Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B

Diabos Negros 6 x 1 Canhedo Beppu

DIABOS NEGROS PASSEIA EM CAMPO CONTRA CANHEDO


Time campeão da Bronze enfim joga bem e aplica bela goleada sobre os engenheiros, que, em má fase, saem reclamando da arbitragem e sem mostrar o futebol que os levou à Ouro ano passado

Por Renato Malaguti

Trajando o agora oficial uniforme branco, o Diabos Negros se recupera e enfim vence a primeira na temporada. E venceu com domínio completo do jogo e aplicando uma goleada sobre o outrora poderoso Canhedo Beppu. Logo aos dois minutos, Boris soltou o pé em uma lance de bola sobrada e fez o primeiro. O goleirão Papa até foi na bola, mas não achou nada.

O jogo era tranquilo, com maior posse de bola para o Diabos, mas sem muitas criações ofensivas. Cinco minutos depois do gol, Suzuki recebeu na entrada da área e abriu para a conclusão, mas a zaga de branco chegou travando na hora. Em seguida, em rebote de cobrança de falta, Marcel só precisou empurrar para marcar o segundo.

Algumas tentativas de longa distância eram realizadas pela equipe do Canhedo, mas sem sucesso. Já o Diabos Negros aproveitava com mais eficiência as chances de gol. Aos quinze minutos, Testa tomou um cartão amarelo por reclamação. Fato que futuramente levaria à sua expulsão, seguida de revolta.

O Canhedo Beppu até tentava uma reação, mas era parado pela zaga rival. Do outro lado, não. O terceiro gol veio à tona em jogada de Marcel com Dijavam em cobrança de falta: Marcel tocou, Dijavam recebeu protegendo a la pivô de futsal e devolveu para seu parceiro, que chutou bem, no cantinho. 3 x 0.

Depois que tomou o terceiro, a equipe de preto tentou diminuir em um bom contra-ataque. Viniboy recebeu livre, mas o goleiro do Diabos saiu bem para fazer a defesa. Na segunda parte, logo no início, Testa se revoltou novamente e acabou sendo expulso. Aproveitando a má fase dos engenheiros, o Diabos marcou mais um gol, com Luis Leal.

Oo gol de honra saiu em chute de longe de Suzuki. Ele bateu fraco, mas o goleiro do Diabos vacilou e... glu glu. O gol nada alterou o panorama do jogo, que tinha o Diabos melhor em campo e com mais chances. Faltando menos de dez minutos para o término, Zuppo fez ótima jogada individual, deixando um para trás e chutando por debaixo das pernas do arqueiro. Para aniquilar qualquer expectativa do Canhedo, Luis Leal fez mais um, em chute de longe. 6 x 1.

Boa parte da equipe do Canhedo estava revoltada com os árbitros, reclamando muito. Mas, sem sombra de dúvidas, o diferencial foi o bom futebol apresentado pelo adversário e não por alguns erros da arbitragem. O Canhedo amarga nova derrota, enquanto o Diabos enfim vence e deixa a lanterna isolada ao Invictus.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A

TCM4 x 6 Maciota´s

TCM TOMA VIRADA DO MACIOTA´S E PERDE A CABEÇA


Time de Marcião até que começou bem – abriu 4 x 0 – mas inexplicavelmente tomou a virada e agora é lanterna

Por Vinicius Bento

TCM e Maciota´s entraram na quadra 10 para um duelo bastante físico. Ambos tinham jogadores experientes e fortes. Tudo prometia uma partida bastante acirrada. Infelizmente, para uma partida que tinha de tudo para ser muito disputada, antes dos 10 minutos iniciais, já tínhamos 3 x 0 no marcador. O TCM veio para cima como um trator.

Primeiro foi Thiagão, que abriu o placar. Minutos depois Guga fez o segundo e Alemão fez o terceiro. Este o mais bonito dos tentos. O zagueirão, com seu cabelo estilo Anderson Varejão, pegou dentro da área após bate e rebate, girou em cima da defesa e converteu. Um belo gol. Quem foi que disse que defensor não tem categoria?

Não demorou muito e ainda saiu o quarto. Zé Roberto, camisa 10, dominou pela ponta direita e chutou cruzado. Uma pancada. 4 x 0 e talvez ainda coubesse mais. Ou não...

Para o Maciota´s só sobrava esperar melhor sorte no jogo. A marcação do time amarelo e preto era implacável. Porém, nem tanto assim porque, minutos depois, Jerry dominou com categoria e foi em direção ao gol com muita vontade. Na cara do goleiro ele bateu no canto do goleiro, que já estava caído, e deixou a bola no fundo das redes. 4 x 1.

O Maciota´s queria mais. Alê bateu falta de longe e a bola explodiu no travessão. Para infelicidade do TCM, no lance seguinte o travessão não ajudou. Evandro, camisa 10 do Maciota´s, recolocou seu time na partida. Diminuiu para 4 x 2 e acendeu o jogo.

Era engraçado ver a reação dos que passavam de fora. Pi, zagueiro do Invictus, ao saber que o TCM estava ganhando do Maciota´s, logo fez uma cara de espanto. “Sério mesmo?”, perguntava ele de maneira incrédula.

O Maciota´s definitivamente jogava a pressão para cima do TCM. Davi, não satisfeito com a diferença no marcador, deu um biquinho de perna direita e diminuiu de vez a vantagem. 4 x 3 e Maciota´s definitivamente de volta ao jogo.

O empate não tardou e foi um verdadeiro golaço. Depois de troca de passes, Jerry fez o seu segundo tento na partida. Ele dominou, levantou a bola com um toque de muitíssima classe e finalizou de canhotinha. Sem chances para o goleiro. Maciota´s em alta, o TCM afundava em campo.

Era um aguenta coração. Qualquer bola que chegasse perto da área já deixava as duas defesas com medo. Na metade do segundo tempo, lance perigoso. Dentro da área Jerry tentou um voleio. Thiagão levou a bolada no peito. Ele caiu, botou a mão sobre a área atingida e no chão ficou. Porém, depois daquela aguinha milagrosa, o grandalhão voltou. E voltou para ver a virada do Maciota´s. Jerry, sempre ele, cabeceou com categoria e virou o jogo. 5 x 4 e a casa do TCM caía de vez.

Antes do final da partida, ainda coube mais um. Jerry (você, leitor, já deve estar cansado de ler o nome dele), deu um drible na vaca no goleiro, dividiu com o zagueiro e empurrou a bola para dentro. Fera demais. 6 x 4.

No final do jogo o TCM perdeu a cabeça. O time que marcava bem, estava perdendo e mesmo assim mostrava bom futebol, entregou os pontos agredindo os adversários. Depois de ver o seu companheiro tomar uma entrada mais dura e não receber falta, Zé Roberto sentou o sarrafo em Nery e foi expulso.

O TCM chegou a ficar com 4 jogadores de linha. O goleiro Diego, que entrou no lugar de Fê no Maciota´s, chamava atenção. Lembrando uma mistura de Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho, o grandalhão tinha o peso do primeiro e as madeixas do segundo. Se não bastasse, ainda comemorava cada defesa como o saudoso (e maluco) Fábio Costa: gritando na cara dos adversários.

Do lado de fora, Zé Roberto continuava descontrolado. O camisa 10 não segurou a boca e soltou o verbo contra a juíza. Infelizmente ele perdeu a razão quando partiu para palavrões e ofensas pessoais. Relatado na súmula. Provavelmente ele pegará um belo gancho.

Para o bem da partida e das canelas alheias, o juiz encerrou a partida, 6 x 4. E que partida espetacular do Maciota´s, que vem mostrando vontade e um poder de reação imensos.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A

Joga 13 5 x 2 É Verdadeee

13 VENCE É VERDADEEE E SE RECUPERA


Rodrigo brilha com seus chutes de longa distância e Joga 13 espanta crise diante do É Verdadeeee

Por Vinicius Bento

Sob o som de I Will Survive (mais uma das músicas repetidas dolorosamente no PlayBall), a bola rolou para Joga 13 e É Verdadeee. O som seria uma homenagem a Gavião? Talvez! Enfim, o líder time não se manifestou sobre o ocorrido.

Dentro das quatro linhas a partida prometia um lá e cá emocionante. Em sua galgada tentando retornar à Série Ouro, o Joga 13 tinha tido alguns tropeços (alguns inacreditáveis, como na semana passada para o DPGamos) e não poderia mais vacilar. Sabendo disso, Fino caprichou no arremate. De biquinho ele chutou de fora da área e não deixou nem o goleiro pular nela. Que categoria!

Fino estava afiado. Ele levou para a ponta direita e cruzou para trás. Infelizmente na hora de arrematar Lele bateu mascado e espirrou o taco. Minutos depois foi a vez do zagueirão Rodrigo, finalizar de longe, sua especialidade. Paulada e ... gol. 2 x 0.

O EV respondeu com a mesma arma – chute de longe de Armando bem no cantinho! Belo gol e muito comemorado. 2 x 1. Em seguida um lance curioso: depois de cobrança de escanteio, a bola subiu e Lele, pensando ela ter batido na rede de proteção superior, na maior calma do mundo recuou a bola para o goleiro Reyna. Fino, sem entender o que aconteceu, brigou com o companheiro, que explicou o ocorrido e foi perdoado. Reyna agradeceu!

Lele e Fino iam infernizando Girão. Quando vinham eram um problema. Mas a chave para ganhar a partida o Joga 13 já sabia: arrematar de longe. Rodrigo arriscou novamente de média distância e marcou o terceiro. Era um bombardeio de longe do Joga 13.

Enquanto isso um duelo em especial ganhava destaque: a juíza e Reyna! Os dois batiam boca o tempo todo e, mesmo com as ameaças de mandar o goleiro embora, ele não parou de reclamar de tudo.

Antes de terminar a primeira etapa, Rodrigo ainda fez seu terceiro gol na partida. Uma fera. Novamente puxou para o meio e arriscou. Novamente no cantinho. 4 x 1.

O último tempo, ou como disse a mesária, os “últimos 25 minutos antes de ir para casa”, reservavam um bom futebol. E emocionante também. Antes dos 5 minutos iniciais Fúria resolveu colocar seu time de volta na partida. Ele conduziu e de perna direita arrematou para o fundo das redes adversárias. 4 x 2. Fúria tinha voltado bravo para o segundo tempo (trocadalho do carilho). Depois de receber na ponta direita ele acertou a trave. A trave já poderia ter definido o jogo, pois minutos depois foi a vez de Shev arriscar de perna direita e fazer o pombo sem asas explodir na trave. Haja coração e bom humor do goleiro Risonho.

O 13, que dominou o primeiro tempo com muita frieza, jogava o segundo de maneira a manter o placar. Claro, o time de Rodrigo e companhia ainda atacava e por vezes até fazia Reyna se esticar, mas no geral não era tão perigoso e efetivo como no primeiro tempo. Ossos do ofício, não é? Ou talvez seja a idade mesmo!

No finalzinho da partida saiu um lindo gol. Daniel dominou pelo lado direito e sem chances de dar uma pancada, apenas tocou por cima do goleiro e da defesa adversária, que só viu a bola entrar devagarinho. É impressão minha ou ele na verdade quis cruzar, errou e fez um golaço?

Assim acabou o jogo, em 5 x 2 para o Joga 13 e recuperação na tabela, mas ainda longe dos líderes. O EV continua sua vida de instabilidade, de ganhar um aqui, perder outro lá, sem muita constância.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B

Ras Time 6 x 1 Invictus

PÉ CALIBRADO DE RERNANES DECIDE A FAVOR DO RAS


Começando com um a menos, Invictus joga mal, toma goleada e se afunda na lanterna

Por Renato Malaguti

A coisa já andava mal para o Invictus, mas nada que não pode piorar. Que tal o time começar jogando com um a menos? E que tal tendo do outro lado o pé mais que calibrado de um craque como Rernanes? A combinação foi letal ao time azul e branco que amarga, agora, a lanterna do grupo.

Logo aos quatro minutos, Rernanes pegou na veia de longe e acertou o cantinho direito de Muralha, que pouco pode fazer. Três minutos após o primeiro gol, novamente ele levou perigo do meio da rua, mas dessa vez o goleiro do Invictus conseguiu boa defesa. Na sequência, o mesmo Rernanes mandou um canudo violento no ângulo. Era o 2 x 0.

Tirando as tentativas de longe, a partida estava tranquila, com boa troca de passes e poucas faltas. Mas como o time de branco estava explorando melhor essa característica, pode-se dizer que ele estava melhor e ganhava por méritos. Quando Paulão chegou o Invictus ficou com 7 em campo, a impressão é que poderia melhorar, porém, em um erro da arbitragem, a equipe de azul foi prejudicada. Paulão reclamou muito e, para variar, tomou cartão amarelo. Depois disso, o Invictus tentou ir para cima, mas sem sucesso.

Em jogada aérea, Iasi cabeceou bem no canto direito, mas Muralha impediu o terceiro gol da equipe do Ras. O Invictus chegou a fazer um gol com Cerveja, mas o juizão ouviu o apito da outra quadra e parou o lance, anulando o gol, para fúria dos invictus.

No segundo tempo, ambas as equipes tentavam balançar a rede, articulando boas jogadas. No primeiro lance, Alemão levou perigo com bom chute. Em seguida, Rernanes, mais uma vez de longe, levantou a torcida do Ras que estava do lado de fora, chutando ao lado da trave.

O Invictus não se entregava e também criava oportunidades. Recebendo bom passe, Lucas, já dentro da área, chutou por cima do arco e reclamou carrinho de Cipó, que saiu bem para evitar o gol. Brunão também levou perigo com bom chute, mas o goleirão do Ras fez boa defesa, mandando pra fora.

Em uma tentativa de brecar o ataque da equipe de azul, Cipó saiu da área num carrinho e fez falta mais dura, tomando cartão amarelo. Após 2 minutos, muita confusão porque o rãs literalmente jogou com 7 jogadores quando era para ser apenas 6! Arbitragem confusa que prejudicava o Invictus.

A partida seguia equilibrada na etapa final, com boas chances para ambos os lados. Porém, a arbitragem resolveu selar seus erros com outro. O juizão marcou falta inexistente na entrada da área a favor do Ras, que, ao cobrar aproveitou o rebote e fez 3 x 0 com Baiano.

Nisso o Invictus já estava derrotado e os jogadores mais esquentados já se preocupavam com arbitragem e menos com o adversário. Mesmo assim, o time obrigou Cipó a trabalhar. Aos 20 minutos, Rernanes soltou outra bomba e fez seu terceiro no jogo.

Perdendo de goleada, a equipe de azul se entregou em campo. Revoltado com a arbitragem e com jogador do Ras que começou a fazer graça na sua frente, Pi mostrou que cabeça no lugar é o que ele não tem. Botinada e cartão vermelho direto.

Com um a menos e com Brunão tomando amarelo, o Ras liquidou o jogo com mais dois gols antes do apito final Macaulin e Leônidas marcaram, enquanto Rodrigo descontou para o Invictus para ao menos não ser de zero. Final de jogo e 6 x 1, com o Invictus na lanterna e revoltado com a arbitragem e com o time, que desapareceu em jogo tão importante.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A

Obrigado Senhor 4 x 5 Jeremias

JEREMIAS VIRA DE MANEIRA SENSACIONAL E VOLTA À PONTA


Obrigado Senhor dominou a partida, mas apagão nos minutos finais derruba campanha até então invicta e de 100%

Por Vinicius Bento

Não deu tempo nem para digitar começo de “partida” e já tínhamos 1 x 0 no marcador. Cebola chutou da esquerda e tirou um zero do placar. Também não foi tão difícil! O goleiro do Jeremias era um jogador de linha com colete. Complicado... Mais complicado ainda quando Colla, minutos depois, fez o segundo. Parecia que o Jeremias iria ter problemas...

Se na defesa qualquer chute seria perigoso, no ataque o Jeremias não queria ficar atrás. Depois de três chutes, já tínhamos ouvido o barulho da trave duas vezes. Dizem que a trave é a melhor amiga de um goleiro, mas, no caso de Eric, ela deve ser sua namorada!

Antes de cinco minutos de jogo, Marcelo proporcionou aos que viam a partida um dos lances mais bonitos da tarde. Depois de receber na direita, ele fingiu que iria arrematar com violência. O zagueiro veio com tudo, aquele típico sangue nos olhos. O atacante mostrou categoria e só deu um tapa sobre o defensor. Lindo chapéu. Infelizmente na hora do chute o goleiro salvou. O lance foi tão bonito que merecia deixar entrar.

Após as minhas duras críticas ao goleiro do Jeremias, ele fez uma boa defesa. Depois de desvio de Lucas Oliveira, Rafa, que estava com a 11 no gol, espalmou para cima. Bela defesa.

O Jeremias desperdiçava oportunidades. O time atacava mais, fazia Eric se esticar, mas na hora H não conseguia botar a redondinha para dentro. Do outro lado a mesma coisa. Lucas Oliveira estava tendo suas oportunidades, mas nada.

Se o 9 do OS perdia chances lá na frente, o 6 do Jeremias não desperdiçou. Em um lance muito estranho, Eric pegou a bola com as mãos, mas, na hora de cair, caiu com a bola certinho na cabeça do adversário. Uma verdadeira “cagada ensaiada”. Tingão, que não é bobo nem nada, saiu comemorando seu gol. 2 x 1.

A fera já estava incomodada. Depois de perder diversas oportunidades, Lucas Oliveira colocou o seu na caixa. Ele pegou na direita e chutou cruzado de perna direita. Belo gol. Gracias Señor 3 x 1 Jeremias.

Como o Jeremias não pretendia ficar atrás do marcador a partida toda, Sandro, camisa 14, arriscou de longe e colocou a bola na gaveta. Thanks Lord 3 x 2 Jeremias. O time de branco talvez estivesse ganhando se estivesse com um goleiro fixo, apesar de Rafa não estar fazendo feio.

Na segunda etapa o jogo deu uma esfriada. As duas equipes começaram travando o meio de campo, o que evitou que os arremates continuassem tão intensos. O jogo perdia em plasticidade mas ganhava em vontade.

Tentando sair disso, Preto aplicou rolinho no adversário e finalizou com violência. A bola desviou na defesa e quase enganou o goleiro Eric. Minutos depois a bola entrou. Dunder roubou, conduziu um pouco e quando viu uma brecha finalizou. Belo gol e muita comemoração. Tudo igual, 3 x 3.

Não deu tempo nem para comemorar. Cebola e Lucas Oliveira tabelaram com categoria. Parecia uma tabela entre Romário e Bebeto. Bola cá e lá. Na cara do goleiro, Cebola bateu de perna esquerda para colocar ela no cantinho. Fera! 4 x 3 e nada definido ainda.

Sandro não estava a fim de deixar seu time atrás por muito tempo. Vindo de trás, ele finalizou e fez Eric se esticar todo para defender. Uma ponte digna de contorcionismo. Ainda antes do término da partida o inacreditável aconteceu. O Jeremias finalizou duas vezes e virou a partida! Primeiro, Sandro, sempre ele, recebeu de lateral e bateu de primeira. Minutos depois Marcelo fez o dele e deixou em 5 x 4 o placar a favor do Jeremias. Antes que o Obrigado Senhor pudesse sentir o golpe, os árbitros encerraram a partida. Simplesmente espetacular a virada, que deixa tudo embolado no Grupo A, com Jeremias e Obrigado Senhor na liderança, com 12 pontos cada.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B

Cachorro Velho 2 x 2 Di Primeira

CACHORRO SEGURA DI PRIMEIRA E GARANTE EMPATE


Com uma zaga bem estruturada, Cachorro Velho segura o eficiente ataque do Di Primeira e permanece na liderança

Por Renato Malaguti

Em uma partida de gigantes (e líderes), um clima tranquilo reinou no início, com pouco vento e um sol fraco. Um dos árbitros atrasou cerca de quinze minutos, mas isso não foi o suficiente para diminuir o nível técnico dos atletas.

Logo aos três minutos, a equipe da PUC conseguiu abrir o placar, mostrando que esse seria um jogo pegado, sem sombra de dúvidas. Foi uma jogada ensaiada, em que Barbieri rolou para Giggio bater forte para fazer.

Após o gol, a partida tomou outro rumo. Os principais lances ofensivos foram realizados pela equipe do Di Primeira, que ia para o ataque com toda a força. A zaga do time de azul segurava as pontas como podia. Cris, pelo Di Primeira, abriu bem para o bate, mas bicou para o alambrado. El Nino foi mais feliz e pegou na veia, acertando o canto direito de Botana, que conseguiu espalmar para escanteio.

Pressionando cada vez mais, em mais um chute de longa distância, dessa vez Cris acertou o arco, obrigando o goleirão a fazer mais uma boa defesa. A bola ainda bateu na trave antes de sair. Aos onze minutos, a equipe do Di Primeira pediu tempo técnico. Na volta, o jogo até ficou mais tranquilo. A equipe de branco ainda estava melhor, mas menos empolgada.

Faltando menos de cinco minutos para o término, Jocélio puxou para o meio e bateu bem, obrigando a terceira boa defesa de Botana. No finalzinho, a zaga bem estruturada do Cachorro Velho conseguiu segurar e travar o ataque do seu rival.

Na segunda metade, o primeiro gol aconteceu de forma rápida, assim como na primeira. Entretanto, dessa vez ele foi feito pelo Di Primeira. Com oportunismo e merecidamente, Lê estava posicionado no lugar certo, na hora certa, para aproveitar em cima da linha e sem goleiro.

Mostrando qualidade ofensiva mais uma vez, logo depois de ter tomado o gol, a equipe da PUC conseguiu o empate com bonito gol de Giggio, que deu um típico drible da vaca e bateu com classe por debaixo da perna, a la Ronaldo Fenômeno nos bons tempos.

Mais uma vez, perdendo por um gol, a equipe de branco corria atrás do empate, mas dessa vez, foi mais objetiva. Aos dez minutos, Jocélio pegou bem na bola do meio da rua e surpreendeu Ph, que havia entrando na segunda etapa.

Dois minutos depois, aproveitando cobrança de lateral, Thiaguinho, que estava sendo devidamente marcado, conseguiu levar perigo, obrigando Carlos Eduardo a defender com as pernas. Em seguida, o jogo novamente foi parado por tempo técnico, mas dessa vez pela equipe do Cachorro Velho.

O Di Primeira criava mais e explorava chutes de longe. O Cachorro se defendia como podia e, em alguns contra-ataques, levava perigo. Destaque para Giggio, que fez a diferença mais uma vez. Cris levou perigo em contra-ataque, mas desperdiçou. Do outro lado, a briga de Thiaguinho com a defesa rival era evidenciada. Porém, o empate era o resultado mais justo e assim ficou. 2 x 2 e Cachorro permanece na ponta, com o Di Primeira caindo para a 3ª posição.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A

Primatas 3 x 2 Bucets

PRIMATAS DERRUBA INVENCIBILIDADE DO FUSCA


Bucets cai diante dos símios e se afasta da ponta

Por Vinicius Bento

Haja fôlego no time do Primatas. O time de Gui Fenômeno veio com exatamente 7 jogadores: 6 de linha e um goleiro. Se alguém se machucasse o time teria sérios problemas. O Bucets não ficava muito atrás. A equipe vinha com apenas um reserva. Sob o som de “This is It”, de Michael Jackson (que por sinal toca no o tempo todo, alguém deveria mudar a setlist, pelo amor de Deus), a bola rolou na quadra 10.

Não demorou muito e logo o primeiro gol. Rafa Storch abriu o marcador para o time de Tom e companhia. Se não bastasse não terem reservas, o Primatas ainda teria de correr atrás do marcador. Com o jogo começado, chegou Rafinha, o camisa 10 do Primatas, para dar um gás no time.

Tentando algo, o Primatas partiu para o ataque. Rafael Ribeiro, camisa 14, arriscou de fora da área e acertou o travessão. Uma porrada. Haja golpe de vista. Minutos depois o time queria mais. Gui Fenômeno pegou rebote, matou no peito e... e... jogou na frente demais! A bola caiu nas mãos do goleiro Gabriel. Perdeu uma bela chance de virar o marcador.

Como já diria o ditado: “quem não faz toma”. A bola encaixou depois de cobrança de lateral nas metas do Primatas. Só que não valeu! Como ainda não temos um Chuteira de Voleio, a bola jogada com as mãos para dentro da área não desviou em ninguém, por isso o gol não foi validado.

A típica bandeira do Primatas, com o macaco e a bola, se soltou e ficou dependurada. Seria um mau presságio? Que nada. Gui Fenômeno invadiu a área, cortou para sua direita, derrubou 3 marcadores e bateu no canto oposto do goleiro. Golaço. 1 x 1.

Não era surpresa para ninguém que o Bucets já não era mais o mesmo. Nem sombra. O time que na hora já derrubou gigantes do futebol chuteriano, lutava para segurar um Primatas desfalcado. Em cima da linha o zagueirão Turner salvou mais uma. Depois de bela pancada do atacante adversário, o defensor virou as costas e salvou o gol. Gabriel Mussolini estava caído no chão.

Antes do término da primeira etapa, um verdadeiro vendaval prometia atingir o PlayBall. Sem uma gota d`água, mas muito vento, com certeza o ritmo da partida estava sendo modificado. Os arremates e os passes precisavam de mais qualidade.

Junto com o segundo tempo, o “vento ventania” continuava a congelar os que estavam de fora. E desviar a bola dos que estavam de dentro. Vitinho, goleiro do Primatas, estava tranquilo em sua meta já há algum tempo. Caberia um cafezinho? Talvez, e ele poderia oferecer ao repórter que vós escreve...

Tentando aumentar o marcador, Glauco arriscou da esquerda e fez o goleiro do Primatas jogar para o lado. Como quem não faz toma, Feco (eu, hein!?) subiu depois de cobrança de escanteio e colocou ela para dentro. 2 x 1. Para demonstrar carinho ao jogador que fez um gol pelo seu time, o torcedor gritava: “Boa, seu ogro, parabéns, joga muito seu maluco”. Torcida tem de apoiar, não é?

Se já não bastasse esse amor todo, outros que estavam do lado de foram resmungavam coisas como “você é um lixo, perna de pau, fraco e etc...”. Vitinho deu uma bronca na torcida.

Mesmo com as reclamações da torcida, o Primatas continuava no ataque. O time não era nem um pouco efetivo, mas era muito, mas muito mais ofensivo que o Bucets. Ao time de Tom, parecia só restar acreditar em um chute surpresa. Com tantas chances, uma teria de entrar. Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Rafael Ribeiro fez o terceiro gol do seu time na partida. E comemorou como uma havaiana com coceira. Muito feio!

Antes de terminar a partida, Glauco ainda diminuiu. Ele bateu mascado, a bola desviou na defesa e matou o goleiro Vitinho. Segura, coração! O Bucets queria algo e fez no final da partida o que deveria ter feito no jogo todo: foi para cima.

No final, Rodrigo Storch saiu cara a cara com Vitinho, que fez um milagre: herói do jogo. Ele estava segurando a fúria do time de vinho. Antes do árbitro terminar a partida, um lance espetacular. Turner arriscou de longe e fez Vitinho voltar desesperado para sua meta. A bola iria encobri-lo e... linda defesa! Ele se esticou e salvou! Final de partida muito emocionante.

Infelizmente para o Bucets, a partida terminou assim mesmo, 3 x 2 para a equipe de Gui Fenômeno.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A

DPGamos 2 x 4 Zenite

DPGAMOS FAZ BOA PARTE DA PARTIDA, MAS PERDE OUTRA PARA ZENITE


No finalzinho da partida DP sofre um apagão (ou o Zenite que se iluminou?) e toma dois gols

Por Vinicius Bento

“Coloca na matéria, Bento! Pelo amor de Deus! Olha o uniforme deles! Tem 5 caras com uniforme e um com colete! Coloca para eles passaram vergonha.”, cornetava Gavião, atacante do É Verdade. Aliás, o que o atacante do É Verdade tem contra o time de Daniel Fischer? Se o uniforme já não fosse objeto o bastante de polêmica, Yuri, zagueirão do DP, estava com um calção diferente.

E se tudo isso já não fosse bizarrisse o bastante, o DP ainda estava em campo com 5 na linha e um goleiro que não era goleiro! Daniel Fischer só chegaria no decorrer da partida. Haja coração viu, amigos!

Agora um momento desabafo de Vinicius Bento, vulgo eu, sobre o DPgamos. “Na minha época não acontecia isso! Ninguém chegava atrasado, João Corazza não era expulso, o time jogava, ganhava e encantava”. Pronto. E vamos ao jogo.

Quando a pelota rolou o DP teve de se desdobrar para segurar Nego e companhia. Nego que nem negro é! Yuri, que estava na meta, ia salvando o que vinha e ainda contava com a ajuda de Carlitos e Zulu como cães de guarda. O tempo corria e nada do sexto elemento do DP. Contando que a secada de João Corazza não iria ajudar a defesa muito tempo, era bom que o reforço chegasse.

Aos 10 minutos do primeiro tempo, lance pesado. Pablo, jogador que anda tendo destaque no DP, dividiu forte com Thales. A pancada foi tão forte que ouvimos de longe o barulho. Felizmente nada demais. Quando a sorte do DP acabou, Coli jogou a bola para o meio da área, ela não desviou em ninguém e ainda morreu no fundo das redes de Yuri. O grandalhão até tentou o clássico golpe de vista, técnica muito utilizada por Daniel Fischer, porém a bola morreu lá dentro. 1 x 0.

Apesar de Yuri estar bem no gol, Valentin fazia uma bela falta. Na hora de repor a bola Yuri jogava ela como Ash jogaria uma pokebola. Tenso! Não tem atacante que consiga o domínio desse jeito! Se a reposição não era assim uma Brastemp, embaixo dos 3 paus ele ia se virando e pegando o possível.

O melhor jogador do DPgamos não queria deixar seu time na mão. Carlitos bateu falta com categoria, ela passou no meio da barreira e morreu no fundo das redes. Que categoria, rapaz! 1 x 1.

Se na frente o pequenino fazia gols, atrás ele evitava. Nego deu um lindo voleio (que fique claro que não é de hoje que ele faz ótimas atuações por sua equipe), mas na hora H Carlitos cabeceou para fora.

Do lado de fora a namorada de Joka esbravejava. “Isso que o Daniel ia vir! Se depender dele...”, reclamava a torcedora do DPgamos. E com razão! Como com o dono do time se comportando dessa maneira?

O Zenite parecia nervoso. Antes da partida Nego e Lucas comentavam que o time precisava dessa vitória. Eram 3 pontos preciosos para evitar o descenso. Quase no final da primeira etapa, aconteceu o que todos estávamos esperando: Daniel chegou e assumiu a meta do DP! Yuri pode retornar ao seu campo de defesa. Parece que depois da entrada de Daniel em campo, os deuses do futebol resolveram prejudicar o DP! Primeiro Pablo foi finalizar e... acertou o teto da quadra! Lance horrível! Minutos depois foi a vez de Waguinho chutar, a bola bater na defesa e enganar Daniel. 2 x 1 para o Zenite.

Se isso já não fosse o bastante, Yuri empatou a partida logo na saída de bola! Impressionante! Um golaço! Infelizmente, gols na saída de bola não valem. Quando o árbitro Carioca veio a grade ele relatou um fato curioso. “O cara veio me falar que a bola encostou na camisa do outro! Tenha paciência, viu?”, ironizava. No segundo tempo, os deuses do futebol pareceram perdoar Daniel por seu atraso. Nos primeiros minutos ele fez duas boas defesas, primeiro em chute de Japinha e no lance seguinte em chute de Nego. Obviamente, depois de duas boas defesas, ele tinha de assustar. Lucas lançou a bola para a área e Daniel saiu nela. Ele segurou a bola e... e... deixou ela pinicar! A bola bateu em cima da linha e por pouco não entrou! Haja, coração, amigos!

O DP é um time de muita vontade. Depois de bola alçada para a área, Pablo, o substituto de Kaká no DP e matador nessa temporada, deixou tudo igual, 2 x 2 e tudo indefinido ainda. No finalzinho da partida, Pablo tentou um lance a la Stanckovich. Luquinhas saiu jogando errado e o atacante do DP resolveu chutar de primeira. Infelizmente ela foi para fora. Minutos depois, tivemos um encontro de mundos. Pablo se chocou com Coli. Nem um dos dois gostou e se encararam. Rivalidade boa em campo!

Antes do término, muita confusão. Zé foi expulso. “Estão chegando junto de mim! Quando eu cheguei junto fui expulso!”, justificou ele. Já o árbitro Carioca justificou a expulsão como justa, pois ele estava gritando frases estimulando a violência. “Quebra a canela dele, quebra ele”, gritava Zé no banco.

Minutos depois o terceiro tento do Zênite. Depois de bola jogada no meio da área, rasteirinha, Paulo Omar entrou como uma bala para jogar ela para dentro. Como desgraça pouca é bobagem, Daniel tomou amarelo e Yuri foi para o gol. No mesmo lance Japinha bateu falta e fez o gol. Em 2 minutos o Zênite definia a partida.

Por fim o árbitro apitou o término da peleja e garantiu mais uma derrota para o DP nessa competição. O time vai a passos largos para a série Bronze do Chuteira de Ouro.

Depois do término, mais confusão. Daniel resolveu reclamar com a juíza da partida. Pesadamente ele ainda afirmou que “querem ferrar o time do Daniel!”. Brincadeiras à parte, Daniel justificou seu atraso. “Estava em um velório”. Que fique a nota.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B

Machupichu 6 x 3 RR Olímpico

ROLETINHA VACILA E MACHUPICHU NÃO PERDOA


Falhas de marcação do time Roleta Olímpico foram cruciais para triunfo peruano, que chega à vice-liderança do grupo

Por Renato Malagutti

No início da partida, o RR Olímpico começou mais motivado. Aos 4 minutos, Ceron chutou cruzado e quase balançou a rede. O lance só não foi convertido graças à boa defesa do goleiro Pipo; a redonda ainda bateu na trave antes de sair. Poucos segundos depois, após bom passe de Kuminha, Folha chutou com perigo por cima do gol. A equipe de branco pressionava a de preto.

De tanto ir pra cima, não demorou muito para o Roletinha abrir o placar. Em um chute de longe, Folha aproveitou sua melhor característica marcando bonito gol no cantinho direito. Na comemoração, ele apontou para uma torcedora do lado de fora da quadra, chamada Paula, que, segundo companheiros do elenco, sempre deu azar para a equipe. Eee, sina.

Após fazer o primeiro, a jovem equipe de branco pressionava na marcação. Mesmo assim, em um lance de velocidade, o MachuPichu engatilhou bom contra-ataque e levou perigo com Ricci, que desperdiçou boa chance. Como troco, Kuminha fez boa jogada individual puxando para a perna esquerda e enchendo a bomba. Pipo fez ótima defesa, mandando pra escanteio.

Entretanto, em vacilo por parte do RR Olímpico, Mateus ficou sozinho e marcou na saída de Edu, que nada pode fazer. De novo o MachuPichu levou perigo, desta vez em bom chute de Tebas que explodiu na trave. Revolta da torcida feminina do Roletinha. E essa revolta era justificada: depois da bola parada, a virada em um lance um tanto quanto curioso. Ouvindo apito da outra quadra, Gogof pegou a bola com a mão dentro da área. Pênalti marco que Renato Seckler converteu.

No finalzinho da primeira etapa, Gogof se redimiu fazendo bonito gol. Ele passou por um, ficou cara a cara com o goleiro e mandou por cima do mesmo. E assim chegou o intervalo de jogo. Na segunda parte, diferente da primeira, foi o time do MachuPichu que saiu na frente, com Thiago Branco aproveitando ótimo passe de Bruno. Mas, sem dar chance para comemorações, a equipe do RR Olímpico empatou com Kuminha após boa subida de Pina.

Com o empate o Roletinha foi pra cima do rival, mas não conseguia finalizar com tanta eficiência, perdendo boas oportunidades. Contraditoriamente, na primeira chance depois do placar ter sido igualado no segundo tempo, a equipe do MachuPichu fez, contando com nova falha na marcação. Sozinho, Seckler pegou de prima para marcar, sem nenhuma dificuldade. 4 x 3.

Após o quarto gol do MachuPichu, o técnico do Roletinha, Vadão, pediu tempo para conversar com seus atletas. Muito revoltado, ele deu a seguinte mensagem para seus companheiros: “Eu quero ver quantos gols de m... vocês vão tomar assim”. Para bom entendedor, meia palavra basta.

Na volta da pequena pausa, Ricci aproveitou jogada de escanteio e fez o quinto, para revolta dos torcedores e do técnico do Roletinha. A mensagem não foi entendida... Para acabar com o jogo, em contragolpe, Seckler fez mais um, ficando livre dentro da área.

No finalzinho, ainda aconteceram algumas discussões graças a falhas dos árbitros e simplesmente sangue quente dos jogadores, mas nada de extraordinário. Com várias falhas em seu setor defensivo, até então a menina dos olhos do time, o Roletinha sucumbiu ao ataque peruano, que já desponta e assume a vice-liderança do grupo. O Roletinha segue patinando, mas ainda dentro do G-6.

V CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B

SuaMãe 3 x 1 Camelo

CAMELO JOGA MAL, PERDE E EVIDENCIA MÁ FASE


SuaMãe finalmente vence, contando com Crioulo e Celo, principais articuladores ofensivos

Por Renato Malaguti

No finalzinho da tarde, as luzes foram acesas e não parava de ventar. Ambas as equipes entraram bem em campo, correndo bastante para aquecer o mais rápido possível. Logo no primeiro lance de perigo, em jogada aérea, o SuaMãe quase abriu o placar, mostrando que não veio para brincadeira. A primeira vitória era mais que almejada.

A partida estava disputada. Poucas jogadas bem trabalhadas aconteciam. Os dois times tentavam surpreender com chutes de longa distância, mas aparentemente nenhum jogador estava com o pé calibrado. Em uma paulada de longe, Fê, do Camelo quase fez, mas o goleiro conseguiu fazer boa defesa.

Somente aos onze minutos a rede foi balançada. Em uma jogada rápida, Ozil, que assumiu o time com as saídas de Murilo e Cunha, aproveitou jogada de Celo e marcou. Depois do gol, a partida continuava um tanto quanto desanimadora, sem boas jogadas, somente com chutes de longe. Febem levou perigo e acertou a trave. O Camelo estava irreconhecível.

Para não perder o costume, o Camelo tomou um amarelinho com Fê, que saiu da quadra inconformado. Tecnicamente fraco, o jogo seguia sem perigo de gol. No finalzinho, uma das únicas jogadas realmente bem articuladas aconteceu. Celo e Crioulo criaram, mas o primeiro desperdiçou.

A segunda etapa começou como a primeira – fraca. A equipe do SuaMãe estava melhor, tocando melhor a bola e subindo mais ao ataque. Dos cinco aos doze minutos, nada de empolgante aconteceu. Só Henrique que tentou esquentar a partida quando, após sofrer falta de Crioulo, deu um soco no adversário, que caíra sobre ele. O lance gerou um pouco de polêmica, mas nada tão importante para o começo de uma briga séria.

Aos treze minutos, Ozil levou perigo com um ótimo chute, mas foi parado por Johnny. Porém, o gol do SuaMãe saiu na sequência, em jogada de Crioulo e Celo. Perdendo, restava o ataque ao Camelo. Coube a Iagol a proeza. Ele aproveitou passe de Noal e, para não perder o costume, deixou o seu. Marcou e, para acelerar, buscou a bola dentro do gol e colocou rapidamente no meio de campo.

Entretanto, a pressa serviu ao SuaMãe. Faltando pouco para acabar, Febem soltou a bomba no ângulo, sem chance de defesa para Johnny. Sem dúvidas, o mais bonito da partida. 3 x 1 e assim ficou até o apito final, quando o SuaMãe espantou a zica e enfim venceu. Já o Camelo, que derrapa na competição, permanece com apenas 4 pontos e desafia o Invictus para ver quem está em pior fase.

Comentários (0)