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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

V CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Palestrinha 3 (3) x (1) 3 Basicus

NOS PÊNALTIS, PALESTRINHA DERROTA BASICUS


Tricolor vencia por 3 x 0, mas cedeu o empate no fim. Decisão nos pênaltis contou com defesa de Régis para equipe estreante garantir presença na Série Prata

Por Rafael Ruiz

Em jogo de dois tempos, Palestrinha e Basicus ficaram no empate e precisaram decidir o seu futuro no Chuteira na marca do pênalti. No entanto, se engana quem pensa que a partida foi lá e cá, devido ao placar de 6 gols. O primeiro tempo foi de soberania do Palestrinha, que chegou a abrir 3 a 0 e havia encaminhado a sua passagem à semifinal. Porém, veio a segunda etapa, a equipe recuou e viu o Basicus, com muita garra, buscar o marcador.

O Basicus deu a saída de bola, mas foi o time tricolor que logo saiu mostrando que estava disposto a resolver o confronto rapidamente. Assim, marcando no campo de defesa adversária, fez a pressão que resultou na primeira boa oportunidade de gol. Falta cometida por Állex em Douglas Silva. Na cobrança, Apollo colocou Roland pra trabalhar.

No início, o jogo teve apenas essa oportunidade. Outra surgiu apenas aos 4 minutos, quando Robinho recebeu bonito lançamento nas costas da defesa de Lukinhas e marcou o primeiro testando na na saída de Roland.

O Palestrinha estava mais à vontade em campo. Roland segurou o chute forte de Lukinhas após bom passe de Hiro. Em rápida resposta, o Basicus criou a sua primeira chance. Állex recebeu após boa recuperação de bola. O camisa 17 avançou com ela e na hora que armou para o chute parou na defesa.

Não tardou para nova chegada fatal do Palestrinha. Dessa vez a jogada contou com as participações de Apollo e Douglas. O camisa 3 recebeu livre pela esquerda e fez o segundo chutando no cantinho do goleiro. O que era ruim piorou quando Lukinhas não perdoou em sua primeira oportunidade. O camisa 7 recebeu pela esquerda e chutou forte no canto. 3 x 0 e Palestrinha sobrando em quadra.

Mesmo vencendo, o Palestrinha exercia pressão sobre os rosas. Assim, por pouco não saiu mais um. Roland foi bem e defendeu chute de Lukinhas, mas a bola continuou viva na área, contudo a defesa conseguiu afastar o perigo.

Antes do fim do primeiro tempo, o Basicus, que não aparecia muito ao ataque, voltou a incomodar. Matheus recebeu e já abriu para o arremate, mas a bola saiu pela linha de fundo. Na sequência, o mesmo tentou, contudo parou na trave. Porém, no último lance da primeira etapa, Juninho recebeu no meio, tirou o marcador e chutou no canto para diminuir e levar o jogo em 3 x 1 para a etapa final.

A postura do Basicus mudou completamente após o gol. Afinal, com 2 minutos do segundo tempo já apareceu bem no ataque, mas Állex não aproveitou a boa jogada de Guilherme Fujii. No entanto, do meio para frente, apenas deu a equipe de rosa, que demonstrou muita garra. Tanto que aos 12 minutos, Kirk fez boa jogada pela direita, mas na hora que tentava encontrar Állex na área, a bola foi cortada por Regis. 2 minutos depois, o Palestrinha, tentando matar o jogo, por pouco não fez com Robinho, que chutou errado.

A partir daí foi pressão do Basicus. Primeiro com Puff, que chutou para fora. Na sequência, Amorim arriscou e seu arremate passou perto. A essa altura, o gol estava amadurecendo. Após tabela de Állex e Juninho, a bola chegou a Veneza, que chutou rasteiro no canto, mas a bola explodiu na trave e a defesa afastou.

Aos 22 minutos, um lance que podia custar caro ao time de rosa, afinal o camisa 19, Pirulito fez falta dura e recebeu amarelo, Na reclamação levou azul. No entanto, o que parecia improvável aconteceu: o Basicus ganhou mais força e, após contribuição do goleiro Regis, a equipe de Puff voltou ao jogo. Amorim chutou de trás do meio de campo. A bola foi fraca, mas o goleiro deixou a bola passar por debaixo de seu corpo.

O Palestrinha, visivelmente cansado, sentiu a pressão e acabou virando presa fácil às ambições do Basicus. Tanto que, no último lance, Juninho recebeu livre e com raiva fuzilou ao gol do Palestrinha para empatar o jogo!

Com o fim do tempo normal, veio a prorrogação. Ambos os lados atacavam com cautela, mas se jogaram ao ataque. A primeira tentativa coube ao Basicus, que, animado com o gol no fim, começou com tudo. Puff fez boa jogada e chutou ao gol, mas ela saiu com desvio. Na cobrança de lateral, Matheus tentou de primeira, porém sem sucesso. Tentando responder à altura, Apollo avançou e chutou cruzado, mas sem direção. Na última chance de perigo no tempo extra, Guilherme roubou a bola de Hiro, que vacilou no domínio, mas acabou mandando pra fora.

Nas penalidades, prevaleceu a melhor competência do Palestrinha, que converteu as 3 cobranças. Juninho, o melhor jogador em campo, foi o responsável pela primeira cobrança rosa e viu Régis defender. A vitória nos pênaltis dá ao Palestrinha a vaga na Prata e a chance de disputar a semifinal diante do Báguas. O Basicus, que mais uma vez fica no caminho pela Prata, junta os cacos para nova temporada bronzeado em 2013.

V CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Coringa 4 x 0 Absolutos

CORINGA GOLEIA EM TARDE DE RENATINHO E RAFINHA


Bom futebol e agilidade dos atacantes dão vitória fácil ao já prateado Coringa

Por Rafael Ruiz

O Coringa, campeão do Grupo B e com acesso garantido à Prata, entrou em campo tranquilo mas querendo avançar às semifinais. O time estava focado e não deu chances ao Absolutos, tal qual na fase de grupos, quando a retranca azul e branca foi o suficiente para a vitória. Com boa movimentação e toque de bola refinado, o time de Mauricio Cardoso conseguiu envolver a defesa adversária e espantar o fantasma de Robin Hood que cercava o adversário. A goleada de 4 x 0 dá mostras disso.

A partida começou com o Coringa impondo seu ritmo de jogo. Com 2 minutos jogados, Rafinha recebeu livre e chutou cruzado, mas sem direção. Na sequência foi a vez de Renatinho aparecer bem ao ataque. O camisa 20 dominou pela esquerda e arrematou da mesma forma, porém a bola passou longe do gol.

O Absolutos, que até os 5 primeiros minutos não conseguia chegar ao ataque, enfim criou algum perigo com Diogo. O camisa 17 sofreu falta e o mesmo arriscou, mas a bola foi desviada e passou perto do alvo.

Após um inicio rápido, o jogo caiu um pouco de rendimento, tanto que apenas aos 11 minutos o Coringa conseguiu criar nova oportunidade. Renatinho recebeu pela esquerda e chutou sem muito perigo. Em rápido avanço, por pouco o Absolutos não abriu o placar. Marcelo fez boa jogada pela direita e cruzou rasteiro na área, mas Diogo passou da bola e perdeu uma grande oportunidade.

Após essa grande chance, o Coringa espantou qualquer chance ao azar. Farias fez boa jogada pelo meio em direção à lateral e rolou para Renatinho livre apenas empurrar para o gol. Estava aberto o placar.

No minuto seguinte, animado com o gol e tentando ampliar, o time listrado chegou novamente. Dessa vez com Renatinho fazendo boa jogada e rolando para Rafinha, que chutou forte e obrigou Demétrius a praticar boa defesa colocando a bola para escanteio. Era pressão total do Coringa. Outra vez Renatinho apareceu bem. Ele recebeu de Pi, girou sobre a marcação e chutou forte no canto. Demétrius defendeu bem. Contudo, depois de tanto insistir, eis que o segundo tento saiu. Rafinha recebeu livre e concluiu a gol. 2 x 0.

No entanto, o que estava ruim para o Absolutos ficou pior. Pi fez boa jogada individual e chutou. Demétrius defendeu, mas deu rebote. Dé agradeceu e conferiu o terceiro. Tentando diminuir o prejuízo no fim da primeira etapa, outra vez Diogo tentou, dessa vez de cabeça aproveitando cobrança de lateral, porém a bola saiu muito por cima e se perdeu pela linha de fundo.

Veio o segundo tempo e, com ampla vantagem no placar, a equipe do Coringa passou apenas a administrar o resultado, uma vez que o Absolutos não conseguia chegar ao seu gol. Cidrão era um mero espectador da partida. A partida só ganhou emoção quando, em uma tentativa de tirar a bola, David acabou chutando involuntariamente Ratão, que havia caído na disputa de bola. O clima ficou tenso porque os jogadores do Coringa entenderam o lance como sendo na maldade. No lance, ratão e David receberam amarelo.

Passado o clima quente, o Absolutos partiu para o tudo ou nada, tanto que aos 8 minutos conseguiu criar uma boa chance com Rafinha Haddad, que dominou e armou para o chute. A bola saiu muito alta e se perdeu pela linha de fundo.

O Coringa, que demonstrava não querer muito mais na partida, apenas criou uma oportunidade. Contudo, como Rafinha estava inspirado, dela saiu o quarto gol. O camisa 11 recebeu e avançou já cortando para o meio. Ele armou o chute e mandou com força no canto para vencer Demétrius, que apenas viu a bola entrar.

O gol praticamente selou o fim da esperança absoluta, tanto que David fez falta dura quando tentava cortar uma jogada e recebeu o cartão vermelho, deixando assim, a sua equipe com um homem a menos e 4 x 0 no placar. Situação definida no confronto e assim foi até o fim.

Para fechar o jogo, Rafinha, depois de boa jogada de Renatinho, chutou em cima de Demétrius, que saiu bem do gol e defendeu. Pelo Absolutos, na última tentativa de fazer o gol de honra, Diogo desperdiçou ótima chance de frente para o gol ao mandar para fora.

O Coringa pega, na semifinal, o Condor`s na busca pela vaga na grande final.

V CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Condor’s 1 (11) x (10) 1 Só Quem Sabe

DEPOIS DE 11 COBRANÇAS DE PÊNALTI, CONDOR`S BATE SÓ QUEM SABE


Após empatarem no tempo normal e na prorrogação, Condor`s derrota SQS e sobe para a Prata

Por Rafael Ruiz

Com bolas na trave, lance duvidoso se a bola entrou ou não e muita chuva, o Condor’s precisou de mais uma hora e 11 cobranças de pênalti para se garantir nas semifinais do V Chuteira de Bronze. A passagem de fase deu ao time também a vaga na Série Prata.

O Condor`s começou melhor e com tudo. Não demorou muito para a primeira oportunidade aparecer. Marin tentou de cabeça, mas a bola passou por cima do gol. O SQS, na tentativa de responder rápido, foi ao ataque com Jacobi. O camisa 7 avançou com ela dominada, mas na hora do arremate pegou errado, e a bola foi para fora, sem perigo à meta de Quintanilha.

Depois foi a vez de Tessarin aparecer bem no ataque. O capitão do preto tabelou com Minhoca e cruzou, mas o goleiro saiu bem e interceptou a jogada. Na sequência, Minhoca quase marcou se não fosse a boa participação de Quintanilha, que defendeu bem.

O confronto era disputado e com poucas oportunidades devido à forte marcação. Assim, aos 9 minutos, Quintanilha arriscou de longe, sem sucesso. Contudo, no minuto seguinte, após lançamento errado de Quintanilha, Minhoca pegou de primeira e fez bonito gol encobrindo o goleiro, que apenas viu a bola passar.

Depois do gol, o Condor`s, tentando não demonstrar abatimento e se recuperar na partida, foi logo ao ataque. No entanto, quem conseguia criar as principais chances era o SQS. Dessa vez, através de uma falta cometida por Gugu em Jacobi que fazia boa finta. Na cobrança, Tessarin cobrou forte e obrigou Quintanilha a praticar boa defesa.

Aos 14 minutos, o time de vinho por pouco não empatou. Após saída errada da defesa, Peli aproveitou e acertou o travessão. O Condor`s, apesar de estar perdendo, era melhor em campo, tanto que mais uma vez a equipe apareceu bem ao ataque. Kalzinho fez boa jogada e chutou forte. Arthur não segurou e, depois da confusão entre atacante e defesa, melhor para os defensores, que afastaram o perigo. Aos 17, Romário recebeu e chutou forte, Arthur fez boa defesa.

O primeiro tempo estava para terminar, quando o time de vinho outra vez aparece com perigo, dessa vez Renato chutou cruzado e o goleiro segurou a bola. Veio o segundo tempo e, assim como terminou a primeira etapa, o Condor`s foi logo mostrando suas armas. Outra vez com Romário, que recebeu e chutou em cima de Arthur, que saiu bem e impediu o gol adversário. Aos 5 minutos, mais uma vez Romário: ele recebeu livre e acertou o travessão.

Era uma blitz feita pelo time de vinho, tanto que depois de uma cobrança de lateral, a bola foi levantada na área e ficou viva até sobrar para Romário. Inacreditavelmente ele acabou acertando as duas traves e a bola não entrou.

Após um momento de muita pressão, o Condor`s diminuiu a intensidade, porém ainda continuava perigoso, uma vez que Romário, sempre ele, criou outra oportunidade pela esquerda. Contudo na hora do chute pegou mal e desperdiçou.

Como a partida se encaminhava para o fim, o Condor`s recomeçou a blitz. Na primeira chance, Arthur foi muito bem na tentativa de Marin, que chutou forte e obrigou o goleiro a espalmar para o lado. Na sequência, Neno cabeceou e Arthur, muito bem colocado, colocou para escanteio.

Depois de tanto insistir, eis que o Condor`s encontrou o seu gol. E ele foi de maneira chorada. Primeiro Marin cabeceou e Arthur espalmou para o escanteio. Na sequência, a bola foi colocada na área e ela ficou quicando até que Peli, dividindo com a zaga e o goleiro, conseguiu empurrar para o gol. O zagueiro ainda tentou tirar, mas não conseguiu e a arbitragem deu gol. Aliás, o gol foi muito questionado pelo SQS, que dizia que ela não tinha entrada por completo.

Na última tentativa antes da prorrogação, Alemão, após a saída de bola, chutou forte e Quintanilha pegou bem. Com a possibilidade do gol de ouro, ambos os lados foram muito cautelosos no tempo extra. Por isso, as únicas chances aconteceram com Neno tentando fazer fila e parando em Arthur, que cortou o perigo para longe. Por parte do SQS, Minhoca recebeu pela direita de Jacobi de cabeça, chutou cruzado, porém para fora.

Após mais um empate, a vaga foi decidida nos pênaltis. No entanto, o que ninguém esperava é que fosse ser tão longa a sequência, uma vez que somente na décima primeira cobrança saiu o vencedor. Quintanilha pegou batida de Vinny, enquanto Ricardo teve de bater duas vezes para faturar a vaga para o Condor’s, que ao ver o Báguas ganhar do Bacaninha também comemorou o acesso à Prata.

V CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Báguas 4 x 3 Bacaninha

BÁGUAS VENCE BACANINHA E AVANÇA


Gols de cabeça decidem a favor do Báguas, que encara agora o Palestrinha por uma vaga na grande final

Por Rafael Ruiz

O Báguas fez mais uma vítima. No tira teima com o Bacaninha, este bem que tentou, mas as ótimas atuações de Paolo e Danilo foram decisivas para o triunfo por 4 x 3 debaixo de chuva, de virada.

Cesinha reapareceu no time e foi o responsável pelo primeiro chute a gol. Não chegou a assustar Gamito, mas mostrava que o Báguas vinha com seu estilo de jogo característico: chutes de todo os lugares do campo. Não tardou e nova chegada laranja. Danilo chutou e, no rebote de Gamito, Genaro perdeu grande oportunidade.

O Bacaninha, até os 7 minutos, não conseguia criar nada e contava com a falta de objetividade do Báguas para manter o placar no zero. O time dourado, quando tinha a bola, rapidamente se livrava dela. Numa delas saiu boa jogada. Thiago Strobel tentou de fora e Symon mostrou reflexo e defendeu com os pés.

Entretanto, era o Báguas que ditava o ritmo. A jogada começou com Cesinha, que encontrou Danilo na direita, que chutou cruzado buscando Carlão na área, mas o camisa 11 passou da bola. Em outra chegada dos laranjas, dessa vez com Genaro, Gamito, bem colocado, fez boa defesa. Genaro mais uma vez apareceu de frente para o gol e arriscou, contudo o goleiro praticou bonita e difícil defesa.

Era um massacre por parte do Báguas. O Bacaninha não se achava em campo e sofria com a forte marcação, tanto que em mais uma roubada de bola, Concha tentou pela esquerda mas a defesa cortou o lance para escanteio. O mesmo cobrou na cabeça de Jorjão, que acertou a trave depois que o goleiro tocou na bola.

O Bacaninha pouco chegava ao gol de Symon, que jogava praticamente como um líbero. Porém, em uma das raras vezes que atacou, quase viu Velardo marcar. O zagueiro recebeu a bola livre e de frente para o gol, mas acabou errando o chute e a bola foi para fora.

O jogo já se encaminhava para o fim da etapa inicial quando, em uma de suas armas, chute do goleiro Symon, quase que o Báguas abriu o placar – a bola explodiu no travessão! O troco veio na mesma moeda: Marcelão avançou para o ataque e, da intermediária, arriscou. Trave. Na sequência, o time dourado, que começava enfim a se soltar em campo, criou outra oportunidade, dessa vez com Thiago. O camisa 15 recebeu bom passe de Lê Leme e chutou forte, obrigando Symon a praticar bonita defesa. Depois foi a vez de João Paulo testar o goleiro, e outra vez ele se saiu melhor e fez mais uma boa defesa.

No entanto, apesar de ter melhorado, o Bacaninha se descuidou atrás. Marquinhos passou por seu marcador e tabelou com Jorjão, mas na hora que ia sair de cara para o gol foi derrubado. Na cobrança, Paolo cobrou forte no canto e fez.

Veio a segunda etapa e parece que a postura do Bacaninha seria diferente, tanto que com 2 minutos já saiu o empate. Simões recebeu livre e, com calma, colocou para o fundo do gol. Chovia forte e isso atrapalhava o estilo de jogo do Báguas, de jogar em velocidade e na base dos lançamentos, tanto que não conseguiam envolver o adversário com tanta facilidade. Isso ficou claro quando, 4 minutos depois, Marcos Wenzel recebeu a bola e chutou forte no canto, na saída de Symon e marcou o gol da virada.

Contudo, a alegria durou pouco, uma vez que, depois da saída de bola e alguns passes, a bola chegou em Paolo, que limpou dois marcadores e da intermediária arriscou um belo chute e fez um lindo gol. Esse gol acabou com o ímpeto dos dourados, que agora teriam que remar tudo de novo para ficar na frente outra vez. Porém, ficou pior quando Jorjão, de cabeça no primeiro pau, fez mais um para a sua equipe. Ele contou com a ajuda de Gamito, que não segurou a bola e a colocou para dentro.

O jogo já se encaminhava para o fim e Bacaninha tentava o empate. Lê Saraiva recebeu e avançou com a bola pela esquerda. Sem ângulo ele tentou chutar no canto, mas acertou a trave. Em outra chance na base do lançamento, por pouco o goleiro do Báguas não foi enganado pelo quique da bola. Porém, ele mostrou agilidade e espalmou a redonda para a linha de fundo. Caio Cesar chutou forte e Symon outra vez foi obrigado a trabalhar. Na sequência, depois de um período de pressão, o time de laranja sacramentou a vitória com Concha, de cabeça, aproveitando cobrança de lateral. 4 x 2.

No último lance, o Bacaninha diminuiu e fechou o jogo em 4 x 3. Thiago Strobel recebeu livre pela esquerda e apenas teve o trabalho de empurrar para o gol.
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