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CHUTEIRA NEWS: VI CHUTEIRA DE BRONZE: 3ª RODADA

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA

No Bid 3 x 4 Toque Me Voy

TOQUE LEVA SUSTO, MAS DERROTA NO BID NO FIM


Apesar do amplo domínio, o Toque me Voy deixou o No Bid reagir, mas conseguiu decretar a vitória que deixa o time na liderança do Grupo A


Por Eduardo Bernardi

O Toque Me Voy venceu o No Bid com muita dificuldade, marcando o gol da vitória quase no fim da partida. Apesar de ter dominado praticamente o jogo inteiro, o Toque sofreu com o oportunismo dos jogadores do No Bid, que nos poucos ataques que fizeram conseguiram marcar. Apesar de ter sofrido o empate no meio da segunda etapa, a equipe comandada por Lói conseguiu manter o ritmo, não deixando o No Bid crescer no jogo.

O primeiro bom lance do jogo veio com o Toque, dos pés de Zóio, que chutou de longe, obrigando Rabinovici a fazer uma grande defesa. Logo em seguida, Silas teve boa oportunidade na entrada da área, mas chutou por cima do gol. Os primeiros cinco minuto foram de total domínio do Toque Me Voy. O No Bid estava completamente preso na defesa, sendo envolvido pela marcação adiantada do adversário.

A primeira vez que o No Bid chegou ao ataque foi aos 8 minutos, e acabou surpreendendo a todos. Rodrigo, da ponta direita, abriu para a esquerda e chutou forte no canto esquerdo, sem chances para o goleiro Marcos, inaugurando o placar da partida. Apesar do gol sofrido, o Toque continuou atacando com a mesma intensidade, dominando completamente a partida. Zóio era o que mais finalizava, mas faltava caprichar mais. A pelota sempre ia por cima da meta.

O No Bid apostava nos contra-ataques. Bruno mandou no meio das pernas de Luizinho e quase fez um golaço. O camisa 14 acabou jogando para fora, cara a cara com Marcos. A partir dos 15 minutos, o Toque começou a diminuir o ritmo. O cansaço dos jogadores já era nítido, mesmo assim, o domínio da equipe era absoluto.

O Toque me Voy voltou a assustar com Silas, que cabeceou no canto, mas Rabinovici fez uma grande defesa. O empate não demorou para sair. Marximelo recebeu no meio e chutou de bico, no cantinho esquerdo rasteiro, igualando o placar em 1 x 1.

O gol deu mais tranquilidade aos jogadores do Toque, fazendo com que a equipe marcasse com mais calma, economizando fôlego, e criasse as jogadas com mais paciência. Já o No Bid ensaiou uma pressão nos minutos finais, mas ficou por isso mesmo na primeira etapa.

O Toque voltou para a etapa final pressionando. Logo no primeiro minuto, Bruno Ferrari chutou de fora da área, mas Rabinovici conseguiu espalmar. A bola ainda bateu no travessão. Dois minutos depois, Bruno Ferrari aproveitou bobeira do goleiro, que inventou de sair jogando na ponta direita, e chutou para o gol, colocando o Toque à frente no placar.

O time de Danilão estava com tudo, acuando cada vez mais o No Bid. Aos 10 minutos, Rabinovici colocou a mão na bola fora da área e tomou cartão amarelo. Coube ao No Bid colocar um jogador de linha no gol. Silas bateu falta forte no canto direito, e o goleirão substituto aceitou. 3 x 1.

Entretanto, o No Bid não estava morto, tanto que a resposta veio logo em seguida. Guilherme aproveitou sobra no meio da área e descontou. 3 x 2. No minuto seguinte, Pacheco arriscou de longe e contou com uma falha de Marcos para empatar em 3 x 3.

O empate relâmpago acalmou o jogo. Apesar de Zóio carimbar a trave de Rabinovici após bola alçada na área, o que parecia era que as duas equipes se poupavam para os minutos finais. A bola não saía do meio de quadra, ambas as marcações estavam muito fortes e não havia espaços em campo.

Os minutos finais foram eletrizantes. Aos 21 minutos, Bruno Ferrari recebeu na área e chutou forte no meio do gol para retomar a vantagem do Toque no placar. No lance seguinte, ele quase fez mais um, se não fosse uma defesaça de Rabinovici. Atrás no placar, o No Bid se lançou inteiro ao ataque, mas não conseguiu ultrapassar a defesa do Toque, que conquistou uma grande vitória.

O agora líder Toque me Voy – com a vitória por 3 x 1 sobre o TáLigado na reposição da 1ª rodada – tem pela frente o surpreendente Derrubada, após o feriado de Páscoa. Já o No Bid enfrentará o Peneira, outra forte equipe, para tentar sair da zona de rebaixamento.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA

Allianza Sagrado 1 x 1 Xoras

EM JOGO MUITO DEFENSIVO, ALLIANZA E XORAS APENAS EMPATAM


Marcações de ambas as equipes se destacam; categoria de Giu faz a diferença para o Allianza, mas não o suficiente para vencer o Xoras


Por Eduardo Bernardi

Allianza Sagrado e Xoras apenas empataram após uma partida muito dura. Apesar do goleiro Tatá ter se machucado, seu substituto, Dutra, conseguiu dar conta do recado. Ainda que o arqueiro improvisado tenha tomado o gol do empate, ele ajudou a segurar a enorme pressão que o Allianza exerceu durante boa parte da primeira etapa. Giu foi o destaque do Allianza, conseguindo ganhar boa parte das divididas e demonstrando muita habilidade na criação das jogadas. Apesar do bom nível técnico, foram as marcações que se destacaram. O placar magro se deve ao bom rendimento dos beques.

Quem começou no ataque foi o Xoras, que chegou bem com Carioca, que invadiu a área e acabou chutando por cima do gol. Os primeiros cinco minutos foram de toque de bola de ambas as equipes. Ninguém buscava atacar com intensidade. Pelo lado do Allianza, Giu Storch deitava e rolava no meio de quadra. A habilidade do camisa 15 se destacava em meio à marcação do Xoras.

O Xoras assustou novamente aos 8 minutos. Dutra recebeu de costas para o gol e quase marcou um golaço de letra. A pelota passou rente à trave esquerda. O Allianza respondeu em seguida. Bruno arriscou de longe e a redonda carimbou a trave direita de Tatá. A partir daí o jogo ficou novamente bem calmo, sem maiores emoções. Nenhuma das equipes conseguia furar o bloqueio adversário.

Aos 15 minutos, Carioca recebeu cruzamento na área e escorou de cabeça para o gol, inaugurando o marcador para o Xoras. Mesmo com o gol, o cenário permaneceu o mesmo: nenhuma das equipes pressionava, mas o Xoras conseguia ser um pouco melhor que o Allianza, que demonstrava muito cansaço nos momentos de atacar.

O Allianza voltou para a segunda etapa atacando muito mais, nitidamente mais vivo na partida. Logo aos 2 minutos, Giu matou no peito e mandou um voleio no canto esquerdo. A redonda passou raspando a trave. No minuto seguinte, Giu recebeu novamente na área e chutou no canto direito, dessa vez a bola carimbou a trave. Só dava Allianza.

A pressão do agora time azul, já que estreavam uniforme novo, deixou o Xoras completamente preso na defesa. O Allianza assustou mais uma vez com Brunão, que cabeceou para fora, rente à trave. No minuto seguinte, Thozinho abriu para a direita e carimbou a trave esquerda de Tatá, que acabou se machucando após fazer uma boa defesa. O pulso do arqueiro ficou completamente inchado. Seu substituto foi o camisa 10, Dutra, que logo foi apelidado pela torcida de Marcelo Lomba, demonstrando confiança na meta do Xoras.

Aos 14 minutos, Giu recebeu na ponta direita e encheu o pé no meio do gol para finalmente empatar em 1 x 1. O jogo voltou a ficar monótono. O empate não causou uma grande euforia nos jogadores do Allianza, nem deu um gás a mais para o Xoras voltar a atacar. Ainda assim, aos 17 minutos, Ferzim mandou de voleio no travessão xorense, quase marcando um golaço.

O minutos finais foram dramáticos. O Xoras deu o último suspiro e partiu para o ataque. Aos 21 minutos, Paulão driblou dois jogadores, o goleiro, e conseguiu chutar para fora. Ambas as equipes estavam abusando da raça, correndo o que não correram na maior parte do segundo tempo. As marcações mais uma vez fizeram a diferença e o placar final ficou mesmo no 1 x 1.

Com o empate, ambas as equipes permanecem na zona de classificação. Após o feriado de páscoa, o Xoras terá pela frente o Corleone. Já o Allianza enfrenta o Roleta Russa Clássico.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA

Corleone 6 x 1 TNT

CORLEONE NÃO TOMA CONHECIMENTO DO TNT E APLICA SONORA GOLEADA


Time de branco mantém o ritmo forte do início ao fim e goleia. TNT afunda na tabela


Por Bernardo Coimbra

Foi um passeio. Nem Armando Nogueira conseguiria achar melhor termo para definir a atuação do Corleone. O time branco desfilou na quadra, do início ao fim do jogo. Azar do TNT, que agora foi para a lanterna do Grupo A, sem ainda pontuar.

Logo no começo, Lezão conseguiu boa jogada e chutou no chão, pelo lado esquerdo da meta. Em seguida, Cainho mandou um tirambaço do meio da rua, que também passou pelo lado. O TNT tentou surpreender ainda nesse começo de jogo. Carlão conseguiu boa progressão pelo meio, mas o chute saiu muito torto.

Não tinha jeito, o jogo era mesmo do Corleone. Mat recebeu bola pelo meio e arriscou, pelo lado do gol. Depois, Fabio recebeu cruzamento, mas ainda não conseguiu acertar o alvo.

O primeiro a fazer o goleiro do TNT, o improvisado Dudu, trabalhar foi Fezinho, também em chute de longe. O time branco era superior e não tardou a abrir o placar. Na jogada seguinte, Joãozinho recebeu pelo meio, driblou e chutou estufando as redes.

O TNT ensaiou uma reação. Pedro Paulo cobrou falta forte na barreira. Na sequência, Rapha Bernardes conseguiu bela jogada, obrigando Marcelão a defender só com o pé. Léo ainda arriscou de longe, mas a bola passou por cima, muito perto da baliza.

Não querendo dar sorte para o azar, o Corleone foi para cima disposto a decidir a partida. Edu chutou bem, mas o goleiro defendeu e no rebote ele mandou muito alto, por cima do gol. Carioca conseguiu boa cabeçada logo depois, mas a bola acabou subindo demais.

O segundo gol da máfia foi marcado por Fá, recebendo, virando e chutando um petardo indefensável. O time de branco continuou em cima, querendo decidir logo a partida. Edu conseguiu bom chute de longe, mas a bola foi no meio do gol, bem tranquila para o goleiro.

Como era, de certo modo, esperado, o Corleone chegou logo ao terceiro gol. Após cobrança de escanteio, Piu meteu de cabeça e mandou para o fundo do barbante. O marcador mostrava 3 x 0 ao fim do primeiro tempo. Antes disso, Fezinho teve mais duas chances. Na primeira, recebeu, virou e chutou para defesa segura de Dudu. Na segunda, um chute pra fora depois de boa jogada pela esquerda.

Chegou o intervalo. Não havia uma testemunha presente que acreditasse no poder de reação do TNT. O time estava absolutamente vendido em campo, esperando para que o cronômetro corresse. A primeira chance do segundo tempo foi do time azul e preto. Carlão arriscou bom chute de fora, que saiu forte demais. A resposta veio com Edu, em uma bela jogada pelo lado esquerdo que a zaga do TNT tirou. Pelo time preto, Rapha Bernardes conseguiu um bom chute pela esquerda, obrigando o goleiro Marcelão a realizar boa defesa. Mas foi só.

Veio o rolo compressor. Piu, do Corleone, mandou uma bomba na trave, pelo lado esquerdo. Depois, Edu calibrou o canhão pelo lado direito, obrigando Dudu a fazer ótima defesa. Cainho ainda teve sua chance, aplicando bom drible e chutando no meio, também fazendo o arqueiro do TNT trabalhar. Lezão virou e chutou, mas a bola acabou subindo demais.

A essa altura, o Corleone não deixava o TNT respirar em quadra. Para animar a partida, o time azul e preto marcou o seu gol de honra. Cem completou bola cruzada para o fundo das redes. Entretanto, a Famiglia não quis saber de dar sorte para o azar e matou a reação na raiz. Pierri acertou bom chute de longe no lance seguinte e acabou com qualquer possibilidade do TNT. 5 x 1.

Daí para o final do jogo se passaram 15 minutos de um verdadeiro desfile. O time azul e preto não via a cor da bola, e o Corleone fazia o que bem entendia da redonda. O gol de Joãozinho apenas coroou uma atuação brilhante. Destaques para as chances de Carioca e de Lezão de ampliar o marcador. Mas os deuses da bola são orgulhosos, e não permitiram que dois dos melhores jogadores em campo marcassem seus gols.

Vitória merecida do Corleone, que, ainda invicto na competição, ocupa a 2ª colocação do Grupo A e já desponta como um dos favoritos a subir direto na fase de grupos. Já o TNT amarga a última posição, precisando urgentemente de uma reação para não jogar a Aço no próximo semestre.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA

TáLigado 6 x 6 Peneira

EM JOGO EQUILIBRADO, PENEIRA E TÁLIGADO FICAM NO EMPATE


Com os dois times jogando para frente em busca do gol, o resultado não podia ser diferente: 6 gols para cada lado


Por Rafael Ruiz

O Peneira, destaque do Grupo A da Bronze, não repetiu o mesmo estilo compressor das rodadas anteriores diante do TáLigado, que, com um bom futebol e toque de bola, conseguiu envolver a zaga do Peneira e segurar o resultado, que acabou numa atípica igualdades em 6 gols. Destaque para as boas atuações de Luis Fernando e Juninho.

O confronto começou com as duas equipes tocando a bola e evitando os chutões. E quem se saiu melhor nesse início foi a equipe de vermelho, o Peneira. Mexicano acertou belo chute de fora, no ângulo, fazendo o primeiro do jogo. Em rápida resposta, quase o azul marca com Egidio. O camisa 2 chutou colocado e quase fez.

Em seguida, o TáLigado encontrou o seu gol. E foi meio que sem querer. Queijo desviou de cabeça o chute de Vini e marcou. Com o gol, a partida, que era limpa e com poucas faltas, só tenderia a ser melhor. Tanto que, no minuto seguinte, Anderson Silva, recebendo lançamento do goleiro, dominou no peito e chutou, mas Léo Voador segurou bem.

Aos 7, Juninho avançou com a bola e tentou encontrar Anderson Silva, porém o goleiro, atento, interceptou a jogada e no rebote a defesa afastou. No lance seguinte, Juninho não perdoou. O camisa 19 recebeu livre de marcação e apenas teve o trabalho de tirar do goleiro para fazer o segundo.

O jogo era lá e cá e mais uma vez veio a igualdade no placar. Desta vez com Egidio recebendo pela esquerda, sem muitas dificuldades para marcar. Com o gol de empate, o jogo ficou mais franco e muito bem disputado, tanto que novamente o TáLigado quase marcou. Luis Fernando recebeu no meio e chutou forte. Oscar Velasquez fez boa defesa. No minuto seguinte, outra vez Juninho, de novo sozinho, apenas teve o trabalho de tirar na saída de Leo Voador e anotar 3 a 2. Outra de Juninho, ele recebeu e chutou forte. O goleiro defendeu mais uma.

O primeiro tempo se encaminhava para o fim, quando Luis Fernando recebeu a bola e rolou para Vag chutar. Contudo, a bola parou na boa defesa de Oscar Velasquez. E, na sequência, o TáLigado avançou e a bola chegou no grandalhão Luis Fernando. O camisa 11 de cabeça fez o segundo. E antes mesmo que o árbitro terminasse, ainda deu tempo para o camisa 11 fazer outro. Após a defesa isolar, a bola chegou nele no meio de campo. Luis Fernando avançou com ela dominada, chutou forte rasteiro e fez, virando o jogo.

Na segunda etapa parecia que os times iriam se acalmar, tanto que as jogadas não aconteciam mais com a mesma frequência de antes. A primeira grande chance foi Boca Jrs do Chuteira. Egidio arriscou e acertou a trave. Depois foi a vez de Gabriel Magiota tentar e marcar. O camisa 5 recuperou a bola, avançou e, na saída do goleiro, deu por cima de Oscar velasequez e marcou 5 a 3.

O Peneira não conseguia repetir os jogos que o consagraram nesse início de competição. O time errava muitos passes e não conseguia criar como antes. Porém, mesmo assim, conseguiram fazer mais um. E outra vez com Juninho recebendo na corrida. O camisa 19 não perdeu e guardou, deixando em 5 x 4 aos 10 minutos da etapa final.

Após esse gol, parecia que a partida seria como no primeiro tempo, um jogo lá e cá. E mais uma vez, depois de falta cometida por Juninho em Luis Fernando perto da área, o TáLigado desgarrou no placar. O camisa 16, Leandro, ouvindo instruções do camisa 11, cobrou forte. A bola passou no meio da barreira e o goleiro não teve reação. 6 x 4.

Faltando 10 minutos para o apito final, o TáLigado acabou por vacilar e dar espaço ao Peneira. Aos 17 minutos, Jorge, livre de marcação, recebeu passe de Roberto e esquentou mais ainda o fim do jogo.

Os últimos minutos foram eletrizantes, com as duas equipes desperdiçando boas oportunidades. Primeiro, o Peneira conseguiu o empate com Roberto. Era o 6 x 6. Em seguida, Vini quase colocou o azul na frente, mas acertou a trave. No último minuto, dois lances incríveis de cada lado. O TáLigado viu Vag receber sozinho pela esquerda, mas chutar em cima de Oscar Velasquez, que saiu bem do gol. Na sequência, em rápido contra-ataque puxado por Jorge, o Peneira desperdiçou grande chance, com dois jogadores cara a cara com o goleiro. O camisa 7 não rolou para o companheiro e decidiu chutar, mas para fora, levando à loucura a torcida.

Com o fim do jogo, o Peneira terá pela frente o lanterna No Bid, com grandes chances de retomar as largas vitórias. Por outro lado, o TáLigado tem outro lanterna, o TNT, e deve ter a cabeça no lugar para retomar o caminho da vitória. Ao fim do empate contra o Peneira, o time saiu reclamando com os árbitros sobre algumas faltas e sobrou vermelho para o goleiro Leo Voador e para Leandro, que desfalcaram o time no jogo de reposição diante do Toque Me Voy, no domingo. Ali, perderam de 3 x 1 porque jogaram com um a menos e goleiro improvisado o tempo todo. Qual teria sido o resultado caso os dois expulsos estivessem em campo?

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA

Roleta Russa Clássico 2 x 5 Derrubada

DERRUBADA SURPREENDE ROLETA CLÁSSICO E VENCE MAIS UMA


O caçula da família “Roleta” não soube aproveitar as chances que teve, diferente de seu adversário, que venceu por 5 a 2


Por Luis Fernando Saninana

Mesmo fazendo um jogo equilibrado, o Roleta Russa Clássico só conseguiu fazer seus gols no final da partida. Já o Derrubada abriu 3 a 0 ainda no primeiro tempo e só administrou no segundo. Este é um resumo de um duelo em que o time de Baru pecou nas finalizações, não sabendo aproveitar as chances que teve, enquanto seu adversário fez justamente o oposto.

O Derrubada abriu o placar logo com dois minutos. Decão recebeu na área e inaugurou o marcador. Adrianão quase fez o segundo em um chute cruzado, mas mandou para fora. Decão também quase fez outro, mas errou a pontaria como seu companheiro no lance anterior.

A primeira grande chance do Roleta veio com Nação chutando de fora, mas também para fora. Vendo que o adversário começou a sair para o jogo, o Derrubada não perdeu outra chance. Decão driblou o goleiro Guaraná na área e fez 2 a 0.

Com a vantagem de dois gols, o rubro-negro se fechou. Para o Roleta, sobrou apenas os chutes de fora da área. O goleiro Guaraná foi o primeiro, mas o arqueiro adversário, Henrique, espalmou. Depois foi a vez de Fifo arriscar. Henrique soltou e Caju tentou pegar a sobra, mas o goleiro se recuperou e mandou pela lateral. Brunão foi o terceiro a tentar a finalização de fora, mas o chute foi para fora.

Antes do intervalo, o Derrubada conseguiu aumentar o placar com seu camisa 12, que não consta em súmula e por isso não vai o nome dele aqui escrito. Pela esquerda, quase sem ângulo, fez 3 a 0 e levou o time para a etapa final com uma boa vantagem.

Era a tarde de Decão. O camisa 26 do Derrubada voltou a balançar a rede logo aos três minutos do segundo tempo. Após cobrança de falta, o jogador recebeu na esquerda e fez o quarto. A equipe preta e vermelha só não fez o quinto porque Guaraná defendeu a finalização de Bruninho.

O problema do Roleta Russa era evidente: o time pecava nas finalizações. Quando conseguia chegar perto da meta adversária, mandava para fora. Brunão tentou o chute cruzado da direita, mas a bola foi pela linha de fundo. Igual destino teve a finalização de Fifo, que após escanteio pegou de primeira.

O Derrubada administrava a partida. No momento em que resolveu pressionar um pouco saiu o quinto gol. Baru tentou sair jogando, mas Tomi pressionou e conseguiu mandar para o fundo do gol. Sim, 5 x 0.

Contudo, o Derrubada não conseguiu comemorar. Logo na sequência o Roleta conseguiu diminuir. De tanto arriscar de longe Giu conseguiu fazer o primeiro para o caçula da família Roleta, chutando no canto esquerdo.

O gol empolgou a equipe. Flávio tentou fazer o segundo após receber no meio, mas chutou por cima. O time ficou exposto e, no contra-ataque, Bruninho só não fez o sexto porque Guaraná salvou.

No último minuto do tempo regulamentar, uma falta na entrada da área foi marcada para o Roleta Russa Clássico. O goleiro Guaraná tocou na esquerda para Raul diminuir o prejuízo e fechar em 5 x 2 o placar.

Com a vitória o Derrubada subiu para a quarta posição e na próxima rodada tentará subir ainda mais, enfrentando o líder Toque Me Voy. Já o Roleta Russa Clássico buscará a recuperação contra o Allianza Sagrado, que empatou com o Xoras.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA

Maciota’s 5 x 1 Invictus

MACIOTA’S APROVEITA DESCUIDO DO INVICTUS E GOLEIA


Uma avalanche de gols consecutivos desestabilizou o Invictus e facilitou a primeira vitória do time de Jerry na temporada


Por Vinny Rodrigues

O primeiro jogo da tarde do Grupo B da Série Bronze trouxe um primeiro tempo muito equilibrado, no entanto, sem gols. Entretanto, no segundo tempo, o Maciota’s comandou o placar ao marcar no logo no início e aproveitar – e como – o destempero emocional do adversário, que passou a reclamar e discutir com a arbitragem. Resultado foi uma goleada sonora de 5 x 1, que joga o Invictus para baixo na tabela – fora do G-6 – e reaviva o Maciota’s com sua primeira vitória na competição. O primeiro bom lance do jogo veio do lado maciota, em erro de passe de Paulão que deixou o adversário cara a cara com o goleiro. Henrique Henry saiu nos pés do atacante para salvar o que seria o primeiro tento.

O Maciota’s resolveu arriscar de longe. Com petardos do meio da rua, o time de branco tentava abrir o marcador. Jerry e Alê tentavam, mas infelizmente o pé andava descalibrado já que a maioria dos chutes era defendido por Henrique ou passava longe da meta adversária.

Do outro lado, o Invictus pouco conseguia ameaçar Loba. Sem Ragazzo, o ataque do time anda inoperante, e nesta 3ª rodada isso se comprovou mais uma vez. O erro de passes e tabelas mal realizadas não levavam nenhum perigo à zaga adversária. Na verdade, apenas nos minutos finais a equipe conseguiu chegar. Bento entrou na área, aplicou o que só ele considera um chapéu no zagueiro e acabou bloqueado pela defesa. Ainda na primeira etapa, Mutssa, recebeu belo passe de Renan e de dentro da área finalizou. Em cima da linha o zagueiro do Maciota’s salvou o que seria a inauguração do placar.

Se o primeiro tempo foi tranquilo, sem muitas chances de ambos os lados, o segundo teve uma verdadeira chuva de gols... do Maciota’s. De uma hora para a outra, aqueles chutes de longe que estavam passando sem perigo começaram a assustar. Kaio bateu com violência e viu o defensor do Invictus abaixar e a bola morrer no cantinho. 1 x 0 logo aos 2 minutos.

O Inivctus até tentava algo com Paulão, Renan, o estreante Raito e Bento na frente, mas era pouco para assustar uma defesa bem postada que jogava adiantada e impedia qualquer perigo a Loba. A situação do Invictus piorou quando, após Paulão sair amarelado por falta mais dura, ver também Rodrigo Vendramini tomar o seu. O atacante deu um carrinho na lateral da área que pegou apenas a bola, mas o árbitro assinalou falta. Ele se irritou, o time todo se irritou acreditando que o carrinho não merecia nem falta. Acalmadaa a situação, Alê foi para a cobrança. Ele recebeu bola rolada e mandou onde a coruja dorme. Henrique até chegou a ir nela, mas foi sem a menor chance. 2 x 0. A vaca deitou quando Paulão ficou xingando e reclamando do banco. O coringa do time tomou azul e vermelho, pra fechar com chave de ouro e o leque das cores. Perdido em campo, o Invictus foi presa fácil para Alê, que passou a ser o dono do jogo. Com mais dois gols, ele fez 4 x 0 e sobrava em campo. O time azul e branco estava distante daquele time de forte marcação e que não dava espaços. Pelo contrário, espaço foi o que não faltou...

Para deixar pelo menos o seu gol de honra, aos 25 minutos do segundo tempo, Bento recebeu bola espirrada da direita e finalizou contra a meta adversária. 4 x 1 e nenhuma reação do time, já que o jogo chegava ao fim.

Para selar o caixão invictense, após chute de longe Nakamura, o goleiro Henrique aceitou uma pancada de longe que deixou a bola no fundo das redes. Era o quinto e último gol do Maciota’s. Fim de jogo, com o placar elástico de 5 x 1 e o Maciota’s se recuperando na tabela. No domingo, o time fez a partida adiada da 1ª rodada e, após jogar melhor e levar mais perigo, cedeu o empate ao Bonde dos Abelhas.

Com a vitória e o empate, o Maciota’s chega a 4 pontos e entra na zona de classificação, na 6ª posição. O time mostrou que tem volume para ir mais longe nessa Bronze e quem sabe retornar à Prata. O próximo teste é contra o Bacaninha. Já o Invictus sofre a segunda derrota consecutiva e cai para a zona de rebaixamento. O time terá que buscar a recuperação diante do invicto BDA, o que é uma tarefa nada fácil. Não terá Paulão suspenso e reza pela volta de Ragazzo o quanto antes.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA

Rabisco 2 x 9 Cachorro Velho

CACHORRO VELHO ATROPELA JOVEM RABISCO


A equipe da PUC mostrou que de velho não tem nada e com espírito rejuvenescido goleou o Rabisco sem dó


Por Luis Fernando Saninana

Se o Rabisco achou que a partida contra o time da PUC seria a chance de marcar os primeiros 3 pontos, errou feio. O Cachorro Velho garantiu a vitória praticamente no primeiro tempo, abrindo um convincente 4 a 0. No segundo tempo o Rabisco diminuiu, mas não o suficiente para entrar no jogo e acabou levando outros cinco gols.

O Cachorro Velho mostrou uma disposição de garoto e começou com tudo. Tupi teve a primeira grande chance batendo cruzado, mas Oga espalmou. Na segunda tentativa, Mateus Carvalho não perdoou. Após escanteio pela direita, o camisa 2 apareceu livre na área e completou de cabeça para abrir o placar.

O gol fez com que o Rabisco saísse mais para o jogo. Murilo quase empatou após roubar a bola no meio de campo e arriscar o chute, que saiu à esquerda do gol. Jales subiu para o ataque e também teve sua oportunidade de empatar batendo colocado, mas Botana espalmou.

O Cachorro Velho, vendo que poderia levar o gol de empate, também começou a atacar mais e o jogo virou uma troca de ataques. Giggio chutou da entrada da área após tabelar e acertou a trave esquerda. O Rabisco respondeu com Ozil finalizando de fora da área e obrigando Botana a espalmar pela linha de fundo. No escanteio cobrado na primeira trave, Murilo antecipou e cabeceou para fora.

Quando o Cachorro teve a oportunidade de ter ataques seguidos, a equipe soube aproveitar. Primeiro Giggio, pela esquerda, chutou rasteiro e Oga defendeu com o pé. No segundo ataque, a bola bateu no braço esticado de Jales, que estava quase embaixo da trave. O pênalti foi marcado e Marco, de volta ao time após aventura no clã Roleta, cobrou no canto esquerdo de Oga, que espalmou. O próprio Marco pegou o rebote e fez 2 a 0.

O Rabisco tentou diminuir a vantagem antes do intervalo. Fazendo pressão no campo de defesa adversário, Kaká conseguiu roubar a bola, mas acabou chutando para fora. Na vez de Jalesinho, o camisa 4 chutou de longe para defesa do goleiro.

Se expondo muito, o Rabisco acabou se descuidando na marcação. Com isso, Giggio recebeu livre na esquerda e chutou na saída do goleiro, fazendo o terceiro. Menos de um minuto depois, a bola voltou para o fundo do gol quando Barbieri finalizou pela esquerda. 4 x 0.

Veio o intervalo e com ele uma bronca do técnico Varoli em sua equipe. A dura pareceu não surtir efeito, pois quem teve a primeira grande chance da etapa final foi o Cachorro. Leote, pela esquerda, acertou a trave bem na forquilha. Murilo tentou responder chutando de longe e Botana espalmando. Mas o CV voltou a acertar a trave no ataque seguinte. Da entrada da área, Giggio mandou no poste esquerdo.

O camisa 7 não podia ficar livre, pois dava muito trabalho para a defesa rabisqueira. Em outra chegada do Cachorro, Giggio recebeu livre na direita e não perdoou: tocou na saída do goleiro para fazer o quinto.

Com 5 x 0, o Cachorro passou a administrar o jogo. O Rabisco teve mais espaço para atacar. Murilo tentou de fora, mas o goleiro defendeu. Depois em cobrança de escanteio, o CV falhou na marcação e Kaká, ex-DPGamos, diminuiu para o time azul e branco.

Mas a reação parou por aí. Mesmo quatro gols à frente, o Cachorro não deixou o adversário respirar e foi para o ataque. Giggio recebeu mais uma vez livre na área, mas mandou por cima da meta. Já Raphinha teve a sua oportunidade e não desperdiçou. O camisa 12 avançou pelo meio e bateu rasteiro no canto direito de Oga. 6 x 1.

O Rabisco não conseguia criar e também não conseguia defender. Thiaguinho teve duas chances. Na primeira, livre no meio da área, chutou em cima do goleiro. Na segunda, em um lance que parecia perdido, Moreno conseguiu evitar que a bola saísse pela linha de fundo e cruzou para o camisa 9 fazer o sétimo gol da equipe da PUC.

No minuto seguinte, Murilo ainda conseguiu descontar para o Rabisco. Mas não foi o suficiente para animar a equipe, que só aguardava o final do jogo. Antes do término, o Cachorro Velho conseguiu balançar a rede mais duas vezes. Com Moreno livre na área para fazer 8 a 2 e com Tupi, também livre, fazendo o nono, fechando a goleada. Ufa!

O Rabisco terá uma semana de folga para acertar o time e tentar sua primeira vitória, contra o Camaro. Já o Cachorro Velho tentará manter-se entre os líderes contra o Opalas.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA

Bacaninha 3 x 5 Opalas

OPALAS VENCE DE VIRADA E CONQUISTA OS PRIMEIROS PONTOS


Opaleiros surpreenderam o experiente Bacaninha, mesmo após ficar atrás no placar


Por Luis Fernando Saninana

O Bacaninha até saiu ganhando, mas ainda no primeiro tempo levou a virada. Os times fizeram uma primeira etapa de forte marcação e pouca criação. No segundo tempo, o jogo melhorou e ficou mais aberto. Mas ainda faltou sorte aos bacanas, que chegaram a empatar logo no começo, mas no final acabaram perdendo por 5 a 3.

O time de Marcelão começou melhor. Logo com um minuto de jogo, Lê Leme abriu o placar em cobrança de falta pela entrada da área. Contudo, os nove minutos seguintes foram truncados, de muita marcação, com os times levando pouco perigo ao gol adversário. Até que em um bate rebate do ataque do Opalas fez a bola sobrar para Rubão, de frente para o gol, empatar.

A forte marcação continuava e a alternativa foi chutar de fora da área. Lê Leme quase colocou o Bacaninha na frente de novo. O camisa 11 chutou, a bola desviou na zaga e saiu à direita do gol levando perigo.

O Opalas, então, começou a pressionar e teve sua chance com Fernandinho. Após a zaga adversária tentar afastar, a bola sobrou na esquerda para o jogador, que bateu cruzado, mas sem sucesso. Já Léo Chaves foi mais feliz, batendo forte de fora da área para virar a 2 x 1.

Antes de acabar o primeiro tempo, Parasmo quase fez de cabeça, mas Erich defendeu evitando o terceiro gol. O segundo tempo começou igual ao primeiro. Logo de cara, aos 30 segundos, outra vez Lê Leme foi às redes. Ele recebeu na esquerda e bateu cruzado para deixar o placar igualado.

O gol logo de cara não abalou o Opalas. Quem pareceu se abalar foi o próprio Bacaninha, já que, depois do empate, o Bacaninha não conseguiu criar mais grandes chances e viu seu adversário crescer e pressionar.

Raphina, pela direita, quase colocou o Opalas na frente novamente, mas seu chute foi para fora. Em cruzamento quase do meio da quadra, Tevez desviou de cabeça, mas Erich defendeu. De tanto insistir e aproveitando o mau momento do adversário, o Opalas chegou ao terceiro gol em cobrança de falta ensaiada. A bola foi rolada da direita para o meio e Raphinha chutou forte para o fundo da rede.

Deu tão certo a jogada que, em mais uma cobrança de falta ensaiada, o Opalas aumentou a vantagem. Dessa vez a bola foi rolada para a esquerda, e Fernandinho, livre na lateral da área, chutou forte e alto sem chances para o goleiro.

O Opalas era o que criava as melhores chances até então. Aproveitando o momento, Tevez, de frente para o gol, fez o quinto e liquidou o jogo. A equipe então passou a administrar a partida.

Com a vitória assegurada o Opalas recuou e nos minutos finais o Bacaninha foi para o ataque tentar diminuir o prejuízo. Lê Leme, o mais perigoso da equipe durante o jogo, chutou de fora, mas Kadu espalmou. O time ainda colocou o goleiro linha, mas quase acabou levando mais um em um chute de longe, que foi por cima do gol. Nos acréscimos, Léo Saraiva conseguiu diminuir para o Bacaninha, mas já era tarde.

Na próxima rodada o Bacaninha tenta se recuperar contra o Maciota’s. Já o Opalas pega um dos líderes, o Cachorro Velho, que vem embalado após a goleada por 9 a 2 sobre o Rabisco.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA

Roleta Russa 2 x 5 Bonde dos Abelhas

BDA VINGA OS ADVERSÁRIOS E GOLEIA O ROLETA RUSSA


Depois de duas goleadas, Roleta Russa sente o amargo gosto da derrota e perde invencibilidade para o Bonde dos Abelhas


Por Luis Fernando Saninana

O Roleta Russa, que ganhou as duas primeiras partidas por placares elásticos, acabou sendo goleado por 5 a 2 e perdeu a primeira no Chuteira de Bronze, além de perder a chance de se isolar na liderança. O BDA criou mais chances, enquanto o RR tentou manter a mesma postura dos jogos anteriores, mas dessa vez não deu certo.

O Roleta abriu o placar logo de cara. No primeiro ataque de perigo, aos dois minutos, Folha aproveitou um chute de Preto e fez 1 a 0. O gol relâmpago não abalou o Bonde dos Abelhas, que passou a pressionar o adversário. Guarulhos quase empatou chutando de fora da área, mas acertou a trave esquerda do goleiro. Até que aos dez minutos, Rick arriscou de longe e acertou o canto esquerdo de Edu. Tudo igual novamente.

Com a partida empatada o jogo voltou a ficar equilibrado. Ceron quase desempatou ao avançar pelo meio e chutar na saída do goleiro. Hulk salvou em cima da linha. A resposta do BDA veio com Bruno, pela direita, que chutou na rede pelo lado de fora. No ataque seguinte, o Bonde levou azar. Rafa chutou de sua área defensiva e acertou o travessão de Edu, quase fazendo um golaço.

Os times queriam ir para o intervalo com a vantagem e por pouco não conseguiram. Pelo lado do Roleta, Folha, pela direita, finalizou e graças a um desvio da zaga adversária a bola foi por cima do gol. Já o Bonde dos Abelhas teve três chances. Bruno pegou de meia bicicleta e mandou por cima. Rafinha, pela entrada da área, chutou de bico para fora. Bruno novamente teve uma chance em cobrança de falta ensaiada, mas Edu espalmou no canto direito.

O BDA começou pressionando no segundo tempo e com 40 segundos conseguiu ficar à frente no placar. O zagueiro Preto, que vinha bem na partida, foi infeliz ao tentar afastar a bola. O defensor acabou chutando em cima de Cris Coppola, que marcava a saída de bola, e acabou encobrindo o goleiro Edu.

Um minuto depois o Bonde voltou a comemorar um gol. Maca chutou rasteiro de fora da área e fez 3 a 1. O Roleta sentiu o golpe. Na pressão do adversário, Hulk bateu cruzado pela esquerda e quase fez o quarto. O BDA chegava fácil ao ataque. Instantes depois, Cris Coppola ajeitou de cabeça para Marco chutar por cima da meta.

Não só o ataque foi eficiente. Atrás, Coqueiro fazia uma boa partida. Em uma sequência de chutes do Roleta, o goleiro do BDA fez um verdadeiro milagre, evitando que o adversário voltasse para o jogo. Alemão chutou e o arqueiro espalmou. Na sobra, Folha, de dentro da área, chutou e mais uma e outra vez novamente o goleiro salvou. A bola ainda sobrou para Ceron na entrada da área, que pegou de primeira, mas o inspirado Coqueiro espalmou por cima do gol.

Após as defesas consecutivas, veio o balde de água fria. Em um escanteio pela esquerda, Galinha antecipou, desviou de cabeça e Fê colocou a mão na bola. Na cobrança de pênalti, Maca mandou alto no canto direito de Edu, que pulou para o outro lado.

O Bonde dos Abelhas não fez o quinto logo em seguida porque Bruno, livre pela esquerda, tentou chutar na saída do goleiro, mas acertou as costas de Edu. O Roleta Russa tentou responder com Thales chutando de fora da área, mas Coqueiro espalmou por cima do gol. No escanteio, Fê diminuiu o prejuízo para o RR.

Faltavam cinco minutos ainda e a diferença era de apenas dois gols. Até que aos 22 veio outro balde de água fria no Roleta. No contra-ataque, Rafinha, livre no meio da área, fechou a conta para o BDA.

Na próxima rodada o Bonde tentará subir ainda mais na tabela pegando o Invictus, que vem de dois resultados negativos. Já o Roleta enfrenta um dos líderes, o Camelo, que também perdeu na 3ª rodada.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA

Camelo 4 x 6 Camaro

CAMARO VENCE CAMELO E ENCOSTA NA PONTA DA TABELA


Time do carro amarelo volta a vencer no campeonato. Já o Camelo saiu na bronca com a arbitragem, que teve papel fundamental para o resultado final do jogo


Por João Paulo Bueno

O Camelo vinha de vitória esmagadora contra o Opalas e queria manter o bom ritmo para se tornar líder isolado do Grupo B. Do outro lado, o Camaro havia perdido o Roleta Russa na primeira rodada, mas ganhou do Invictus na semana anterior e queria encostar nos líderes. Num jogo equilibrado em que o Camelo pecou nas palavras – o excesso delas, que rendeu cartões e expulsões no segundo tempo – o Camaro aproveitou e fez os 3 pontos, deixando ao Camelo um prejuízo enorme diante dos acontecimentos lamentáveis junto à arbitragem.

O jogo começou pegado, com o Camelo partindo para o ataque. Logo aos 40 segundos de partida, Danilo driblou o marcador e chutou no canto esquerdo, sem chances para Marcãozinho.

O Camaro partiu para o ataque minutos depois e conseguiu o empate. Em lance duvidoso, o árbitro marcou falta de Kadu em cima de Correa. Reina ajeitou a bola com carinho e soltou a bomba no canto do goleiro Henrique, que não conseguiu fazer a defesa.

O Camelo ia para o ataque com mais facilidade, pois o Camaro marcava no campo defensivo, só esperando para tentar o contra ataque, mas não foi o que aconteceu. Com o espaço dado, Cainho arriscou de muito longe. A bola passou no meio das pernas de Cris Dantas e entrou chorando no canto esquerdo de Marcãozinho.

Depois de fazer o segundo gol, o Camelo era melhor em campo. Tocava mais a bola, cadenciando o jogo. O Camaro começou a ficar nervoso e não jogava tão bem quanto no início do duelo. Para piorar, aos 9 minutos, Reina recebeu o cartão azul após reclamar com os árbitros que eles queriam aparecer. Um deles, irritado, colocou para fora o melhor jogador do Camaro com o cartão azul. O excesso de falatório começava a prejudicar uma das equipes.

Mesmo com um a menos, o Camaro partiu para o ataque e, em boa jogada de Digão, colocou o goleiro para trabalhar. O Camelo era mais eficiente no ataque e isso foi mostrado aos 16 minutos, quando Danilo fez boa jogada, tocou para Lio que avançou pela esquerda e, em bela assistência, deixou Cau na cara do gol para ampliar o marcador para 3 x 1.

No final do primeiro tempo o Camaro perdia muitos gols que eram chutados para fora ou paravam nas mãos do goleiro Henrique, em mais uma bela tarde de futebol. Porém, o segundo tempo começou com Marcão assumindo a meta do Camelo e o time indo ao ataque, mas foi o Camaro que marcou primeiro. Após receber lançamento milimétrico de Bruninho, Digão teve que chutar duas vezes para diminuir o placar.

O Camaro já era superior em campo e isso ficou comprovado quando Bruninho arrancou pela direita e deixou para Alexei chutar no canto esquerdo para deixar o placar igualado em 3 tentos.

Após o empate, a partida ficou muito equilibrada e com boas chances de gol para os dois lados. O único problema é que ninguém aproveitava. Até que Lio tocou para Kadu. Sozinho, o número 7 encheu o pé e fez o quarto gol do Camelo aos 18 minutos do segundo tempo.

Faltando 5 minutos para o fim da partida, em vantagem, era impensável que o time alvi rubro pudesse deixar os 3 pontos escapar. O Camaro, sem desistir, partiu para o ataque. Após o goleiro pegar a bola, ele recebeu uma trombada de Bruninho, deixando a bola escapar de suas mãos. A bola foi rolando lentamente em direção ao gol e entrou. O árbitro não viu o lance e validou o gol para o Camaro.

Os jogadores do Camelo, revoltados com a decisão, partiram para cima do árbitro, causando o maior tumulto em campo. Após muito bate boca, sobrou cartão azul para Lio e Danilo. Inconformado com o cartão, Danilo foi à quadra ao lado e começou a ameaçar o árbitro. Segundo a arbitragem, o jogador ainda cuspiu no mesmo. Cenas lamentáveis.

Após muito bate boca, a partida reiniciou. O Camelo estava claramente abatido e, com 2 a menos, sucumbiu. O Camaro, que não tinha nada a ver com isso, partiu para conquistar a vitória. Digão recebeu livre e só teve o trabalho de empurrar para o gol. O time ainda chegou mais uma vez em um lance pela direita de Bruninho, que chutou sem pretensão e o goleiro acabou aceitando o frango. 6 x 4 e final de jogo, para mais reclamações e acusações.

O Camaro venceu seu segundo jogo seguido e encostou nos líderes do Grupo B. Na próxima rodada, a equipe enfrenta o lanterna Rabisco, com chances de goleada. Com a derrota, o Camelo tem que deixar de lado este capítulo e continuar jogando seu bom futebol. Os fatos serão analisados e julgados pela Organização, mas, a contar o que foi visto, o Camelo vai perder muito mais que apenas os 3 pontos dessa partida. Na próxima rodada irá enfrentar o Roleta Russa. Dependendo de resultados, ambos podem se tornar líder isolado do grupo.
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