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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE BRONZE: 7ª RODADA

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

DPGamos 4 x 4 Coringa

DP CONQUISTA EMPATE HEROICO NO FIM


Coringa vencia por dois gols de diferença, mas achou que já está estava tudo ganho e cedeu a igualdade restando apenas dois minutos para o apito final

Por Heron Ledon

Um duelo digno de quem disputava a liderança da tabela e emocionante do começo ao fim. O Coringa foi melhor durante boa parte dos 50 minutos, porém o DPGamos não se entregou. O time de branco e azul teve diversas oportunidades de liquidar o jogo, mas não as aproveitou. E, quando esteve com um atleta a mais, tomou o amarelo e não suportou a pressão adversária. Empate com sabor de vitória para o DP, que segue firme na ponta do Grupo B.

Apesar do chute perigoso de Dan, pela direita, após o passe de Kaká, foi o Coringa quem abriu o placar com apenas um minuto de jogo. Em jogada pela esquerda, Japa Mori bateu pro gol, e o goleiro Márcio falhou ao realizar a defesa parcial e aceitar que a bola entrasse para o fundo de suas redes.

Em seguida, foi a vez de Léo Cidrão trabalhar. Cruzamento para a sua área, e o zagueiro Daniel afastou em direção ao próprio gol. A bola encobriu o goleiro, mas ele conseguiu se recuperar e a mandou para escanteio. Depois, Kaká pisou novamente para Dan, e o chute tinha direção certa desta vez. Porém, lá estava Léo para espalmar de mãos trocadas e evitar o empate.

Mesmo com a chegada de Rafinha, que arrematou de bico, mas no meio do gol, o DPGamos conseguiu igualar o marcador. Após Léo defender um chute do ataque oponente, Nando pegou o rebote e completou para o gol. O equilíbrio, assim, era presente tanto dentro de campo como no placar. Um belo jogo.

Porém, a alegria do DP durou pouco, já que, aos 21 minutos, o Coringa voltou a ficar à frente no marcador. Daniel arriscou de longe; a gorducha passou pela defesa de Alê e companhia e foi parar no meio do gol. O goleiro Márcio a defendeu muito mal e novamente aceitou que ela entrasse – só que, dessa vez, foi um belo de um frango! Farias ainda teve a chance de ampliar ao fazer uma bela troca de passes, invadir a área e bater colocado para fora.

E a volta para a etapa final não foi diferente de como terminou a primeira: Coringa pressionando no ataque. Márcio fez duas boas defesas nos chutes de Gui Frederick e de Renatinho, redimindo-se das falhas anteriores. Porém, ao defender mais um, agora de Daniel, deu rebote em cima Rafinha, que empurrou a pelota para o gol. Era o terceiro.

Mesmo com o pedido de tempo de Daniel Fischer para orientar seus jogadores, a situação não parecia melhorar. E, então, Kaká – o do Coringa – perdeu um gol incrível! Renatinho avançou pela esquerda e cruzou dentro da área para a chegada do 14, que, totalmente sozinho, deu uma rasteira na bola e a mandou por cima do travessão.

Quando o DP conseguiu uma reação, o adversário deu o troco. Dú Varella recebeu no meio, dominou a gorducha e mandou para o gol com ela ainda no ar. A bola tocou na trave de Léo antes de entrar. Um golaço! Mas não houve tempo para comemorar, pois, no mesmo minuto, aos 14, Renatinho ampliou para o Coringa. Em velocidade, ficou de frente com Márcio e chutou; o goleiro defendeu, mas a pelota tocou de novo no camisa 20 e parou dentro do gol.

Sorte do time branco e azul, que, além de ganhar por 4 a 2, ainda viu BB ser expulso quatro minutos depois, após forte dividida com Pi. No entanto, o Coringa não conseguia liquidar de vez o embate. Mantinha-se na frente, mas se perdia ao concluir as jogadas, mesmo com um atleta a mais. Pareciam brincar de perder gols. Dava até a impressão de que os atletas achavam que a vitória já estava assegurada. Engano deles.

Aos 22 minutos, Japa Mori fez falta próximo à linha central e levou o amarelo. Na cobrança, Nando rolou para Dú – que foi recuado pelo técnico e, assim, jogava atrás – fuzilar de longe, colocado, no canto esquerdo do goleiro. Mais um do camisa 17! Ressurgia a esperança do DP, mas a apatia do rival não mudara.

Dessa forma, o time de vermelho pressionou o adversário e conseguiu o empate salvador na volta final do ponteiro. Nando cobrou escanteio para dentro da área, e a bola passou por todo mundo até chegar aos pés de Zeca, que, livre de marcação, completou para o fundo do gol. Muita comemoração dos atletas – parecia até o título do campeonato. Só restou o lamento por parte do Coringa.

A equipe de branco e azul cai para o 4º lugar, com 15 pontos conquistados. Para quebrar a sequência de dois tropeços – havia perdido na rodada anterior –, seu próximo desafio é encarar o Derrubada, que saiu do Z-2 ao derrotar o Os Mostarda. Já o DP segue firme na liderança com 17 pontos, mas tem o Palestrinha e o Só Quem Sabe na cola, com 16. Seu oponente, agora, é o Absolutos, que perdeu para o ex-lanterna Irado’s.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

Só Quem Sabe 7 x 3 Cachorro Velho

SÓ QUEM SABE ATROPELA CACHORRO VELHO


Com Serjão e Alemão inspirados, o SQS bate a equipe do Cachorro Velho

Por Rafael Ruiz

A partida envolvia duas equipes que vinham na parte intermediária da classificação, só que o SQS estava numa ascensão enquanto o Cachorro vinha caindo. Porém, como ambos os lados haviam empatado na rodada passada, o confronto dessa manha era muito importante para as pretensões de cada um. E com amplo domínio, o SQS goleou o Cachorro e fica a um ponto do líder DPGamos.

O jogo começou com os dois times tocando a bola e se estudando nos primeiros minutos, mas logo aos 2 minutos, depois de pressionar a saída, Giggio recuperou a bola e rolou para Thiaguinho, que tentou chutar cruzado no gol de Arthur. Contudo, sem sucesso. Em rápida resposta, por pouco o SQS não tirou o zero do placar. O centroavante Serjão dominou a bola e passou para Jacobi chutar por cima da meta defendida por Botana. Na sequência, após saída errada por parte de Jeff, pressionado, quase que o time de preto marcou. Jacobi chutou, mas parou na boa defesa do goleiro.

O confronto, até então, era muito mais jogado pelo meio e com chances para os dois lados, contudo sem que alguma equipe levasse perigo ao gol adversário. Em outra chegada por parte do CV, Thiaguinho recebeu a bola e avançou com ela, mas na hora da finalização acabou chutando fraco, facilitando para Arthur. Em outra chegada por parte do azul, por pouco Moreno não marcou. Depois de recuperar a bola, o camisa 66 tentou colocar no canto esquerdo do goleiro, que fez boa defesa colocando para escanteio.

Aos 7 minutos foi à vez do SQS levar perigo, agora com Marques. O camisa 22 tentou surpreender pegando de primeira, após belo passe de trivela de Alemão, mas o arremate saiu por cima do gol. O time de preto explorava os lançamentos longos para Serjão, mas até aquele momento Jeff vinha dando conta do recado e conseguia conter as suas ações. Porém, mesmo assim o Só Quem Sabe chegava com perigo. Jacobi recebeu passe de Rodriguinho pela direita, mas seu arremate acabou sendo desviado e não levou muito perigo.

Aos 11 minutos, enfim o zero saiu do marcador. Depois da equipe de preto subir a marcação e de recuperar a bola, Serjão recebeu, ganhou no corpo e rolou para Rodriguinho finalizar forte para o gol, colocando o SQS em vantagem.

Em rápida resposta, por pouco o CV não descontou, no entanto Pedrinho chutou cruzado pela linha de fundo. Depois foi a vez de Alemão quase marcar em cobrança de lateral que ele dominou e chutou cruzado. A bola passou na frente de todo mundo e se perdeu pela linha de fundo.

Após o primeiro gol, o time de azul parece ter sentido o golpe e ainda por cima era pressionada em seu campo de defesa. Desse modo, o SQS criava as principais chances de gol e era a equipe mais bem posicionada em campo. Tanto que em mais uma chegada por pouco Alemão, que vinha atuando bem, não marcou o seu de cabeça. A bola explodiu na trave.

Antes da primeira etapa terminar, Jacobi quase fez bonito gol. Ele tentou encobrir Botana, mas, para o seu azar, o goleiro havia cobertura de Pedrinho, que afastou o perigo. Na sequência, o lateral foi cobrado e encontrou Alemão, que, de cabeça, fez 2 x 0. No lance o CV ainda reclamou de falta em seu zagueiro.

Veio à segunda etapa e com ela a esperança do Cachorro Velho de equilibrar as forças e buscar o placar. Mas o que se via era o SQS em cima. Tanto que, com 2 minutos, Jacobi anotou o terceiro ao receber e chutar sem chances para Botana. No lance seguinte, depois de mais uma pressão no ataque, Serjão ampliou de cabeça aproveitando cobrança de lateral de Minhoca.

Tentando não se abater com o resultado, o time da PUC buscou forças para diminuir o placar. Quase o fez com Pedrinho arriscando de fora. Arthur colocou para escanteio. O time de preto passou a se defender e sair rápido nos contra ataques, tanto que o Cachorro começou a levar perigo. Giggio tentou fazer a jogada e arriscar, porém parou na forte marcação. 2 minutos mais tarde, outra chegada do azul, agora com Anjinho tentando pegar de primeira, mas acabou não levando nenhum perigo.

O jogo agora estava com a equipe de azul tomando a iniciativa, algo compreensível com placar tão desfavorável. O SQS recuou e já administrava o resultado. Assim, em uma vacilada do time de preto, Pody, recebendo de Giggio após cobrança de lateral, só teve o trabalho de deslocar Arthur e colocar no outro canto.

Depois de um tempo sem chegar com perigo parece que o time comandado por contundido Mezadri resolveu atacar. E com 3 toques na bola marcaram mais um. O lance começou com Arthur, que buscou Serjão. Este ajeitou de peito para Pedrinho, que, de primeira, fez o quinto. Sem tempo para comemorar, eis que a cachorrada diminuiu novamente, agora com Giggio recebendo pela direita e chutando sem chances para Arthur.

O jogo já se encaminhava para o seu fim e o SQS tinha uma boa vantagem. Mesmo assim, a marcação era forte no ataque, tanto que em mais uma roubada de bola Jacobi encontrou Serjão livre. Ele só empurrou para o gol. De novo, Jacobi, outro destaque em campo, agora ele dominou e avançou com a bola dominada e chutou forte, parando na boa defesa de Botana.

Quando faltavam 5 minutos para o fim, o time de preto ainda encontrou mais um, o seu sétimo gol. Ele aconteceu em uma jogada confusa, após a forte pressão do azul na saída de bola. Marques tentou afastar e pegou errado nela, mas para a sua sorte acabou caindo no pé de Alemão. De primeira, ele acionou Serjão, que no corpo tirou a marcação e sem muita dificuldade chutou cruzado. 7 x 2.

Antes do apito final do arbitro, ainda teve tempo para 3 acontecimentos. Primeiro, uma entrada dura em Chuck por parte do camisa 7, Jacobi, que lhe rendeu amarelo. No lance, o técnico Bruno Oyama foi expulso ao reclamar da falta com o árbitro, que de início não havia aplicado cartão algum. Na sequência, o CV encontrou o seu terceiro gol. O camisa 9, Thiaguinho, recebeu pela esquerda e sem muita dificuldade colocou no canto do goleiro. No minuto final de jogo, foi a vez do SQS reclamar de um lance. A equipe alegava que a bola rebatida para trás por Jeff teria entrado, porém a arbitragem não entendeu assim.

Com o fim do jogo, ficou evidente a superioridade do SQS que, com uma postura ofensiva e de pressão no ataque, conseguiu fazer os gols e vencer sem grandes alardes. Com a vitória, o Só Quem Sabe encosta de vez nos líderes, agora somando 16 pontos. Por outro lado, o Cachorro Velho busca consertar os erros encontrar novamente o caminho das vitorias para não se afastar do pelotão da frente. Na 8ª rodada, enfrentam, respectivamente, Toque Me Voy e Palestrinha.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

Derrubada 6 x 2 Os Mostarda

DERRUBADA REAGE E VIRA PRA CIMA D’OS MOSTARDA


Depois de um começo preocupante, equipe rubro negra mostra grande poder de reação, vira o placar e controla jogo até o fim

Por Gustavo Scaldaferri

O time d´Os Mostarda foi para o jogo na zona de classificação, em 7º lugar. Se vencesse, afastar-se-ia bastante da zona de rebaixamento e daria um passo e tanto para a próxima fase. O desfalque da equipe era no gol, já que Polito, o goleiro titular, teve um problema nos ligamentos e Gerson Gomes foi quem o substituiu. O Derrubada tinha uma situação mais complicada. Apenas com 1 ponto a mais que os times da zona da degola e ainda sem vencer – somava até então 3 empates e 3 derrotas –, precisava dos 3 pontos de qualquer maneira. O que se viu no começo foi um Mostarda indo pra cima com tudo, o que deu a impressão que ia ser uma goleada, mas Telles e Deko fizeram a diferença e ajudaram o rubro negro a virar e, aí sim, golear.

O duelo iniciou muito melhor para Os Mostarda. Logo aos 2 minutos, em cobrança de escanteio de Cadu, George cabeceou e abriu o placar. 1 minuto depois, Bruno Egg trouxe pela direita e chutou de esquerda pra fora. No lance seguinte, Bruninho recebeu na direita e chutou. A bola desviou na zaga e saiu por pouco.

Era um bombardeio mostarda. Aos 4, Bruninho, de novo, chegou a fazer o segundo, mas o árbitro deu falta no lance. O Derrubada não conseguia chegar ao ataque, no entanto, em um lance de contra-ataque isolado, com 6 minutos jogados, Telles recebeu sozinho na frente e tocou na saida do goleiro para deixar tudo igual.

Mesmo depois de levar o gol, Os Mostarda ainda controlava a partida. Aos 7, abertura de Bruno Egg na direita para Cadú, livre, chutar forte de primeira e a pelota sair com perigo. Com 9, Bruno Egg trouxe pela esquerda e bateu muito alto. Mais mostarda: Juninho ganhou na zaga, levou pro meio e arriscou a batida, a bola pingou e passou por cima de Luiz Dib, que ainda tentou se jogar para defender, mas a bola entrou. 2 x 1.

A pressão continuou com Stefan, que veio pela direita e chutou no mesmo canto na trave. Entretanto, aos 14, a zaga do time amarelo e preto errou e a pelota sobrou para Deko, que driblou Gerson e colocou no meio da área para Adrianão, sem goleiro, deixar tudo igual novamente.

O Derrubada melhorou com o segundo empate, tanto que, aos 17, virou oo jogo. Telles, na esquerda, conseguiu o passe na área para Deko empurrar a gol.

Os jogadores do Mostarda se abateram com a virada. Assim, um minuto depois, sofreram o quarto tento. Telles recebeu de Deko, ficou frente a frente com Gerson Gomes e colocou no ângulo direito, um golaço. O time de amarelo e preto se perdeu em campo e errava muitos passes que no começo não estavam errando.

No último lance de ataque do primeiro tempo, em cobrança de falta, Tomi bateu na esquerda forte, fazendo o quinto do Derrubadaque mostrou força e organização mesmo depois do começo incrivel d´Os Mostarda.

Nos minutos iniciais da etapa final o rubro negro continuou no ataque. Aos 3 minutos, linda jogada de Telles pela esquerda, que driblou o zagueiro, invadiu a Área e bateu cruzado. A bola passou raspando a trave. Um minuto depois Telles tabelou com Larsson, que na esquerda driblou o zagueiro e chutou no canto esquerdo para defesa de Gerson.

O time d´Os Mostarda mostrou que queria reagir. Bruno Egg cobrou lateral para Juninho finalizar de primeira para fora. Mas a maioria das tentativas do time amarelo e preto era de chutões de longe, o que facilitava a vida de Luiz Dib. Com 9 jogados, em tabela, Tomi tocou a Adrianão no meio e recebeu de volta. O camisa 11 bateu e fez o sexto.

Depois disso, o rubro negro se acalmou, enquanto o Os Mostarda subia desesperado ao ataque, mas perdia muitos gols. Cadu chegou na direita e chutou com força. Luiz Dib saiu bem para defender. Com 14, Bruno Egg levantou perfeitamente na cabeça de Bellão, sozinho na área, desperdiçar colocando pra fora. Um minuto depois, Dan recebeu na frente desmarcado, tentou colocar rasteira no canto e errou por pouco.

Aos 21, chegada perigosa do rubro negro. Deko recebeu no alto na esquerda e cabeceou. Stefan salvou em cima da linha. 2 minutos depois, Adrianão chutou da intermediária por cima do gol. Nos minutos finais, foi Os Mostarda quem tentou mais o gol, mas Luiz Dib estava em um dia inspirado e fazia uma defesa atrás da outra. Além dele, a equipe toda do Derrubada se uniu e vibrava em cada desarme com muita raça. E assim foi até o apito final.

Com a virada supreendente os rubro negros entraram na zona de classificação em 8º lugar, mas ainda precisam de mais vitórias para se afastar de vez da zona da degola, até porque estão a apenas 2 pontos do penúltimo colocado. Na próxima rodada, o Derrubada enfrenta o ex-líder Coringa, hoje 4º colocado. O Os Mostarda, com a derrota, vê seus adversários se afastando e fica a apenas 1 ponto da zona de rebaixamento. No próximo jogo encara o Roleta Russa.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

Corleone 2 x 0 Bacaninha

CORLEONE PASSA POR CIMA DO BACANINHA


Setor defensivo do Corleone funciona e equipe vence com tranquilidade

Por Eduardo Bernardi

O Corleone, quarto colocado do Grupo A, venceu seu concorrente direto, o quinto colocado, Bacaninha, com pelo placar apertado de 2 x 0. A partida foi um exemplo de que a estratégia utilizada pela maioria dos times que saem derrotados de quadra pode dar certo, o famoso recuo com apostas em contra-ataques.

A famiglia Corleone começou a partida com tudo, se lançando totalmente ao ataque. O Bacaninha conseguia se defender muito bem, marcando com muita eficiência e apostando em contra-ataques, tanto que foi da equipe bacana que surgiu a primeira finalização, com Thiago Carvalho, que chutou para fora, da entrada da área.

Lelê e João Calice eram os destaques do jogo até então por parte do Corlene. Ambos trocavam passes e faziam boas tabelas, mas não o suficiente para furar a defesa do Bacaninha. Aos 4 minutos, em uma jogada atípica, Mário Bernardino bateu lateral com rapidez e Manfre resvalou de cabeça, no canto direito, e abriu o placar para o Corleone.

A vantagem no placar fez com o que o Corleone recuasse demais, consequentemente o Bacaninha se lançou completamente ao ataque. Fábio Barbosa, camisa 3 do Corleone, marcava muito firme e saía jogando com muita eficiência, assim como Cainho, que tomava conta do meio de quadra. Aos 8 minutos, o Corleone voltou a ter maior posse de bola e dominar o jogo. Lelê perdeu uma chance inacreditável na cara do goleiro, ao chutar por cima da meta.

O Bacaninha parecia nervoso. A equipe se defendia com tranquilidade, mas no momento de construir as jogadas, a postura era completamente alterada; o Corleone permaneceu atacando muito mais. Aos 16 minutos, Eduardo aproveitou rebote do goleiro após cobrança de falta e chutou alto no canto direito para fazer o segundo.

Nos minutos finais da primeira etapa, o Bacaninha teve uma leve melhora e chegou a assustar com Marcelão, que encheu o pé da ponta esquerda. Marcelo Russo defendeu bem com o pé. O minuto final foi de pura pressão do Bacaninha, que desperdiçava bons lances com erros de passe bobos.

O Corleone voltou para o segundo tempo mais recuado ainda, tentando aproveitar os erros bobos cometidos pelo Bacaninha para encaixar um bom contra-ataque, estratégia que estava dando certo. Lê Leme, aos 2 minutos, criou o primeiro lance de perigo do Bacaninha na segunda etapa, ao chutar na trave direita. Marcelo Russo nem se mexeu. Aos 5 minutos, foi a vez do Corleone voltar ao ataque: Mário Bernardino fez uma linda jogada, aplicou um chapéu e serviu Lelê, dentro da área, que desperdiçou a chance mandando para fora.

Aos 10 minutos, Thiago Carvalho chegou com perigo mais uma vez, mandando outra bola na trave. O Bacaninha conseguia chegar bem ao ataque desde que começou a melhorar a pontaria dos passes, mas o problema agora eram as finalizações e a falta de sorte. O Corleone voltou a ter mais posse de bola aos 15 minutos. Eduardo recebeu bom passe e, de voleio, acertou o travessão. O time bacana não oferecia mais perigo à boa e sólida defesa do Corleone. Cainho era absoluto no meio de quadra, tirando praticamente todas as bolas que passavam perto dele.

As chances de gol desapareceram nos minutos finais. O Bacaninha voltou a ter mais posse de bola, mas não conseguia concretizar uma boa jogada, mas, aos 22 minutos, Lê Leme acertou uma forte cabeçada, e Marcelo Russo fez um milagre no canto esquerdo. O Corleone continuou administrando os dois gols de vantagem com a marcação implacável de Fábio Barbosa e Cainho, e com a eficiência com que Lelê conseguia prender a bola.

O Bacaninha, aos 24 minutos, teve seu último lance de ataque, com Denis, que acertou uma bela cabeçada no canto direito de Marcelo Russo, defendida providencialmente. Fim de jogo e 2 x 0 para o Corleone, exemplo de que a defesa realmente pode ser o melhor ataque.

O Bacaninha tem pela frente o sexto colocado, com os mesmos 11 pontos na tabela, TNT; o Corleone vai enfrentar, nada mais nada menos, do que o líder Báguas. Ambas as partidas são válidas pela oitava rodada.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

Absolutos 1 x 2 Irado’s

IRADO’S VENCE A PRIMEIRA E SEGUE NA LUTA PARA NÃO CAIR


Absolutos chega com perigo, mas para nos desarmes do estreante Marco Aurélio e nas ótimas defesas de Alan

Por Heron Ledon

Enfim, o desencanto! Após um único ponto conquistado em seis jogos, o Irado’s conhece a vitória na competição. Em um confronto que deixou a desejar em matéria de qualidade, o ataque do Absolutos teria emplacado uma goleada se não fosse a pressa em concluir os lances e a atuação dos rivais Marco Aurélio e Alan. Assim, mesmo sem a presença do artilheiro Muriloko, que cumpria suspensão, o Irado’s conseguiu fazer os gols e renascer a esperança de manter-se na Bronze.

Apesar de a primeira jogada com perigo de gol ser do Absolutos – Jean avançou pela direita e cruzou na área, mas Jalesinho, esperto, mandou a bola para escanteio, evitando a chegada do atacante –, foi o Irado’s quem abriu o placar. Aos 6 minutos, Dani Jales recebeu a pelota no meio, limpou o lance e a mandou para o gol. Ela desviou no meio do caminho e entrou, sem que o goleiro Demétrius tentasse defendê-la, já que os atletas em sua frente dificultaram sua visão.

O Absolutos respondeu com Diogo, que fez um bom lance pela direita, passando pelo marcador, e chutou forte, perigosamente, mas por cima do travessão. Jales – que jogou como pivô – por sua vez, teve ótima oportunidade de ampliar o marcador. Ele recebeu a bola dentro da área, livre de marcação, girou, porém bateu em cima do arqueiro.

A partida estava longe de ser das melhores, muito pelo contrário por sinal. O Irado’s tinha dificuldades na armação das jogadas e tentava subir com Humberto Barbosa e Erick, mas os principais lances vinham mesmo de Jales – porém sempre lhe faltavam opções de passe. Já o Absolutos bem que chegava com muito perigo com Luiz Miranda e Jean, na frente, e Diogo, que vinha de trás. Eles tocavam bem a bola, subiam em velocidade e mereciam o empate.

Tanto foi que conseguiram apenas no minuto final da primeira etapa. O goleiro Alan fez uma excelente defesa na cobrança de falta de Diogo, mas, no rebote, Jean mandou a pelota, da entrada da área, para dentro do gol. Antes disso, o camisa 12 já havia salvado ao defender, no canto direito, o belo arremate de Luiz Miranda.

O Irado’s voltou para o segundo tempo com mais cede de ficar à frente no marcador do que o adversário de conseguir a virada. Primeiro, Tarcísio mandou um chute perigoso para fora. Depois, o gol saiu em uma linda jogada. Em cobrança de falta na intermediária, Marco Aurélio rolou a bola para o próprio Tarcísio, que estava dentro da área. De primeira, o camisa 6 tocou para trás para Humberto, o qual não titubeou e mandou a gorducha no canto esquerdo de Demétrius.

O gol, no entanto, não serviu para incendiar a partida, que era ruim e fraca tecnicamente. As defesas não tinham tantas dificuldades em bloquear os ataques adversários. O Irado’s, após o segundo tento, não conseguia mais emplacar as boas jogadas com Humberto e Tarcísio. Já o Absolutos voltou a ficar mais no ataque, como no primeiro tempo, mas perdia-se ao concluir as jogadas – isso quando não parava nos desarmes de Marco Aurélio.

O time de branco e azul teve boas oportunidades de empatar - e até virar o placar -, mas as desperdiçou. David mandou um chute perigoso pela esquerda, no alto, mas Alan espalmou bonito e mandou a bola para escanteio. Na cobrança para Diogo, no segundo pau, o camisa 21 cabeceou sozinho por cima do gol. Depois ele ainda fez um bom arremate que passou perto da forquilha. A única chance clara de ampliar do Irado’s foi com Humberto, que passou em velocidade por dois marcadores, mas bateu para fora ao se aproximar da área.

O Absolutos, então, estaciona na 5ª colocação, com 11 pontos. Ele tem parada dura pela frente: o líder DPGamos, que conseguiu um empate heroico diante do Coringa. Já o Irado’s conquista sua primeira vitória na competição, soma 4 pontos e segue firme na luta contra o rebaixamento. Ocupando ainda a vice-lanterna, o time conta com a volta de Muriloko – artilheiro da equipe – para encarar o Opalas, que, apesar de triunfar sobre o Toque Me Voy, também corre riscos de entrar na degola.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

Palestrinha 6 x 1 Roleta Russa

PALESTRINHA NÃO DÁ CHANCES E GOLEIA ROLETA


Guga faz três e comanda vitória tranquila do Palestrinha

Por Eduardo Bernardi

O vice-líder do Grupo B, Palestrinha, não deu chances para o sexto colocado, Roleta Russa. A equipe da catarina administrou o resultado do começo ao fim, prendendo o Roleta na defesa praticamente a partida inteira. Guga foi responsável pelos melhores ataques do Palestrinha, marcando três gols. Pelo do Roleta, Preto fez o que pôde para tentar segurar os ataques do Palestrinha, mas não o suficiente para colocar sua equipe em uma boa situação na partida. O resultado de 6 x 1 para o Palestrinha condiz exatamente com o que aconteceu em quadra.

O bom primeiro lance da partida surgiu dos pés de Apollo, que cruzou para Lucas Barbosa mandar para fora. Logo após, Lukinhas chutou forte da direita e Edu pegou com o pé. Só dava Palestrinha, a equipe exercia uma pressão gigantesca em cima do Roleta, que estava totalmente preso na defesa.

Aos 5 minutos, Apollo recebeu bom passe no meio, aplicou um lindo chapéu no marcador, mas chutou completamente torto. O Roleta só conseguiu encaixar um bom lance de ataque aos 13 minutos, com Folha, que recebeu na cara do gol, mas chutou em cima do goleiro. O Palestrinha respondeu no minuto seguinte, com Lucas Barbosa, que ficou cara a cara com Edu. O arqueiro fez uma defesa incrível.

Era ataque contra defesa, o Palestrinha dominava completamente a posse de bola, mas a defesa do Roleta conseguia neutralizar a maioria das jogadas. Aos 16 minutos, Guga recebeu livre na ponta direita e chutou forte, Edu fez mais uma grande defesa. A pressão começou a dar resultado aos 17 minutos. Lukinhas abriu para a esquerda e encheu o pé no canto direito, Edu não teve nem reação no lance. 1 x 0. No minuto seguinte, o Roleta Ceron cruzou para Folha, de cabeça, empatar.

Os dois gols em 1 minuto deram outro clima ao jogo, que começou a ficar mais corrido. Mas os erros de passe e finalização continuavam por parte das duas equipes. O último bom ataque do primeiro tempo foi do Roleta, com Bruninho, que recebeu livre, na entrada da área, e chutou em cima de Régis.

O segundo tempo começou com tudo. Guga recebeu passe na ponta esquerda e só teve o trabalho de tirar do goleiro, colocando o Palestrinha novamente na frente do placar. Dois minutos depois, Guga cortou a marcação e bateu colocado, no canto direito de Edu, para fazer o terceiro.

Os dois gols do Palestrinha fizeram com que o Roleta partisse completamente para o ataque. O clima esquentou de vez aos 11 minutos, quando um empurra-empurra começou no meio de quadra. Até os técnicos entraram no meio para separar. A confusão durou alguns minutos, mas não afetou o decorrer da partida. A pressão do Palestrinha continuava. Preto era absoluto em praticamente todos os lances em que participava. O camisa 33 tentava, de todas as maneiras, tirar a bola da defesa.

Aos 14 minutos, Guga perdeu um gol incrível, sem goleiro. O Palestrinha fazia o que queria com o adversário, hora atacava, hora recuava, não tomava sustos, apenas administrava o resultado. Os minutos finais foram de pressão do Palestrinha, que ampliou o marcador aos 20 minutos, com Guga, que recebeu na entrada da área e chutou forte no canto direito. No lance seguinte, Robinho aproveitou rebote do goleiro e só empurrou no canto direito para fazer o quinto.

Era incrível como o Roleta, mesmo atrás do placar, estava recuado. O Palestrinha chegava com perigo em praticamente todos os lances. Aos 22 minutos, Lukinhas recebeu dentro da área e encheu o pé no canto esquerdo, 6 x 1. No último lance da partida, Caio ainda mandou no travessão a favor do Roleta.

O Palestrinha tem pela frente o nono colocado, Cachorro Velho, e buscará assumir a liderança do Grupo B, torcendo por um tropeço do DPGamos. Já o Roleta enfrenta o décimo colocado, Os Mostarda, buscando colar nas primeiras colocações.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

Báguas 4 x 1 Invictus

BÁGUAS VENCE MAIS UMA E SEQUE LÍDER


Após ver o adversário perder diversas chances clara de gol no início, Báguas faz prevalecer o jogo coletivo e a tática do goleiro linha, chave para o triunfo no segundo tempo

Por Rafael Ruiz

A partida ,mesmo antes de começar, já tinha uma equipe favorita à vitória, o Báguas. Afinal, não poderia ser diferente: era líder invicto diante de uma equipe que intercalava boas atuações mas que vinha penando pra fazer gols. De fato, a deficiência do Invictus – perder muito gols – foi a tônica dos primeiros 15 minutos, até que o Báguas balançasse as redes e construísse a boa vitória. A se destacar os dois goleiros: pelo lado azul e branco, Henrique fez a sua melhor atuação com a camisa do time e operou milagres, enquanto, do outro lado, o improvisado Paolo – já que Symon jogou na zaga – com seu tamanho fechou o gol e ainda foi decisivo no segundo tempo, quando fez goleiro linha e desmontou a linha de marcação adversária.

O jogo começou com o Báguas dando a saída, porem quem acabou criando a primeira chance de gol foi a equipe do Invictus. Ragazzo dominou o passe de Bento já girando e armando para chutar, mas acabou passando por cima o seu arremate. A partida começou um pouco devagar, na qual a equipe de azul do Invictus buscava na base dos lançamentos encontrar Ragazzo. A maioria era cortada pela alta defesa laranja, mas quando passava levava perigo. Por outro lado, o Báguas tentava pelo chão e em jogadas individuais. Porém, até os 5 primeiros minutos, o jogo deles não funcionava, tanto que a saída eram os arremates de fora da área ou mesmo do goleiro, que jogou adiantado o tempo todo.

Mais uma vez Ragazzo levou perigo, agora ele dominou e rolou para Rodrigo, porém a defesa acaba cortando o seu arremate. Na sequência, Bento não aproveitou e acabou chutando para fora. Enquanto o Báguas não conseguia se encontrar, e até então não levava muito perigo ao gol adversário, muito em razão da presença de Brunão, que voava nas bolas, cortando arremates, e vibrando muito a cada lance, o Invictus criava e ameaçava. Aos 7 minutos, mais uma jogada que contou com a participação de Bento e Rodrigo. Este, por pouco, não marcou. Ele chutou cruzado e forte, mas parou na boa defesa de Paolo.

Depois de algum tempo, e muitas duras do capitão Jorjão, o Báguas enfim levou perigo ao gol adversário. A primeira chegada foi com o camisa 17, Léo, que recebeu a bola e avançou pela direita, mas chutou para fora. Em outra chegada por parte do laranja, dessa vez com Jorjão, ele recebeu e tentou de fora da área, obrigando Henrique a praticar boa defesa.

Com uma característica diferente de se jogar, o time de laranja utilizava Paolo como mais um jogador de linha, e em uma dessas jogadas por pouco ele não marcou. Ele avançou até o meio e chutou rasteiro passando perto do gol. Em outra, com ele adiantado, a zaga cortou e Martins tentou quase de sua área por cobertura. Paolo recuou e salvou praticamente em cima da linha da área.

Após um início em que o Invictus esteve melhor, o Báguas se encontrou em campo e passou a dominar as ações ofensivas. Mais uma vez Léo tentou: ele dominou e sem pensar muito foi logo chutando, parando na difícil defesa de Henrique.

Após uma sequência de pressão por parte do time laranja, o Invictus voltou a levar perigo, novamente com a participação de Ragazzo, que recuperou a bola e encontrou o camisa 31, Martins que ao tentar tirar de Paolo, que saiu bem do gol, acabou chutando errado e perdendo a mais clara chance de gol da partida.

O primeiro tempo se encaminhava para o seu fim, e ainda estava sem gols. Em grande parte pela falta de pontaria dos dois times, principalmente por parte do Invictus que não matou o jogo quando tiveram a chance. E não foram poucas. Por outro lado, o Báguas chegava já com perigo e tinha nas finalizações de fora da área seu ponto forte. Em outra chegada perigosa de Léo, ele dominou e já disparou para o gol, obrigando Henrique a fazer mais uma defesa complicada. Em outro lance, mas dessa vez de falta cometida por Brunão perto da área, Symon cobrou forte e a bola explodiu nas mãos do goleiro.

Rápida resposta por parte do Invictus: tabela entre Martins e Rocha, que obrigou Paolo a praticar boa defesa. Contudo, apesar do Invictus estar melhor em campo, quem saiu na frente foi o laranja. Jorjão recebeu e abriu para o chute, colocando no canto de Henrique, que apenas viu a bola entrar.

Antes do fim da primeira metade, Brunão fez falta em Symon e recebeu o amarelo. No minuto seguinte, Léo teve a ultima chance do primeiro tempo, porém mais uma vez Henrique apareceu bem e colocou a bola para escanteio.

Veio a segunda etapa e com ele o jogo mudou de figura. O Báguas voltou mais focado e querendo marcar logo, tanto que com 52 segundos quase marcou com Jorjão. Ele fez boa finta e tentou tirar do goleiro, mas pegou mal na bola. Porém, passados 3 minutos, o líder foi às redes. Genaro dominou a bola e encontrou livre Concha, que só teve o trabalho de colocar no canto de Henrique.

Tentando diminuir logo o prejuízo, o Invictus insistia nas jogadas com Ragazzo, que fazia boa jogada, mas foi derrubado por Symon, que recebeu amarelo no lance. Na cobrança, Rodrigo mandou na barreira. Se o Invictus marcava bem no primeiro tempo, foi a tática de utilizar Paolo como jogador de linha, avançando bastante, que passou a se sobressair em campo. Era com o MVP da Taça Inverno que começavam a maioria das jogadas de ataque do Báguas. Em um lance desses, o time de azul viu a bola passar com perigo na frente de seu gol. Primeiro, com Léo pela direita tentando encontrar Genaro. Nessa a zaga interceptou e botou para lateral. Genaro cobrou o lateral para Jorjão, que abriu e chutou, obrigando Henrique a defender para escanteio. Na sequência, o mesmo Jorjão acertou o travessão.

Se o Báguas bateu na trave no lance anterior, no minuto seguinte, no entanto, após bela troca de passes, mais uma vez passando pelos pés de Paolo, o Báguas rodou a bola até chegar a Genaro, que pela direita fez a finta e chutou cruzado, sem chances para o goleiro.

As coisas ficaram ainda piores para o Invictus quando Carlão recebeu a bola já tirando o marcador com um chapéu e pegando de primeira para colocar no canto direito de Henrique. Um belo gol e jogo liquidado com 4 x 0.

Com os gols tomados, o Invictus se perdeu em campo e não conseguia chegar com perigo, sendo amplamente dominado em boa parte do segundo tempo. Mesmo assim, o time voltou a criar – e a perder gols. Rodrigo recebeu livre de Paulão e saiu na cara de Paolo, mas acabou chutando em cima do goleiro. Depois foi a vez de Bento perdeu o seu ao escorar quase debaixo da trave por cima do gol.

Quando o jogo se aproximava do fim, o laranja por pouco não ampliou de novo com Carlão, que, de cabeça, obrigou Henrique a trabalhar de novo. No minuto seguinte, Ragazzo foi dominar dentro da área e foi derrubada pelo goleiro. Na cobrança, Bento bateu e Paolo defendeu quase no meio do gol, mas a bola voltou para a área e, quase em cima da linha, Bento foi e tocou para o fundo das redes.

Animado pelo gol, o Invictus tentou mais uma vez diminuir o prejuízo, mas não contava com a falta de pontaria de seus atacantes. Bento, aquele mesmo que perdeu o pênalti, saiu livre de frente com Paolo e chutou em cima de Paolo, levando o técnico Lucas à loucura.

Antes do apito final, O Báguas, que apenas tocava e esperava o fim da partida, quase chegou de novo, dessa vez com Concha tentando colocar no ângulo, mas Henrique, para coroar uma bela atuação, defendeu mais uma. Com o fim do jogo, o Báguas mostrou por que continua invicto e na liderança do campeonato. Afinal, possui uma equipe equilibrada que proporciona passar por adversidades como a do primeiro tempo. Por outro lado, o Invictus demonstrou que precisa melhorar a pontaria para sonhar com algo a mais. Se tivesse anotado quando teve a chance, ainda no primeiro tempo, poderia ter tido melhor sorte na partida.

Pela 8ª rodada, o líder Báguas, com 19 pontos em 21 disputados, encara o surpreendente Corleone, enquanto o Invictus tem o duelo com o Roleta Russa Clássico, jogo chave para a pretensão de classificação de ambas as equipes.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

Arena 2 x 0 Pé de Pano

ARENA SE ESFORÇA E CONSEGUE PRIMEIRA VITÓRIA


Em jogo de poucas emoções, Arena mostra mais qualidade nas finalizações e na defesa e vence Pé de Pano

Por Gustavo Scaldaferri

O Arena entrou em campo com um só objetivo: conseguir seus primeiros pontos no campeonato e, assim, tentar pelo menos amenizar a situação ruim em que se encontra. Lanterna do Grupo A, mesmo que tudo desse certo a equipe continuaria em último. O Pé de Pano também não vinha bem, mas melhor que o Arena. Estava em 9º e se tudo desse certo poderia ficar até na 7ª posição. Mas o que se viu foi um jogo sem emoções, com muitos erros e pouco futebol de qualidade. Nos raros bons momentos, o Arena aproveitou melhor e conseguiu fazer dois gols e sair vitorioso.

O Pé de pano começou no ataque. Aos 4 minutos, Tavogus recebeu na direita e chutou por cima do gol. Os times começaram muito presos no meio, sem muitas chances de gol. Com 6 minutos, Laporta bateu pela direita, Leandro Oliveira defendeu e tirou para lateral. Na cobrança, levantamento na área e Laporta cabeceou no travessão. Em seguida, Tavogus cobrou escanteio e a zaga afastou. A pelota voltou para ele, que acabou isolando.

Aos 10 minutos, Alan bateu forte da intermediária e Caiera fez boa defesa. Depois desse primeiro lance de perigo do Arena, a equipe laranja e preta começou a melhorar no jogo. Assim, Fernando Iglesias ganhou no ataque e disparou de canhota, por baixo da perna do zagueiro. A bola foi no cantinho direito e entrou. 1 x 0 para o Arena.

Com 13 minutos, Daniel saiu cara a cara com o goleiro e desperdiçou ao mandar para fora. A partida não era boa de se assistir. Tinha pouca emoção e raros lances de perigo, em compensação, abundava em passes errados e chutões. Apenas aos 17, em cobrança de lateral que Piro cabeceou para fora, apareceu uma boa oportunidade de mudar o marcador.

O Pé de Pano passou a equilibrar o jogo no fim do primeiro tempo, mas nada que levar muito perigo ao goleiro Leandro. E com vitória parcial do Arena, que soube administrar melhor a vantagem, o jogo foi para o intervalo após uma primeira parte muito ruim, lenta e de pouca produção.

Na segunda etapa, logo com 1 minuto, Fernando Iglesias recebeu na frente, puxou para o meio e bateu para fora. No lance seguinte, Tavogus pegou o rebote e chutou uma bomba para linda defesa de Leandro. Aos 4, mais Pé de Pano no ataque: Dadá finalizou da intermediária e mais uma vez Leandro defendeu. Foi só com 5 minutos que o Arena voltou a pressionar, com uma bola na trave.

Entretanto, era o Pé de Pano que corria atrás do resultado. Laporta recebeu na esquerda, invadiu a área e Leandro saiu bem para evitar o gol de empate. Com 7 minutos, Vitor, na direita, livre, finalizou mal e isola a bola. Dadá ajeitou para Tavogus bater de primeira e ver a bola passar raspando a trave esquerda.

A pressão era toda do Pé de Pano, que acuava o Arena em busca do empate. Aos 17, André Tavares chegou pela esquerda e bateu com perigo para fora. No minuto seguinte, erro da zaga do Pé. Rodrigo perdeu a bola para Douglas Stephens, que ficou na cara do goleiro e chutou colocado no canto. 2 x 0.

O gol deu um alívio para o Arena, que enfim voltava a respirar e tocar melhor a pelota. Já o Pé de Pano teve que subir ao ataque de qualquer forma. Isso permitiu o contra ataque ao adversário. Aos 21 minutos, Caiera se atrapalhou e perdeu a bola para Alan, mas a zaga salvou em cima da linha o que seria o terceiro gol.

Na reta final, o Pé de Pano teve duas chances com Laporta. Na primeira, ele deu um lindo chute de peito de pé do meio do campo no ângulo, mas Leandro fez grande defesa. No minuto final, pela esquerda, ele pegou forte de canhota, mas de novo não conseguiu vazar Leandro.

No final, em questão de posições, nada mudou. O Arena chega a 3 pontos mas continua na lanterna, porém agora colado em Camelo e Roleta Clássico, que somam 4. Na próxima rodada, a equipe laranja e preta enfrenta o forte Condor’s. O Pé continua em 9º, com 6 pontos, a um ponto da zona de classificação. Pela 8ª rodada, o time encara o vice-líder Basicus.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

Basicus 6 x 0 Camelo

BASICUS JOGA COM INTELIGÊNCIA E VENCE CAMELO


Állex comanda vitória fácil e tranquila do Basicus, que administrou bem o resultado do começo ao fim

Por Eduardo Bernardi

O resultado da partida refletiu bem o que foi o jogo. A tranquilidade no momento de concluir uma boa jogada foi a maior falha do décimo primeiro colocado, Camelo, no jogo, que não fez uma partida ruim. O Basicus, vice-líder, três pontos atrás do Báguas, foi coroado pela excelente defesa e pela atuação impecável do camisa 17, Állex.

O domínio da partida foi, na maior parte do tempo, do Basicus, que, mesmo quando tomava pressão, tinha tranquilidade para roubar a bola e construir as jogadas que resultaram em gols. A atuação de Roland também foi destaque por parte do Basicus, o arqueiro não falhou sequer uma vez, fez excelentes defesas e foi muito bem nas saídas de gol.

O Basicus começou pressionando o Camelo com muita intensidade. Os primeiros cinco minutos foram de ataque contra defesa. Aos 6 minutos, Állex aproveitou sobra da defesa e encheu o pé no canto direito rasteiro, sem chances para Henrique. Era o primeiro. Após o gol, o Camelo melhorou um pouco, mas não conseguia entrar na área do Basicus, que marcava com muita eficiência, mas ambas as equipes erravam muitos passes e não conseguiam oferecer perigo aos goleiros.

O que se via na partida eram marcações cerradas de ambos os lados. Era incrível como as defesas anulavam por completo o ataque. Quem chegou bem ao ataque foi o Camelo, com Danilo Akimoto, que chutou forte no canto direito. Roland fez uma defesa incrível, espalmando para escanteio. O Basicus respondeu no minuto seguinte, com Veneza, que tabelou com Állex e tocou no canto direito para marcar o segundo.

Só dava Basicus, o Camelo, mesmo atrás do placar, continuava jogando nos contra-ataques. Aos 17 minutos, Állex recebeu bom passe na ponta direita e chutou forte no canto esquerdo. Henrique não alcançou. 3 x 0. O terceiro gol não deu alternativa ao Camelo, que teve que se lançar ao ataque de qualquer maneira. O Basicus apenas administrava o resultado, Roland estava muito segura na meta, saía muito bem do gol e fazia boas defesas.

Os cinco minutos finais da primeira etapa foram do Camelo. Jonatas chegou bem ao ataque e chutou forte no canto esquerdo, mas Roland fez uma defesa incrível. Mas parou por aí. O Basicus marcava muito bem, com praticamente todos os jogadores, todos defendiam e todos atacavam, mas no momento de finalizar as jogadas, erravam passes bobos. O resultado poderia estar muito mais amplo.

A segunda etapa começou muito mais disputada, com o Camelo atacando mais, mas parando na forte marcação rosa. Os primeiros 7 minutos não tiveram praticamente nenhum acontecimento. Aos 9 minutos, o Basicus voltou a chegar bem ao ataque, com Állex, que recebeu cruzamento e fez de cabeça. 4 x 0. O que faltava para o Camelo era a tranquilidade com que o Basicus conseguia concluir suas jogadas.

Aos 15 minutos, o jogo começou a ficar completamente corrido. Állex regia o time, comandava o meio de quadra e todas as jogadas de ataque. Roland continuava fazendo uma excelente partida.

Os minutos finais de jogo foram totalmente do Basicus. Aos 22 minutos, Állex aproveitou rebote do goleiro e chutou forte no canto esquerdo para fazer o quinto. O Basicus continuava jogando como se estivesse atrás do placar, atacando freneticamente. Aos 24 minutos, Matheus fez boa jogada e serviu Bocha, que só teve o trabalho de empurrar para fazer o sexto.

O resultado da partida refletiu bem o que foi o jogo, a tranquilidade no momento de concluir uma boa jogada foi a maior falha do Camelo no jogo, que não fez uma partida ruim; o Basicus foi coroado pela excelente defesa e pela atuação impecável do camisa 17, Állex.

Na próxima rodada, o Basicus tem pela frente o Pé de Pano, na tentativa de encostar no líder Báguas; o Camelo enfrentará o sétimo colocado, Xoras, para tentar sair da incômoda décima primeira posição.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

Condor’s 3 x 0 Xoras

CONDOR’S TRIUNFA, PORÉM CAI PARA TERCEIRO


Time não teve dificuldades para derrotar o apático Xoras, no entanto é superado pelo Basicus no saldo de gols

Por Heron Ledon

Uma partida em que apenas uma equipe jogou. Diferentemente do futebol apresentado na vitória sobre o TNT na rodada passada, o Xoras foi muito mal no duelo e pouco agrediu o oponente. O Condor’s, por sua vez, apesar de não jogar extraordinariamente bem, fez o suficiente para derrotar o adversário sob o comando do capitão Neno. E o placar só não foi mais elástico devido às boas defesas de Chambinho.

No entanto, apesar de as chances demorarem a surgir, quem começou foi a equipe do Xoras. Dutra avançou bem pela esquerda e, mesmo sem ângulo, mandou um chute cruzado e perigoso, espalmado por Renato. Depois, Pato tentou o gol por duas vezes. Na primeira, ele recebeu lançamento de trás de Alemão e chutou a gorducha para fora. Em seguida, dominou mais um passe e bateu cruzado novamente à linha de fundo.

O Condor’s colocou a bola no chão e passou a avançar sobre o adversário. Neno rolou a bola dentro da área para Peli, que bateu à queima-roupa. O goleiro Bernard Brion fez um milagre. No rebote, a pelota voltou ao camisa 11, mas ele a mandou na trave. Nesse ritmo, aos 17 minutos, o mesmo Peli retribuiu a Neno em uma cobrança de escanteio no segundo pau, e o capitão completou sozinho para o fundo das redes.

O time de vinho já merecia a vantagem por apresentar um futebol mais organizado do que o do oponente. Porém, mesmo assim, o jogo em si não estava dos melhores. As equipes erravam muito, e o Xoras praticamente não tinha poder ofensivo, já que o seu meio-campo estava vazio. Restava, então, tentar alguns arremates de Pato e cobranças de canto, que não resultavam em nada.

Neno ampliou para sua equipe, visto que ela permanecia no ataque. Mas, antes, viu Bruninho perder uma chance incrível: ele recebeu a bola, livre de marcação dentro da área, de frente para o gol, mas, feito uma criança que não vê a hora de pegar seu brinquedo, foi com tanta vontade que acabou chutando o ar. Então, na investida seguinte, após cobrança de lateral de Pedrão, o camisa 10 subiu sozinho de cabeça para fazer o seu segundo gol, desta vez contra Chambinho.

A partida seguiu com o mesmo ritmo do primeiro tempo. O Xoras pouco criava, e o Condor’s tocava bem a bola e mantinha-se com a sua posse. Assim sendo, Romário obrigou Chambinho a fazer uma espetacular defesa. O camisa 18 recebeu na entrada da área e mandou uma bomba para o gol, mas o goleiro, com o reflexo apurado, esticou o braço esquerdo para salvar sua meta.

O Xoras não demonstrava poder de reação. Talvez o fator de jogar em uma quadra maior fez com que o time perdesse a ligação entre a defesa e o ataque – sobravam espaços vazios no meio-campo. Então, era facilmente desarmado pelo oponente. Ao perceber essa situação, Dutra resolveu simplificar e arriscou um belo chute da defesa, mas o goleiro Renato foi buscar no cantinho esquerdo.

Aos 11 minutos, por pouco, o Condor’s não marcou mais dois gols – conseguiu apenas um. O goleiro Renato bateu uma falta de longe, ainda próximo de sua meta, e Chambinho defendeu. No rebote, Peli chutou em cima do braço do arqueiro, que sequer viu o lance. Segundos depois, em bobeada da zaga, Peli teve mais uma oportunidade e não a desperdiçou ao pegar a bola na entrada da área e mandá-la firme no canto direito do camisa 1. Era o terceiro de sua equipe.

O embate prosseguiu truncado, sem emoção. As equipes não cessavam seus erros e conclusões precipitadas das jogadas. Diony ainda teve a chance de ampliar em um cabeceio para fora, e Mirim a de descontar também em uma bela testada por cima do gol – talvez a melhor oportunidade da equipe na partida -, mas o duelo terminou dessa forma. Ganhou quem buscou melhor o resultado.

Mesmo com a derrota, o Xoras permanece na sétima colocação com 9 pontos. Seu adversário agora é o vice-lanterna Camelo, que possui apenas 4 tentos. O Condor’s chega a 16 pontos, mas cai para o terceiro lugar, já que foi ultrapassado no saldo de gols pelo time do Basicus, que goleou o Camelo. Seu próximo oponente, para tentar reassumir a segunda posição, é o último colocado Arena, que chegou a sua primeira vitória contra o Pé de Pano.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 7ª RODADA

TNT 4 x 4 Roleta Russa Clássico

ROLETA, GUERREIRO, ARRANCA EMPATE COM TNT


Depois de chegar a estar perdendo de 4 a 1, Roleta cresce e consegue igualdade no último minuto com Bob

Por Gustavo Scaldaferri

O Roleta veio para a 7ª rodada em uma situação complicada. Na zona de rebaixamento, em penúltimo lugar, precisava dos 3 pontos de qualquer maneira para sonhar ainda em brigar por classificação – além, claro, de se afastar da zona de rebaixamento. O TNT, pelo contrário, estava numa situação mais confortável. Com 10 pontos e na 6ª colocação, estava praticamente garantido na próxima fase. Diante disso, esperava-se um TNT arrasador comandado por Hulk. De fato, o time cumpriu com a expectativa e chegou a fazer 4 x 1 no placar, mas não contava com a surpreendente reação russa, que buscou o empate até os minutos finais.

Depois de um começo confuso, cheio de perde e ganha, aos 2 minutos, Puff chutou do meio campo pela direita. A bola desviou no zagueiro e passou por debaixo de Guaraná. Falha do goleirão e 1 a 0 a favor do TNT. Na sequência, Gegê tentou a batida de bico do meio e acabou mandando pra fora. Ainda no mesmo minuto, Guaraná se aventurou no meio de campo para cobrança de falta. A pelota passou perto do ângulo direito e ainda contou com um leve desvio de Rafael Assef.

Aos 7, o TNT teve a chance de ampliar o marcador. Guaraná aplicou rasteira em Salas e o árbitro assinalou penalidade máxima, além de amarelar Guaraná. Cabelo foi para o gol em seu lugar e acabou por defender a cobrança no canto esquerdo de Hulk, para grande comemoração da equipe alvinegra.

No minuto seguinte, porém, Carlos Kramer tocou para Hulk na esquerda, que chutou a gol. Cabelo espalmou e deu rebote, aproveitado por Carlos Kramer para fazer o segundo gol explosivo. O Roleta sentiu e foi pra cima. Gegê arriscou da intermediária no canto direito. Assef apareceu bem novamente.

Com 15 minutos de jogo, Hulk bateu falta pela rede do lado de fora. A resposta veio com o estreante Raphael Gunther, que mandou do meio de campo com perigo por cima do travessão. O Roleta seguia tentando mais que o TNT, e assim chegou a descontar ainda no primeiro tempo. Brunão aproveitou rifada da zaga e fez o gol de chapa no canto esquerdo.

Parecia ser a reação dos russos, mas a alegria durou pouco. 2 minutos depois, uma linda jogada de Hulk, que deixou na direita para Puff tocar no meio para Dudu. O camisa 9 só teve o trabalho de empurrar para o gol e fazer 3 x 1.

A segunda etapa começou com o Roleta melhor. Aos 2, Affelay, da intermediária, chutou no canto direito e Rafael Assef salvou. Não tardou e Cabelo finalizou contra a meta de Assef, que de novo apareceu para defender. Apesar do esforço dos roletas, quem marcou foi o TNT. Aos 6, Rapha deixou na esquerda para Sidney fazer o dele.

Com 4 x 1, o TNT ainda chegava com perigo. Aos 10 minutos, nova chegada da equipe azul e preta. Hulk saiu cara a cara com Guaraná e bateu por cima. Eis que, então, começou a reação fantástica do Roleta. Raphael Gunther aproveitou o afastamento da zaga e chutou rasteiro no canto esquerdo, anotando o segundo do clube alvinegro.

Com 18 minutos, em cobrança de falta, Assef deu rebote e Affelay apareceu para conferir e aumenta ainda mais a esperança clássica. Agora colado no placar, o jogo ficou para o Roleta, que crescia em campo enquanto o TNT discutia marcação e reclamava com arbitragem. O Roleta subiu todo ao ataque. Assim, em linda bola de Brunão para Affelay na direita, este bateu pela linha de fundo, desperdiçando uma chance de ouro.

O TNT tentou segurar de qualquer forma a vitória. No entanto, era o último minuto do jogo. Os jogadores da equipe preta e azul já estavam ansiosos pelo apito final, quando a bola sobrou na esquerda para Bob fazer o gol salvador e empatar o duelo.

Com o empate heroico, o Roleta chega a 4 pontos e consegue sair da zona de rebaixamento pelo saldo de gols e ganha mais confiança para o próximo confronto, contra o Invictus. O TNT saiu decepcionado com o resultado, pois sabia que podia ter saído com os 3 pontos, mas nada que preocupe o time que ainda está confortável com a 6ª colocação na tabela. Na próxima rodada, o TNT enfrenta o Bacaninha.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 7ª RODADA

Opalas 6 x 4 Toque me Voy

OPALAS VENCE OUTRA E ISOLA TOQUE NA LANTERNA


Comandado por Léo Chaves, Opalas vira pra cima do agora último colocado isolado

Por Rafael Ruiz

O Opalas mostrou força e conquistou a sua segunda vitória na atual temporada. O placar de 6 x 4 demonstra o que foi a partida, que teve o Toque, quando esteve melhor, saindo na frente, mas depois disso o Opalas dominou as ações no campo e venceu com tranquilidade.

O jogo começou com o Opalas dando a saída, porém foi o Toque quem aproveitou a chance criada logo no primeiro minuto. Marcando a saída de bola do adversário, recuperou a pelota e a fez chegar a Bruno Ferrari, que arriscou de fora e acabou acertando bonito chute. A bola foi no ângulo de Kadu, que apenas viu a bola entrar. Estava inaugurado o placar.

Tendo saído na frente, o time azul e preto passaria a chamar o Opalas para o seu campo, explorando os lançamentos longos para Bruno Ferrari na frente. A velha tática de defender e contra-atacar. Nos 5 primeiros minutos surtiu efeito, uma vez que o time do opala amarelo não chegava com perigo. Foi o camisa 5, Raphinha, que primeiro testou Zé Mário. Ele arriscou o chute e obrigou o goleiro a fazer boa defesa. Ele deu rebote que acabou desperdiçado por Thiaguinho.

O Opalas dominava o campo e chegou novamente, desta vez com o capitão Léo Chaves. O camisa 12 avançou e sem pensar muito chutou a gol. O goleiro fez nova intervenção parcial, mas a defesa conseguiu afastar o perigo.

Após 3 minutos de pressão por parte do amarelo, eis que o empate saiu. Ele veio em boa jogada de Rubão, que dominou bem a bola e, sem muita pressão, conseguiu avançar e chutar cruzado, sem chances para Zé Mário. Animado, o Opalas chegava com muito perigo e criava mais chances que o Toque, tanto que, em mais um lance eles quase marcam. A jogada contou com a participação de Léo, que avançou com a bola e, de maneira inteligente, rolou para Thiaguinho, livre de marcação, finalizar. No entanto, Zé Mário fez boa defesa. A bola ainda chegou a bater na trave após o goleiro tocar na bola.

Do outro lado, o Toque, que declinara no decorrer da partida, viu o Opalas virar o jogo ainda no primeiro tempo. A jogada começou com Thiaguinho, que encontrou Léo. Porém, ele não conseguiu chegar antes do goleiro que colocou para escanteio. Na sequência, o mesmo bateu para Raphinha, que devolveu para Léo cruzar à meia altura para Rubão. De primeira, ele mandou para o gol. A bola bateu antes no travessão e no goleiro antes de entrar.

O Toque, já desnorteado, voltou a ameaçar o adversário aos 22 minutos, em um bom chute de Daniel Rodrigues que obrigou Kadu a praticar boa defesa. Entretanto, no lance seguinte e de maneira precisa, o Opalas ampliou o placar. Léo, que vinha sendo o homem de armação, avançou com a bola dominada até a linha de fundo e, antes que ela saísse, rolou para o meio, onde encontrou Kinhas livre para empurrar às redes.

Com o começo do segundo tempo o Toque voltou disposto a diminuir o prejuízo, afinal a vitória era a única coisa que interessava. E o time foi logo conseguindo o seu segundo tento. O camisa 21, Marcelo dos Anjos, recebeu a bola pela direita e sem muita dificuldade chutou cruzado. 3 x 2.

A partir daí, o jogo passou a ser mais disputado, tanto que, no minuto seguinte, o Opalas se aproveitou de saída errada de Silas. Rubão ficou com a bola e rolou para Thiaguinho chutar forte e no alto para marcar o quarto gol. A bola bateu na trave antes de entrar.

Tentando diminuir mais uma vez o prejuízo, por pouco o Toque não marcou com Roberto aproveitando cobrança de escanteio. Ele testou a bola, mas ela parou na marcação. Na sequência, o Opalas fez mais um, e de novo com Thiaguinho. O camisa 4 recebeu pela esquerda e chutou cruzado. Era o quinto.

O Toque não se entregava e voltou a ameaçar com Roberto Soares, que fez boa jogada pelo meio e chutou forte, parando em mais uma defesa de Kadu. No rebote, Daniel Rodrigues tentou e quase fez. Aos 14 minutos um banho de água fria para o Toque. Em mais uma boa jogada coletiva, agora finalizada por Raphinha, que após bom trabalho coletivo conseguiu recuperar a bola, ela sobrou para o camisa 5, que chutou cruzado, sem chances para Zé Mário.

Tentando voltar para o jogo, apesar do placar, o Toque fez mais um, e de novo com Bruno Ferrari, que recebeu a bola e chutou forte, conseguindo assim marcar o seu segundo gol na partida. Quando a partida se encaminhava para o fim, o time de azul e preto quase fez o terceiro, após Yuri, voltando de suspensão, sofrer falta. O mesmo bateu forte e por pouco não balançou as redes. Kadu fez difícil defesa.

Na base do abafa, o Toque foi pra cima. Quase Bruno Ferrari fez seu terceiro gol, mas para o seu azar ele acabou furando após bom passe de Roberto. 3 minutos para o fim do jogo, o quarto gol do Toque. Roberto, que vinha tentando, dessa vez conseguiu, ao dominar a bola já abrindo para o chute. Kadu não teve chances.

Com o placar em 6 x 4, o Toque se atirou com tudo ao ataque, porém, na última chance, Kadu salvou chute de Bruno Ferrari que tinha endereço certo.

Com a vitória, o Opalas demonstra que vem melhorando na competição e chega aos 6 ponto, com promessa de classificação. O time chega a 7 pontos e adentra o G-8, na 7ª posição. Por outro lado, o Toque segue sua sina de derrotas e sem vencer. Com apenas 2 pontos, viu o Irado’s vencer e largar a lanterna para a equipe segurar. Na 8ª rodada, o Opalas tenta a 3ª vitória contra o Irado’s, enquanto o Toque tem parada indigesta – o ascendente Só Quem Sabe.
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