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CHUTEIRA NEWS: VI CHUTEIRA DE BRONZE: 2ª RODADA

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA

Derrubada 5 x 2 TáLigado

DERRUBADA VENCE E CONVENCE DIANTE DO NOVATO TÁLIGADO


Com direito a um “hat-trick” de Decão, o Derubada mostrou uma boa evolução e superou o vice-campeão da Taça Verão


Por Rafael Ruiz

Com Decão inspirado, o TáLigado não aguentou a pressão do já tradicional time rubro negro da Bronze. Com um futebol que utiliza muito o pivô, o Derrubada goleou o seu adversário sem muitas dificuldades e viu seu atacante marcar um hat-trick (expressão da língua inglesa que pode ser traduzida como “barba, cabelo e bigode”, em alusão a 3 gols numa única partida) e ser um dos destaques do jogo.

A partida começou movimentada e com ambos os times indo para cima, mostrando que o confronto seria disputado e aberto. Tanto que, logo aos 2 minutos, após boa jogada de Rafinha pela direita, o camisa 13 rolou para Vini marcar, aproveitando o vacilo do zagueiro que passou da bola, abrindo assim o marcador e colocando o TáLigado na frente.

A equipe novata parecia não sentir muito o peso da incomum estreia na 2ª rodada, uma vez que o time teve o seu jogo adiado devido à chuva do sábado passado. Nos instantes iniciais, o TáLigado conseguia ser mais perigoso que seu adversário. Em outra chegada de perigo, Gabriel Magiota dominou a bola e avançou com ela dominada até encontrar Rafinha, que chutou forte, obrigando Henrique a praticar boa defesa. O arqueiro saiu bem do gol fechando o canto e colocou para lateral.

Enquanto isso, o Derrubada ainda tentava se encontrar em campo, uma vez que apenas levou perigo aos 5 minutos, quando Favilla recebeu já ajeitando para o arremate. O seu chute foi tão colocado que, apesar de ter saído, levou um certo susto à meta de Leo Voador. Depois dessa chegada, praticamente só deu Derrubada.

A equipe veterana apareceu mais uma vez com perigo. Dessa vez, após uma pressão na saída do adversário, o ‘rubro-negro da Bronze’ conseguiu arremesso lateral. Na cobrança, a bola chegou em Decão, que de cabeça fez o gol de empate. Em seguida, em um lance muito parecido com o anterior, outra vez com Decão surgiu como protagonista e chutou rasteiro, obrigando mais uma vez o goleiro a trabalhar e colocar para lateral.

O TáLigado parecia ter acuado com o primeiro gol do Derrubada, tanto que passou por um momento bem ruim no jogo. Por outro lado, o adversário jogava bem e utilizava muito as jogadas com Decão. Em uma delas, a bola passou pelo 26 e chegou em Telito, que pela direita chutou e virou a partida.

A primeira etapa já se encaminhava para o seu fim, quando depois de muito tempo, a equipe de azul levou novamente perigo. Dessa vez, após boa jogada de Tiagão, que encontrou livre Vag. O camisa 14 sozinho se atrapalhou e perdeu ótima oportunidade. A zaga, atenta, conseguiu afastar após a bobeada do atacante.

O Derrubada chegava com muito perigo e em mais duas oportunidades quase ampliou. Na primeira, Bruninho fez boa jogada e chutou forte para a ótima defesa de Leo Voador. Em seguida, Decão, aproveitando vacilo de Queijo que tocou errado, roubou a bola e na saída do goleiro fez o terceiro de sua equipe. Final do primeiro tempo com a vantagem do Derrubada: 3 a 1.

Veio a segunda etapa, mas nada mudou. Tanto que logo aos 2 minutos, após cobrança de lateral, o Derrubada quase fez outro, dessa vez com Cesar. Tentando responder, o time de azul arriscou com Egidio, que quase fez chutando de longe, mas a bola apenas passou com perigo por cima da meta de Henrique.

Quase na metade do segundo tempo, em outra jogada com Decão fazendo o pivô, por pouco o Derrubada não ampliou. O camisa 26 dominou e rolou para Bruninho chutar forte, parando na boa defesa de Leo Voador. O jogo estava mais aberto, contudo, com amplo domínio do rubro-negro, que em outra oportunidade quase fez com Henricão. O camisa 2 chutou forte e acertou o travessão do TáLigado e se perdeu pela linha lateral. Em seguida, após apertar a marcação, o Derrubada fez mais um. Dessa vez com Chico que recebeu e chutou rasteiro, botando a bola nas redes.

O jogo se encaminhava para o apito final, mas ainda deu tempo para que Decão assinalar o terceiro. O camisa 26 tabelou com Telito e recebeu de volta, tendo apenas o trabalho de empurrar para as redes. Com mais um gol tomado, o time de azul tentou diminuir, mas não conseguiu. O camisa 14, Vag chutou forte e levou perigo.

Em rápida resposta, quase outro do Derrubada. E olha que ia ser um belo gol. Favilla recebeu bonito passe de Telito, que tentou encobrir o goleiro, mas acertou o travessão. O jogador ainda teve o rebote, mas desperdiçou. No entanto, no último lance da partida, ainda deu tempo para Rafinha encontrar Gabriel Magiota, empurrou para fechar o placar: 5 x 2 em favor do rubro-negro.

Na próxima partida, o Derrubada pega o Roleta Russa Clássico, que assim como a equipe, está no meio da tabela. Por outro lado, o TáLigado ainda busca melhor entrosamento para tentar fazer um bom papel na competição, precisando de um bom resultado contra o líder Peneira.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA

TNT 0 x 3 Allianza Sagrado

ALLIANZA NÃO DÁ CHANCE AO TNT E AVANÇA NA TABELA


Aproveitando melhor as oportunidades, equipe de Giu & Cia. conseguiu se recuperar do empate da estreia vencendo por 3 a 0


Por Rafael Ruiz

O colete verde-limão pareceu dar sorte ao Allianza, que conquistou seus três primeiros pontos depois de dominar a partida contra o TNT. O jogo foi disputado e com chances para os dois lados, mas com melhor aproveitamento por parte da equipe do Colégio Sagrado, que parece ter encontrado em Thozinho, ex-Acidus, seu ponto de equilíbrio no meio de campo.

O jogo começou de fato aos 3 minutos, após um início um tanto truncado e sem muita criação de ambos os lados. A primeira chance foi do TNT, com Lê roubando a bola e finalizando forte para boa defesa de Mussolino. O Allianza não conseguiu impor o seu jogo rapidamente e sofria diante do adversário. Dudu teve grande oportunidade, dominando e girando sobre a marcação, porém o goleiro estava bem posicionado e praticou a defesa.

O time de colete somente levou perigo quase na metade da primeira etapa. A equipe trocou alguns passes até chegar em Giu, que encontrou o irmão Rafa Storch. O jogador dominou e foi calçado por trás pelo goleiro dentro da área. Pênalti e cartão amarelo para Assef. Na cobrança, Thozinho colocou a bola nas redes, aproveitando que o goleiro substituto Dudu não tinha a vocação para a posição.

Animado, o Allianza criou outra oportunidade, dessa vez com Giu, que recebeu sozinho e perdeu, mas com todo o mérito para Assef, que já havia voltado da punição de 2 minutos. Em seguida, outra oportunidade desperdiçada com Thozinho. O camisa 8 avançou com a bola e rolou para Bruno, que, sozinho, falhou. O goleiro fechou outra vez o canto.

O jogo era disputado e com algumas divididas mais fortes. Após falta de Cadinho que impediu o avanço do adversário, Salas cobrou colocado e obrigou Mussolino a fazer boa defesa.

No início da segunda etapa a partida continuou equilibrada, mas com mais chances para o Allianza, que tocava melhor a bola, tanto que em mais uma oportunidade conseguiu marcar o segundo gol. Brunão, logo aos 26 segundos, avançou com a bola dominada e chutou forte para estufar as redes.

Pressionado e atrás no placar, o TNT teve que sair para o jogo, tentando responder rapidamente. Rapha Bernardes tentou, mas acabou pegando fraco e facilitou para o goleiro defender. Em seguida foi a vez do time de colete levar perigo, após bela finta de Brunão pela esquerda, o camisa 6 chutou cruzado, porém esbarrou em outra defesa do goleiro que afastou o perigo.

O jogo estava lá e cá, uma vez que o TNT, que não chegou muito no primeiro tempo, neste momento conseguia encontrar mais facilidade para aparecer na frente. E em uma dessas chegadas, por pouco não marcaram o gol. Se não fosse o corte salvador de Cadinho, depois de boa jogada de Cid pela direita, o camisa 3 iria achar Sadia livre, que só teria o trabalhar de conferir se não fosse a defesa. Aos 9 minutos, depois de mais uma jogada individual, Henrique Beijinho chutou forte e fez outro para a sua equipe.

Tentando dar uma rápida resposta, por pouco o TNT não marcou. Diny Souza rolou para Lê que finalizou com força, mas não conseguiu fazer. A bola bateu no travessão.

Buscando matar a partida, o Allianza subiu a marcação e quase fez, se não fosse a falta de pontaria e a boa intervenção de Carlão. Após boa tabela entre Rafa Storch e Giu, o camisa 7 acertou a trave e, no rebote, Rafa Stroch por pouco não marcou. Em seguida, foi a vez do TNT acertar a trave. Dessa vez com Cid, que recebeu e chutou com força, porém acabou não sendo feliz no chute.

Nos instantes finais, o goleiro novamente salvou a pátria. Assef pegou o chute de Danilinho, mas deu rebote. O mesmo tentou e a bola sobrou para Arthur Grimaldi, que dividiu com arqueiro, que colocou para lateral. E assim terminou a disputada partida.

O Allianza conquistou a sua primeira vitória e encosta nos líderes. Se mantiver o ritmo, pode até sonhar em voltar para a Prata. Já o TNT, que soma duas derrotas, começa a ver a situação a se complicar, pois ainda não mostrou futebol para sonhar com o acesso. Terá pela frente o Corleone e precisa vencer para não começar a ser assombrado pelo rebaixamento.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA

Corleone 8 x 0 No Bid

CORLEONE NÃO DÁ CHANCES AO NO BID E APLICA A MAIOR GOLEADA DA COMPETIÇÃO


Com bom toque de bola, a “Famiglia” balançou as redes 8 vezes e não cedeu nenhum gol ao adversário


Por Rafael Ruiz

Jogando de luto, devido ao falecimento de um parente do elenco, o Corleone demonstrou desde o início que entrou em campo com muita vontade e disposição para liquidar o confronto logo no começo, aprendendo com o erro da semana anterior. Com muita facilidade, os “mafiosos da bola” foram construindo o placar ao longo dos 50 minutos, sem desanimar.

Logo de cara a equipe de branco demonstrou muita vontade, tanto que com apenas 1 minuto o marcador já havia sido inaugurado. Mamá, aproveitando cobrança de lateral, pegou de primeira, sem chances para Rabinovici. E já ampliou aos 5 minutos em um lance muito parecido. Desta vez, em cobrança de escanteio, após o time ter apertado a saída do adversário. No lance, a bola chegou em Tchelo que, de cabeça, fez.

O jogo era de amplo domínio do Corleone e o No Bid não se achava em quadra, tanto que aos 7 minutos o time perdeu a cabeça. A arbitragem marcou a infração em um lance que a equipe alegou bola no ombro. No lance, o camisa 5 do laranja recebeu amarelo, e quando o atleta ia saindo, acabou falando demais e o árbitro aplicou cartão azul, eliminando-o do jogo. Na cobrança da falta, Fezinho chutou forte e o goleiro deu rebote. Mat tentou, mas Rabinovici se recuperou e fez boa defesa.

Aos 10, o No Bid acabou ficando com um a menos outra vez. Raphael Fleischmann recebeu amarelo por uma falta no meio. Desse modo, se aproveitando de um jogador a mais, a equipe branca encontrou mais facilidade para tocar a bola, uma vez que Carioca apertou a saída, recuperou a bola e rolou para Fezinho, livre, apenas empurrar para o gol.

A partida era disputada no campo do time de laranja, tanto que, aos 14 minutos, Carioca quase marcou um golaço. O camisa 2 recebeu a bola e chutou forte. A bola explodiu no travessão e saiu. O Corleone, além de jogar bem, ainda estava com sorte.

O No Bid, aproveitando uma falta cometida por Mamá perto da área, por pouco não fez. Grego recebeu a bola pela direita e chutou forte no fundo das redes. No entanto, a arbitragem não validou porque o seu companheiro estava na frente do goleiro, e isso, segundo as novas resoluções do Chuteira, é ilegal.

Após a polêmica, o jogo perdeu um pouco de qualidade, muito mais porque o time de branco parou de apertar a saída de bola. Outra chance somente aconteceu aos 19 minutos, quando outra vez Tchelo marcou. Desta vez o camisa 2 recebeu o passe livre de marcação e apenas conferiu.

O No Bid, tentando diminuir o prejuízo, se atirou ao ataque e quase fez com Grego. O camisa 10 brigou com a zaga e por pouco não colocou dentro do gol. No último lance do Corleone, uma boa jogada que começou com Fá acabou nos pés de Gui Fenômeno, que encontrou Edu. Porém, o camisa 16 acabou barrado pelo goleiro. Em seguida, quase o No Bid fez com Raphael Fleischmann aproveitando bonito passe de Grego de calcanhar. Contudo, o camisa 88 chegou atrasado e não conseguiu empurrar para as redes.

Na segunda etapa pareceu que o No Bid viria com uma outra postura, mas apenas pareceu. Logo aos 2 minutos quase o Corleone ampliou sem querer. Mat dividiu com o zagueiro e a bola rebateu nele, acertando o travessão. Surpreendendo Rabinovici, a bola chegou a quicar em cima da linha e saiu, com a defesa tirando o perigo. Aos 7, outra chegada do time branco, que apertou a saída e recuperou. A bola sobrou para Fezinho conferir para as redes.

O Corleone tocava bem a bola e encontrava muita facilidade na frágil marcação do No Bid, tanto que, em mais uma chegada, marcaram de novo. Dessa vez com Pedro Daniel, que, livre de marcação, guardou a bola nas redes.

A equipe laranja errava muitos passes e cedia muitos contra ataques. E em um desses lances, o Corleone foi mortal. Pedro Daniel avançou com a bola e rolou para Edu fazer o sétimo. Na sequência, mal o No Bid tomou o gol e Carioca já marcou de novo, dessa vez aproveitando cobrança de lateral e bom passe de Gui Fenômeno, que o deixou livre para marcar e dar números finais à partida.

Com o fim do jogo, o Corleone mostrou melhoras do jogo anterior, se aproveitando da falta de entrosamento do adversário. O time pegará o TNT na próxima rodada, e tem grandes chances de vitória. Já o No Bid precisa reagir, se não a vida na série Bronze será curta, já que esta foi a segunda derrota por goleada que a equipe sofreu. Contra o Toque Me Voy, a equipe terá que mostrar outra postura para não voltar para casa na lanterna do campeonato.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA

Toque Me Voy 4 x 1 Roleta Russa Clássico

TOQUE ME VOY MOSTRA GARRA E SUPERA ROLETA CLÁSSICO


Em jogo de muita reclamação de ambos os lados, o time sob o comando de Lói aproveitou a desestabilidade do adversário e aplicou 4 a 1 na equipe de Baru


Por Rafael Ruiz

Em um jogo equilibrado, o Toque me Voy surpreendeu os céticos e começou bem o Chuteira deste ano, muito diferente da temporada anterior. O jogo em si, foi muito disputado, repleto de lances polêmicos, algo que gerou muita discussão, principalmente por parte do Roleta. O TMV, que não tinha nada com isso, se aproveitou e nos minutos finais, conseguiu virar e sair com a vitória.

O jogo começou devagar, com pouca criatividade de ambos os lados. Afinal, os dois concentravam as suas jogadas na base dos lançamentos longos e pelo meio. Consequentemente erravam muitos passes. O primeiro grande lance aconteceu por parte do Toque. O goleiro Marcos começou a jogada e na base do lançamento longo encontrou Zóio livre pela esquerda, que por sua vez chutou cruzado para Guaraná fechar o canto e fazer boa defesa.

Em seguida foi a vez do Roleta criar a sua primeira oportunidade. Brunão avançou com a bola dominada e chutou cruzado, obrigando Marcos a praticar boa defesa, colocando para escanteio. Depois desta chegada, o time de branco pareceu ter dado uma animada, tanto que, aos 11 minutos, o zero saiu do placar. Leandro, aproveitando a recuperação de bola pelo sistema defensivo do Roleta, recebeu livre e marcou.

Com o gol, parecia que a maré de azar do Toque não terminaria, apesar de fazer um jogo equilibrado. Mas a tensão durou apenas alguns minutos e quando o primeiro tempo se encaminhava para o seu fim, a equipe encontrou o seu gol. O time comandado por Lói subiu ao ataque e descolou um escanteio. Na cobrança, a zaga conseguiu cortar no primeiro momento, porém, a bola sobrou para Silas, que dominou e chutou no canto e empatou o confronto.

O gol aumentou a dramaticidade da partida. Aos 22 minutos, Guaraná arriscou de sua área e quase que o goleiro entregou. O arqueiro soltou e quase que Brunão colocou nas redes. Guaraná viria a ser o personagem principal do lance seguinte. Desta vez, de uma forma negativa.

O time de branco tentava chegar ao gol adversário, quando Natan fez falta. Na cobrança, o goleiro do Roleta foi para a cobrança, mas por muita falta de sorte a bola bateu na barreira e sobrou para Samuel, que avançou com ela dominada do seu campo até o gol adversário. O camisa 18 sofreu falta, mas seguiu no lance e com muita categoria fez a finta no último homem e marcou o segundo da sua equipe.

Na etapa derradeira, o Roleta precisaria buscar o resultado. Porém, esta pressão do Roleta demorou para acontecer, tanto que somente aos 4 minutos Fifo arriscou e obrigou Marcos a trabalhar. Em seguida, por pouco o Toque não ampliou, mas a defesa conseguiu se safar. A bola ficou rodando a área da equipe e na confusão não conseguiram empurrar para as redes.

A partir deste momento, o jogo começou a ficar mais brigado e com mais disputas ríspidas. O primeiro princípio de confusão aconteceu aos 5 minutos, quando dois atletas se estranharam em uma dividida e começaram a se empurrar. Os árbitros rapidamente conseguiram conter os ânimos e apenas os advertiram. Passado a confusão o jogo seguiu e Giu arriscou de longe, obrigando boa defesa de Marcos, que colocou para escanteio.

A partida seguia normalmente, quando outra vez aconteceu uma confusão. Roberto fez falta mais dura pela esquerda e recebeu amarelo. Na confusão sobrou para Dede, que recebeu amarelo por reclamação e continuou reclamando e recebeu azul em seguida. Ao sair de campo, voltou a xingr os árbitros e foi lhe atribuído o cartão vermelho. Dos minutos seguintes até o encerramento do jogo, o Roleta se desestabilizou e começou a reclamar que o tempo de exclusão temporária não foi cumprido à risca. O time perdeu a calma e, consequentemente, o jogo.

As chances ficaram escassas, tanto que somente aos 25 minutos o Roleta tomou uma atitude, na base do abafa, quase marcando com Bob. No entanto, o jogador que estava livre de marcação perdeu a grande oportunidade e acabou chutando para fora a chance do empate.

Em seguida, dois gols relâmpagos do Toque. Primeiro com Bruno Ferrari ao receber sozinho e com muita tranquilidade colocar no fundo do gol. Depois foi a vez de Silas aproveitar uma confusão na frente da área para chutar no canto e fechar a conta em 4 x 1.

Após o apito final, os jogadores do Roleta foram para cima da arbitragem para questionar as decisões polêmicas. Até o fundador Baru, que não costuma se envolver em discussões, foi tirar satisfação.

Com o fim do confronto, o Toque me Voy, “sob nova direção”, parece que vem mais forte para essa edição. A equipe ainda tem uma partida a menos, em razão do cancelamento ocorrido na primeira rodada, por conta da forte chuva. Por outro lado, o Roleta Russa Clássico que havia vencido a partida anterior, desta vez não esteve tão inspirado e perdeu a concentração por conta das decisões um tanto questionáveis da arbitragem. Os roletas não podem perder a calma contra o Derrubada se quiserem voltar ao topo da tabela.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA

Xoras 3 x 9 Peneira

PENEIRA DOMINA PARTIDA E PASSA FÁCIL PELO XORAS


Com muita tranquilidade, o campeão da Taça Primavera goleia Xoras e já figura entres os favoritos ao título


Por Rafael Ruiz

Com um futebol de muita velocidade e estilo de rápido toque de bola, a equipe estreante na atual edição continua surpreendendo e vai se credenciando a ser um dos favoritos à conquista do título. Em grande estilo, o Peneira não deu chances para o veterano Xoras, dominado do começo ao fim.

O Peneira começou mostrando quem teria o controle do jogo, tanto que logo no primeiro minuto chegou com perigo com Jorge de Souza, que recebeu de Juninho, que por sua vez, recuperou a bola e rolou para o camisa 8. Porém, o seu chute cruzado não entrou. Em seguida, em outra chance do time de vermelho, a equipe tocou a bola até chegar em Anderson Silva, que aplicou uma bela finta, mas na hora do arremate foi cortado pela defesa.

Era uma blitz do Peneira, que sufocava o Xoras no seu campo, tanto que em mais uma roubada de bola quase que não pinta um golaço. Novamente, Anderson Silva recebeu um bom lançamento nas costas da defesa, dominou no peito e chapelou o goleiro já cabeceando, mas a bola não entrou porque a zaga tirou em cima da linha e afastou o perigo.

Aos 7 minutos, enfim o time de vermelho conseguiu o seu gol. Após uma cobrança de lateral que chegou em Anderson Silva, o jogador tentou de bicicleta, mas Tatá defendeu dando rebote. Bem postado, Juninho também de bicicleta marcou. No minuto seguinte, outra boa tabela do Peneira. Anderson Silva recebeu a bola e encontrou Juninho sozinho. O camisa 19 chutou na saída do goleiro fez mais um.

O Xoras depois de tanto ser pressionado, conseguiu criar uma chance clara de gol. Mingo recebeu pela esquerda e chutou forte, mas parou na boa defesa de Oscar Velasquez. Porém, não demorou muito para a equipe de vermelho aparecer outra vez no ataque e fazer outro gol. Em uma boa troca de passes, a bola sobrou para Juninho, que livre pela direita cruzou para Anderson Silva fazer o terceiro da equipe. Aos 12, em outra chegada do Xoras, dessa vez com Ric, o jogador chutou forte e acabou acertando o travessão.

Em seguida, foi a vez do Peneira responder, novamente com um gol. Dessa vez com uma colaboração da zaga adversária, que, pressionada, entregou. A sobra ficou para Anderson Silva fazer mais um e praticamente acabar com as esperanças do time branco: 5 x 0 para o campeão da Taça Primavera.

Antes do fim do primeiro tempo, Matheo por pouco não fez um bonito gol. O camisa 18 pegou de primeira, mas Oscar Velasquez praticou boa defesa. Em seguida, o Xoras conseguiu marcar o seu primeiro gol com Carioca, que aproveitou a sobra da defesa adversária e chutou no canto. Com o fim da primeira etapa, o time de branco teria que assumir os riscos e tentar recuperar o marcador, que naquela altura já estava complicado.

Veio então o segundo tempo e parece que seria igual ao primeiro. Tanto que logo no primeiro minuto, o Peneira novamente marcou. Desta vez, quem fez foi Mario de Souza, aproveitando o rebote do goleiro após boa jogada de Henrique Soares.

Aos 4 minutos, Dutra recebeu a bola chutou forte, mas o goleiro fez uma bela defesa. O Xoras pareceu ter melhorado a sua postura em campo, já que instantes depois, depois de apertar a saída do adversário, o time conseguiu recuperar a bola e Mirim chutou forte sem chances para Oscar Velasquez. Mesmo com o gol, o placar ainda estava distante. 6 x 2 para a equipe de Anderson Silva.

O Peneira diminuiu no ritmo, mas ainda continuava perigoso. Em mais uma chegada ao ataque, o time conseguiu ampliar o resultado. Juninho avançou e deu belo passe para Willian Conceição, que não perdoou e mandou para as redes. Poucos minutos mais tarde, outra vez Willian marcou. O camisa 25 chutou forte e fez o sétimo. No entanto, o Xoras criou mais uma oportunidade, contudo, mais uma vez esbarrou na trave e o goleiro pegou em seguida. Ric chutou forte e não foi feliz na finalização.

A partida ainda era bastante movimentada, e o time de branco conseguiu o seu terceiro gol depois que subiraram a marcação e apertaram novamente a defesa do Peneira, que se atrapalhou na saída e cedeu lateral. Carioca recebeu e de primeira, acertou um bom chute que entrou no canto. Em seguida, Marcio Toledo marcou o oitavo gol da sua equipe. O camisa 9 roubou a bola e fez na saída do goleiro.

Na saída de bola, o time branco por pouco não marcou novamente. Após um bom toque de bola, a pelota chegou para Mingo, que rolou para Patola, que perdeu grande chance. No ultimo lance, o golpe de misericórdia, o time de vermelho atacou e como foi o jogo todo, aproveitou muito bem os seus ataques. Mais uma vez, Willian Conceição recebeu passe de Mario de Souza chutou cruzado para fazer o nono.

Com o fim do jogo, o Peneira fez outro belo jogo e é o único que conseguiu somar as duas primeiras vitorias na competição. Se manter o ritmo, pode sonhar com o acesso. Por outro lado, o Xoras conheceu sua primeira derrota e caiu na tabela de classificação. A chance de recuperação pode ser na próxima rodada, quando terão pela frente o Allianza Sagrado. O Peneira, líder isolado, enfrenta o TáLigado, que vem de derrota.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA

Camaro 5 x 2 Invictus

CAMARO ATROPELA INVICTUS E VENCE A PRIMEIRA


O Time do Carro amarelo superou o baque da semana passada e goleou o time de Edgard. Reina reencontra o futebol da Taça Verão, faz grande jogo e volta a ser decisivo


Por Vinny Rodrigues

Vindo de vitória na estreia, o Invictus esperava novamente conquistar os três pontos. Já o Camaro sabia que não teria jogo fácil. Depois de uma abertura complicada, quando foi goleado pelo Roleta, o time de preto buscava a redenção. Para tanto, contou com a volta do atacante Reina, MVP da Taça Verão que repetiu a dose em seu primeiro jogo no Chuteira.

Nos instantes iniciais, após cobrança de escanteio, o Invictus se atrapalhou todo. Henrique, o goleiro MVG da semana passada, errou o posicionamento, trombou em Brunão, e viu a bola cair limpa na cabeça de Correa, que, com um toque suave, fez a bola morrer devagarzinho no gol adversário. Era o primeiro tento do Camaro.

Perdendo, o Invictus precisava atacar e buscar o empate. Rodrigo Vendramini foi jogar de maneira ofensiva e estava se digladiando com a defesa do Camaro. Paulão era outro. O grandalhão ia trombando e tentando levar a defesa do time de preto à base do corpo, mas continuava sem resultado. Em sua melhor tentativa na primeira etapa ele deu um lindo voleio que foi defendido pelo goleiro Marcãozinho. A partida continuava lá e cá, mas o Camaro era mais perigoso quando encaixava os golpes.

Quando tudo mostrava que o primeiro tempo terminaria com apenas o 1 x 0 no placar, o Camaro tratou de desdizer e anotou o segundo gol. Depois de uma linda tabela no meio de campo, Paulinho ganhou na velocidade de Moacyr e acertou um petardo no canto esquerdo. Sem a menor chance de defesa.

A primeira etapa terminou com dois tentos de diferença para o Camaro. Depois de muita conversa, os brancos queriam mudar a mentalidade. Tentando acalmar um time extremamente nervoso, que mais discutiu e reclamou do que jogou, o Invictus voltou visando de fato mudar a história da partida.

Se as pretensões eram de diminuir rapidamente, aconteceu o oposto. O Camaro, com 3 minutos, jogou água no chope sem dó. Depois de um lindo rolinho em Moacyr, o ataque de preto jogou a bola no meio da área e achou Correa, que chutou sozinho para marcar o terceiro.

Tranquilo, ao Camaro restava esperar e aproveitar os contra golpes. O Invictus queria esquecer a fase de tomar goleadas e foi à luta. Na bola parada, até então o Invictus desperdiçara todas as chances. Foi a vez de Paulão tentar e acertar a rede. Com um chute rasteiro ele não deu chances de defesas ao goleiro. Minutos depois, Saninana jogou a bola para a área e encontrou o mesmo Paulão no primeiro pau. O grandalhão chutou de perna direita e colocou a redonda no cantinho, deixando o jogo perigoso ao Camaro, que de 3 x 0 passara a ganhar apenas de 3 x 2.

Exatamente para não correr riscos o Camaro agiu rapidamente, em menos de 4 minutos. Depois de cobrança de falta de Rebolo, Edgard foi chutar a redondinha para a frente e jogou contra o próprio patrimônio. Gol dado a Rebolo.

Antes do final do jogo ainda teve tempo para mais um, como a sacramentar a boa vitória camaronesa. No total desânimo do Invictus, em uma cobrança de escanteio, Correa passou por todos os marcadores que apareceram em sua frente e selou o caixão.

O placar de 5 x 2 reanimou o Camaro, que havia iniciado com o pé esquerdo a competição. Já o Invictus precisa aprender a não desanimar durante a partida, já que o nervosismo do time foi fatal para qualquer pretensão de reação.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA

Opalas 1 x 7 Camelo

CAMELO VENCE A SEGUNDA SEGUIDA E DEIXA OPALAS EM “PANE-SECA”


Time da pizzaria não perdoa adversário e aplica goleada. Opaleiros ficam sem combustível e seguram a lanterna no fim da tabela


Por Luis Fernando Saninana

A equipe do Camelo soube aproveitar melhor as suas chances e goleou por 7 a 1 o Opalas, que por muitas vezes parou no goleiro Henrique, em tarde inspirada. No primeiro lance de ataque do Camelo, Cris Dantas abriu o placar. Após chute cruzado, o camisa 11 desviou para o gol. Três minutos depois, Jaka recebeu livre na área e fez o segundo.

O Opalas teve a primeira chance com Raphinha chutando rasteiro de longe, mas Henrique foi no canto esquerdo defender. O arqueiro trabalhou mais uma vez quando Kinhas recebeu livre no meio da área e chutou em cima do goleiro.

Os dois times tiveram boas chances de marcar. Michel bateu cruzado da esquerda, a bola bateu na trave. Cris Dantas ainda pegou a sobra e chutou em cima do goleiro Froio. Jaka também teve a oportunidade de ampliar chutando da intermediária, mas o goleiro adversário fez mais uma defesa. A resposta do Opalas veio com Léo Chaves em um arremate pela meia esquerda, que Henrique espalmou.

O time da tradicional pizzaria marcava muito bem, o que fez o Opalas não conseguir entrar na área e o que restou foram os chutes de longe. Já o Camelo tinha mais facilidade para chegar ao ataque.

Mais uma vez Cris Dantas teve a chance de ampliar o placar pela esquerda da área, mas parou outra vez na defesa do goleiro Froio. Quem não perdoou foi Danilo Fernandes, que em um chute frontal fez 3 a 0.

Antes do intervalo o Camelo tomou um susto. Paulinho em cobrança de falta ensaiada na entrada da área descontou para o Opalas. Logo na sequencia Parasmo quase fez o segundo para sua equipe, também na entrada da área. O camisa 8 recebeu a bola e chutou para a boa defesa com o pé de Henrique.

O segundo tempo começou com os dois times marcando forte e sem chances claras de gol. Quem teve a primeira grande chance da etapa final foi Kadu, que tentou um chute colocado, mas a bola foi para fora.

Como a forte marcação ainda era aplicada por ambas as equipes, Danilo Fernandes resolveu chutar de fora da área e fez o quarto do Camelo. A bola ainda desviou na defesa e enganou o goleiro.

Os três gols de vantagem fizeram com que o Camelo só administrasse a partida. Com isso o Opalas se lançou ao ataque em busca de diminuir o prejuízo e quem sabe empatar. Kinhas arriscou de longe, mas a bola saiu à esquerda do gol levando perigo. Em mais um chute de fora da área, Léo Chaves obrigou Henrique a praticar a defesa.

Explorando os contra-ataques, o Camelo teve a chance de ampliar com Khalil, que cara a cara com o goleiro, chutou em cima de Froio. Isso não mudou a postura do Opalas, que continuou atacando. Kinhas chutou da meia esquerda e Henrique, em mais uma tarde inspirada, fez bela defesa.

O Opalas começou a ficar muito exposto na defesa. Quem sofreu com isso foi o goleiro Froio. Khalil, livre pela direita, ficou mais uma vez cara a cara com o arqueiro, que defendeu com o pé a finalização. Depois foi a vez de Danilo Fernandes, na esquerda, puxar o meio e chutar para mais uma defesa.

De tanto insistir o Camelo chegou ao quinto com Jaka chutando no contrapé do goleiro. A essa altura do jogo o Opalas não tinha muito que fazer. Paulinho ainda tentou diminuir com um chute da esquerda, mas parou em Henrique.

Quem acabou fazendo foi o time da pizzaria. Jaka recebeu livre na esquerda para fazer o sexto. Kadu quase fez o sétimo, mas Froio defendeu mais uma. O goleiro só não conseguiu defender o chute de Jaka. Era a tarde do camisa 10 do Camelo. Após chute cruzado, o arqueiro espalmou e Jaka só empurrou para o fundo do gol fazendo 7 a 1, e decretando o placar final de jogo.

Na próxima rodada o Camelo vai em busca da terceira vitória consecutiva, mostrando que o time realmente mudou em relação ao campeonato passado. Já o Opalas tenta sair da lanterna do grupo pegando o Bacaninha.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA

Roleta Russa 6 x 2 Maciota’s

ROLETA NÃO PERDOA E GOLEIA SEGUNDA VEZ SEGUIDA


Roleta Russa mantém estilo da primeira rodada, aplica mais uma goleada e mostra uma boa postura defensiva. A vítima da vez foi o Maciota’s


Por Luis Fernando Saninana

Dois jogos, duas vitórias, duas goleadas. Essa é a campanha do Roleta Russa até agora no VI Chuteira de Bronze. O Maciota’s até começou melhor, mas parou no bom sistema defensivo adversário e acabou goleado por 6 a 2.

O time de Jerry começou bem a partida, com mais volume de jogo. A equipe tomou a iniciativa de atacar e logo aos quatro minutos abriu o placar com Alê. O Camisa 8 antecipou em uma cobrança de lateral e desviou para o fundo do gol.

O Roleta não se abateu e foi buscar o empate no primeiro ataque de perigo da equipe. Folha fez boa jogada pela esquerda e bateu no canto direito do goleiro para colocar o 1 a 1 no placar.

O RR queria a virada logo. Caio quase desempatou com um chute de fora da área, mas a bola saiu à direita do gol. Foi então que a estrela de Thales começou a brilhar. O camisa 25, o melhor jogador da partida, bateu cruzado da direita para virar o jogo.

Após a virada, o Roleta Russa melhorou muito sua marcação. O zagueiro e capitão, Preto, comandava a defesa jogando simples. Dava chutões quando precisava, afastava de cabeça, cortava passes e se atirava na frente da bola nos chutes adversários.

O Maciota’s não conseguia chegar perto do gol. A única opção foram os chutes de longe, que muitas vezes eram desviados pela zaga ou iam para fora. Nas poucas vezes que conseguia chegar perto da área, não era feliz na finalização. Como no caso de Dê, que pela esquerda, parou na defesa do goleiro Edu.

Antes do término do primeiro tempo o Roleta voltou a marcar e com um golaço. Thales pegou de primeira perto do meio de campo pela direita, já em seu campo de ataque, e bateu cruzado sem chances para o goleiro.

A segunda etapa nem bem começou e logo de cara, um minuto, Thales balançou a rede novamente e mais um golaço. Após receber livre na área a bola pingando, o jogador mandou por cobertura na saída do goleiro.

A vantagem de três gols não durou muito. Dois minutos depois, Alê recebeu na entrada da área, girou e bateu para fazer 4 a 2 e tentar botar o Maciota’s no jogo novamente. A equipe se empolgou e foi para cima. Dê, em cobrança de falta ensaiada, quase diminuiu a vantagem, mas a bola sai à esquerda do gol. Jerry também teve sua chance chutando da entrada da área, mas Edu espalmou por cima do gol.

Na gana de tentar fazer os gols, o Maciota’s acabou se descuidando na marcação. Ceron avançou pela esquerda e cruzou rasteiro na segunda trave para Bruninho, livre, fazer o quinto. O sexto também veio de um cruzamento rasteiro, só que pela direita. Folha fez o corta-luz e Thales fez 6 a 2, o quarto dele na partida.

O Roleta Russa passou a administrar o resultado e a larga vantagem. Mesmo assim, o Maciota’s não desistiu. Quatro gols atrás no placar não impediram que o time jogasse os minutos finais no ataque para diminuir o prejuízo. Nery ficou cara a cara com Edu, mas o goleiro fechou bem o ângulo e defendeu. Jerry arriscou de longe, mas à direita do gol. Alê teve a última grande chance pelo Maciota’s, pela esquerda da área, mas parou no arqueiro adversário.

Com as duas goleadas consecutivas o Roleta Russa vai se credenciando a ser o time a ser batido no grupo. O RR pega na próxima rodada o Bonde dos Abelhas, que arrancou um empate com o Rabisco no último lance do jogo. Já o Maciota’s tentará os primeiros pontos contra o Invictus, que sofreu goleada para o Camaro.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA

Cachorro Velho 2 x 1 Bacaninha

CACHORRO VELHO VENCE BACANINHA COM PLACAR APERTADO


As equipes fizeram um jogo muito truncado onde o Cachorro Velho levou a vitória pela diferença mínima


Por Luis Fernando Saninana

Bacaninha e Cachorro Velho já foram times prateados. Neste último sábado, tentando voltar para divisão de cima, os times fizeram um primeiro tempo com forte marcação, muito equilibrado e poucas chances de gol. Na segunda etapa, mesmo com o jogo pegado, as equipes conseguiram criar mais, mas saiu apenas um gol. Ou seja, a essência do Chuteira de Prata.

O Bacaninha teve a primeira chance de marcar com Raphael Rodrigues, que tentou por cobertura da esquerda da área, mas a bola foi para fora. Quem não perdeu a oportunidade foi Ale, do Cachorro Velho. Mateus Carvalho bateu cruzado e o camisa 17 desviou no meio do caminho para abrir o placar.

O jogo ficou morno, com poucas chances de gol. As duas equipes marcavam muito forte. Com muito custo quem conseguiu levar perigo novamente foi o Bacaninha. João Paulo tentou o cruzamento para Luciano Henrique, mas o goleiro Botana cortou. Thiago Strobel também tentou, de fora da área, mas mandou por cima do gol. A partida voltou a esfriar até que Raphinha, em cobrança de falta ensaiada pela entrada da área, chutou para defesa do goleiro do Bacaninha.

Antes do final do primeiro tempo o Bacaninha chegou ao empate com Lê Leme. Com a partida nos acréscimos, o jogador recebeu na entrada da área e chutou na saída do goleiro Botana. O intervalo fez bem para as duas equipes, que voltaram atacando mais, sem deixar de marcar forte. O Cachorro Velho tentava desempatar com chutes de fora da área. Já o Bacaninha conseguia chegar mais perto da área. Marcelão tentou finalizar tirando do goleiro, mas mandou para fora. Raphael Rodrigues teve a chance de virar o jogo, mas o chute pela esquerda foi defendido pelo goleiro com o pé.

Os times começaram a trocar ataques. Um atacava, o outro respondia. Em cobrança de escanteio pela direita, Chuck cabeceou por cima do gol. O Bacaninha respondeu com Lê Leme cobrando falta no ângulo do goleiro, mas o gol foi anulado porque um jogador da sua equipe ficou na frente do goleiro, atrapalhando a visão.

Em uma dessas trocas de ataque o Cachorro Velho conseguiu desempatar com Leote. O camisa 22, na meia esquerda, acertou o ângulo direito do goleiro fazendo 2 a 1.

O time da PUC recuou um pouco após o gol, marcando atrás do meio de campo. O Bacaninha só não empatou a partida porque a defesa tirou em cima da linha uma cobrança de falta de Lê Leme. A resposta do Cachorro veio com Tupi batendo rasteiro no canto esquerdo do goleiro, que espalmou.

A última grande chance de o Bacaninha conseguir o empate foi com Caio Cesar, que pela esquerda bateu cruzado para fora. Depois foi a vez de o Cachorro Velho ter duas boas oportunidades, ambas com Thiaguinho. Após lateral pela esquerda o camisa 9 cabeceou, o goleiro defendeu e a bola bateu no travessão na sequência. Na segunda chance Thiaguinho, livre na esquerda da área, dividiu com o arqueiro e a bola foi para fora.

Antes do término da partida Jeff, jogador do Cachorro Velho, conseguiu levar o cartão azul no banco de reservas por reclamação, além do vermelho por xingamento. Vitória do time da PUC, pela vantagem mínima de 2 a 1.

Na próxima rodada o Bacaninha tentará voltar a encostar nos líderes enfrentando o Opalas, que ainda não pontuou no grupo. Já o Cachorro Velho pega o Rabisco, que tem apenas um ponto na tabela.

VI CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA

Rabisco 3 x 3 Bonde dos Abelhas

BONDE DOS ABELHAS ARRANCA EMPATE NO ÚLTIMO LANCE


Rabisco começou perdendo, conseguiu a virada, mas cedeu o empate no último lance da partida, perdendo a chance de conquistar a primeira vitória


Por Luis Fernando Saninana

Não há como negar que o confronto foi um dos mais emocionantes do dia. O Bonde dos Abelhas começou vencendo, levou a virada ainda no primeiro tempo, conseguiu o empate no segundo, ficou em desvantagem no placar novamente e no último lance arrancou a primeira vitória que parecia certa do Rabisco no Chuteira de Bronze.

Quem tomou a iniciativa foi o Rabisco. Jales teve a primeira grande oportunidade chutando de longe, mas Coqueiro defendeu no canto esquerdo. A resposta veio com Maca, tentando um voleio, mas a bola pingou e ficou fácil para o goleiro Victão. O Rabisco tentou de bola parada também. Ozil cobrou escanteio rasteiro e Murilo chutou na rede pelo lado de fora.

O jogo era lá e cá. Os dois times criavam boas chances e sempre um respondendo ao outro com um ataque. Até que aos oito minutos Maca recebeu a bola na esquerda livre de marcação e abriu o placar para o Bonde dos Abelhas.

O gol não abateu o Rabisco, que continuou com a mesma postura e quase chegou ao empate com Ozil chutando de fora da área, mas a bola foi para fora. O BDA manteve a mesma postura também e não recuou. Hulk cobrou falta rasteira e Victão defendeu com o pé. A troca de ataques não parava. Ozil teve mais uma chance, pela entrada da área, de empatar, mas parou em Coqueiro. Na sequência, Maca teve a oportunidade de ampliar para o Bonde batendo cruzado da esquerda da área, mas também parou no arqueiro adversário.

A partida se encaminhava para o final do primeiro tempo quando, em um lance que parecia não dar em nada, o Rabisco empatou. Yuri, pela direita, sem ângulo, chutou e contou com a falha do goleiro. O Bonde ainda tentou ficar novamente na vantagem com Dé tentando uma bicicleta de fora da área, mas a bola foi por cima do gol. Quem conseguiu ir para o intervalo na frente foi o Rabisco. BB Chapeleiro cruzou da intermediária pela direita, Murilo antecipou-se ao goleiro e desviou de cabeça para virar a partida aos 24 minutos.

O Bonde dos Abelhas começou com tudo a segunda etapa. Logo de cara a equipe teve duas grandes oportunidades. Hulk, de dentro da área, acabou chutando para fora, mas Maca, no lance seguinte, não perdeu a chance e acertou o ângulo esquerdo de Victão. Com um minuto de jogo no segundo tempo o placar já estava igual novamente.

O Rabisco sentiu um pouco o gol de empate relâmpago. A equipe não conseguiu mais criar e ainda sofreu pressão do BDA. Rafinha quase virou a partida com um chute de fora da área, que saiu pela linha de fundo.

O Bonde não conseguiu aproveitar o bom momento e o Rabisco começou a voltar para o jogo. Ozil tentou por duas vezes tentou colocar o sua equipe novamente na frente do placar. Na primeira tentativa o camisa 17, pela direita, finalizou por cima. Na segunda, pelo mesmo lado, ele chutou cruzado e a bola bateu caprichosamente nas duas traves.

A partida voltou a ficar equilibrada até o momento em que Ozil acabou sofrendo um pênalti. O jogador do Rabisco ficou caído um bom tempo dentro da área. Na cobrança, Yuri bateu forte e alto no meio do gol.

O jogo estava chegando ao final. O time do Rabisco teve aquele recuo natural que normalmente acontece quando se está ganhando e quer assegurar o resultado. E normalmente o adversário começa a pressionar. O BDA foi com tudo para o ataque. Guarulhos bateu cruzado e Victão espalmou. Depois foi a vez de Maca chutar de fora e o goleiro espalmar mais uma. No último lance da partida, a defesa do Rabisco falhou na marcação. Lateral pela direita, Maca apareceu sozinho na segunda trave e cabeceou para empatar. O silêncio após o apito final demonstrou o sentimento das duas equipes pelo único ponto conquistado.

Ambos os times buscam a primeira vitória na próxima rodada. O Rabisco pega o Cachorro Velho, que vem de vitória sobre o Bacaninha. Já o Bonde dos Abelhas terá a missão de parar o Roleta Russa, que começou o campeonato aplicando duas goleadas.
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