O líder invicto do Grupo A não teve problemas para vencer o já rebaixado Roleta Russa Clássico. Com um coletivo muito forte e organizado, o Peneira fez 8 gols e encerrou a história do time de Baru no campeonato
Por João Paulo Bueno
O líder Peneira vinha no embalo depois do empate heroico na semana passada contra o Derrubada. Era necessário apenas um ponto para o time luso garantir de vez o acesso. A vítima da vez seria o rebaixado Roleta Russa Clássico, que já anunciou estar fechando as portas. O Peneira dominou o jogo inteiro e não deu chances para o time do lendário Baru, que viu o líder terminar a fase de grupos invicto e agora busca o título da Bronze.
O jogo começou com o Peneira marcando em cima com 3 jogadores, abafando a saída de bola do Roleta, que conseguiu sair tocando muito bem e teve a primeira chance do jogo. Ranalli tocou para Cabelo, que levou a bola pelo meio e chutou firme. A redonda acabou passando pela direita da meta de Oscar.
O Peneira, quando tinha a posse de bola, errava muitos passes e não conseguia chegar ao gol de Guaraná. O líder só conseguiu chegar à meta quando Raul errou o tempo da bola e não conseguiu cabecear. A redonda acabou sobrando para Jammal, que chutou firme para a defesa de Guaraná.
Os dois times erravam muitos toques e como não valia muita coisa – afinal, um já estava rebaixado e o outro em situação extremamente confortável – o jogo estava muito calmo. O Peneira era superior, mesmo errando muito. Em boa jogada, Mexicano tocou para Arnaldo Alves, que ficou na cara do gol e encheu o pé. Guaraná saiu fechando tudo e fez boa defesa, salvando o Roleta.
O time luso pressionou muito no ataque e aos 12 minutos acabou dando certo. Jammal fez o pivô e tocou para Arnaldo Alves, que ficou cara a cara com Guaraná. O camisa 16 tentou encobrir o goleiro, que fez a defesa. No rebote o próprio Arnaldo, com o gol escancarado, abriu o placar para o Peneira. Segundos depois, Mexicano tocou para Arnaldo pela direita. Sozinho, o camisa 16 colocou no canto esquerdo de Guaraná e ampliou a vantagem.
O Peneira marcava bem a saída de bola e não dava espaços para o Roleta, que conseguiu chegar em escanteio, quando Flávio recebeu de costas, fez o giro e chutou forte. Oscar, bem colocado, fez boa defesa.
Aos 19 minutos, Arnaldo Alves levou a bola pela direita e tocou no meio para Jammal, que dominou e fuzilou no meio do gol, sem chances para Guaraná.
O segundo tempo começou com o Roleta marcando em cima, mas o Peneira mostrou um ótimo toque de bola e cansava o adversário. Com um minuto de jogo, Marcio Camargo, que havia entrado no segundo tempo, tocou para Anderson Silva na cara do gol. O camisa 11 fez o desvio e matou Guaraná, que só viu a bola entrar.
O Roleta partiu para cima. Baru ficou na cara do gol e chutou para o boa defesa de Oscar. O próprio Baru pegou o rebote, mas acabou escorregando na bola. O Peneira seguiu tocando a bola e em uma linda jogada individual, Anderson Silva driblou dois jogadores do Roleta e o goleiro, tocando para Cafu, com o gol aberto, fazer o quinto gol aos 4 minutos de jogo.
O Roleta não tinha o que perder e partiu para cima. Baru recebeu belo lançamento e tocou na direita para Rocha encher o pé e fazer o primeiro do Roleta. Um minuto depois veio a resposta do Peneira. Em escanteio, a bola cruzou toda a área de Guaraná e sobrou para Willian, que cruzou para Dorico chegar cabeceando e fazer o sexto.
Ainda tinha muito jogo pela frente, mas era questão de tempo para o Peneira garantir o acesso. Aos 15 minutos, o rumo da Prata ficou ainda mais visível quando Roberto levou pelo meio, cortou para a esquerda e encheu o pé. A bola foi no ângulo direito, sem chances para Guaraná. Marcio Camargo fez belo drible no meio, tocou para Mexicano na direita, que fez uma linda inversão de jogo para Anderson Silva. Com muita facilidade, o camisa 11 ficou na cara do gol e ampliou a goleada para 8 x 1.
No último lance de jogo o Roleta diminuiu o placar com Rocha, que recebeu na frente e chutou firme no meio para fazer o último gol do Roleta Russa Clássico na Bronze. Com a goleada, o Peneira terminou como o líder absoluto, com 23 pontos, e está garantido na Prata para o próximo semestre. Na próxima semana o time luso descansa e aguarda seu rival das quartas de final. O Roleta, que já estava rebaixado, deve encerrar as suas atividades, como já adiantou o manager Baru.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Corleone 6 x 3 Toque Me Voy
CORLEONE JOGA BEM DO COMEÇO AO FIM E ATROPELA TOQUE ME VOY
Famiglia não tomou conhecimento do adversário que, mesmo perdendo, também passou de fase
Por Bernardo Coimbra
A tranquilidade imperava na quadra 6 para a equipe de branco. O time da máfia simplesmente jogou o seu futebol e conseguiu sair com uma excelente vitória. O Toque Me Voy mostrou que seu futebol ainda está aquém do esperado
Como era de se imaginar, o Corleone começou em cima. Cainho mandou cobrança de falta diretamente do próprio campo e o arqueiro Zé espalmou do chão. Depois, Fá recebeu passe no meio, avançou para o lado esquerdo e chutou de fora da área para defesa tranquila do goleiro. Na sequência, depois de boa troca de passes, Fá segurou a redonda e passou para Mamá, de fora da área, arriscar. O tiro saiu ao lado.
Piu recebe bola que foi roubada pelo meio e atirou colocado. A bola explodiu no travessão. Mat fez jogada de muita raça pelo lado direito, conseguiu chegar à linha de fundo e cruzou na mão de Zé. Depois, Fá abriu para o lado esquerdo para Piu, que avançou com a bola e chutou mais uma pancada na trave. O mesmo Piu recebeu cobrança de lateral, girou e chutou mascado. Zé não teve problemas para agarrar.
A primeira chance do time preto foi com Bruno Ferrari. Ele subiu no terceiro andar para mandar de cabeça a cobrança de escanteio de Manfredini. E foi só, porque a Famiglia voltou ao ataque. Tchelo cobrou lateral para Piu, mas a cabeçada saiu muito alta. O Toque tentou responder com Bruno Ferrari, que recebeu bola pelo meio, avançou pelo lado esquerdo, fez jogada de pivô e tentou cruzar para a grande área, mas a zaga branca conseguiu tirar o perigo.
O mesmo Bruno Ferrari recebeu passe no bico esquerdo da grande área, avançou e tentou o tiro rasteiro quase da linha de fundo. Manfredini mandou para escanteio. O Corleone respondeu com Piu, recebendo bola no próprio campo, progredindo mais pelo lado direito e chutando. A bola mascada pela zaga aproximou-se venenosa da meta, mas o arqueiro mandou para escanteio do chão. Na cobrança deste, saiu o primeiro gol. Mat cobrou o escanteio para Piu testar para o fundo do barbante. Estava inaugurado o marcador.
O empate veio de forma surpreendentemente rápida. Quase na sequência, Marximelo avançou na intermediária esquerda, veio carregando a marcação e deu um chute despretensioso. A redonda, cheia de malícia, morreu no cantinho esquerdo da meta.
O Corleone tentou responder em seguida. Tchelo cobrou falta direta do meio de campo e Zé espalmou para frente. Bruno Ferrari, do Toque Me Voy, conseguiu roubar a bola em uma saída errada da zaga do time branco e chutou rasteiro do bico direito da grande área. A redonda saiu ao lado.
O mesmo Bruno Ferrari fez jogada pela ponta direita de ataque, avançou, cortou para o meio e atirou. O goleiro Manfredini, ligado, espalmou para frente. Pouco depois, o Corleone passou à frente no placar mais uma vez. Depois de cobrança de escanteio no segundo pau, Tchelo subiu sem marcação e testou para as redes.
Piu, jogando uma barbaridade, avançou pelo meio e passou para o lado esquerdo. Joãozinho recolheu a bola e chutou mascado, pela linha de fundo. Depois, o mesmo Piu fez jogada de pivô pelo lado direito do ataque e passou para Gui Fenômeno, que atirou ao lado da meta. Como não podia deixar de ser, Piu roubou bola do defensor do Toque Me Voy, avançou pela campo de ataque, quase perdeu o equilíbrio, mas conseguiu finalizar. A redonda chegou a passar pelo goleiro, mas um zagueiro do time preto conseguiu tirar em cima da linha.
O Toque foi para cima. Marximelo interceptou passe no meio de campo, progrediu e chutou de bico, mas a bola saiu ao lado. Depois, Renê Augusto recebeu bola na intermediária esquerda, avançou e atirou de perna esquerda, também pelo lado da meta. Na sequência, Zóio fez jogada de pivô e passou para Dede. Este arriscou um tiro rasteiro, que teve o mesmo destino dos dois colegas.
Piu escapou pela ponta direita de ataque e atirou cruzado. O arqueiro Zé rebateu para frente. Depois, ele mesmo recolheu o rebote e chutou de novo, desta vez pela linha de fundo. O time preto respondeu com Renê Augusto no bico direito da grande área. Ele recebeu, dominou e chutou ao lado.
O intervalo chegou com a certeza de que havia algo de errado com o marcador. O primeiro tempo fora muito bom, mas o placar pouco andou. Quis o imponderável que a chuva de gols acontecesse na segunda etapa. O primeiro deles foi marcado por Fá. Em falha da zaga do Toque Me Voy, ele recolheu a bola no bico esquerdo da grande área e só aplicou uma pequena carga na redonda. Ela morreu no canto da meta defendida por Zé.
O quarto da Famiglia veio com Mamá. Depois de jogada espetacular pelo lado direito, ele recebeu a bola, cortou dois adversários da jogada, progrediu, puxou para o meio e atirou. Indefensável. Mas o Toque quis provar que estava vivo no jogo e diminuiu a diferença. Dede recebeu passe de Silas pelo meio e, de fora da área, fez jogada de pivô e já girou chutando. A bola rasteira não encontrou resistência para morrer no fundo das redes.
O Corleone ainda fez mais um. Piu aproveitou lançamento na ponta esquerda em contra ataque fulminante. Livre, ele atirou a primeira vez na trave e não perdoou no rebote. Era o quinto. E teve golaço de Desenho, do Toque Me Voy. Ele recebeu na intermediária esquerda de ataque, avançou, aplicou um drible da vaca em um defensor, tirou o goleiro para dançar e, do chão, estufou as redes.
Era chegada a hora do tento derradeiro. Joãozinho avançou pelo meio e passou para Piu. Ele fez o pivô na frente da grande área e devolveu para o mesmo Joãozinho, que chegou na frente do goleiro e estufou o barbante, no cantinho. Assim se encerrava uma belíssima partida de futebol.
Com a vitória e a punição ao Allianza, o Corleone terminou a primeira fase na quarta posição e pega o Roleta Russa nas oitavas. Já o Toque deu sorte, pois o Xoras venceu o seu duelo e empatou com o time de Danilão na tabela, mas o número de vitórias do time foi superior. A equipe do técnico Lói joga contra o BDA nas oitavas.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Derrubada 7 x 3 No Bid
DERRUBADA VENCE NO BID SEM DIFICULDADES
O rubro-negro fez a lição de casa e venceu o já rebaixado time laranja. Destaque para Gabriel, Decão e Telito, responsáveis pela maioria dos gols da partida
Por Renato Malaguti
De um lado, o Derrubada – time já classificado, que sonha pelo título do campeonato; do outro, o No Bid - equipe que já estava matematicamente rebaixada e não tinha um motivo forte para lutar pela vitória. A colocação na tabela e o futebol demonstrado ao longo do semestre se refletiram em campo.
Desde o começo, foi o Derrubada que imprimiu o ritmo do jogo. No primeiro lance, Gabriel deu bom toque para Favilla, que recebeu sozinho pela esquerda, mas acabou chutando em cima de Rabinovici, que saiu bem do gol para fazer a defesa.
Do outro lado, tentando mostrar que apesar da situação não faria papel passivo jogo, o No Bid teve seu primeiro ataque com Leandrão, que não pegou muito bem na bola após falta rolada de Danilo, e acabou mandando por cima do gol, sem muito perigo.
Nos primeiros cinco minutos, o Derrubada já se mostrava superior em campo, mas os dois times pareciam se estudar. Explorando o chute de longe, Favilla cortou um e soltou o pé próximo ao meio de campo, levando perigo ao gol do No Bid. Aliás, este chute de longa distância foi a melhor arma do time já classificado.
Com o relógio marcando seis minutos, o Derrubada conseguiu abrir o placar com Favilla após boa ajeitada de Telito. No chute, a bola desviou e acabando matando o goleirão do No Bid.
Entretanto, logo em seguida, sem dar chance para o Derrubada comemorar, o No Bid conseguiu empatar com bonito gol de Leandrão, que chutou de antes do meio de campo uma bomba para o fundo das redes. A todo o vapor depois de ter marcado o primeiro e logo depois ter sofrido o empate, o Derrubada conseguiu ficar mais uma vez à frente no marcador com o gol de Telito, em forte chute de longe.
Após ficar pela segunda vez à frente, o Derrubada começou a atacar mais ainda. Em jogada de escanteio, Decão cabeceou bem, mas acabou manando a bola por cima. Poucos minutos depois, com o cronometro marcando 15 minutos, o Derrubada fez o terceiro com Gabriel, que recebeu lançamento do goleiro, dominou ajeitando pela direita, usou o corpo e chutou forte e alto para vencer o arqueiro do No Bid.
Todavia, mais uma vez, logo após de tomar um gol, o No Bid conseguiu marcar mais um, diminuindo para 3 x 2. Em lance de escanteio, a bola passou por toda a zaga e, dentro da área, chegou aos pés de Rodrigo que, bem posicionado, só precisou empurrar para dentro.
Ganhando por um gol de diferença aos 17 minutos de jogo, o Derrubada continuou indo para cima do No Bid para tentar aumentar a vitória parcial. E foi exatamente isso que aconteceu. Em cobrança de falta, Decão fez o quarto em bonito chute rasteiro no canto. Em seguida, no último ataque de perigo da primeira etapa, o Derrubada conseguiu fechar a goleada parcial em 5 x 2, novamente com gol de Gabriel,que recebeu lateral e, de longe, acertou bom chute no cantinho.
No segundo tempo, logo na primeira oportunidade, o Derrubada marcou o sexto, novamente com Decão. Desta vez, o camisa 26 recebeu escanteio livre de marcação dentro da área e testou firme para o fundo da rede.
Mesmo perdendo por quatro gols de diferença e tendo tomado um gol relâmpago na segunda etapa, durante os primeiros dez minutos de jogo da segunda etapa o No Bid foi superior ao Derrubada. Aos 5 minutos, Danilo driblou um puxando para a esquerda e cruzou para Raphael, que se esticou mas não conseguiu encostar na bola. Em seguida, em chute de longe, Danilo forçou o goleirão do No Bid a dar rebote e, de forma oportuna, Pacheco chegou na velocidade, mas acabou mandando a bola para fora.
O Derrubada acordou para o jogo e voltou a ir para cima do rival. Aos 10, Decão recebeu na área, conseguiu driblar o goleiro, mas, caindo, mandou a bola por cima do arco. Em seguida, Telito arriscou de longe e o goleiro fez boa defesa. No rebote, já dentro da área, Adriano chutou, mas mais uma vez o goleirão defendeu, salvando o No Bid de tomar o sétimo.
Entretanto, mesmo jogando de igual para igual no segundo tempo, o No Bid acabou tomando mais um aos 15 minutos. Telito driblou um e bateu de longe no ângulo, deixando o placar em 7 x 2.
Após o gol, o No Bid pediu tempo técnico. Na volta, a equipe conseguiu diminuir o placar para 7 x 3 com o artilheiro Danilo, que deixou o seu em chute de longe com a perna esquerda. Ainda no finalzinho, o Derrubada quase marcou o oitavo em lance de contra-ataque com Frango, que pegou bem na bola, acertando bom chute cruzado, mas a redonda acabou pegando na trave.
Com a vitória, o já classificado Derrubada ficou em terceiro, enquanto o rebaixado no Bid encerrou sua primeira participação na lanterna. Nas oitavas, o Derrubada enfrenta o Maciota’s, tentando a inédita classificação para a Prata.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
TáLigado 3 x 1 Allianza Sagrado
TÁLIGADO VENCE ALLIANZA E CONQUISTA A VICE-LIDERANÇA
Em duelo direto pela vice-liderança, Boca Juniors da Bronze é superior e vence duelo marcado pelo nervosismo com a arbitragem
Por João Paulo Bueno
O jogo entre TáLigado e Allianza Sagrado prometia pegar fogo. O TáLigado vinha de 5 goleadas seguidas e buscava a vice-liderança do Grupo A, que estava com o Allianza Sagrado. A partida foi a mais disputada da tarde. Os dois times mostraram muita raça e queriam de qualquer jeito garantir o ‘descanso’ na próxima semana. O TáLigado jogou pouco melhor e com boa atuação de Luis Fernando e do goleiro improvisado Gabriel Margiota, o time abriu boa vantagem e conquistou a vitória. O Allianza, além da derrota, perdeu a cabeça e acabou punido com perda de pontos, o que levou o time a cair para a 5ª posição na tabela.
O jogo começou com o Allianza tocando a bola no campo de defesa, esperando o TáLigado vacilar. Mas a primeira boa oportunidade veio com um chute de longe para fora de Leandro.
Logo no começo, a partida ficou muito pegada, não tinha bola perdida já que a vice-liderança estava em jogo. O TáLigado apertava a saída de bola e, em novo lance, Leandro levou pelo meio e tocou para Luis Fernando na esquerda. O camisa 11 dominou e chutou cruzado. A bola passou tirando tinta da trave direita de Gabriel.
O Allianza chegou pela primeira vez em lateral cobrado por Brunão. Rafael Frai antecipou a marcação e cabeceou firme para boa defesa de Gabriel Margiota. Ainda no ataque, Thozinho recebeu e encheu o pé para mais uma defesa de Gabriel.
O jogo foi brevemente interrompido para Leandro ser amarelado por não estar usando caneleiras. O Allianza ficou em vantagem numérica. Com isso, o time do Colégio Sagrado apertou a marcação com um jogador a mais e jogava melhor, mas acabou não aproveitando a vantagem. De volta com todos os jogadores, o TáLigado retomou o controle do jogo. Luis Fernando recebeu belo lançamento e tentou tirar de Mussolino, que muito bem colocado fez boa defesa. Ambas as equipes tinham claras chances de gol, mas paravam nos goleiros, ambos muito bem.
Nos últimos minutos do primeiro tempo o jogo pegou fogo. Aos 21, Arroyo tocou para Dennis, que encheu o pé e inaugurou o placar para o TáLigado. Depois do gol, o Boca da Bronze partiu em busca do segundo. Luiz Fernando deixou para Leandro, que chegou pela esquerda chutando. A bola explodiu na trave. Como resposta, o Allianza foi com tudo para o ataque e, no último lance, Giu recebeu na direita e chutou forte. A redonda subiu e explodiu no travessão.
O segundo tempo começou com o Allianza no ataque em busca do empate. Rafael Frai recebeu e chutou para fora. O time de preto e azul pressionava muito e, aos 2 minutos, Danilinho deixou Giu na cara do gol. O camisa 17 chutou forte e empatou. No lance seguinte, Dennis lançou para Luis Fernando, que deixou Gabriel no chão e fez o segundo, acabando com a alegria do Allianza.
Três minutos depois de fazer o segundo, Leandro fez um ótimo lançamento para Nakano, que tocou para Luis Fernando. O camisa 11 cortou o defensor e com a esquerda ampliou a diferença.
O jogo ficou muito nervoso depois do terceiro gol do TáLigado. Luis Fernando recebeu a bola a um passo fora da área e foi parado com falta duvidosa do goleiro. Mussolino, nervoso, foi reclamar com o árbitro e acabou tomando cartão amarelo. Depois de ver seu goleiro tomar cartão, os jogadores do Allianza foram para cima da arbitragem e geraram a maior confusão. Após um longo bate-boca, subiu o cartão azul para o goleiro, o que o tirava do jogo. Indignado, Rafa Storch partiu junto com Gabriel para cima do árbitro e quase teve início uma briga – mais uma envolvendo o Allianza. O camisa 15 recebeu cartão amarelo e reclamou que o juiz o havia xingado. Depois de muito tempo de discussão o jogo retornou e no lugar de Gabriel entrou Cadinho.
Pouco depois, após se machucar em disputa de bola, Gabriel Margiota saiu e em seu lugar entrou Arroyo. O Allianza partiu com tudo para o ataque, mas parou na boa defesa do TáLigado. O Boca Juniors ainda teve uma boa oportunidade no fim da partida, quando Nakano levou pela esquerda e chutou. Cadinho fez a defesa. No rebote, Luis Fernando chutou forte. A bola passou com muito perigo pela direita do gol.
Com a vitória, o TáLigado assumiu a vice-liderança do grupo e folga na próxima semana. O Allianza, com a punição de 2 pontos por conta de uma agressão durante a confusão, caiu para quinta posição e agora enfrenta o Cachorro Velho.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Xoras 3 x 0 TNT
XORAS VENCE TNT E TERMINA NA SÉTIMA COLOCAÇÃO
Em uma partida morna, Xoras acorda no finalzinho, marca 3 vezes, mas não passa de fase
João Paulo Bueno
Como o Toque Me Voy havia perdido mais cedo para o Corleone, a partida não tinha grande importância na tabela, pois apenas o TNT tinha chance de passar de fase, e para passar, teria que fazer muito saldo para tentar agarrar a sexta vaga. O número de vitórias do Xoras não era suficiente para alcançar o Toque, e por isso, o time brigava apenas pela sétima posição.
O jogo foi muito fraco no primeiro tempo, parecia que as duas equipes não queriam mais disputar o campeonato. Com um segundo tempo mais agitado, o TNT parava nas mãos de Brion, que fechava o gol enquanto o Xoras lutava para abrir o placar.
O Jogo começou com o TNT tocando a bola com boa qualidade. O time esperava a defesa do Xoras dar uma brecha, mas acabou não acontecendo. A equipe vermelha e azul teve a primeira boa oportunidade do jogo. Em cobrança de Dutra, o jogador antecipou aos defensores e subiu sozinho, mas cabeceou para fora.
A partida era muito equilibrada. Como a marcação era muito forte no meio de campo, os dois times não conseguiam chegar ao ataque e a partida ficava muito truncada. O time tricolor conseguiu chegar com perigo quando Pato arriscou de longe. Cris se esticou todo e fez uma bela defesa, salvando o TNT de tomar o primeiro gol.
O jogo ia passando e as duas equipes erravam muitos toques. O Xoras era pouco superior e chegava com mais perigo, pois conseguia arriscar muito de longe. O TNT conseguiu chegar pela primeira vez com Diny Souza, que recebeu livre pela esquerda e chutou cruzado. A bola passou com muito perigo pelo canto direito.
No último lance do primeiro tempo, O Xoras partiu para cima do TNT e quase fez o primeiro. Ric carregou a bola para o ataque sozinho e quando ficou cara a cara com Cris, acabou errando. O goleiro fechou muito bem o canto e fez boa defesa.
O segundo tempo começou como acabou o primeiro. Ric levou a bola para o ataque e acabou chutando para fora. O Xoras era mais agressivo e pressionava muito o TNT. Gennaro recebeu boa bola pela direita e encheu o pé. A redonda acabou explodindo no travessão e saiu pela linha de fundo.
Depois do susto, o TNT avançou sua marcação, mas toda vez que chegava ao ataque parava nas mãos de Brion, que fazia um segundo tempo espetacular. O Xoras dominava o TNT e de tanto insistir no ataque conseguiu inaugurar o placar aos 10 minutos da segunda etapa. Depois de um cruzamento, a bola sobrou para Carioca chutar e fazer o primeiro do Xoras.
Depois do gol o TNT foi para o ataque com Rapha Bernardes, que pegou a bola pela esquerda e encheu o pé. Brion, muito bem colocado, fez boa defesa. Rapha Bernardes estava sozinho e gritando no meio de campo, quando o árbitro chegou e deu cartão amarelo para o camisa 7 do TNT. Após o lance, Rapha partiu para cima e afirmou que foi empurrado pelo árbitro, que afirmou o oposto. Após muito bate boca, Rapha foi expulso, deixando o TNT com um jogador a menos.
Com um a mais, o jogo ficou com mais espaços para o Xoras jogar. O time tricolor tocava muito a bola até que Mingo recebeu pela esquerda e chutou forte para ampliar a vantagem do time tricolor. Segundos depois foi à vez de Dutra receber pela esquerda. O camisa 10 matou a bola e fuzilou Cris, fazendo o terceiro do Xoras e matando o jogo.
No final do jogo, mesmo com um a menos, o TNT foi pra cima tentando fazer o de honra, mas parou nas mãos de Brion, que não tomou nenhum gol. Mesmo não conseguindo se classificar, o Xoras conseguiu um bom resultado e deve voltar com uma moral maior no próximo semestre. O time tem tudo para fazer um bom campeonato e quem sabe chegar nos playoffs. Já para o TNT, só resta esquecer esse campeonato e pensar no próximo.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Roleta Russa 5 x 3 Invictus
ROLETA DERROTA INVICTUS E SE GARANTE NAS OITAVAS
Em clima tenso, Roleta Russa vira sobre o Invictus e encara o Allianza Sagrado nas oitavas; Invictus, que podia ser quarto colocado se vencesse, mais uma vez demonstra imaturidade e se despede de forma melancólica da competição
Por Gabriel Manzini
O confronto entre Roleta Russa e Invictus prometia fortes emoções. As duas equipes lutavam por uma vaga nas oitavas de final. Em uma partida muito equilibrada, de duas viradas e até confusão entre os jogadores, o Roleta levou a melhor sobre o Invictus e garantiu vaga no mata-mata. Já o Invictus viu a chance de classificação escapar na reta final do segundo tempo, quando o nervosismo com a arbitragem mais uma vez falou mais alto – e o futebol foi deixado de lado para a prática da oratória (sempre contra a arbitragem).
O apito inicial já decretou a partida equilibrada que seria entre duas equipes coladas na tabela. Uma chance para cada lado esquentou o duelo. Tanto Folha quanto Rodi pararam nos goleiros. Já Ceron isolou seu ataque. O confronto esfriou e os muitos erros de ambas as equipes deixaram sonolento o andar dos minutos.
Ragazzo recebeu dentro da área e perdeu uma grande oportunidade de abrir o placar, já que o goleiro Edu foi mais rápido e antecipou antes do atacante finalizar. Ceron seguiu como o principal articulador do Roleta e seu chute no cantinho só não entrou porque Henrique estava ligado no lance e tirou.
Os ataques se alternavam. Se Paulão chutou para fora, Preto também errou o alvo pelo outro lado. Porém, a do camisa 33 teve desvio. No escanteio, o próprio Preto cabeceou, mas para fora, assim como Thales no lance seguinte.
O Roleta melhorou seu rendimento e estava mais próximo de abrir o placar. Thales pegou a sobra no tiro de canto e mandou de calcanhar para a meta. A bola parou na trave, num quase golaço do defensor. A pressão continuou e Fê teve o chute desviado pela zaga. Henrique estava ligado e espalmou.
Embora os constantes avanços do time de Ceron, o Invictus perdeu uma chance incrível de marcar. Rodrigou saiu do goleiro Edu e chutou para o gol, mas Preto conseguiu tirar. A bola foi parar no pé do Ragazzo, que finalizou e parou novamente no zagueiro. Só que, para desespero de Preto, na cobrança de escanteio de Bento, Rodi abriu o placar. Os goleiros pouco trabalhavam, já que as equipes abusavam das ligações diretas e pouco trocavam passes. Porém, nos minutos finais, Caio arrematou de longe e empatou.
Os erros abusivos das equipes permaneceram no inicio da etapa final. Bruninho isolou a primeira investida ofensiva. Mutssa acertou o chute, mas não contava com Edu. A resposta apareceu com Thales. Depois de ser servido por Bruninho, o jogador não passou por Henrique.
Mutssa recebeu amarelo e animou ainda mais o ataque do Roleta. Caio pôs com categoria no ângulo e Henrique salvou. Já na segunda oportunidade, Caio acertou o cantinho e virou, 2 x 1. Para tentar mudar a história, o banco azul solicitou a parada técnica. Na primeira chance depois da volta, Paulão lançou para Ragazzo, que não furou o bloqueio do Edu. Já na segunda, Ragazzo conseguiu a igualdade na bola parada de cabeça.
A virada não demorou. Em mais um escanteio, Raito mandou na cabeça de Paulão. O camisa 8 foi responsável pelo 3 x 2. O quarto não saiu porque, depois de tirar o goleiro, Paulão parou em Thales. Já Rodrigo viu Edu defender seu arremate.
O castigo chegou na mesma moeda. O escanteio cobrado por Folha culminou no tento de Ceron. O empate animou o Roleta, que queria garantir a vitória e deixar seu rival para trás. Ceron rolou para Alemão deixar sua equipe em vantagem, 4 x 3. O veterano camisa 16 seguiu o ritmo, tirou do goleiro, mas a zaga afastou. Na sequência, ninguém evitou o gol de Ceron, que decretou o placar em 5 x 3. Nos minutos finais, muita discussão e confusão entre os dois times. Os árbitros tentaram controlar a briga e encerraram o duelo.
A vitória deixou o Roleta em quinto com 12 pontos, e tendo pela frente o Corleone nas oitavas. Já o Invictus fechou sua participação na temporada em oitavo lugar, na beira do rebaixamento, com dez pontos.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Camaro 4 x 1 Bacaninha
CAMARO ATROPELA BACANINHA E SE TORNA PRATEADO
Time do carro amarelo não teve problemas para vencer o Bacaninha e disputará a Prata no próximo semestre
Por João Paulo Bueno
O Camaro precisava de apenas 1 ponto para terminar como líder e garantir o acesso. O CAFAS vinha embalado após ter goleado o Opalas na ultima semana por 18 x 1 e não queria deixar escapar a liderança para o Camelo, que jogava ao mesmo tempo na quadra ao lado. O Bacaninha tinha que vencer para garantir uma vaga na próxima rodada. O time do carro amarelo não deu a menor chance. Aplicou o 4 x 1 e eliminou os bacanas juniores.
O jogo começou muito pegado, não tinha bola perdida para os dois times, mas o Camaro não se importou pela forte marcação e partiu para o ataque. Com 2 minutos, Rebolo cobrou lateral para Digão, que se antecipou à marcação e testou firme para inaugurar o marcador. Com o resultado, o Camelo, que vencia o Maciota’s, dava adeus à primeira colocação do grupo.
O Bacaninha não se abalou com o gol sofrido e apertou a saída de bola do Camaro. Simões roubou a pelota e chutou pela esquerda. Sbragia fez a defesa com tranquilidade. O Camaro jogava com mais facilidade. Digão deixou para Giba, que chegou enchendo o pé. Gamito, muito bem colocado, fez boa defesa.
O Bacaninha tentava atacar, mas a defesa carro amarelo estava muito ligado no jogo e não vacilava. No ataque o Camaro chegava com facilidade. Correa virou a jogada para Giba, que com o gol aberto isolou a bola.
O time de vinho chegou com perigo em cobrança de falta de Lê Leme pela esquerda. O camisa 10 soltou a bomba e a bola foi com muito veneno no canto direito. Sbragia teve que se esticar todo para salvar o Camaro.
Depois de um pedido de tempo, o time do carro amarelo começou a marcar em cima. Digão roubou a bola e levou até o ataque. Quando teve a oportunidade, o camisa 22 chutou firme e Gamito, de mão trocada, fez linda defesa. Ainda no ataque, Alexei cobrou lateral e Rebolo chegou na bola antes Gamito e fez o desvio ampliando a vantagem do Camaro aos 16 minutos.
O CAFAS dominava o jogo e não dava chances para o Bacaninha. No final do primeiro tempo, Choco levou a bola do campo de defesa até o ataque. Quando não tinha mais para onde ir, soltou a bomba no canto direito e fez o terceiro do Camaro.
O Bacaninha teve a ultima oportunidade do primeiro tempo quando Marcos Leorte levou a bola pela esquerda, passou por Pedrão e tocou para Luciano, que acabou passando um pouco da bola e perdeu boa oportunidade de gol.
No segundo tempo o Bacaninha voltou mais agressivo, mas o Camaro marcava muito bem e não dava espaços. Luciano Henrique recebeu na esquerda e chutou firme. Com a perna, Sbragia fez milagre e salvou o Camaro de tomar o primeiro. O Bacaninha de tanto apertar conseguiu chegar ao gol. Sbragia acabou dando rebote e Murilo Corrêa aproveitou e chutou para o gol. Reina tentou tirar a bola do gol, mas o juiz já havia dado o gol para o camisa 17 do Bacaninha.
O Camaro voltou a chegar com perigo quando Santi viu Gamito adiantado e colocou a bola por cobertura. O pequeno Gamito fez uma bela ponte e salvou o Bacaninha de tomar o quarto. O jogo ficou muito pegado no segundo tempo e o Bacaninha buscava diminuir o placar, mas parava nas mãos de Sbragia, que vinha se destacando e salvando o Camaro de tomar mais gols.
Em nova falta pela esquerda, Lê Leme chutou com muita força. Desta vez a bola acabou explodindo na trave direita de Sbragia. O Bacaninha jogava muito melhor no segundo tempo e conseguia chegar com facilidade, mas parava em Sbragia ou na trave. No final, o Camaro fez pressão no Bacaninha. Digão levou a bola pelo meio, limpou para a esquerda e chutou forte. Gamito fez mais uma bela defesa e salvou seu time.
No último lance da partida, Digão recebeu a um passo da área e acabou sendo empurrado por Simões. Giba foi para a cobrança e tentou encobrir Gamito, que estava pouco adiantado. A bola bateu na barreira e acabou ficando pendurada. Digão antecipou-se a todo mundo e, de calcanhar, decretou de vez a ida do Camaro para a Prata.
Com a vitória, o time do carro amarelo tornou-se prateado e agora busca o sonhado título da Bronze. Já o Bacaninha acabou perdendo a oportunidade de disputar os playoffs da Bronze e só retorna aos gramados do Chuteira no próximo semestre.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Camelo 1 x 0 Maciota’s
CAMELO VENCE MACIOTA’S PELO PLACAR MÍNIMO
O time da Pizzaria vence por apenas 1 x 0 e se classifica em segundo lugar. Destaque para Henrique e Loba, goleiros de ambas as equipes, que fizeram excelente partida
Por Renato Malaguti
O duelo entre Camelo e Maciota’s tratava-se de uma disputa entre times já classificados. A forte marcação e a presença de goleiros extremamente qualificados, mostrou o porque destas equipes terem se destacado no campeonato. Para quem esperava um show de bola de Jaka ou de Baú, foi surpreendido. Os goleirões Loba e Henrique roubaram a cena. Por esse motivo, o jogo teve somente um gol, que aconteceu em um vacilo da zaga do Maciota’s e foi crucial para decidir a partida.
O primeiro lance de perigo aconteceu a favor do Camelo. Cris Dantas recebeu na frente, fez jogada de pivô e rolou para Lio, que chegou chutando no canto, mas Loba, a lá goleiro de futsal, conseguiu defender com o pé. Do outro lado, dois minutos depois, foi a vez do Maciota’s levar perigo. Em contra golpe, Alê recebeu pela esquerda e chutou cruzado, tirando tinta da trave.
Com os ânimos a flor da pele e devido ao ritmo de jogo, outro gol quase saiu, mais uma vez a favor do Maciota’s. Após chute de Baú e boa defesa de Henrique, Alê soltou o pé no travessão, levando a torcida á loucura. Em seguida, mais uma vez ele criou jogada ofensiva para o Maciota’s. Em cobrança de falta do meio da rua, o jogador encheu o pé próximo ao ângulo, obrigando Henrique a fazer uma ótima ponte e mandar a bola para escanteio. Do lado de fora, os torcedores gritavam o nome do goleirão.
Com um toque errado da zaga, Cris Dantas ficou cara a cara com Loba, mas tentou mandar por cobertura, perdendo a oportunidade de abrir o placar. Mal sabia ele que a chance perdida faria imensa diferença no jogo. No começo, dois jogadores se destacavam. De um lado, o zagueiro Michel, do Camelo, orientando bem a marcação; do outro, Alê era a referência de ataque.
Em chute de longe, Alê novamente levou perigo ao gol do Camelo, mas a redonda acabou passando ao lado do gol. Aos 16 minutos, em lance de contra ataque rápido, o habilidoso Fernando Felix tocou para Jaka na esquerda. O camisa 10 dominou, abriu para direita e bateu colocado, tentando tirar do goleiro. Mas, se esticando todo, Loba conseguiu defender mais uma vez a lá goleiro de futsal com a perna. Em seguida, Fernando Felix puxou pela esquerda e chutou cruzado, mas o goleirão mandou para escanteio.
Na segunda etapa, com menos de um minuto de jogo, após roubada de bola de Fernando Felix no campo ofensivo, o jogador tocou para Jaka, que livre de marcação e cara a cara com o goleiro, chutou rasteiro para marcar o gol do Camelo. Loba até se esticou e quase alcançou, mas dessa vez não conseguiu defender.
Após sofrer o gol, o Maciota’s, indignado, foi para cima a todo vapor. Mas Henrique quase fez chover, salvando o Camelo de tomar o empate. Após puxar para a esquerda, Evandro soltou o pé no canto, mas Henrique botou para escanteio. Em seguida, novamente Evandro chutou de longe, mas dessa vez abrindo para direita. Novamente Henrique impediu o gol do Maciota’s, espalmando.
O Maciota’s ia para cima e o Camelo se defendia como podia. Mais uma vez, o zagueiro Michel comandava bem a zaga. Em chute de longe, André abriu para a esquerda e chutou no mesmo lado, querendo enganar Henrique. Mas o goleirão estava esperto e acabou defendendo mais uma. Em seguida, ele recebeu pela esquerda e acertou a trave, deixando a torcida louca.
Cris Dantas, também tentou de longe. Aos 13 minutos ele abriu para o meio e soltou o pé, mas mais uma vez Loba estava lá para fazer ótima defesa e mais uma bonita ponte, impedindo o gol de empate.
O Camelo, tomando postura defensiva, tentava explorar os contra-ataques. Aos 15, em contra golpe veloz, a equipe levou perigo com Guelo, que ficou cara a cara com Loba, mas o goleirão salvou o Maciota’s de tomar o segundo.
Aos 17 minutos, vendo a pressão que estava tomando do seu rival, o Camelo pediu tempo técnico. Na volta, o jogo ficou mais cadenciado e equilibrado e, de certa forma, com menos ataques. Mesmo assim, ainda teve tempo dos dois goleiros trabalharem com eficiência mais uma vez, cada.
Após bola roubada no ataque, Lio levou pela esquerda livre de marcação e chutou rasteiro, mas mais uma vez Loba pegou com os pés, impedindo mais um gol. Do outro lado, Alê recebeu lançamento de Loba e cabeceou em cima de Henrique que, no puro reflexo, salvou mais uma vez o Camelo de tomar o gol de empate.
Com esse resultado o Camelo se classificou em segundo colocado na tabela, atrás apenas do Camaro. Já o Maciota’s caiu para sexto e deve ao líder Camaro, que venceu o Bacaninha e tirou a possibilidade do time passar de fase. Nas oitavas, o vice-campeão do I Chuteira de Bronze pega o Derrubada, enquanto o Camelo aguarda diretamente nas quartas pelo seu adversário.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Opalas 6 x 8 Rabisco
NO DUELO DE REBAIXADOS, RABISCO VENCE OPALAS
Rabisco faz 8 gols e deixa a lanterna na última rodada. Destaque para Ozil, que balançou as redes quatro vezes
Por Renato Malaguti
No duelo entre os rebaixados Rabisco e Opalas, o time azul e branco levou a melhor, deixando o Opalas em último colocado. No começo do jogo, o Opalas jogou com quatro na linha, o que garantiu nos primeiros cinco minutos de jogo uma vantagem de dois gols ao Rabisco.
No primeiro lance de perigo, aproveitando a ausência parcial do goleiro do Opalas, Ozil recebeu livre pela direita e chutou cruzado para abrir o placar a favor do Rabisco. O Opalas, mesmo com dois a menos, tentou ir para cima. Depois de tomar o gol, Raphinha arriscou um chute cruzado, mas o arqueiro do Rabisco fez boa defesa, mandando a bola para fora.
Entretanto, com apenas quatro jogadores de linha, ficou difícil para o Opalas. Aos quatro minutos, o Rabisco conseguiu ampliar a vantagem para 2 x 0 com mais um gol de Ozil. Dessa vez ele recebeu pelo lado esquerdo, chutou cruzado e a redonda desviou na zaga, surpreendendo o goleiro e indo para o fundo do gol.
Aos 5 minutos, o arqueiro o Opalas chegou, dando certo alivio à equipe. Logo após sua chegada, o time pediu tempo técnico para se reestruturar. Na volta, agora com apenas um a menos, o Opalas foi para cima com Tevez, que aproveitou sobra de bola e arriscou de longe, acertando ao lado do gol com certo perigo.
Dois minutos depois, para compor os 6 atletas de linha do Opalas, Froio, camisa 10 e destaque individual da equipe, chegou. Entretanto, mesmo com o time completo, o Opalas tomou o terceiro gol. Em boa jogada trabalhada, Yuri tocou para Ozil, que cruzou para Murilo. O camisa 13 não chegou a encostar na bola, que foi para o fundo da rede e o gol foi dado para Ozil.
Em chute cruzado, Froio que havia chegado há pouco tempo, surpreendeu o goleirão do Rabisco e diminuiu o placar para 3 x 1. Ozil tentou desviar a bola de carrinho e acabou marcando contra, mas o gol foi dado a Froio.
Depois de marcar o primeiro, o Opalas continuou indo para cima. De biquinho, rasteiro no canto, a la Ronaldo contra a Turquia na Copa de 2002, Raphinha quase diminuiu, mas o goleirão do Rabisco conseguiu pegar com as pontas dos dedos. Em seguida, Froio fez uma boa jogada individual, driblou um e inverteu o jogo para Tevez, que chegou batendo com força, mas acabou mandando para fora.
De tanto pressionar, no último lance do primeiro tempo, o Opalas merecidamente conseguiu diminuir para 3 x 2 com mais um de Froio. Dessa vez o camisa 10 recebeu em contra-ataque cruzamento de Raphinha e só precisou concluir às redes.
Logo no início do segundo tempo, o Rabisco conseguiu marcar. Dessa vez, Kaká recebeu cruzamento e mandou para Yuri, que, livre de marcação, mandou para o fundo do gol. Poucos minutos depois, o goleiro do Opalas fez pênalti claro após perder o tempo da bola. Na cobrança, Murilo fez o quinto do Rabisco. Goleiro de um lado, bola do outro.
O Rabisco, empolgado com o início do segundo tempo, continuou indo para cima do Opalas. Em cobrança de falta de longe, Kaká acertou o cantinho, mas o goleiro do Opalas fez boa defesa. Do outro lado, mostrando que também não estava morto no jogo, o Opalas levou perigo. Após boa defesa do arqueiro do Rabisco em chute de Raphinha, Thiaguinho acertou a trave, e, no segundo rebote, acabou mandando a bola para fora, perdendo a oportunidade de diminuir.
Concretizando a máxima do futebol de “quem não faz, toma”, o Rabisco não perdoou e ampliou o resultado para 6 x 2 com Kaká, que recebeu pela direita e chutou rasteiro para vencer o goleirão do Opalas. A todo vapor, poucos minutos depois, o Rabisco aumentou ainda mais a vantagem marcando o sétimo, mais uma vez com Ozil. O artilheiro do jogo recebeu na entrada da área, dominou, driblou um e bateu com categoria de chapa no canto para marcar seu quarto gol na partida.
Após tomar quatro gols na segunda etapa, o Opalas acordou e decidiu ir para cima, já que não tinha mais nada a perder. Logo depois de tomar o sétimo, a equipe diminuiu com Froio, em chute forte no canto. Em seguida, Tevez fez bonito e diminuiu para 7 x 4 o marcador. O camisa 9 deixou um no chão, driblou outro e chutou de biquinho no canto.
Entretanto, cortando a possível reação do Opalas, o Rabisco conseguiu marcar o oitavo gol com BB Chapeleiro, que dividiu na área e, com raça, deixou o seu. Na parte final da segunda etapa, após desentendimento, Rafinha e Jalesinho tomam cartão.
No finalzinho, o Opalas foi para cima e conseguiu marcar dois gols. O primeiro com Froio, que recebeu na área em lance de falta; o segundo com Tevez, que recebeu ajeitada de Thiaguinho, driblou um e, cortando para esquerda, chutou forte para o fundo do gol. Entretanto, já não dava mais tempo para uma possível reação do Opalas.
Com o placar final marcando 8 x 6 a favor do Rabisco, os dois times apenas inverteram as posições finais na zona da degola e terminaram o campeonato rebaixados para a próxima edição do Chuteira de Aço.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Cachorro Velho 2 x 6 Bonde dos Abelhas
BONDE JOGA BEM E GOLEIA CACHORRO VELHO
Com hat-trick de Maca, BDA não encontra dificuldades para vencer Cachorro Velho e termina primeira fase em terceiro
Por João Paulo Bueno
Com a terceira colocação garantida, o Bonde jogou o último jogo com muita tranquilidade. Como o Roleta Russa havia ganhado do Invictus, o Camelo vencido o Maciota´s e o Bacaninha perdido para o líder Camaro, o Cachorro Velho estava garantido na quarta colocação. O jogo foi muito calmo e como não era confronto direto, o Bonde se soltou e jogou muito bem.
A partida começou com o Bonde rolando a bola na saída para Leandrinho, que encheu o pé e assustou PH. O BDA apertou a marcação e não deu espaços para o Cachorro. Com 2 minutos de jogo, Maca encheu o pé de muito longe. PH chegou atrasado na bola, que acabou entrando.
O Cachorro não se abalou com o gol e foi para cima em busca do empate. Tupi levou sozinho para o ataque e chutou. Coqueiro fez uma bela defesa. Na sequência, mais um ataque do Cachorro e nova defesa de Coqueiro.
O BDA tocava a bola com muita facilidade. Após bate e rebate na área do Cachorro, a bola sobrou para Leandrinho, que chutou forte e ampliou o marcador com 4 minutos de jogo. Depois de falta ensaiada pela direita, Marco Antônio soltou uma bomba. A bola estava indo no ângulo direito, mas Coqueiro se esticou todo e fez uma linda defesa.
O jogo era muito corrido e as duas equipes criavam boas chances. Porém, o BDA era mais decisivo. Aos 17 minutos, Leandrinho roubou no meio de campo, foi levando até o ataque e chutou no canto direito, sem chances para PH. No último lance do primeiro tempo, o Bonde teve mais uma boa oportunidade. Galinha recebeu belo lançamento de Bruno e cabeceou firme. PH se jogou e salvou o Cachorro de tomar o quarto.
Na volta para o segundo tempo, o Cachorro Velho apertou a marcação e quase chegou ao gol, se não fosse pelas boas defesas de Coqueiro. O time puquiano tinha mais posse de bola no segundo tempo, enquanto o BDA marcava muito forte.
O Cachorro teve boa chance quando Marco Antônio rolou para Tupi que chutou forte. Coqueiro foi buscar mais uma e fez uma linda defesa. Nada passava pelo goleiro do BDA, que estava em uma tarde inspirada.
Aos 7 minutos do segundo tempo, Botana (que havia entrado no lugar de PH) deu rebote e a zaga do Cachorro vacilou. A bola sobrou para Maca, que ficou livre e com o gol totalmente aberto fez o quarto gol do BDA.
Depois do gol, o time dos Abelhas dominava o Cachorro Velho e aos 12 minutos Guarulhos recebeu na frente, cortou para a esquerda e chutou forte sem chances para Botana. Quatro minutos depois, Maca recebeu, limpou o marcador e chutou no canto esquerdo, sem chances para Botana, marcando o foi o sexto. Segundos depois, Cachorro conseguiu fazer seu primeiro gol. Chuck aproveitou a sobra e chutou no ângulo direito, desta vez sem chances para Coqueiro.
Com 18 minutos de jogo, novamente Chuck recebeu na cara do gol e colocou no canto esquerdo sem chances para Coqueiro. Com a vitória já garantida, o BDA tocou a bola esperando o apito do juiz. Antes de acabar o jogo o Bonde teve mais uma oportunidade de gol. Hulk apareceu no ataque pela direita e soltou a bomba. Botana, bem colocado, fez boa defesa.
Com a terceira colocação garantida, o BDA irá enfrentar o Toque Me Voy nas oitavas de finais. Já o Cachorro velho ficou na quarta colocação e graças as derrotas de seus rivais irá ter confronto complicado contra o Allianza, valendo a vaga para as quartas.
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