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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

V CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Absolutos 3 (3) x (1) 3 Invictus

NOS PÊNALTIS, ABSOLUTOS VENCE INVICTUS


Bola parada e goleiro Demétrius facilitam para Absolutos, que, mais competente, avança às quartas e pega o Coringa

Por Rafael Ruiz

No duelo azul das oitavas de final da Bronze, o surpreendente Invictus, 4ª melhor campanha no Grupo A, jogou de laranja, mais especificamente com o uniforme do falecido Carrossel Cevadês. Quem vê o resultado pode dizer que deu azar, mas o time, que saiu perdendo por 2 x 0, aplicou a virada e só não levou no tempo normal por uma falha na barreira no último lance do tempo regulamentar, sem contar as diversas defesas de Demétrius (entre elas o pênalti que decidiu a disputa). Ao fim, falou mais alto o time que teve postura tática e impôs seu estilo de jogo – defender para contra-atacar.

O jogo começou com o Invictus dando a saída, porém foi o Absolutos que logo se mostrou mais ligado. Aos 2 minutos, Fuka roubou a bola do defensor e, sem marcação, acabou chutando em cima do goleiro João, que saiu bem do gol. Em rápida resposta da equipe laranja e branca, por pouco não saiu o zero do placar. Bento arriscou de longe e obrigou Demétrius a praticar boa defesa.

No entanto, era o Absolutos que dominava as ações do confronto. O time usava as bolas paradas como grande arma. Assim, aos 4 minutos, depois de uma cobrança de falta de Diogo que João Lucas espalmou para escanteio, o mesmo conferiu de cabeça para o gol e fez 1 x 0.

Com o gol, o Absolutos deu uma recuada, mas aparecia com perigo, principalmente com Fuka. O camisa 9, em mais uma roubada de bola, quase marcou. Seu arremate passou perto da trave direita. A partida era disputada, contudo sem muitas oportunidades. O Absolutos limitava-se a marcar e esperar a chance de contra-atacar. O Invictus tinha de tomar a iniciativa de criar as jogadas, mas a criatividade não vinha sendo o forte da equipe. A bola parada virava, portanto, boa arma. Após falta dura de Marcelo que lhe rendeu o amarelo, Paulão cobrou a falta pela esquerda com força, obrigando Demétrius a espalmar para escanteio. No minuto seguinte, por pouco o Invictus não empatou. Depois que Pizzotti se atrapalhou com a bola e perdeu para Rodrigo Vendramini, este chutou no canto. Mais uma vez Demétrius apareceu bem e salvou sua equipe.

Com o susto, o Absolutos se atirou ao ataque e se não fosse o gol incrível perdido por Fuka, embaixo do gol, na qual ele mandou por cima, após cobrança de lateral, o time poderia ir ao intervalo com maior vantagem.

Veio a segunda etapa e com 2 minutos de jogo o Absolutos chegou de novo na bola parada. Diogo bateu falta e levou perigo ao gol de Henrique, que entrou no intervalo. O camisa 12 espalmou para a linha de fundo. Tentando voltar para o jogo, o Invictus por pouco não fez. O time avançou a marcação e roubou a bola de C. Labate, fazendo-a chegar aos pés de Brunão, que chutou, mas para fora.

Contudo, a sorte também estava ao lado azul. Após falta cometida por Dennis, Rapha Kfouri rolou para Diogo na linha de fundo chutar. O arremate foi defendido por Henrique, que, em um lance de pura infelicidade, ao tentar tentar levantar rápido para repor a bola, acabou escorregando e deixando a bola escapar de suas mãos. Esperto, Diogo dividiu com o goleiro e conseguiu empurrar para o gol. 2 x 0.

Abatido em campo, o time do Invictus não demonstrava força para recuperar o placar. Porém, em uma falta boba na área de Diogo em Paulão, o que rendeu o cartão amarelo ao artilheiro da tarde, o mesmo cobrou forte no alto e diminuiu. O gol acordou o Invictus, que se via vivo no jogo. Assim, 3 minutos depois, saiu o empate, e de forma bisonha. A defesa, ao tentar afastar o ataque dos laranjas, chutou em cima do atacante e a bola veio contra o próprio gol. Demétrius, indeciso com a presença de Ragazzo na área, se atrapalhou no lance e deixou a bola entrar. O pivozão invicto ganhou o gol de presente da arbitragem.

Para piorar a situação do Absolutos, logo veio a virada. Após trabalho de Ragazzo, Dennis recebeu na entrada da área e tocou por baixo de Demétruis, que nada pode fazer. Empolgado, o Invictus recuou e tinha o contra-ataque a seu favor. O Absolutos passou a ter de ir pra cima de qualquer jeito. E mais uma vez a sorte sorriu aos azuis. Aos 21 minutos, uma falta boba no meio de campo foi o suficiente para sair o empate, mas não sem a colaboração enorme de Bento. O meia do Invictus abriu a barreira e a bola de Diogo passou por ali, matando Henrique e indo balançar gostoso a rede, decretando a igualdade que levaria o jogo para a prorrogação com gol de ouro.

No tempo extra de 10 minutos, os dois lados foram muito cautelosos, tanto que a chance mais clara de gol coube a Ragazzo. O camisa 9 girou sobre a marcação na entrada da área e fuzilou forte, baixo, no canto, mas Demétrius executou um milagre digno de defesa de pênalti. Ele voou no canto e conseguiu espalmar para escanteio, para incredulidade de jogadores e torcedores.

Nos pênaltis, voltou a brilhar a estrela do arqueiro absoluto, que pegou a primeira cobrança de Ragazzo e viu Diogo, David e Luiz Miranda converterem suas chances para garantir o time nas quartas de final, quando encara o Coringa.

V CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Condor’s 2 x 0 Opalas

CONDOR’S FAZ DOIS E ELIMINA OPALAS


Liderados por Kalzinho, condoreiros erram muito atrás mas vencem graças à eficiência no ataque e os gols perdidos do adversário

Por Gustavo Scaldaferri

O Condor’s entrou em quadra como grande favorito a avançar às quartas de final. Afinal, tinha sido 2º colocado no Grupo A e vinha embalado na competição. O aurinegro, por sua vez, quase não passou pro mata-mata e se classificou apenas na última rodada, com 10 pontos e em 7º lugar. E dessa vez não deu zebra. Com um futebol mais convincente e a falta de pontaria do elenco do Opalas, o Condor’s saiu vitorioso por 2 a 0.

Com 2 minutos de jogo, Froio aproveitou erro do Condor’s no meio e chutou com perigo pelo canto esquerdo. Na jogada seguinte, Neno tentou a batida forte do meio, mas Kadu fez boa defesa voando no canto esquerdo à meia altura.

O Opalas demonstrava muita raça, principalmente com Léo Chaves. Aos 6, cobrança de falta ensaiada do Condor’s pela esquerda, Renato tocou de lado para Neno bater forte e a pelota sair pelo lado direito. O duelo era muito truncado, marcação apertada dos dois lados. 2 minutos depois, Kalzinho recebeu na esquerda, na frente, e podia finalizar, mas preferiu tocar para Romário no meio da área, que colocou para dentro e abriu o placar.

Com 10, a zaga do Opalas afastou e Marin pegou o rebote no meio, cortou o adversário e tentou o chute, mas a bola saiu à esquerda do gol. Não tardou e Renato errou o passe no campo de defesa. Léo aproveitou, pegou a bola e tocou na área para Froio, que estava de frente para o goleiro mas acabou mandando por cima.

A zaga do Condor’s errava muitos passes, o que era pouco aproveitados pelo Opalas. Aos 14, Bastos lançou na área em cobrança de falta e Teves cabeceou na trave. O jogo continuava disputado, muito pegado, mas também muito bom de se assistir.

Aos 21, mais um erro da zaga do Condor’s na saída de bola, Parasmo pegou a sobra e chutou uma bomba que Fábio Genaro salvou com a ponta do pé. Ainda antes do apito final de primeiro tempo, Gugu lançou do campo de defesa para Diony, que desviou de cabeça a gol. A bola saiu por pouco.

O Opalas não conseguia acertar o último passe, enquanto o Condor’s falhava muito no toque de saída de bola. No começo da segunda etapa, Teves bateu falta com força em cima do goleiro, que espalmou. No rebote, Parasmo pegou mal e mandou para fora. Com 5 jogados, Bruninho reclamou demais e recebeu cartão azul. 2 minutos depois, em cobrança de falta, Diony rolou para Marin chutar forte mas por cima da meta de Kadu. O Condor’s queria resolver o jogo logo. Após escanteio batido, a bola sobrou para Kalzinho. De fora da área, ele mandou a redonda na trave.

A partir daí começou a ter muita discussão e pouco futebol. Nada demais acontecia. O jogo era muito truncado no meio, e um perde e ganha das duas equipes, mas poucos lances de ataque. Aos 17, linda jogada de Kalzinho pela esquerda. Ele cortou duas vezes o adversário e bateu firme para boa defesa de Kadu. No minuto seguinte, cobrança de falta ao Opalas. Rubão pegou forte na bola, e Fábio defendeu mas deu rebote, devidamente desperdiçado mais uma vez pelo 7º colocado do Grupo B.

E de tanto perder gols o Opalas sofreu o castigo. Aos 20 minutos, Peli recebeu na frente pela direita e tocou de calcanhar para Romário, que vinha de trás. O camisa 18 chutou e fez o segundo do Condor’s, tranquilizando o pessoal do banco de reservas.

O Opalas ainda teve a chance de diminuir antes do apito final do árbitro, mas Fábio saiu bem e evitou o tento de Léo Chaves. A vitória coloca o Condor’s nas quartas de final, quando encara o Só Quem Sabe. Já o Opalas é eliminado e só volta a jogar na Bronze no semestre que vem.

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Basicus 3 x 2 Roleta Russa

ROSAS MOSTRAM SUPERIORIDADE TÉCNICA E ELIMINAM RUSSOS


Clássico definido no segundo tempo, nos minutos finais, com gols de Kirk e Puff

Por Gustavo Scaldaferri

O Basicus tinha uma campanha melhor que o do Roleta no campeonato até então, por isso era o mais cotado para a vitória. Os rosados se reuniram em uma roda no seu campo de defesa em um momento de concentração total. Ouviam as instruções de seu treinador, cumprimentavam-se e fizeram seu grito de guerra, assim como os do Roleta, que também vibravam do outro lado. No fim, num jogo de placar apertado, deu mesmo Basicus nas quartas.

Logo aos 2 minutos, em cobrança de falta na esquerda, Puff rolou para Állex no meio, que bateu, mas Edu defendeu e a zaga afastou na sequência. Com 5, Caio encheu o pé da intermediária mas a bola saiu por cima da meta de Roland. Um minuto depois, Ceron virou bem na direita e finalizou no cantinho, mas o arqueiro que é a cara do Barcos conseguiu boa defesa.

O Basicus resolveu também mostrar que sabe atacar e fez boa jogada com Juninho. No lance, na entrada da área, houve falta, que ele mesmo bateu por baixo da barreira e fez 1 x 0. Quase saiu o segundo gol em seguida, em chute forte de Állex da intermediaria que Edu salvou.

Os rosas eram bem melhores em campo e não deixavam o Roleta reagir. Estes até tentavam, mas nada parecia surtir efeito. Assim, dá-lhe Basicus. Puff passou por um zagueiro e tentou o gol de bico, mas Edu caiu bem para defender.

Quando o Basicus recuou um pouco para segurar a vantagem na reta final do primeiro tempo, o Roleta conseguiu enfim um respiro. Caio subiu bem pela esquerda, abriu e tentou colocar no cantinho esquerdo, porém tirou demais do goleiro e ela saiu.

No começo da segunda etapa, Veneza carregou pela esquerda e tentou o chute cruzado. A pelota passou em frente ao gol e saiu. No minuto seguinte, o Roleta chegou com perigo em rebote que Matheusinho isolou sem dó nem piedade. Aos 6, Gui Fujii veio pela esquerda, puxou pro meio e bateu. A pelota foi rolando até encostar na trave e voltar para o goleiro. O Roleta era melhor e ensaiava uma forte pressão em busca do empate. Aos 7 minutos, cobrança de falta para os russos que Matheusinho bateu à esquerda para empatar o duelo. Dois minutos depois, Juninho bateu escanteio para Pirulito, que pegou de primeira e viu Alemão salvar em cima da linha.

Mostrando ter definitivamente melhor para o segundo tempo, o Roleta mandou uma bola na trave com Thales. Entretanto, a partir da metade da etapa final, o Basicus retomou o domínio do jogo e passou a ser mais perigoso. Aos 12 minutos, Puff cobrou escanteio e a pelota sobrou para Juninho, na entrada da área, bater forte. Edu pegou mais uma. Nova troca de passes entre Gui e Juninho acabou em finalização deste defendida pelo arqueiro Roleta, que já era o destaque da partida.

O Roleta voltou a assustar com Matheusinho, que recebeu sozinho na esquerda e bateu pra fora. Aos 17, Állex abriu para Kirk na esquerda, que finalizou firme e marcou o segundo tento rosado.

Com 2 x 1, o técnico Mario recuou seu time enquanto o técnico Baru pôs a turma no ataque. Nos minutos finais, mais dois gols saíram – um para cada lado. Aos 24, Matheusinho errou na saída de bola. Puff roubou e só teve o trabalho de colocar no fundo do gol e assegurar a vitória rosa. Mesmo assim, já derrotado, o Roleta foi à luta e diminuiu segundos antes do apito final, fechando a partida em 3 x 2.

Nas quartas, o Basicus enfrenta o Palestrinha, dos velhos amigos Hiro em acreditem, Mario (sim, o próprio técnico do time). Mario já avisou que vai ficar de fora – nem joga em um, nem dirige o outro. O Roleta é eliminado da competição e foca, agora, 2013.

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Palestrinha 7 x 2 TNT

PALESTRINHA PASSA FÁCIL PELO TNT


Lukinhas comanda ataque palestrino e, com 5 gols, aniquila qualquer esperança que o TNT tinha de avançar de fase

Por Rafael Ruiz

Pela posição em seus grupos – 2º contra 7º – o Palestrinha entrou em campo com o favoritismo todo a seu lado. E isso se comprovou nos 50 minutos, quando a equipe de Lukinhas, autor de 5 gols, aplicou bela goleada por 7 x 2.

Em rápida recuperação de bola após saída do TNT, o Palestrinha mandou a primeira em direção ao gol de Rafael Assef. Tentando responder rápido, a equipe de preto chegou pela primeira vez com Fiel, após Salas recuperar a bola. No entanto, o chute acabou saindo por cima. Aos 3 minutos, Lukinhas por pouco não fez. O camisa 7, não hora de chutar, acabou sendo cortado pelo goleiro e o defensor.

Depois disso, o jogo acabou ficando muito truncado, tanto que somente aos 8 minutos o Palestrinha outra vez criou uma oportunidade, mas acabou tocando demais e desperdiçando a jogada na hora do último passe. Mesmo assim, o time tricolor era melhor em campo. Contudo, quem saiu na frente foi o TNT com um bonito gol de Sugos. Do meio ele acertou o ângulo de Régis, que apenas viu a bola entrar.

No entanto, a vantagem durou um minuto, uma vez que Lukinhas recebeu a bola pelo meio e chutou cruzado no canto, empatando o jogo. A partida, então, ficou mais calma já que os times não conseguiam levar perigo aos goleiros. Somente aos 15 minutos o TNT quase marcou com Fiel, que chutou forte e obrigou Régis a fazer boa defesa.

O primeiro tempo estava terminando quando Lukinhas resolveu levar a vantagem para o intervalo. Dessa vez o camisa 7 recebeu pela direita e chutou, mas ele contou com a colaboração de Rafael Assef para virar o jogo. Apollo quase fez o terceiro antes do apito final parcial. Mas se o goleiro pegou seu chute, o de Peru não teve jeito. Hiro afastou jogada do TNT e sem querer armou o contra ataque, que terminou com o gol de Peru. 3 x 1.

Fabiano Zacco, ao fazer boa jogada e tentar driblar o goleiro, acabou se atrapalhando e demorando para finalizar, assim perdendo a grande chance de descontar a favor do time explosivo no fim. Veio a segunda etapa e começou como foi a maior parte do jogo, equilibrado, mas sem muitas oportunidades. Tanto que somente aos 3 minutos o Palestrinha fez mais com Guga, após vacilo de Fiel e a bola ter chegado em Peru, que só rolou para o camisa 9 empurrar para o gol.

Vitória garantida, o time do Palestrinha passou a administrar o resultado com facilidade, já que o TNT não demonstrava nenhum poder de reação. Isso ficou muito claro, afinal outra chance de gol só aconteceu aos 14 minutos e por parte da equipe tricolor. Peru recebeu livre, mas acabou chutando em cima do goleiro.

Quando a partida se encaminhava para o fim, ainda teve tempo para Lukinhas perder um gol incrível e depois se consagrar com mais 3 gols. O Palestrinha avançou pela esquerda e a bola foi cruzada para o camisa 7, que ao tentar chutar acabou furando. Depois, Lukinhas completou cruzamento de Peru. 5 x 1. O sexto saiu com assistência de Guga.

O TNT marcou o segundo gol em cobrança de pênalti que marcou o fim do jogo. O Palestrinha se prepara para enfrentar o Basicus, que eliminou o Roleta Russa, na disputa que coloca frente a frente Hiro diante de seu ex-time.

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Báguas 7 x 1 Irado’s

BÁGUAS CONFIRMA FAVORITISMO E DESPACHA IRADO’S


Com amplo domínio em campo e muita tranquilidade, equipe de Carlão constrói goleada e segue firme rumo ao título

Por Rafael Ruiz

A equipe revelação do torneio, o Báguas, mais uma vez demonstrou por que subiram para a Prata na fase de grupos e é tido como um dos favoritos ao caneco. Com um futebol rápido e de toque de bola, o time de Jorjão – ausente por contusão – e Carlão passou fácil pelo Irado`s. Porém, como o jogo estava tão fácil, demoraram para conseguir deslanchar na partida, que terminou em 7 a 1.

O jogo começou com o time do Irado`s dando a saída. No entanto, logo que começou ficou claro qual seria a tônica do confronto, uma vez que, nos 10 primeiros minutos, foi uma pressão gigante da equipe laranja. A primeira chegada foi aos 3 minutos, com Concha recebendo bela enfiada de bola de Paolo, mas Alan, atento, cortou o lance e afastou o perigo. Em outra chegada do Báguas, dessa vez com a participação do goleiro Symon, que arriscou do meio, Alan demonstrou segurança e pegou mais uma.

A partida era muito bem controlada pelo Báguas, tanto que o Irado`s não conseguia criar jogadas de perigo, uma vez que Symon mais trabalhou armando o início das jogadas do que defendendo. E em mais uma dessas jogadas que começou com ele, a bola chegou em Leo, que, ao tentar driblar, sofreu falta de Muriloko, o que lhe rendeu o amarelo. Na cobrança, do lado esquerdo, Paolo cobrou forte e Alan defendeu bem.

Passado esse momento de pressão, o Irado`s criou a sua primeira oportunidade. Hubert fez boa jogada, mas na hora do chute acabou sendo prensado pela marcação. No entanto, depois de tanto criar e esbarrar em Alan, o Báguas conseguiu o seu gol. Concha recebeu a bola pela esquerda e avançou, mas Alan cortou e colocou para escanteio. Na cobrança, o mesmo cobrou para Paolo, que chutou de longe e acertou bonito chute no canto, sem chances para o goleiro.

Quando a primeira etapa se encaminhava para o seu fim, Carlão recebeu e rolou para Paolo chutar cruzado, mas acabou acertando a trave. O jogo era de apenas uma equipe, tanto que outra vez apareceram ao ataque, dessa vez com Genaro. O camisa 7 tentou chutar cruzado, mas a bola se perdeu pela linha de fundo.

A partida estava fácil para o Báguas, uma vez que Alan era o melhor em campo. O goleiro mais uma vez foi obrigado a trabalhar, dessa vez no chute de Concha, após Leo ter recuperado a bola.

Veio o segundo tempo e pareceu que as coisas não mudariam, tanto que com 1 minuto, o Báguas foi com tudo ao ataque e conseguiu um lateral. Após a cobrança, a bola chegou para Carlão, de cabeça, marcar 2 x 0. Por outro lado, o Irado`s, que não criava, apareceu ao ataque aos 3 minutos e por pouco não diminuiu. Faltou pontaria a Muriloko, que mandou por cima após a bola sobrar livre para ele. Depois dessa chegada, Vina teve nova chance ao, em cobrança de falta, buscar o ângulo de Symon, que fez bonita defesa colocando para escanteio.

O Irado`s depois de uma primeira etapa ruim, começava a se soltar mais. Muriloko apareceu outra vez com perigo e dessa vez fez o goleiro trabalhar. Assim, após tanto tentar, o Irado`s chegou ao gol. E foi através de uma falha de Paolo, que recuou errado para Symon. A bola caiu nos pés de Muriloko. Sem dificuldades, ele colocou para o fundo das redes.

Tentando acabar com a reação do time dos irmãos Jales, Concha recebeu na intermediária e arriscou. Golaço! Aí foi um caminhão de gols laranja. Jogada de Concha pela direita, que rolou para Carlão só empurrar e anotar 4 x 1. O Irado’s ainda teve a chance de manter vivas as esperanças em jogada de Hubert. Ele foi fazendo fila e, na garra, conseguiu encontrar Muriloko, porém o camisa 18 acabou chutando em cima do goleiro.

Como quem não faz toma, o Báguas mais uma vez mexeu no placar. Danilo recebeu pela direita livre de marcação e com muita categoria colocou no canto de Alan, que apenas olhou a bola entrar. E piorou quando Carlão aproveitou bonito lançamento de Symon e fez de cabeça o sexto. Danilo fechou a conta em 7 x 1 para confirmar o bom futebol da equipe.

Com o fim do jogo, o Báguas avança e encara, pelas quartas de finais, o Bacaninha, com boas perspectivas de chegarem ao titulo, devido ao bom futebol apresentado até agora. Já o Irado`s sai triste pela derrota, mas feliz por terem chegado a essa fase.

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Bacaninha 2 x 1 DPGamos

BACANINHA JOGA BEM, VENCE DP E VAI ÀS QUARTAS


Gamito fecha o gol e, com a ajuda de sua defesa, garante Bacaninha vivo no campeonato

Por Gustavo Scaldaferri

A grande pergunta para este confronto era como o DPGamos ia se comportar após perder a vaga na Prata na rodada final e sem alguns jogadores, suspensos em razão da confusão na partida diante d’Os Mostarda.

Mal começou o jogo e o Bacaninha disparou um bombardeio de bolas contra a meta de Márcio. Com 3 minutos, Thiago veio pela direita e chutou por cima. Dois minutos depois, Daniel Stelzer ganhou na direita e bateu cruzado pra fora. No minuto seguinte, Velardo cortou para a perna direita, na esquerda e finalizou de bico, a bola passou pela trave direita e saiu. Lê Leme colocou no meio da área e Thiago apareceu bem para faturar o primeiro tento da equipe de Marcelão.

Com 10 minutos, enfim o primeiro ataque do Dpgamos. Klóvis levantou na área, Zeca subiu, mas cabeceou pra fora. O DP tentava crescer no jogo, mas Bacaninha seguia dominando. O time dourado apostava mais nos chutes de longa distância, que não eram bem sucedidos. Aos 18, Richard Souza teve uma sequência de oportunidades para empatar, mas o pequenino Gamito fechou o gol.

Como o DP não fez, o Bacaninha revidou com bola na rede. Cobrança de escanteio para Thiago chutar de primeira, forte, e fazer o segundo dele e do Bacaninha. Ainda no primeiro tempo, o DP quase chegou lá. Klóvis colocou na área e Zeca cabeceou, mas Gamito se esticou para fazer a defesa. Na sequência, Richard pegou o rebote no canto direito e Gamito salvou de novo!

Para encerrar a etapa inicial, João Nobrega fez boa jogada no lado direito e bateu cruzado, mas Negão salvou em cima da linha o que seria o terceiro gol bacana. A segunda etapa começou muito ruim, com o Bacaninha visivelmente segurando o resultado e deixando o tempo passar. O DP, que tinha de correr atrás do prejuízo, não demonstrava vontade de fazer o gol. A partida ficou um tanto parada e sem lances de perigo. Mas logo apareceu Richard, que recebeu dentro da área e tentou uma bicicleta, mas a zaga salvou em cima da linha e vibrou muito.

O DPGamos começava a apertar mais. Zeca pegou na área sozinho e finalizou, mas Gamito fez milagre. No rebote, Carlitos isolou. Aos 14, Thiago colocou a pelota perfeitamente na área para João Nobrega, que chutou fraco em cima de Márcio. Do outro lado, Richard se esforçava, mas era muito bem marcado. Aos 19, Lê Leme veio pela esquerda e bateu de bico. Márcio defendeu bem. No último lance do jogo, em escanteio, Zeca, de cabeça, ainda conseguiu diminuir, mas já era trade demais e logo depois do gol o árbitro finalizou o jogo.

O Bacaninha passa de fase e encara o favorito Báguas no tira teima que ficou em aberto na primeira fase, quando as equipes empataram em 7 x 7.

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Só Quem Sabe 3 x 2 Corleone

SÓ QUEM SABE PASSA SUFOCO PARA DERROTAR CORLEONE


Famiglia lutou até o minuto final, mas setor defensivo do SQS, comandado por Tessarin, foi quase impecável nos 50 minutos

Por Gustavo Scaldaferri

O Corleone tinha uma famiglia unida e vinha com vontade de vencer. Mesmo fazendo uma campanha pior que a do seu adversário, os jogadores mostravam-se confiantes. O Só Quem Sabe, com seu espírito guerreiro e muita vibração, também acreditava na vitória e já antes do jogo motivavam uns aos outros para começar com tudo. Foi um ótimo jogo, que acabou com a vitória muito comemorada do SQS por 3 a 2.

Logo no início o Só Quem Sabe mostrou que estava ligado. Pedrinho cobrou escanteio na cabeça de Jacobi, que abriu o placar. O SQS tinha até direito a fogos para ajudar na motivação.

A partida já era pegada nos primeiros minutos. Aos 4, cruzamento de Gui Fenômeno e Eduardo Garcia cabeceou por cima da meta de Arthur. Com 7, Jacobi tentou a batida forte do meio e ela passou com perigo pelo canto esquerdo. Dois minutos depois, Marcelo Balas se antecipou, ganhou na direita e chutou com força, mas Arthur fez a defesa.

Mesmo equilibrado e lá e cá, foi o Só Quem Sabe que chegou ao gol novamente. Alemão virou o jogo para a direita e Minhoca pegou de primeira forte. 2 x 0 e muita, mas muita vibração da equipe que parece ser fã dos Los Hermanos tamanho o número de jogadores barbudos.

Parecia que ia ser fácil. Alemão apareceu bem tabelando com Jacobi. Ele recebeu na frente e soltou uma bomba pra cima de Marcelo Russo. A zaga do Só Quem Sabe, liderada por Tessarin, trabalhava com muita eficiência, segurando o ataque rival, especialmente Lelê. Entretanto, com 16 minutos teve início a reação da Famiglia. Lelê ganhou na frente e bateu rasteiro no canto esquerdo para diminuir.

O gol empolgou o Corleone, que equilibrou o confronto que, até então, era dominado pelo time preto e dourado. Aos 21, Mario Benardino cobrou lateral na direita para o outro lado e Felipe Garone apareceu sozinho na área para empatar.

Os jogadores do SQS não acreditavam no que viam. Tinham o jogo na mão e de repente estava com o placar igualado. Para fechar o primeiro tempo, em cobrança de escanteio Serjão teve a chance no cabeceio, mas a bola foi para fora.

No começo da segunda final, o Corleone voltou ainda ligado. Eduardo Garcia recebeu na frente, girou e acertou um chute muito forte, que foi lindamente defendido por Arthur. O troco veio aos 4 minutos, com Pedrinho, que pela direita girou e chutou. A pelota passou em frente ao gol e saiu. No lá e cá tradicional, foi a vez de Felipe Garone quase aplicar o vira. Sozinho na área, ele recebeu, mas colocou pra fora.

Na sequência, o gol que seria o da vitória. Escanteio batido e Minhoca apareceu para pegar de primeira belo chute que foi balançar as redes do Corleone antes de mudar o placar para 3 x 2.

Na frente, o Só Quem Sabe segurava a bola e recuava para poder manter o resultado. A intenção era aproveitar os contra-ataques na velocidade de Jacobi e Pedrinho. Justamente o primeiro disparou pela esquerda e bateu cruzado, mas a bola saiu levando certo perigo.

A pressão era toda do Corleone, mas a defesa do SQS era impecável. Tessarin era um monstro nos desarmes, gritos, vibração e marcação a Lelê, o homem mais perigoso do time que vinha numa tarde apagada. O Corleone tinha a bola, mas não tinha chegada com real oportunidade de gol. Assim, era o time dos barbudos que criavam as melhores chances. Aos 17, Pedrinho dominou na esquerda perto da linha de fundo e chutou em cima de Marcelo Russo.

O Corleone decidiu trocar o goleiro e tentar a tática do goleiro linha. Mesmo assim, foi mal utilizada porque Lelê pouco tocava a bola com os demais defensores. Com tanto choque e braços, teve início uma confusão envolvendo Cainho após falta cometida no ataque. O camisa 10 mafioso se desentendeu com algum jogador, mas foi Mezadri quem tomou as dores e deixou o banco para discutir mais rispidamente. A arbitragem esperou baixar a poeira e mandou os dois pra fora com o vermelho. Pior ao Corleone, que ficou com um a menos até o encerramento do jogo.

Ao soar o apito, os jogadores do Só Quem Sabe comemoraram demais a classificação, com saltos e muita gritaria. Agora o obstáculo nas quartas é o Condor’s, numa reedição de mata mata do semestre passado.

V CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL

Coringa 4 x 1 Xoras

CORINGA MOSTRA FORÇA E BATE XORAS


Farias e cia. passam sem dificuldades pelo time de Ric. Adversário nas quartas é o Absolutos, de quem o time de Cidrão perdeu na 1ª fase

Por Rafael Ruiz

Na última partida das oitavas de final, o Coringa, já recém promovido à Série Prata, despachou o 8º colocado do Grupo A com propriedade. Com bom toque de bola e jogadas individuais, a goleada sobre o Xoras foi sendo construída sem grande esforço.

O Xoras deu os primeiros toques na bola, mas não demorou para o time azul começar a impor o seu ritmo e maior técnica em quadra. Contudo, no início, ambos os lados se estudavam mais do que atacavam. A primeira grande chance coube a Daniel Capel, de cabeça, tentar marcar, aproveitando cobrança de lateral. No minuto seguinte, resposta do Xoras em cobrança de falta que Ric obrigou Leo Cidrão a fazer boa defesa.

Quando o jogo começava a ficar equilibrado, o Coringa aproveitando a velocidade de Renatinho pela esquerda e tirou o zero do marcador. O camisa 20 avançou pela esquerda e chutou cruzado. Sergio Filho espalmou e Rafinha, atento no rebote, fez. No minuto seguinte, o time azul ampliou. Daniel Capel dominou no meio e arriscou rasteiro no canto. 2 x 0.

O gol abateu o Xoras, tanto que no lance seguinte por pouco Rafinha não deixou mais. Farias recuperou a bola, depois de pressionar na saída de bola, e encontrou Rafinha livre de frente para o gol, mas este pegou errado de primeira e perdeu um gol incrível.

A equipe do Xoras que não criava e apenas via os azuis tocarem a bola. No entanto, quando a equipe se recuperava e melhorava em campo, eis que Renatinho avançando pela esquerda e, não saída do goleiro, fez o terceiro para o seu time.

Antes de terminar a primeira parte e tentando colocar sua equipe novamente na partida, Ric tentou duas vezes. Na primeira seu chute parou na defesa e se perdeu pela linha de fundo, mas na sequência o camisa 12 contou com a sorte de seu arremate desviar na marcação e enganar Leo Cidrão para diminuir o prejuízo.

Veio o segundo tempo e pareceu que o gol no fim deu novo ânimo ao Xoras, tanto que com 2 minutos mais uma vez Ric apareceu bem ao ataque, mas dessa vez o seu chute saiu desviado e se perdeu pela linha de fundo. O jogo já estava com 7 minutos jogados e a equipe do Coringa diminuiu o ritmo e passou apenas a contra golpear, porem ainda sem muito sucesso. Rafinha, na tentativa de encobrir Sergio Filho, viu o arqueiro pegar com a mão fora da área. O goleiro recebeu amarelo. Na cobrança, Pi chutou colocado no chão, porém acertou a trave. O rebote sobrou para Daniel Capel, que chutou e o goleiro improvisado Paulo defendeu.

No lance seguinte, aos 10 minutos ainda se aproveitando de o goleiro titular estar fora, Rafinha mais uma vez marcou. Dessa vez ele recebeu a bola e na saída do goleiro colocou no canto, selando de vez a passagem para as quartas de final.

O Xoras ainda tentou duas vezes, com André Lizzardo. Na primeira, a defesa conseguiu cortar e afastar o perigo. Já aos 17 minutos, ele recebeu e chutou, mas Cidrão, bem posicionado, espalmou para o lado. A bola sobrou livre para Matheo, que sem muito ângulo, chutou. A bola ainda bateu na trave, passou na frente do gol e sobrou para a defesa afastar.

O Coringa vence e segue agora para enfrentar o Absolutos, buscando a revanche do jogo da fase de grupos, quando saiu derrotado para o Robin Hood do Chuteira.

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