Roleta vencia até o minuto final, quando a estrela do “tiozão” do Invictus falou mais alto para fazer dois gols em dois minutos
Por Vinny Rodrigues
Era uma partida chave para ambas as equipes. Se o Roleta ganhasse, estaria próximo da zona de classificação e, além disso, deixaria o fantasma do rebaixamento para trás. Já o Invictus podia se firmar de vez como oitavo colocado, com 10 pontos. E parecia que o time de Baru iria fazer a lição de casa e engatar a vitória, mas não contaram com a experiência e cabeça de Ragazzo, que empatou aos 25 e virou aos 26 e meio do segundo tempo!
Quando a bola rolou tudo pareceu igual. Bola no meio de campo, jogo truncado e aquela expectativa em cima dos destaques de ambas as equipes. O Roleta Russa acordou primeiro para a partida. Depois de uma rápida enfiada de bola, Cabelo saiu na cara do gol e deu um lindo toque entre as pernas do arqueiro João Lucas.
O Invictus não poderia deixar a distância no marcador ampliar. João Lucas lançou a bola rapidamente para Bento que, na cara do goleiro, repetiu o papelão de Balotelli na EuroCopa e demorou demais para chutar. Como vem acontecendo nas últimas partidas, o camisa 23 entrou sonolento em campo.
Como quem não faz toma, Brunão, camisa 13 e destaque dos brancos, recebeu a bola de frente ao gol, esperou o tempo que quis, tirou o Brunão do Invictus da jogada e concluiu com uma precisão cirúrgica, colocadinha no cantinho. 2 x 0 e muita vibração dos roletas. Logo quase saiu o terceiro: Bob encontrou Afellay sozinho na área e João fez saída providencial, abafando de forma corajosa, mandando para corner. Será que o Invictus iria entrar em parafuso?
A resposta não demorou a vir. E foi negativa. Depois de ajeitar o meio de campo, Ragazzo, acostumado a colocar a bola para dentro, inverteu os papéis e deixou Dennis na cara do goleiro. Praticamente sobre a linha da área, ele esperou e tocou na saída de Guraná. A bola tocou no arqueiro passando por debaixo dele e foi lentamente morrer no fundo do gol. É o primeiro gol de Dennis com a camisa dos azuis.
Mesmo diminuindo, o jogo estava mais para o Roleta. Isso porque o Inivctus insistia em lançar bolas pelo alto procurando Ragazzo, coisa que era facilmente interceptada por Gegê e Cabelo. Eles afastavam e a bola caía para Brunão ou Affelay, e tome correria pra cima dos zagueiros do Invictus. Na verdade, o Invictus tinha mais posse de bola mas se perdia ao adentrar o campo adversário.
Mesmo assim, o jogo era equilibrado e qualquer time podia marcar. As reais chances de gols se rarearam até que, numa bola na lateral da área, Moacyr afastou o perigo. Ele não contava que seu bicão pra frente se transformasse numa bela assistência a Ragazzo, que dominou já correndo e tocou na saída de Guaraná. A defesa do Roleta marcou bobeira ao avançar demais e com isso o empate saiu ainda antes do fim do primeiro tempo.
Quem pensou que por causa do primeiro tempo acelerado o segundo seria mais morno se enganou seriamente. Logo no primeiro minuto de jogo, Dennis disputou com Affelay na direita, espirou a bola para o alto, e Bento tentou de perna esquerda. A bola tinha endereço certo, mas se chocou em cheio contra o travessão. Guaraná nem se mexeu e só deu o famoso golpe de vista.
O Roleta tentava e sempre pelas laterais, com Cabelo e Fifo. Pelo meio, Brunão e Affelay dominavam e tentavam jogadas individuais. Até passavam pelo primeiro, mas sempre aparecia um congestionamento à sua frente para brecar a jogada. Mesmo assim, Brunão era o homem forte do Roleta, arrematando com perigo e sempre com veneno. Henrique, por duas vezes, fez a defesa.
Pelo Invictus, Ragazzo aproveitou falha da defesa e acertou a trave. Seria a última boa chance do Invictus por muito tempo. Gegê – e posteriormente Baru – adiantavam-se com precisão a todos os lançamentos. O veterano zagueiro Roleta, num primeiro momento frio e inseguro, passou a ganhar todas de Ragazzo, antecipando as jogadas e espanando para a lateral quando necessário. Inclusive ele se aventurou ao ataque ao cortar toque de bola do Invictus em seu campo de defesa e partir como um touro ao ataque. Depois de deixar dois pra trás, Sani chegou para o corpo a corpo e derrubou o zagueiro. Amarelo para ele e mais pressão do Roleta.
Em contra-ataque rápido, o Roleta fez valer o ditado de “quem não faz toma”. Raphael Gunther tabelou com Brunão e saiu na cara do gol. Com um lindo chute de perna direita, ele fez a bola morrer no ângulo esquerdo do goleiro Henrique, que entrara no segundo tempo. Sem a menor chance de defesa para ele, que ainda ouviu de seu banco que falhou no lance...
O temido breu de segundo tempo abateu o Invictus. Ragazzo não conseguia mais dominar a bola, passando mais a reclamar do que jogar, enquanto Affelay corria de um lado para o outro atormentando a defesa. Ele abusou da habilidade em jogadas de linha de fundom inclusive dando rolinho em Edgard, mas parando nas saídas providenciais de Henrique para evitar que ele completasse a jogada.
O final estava próximo quando Ragazzo voltou ao jogo no lugar do esquentado e artista Dennis, que queria porque queria cavar faltas com quedas e gritos estridentes. Sem sucesso, os árbitros não caíram em nenhuma delas. Ao entrar, Ragazzo foi ao ataque e por lá permaneceu. Aos 25 minutos, Paulão, que estava sumido na partida, fez o lançamento de sua vida e achou a cabeça de Ragazzo dentro da área. Gegê, que voltara para “fechar a zaga” no lugar de Baru, não pulou e a bola encontrou o “cocuruto” do matador para encobrir Guaraná e deixar tudo igual em 3 gols.
O empate não agradou o Roleta. Na frente do marcador por boa parte da partida, sair com um pontinho seria um prejuízo. Assim, nos acréscimos, o time acelerou o jogo e foi pra cima. E não é que o pior aconteceu? Em contra-ataque rápido, Bento cobrou lateral e achou, no meio da área, um pé salvador de Ragazzo, que resvalou na bola e a fez morrer no fundo das redes, virando o jogo, para delírio da trupe azul e branca.
O Roleta ainda tentou e até marcou, mas Affelay acertou as mãos do goleiro Henrique e a falta foi marcada antes dele empurrar para dentro. Vitória do Invictus, que chega a 10 pontos e se garante no G-8 ao menos por mais uma rodada, já que abre 4 pontos do Pé de Pano. Rebaixamento está praticamente fora de cogitação. Do lado Roleta, que ficou nos 4 pontos, a luta é contra o descenso, já que vem na vice-lanterna do grupo, um ponto na frente do Arena. Na próxima rodada, o Invictus tem o Xoras, 7º colocado e um ponto na frente, enquanto o Roleta encara o lanterna Arena. Quem perder provavelmente assina com a 4ª divisão do Chuteira para 2013.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
Palestrinha da Catarina 8 x 0 Cachorro Velho
PALESTRINHA GOLEIA MAIS UM
Dupla Guga e Lukinhas joga muito e é maior responsável por placar elástico diante do Cachorro
Sem cobertura.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
Só Quem Sabe 3 x 0 Toque Me Voy
SÓ QUEM SABE PASSA FÁCIL PELO TOQUE ME VOY
Com boa atuação de Minhoca e Tessarin, SQS bate o lanterna da competição sem dificuldades
Por Rafael Ruiz
A partida envolvia duas equipes que vinham em situações opostas no torneio. Por um lado, o SQS querendo brigar pela ponta com os líderes. Do outro, um Toque Me Voy ainda sem vencer e com flertes sérios com a 4ª divisão. Apesar de não ter jogado tão mal, o Toque teve em seu goleiro, o voltando de suspensão Danilão, a melhor peça do jogo. Com ele inspirado o time perdeu só de 3 x 0.
Depois de 5 minutos de tédio, sem ousadia de ambas as equipes, aconteceu a primeira chegada de perigo. Yuri e Roberto Soares tabelaram, e este chutou, mas fraco e fácil para Arthur. Eis que esse lance soltou os jogadores e a partida começou a melhorar. E o Só Quem Sabe pôs as asas de fora. Em sua primeira boa chegada ao ataque, em cobrança de falta, Serjão acertou a barreira. Na sequência, a bola ficou viva na área e Alemão acabou chutando para fora.
A resposta foi rápida. Roberto Soares avançou com a bola pela direita e chutou cruzado tentando encontrar Bruno Ferrari, mas Marques cortou o lance e afastou o perigo. Depois disso o Só Quem Sabe passou a dominar o jogo e a frequentar mais o ataque. Alemão, de cabeça, aproveitou cobrança de escanteio, mas a bola acertou o travessão. Em outra chegada de perigo, foi a vez de Rodriguinho recuperar a bola e já chutar no canto. O goleiro Danilão fez boa defesa.
Era um momento de pressão do time de preto sobre o Toque, tanto que depois de mais uma recuperação por parte de Rodriguinho, ele quase marcou. Contudo, Danilão defendeu bem, mas deu rebote. Para sua sorte, a defesa estava atenta e afastou o perigo. Depois de tanto insistir, o SQS inaugurou o placar. A jogada começou com o goleiro Arthur, que lançou para Serjão escorar de peito para Minhoca. O camisa 31 pegou de primeira da intermediária e mandou no canto de Danilão, que desta vez não pode fazer nada.
Tentando não ficar tempo no prejuízo, o time de azul quase marcou após Yuri sofrer falta. O camisa 12, Sillas, cobrou cruzado, porém a bola parou na marcação, que se atrapalhou com a bola. Com isso, quase que Zé Mário empurrou para dentro na confusão.
Como o placar era favorável e o adversário se via cada vez mais na obrigação de vencer, as chances de contra ataque ao SQS só tendiam a aumentar. E depois de mais uma roubada de bola de Rodriguinho, ele rolou para seu irmão chutar, mas para fora.
O Toque não chegava muito, mas ainda conseguiu quase empatar antes do fim do primeiro tempo. Yuri, pela direita, vinha sendo o homem mais perigoso. Desta vez ele tentou passar pela defesa e não conseguiu. Seu time reclamou de pênalti, mas o jogo seguiu. Na sequência, a bola acabou sobrando para Bruno Ferrari, que não dominou.
Para fechar o primeiro tempo, Quevas teve a sua chance. Ele avançou pela esquerda e cruzou para Thiago, mas ele não chegou nela. O segundo tempo começou do mesmo jeito que a primeira etapa, morno, com os times pouco criando e errando muito passes. A primeira grande chance aconteceu a favor do Toque, e mais uma vez em jogada que contou com a participação de Yuri. Ele tabelou com Bruno Ferrari e tentou colocar no canto, obrigando Arthur a fazer difícil defesa.
O SQS somente chegou aos 7 minutos, e dessa vez com o capitão Tessarin, que recebeu e arriscou. Danilão praticou boa defesa. Depois desse lance a partida caiu muito de rendimento, tanto que outra chegada de perigo só aconteceu 2 minutos mais tarde, primeiro com Yuri avançando pela direita e tentando de bico, que parou na defesa de Arthur. Na sequência, a resposta do preto quase resultou em gol. O agora capitão Tessarin avançou com a bola e rolou para Quevas na esquerda, que chutou errado e mandou pela linha de fundo.
A partida estava sob controle do time de preto, que chegou mais algumas vezes antes do fim do jogo. E novamente com Quevas cobrando uma falta, cometida por Felipe Alves em Jacobi. Ele chutou forte e obrigou Danilão a mais uma defesa. Em outro lance, o camisa 7 chegou com perigo, mas parou de novo no goleiro. Era uma pressão exercida pelo SQS no campo do adversário. Tanto que, em mais uma roubada de bola, agora de Jacobi, que fez boa jogada e encontrou Quevas sozinho. Agora sim ele só teve o trabalho de conferir para a rede e anotar 2 x 0.
O jogo já se encaminhava para o seu fim, porém ainda teve tempo para mais um gol, marcado por Minhoca depois dele passar por 3 marcadores e colocar na saída de Danilo. Um bonito gol.
Antes do fim, o SQS criou duas jogadas, a primeira individual por parte de Jacobi, o camisa 7, fez bonita jogada, mas na hora de marcar, Danilão saiu bem do gol e impediu mais um tento. Depois, mais uma boa jogada, Vinny recuperou a bola e rolou para Minhoca, que já encontrou Rodriguinho. Este chutou forte e de novo o goleiro pegou.
Após o apito do árbitro, o Só Quem Sabe se garante na 3ª posição e se credencia a brigar pelo acesso direto à Prata. Se Palestrinha e DP vacilarem o time de Mezadri pode chegar. Enquanto isso, o Toque me Voy continua sendo a única equipe do grupo que não venceu na atual edição. Pela 9ª rodada, tenta quebrar o jejum diante d’Os Mostarda. Já o Só Quem Sabe tem confronto direto com o 4º colocado, Coringa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 8ª RODADA
Corleone 4 x 0 Báguas
CORLEONE ANULA BÁGUAS E ENCOSTA NOS LÍDERES
Impecável na marcação, Corleone goleia o até então invicto e líder e agora está apenas um ponto dos líderes
Por Luis F. Saninana
Sob chuva, o Corleone entrou em quadra em busca da terceira vitória consecutiva. O Báguas tentou a mesma proposta do jogo contra o Invictus e jogou com Paolo como goleiro linha. A tática, bem sucedida anteriormente, desta vez falhou. O ainda líder do Grupo A foi goleado e agora tem a companhia de Basicus e Condor´s nos mesmos 19 pontos, além de ver o Corleone fazer 18 pontos e encostar para a briga na reta final.
Nos primeiros minutos pouca coisa aconteceu. A equipe laranja, usando bastante o goleiro nas jogadas de ataque, buscava os espaços, mas o time da famiglia, bem postado na defesa, não dava brecha. O primeiro lance mais perigoso foi de Cainho cobrando falta pela esquerda, mas que o Paolo espalmou. O Báguas respondeu com Genaro, livre na esquerda, que também parou no arqueiro.
A partir daí o Báguas exerceu uma pequena pressão, especialmente com chutes de fora da área. Jorjão, na direita, chutou por cima, e Genaro, pelo meio, obrigou Manfre a fazer boa defesa.
A pressão que se iniciava foi parada pelo árbitro, que percebeu que alguns jogadores do Báguas estavam sem caneleiras. O jogo ficou paralisado por um bom tempo, o que acabou ajudando o Corleone. Quando reiniciado o jogo, Marcelo Balas abriu o placar para a famiglia em cobrança de falta no canto esquerdo do goleiro.
Querendo empatar ainda antes do intervalo, o Báguas acabou se descuidando na defesa e, em um contra-ataque, Gui Fenômeno recebeu livre na direita para fazer o segundo do Corleone.
O segundo tempo começou, mas as propostas dos times não mudaram. O time laranja arriscava chutes de fora da área diante do paredão que era a defesa do Corleone. Os jogadores se jogavam na frente da bola em cada tentativa de chute. Uma dessas finalizações não parou na defesa. Naninha recebeu na esquerda e chutou para fora levando perigo.
No futebol, o placar de 2 x 0 é perigoso. Como o Corleone mais marcava do que atacava, a bola parada foi fundamental mais uma vez. Felipe Garone tentou a primeira vez em cobrança de falta pela direita, mas o goleiro espalmou. Na segunda, a infração foi na entrada da área e dessa vez o camisa 8 não perdoou e fez o terceiro aos 6 minutos.
O 3 x 0 deixou a equipe mais tranquila, que começou a se preocupar só com a marcação. Nas poucas vezes em que a defesa não conseguia afastar, o goleiro estava lá para defender. Como no lance em que Genaro chutou rasteiro. Manfre foi no canto esquerdo para defender.
Na base do contra-ataque o Corleone criava as melhores chances. Após apertar a saída do goleiro linha, que acabou se atrapalhando e perdendo a bola, Eduardo chutou para fora com o gol vazio. O camisa 16 da famiglia teve outra chance da entrada da área, mas acertou a trave esquerda.
Faltando pouco para o término da partida, o time inteiro do Báguas estava no campo de ataque, inclusive o goleiro, que foi para a área tentar cabecear. Na segunda tentativa, a bola acabou sobrando para Marcelo Balas, que, do seu campo de defesa, viu o gol vazio e mandou dali mesmo para fazer 4 x 0 e sacramentar a vitória.
Além de acabar com a invencibilidade do Báguas, o Corleone agora entra na briga pela primeira posição do grupo, que garante vaga direto para a Série Prata no próximo campeonato. Na próxima rodada, a famiglia tem confronto direto contra o Basicus, segundo colocado do grupo. Já o Báguas enfrenta o Pé de Pano, que luta para tentar encostar no G-8 e ao mesmo tempo fugir do Z-2.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
Coringa 7 x 6 Derrubada
CORINGA SOFRE PARA DERROTAR DERRUBADA
Foram 13 gols e um jogo de altos e baixos das equipes até que o placar de 7 x 6 fosse estabelecido. Renatinho, de novo, foi peça chave ao triunfo
Por Rafael Ruiz
Depois de perder a ponta para o DPGamos, o Coringa vem correndo atrás do prejuízo. E diante do em crise Derrubada, a coisa foi mais complicada do que podia imaginar. O time de Larsson vendeu caro a derrota, que acabou sendo por apenas um gol numa partida que somou 13.
A primeira grande chance de gol aconteceu logo no primeiro minuto, e veio por parte do Coringa, com Farias. O camisa 10 recebeu e chutou, obrigando o goleiro Luiz Dib a espalmar para escanteio. Na sequência, Daniel Capel tentou de primeira e a bola passou perto. Com jogadores leves e de habilidade, Coringa explorava justamente as jogadas individuais. Numa delas, Renatinho recebeu pela esquerda e com categoria colocou no canto esquerdo do goleiro, fazendo 1 x 0.
O Derrubada, até então, não conseguia levar muito perigo, tanto que somente aos 6 minutos Pedro Mé arriscou e passou perto do gol de Cidrão, mas a bola acabou desviada pela defesa. Em rápida resposta, o Coringa chegou mais uma vez com Renatinho. Ele avançou e tentou de novo colocar, porém desta vez a bola se perdeu pela linha de fundo.
Depois desses lances, o jogo caiu um pouco de rendimento, tanto que as equipes pararam de levar perigo. Isso se deve em grande parte ao Derrubada, que se encontrou em campo e equilibrou as forças. No entanto, depois de algum tempo, o Coringa conseguiu novamente levar perigo, agora aproveitando uma saída errada do Derrubada, Dé por pouco não marcou.
O jogo não era muito bom, as equipes tentavam lançamentos longos e erravam muitos passes. Contudo, aos 18 minutos, o Derrubada, que já estava melhor em campo, chegou ao empate com Deko. A jogada começou com uma roubada de bola e sobrou para ele, que não desperdiçou. No minuto seguinte, o mesmo Deko virou o jogo para levar a vantagem para o intervalo.
O Derrubada se viu mais animado e voltou com tudo para o segundo tempo. Na primeira chegada, com Tomi pela direita, que tentou driblar, não deu certo. Porém, a bola ficou ainda com ele e emendou um chute para fora. No entanto, quem mostrou muita eficiência foi o Coringa. Em sua primeira chegada foi logo igualando o placar. Agora com Farias aproveitando boa jogada de Renatinho, que cruzou para área, onde ele estava e só empurrou para a rede.
Se o Coringa queria uma folga no placar, o Derrubada queria logo a vitória e se viu mais uma vez obrigado a sair para o jogo. Aos 6 minutos, eles quase conseguiram outro gol com Deko. O camisa 26 recebeu e chutou forte, obrigando Léo Cidrão a fazer boa defesa. A pressão rubra surtiu efeito 3 minutos depois. Deko tentou, mas o goleiro fez bom corte para escanteio. Na sequência, Gabriel Ribeiro, de cabeça, retomou o marcador a favor do Derrubada, e Deko ampliou.
Se o jogo era lá e cá, foi a vez do Coringa correr atrás. E chegou ao gol com Japa Mori, livre de marcação, aproveitando boa jogada de Farias. Aos 12 minutos, quem pensou que o Coringa iria recuar e esperar o Derrubada para sair no contra ataque, se enganou. O camisa 20, Renatinho, que vinha muito bem na partida e desequilibrava pela esquerda, recebeu e chutou cruzado, sem chances para Luiz Dib.
Até os 15 minutos, foram momentos para ser esquecidos pelo Derrubada, afinal foram 3 gols em 4 minutos. Primeiro, Japa Mori fez bonito gol ao avançar e chutar forte, sem chances ao goleiro. 5 x 4. Foi um duro golpe, mas o Derrubada viu as suas esperanças renascerem quando Pi fez falta em Gabriel e saiu amarelado. Com um a mais, o time avançou a marcação e logo no minuto seguinte diminuiu, de novo com Deko. O camisa 26 recebeu e dominou, o atacante pegou forte na bola e colocou para o fundo da rede.
Se o Derrubada se animou, o Coringa não se abateu, tanto que, em mais uma saída rápida para o ataque, saiu o sexto gol. E de novo com Farias. O camisa 10 recebeu livre e chutou, marcando o seu segundo gol no jogo. A pá de cal veio com Renatinho, aos 24. Ele marcou seu terceiro gol e fez 7 x 5.
Contudo, quem achou que era o fim da partida ainda viu o Derrubada, na base da garra, fazer outro gol, e mais um gol de Gabriel Ribeiro. Desta vez ele recebeu livre e colocou no canto de Léo Cidrão, levando o técnico do Coringa ao desespero. Entretanto, não havia tempo para o empate.
Ainda sonhando com a vaga direta na Prata, o Coringa volta a campo diante do Só Quem Sabe, em briga direta já que apenas um ponto separa as equipes. Por outro lado, o Derrubada continua perto da zona da degola e com uma sensação de que podiam ter melhor sorte. Pela 9ª rodada, eles enfrentam o Cachorro Velho.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 8ª RODADA
Bacaninha 4 x 1 TNT
BACANINHA GOLEIA E PRATICAMENTE GARANTE CLASSIFICAÇÃO
Com a goleada sobre o TNT, Bacaninha fica a dois pontos de garantir matematicamente a classificação
Por Luis F. Saninana
TNT e Bacaninha fizeram o duelo do meio da tabela. As equipes entraram em quadra empatadas em pontos, 11. Quem ganhasse se aproximaria da turma de cima da tabela, além de ficar perto da classificação para a próxima fase. Já o time derrotado brigaria com a parte de baixo.
Vindo de derrota na rodada passada para o Corleone, o Bacaninha começou no ataque para tentar a vitória, pois um resultado negativo faria o time brigar com os últimos do G-8. Simões teve a primeira chance clara de gol, mas cara a cara com o goleiro chutou por cima. O TNT tentou responder com Hulk cobrando falta, que saiu à direita do gol.
O Bacaninha não deixou por menos e resolveu pressionar para não levar mais sustos. Denis Mathias bombardeou a área adversária. Usando bastante a esquerda do campo de ataque, a primeira chance obrigou o goleiro Assef a espalmar. Depois, pelo mesmo lado, acertou a trave. A terceira oportunidade do camisa 16 foi no meio da área, mas o chute foi desviado. A bola insistia em não entrar com ele, então Denis Mathias resolveu tentar com uma assistência para Thiago na esquerda da área, que mandou na rede pelo lado de fora.
Parecia aqueles dias em que o Bacaninha poderia ficar a tarde toda lá que a bola não entraria. Mas, de tanto insistir, Ricardo Ribeiro foi as redes. Depois de Lê Leme tentar por duas vezes, inclusive acertando a trave, a bola sobrou para o camisa 5 abrir o placar.
O TNT quase empatou logo após sofrer o gol. Rapha Bernardes teve uma ótima oportunidade ficando cara a cara com o goleiro, que defendeu. Uma das armas mais perigosas e eficientes do time azul e preto – a jogada área com Hulk – não estava funcionando.
O placar magro era perigoso, e o adversário começava a atacar. Então o time dourado resolveu continuar a pressão. Lê Leme, livre pela esquerda, chutou para defesa do arqueiro. Ricardo Ribeiro quase fez o segundo do time, e o dele, em um chute de longe em que Assef espalmou bonito.
Antes do intervalo o Bacaninha voltou a balançar as redes com Renato. Após cobrança de escanteio pela direita, a bola sobrou para o camisa 6 ampliar e levar a equipe para o intervalo com uma boa vantagem de dois gols.
A segunda etapa foi mais equilibrada. Ambas as equipes criaram boas chances. Das poucas vezes que conseguiu levar perigo em jogadas aéreas, Hulk cabeceou, mas a zaga do Bacaninha salvou em cima da linha.
As investidas ao ataque expunham o TNT, que começou a deixar espaços na defesa e levar contra-ataques. Por duas vezes a equipe quase sofreu o gol. Lê Leme recebeu livre na esquerda e bateu cruzado para defesa com a perna do goleiro. Depois foi a vez de Denis Mathias, agora pela direita, fazer um lance muito parecido com o anterior, mas a bola foi para fora.
Mesmo correndo riscos, o TNT não desistiu de ir para cima. Léo Villar chutou da meia esquerda para dar trabalho ao goleiro Gamito, que espalmou. Quando o Bacaninha foi ao ataque, soube usar o espaço deixado pela defesa. Denis Mathias tabelou com Marcelão, que devolveu para o camisa 16, no meio da área, fazer o terceiro gol da equipe dourada.
Com 3 x 0 o Bacaninha deu aquela relaxada. Para o TNT, tanto fazia perder de três ou dez. Então os azuis e pretos foram todos para o campo de ataque. Léo quase diminuiu em cobrança de falta, mas a bola parou na trave. Em outra chance na bola barata, Miguel cobrou o tiro livre, pois o Bacaninha havia excedido o limite de faltas, mas Gamito fez grande defesa.
Na insistência o TNT conseguiu diminuir com Sidney. A diferença de dois gols novamente animou o time, que continuou na pressão, mas se esqueceu da defesa. Denis Mathias recebeu livre na esquerda e sacramentou a vitória do Bacaninha ao anotar 4 x 1.
Na próxima rodada o Bacaninha enfrenta o terceiro colocado Condor’s, que tem o mesmo números de pontos do primeiro e segundo colocados, mas perde no saldo de gols. O TNT pega o Camelo, que no momento briga contra o rebaixamento.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
Os Mostarda 4 x 4 Roleta Russa
ROLETA RUSSA ARRANCA EMPATE NO ÚLTIMO LANCE
Debaixo de chuva, Mostarda vencia por 4 x 2, mas cedeu o empate. Sorte e Ceron decretaram a igualdade no lance final
Por Rafael Ruiz
Vindas de goleadas sofridas na rodada anterior e ainda sem se encontrar na competição, Roleta Russa e Os Mostarda queriam vencer e afastar a zica, além, é claro, de subir na tabela e se afastar da desconfortável zona de rebaixamento. Mesmo com 10 pontos, o Roleta precisava dos 3 pontos para manter-se tranquilo no G-8. O time d’Os Mostarda queria se distanciar do Z-2. Ao fim, num jogo cheio de emoção, o empate foi duro golpe ao time do capitão Cadú, enquanto premiou a insistência Roleta.
O jogo começou a mil por hora e, logo aos 30 segundos, Biel acertou o travessão. Depois desse susto, o Roleta tentou responder, mas o início não era animador para ele; a única chance nos primeiros minutos aconteceu com Caio após receber de Alemão. O camisa 22 girou sobre a marcação, e Gerson fez boa defesa. Por outro lado, o time de amarelo conseguia chegar com muita facilidade, principalmente com Biel e Bruno Egg. Este, em boa tabela com Cadú, acabou acertando a trave do goleiro.
Aos 7 minutos, mais uma chegada de perigo por parte d’Os Mostarda. Cadú cobrou falta cometida por Ceron, e Gabri por pouco não marcou. Edu pegou bem. O Roleta Russa parecia se encontrar em campo, porém quem ainda chegava com mais perigo era o time mostarda. Mais uma vez com Bruno Egg. Deste vez ele recebeu e chutou no alto. Edu fez boa defesa mandando para escanteio.
Entretanto, se Os Mostarda não marcou, o Roleta foi e fez o dele. Em boa tabela entre Folha e Bruninho, este ajeitou para aquele chutar rasteiro, colocando no canto de Gerson para abrir o placar. Contudo, a alegria durou pouco, uma vez que em rápida saída, após Jonathan recuperar a bola, ele rolou para Bruno Egg, que escapou da falta e na saída do goleiro empurrou para o gol, empatando o confronto.
Antes do fim do primeiro tempo teve tempo para mais coisa. Primeiro, Bruninho tomou amarelo bobo por não estar de caneleira, uma vez que ela havia caído e ele continuou em campo sem buscá-la. Mesmo assim, um jogador a menos não afetou o rendimento da equipe, que criava mais e chegou ao segundo gol. Aos 20 minutos, após Preto se complicar na saída de bola, Bruno Egg deixou o dele.
Veio o segundo tempo e com ele um jogo morno inicialmente, muito mais pela tirada de pé por parte d’Os Mostarda do que com a vantagem conquistada no fim da primeira etapa. Mesmo mais lento, foi Bruno Egg quem tomou a iniciativa do ataque. Ele recuperou a bola e rolou para George chutar colocado, mas Edu fez boa defesa.
A partida começava a ficar mais agitada, ainda mais que Matheusinho, pelo Roleta, e Tatá, pelo Mostarda, discutiram e foram amarelados. Com um homem a menos em cada lado, as chances começaram a ser mais constantes, tanto que Ceron fez boa jogada, obrigando o goleiro Gerson a praticar boa defesa. Porém, na jogada seguinte, Ceron reclamou com o árbitro sobre um lance e acabou tomando amarelo.
Depois disso, o jogo voltou a ficar devagar, afinal chovia forte e com isso a bola ficava mais viva e o campo, mais escorregadio. No entanto, os dois times não conseguiam criar grandes jogadas, e isso durou até a metade do segundo tempo, quando Caio fez boa jogada individual e colocou no ângulo de Gerson, que apenas viu a bola entrar. Era o empate.
O time mostarda se viu obrigado a sair para o ataque, mas deixaria exposta a sua defesa. Nessa o Roleta tentou aproveitar, mas Folha, ao tentar tirar do goleiro, colocou para fora. Na sequência, um banho de água fria para os vermelhos: contando novamente com a colaboração de Preto, que, pressionado pela forte marcação, acabou vacilando e deixou para Rodrigo colocar no fundo do gol. 3 x 2.
No minuto seguinte, abatido pelo gol bobo, o Roleta Russa se viu em situação difícil quando Rodrigo, de novo, recebeu e chutou forte para o gol, marcando o seu segundo gol na partida e ampliando para 4 x 2.
Faltavam menos de 5 minutos para o término, mas o Roleta não desistiu. E foi a redenção de Preto para suas falhas anteriores. O camisa 33 recebeu no meio e resolveu arriscar. O chute foi tão bom que a bola bateu na trave e acabou entrando. Um bonito gol.
No entanto, como no futebol as coisas acontecem rápido, Preto fez falta dura e acabou tomando azul, deixando seu time com um a menos. Véio bateu e Edu defendeu dando rebote. Bruno Egg chegou e carimbou a trave. Eis que o Sobrenatural entra em campo. Na sequência do lance, a bola sobrou para o Roleta, que partiu em rápido contra ataque, pegando a defesa do amarelo desorganizada. A bola chegou a Ceron, que não perdoou e cacifou o empate no minuto derradeiro!
O gol foi o último lance da partida, dando ao Roleta a sensação de vitória. Aos mostardas, o oposto. Com 11 pontos, o Roleta pega, na 9ª rodada, o Absolutos, com os mesmos 11 pontos. Os Mostarda encara o lanterna da competição, o Toque Me Voy, e não pode pensar em não fazer 3 pontos para não entrar na zona de descenso.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 8ª RODADA
Arena 2 x 3 Condor’s
CONDOR´S BOBEIA E QUASE ENTREGA NO FINAL PARA ARENA
Após abrir 3 x 0, time grená relaxou e sofreu 2 gols, mas garantiu a vitória que o deixa empatado com os líderes
Por Luis F. Saninana
O Arena começou a se ajeitar apenas na quinta rodada. De lá para cá o time começou a dar trabalho para os adversários. Não foi diferente contra o terceiro colocado, o Condor’s, que sofreu um bocado para sair com os 3 pontos e empatar com os líderes Báguas e Basicus em 19.
A saída foi do Condor’s e, logo de cara, o Arena foi para cima pressionando a saída de bola adversária. A primeira grande chance também foi dos laranjas, num voleio da entrada da área que o goleiro Quintanilha defendeu. A resposta do Condor’s veio com Neno chutando por cima do gol.
Mostrando que a posição atual na tabela era reflexo do começo ruim devido aos desfalques, o Arena continuou trocando ataques com o Condor’s. Vitor arriscou chute da esquerda e o goleiro rebateu. A equipe grená não deixou por menos e Bruninho, com um chute de longe, acertou a trave esquerda.
O Condor’s só conseguiu abrir o placar em jogada pelo alto. Após cobrança de lateral, Neno cabeceou e fez 1 x 0. O Arena pareceu sentir o gol. O time grená, percebendo isso, começou a pressionar. Peli, cara a cara com o goleiro, chutou à meia altura, mas Leandro defendeu. Diony também tentou ampliar chutando da direita, mas mandou para fora. Pressionando a saída de bola, a defesa laranja errou e Peli quase fez.
No final do primeiro tempo, o Arena teve a chance de empatar com Vitor. O camisa 11 laranja, livre na entrada da área, chutou para ver Quintanilha espalmar. O intervalo fez bem ao Arena, que botou ordem na casa e voltou para o segundo tempo pressionando o adversário. O Condor’s começou a usar mais o goleiro na linha para diminuir a pressão. Deu resultado. Arriscando um chute de longe, Romário acertou o canto esquerdo do goleiro e fez 2 x 0.
Dessa vez a equipe laranja não sentiu o gol e quase diminuiu com Piro chutando da direita, obrigando o goleiro a espalmar. Os dois gols de vantagem não eram suficientes para o Condor’s ficar tranquilo na partida. O time grená queria mais. Depois de tentar por duas vezes em chutes cruzados para fora de Romário e Bruninho, o Condor’s chegou ao terceiro gol com Peli. Ele recebeu livre no meio da área para mandar para o fundo da rede.
Com os três gols de vantagem, o Condor’s poderia tentar administrar a partida. Poderia, pois a equipe não conseguiu aproveitar essa vantagem. Em pouco tempo o Arena conseguiu diminuir com Alan em um chute cruzado da direita.
O Condor’s sabia que essa diferença de dois gols era perigosa e se viu obrigado a sair mais para o jogo. A equipe grená quase conseguiu ampliar por duas vezes, mas havia uma trave no caminho. Neno arriscou chute da intermediária e acertou o poste direito. Depois foi a vez de Guinho chutar de longe e acertar dessa vez o lado esquerdo.
Aquele velho ditado de que quem não faz toma se encaixou no momento. Alan avançou pela esquerda e tocou para Felipinho só empurrar para o fundo do gol e diminuir o placar para 3 x 2 aos 23 minutos. O gol aconteceu no final da partida e não deu tempo para o Arena tentar o empate.
Na próxima rodada, o Arena tem confronto direto com o Roleta Russa Clássico pela briga contra o rebaixamento. Uma simples vitória do TNT sobre o Camelo e uma vitória contra o Roleta tira a equipe laranja do Z-2. Já o Condor’s tenta frear o Bacaninha, que pode encostar nos líderes.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 8ª RODADA
Basicus 5 x 3 Pé de Pano
BASICUS SÓ NÃO VIRA LÍDER POR CAUSA DO SALDO
Os comandados de Mário sabiam que precisavam da vitória, mas Pé de Pano dificultou a missão dos rosados
Por Luis F. Saninana
O Basicus entrou em quadra sabendo da derrota do Báguas e que uma vitória por goleada poderia dar a liderança à equipe. Com esse pensamento, os rosados começaram com tudo e logo de cara abriram o placar em cobrança de falta perfeita de Juninho no ângulo esquerdo do goleiro, que nem se mexeu.
Quase o camisa 2 fez o segundo mandando uma bomba da esquerda. A bola bateu no travessão, perto da linha, mas não entrou. Bolas também teve sua chance, de cabeça, mas a bola foi para fora.
O Pé de Pano se segurava como podia e, mesmo com um jogador de linha no gol, não se deixou abater pela pressão inicial do Basicus e foi ao ataque. Primeiro com Tché chutando da entrada da área. A bola triscou o travessão de Roland. Quem não perdeu a segunda chance foi Dadá, que, pela direita, empatou a partida.
Até o final do primeiro tempo, as equipes foram mais cautelosas. O Basicus percebeu que não seria fácil bater o Pé de Pano e poucos lances de perigo surgiram. Pelo lado rosado, Bocha chutou quase do meio da área, para boa defesa do goleiro. Já o Pé tentou pela lateral. Rodrigo avançou pelo lado esquerdo e cruzou para o meio da área. Bolas conseguiu afastar antes da chegada do atacante adversário.
O intervalo serviu para as duas equipes se ajustarem. Diferente do primeiro tempo, ambos os times tiveram mais oportunidades de movimentar o placar. E quem fez isso primeiro foi o Basicus. Puff cobrou lateral pela direita e Állex desviou para o gol, desempatando a partida.
O time azul não sentiu o gol. Prova disso foi que, ao se lançar ao ataque, Rafinha arriscou chute de intermediária e quase empatou de novo, mas a bola foi para fora. Em outra investida no ataque, Roland teve que sair do gol e acabou desviando a bola com a mão fora da área. Isso lhe rendeu o cartão azul. Como não havia goleiro reserva, Matheus foi para o gol.
Aproveitando que estava com um jogador a mais, o Pé de Pano começou a sair mais para o jogo. Em um dos ataques, Rodrigo recebeu livre na esquerda e Matheus defendeu, mostrando que também pode atuar como goleiro.
A vontade do Pé de Pano de empatar era tanta que acabou se descuidando na defesa. Em um apagão do time, Veneza aproveitou as duas chances que teve e fez o terceiro e quarto gols em um curto intervalo de tempo. Juninho quase sacramentou a vitória, com um chute pela esquerda do campo de ataque, mas o goleiro defendeu com a perna.
Se pelo lado dos rosados Veneza não perdoou e praticamente sacramentou a vitória do time de Mário, pelo lado azul Dadá não desistia e também, em um curto espaço de tempo, aproveitou o pequeno relaxo do adversário para anotar dois gols.
Com a vantagem caindo para um gol e faltando pouco para o término da partida, era de se esperar uma pressão até o final do Pé de Pano. Mas não deu nem tempo para isso. Logo após sofrer o gol que poderia complicar a partida para o Basicus, Gui Fujii jogou um balde de água fria na reação do do Pé e, após bate rebate, fez 5 x 3.
Na próxima rodada, o Basicus, empatado com o Báguas e Condor’s com 19 pontos na ponta, tem a missão de parar o Corleone. Time em ascensão, que vem de três vitórias consecutivas. A última uma goleada por 4 x 0 no até então invicto do grupo Báguas, adversário do Pé de Pano.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
Irado’s 6 x 4 Opalas
IRADO`S VENCE A SEGUNDA E JÁ PENSA EM CLASSIFICAÇÃO
Em um jogo disputado, Irado`s aproveita melhor as chances e bate Opalas
Por Rafael Ruiz
A partida envolvia duas equipes que vem na parte de baixo da tabela, mas em ascensão. Ambas venceram na rodada anterior e ambicionavam mais do que fugir do rebaixamento daqui em diante. E como ambos os times estavam muitos próximos na tabela, uma vitória do Irado`s embolaria ainda mais a tabela, uma vez que a primeira equipe na zona de rebaixamento possui 6 pontos. dito e feito. O Irado´s venceu, chegou a 7 pontos e adentrou o G-8.
Sabendo disso, o Irado`s, animado pela primeira vitória na competição, foi logo tentando com Jales pela esquerda, porém o camisa 3 acabou chutando para fora. A bola passou perto do gol defendido por Kadu. Em rápida resposta, o Opalas foi logo marcando na sua primeira chegada. Paulinho recebeu e chutou forte. Caixa.
Com o gol, o time de amarelo passou a chamar o adversário para o seu campo, uma vez que o Irado`s, em situação complicada no campeonato, não podia nem pensar em sair derrotado. Tanto que, nos minutos seguinte, Ninja tentou, mas Kadu fez boa defesa. Em outra chegada de Ninja, o camisa 11 arriscou e mais uma vez esbarrou em Kadu, que dessa vez colocou para escanteio.
Depois de tanto insistir, aos 9 minutos, o time que jogava de vermelho enfim foi premiado. Diego Silva, de cabeça, marcou, empatando o confronto e colocando o Irado`s novamente no jogo. Após o gol, ambos os times diminuíram as chegadas ao ataque. Quando alguém foi mais efetivo, Erick obrigou Kadu a trabalhar.
No entanto, depois de muito tempo sem levar algum perigo ao gol adversário, o Opalas, que não jogava bem, encontrou o seu segundo gol. O tento aconteceu após uma pressão no campo do Irado`s. Eles recuperaram a bola e ela sobrou para Tevez chutar no canto de Allan, que nada pode fazer. Contudo, a alegria amarela durou poucos segundos, pois, depois da saída de bola, o time de vermelho foi com tudo para o ataque. Hubert se antecipou ao marcador e empatou novamente aos 20 minutos.
Depois de um começo sonolento, parece que os dois times se animaram e partiram para cima. O Irado´s se deu melhor e virou na sequência. Erick pegou de primeira e forte, colocando no alto, sem defesa para Kadu. 3 x 2.
Esses dois gols relâmpagos do Irado`s mostrou um abatimento nos jogadores do Opalas que apesar dos dois gols marcados, eles não vinham bem no jogo. E piorou quando a primeira etapa se encaminhava para o seu fim, uma vez que, em uma jogada pela direita de Muriloko, ele tentou chutar cruzado, mas a bola foi desviada pelo goleiro. Na sequência, o zagueiro vacilou e Jalesinho, oportunista, ampliou.
Na etapa final, o Opalas voltou disposto a diminuir rapidamente o prejuízo, tanto que com 17 segundos já balançaram as redes de Alan. Tevez aproveitou boa jogada de Léo, que lançou para o camisa 9 só conferir para o gol.
Assim como aconteceu no primeiro tempo, o jogo era disputado. E mais uma vez, em rápida resposta, o Irado`s não permitiu que o Opalas gostasse do jogo. Eles foram logo para o ataque retomar a vantagem de dois gols. Hubert, em boa jogada individual, na fez boa finta e passou por dois marcadores para colocar para o fundo das redes. 5 x 3.
Depois de um início eletrizante, a partida caiu um pouco. O Opalas voltou a levar perigo em cobrança de falta de Deco que Alan pegou. Em outra tentativa, por pouco o amarelo não marcou. Deco recebeu de Peixe pela direita antes de chutar e ver Alan defender mais uma. Na sequência, o Opalas emplacou uma blitz que culminou em cabeçada de Paulinho para o fundo do gol.
Quando a partida se encaminhava para o seu fim, o Irado`s voltou a levar perigo ao gol de Kadu. O camisa 6, Diego Silva, tentou de longe, mas parou na boa defesa do goleiro. No minuto seguinte, de novo ele apareceu no ataque, em boa jogada pela esquerda que encontrou Hubert livre no meio. O camisa 13 só teve o trabalho de chutar no canto de Kadu e marcar o seu terceiro gol, fechando em 6 x 4 o placar.
Com o fim do jogo, o Irado`s conquista mais 3 pontos na competição e vence a segunda seguida. Com os reforços de última hora, o time chega a 7 pontos e está no G-8, dando moral e ânimo não só para não cair como para se classificar. O Opalas teve sua sequência positiva brecada e permanece também com 7 pontos. Pela 9ª rodada, o Irado´s tem o líder DP como adversário; o Opalas tenta melhor sorte com o vice-líder, o Palestrinha.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 8ª RODADA
Xoras 5 x 5 Camelo
XORAS E CAMELO FAZEM TESTE PRA CARDÍACO
Jogo com duas viradas e dez gols, um no final da partida, foi para ninguém botar defeito
Por Luis F. Saninana
Xoras e Camelo fizeram o melhor jogo do Grupo A da 8ª rodada. Foi uma partida com ingredientes que qualquer pessoa que gosta de futebol adora ver: muitos gols, duas viradas e gol no final! Mas como foi construído esse jogo?
Logo de cara o Xoras abriu o placar com Mingo. Ele chutou da esquerda, Henrique defendeu, mas o próprio pegou o rebote e abriu o placar. A resposta do Camelo não demorou: Alex Junior, com um chute no ângulo esquerdo, deixou o placar igual. Ele mesmo teve a chance de virar o jogo pouco depois em um chute de fora da área que saiu à direita do gol. Entretanto, se ele perdeu, Pisano não. O camisa 7, com um chute cruzado da direita, virou o jogo para o Camelo com menos de 4 minutos jogados.
A partir daí, o goleiro Henrique começou a se destacar. O Xoras foi com tudo ao ataque. Matheo chutou da esquerda e Henrique espalmou. O camisa 18 do time tricolor teve uma segunda chance chutando do mesmo lugar, mas outra vez o goleiro defendeu. Mingo pegou a sobra e chutou. Henrique saiu nos pés do jogador para abafar a finalização.
A vontade de chegar ao empate logo custou caro para o Xoras, que se descuidou na defesa e deixou Pisano desviar de cabeça uma cobrança de lateral pela direita para fazer 3 x 1. A vantagem poderia aumentar se Tatá não tivesse defendido uma cobrança de falta de Santo Alves no canto esquerdo.
Com dois gols de vantagem, o Camelo deu uma acalmada e acabou recuando. Com isso o Xoras continuou na pressão, e diminuiu aos 12 minutos. Após bate rebate Pato, em chute rasteiro, balançou as redes.
O gol empolgou o Xoras, que não deixou o Camelo chegar a seu campo e seguiu sufocando. Ric arriscou chute de longe e Henrique espalmou. Depois, Matheo e o arqueiro da pizzaria voltaram a duelar. O camisa 18 tricolor arriscou chute da meia esquerda e Henrique espalmou por cima do gol. Sempre pela esquerda, Matheo recebeu livre na esquerda para chutar, mas parou no goleiro.
Era questão de tempo para o empate sair. O camisa 1 do Camelo fazia o que podia para evitar, mas não conseguiu defender a cabeçada de Pato, que empatou o jogo. O Xoras aproveitou o bom momento para conseguir a virada. Em um chute da esquerda, a bola sobrou praticamente em cima da linha para Patola só empurrar para o gol.
O segundo tempo começou equilibrado, com as duas equipes criando chances de marcar. O Xoras teve a primeira grande oportunidade. Mingo avançou pelo meio e chutou para nova defesa de Henrique. O Camelo respondeu com Pisano finalizando da direita. A bola sobrou com Wallace na segunda trave, mas a zaga tricolor salvou em cima da linha.
Pelo segundo tempo equilibrado que as equipes faziam, um erro poderia ser fatal. Foi o que aconteceu com a zaga do Camelo. Em uma bola jogada na área, a defesa não conseguiu afastar e Ric aumentou a vantagem aos 10 minutos.
Os dois gols de vantagem deram o direito ao Xoras de recuar para não ser surpreendido novamente. O Camelo foi para cima, o tricolor afastava com chutões. Então a solução para o time da pizzaria foi a bola parada. Em cobrança de falta de Tadeu pela direita, o goleiro nem se mexeu.
Pisano quase empatou o jogo novamente em uma jogada de pivô, mas o goleiro defendeu. No último lance da partida, após bola no travessão, bate rebate, e Wallace empatou.
O empate no final fez com que o Camelo saísse da zona de rebaixamento e deixasse a vaga para o Roleta Russa Clássico. O time da pizzaria agora pega o TNT e tenta se afastar do Z-2. Já o Xoras permanece em 7º, com 11 pontos, e duela com o Invictus, que soma 10.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 8ª RODADA
DPGamos 3 x 0 Absolutos
DPGAMOS PASSA FÁCIL PELO ABSOLUTOS
Com boa atuação coletiva e de Márcio, DP vence mais uma e segue firme para a Série Prata
Por Rafael Ruiz
O duelo Robin Hood, de times que tiravam pontos de quem estava em cima da tabela e entregavam para quem estava em baixo. O DPgamos vinha invicto e era o líder do Grupo B. Por outro lado, o Absolutos queria fazer o mesmo que fez com o Coringa, desbancar outro favorito. O jogo foi dos melhores e, ao fim, sobressaiu -se o time melhor posicionado na tabela, que contou com outra boa atuação de Dú e com um goleiro inspirado.
Favorito, o rubro negro foi logo tomando as rédeas do jogo. Dú recebeu e, de primeira, arriscou, obrigando Demétrius a praticar boa defesa. No minuto seguinte foi a vez de Klóvis tentar. Ele recebeu e avançou pela direita. O chute cruzado passou com perigo.
Era uma pressão por parte do DP. De novo Klovis, desta vez ele tentou de cabeça, e Demétrius colocou para escanteio. Até aqui o Absolutos estava perdido em campo e não conseguia levar nenhum perigo. A primeira chegada dos azuis só aconteceu aos 8 minutos, com C. Labate, que arriscou de longe, obrigando Márcio a trabalhar. Contudo, depois de tanto insistir, o DP achou o seu gol. O autor foi João Corazza, que chutou do meio no canto.
Com o gol, o DP agora poderia aproveitar os espaços que o Absolutos deixaria atrás, uma vez que, precisando da vitória, a equipe sairia para o ataque. Porém, o time não conseguia chegar com perigo ao gol de Márcio, Isso só foi acontecer aos 15 minutos, quando C. Labate, pela esquerda, arrematou cruzado a gol e obrigou Márcio a colocar para escanteio.
Antes do árbitro apitar fim do primeiro tempo, o Absolutos começou a chegar mais. Agora C. Labate recebeu livre de marcação, porém o seu chute passou perto. Em outro lance, os jogadores avançaram a marcação e recuperaram a bola depois de saída errada por parte do DP. Márcio, mais uma vez, fez boa defesa em chute de Rafinha Haddad.
Terminado o primeiro tempo, o DPGamos confirmava o favoritismo e dominava a partida. Assim como começou a primeira etapa, o DP já chegava com perigo, isso com apenas 10 segundos de jogo. Dú recebeu a bola e avançou com ela dominada. Quando chegou na intermediária, arriscou para o gol, obrigando Demétrius a fazer bonita defesa.
Após essa chegada relâmpago por parte dos rubros, a partida caiu um pouco de rendimento, e as equipes passaram a errar alguns passes e tentar infiltrações, porém sem sucesso. Isso durou até os 4 minutos, quando o Absolutos chegou com perigo, mas a jogada foi interceptada pela defesa, colocando para escanteio. Na cobrança, Jean por pouco não marcou de cabeça.
O DP resolveu pressionar um pouco mais, tanto que em uma jogada esquisita quase fez o segundo. O lance começou com Dan pela esquerda. Ele tentou de bico, e a bola encontrou Kaká. No entanto, o goleiro, ligado, saiu para dividir. A bola rebateu e quase entrou. A bola acabou acertando o rosto do goleiro Demétrius. Um minuto depois, o DP enfim marcou 2 x 0 após falta de Rafa Alencar em Kaká. Na cobrança, a bola acabou parando na barreira, mas ela sobrou para Dú, que, sem pensar muito, arriscou, colocando a bola no canto do goleiro.
Depois do segundo gol, o Absolutos mais do que nunca teria que sair para o jogo, porém esbarrava na falta de precisão nos passes e na forte marcação adversária, muitas vezes já no ataque. No entanto, em uma boa escapada de Rapha Kfouri, que tabelou com Jean, Márcio evitou o gol.
Contudo, o que estava ruim piorou. O DP, cheio de moral e com jogadores habilidosos na frente, conseguia envolver a zaga adversária. Em um desses lances, o camisa 16, Richard Sousa, que estava sumido na partida, fez boa jogada pela esquerda e chutou cruzado. Demétrius tentou chegar, mas apenas desviou. A bola acabou sobrando para Joka, livre de marcação, empurrar para o fundo do gol.
Abatido, o Absolutos pareceu não ter mais forças para no mínimo diminuir o resultado. Tanto que, no minuto seguinte, Kaká, mais uma vez obrigou Demétrius a trabalhar. Ele arriscou e o goleiro defendeu bem.
Tentando uma última vez, Jean tentou fazer jogada individual, mas Márcio foi esperto e cortou o lance. Com o fim de jogo, o DP está cada vez mais próximo da Série Prata. Segue líder e invicta na competição. Já o Absolutos estaciona no meio da tabela, e vai ter de mostrar mais para se manter no G-8. Na 9ª rodada, o DP enfrenta o Irado`s, o Absolutos pega o Roleta Russa.
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