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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE PRATA: 1ª RODADA

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Primatas 6 x 0 TCM

PRIMATAS PASSEIA EM CAMPO E GOLEIA TCM


Inseguro, TCM perdeu oportunidades e deu espaço para Rafinha esbanjar talento

Por Gustavo Vasconcellos

O jogo começou muito pegado e com muitos erros de passe, principalmente pelo lado do TCM - que demonstrava insegurança na hora de construir jogadas. Logo aos 25 segundos de jogo, porém, o árbitro marcou a primeira falta a favor da equipe. Após cobrança de Guel, Vitinho, o esquentado goleiro do Primatas, não conseguiu segurar o chute violento e acabou dando rebote para o meio da área, onde houve um bate-rebate que lançou a bola novamente em direção ao arco primatense. Mas Vitinho se recuperou a tempo e salvou seu time com uma defesa já em cima da linha.

Depois do susto, o Primatas seguiu pressionando o TCM com uma marcação mais adiantada, o que dificultava a saída de bola do time adversário. E foi jogando dessa maneira que a trupe de Gui Fenômeno conseguiu abrir a vantagem de dois gols no placar. Primeiro aos 3 minutos, quando o excêntrico e habilidoso Gus - com seu cabelo meio loiro e meio moreno - recebeu a bola no meio e rolou para a esquerda, onde Litho chegou batendo de primeira para estrear o marcador. Em seguida, uma saída errada da zaga do TCM deixou Rafinha cara a cara com o goleiro Galhardo, que nada pode fazer além de ver o camisa 10 empurrar a bola com tranquilidade para o fundo das redes.

Com a vantagem no placar, o Primatas relaxou na partida, permitindo que o TCM pressionasse com cobranças de faltas (foram 8 faltas só no primeiro tempo do time do Primatas). Era a hora de Vitinho brilhar novamente: o goleiro teve grande participação ao barrar chutes de Juninho – que errou um tiro livre no final do primeiro tempo –, Guga e Poerinha.

No começo do segundo tempo, o TCM foi para cima do Primatas com tudo. O time bem que conseguiu criar duas chances antes dos 4 minutos, com Guel e Thiagão, mas ambas foram desperdiçadas. Ao partir para a ofensiva, o TCM se enfraqueceu na retaguarda, e acabou pagando por isso. Rafinha, aos 6 do segundo tempo, surpreendeu a zaga adversária ao cortar para o meio e chutar rasteiro no contrapé do goleiro. Era o terceiro gol do Primatas e o segundo de Rafinha, premiado MVP da partida.

A partir daí, o Primatas passou a controlar a bola, trocando passes na zaga com o objetivo de abrir espaços para contra-ataques. Mas foi graças a mais um erro da zaga rival que a equipe fez o quarto. Aos 11 minutos, Gui Fenômeno roubou a bola e, de frente para o gol, só tocou por cima de Galhardo, que viu a bola entrar vagarosa em seu arco.

Já no desespero, o TCM não conseguia mais criar chances claras de gol. O Primatas, por sua vez, só esperava o jogo acabar. Contudo, a esquadra ainda conseguiu esticar o já elástico placar em dois lances: aos 23, Feco fez o seu de cabeça; e aos 25, Rafinha fez boa jogada e passou para Ricardo, que começou no banco, deixar o seu. Com 6 gols de saldo, o Primatas terminou o dia na liderança do grupo A.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Obrigado Senhor 3 x 2 Zenite

OBRIGADO SENHOR BATE ZENITE NOS INSTANTES FINAIS


Artilheiro Lucas Oliveira garantiu a vitória ao marcar seu hat-trick faltando dois minutos para o gongo soar

Por Gustavo Vasconcellos

Uma expulsão ainda no primeiro tempo acabou prejudicando o time do Zenite ao longo de toda a partida. Mesmo assim, com muita garra e técnica - principalmente de Nego e Zé Bahia, camisas 10 e 9 respectivamente - a trupe deu trabalho ao Obrigado Senhor, que só conseguiu decretar vitória aos 24 minutos do segundo tempo.

O próprio Zenite começou o jogo tocando muito bem a bola, tendo Nego como seu maestro. Na frente, Zé Bahia mostrava seu potencial e dava trabalho à zaga adversária. Em 1 minuto de embate, já havia arriscado um belo chute, que só não entrou graças a Eric, guarda-metas do Obrigado Senhor.

Aos poucos, os sentinelas do divino entravam no jogo e trocavam passes. Todavia, quem seguia criando oportunidades concretas de gol era o Zenite: aos 5 minutos, Nego driblou um defensor após rebote de escanteio e arriscou. Novamente, o goleiro Eric teve boa participação e defendeu.

Mas já diz o ditado que “quem não faz, toma”. Dito e feito. Após cruzamento, Lucas Oliveira, camisa 9 do Obrigado Senhor, fez de cabeça o primeiro gol do jogo. Mesmo com a desvantagem, o Zenite ainda era melhor em campo. Chegou mais uma vez pela esquerda com Coli, mas o chute deste foi para fora.

O jogo então ficou truncado no meio, com ambos os lados perdendo a bola com frequência. Aos 19 minutos, Paulinho, do Zenite, tentou o drible, mas perdeu a bola e cometeu falta. Após reclamar acintosamente, o jogador foi amarelado. No caminho para o banco, ele continuou reclamando e tomou o azul. Revoltado, Paulinho xingou o árbitro ainda dentro da quadra. O professor não teve escolha: sacou logo o cartão vermelho.

Mesmo com a desvantagem numérica, o Zenite seguia com determinação atrás do empate. A esquadra passou a usar e abusar dos laterais cobrados na direção de Nego. O primeiro, aos 21, resultou em um lindo voleio que o goleiro rival conseguiu alcançar. No segundo lateral, aos 24 minutos, outro voleio de Nego, ainda mais bonito que o primeiro. Desta vez, a bola foi forte e entrou no ângulo esquerdo do goleiro Eric - que saltou em vão na tentativa de pegar a bola. Um golaço!

O Obrigado Senhor voltou pressionando o Zenite no segundo tempo. Com menos de 1 minuto, Cebola cabeceou e a bola, caprichosamente, subiu um pouco e bateu na trave. No rebote, o chute de Lucas Oliveira foi para fora.

Quando conseguia a possa de bola, o Zenite tentava trocar passes na defesa, esperando achar uma oportunidade para virar o jogo. E conseguiu em uma jogada confusa: aos 7 minutos, a bola ficou dentro da área de Eric, mas este não conseguiu segurá-la. Com muita rapidez, Zé Bahia apareceu na banheira e só empurrou a bola para o gol. Virada da equipe tricolor.

Foi nesse momento que começou a pressão do Obrigado Senhor. O time tentava girar para abrir espaços, mas a zaga do Zenite aparecia muito bem. Só restava aos paladinos atacar com chutes de média distância. Aos 20 do segundo tempo, Caiçara arriscou e o goleiro Luquinhas, atrapalhado por Lucas Oliveira, não conseguiu agarrar. O árbitro acaba anotando o gol para este último.

O Zenite não parecia satisfeito com o empate e partiu para cima do adversário nos minutos restantes. O goleiro Eric salvou seu time três vezes em menos de dois minutos. Dois chutes de longa distância barrados por duas belas defesas e uma dividida com Thales fizeram de Eric o herói do time.

Mas ainda faltavam 2 minutos para acabar. E foi o que Lucas Oliveira precisou para marcar seu hat-trick (três gols). Após boa jogada de Ricardo, Lucas recebeu na direita e bateu forte no alto para marcar o gol que definiria a partida. Os jogadores do Zenite ficam desolados com o resultado, enquanto os do Obrigado Senhor comemoraram muito o resultado que deu ao time o terceiro lugar no grupo A.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Jeremias 4 x 2 Maciota’s

MACIOTA’S PRESSIONA, MAS JEREMIAS MOSTRA SEGURANÇA E VENCE DE VIRADA


Jogadas individuais de Gringo decidiram o placar em duelo pegado

Por Gustavo Vasconcellos

O duelo entre o estreante Maciota’s e o veterano Jeremias contou com alguns contratempos. Além de uma fervorosa discussão no final da partida, houve uma breve confusão no começo devido ao fato de ambos os times entraram em campo trajando uniformes brancos. Sendo assim, o time do Maciota’s acabou tendo que trocar seu habitual manto por um uniforme marrom, quase preto.

Nos primeiros minutos, o jogo permaneceu travado no centro do campo. As primeiras chances de gol foram do Maciota’s: aos 3 minutos, após erro de passe da zaga adversária, Jerry, capitão do time, chegou batendo para o gol. Dois minutos depois, o camisa 10 Dé mostrou categoria ao aplicar um chapéu em um defensor adversário. Porém, na sequência da jogada, Evandro - também do Maciota’s - roubou a bola e arriscou um chute fraco para a defesa do goleiro.

Após estes lances, o Maciota’s não conseguiu mais chegar com tanta facilidade na área rival, assim como o time do Jeremias - que pouco criou até os 20 minutos do primeiro tempo. Dessa forma, o jogo foi se arrastando até Jerry, aos 22 minutos, acertar bela cobrança de falta na trave, o que renovou os ânimos para o final do primeiro tempo.

E após nova cobrança de falta aos 24 minutos, o goleiro do Jeremias, Jean, rebateu e viu Alê cabecear para o fundo das redes. Mas a alegria do Maciota’s durou pouco, muito pouco. Ainda aos 24 minutos, Guilherme, camisa 9 do Jeremias, recebeu bola na direita e acertou um chute rasteiro cruzado no canto do goleiro. Era o Jeremias empatando ainda no primeiro tempo.

O Jeremias virou a partida logo no início do segundo tempo. Depois de erro na saída de bola da zaga, Gringo roubou a bola, levou para a direita e chutou no alto para marcar o gol.

O gol deu mais moral ainda para a equipe, que foi para cima e criou mais duas chances antes dos 3 minutos do segundo tempo. Mas o Maciota’s não se abalou com as investidas do adversário e, em sua primeira tentativa na segunda metade do jogo, marcou o gol que daria um novo empate à partida: aos 5 minutos, em jogada individual pela esquerda, Felipe bateu firme e igualou o placar.

Após o empate, o jogo ficou mais calmo, com ambos os times tentando trabalhar a bola. Dessa forma, as chances de gol diminuíram. Tanto é que nenhuma chance clara foi criada até os 14 minutos, momento em que Gringo, em jogada pelo centro e utilizando dribles curtos, conseguiu abrir espaço para o chute e bateu rasteiro no canto esquerdo, sem chances para o goleiro.

O Maciota’s tentava um novo empate com chutes de longa distância, mas sem efetividade. Enquanto isso, o Jeremias não se precipitava e só saia com segurança. Em um desses lances, a equipe conseguiu um escanteio. E na cobrança do mesmo, o camisa 10 do Jeremias, Dunder, apareceu no segundo pau e completou para o gol com um toque de coxa.

Pouco depois do gol, a confusão voltou a fazer parte do jogo. O camisa 11 do Maciota’s, Evandro, sofreu falta violenta de Dunder e ficou sentido dores no tornozelo. Kaio, revoltado com a falta de um cartão para o infrator, discutiu com o árbitro e acabou recebendo o cartão azul. Já fora de quadra, Kaio, ao lado de Evandro - que teve que sair devido ao ferimento - continuava reclamando. Por conta disso, levou cartão vermelho.

O time do Maciota’s não conseguiu criar mais jogadas até o final do jogo. Enquanto isso, o Jeremias segurava a bola, esperando o tempo passar. Após o apito final, houve confusão entre o time do Maciota’s e os árbitros que apitaram a partida. Felizmente, os jogadores foram ponderados e a briga limitou-se a um bate-boca.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

É Verdadee 2 x 1 DPGamos

É VERDADEEE BATE DPGAMOS E MANTÉM TABU


Em jogo de um time só, equipe do burrinho desperdiça muitas chances e quase entrega o jogo no final

Por Gustavo Vasconcellos

Se o torneio tivesse algum mecanismo capaz de registrar a quantidade de chutes a gol ou a porcentagem de posse de bola, ficaria evidente a superioridade do É Verdadeee na partida. Firme na zaga e com velocidade no ataque, os integrantes deste mostraram que podem chegar muito longe na competição. Porém, o ataque da equipe deixou a desejar na hora de empurrar a bola para dentro das redes, facilitando o serviço para o goleiro Dani Fischer, camisa 87 do DPGamos - que, mesmo sem muito jeito, saiu de campo com mérito de salvador.

O bombardeio se deu principalmente no segundo tempo da partida. Isso porque na primeira metade o É Verdadeee trabalhava mais a bola, dando espaço para o DPGamos atacar. Com menos de um minuto, o É Verdadeee já havia arriscado em uma cabeçada rente a trave de Gavião. Enquanto isso, o DP tentava acelerar o jogo e arriscava chutes de fora, uma vez que, quando tentava infiltrar na zaga, geralmente parava no paredão King, camisa 8 do time adversário. Em um desses chutes de fora da área, Carlitos acertou uma bomba no travessão.

O primeiro gol do É Verdadeee acabou saindo por acaso. Aos 12 minutos, após receber no meio, Malaco arriscou o chute, sem muita pretensão, e viu a bola entrar tranquila no canto esquerdo. Não demorou muito e o time conseguiu ampliar o placar. Dois minutos depois, Girão cobrou escanteio preciso da esquerda. O goleiro Dani não alcançou a bola, deixando-a para Armando, que, sozinho, cabeceou para anotar o segundo de sua equipe.

Ainda no primeiro tempo, o DPgamos conseguiu criar mais duas chances claras, ambas com Bob, camisa 27, o perde-gol. Na primeira, ele fez boa jogada pela direita e bateu forte, mas o goleiro pegou. Já na segunda, após receber belo cruzamento de Joka, o jogador cabeceou com perigo para fora.

As equipes voltaram do intervalo com posturas diferentes das apresentadas no primeiro tempo. O DPgamos, que outrora atacava de maneira impulsiva, passou a apenas defender-se, sem ver a cor da bola. Já o É Verdadeee, que anteriormente estava focado na defesa, tornou-se uma máquina de atacar. Em menos de 3 minutos, o time criou cinco chances seguidas, mas pararam no goleiro devido à falta de pontaria e sorte. Primeiro, Fúria tocou no meio da área para Flávio, que acabou errando sozinho. Depois, em um lance de extrema falta de sorte, King acertou uma cabeçada na trave e Gavião, meio sem ângulo, pegou o rebote, mas mandou a bola subiu e acertou o travessão novamente. Por último, ao receber bela bola pelo alto, Armando tentou encobrir o goleiro Dani com um toque de coxa, mas este foi ligeiro e conseguiu agarrar a bola no alto.

E a artilharia contra o gol de Dani continuava, com lances de perigo de King, Armando, Fúria e Zeca. Acuado, o DPgamos só oferecia perigo em lances esporádicos de Carlitos ou jogadas de Caio Bob. Porém, como É Verdadeee seguia perdendo muitos gols, Bob insistiu e conseguiu marcar aos 21 minutos do segundo tempo, diminuindo a vantagem do adversário e colocando emoção ao jogo.

O mesmo Bob ainda quase empatou: após brigar pela bola com os zagueiros adversários, tentou o chute, mas a bola saiu prensada. O DP bem que tentou chegar ao empate por meio de bolas longas na área adversária, mas não obteve sucesso.

Vitória merecida para o É Verdadee, que só não matou a partida antes porque pecou em muitas finalizações. A equipe sincera enfrenta o Zenite na próxima etapa, enquanto a trupe de Dani pega o Jeremias, vice-líder do grupo A.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 1ª RODADA

Bucets 5 x 5 Joga 13

FAVORITOS, JOGA 13 E BUCETS EMPATAM EM DUELO DE SÉRIE OURO


Jogo repleto de lances bonitos cumpriu as expectativas dos torcedores, mas deixou ambos os times insatisfeitos

Por Gustavo Vasconcellos

O jogo entre Bucets e Joga 13 certamente era um dos mais esperados da primeira etapa da Série Prata. Isso porque são dois candidatos fortes a disputa do titulo. Antes do jogo, muita festa e confiança por parte dos jogadores do Joga 13, autores de uma batucada muito animada.

Já com a bola rolando, a expectativa pelo embate se confirmou. Logo no primeiro minuto, uma chance para cada lado. O Bucets chegou primeiro em um lance de escanteio, mas não conseguiu anotar graças à intervenção de Risonho – que, devido ao acúmulo de pessoas na área, quase se atrapalhou e deixou a redonda entrar. Já o Joga 13 viu sua primeira oportunidade em um chute de Guma. Porém, o petardo acabou saindo pela linha de fundo.

O jogo seguiu parelho até os oitos minutos, quando saíram 4 gols em menos de quatro minutos! Quem abriu o marcador foi o Joga 13: aos 8 minutos, Choco recebeu passe na esquerda e rapidamente chutou forte, surpreendendo o goleiro Gabriel. No entanto, uma saída de jogo rápida, foi o que Danilo precisou para pegar todos desprevenidos e marcar o seu gol, menos de um minuto depois do gol sofrido. Era o empate do Bucets.

Mas, como já foi falado, houve dois gols logo na sequência. Lele, craque lendário do Joga 13, recebeu passe no meio da área, driblou o goleiro e, com tranquilidade de sobra, empurrou para as redes. Para completar a sequência de quatro gols, o bucetiano Glauco ficou sozinho com o goleiro e chutou. O arqueiro aparou o primeiro chute do camisa 11, mas a bola sobrou no alto novamente para o atacante, que desta vez chutou de primeira para o gol e empatou o jogo. De novo.

O embate seguiu muito corrido, com ambos os times indo para o ataque e errando na hora de finalizar. Pelo lado do Joga 13, Lele e Choco perderam várias oportunidades. Já no time do Bucets, quem pecou foram os jogadores Turner e Rafa Storch.

Mas Lele se recuperou e colocou o Joga 13 de novo na frente. Com um passe aveludado, o craque deixou a bola na esquerda para Choco, que bateu, mas acabou devolvendo a redonda para o próprio Lele desviar para o gol - sem chances de defesa para o goleiro Gabriel.

Desta vez, a vantagem do 13 durou mais, pero no mucho. 6 minutos depois, Rafa Storch tabelou com companheiro e apareceu livre para empatar a partida.

Após o intervalo, os times começaram a trocar passes no meio, diminuindo a velocidade do jogo. Desse modo, o Joga 13 conseguiu chegar duas vezes ao gol adversário - uma com Rodrigo e outra com Daniel. Entretanto, a surpresa se fez presente mais uma vez, visto que quem acabou anotando foi o Bucets. Aos 6 do segundo tempo, o time fez a bola girar até encontrar Danilo, que bateu rasteiro no canto, fazendo o seu segundo no jogo.

Como de costume, a vantagem durou pouco tempo. Em jogada parecida com a do gol do Bucets, Rafinha e Lele tabelam e o primeiro chutou de bico no contrapé do goleiro. Era mais um empate neste jogo surpreendente: 4 x 4.

A segunda virada veio aos 10 minutos. O Joga 13 fez a bola rodar de um lado a outro até chegar ao meio da área, onde houve disputa entre o goleiro e Lele. Na bagunça, a pelota sobrou no meio da quadra para Rodrigo matar e levar a torcida do 13 ao delírio.

A peleja voltou a ficar corrida depois do quinto gol do Joga 13. Mas o décimo gol custou a sair! Somente após 7 minutos (uma eternidade para o ritmo do jogo), Rafa Storch, escolhido MVP da partida, conseguiu deixar tudo igual no placar. Com a bola no meio da quadra, ele arriscou e o goleiro Risonho aceitou. Os integrantes do Joga 13 protestaram contra uma possível falta de Ricardo no goleiro na hora do chute, mas o árbitro confirmou o gol.

Daí para o final, o jogo ficou mais violento, com ambos os times cometendo faltas – o que anulou todas as possibilidades de uma nova virada. O empate não foi bom para nenhuma das esquadras, mas deixou claro que ambas têm futebol para voltar à Ouro. Na próxima etapa, o Bucets enfrentará o Maciota’s. O Joga 13, por sua vez, tem a difícil tarefa de bater o Primatas, líder do Grupo A que vem de uma goleada contra o TCM.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Roleta Russa Olímpico 3 x 2 Invictus

ROLETINHA LEVA A MELHOR CONTRA INVICTUS


Arbitragem rouba a cena em jogo que Roletinha venceu rival com 2 gols do aniversariante Folha e frango de Muralha

Por Luiz Felipe Chaguri

O clássico da Prata começou com certo domínio do Invictus. Parecia que Pi seria a atração da tarde, visto que executou bons dribles e excelentes chutes de fora da área logo no começo do embate. Numa cobrança de falta, carimbou a forquilha. Mas o Roleta também tinha uma carta na manga: o capitão Pina, que, com segurança, fechava as investidas do adversário.

Porém, Rodrigo logo mostrou porque usa a camisa número 9 do Invictus: o atacante mandou uma bomba direto na trave. O lance não assustou o Roleta, que seguiu focando nas jogadas individuais de Folha. O time azul, por sua vez, revidava com Tico. A partir desse momento, o jogo tornou-se muito disputado fisicamente. E nem a fina garoa que caía no PlayBall naquele momento foi capaz de esfriar os ânimos dos que protagonizavam o duelo...

O primeiro gol demorou a sair: somente aos 24 minutos do primeiro tempo. Folha, o aniversariante do dia, estava livre dentro da área e só teve o trabalho de colocar para as redes. O goleiro Muralha nada pode fazer.

Cabe mencionar que o Invictus chegou mais à área do adversário neste primeiro tempo. Porém, a trupe não acertou na hora de finalizar e sofreu o castigo no fim. A vantagem do Roletinha no placar era merecida, visto que este estava postado melhor na quadra graças à liderança de Pina e do competente técnico Vadão.

O desempenho do Invictus no começo do segundo tempo não foi diferente do que o time mostrou na primeira metade do jogo. A dupla Diguido e Rafinha avançava e chutava, mas via suas chances de gol serem arruinadas pelo goleiro Eduardo ou por Pina. Quando não eram travados por eles, os chutes sempre batiam em jogadores de branco, evitando que o pior acontecesse.

E como “quem não faz, toma”, o inspirado Folha saiu do banco para a consagração. Em cobrança de lateral aos 9 minutos, Brian tocou de cabeça para Folha completar livre na pequena área. Roletinha 2 x 0 Invictus.

Após o segundo gol, o árbitro Luxemburgo - que já havia chamado a atenção para si em alguns momentos do jogo - resolveu criar polêmica. O juiz deu falta em um toque involuntário de mão de Kuminha, do Roleta, amarelando o jogador e compensando um cartão a Diguido pouco antes também sem merecimento. Não demoraria para o técnico Vadão, já bastante irritado com as traquinagens do árbitro, perder a cabeça, mas foi só no minuto final que Luxemburgo expulsou o técnico Roleta, depois dele muito reclamar e invadir a quadra.

Aos 16 minutos, Cerveja diminuiu para o Invictus após concluir uma bonita jogada de contra-ataque. Mas a alegria da equipe de Lucas duraria pouco, já que, no minuto seguinte, o Roletinha faria o gol que decidiria a partida. Após um chute despretensioso de Kuminha, o goleirão Muralha teve seu momento de infelicidade ao engolir um belo frango. Frango esse que foi bisonhamente imitado pelo técnico Vadão. Para a sorte do treinador, o árbitro não viu a simulação.

O Invictus conseguiu diminuir aos 20 minutos com Rodrigo. Valendo-se de uma cobrança de lateral, ele acertou uma bela cabeça no ângulo de Edu. O jogo esquentou com o Invictus pressionando pelo empate, mas Luxemburgo não queria saber de jogo, mas sim de paralisar o jogo. Tudo era motivo para parar, discutir, perder tempo. Ele chegou ao cúmulo de mandar Ceron sair de campo para por a camisa para dentro do calção. Alem disso, para fazer justiça, mandou Vadão embora de campo com o vermelho. O técnico saiu indignado e carregado por Pina, que parecia ser ali o de maior bom senso. E no que sobrou de tempo o Roletinha afastou o perigo e segurou o apertado placar, garantindo seus três primeiros pontos.

O destaque final fica para o segundo árbitro, Marcelo Pereira, que teve muita calma, e em alguns momentos (inclusive dentro do vestiário) teve de acalmar a ira de seu companheiro de profissão.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Di Primeira 5 x 4 MachuPichu

DI PRIMEIRA DÁ AULA DE DETERMINAÇÃO E DERROTA MACHUPICHU DE VIRADA


Equipe reage nos instantes finais e conquista vitória sobre peruanos com jogadas de Guido e Dodô

Por Luiz Felipe Chaguri

Mal o embate começara quando Cirota teve a primeira chance de gol para o Di Primeira. O camisa 9 exigiu que goleiro Pipo trabalhasse em dois tempos para fazer a defesa. Mais cadenciado, o MachuPichu tocava a bola e esperava melhores chances para poder finalizar. Aos 5 minutos, a equipe branca construiu seu primeiro lance perigoso: um potente chute do habilidoso Seckler, camisa 10 do time.

O MachuPichu passou a jogar de maneira mais ofensiva. Aos 11 minutos, Bruno, honrou a camisa 9: após uma bola prensada dentro da área, ele acertou bom chute quase caindo, ao melhor estilo centroavante. No mesmo minuto o Di Primeira reagiu, empatando o jogo após uma confusão na área. Quem marcou foi Dodo, camisa 10 do time.

O empate não durou muito tempo, já que, aos 13 minutos, Bruno anotou mais um após uma rebatida dentro da área adversária. O gol foi semelhante ao primeiro do jogador: quase caindo.

Aos 15 minutos, El Niño deixou tudo igual novamente. O camisa 17 bateu de canhota e ainda teve uma boa colaboração do goleiro Pipo. Di Primeira 2 x 2 MachuPichu.

O MachuPichu continuou no ataque após empatar. Aos 19 minutos, Daniel, camisa 5 da equipe peruana, acertou uma bonita cobrança de falta. O goleiro Ferrugem até foi na direção do balaço, mas não conseguiu agarrá-lo.

No minuto seguinte, a cena mais bizarra da tarde. Danilo, do MachuPichu, tirou o gol em cima da linha. Um gol que seria do seu time. Ao invés de apenas tocar para as redes, ele deu uma de zagueiro e afastou a bola que já havia passado pelo goleiro e estava pronta para entrar. Um lance crucial, que poderia mudar todo o jogo.

No segundo tempo, a partida piorou no quesito técnica. Por outro lado, ficou bem mais brigada. Aos 3 minutos, um golaço de Mateus para o MachuPichu: o jogador acertou um chute de canhota no canto esquerdo do goleiro. Apesar de não ter muita força, o chute foi no cantinho, indefensável.

A esta altura, o MachuPichu jogava como se a vitória estivesse garantida. Contudo, foi justamente após levar o quarto gol que o Di Primeira cresceu no jogo. Aos 5 minutos, Guido diminuiu. Em seguida, aos 7, mais uma boa jogada da trupe: Jocélio cabeceou um cruzamento preciso de Guido. A bola passou raspando no arco adversário.

A reação do Di Primeira não parou por aí. Aos 16 minutos, Guido empatou com um forte chute da entrada da área. Embalada pelo gol, a equipe marcou mais um no mesmo minuto. Dodô, o melhor em quadra, decretou números finais à partida: 5 x 4 para o Di Primeira.

O MachuPichu saiu reclamando da arbitragem. Dessa vez sem razão, pois o rigoroso árbitro Luxemburgo não se equivocou em nenhum lance. Marcelo Pereira novamente passou despercebido, como um bom árbitro tem que fazer. Resultado justo e muita festa do Di Primeira nos gramados.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Diabos Negros 3 x 3 Sua Mãe

DIABOS FAZ BOA ESTREIA NA PRATA, MAS EMPATA COM SUAMÃE


No embate mais tranquilo da primeira rodada, Raoni frustra as chances de vitória dos diabólicos

Por Luiz Felipe Chaguri

A expectativa para a estreia do Diabos Negros - atual campeão da série Bronze - no Chuteira de Prata era alta. E a equipe já começou indo para cima do SuaMãe. Logo aos 2 minutos, Luís bateu falta, obrigando o goleiro Xico espalmar a bola para escanteio.

O jogo começou bem disputado, com jogadas divididas e muita vontade de ambos os lados. Porém, quem saiu na frente na corrida por gols foi o SuaMãe: aos 8 minutos, Raoni anotou o primeiro da partida ao acertar um belo chute do meio campo.

A reação dos diabos veio logo em seguida. Aos 10 minutos, Luís limpou Dedé com muita categoria e colocou no ângulo do goleirão Guarita. Dois belos gols nos 10 minutos iniciais.

Raoni voltou a incomodar a defesa do Diabos Negros. Após cobrança de lateral, o atacante quase deixou o segundo. Parecia que o 2 x 1 do SuaMãe não demoraria a sair. Mas demorou. Aos 16, Febem passou por dois jogadores e arriscou o chute. Marco pegou a sobra, mas rebateu mal, deixando para Celo completar.

Era um jogo tranquilo para arbitragem, visto que os dois times entraram em quadra para jogar futebol, não para ficar se importando com marcações da arbitragem. Além disso, quase não houve faltas no embate. Para se ter uma ideia, o relógio marcava 22 minutos e o Diabos não havia cometido nenhuma infração. Dessa forma, o primeiro tempo terminou tranquilo, com o SuaMãe dominando o placar.

Logo no início da segunda etapa, Walter, um grande cobrador de lateral, colocou a bola para Luís, que girou bonito e finalizou para empatar a partida novamente. A equipe que jogava de preto voltou bem melhor no segundo tempo. Tudo indicava que esta liquidaria o jogo. Porém, aos 10 minutos, o time pediu tempo e acabou perdendo o pique. O SuaMãe foi para cima e Raoni, o melhor jogador em quadra, deixou sua marca novamente. Ele recebeu dentro da área, esperou o goleiro ajoelhar e, com muita categoria, tirou de Marco e matou.

Os diabos só foram reagir aos 19 minutos, quando Marcel deixou o dele na saída errada de Guarita. Final: Diabos Negros 3 x 3 SuaMãe. O time laranja deixou os 3 pontos escaparem por muito pouco, mas a atuação de Raoni e os bons dribles de Febem mostraram que a equipe tem futebol de sobra para vencer os próximos jogos. Já a esquadra negra mostrou ser uma equipe inconstante: apesar de tocar bem a bola, a esquadra depende muito do artilheiro Luís para chegar ao gol.

Segundo o juiz Marcelo Pereira, o embate foi o mais tranquilo da tarde. Para a sorte dos jogadores, Luxemburgo pareceu mais calmo e não foi tão enérgico com relação às camisas por dentro do calção e aos laterais mal cobrados.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Cachorro Velho 4 x 2 Camelo

GIGGIO COMANDA VITÓRIA DO CACHORRO EM CIMA DOS CAMELÍDEOS


Inspiradíssimo, o camisa 66 leva a melhor em disputa com craque Noal e só não goleia devido à excelente atuação do arqueiro Johnny

Por Luiz Felipe Chaguri

O grande embate da primeira rodada da Série Prata foi entre Camelo e Cachorro Velho. Isso porque Giggio brindou os torcedores com uma atuação impecável! Logo aos 2 minutos, o camisa 66 do Cachorro Velho só teve o trabalho de empurrar a bola para a rede após pegar sobra dentro da área. No lance seguinte, ele já acertou um canudo na trave. O artilheiro parecia estar num dia muito inspirado.

Após o gol, o Camelo – que já começara jogando de maneira descoordenada – passou a sentir dificuldades na hora de construir as jogadas ofensivas. Enquanto isso, o Cachorro Velho marcava pressão na saída de bola do time vermelho. Até que, aos 7 minutos, o time da pizzaria resolveu pedir tempo técnico.

Aos 11 minutos, um lance perigoso assustou quem acompanhava o jogo. Na cobrança de falta, Henrique, zagueirão e capitão do Camelo, levou uma bolada na cabeça e tombou no gramado. Após um minuto de paralisação, a partida continuou sem maiores problemas. E aos 13 minutos veio o empate. Noal, que parecia ser o único inspirado no time do Camelo, anotou o seu. O camisa 9 recebeu a bola e girou rápido, batendo para o arco protegido por Botana. Um bonito gol!

A partir daí, o jogo ficou disputado no meio da quadra, sem grandes oportunidades para ambos os times. Tal situação persistiu até o árbitro soar o apito e decretar fim do primeiro tempo. A segunda metade da peleja começou de maneira semelhante à primeira. Giggio, ao melhor estilo centroavante, girou para escapar da marcação do zagueiro e bateu. A bola passou à esquerda, muito perto da trave. Porém, a trupe do Camelo não se intimidou com o lance e passou a investir pesado com Noal, que colocou o goleiro Botana para trabalhar.

Aos 5 minutos, o camisa 9 dos camelídeos virou a peleja. Após receber cruzamento de Fábio, Noal anotou 2 x 1 para sua equipe. Era a hora de Giggio voltar à quadra para comandar o Cachorro. O time com ele no descanso parecia não ser o mesmo.

Logo que entrou em campo, o craque da trupe azul marinho obrigou Johnny a fazer uma bonita defesa. Em seguida, mais uma chance para o camisa 66. Desta vez, o arqueiro do Camelo teve que operar um verdadeiro milagre para impedir que o adversário conquistasse o empate.

Uma vez que o nível do jogo estava excelente, o árbitro Luxemburgo, mais uma vez, resolveu chamar a atenção para si. O professor não deu vantagem em um lance para o Cachorro Velho, provocando a ira de alguns jogadores. Em meio à confusão, Salem, o camisa 7 da equipe, levou cartão amarelo. Os outros jogadores pressionaram o árbitro, mas este continuava irredutível. Resultado: a esquadra foi obrigada a pedir tempo técnico para evitar mais confusões.

O Cachorro Velho percebeu que teria que jogar contra a arbitragem mesmo. Aos 21 minutos, Giggio (sempre ele) bateu de muito longe e com grande efeito na bola, lançando esta direto nas redes do Camelo. Johnny deve estar procurando a bola até agora…

Em seguida, Wesly virou o jogo ao mandar um balaço do meio da rua para dentro do arco rival. Golaço e Cachorro na frente! E coube ao craque do jogo, Giggio, acabar com qulaquer alegria que o Camelo pudesse vir a ter ao anotar o quarto gol e liquidar a fatura. Após uma bonita jogada individual, o craque fez o quarto do Cachorro Velho e o terceiro dele no jogo. Podia levar até a bola pra casa. Dono da partida.

A despeito de seu time ter perdido, convém destacar o desempenho do goleiro Johnny. Se não fossem as intervenções deste, Giggio certamente teria aprontado uma goleada. O arqueiro Botana também se saiu bem, visto que conseguiu segurar chutes perigosos, principalmente os do habilidoso Noal.

V CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 1ª RODADA

Canhedo Beppu 4 x 4 Ras Time

RAÇA MARCA EMPATE ENTRE CANHEDO E RAS


Viniboy garante empate para engenheiros ao marcar no último lance da peleja

Por Luiz Felipe Chaguri

Antes de o árbitro dar início à pugna, o capitão Luiz Siviero, do Canhedo, previu que o jogo seria marcado por uma disputa de raça e vontade entre jogadores. Ele estava certo. Afinal, o nível técnico apresentado por ambos os times ao longo da partida não foi dos melhores. E, apesar de grande esforço dos dois lados, o resultado não poderia ser outro a não ser o empate.

Logo no início do embate, Rernanes mostrou que seria um dos principais jogadores da partida. O camisa 13 mandou um belo chute em direção ao arco do Canhedo, obrigando PapaBurguer a trabalhar. Com um bom nível de passes e inversões que raramente são vistas em jogos de society, a partida começou boa, mas faltavam corajosos na hora de chutar para o gol. Foram raras as tentativas de fora da área durante a partida. Quando ocorreram, foram bem sucedidas.

Aos 4 minutos, um lance polêmico tirou o ar de monotonia da partida. Uma boa cobrança de falta de Maculin fez a bola bater no travessão, quicar dentro do gol e sair. O árbitro Marcelo Pereira, muito bem posicionado ao lado da baliza, confirmou o gol com muita autoridade - apesar das reclamações do goleiro Papaburguer. Ras 1 x 0 Canhedo.

No minuto seguinte, Rernanes pegou um voleio bonito e quase fez um golaço. Logo depois, Bolacha mandou um petardo que por pouco não colocou a redonda para dentro do gol do Ras. Tchelo resolveu arriscar também, mas mandou o balaço para fora.

O empate veio aos 9 minutos, num lance de azar de Cipó. Após o chute de Fabinho bater no travessão, a bola voltou no corpo do goleiro do Ras e entrou no gol. Tudo Igual. Aos 12 minutos, o Canhedo virou a partida. Suzuki anotou o dele após uma boa girada de corpo e um chute certeiro. Todavia, o Ras logo devolveu: Boing mandou uma bomba de fora da área para explodir nas redes adversárias. O chute ainda resvalou em um zagueiro antes de entrar. Papaburguer se esticou todo, mas nada pode fazer.

O jogo seguiu truncado na segunda etapa. Bolacha começou mandando um bom chute após cobrança de lateral, mas foi o Ras Time que virou de novo o jogo. Aos 5 minutos, Rernanes acertou um potente chute de fora da área. Belíssimo gol! No mesmo minuto, o próprio Rernanes anotou mais um para o seu time.

A vitória do Ras parecia certa. Contudo, aos 7 minutos, Kamura veio de trás e recebeu bom passe de Fabinho. O camisa 14 só precisou tocar na saída de Cipó para diminuir a vantagem do adversário. Em seguida, Fabinho resolveu aparecer de novo e quase empatou com um bom chute, que passou raspando no canto direito de Cipó.

Perto do fim, a chance de matar o jogo foi de Mau. Após receber boa bola de Lopes, o jogador perdeu um gol inacreditável ao mandar a redonda para fora. O Ras Time viu que era hora de pedir tempo para acertar a marcação e segurar o resultado. Porém, no apagar dos refletores, Viniboy marcou de cabeça, no cantinho esquerdo de Cipó. Final: Canhedo Beppu 4 x 4 Ras Time. Um placar que condiz exatamente com o que foi apresentado em campo.

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