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CHUTEIRA NEWS: VI CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

VI CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Allianza Sagrado 5 (1) x 5 (0) Cachorro Velho

ALLIANZA LEVA JOGO PARA PRORROGAÇÃO E ELIMINA CACHORRO NO GOL DE OURO


Após estar perdendo por dois gols de diferença, o Allianza buscou o empate e, num tiro de 9 metros, Thozinho garantiu a classificação para próxima fase


Por João Paulo Bueno

Allianza Sagrado e Cachorro Velho se enfrentaram nas oitavas de finais, no confronto que foi um dos mais acirrados da tarde. Ambas as equipes vinham de derrotas na última semana e agora não podiam mais vacilar. O Cachorro começou jogando muito bem e chegou a abrir boa vantagem duas vezes, mas o Allianza buscou e levou a partida para o tempo extra. O jogo foi até o último minuto da prorrogação e foi decidido em um tiro de 9 metros cobrado por Thozinho.

O Cachorro Velho começou a partida trocando muitos passes pela zona defensiva, em busca de uma brecha. O Allianza Sagrado adiantou sua marcação logo de cara e pressionou a saída de bola do time puquiano. Tendo mais posse de bola, o Cachorro conseguiu passar pela marcação e teve a primeira oportunidade de gol. Chuck deixou de letra para Moreno, que, do meio, chegou chutando firme. A bola passou com muito perigo à direita do gol de Pietro.

O jogo era muito pegado no meio de campo. O time canino não dava espaços para o Allianza, que não conseguia chegar ao gol de Botana. Na maior parte do tempo a equipe apenas via o time da PUC com a bola, que logo teve nova oportunidade quando, no bate rebate, a bola sobrou para Thiaguinho, que chutou de primeira. A bola explodiu no defensor e saiu pela linha de fundo.

O Cachorro, apesar do favoritismo adversário, estava muito à vontade em campo e começou a pressionar ainda mais o Allianza. Chuck cobrou lateral na esquerda para Tupi, que se antecipou à marcação e cabeceou para baixo. A bola passou com muito perigo à esquerda do gol.

O Allianza partiu para o ataque e conseguiu uma falta na esquerda. Giu cobrou com força, mas a bola explodiu na barreira e sobrou para Alê, que puxou contra-ataque pela ponta esquerda com muita velocidade. O camisa 12 cruzou a bola na área para Tupi, que vinha sendo marcado por Rafa Storch na direita. O cruzamento veio muito forte e acabou batendo na perna do camisa 15 do Allianza e entrou no gol. Meio contra, meio de Alê.

Após ter tomado o primeiro, o time de preto e azul foi com tudo para cima do Cachorro. Giu recebeu belo lançamento, mas Tupi chegou bem e afastou o perigo. Perdendo, o Allianza parecia muito nervoso em campo. O time do Colégio Sagrado não conseguia tocar a bola e sentia muito a falta de Rafel Frai no ataque. A solução encontrada foram chutes a longa distância, que não assustavam Botana, ou jogadas individuais de Thozinho. Entretanto, as coisas não iam bem.

A situação piorou para o Allianza quando, após contra-ataque, a bola saiu pela lateral esquerda. Chuck viu que a defesa do time adversário estava desarrumada e cobrou rapidamente para Thiaguinho, que, livre, cabeceou firme e aumentou a diferença aos 10 minutos.

O Allianza Sagrado partiu com tudo para o ataque e, segundos depois, conseguiu fazer seu primeiro gol. Arthur recebeu no setor ofensivo e chutou forte no meio do gol. Botana fez a defesa, mas no rebote Thozinho inaugurou o placar para o Allianza.

Dois minutos depois, o Cachorro Velho foi para o ataque. Thiaguinho recebeu na ponta direita e chutou forte, mas Leandro Pietro fez boa defesa. Só que a zaga do Allianza não conseguiu tirar a bola de maneira efetiva. Oportunista, Moreno chegou chutando e colocou a bola no canto esquerdo, sem chances para Leandro.

No final do primeiro tempo o Allianza chegou com muito perigo. Rafa Storch chutou cruzado. Seu irmão Rodrigo Storch (também conhecido como Giu) fez o desvio e a zaga do Cachorro tirou a bola para a direita. Giu continuou o lance buscando a redonda na direita. O camisa 17 cruzou na área para Arthur, que chutou firme e diminuiu o placar para 3 x 2.

Após ter feito o gol no final do primeiro tempo, o Allianza voltou com tudo para o segundo e logo no minuto inicial Rafa Storch, na ponta direita, chutou firme e cruzado para empatar em 3 x 3.

De fato, o Allianza era outro time no segundo tempo: tocava mais a bola e marcava melhor. Porém, o Cachorro não se abalou e partiu para o ataque. Aos 5 minutos, Mateus Carvalho deixou de letra na ponta esquerda para Moreno, que fuzilou Leandro e colocou o time da PUC de volta na frente. Depois do gol, Moreno tocou para Ale, que ficou cara a cara com o goleiro. O camisa 12 chutou e Leandro, muito bem colocado, fez a defesa. A bola ainda bateu na trave e saiu pela linha de fundo.

O jogo era muito equilibrado no segundo tempo. Ambas as equipes criavam chances de gol, mas o Cachorro era um pouco superior. Aos 11 minutos, Chuck cobrou escanteio, Thiaguinho apareceu livre e cabeceou firme para abrir vantagem para o time da PUC. Dois minutos depois, o Allianza foi para o ataque e conseguiu diminuir a diferença. Arthur chutou na cara do goleiro, que conseguiu fazer a defesa, mas a bola passou lentamente e acabou entrando. 5 x 4.

Jogo pegado, o Cachorro foi fazendo faltas para tentar segurar o adversário. Faltando cinco minutos para o fim da partida, o time do Colégio Sagrado conseguiu chegar ao empate. Arthur, que infernizava a defesa azul, recebeu na ponta direita e chutou cruzado, sem chances para Botana.

Os últimos minutos de jogo foram emocionantes, pois ambas as equipes partiram para o ataque e o jogo ficou aberto. Poucos minutos depois, o árbitro apitou o final da partida e o jogo foi para a prorrogação. No tempo extra, as duas equipes se estudavam muito. O Cachorro partiu para o ataque e, em chute de Tupi, a bola explodiu no defensor e saiu pela linha de fundo.

Como o time da PUC tinha seis faltas, o Allianza segurou a bola no ataque e no nervosismo Mateus acabou fazendo a sétima falta do Cachorro. O time puquiano não se abalou e continuou a jogar seu bom futebol. Chuck cobrou escanteio para Thiaguinho, que subiu mais que todo mundo e cabeceou para a boa defesa de Leandro.

A prorrogação estava em seus minutos finais quando Chuck chegou atrasado em Ferzim e cometeu a oitava falta. Era o tiro de 9 metros. Thozinho foi para a cobrança. O camisa 27 partiu para a bola e chutou forte no meio do gol rente ao travessão, sem qualquer chance para Botana. Era a classificação do Allianza, era a eliminação do Cachorro.

Com o gol no último minuto da prorrogação o Allianza passou para a próxima fase e irá reencontrar o líder invicto Peneira nas quartas de finais.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Derrubada 2 (0) x 2 (1) Maciotas

MACIOTA’S VENCE DERRUBADA E REENCONTRA CAMELO NAS QUARTAS


Com muita pressão e na prorrogação, Evandro fez um lindo gol e garantiu o Maciota’s nas quartas de finais


Por João Paulo Bueno

Maciota’s e Derrubada fizeram uma partida de muita cautela e toque de bola. O jogo não tinha favorito e qualquer um poderia avançar para a próxima fase. Sem contar com o artilheiro da Bronze, Decão, o Derrubada ficou muito fragilizado e tomou um certo sufoco do Maciota’s. O time de Jerry soube aproveitar as boas oportunidades e, com uma tarde inspirada do goleiro Loba, levou o jogo para a prorrogação. No tempo extra, o Maciota’s pressionou muito e conseguiu a classificação graças a um belo gol de Evandro.

Tanto o Derrubada como o Maciota’s começaram a partida trocando passes em busca de uma brecha da defesa adversária. Enquanto o time de branco apertava a marcação no ataque, o time rubro negro esperava atrás. O Derrubada conseguiu passar primeiro pela defesa do Maciota’s após cobrança de lateral de Telito. O camisa 15 tocou para Pedro Mé, que chegou cabeceando firme. A bola explodiu na trave e assustou Loba. O Maciota’s respondeu no lance seguinte, com Nery, que aproveitou o rebote e chutou forte no meio do gol. Henrique, bem colocado, fez boa defesa e salvou o Derrubada.

Com 3 minutos de jogo, Telito cobrou escanteio na medida para Gabriel, livre, cabecear no canto superior direito, abrindo o placar para o Derrubada. O Maciota’s não sentiu o gol e partiu com tudo para cima. Evandro fez belo lançamento para Alê na direita. O Camisa 11 matou, deixou o marcador para trás e chutou firme. Henrique, bem posicionado, fez boa defesa. A bola ainda bateu na trave direita e saiu pela linha de fundo.

Apertando muito o Derrubada, o Maciota’s conseguiu chegar ao empate com 6 minutos jogados. Evandro recebeu na esquerda e chutou muito forte no canto esquerdo. Henrique não conseguiu chegar a tempo. A partir do empate o jogo ficou equilibrado. Enquanto o Maciota’s tinha mais posse de bola e trocava vários passes pela defesa, o Derrubada apertava a marcação na frente.

O Maciota’s não encontrava espaços e a única opção encontrada era o tiro de longe. Dé levou do campo de defesa até o meio de campo e soltou o foguete. A bola passou tirando tinta da trave esquerda. Como o time de branco tinha mais posse de bola, também possuía as melhores chances. No final do primeiro tempo a partida acabou ficando morna e as duas equipes só tocavam a bola de um lado para o outro, esperando um vacilo.

O Derrubada conseguiu chegar com perigo após escanteio cobrado por Favilla. Tomi matou a bola no peito dentro da área e encheu o pé no meio do gol. Loba, muito bem colocado, acabou defendendo no susto e salvou o Maciota’s de tomar o segundo, que teve a última oportunidade do primeiro tempo, quando André pegou a bola na esquerda e chutou de muito longe. Henrique se esticou todo e foi buscar no canto direito.

O segundo tempo começou igual ao primeiro, com as duas equipes trocando muitos passes e com uma marcação muito forte. O Maciota’s partiu para cima e conseguiu em dois lances chegar com perigo à meta rubra. Na primeira, Jerry chutou forte, mas parou nas mãos de Henrique. Segundos depois foi a vez de Kaká rolar a bola para Dé chegar enchendo o pé. A bola explodiu na forquilha e saiu pela linha de fundo.

O Maciota’s era melhor no segundo tempo, mas o Derrubada não ficava muito atrás. O jogo era de igual para igual e seria decidido nos mínimos detalhes. O time rubro-negro chegou com muito perigo com Telito, que recebeu a bola no meio, cortou para a esquerda e chutou firme no canto direito. Loba se esticou todo e fez boa defesa. Novamente no ataque, Telito driblou Baú e ficou na cara do gol. O camisa 15 tentou driblar o goleiro, mas Loba, mesmo no chão, conseguiu se recuperar e salvou seu time.

O Maciota’s voltou a tomar controle do jogo quando o time começou a tocar a bola de um lado para o outro. Loba acabou virando um goleiro linha e o jogo ficou muito aberto. O Derrubada recuou demais e isso acabou sendo um grande erro. Loba saiu com a bola e foi carregando até o meio. O goleiro batedor de pênaltis mostrou que também sabe chutar de longe. Do meio de campo, arriscou e balançou as redes, colocando o Maciota’s à frente do placar. A bola foi no canto esquerdo de Henrique, que com a visão coberta não viu a bola.

Com o gol sofrido, o Derrubada partiu para o ataque em busca do empate e conseguiu dois minutos depois. Gabriel recebeu no meio e chutou forte no canto direito, sem chances para Loba.

Já nos minutos finais, a partida ficou emocionante. O Maciota’s partiu para cima depois que Favilla tomou cartão amarelo. Com a vantagem numérica, o time de branco atacou com tudo. O time rubro-negro se defendeu como pode até o último minuto, quando o árbitro encerrou o tempo regulamentar.

O Maciota’s começou a prorrogação apertando muito a saída de bola do Derrubada. Fê Pereira fez belo drible no meio, cortou para a direita e chutou, mas para fora. Enquanto o Derrubada se defendia, o Maciota’s não parava de pressionar em busca do gol de ouro, que saiu aos 5 minutos, transformando a pressão em classificação. Após cobrança de lateral errada na direita, Evandro matou a bola no peito, esperou a bola pingar e soltou a bomba. A bola foi no ângulo esquerdo, sem chances para Henrique, que só viu a bola entrar e seu time ser eliminado.

Com a vitória no gol de ouro, o Maciota’s passou para as quartas de final e irá reencontrar o Camelo. As duas equipes se enfrentaram na semana passada e o Camelo acabou vitorioso pelo placar mínimo de 1 x 0.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Corleone 4 (0) x 4 (1) Roleta Russa

COM DOIS GOLAÇOS DE CAIO, ROLETA PASSA POR CORLEONE NA TERCEIRA PRORROGAÇÃO DA TARDE


Mesmo sofrendo uma virada no segundo tempo após abrir 3 x 0, Roletão não desistiu, empatou e virou no gol de ouro. Heroi Caio Mazini, entretanto, está suspenso para o jogo contra o Camaro


Por João Paulo Bueno

Dois tempos distintos e um craque para decidir nos minutos finais, assim pode-se resumir o duelo agitadíssimo entre Roleta Russa e Corleone. Se a matriz da Roletada fez 3 x 0 sem dificuldades no início do jogo, viu no segundo a Famiglia, empurrada por insistente torcida, conseguir impressionante virada quando colocou o goleiro-linha Lezão. Eis que surge o craque, o jogador diferenciado, e no Roleta neste semestre seu nome é Caio. Com uma meia bicicleta, ele empatou no minuto final; com um chute alto quase no ângulo, classificou a roletada, para êxtase de Baru, enlouquecido do lado de fora.

Ao ver a bola rolar, o Corleone marcava com dois na frente, enquanto o Roleta se segurava no campo de defesa. A primeira oportunidade de gol veio com o capitão do Corleone. Cainho recebeu cobrança de lateral na direita e de primeira chutou cruzado. Edu se esticou todo e fez boa defesa. O time do Poderoso Chefão tinha mais posse de bola e trocava muitos passes em seu setor defensivo. O Roleta marcava muito forte e não dava espaços.

Entretanto, aos poucos o Roletão foi ganhando confiança e galgando espaços para atacar. Thales recebeu lateral e de chapa chutou para fora. Ainda no ataque, o time do técnico Fifo trocou passes até que a bola sobrou para o hermano Folha, que encheu o pé e inaugurou o placar.

Se o Roleta apostava na marcação, a Famiglia continuava com posse de bola e pressionando, mas deixava espaços para o contra-ataque. E assim saiu o segundo gol. Thales roubou a bola na defesa e lançou para Bruninho, que recebeu a bola já na cara do gol. O camisa 36 apenas fez o desvio e matou Marcelão, que nada pode fazer a não ser buscar a redonda dentro do seu gol.

Após um pedido de tempo do Roleta, o Corleone voltou melhor organizado e foi com tudo para cima do Roleta. Com uma defesa muito sólida, o Roletão não dava oportunidades para o Corleone. Preto chefiava o setor, tal qual um cão de guarda de poucos amigos. Aos 21 minutos, Alemão roubou a bola no meio de campo e driblou dois marcadores, que se chocaram no meio do caminho. Gui Fenômeno chegou para ajudar, mas também acabou driblado por Alemão, para delírio de Baru na torcida. Quando ficou na cara do gol, o camisa 8 encheu o pé e marcou um lindo gol para o Roleta Russa. Era o 3 x 0. Do lado de fora, a torcida do Corleone acreditava e cantava e xingava. Antes do apito final do primeiro tempo Piu recebeu no meio e chutou forte para diminuir a diferença para dois gols.

Na etapa final, o Corleone trocou de goleiro. No lugar de Marcelão, entrou o goleiro-linha Lezão. Enquanto o poderoso chefão trocava muitos passes, o Roleta recuava e sempre tinha quatro jogadores na retaguarda. O jeito que o Corleone achou para passar pela retranca era chutar de longe, mas os arremates não levavam muito perigo à meta de Edu. Mesmo assim, a Famiglia conseguiu chegar ao segundo gol com 5 minutos. Em cobrança de falta ensaiada, Gui Fenômeno encontrou Pedro Daniel livre debaixo da trave direita. O camisa 7 fez o desvio e diminuiu para 3 x 2.

Depois do gol, o Corleone continuou pressionando o Roleta, que se fechou mais ainda. O jogo virou ataque contra defesa. E de tanto pressionar o Corleone chegou ao empate logo aos 11 jogados. Em cobrança de escanteio, Joãozinho antecipou-se ao marcador e cabeceou firme no canto esquerdo, sem chances para Edu.

O Roleta sentiu muito o empate e não conseguia mais jogar. O Poderoso Chefão aproveitou o bom momento e continuou pressionando. Dois minutos depois de empatar, Edu ficou na cara do gol e disputou a bola com o goleiro, também Edu, quase na linha de fundo, que não conseguiu segurar a bola e deu de brinde para o camisa 16 fazer o gol da virada.

O Roleta teve que sair todo para o ataque em busca do gol de empate e com isso o jogo acabou pegando fogo. Foi a vez do Corleone se fechar e esperar o Roleta em seu campo. Tudo parecia perfeito à equipe do suspenso Fezinho, pois faltando 5 minutos para o fim ainda viu o adversário perder Caio Mazini por falta dura e cartão amarelo. O time não aproveitou o jogador a mais e não conseguiu concluir dois contra-ataques. Quando Caio voltou, veio o castigo. Faltando 40 segundos para o término, a bola ficou pendurada no alto pela esquerda. O camisa 22, que estava de costas para o gol, deu uma meia bicicleta e acertou em cheio o ângulo direito de Lezão, levando a partida para a prorrogação.

No tempo extra, o Roleta começou com a bola e trocou muitos passes. O Corleone não deu espaços para o time adversário, conseguiu roubar a bola e ficou trocando passes de um lado para o outro. Pedro Daniel recebeu na frente e chutou cruzado. Edu, muito bem posicionado, fez a defesa. O goleiro saiu jogando curto pela direita. Caio estava livre na esquerda e acabou sendo lançado. O camisa 22 teve a categoria de dominar no peito, limpar para a direita e encher o pé. A bola acabou entrando no ângulo direito de Lezão, que novamente viu seu time tomar um lindo gol, só que desta vez para ser definitivamente eliminado.

Os jogadores do Roleta comemoraram muito a vitória, alguns se abraçavam e outros até choraram no chão. O camisa 33 Preto, saiu comemorando muito e dedicou classificação para o recém aposentado Baru. Provocações aos adversários do lado de fora também foram vistas.

O Roleta surpreende e elimina o favorito Corleone. Agora, nas quartas, tenta nova façanha diante do também favorito e já prateado Camaro.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Toque Me Voy 7 x 2 Bonde dos Abelhas

TOQUE GOLEIA BONDE E CALA IMPRENSA


Com hat-trick de Bruno Ferrari e dia atípico de Coqueiro, o time azul celeste atropelou os abelhas na maior surpresa – ou seria zebra mesmo? – das oitavas das quatro divisões. Imprensa foi alvo preferencial de técnico Lói e jogadores ao fim


Por João Paulo Bueno

BDA e Toque Me Voy fizeram uma partida muito equilibrada até a metade do segundo tempo, quando o oportunismo de Bruno Ferrari e as falhas do ótimo Coqueiro decidiram o jogo que classificou o Toque às quartas e manteve o sonho da Prata vivo na direção celeste.

O Bonde dos Abelhas, amplamente favorito, iniciou a partida com uma marcação muito forte. Eram três jogadores apertando a saída de bola adversária, que trocava bons passes na sua linha defensiva. Foi o Toque quem criou a primeira oportunidade de gol, que foi muito bem aproveitada. Logo aos 2 minutos, Silas recebeu a bola no meio, cortou para a esquerda e soltou a bomba. A redonda passou entre os braços de Coqueiro, que chegou atrasado no lance e viu o BDA em desvantagem logo de cara.

Depois do gol, o time celeste continuou atacando e quase fez o segundo. Zóio apareceu pela direita e chutou cruzado. Coqueiro teve que se esticar todo para salvar o Bonde. Contra os prognósticos iniciais, o Toque era superior, mas o Bonde jogava para reverter isso. Cris Coppola recebeu a bola dentro da área e fez o desvio de letra. Marcos saiu muito bem do gol e fez a defesa. Ainda no ataque, o Bonde teve mais uma oportunidade. Dé recebeu lateral de costas para o gol e tentou um voleio. A bola passou à direita do gol, sem muito perigo.

Já em meados do tempo, o Bonde dos Abelhas era melhor e pressionava o Toque Me Voy . No ataque, Rick recebeu na direita, cortou para a direita e chutou cruzado. Marcos faz uma boa defesa. A bola ainda bateu no pé da trave esquerda e saiu pela linha de fundo. A pressão rendeu o empate aos 13 minutos, quando Dé cobrou lateral na esquerda para Rafinha, livre na direita. O camisa 17 chegou chutando e guardou a bola no fundo das redes.

Mesmo com o empate o Bonde seguiu pressionando. Guarulhos carregou a bola pelo meio e, perto da área, soltou a bomba. Marcos, com as pernas, fez bela defesa. Maca recebeu na esquerda, driblou o defensor e encheu o pé. A bola tinha endereço, mas Zé apareceu e salvou o Toque.

No final da etapa, a forte marcação do Bonde acabou cansando e o Toque voltou a aparecer no ataque. Marximelo, que havia acabado de entrar, arrancou com a bola na direita e chutou em cima de Coqueiro. Ainda no ataque, o time azul celeste teve a última oportunidade do primeiro tempo. Bruno Ferrari recebeu lançamento de Marcos e, de peito, deixou para Zóio, que chutou de primeira. A bola passou com muito perigo à direita da meta de Coqueiro.

O segundo tempo começou com o Bonde partindo para cima. Logo na saída, a bola foi rolada para Maca, que limpou para a direita e encheu o pé. A bola foi no canto esquerdo de Marcos, que se esticou todo e fez boa defesa. O jogo era mais equilibrado, com ambos os lados criando chances de gol. Entretanto, quem soube aproveitar melhor foi o Bonde. Na cobrança de falta, Maca deu um leve toque por cima da barreira. Leandrinho, que havia acabado de chegar, antecipou Marcos e fez o desvio fundamental para o gol da virada do Bonde.

Agora perdendo, seria de se esperar que o Toque Me Voy sentisse a pressão e capitulasse. Porém, o time mostrou personalidade e não mudou seu jogo. Assim, foi para o ataque em busca do empate, que não tardou a sair. Aos 6 minutos, o time azul celeste apertou a marcação. Após lateral cobrado para a área do Bonde, Leandrinho afastou mal e a bola acabou sobrando para Bruno Ferrari, que não desperdiçou a boa oportunidade e guardou a redonda na gaveta direita de Coqueiro.

Com chances para os dois lados, quem marcasse poderia deslanchar. Após cruzamento, Marcos acabou se machucando e a partida ficou paralisada por bastante tempo. Depois que Marcos retornou, acabou tomando cartão amarelo. Em seu lugar entrou Zé. Com um a mais, o Bonde tocou muito a bola e jogava mais, mas não conseguiu aproveitar a vantagem numérica.

Com a volta do goleiro, o Toque Me Voy partiria para a goleada. O time imprimiu um ritmo muito forte que culminou em gols, muitos gols. Roberto recebeu na esquerda e chutou cruzado. A bola acabou passando por cima do gol de Coqueiro. Bruno Ferrari ficou na cara de Coqueiro e perdeu. Em seguida, talvez o lance capital. Ainda no ataque, o artilheiro celeste recebeu escanteio, antecipou a marcação e cabeceou para o gol. Coqueiro estava com a bola nas mãos, mas deixou escapar e tomou um frango.

O Bonde sentiu muito o gol e desanimou. O Toque não perdoou. Bruno Ferrari recebeu na área e chutou no canto esquerdo. 4 x 2. Na sequência, o mesmo Bruno Ferrari tocou para Zóio, que empurrou a bola para dentro do gol e fez o quinto. Ainda faltavam 10 minutos para o fim do jogo e o Bonde foi com tudo para cima do Toque, mas acabou deixando espaços. No contra-ataque puxado por Zóio, o jogador cortou Coqueiro, que saiu muito mal, e empurrou para dentro do gol. 6 x 2.

Nos últimos minutos de jogo, o Toque ainda fez mais um gol e decretou de vez sua classificação para as quartas de final. Dede recebeu na frente e encheu o pé. Coqueiro tentou fazer a defesa, mas acabou errando mais uma vez e sofreu o sétimo. O grande goleiro, responsável pelas defesas mais plásticas da 1ª fase, falhava no mata-mata.

Com a vitória, o Toque Me Voy passa as quartas e está a um passo da Prata, conforme relatou Fabinho ao fim do jogo. Ao saírem de campo, o técnico Lói provocou a imprensa por não acreditarem no seu time. A chance de mostrar que o Toque pode mais será nas quartas, quando reencontra o TáLigado no tira teima mais esperado da rodada, já que, na fase de grupos, no jogo remarcado da 1ª rodada realizado no domingo, o Toque penou para ganhar com um jogador a menos e sem goleiro numa das exibições mais horrorosas da equipe em sua história.
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