Graças ao artilheiro Danilo, No Bid consegue sua primeira vitória do campeonato e mantém viva a esperança de permanecer na Bronze
Por Renato Malaguti
No Bid e Xoras, como já era de se esperar, fizeram uma partida muito disputada, já que ambos os times estavam na rabeira e em situação pouco confortável – ao No Bid, a derrota podia significar Série Aço. Até então, o No Bid era o lanterna sem nenhuma vitória, enquanto o Xoras seguia em sétimo, mas só com 4 pontos. Paulão jogou bem e fez a diferença pelo lado do Xoras, mas não foi tão eficiente quanto Danilo, peça fundamental do No Bid, o jogador referência de ataque que levou o seu time quase que nas costas à vitória.
O jogo começou equilibrado. Nos primeiros dez minutos, os dois times atacaram. No primeiro lance, Danilo chutou de longe, antes do meio de campo, no canto esquerdo, mas o goleiro do Xoras fez boa defesa. Em seguida, em lance de falta, Fabio rolou para Leandro, em boas condições de chute, mas ele acabou pegando mal na bola e mandou por cima.
Do outro lado, o Xoras também levou perigo. Na primeira oportunidade, Carioca levou pela direita e tentou chutar duas vezes, mas em ambas foi travado pela zaga. Logo depois, após cobrança de lateral de Mingo, Carioca pegou bonito de prima, mas acabou mandando a redonda por cima do arco.
Ao desenrolar do primeiro tempo, ambos os times tentavam sair à frente no placar.
Com boa visão de jogo, Danilo cruzou a bola que ia na cabeça de Raphael Fleischmann, sozinho na área, mas antes disso Mingo afastou a redonda com uma cabeçada. Já o Xoras, em chute cruzado de fora da área, levou perigo com Paulão, mas a bola acabou indo ao lado do gol.
Em lance de contra ataque rápido, o Xoras construiu a primeira chance de real perigo do jogo. Em boa jogada trabalha, Paulão tocou para Matheo, que viu Mingo livre na direita e cruzou. O camisa 8, após receber sozinho na área, bateu cruzado, mas o goleiro salvou com o pé e impediu o No Bid de tomar o primeiro gol.
Em bonita tabela entre Alemão e Paulão, o camisa 11 chegou na área com a bola quase saindo, mas mesmo sem ângulo acabou batendo com certo perigo para fora. Também em contra-ataque, agora foi a vez do No Bid criar boa jogada. David recebeu pela direita, driblou um e chutou forte e rasteiro, mas o goleiro, bem posicionado, pegou.
Do outro lado, em cabeçada após cobrança de escanteio, Paulão quase abriu o placar para o Xoras, mas em cima da linha a zaga do No Bid afastou. Até então, as chances do Xoras eram melhores. Por este motivo, merecidamente após pressionar seu rival, o Xoras conseguiu sair na frente com Paulão, livre dentro da área, após cruzamento de Pato. Em seguida, foi a vez do próprio camisa 14 marcar após receber sozinho a bola em escanteio.
Na segunda etapa, assim como na primeira, o jogo começou com ataques de ambas as equipes. Em chute de longe, Paulão puxou para o meio e soltou o pé, mas a bola acabou pegando na trave. Do outro lado, Danilo roubou no campo ofensivo, deixou um pra trás, mas na hora do bate não pegou bem na bola e acabou chutando em cima do arqueiro.
Aproveitando cobrança de lateral, antes dos cinco minutos, Danilo desviou de cabeça no alto, diminuindo o placar em 2 x 1. Depois de diminuir, o No Bid começou a gostar do jogo e pressionou seu rival afim do empate. Renato recebeu pela direita e pegou de prima, acertando o canto, mas o goleiro tricolor conseguiu defender. Em seguida, Tholas recebeu na área próximo ao escanteio, e mesmo caindo conseguiu chutar, mas a bola passou ao lado com perigo.
Depois da pressão, merecidamente, o No Bid conseguiu empatar a partida, com gol de Renato após rolada de Danilo. O camisa 91 bateu no canto esquerdo do goleiro, que nem pulou.
A todo vapor, empolgado com o empate, o No Bid virou a partida para 3 x 2, com mais um gol de Danilo, que recebeu dentro da área e cabeceou alto. Devido a proximidade com o arqueiro, o mesmo não conseguiu pegar defender. Depois de tomar essa “virada relâmpago” o Xoras pediu tempo técnico.
Na volta, o No Bid não pareceu ter esfriado e conseguiu marcar o quarto, mais uma vez com Renato, que recebeu dentro da área e chutou rasteiro no canto para matar Igão. Mesmo ciente do bom momento do rival, o Xoras não se abalou e começou a ir para cima.
Em lance de escanteio, Alemão cabeceou firme, mas bem posicionado, o goleiro do No Bid encaixou. Entretanto, logo em seguida, após boa jogada com o pivô, Paulão recebeu pelo meio, girou, abriu para a perna direita e chutou cruzado para a conclusão de Matheo, que só precisou empurrar para marcar o terceiro do Xoras.
Com o placar marcando 4 x 3 em favor do No Bid, o Xoras começou a atacar fortemente seu rival. Em jogada individual, Matheo abriu para a esquerda e chutou forte, mas o goleiro do No Bid pegou. Mingo chutou de longe uma bola que tinha endereço, mas acabou desviando na zaga e foi para fora. Em seguida, após bom lance do Xoras, o jogador acabou perdendo a chance de empatar mandando a bola na trave sem goleiro.
Aproveitando melhor as oportunidades, assim que foi para o ataque após essa pressão do Xoras, o No Bid conseguiu marcar o quinto. Danilo recebeu em escanteio, viu o goleiro saindo e o chapelou com a cabeça. Depois, meio que dividindo a bola com o camisa 11 conseguiu, com muita raça, mandar a redonda para o fundo da rede.
Em seguida, faltando pouco para acabar, mais uma vez o Xoras diminuiu com gol de Paulão, que soltou o pé de longe na gaveta, marcando belo gol. Mas não dava mais tempo para o Xoras empatar ou virar. Graças a tarde inspirada de Danilo, o No Bid conquistou importante vitória em cima do Xoras.
Com esse placar, o No Bid ainda segue na lanterna com seus três primeiros pontos somados, enquanto o Xoras ficou em sétimo com a mesma pontuação do sexto, oTNT. No próximo sábado o time azul e vermelho pega o Roleta Russa Clássico, que também não segue boa fase. Também em um jogo de desespero, o No Bid pega o TNT.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA
Allianza Sagrado 5 x 4 Derrubada
ALLIANZA VENCE DERRUBADA E ASSUME A VICE-LIDERANÇA
Mesmo perdendo, Derrubada garantiu a sua primeira participação em uma fase final do Chuteira, enquanto o Allianza ficou a um passo das quartas-de-finais graças a Thozinho, que marcou no último lance do jogo
Por Renato Malaguti
A partida entre Allianza Sagrado e Derrubada foi quente. Além do placar apertado, diversas faltas e alguns desentendimentos – normais pelo ritmo do jogo – aconteceram. No primeiro tempo e por boa parte do segundo, o Allianza administrou boa vantagem, mas nos últimos minutos o Derrubada surpreendeu e conseguiu empatar. Contudo, no último lance do jogo, a jovem equipe do Allianza conseguiu vencer. Destaque para Thozinho e Arthur.
O primeiro lance do jogo aconteceu com o Derrubada em lance de falta, onde Favilla chutou forte com efeito no mesmo canto do goleiro, que fez bonita ponte e espalmou para o lado. Depois disso, o Allianza também atacou. Após receber boa bola sozinho dentro da área, Bruno acabou pegando muito embaixo da bola e mandou por cima do arco. Após perder boa oportunidade, ele deu um sorriso irônico e voltou para marcar.
Os dois times pareciam se estudar, mas ambos sempre atacavam.O Derrubada levou perigo com Tomi após cruzamento de Gabriel. Ao invés de bater de primeira, o camisa 30 dominou e antes de chutar e a zaga do Allianza interceptou. Em seguida, do outro lado, em sobra de bola, Arthur soltou o pé e acertou a trave, quase abrindo o placar a favor do Allianza.
Após ter criado algumas oportunidades mais perigosas, o Allianza conseguiu abrir o placar com Arthur, que recebeu lançamento longo do goleiro, dominou e chutou cruzado. Logo em seguida, a todo vapor, o Allianza ampliou o resultado para 2 xa 0 com bonito gol de Thozinho em cobrança de falta que no ângulo. O goleirão, que estava com a visão obstruída, nem pulou na bola.
Depois de abrir boa vantagem de dois gols, o Allianza continuou indo para cima. Aos treze minutos de jogo, implantando um estilo totalmente ofensivo, a jovem equipe marcou o terceiro, em lance de contra ataque onde Thozinho chutou, o goleiro deu rebote, e, de forma oportuna, Arthur empurrou para o fundo do gol, marcando o seu segundo na partida.
Após tomar três, o Derrubada decidiu finalmente acordar para o jogo. Em sobra de bola, Gabriel chutou forte no canto esquerdo do gol, mas Mussolino fez boa defesa, impedindo o primeiro do Derrubada. Em seguida, em bonita tabela, Chico recebeu de Gabriel, ficou de frente para o gol, mas na hora do arremate pegou mal e mandou a bola para fora.
Depois te atacar duas vezes com perigo, o Derrubada conseguiu diminuir o placar para 3 x 1 com gol de Favilla, que soltou o pé após rolada de bola. Depois do primeiro gol do Derrubada, o jogo ficou mais equilibrado.
De um lado, em contra-ataque, Decão tocou para Chico, que pegou pela esquerda um chute cruzado, mas a bola foi para fora. Do outro, em boa rolada de Ferzin, Arthur bateu forte, mas por cima do gol.
Continuando atacando, os dois times levaram perigo. Em contra ataque, Gabriel driblou o goleiro, mas na hora do bate, sem muito ângulo, mandou a bola para fora. Já o Allianza também atacou com Ferzin, que abriu para a perna direita e chutou rasteiro e fraco, facilitando a defesa do goleiro.
No segundo tempo, o jogo voltou extremamente pegado. Diferente da primeira etapa, o número de ataques diminuiu, mas as entradas duras e as faltas aumentaram. Os juízes, com um estilo de arbitragem europeu apitavam poucas faltas e por esse motivo o clima ficou bem quente. Thozinho, do Allianza, sempre reclamava sobre esse estilo dos árbitros de não marcarem falta. Ao decorrer do jogo, Ferzin, do Allianza, e Chico, do Derrubada, se desentenderam, se empurraram e ambos tomaram cartão amarelo. Ouvia-se de tudo. De um lado, o Allianza dizia que o Derrubada só batia; do outro, o Derrubada falava que a maioria dos jogadores do Allianza só se jogavam.
Gols e boas jogadas não eram criadas.
Ao decorrer do jogo, o Allianza marcou o quarto com Arthur, que recebeu pela esquerda e chutou rasteiro por debaixo das pernas do goleirão, se consagrando o destaque da partida.
A vitória do Allianza parecia certa, até os cinco minutos finais de bola rolando. De forma inexplicável, aos vinte minutos o Derrubada marcou o segundo gol com de Favilla, no rebote de chute de Garotto. Em seguida, diminuindo para 4 x 3, o time marcou outro, em lance de contra-ataque rápido que terminou nos pés de Decão, que driblou o goleiro e bateu para o fundo da rede.
Abalado com os dois gols relâmpagos, o Allianza pediu tempo. Entretanto, isso não foi suficiente para brecar a boa fase do Derrubada no jogo. Surpreendendo a todos, o time conseguiu empatar o jogo em 4 x 4 com Favilla, em bom passe de Garotto. Entretanto, no último lance do jogo, após sofrer o empate, o Allianza marcou o gol da vitória com Thozinho, que limpou dois e bateu colocado, fazendo bonito gol.
Empolgados com a vitória no último segundo, o Allianza vibrou muito. O goleirão até foi tirar um sarro com o time do Derrubada, desrespeitando parte da comissão técnica. Uma atitude um tanto quanto amadora. Com esta vitória, o Allianza segue em segundo, enquanto o Derrubada ficou em quarto. No próximo sábado o Derrubada pega o Peneira, primeiro colocado do grupo, enquanto o Allianza enfrenta o Toque Me Voy.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA
TáLigado 7 x 2 Roleta Clássico
TÁLIGADO GOLEIA MAIS UMA VEZ E DEIXA ROLETA CLÁSSICO NA DEGOLA
“Boca Juniors da Bronze” não dá chances ao time de Baru, e coloca roletas na zona de rebaixamento, faltando duas rodadas para o fim
Por Renato Malaguti
Comprovando o favoritismo, o TáLigado jogou muita bola e evitou qualquer tipo de zebra. A equipe dominou o jogo, conseguindo uma importante vitória em cima do Roleta Russa Clássico. Luis Fernando, destaque individual do Tá Ligado, junto com Lukinhas, fizeram a diferença. Entretanto, como afirmou o manager Baru, “na fase em que o Roleta está, qualquer um faz a diferença em cima de nós”.
Desde o começo, o TáLigado jogou melhor. No primeiro lance, aos 4 minutos, a rede foi balançada a favor do TáLigado. Tiagão encontrou Gabriel dentro da área, livre de marcação e com calma, o camisa 7 chutou no canto para marcar o primeiro. Cinco minutos depois, em lance de escanteio, Lukinhas bateu de prima no cantinho para marcar o segundo do TáLigado.
Em lance de contra ataque, Leandro driblou um e tocou para Egídio, que chutou cruzado para fora. Em seguida, em falta clara, Ranalli, do Roleta, tomou cartão amarelo após pegar o Chiarella.
Aproveitando o jogador a mais, o TáLigado foi para cima e conseguiu ampliar a vantagem para 3 x 0, novamente com Lukinhas em chute de longe forte que acertou o cantinho, matando o arqueiro.
Após tomar os três, o Roleta acordou para a partida e o jogo ficou um pouco mais equilibrado. Em chute de longe, Chiarella soltou o pé e o Guaraná defendeu. No rebote, Lukinhas ficou cara a cara, mas o goleirão conseguiu salvar o Roleta de tomar o quarto. Do outro lado, em lance de escanteio, Nação pegou de primeira e acertou o chute forte e alto para diminuir o placar para 3 x 1. No último lance da primeira etapa, Nação ainda levou perigo em cobrança de falta colocada que foi ao lado do gol.
No segundo tempo, assim como no primeiro, na primeira oportunidade de gol o TáLigado marcou. Luis Fernando recebeu, viu o goleiro saindo e bateu de cobertura para marcar o quarto do TáLigado. Na raça, Ranalli do Roleta ainda tentou tirar mas sem muito sucesso. Em seguida, mais uma vez o camisa 11 levou perigo ao gol do Roleta. Após receber bom passe na frente, o ex-profissional chutou cruzado e rasteiro, mas Guaraná defendeu com o pé.
Para piorar a situação do Roleta, Flávio tomou cartão amarelo. Contudo, surpreendendo a todos, mesmo com um a menos a equipe conseguiu diminuir o resultado para 4 x 2 com bonito gol de Vallejo, que de longe, abriu para direita e soltou o pé, acertando o cantinho.
Entretanto, o TáLigado não deixou seu rival gostar do jogo e, não se abalando com o gol tomado, continuou indo para cima. Mais uma vez Luis Fernando levou perigo contra o gol do Roleta com chute de perna esquerda, que acertou a trave.
Também em chute de longe, mas com pouco mais de pontaria, Tosi surpreendeu e marcou o quinto do TáLigado. A bola foi tão no canto que bateu na trave antes de entrar. Logo em seguida, a todo vapor, o TáLigado conseguiu marcar mais um, com jogada iniciada por Luis Fernando, que passou por dois e tocou para Nakano, livre de marcação, só empurrar para o gol.
Depois de boa jogada individual de Chiarella, Gabriel recebeu livre dentro da área e acertou a trave, quase marcando o sétimo. Nas tentativas do Roleta, a zaga do TáLigado travava o chute. Em uma das divididas, Gabriel acabou tomando cartão amarelo. Aproveitando o homem a mais, o Roleta até tentou ir para cima, mas sem muito sucesso. Em chute de longe, Vallejo bateu com força, mas o arqueiro espalmou. Em seguida, Nação recebeu escanteio na direita e chutou forte para fora.
Faltando menos de cinco minutos para o apito final, o TáLigado acertou mais uma vez a trave com Luis Fernando em cobrança de falta rolada de Gabriel. No último lance do jogo, após vacilo do goleiro do Roleta que saiu jogando errado, Chiarella pegou e fez o sétimo do TáLigado para fechar a goleada.
Com esse resultado o Roleta Russa Clássico ficou em nono, enquanto o TáLigado segue em terceiro. Na próxima rodada, o Roleta pega o Xoras, tendo a possibilidade de sair da zona de rebaixamento, enquanto o TáLigado pega o Corleone, quinto na tabela.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA
Corleone 3 x 6 Peneira
PENEIRA LEVA SUSTO, BUSCA VIRADA E VENCE CORLEONE
Em partida digna de primeiros colocados, Peneira consegue ser superior no segundo tempo e fica a uma vitória do acesso à Prata
Por Renato Malaguti
Uma partida digna de primeiros colocados. No primeiro tempo, o equilíbrio ficou evidenciado. Em grande parte do segundo, também. Entretanto, mostrando o motivo de estar invicto no campeonato, o Peneira jogou muita bola na segunda parte do segundo tempo, e com isso, soube conquistar a vitória em cima do qualificado Corleone.
Logo no começo do jogo, Mamá fez um golaço acertando uma pancada de longe no ângulo direito de Oscar Velasquez, que pouco pode fazer. Após tomar o gol, sem sofrer por isso, o Peneira pressionou o rival atrás do empate. Em bola rolada por Anderson Silva, Willian chutou forte. A redonda tinha endereço, mas acabou batendo na zaga do Corleone e depois foi para fora. Em seguida, em jogada aérea, Anderson Silva dominou bonito e virou uma bela bike, mas acabou acertando ao lado do arco.
Depois dos dois ataques perigosos, o Peneira conseguiu igualar o placar em 1 x 1 com gol de Willian, que recebeu pela esquerda, driblou um, deixou outro no chão e dividiu com o goleiro, levando a melhor. Depois do Peneira ter empatado, o Corleone foi para cima para mais uma vez ficar a frente no placar. Após bom passe de Edu, Fabio pegou de primeira e acertou a trave, levando perigo ao gol do Peneira. Logo depois, aproveitando vacilo do zagueiro Luciano, Edu ficou com a bola, driblou um e marcou o segundo do Corleone.
Entretanto, sem dar tempo do seu rival comemorar, o Peneira conseguiu igualar o marcador mais uma vez, agora com Jorge, que recebeu em contra ataque e bateu por debaixo da perna do goleiro. Notava-se o quanto a partida estava disputada. Nenhum dos dois times conseguiu sequer abrir uma vantagem de dois gols e em menos de quinze minutos de bola rolando o jogo já tinha sido empatado duas vezes. Após o segundo empate, a partida continuou equilibrada.
De longe, aproveitando sobra de bola, Edu encheu o pé no canto, obrigando o goleiro do Peneira a fazer boa defesa. Do outro lado, Cafu recebeu pela esquerda, mas na hora do bate foi travado pela zaga do Corleone. Em seguida, em lance de escanteio, Willian chegou de trás, pegou de prima e acertou a trave a favor do Peneira.
No último lance do primeiro tempo, em mais uma falha de Luciano, Pedro Daniel roubou, carregou a bola e chutou rasteiro para marcar o terceiro do Corleone, dando a seu time a vitória parcial. “Dois gols que você deu pros caras, meu!”, gritou o técnico do Peneira, indignado.
Na volta para o jogo, logo no inicio do segundo tempo, o Peneira conseguiu empatar com Anderson Silva, em belíssimo gol de voleio. O destaque individual do Peneira recebeu escanteio e, sem pensar duas vezes, vez a acrobacia acertando a bola no cantinho.
O Corleone, em escanteio, levou perigo com Mamá, que pegou de prima mas mandou por cima. Mas, depois, o Peneira começou a gostar do jogo e envolveu o time do Corleone. Com bom cruzamento de Willian, Juninho cabeceou sozinho, mas em cima do arqueiro, facilitando a defesa. Depois, em lance polêmico, Anderson Silva caiu dentro da área e pediu falta, mas o juiz mandou seguir.
Aproveitando a boa fase, o Peneira continuou indo para cima. Aproveitando sobra de bola, Arnaldo bateu forte e rasteiro, mas o goleirão do Corleone conseguiu salvar. Após tomar essa pressão, de forma sábia, o Corleone pediu tempo. Na volta, o Peneira continuou imprimindo o rápido estilo de jogo.
Em lance de contra ataque, Jorge driblou um e cruzou para Udo que, livre de marcação e de frente pro gol, acabou mandando para fora, perdendo a chance de colocar o Peneira à frente no placar. Pondo fogo na partida, Cafu tomou cartão amarelo e o time ficou com um a menos durante dois minutos. Mesmo assim, contrariando as expectativas do Corleone, a equipe continuou indo para cima, mostrando o poder ofensivo que possui.
Em sobra de bola, Jorge ficou de frente para o gol, mas tentou fazer bonito e acabou perdendo a oportunidade. Do lado de fora a torcida reclamava com o atacante, dizendo que ele só sabe enfeitar.
Após pressionar seu rival, o Peneira conseguiu aplicar a virada aos 18 minutos com Mario Luiz em chute forte de fora da área. Poucos minutos depois, Anderson Silva fez mais um golaço, dessta vez pegando de prima e acertando o ângulo esquerdo do gol.
Com dois gols de vantagem em cima do Corleone, o Peneira continuou indo para cima. Faltando pouco para acabar, Pedro Daniel tomou amarelo. Valorizando o jogador a mais, o Peneira fechou a goleada em 6 x 3 com gol de Mario, que recebeu sozinho de frente e bateu no canto. No finalzinho, mesmo ganhando por três gols, mostrando o devido respeito pelo seu rival, o Peneira pediu tempo técnico. Na volta, o time se fechou e levou a vitória.
Com este resultado, o Peneira segue invicto em primeiro enquanto o Corleone ocupa a quinta colocação, já que, da segunda a quinta colocação, há só dois pontos de diferença. Na próxima rodada o Peneira pega o Derrubada, quarto na tabela enquanto o Corleone enfrenta o TáLigado. Se o Peneira vencer, estará classificado para o próximo Chuteira de Prata.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA
TNT 3 x 1 Toque Me Voy
NA RAÇA, TNT SURPREENDE E VENCE TOQUE ME VOY
Sem destaques individuais, mas com muito trabalho em equipe, o time azul e preto vence a segunda e deixa zona da degola
Por Renato Malaguti
O time do TNT não é um dos mais qualificados do Grupo A do Chuteira de Bronze e isso é fato. A verdade é refletida até mesmo na tabela. Em sete jogos, a equipe só conseguiu duas vitórias. Mas essa duas vitórias foram conquistadas por meio de muito suor e raça, característica que está presente na equipe, principalmente nas últimas partidas realizadas. Não foi diferente na tarde desse último sábado, contra o Toque me Voy. Sem destaques individuais, mas com muita vontade, a equipe conquistou a vitória suada e somou dois importantes pontos na tabela.
No começo, o Toque me Voy levou perigo com chute forte de longe de Luizinho, mas a bola foi no meio, e o goleiro do TNT conseguiu defender, espalmando para frente. Do outro lado, respondendo a altura, o TNT foi para cima com chute de Fefo, que mesmo travado, foi no canto com perigo, mas dessa vez foi o goleiro do Toque que impediu a primeira alteração do placar.
Ao decorrer da primeira etapa, o Toque me Voy atacou muito mais do que o TNT. Após receber pela esquerda, Bruno Ferrari – referencia de ataque e destaque individual do Toque me Voy – encheu o pé, mas acabou pegando muito embaixo da bola, que acabou indo por cima do arco.
Em seguida, de novo Bruno Ferrari puxou ataque pelo meio, abriu para a direita e novamente soltou o pé, mas dessa vez, a bola explodiu na zaga do TNT.Comprovando a melhor fase da partida, o Toque me Voy continuou atacando, enquanto o TNT continuou defendendo.
Confundindo a zaga rival, dessa vez Bruno Ferrari puxou para a esquerda e bateu de perna trocada no canto, mas o Cris fez boa defesa, salvando a equipe de levar o primeiro. Poucos minutos depois, Renê chutou cruzado com perigo ao lado do arco.
Entretanto, comprovando duas máximas do futebol: a de quem não faz, toma e a de que o melhor ataque é a defesa, aos vinte e dois minutos o TNT abriu o placar da partida. Rapha Bernardes puxou pela direita, cruzou para Pedro Paulo, livre de marcação, só empurrar.
No segundo tempo, os dois times começaram ofensivos. O TNT começou atacando e levando perigo ao gol do Toque me Voy. Em chute de meia altura no canto esquerdo, o TNT obrigou goleirão do Toque a se esticar todo para impedir o segundo gol.
Em seguida, após desentendimento, Renê e Puff tomaram cartão amarelo. Com dois jogadores a menos, uma de cada equipe, o jogo ficou mais equilibrado. De um lado, Dede recebeu na ponta esquerda e chutou de bico no canto, mas Cris salvou. Aos cinco minutos, para incendiar a partida, Bruno Ferrari recebeu pela direita, driblou um e bateu de esquerda, igualando o placar em 1 X 1.
Entretanto, não deixando seu rival comemorar o empate, o TNT ficou mais uma vez à frente. Em lance de escanteio, Carlão mandou para Puff, que entrou sozinho na área enchendo o pé, impossibilitando qualquer chance de defesa. O jogador comemorou muito com o restante da sua equipe que invadiu o campo durante alguns segundos.
Após novamente ficar em desvantagem, o Toque foi para cima. Bruno Ferrari recebeu pela esquerda, chutou de direita no canto, mas a bola acabou indo ao lado, com perigo. O Toque continuou indo para a cima, mas a zaga do TNT, bem fechada, estava tirando a maioria das bolas. A cada uma que era afastada, o time vibrava com muita raça.
Vendo as tentativas do seu rival, o TNT pediu tempo técnico. Na volta, Bruno Ferrari não gostou da marcação do juiz e acabou xingando-o, tomando assim cartão amarelo. Mesmo depois da paralisação e do Toque ter ficado com um a menos, o TNT teve uma postura defensiva. Destaque para Rapha Bernardes, que marcava com raça e determinação e a cada bola tirada vibrava como se tivesse feito um gol.
Aos vinte minutos, Roberto recebeu passe dentro da área, sozinho, mas acabou chutando para fora, perdendo a chance de empatar a partida. Após perder o gol, o camisa 6 levou as mãos a cabeça, lamentando-se.
No finalzinho, para decretar de vez a vitória o TNT, Pedro Paulo tirou todas as esperanças do Toque em belíssimo gol de cobertura, após receber lançamento em contra-ataque. Na raça, marcando muito bem, o TNT conseguiu a vitória apertada em cima do Toque me Voy.
Com o resultado, o TNT subiu para sétimo com 4 pontos, enquanto o Toque me Voy ficou em sexto, com dois. Na próxima rodada o Toque me Voy enfrenta a jovem equipe do Allianza Sagrado, que está em segundo na tabela, enquanto o TNT pega o lanterna No Bid.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA
Rabisco 2 x 7 Invictus
INVICTUS GOLEIA, ESPANTA O FANTASMA DO REBAIXAMENTO E AFUNDA O RABISCO
No clássico dos desesperados, Invictus vence com a volta de Ragazzo, abre boa vantagem e rebaixa o Rabisco para a Aço
Por João Paulo Bueno
Depois da vitória heroica nos últimos minutos contra o Cachorro Velho, o Invictus queria manter o bom momento e sair de vez da zona de rebaixamento. A vítima da vez seria o Rabisco, que buscava fazer o que não havia feito o campeonato todo: vencer. Só a vitória interessava para o time da faixa azul e a derrota poderia significar o rebaixamento. O retorno de Ragazzo motivou o Invictus e rebaixou o Rabisco, que não pode fazer nada para deter a goleada.
O jogo começou com o Invictus partindo para o ataque. No primeiro lance de jogo, Ragazzo, que havia retornado a equipe depois de um longo período de recuperação, recebeu na ponta esquerda da área e chutou para fora. Novamente no ataque, o Invictus apertou a marcação e conseguiu roubar a bola. Ragazzo recebeu na área, fez o desvio e matou Oga, abrindo o placar aos 50 segundos de jogo.
Ao tomar o gol, o Rabisco partiu para o ataque. Em falta pela esquerda, Özil cobrou com muita força e a bola explodiu no travessão, assustando Henrique. O Rabisco tomou conta do jogo e começou a pressionar o Invictus. Aos 5 minutos, Kaká recebeu na cara do gol e tocou para Murilo, livre, fazer o gol de empate.
O Rabisco continuou no ataque e o mesmo Murilo, arrancou pela esquerda e chutou. Henrique bem posicionado fez uma boa defesa. No outro lado era Ragazzo que infernizava a vida da defesa adversária. O camisa 9 recebeu, brigou pela bola com o defensor e chutou para fora.
As duas equipes jogavam bem e a partida era muito equilibrada. Ambos os times tinham boas chances. O Rabisco era pouco superior, mas não passava pela forte marcação imposta pelo Invictus. Raito roubou a bola, ficou cara a cara com o Oga, que fechou o gol e jogou a bola para escanteio. Na cobrança Rodrigo fez o desvio e a bola sobrou na esquerda para Gabriel, que encheu o pé no ângulo direito de Oga, que não pode fazer nada para evitar um lindo gol.
No final do primeiro tempo só dava o Invictus, que dominava o Rabisco. No último lance, Rodi fez um belo drible pela direita e deixou Rodrigo cara a cara com Oga. No chute, o camisa 11 chutou em cima do goleiro e perdeu um gol feito.
O Rabisco voltou com força total para o segundo tempo. Murilo recebeu na pequena área e encheu o pé. Henrique muito bem colocado defendeu a bola, que ainda bateu na trave e foi para fora. O Invictus fez muitas faltas no início do segundo tempo e chegou a ficar com dois jogadores a menos quando Paulão e Brunão tomaram cartão amarelo. O Rabisco, com dois a mais, partiu para cima com tudo. O único jeito que o Invictus encontrou para impedir o adversário foram as faltas, e com 12 minutos de jogo, o time do capitão Edgar chegou a 7º falta.
O Rabisco não aproveitou a vantagem numérica e no contra-ataque pela esquerda, Raito chutou cruzado sem chances para Oga, ampliando a vantagem do Invictus aos 13 minutos. Depois do gol, o capitão Edgar fez a oitava falta. Özil encheu o pé no tiro de 7 metros, mas parou nas mãos de Henrique que vinha fazendo um bom jogo.
O jogo pegou fogo quando Dani Jales se irritou com Gabriel e quase arranjou briga. Depois da confusão, o árbitro expulsou o camisa 8 e dificultou ainda mais a vida do Rabisco. Com um a mais o jogo ficou mais fácil para o Invictus. Mutssa avançou pela esquerda e tocou para Ragazzo que recebeu, girou em cima do marcador e fez seu segundo gol da partida. Segundos depois novamente Mutssa levou pela direita e chutou cruzado ampliando o placar para 5 x 1, com 17 minutos do segundo tempo.
Com a vitória garantida e com um a mais o Invictus fez muitas substituições. O Rabisco não desistiu do jogo e partiu para o ataque. Murilo partiu pelo meio e fuzilou Henrique para diminuir o placar. Um minuto depois, Rocha recebeu no meio e fez o sexto gol do Invictus.
Faltando 5 minutos para o fim da partida, o Rabisco partiu com todo para o ataque e não tinha mais defesa. No contra-ataque o Invictus chegou a ficar várias vezes com três jogadores cara a cara com o goleiro e todos paravam em Oga que se tornou uma muralha no final da partida. Oga só não conseguiu segurar quando Dennis Faust recebeu de Bento (que dizem por aí que amarelou na hora de chutar) perto da trave direita. O camisa 7 chutou no poste, para o desespero do ilustre torcedor e eterno camisa 11 Lucas P.. Porém, no rebote, Dennis fez o sétimo gol do Invictus, decretando o rebaixamento do rival.
Com a vitória o Invictus abriu 3 pontos para os adversários e saiu da zona de rebaixamento. O time do capitão Edgar, mostrou ter um elenco de muita raça e mostrou ser um forte time para continuar na Bronze. Na próxima rodada, o Invictus terá mais um grande desafio e poderá garantir sua permanência na Bronze se vencer o Bacaninha. Já o rebaixado Rabisco irá cumprir tabela com o Roleta Russa.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA
Roleta Russa 3 x 2 Cachorro Velho
ROLETA VIRA SOBRE CACHORRO E SE AFASTA DA DEGOLA
Após estar perdendo por 2 gols, roletas viram o jogo e abrem 3 pontos da zona de rebaixamento
Por João Paulo Bueno
O Roleta Russa vinha de quatro derrotas seguidas e queria dar um basta na sequencia negativa. O adversário era o Cachorro Velho, que não vencia havia dois jogos e queria reencontrar o bom futebol apresentado no início do campeonato. O jogo foi muito equilibrado. O time puquiano chegou a dominar o primeiro tempo e abriu boa vantagem, mas no final o Roleta conseguiu a virada e jogou o Cachorro Velho para a sexta colocação do grupo.
O jogo começou com as duas equipes tocando bola esperando a brecha da defesas adversárias. O jogo era morno, até que Raphinha recebeu cruzamento e pegou de voleio. Edu bem colocado fez a defesa com tranquilidade. O time puquiano pressionava a saída de bola do Roleta. Moreno recebeu na direita e chutou forte. Edu fez bela defesa e a bola ainda bateu no travessão antes de sair.
O Roleta chegou ao ataque com Ceron, que levou a bola pelo meio e arriscou. A pelota foi para fora, sem perigo ao gol de Botana. No lance seguinte o Cachorro chegou com perigo quando Thiaguinho ficou cara a cara com Edu e chutou em cima do goleiro.
A partida estava em aberto, e os dois times tinham chances de gol, mas foi o Cachorro Velho que conseguiu abrir o placar aos 12 minutos de jogo. Tupi aproveitou a saída errada e fuzilou Edu, que não pode fazer nada para evitar o gol.
Depois do gol, o time do Cachorro assumiu o controle da partida, enquanto o Roleta só se defendia. O time puquiano tocava a bola procurando uma brecha da defesa do Roleta que estava muito bem. Raphinha levou pela esquerda e tocou na ponta para Barbieri, que sem marcação chutou cruzado para ampliar a vantagem.
O Roleta só conseguiu uma oportunidade clara no final do primeiro tempo. Folha levou pelo meio e chutou no canto direito de Botana, que se esticou todo e salvou o Cachorro de tomar o primeiro gol. Aos 22 minutos, o Roleta deu início à virada. O zagueiro Preto foi para o ataque e recebeu boa bola no meio da pequena área. Com a marcação em cima, fez o giro e caindo chutou sem chances para Botana.
O Cachorro voltou para o segundo tempo com um reforço importante. O zagueirão Marco Antônio chegou para tentar segurar o resultado. Lembrando que o jogador fez parte do plantel do adversário por um longo período. O time puquiano começou melhor. Raphinha cobrou lateral para Tupi, que aproveitou a sobra e chutou. A bola explodiu no pé da trave esquerda.
O Cachorro continuava melhor no jogo, mas o Roleta Russa não desistiu. Aos 5 minutos de jogo, Arthur levou pela direita e cruzou. Folha apareceu no meio da área e de carrinho empurrou para o gol, empatando. O Roleta era outro time após fazer o gol de empate e com a entrada de Arthur, que desequilibrava a partida no momento, chegou perto da virada. O camisa 95 levou pela direita, mas na hora da finalização acabou tirando muito do goleiro.
O time do Roleta Russa era pura pressão e aos 11 minutos conseguiu virar o jogo. Bruninho tabelou com Padilha. o camisa 36 tocou para Thales, que com o gol escancarado não desperdiçou a oportunidade e fez o terceiro do Roleta.
Depois que tomou o gol o Cachorro Velho caiu muito de rendimento e não conseguiu jogar. O Roleta aproveitou e tocou bola durante muito tempo. O time puquiano tentou o empate, mas a defesa do Roleta não deu chances.
Com a vitória, o Roleta abriu vantagem sobre o Opalas e está mais tranquilo na classificação. Na próxima semana o time do lendário Baru irá enfrentar o já rebaixado Rabisco, em busca da permanência na bronze e quem sabe até conseguir uma vaga para os playoffs. O Cachorro Velho, por outro lado, caiu muito de rendimento nas ultimas três rodadas e pode até ficar fora do mata-mata. Na próxima rodada, o Cachorro irá enfrentar o Maciota’s.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA
Maciota’s 9 x 2 Opalas
COM UM A MAIS, MACIOTA’S TEM JOGO FÁCIL E GOLEIA OPALAS
Maciota’s não encontrou dificuldades para atropelar o Opalas, que jogou com 6 jogadores partida inteira e goleiro improvisado
Por João Paulo Bueno
O Opalas estava em posição complicada na tabela e justamente quando não podia vacilar, acabou vacilando. Sem seus três goleiros e seus reservas, o Opalas começou a partida com apenas cinco jogadores em quadra. O Maciota’s queria voltar a vencer depois de tomar uma goleada na semana passada para o líder Camaro. Com força total partiu para cima, não deu chances para o rival e afundou o Opalas, deixando o time do carrão antigo em situação complicadíssima no campeonato.
O jogo começou com o Opalas partindo para o ataque, mesmo com um jogador a menos. Kinhas chutou firme de longe e obrigou Loba a fazer a defesa. Sabendo que tinha muito espaço para jogar, o Maciota’s tocava a bola tentando abrir o Opalas, até que Alê ficou cara a cara com Leo Chaves. O goleiro improvisado não teve medo e fechou o gol.
O Maciota’s apertava a marcação e queria fazer o primeiro gol logo no início da partida. Aos 4 minutos de jogo, Alê sofreu falta a dois passos da pequena área. O camisa 10 partiu para a batida e fuzilou Leo Chaves, que não viu a cor da bola e não pode evitar o primeiro gol dos Maciota’s. Um minuto depois de tomar o gol, o Opalas partiu para o ataque. Em cruzamento, Raphinha antecipou o marcador no primeiro pau e diminuiu o placar para o time do carro antigo.
O Maciota’s não sentiu o gol e partiu para cima do Opalas. O time de branco aproveitava a vantagem numérica e jogava com muita facilidade. O único problema era que quando chegava ao ataque, não finalizava bem. Aos 14 minutos de jogo o Maciota’s de tanta pressão chegou ao gol. Jerry recebeu lançamento e Leo Chaves saiu muito mal do gol. A bola sobrou para o próprio Jerry que encobriu o goleiro e fez o segundo. Um minuto depois, Kaio lançou Alê, que atrapalhou a visão do goleiro e fez o terceiro.
O Maciota’s dominava o jogo e aos poucos o Opalas foi cansando. No final do primeiro tempo, o Maciota’s buscou ampliar o marcador e aos 20 minutos André chutou e Leo Chaves defendeu. No rebote, Alê muito bem colocado dominou e chutou com o gol totalmente aberto, fazendo o quarto.
Na volta para o segundo tempo, o Maciota’s voltou com vontade de aplicar uma goleada. Com um minuto de jogo, no primeiro lance de perigo, Kaká recebeu na esquerda e fuzilou Leo Chaves colocando mais um gol na conta.
O Maciota’s não dava nenhuma chance para o Opalas que não podia fazer nada. Leo Chaves estava tomando muito sufoco, até conseguia fazer algumas defesas, mas não conseguiu segurar o Maciota’s que não se contentava com o resultado e queria mais. Leo Chaves deu rebote e Nery aproveitou. O goleiro se recuperou e fez uma linda defesa. Na continuação da jogada, Nery recebeu no meio da área e chutou no canto direito, desta vez sem chances para o goleiro improvisado.
O Opalas chegou ao ataque com Rafael, que levou pela esquerda e chutou cruzado. Loba defendeu, mas deu rebote. Kinhas aproveitou e chutou no contra pé de Loba, que se recuperou na jogada e fez uma linda defesa. O Maciota’s fazia muitas faltas até que chegou a 8º, dando de graça uma boa oportunidade de gol para o Opalas. Raphinha soltou o foguete no meio do gol e Loba fez boa defesa.
Depois do susto, André lançou para Kaio, que cabeceou firme, ampliando a goleada para o Maciota’s. No lance seguinte, Alê recebeu de frente para o gol e encheu o pé para fazer o oitavo gol do time de branco. Faltando 2 minutos para o fim da partida, ainda teve tempo para o Maciota’s fazer uma falta e dar um tiro livre para o Opalas. Desta vez quem cobrou foi o goleiro improvisado. Leo Chaves foi para a batida e encheu o pé no canto esquerdo, sem chances para Loba. No último lance do jogo, Kaio cobrou escanteio e André subiu sozinho para cabecear firme e finalizar a partida em 9 x 2.
Com a vitória o Maciota’s agora fica a quatro pontos do vice-líder Bonde dos Abelhas. Na próxima rodada irá enfrentar o Cachorro Velho, que está em declínio e dependendo do resultado do jogo do Camelo, poderá se tornar o terceiro colocado do grupo. Por outro lado o Opalas está em situação complicadíssima. O time tem apenas 6 pontos e está na zona de rebaixamento. Na próxima terá a difícil missão de parar o Camaro, que não perde desde a primeira rodada. Se perder, o Opalas poderá dizer adeus a Bronze e terá de pensar na Aço no próximo semestre.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA
Bacaninha 4 x 2 Camelo
BACANINHA SURPREENDE CAMELO E PERMANECE VIVO NA COMPETIÇÃO
Em jogo muito equilibrado, o Bacaninha não deu espaço para o Camelo e conquistou uma vitória muito importante, continuando na disputa pela classificação
Por João Paulo Bueno
Bacaninha e Camelo protagonizaram um dos jogos mais pegados e equilibrados da rodada. Enquanto o Camelo queria a vitória de qualquer jeito para continuar sonhando com a liderança do Grupo B, o Bacaninha queria a vitória para abrir vantagem da zona de rebaixamento. O time dos bacanas abriu vantagem depois de um primeiro tempo muito nervoso. No segundo tempo, o Camelo buscou o empate, mas a forte marcação do Bacaninha não deu chances e dominou o time da pizzaria.
O jogo começou muito truncado, as duas equipes disputavam a bola com muita intensidade e a primeira boa oportunidade de gol veio com Simões, que arriscou de longe e Henrique defendeu com facilidade.
O Camelo foi para o ataque. Jaka roubou a bola e colocou no canto esquerdo de Gamito, mas a redonda foi para fora. O time da pizzaria chegou mais uma vez com Cris Dantas, que recebeu escanteio e tentou encobrir o Gamito, que muito bem colocado defendeu.
O Camelo jogava melhor no início do primeiro tempo, mas não conseguiu finalizar com eficiência. O time da pizzaria apertou a marcação e não deixou o Bacaninha sair com a bola. Quando conseguiu, não aproveitou e acabou perdendo boas oportunidades de gol.
No final do primeiro tempo o Bacaninha pressionou o Camelo. Murilo Corrêa roubou a bola, levou pela esquerda e no chute parou nas mãos de Henrique. O Bacaninha continuou pressionando o time da pizzaria até que aos 19 minutos, Simões recebeu um belo passe de Raphael e ficou cara a cara com Henrique. O camisa 8, com a maior tranquilidade, colocou no canto esquerdo sem chances para o goleiro.
O Camelo não se abalou e partiu com tudo para tentar o empate no primeiro tempo. O time da pizzaria tentou de todas as maneiras, mas parou nas mãos de Gamito, que vinha fazendo ótimo primeiro tempo. No último lance, Kadu teve boa oportunidade ao cobrar falta pela esquerda. O camisa 18 cobrou com muita força e a bola explodiu no travessão, assustando o Bacaninha.
No segundo tempo o Camelo voltou da mesma forma que havia terminado o primeiro: apertando a saída de bola do Bacaninha. Jaka roubou a bola no meio de campo e sofreu falta dura de Gabriel, que tomou o cartão amarelo. No power play o Camelo conseguiu empatar o jogo. Em cobrança de escanteio, Lio desviou para o meio da área e defesa do Bacaninha afastou o perigo, mas a bola sobrou para o Kadu, que encheu o pé e empatou a partida.
Depois do gol de empate, o jogo voltou a ficar muito pegado e as equipes não conseguiam jogar. O Bacaninha apertou a saída de bola do Camelo de uma forma impressionante. O time da pizzaria não conseguia tocar a bola nem mesmo no campo de defesa. A pressão foi tanta que aos 12 minutos do segundo tempo, após escanteio, Lê Leme subiu mais que todo mundo e fez o gol.
O Camelo sentiu o gol e não conseguiu mais jogar. Faltando 7 minutos para o fim, o jogo ficou emocionante. O time da pizzaria tentava de todas as maneiras buscar o gol de empate, mas parou na forte marcação do Bacaninha. Para piorar a situação, Luciano roubou a bola e tocou para Murilo Corrêa, que só deu um toquinho e tirou de Henrique, ampliando a vantagem.
O Camelo não desistiu do jogo e diminuiu a diferença para apenas um gol dois minutos depois, quando Kadu cobrou lateral para Michel, que subiu sozinho e fez um belo gol de cabeça. O final do jogo ficou emocionante. O Camelo queria o empate de qualquer jeito, mas o Bacaninha se fechou todo. No contra-ataque, Lê Leme driblou Henrique e finalizou o jogo.
Com a vitória, o Bacaninha chegou aos 9 pontos e se afastou da zona de rebaixamento. Na próxima rodada irá fazer duelo importante contra o Invictus. O vencedor irá garantir a permanência na Bronze. Já o Camelo ficou 4 pontos atrás do líder Camaro e tem que vencer de qualquer jeito o B.D.A para continuar na luta pelo acesso.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA
Bonde dos Abelhas 3 x 3 Camaro
EM JOGO DIRETO PELA LIDERANÇA, CAMARO E BONDE EMPATAM
Os dois melhores times do Grupo B se enfrentaram e deram um show. O Bonde dominou o jogo inteiro, mas o Camaro não desistiu e mostrou por que é ainda líder
Por João Paulo Bueno
A partida entre Camaro e Bonde dos Abelhas iria definir quem seria o líder do Grupo B. O vencedor ficaria a um passo do acesso. O Camaro vinha de cinco vitórias seguidas e tirando onda. O Bonde, vice-líder, vinha mostrando um ótimo futebol com uma defesa muito sólida. O jogo foi muito pegado e não tinha bola perdida para nenhuma das duas equipes. O Bonde dominou o Camaro e abriu vantagem, mas o time do carro amarelo conseguiu a virada e o jogo só foi resolvido no último lance.
O jogo começou muito truncado e a bola não saia do meio de campo. O BDA apertou a saída de bola do Camaro, que não conseguia jogar. Dé roubou a bola no ataque e sofreu a falta. O próprio Dé chutou, mas a bola ficou na barreira.
O BDA não dava espaço para o Camaro. Dé cobrou lateral para Hulk, que antecipou a marcação e cabeceou para fora, assustando a meta de Sbragia. O Camaro teve sua primeira oportunidade quando Giba roubou a bola e tocou para Digão, que chutou para fora.
Depois do susto, o Bonde voltou a apertar a saída de bola do Camaro. Dé recebeu pelo meio e encheu o pé. Sbragia fez bela defesa, Rick aproveitou o rebote e inaugurou o placar para o BDA.
O Bonde era pura pressão. Maca pedalou na frente de Alexei e tocou para Rick, que ficou na cara do gol e chutou forte. A bola explodiu na trave esquerda. De tanta pressão o Bonde chegou ao segundo gol quando Rafinha roubou a bola e tocou para Maca. O camisa 9 cruzou para Leandrinho, que de primeira fez um lindo gol, ampliando a vantagem do BDA.
O Camaro tentou fazer o gol com Giba, que levou a bola pela direita e chutou forte, mas parou nas mãos de Coqueiro. O Bonde partiu para o ataque, mas acabou deixando espaço para o contra-ataque. Reina levou a bola e tocou para Giba. Contudo, o camisa 70 se enrolou todo e perdeu a bola. O Bonde ainda teve a última oportunidade do primeiro tempo quando Cris Coppola ficou cara a cara com Sbragia e perdeu um gol feito ao chutar para fora.
Na volta para o segundo, o Camaro voltou diferente. Era perceptível uma melhora do time do carro amarelo, mas o BDA continuava não dando espaço para o líder. O Camaro teve a primeira boa oportunidade do segundo tempo quando a bola sobrou e Vina chutou forte. A pelota passou com muito perigo sobre a meta de Coqueiro. Aos 6 minutos, Rebolo cobrou escanteio e Thiaguinho antecipou o zagueiro e na sorte acabou empurrando a bola para dentro do gol.
Mesmo com o gol sofrido, o Bonde era superior e dominava o jogo, mas o Camaro começou a gostar da partida. O jogo mudou quando Dé fez falta e acabou tomando o cartão azul. As duas equipes faziam muitas faltas e aos 13 minutos o Camaro chegou à sétima falta.
O Bonde atacava com todas suas forças, mas parava nas mãos de Sbragia, que fechava o gol no segundo tempo. O BDA continuava marcando muito forte, mas em um vacilo, Giba carregou a bola sozinho pelo meio e chutou forte. A bola desviou no defensor e matou Coqueiro, que não pode fazer nada para evitar o gol de empate aos 16 minutos do segundo tempo. Depois de empatar a partida o Camaro era outro time. O Bonde continuava melhor, mas perdia muitos gols, Maca arriscou de muito longe e Sbragia defendeu.
Faltando 3 minutos para o fim da partida o Camaro partiu para o ataque em busca da virada. Em lateral cobrado pela direta, Thiaguinho desviou a bola que foi rolando lentamente para dentro do gol. Coqueiro tentou evitar que a bola entrasse e tirou a redonda após passar a linha. O juiz deu o gol para o time do carro amarelo e colocou fogo no fim da partida.
O Bonde dos Abelhas partiu com tudo para o ataque e no último minuto de jogo o Camaro cometeu a oitava falta. Maca foi para a batida. Era a jogada da partida. O jogo estava nos pés do camisa 9, que com muita frieza encheu o pé no canto esquerdo de Sbragia, que até tentou salvar, mas não conseguiu chegar a tempo de evitar o gol de empate do BDA.
Com o 3 x 3, a disputa pela liderança do grupo ficou em aberto. O Bonde terá a difícil tarefa de enfrentar o Camelo, enquanto o Camaro poderá decretar o rebaixamento do Opalas e decretar sua ida à Prata no próximo semestre.
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