foi obrigada a jogar os 50 minutos com um a menos. Apesar disso, o Diabos não aproveitou a situação para golear, mas ao menos venceu e garantiu os 3 pontos.

O Bufalos foi quem começou no ataque. Rubão arriscou da intermediária de bico, e a bola passou perto pela direita. Mas logo no minuto seguinte, Marcel recebeu na esquerda, puxou pra direita e bateu. A bola desviou na zaga e entrou no canto esquerdo, abrindo o marcador para a equipe alvinegra. Aos 6, o Bufalos surpreendeu. Em cobrança de lateral, a pelota desviou em Rubão e entrou, empatando o duelo. Os jogadores do Diabos reclamaram muito que havia tido um toque de mão, no entanto o árbitro viu lance normal.

Por ter um a menos, o Bufalos recuou, tentando aproveitar os contra-ataques. Assim, o alvinegro subiu com tudo para tentar fazer o segundo. Com 11 minutos, Caique Martins aproveitou contra-ataque e bateu firme na esquerda para boa defesa de Marco. Aos 15, Djavam tentou a batida sem ângulo e a bola saiu. 2 minutos depois, cruzamento de Pacheco para Marcel na direita e ele colocou pra fora.

Aos 22 minutos tabela entre Rubão e Caique na esquerda, que bateu cruzado e Marco fez boa defesa. No último lance da etapa inicial, confusão na área do Diabos, a bola sobrou para Rubão, que se esticou para finalizar, mas Marco caiu e encaixou com segurança.

O segundo tempo começou o Bufalos, que jogava de igual para igual, pressionando. A vantagem numérica dava a obrigação de sair com os 3 pontos. Daniel finalizou e Marcos Mendes salvou em cima da linha o que seria o segundo tento do Diabos. Aos 8, batida de Djavam na direita, a pelota desviou na zaga e saiu pela linha de fundo. A pressão era muito forte e, apesar da raça, o Bufalos não aguentou. Aos 10, Marcel brigou pela bola, conseguiu ganhar na esquerda e chutou de bico. Ela entrou no cantinho direito para desempatar.

Mesmo assim, o Bufalos não desistiu. Um minuto após o gol, Raoni cobrou falta colocada e a pelota saiu com perigo pelo canto. Com 15, Djavam, na esquerda, cruzou na área para Daniel, que pegou de primeira. Saiu uma bomba e acertou em cheio o travessão. Na jogada seguinte, Djavam recebeu livre na frente para fazer, mas bateu por cima.

Era pressão total do Diabos. Aos 19, João chutou da intermediária com força e a pelota saiu com perigo pelo canto direito. 2 minutos depois, Raoni tentou o empate em cobrança de falta na esquerda, porém Marco defendeu. Baiano, na direita e sem ângulo, tentou a batida e a bola bateu na rede pelo lado de fora. No mesmo minuto, Baiano de novo, agora na esquerda, chutou fraco e Frika espalmou pra frente. No apagar das luzes, linda jogada de Chagas, que passou por dois e ficou cara a cara com Frika, que fez uma defesa brilhante.

Os 3 pontos colocam o Diabos Negros na zona de classificação, em 4º lugar. Na próxima rodada o clube alvinegro enfrenta o TCM?. O Bufalos fica na 7ª colocação e encara o ameaçado NGM.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Império Celeste 3 x 3 Allianza Sagrado

IMPÉRIO ARRANCA EMPATE COM ALLIANZA COM GOLAÇO DE GUEDES


Em um dos jogos mais emocionantes da rodada, camisa 10 decide a igualdade com um gol no ângulo nos minutos finais

Por Eduardo Bernardi

Allianza Sagrado e Império Celeste protagonizaram uma das mais emocionantes partidas do dia, a equipe Celeste conseguiu um empate heroico no último minuto com um golaço de Guedes do meio de quadra. O Allianza conseguiu mandar no jogo nos últimos dez minutos da primeira etapa, mas sumiu completamente no segundo tempo. As expulsões no final, com certeza, prejudicaram o bom andamento do jogo, que acabou sob muita reclamação das equipes.

O Império começou com muito mais posse de bola. Durante os primeiros 5 minutos, não aconteceu absolutamente nada de relevante. O primeiro lance de perigo veio dos pés de Rômulo, que isolou de frente para o gol. Aos 6 minutos, Rômulo, após receber cobrança de escanteio, chutou forte no ângulo esquerdo e abriu o placar em favor do time imperial. Após o gol, o Allianza, tentava se lançar ao ataque, mas deixava muitos espaços e não conseguia levar perigo ao gol de Paulinho.

Administrar o resultado parecia ser a tática adotada pelo Império após o gol. A estratégia não deu muito certo, pois Cesinha, após sobra da marcação, encheu o pé no canto direito. Paulinho ainda conseguiu tocar na bola, mas não o suficiente para evitar o empate.

Ambas as equipes começaram a atacar com menos intensidade, até os 14 minutos, quando Alê Mendonça recebeu bom passe, totalmente livre, e só teve o trabalho de tocar no canto direito para virar o jogo em favor do time sagrado.

A partir daí, o Allianza começou a tomar conta da partida. Aos 15 minutos, Reyna acertou a trave após belo passe de Alê. Os minutos finais da primeira etapa foram de muito equilíbrio, pois o Império voltou a atacar, e o Allianza conseguia marcar com muita tranquilidade. No último minuto do primeiro tempo, Birulei cruzou para Cesinha, que só tocou para o fundo do gol. O Allianza ia para o intervalo com vantagem de dois gols.

A postura do Império na volta da segunda etapa foi igual à do começo do jogo. A equipe se lançou completamente ao ataque e, logo no primeiro minuto, Daniel tabelou com Guedes e chutou colocado no canto esquerdo. O Allianza só conseguiu atacar aos 3 minutos, quando Cesinha chutou forte no canto esquerdo para Paulinho fazer uma belíssima defesa. Preso na defesa, o Allianza via o Império crescer em campo e exercer enorme pressão. A marcação do Allianza tentava afastar da maneira que dava, e o principal erro do Império até ali era a precisão dos passes para a definição das jogadas.

Aos 11 minutos, Reyna conseguiu chegar muito bem ao ataque, driblou o goleiro, e, inacreditavelmente, mandou para fora. E ficou por aí, só dava Império, que neutralizava a maioria das jogadas do Allianza. O clima começou a esquentar a partir dos 18 minutos, quando Rodolfo, do Império, acabou sendo expulso. Mesmo com um jogador a menos, o Império tinha mais posse de bola e dominava o jogo, mas continuava parando na forte marcação sagrada.

Os minutos finais foram de ataque contra defesa, o Império dominava completamente o jogo. Após confusão, Lucas Janaudis acabou sendo expulso, dificultando mais ainda a situação do Allianza. Em um dos últimos lances da partida, a emoção tomou conta dos jogadores do Império. Isso porque Guedes chutou do meio de quadra, e viu a bola entrar no ângulo de Philipe, um dos gols mais bonitos do dia.

Depois disso, não houve muito tempo até que o apito final soasse, decretando o empate entre as equipes. Com 10 pontos, o Império deixa o G-6 pelo saldo de gols, já que o Cabeça venceu. A vida do time anda complicada, afinal, tem nada menos que o vice-líder Zenite pela frente. O Allianza, com 3 pontos – sendo 3 empates – está a um ponto da zona de rebaixamento e tem outra pedreira na 8ª rodada – o líder Mercenários.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

TCM 2 x 11 Ras Time

RAS TIME, ARRASADOR, GOLEIA TCM


Peter, Macaulin e Deko se destacam em partida que equipe soube aproveitar a vantagem de um jogador a mais desde o começo

Por Gustavo Scaldaferri

Antes da partida, o Ras estava na 4ª colocação, uma vitória o deixaria muito mais confortável na tabela para passar para a próxima fase. O TCM estava logo abaixo, em 5º lugar, com o mesmo número de pontos e a mesma situação do clube azul e preto. No entanto, o TCM veio ao jogo com um problema sério – e pagou caro por isso. Apenas 6 jogadores vieram jogar, e eles tiveram que aguentar 50 minutos vendo o Ras tocar a bola e correr atrás até que o resultado de 11 x 2 fosse decretado.

Logo aos 2 minutos, o TCM chegou ao ataque. Matheus, na direita, tentou o chute e a bola foi pra rede pelo lado de fora. Dois minutos depois, Bruno, do Ras, bateu do meio de canhota na esquerda e Marcião fez boa defesa. Com 7, Bruno deixou para Deko, que bateu de primeira na esquerda, mas Marcião novamente caiu e defendeu.

O time de azul e preto era melhor e chegava muito mais à frente. Peter veio pela direita e chutou cruzado para fora com perigo. Com 10 minutos, Matheus teve grande chance. Ele pegou forte da entrada da área e Cipó fez bela defesa.

Aos 12 minutos, Matheus perdeu mais um gol na cara. Ele recebeu a bola e, com um giro, driblou o adversário e saiu de frente com Cipó, mas, na finalização, o goleirão salvou. Na sequência, Deko encontrou Peter sozinho na frente. Com tranquilidade, ele fez o primeiro do Ras.

O gol serviu pra abrir a porteira. Aos 15, Sujeira fez o passe para Macaulin, que driblou Marcião e anotou 2 x 0. Enquanto o ataque fazia sua parte na frente, Cipó garantia a vantagem atrás com grandes defesas. Assim, o Ras ampliou. Deko cobrou falta direto para as redes. 3 x 0. Um minuto depois, mais uma falta, na mesma posição. Peter foi para a cobrança, fingiu que ia bater direto, mas deixou na esquerda para Macaulin, praticamente sem ângulo, bater com muita técnica e deixar o placar em 4 x 0. Era um gol atrás do outro.

Aos 19, o TCM tentou reagir. Matheus cobrou falta com força e Cipó deu uma ponte para salvar. Leonidas, em jogada de contra-ataque, recebeu sozinho e deu um toque de cobertura para fazer o quinto. E o primeiro tempo acabou assim, com o TCM sem saber como marcar o jogador que sempre sobrava do Ras e levando vários gols seguidos.

Aos 3 minutos da segunda etapa, tabela entre Flash e Macaulin, que deixou para Peter na frente fazer mais um. Três minutos depois, Claudio Fidalgo saiu errado, Peter matou no peito, bateu forte e fez um golaço. 7 x 0. Em seguida, Leonidas recebeu na esquerda e chutou colocadinha no canto para fazer o oitavo.

O TCM tentou chegar em cobrança de falta, mas Cipó estava sempre seguro. Aos 8, Deko cobrou escanteio para Macaulin, que dominou no peito e finalizou para o gol. Era o nono. A superioridade do Ras era absoluta, o time aurinegro não conseguia fazer seu jogo com um jogador a menos. Mesmo assim, eles foram ao ataque com tudo para tentar diminuir o estrago, e nisso surgiram os contra-ataques. Com 9 minutos, Peter veio sozinho, cara a cara com Marcião, e mandou no canto direito. 10 x 0.

Depois disso foram cinco minutos sem muita coisa interessante. O Ras estava satisfeito, e o TCM sem muito o que fazer, pois era impossível reverter o resultado. Apesar disso, Danilinho recebeu no meio da área e colocou pra dentro, diminuindo o placar. Quatro minutos depois, Danilinho fez linda jogada da esquerda para a direita, chutou e acertou a trave. No rebote, Matheus fez o segundo.

Aos 20 ainda deu tempo para Deko fazer 11 a 2 depois de aproveitar rebote. O árbitro apitou o fim da partida, garantindo 3 pontos ao Ras e a 3º posição na tabela. Já o TCM caiu uma posição, mas ainda está na zona de classificação, na 6ª colocação. No próximo jogo, o Ras tem o BDA enquanto o TCM encara o Diabos Negros.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Inflação 6 x 3 Maciota’s

INFLAÇÃO RETOMA 3ª POSIÇÃO E COMPLICA AINDA MAIS MACIOTA´S


Velocidade e aplicação na marcação foram primordiais para o triunfo inflacionário. Maciota’s, sem forças, agoniza na lanterna

Por Eduardo Bernardi

O Inflação não deu chances para o último colocado, o Maciota´s. A partida foi muito corrida, com muitos lances de ataque, e amplo domínio da posse de bola por parte do time do artilheiro Chide, que anotou 4 gols e segue forte no topo da artilharia. Aliás, foi em grande parte responsabilidade de Chide e Lú as jogadas ofensivas da equipe. A dupla mostrou grande entrosamento para superar a defesa rival. Mesmo assim, a ratificação da vitória só veio nos minutos finais, quando usou da velocidade em dois contra-ataques para matar o jogo.

A partida começou equilibrada, mas com muitos erros de passe dos dois lados. O Inflação ainda era um pouco superior, pois ficava mais com a bola. Conforme o tempo passava, o Maciota´s ia recuando cada vez mais. Assim, o primeiro bom lance do jogo veio dos pés de Rodella, que acertou a trave após defesa incrível de Diegão. Até aqui, o Inflação tomava conta do jogo, mas não conseguia furar a forte marcação do Maciota´s.

Em compensação, o time de Jerry e Shariza não conseguia passar do meio de quadra. O domínio da posse de bola era pleno inflacionário. Aos 13 minutos, Lú recebeu na entrada da área e chutou de bico, no canto direito, para inaugurar o marcador e fazer valer o amplo domínio.

O gol fez o Maciota´s sair um pouco da defesa, mas o Inflação marcava com muita vontade, marca maior da equipe. Mesmo assim, o empate saiu aos 17 minutos, quando Jerry aproveitou falha da marcação e chutou colocado. No lance seguinte, Chide recebeu bom passe na área, completamente livre, e tocou no canto direito para recolocar o Inflação no comando do placar novamente. Dois minutos depois, Chide abriu para a canhota e encheu o pé no canto direito, sem chances para Diegão. Era o terceiro.

O Maciota’s não ficou para trás e, no minuto seguinte, Nery girou bem e chutou no canto esquerdo, rente à trave, marcando o segundo e levando o resultado de 3 x 2 para o segundo tempo. O Inflação voltou pressionando. Agora quem apostava em contra-ataques era o Maciota´s. Chide criou a primeira boa oportunidade do Inflação na etapa final ao chutar no canto direito de Diegão, mas o arqueiro fez mais uma excelente defesa.

O Inflação continuou com total controle da posse de bola, mas errando passes, assim como o adversário. Para o Maciota´s, um outro problema: no momento de finalizar as jogadas, não conseguia acertar uma boa assistência sequer. Do outro lado as assistências saíam. Aos 15 minutos, André recebeu excelente passe de Chide na ponta direita e fuzilou no canto direito para fazer o quarto do Inflação.

O Maciota´s respondeu no minuto seguinte, Baú conseguiu se desvencilhar da marcação na entrada da área e chutou rasteiro, colocado, no canto direito de Sandrinho. 4 x 3.

A marcação do Inflação trabalhava muito bem, não deixava a euforia do Maciota´s dominar a partida. O Inflação trocava passes, administrava muito bem o resultado. Os jogadores do Maciota´s já aparentavam muito cansaço. Chide comandava as jogadas de ataque do Inflação, e ele quase marcou aos 20 minutos, mas Diegão fez mais uma defesa incrível no canto superior esquerdo.

Os minutos finais do jogo foram de total pressão do Inflação. Aos 23 minutos, Chide arrancou do outro lado da quadra e chutou forte, de canhota, no canto esquerdo do goleiro para tranquilizar o time. No minuto seguinte, ele mesmo recebeu bom passe de Tuta e só teve o trabalho de tirar do goleiro e fechar o placar em 6 x 3.

O Inflação, 3º colocado, tem pela frente o 5º colocado, Cabeça Rachada, em plena ascensão. Enquanto isso, o Maciota´s, lanterna, enfrenta o Acidus.

VIII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Roleta Russa Olímpico 4 x 3 Elite

ROLETA BATE ELITE E SE MANTÉM LÍDER ISOLADO


Com um começo arrasador e depois um susto, Russos vencem confronto direto e agora encaram Med valendo a Ouro

Por Gustavo Scaldaferri

A partida era decisiva, mais para o Elite do que ao Roleta. Com 3 pontos de vantagem, se ganhasse o Roleta praticamente tirava o rival da briga pela vaga direta na Ouro. Se perdesse, empatariam em pontos e decidiriam nas duas rodadas finais. Apostando no início da partida, os comandados de Vadão fizeram o resultado e, mesmo com a reação do Elite, seguraram uma vitória apertada para seguir isolado na ponta.

Na saída de jogo, o Elite assustou com Luis Carlos Barbosa. Ele chegou pela direita e chutou pela rede do lado de fora. No lance seguinte, Ritolê recebeu na área e abriu o placar. Matador nato. Aos 3 minutos, a bola sobrou para Catatau na direita bater forte e fazer o segundo. Três minutos depois, Ritolê de novo, só que ele chutou cruzado e Catatau apareceu para fazer 3 x 0. Em 6 minutos, o Elite não tinha visto a bola.

Depois do placar dilatado a favor do Roleta, o jogo ficou fraco, sem nada de muito interessante acontecer. Foi só aos 17 que Kuminha chegou pela direita com perigo. Ele bateu forte, mas para fora. Brian levantou na área para Pina cabecear no travessão. E só um time jogava. Brian apareceu bem novamente, driblou a zaga e bateu em cima de Sardinha.

Já esperando o segundo tempo, o Roleta relaxou. O Elite soube aproveitar isso e, aos 23, Luis Carlos recebeu na direita e fez o primeiro do time azul e preto. E assim acabou o primeiro tempo.

A segunda etapa começou truncada. As equipes chegavam pouco e cometiam muitas faltas. Aos 8 minutos, Maciel chutou da intermediária e viu Machado chegar a raspar na bola antes dela entrar no canto e balançar as redes. O Elite encostava. 3 x 2.

O gol ligou os motores do Elite, que passou a ser mais frequente no ataque em busca do empate. Com 15 jogados, Ritolê tentou do meio, mas ela saiu pela linha de fundo à esquerda. O Elite foi com muita sede ao pote e deixou brechas, por onde o Roleta cavocou o quarto gol. Em cruzamento para a área, Matarazzo fez o dele e aliviou a situação dos russos.

O duelo era brigado, com jogadores e técnicos discutindo todos os lances com os árbitros. Com 22 minutos, lançamento na área e Maciel chutou. A bola bateu na zaga, no goleiro e entrou, diminuindo mais uma vez o marcador e reascendendo a esperança de um possível empate azul.

Nos minutos finais, assim, a pressão elitista retornou à cena, como também a preocupação dos roletas, porém, já não houve tempo suficiente, e o Roleta saiu novamente com a vitória.

Com os três pontos o Roleta se mantêm na liderança, com 18, com apenas Med próximo, que soma 15. Justamente o adversário deste sábado, pela 8ª rodada. Se vencer, está automaticamente na Série Ouro do ano que vem. O Elite mantém os 12 pontos, mas cai na tabela, apesar de seguir firme rumo à segunda fase. Na penúltima rodada, tem o lanterna XTJ para tentar a reabilitação.
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