Já garantido na Ouro, time precisa dos pênaltis para bater Roletinha. Próximo adversário é Primatas
Por Gustavo Vasconcellos
A segunda partida da Prata válida pelas quartas de final opunha dois times distintos na competição. MachuPichu e Roleta Russa Olímpico, o Roletinha, tiveram campanhas bem distintas durante o torneio. O MachuPichu terminou a fase de grupos como líder do Grupo B, enquanto que o Roletinha terminou apenas na quinta posição. No confronto direto na fase de grupos, deu MachuPichu com o placar mostrando 6 x 3.
Porém, a história foi diferente quando o jogo valia vaga nas semifinais. Uma partida emocionante e que só foi decidido nas penalidades alternadas, quando Victor converteu para os peruanos e viu Pipo defender cobrança de Ricardinho, finalizando a série em 4 a 3.
O jogo começou e os dois times mantiveram cautela na hora de atacar. Até por isso, as primeiras chances demoraram um pouco a acontecer, mas, quando aconteceram, foram convertidas em gols. Aos 3 minutos, a bola ficou rebatida na entrada da área para Seckler, que bateu de esquerda. A bola tocou levemente na trave e entrou. Em resposta ao gol, Kuminha tentou desviar de cabeça lançamento da área, mas a bola ficou com o goleiro Pipo. Mas aos 5 minutos o MachuPichu voltou a marcar. Ricci fez belo passe no alto para Seckler na esquerda. O camisa 10 bateu firme cruzado e marcou o segundo.
O Roletinha tentava atacar, mas o “Tchupitxu” sabia o que estava fazendo. Defendia com segurança e atacava com perigo. As chances apareciam para os dois times, mas ambos paravam nos goleiros. Entretanto, de tanto tentar, as duas equipes balançaram as redes. Primeiro foi o time do Roletinha. Com 16 minutos de jogo, após escanteio cobrado para a área, Kuminha cabeceou no contrapé do goleiro e acertou o canto direito. Depois, três minutos mais tarde, Seckler recebeu no meio e bateu firme rasteiro. O goleiro Edu aceitou e o camisa 10 completou seu hat-trick. No final do primeiro tempo, o Roletinha ainda correu atrás, mas em vão.
O Roletinha voltou para a segunda etapa atacando. O MachuPichu até buscava o quarto gol, mas sem se expor. Demorou, mas de tanto insistir o Roletinha chegou ao empate. Primeiro, aos 8 minutos, Folha recebeu na direita e passou para o meio da área, onde Brian apareceu livre e só escorou para as redes. Depois, aos 14 minutos, o gol de empate. Cruzamento na área do MachuPichu e Ceron cabeceou para marcar no ângulo.
Com a igualdade, os dois times buscaram o gol que poderia ser decisivo. Quem chegou mais perto de marcar foi o MachuPichu, em dois lances aos 21 e e 22 minutos. Primeiro, Tebas recuperou bola no meio, partiu pela esquerda e bateu cruzado para boa defesa de Edu. Na sequência, bola virada pelo alto e Victor bateu bonito de primeira para nova defesa de Edu. O tempo normal acabou empatado em 3 a 3, o que levava o jogo para uma prorrogação de 10 minutos com gol de ouro.
O tempo extra começou agitadou e os dois times chegaram a acertar a trave. Primeiro foi o MachuPichu. Cris arriscou da esquerda, já na linha de fundo, e acertou a trave aos 3 minutos. Depois foi a vez de Catatau, do Roletinha. A bola sobrou para o camisa 26 livre dentro da área. Ele tentou o canto esquerdo e viu a bola raspar a trave e sair pela linha de fundo. Incrível.
No último lance perigoso da prorrogação, aos 7 minutos, Brian chegou batendo bola rolada para o meio e viu a bola explodir na trave. Nos minutos finais, os times não se arriscaram tanto e acabaram levando o jogo para a decisão nos pênaltis.
Nas cobranças da marca da cal, as equipes pediram para alterar o gol das cobranças, que seria onde estava a torcida. E lá se foi a torcida acompanhar do outro lado. O MachuPichu abriu a série de cobranças. Cris converteu com chute baixo no meio. Pelo Roletinha, o jovem Kuba teve personalidade e deslocou Pipo ao mandar no canto esquerdo alto. Na sequência, Taka bateu do lado esquerdo à meia altura e viu o goleiro Edu defender. Vibração Roleta. Mais ainda quando Folha foi para a bola e colocou o Roletinha à frente no placar. 2 x 1. Ricci precisava marcar para empatar e dar esperanças. Ele deslocou o goleiro e tocou rasteiro no canto esquerdo. Kuminha tinha, então, a bola do jogo. Se marcasse, o Roletinha avançava. Mas o camisa 20, craque do time, perdeu. Ele bateu no meio do gol e viu Pipo defender com as pernas.
Nas cobranças normais, 2 a 2. Assim, começaria a série alternada. Quem errasse perdia o jogo. Tebas foi o primeiro a cobrar pelo MachuPichu e marcou. Pina foi para a cobrança e também converteu. Victor foi para a quinta cobrança, bateu no canto direito alto e marcou. Ricardinho foi o encarregado da cobrança pelo Roletinha. Ele bateu rasteiro fraco e o goleiro Pipo defendeu. MachuPichu classificado em um jogo emocionante, onde esteve a um pênalti de ser eliminado. Agora o time enfrenta o Primatas, que derrotou o Ras Time por 2 a 1, com gol de ouro na prorrogação.
V CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL
Di Primeira 3 x 2 Diabos Negros
DI PRIMEIRA EXORCIZA DIABOS E CHEGA ÁS SEMIFINAIS E Á OURO
Mesmo com algumas dificuldades, Di Primeira confirma favoritismo, bate Diabos Negros e se garante no próximo Chuteira de Ouro
Por Gustavo Vasconcellos
Com um frio de ranger os dentes, as quartas de final da Série Prata começaram. O confronto inicial opunha o segundo colocado do Grupo B, o Di Primeira, que por tal colocação avançou diretamente as quartas de final, e Diabos Negros, que vinha de uma surpreendente vitória sobre o Obrigado Senhor. O Di Primeira buscava garantir o favoritismo a ele atribuído, enquanto o Diabos Negros buscava uma nova zebra. Ao final do jogo, mesmo com algumas dificuldades, o Di Primeira garantiu a vaga nas semifinais com uma vitória apertada por 3 a 2.
O pontapé inicial foi dado com certo atraso pelo time do Di Primeira, que logo de cara mostrou que iria para cima. Com menos de 50 segundos, a primeira chance do Di Primeira aconteceu. Uma tentativa frustrada de cabeça de Dodo. O Diabos marcava mais do que saía para o jogo e por isso via o adversário pressionar. Não demorou muito e a pressão se transformou em vantagem no placar. Com apenas 2 minutos jogados, Lê Vieira arriscou um passe para a área e, com um desvio no meio do caminho enganando o goleiro, acabou marcando o primeiro do jogo.
Depois do gol, o Diabos teve que sair para o jogo e conseguiu chegar com perigo. Cadu teve duas oportunidades de empatar: a primeira ele cabeceou livre e a bola ficou com o goleiro. Depois, o camisa 9 errou bola centrada na área. Dois minutos depois, Cadu se recuperou das chances perdidas e igualou. Após belo passe de Zuppo, ele chegou batendo por baixo do goleiro para deixar tudo igual na quadra 4.
Com o empate, o jogo ficou muito equilibrado, mas o Diabos voltou a marcar mais do que atacar. Ambos os times criaram chances. Luis Leal e Zuppo foram quem mais levaram perigo pelo lado do Diabos. Enquanto isso, Lê Vieira, Dadinho e Cris foram os responsáveis pelas melhores chances do Di Primeira. O jogo se encaminhava para o final do primeiro tempo, mas aos 23 minutos a virada aconteceu. Luis Leal, da direita, acertou chute cruzado para fazer 2 x 1.
Na volta do intervalo, o Di Primeira voltou atacando o Diabos em busca do empate. Mas antes dos 10 minutos a equipe já havia conseguido muito mais que o empate. O Di Primeira já estava novamente à frente. Após criar algumas chances nos minutos iniciais, aos 8 minutos, em bagunça na área, o goleiro Marco não conseguiu segurar a bola e Jocélio aproveitou e mandou para a rede. Quatro minutos mais tarde veio a virada. Cobrança de escanteio da direita e Cris acertou belo chute no canto direito alto, virando o jogo.
O jogo ficou aberto, já que o Diabos corria atrás para tentar empatar. O Di Primeira, em contra-ataque rápido, chegou bem com Jocélio. O camisa 8 partia pelo lado esquerdo quando aplicou lindo chapéu na zaga, mas na finalização mandou por cima do gol. Daí para o final do jogo, o Diabos atacava, mas deixava espaços para contra-ataques. Zuppo foi quem mais arriscou. Foram duas boas chances do camisa 27. A primeira em falta frontal que ele bateu no canto do goleiro, mas acabou desviada para linha de fundo. Depois, Zuppo dominou fintando um adversário e bateu com perigo ao gol de Ferrugem, que aparecia bem no segundo tempo.
A equipe do Di Primeira só atacou com mais afinco quando esteve com um jogador a mais, aos 22 minutos, após cartão amarelo de Marcel. Quando voltou a ter igualdade no número de jogadores, o Diabos voltou a atacar. Já aos 25 minutos, no desespero, Luis Leal ficou com bola rebatida e emendou belo voleio. A bola desviou levemente no meio do caminho e saiu rente a trave.
O apito final foi trilado e a vitória, junto com a classificação do Di Primeira, afastou a zebra no primeiro jogo das quartas de final. Com presença garantida nas semifinais, a equipe do Di Primeira enfrentará o Jeremias por uma vaga na final. Com os dois times já classificados à Ouro nas semifinais, o Di Primeira também garantiu vaga no próximo Chuteira de Ouro.
V CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL
Jeremias 5 x 1 Maciota’s
SEM MAIORES PROBLEMAS, JEREMIAS GOLEIA MACIOTA’S
Em vantagem desde o primeiro minuto do jogo, time capitaneado por Alexandre Bim garante, com esta vitória, vaga nas semis e na Ouro
Por Gustavo Vasconcellos
O líder do Grupo A durante a fase de grupos, o Jeremias, folgou na semana de oitavas de final e viu de camarote quem seria seu adversário. Deu Maciota’s contra o Cachorro Velho. No último sábado, as duas equipes, Jeremias e Maciota’s, entrariam em quadra para disputar uma vaga nas semifinais. E deu a lógica. O Jeremias despachou a equipe do Maciota’s e segue em busca do título, uma vez que já está garantido antecipadamente para a Ouro.
O apito inicial foi trilado e pouco depois o placar já havia sido inaugurado. O Jeremias confirmou o favoritismo, venceu o frio e o vento que ‘congelavam’ a quadra 4 e abriu o placar. Com pouco mais de um minuto, bola para Dunder, que reclamou de falta, mas o jogo seguiu e Tingão aproveitou o lance. O camisa 6 do Jeremias tocou rasteiro no canto direito do goleiro Fê. 1 x 0.
O Jeremias, já com vantagem, aproveitou o mal começo de jogo do Maciota’s e continuou atacando. As chances apareciam, mas não eram convertidas. Porém, aos poucos o Maciota’s melhorava e lutava para igualar o placar. Chances com Dentita e Jerry para o Maciota’s levaram perigo ao gol de Jean.
Entretanto, o Jeremias também continuava aparecendo no ataque, e com perigo. Danilo, em falta, e Marcelo, antecipando-se em escanteio, criaram boas chances, mas não obtiveram êxito. Mas de tanto tentar o Jeremias voltou a marcar. Após falta rebatida no meio da área, Danilo chegou chutando forte no meio do bolo de gente que estava na área e marcou.
Ao final do primeiro tempo, o Jeremias aparecia bem na marcação e avançava com perigo rumo à meta adversária. A marcação era eficiente, mas esbarrou no excesso de faltas. Assim, aos 25 minutos, o Jeremias cometeu a oitava falta e foi punido com um tiro de 9 metros. Jerry foi para a cobrança com a missão de diminuir a diferença e dar novo ânimo ao time no segundo tempo, mas toda a esperança que o time do Maciota’s criou no lance acabou ao ver Jerry chutar rasteiro e fraco, facilitando a defesa do goleiro Jean. Intervalo e importante vantagem de 2 a 0 ao Jeremias.
Logo na volta do intervalo, o Maciota’s foi para cima e com menos de 20 segundos diminuiu a diferença. Em lance rápido na saída de bola, Jerry marcou o gol que dava novas esperanças ao time. No entanto, elas foram destruídas três minutos depois, quando o Jeremias voltou a marcar. Após bola na trave, Marcelo arriscou de dentro da área e acertou a trave de novo. A bola bateu no travessão e foi para o chão, já dentro do gol. Dunder ainda conferiu de cabeça na sequência do lance, mas os árbitros da partida já haviam assinalado o tento.
O Maciota’s ainda acreditava e atacava, mas parava na boa marcação. E para piorar para o Maciota’s, saiu o quarto gol do adversário. Aos 16 minutos, Danilo aproveitou erro da zaga macia e chutou de bico no canto esquerdo, transformando o placar em uma goleada.
Os jogadores do Jeremias reclamaram de algumas chegadas mais duras do Maciota’s, mas nada era feito. Somente aos 21 minutos, Kaio, camisa 2 do Maciota’s, tomou cartão azul e saiu revoltado de quadra. E quando as pessoas dizem que pior não pode ficar, elas podem estar erradas. Aos 23 minutos, Guilherme marcou o quinto do Jeremias dando números finais ao jogo. O Maciota’s ainda criou duas boas chances, mas já era tarde.
Com a vitória, o Jeremias segue na luta pelo título da Prata, e nas semifinais enfrenta o time do Di Primeira, segundo colocado do Grupo B e que passou pelo Diabos Negros nas quartas de final.
V CHUTEIRA DE PRATA: QUARTAS DE FINAL
Primatas 1 (1) x (0) 1 Ras Time
RAFINHA MARCA NA PRORROGAÇÃO E RECOLOCA PRIMATAS NA OURO
Depois de empatar em 1 a 1 com Ras, camisa 10 alvirrubro marcou de cabeça o gol de ouro que garante Primatas nas semifinais e na Ouro
Por Gustavo Vasconcellos
Um dos melhores e mais esperados jogos das quartas confrontava o segundo colocado do Grupo A, o Primatas, contra o terceiro colocado do Grupo B, o Ras times. Duas equipes de bom futebol e que mereciam estar disputando vaga nas semifinais. O futebol esperado não chegou a aparecer por completo, mas sobraram emoções no jogo que terminou empatado em 1 a 1. No começo da prorrogação, Rafinha decidiu a favor do Primatas ao marcar o gol de ouro que eliminou o Ras e recolocou o Primatas nas semifinais e também na Ouro.
O jogo começou bem animado e as duas equipes foram ao ataque logo após o apito inicial. Quem chegou com perigo primeiro foi o Ras. Em falta rolada, Rernanes arriscou para o gol, mas errou. Depois foi a vez do Primatas. Marcelinho arriscou do meio e Cipó precisou fazer defesa em dois tempos para segurar a bola. Pouco depois, Leônidas, camisa 11 do Ras, tentou de voleio, mas o goleiro Vitinho fechou bem.
Aos poucos a marcação do Primatas melhorava e diminuíam as chances criadas pelo Ras. Assim, o time também melhorava a sua participação no campo ofensivo. Nando, duas vezes em falta, ameaçou a meta de Cipó. Na segunda tentativa, ele chutou no canto do goleiro, que só conseguiu desviar a bola para a trave. O jogo ficou mais pegado e com chegadas mais fortes a partir dos 15 minutos, mas nenhuma desonesta.
Quando mais parecia estar perto de marcar, o Primatas acabou sofrendo o gol. Iasi, aos 18 minutos, em jogada na área, marcou para o Ras. Daí até o final do primeiro tempo o Ras recuou e viu o Primatas partir para cima. Rafinha perdeu boa chance sem goleiro, Feco chutou de fora com perigo e, na melhor das chances, Gui Fenômeno desviou chute de Rafael e quase marcou o gol de empate.
Um primeiro tempo muito equilibrado, com as duas equipes buscando o gol. O Ras sofria pela atuação apagada de Rernanes, enquanto o Primatas sofria para passar pela marcação e pelo bom goleiro Cipó.
Na volta para a segunda etapa, o Primatas precisava correr atrás do resultado. Gui Fenômeno apareceu dos dois lados da quadra e levou perigo. Rernanes lutava muito no ataque e chegou a arriscar para o gol, mas em cima do goleiro.
Mas quem voltou a atacar foi o Primatas. Aos 8 minutos, Litho teve oportunidade em cobrança de falta, mas mandou no goleiro, junto à barreira. No minuto seguinte, o Primatas conseguiu chegar ao empate. Simas ficou com a bola na esquerda e arriscou para o gol. A bola subiu e acabou enganando o goleiro Cipó ao entrar no ângulo direito.
Com o empate, os dois times buscaram evitar a prorrogação. Os times chegavam com perigo em quase todas as jogadas, alternando as chances entre si. As melhores destas chances foram de Rernanes e Litho. O apito final se aproximava e nenhum dos dois times conseguia marcar. E assim foi até o fim do tempo regulamentar.
Com o empate em 1 a 1, o jogo foi para a prorrogação. O Ras saiu com a bola e logo na saída arriscou duas vezes, uma ficou na zaga e a outra saiu pela linha de fundo. Depois disso, só deu Primatas. Com um minuto jogado, cruzamento na área, mas Feco cabeceou fraco. Mais dois minutos e, em bola rolada para a direita, Feco chegou batendo forte. A bola explodiu na trave.
O gol amadurecia e, diferentemente do que aconteceu no primeiro tempo, quando tomou o gol estando melhor em quadra, a equipe conseguiu marcar com Rafinha. Com 4 minutos jogados da prorrogação, Rafinha arriscou de dentro da área, o goleiro Cipó desviou, a bola tocou duas vezes no travessão e Rafinha só completou de cabeça para a rede. Na comemoração do gol decisivo, uma corrida com muita empolgação. A torcida invadiu a quadra para comemorar junto aos jogadores em uma bonita festa de do time e da torcida, que veio em massa torcer por seus meninos.
Com o gol de ouro e a vitória, o Primatas avança às semifinais e garante presença no próximo Chuteira de Ouro, uma vez que dois dos quatro times que ainda brigam pelo título da Prata já estão classificados para a Ouro por terem sido primeiro colocados de seus grupos. Volta em grande estilo à Ouro do Primatas. Só falta ser com o título.
Comentários (0)