DERRUBADA DESLANCHA E TIRA INVENCIBILIDADE DO TOQUE ME VOY
Em jogo de duas viradas e algumas discussões, o Derrubada abriu vantagem no fim e derrotou o então líder Toque
Por Rafael Ruiz
O Derrubada sofreu para vencer o Toque Me Voy, abrindo a vantagem somente nos minutos finais. Em partida tumultuada e bem disputada, onde houve duas viradas, uma para cada lado, o resultado acabou melhor para a equipe rubro-negra, que, após um iniciar sem a presença de um goleiro e com apenas 6 jogadores, soube superar as dificuldades e com boa atuação coletiva venceu o Toque por 6 x 4.
O jogo começou com a equipe rubro-negra dando a saída, porém quem criou a primeira oportunidade foi o Toque, com Bruno Ferrari. O camisa 9, livre de marcação, recebeu sozinho após falha coletiva da zaga, mas acabou chutando por cima da meta do improvisado goleiro Garotto. No entanto, Bruno Ferrari, dois minutos mais tarde, mostrou oportunismo e guardou o seu. Dessa vez, bem posicionado, aproveitou o chute torto de Zóio e colocou o seu time em vantagem.
Porém, a dianteira do Toque durou apenas um minuto. Sozinho, Decão recebeu a bola e com muita calma fez na saída do goleiro, igualando o placar em 1 x 1. O resultado, àquela altura, estava de bom tamanho para o Derrubada, que jogava sem reservas e principalmente sem goleiro de origem. Mas a alegria durou apenas um minuto, quando o Toque conseguiu marcar o segundo. Roberto dominou e chutou forte no ângulo, sem chances para Garotto.
Apesar do gol, o Derrubada continuava a ser perigoso. E aos 13 minutos, dos pés de Tomi cobrando falta, os rubro-negros conseguiram a igualdade mais uma vez. Resultado este que por pouco não foi alterado para um dos lados. Primeiro para o Toque, pelos pés de Marximelo, que parou na boa defesa de Henrique, que acabara de entrar e assumir a meta do Derrubada após pedido de tempo técnico. Em seguida, quase um gol de placa para o Derrubada. Gabriel avançou do seu campo, tabelou com Tomi, recebendo na frente, chegou a driblar o goleiro, mas a bola só não entrou porque o zagueiro se recuperou no lance e tirou a bola antes que ela entrasse.
O rubro-negro pareceu ter voltado para a segunda etapa melhor e já foi logo pressionando. Em 3 minutos foram três chances claras de gol. A primeira aconteceu com Favilla chutando forte, e obrigando Marcos a praticar boa defesa. Em seguida, com a colaboração da zaga do Toque, que saiu jogando errado, Tomi roubou e arriscou, mas outra vez esbarrou na boa defesa do goleiro. Porém, na terceira oportunidade não teve como impedir. Novo vacilo da defesa deixou Decão livre para dominar e, na saída de Marcos, fuzilar para as redes, provocando assim, a primeiro virada da partida.
Tentando não mostrar abatimento, a equipe de Danilão foi logo buscar a igualdade. E conseguiu na base da garra de Samuel, que se aproveitou de uma matada errada de Bruno Ferrari e do vacilo de Tomi, que ao tentar dominar foi surpreendido pelo camisa 21. Com muita velocidade, o jogador se antecipou, roubou a bola e marcou, empatando de novo, agora em 3 x 3.
A igualdade deu novo ânimo para a equipe, que voltou a balançar as redes no minuto seguinte com Bruno Ferrari. O camisa 9 mostrou faro de gol e com muita calma chutou na saída de Henrique. Nova virada.
O gol acabou mudando o clima do jogo. Isto porque Marximelo acabou acertando um tapa no adversário e recebendo amarelo. Depois foi vez de Samuel, que estava no banco, entrar no campo para reclamar de um lance. O árbitro aplicou novamente o amarelo. Porém, a confusão estava apenas começando, e teve o seu ápice aos 14 minutos quando, em um lance confuso na lateral esquerda, os jogadores dos dois lados se enroscaram e o árbitro apitou falta para o Derrubada, gerando muita reclamação do Toque. Um tumulto se instaurou. Resultado da confusão: do lado do Toque, Desenho recebeu amarelo pela falta e Dede levou cartão azul; do lado do Derrubada, cartão azul para Garotto e vermelho para Pedro Mé.
Passado este momento conturbado, o jogo recomeçou com o rubro-negro levando perigo em chute de Gabriel que acertou o travessão. Em seguida, veio a igualdade, desta vez com Favilla, chutando de longe. Marcos chegou a tocar na bola, mas não conseguiu impedir o gol. 4 x 4.
Nesta altura não parecia que o homem a menos estava fazendo falta à equipe, tanto que, em outra chegada, o Derrubada marcou de novo, com Favilla cobrando falta. Virada de novo.
Aí sim o Toque pareceu ter sentido os gols. O time não conseguia mais chegar como antes e era facilmente envolvido pelo adversário, que a todo momento ficava frente a frente com Marcos. Em outra subida ao ataque, Chico recebeu e rolou para Decão marcar mais um, para fechar o placar em 6 x 4.
O Derrubada, que com a vitória ultrapassa o Toque Me Voy, agora está em terceiro no Grupo A. O time terá pela frente o líder Corleone. Enquanto isto, o Toque caiu para quarto e perdeu o seu primeiro jogo sob o comando de Lói. O azul e branco enfrenta o Peneira na próxima rodada.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Xoras 1 x 6 Corleone
CORLEONE PASSA SEM DIFICULDADES PELO XORAS
Com amplo domínio em campo, a Famiglia goleia e assume a ponta do Grupo A
Por Rafael Ruiz
O Corleone foi soberano praticamente o jogo todo. A equipe acabou vencendo com certa tranquilidade o time do Xoras. O resultado de 6 x 1 refletiu bem o que foi o confronto: uma partida, na qual uma soube aproveitar as oportunidades somado à duas falhas individuais, que acabaram tendo influência no decorrer dos 50 minutos.
O primeiro lance de perigo veio com o Corleone logo no primeiro minuto. Tchelo recebeu pela direita e chutou cruzado, levando muito perigo à meta defendida por Igão. O Xoras, em rápida resposta, por pouco não marcou. Dutra, cobrando falta que ele mesmo sofreu, acabou assustando Marcelão. Porém, o início de jogo não fluía, uma vez que ambos os times insistiam muito pelo meio. Além disso, como não conseguiam furar as defesas bem postadas dos dois lados, tanto Corleone quanto Xoras acabavam arriscando de longe ou tentando na base dos lançamentos longos, sempre sem sucesso.
Então, como furar uma defesa fechada? A resposta é simples: contando com um vacilo dela. E foi isso que aconteceu. A bola foi lançada buscando um dos atacantes, porém a defesa conseguiu cortar parcialmente. A redonda sobrou para Piu, que, sem deixá-la cair, chutou no canto e fez. O gol daria mais tranquilidade à Famiglia, mas a vantagem durou apenas alguns segundos. No lance seguinte, o Xoras surpreendeu e marcou. Dutra tabelou, recebeu na frente e com muita categoria chutou cruzado e fez um belo gol.
Após o gol sofrido, o Corleone, superior em quadra, não demorou muito para fazer o segundo. Cainho recebeu pela esquerda, fez boa jogada individual cortando para o meio e chutou forte. Seu arremate desviou na defesa e entrou. 3 minutos mais tarde, a defesa falhou de maneira bisonha. O Xoras buscava atacar com bolas alçadas. Em uma dessas tentativas acabou sendo interceptada por Gui Fenômeno, que, ao tentar afastar o perigo, acabou armando um contra ataque a sua equipe. Porém, antes que a bola chegasse no atacante, Tcholas, do Xoras, pressionado ao tentar recuar para Igão, não percebeu que o goleiro havia saído da meta. Resultado, a bola foi tranquila para dentro do gol. Era o terceiro.
O Corleone voltou a marcar no último minuto da primeira etapa, outra vez com a colaboração do Xoras. Em jogada perigosa, Igão fez pênalti bobo em Piu. O goleiro, ao tentar proteger a bola, foi menos esperto que o atacante, que impediu que ela saísse. Na tentativa de impedir seu avanço, acabou segurando-o dentro da área. Na cobrança, Tchelo não titubeou e marcou o quarto.
No segundo tempo pareceu que o Xoras viria com uma postura diferente, tanto que a primeira oportunidade veio dos pés de Ric, mas sua tentativa acabou cortada pela defesa. Na sobra, Mirim quase fez, mas Manfred, que assumiu o gol mafioso, saiu bem e impediu o segundo gol. Em seguida, outra vez Ric apareceu bem. O camisa 12 fez boa jogada, porém na hora do arremate acabou mandando por cima.
Já o Corleone, na sua primeira chegada no segundo tempo, não desperdiçou. Mat recebeu a bola sozinho e marcou mais um. O Xoras, por sua vez, em outra tentativa de diminuir o prejuízo, por pouco não fez com Alemão. O camisa 11 acertou o travessão.
O Corleone era muito superior e conseguia na base do abafa pressionar a defesa adversária e recuperar a bola. Em um desses lances, quase deixou outro. A bola sobrou para Fezinho, que tentou passar pelo goleiro, mas Igão saiu bem e cortou a jogada.
Quando a partida se encaminhava para o fim, o Xoras começou a utilizar Fabio como goleiro-linha. A estratégia foi um tiro pela culatra. Edu recebeu lançamento longo e, sozinho, driblou Fabio e só empurrou para as redes. Em seguida, outra vez Fabio e Edu ficaram frente a frente. Contudo, desta vez quem se saiu melhor foi o goleiro, que colocou a bola para escanteio. E em mais uma tentativa de diminuir na base do desespero, o Xoras, que errava muitos passes, mais uma vez falhou. A bola caiu nos pés de Edu que atrás do meio de campo, tentou de primeira. A bola passou perto.
Com o fim do jogo, e o placar de 6 x 1, o Corleone saiu de campo feliz com mais uma vitória e com a primeira colocação no Grupo A. Eles agora terão pela frente o terceiro colocado, o Derrubada. Enquanto isso, o Xoras tenta se recuperar no grupo, onde ocupam a sétima posição. Neste sábado enfrenta um dos novatos de Chuteira, o TáLigado.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Peneira 9 x 4 No Bid
PENEIRA SOFRE, MAS APLICA GOLEADA NO FIM
Apesar da larga vitória, Peneira teve dificuldades para furar a defesa do No Bid, que, além de defender bem, contou com o retorno de seu matador Danilo, autor dos 4 gols da equipe
Por Rafael Ruiz
O Peneira, uma das sensações do Grupo A, encontrou muitas dificuldades para passar pela boa defesa do No Bid, que, marcando de atrás do meio de campo, conseguiu impedir a principal característica do adversário: a velocidade. Além disto, o No Bid contava com a volta da boa pontaria de Danilo. O camisa 11 laranja, com muita precisão, anotou os 4 gols de sua equipe, sendo o destaque da partida.
Mal havia começado o jogo e a equipe branca já marcou o primeiro. A bola chegou em Sergião, que arriscou de longe e fez um bonito gol. O confronto era bem jogado, e o Peneira mostrou que seria soberano no quesito posse de bola. O único problema é que não conseguia converter em gols.
No entanto, em uma vacilada da equipe branca, o No Bid, em sua primeira subida ao ataque, encontrou o primeiro gol. Danilo recebeu livre de marcação e chutou cruzado, sem chances para Ivan. Com o empate, o time laranja se soltou mais em campo, sem se esquecer da marcação ponto forte da trupe. Danilo recebeu pela esquerda e chutou cruzado, marcando o segundo. O gol foi muito parecido com o primeiro, contudo, este contou com uma colaboração do goleiro.
O Peneira voltou a igualar o marcador em seguida, com Anderson Silva. O camisa 10 recebeu de costas para a defesa, girou sobre o marcador e fez. O jogo era bem disputado e com chances para os dois lados. Apesar do time de branco ser mais incisivo e criar as principais chances, como a de Udo, que passou assustando Rabinovici.
Após o gol, por pouco o No Bid não conseguiu virar. A primeira tentativa aconteceu com Juninho, que arriscou e obrigou Rabinovici a praticar boa defesa, espalmando para longe. Em seguida, boa tabela de Jorge de Souza com Juninho, que devolveu para o companheiro, mas este acabou chutando para fora.
O Peneira voltou para o segundo tempo do mesmo modo que terminou o primeiro, tocando a bola e tentando encontrar um buraco na defesa bem postada do No Bid. No entanto, como não conseguia, a equipe tentava chutes de longa distância. Juninho acertou o travessão e por pouco não marcou um bonito gol. Porém, como nada estava dando certo para o Peneira, em outra rápida resposta, o time laranja voltou a ficar na frente do placar. A bola foi lançada para Danilo, que dominou e chutou cruzado para marcar o seu terceiro gol na partida.
Minutos depois, por pouco o No Bid não marcou com Rubinho, mas a trave estava no caminho. Do outro lado, em contra-ataque do Peneira, Juninho marcou. O camisa 8 recebeu a bola de Willian, que driblou três defensores e rolou para ele marcar o terceiro, colocando outra vez a igualdade no marcador.
O jogo estava aberto e com chances para os dois lados. O No Bid quase estragou a festa e marcou mais um. Danilo, só dava ele, recebeu pela direita, ganhou no corpo e arriscou, mas o seu chute explodiu na trave e se perdeu pela linha de fundo.
No entanto, na jogada seguinte não deu para o Peneira, outra vez com Danilo sendo protagonista. O jogador recebeu pela direita e chutou de novo cruzado. Caixa. Contudo, nem deu tempo de festejar a vantagem, mesmo porque o time do Peneira se lançou ao ataque. Em uma destas tentativas, a defesa colocou para escanteio. Na cobrança, a bola chegou em Mario, que de cabeça empatou.
Após esse gol, pareceu que o No Bid cansou, tanto que nos últimos 7 minutos o jogo foi de uma única equipe: o Peneira. Aos 19 minutos, Rafael Brandino avançou com a bola e chutou cruzado, encontrando Anderson Silva, que empurrou para garantir a virada. Em seguida, foi a vez de Willian fazer boa jogada e encontrar Jorge de Souza, que chutou e fez mais um. Na sequência, quase outro gol do Peneira. A bola explodiu no travessão após chute de Udo.
A equipe branca tocava fácil a bola. Em outra boa jogada, a bola chegou em Willian. O camisa 12 recebeu e rolou para Jorge de Souza marcar mais um. 7 x 4. Depois, foi a vez de Willian fazer o seu. Depois de tantas assistências, o camisa 12 recebeu livre e com muita categoria encobriu Rabinovici. E ainda deu tempo para Jorge marcar outro, dando números finais ao jogo.
Depois de mais uma goleada, o Peneira agora se encontra na segunda posição, mas com os mesmos pontos do líder Corleone. Agora terão pela frente a equipe do Toque Me Voy. Enquanto isso, o No Bid tentará se recuperar da goleada diante do Allianza Sagrado.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
TNT 1 x 10 TáLigado
TÁLIGADO FAZ 10 GOLS E DEIXA TNT EM SITUAÇÃO COMPLICADA
Com bom futebol e amplo domínio em campo, TáLigado não encontrou dificuldades para golear o adversário, que virou o lanterna do grupo
Por Rafael Ruiz
O TáLigado, do capitão Lukinhas, não encontrou resistência no TNT. A equipe de la Boca conseguiu impor o seu ritmo durante os 50 minutos e em nenhum momento foi ameaçada pelo adversário. O resultado de 10 x 1 refletiu o que foi a partida.
Logo no primeiro minuto, o TáLigado mostrou que estava afim de jogo. A primeira oportunidade veio com Leandro, que não desperdiçou e guardou chutando de longe. O TáLigado só voltou a marcar aos 8 minutos, quando, de novo, Leandro chutou de longe e fez o segundo gol.
Estava fácil para o TáLigado, mas o problema era a falta de pontaria. Assim, depois de tanto ser pressionado e não conseguir criar nenhuma chance clara de gol, eis que a equipe de preto surpreende em sua primeira chegada. O TNT pressionou a saída de bola, recuperou a redonda e deixou para Cid, aos 14 minutos, marcar. Em rápida resposta, o time azul tentou esfriar os ânimos do adversário. André Ugino mandou um bom chute, mas Lê defendeu e botou para escanteio. Na cobrança, o mesmo André dividiu com o goleiro no alto e a bola sobrou livre para Chiarella, que chutou por cima do gol.
Quando a primeira etapa se encaminhava para o fim, Arroyo quase marcou chutando de longe. Seu chute, porém, bateu nas duas traves e saiu. Na sequência, aproveitando o rebote, Leandro chutou e Lê defendeu em dois tempos. Contudo, este lance gerou reclamação por parte do TáLigado, que alegou que a bola teria ultrapassado a linha quando o goleiro a segurou de novo. Porém, não foi entendido assim pela arbitragem, que mandou o lance seguir.
Pressionado, o TNT não conseguiu mais evitar os gols. A equipe apenas se defendia e acabou cedendo. Lukinhas brigou pela bola com os defensores e, na saída do goleiro, marcou.
Com a volta para a segunda etapa, era perceptível que a superioridade não mudaria. Tanto que a primeira grande chance de gol veio dos pés de Leandro, que recuperou a bola, mas acabou chutando para fora. Aos 7 minutos, mais um duro golpe ao TNT, que era apenas um mero espectador da partida. O TáLigado, em nova subida ao ataque, tocou a bola até chegar em Nakano, que recebeu e chutou forte, sem chances para o goleiro Carlão (que entrou no lugar de Lê). Na sequência, outra chegada do azul e mais um gol. Desta vez com Tiagão, que recebeu e chutou forte no canto, marcando assim o quinto gol.
E o TNT, por onde andaria? A equipe que jogava com um goleiro improvisado e não mostrava nenhum poder de reação somente apareceu com perigo aos 15 minutos, com Marcelinho arriscando da intermediária, e obrigando Leo Voador a mostrar serviço.
No entanto, o TáLigado estava com tudo e em outro ataque a equipe não desperdiçou e guardou. O responsável pelo sexto gol foi Egídio, que recebeu sozinho e fez. Em seguida ao gol, mal deu tempo do TNT se recuperar e tomou logo mais dois, ambos do estreante André Ugino. No primeiro, o jogador fez de cabeça, aproveitando cobrança de escanteio. Depois, da intermediária, acertando o ângulo do goleiro, que nada pode fazer.
Em outra bobeada da defesa do time de preto, André Ugino roubou a bola e rolou para Nakano, que arriscou. O goleiro defendeu e a bola ainda bateu na trave e saiu. Na cobrança de escanteio, Gabriel Margiota chutou e fez. E para finalizar a goleada, Chiarella recebeu livre e marcou o décimo gol, na saída de Carlão. O TNT, que no ano passado havia aplicado um 10 x 0 no Irado’s, sentiu na pele o outro lado do placar.
Com o apito final, o TáLigado sai de campo feliz com o resultado – a primeira vitória na competição. A equipe volta campo contra Xoras. Por outro lado, o TNT conheceu a quarta derrota e vê a sua situação na competição complicar. Atualmente, o time se encontra na lanterna, tendo a esperança de mudar a situação contra o Roleta Russa Clássico no próximo sábado.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Allianza Sagrado 7 x 6 RR Clássico
EM PARTIDA MUITO ACIRRADA, ALLIANZA VENCE ROLETA CLÁSSICO
Num duelo que teve impressionantes 13 gols, o Allianza superou o adversário com boas atuações de Thozinho e Giu
Por Rafael Ruiz
O jogo entre duas equipes veteranas do Chuteira não podia ter sido de outra forma. O placar de 7 x 6 em favor do Allianza mostrou o tamanho do equilíbrio da partida, na qual alguns detalhes definiram a vitória para um lado. Pior para o Roleta, que até saiu na frente, mas depois de ficar em igualdade três vezes, pareceu ter cansado e acabou tomando a virada.
A partida começou com o Roleta Clássico, de branco, levando perigo à meta de Cadinho. Brunão tentou de voleio, mas acabou errando o alvo. Em seguida, Nação tirou o zero do marcador. O camisa 10 recebeu bom passe de Brunão e de frente para o gol não desperdiçou. Depois do gol o Allianza começou a levar perigo. Logo na primeira subida ao ataque por pouco não igualou com Ferzim. O camisa 7 recebeu bom passe de Giu, mas na hora do arremate chutou para fora.
Em outro lance com a dupla, Ferzim não perdeu e guardou, empatando o confronto. O camisa 7 estava impossível, e em outra jogada que contou com ele, o Ferzim deu a assistência para Thozinho tirar do goleiro com muita categoria e botar nas redes.
Depois de um começo promissor, o Roleta não conseguia se encontrar em campo e errava muitos passes. Tanto que possibilitaram outra chegada do adversário. No entanto, Thozinho não aproveitou a boa jogada de Ferzim, se enroscando com bola no marcador. A bola ainda sobrou para Giu chutar, mas na hora do arremate a defesa do Roleta conseguiu se recuperar e afastou o perigo.
Após um momento de pressão, a equipe branca outra vez apareceu com perigo e não desperdiçou a oportunidade. Caju aproveitou cruzamento e a confusão na área para marcar o segundo gol. Em seguida, mais um gol do Roleta. Desta vez na cobrança de Brunão, que bateu rasteiro e forte para as redes.
O Allianza, que havia parado de levar perigo, voltou a partida com Giu, que arriscou de longe, mas acabou acertando o travessão de Guaraná. Aos 19, depois de recuperar a bola, Thozinho rolou para Giu, que ganhou no corpo do zagueiro e na saída do goleiro fez, empatando em 3 x 3.
O gol pareceu ter dado um novo ânimo para o Allianza, que mais uma vez pressionou e marcou. O autor do gol foi Danilinho, que recebeu passe açucarado de Thozinho e conferiu para as redes. Antes mesmo do fim do primeiro tempo, ambos os times criaram uma oportunidade. Primeiro foi a vez de Giu chutar cara a cara com Guaraná, mas em cima do goleiro, que saiu bem na bola. Na sequência, em boa oportunidade de Caju, o jogador esbarrou na boa defesa de Cadinho.
A segunda etapa começou assim como a primeira. O Roleta logo aos 2 minutos marcou o gol. Leandro recebeu sozinho e na saída do goleiro fez, igualando o resultado em 4 x 4. No entanto, dois minutos mais tarde, em saída errada da defesa, Giu recuperou a bola e rolou para Arthur Grimaldi marcar. O jogo era lá e cá, com várias chances. Em outra cobrança de falta, Brunão por pouco não marcou de novo. O camisa 13 cobrou colocado, mas a bola saiu.
Quando a partida se encaminhava para a metade do segundo tempo, eis que o Roleta mais uma vez não deixou o Allianza deslanchar no placar. Brunão arriscou, o goleiro espalmou, mas Bob, atento, dividiu com o goleiro e fez o quinto.
Porém, outra vez o time de preto ficou a frente no marcador. Arthur Grimaldi recebeu livre e cruzou. Tanto a defesa, como Guaraná não chegaram na bola, e Thozinho teve apenas o trabalho de empurrar para o gol. Em outra subida do Allianza, um mal estar entre Guaraná e Rafael Frei tumultuou uma partida bem disputada. O goleiro reclamou que foi tocado pelo camisa 8 quando dividiu com o atacante. Guaraná reclamou veementemente com o adversário. A arbitragem o aplicou amarelo e Leandro foi para o gol.
No final, três lances animaram o jogo. Primeiro Arthur Grimaldi recebeu e fez o sétimo gol. Na sequência, Nação acertou o travessão de Cadinho. E, no último lance, Brunão marcou mais um para o Roleta, mas já era tarde.
Com a vitória, o Allianza agora se encontra na quinta posição e no próximo jogo enfrenta o No Bid. Enquanto isto, o Roleta sai frustrado com a derrota por um gol, mas já ligou o sinal de alerta, uma vez que esta foi a terceira derrota da equipe. O Roleta volta a campo contra o lanterna do Grupo A, o TNT, esperando um resultado melhor.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Camaro 3 x 2 Rabisco
CAMARO VENCE RABISCO E DIVIDE LIDERANÇA DO GRUPO B
O time do carro amarelo teve dificuldade para vencer o lanterna, que teve que improvisar um jogador de linha no gol devido à ausência de seus goleiros
Por Luis Fernando Saninana
Nem todo lanterna é fácil de vencer. De um lado, um embalado Camaro brigando pelas primeiras posições. Do outro lado, um Rabisco que tentava sair da lanterna do grupo e ainda por cima sem seus dois goleiros. O time perdeu uma de suas referências para assumir o gol. Murilo acabou se destacando e evitando um resultado elástico.
O Camaro começou com tudo. Logo na primeira tentativa de descida ao ataque, o time do carro amarelo fez o goleiro improvisado Murilo trabalhar. Reina dominou de costas, girou e bateu no canto esquerdo do arqueiro, que desviou com a ponta dos dedos. O Camaro continuou no ataque e aos seis minutos Paulinho recebeu no meio da área e chutou no canto direito para abrir o placar.
Após o gol, o Rabisco entrou no jogo e equilibrou. As equipes começaram a marcar mais e com isso poucas chances de gols surgiram. Ambos tentavam com chutes de longe ou jogadas aéreas, através de laterais e escanteios.
O Camaro quase chegou ao segundo pelo alto. Em uma cobrança de lateral pela direita, Pedrão, livre de marcação, cabeceou por cima do gol. Özil respondeu chutando de fora da área, pela esquerda do ataque, mas a finalização foi para fora. O time do automóvel do momento não deixou barato e devolveu na mesma moeda. Também em um chute cruzado, só que pela direita, Reina mandou para fora.
Nas jogadas pelo alto do Rabisco, a maioria delas tentavam achar Yuri, mas não surtiam efeito. Eis que Özil tentou decidir. No lance mais polêmico do jogo o camisa 17 conseguiu empatar a partida. Em um chute forte e cruzado pela direita, a bola bateu na trave de dentro, saiu. Batata ainda pegou o rebote e mandou para o fundo do gol novamente. O árbitro deu tiro de meta e no contra-ataque Santoro fez o gol para o Camaro. Com a bola já no meio de campo para a saída, os jogadores cercaram o árbitro e depois de muita conversa o juiz voltou atrás e deu o gol para Özil.
Mas o Rabisco não teve muito que comemorar. 5 minutos depois, aos 26, no último lance do primeiro tempo, Digão, livre de marcação, cabeceou após cobrança de escanteio e fez 2 x 1 para o Camaro.
A etapa final começou fraca, sem as equipes conseguirem levar perigo uma ao gol da outra. Depois de um bom tempo sem grandes lances, o Camaro conseguiu chegar ao ataque e começou a pressionar o adversário. Reina recebeu na entrada da área, chutou rasteiro e Murilo defendeu com o pé. O camisa 7 teve outra chance batendo cruzado da direita, mas a trave estava lá para atrapalhar. Giba teve a terceira oportunidade de ampliar finalizando da esquerda, mas outra vez Murilo apareceu para defender.
Depois de um longo tempo, o Rabisco conseguiu levar perigo com Özil. O camisa 17 bateu cruzado mais uma vez, mas a bola saiu à direita do gol. O Camaro respondeu com Giba cabeceando sozinho buscando o ângulo esquerdo de Murilo, que fez uma defesa espetacular com a ponta dos dedos.
Sentindo o bom momento, o Camaro foi com tudo ao ataque para tentar matar o jogo. Vina arriscou de fora e mandou para fora. Depois em um contra-ataque bem trabalhado, Correa passou no meio para Reina, que devolveu na esquerda da área para o camisa 19 fazer o terceiro do Camaro.
A equipe não parou por aí. Digão, da entrada da área, bateu rasteiro para a defesa de Murilo com o pé. Correa quase fez o seu segundo gol, ao receber livre na esquerda e buscar o ângulo oposto, mas a bola foi para fora. No último lance da partida, já com o Camaro esperando o apito, Özil conseguiu descontar para o Rabisco, mas já era tarde demais.
Com o resultado o Camaro divide a liderança do Grupo B com o Cachorro Velho, justamente o adversário da próxima rodada. Já o Rabisco continua na lanterna com apenas um ponto e busca a primeira vitória contra o Maciota’s.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Cachorro Velho 2 x 1 Opalas
COM GOL NO FINAL, CACHORRO VELHO VENCE OPALAS DE VIRADA
O time da PUC começou perdendo, mas na etapa final conseguiu furar a forte marcação dos opaleiros, com direito a gol e liderança
Por Luis Fernando Saninana
O Cachorro Velho entrou em quadra sabendo que o Camaro havia vencido sua partida e que qualquer outro resultado sem ser a vitória, deixaria seu concorrente direto como líder isolado do Grupo B. Já o Opalas precisava vencer para sair das últimas posições. A partida ficou marcada por um primeiro tempo muito truncado devido à marcação de ambos os times e poucas chances de gol. Já no segundo tempo a partida foi outra, com mais oportunidades para as duas equipes.
A primeira grande chance surgiu com o Opalas. Léo Chaves arriscou de longe e a bola saiu à direita do gol. O Opalas era melhor no jogo e com quase dez minutos a equipe abriu o placar. Froio recebeu na direita e marcou o primeiro dos opaleiros.
A partida ficou muito truncada devido à marcação de ambos os times e quase não teve mais chances perigosas de gol. Com o ferrolho montado pelas equipes, o jeito foi arriscar de fora. Marco Antônio quase empatou a partida arriscando de longe, mas a bola apenas saiu levando perigo à esquerda do gol.
A forte marcação estabelecida fez com que o Opalas estourasse o limite de faltas do tempo. No último lance da primeira etapa. em um tiro livre para o Cachorro Velho, Giggio foi o encarregado de fazer a cobrança, mas o goleiro defendeu com a perna.
O segundo tempo melhorou e começou igual ao primeiro, com o Opalas no ataque. Em cobrança de escanteio pela esquerda, a bola sobrou para Paulinho, que carimbou o travessão. O Cachorro Velho, como ainda não conseguia se desvencilhar da marcação, tentava chegar ao empate com chutes de longe, mas sem sucesso.
O Opalas teve duas chances de aumentar sua vantagem e ficar tranquilo no jogo. Kadu tentou de puxeta, mas a finalização saiu fraca e o goleiro defendeu. Na segunda chance Tevez, pela esquerda do ataque, chutou por cima da meta.
E como diz aquele ditado “quem não faz toma”. E o Opalas tomou. Barbieri aproveitou a falha de marcação do adversário e após lateral cobrado pela direita, o camisa 8 mandou de cabeça para o fundo do gol.
A partir do empate o jogo ficou aberto, pois os dois times queriam a vitória e um lance poderia ser decisivo. Foi o que aconteceu no que pode ser definido como o lance da partida. Em um chute de longe do Opalas, Botana espalmou, Rafael pegou a sobra, chutou, e o goleiro se recuperou e fez mais uma ótima defesa no canto direito, evitando o segundo gol.
Como no primeiro gol, o Cachorro Velho resolveu continuar suas investidas pelo alto. No levantamento para Giggio na segunda trave, o camisa 7 cabeceou e o goleiro defendeu no canto esquerdo. A resposta do Opalas também veio com Fernandinho, que da esquerda puxou para o meio, mas bateu para fora. O CV respondeu com mais uma jogada aérea. Outra vez Giggio, na esquerda da área, cabeceou no contrapé do goleiro, que só assistiu a bola sair pela linha de fundo.
O jogo se encaminhava para ao empate, quando nos acréscimos, em uma cobrança de falta ensaiada, a bola foi rolada na esquerda para Barbieri fazer o gol da virada do Cachorro Velho.
O gol no final manteve o Cachorro Velho na liderança dividida com o Camaro, justamento seu adversário na próxima rodada. O jogo pode dar a liderança isolada para um dos dois. Já o Opalas tenta sair das últimas posições enfrentando o Bonde dos Abelhas, que com uma combinação de resultado pode virar líder isolado do grupo.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Bonde dos Abelhas 3 x 2 Invictus
GOLEIRO FALHA E INVICTUS CAI DIANTE DO BONDE
Se o Invictus marcou dois gols em falhas do BDA, Henrique, que fazia ótima partida, retribuiu no final, decretando a segunda vitória da equipe de Maca e garantindo Bento e cia. na zona de rebaixamento
Por Vinny Rodrigues
Pela segunda vez na história, BDA e Invictus se enfrentaram. E pela segunda vez os amarelos saíram com a vitória. Se o Invictus, que contou com a volta de Ragazzo ao banco de reservas, onde assumiu o papel de técnico enquanto se recupera de cirurgia, saiu vencendo, o segundo tempo do Bonde rendeu a vitória para o time talvez deslanchar na competição.
No início, o confronto se mostrou equilibrado. E o Invictus tomou a iniciativa ofensiva. Dennis Faust, dessa vez jogando de pivô, ameaçava roubar a bola lá na frente. Na contramão, o BDA vinha procurando acertar as pancadas de média/longa distância. Como o Bonde tinha mais posse de bola, os chutes eram mais constantes. Henrique ia fazendo o que podia. Enquanto isso, o isolado atacante invicto continuava com sua meta de roubar as bolas na frente, e não tardou para ser bem sucedido. Depois de saída de bola errada do BDA, Hulk foi tocar para o lado e viu Dennis colocar o pé na frente. A bola acertou o centroavante e morreu no fundo das redes. Estava aberto o placar.
Entretanto, antes que o Invictus pudesse pensar em comemorar o gol, tomou o empate. Depois de uma pancada de longa distância, Henrique largou para frente e viu Galinha, com extrema facilidade, só se aproximar e empurrar a redondinha para dentro.
O destaque individual era Maca, jogando este ano com a 9. Era dele a maioria dos problemas que chegava a Henrique. Ele dominava o meio de campo, tanto que no intervalo o capitão azul e branco soltou a bronca: “Perdemos o meio de campo, precisamos fazer algo”, esbravejava ele. Antes disso, entretanto, o Invictus voltaria à frente no placar. Bento e Renan fizeram boa troca de passes e, na hora do cruzamento deste último, a defesa do BDA foi cortar e jogou a bola contra o patrimônio. A arbitragem, bondosa, deu o gol ao meia Daddá, que assim anotou seu primeiro tento pela equipe.
O tempo correu e logo a segunda etapa chegou. E foi blitz do Bonde. Tentando arremates de longa distância mas com pouca pontaria, a equipe de amarelo barrava nas ótimas defesas de Henrique e na marcação de Rodrigo Vendramini, no meio, e Moacyr Junior, na zaga. O Invictus pouco fazia ofensivamente e o que buscava, à essa altura, era segurar ao máximo o resultado.
Entretanto, como diria o ditado, água mole em pedra dura tanto bate até que fura, a estratégia desmoronou já na segunda metade da etapa final, quando saiu o empate. Depois de saída de bola errada de Raito, a bola sobrou para o BDA, que executou boa troca de passes e fez a bola chegar a Maca. Com um toque preciso, ele não deu chances ao goleirão de branco.
Os abelhas inflaram e logo partiram para a virada e consequente vitória. E ela veio em falha do melhor jogador do Invictus na partida – o goleiro Henrique. Com um tapa de chapa, Rick pegou fraco na bola, mas o suficiente para fazer Henrique enterrar sua até então boa atuação e perder vaga entre os MVGs da rodada.
Com o tento, o BDA vence a segunda e soma 8 pontos e segue invicto, bem diferentemente do time que leva o tal nome, que soma sua terceira derrota em 4 jogos, estando apenas com 3 pontos e flertando com a Série Aço. Pela 5ª rodada, o Bonde testa sua força com o Opalas, na zona de descenso, enquanto o Invictus encara o Camelo.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Roleta Russa 4 x 6 Camelo
CAMELO ATACA MAIS E VENCE ROLETA COM TRANQUILIDADE
depois da confusão contra o Camaro, que rendeu ao time -2 pontos, time põe cabeça no lugar, domina boa parte do jogo e faz ótimo resultado contra Roleta
Por Luis Fernando Saninana
Roleta Russa e Camelo entraram em quadra para não se distanciarem dos líderes, pois ambos haviam perdido suas respectivas partidas na rodada anterior. Na maior parte do tempo, o Camelo chegou com mais perigo ao gol. Já o Roleta Russa teve uma atuação apagada e a equipe melhorou somente no final da partida.
O Camelo começou a partida com tudo, dando trabalho ao goleiro. Jaka, ausente na última partida, chutou da entrada da área obrigando Edu a fazer a primeira defesa do jogo. Cau também teve sua chance pela esquerda do ataque, mas chutou desequilibrado para defesa do arqueiro.
A primeira descida de perigo do Roleta foi com Ceron, que avançou pela esquerda e chutou para o goleiro espalmar. O Camelo respondeu novamente com Cau, que recebeu cruzamento na esquerda do ataque, pegou de primeira e mandou por cima do gol.
O Camelo levava mais perigo até então. Aproveitando o bom momento, o time da pizzaria pressionou até fazer o primeiro. Jaka, pelo meio, chutou rasteiro no canto direito do goleiro fazendo 1 a 0. O camisa 10 não teve nem tempo para comemorar muito, pois um minuto depois, voltou a balançar a rede. Após um bate-rebate a bola sobrou no pé de Jaka, que fez o segundo da equipe e o segundo dele.
O Roleta Russa não conseguia chegar a meta adversária e a bola parada se tornou uma alternativa. Alemão, em cobrança de falta, mandou por cima do gol. O Camelo respondeu da melhor forma possível: com o gol. Cris Dantas, de dentro da área, fez 3 a 0. Antes do término do primeiro tempo, Alemão teve a chance de diminuir em um arremate de longe, que saiu à esquerda do gol.
Se a vantagem já era boa, ficou ainda melhor quando com menos de um minuto de jogo no segundo tempo Guelo fez 4 a 0. A pressão não parou por aí. Cainho tentou em chute cruzado pela direita, mas para fora. Pelo mesmo lado, Theo entrou na área e também bateu cruzado pela linha de fundo. O camisa 5 não perdeu a segunda oportunidade e em mais um arremate cruzado fez o quinto para o Camelo.
O sexto estava para sair. E só não saiu porque Cainho dominou na esquerda e bateu para Edu espalmar. Jaka também quase fez quando ficou cara a cara com o goleiro, mas chutou para fora. O Camelo passou a administrar a partida e com isso acabou recuando um pouco. O Roleta então acordou e foi para o ataque diminuir o prejuízo. Caio fez o primeiro para o RR. Bruninho, cara a cara com o goleiro, chutou fraco e não conseguiu fazer o segundo. Dois minutos após o primeiro gol, Caio voltou a descontar, chutando rasteiro no canto esquerdo do goleiro. Comandando a reação, Caio, pela esquerda da área chutou para fora.
Vendo a reação rápida do Roleta Russa, o Camelo saiu um pouco mais para o jogo para não ser surpreendido. No contra-ataque, Adalbinha recebeu livre no meio da área e fez 6 a 2.
Para administrar a partida o Camelo trocava passes no campo de ataque e chegava perto da área com facilidade. Mas quem acabou fazendo foi o Roleta. Aos 25 minutos Folha diminuiu e já nos acréscimos, dois minutos mais tarde, Ceron recebeu livre lançamento na direita do campo de ataque e chutou na saída do goleiro para fazer 6 a 4.
Com a derrota o Roleta Russa caiu para a sexta posição e pega na próxima rodada o Bacaninha, que vem logo atrás. O Camelo tenta subir para a liderança, com combinações de resultados, pegando o Invictus, que briga para não cair.
VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Bacaninha 1 x 4 Maciota’s
MACIOTA’S VENCE COM FOLGA E JÁ SONHA COM LIDERANÇA
Vitória sobre Bacaninha deixou a equipe de Jerry perto dos líderes do grupo e com o sonho de voltar à Prata mais vivo do que nunca
Por Luis Fernando Saninana
Para não ver os líderes se distanciando, o Bacaninha entrou em quadra precisando da vitória. Mas a atuação do time ficou bem longe daquela equipe que brigou pelo acesso na competição passada. O Maciota’s aproveitou suas chances e soube administrar muito bem quando teve a vantagem, principalmente no segundo tempo.
O Maciota’s tomou a iniciativa e foi com tudo para o ataque. Se mantendo no campo de ataque, Nery teve a primeira oportunidade ao roubar a bola e chutar em cima do goleiro. A resposta do Bacaninha veio com Murilo Corrêa, chutando de fora da área e acertando o travessão. Na sequência, Dé também parou na trave. O camisa 5 do Maciota’s arriscou de longe e a bola carimbou o poste direito.
A pressão continuou até abrir o placar aos dez minutos. Nery, pelo meio, aproveitou o cruzamento para fazer 1 x 0. A partida ficou truncada por cinco minutos até Kaio ampliar o placar, chutando pela esquerda do ataque, quase sem ângulo.
Com a desvantagem de dois gols, o Bacaninha foi obrigado a sair mais para o jogo, mas do outro lado havia o goleirão Loba. Velardo pegou de longe, de primeira, e o goleiro defendeu. Depois foi a vez de Marcelão também arriscar de longe e parar novamente no arqueiro adversário.
O jogo se encaminhava para o final do primeiro tempo quando o Maciota’s tentou ampliar o marcador e praticamente assegurar a vitória. Alê cabeceou da entrada da área e o goleiro espalmou. Logo em seguida, na segunda tentativa, aos 24 minutos, Kaio arriscou de fora da área para fazer 3 x 0. Não deu nem tempo de comemorar e um minuto depois, antes do término, Lê Leme ainda conseguiu descontar para o Bacaninha.
Como no começo do primeiro tempo, o Maciota’s começou a etapa final no ataque e logo aos três minutos voltou a ter três gols de vantagem novamente. André, pela esquerda, chutou na saída do goleiro e fez 4 a 1.
O Maciota’s passou a administrar a partida e com isso o jogo ficou muito truncado, sem as equipes criarem por muito tempo. Quando o Bacaninha teve uma oportunidade, não aproveitou. Gabriel Henrique finalizou pela direita e Loba fez grande defesa espalmando por cima do gol.
O jogo voltou a ficar truncado, o que foi bom para o Maciota’s, que não sofria ameaças em sua meta e deixava o tempo passar. A partida se encaminhava para o final e o Bacaninha praticamente não atacava e nem defendia direito. A defesa do time de vinho saiu jogando errado e Nery, cara a cara com o goleiro, chutou por cima. No último lance de perigo, Kaio avançou pela esquerda, fazendo fila e deixando um adversário no chão. O camisa 2 tocou para Baú fazer o que seria o quinto, mas Lê Leme salvou em cima da linha.
Na próxima rodada o Bacaninha, que atualmente está na sétima posição, tem confronto direto contra o Roleta Russa, sexto colocado. Uma vitória do Bacaninha coloca o time na briga por uma das vagas na próxima fase. Caso contrário, uma derrota pode resultar em uma queda na tabela e bota o time na briga contra o rebaixamento. Já o Maciota’s pode ter uma grande escalada na tabela e acabar como líder, ao enfrentar o lanterna Rabisco, que busca sua primeira vitória.
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