INVICTUS FAZ TRÊS GOLS E SE FECHA PARA GARANTIR TRIUNFO E CLASSIFCAÇÃO
Xoras chegou a colocar goleiro-linha para correr atrás do resultado, mas não conseguiu infiltrar-se na defesa oponente do time azul
Por Heron Ledon
Os times entraram em campo empatados com 10 pontos na tabela, e o vencedor asseguraria vaga na próxima fase da competição. Assim, o primeiro tempo manteve-se equilibrado, sem gols, mas com melhores oportunidades para o lado azul. Já no segundo, o matador Ragazzo, as duas assistências de Bento para Paulão e a falha de marcação adversária foram decisivas para o Invictus disparar no placar. Ao encontrar o adversário compactado na defesa, o Xoras tentou de tudo, porém, não pôde evitar a derrota.
A primeira boa oportunidade de gol veio do lado do Xoras, com Dutra. O atleta carregou a bola pelo meio, tocou para Mirim, que fez o pivô e devolveu para o camisa 10 bater cruzado, rasteiro, para fora. A resposta oponente veio com uma cabeçada de Ragazzo por cima do travessão, após cobrança de lateral de Bento.
A dupla ainda fez mais uma perigosa jogada, desperdiçada pelo camisa 23. Ele tabelou com Ragazzo e recebeu a gorducha dentro da área, mas tocou pelo lado esquerdo do goleiro, em sua saída no lance. Paulão, por pouco, não fez em grande estilo, quando tentou de cobertura na meta de Tata, só que a bola subiu demais.
O Invictus estava determinado, não cessava os ataques – que normalmente passavam ou terminavam nos pés de Ragazzo. E ele fez mais um bom lance, ao limpar do zagueiro e bater forte por cima do gol. No mesmo minuto, aos 8, Mirim cobrou escanteio e Pato respondeu com uma cabeçada, defendida por Henrique com a perna. O arqueiro já ligou o contragolpe, e Moacyr, livre na área, recebeu um cruzamento, mas testou para fora. Que jogo!
Na segunda metade do primeiro tempo, foi o Xoras quem teve as principais chances, com Mirim, Dutra, Matheo e as subidas de Ric. O capitão, então, arriscou um belo e certeiro chute de seu campo defensivo, porém, viu Henrique buscar no canto direito. Depois, Pato fez boa jogada na entrada da área e deixou Mirim livre para marcar. No entanto, o atacante se desequilibrou e bateu fraco para o gol.
O confronto seguia muito movimentado e equilibrado. Novamente Moacyr teve oportunidade de chegar às redes, quando bateu espirrado da intermediária. Paulão desviou a pelota, e Tata pulou bonito no canto direito para salvar. Nos minutos finais, Dutra foi para cima do marcador pela direita e mandou um chute que passou muito perto da trave direita de Henrique.
Já que a partida estava boa, apesar do zero a zero, faltava às equipes o aproveitamento das oportunidades que tinham para abrir o placar e deixar o confronto mais emocionante. E Ragazzo tratou de fazê-lo aos 3 minutos da etapa final. Rodrigo Vendramini avançou com a bola, brigou com os marcadores na entrada da área, e a gorducha sobrou para o camisa 18, que virou e bateu cruzado sem chances para o arqueiro.
O Xoras esboçou uma reação no bom lance de Mingo pela direita. Ele recebeu e chutou no canto oposto de Henrique, mas a bola foi com perigo para fora. O adversário não deixou barato e tentou ampliar o marcador. Moacyr roubou a pelota no canto de ataque, tocou para Paulão, que rolou para Bento, dentro da área, mandar para fora.
E esse dueto Bento-Paulão incendiou de vez o embate com dois tentos em dois minutos. O camisa 23 cobrou escanteio para seu companheiro subir bonito de cabeça. A bola tocou no travessão, bateu no goleiro e entrou para as redes. Em seguida, aos 10, o garçom Bento chutou da linha de fundo para a defesa de Tata. A gorda voltou para o atacante quase na linha lateral, que não deixou ela sair e a serviu novamente para Paulão completar para o gol. Desatenção do arqueiro e da zaga.
Com o placar de 3 x 0, o Xoras pediu tempo e voltou com Dutra como goleiro-linha para avançar de vez sobre o Invictus. No entanto, a equipe já não conseguia mais atacar como na etapa inicial. Subia e subia, mas encontrava a defesa oponente totalmente fechada, o que dificultava a infiltração próxima ao gol. Restavam-lhes, então, apenas os arremates de fora da área, que não resultavam em nada.
Assim, a partida seguiu até os 18, quando o time tricolor sofreu falta perto da meta de Henrique. Mingo foi para a cobrança e mandou a gorducha no ângulo esquerdo do goleiro, marcando um belíssimo gol. Com o desconto, o Invictus paralisou o jogo para esfriar os ânimos do Xoras e continuou com a mesma tática imposta após abrir o placar.
Por fim, Ragazzo fechou a conta a três minutos do fim. Edgard cobrou uma linda falta do campo defensivo. A bola viajou pelo ar, passando por todos, até encontrar o atacante dentro da área, que desviou de cabeça para o fundo das redes. Ainda houve tempo para Dutra fazer uma boa defesa no arremate de Paulão pela esquerda.
Ao sair de campo, Tata cumprimentou o árbitro e reconheceu a atuação de sua equipe. “Muito bom, juizão. Meu time que está ruim pra car****”. Já Edgard comentou, em total descontração, a presença de Barath como técnico. “Com o Barath é melhor. A arbitragem não vê o Lucas, e o time fica mais leve”, bradou o capitão.
Com a derrota e a nova configuração pós saída do Pé de Pano, o Xoras desce a 7 pontos, permanece do G-8 e precisa de uma vitória simples para praticamente se garantir na próxima fase. Nesta sexta de Finados, ele tem parada difícil pela frente – o Corleone, que briga pelas primeiras colocações. O Invictus, ao chegar aos 13 pontos, já está no mata-mata. O time descansa na rodada de sexta-feira já que seu adversário seria o Pé de Pano.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Palestrinha da Catarina 3 x 0 Opalas
PALESTRINHA CONFIRMA FAVORITISMO E VENCE OPALAS
Mesmo com bela partida de Froio, goleiro do Opalas, Palestrinha mostrou superioridade e conquistou a vitória
Por Renato Malaguti
Todos esperavam por uma vitória fácil do Palestrinha em cima do Opalas. Porém, aqueles que contavam com um passeio foram surpreendidos. De fato, o time de Palestra jogou melhor, mas sofreu muito para marcar três gols, principalmente devido à tarde inspirada de Froio, que saiu da linha para defender as cores amarela do Opalas. Agora, o time de Hiro foi a 22 pontos e permanece na cola do DPGamos, líder do Grupo B com 23 pontos ganhos.
No começo do jogo o Palestrinha tocou muito a bola, principalmente rodando no campo defensivo, já que o Opalas fazia boa marcação por pressão. No primeiro lance de perigo, com chute de longe, Rubão, do Opalas, obrigou Regis a fazer boa defesa, espalmando a bola para escanteio. Poucos minutos depois, em lance de contra-ataque, Amaral pegou mal na bola e desperdiçou boa oportunidade.
Aos dez minutos o Palestrinha quase abriu o placar. Com boa ajeitada de Guga, Lukinhas bateu bem, mas melhor ainda foi a defesa de Froio. No rebote, Guga acertou a trave. Do outro lado, interceptando passe no campo ofensivo, Leo ficou cara a cara com Regis, mas acabou batendo em cima do arqueiro, que encaixou sem muitas dificuldades. Passando pelos 10 minutos de bola rolando, Hiro deu bom passe para Guga, que chegou a driblar o goleiro, mas na hora da conclusão, sem ângulo, bateu na rede pelo lado de fora.
Mesmo com tantas jogadas criadas, somente aos 14 minutos o placar foi aberto – e a favor da equipe que mais criou até então. Lukinhas cruzou para Guga, que, livre, só precisou empurrar para fazer o primeiro do Palestrinha. Mesmo após o gol sofrido, o Opalas não desanimou e foi para cima. Em jogada de escanteio, Rubão tirou do goleiro com boa cabeçada, mas, em cima da linha, Siri salvou. Rubão fez falta clara em cima de Lukinhas e tomou cartão amarelo. Na cobrança, Lukinhas rolou para Hiro, que bateu bem, mas Froio espalmou. No rebote, Douglas chutou forte, mas mais uma vez o monstro Froio salvou o Opalas.
Na volta do tempo técnico para hidratação, a todo vapor, em lance de contra-ataque, Lucas tocou para Alê, que chutou cruzado e rasteiro, mas Froio fez boa defesa com pé. Esboçando reação após tomar bastante pressão, o Opalas levou perigo com chute na trave de Parasmo. Do outro lado, Douglas arriscou de longe e acertou o lado do gol. No finalzinho da primeira etapa, Alê perdeu a chance de ampliar – em lance de contra-ataque, acertando a trave. No primeiro tempo o Palestrinha jogou bem melhor, mas o Opalas não estava morto. Sem sombra de dúvidas o goleiro do Opalas – Froio – foi o destaque parcial da partida.
Na volta para o segundo turno, os primeiros cinco minutos foram calmos.
Entretanto, dessa vez a equipe que atacou com perigo pela primeira vez foi o Palestrinha, com bonito chute de primeira de Lucas. Porém, mais bonita ainda foi a defesa de Froio. Do outro lado, três minutos depois, mostrando que a escola de goleiros do Chuteira de Ouro está cada vez melhor, Regis fez boa defesa em cobrança de falta de potente chute de Paulinho.
Intensificando o ataque, o Palestrinha obrigou Froio a trabalhar ainda mais. Em bola roubada no campo ofensivo, Lukinhas ficou cara a cara com ele, mas, mais uma vez, o goleiro levou vantagem. Dessa vez a bola bateu na trave antes de sair. Em seguida, Lukinhas novamente foi travado pelo arqueiro em bom chute cruzado. Consagrando-se na tarde de sábado, Froio fez mais uma boa defesa, só que dessa vez em chute de longe de Hiro.
Aos 13 minutos, Siri aproveitou cruzamento de Guga batendo de letra, mas no puro reflexo Froio defendeu. Dois minutos depois, após tomar tanta pressão, o Opalas pediu tempo técnico. Na volta, o jogo ficou mais tranquilo, principalmente nos cinco minutos pós-tempo técnico. Faltando cinco para o apito final, Guga surpreendeu Froio chutando no mesmo canto que o goleiro estava posicionado, pegando no contrapé. No finalzinho ainda deu tempo do Palestrinha fazer o terceiro. Sozinho, Guga bateu de calcanhar, fechando o placar em 3 x 0.
Antes de acabar a etapa final, o Palestrinha ainda pediu tempo técnico e, na volta, quase fez mais um. Só que para fechar sua atuação com chave de ouro, Froio fez mais uma boa defesa em chute no canto de Alê. Com a vitória, o Palestrinha ainda sonha com a vaga direta à Prata e encara, na próxima sexta-feira, o Irado’s. Já o Opalas segue em oitavo, na zona de classificação ao mata-mata, e enfrenta o Os Mostarda, décimo colocado.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Derrubada 4 x 3 Cachorro Velho
DERRUBADA AFUNDA CACHORRO VELHO À ZONA DE REBAIXAMENTO
Com boa atuação coletiva, time de Pedro Mé alcança mais uma vitória e já sonha com a vaga no mata-mata
Por Rafael Ruiz
“É jogo de 6 pontos, é tudo ou nada para a gente”. Estas foram as palavras de Chuck, capitão do Cachorro Velho, time que não sabe o que é vencer desde as primeiras rodadas. Porém, mais uma vez, a equipe acabou sucumbindo. Dessa vez o revés foi diante do Derrubada, que faz sua melhor campanha desde que ingressou no Chuteira de Ouro.
A partida começou com o Cachorro levando perigo. Logo aos 27 segundos, Anjinho recebeu e foi logo chutando de bico. O goleiro Luis Fernando rebateu, porém, sem consequências. Depois, foi a vez de Deko ameaçar o gol de PH. O camisa 26 recebeu pela direita e, sem pensar muito, foi logo girando sobre Jeff e chutando cruzado. Porém, foi para fora, mas com perigo. Na sequência, o Cachorro tentou atacar, mas perdeu a bola, armando rápido contra-ataque. O camisa 4, Vitucho, recebeu pela esquerda e tentou toque a Deko na área, porém, o passe acabou sendo cortado por Anjinho, que afastou o perigo.
O jogo estava equilibrado. O CV levou perigo com Jeff. O camisa 21 avançou da defesa e, quando se aproximou da área, tentou, mas seu arremate cruzado foi pela linha de fundo. Novamente o time vermelho chegou com muito perigo, e mais uma vez com a participação de Vitucho e Deko. Dessa vez eles tiveram a colaboração de Larsson. O camisa 8 recuperou a bola e avançou com ela até encontrar Vitucho, que devolveu. Larsson cruzou para Deko, que tentou de voleio, contudo, sem sucesso. A bola subiu e saiu.
Aos 12 minutos, depois de tanto insistir, o Derrubada encontrou seu gol, dessa vez com a colaboração de PH. O goleiro saiu errado e a bola foi recuperada por Deko. O camisa 26 rolou para Vicius, pela esquerda e sem ângulo, tentar o chute cruzado. Ele contou com o azar de Jeff, uma vez que a bola bateu nele e entrou, para inaugurar o marcador.
3 minutos depois, o time de vermelho levou perigo com Cesar. O camisa 6 recebeu e foi logo chutando, porém, para fora. Enquanto isso, o Cachorro Velho não conseguia sair e chegar com perigo à meta adversária. Tanto que, até aquele momento, Luis Fernando não havia feito grandes defesas.
A cachorrada quis mostrar o contrário e tratou de tentar o empate. Thiaguinho recebeu no meio, fez o pivô e girou sobre a marcação para chutar, mas a bola saiu por cima. Depois dessa chegada de Thiaguinho, o camisa 9 apareceu outra vez – e dessa vez ele guardou. Recebendo de costas para a marcação na entrada na área, foi logo girando e chutando forte no canto, sem chances para Luis Fernando. Em rápida resposta do time vermelho, em cobrança de lateral de Larsson, a bola passou por todo mundo, inclusive por PH, e sobrou para Cesar pegar de primeira e colocar para o fundo do gol antes do apito de fim do primeiro tempo. 2 x 1.
O segundo tempo veio e, assim como no início do jogo, o time azul chegou primeiro com perigo. O CV tentou ir logo ao ataque para diminuir, porém, a defesa conseguiu cortar para escanteio. Na sequência, Chuck cobrou escanteio na cabeça de Giggio, mas a defesa mais uma vez cortou. Em outro lance, Giggio dominou e chutou, contudo, para fora.
No entanto, quem não faz, toma. O Derrubada, que não havia chegado com perigo na etapa final até aquele momento, em rápida resposta conseguiu ampliar o resultado. O goleiro Luis Fernando lançou buscando Deko. Para sua sorte, Anjinho acabou furando e a bola chegou no camisa 26, que, com muita calma, colocou para o gol. 3 x 1.
Tentando não demonstrar abatimento, o time azul foi atrás do resultado. O capitão Chuck lançou Giggio, que dominou e rolou para Thiaguinho chutar, porém, o goleiro saiu muito bem e colocou a bola para a lateral, evitando o segundo gol do camisa 9. Na sequência, o mesmo Thiaguinho cobrou na cabeça de Giggio, e assim ele fez o segundo gol para os caninos.
O Derrubada, que mantinha total controle do jogo, não permitia que o Cachorro encostasse no placar. Tanto que, no minuto seguinte, fez o quarto gol. E mais uma vez com Deko. Depois de rápida saída de seu campo de defesa, a bola chegou no camisa 26. Sem dificuldade, ele anotou seu terceiro gol na partida. 4 x 2.
O CV tentou diminuir. O camisa 18, Tupi, teve duas chances. Primeiro, acabou acertando a trave; depois, recebeu a bola e tentou chutar forte, mas foi para fora. Em seguida, Larsson quase marcou um bonito gol: ele avançou com a bola e passou por três adversários, mas, na hora de chutar, foi atrapalhado pela boa saída de PH.
A maré não estava boa ao Cachorro. A bola foi cruzada para Tupi, que, de cabeça, encontrou Pedrinho, sozinho, que perdeu grande chance. No último minuto, ambas as equipes criaram as suas chances, mas o CV foi melhor. Na primeira tentativa, Deko chutou em cima de PH. Em rápida resposta, o time de azul fez. A bola chegou até Giggio pela esquerda. O camisa 7 encontrou Pody livre na área, ele só teve o trabalho de empurrar para o gol. Fim de jogo, e triunfo vermelho.
O Derrubada, com 9 pontos está a uma vitória do mata-mata. Tenta isso diante do Só Quem Sabe no feriado. Em compensação, o Cachorro Velho segue descendo a ladeira após bom começo de campeonato. Com apenas 6 pontos, entrou na zona de rebaixamento e busca sair dela contra o Absolutos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
TNT 12 x 1 Camelo
TNT MASSACRA CAMELO E VOLTA A VENCER NA BRONZE
TNT goleou sem piedade o Camelo, que jogou desde o início com um jogador a menos
Por Luis F. Saninana
O Camelo sabia que seria difícil o jogo contra o TNT, ainda mais por ter um jogador a menos – e o forte calor que fazia foram fatores que contribuíram para a goleada. Assim, o time de Hulk se reabilitou no certame, agradecendo a ‘forcinha’ adversária.
Logo de cara o time azul e preto foi fazendo 2 gols com Leo. Salas tentou o seu chutando de fora da área, mas para fora. Quem não perdeu a chance foi Puff, após passe de Carlos Kramer. 3 x 0.
Pisano jogava sozinho no ataque. Em uma das poucas vezes que o Camelo teve a bola no pé, o camisa 7 recebeu na direita e chutou para a defesa do goleiro. O TNT não deixava o Camelo respirar. Sempre tocando a bola e criando espaços, era nítida que a falta de um jogador prejudicava o time da pizzaria. Lê bateu cruzado e Salas, totalmente livre, fez 4 x 0. Lê não perdeu a oportunidade seguinte e fez o quinto.
O TNT não parecia contente com os cinco gols de vantagem e pressionava a saída de bola. Em uma saída errada do Camelo, Rafael Prado fez o sexto. Enquanto isso, o solitário camisa 7, Pisano, tentava nos chutes cruzados, mas para fora. Antes do intervalo, o TNT conseguiu marcar mais dois gols. Rafael Prado, mais uma vez, agora tabelando, fez 7 x 0. Nick Palmeiras fez o oitavo, chutando da entrada da área.
O segundo tempo começou, mas o jogo continuava o mesmo. Praticamente só um time jogava. No começo da segunda etapa Henrique ainda conseguiu evitar que o TNT ampliasse o placar. Passareli, Puff e Leo tentaram em chutes de fora da área, mas todos foram defendidos pelo goleiro do Camelo. O TNT, então, resolveu cadenciar o jogo e deixou o goleiro Chicão trabalhar um pouco também. Pisano recebeu livre na direita, mas parou no arqueiro. Cris Dantas cobrou falta pela intermediária e também deu trabalho ao goleiro, que desviou por cima do gol.
Depois disso, cada ataque era um gol. Fiel chutou forte da direita para fazer 9 x 0. A vontade de fazer mais gols do time azul e preto era tanta que o Camelo conseguiu, em um contra-ataque, diminuir com Cainho. Mas não deu nem tempo do Camelo comemorar seu único gol na partida. Nick Palmeiras, logo após, fez 10 x 1. E não deu nem tempo do TNT comemorar seu próprio gol, pois logo em seguida Fiel foi às redes, novamente para fazer o décimo primeiro gol. O jogo se encaminhava para o final, quando Puff fez o que quis na área e fechou a conta em 12 x 1.
A goleada sofrida – e a desistência do Pé de Pano – deixou o Camelo na lanterna do Grupo A, e com a pior defesa da competição. Na próxima rodada, o time da pizzaria enfrenta o Condor’s, que briga pela liderança do grupo. Já o TNT pega o Arena, que nas últimas rodadas vem dando trabalho a seus adversários.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Absolutos 4 x 1 Roleta Russa
ABSOLUTOS SE RECUPERA, DERROTA ROLETA E ALCANÇA A FASE FINAL
Com boa atuação de Rafinha Haddad e contando com a sorte, Absolutos voltou a vencer e está no mata-mata
Por Rafael Ruiz
O Absolutos se recuperou na Série Bronze e derrotou o Roleta Russa, em confronto direto na luta por uma vaga no mata-mata. Contando com uma excelente atuação de Rafinha Haddad, e abusando da sorte, o time de Rafa Alencar goleou e chegou à 5ª colocação no Grupo B, com 14 pontos ganhos. A duas rodadas do término da primeira fase, a equipe está matematicamente classificada à fase final. Já o Roleta Russa precisará de mais uma vitória, em dois jogos, para não depender de outros times.
O jogo começou e, logo aos 35 segundos, o Absolutos foi mostrando quem tomaria as rédeas do confronto, uma vez que Fuka chegou chutando e levando perigo ao gol do time vermelho. O goleiro Edu pegou bem. Depois, mais uma vez Fuka levou perigo. Ele recebeu pela direita e tentou chutar cruzado. Para sua felicidade, a bola entrou, sem chances para Edu. Era o Absolutos na frente.
Mesmo atrás no placar, o Roleta Russa acabou quase marcando. A bola, no chute de Caio, acabou batendo no travessão. O jogo estava disputado, mas o Absolutos se encontrava mais em quadra. Tanto que mais uma vez levou perigo ao gol de Edu, em tentativa de Marcelo. O camisa 7 recebeu e chutou forte, mas o goleiro segurou bem a bola. Na sequência, por muito pouco, Rafinha Hadadd não ampliou: o camisa 10 acabou chegando com perigo, contudo, o goleiro saiu bem e cortou o lance.
Aos 8 minutos, outra chegada do Roleta Russa, e mais uma vez acertaram a trave. Porém, dessa vez, através de uma cobrança de falta cometida por Fuka. Na cobrança, Ceron carimbou o poste. Depois de um começo instável e de domínio do time azul, a equipe vermelho começou a criar mais chances. Em outra chegada, Ceron por pouco não fez – se não fosse à intervenção de Demétrius. Tentando diminuir o prejuízo, o Roleta Russa passou a criar mais chances, mas, mais uma vez, esbarrou na trave: dessa vez quem acertou o poste foi o camisa 25, Thales. Na sequência, a bola caiu nos pés de Folha, porém, o camisa 14 dominou e chutou para fora.
Em rápida resposta, por muito pouco o time de azul não marcou. Quem teve a grande chance foi C. Labate. O camisa 17 recebeu, avançou com a bola e tentou chutar rasteiro, facilitando para Edu. O jogo era equilibrado, porém, o Absolutos era quem criava as principais chances de gol. Mais uma vez chegaram com Fuka. O camisa 9 chutou forte, mas Edu praticou boa defesa, espalmando para longe de seu gol. Depois de criar várias chances e contar com a sorte atrás, eis que o Absolutos marcou seu segundo gol. E foi em uma grande jogada. O camisa 30, Luis Miranda, tabelou com Fuka, que só teve o trabalho de concluir para o gol.
A segunda etapa teve início, e da forma como terminou a primeira. O Absolutos continuou jogando melhor e administrava o resultado muito bem, tanto que, aos 3 minutos, conseguiu criar a primeira grande chance. E mais uma vez com Fuka, o homem mais perigo em campo. O camisa 9 dominou a bola pela direita e chutou, porém, para fora. O jogo, neste momento, havia caído muito de rendimento, uma vez que o time de azul esperava o Roleta para sair no contra golpe. E nesse estilo eles chegaram de novo, agora em outra tabela com a participação de Luis Miranda e C. Labate, mas quem arriscou foi Luis Miranda, que acabou chutando em cima do goleiro.
O Roleta Russa via o tempo passar e as esperanças diminuir, ainda mais quando outra vez acertou a trave, e mais uma vez com Ceron. No minuto seguinte, tentando ampliar ainda mais, o Absolutos por pouco não fez. Aproveitando confusão na área, a bola sobrou para Rafinha Haddad, que acabou perdendo grande chance – ele chutou em cima do goleiro. Contudo, dois minutos mais tarde, o mesmo Rafinha Haddad marcou seu gol. O camisa 10, aproveitando que a bola sobrou para ele, chutou forte e fez.
Tentando ainda se manter na partida, o Roleta chegou com Ceron, mas seu chute saiu pela linha de fundo depois de ter feito uma boa finta. Em rápida resposta do time azul, foi a vez deles acertarem a trave: o autor do chute foi Rapha Kfouri, que avançou pela direita e chutou cruzado. Depois dessa chegada, o time vermelho, enfim, marcou o seu gol. Folha recebeu e chutou no canto, sem chances para Demétrius.
Quando a partida já se encaminhava para o fim, o Absolutos ainda teve tempo de fazer mais um. Porém, dessa vez, com a ajuda do goleiro. Rapha Kfouri, do meio de quadra, arriscou, mas ele escorregou e o chute saiu fraco. No entanto, a bola foi tão no canto que chegou a bater na trave e no goleiro antes de entrar.
A última jogada de perigo foi do Roleta Russa, e mais uma vez com a participação de Caio. Agora, ele encontrou Matheusinho livre pela direita, mas este acabou errando e desperdiçando boa chance de marcar. Final de partida, e 4 x 1 ao classificado Absolutos.
Na 10ª rodada, o Absolutos encara o Cachorro Velho. O Roleta pega o Coringa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Bacaninha 2 x 2 Condor’s
CONDOR’S VACILA NO FIM E VÊ LÍDERES SE DISTANCIAREM
Empate no final custou caro à equipe grená, que agora tem de torcer por tropeços de Báguas e Basicus para chegar à Prata
Por Luis F. Saninana
O Condor’s entrou em quadra sabendo que precisaria vencer o jogo para ainda brigar pela vaga direta na Prata na fase de grupos. Já o Bacaninha queria a vitória para encostar no próprio Condor’s e no Corleone. Com duas equipes afoitas atrás do triunfo, nada mais esperado que um empate ao término do embate. Igualdade, por sinal, ruim a ambos.
O jogo começou com as duas equipes indo para cima. João Paulo teve a primeira grande chance de abrir o placar, batendo cruzado da esquerda, mas o goleiro improvisado Renato, já que o Condor’s começou a partida sem Quintanilha, espalmou. Quem não perdeu a oportunidade foi Romário. O camisa 18 do Condor’s fez jus ao nome de artilheiro e abriu o placar em um chute cruzado. João Paulo teve outra chance logo após o gol, mas outra vez parou no arqueiro improvisado do Condor’s.
O jogo era muito equilibrado, com as duas equipes indo para o ataque. Romário era o mais inspirado. Ele pegou de voleio da entrada da área, mas mandou à direita do gol. Caio Cesar respondeu com um chute de longe muito perigoso, que saiu à esquerda do gol. O Condor’s viu que o Bacaninha sempre respondia aos ataques, então, uma pressão começou a ser exercida pelo time grená. Mais uma vez Romário teve a chance de ampliar da entrada da área, mas mandou por cima. Depois foi a vez de Neno, em um lance parecido com o de Romário. Guinho tentou na bola parada, mas parou no goleiro. Peli também teve sua chance, mas o goleiro defendeu com o pé o chute rasteiro.
A pressão quase não adiantou de nada. O último lance de perigo do primeiro tempo foi do Bacaninha. Ricardo Ribeiro cobrou falta da intermediária e Renato espalmou no canto esquerdo. O Condor’s, mesmo com o goleiro tendo chegado, preferiu deixar Renato na meta no segundo tempo – já que vinha fazendo uma boa partida.
A segunda etapa começou igual ao começo do primeiro tempo. Logo no início, Romário chutou rasteiro de dentro da área e fez 2 x 0. Mas não deu nem tempo de comemorar. Logo em seguida, Caio Cesar diminuiu para o Bacaninha. O jogo então passou a ser pegado. O gol embalou o Bacaninha, que foi para o ataque. A cada bola afastada pela zaga do Condor’s, o banco de reserva grená vibrava. Kalzinho, no embalo da vibração do banco, chutou da entrada da área e o goleiro foi espalmar no canto direito.
O jogo ficou aberto. Em um momento de falha de marcação do Condor’s, Lê Leme, cara a cara com o goleiro, teve a chance de empatar, mas foi desarmado pelo arqueiro. Se o Bacaninha teve a chance de empatar, Bruninho teve a oportunidade de liquidar a partida. Em cobrança de falta da entrada da área, o camisa 20 grená acertou a trave.
Faltando pouco para o término da partida o Bacaninha foi todo para o ataque. Caio Cesar quase se igualou a Romário na partida. Após cobrança de escanteio pela esquerda, o jogador cabeceou e acertou o travessão. No último lance da partida, quando todos pensavam que o placar não seria mudado, Lê Leme arriscou um chute cruzado da intermediária e contou com a falha do goleiro.
O empate no final custou caro ao Condor’s, que viu Báguas e Basicus com uma mão na Prata. Apesar de com a saída do Pé de Pano o Condor’s assumiu a liderança, a equipe tem apenas mais um jogo a fazer, enquanto os demais têm 2 jogos. Na próxima rodada, ambas as equipes enfrentam times que brigam contra o rebaixamento. O Bacaninha pega o Roleta Clássico, 11º do grupo. Já o Condor’s enfrenta o 10º colocado, Camelo, para fechar sua participação na 1ª fase.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
DPGamos 3 x 1 Irado’s
DPGAMOS SE MANTÉM NA PONTA E JÁ ENXERGA A PRATA
Com boa atuação do arqueiro Marcio, time derrota Irado’s e está a duas do acesso
Por Rafael Ruiz
O DPGamos vai se aproximando da Série Prata cada vez mais. Jogando de forma objetiva mais uma vez, a equipe de Dani Fischer despachou o Irado’s e manteve a liderança do Grupo B da Bronze. Agora, a equipe precisa de duas vitórias simples – nas duas rodadas restantes – para voltar à divisão que sempre almejou. Já o time de Muriloko, mesmo tendo sua reação freada, ainda sonha com a vaga ao mata-mata.
O jogo começou devagar, e com poucas chances. Mesmo assim, depois de uma sequência de laterais e escanteios, o time de branco por pouco não marcou. A defesa do time vermelho conseguiu se sair bem em todas as tentativas adversárias. Depois desse lance, o DP acordou e, na primeira chegada, quase marcou. O camisa 21, Zeca, afastou a bola, porém, por pouco não virou um passe para Richard. Mas Alan chegou antes e afastou o perigo para a lateral. Na sequência do lance, a bola chegou até Kaká que chutou, a bola bateu na trave e rebateu em Elder antes de entrar.
Após o gol, o Irado`s, que vinha melhor no jogo, pareceu ter sentido o tento, tanto que mais uma vez o DP chegou com perigo. Dessa vez João Corazza recebeu a bola e rolou para Kaká, que dominou e chutou, mas a bola foi para fora. Tentando uma rápida resposta, o time de branco criou uma grande chance. Agora foi a vez de Ninja chegar com perigo. O camisa 9 dominou e avançou com a bola, contudo, seu arremate foi para fora.
Quando o primeiro tempo se encaminhava para seu fim, o Irado`s ainda criou uma boa chance. Dessa vez levaram perigo com Muriloko, fazendo bom passe pela esquerda para Vina. Porém, o camisa 19 chutou em cima de Marcio, que saiu bem do gol. Na sequência, foi a vez do DP, que não jogava bem, criar uma boa oportunidade. Dan dominou e mandou rasteiro. A bola passou muito perto. Dois minutos depois foi a vez de Diego Silva. O camisa 3 do Irado’s, aproveitando cobrança de lateral, por pouco não marcou de cabeça. Contudo, Marcio fez boa defesa, colocando para fora.
A partida era disputada. No entanto, quem criava as principais chances era o Irado’s. Hubert recebeu a bola e, sem pensar muito, chutou forte. Marcio, inspirado, fez mais uma boa defesa. Na sequência, o Irado`s criou outra vez, e de novo com Hubert, mas agora a defesa cortou para escanteio. Na cobrança, a bola chegou até Ninja, que dominou e chutou forte, obrigando Marcio a efetuar boa defesa.
O segundo tempo começou, e quem criou a primeira chance foi o time de branco. Logo aos 30 segundos, Hubert recebeu livre, porém, acabou chutando para fora. Em outra chegada, Hubert recebeu pela esquerda e tentou cruzado, mas Marcio fez boa defesa, colocando para fora. Após essa chegada, ficou evidente que o DP estava tentando explorar o contra-ataque. Tanto que nos 5 primeiros minutos o Irado`s criou as principais chances de gol. Dessa vez, contando com mais uma participação de Hubert: ele rolou para Ninja, que tentou devolver, porém, Marcio fez bem o corte.
Três minutos depois, o DP enfim criava alguma coisa. João Corazza recebeu a bola e tentou tirar de Alan, que saiu bem do gol e cortou a jogada. Novamente João Corazza: o camisa 9 fez boa finta pela direita e tentou pegar de primeira, mas seu arremate foi para fora.
Aos 11 minutos, o Irado`s voltou a levar perigo, dessa vez em cobrança de falta cometida por Negão. Erick chutou forte e Marcio fez boa defesa. O jogo caiu um pouco de ritmo, em grande parte porque fazia muito sol e os jogadores se desgastavam muito. Por isso, as chances foram diminuindo. Mesmo assim, Kaká dominou pela direita e chutou por cima. No entanto, na tentativa de acelerar o jogo, o Irado`s saiu errado e Richard acabou recuperando a bola. Ele chutou forte, obrigando Alan a fazer boa defesa. Mas ele deu rebote, que Kaká aproveitou para pegar, driblar o goleiro e estudar as redes em 2 x 0.
Antes de o jogo terminar, o DP criou duas grandes chances. Primeiro com Richard, tabelando com Kaká pela esquerda, que culminou em bola na trave. E depois em lateral cobrada à área. Ninguém achou a bola, inclusive Alan, mas a pelota sobrou para Zeca, de cabeça, fazer o terceiro gol de sua equipe.
O Irado`s, depois de tanto insistir, conseguiu passar por Marcio. O gol foi de Muriloko, de letra. O camisa 14 recebeu de Hubert pela esquerda e colocou para o fundo do gol. Mas não havia mais tempo, e a vitória foi do DP.
O DP segue na ponta e encara o ameaçado Toque Me Voy no feriado. O Irado’s encara o vice-líder Palestrinha.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Toque Me Voy 5 x 3 Os Mostarda
TOQUE ME VOY RENASCE E AINDA SONHA
Com boa atuação coletiva, time, enfim, vence a primeira na atual edição da Bronze e espera permanecer na divisão
Por Rafael Ruiz
Redenção. Este foi o sentimento dos jogadores do Toque Me Voy, após virada espetacular ante o Os Mostarda, em partida classificada como ‘jogo de 6 pontos’. Com o triunfo, o time de Fabinho encostou no próprio Mostarda e, a duas rodadas do final da fase inicial, ainda sonha com a permanência na Série Bronze.
O Toque foi logo tentando chegar com perigo. O camisa 8, Bruno Ferrari, recebeu e, sem pensar muito, tentou colocar no ângulo, mas seu tiro foi para fora. Outra vez Bruno chegou com perigo. Dessa vez ele dominou a bola já girando sobre a marcação, porém, sua tentativa saiu por cima. Como até aquele momento o Mostarda não tinha conseguido chegar com perigo, o camisa 10, Cadu, recebeu pela direita e, muito esperto, encontrou Bruno sozinho na frente do gol. O camisa 9 só teve o trabalho de empurrar para o gol.
Aos 7 minutos, o time de amarelo acordou. Mais uma vez Bruno teve participação. Agora, ele recebeu e chutou forte, mas a bola raspou a trave. O jogo era disputado, com chances para os dois lados, apesar d’Os Mostarda, com o gol, ter recuado para sair nos contragolpes. Tanto que o Toque vinha criando as principais jogadas no ataque. Mais uma vez Bruno Ferrari levou perigo à defesa adversária. Dessa vez ele recebeu pela esquerda e chutou forte, obrigando Gerson Gomes a praticar boa defesa.
O Toque Me Voy estava melhor na partida, mas o time mostarda conseguiu mais um gol. A equipe tentou uma jogada, mas foi cortada para a lateral. Desse lance, Bruno Egg marcou seu gol. O camisa 16, aproveitando cobrança de lateral, antecipou-se à defesa e colocou para o fundo do gol.
O time de preto, que vinha em situação delicada na competição, e já perdia por 2 x 0, não tinha outra coisa a fazer a não ser ir ao ataque. E foi isso que fez, e com sucesso. Bruno Ferrari recebeu e encontrou Silas livre pela esquerda, que chutou no alto e diminuiu.
Animado, o Toque tentou mais uma vez e, depois de mais uma pressão no campo de defesa, encontrou um escanteio. Desse lance, por pouco não empatou. O problema foi a falta de pontaria de Luis Amaro, que perdeu boa chance sozinho. No minuto seguinte foi uma pressão por parte do Mostarda. O time de amarelo voltou a levar perigo, mas nas cobranças de escanteio. Ao todo, tiveram 4 tentativas de jogar bola na área, mas Danilão cortou todas. A única que rodou a área e a zaga tirou a bola, acabou entrando, uma vez que sobrou livre para Véio – que chutou forte no canto, marcando o terceiro gol do Mostarda. No último lance do primeiro tempo, Bruno Ferrari quase marcou. Agora, ele recebeu e dominou já girando sobre a marcação, e chutou forte. Gerson Gomes defendeu bem.
Veio a segunda etapa e, com ela, uma postura diferente do Toque – que partiu para cima do Mostarda. Porém, a primeira chegada foi dos amarelos, que levaram perigo com Bruno Egg tentando de primeira, mas Danilão defendeu bem. No minuto seguinte, foi a vez do time de preto criar. O camisa 6, Roberto Soares, tentou colocar no canto oposto, a bola nem foi forte, mas a presença de Luis Amaro foi o suficiente para tirar a atenção de Gerson Gomes. A bola acabou entrando. 3 x 2.
Dois minutos depois, o Mostarda criava no ataque, quando a bola foi cortada pela defesa, que colocou para escanteio. Depois da cobrança, Bruno por pouco não marcou. O camisa 9, tentou de cabeça, mas Danilão fez boa defesa.
Após o susto, o Toque voltou ao ataque. E com duas chances com Silas. Na primeira, o camisa 16 tentou chutar forte, mas Gerson Gomes defendeu bem, colocando para escanteio. Na sequência, o mesmo Silas, por pouco, não fez de cabeça, mas sua tentativa saiu por cima.
O Toque, depois de um início mais equilibrado, começava a tomar conta da partida. Tanto que o camisa 6 da equipe mais uma vez criou uma boa oportunidade. Pela esquerda, chutou forte e Gerson Gomes fez nova defesa. Na sequência, Roberto Soares sofreu falta de Stefan pela esquerda. Na cobrança, ele mesmo chutou, porém, um chute despretensioso que por pouco não se transformou em gol. O goleiro falhou e deixou a bola passar, mas ela bateu na trave e voltou às mãos do arqueiro.
O jogo estava se encaminhando para o fim quando o Toque marcou mais um gol, e mais uma vez com Bruno Ferrari. O camisa 8 recebeu pela esquerda e, mostrando muita habilidade, driblou o goleiro e fez. 3 minutos depois, o time de amarelo tentou desempatar através de uma falta sofrida por Stefan, cometida por Roberto Soares. Na cobrança, Stefan chutou forte e Danilão pegou bem.
O time mostarda foi com tudo à frente, obrigando Danilão a sair do gol para cortar a jogada de Cadu, que tinha recebido livre de Gabri. O camisa 10 chutou em cima do goleiro.
O jogo ficou franco, uma vez que o time amarelo se via obrigado a empatar. Ainda teve tempo para dois gols do Toque. O primeiro com Silas: o camisa 16 aproveitou a cobrança de Bruno Ferrari, que rolou para Roberto Soares, que chutou no goleiro, a bola rebateu e sobrou para Silas chutar forte e virar o jogo. Depois, Bruno Ferrari fez mais um. Agora ele recebeu sozinho e chutou forte, marcando o quinto gol de sua equipe e dando números finais ao jogo.
O Toque escapa de cair já na rodada de número 9 e ainda pensa em permanecer na Bronze. Faz jogo de vida ou morte com o líder DPGamos neste Finados, data propícia para tanto. O Os Mostarda, ameaçado, tenta afastar o risco diante do Opalas, em confronto direto da parte de baixo da tabela.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Basicus 3 x 2 Corleone
BASICUS FREIA ASCENSÃO DO CORLEONE E MIRA A DECISÃO DA PRÓXIMA SEXTA
Basicus e Corleone se defenderam mais no primeiro tempo, mas na segunda etapa, com o jogo mais aberto, os rosados conseguiram vencer pela vantagem mínima; sexta-feira é confronto direto com o Báguas para ver quem põe a mão na vaga à Prata
Por Luis F. Saninana
Basicus e Corleone entraram em quadra sob um calor senegalês para fazer o confronto direto que poderia determinar quem continuaria na briga com Báguas e Condor’s pela vaga na Prata. O time rosado teve a missão de parar o embalado time da famiglia, que vinha de três vitórias consecutivas e a cada rodada subia mais e mais na tabela.
Para parar essa sequência, Pirulito, no começo da partida, abriu o placar para o Basicus. Após cobrança de escanteio, Bolas cabeceou e o camisa 19 pegou a sobra para fazer 1 x 0. O Corleone não se abateu e, quando subiu ao ataque, respondeu na mesma moeda, a jogada aérea. Na cobrança de lateral pela esquerda, Fábio Garcia cabeceou para o fundo da rede empatando a partida.
O forte calor impediu as equipes de fazer um jogo mais corrido. Ambos os times marcavam muito, mas criavam poucas chances. Os chutes de longe viraram a maior opção, mas sempre as finalizações paravam nos defensores. Állex criou a maior chance do primeiro tempo. O camisa 17 rosado avançou pela esquerda e, cara a cara com o goleiro, acertou a trave. A bola parou nos pés de Kirk, que, na direita da área, livre, chutou para a defesa espetacular em cima da linha de Marcelo. Gui Fenômeno tentou responder batendo cruzado da direita, mas o goleiro improvisado, já que Roland chegou atrasado, defendeu com o pé.
O calor insistia em permanecer e o primeiro tempo se arrastava para o final sem grandes emoções. O jogo equilibrado pela boa marcação das duas equipes não deixava a partida emocionante. A última grande chance da primeira etapa foi um chute de Puff de fora da área defendido por Marcelo.
A pausa do intervalo fez bem para o Corleone, que voltou com tudo para o segundo tempo. No primeiro lance, Lelê chutou cruzado da esquerda, levando perigo. Em outra finalização de chute cruzado, agora pela direita, Gui Fenômeno também assustou o gol de Roland.
O Corleone pressionava, mas não marcava, e aquele velho ditado de que quem não faz, toma, apareceu. Juninho, cobrando falta da intermediária pela esquerda, acertou a cobrança rasteira no canto do goleiro. Com o gol o jogo ficou mais aberto e o calor nem parecia ser um fator contra. Mais uma vez o time da famiglia foi com tudo para o ataque. Eduardo Taveira recebeu livre na esquerda e tentou o chute tirando do goleiro, mas a bola foi para fora. Lelê teve a segunda chance, também pela esquerda, mas acabou parado pela trave direita da meta de Roland.
E como dito anteriormente, quem não faz, toma. No contra-ataque, Állex pegou a bola na esquerda e bateu cruzado para fazer 3 x 1. O Basicus quase ampliou o placar com Puff, na entrada da área, mas o goleiro defendeu. O Corleone não tinha mais nada a perder e sabia que um empate não seria um mal resultado, na circunstância que estava o jogo. A equipe teve três boas chances de diminuir, sempre pelas pontas. Marcelo Balas, pela direita, bateu cruzado para fora. Gui Fenômeno tentou pela esquerda, mas parou na defesa de Roland. Mário Sérgio teve a terceira chance, pelo mesmo lado que Gui Fenômeno, mas não foi feliz na finalização, que foi para fora.
O Basicus teve a chance de matar a partida por duas vezes. Puff, sempre fazendo bem a jogada de pivô, girou e bateu da entrada da área para fora. Juninho também tentou da entrada da área, mas mandou à direita do gol, levando muito perigo. Já no final da partida o Corleone ainda conseguiu encostar no placar com Felipe Garone. A zaga do Basicus falhou e deixou o camisa 8 da famiglia, livre na direita, para fazer 3 x 2.
O Basicus conseguiu frear o embalado Corleone, que agora ficou a quatro pontos dos líderes Báguas e Basicus. Na próxima rodada a famiglia pega o Xoras, último colocado do G-8. Já os rosados têm mais um confronto direto. A equipe de Mário enfrenta o Báguas, com quem divide a vice-liderança. Como o Condor’s tem um jogo a mais, quem vencer o confronto pode estar com a mão na Prata.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 9ª RODADA
Arena 3 x 2 Roleta Russa Clássico
SOB DILÚVIO, ARENA VENCE E DEIXA CLÁSSICO EM APUROS
A forte chuva que caiu, inclusive paralisando a partida, não foi empecilho para o time laranja, que pela vantagem mínima venceu e mostra reação na reta final
Por Luis F. Saninana
Roleta Russa Clássico e Arena entraram em quadra para o último jogo do Grupo A, cientes de que uma vitória era fundamental na briga pela sobrevivência na Bronze. Com isso as duas equipes começaram o jogo indo para cima. No final, após algumas paralizações decorrente do temporal que caiu no fim da tarde de sábado, o Arena levou a melhor e deu um salto da lanterna foi para a 10ª colocação, deixando a Z-2 para o próprio Roleta.
Bruno teve a primeira chance clara de abrir o placar para o Arena. Após cobrança de lateral pela esquerda, ele cabeceou, levando perigo ao gol de Guaraná, que chegou atrasado. Affelay, como sempre perigoso, respondeu com dois chutes de fora da área. O primeiro foi para fora. O segundo, Leandro Thales defendeu em dois tempos. A chuva começava a chegar quando o camisa 21 do Roleta teve outra grande chance, livre na direita, mas acabou perdendo a oportunidade.
De repente um temporal começou no PlayBall e os jogos tiveram que ser interrompidos. Depois de alguns minutos de paralisação, a chuva diminuiu e os times voltaram para a quadra. O Arena aproveitou a pausa e conseguiu abrir o placar com Piro, chutando rasteiro. Logo em seguida, a chuva voltou a cair muito forte e a partida foi paralisada novamente.
Depois de quase meia hora, a chuva começou a diminuir, mas a questão era se a quadra teria condições de jogo. Mais um tempo de espera e os jogadores voltaram para a quadra. Algum tirando a água em excesso de algumas partes do campo. Com o jogo reiniciado mais uma vez, o Roleta voltou pressionando, mas não conseguia criar.
Diferente do adversário, o Arena aproveitou a primeira grande chance que teve na volta da pausa. Felipinho chutou de fora da área, a bola desviou na defesa do RRC e enganou o goleiro Guaraná. Com dois gols de vantagem, o time laranja deu uma recuada e só esperava o fim do primeiro tempo. O Roleta, então, foi para cima para diminuir antes do intervalo, mas parou no que parecia um muro chamado Leandro Thales.
Quando não defendia, o goleiro contava com a sorte, como no chute de Leandro, na trave. Brunão, cara a cara com o arqueiro, chutou, Leandro Thales defendeu, o próprio Brunão pegou a sobra, chutou mais uma vez, mas novamente parou no arqueiro. Affelay também tentou, quando na intermediária dominou no peito, girou e bateu no canto direito do goleiro, que fez mais uma espetacular defesa. No último lance do primeiro tempo, Brunão teve mais uma chance da entrada da área, mas Leandro Thales fez mais uma bela defesa no canto direito.
O Arena voltou para a etapa final com uma postura diferente daquela apresentada no final do primeiro tempo. O time laranja voltou pressionando no começo. Daniel quase fez de cabeça, mas Guaraná defendeu. Alan teve três oportunidades, mas uma ela mandou para fora e a outra fez o goleiro espalmar. Na terceira, não perdoou. Felipinho deu um passe no alto para o camisa 10 laranja fazer de cabeça 3 x 0.
O três gols de vantagem deram conforto ao Arena, que passou a tentar administrar o jogo. Mas o Roleta, que não tinha nada a perder, foi todo para cima. Flávio acertou o travessão em um chute de fora da área. O desespero de ir para o ataque deixou exposta a defesa do Roleta, que quase tomou o quarto gol em uma cabeçada de Piro, pela esquerda.
Do outro lado do campo, Brunão e o goleiro ainda duelavam. O camisa 13 do Roleta tentou derrubar o muro Leandro Thales com um chute da direita, mas não conseguiu, pois mais uma vez o arqueiro defendeu. Então, quem poderia derrubar o muro? Nada melhor que quem entende da posição. Falta no meio de campo para o Roleta e quem foi para bola? Guaraná, o arqueiro do RRC cobrou a falta rasteira e diminuiu a vantagem.
O final do jogo foi um verdadeiro ataque contra defesa. O Roleta foi toda para cima e o Arena se defendia como podia. Realmente não era o dia de Brunão. Mais uma vez o camisa 13 teve sua chance, em cobrança de escanteio, mas acertou a trave mais uma vez. O Arena não aguentou a pressão e Affelay, de longe, acertou um chute rasteiro no canto esquerdo, fazendo 3 x 2. No último lance da partida o camisa 21 do Roleta teve a chance de empatar, fazendo uma jogada de pivô, mas mandou para fora.
A vitória tira o Arena da zona de rebaixamento. Na 10ª rodada, o Arena tem a difícil missão de enfrentar o TNT. Já o desesperado Roleta, que caiu para a penúltima posição, tem parada dura contra o Bacaninha.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 9ª RODADA
Coringa 4 x 3 Só Quem Sabe
CORINGA AINDA SEGUE NA BRIGA PELO ACESSO
Com boa atuação coletiva e de Márcio, DP vence mais uma e segue firme para a Série Prata
Por Rafael Ruiz
O confronto envolvia duas equipes que disputavam a parte de cima da tabela e ainda sonhavam com o acesso direto, uma vez que a diferença para o líder era de apenas 4 pontos. Colados na tabela (o SQS tinha um ponto a mais), quem vencesse seguiria na caça ao DPGamos. O perdedor ia ter de se contentar com a vaga na 2ª fase apenas. Após a tempestade que caiu no PlayBall no fim da tarde as equipes foram a campo, e o Coringa levou a melhor com gol praticamente no minuto final de Rafinha depois de ver Serjão desperdiçar gols atrás de gol. Detalhe: o Só Quem Sabe jogava com um a menos após a expulsão boba de Rodriguinho.
Ambos os lados começaram a partida com muita precaução, inclusive em razão da quadra molhada e ainda com poças. Por isso o confronto demorou a pegar, tanto que a primeira grande chegada só aconteceu aos 3 minutos, e foi por parte do SQS. Japa Mori fez falta em Serjão. Na cobrança, Rodriguinho chutou forte e obrigou Léo Cidrão a praticar boa defesa.
Depois dessa chegada, o time de preto só voltou a criar alguma chance 3 minutos mais tarde, e dessa vez com Alemão. O camisa 12 recuperou a bola e chutou no canto, para nova defesa do goleiro, que colocou a bola para escanteio. Na sequência, a primeira chegada do Coringa. E mais uma vez em cobrança de falta. Jacobi fez falta por trás e recebeu amarelo. Na cobrança, Daniel Capel chutou forte e Arthur fez boa defesa.
O jogo era muito truncado e com muitas divididas, o que acabou impedindo que houvesse maiores chances de gol para os dois lados. Tanto que outra grande chance de gol aconteceu somente aos 13 minutos. Depois de uma rápida chegada pelo meio, a bola acabou em Farias, que dominou e chutou forte no alto, tirando o zero do placar.
Animado com o gol, o Coringa começou a jogar mais solto e passou a dominar as ações no campo. Assim, quando o jogo se encaminhava para o fim, o time de azul e branco fez mais um, dessa vez com Rafinha. O camisa 11 recebeu e chutou cruzado forte, sem chances para Arthur.
Em rápida resposta e tentando não deixar o Coringa abrir vantagem, Jacobi fez jogada individual pela esquerda, deu bela finta e chutou cruzado, marcando o primeiro do Só Quem Sabe. Depois do gol, o SQS teve três chances de empatar. Em uma delas conseguiu. Na primeira, a bola rodou a área e acabou sobrando para Minhoca, que chutou forte, mas sem direção. Na sequência, em uma boa jogada de Pedrinho pela esquerda, este rolou e encontrou Jacobi livre só para empurrar às redes.
O gol pareceu ter dado um novo ânimo para o SQS, que apareceu mais uma vez com perigo, dessa vez com Serjão. O camisa 9 dominou e já girou sobre a marcação, obrigando o goleiro a fazer difícil defesa.
A virada veio ainda no primeiro tempo, e com Serjão. Ele mostrou muito oportunismo e conferiu para a rede a jogada do garçom Jacobi. No último lance da etapa inicial, por pouco o Coringa não viu a sua situação na partida ir se complicando, devido ao quase gol contra de Pi. O camisa 13, ao dividir com Alemão, por pouco não colocou contra o patrimônio, sorte dele que Léo Cidrão estava atento.
Veio a segunda etapa, e pareceu que nada mudaria, uma vez que a primeira chegada aconteceu com Serjão de cabeça, que por pouco não fez. Com o campo já sem poças, a partida era melhor jogada, porém os times não conseguiam criar grandes chances. Tanto que só depois de 3 minutos o Coringa apareceu com perigo. A jogada começou com Cidrão, que lançou para Rafinha marcar o empate na saída de Arthur.
Aos 7 minutos, a partida começou a ficar mais disputada e a primeira polêmica apareceu. Japa Mori dominou e tentou driblar o goleiro, mas ele e o seu time alegaram que foi derrubado, portanto queriam pênalti. Nada foi marcado. Na sequência, outra polêmica: Rodriguinho foi expulso após fazer falta por trás. ele tomou amarelo e, em seguida, xingou o árbitro, recebendo o vermelho, para revolta do time e do técnico Mezadri.
Passada a confusão, o jogo recomeçou e logo de cara Serjão quase fez. O camisa 9 tentou chutar cruzado, mas foi para fora. Depois foi a vez de Rafinha aparecer com perigo ao receber e também tentar cruzado, mas Arthur pegou bem.
Com um a mais, o Coringa pareceu ter acordado e ganhado coragem de tentar a vitória. Assim, o jogo virou ataque do Coringa e contra-ataque do Só Quem Sabe. Gui Frederick obrigou mais uma vez Arthur a defender bem. Aliás, o goleirão do Só Quem Sabe seria o destaque da reta final do jogo, fazendo grandes defesas e alguns milagres.
O jogo estava empatado e como o empate não significava nada para nenhum lado, os dois times chegavam com perigo ao ataque. Serjão teve a chance de marcar tentar colocar no ângulo, mas Léo Cidrão defendeu bem. Do outro lado, Arthur operou um milagre numa sequência de defesas difíceis. O camisa 1 pegou chute de Renatinho no meio do gol quando já caía, dando rebote, que sobrou para Daniel Capel à sua esquerda. Este chutou forte e Arthur mais uma vez fechou o ângulo e defendeu.
A vitória poderia ser do SQS se Serjão não perdesse outro gol em contra-ataque rápido. Porém, praticamente na última jogada da partida, Rafinha recebeu na direita e chutou forte no alto para balançar as redes e dar números finais a um grande jogo de bola.
Depois do apito final, o time inteiro do SQS foi para cima do árbitro reclamar da expulsão, inclusive Rodriguinho, que invadiu a quadra sem camisa e era visivelmente o mais exaltado.
O Coringa chega a 21 pontos e está a 2 do DPGamos faltando duas rodadas. No feriado de Finados enfrenta o Roleta Russa. O Só Quem Sabe, na 4ª posição com 19 pontos, tem o Derrubada pela frente e joga sem Jacobi e Rodriguinho, suspensos.
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