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CHUTEIRA NEWS: VII CHUTEIRA DE PRATA: 8ª DE FINAL

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: OITAVAS DE FINAL

Bonde dos Abelhas 1 x 3 Império Celeste

IMPÉRIO VENCE BONDE E SEGUE NA LUTA PELO CANECO


Com Gamarra e Guedes inspirados, Império faz 3 x 1 e agora encara o My Balls nas quartas

Por Alex Araujo

Império Celeste e Bonde dos Abelhas deram início à fase de mata-mata na Prata. E foi um grande jogo, entre duas equipes sem medo de atacar. O Império contou com a tarde inspirada de Gamarra, que fechou o gol, enquanto Guedes, marcando bem e chegando ao ataque, foi o destaque no meio.

O jogo foi disputado do começo ao fim, com as equipes revezando momentos de vantagem com a bola. E o primeiro tempo começou com o Império levando mais perigo. Logo de cara, Quevas arriscou de trás, do meio de campo, e mandou à direita do goleiro. Em seguida, Guedes bateu falta perigosa que passou perto do ângulo esquerdo de Coqueiro. O Bonde encaixou dois contra-ataques, mas que foram desperdiçados: Ricky parou no goleiro, e Cris acertou a zaga.

Assim, aproveitando o melhor momento, a equipe celeste abriu o placar com Eduardo após jogada de Guedes. O camisa 10, que jogava com a 6, trouxe pela ala direita e tentou o chute. Coqueiro defendeu, mas deu rebote, aproveitado pelo camisa 21. O mesmo Eduardo ainda mandaria a bola no travessão em cobrança de falta.

O gol mudou o jogo. Os abelhas foram crescendo e se mantinham mais no campo de ataque. E a tática logo rendeu frutos: após cobrança de falta, a bola desviou na zaga e caiu no pé de Leandrinho, sozinho na esquerda. O meia e capitão do BDA virou para o gol e bateu forte pra deixar tudo igual.

O Bonde cresceu em campo e apostava nos arremates de longa distância. Gamarra respondia à altura e não deixava a bola passar. As jogadas pelos flancos também eram frequentes: Maca trouxe pela esquerda e cruzou para Leandrinho tentar completar dentro da área, mas a finalização foi bloqueada pela zaga. Rick também tentou pela linha de fundo, à direita, mas o cruzamento foi interceptado pelo goleiro. A marcação também era boa, o Império tinha dificuldades para chegar ao ataque. A defesa dos abelhas recuperava a bola rápida e já ligava com o ataque.

No 1 x 1 e um BDA melhor em quadra acabou o primeiro. O segundo tempo começou com pleno equilíbrio. Foram 10 minutos de toques e avanços rápidos ao campo adversário. Ninguém se preocupava em segurar a bola ou cadenciar o jogo. Ao recuperar uma bola, já partiam em direção ao gol adversário. Pelo Império, Rafinha veio com a bola pela esquerda e bateu ao gol, acertando a trave direita. Depois de rápida troca de passes entre Tufano e Quevas, o camisa 12 fez o giro e bateu. A bola passou perto, ao lado direito do gol. Ricky respondeu pelos abelhas puxando rápido contra-ataque pela esquerda até a linha de fundo. Ele cruzou, mas Gamarra conseguiu desvio primordial para afastar a bola.

Se o Bonde assustou no contra golpe, foi na mesma moeda que o Império fez seu segundo gol. Após interceptação de bola no meio de campo com Guedes, Coxa, em jogada individual, fez fila e a festa da torcida. Ele driblou um, foi quase derrubado por Dé em seguida, cortou o zagueiro trazendo para o meio e bateu rasteiro no canto direito de Coqueiro, que nada pode fazer. Belo gol do camisa 7, para enorme vibração do pessoal no banco e do lado de fora.

O Bonde sentiu o gol e foi para cima, mas desta vez tocando mais a bola e investindo em lançamento e mais chutes de fora da área. Fechado, o Império impedia que a redonda chegasse ao goleiro. Guedes e sua altura era o mais importante jogador, fechando o meio, desarmando e interceptando arremates, especialmente de Maca e Leandrinho. O capitão do Bonde ainda tentou jogada de linha de fundo pela direita, mas se precipitou e arriscou sem ângulo, acertando a rede pelo lado de fora.

O jogo se aproximava de seu final e o Império era mais cauteloso. Só avançava na certeza. Assim, já perto do fim, novo contra-ataque e Daniel recebeu bola da defesa no meio, dividiu e conseguiu tocar para Guedes na entrada da área, que fez o giro e finalizou tirando do goleiro para garantir o time imperial nas quartas de final.

Neste sábado, o Império tem parada duríssima contra o My Balls, um dos favoritos ao título. Vai ser a chance de revanche para o time de Paulinho Caieiro, que perdeu justamente na rodada de estreia para o Império.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: OITAVAS DE FINAL

Ras Time 4 x 3 Fora de Série

CIPÓ FAZ A DIFERENÇA E RAS ELIMINA FORA DE SÉRIE


Goleiro tem nova bela apresentação e foi fundamental para a classificação às quartas. Ritolê, com dois gols, continua decisivo no ataque

Por Alex Araujo

Em mata-mata, começar um desligado é quase fatal para qualquer pretensão de classificação. Pois o Fora de Série sentiu isso na pele e acabou castigado logo com três gols no primeiro tempo. A equipe bem que correu atrás na etapa final, mas para variar Cipó segurou as pontas debaixo do gol, salvando o time evitando a prorrogação. Apesar da defesa deixar o goleiro sobrecarregado, o ataque fez seu trabalho. Ritolê foi novamente o destaque. O artilheiro marcou duas vezes e agora soma 22 no total.

O primeiro tempo foi todo do Ras. O Fora de Série não conseguia sair para o ataque e suas esporádicas jogadas ofensivas dependiam totalmente de Masson. O time errava passes e perdia bolas fáceis. O adversário aproveitou isso e, em menos de 5 minutos, já abriu o placar: cobrança de lateral da esquerda, Iasi desviou de cabeça pelo alto, e Ritolê cabeceou de frente para o gol. Em seguida, o camisa 88 ainda teve outra chance: depois de deixar o zagueiro no chão, invadiu a área, mas parou em Porps.

O Fora de Série chegou duas vezes nesse meio tempo. Uma com Masson, trazendo pela direita, mas que também parou na defesa do goleiro, e em cobrança de escanteio, em que Nicholas subiu no segundo pau e desviou. A bola passar muito perto da trave. O Ras mantinha-se no campo adversário e não demorou para chegar ao gol novamente. Dessa vez, em chute rasteiro de fora da área de Macaulin, a bola passou por todo mundo até morrer no canto direito de Porps.

Não houve tempo para o Fora digerir o gol, pois logo saiu o terceiro. A bola foi lançada pelo goleiro direto para o ataque, e Iasi, sozinho, subiu e desviou de cabeça, de costas para o gol. A bola pingou no chão e não deu chances para Porps.

Com 3 x 0 no primeiro tempo e parecendo que só tinha um time em campo, o vencedor já tinha pinta de definição. Porém, o Fora de Série veio com uma postura completamente diferente para o segundo tempo. Veio realmente para jogar. E já diminuiu a diferença logo de cara com Renatinho, que recebeu pela direita, achou o espaço e bateu alto, surpreendendo Cipó.

O time foi pra cima, equilibrando as oportunidades de gol e pressionando o Ras, que tomou uma postura mais defensiva, mas sem abdicar de ir ao ataque. A criação das jogadas ficava por parte de Iasi e Ritolê, que levavam perigo constantemente. Tabelando, Iasi teve duas boas oportunidades: em uma delas, recebeu com liberdade pela esquerda e bateu para defesa de Porps. Na segunda, recebeu de Ritolê dentro da área, na esquerda e sem goleiro, mas não conseguiu o chute, e sim um desvio de leve que Argentino conseguiu salvar em cima da linha. A bola afastada ainda raspou a trave antes de sair.

O Fora levava perigo com Rodrigo. Ele bateu pelo meio e Cipó encaixou no ar. Renatinho apareceu de novo e mandou uma paulada que o goleiro voador pegou de novo.

O tempo passava e o Fora ficava cada vez mais próximo do gol. E assim enfim conseguiu furar a muralha do Ras. Em cobrança de falta pela direita na entrada da área, a bola foi rolada para Rezende no meio, que ainda dividiu com Ritolê antes de conseguir o arremate e acertar o canto direito. 3 x 2 e o time do capitão Rica se mantinha no ataque. Pressionava em busca do empate, enquanto o Ras levava perigo nos contra-ataques.

Exatamente nesse momento o Ras respirou ao fazer o quarto gol. Em novo contra-ataque, Ritolê recebeu passe de Iasi pelo meio, conseguiu levar com liberdade e tocou tirando do goleiro. Era o castigo ao Fora de Série. No fim a equipe ainda conseguiu fazer o terceiro gol, com Nicholas escorando de cabeça após cobrança de lateral, mas não havia mais tempo para o empate e a prorrogação.

Agora, nas quartas de final, o Ras Time enfrenta o É Verdadeee, um forte candidato ao título, e não vai contar com Iasi, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: OITAVAS DE FINAL

Joga 13 2 (1) x (0) 2 Med Taubaté

COM GOL DE OURO, JOGA 13 ELIMINA MED


depois de perder muitos gols, 13 empata no fim. Na prorrogação, Eduardo decidiu a classificação do 13 com um torpedo que explodiu no travessão e pingou dentro do gol antes de sair

Por Alex Araujo

No jogo mais emocionante da Prata, a equipe que mais criou chances de gol, ia sendo eliminada até os minutos finais, quando conseguiu o empate, dos pés do salvador Felipe Roth. Com a tensão a mil, uma prorrogação com gol de ouro pode dar fruto a verdadeiras injustiças, mas não foi o caso. O Med Taubaté lutou, soube aproveitar melhor suas chances, mas o Joga 13 se salvou de perder um jogo no qual se manteve a maior parte do tempo no ataque, criando inúmeras oportunidades.

A proposta do 13 era se impor e tentar prender o Med no seu campo de defesa. Assim, a equipe conseguia ficar mais tempo com a posse de bola e tentava sufocar o adversário. Logo de cara, Luan já exigiu grande defesa do goleiro João – que teve de buscar chute cruzado da esquerda no canto. Doce também levou perigo pouco depois ao completar bola aérea, mas mandou por cima. O Med, no entanto, conseguia algumas escapadas perigosas e chegou a levar perigo com Maurício, batendo de fora da área. E, depois, cruzando na área, a bola passou por Muralha, mas Javier não conseguiu chegar a tempo de completar.

E quem abriu o placar foi mesmo o Joga 13, com um belo gol de Giba, que recebeu no meio de campo, foi trazendo pela esquerda, conseguiu passar por dois marcadores invadindo a área e só deu um toquinho para tirar do goleiro.

A alegria, no entanto, durou pouco. Não demorou para o Med empatar, num lance polêmico: após uma jogada ofensiva do 13, a bola foi afastada pela zaga e sobrou para Maurício que, na intermediária, tentou o chute e foi travado. A bola subiu e, quando voltou, o camisa 14 pegou de primeira e acertou o canto esquerdo do goleiro. A torcida reclamou que a bola teria tocado a rede que cobre a quadra, mas o árbitro validou o gol.

O Med cresceu e conseguia levar perigo com João Humberto, que tentou duas vezes, mas parou em Muralha – inclusive em um chute à queima-roupa da esquerda que o goleiro conseguiu afastar. O Joga 13 foi tentando se reorganizar e tocar bola até o fim do primeiro tempo.

Na etapa final, o 13 criou mais jogadas de perigo e chegava muito perto de desempatar. Lele teve duas oportunidades logo no começo: uma recebendo passe no meio, de Zóio, cara a cara com João, mas ele acertou a trave esquerda. Felipe Roth também acertou o travessão batendo da direita. Doce chutou de fora da área, João conseguiu desviar e a bola ainda tocou o mesmo travessão antes de sair.

Do outro lado, o Med conseguia um ataque aqui e ali, com João Humberto chutando de fora da área, e Maurício, que fez fila, mas na hora de finalizar mandou a bola para fora. O primeiro gol do segundo tempo foi sair só por volta dos 15 minutos, e foi do Med. Em lateral cobrado na área, João Humberto, camisa 7 vinho, conseguiu subir e desviar de cabeça para fazer 2 x 1 aos médicos. O Joga 13 jogava melhor e, por desperdiçar tantas chances, acabou sendo castigado.

A partir daí, o 13 tentava pressionar, mas de forma afobada, já que o nervosismo começava a tomar conta dos jogadores. Só nos 5 minutos finais que a equipe conseguir igualar novamente o placar: Eduardo e Felipe Roth tabelaram, e o camisa 21 finalizou no canto do goleiro, que aceitou. O jogo, então, ia para a prorrogação, onde quem fizesse primeiro, ganhava.

A tensão tomava conta das equipes. O Joga 13, que esteve melhor durante todo o jogo, conseguiu se safar da derrota no finalzinho e agora tinha uma segunda chance. E logo fez prevalecer sua superioridade na prorrogação, que durou pouco. Lele teve a primeira chance ao escorar quase debaixo da trave cruzamento da esquerda, mas ele viu João fazer um milagre ao salvar com o pé. O mesmo João respondeu em contra-ataque, mas Muralha também salvou.

A jogada decisiva foi em cobrança de falta na entrada da área: o 13 bateu e o goleiro fez um milagre, mas a bola sobrou na entrada da área, para Eduardo, que bateu meio prensado mas um foguete. A bola explodiu no travessão, pingou dentro do gol e saiu. O árbitro, sobre a linha, anotou o gol que deu a classificação ao Joga 13, que agora encara o Primatas nas quartas.

VII CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: OITAVAS DE FINAL

Zenite 2 x 3 Mercenários

MERCENÁRIOS LEVA A MELHOR SOBRE ZENITE E AGUARDA DIABOS NEGROS


Nem a ótima atuação de Léo Ballestero foi capaz de impedir que a equipe do artilheiro Diego saísse com a classificação. Vitória veio nos minutos finais

Por Alex Araujo

Mercenários e Zenite fecharam a primeira fase de mata-mata na Prata com um jogo bastante equilibrado. As duas equipes tiveram seus momentos, mas o Mercenários conseguiu levar mais perigo efetivamente. O goleiro Léo Ballestero teve que segurar as pontas lá atrás para não deixar o adversário abrir vantagem, mas não teve jeito. Nos minutos finais da partida, o time de Allyson conseguiu o terceiro tento e garantiu o lugar nas quartas de final.

O primeiro tempo começou com o Mercenários indo pra cima. A equipe tentava manter o jogo no campo do adversário. Assim, o gol não demorou a sair: com menos de 5 minutos, Diego recebeu passe pela direita, fez o giro e bateu alto pra abrir o placar.

O Zenite cresceu e levava perigo. Negão quase empatou a partida aos 10 minutos, arriscando de longe, mas a bola passou ao lado da trave direita de Allyson. Nesse momento, o Mercenários tinha dificuldades para ligar a defesa com o ataque. Seus jogadores perdiam a posse rapidamente e rifavam muitas bolas. O jogo ficou um bom tempo sem ninguém criar lances de perigo. Mas só até os 5 minutos finais, quando Negão recebeu na linha de fundo pela direita, passou pelo zagueiro levando para o meio da área e bateu no contrapé do goleiro, terminando a primeira etapa com a igualdade.

No segundo tempo o Mercenários voltou melhor. E já voltou indo pra cima. A equipe chegou a marcar aos 5 minutos de jogo, com Tulio escorando de cabeça, mas o árbitro viu falta no lance e anulou o gol. Os passes errados reinavam nessa segunda etapa, mas o Mercenários continuou fazendo Ballestero trabalhar. Allan, pelo meio, recebeu bola da lateral e bateu forte, mas o goleiro conseguiu desviar. A bola ainda tocou a trave antes de sair. E, aos 10 minutos, bola sobrada na área, Bollito pegou de primeira e acertou o ângulo direito pra pôr seu time de novo na frente. Mas, dessa vez, o Zenite não demorou tanto para responder: poucos minutos depois, lateral cobrado para dentro da área e Guga apareceu pra cabecear para o gol.

Mesmo após o empate, o jogo ainda era mais do Mercenários. A equipe continuava exigindo defesas difíceis de Ballestero: Diego tentou pelo alto, cabeceando bola para o chão, mas o goleiro pegou. Pouco depois, o mesmo camisa 11 arriscou de fora da área. A bola tinha o canto esquerdo como endereço, mas Ballestero salvou mais uma vez. O Zenite também teve algumas oportunidades: Thales cobrou falta na intermediária, uma paulada, e Allyson conseguiu defender. Em seguida, o goleirão saiu mal e deixou o gol aberto, Bruninho deu um toquinho e a bola foi indo devagar até acertar a trave. Quase a virada do Zenite.

O jogo parecia se encaminhar para o tempo extra, mas foi o Mercenários fez valer seu maior volume de jogo nos minutos finais. Depois de cobrança de lateral, Thiaguinho recebeu na esquerda e chutou forte, a bola desviou em Diego e matou o goleiro – e o jogo.

Depois disso, o Zenite não tinha mais tempo e nem ânimo para tentar o empate. Neste sábado, nas quartas de final, o Mercenários pega o Diabos Negros, vice-líder do Grupo A.
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