Ricci, Thiago e Seckler comandaram vitória que garante time na Série Ouro. Do lado oposto, SuaMãe desce para a Bronze
Por Elvis Ferreira
Com um início de jogo enfurecedor, o MachuPichu mostrou a que veio e com pouco mais de um minuto de jogo com bola rolando, a equipe dava o seu cartão de visitas para o SuaMãe. Tebas mandou da lateral no segundo pau e Ricci completou para o gol de cabeça. Estava aberto o placar.
O MachuPichu queria mostrar o porquê estava brigando até a última rodada para ter sua vaga assegurada na Ouro e queria golear para fazer o importante saldo de gols. Taka quase ampliou depois de mandar chute forte de fora da área. Ele obrigou o goleirão William a fazer grande defesa pelo alto.
O Suamãe estava acuado e levava grande pressão. Seckler mandou chute forte que explodiu na trave depois de ajeitada de Ricci. Mas se o gol não saiu no chute de Seckler, na jogada seguinte Tebas encontrou Thiago Branco livre dentro da área. Ele não teve dificuldade alguma para completar para as redes o segundo gol do MachuPichu.
E tudo isso, caros leitores, aconteceu com apenas cinco minutos de bola rolando. O MachuPichu ia arrasando o SuaMãe no início do jogo, sempre contando com uma boa troca de passes. Ricci regia o time do MachuPichu. Ele deu ótimo passe para Thiago, que chutou de primeira no canto esquerdo do goleiro. Bonito gol e 3 x 0. Tebas ainda fez o quarto depois de receber bom passe dentro da área.
O jogo estava muito fácil para a equipe do Peru. Ricci recebeu boa bola na esquerda e cruzou rasteiro para Thiago só completar para o gol o quinto do MachuPichu. Moleza para ele.
Celo era o jogador que mais levava perigo ao gol de Pipo, sempre tentando alguma jogada individual ou arriscando um chute de longe. O SuaMãe estava totalmente domado dentro de quadra, o que parecia irritar muito seus atletas. Sandrinho chutou nervoso a grade após deixar a bola sair pela linha de fundo numa boa jogada de ataque desperdiçada. Porém, depois de algumas tentativas, o SuaMãe conseguiu, enfim, diminuir o placar. Celo tocou para Febem, que recebeu e mandou de puxadinha para as redes.
O time não tinha muito o que comemorar. Afinal, estava perdendo de 5 e a diferença ainda era grande. Diferença essa que só aumentou depois do sexto gol, anotado por Daniel Barros, que adentrou bem a área e bateu sem dar chances de defesa.
No fim da primeira etapa o SuaMãe ainda diminuiu novamente o placar. Ozil recebeu falta dentro da área após costurar toda zaga do MachuPichu. Ele bateu o pênalti com qualidade e fez o segundo.
Após construírem um placar elástico no primeiro tempo com Ricci, Tebas e Thiago ditando o ritmo da partida, a segunda etapa iniciou com o SuaMãe tomando mais a iniciativa. Com isso eles conseguiram chegar ao terceiro gol logo no início da segunda etapa. Celo, que vinha sendo o melhor jogador do time, cobrou falta com perfeição da lateral direita. Pipo se esticou todo, mas nada pode fazer para ir buscar a bola lá no ângulo. Lindo gol.
Mas o MachuPichu não deixou o adversário começar a gostar do jogo e logo tratou de sepultar o defunto. Russo completou de cabeça o sétimo gol após cruzamento vindo da esquerda. Sem ângulo nenhum ele ainda conseguiu colocar a bola para dentro.
Depois de jogar o balde de água fria, o MachuPichu recuperou o domínio da partida e ainda fez mais dois gols. Seckler fez o oitavo de pênalti, e Seckler novamente fez o nono após receber boa bola de Tebas pela direita. Era o MachuPichu com um pé na Ouro, o que se concretizou durante o jogo do Ras Time, que sofreu e perdeu para o Camelo. Os peruanos voltam para Ouro após um ano na Prata. Já o SuaMãe desce para a Bronze, justamente porque o Camelo venceu...
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO A
Obrigado Senhor 3 x 8 Joga 13
IRRECONHECÍVEL, OBRIGADO SENHOR É GOLEADO PELO JOGA 13
Artilheiro Lele comandou vitória de sua equipe ao marcar 6 vezes
Por Rodrigo Amaral
“O que aconteceu com o Obrigado Senhor?”. A pergunta do torcedor que acompanhava a partida do até então vice-líder do Grupo A contra o Joga 13, sexto colocado, explica o que foi essa partida. O Obrigado Senhor estava irreconhecível, não mostrou o bom futebol de outras partidas e saiu de quadra goleado.
A sacolada do Joga 13 começou a ser construída logo nos quatro primeiros minutos. Com apenas três minutos, Lele recebeu a bola fazendo o pivô dentro da área, conseguiu virar e estreou o placar. No minuto seguinte, quando se pensava que aquilo tinha sido um apagão do Obrigado Senhor, Lele contrariou a todos. O centroavante recebeu longo lançamento de costas e, do jeito que estava, cabeceou; o goleiro, adiantado, nada pôde fazer.
A bola estava procurando e por pouco o atacante não fez o seu terceiro gol. Doce, improvisado no gol, parece que queria fazer o dele e arriscou o chute da sua área. A pancada tinha endereço certo e exigiu que Eric espalmasse a bola, que sobrou limpa para Lele chutar. Estava tão fácil que ele furou.
A primeira boa oportunidade de gol do Obrigado Senhor veio aos 12 minutos. Após saída errada da zaga do 13, Lucas Oliveira aproveitou o vacilo e chutou de bate- pronto. Ao arqueiro Doce, que estava batido no lance, só restou acompanhar a bola passando rente a trave. Se Lucas não aproveitou a bobeira da zaga adversária, do outro lado o lance foi mortal. Gordo era o último jogador de defesa do Obrigado Senhor e furou o chute, Lele disparou na corrida e dividiu a bola com o goleiro: melhor para o atacante, gol do Joga 13.
Não havia tempo para respirar (quem diria, Obrigado Senhor). Rodrigo arriscou do meio da quadra e o goleiro contribuiu para mais um. O quinto gol saiu dos pés de Alemão, que colocou o pé na frente do chute do seu companheiro Lucas.
O primeiro tempo virou com o surpreendente placar de 5 a 0 e futebol sobrando para o Joga 13. E quem esperava uma mudança de postura do Obrigado Senhor viu mais sufoco logo no início. Aos 3 minutos, Daniel limpou o marcador e chutou de fora, a bola explodiu no travessão e sobrou para Lele, com um faro de gol absurdo, marcar outro.
Houve um momento na etapa que o Obrigado Senhor tomou a condução da partida; eles aproveitaram com dois gols, mas sucumbiram novamente. Com 8 minutos, Te rolou para Lucas Oliveira pegar “de prima” e marcar. Aos 13 minutos, até proporcionaram uma das jogadas mais bonitas da partida. Te costurou a zaga inteira até chegar ao goleiro; aí foi o problema, ele não teve calma e chutou em cima de Doce. Um minuto depois o arqueiro do 13 fez feio em chute de fora de Te. A bola passou por baixo dele e mais um gol para o adversário.
Passada a breve pressão do Obrigado Senhor, Lele voltou a comandar as jogadas ofensivas da sua equipe. Aos 17 minutos, ele ganhou na corrida de mais um zagueiro e chutou, a bola foi arisca e Eric precisou agarrá-la em dois tempos. No minuto seguinte, o artilheiro não perdoou e marcou outro.
Com o placar de 7 a 2, a cinco minutos do final, Lele coroou a sua atuação com o seu sexto gol na partida. Deu tempo também para Lucas Oliveira diminuir a diferença para cinco gols no placar.
A equipe do Obrigado Senhor perdeu quando podia perder, já que estavam classificadas desde a outra rodada. Nas oitavas de final, o futebol desse sábado não poderá se repetir contra o Diabos Negros. O Joga 13 também estava classificado e vai confiante para o jogo contra o Ras nas oitavas.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO B
Diabos Negros 9 x 2 Invictus
JÁ REBAIXADO, INVICTUS É PRESA FÁCIL PARA DIABOS NEGROS
Sem grandes dificuldades, Mahdi e Dijavam ditam o ritmo da partida e ajudam os endiabrados na última partida da rodada
Por Elvis Ferreira
O Diabos Negros entrou em quadra e iniciou a partida dando muita pressão para cima do Invictus. Com Lucas improvisado no gol e com um jogador a menos de linha durante os 50 minutos, o Invictus parecia ser uma presa fácil. Apesar de um primeiro tempo equilibrado, não deu outra. O Diabos dominou a partida do início ao fim, ditando o ritmo conforme sua vontade.
O Invictus não conseguia encaixar uma jogada de ataque que levasse perigo ao gol adversário. Com isso, as gozações vindas de fora da quadra se faziam presentes o tempo inteiro e, como já é de costume, o principal alvo era o “goleirão” Lucas. Gritos de “Chupa, Lucas!” e “Rebaixados” eram ouvidos a todo minuto. Nada que impedisse o goleiro de mostrar agilidade e defender alguns chutes.
Mesmo tomando mais a iniciativa e tocando mais a bola, o Diabos Negros não havia chegado com força o gol do Invictus até pelo menos os 7 minutos. Mas aos poucos a equipe se acertou e com tranquilidade conseguiu fazer o primeiro tento da partida com Mahdi. Dijavam fez boa jogada pelo meio e abriu para Mahdi na direita, que chutou forte para o gol rente à trave.
Depois do gol, os endiabrados quase ampliaram o placar com Leal. Ele cabeceou sem jeito para o gol após cruzamento de Walter, mas Lucas afastou o perigo com um tapinha providencial para a linha de fundo.
Só dava Diabos. Mahdi errou gol incrível depois de receber um bom passe de Dijavam na esquerda. Ele se livrou da marcação e ficou de frente para a meta do Invictus. O chute saiu ruim, e a bola foi para fora, para desespero daqueles que torciam contra o Invictus.
Esse desespero foi ainda maior quando o Invictus conseguiu o gol de empate com Pi. Ele recebeu bom passe por de trás da marcação no segundo pau e deu um toquinho por debaixo do goleiro.
Pi quase conseguiu o gol da virada do Invictus na jogada seguinte. Ele pegou muito bem na bola da intermediária e mandou um foguete para o gol do Diabos. A bola passou raspando a trave.
Após o empate, o Invictus melhorou e começou a atacar mais. Mas isso não era motivo para grandes problemas. A equipe que só acumulou um ponto até a última rodada no campeonato não conseguiu segurar o segundo gol do Diabos. Baiano ampliou o marcador após chute forte e rasteiro da esquerda e de fora da área. Lucas, com visão encoberta, nada pode fazer. E Baiano estava muito atento e fez o terceiro gol mostrando muita categoria. Ele recebeu bom lançamento na direita, quase na linha de fundo, e após ver o goleiro saindo da meta, só tirou dele com um toque bastante sutil. Lucas ainda tocou na bola, mas ela morreu na rede lateral do gol.
Com uma menos, era normal sobrar sempre alguém de branco. Nessa, Cadú fez o quarto se aproveitando da saída de bola errada. Edgard tentou afastar, mas acabou deixando nos pés do camisa 9.
Ainda no primeiro tempo o Invictus conseguiu descontar com gol de falta marcado por ele, Edgard. Ele se redimiu em uma cobrança de falta pelo meio em que o goleiro Marco engoliu o peru ao afastar a bola para dentro de seu gol.
O segundo tempo veio e o Diabos permaneceu melhor na partida. Dijavam fez boa jogada individual, limpou a marcação próxima à entrada da área e chutou forte no alto. Lucas espalmou bem, mas nada pode fazer no chute de Cadu de quase do meio de quadra a meia altura. A bola morreu no cantinho. Era o quinto. O sexto gol veio com Mahdi. Ele recebeu lançamento na direita, limpou a marcação de Marquinhos e mandou a bomba para o fundo das redes.
O Invictus, mesmo tentando segurar os endiabrados, não conseguia sucesso. A equipe adversária era muito superior e dificultava a vida da marcação. Depois da boa jogada de Miluzzi pelo meio, a bola foi tocada para Mahdi marcar mais um.
Após sofrer sete gols, Lucas passou as luvas para as mãos de Pi, mas mesmo assim não surtiu efeito. Dijavam conseguiu marcar o seu gol depois receber bom passe de Zuppo. Zuppo cobrou falta rasteiro e Dijavam, no segundo pau, completou para o gol de letra.
Para dar números finais à partida, após bate e rebate dentro da área do Invictus, Mahdi se aproveitou da sobra de bola e de frente para o gol marcou o nono dos Diabos Negros, que ficou com a 6ª vaga para o mata-mata e encara o Obrigado Senhor nas oitavas.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO A
Primatas 5 x 0 É Verdadeee
PRIMATAS GOLEIA É VERDADEEE E VAI DIRETO PARA AS QUARTAS
Em Habilidade dos símios incomodou no final e partida quase acaba em briga. Resultado e derrota do Obrigado Senhor deram a Primatas a 2ª posição do grupo
Por Rodrigo Amaral
As equipes do É Verdadeee e Primatas fizeram um duelo interessante na rodada final de classificação. Em jogo, duas situações distintas. O primeiro time não tinha mais chances de ir às finais, mas brigava pra não cair; o segundo, já classificado, só almejava uma posição melhor. E no decorrer da partida, pôde se ver o porquê das colocações. De um lado uma equipe forte fisicamente e defensivamente aguerrida, do outro um time rápido e mais “bola no chão”.
A etapa inicial, pode-se dizer, foi um jogo à parte da segunda. O que faltou de emoção em um tempo, sobrou no outro. Nos primeiros estantes de bola rolando o que se viu foram duas equipes se respeitando muito e cautelosas ao atacar. Um chute do meio da quadra de Junior pelo lado do É Verdadeee foi o destaque nos primeiros minutos. Até que, a partir dos 8 minutos, o jogo começou a melhorar com um chute de primeira de Feco, do Primatas, que foi parar no travessão. No minuto seguinte a resposta do adversário veio com Fúria, que veio cortando do meio ao lado direito da área até chegar de frente com Vitinho, que fechou o ângulo e bloqueou o chute.
O Primatas não gostou nada e dominou o jogo no restante da primeira etapa. O time do É Verdadeee mostrou o seu potencial defensivo e sofreu pouco apesar do jogo atrás. Tirando uma boa jogada de Rafinha – que roubou a bola de King, tabelou e chutou para defesa de Reyna –as outras chances foram nos últimos cinco minutos. Inclusive um gol, após tanta insistência, saiu nesse período. Aos 22 minutos, Litho cobrou falta e a bola saiu estranha mas em direção ao gol. Ela pingou na área e King não conseguiu tirar e passou direto, deixando Reyna sem reação. No último minuto Reyna ainda teve mais trabalho, ele teve que sair em velocidade do gol para impedir gol de Nando.
Se no primeiro tempo o time do É Verdadeee, bem fechado, impediu que o Primatas jogasse, na segunda etapa o time alvirrubro esqueceu o esquema defensivo e os primitivos abusaram e golearam. Já aos 2 minutos teve início a goleada do Primatas. A defesa do É Verdadeee voltou confusa e saiu errado pelo alto, Ricardo roubou dominando no peito e chutou no canto de Reyna, que não alcançou a bola. Depois, aos 7 minutos, saiu o terceiro gol e a goleada já estava formada. Litho chutou de dentro da área, Reyna até encostou na bola, mas não foi suficiente para impedir o segundo gol do camisa 11.
Aos 13 minutos o É Verdadeee até conseguiu uma bola na trave em chute de Kassim, mas foi só. Afinal, nos dois minutos seguintes o Primatas fez mais dois e selou a goleada. Primeiro com a testada firme de Gus após cruzamento de Rafinha, que fez o dele em seguida aproveitando oportunidade dentro da área.
Até os quinze minutos do segundo tempo foi o que se viu de futebol. Depois do quinto gol uma confusão atrapalhou o decorrer do jogo. Alguns dirão que foi desnecessário por causa do placar, outros acham que futebol é pra ser jogado. A jogada aconteceu próximo à área: Litho arriscou uma carretilha pra cima da defesa e passou de dois marcadores. O jogador do Primatas só não foi mais longe na jogada porque Shev chegou rasgando no lance. A jogada perigosa do camisa 11 do É Verdadeee foi o estopim da confusão que se formou. Os atletas das duas equipes começaram a se peitar em quadra e acabou sobrando algumas ameaças, empurrões e socos. O resultado final da confusão foi a expulsão de três atletas do É Verdadeee: Shev, pela falta perigosa, e Master e Amando, por terem se exaltado um pouco mais no “empurra-empurra”.
Após a briga não tinha mais clima para futebol. A vitória do Primatas dificilmente seria revertida e houve cautela para algum outro lance não se transformar em mais uma discussão. Mesmo com a derrota, o time do É Verdadeee não caiu para a Bronze, pois contou com a derrota do agora rebaixado DPGamos. O Primatas pulou para a segunda colocação e só joga agora na outra semana, nas quartas de final.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO B
Ras Time 3 x 4 Camelo
CAMELO VENCE RAS E ESCAPA DO REBAIXAMENTO
Pizzaiolos chegaram pressionados e mais uma vez devem a Noal a salvação. Ras encara o Joga 13 nas oitavas
Por Elvis Ferreira
Tudo ia às mil maravilhas em relação ao horário nessa última rodada de grupos da Prata. Até estava achando estranho só termos um pequeno atraso de 15 minutos com dois jogos já terminados. Mas, meus caros leitores, não foi dessa vez que os jogos terminaram (e começaram) exatamente no horário.
Ras Time e Camelo entraram em quadra com uniforme de cores parecidas tendo o branco como cor predominante. Com isso, armou-se a confusão, pois os jogadores do Camelo não queriam iniciar a partida com as camisas parecidas. Na indecisão do joga, não joga, o jogo teve um “pequeno” atraso de 45 minutos.
Com as pendências sobre uniformes resolvidas, com os jogadores do Ras utilizando o bom e velho colete, o jogo iniciou e iniciou com ares que seria quente. Com um começo bastante movimentado, as faltas e marcação mais dura eram frequentes. O primeiro gol da partida saiu dos pés de Noal, que cobrou falta com perfeição e de muito longe. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. O goleiro Cipó nada pode fazer. “A la Marcos Assunção”, comentou um dos que assistiam o jogo de fora. Batata tentou responder na mesma moeda e também em cobrança de falta, mas Jhonny fez boa defesa após chute a meia altura.
O jogo era lá e cá, mas o Camelo tinha mais qualidade no toque de bola e levava mais perigo ao gol adversário. Kazu dominou no peito na entrada da área e tentou mandar de primeira. A bola subiu demais e nem assustou Cipó.
Mesmo com mais qualidade no toque e jogando ligeiramente melhor, o Camelo levou o gol de empate. Batata fez fila na ala esquerda e cruzou. Ninguém chegou para completar, mas na sequencia Macaulin mandou da lateral na cabeça de Rernanes, que deu um bonito peixinho e empatou a partida.
Depois do gol o Ras começou a controlar o jogo e chegou à virada logo em seguida. Macaulin marcou o dele após um chute forte da esquerda. No minuto final do primeiro tempo ainda deu tempo do Ras aumentar sua vantagem. Rernanes cobrou falta por baixo, próximo à marca do tiro livre, e Jhonny, que estava na jogada para fazer a defesa, falhou e deixou a bola passar. Glu-glu.
O Ras voltou para o segundo tempo melhor e tomando mais a iniciativa. Mas quem marcou foi o Camelo, que encostou novamente no placar com gol de Jaka. Ele chutou forte da esquerda após bola rolada do meio. Lindo gol.
Com esse gol o jogo ganhou em emoção. As duas equipes passaram a jogar com muito mais vontade. As faltas e chegadas duras continuavam constantes. Noal conseguiu o gol de empate do Camelo, para delírio da galera do MachuPichu, que assistia atenta ao jogo do lado de fora. Ele cobrou falta da intermediária com muita categoria e força. A bola foi morrer no ângulo do goleiro Cipó. De novo.
3 x 3 era o jogo. Mas assim ficou por pouco tempo. O Camelo conseguiu a virada novamente depois de boa troca de passes entre Jaka e Noal. Após linda tabela, Noal saiu livre pela direita e completou para as redes o quarto gol do Camelo. Era o gol que livrava a equipe do rebaixamento.
O jogo novamente havia se invertido. O Camelo era de novo melhor na partida e atacava com mais perigo, mas o Ras não estava morto e tentava impor suas jogadas através da velocidade para chegar cara a cara com o goleiro adversário. E apesar do início conturbado por causa da polêmica dos uniformes, o jogo foi emocionante e as duas equipes mostraram que queriam mesmo era jogar futebol. Vitória justa do Camelo, que permanece na Prata na próxima temporada.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO A
Bucets 5 x 3 Zenite
BUCETS TEM MAIS FÔLEGO QUE ZENITE E VENCE PARTIDA “LÁ E CÁ”
Fuscão arrancou no final e agora encara Roletinha nas oitavas
Por Rodrigo Amaral
O time do Joga 13 já havia entrado em quadra e vencido, o que significava que o Zenite não tinha mais chances de classificação. Isso, porém, não impediu que os jogadores fizessem um bom jogo contra o Bucets, já classificados. As equipes estavam empenhadas e as chances de gol variavam entres ambas.
A primeira oportunidade de gol veio no primeiro minuto. Alan Maradona cobrou falta no ângulo, o goleiro foi melhor que o batedor e conseguiu a defesa. A resposta do Zenite não demorou: Cris Love recebeu na área e mandou no travessão.
As duas chances logo no começo alertaram as equipes, que se respeitaram mais e atacavam com mais cautela. Respeito esse que durou até os 8 minutos, quando o time do fusca sem freio abriu o placar com Marcelo, que tocou na saída do goleiro. O gol foi bom para o jogo e fez com que a partida voltasse a abrir, o Bucets queria conquistar a vitória logo e o Zenite corria pelo empate.
Após o gol do adversário, o Zenite voltou a ter azar e viu o poste como obstáculo mais uma vez. Thales roubou a bola no campo de ataque e balançou pela segunda vez o travessão do goleiro Tom. Com 11 minutos, a trave virou a protagonista do jogo: a barra de ferro mais uma vez apareceu, mas dessa vez pelo outro lado; Loro recebeu cruzamento de longa distância e cabeceou na trave.
A partir dos 15 minutos o camisa 9 do Zenite, Zé Bahia, resolveu jogar e fez a diferença. A sua apresentação veio meio sem querer, ele tentou enfiar uma bola na área, mas Marcelo tentou afastar e quase faz contra. Tom, no susto, afastou o perigo. Após continuar pentelhando a defesa, aos 23 finalmente o empate saiu. O atacante cobrou a falta e no meio do caminho Thales só colocou o pé na frente para fazer. Roubaram o gol dele, mas ele não desistiu. No minuto seguinte, quase o cara se consagra: ele saiu costurando a marcação, fugiu de um, dois, do goleiro, mas, antes de concluir, o último marcador afastou o perigo, o que não deixou de ser a jogada mais bonita da etapa.
Na volta para o segundo tempo, o Bucets acelerou e surpreendeu. Com cerca de quarenta segundos Arthur recebeu cruzamento em profundidade do outro lado da quadra, deixou o marcador na saudade fingindo que ia chutar e marcou um golaço. Surpreenderam e foram surpreendidos: no segundo minuto de etapa o empate voltou a aparecer no placar. Japinha arriscou de fora e o goleiro espalmou, no rebote Zézão, desequilibrado, igualou tudo de novo.
Em ritmo de “toma lá, dá cá”, a o Bucets voltou a ficar na frente e o Zenite voltou a empatar nos quatro minutos que seguiram. O terceiro tento do fusca veio com Danilo, que recebeu bom cruzamento e tocou na saída do arqueiro Luquinhas. Dois minutos se passaram e na bola parada surgiu o gol do terceiro empate da equipe do ZFC na partida: a bola foi rolada para Nego, que chutou forte e rasteiro.
O time do Bucets já tinha tentado ficar na frente do placar três vezes, mas o Zenite estava conseguindo frear o fusca até os 13 minutos, quando o quarto gol saiu em jogada de muita infelicidade da zaga. A defesa tentou afastar o perigo do lado deles, mas a bola explodiu em Marcelo e encobriu, caprichosamente, o goleiro, batendo ainda no travessão.
O Zenite já não contava com uma das suas melhores opções ofensivas, o Zé Bahia – fora de quadra por ter levado o segundo amarelo – e dessa vez foi menos eficaz no ataque. O Bucets se conteve um pouco mais e conteve as tentativas de gol do adversário.
Assim o jogo se manteve até o fim. Ainda houve tempo para a consolidação da vitória do Bucets: Alan Maradona tocou para Arthur, que com apenas um toque fintou o goleiro e fechou a vitória.
O resultado manteve o Bucets na quarta posição do Grupo A e agora enfrenta o Roleta Russa Olímpico nas oitavas de final. O Zenite aguarda o VI Chuteira de Prata.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO B
Roleta Russa Olímpico 2 x 6 Di Primeira
DI PRIMEIRA ATROPELA ROLETINHA E FICA EM SEGUNDO NO GRUPO
Roletinha ficou em 5º e encara Bucets nas oitavas de final
Por Elvis Ferreira
Quem vencesse a partida daria um bom salto na tabela rumo à ponta da classificação e teoricamente com confronto mais fácil na segunda fase. Tendo isso em mente, o Roletinha e Di Primeira entraram em quadra e travaram um bom duelo.
Com um início de jogo bastante movimentado, tanto Roletinha quanto Di Primeira marcavam forte e tentavam sufocar o adversário. A primeira grande chance da partida foi do Roleta. Depois de afastada errada da zaga do Di Primeira, Iuri chegou mandando a bica para o gol, mas Carlos Eduardo estava atento e fez ótima defesa.
Se Iuri não conseguiu marcar, Kuminha abriu o placar ao receber próximo ao bico da área e chutar forte, sem chances de defesa para o goleiro. Kuminha teve outra ótima chance ao arrancar pela direita e chutar forte e rasteiro. Carlos Eduardo espalmou para o lado e, na sequência, Ceron chegou para completar. Novamente o goleirão do Di Primeira fez a defesa salvando o time.
Quando o jogo parecia estar nas mãos do Roletinha, que não deixava o Di Primeira entrar em sua área, Dodo ajeitou a bola para Simon. O camisa 10 chegou de trás e chutou forte. Era o gol de empate. E assim o Di Primeira acordou. Dodo recebeu ótimo passe próximo á entrada da área e, antes da marcação chegar, colocou sua equipe na frente do marcador.
A partir daí, o Roleta Russa pareceu ter perdido o fio da meada e logo levou o terceiro gol. Lê chutou forte de fora da área pela direita e Edu nada pode fazer. Nem se mexeu na jogada.
O segundo tempo veio e o Di Primeira continuou mandando na partida. Após cruzamento rasteiro da linha de fundo para dentro da área, Jocélio completou sem problemas para as redes. 4 x 1. Lê também queria jogo e chegou a fazer bonita jogada individual, quando limpou meio time do Roleta, mas a conclusão não foi nada boa e nem assustou o goleiro Edu.
Com o Roletinha tomando pressão, o quinto gol não demorou a sair. Cris tocou para Dodo dentro da área, que completou sem dificuldades. Moleza, moleza. Com mais de dez minutos de bola rolando na segunda etapa, o RR não havia conseguido uma finalização mais perigosa ao gol de Ferrugem. Pina e Bruninho bem que tentavam de vez em quando, mas não conseguiram sucesso em suas jogadas. Até que Kuminha diminuiu o prejuízo do RR Olímpico. Ele bateu forte da entrada da área pela esquerda e Ferrugem não segurou.
Porém, a noite tinha dono e quando tudo parecia já estar sacramentado dentro de quadra, Jocélio deu números finais ao placar fazendo o sexto gol de sua equipe. 6 x 2, Di Primeira em segundo no grupo e duelo só nas quartas de final. O Roletinha tem um desfalcado Bucets pela frente já neste sábado.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO A
Jeremias 8 x 2 TCM
JEREMIAS JOGA FÁCIL E SE GARANTE NA OURO
TCM encerra semestre desastroso sofrendo nova goleada e já pensando na Série Bronze
Por Rodrigo Amaral
O Jeremias enfrentou o TCM já garantido na Série Ouro, mas nada como uma bela goleada para selar bonito a chegada à elite do Chuteira. A equipe jogou fácil e só precisou de treze minutos para aniquilar o jogo. O time jogou como queria: abriu uma grande diferença no começo e depois só se preocupou em administrar o resultado.
Prova disso foi o primeiro gol sem ao menos completar um minuto. Em jogada rápida, Alexandre Bim tocou para Gui Ferreira, dentro da área, marcar. Pouco tempo depois e de novo dentro da área saiu o segundo, mas agora foi bonito. Dunder chapelou o zagueiro, o lance seguiu e sobrou para Alexandre Bim só empurrar para o gol.
Após o 2 a 0 repentino, o TCM se ligou no jogo e conseguiu segurar o adversário até completar 11 minutos, quando o Jeremias deslanchou fazendo mais dois gols em dois minutos. O primeiro foi em falta cobrada por Marcelo no canto direito do goleiro Marcião; o segundo foi de novo do camisa 9, só que de dentro da área.
Depois dos gols o TCM ainda descontou em jogada de velocidade de Zé Roberto, que ganhou do zagueiro na corrida e chutou na saída do goleiro. Eles diminuíram e ficaram apenas nesse gol mesmo, mas por outro lado não deixaram que o Jeremias fizesse mais um gol, missão até então árdua.
O “jejum” de gols do Jeremias nos quinze minutos finais do primeiro tempo fez com que eles voltassem com tudo na etapa complementar. O TCM, além de inferior tecnicamente, contava com a falta de sorte. Gringo arriscou chute de fora da área, a bola desviou em Alemão no meio do caminho e enganou Marcião, que ficou vendido no lance. A vontade de fazer gols era tanta que no oitavo minuto pintaram dois. Gringo chutou de bate-pronto próximo à área e marcou o seu segundo gol. O TCM saiu com a bola no meio e logo em seguida o Jeremias tomou passe. Então Marcelo Toretta recebeu na área, tirou do goleiro e também marcou mais um gol pra sua conta.
O TCM, ora ou outra, aproveitava um contra-ataque para assustar o adversário. Com redondos 10 minutos, Guel chutou cruzado à meia altura, mas o goleiro Gustavo caiu para fazer bela ponte. O problema do time que perdia era a dificuldade de se manter atacando. Os jogadores do Jeremias eram fatais quando surgiam oportunidades. Pouco depois da chance de gol do TCM, eles passaram a régua e fecharam em oito no placar. Rafa fez boa jogada pelo fundo e tocou para o meio ao encontro de Dunder, que pegou firme e fez.
Ainda houve tempo para o adversário fazer o gol de misericórdia. E com estilo. Após cobrança de escanteio, Alemão pegou bonito de voleio e marcou. 8 x 2.
O Jeremias, com essa goleada, sela uma bela campanha com a melhor defesa e o melhor ataque do campeonato, sofrendo apenas uma derrota (1 x 0 para o Primatas). A equipe vai dar trabalho na Ouro semestre que vem e é a grande favorita ao título da Prata. Já o TCM está em situação totalmente diferente do adversário: vão disputar a Bronze no próximo torneio.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO B
Cachorro Velho 3 x 3 Canhedo Beppu
CACHORRO E CANHEDO EMPATAM E ENGENHEIROS SE SALVAM DA DEGOLA
Bom jogo entre as duas equipes termina empatado e agora Cachorro Velho encara o Maciota’s na próxima fase
Por Elvis Ferreira
O último jogo da última rodada da Prata foi também um dos mais emocionantes da tarde/noite. Cachorro Velho e Canhedo Beppu travaram boa disputa, sempre na bola e jogando para frente. As duas equipes iniciaram a partida se analisando bastante, com toques de bola curtos e esperando a reação adversária. Mesmo assim, o primeiro gol não demorou muito para sair.
O Canhedo abriu o placar com Fabinho. Ele foi lançado do meio e tocou no contrapé do goleiro, que nada pode fazer para evitar o primeiro tento da partida. Fabinho teve outra boa chance logo após fazer o primeiro, mas dentro da área ele não conseguiu ampliar.
O empate do Cachorro não demorou para acontecer. Giggio recebeu da esquerda na direita, limpou seu marcador e bateu forte no alto sem dar chances de defesa para o goleirão Papa Burguer.
O jogo era bastante equilibrado. Véio recebeu de Viniboy no meio e bateu forte e cruzado. O chute saiu rasteiro, mas a bola saiu sem levar grandes problemas para o goleirão. Outra boa chance, destra vez do Cachorro Velho, foi em jogada ensaiada que se originou em uma cobrança de falta. Barbieri cobrou falta para o meio para Wesly, que só rolou a bola para Zoboo do outro lado da quadra bater bonito para o gol. A bola ia morrer no ângulo, mas Papa Burguer novamente estava atento para ir buscar e fazer mais uma grande defesa.
Fabinho tentou responder para o Canhedo na jogada de ataque seguinte em jogada conjunta com Suzuki. ele cruzou para o camisa 6 japonês do Canhedo, que cabeceou para o gol, mas Botana estava atento e pegou.
O primeiro tempo tinha boas chances para os dois lados. Pedrinho quase colocou o Cachorro na frente do placar após receber no meio e chutar forte de fora da área. A bola passou muito perto.
O repertório de jogadas que pareciam ser ensaiadas do Cachorro Velho era grande. Papa Burguer fez outra boa defesa depois de cabeceada de Giggio que recebeu cruzamento da direita.
O jogo era muito igual. As duas equipes atacavam bastante. A bola era sempre bastante trabalhada pelos dois lados. O segundo tempo veio e as boas jogadas continuaram. Suzuki cruzou para Kamura dentro da área que, de frente para o goleiro Botana, chutou a queima roupa. Botana afastou muito bem o perigo. Porém, o arqueiro não pode fazer nada depois de chute de Suzuki no canto direito. Ele ainda foi na bola, mas não conseguiu evitar o segundo gol dos engenheiros.
O Canhedo havia voltado melhor na partida, atacando mais e levando mais perigo ao gol do Cachorro Velho, que, por sua vez, errava passes infantis. Com isso o Canhedo conseguiu ampliar o marcador com Viniboy. Ele recebeu na direita e chutou cruzado. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. Era o terceiro gol.
Já com mais de metade do segundo tempo passado, o Cachorro resolveu acordar e começou a equilibrar novamente o jogo. Giggio cruzou para Thiaguinho, que fez um belo gol de peito. 3 x 2.
Com a melhora premiada com o segundo gol, o Cachorro passou a atacar mais. Zooboo tentou surpreender Papa Burguer em chute de longa distância, mas não conseguiu. Papa afastou o perigo. Wesly também teve sua chance em cobrança de falta muito bem batida da intermediária. A bola passou tirando tinta da trave. Papa nem se mexeu dessa vez.
Mas se Wesly não marcou de falta, ele conseguiu o gol de empate após receber bom passe de Chuck. O camisa 32 mandou de primeira para Wesly, que também mandou de primeira para o gol de fora da área e fez um golaço.
E assim, empatado em três gols, terminou o bom jogo. O Cachorro Velho, que já estava assegurado na próxima fase, encara agora o perigoso Maciota’s.
V CHUTEIRA DE PRATA: 9ª RODADA: GRUPO A
DPGamos 0 x 5 Maciota’s
MACIOTA’S GOLEIA E REBAIXA DPGAMOS
Equipe dos irmãos Fischer até tentou, mas esbarrou na superioridade do adversário. E ainda teve gente que culpou da arbitragem...
Por Rodrigo Amaral
O DPGamos entrou em campo sabendo que uma vitória livrava o time da Bronze. Eles até se esforçaram – e muito –, mas a superioridade técnica da equipe da Shariza não permitiu um resultado melhor.
Os dez primeiros minutos foram de igual para igual, os times pareciam estar apenas se estudando. A igualdade durou até o décimo minuto, quando o Maciota’s abriu o placar. Evandro abusou da técnica e fez um belo gol, após receber cruzamento em profundidade, ele pegou de primeira e afundou a rede. O gol, Dani Fischer não pode fazer nada.
Aliás, eis um problema do DP: tem um dos melhores goleiros, mas o cara nunca chega no horário. O DP, depois do gol, se sentiu incomodado e foi atrás do placar. No minuto seguinte quase aconteceu o empate. Pablo experimentou do meio da quadra e o chute explodiu na trave. Lamento de Weinny e denão no banco. Os goleiros, que não tiveram trabalho até então, começaram a ser exigidos. Primeiro foi Dani Fischer, que deu linda ponte para pegar chute de fora de Evandro. Para Fê, do Maciota’s, foi ainda mais difícil. Joka recebeu cruzamento e chutou de primeira pelo alto, o arqueiro amarelo se esticou todo e desviou a bola com as pontas da luva.
Os times faziam uma boa troca de ataques e mais cedo ou mais tarde alguém ia ceder. Aos 17 minutos foi Fischer novamente quem não impediu o gol. Após escanteio, Jerry pegou a redonda pelo alto e mandou no canto direito do goleiro rubro negro.
Mas o Maciota’s não parou por aí. Aos 19 minutos tiveram uma chance clara de gol. Evandro chutou na trave e Fischer se recuperou bem no rebote, a bola ainda sobrevivia na área e o arqueiro saiu afobado e derrubou Evandro quase dentro da área. Amarelo pra ele e falta perto da marca do pênalti. Era meio gol feito, mas a cobrança parou na barreira.
Porém, ainda sobrou fôlego para os amarelos fazerem, aos 24 minutos, o terceiro gol. Felipe recebeu de costas fora da área e de lá mesmo virou e mandou para o gol adversário. A vaca do DP ia pro brejo.
Na volta para a segunda etapa, o DP precisava mudar a postura para querer sobreviver na Prata, mas eles esqueceram de avisar o time do outro lado. Já classificados, o Maciota’s jogava descompromissado e o quarto gol saiu com 8 minutos contados. Carlitos limpou o marcador e chutou de bico.
Não que o DP jogasse mal. O time até oferecia perigo, mas o arqueiro Fê estava em um bom dia, como em voo para agarrar o chute de fora de Pablo, que veio fazendo curva de dentro para fora. Do outro lado, com Valentin em campo, o ataque não conseguia converter gols, e a defesa segurava enquanto podia.
O quinto e último gol do Maciota’s saiu de bela jogada de Evandro. O MVP da partida saiu de dois marcadores no fundo da quadra e foi derrubado. Mesmo caído, ele tocou pra dentro da área e Felipe estava lá para só empurrar para dentro.
O DP ainda tentou diminuir o placar, mas foi em vão, o time ficou apático e desmotivado com o placar. A partida, então, terminou, o DP estava oficialmente rebaixado para a Bronze e os jogadores conformados com a situação por terem jogado mal. Todos, exceto um: Dani Fischer, claro, que não cansa de causar nos jogos do seu time. Ele queria porque queria colocar a culpa no árbitro pela derrota e ficou na beira da quadra esperando para “pegá-lo na saída”. Atitude ridícula, reprovada até mesmo pelos próprios companheiros, que chegaram a pedir punição ao jogador.
O Maciota’s, que não tinha nada a ver com isso, se classificou na quinta colocação e enfrenta o Cachorro Velho nas oitavas. O DP segue pra Bronze juntar os cacos.
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