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CHUTEIRA NEWS: VII CHUTEIRA DE PRATA: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Ras Time 7 x 3 Cachorro Velho

RAS GOLEIA CACHORRO E SE CLASSIFICA EM TERCEIRO


Time enfrentou o já rebaixado Cachorro Velho, mas nem por isso encontrou moleza

Por Tamires Paulino

O confronto entre Ras e Cachorro Velho tinha como premissa o fato de que a equipe da PUC já estava rebaixada. Por isso os times não se esforçariam muito. Ledo engano. Ras e Cachorro fizeram uma partida eletrizante, com placar elástico: 7 x 3 para o Ras.

Boa parte desse placar elástico, no entanto, se deveria à ausência do goleiro Botana ao longo de todo o primeiro tempo. Mantendo o ritmo já conhecido da equipe – toque de bola, entrosamento e os destaques individuais –, o Ras facilmente chegou a marcar cinco gols somente no primeiro tempo. O primeiro desses gols foi de Sujeira, outros dois de Tchelo – destaque na partida –, outro de Luquinhas e o último enfim de Ritolê, artilheiro da equipe e da Prata com 20 gols. O Cachorro Velho não ficou atrás e marcou dois gols no primeiro tempo, com Thiaguinho e Giggio.

Bom, talvez esteja estranho passar por cima dos fatos, mas nessa partida o melhor a se observar foi o segundo tempo, quando ambas as equipes estavam completas, e o Cachorro, mesmo sem nenhuma perspectiva, foi uma equipe completamente diferente. Esse sim foi o momento que definiria o embate entre Ras e Cachorro Velho.

O Ras continuou com o mesmo posicionamento de sempre, o que lhe gerava boas oportunidades de gol. Em uma delas, Tchelo, próximo à linha de fundo, tocou para Luquinhas. Ele chutou, mas o goleiro defendeu com o pé. O Cachorro, muito mais atento, pressionando e dificultando bem mais, também teve oportunidades. Aos 6 minutos, Pia, da lateral esquerda, mandou em diagonal para o gol, quase caindo, e a bola passou à direita do gol. Na oportunidade seguinte, porém, ele marcou o gol do Cachorro Velho.

O Ras continuou atacando. Em cobrança de falta, pouco depois do gol adversário, Theo recebeu e mandou a bola para fora. Porém, como aconteceu com a equipe azul e amarela, o Ras também marcaria na próxima oportunidade. Flash carregou pela lateral direita e tocou de lado para Iasi dentro da área. Ele chutou no canto esquerdo do goleiro e marcou o sexto de sua equipe.

O Cachorro Velho continuava, na medida do possível, dificultando as investidas do Ras e, quando possível, atacando. Em uma dessas ocasiões, Giggio, pelo meio, foi chutar e acabou passando o pé por cima da bola, que saiu pela direita.

Apesar de ter marcado o terceiro gol do Cachorro, Pia ainda protagonizaria outra jogada não tão boa assim, uma vez que o sétimo e último gol do Ras na partida saiu com uma “ajudinha” sua. Vasques, pela lateral direita, chutou em diagonal ao gol de Botana e a bola acabou batendo em Pia e entrando, traindo o goleirão.

Por fim, no último lance da partida, Ritolê, no cara a cara com o goleiro, demorou para definir e acabou chutando em cima do goleiro, desperdiçando uma boa chance de marcar o oitavo de sua equipe – e isolar-se ainda mais na artilharia. O que fica no ar nessa partida é: se Botana tivesse jogado os dois tempos, o resultado seria diferente?

Com o resultado, pouca coisa se altera: o Ras está classificado para a próxima fase com 15 pontos e termina a fase de grupos como 3º lugar. O Cachorro Velho está fora da próxima fase da competição, terminando na lanterna com 4 pontos.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Joga 13 5 x 2 Mercenários

JOGA 13 VENCE E ACABA COM O SONHO DO MERCENÁRIOS


Na última rodada de pontos corridos, Joga 13 joga melhor, garantindo lugar para fase mata-mata; Mercenários terminou em 3° no Grupo B

Por Renato Malaguti

Mesmo matematicamente classificado para a próxima fase, o elenco do Mercenários entrou em campo com a responsabilidades de sair vitorioso, já que almejava o primeiro lugar do Grupo B. Era vencer e torcer contra o My Balls. Portanto, a equipe jogou sem desmerecer o adversário. Entretanto, o Joga 13 tinha que ganhar para garantir lugar no mata-mata e, talvez por esse motivo, conseguiu adquirir esses 3 pontos importantes, jogando melhor tanto na primeira quanto na segunda etapa.

O começo do jogo foi frio, sem chances ofensivas. A posse de bola, as divididas e o pouco entusiasmo de ambas as equipes caracterizaram os primeiros 5 minutos de bola rolando. Aos 8 minutos, Giba, do Joga 13, conseguiu acertar o travessão. Logo em seguida, de longe, Thiago pegou forte na bola, obrigando Allyson a fazer boa defesa, mandando a redonda para escanteio.

Pode-se dizer que os primeiros lances de perigo foram realizados pelo Joga 13. Mas, do outro lado, o Mercenários também atacava. Em lance de contra-ataque, próximo aos 10 minutos, Diego levou perigo, mas acabou chutando por cima do arco. Logo em seguida, em cobrança de falta batida por Thiaguinho, Dezinho interceptou a trajetória da bola e conseguiu chutar, mas Muralha, bem posicionado, defendeu sem dificuldades.

Nos primeiros 10 minutos o Mercenários conseguiu criar mais do que o Joga 13. Merecidamente, aos 12 minutos, o Mercenários balançou as redes com Guto. Ele recebeu a bola dentro da área e chutou rasteiro, colocado no canto. Na comemoração ele e seu irmão, Dezinho, fizeram uma dancinha. Para acabar com a alegria do time de Kazu, 2 minutos depois, em lance de bola parada, Rogério acertou o canto direito, mesmo canto do arqueiro, e empatou. Quatro minutos depois, após empolgação por ter empatado, o Joga 13 conseguiu virar o jogo em chute de longa distância de Doce, que acertou o canto. Allyson, com a visão tampada, nem pulou.

Dois minutos depois, ampliando ainda mais a vantagem, o Joga 13 conseguiu marcar o terceiro com Lele. Ele chutou firme no canto para vencer o arqueiro rival. Após tomar o terceiro gol, e faltando 5 minutos para o término da primeira etapa, o Mercenários pediu tempo técnico. Na volta do pequeno intervalo, o time até esteve melhor, mas não conseguiu diminuir o placar. Duas jogadas de ataque foram construídas, uma com Rodrigo, mas Muralha fez boa defesa mandando a bola para escanteio, e outra desperdiçada por Allyson, que subiu para cobrar falta, mas a bola explodiu na barreira.

No segundo tempo, o jogo começou mais ofensivo. Logo no primeiro minuto, em lance de contragolpe, Thiaguinho conseguiu limpar bem para o chute, mas mandou à esquerda do arco. Do outro lado, o Joga 13 conseguiu levar perigo com Thiago, que não soube aproveitar bom passe de Lele e jogou a bola por cima. Com o começo do jogo quente, aos 3 minutos, o Mercenários conseguiu diminuir com Guto, acertando o canto direito.

Após o gol o jogo ficou mais tranquilo. Somente 5 minutos depois, em lance de contra-ataque, Thiaguinho, do Mercenários, desperdiçou chutando de bico em cima de Muralha. Um minuto depois ele tomou cartão amarelo e saiu reclamando. Faltando 10 minutos para o término do jogo o Joga 13 pediu tempo. Na volta, com forte chute cruzado que acertou o ângulo direito, Eduardo ampliou o placar para ao time de Lele.

Aos 18 minutos, Thiaguinho recebeu o segundo amarelo e foi punido com cartão azul. Dois minutos depois, sua equipe quase diminuiu com boa cabeçada de Rodrigo, mas Muralha fez boa defesa.

O Joga 13 ainda conseguiu ampliar o resultado para 5 x 2, com chute colocado de Zóio. No último lance, Alyson desperdiçou a chance de diminuir o placar em cobrança de pênalti, acertando a trave. Ele ainda havia comentado com seu companheiro de equipe: “Fica esperto no rebote que pode pegar na trave”. Com o resultado, ambas as equipes estão classificadas para a próxima fase. Na próxima semana o Joga 13 enfrenta o Med Taubaté, e o Mercenários pega o Zenite.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

TCM 4 x 2 Bonde dos Abelhas

TCM VENCE BONDE DOS ABELHAS E PERMANECE NA PRATA


Equipe passou por cima dos prognósticos e correu atrás do resultado, vencendo por 4 x 2

Por Tamires Paulino

A segunda partida da tarde pelo Grupo A, entre TCM e Bonde dos Abelhas, realmente prometia. O TCM precisava de um bom resultado para manter-se na Prata e correu atrás – literalmente. O resultado, 4 x 2, privilegiou o time de Marcião, mas acabou saindo bom para ambas as partes, visto que o Bonde já estava classificado. Alguns consideraram zebra, mas fato é que o TCM realmente esforçou-se para alcançar o êxito.

Quem começou atacando foi justamente o TCM. Carlinhos, dentro da área, chutou para o gol e o goleiro teve que tirar com o pé. Em seguida, Carlinhos, novamente, bateu falta da entrada da área para fora. Já pelo lado do Bonde dos Abelhas, as coisas começaram infinitamente melhores. Logo no primeiro lance de seu time, Ricky, da ponta esquerda da área, chutou e o goleiro acabou aceitando: 1 x 0.

O Bonde continuou atacando e criou mais duas boas oportunidades antes do fim do primeiro tempo, ambas com Maca. Na primeira, o camisa 10 do Bonde chutou firme da entrada da área, mas o goleiro defendeu; na segunda, ele chutou de longe e o goleiro não encaixou a defesa, mas a zaga colocou a bola para fora. O último lance do primeiro tempo, no entanto, seria o empate do TCM. Danilinho, da intermediária, chutou ao gol cheio de efeito e acertou no ângulo. Um golaço.

No segundo tempo, com outra postura, o TCM foi melhor e criou mais. Nenhum modo melhor para exemplificar isso: dessa vez, quem saiu à frente foram os próprios. Carlinhos dividiu com o goleiro pelo alto e levou a melhor, empurrando a bola para as redes. Mesmo com essa reação do TCM, o Bonde não parou de tentar, embora chegasse bem menos ao gol adversário agora. Em uma dessas oportunidades, Guarulhos mandou da lateral direita, próximo à intermediária, para o gol e o goleiro espalmou para o alto. No lance seguinte, porém, após falta, Bruno seria expulso e o Bonde ficaria com um a menos o resto da partida.

Aproveitando-se dessa vantagem, o TCM foi para cima e conseguiu ampliar o placar. Carlinhos, da lateral direita, bateu ao gol e acertou o canto oposto da meta, marcando o terceiro de sua equipe. O Bonde, porém, conseguiria diminuir esse placar pouco depois com Morcego. Após confusão na área a bola sobrou pra ele, que empurrou de carrinho para dentro.

O fim do jogo se aproximava, mas o TCM ainda teria mais três chances de marcar mais um gol – e efetivamente conseguiria em uma delas. Primeiro, Felipe Ribeiro bateu do meio da rua à esquerda do gol; depois, Danilinho bateu da entrada da área e acertou o pé da trave esquerda; por último, mas com certeza nada de menos importante, Pasquali aproveitou sobra de carrinho da zaga tentando aliviar o perigo e deu-lhes um verdadeiro motivo para se preocupar, mandando de primeira e estufando a rede.

Com esse resultado, o Bonde dos Abelhas se classificou em 4º, com 14 pontos. Na próxima rodada, enfrenta o Império Celeste, que terminou a fase de grupos em 5º no grupo B, com 16 pontos. Já o TCM fica fora da próxima fase, mas o resultado foi extremamente importante para manter a equipe no Chuteira de Prata, pois antes de adentrar o gramado, a equipe estava ameaçada de rebaixamento.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Império Celeste 7 x 5 Bacaninha

BACANINHA SE DESPEDE DA PRATA COM MAIS UMA DERROTA NA BAGAGEM


Matematicamente rebaixado desde a rodada passada, time de Marcelão não deixou de jogar por causa disso, mas não conseguiu bater o Império Celeste, que vai encarar o BDA nas oitavas

Por Renato Malaguti

Mesmo matematicamente rebaixado para o Chuteira de Bronze, o Bacaninha permaneceu firme e forte na última rodada de pontos corridos, enfrentando de igual para igual o Império Celeste, que já estava classificado para a próxima fase. Mais uma vez o talento de Guedes, camisa 10 do time azul celeste, foi o diferencial e contribuiu para mais uma vitória da equipe.

Desde o início o Império ficou em vantagem. Logo no primeiro lance, abriu o placar com Daniel, que interceptou a bola na zaga do Bacaninha e bateu firme no canto para vencer Kiko. Quatro minutos depois, mostrando muito mais superioridade, o elenco do Império conseguiu abrir vantagem de dois gols com bonito gol de Guedes, que chutou do meio da rua, marcando seu primeiro tento na partida.

Entretanto, mesmo tomando dois gols em aproximadamente cinco minutos, o elenco do Bacaninha não abaixou a cabeça e correu atrás do resultado. Aos 7 minutos, em jogada de escanteio, Bizú pegou de perna esquerda e diminuiu para 2 x 1. Após este gol, a partida ficou um pouco menos ofensiva. Logo depois o Império até tentou ampliar com Daniel, mas ele não conseguiu converter boa oportunidade, chutando a bola para cima.

Somente aos 15 minutos a rede foi balançada mais uma vez, e de novo pelo lado do Império Celeste. Agora, o autor foi Gui, chutando de longe no canto para vencer Kiko. O arqueiro até tocou na bola mas não conseguiu evitar o gol. Após o tento, os atletas Velardo, do Bacaninha, e Coxa, do Império, se desentenderam e foram punidos com cartão amarelo.

Nos últimos 10 minutos, mesmo em vantagem, o Império atacava mais. O Bacaninha se defendia como podia. No último lance de perigo, Gui acertou bom chute próximo ao ângulo, mas melhor ainda foi a defesa de Kiko, mandando a bola para escanteio.

Na segunda etapa, o jogo voltou com pouca ofensividade. O Império Celeste começou um pouco superior. Aos 4 minutos, Guedes chutou forte, mas no meio da meta, facilitando defesa de Kiko. Somente 5 minutos depois, em cobrança de bola parada, ele novamente levou perigo, acertando a trave. Aos 10 minutos uma chuva de gols aconteceu, alterando o placar do jogo seis vezes em 10 minutos. Primeiramente, de cabeça, Diegão diminuiu o placar para o Bacaninha. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. Entretanto, logo em seguida, sem dar chance de comemoração, o Império fez seu quarto gol com chute colocado de Gui.

Com ritmo acelerado, o Bacaninha mais uma vez não deixou a vantagem ficar muito ampla e conseguiu diminuir a partida para 4 x 3, com mais um gol de Diegão, chutando forte para matar Gamarra. Dessa vez o Império conseguiu, logo após tomar o terceiro gol, marcar duas vezes. Uma com Guedes, em chute cruzado, e outra com Coxa, aproveitando contra-ataque rápido. Logo em seguida, o Bacaninha diminuiu mais uma vez, em jogada aérea resultada na cabeçada do zagueiro Velardo.

Com essa chuva de gols a partida ficou com o placar de 6 x 4. Faltando cinco minutos para o fim, as coisas esfriaram. Entretanto, dois gols aconteceram, um para cada equipe. Aos 22 minutos, Bizú recebeu dentro da área e marcou o quinto do Bacaninha. Do outro lado, acertando o cantinho do gol, Guedes marcou o sétimo do Império. Zukauskas, faltando um minuto para o final da partida, fez sua quinta falta e saiu amarelado. Por isso, o Império não conta com ele para o mata-mata, contra o Bonde dos Abelhas.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Xoras 4 x 3 Zenite

XORAS VENCE ZENITE, MAS ESTÁ REBAIXADO


Apesar da vitória, equipe jogará a Bronze semestre que vem ao ver o Acidus vencer o Diabos no jogo seguinte

Por Tamires Paulino

O Xoras entrou em campo na zona de rebaixamento querendo derrotar o Zenite para, em seguida, secar o Acidus diante do Diabos. Ciente de que nada além da vitória interessava, o time fez sua parte e saiu com um 4 x 3 favoráveis. Entretanto, as esperanças de permanecer na Prata se esvaíram quando o Acidus, aproveitando que o adversário veio com um jogador a menos, goleou e ficou na Prata.

Foi o Xoras mesmo, aliás, quem começou abrindo o placar. Dudu aproveitou o rebote e chutou na saída do goleiro. Contudo, mesmo com esse bom começo, o primeiro tempo não empolgou, tendo pouquíssimas chances de gol para ambas as equipes. A primeira do Zenite veio pouco depois com Negão. Ele chutou por entre os marcadores e o goleiro espalmou para fora.

O Xoras continuou pressionando em busca de seu segundo gol, mas encontrou certa dificuldade em fazê-lo. Ric tentou pela lateral esquerda chutando em diagonal, mas a bola saiu pela linha de fundo. Já o Zenite tentava o empate e teve boas chances, mas não conseguiu concluí-las satisfatoriamente, já que o jogo estava muito concentrado no meio de campo. Aquelas partidas feias de se ver, em que as jogadas vão do nada a lugar nenhum. Em uma das chances do Zenite, Rodrigo Santana bateu falta da intermediária e a zaga se adiantou para jogar o perigo para longe. Em outra, P.O. chutou da lateral esquerda próximo à intermediária e a bola passou rente ao travessão.

A última chance do primeiro tempo, no entanto, seria do Xoras, que acabaria por ampliar o placar: Frango, também aproveitando rebote, chutou da entrada da área no cantinho. Após a volta do intervalo, o Zenite melhorou consideravelmente, mas, mesmo assim, não conseguiria reverter o placar construído pelo adversário no primeiro tempo. Em parte porque a reação veio tarde demais, e porque a pontaria mais uma vez traiu os jogadores – fato tão comum no Chuteira.

O primeiro lance de perigo foi do Zenite. Guga cobrou escanteio e André Andrade cabeceou próximo ao gol. O Xoras, por outro lado, não perdoaria esse erro e ampliaria o placar logo depois, com Dudu. Ele escorou passe pelo lado direito da área e mandou no cantinho oposto do gol de Leo Ballestero, marcando o terceiro de sua equipe.

Com o jogo mais solto, ficou mais fácil para as equipes devolverem na mesma moeda. Pouco depois, André Andrade marcou o primeiro de seu time, diminuindo a vantagem azul e vermelha. Mas o Xoras não deixou barato e anotou o quarto gol, retomando a mesma vantagem. Após cobrança de escanteio, Matheo mandou de cabeça para o gol. O Zenite diminuiu novamente com um chute de Lucão da entrada da área – 4 x 2. E quase fez o terceiro após a saída de bola, pois Thales recebeu passe à frente e por pouco não encobriu o goleiro.

Engana-se, porém, quem acha que o terceiro gol não sairia. Pouco tempo depois, Negão, próximo à intermediária, chutou em diagonal e acertou o cantinho de Tata. A partir daí, o Zenite pressionaria até o final em busca do empate, mas não conseguiria. Rodrigo Santana mandou uma bola no travessão após chute direto da lateral direita; Thales cobrou lateral, a bola sobrou para Negão e ele chutou à direita do gol, tirando tinta da trave. O jogo acabaria 4 x 3 mesmo. E, mesmo depois do apito, Patola levou vermelho por desrespeito ao árbitro.

Com o resultado, o Zenite é o último dos classificados para a próxima fase da Prata, ficando em 6º no Grupo A, com 13 pontos. Já o Xoras dá adeus à Prata, terminando a fase de grupos em penúltimo, com 8 pontos.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Fora de Série 9 x 5 Maciota’s

FORA DE SÉRIE DERROTA MACIOTA’S E SE GARANTE NO MATA-MATA


Time de Clebão entra mais determinado em quadra, derrota Maciota’s e garante a 6ª posição na tabela

Por Renato Malaguti

Em um dos jogos mais importantes da tarde, realizado na quadra 10, Fora de Série e Maciota’s travaram um duelo que definiria o sexto colocado na tabela, ou seja, o último dos times a se classificar para fase de mata-mata. O Fora de Série foi superior, mas em certos momentos da partida sofreu com o Maciota’s, que até chegou a arrancar um empate no segundo tempo.

No início do jogo, logo no primeiro lance de perigo, Renatinho ficou cara a cara com Loba, que fez duas ótimas defesas para evitar o primeiro gol do Fora. Em seguida, o camisa 9, Nicholas, chutou com força, alto, mas foi travado por Loba, que começou muito inspirado no gol. Após esses dois lances, o jogo ficou um pouco mais equilibrado, com menos ofensividade.

Aos sete minutos, o zagueiro Dé tomou cartão amarelo pelo Maciota’s. Aproveitando a vantagem numérica, o Fora conseguiu abrir o placar com Masson, aproveitando, de forma oportuna, lance de rebote. Após o gol, o Maciota’s foi para cima do adversário. Aos 10 minutos, Evandro chutou com perigo ao lado do arco. Dois minutos depois, Dé foi mais feliz e conseguiu igualar o marcador, interceptando passe, batendo de primeira e surpreendendo o goleiro Porps.

Após o empate, ambas as equipes ficaram menos ofensivas. Aos 17 minutos, após passe de Nicholas, Bruninho acertou a trave. Logo em seguida, Loba (que na verdade joga na linha) foi substituído por Diego. Nos últimos cinco minutos o Fora de Série, mostrando determinação, foi com tudo para cima. Aos 20 minutos, Rodrigo aproveitou passe errado na zaga do Maciota’s e chutou colocado na direita do gol para deixar sua equipe mais uma vez em vantagem.

Dois minutos depois, Cachaça surpreendeu e fez o gol sem ângulo algum, próximo à linha de fundo. Entretanto, não abaixando a cabeça, o Maciota’s conseguiu diminuir com Loba – que havia saído do gol e ido para linha. Mas, no finalzinho, a todo vapor, o Fora de Série conseguiu deixar o placar mais uma vez em vantagem por dois gols. Dessa vez o autor foi Cannigia, em cobrança de falta que contou com desvio na barreira para matar Diego.

No segundo tempo, o jogo voltou pau a pau. Logo aos 5 minutos, dois gols, um para cada lado. Primeiro, com boa jogada trabalhada que envolveu Bruninho, Rodrigo e Cachaça, o Fora de Série fez o sexto gol com Cachaça, que ficou livre e só precisou empurrar para marcar. Logo em seguida, o Maciota’s diminuiu mais uma vez, em chute no canto de China.

Após o gol de China, o Maciota’s teve seu melhor momento na partida. Aos 8 minutos a equipe conseguiu diminuir mais uma vez com China, acertado o canto. Dois minutos depois mais um gol foi marcado, novamente com ele, China, mas dessa vez de cabeça. Após empatar, a torcida em peso do Maciota’s levantou e se animou. Os 5 minutos pós-empate foram extremamente pegados, sem muitos lances ofensivos, mas com diversas divididas.

Aos 15 minutos, para botar fogo na partida, o Fora de Série conseguiu marcar duas vezes, ambas com Masson. Na primeira, ele chutou cruzado e acertou o canto e, na segunda, em contra-ataque, precisou chutar duas vezes para vencer Diego. Após tomar dois gols relâmpagos, o Maciota’s pediu tempo técnico. Na volta, os ânimos dos atletas estavam à flor da pele. David, do Maciota’s, tomou cartão amarelo e azul, e Cachaça, do Fora de Série, tomou amarelo por reclamações.

No finalzinho, com toda força, o Fora de Série aniquilou de vez as chances do Maciota’s fazendo dois gols. Em contra-ataque, Bruninho recebeu passe de Rodrigo e chutou no canto. 8 x 5. Para finalizar a goleada, no último lance do jogo, Rodrigo fez mais um.

Com esse resultado o Maciota’s ficou em sétimo e está eliminado, enquanto o Fora de Série ficou em sexto, garantindo vaga para a próxima fase. O Fora de Série vai enfrentar o Ras Time, do artilheiro Ritolê e do goleirão Cipó, nas oitavas de final.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Primatas 3 x 1 Med Taubaté

MED PERDE PARA LÍDER PRIMATAS E VAI ENCARAR O 13 NAS OITAVAS


Mesmo matematicamente classificado para o Chuteira de Ouro, líder Primatas joga mais uma boa partida e vence o experiente time dos doutores

Por Renato Malaguti

O Primatas, que já havia confirmado a primeira posição do Grupo A na rodada anterior, entrou em quadra determinado e conquistou mais uma vitória, mesmo que matematicamente desnecessária. A experiente equipe do Med Taubaté também não deu o braço a torcer, conseguindo até um empate no segundo tempo. O nível de marcação de ambas as equipes foi alto. Talvez essa tenha sido a justificativa do placar baixo – só 3 x 1.

Nos primeiros 10 minutos de bola rolando, o jogo estava completamente frio. As equipes tocavam bastante a bola, mas não criavam muitas oportunidades. Com o relógio cravado nos 10 minutos, Javier tocou para Peruca que não conseguiu pegar em cheio na bola, facilitando a defesa do goleiro. Aos 11 minutos, do outro lado, Litho pegou de primeira e acertou a rede pelo lado de fora, assustando o Med. Logo em seguida, aos 12 minutos, Giorgio chutou de longe, no caminho, a bola desviou, mas João, bem posicionado, mandou a redonda para escanteio.

Em lance de contra-ataque, João Humberto tocou para Javier, que não soube aproveitar e chutou de esquerda para fora. O jogo ficou mais equilibrado, ambas as equipes criavam oportunidades. Entretanto, tirando mais uma chance de contra-ataque do Med Taubaté, que resultou em boa defesa do arqueiro do Primatas em chute de Javier, aos 16 minutos, o jogo ficou mais uma vez esfriou.

Somente aos 23 minutos, faltando pouco para o término do primeiro tempo, a rede foi balançada. Recebendo de Litho, Simas chutou colocado à direita de João para abrir o placar. No finalzinho, dois lances de perigo aconteceram, um para cada equipe, mas nenhum dos dois ataques foi bem aproveitado.

Na segunda etapa, o jogo voltou frio, como boa parte do primeiro tempo. Nos primeiros 5 minutos nenhuma jogada de ataque foi criada. Javier, camisa 9 do Med Taubaté, começou jogando atrás diante de uma equipe sem reservas.

Somente aos 6 minutos a primeira jogada de perigo. Em cobrança de falta de Mauricio, o goleiro Rodrigo fez a defesa. Do outro lado, em contra-ataque, Rafinha recebeu próximo à área, mas chutou por cima do arco. Dos 5 aos 10 minutos o jogo esquentou um pouco. Mais uma vez o equilíbrio era a principal característica da partida. O Primatas marcava com força o carequinha Javier, impossibilitando uma das estrelas do Med Taubaté de jogar. Aos 11 minutos, duas boas jogadas foram criadas, uma para cada equipe. Primeiro, em lance de bola parada, Brão chutou a bola de forma rasteira, mas o arqueiro do Primatas tirou com o pé. Depois o Primatas levou perigo em tabelinha de Rafinha e Litho. Rafinha quase chegou para concluir, mas não alcançou.

Aos 13 minutos o Med conseguiu empatar, com bonito gol de Peruca, que pegou de primeira bom passe de João Humberto. Aos 16 minutos, após lançamento de Mauricio, João Humberto cabeceou com perigo para fora. Entretanto, não deixando a equipe do Med gostar do jogo, o Primatas levou perigo mais uma vez, mas agora com Nando, em chute de longa distância que passou ao lado do gol. Aos 20 minutos, após dividida com Javier, Ricardo saiu de quadra com auxílio dos seus companheiros de equipe. Logo em seguida, também após lance de dividida, Gui saiu de quadra carregado.

No finalzinho, o Primatas conseguiu ficar à frente no placar fazendo dois gols relâmpagos, com menos de 2 minutos para o apito final. Aos 23 minutos, em lance de escanteio, Tieppo subiu mais alto que todo mundo e testou firme para o fundo do gol. Logo em seguida, com um chute cruzado no cantinho, Gui Fenômeno fechou o placar em 3 x 1.

Com esse resultado, o Med Taubaté ficou em 5º no Grupo A. Na próxima rodada a equipe enfrenta o Joga 13, no terceiro jogo da fase de mata-mata. Já o Primatas, classificado para o Chuteira de Ouro, tem um bom tempo para descansar até o jogo das quartas de final.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

My Balls 5 x 4 NGM

NA OURO SEM JOGAR, MY BALLS JOGA PARA O GASTO E VENCE NGM


NGM entrou em campo para lutar contra o rebaixamento, mas ausência do Roleta tirou o peso do jogo. My Balls, mesmo já garantido em primeiro, venceu apertado

Por Tamires Paulino

Já classificado para a fase final e na Ouro, o My Balls enfrentou o NGM sem nenhuma pressão. Assim, sofreu mas venceu num dos melhores jogos da rodada. Mesmo derrotado, o NGM valeu-se do W.O. do Roleta Russa e escapou da degola.

O NGM foi o primeiro a atacar. Memé tocou para Nariga pela ponta esquerda. Se ele tivesse chutado de primeira, teria grandes chances de marcar, mas a bola acabou passando por ele. Depois, porém, o próprio Memé abriu o placar, cabeceando cobrança de escanteio no canto direito do gol.

A primeira chance do My Balls veio após falha do goleiro do NGM, Fernando. Ele quase soltou a bola, após realizar uma defesa, e Marcelão estava lá para disputar com ele. Por pouco, bem pouco, Fe Farillo levou a melhor dessa vez. Falando em falha do goleiro, pouco depois Memé ampliou o placar com um chute direto do campo de defesa, que o goleiro Gabriel acabou aceitando.

O My Balls, porém, não sentiu o gol mesmo com tamanha adversidade no placar. Tanto é que, pouco depois, Bruno Valdivia, da ponta direita da área, driblou o marcador e chutou na saída do goleiro, marcando o primeiro de seu time. Logo depois, Buga, da entrada da área, mandou no ângulo e empatou. Por muito pouco, porém, o My Balls não foi para o intervalo à frente no placar. Fernando Souto deixou o marcador no chão e, da entrada da área, mandou para a linha de fundo pelo lado esquerdo.

Após o intervalo, o My Balls voltou levemente melhor e conseguiu a vitória. Não sem antes sofrer adversidades, é claro. No primeiro lance, Nó mandou da intermediária ao gol e o goleiro teve que se virar para evitar que a bola não fosse descansar no ângulo. Pouco depois, Nó, novamente, fez jogada pelo meio e chutou com força da entrada da área. Mais uma vez o goleiro realizou a defesa.

O NGM, porém, quietinho, quietinho, marcou seu terceiro gol após chute de longe de Carlitos. Isso só incitou o My Balls a correr ainda mais atrás do resultado. Assim, sendo, Magrão empatou o jogo pouco depois. Da ponta esquerda, ele chegou dando um chute por baixo da bola e marcou o terceiro do My Balls.

A partida se aproximava do final, mas as equipes ainda achariam tempo para marcar mais gols. Fernando Souto foi o responsável por colocar o My Balls novamente à frente no placar. Ele recebeu passe pelo lado direito da área e mandou para o gol. Carlitos, porém, empatou para o NGM instantes depois. Quando todos já pensavam que a partida terminaria empatada, já que seu final se aproximava a passos largos, o My Balls mostrou que não havia problema quanto a isso: no último minuto de jogo, Bruno Valdivia deu um corte seco para a direita e chutou da entrada da área, marcando o quinto do My Balls e fechando a conta de gols do jogo.

Com o resultado, o My Balls consolida sua classificação em primeiro lugar do grupo e está no Chuteira de Ouro na próxima edição. O time obteve 21 pontos. Já o NGM está de fora da próxima fase, terminando com 9 pontos, mas ainda na Prata.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: RODADA FINAL DE CLASSIFICAÇÃO

Diabos Negros 3 x 7 Acidus

ACIDUS VENCE DIABOS NEGROS E SE LIVRA DO REBAIXAMENTO


Com a mais durante todo o jogo, goleada serviu para sepultar o fantasma da queda. Mesmo perdendo Diabos classifica-se em segundo e vai direto às quartas

Por Tamires Paulino

Contra o Diabos Negros, o Acidus teve que colocar o coração na ponta da chuteira em busca da sua permanência na Série Prata – e conseguiu. Está certo que o Diabos ajudou e muito aparecendo com um jogador a menos, deixando indignados jogadores do Xoras, que eram Diabos desde criança na torcida. Fato é que o Acidus jogou para ganhar, fez 7 x 3 e escapou da Bronze.

Logo após a saída de bola, o time já se colocou à frente no placar, de onde não sairia até o final. Caballero, da lateral direita, tocou para Louiz no abrir o marcador. Normalmente nervosa em decisões, dessa vez a equipe verde-limão teve a paciência necessária para abrir espaço e criar jogadas, abusando do toque de bola e recuando quando preciso. Pensando assim, pouco depois do primeiro gol, Juba quase marcou o segundo, ao receber passe na entrada da área, de onde girou e bateu, mas a bola desviou na zaga e saiu. Contudo, no próximo lance o Acidus não falharia: Caballero mandou para o gol da entrada da área e fez o segundo de sua equipe. Pouco tempo depois, o próprio Caballero tocou para Alexandre Bim, posicionado na entrada da área, marcar o terceiro na saída do goleiro.

O primeiro lance de perigo do Diabos só aconteceu na metade do primeiro tempo. No lance, Leal mandou um chute da intermediária por cima do gol, mas que tirou tinta do travessão. Pelo Acidus, Caballero acreditou em lance dentro da área e tocou atrás para Alexandre Bim. Ele chegou chutando e quase acertou no ângulo.

O fim do primeiro tempo se aproximava, mas o Acidus ainda marcou mais um gol antes do intervalo. Da ponta direita da área, Caballero deu um voleio e acertou o lado oposto do gol. Na volta ao segundo tempo, o Diabos teve uma leve melhora. Já o Acidus manteve a mesma postura, mas mostrou-se menos afoito para fazer os gols. Uma postura de quem devia “fazer a lição de casa”, o que efetivamente estava acontecendo.

O primeiro lance, no entanto, foi do Diabos, e logo de cara eles conseguiram diminuir o placar. Daniel, do lado esquerdo do campo, tocou para Marcel na entrada da área diminuir. 4 x 1. Eles mal puderam comemorar, no entanto. Logo após a saída de bola, Thiago Bim recebeu passe à frente e marcou o quinto do Acidus.

A partir daí, a equipe verde-limão voltou a dominar, não deixando o Diabos passar do meio de campo. Em um dos lances dessa pressão do Acidus, Fellipe, goleiro que jogou na linha, cruzou quase caindo da linha de fundo e Marco teve que se virar para jogar a bola por cima do travessão.

Como não conseguia criar muitas jogadas sem perder a posse de bola, restou ao Diabos arriscar de longe. Em uma dessas vezes, Leal conseguiu acertar da entrada da área e marcou o segundo de seu time. Mais uma vez, porém, eles não conseguiram comemorar, pois o Acidus marcou outro gol em seguida. Alexandre Bim cruzou da linha de fundo pelo lado direito, Fellipe dominou e disputou com o goleiro, que caiu para tentar tirar a bola de seus pés. Ele, então, apenas empurrou a mesma para as redes. 6 x 2.

A partida já se aproximava de seu fim, mas ambas as equipes ainda marcariam gols. Primeiro, o Diabos fez com o capitão Marcel. Ele recebeu passe à frente e driblou o goleiro. Em seguida, porém, Juba marcou o sétimo do Acidus e fechou a conta, livrando sua equipe do rebaixamento. Lói ainda perderia dois gols na cara em contra-ataques puxados por Louiz, mas Marco não queria deixar o capitão acidiano deixar o seu.

Mesmo com esse resultado, o Diabos se classificou para a próxima fase e ficou em segundo, com 15 pontos. Já o Acidus termina a sua participação nessa edição do Chuteira em 7º, com 11 pontos.

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