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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Xoras 4 x 3 TNT

EM PARTIDA TRUNCADA NO MEIO-CAMPO, XORAS DERROTA TNT


Melhor aproveitamento nas chances criadas e saída de Hulk por pancada foram decisivos para o resultado final favorável ao tricolor

Por Heron Ledon

A partida, em si, foi bem movimentada, com boas chances de gol para os dois times. Pela falta de qualidade e criação na armação das jogadas, a bola permaneceu em boa parte do tempo nas duas intermediárias. O TNT teve uma importante, e talvez, crucial baixa com a saída do capitão Hulk, que levou uma pancada na cabeça no início do segundo tempo. Assim, o Xoras se deu melhor ao aproveitar as oportunidades de balançar as redes.

Com apenas 26 segundos de jogo, o goleiro Rafael Assef já teve trabalho ao defender chute de bico de Mingo pela esquerda. Dois minutos depois, o camisa 12 não conseguiu evitar o gol. A zaga do TNT afastou mal o lateral alçado na área, e Pato chegou para marcar o primeiro de sua equipe.

Rafael Prado faria um golaço no mesmo minuto ao tentar completar de letra o chute cruzado de Rapha, mas sequer conseguiu tocar na pelota. Lances seguintes, o mesmo Rapha rolou pelo meio para Hulk, que bateu forte para boa defesa de Tatá. No contra-ataque, Dutra recebeu de Pato e mandou para o gol, mas Assef também defendeu.

O confronto seguia muito igual, porém sem aquelas jogadas surpreendentes que encantam uma partida de futebol. As equipes tinham dificuldades de invadir a área adversária, então se arriscavam em alguns chutes de longa distância. Para conseguir algo a mais, só com a falha oponente. Assim, a bola sobrou para Leo, que recebeu dentro da área a fraca cobrança de lateral e tocou na indecisa e falha saída de Tatá. Era o empate.

Porém, o Xoras insistiu e voltou à frente do marcador com dois gols no final do primeiro tempo. Chicão cometeu falta pela esquerda e amarelou. Na cobrança, Ric rolou para Paulo, que bateu firme no canto direito de Assef. E, no último minuto, Mingo avançou livre pela direita e bateu cruzado, baixo, pro fundo das redes. Bem que o goleiro pulou, mas em vão.

Os dois times voltaram com tudo, e a última etapa se iniciou como acabou a primeira. Puff mandou um perigoso chute para o gol, e Assef espalmou para escanteio. Fiel jogou a bola na área, e a zaga a afastou mal, então Sidney Souza descontou o marcador. Porém, no minuto seguinte, aos 5, em outra cobrança de escanteio, só que do outro lado, Pato cabeceou forte ao fundo do gol, sem o acompanhamento da defesa.

As boas oportunidades não cessaram. Carioca, pelo Xoras, por pouco não ampliou o placar ao testar sozinho para fora. Depois foi a vez de Hulk – talvez sua última grande chance no duelo, já que teve de deixá-lo após levar uma pancada na cabeça em dividida de bola – que também cabeceou para o gol, mas Tatá defendeu bem no chão, e a zaga afastou de vez o perigo.

Apesar da bela jogada de Paulo, que driblou dois marcadores e bateu pro gol, mas parou na defesa de Assef, foi o TNT quem chegou às redes. Fabiano Zacco recebeu a bola na entrada da área e tocou na saída do goleiro, fazendo o terceiro de sua equipe. A partida seguiu nesse ritmo até o seu fim. Os oponentes conseguiam chegar na área rival, sempre na base da raça, porém pecavam na conclusão das jogadas.

Com o apito final, os atletas e o técnico do TNT reclamaram demais com a arbitragem, pois, segundo a cronometragem que eles fizeram, ainda faltavam três minutos para o término da partida. Ainda baqueado e com dores na cabeça, o capitão Hulk amenizou a revolta se sua equipe. “Ah, não tem do que reclamar. Meu time fala muito. Estão dizendo que ainda tinham três minutos de jogo”, desconsiderou a inconformidade de seus companheiros.

O Xoras chega a 9 pontos e ocupa a sétima colocação no Grupo A. Seu próximo adversário é o vice-líder Condor’s, que vem de vitória sobre o Basicus. Já o TNT está em sexto lugar com um ponto a mais que o Xoras. Ele enfrenta o Roleta Russa Clássico, que segue na penúltima colocação da tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

Opalas 7 x 3 Derrubada

OPALAS GARANTE VITÓRIA NO SEGUNDO TEMPO


Thiaguinho, com 3 gols, garante primeiro triunfo e saída da zona de descenso da equipe

Por Renato Malaguti

O Opalas entrou em campo sem um reserva sequer, e o sol era forte no início da rodada da Bronze. Tal desvantagem, que pareceria cruel na teoria, mostrou-se pouco efetivo, pois o time soube jogar e golear o Derrubada, que definitivamente abraça a má fase. Assim, no jogo de duas equipes que ainda não tinham vencido e estavam na parte de baixo da tabela, o Opalas saiu na frente e ainda luta pela classificação. O Derrubada segue com 3 pontos, conquistados em 3 empates, na 10ª colocação.

Logo no primeiro lance a rede foi balançada a favor do Opalas. Raphinha tocou para Léo, que recebeu pelo meio e chutou de esquerda no canto. Dib, goleiro do Derrubada, até pulou, mas não alcançou. Após o primeiro gol na primeira oportunidade ofensiva do jogo era de se esperar vários ataques. Mas isso não aconteceu. O jogo ficou mais calmo, as equipes pareciam se estudar.

Aos sete minutos, Thiaguinho sofreu falta de Pedro Mé, mas na cobrança de Rubão a bola explodiu na barreira. Três minutos depois, a primeira jogada de ataque do Derrubada veio com Cesar, em cobrança de falta que foi pela linha de fundo.

Tirando o gol, nos primeiros dez minutos nenhuma chance clara foi desenvolvida. Com o relógio marcando 15 minutos, Thiaguinho recebeu passe de Rubão, entrou na área e dividiu com Dib. Após afastar a redonda, o goleirão jogou a letra para a equipe, dizendo para tomar cuidado com o atacante, que sempre passava pelas costas da zaga.

Cinco minutos depois, em chute rasteiro de longe, Vinicius obrigou o goleiro do Opalas a fazer boa defesa. Em seguida a zaga afastou a bola da área. Na segunda etapa, o jogo voltou com os atletas renovados, com os ânimos à flor da pele. No primeiro lance o Derrubada conseguiu empatar. Larsson recebeu lateral nas costas da zaga e bateu cruzado para deixar tudo igual.

Entretanto, logo em seguida, sem dar chance do Derrubada comemorar, o Opalas voltou a comandar o placar com chute no canto de Thiaguinho. Dois minutos depois, aumentando a vantagem, novamente Thiaguinho, mas dessa vez em lance de contra ataque em que o atacante recebeu pela esquerda e chutou cruzado. 3 x 1.

O time do Opalas de fato se empolgou após abrir boa vantagem e foi ainda mais pra cima. Pouco depois de fazer o terceiro, o quarto veio à tona, mais uma vez com o goleador Thiaguinho. O camisa 4 recebeu lançamento de escanteio e bateu de prima para vencer o arqueiro rival.

O Derrubada, acuado com o resultado, ainda tentou ir para cima com chute de Pedro Mé, mas Kadu fez boa defesa. Do outro lado, aos 12 minutos, Bastos fez um belo gol, pegando bola no ar e acertando forte chute no meio. Na hora da comemoração o jogador deu um soco no ar, a la Pelé.

Mesmo com o resultado bem desfavorável, o Derrubada continuou tentando. Deko fez boa girada a la pivô de futsal e meteu a bomba na trave. Entretanto, sabendo valorizar melhor as oportunidades, o Opalas conseguiu marcar mais um, com o capitão Léo Chaves. Esbanjando habilidade, ele recebeu dentro da área e meteu de letra, aumentando a conta para 6 x 1.

Poucos minutos depois, em cobrança de escanteio, Thiaguinhho deu boa assistência e Rubão concluiu de prima, marcando o sétimo. Aos 18, um gol do Derrubada – que ainda não tinha se dado por vencido – foi anulado, devido à queda de Gira, camisa 14 do Opalas. Gabriel e alguns atletas do Derrubada reclamaram com o árbitro, dizendo que não teve falta.

No final do jogo o Derrubada ainda pressionou o Opalas e conseguiu fazer dois gols, ambos com Gabriel, mas aí não dava mais tempo. No primeiro ele acertou forte chute em bola sobrada de escanteio. No segundo, roubou a redonda de Bastos no campo ofensivo e tirou do goleiro chutando no canto.

Com segundo tempo ofensivo, o Opalas conquistou a primeira vitória no campeonato, em cima do Derruba, e agora ocupa o 9º lugar na tabela, com 4 pontos. Na próxima rodada o Opalas enfrenta o lanterna Toque Me Voy visando se afastar bem da zona vermelha da tabela. Já o Derrubada pega o Os Mostardas, 8º colocado.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

Cachorro Velho 3 x 3 Toque Me Voy

CACHORRO CEDE EMPATE NO FIM PARA LANTERNA


Mesmo com Tupi inspirado e anotando os três gols, time perde gols e vê Toque Me Voy igualar placar no apagar das luzes

Por Rafael Ruiz

Para o Cachorro, um tropeço que pode custar caro. Ao Toque, um pontinho que pode elevar a moral da equipe, apesar que, após 6 rodadas, segue sem vencer. O Cachorro criou mais chances e chegou mais ao gol adversário, mas luta final do time do suspenso Danilo venceu (na verdade, empatou) pelo cansaço e oportunismo de Bruno Ferrari.

Em situação mais crítica na tabela de classificação, o Toque foi logo chegando ao gol defendido por Botana com o camisa 6, Roberto Soares, voltando de suspensão. Ele recebeu pela direita e foi logo chutando, contudo seu arremate saiu sem direção e sem muito susto para o goleiro.

A resposta canina foi imediata, mas, assim como no caso do Toque, sem muito perigo à meta do goleiro Zé Mário. O camisa 8, Pody, tentou, mas, sem ângulo, a bola saiu sem algum perigo. Em seus 10 primeiros minutos a partida era bastante equilibrada. Em outro lance do Cachorro, o capitão Chuck, após recuperar a bola, tentou chutar cruzado, mas a redonda passou longe do gol. No minuto seguinte, mais uma vez Roberto Soares tentou. Dessa vez, ele recebeu na intermediária e, sem pensar muito, foi logo chutando. Por muito pouco não marcou um golaço, já que Botana voou no ângulo e deu uma bonita ponte para salvar a cachorrada.

Em outra chegada do time azul, Thiaguinho tentou se aproveitar de confusão na área para abrir o marcador, no entanto acabou finalizando por cima e sem perigo ao gol do Toque, que, em rápido contra ataque pela esquerda, fez a bola chegar livre na área para Rene. Ele só teve o trabalho de conferir para o gol e comemorar.

O gol traria mais calma à equipe, mas a alegria acabou durando pouco. No lance seguinte, Anjinho recebeu livre pela esquerda e, mostrando categoria, colocou a bola no canto do goleiro Zé Mário. Aí a coisa se inverteu, pois o Toque pareceu ter sentido o empate. Nos 5 minutos seguintes foi uma pressão do Cachorro, que tocava melhor a bola e chegava com muita facilidade ao gol adversário. Assim, Thiaguinho recebeu na entrada da área e chutou forte, obrigando o goleiro a praticar boa defesa. Pela esquerda, Tupi recebeu e tentou chutar cruzado, mas Zé Mário acabou tirando com os pés. Ele salvaria nova bola em lance com o mesmo Tupi.

Entretanto, após segurar a pressão, o Toque voltou a balançar as redes e sonhar com a primeira vitória. Bruno Ferrari recebeu livre de marcação e, sem muitas dificuldades, anotou 2 x 1. Bruno quase ampliou pouco depois. Mas o que o Toque não esperava é que uma chegada solitária de Tupi pela esquerda fosse resultar em gol. Ele avançou e tentou passar pelos defensores, contudo, quando Leonardo Carvalho tentou cortar, acabou sem querer acertando seu companheiro Roberto, o que tirou o goleiro do lance. O gol foi dado para Tupi, que assim marcava o seu segundo gol na partida.

Antes mesmo do término da etapa inicial, o Cachorro Velho encontrou o seu terceiro gol. Após falta cometida por Natan na entrada da área, o camisa 66 rolou para Tupi assinalar o seu terceiro gol. Mas dessa vez ele contou com a falha da defesa, afinal a bola passou por todo mundo e entrou.

No segundo tempo, o que se poderia esperar era uma pressão maior por parte do Toque Me Voy, mas quem já foi chegando com mais perigo foi o time de azul. Após dar a saída de bola, Anjinho tentou colocar, mas sem sucesso. Em rápida resposta, Bruno quase empatou de cabeça. Aos 2 minutos, um lance que poderia mudar o rumo do jogo: o camisa 66 canino, Moreno, fez falta por trás e recebeu amarelo. Aproveitando –se do homem a mais, Bruno Ferrari e Marcelo do Anjos foram pra cima.

A partir daí, o Cachorro Velho passou a administrar a vitória parcial, enquanto o Toque tentava mas não conseguia levar muito perigo. Na verdade, quem levava mais perigo era Tupi, que desta vez recebeu de Anjinho pela esquerda e tentou chutar cruzado, obrigando Zé Mário a defender com os pés.

Quando o jogo já se encaminhava para o fim, o Toque tentou as suas últimas cartadas. Depois de uma roubada de bola quase que Marcelo do Anjos chutou, mas Botana apareceu bem. Ainda teve tempo para que Chuck e Sillas se estranhassem e levassem cartão amarelo. Eis que surgiu o empate: em uma desatenção na área, Bruno Ferrari mostrando muita presença na área, dominou e, de voleio, fez bonito gol. Antes de entrar a bola ainda bateu na trave.

E acabou assim, em 3 x 3, com o Cachorro Velho deixando o campo com uma sensação de que podiam ter matado o jogo nas chances criadas e perdiam 2 pontos para o lanterna. Por outro lado, o Toque Me Voy sai contente pelo jogo apresentado e conquista um ponto valioso na luta para se salvar da 4ª divisão. No feriado, o Cachorro encara o Só Quem Sabe, enquanto o Toque pega o Opalas em confronto direto na parte de baixo da tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Invictus 3 x 1 Arena

INVICTUS FAZ LIÇÃO DE CASA PARA BATER LANTERNA


Com uma enxurrada de gols perdidos, equipe só garante vitória nos minutos finais, mantendo Arena sem pontuar

Por Vinny Rodrigues

Um jogo de risco para ambas as equipes. Se o Invictus saísse com algo menos do que a vitória corria o sério risco de se distanciar da zona de classificação. Já o Arena precisava de toda forma pontuar. Com nenhum ponto e a pior defesa das 3 divisões, os alaranjados lutavam contra a má fase e ausência de jogadores.

Quando o jogo começou a primeira chance foi do Arena. Pela ponta esquerda o ataque laranja conseguiu um bom arremate com Daniel, que exigiu uma boa defesa do arqueiro João. Entre boas triangulações entre Piro, Daniel e Douglas. O Arena ameaçava algo mais.

Entretanto, a moral foi cortada por Rodrigo. O ala do Invictus aproveitou rebote da defesa após cobrança de escanteio e acertou um balaço de fora da área para abrir o placar. A redondinha foi no cantinho e não deu chances para o Leandro. No intervalo Ragazzo elogiaria o gol. “A bola estando um balão daquele jeito, acertar um chute rasteiro e no cantinho é um feito”, disse ele.

A partir daí o Invictus passou a dominar o jogo. Os jogadores do Arena não conseguiam ultrapassar Barath, Moacyr e o goleiro João Lucas, que espalmou a escanteio uma bola com um efeito estranho chutada pelo goleiro adversário. Era a mostra que o Arena começava a apostar em chutes de longa distância.

Apesar de domínio azul, o jogo era um verdadeiro “toma lá dá cá”. O Arena achou outra forma de tentar chegar ao gol de João – pelo alto. Todo lateral ou escanteio era mandado para a área, onde a defesa se sobressaía. No final do primeiro tempo, Mutssa, ex-Equipe Brother, aproveitou a presença de área de Ragazzo e tabelou de cabeça com o grandalhão. Depois de dois belos toques a bola sobrou limpa, no meio da área, mas o senso de matador de Ragazzo pareceu ter ficado em seus livros. Ele jogou a bola muito longe do gol.

O intervalo veio para ajustar as coisas. De um lado, o Arena tinha de forçar mais e explorar melhor a lentidão da defesa azul e branca. Do outro lado, era colocar a forma no pé para poder transformar em gols a superioridade mostrada em campo, com maior tempo de domínio de bola e mais chances de gol.

Se o Invictus perdeu gols na etapa inicial, a segunda foi um festival de Inacreditável Futebol Clube. Gols perdidos, mas também, faça-se justiça, o goleiro Leandro Thales trabalhando muito, operando milagres em determinados momentos. Logo de início ele pegou um chute fácil de Bento. Em outro, após receber passe açucarado de Bento, Ragazzo saiu frente a frente com o goleiro. Na hora de chutar, ele tentou tirar a “zica” e soltou um canudo. A bola explodiu com força no rosto de Leandro, que carregou consigo um roxo em seu rosto de souvenir.

Se o Invictus dominava e criava mais, também era verdade que parava mais os lances com faltas. Com medo da proximidade do adversário, qualquer bola no meio de campo era afastada por Paulão ou rachada por Moacyr. Ambos fizeram uma excelente partida e ajudaram marcando muito atrás e ajudando na frente.

O Arena tinha a sua receita para o empate. A bola aérea, apesar dos grandalhões adversários, era muito utilizada. Numa delas, o atacante até fez o gol, mas já tinha sido anotado empurrão dele dentro da área. Entre gols perdidos de Ragazzo – um pior que o outro, como o que ele saiu livre diante do goleiro e tocou rente a trave para fora – e também de Mutssa, que vai se especializando no quesito, o Invictus ia fazendo faltas, até que, apenas com 15 minutos jogados do segundo tempo, o time estava carregado. Já tinha feito 7 faltas e na próxima era tiro livre de 9 metros.

Se Moacyr era monstro na defesa, muitas vezes sozinho salvando o time em contra ataques do Arena, nem ele pode impedir o tento de empate, aos 17 minutos. Em lateral para o Arena, a bola alçada à meia altura no primeiro pau encontrou a testada no ângulo de Daniel. Um belo gol, para puro lamento do Invictus, que era melhor.

O gol foi a deixa para tempo técnico e arrumar a casa. O jogo ficou franco, aberto, com os times atacando desenfreadamente. A tática ficou em segundo plano. Porém, o Invictus tinha Paulão. Numa interceptação no meio de campo, ele partiu com ela e soltou o pé. A bola foi à meia altura, forte, e estufou as redes de Leandro. Alívio azul e branco, lamento laranja.

A vitória parcial deu força a Ragazzo, que ainda precisava fazer o dele para não sair de campo como o rei dos gols perdidos após ser uma das estrelas que explicaram a Caio Fleischmann como se faz gols. E ele, aos 23, enfim deixou o seu. O Arena foi ao ataque e, ao perder a bola, levou o contra ataque. O camisa 18 correu, todo desajeitado como sempre, e, pela esquerda do campo, invadiu a área e tocou com estilo e bem suave no contrapé do goleiro. Muita classe e 3 x 1 no placar.

O Arena ainda teve a oportunidade de diminuir e ensaiar uma pressão quando o árbitro marcou uma falta boba no meio de campo. Oitava falta e tiro livre direto. Douglas, melhor jogador do Arena na partida, partiu para a cobrança. João Lucas estava em um dia daqueles e voou no canto esquerdo para defender o chute, vibrando muito instantes antes do apito final.

O Invictus chega a 7 pontos e espanta princípio de crise. Voltando ao G-8, tem árdua missão no feriado – encarar o líder Báguas. Já o Arena, que segue na lanterna sem um ponto sequer, joga contra o Pé de Pano.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

Só Quem Sabe 2 x 2 Palestrinha

SÓ QUEM SABE E PALESTRINHA SE FRUSTAM COM IGUALDADE


Empate acaba sendo ruim para ambas as equipes, que perdem a chance de encostar de vez nos líderes

Por Rafael Ruiz

Jogo de 6 pontos, afinal, ambas as equipes vinham empatadas com 12 pontos cada. O Só Quem Sabe punha à prova sua meteórica ascensão na tabela, com 4 vitórias consecutivas e diante de um adversário que ainda briga pela liderança. O Palestrinha, após começo arrasador, deu uma patinada mas não queria perder de vista Coringa e DPGamos. Com o empate, ambos ficam a 3 pontos do novo líder DP e ainda sonham com a vaga direta na Prata.

A primeira oportunidade aconteceu logo aos 13 segundos. Pedrinho recebeu pela esquerda, mas chutou sem direção. E essa foi a grande chance nos 5 primeiros minutos, pois a partida se desenrolava muito no meio de campo, também com lançamentos longos e muitos passes errados. Somente, depois desses 5 minutos sem muita emoção que o jogo começou de fato. Primeiro com Alê recebendo pela esquerda e já armando para o chute, porém parou na boa defesa de Arthur com os pés.

A resposta do SQS veio aos 6 minutos com Marques. O camisa 22 dominou bem, mas seu arremate parou na boa defesa de Douglas Silva, improvisado no gol. O Palestrinha respondeu com novamente Alê, que dominou e já foi rolando para Guga, sozinho, chutar cruzado, mas longe do gol. Outra chegada do Palestrinha, mas dessa vez Arthur foi bem, o goleiro fechou bem o canto, impedindo assim que Lukinhas marcasse. A bola acabou sendo em cima do goleiro.

O jogo era franco e com ambas as equipes criando chances de gol e marcando do meio pra frente. Num desses avanços quase que o SQS marcou. A bola sobrou para Serjão, que tentou de primeira, sem perigo. Quando o primeiro tempo se encaminhava para o seu final, o time de cinza colocou Arthur para trabalhar. Ele defendeu chute forte de Apollo pela esquerda.

Antes do intervalo o zero deixou o placar. Quevas tentou e, no rebote de Douglas, Rodriguinho não conseguiu chegar a tempo da defesa, que tirou para escanteio. Em seguida, no escanteio, Zeca marcou um bonito gol ao pegar de primeira, sem chances para o goleiro. Na euforia do gol, Serjão tomou amarelo por ter tirado a camisa em homenagem a Mezadri, que se contundiu e fica de molho no melhor momento de seu fim de carreira.

Veio a segunda etapa e o que já estava equilibrado tinha tudo para ficar ainda mais. E não deu outra, com um minuto, o Palestrinha recuperou a bola com Apollo, mas este chutou sem muita direção. No lance seguinte, uma entrada por trás de Apollo, que recebeu amarelo, e falta. No lance, Zeca acabou acertando a trave.

Aos 4 minutos, um lance normal de jogo começou uma confusão. Primeiro com o goleiro Douglas Silva, que reclamou de uma entrada do jogador adversário nele. Porém, o jogo prosseguiu e, em seguida, Rodriguinho, achando que tinha sofrido falta, não marcada pela arbitragem, foi reclamar também. Aí o dois reclamões bateram boca e tomaram cartão amarelo.

Passada a confusão, o jogo retomou já com o SQS quase ampliando. Jacobi chutou e carimbou a trave. Depois, em outra chegada, Minhoca quase marcou de cabeça, porém parou na defesa de Douglas, já de volta depois da punição, que ligou contra ataque. Lukinhas tabelou com Apollo e chutou cruzado, sem chances para Arthur. Era o empate aos 16 minutos.

Animado com o gol, o Palestrinha foi logo chegando mais uma vez, agora com Alê, mas parou de novo em Arthur. A resposta do preto foi imediata, e mais uma vez com Rodriguinho. Na base da raça ele chegou perto da área, mas esbarrou em mais uma boa defesa de Douglas. Quando o Palestrinha era melhor, eis que em mais um ataque o SQS voltou à frente no placar com Rodriguinho de cabeça, após cobrança de lateral.

A partida aproximava-se do fim quando o Palestrinha pressionou e marcou. Antes, em rápido contra ataque puxado por Guga, este cortou pelo meio e passou também pelo goleiro, mas na hora de empurrar para o gol, o capitão Tessarin tirou em cima da linha. Contudo, não foi o suficiente, pois, no último lance, Hiro, sozinho recebeu a bola e sem dificuldade marcou o dele e salvou o Palestra de novo derrota, deixando em 2 x 2 o placar.

Ambos seguem com 13 pontos, tendo DP e Coringa à frente. Na rodada do feriado, o Só Quem Sabe enfrenta o Cachorro Velho, enquanto o Palestrinha tem o Roleta Russa.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Corleone 6 x 2 Pé de Pano

CORLEONE CONFIRMA BOA FASE AO GOLEAR PÉ DE PANO


Ex-CAVs Lele e Cainho comandam goleada

Sem cobertura.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Báguas 8 x 1 Roleta Russa Clássico

BÁGUAS NÃO TEM DÓ E GOLEIA ROLETA CLÁSSICO


Jorjão marca quatro, assume artilharia e sua equipe só não fez muito mais porque Guaraná estava em dia iluminado

Por Renato Malaguti

O duelo entre Báguas e Roleta Russa Clássico, sem sombra de dúvidas, já tinha um favorito. E esse favorito – o líder invicto Báguas – não deu chances aos clássicos do Roleta e sapecou uma goleada sem tamanho para cima do terceiro time Roleta, que luta para não cair para a nova divisão chuteirense no ano que vem. Mais uma vez o destaque, além do forte coletivo, foi o centroavante Jorjão, que anotou mais 4 gols e já chega a 12, sendo o artilheiro até o momento da competição.

A equipe do Báguas passeou em quadra, dominando o jogo durante os cinquenta minutos de bola rolando. Se não fosse Guaraná, goleiro do Roleta, o placar ainda teria sido muito pior para o Roleta. Logo no início, tirando qualquer expectativa do Roleta, o Báguas fez três gols. O primeiro com o goleirão Symon, meio sem querer, mas foi dele. Ao seu estilo, o goleirão saiu com a bola nos pés de sua área e lançou para Jorjão, já dentro da área adversária. O camisa 9 fez que ia e não foi, enganando Guaraná, que viu a bola entrar direto no gol.

O segundo gol saiu em cobrança de escanteio que Danilo colocou na cabeça de Jorjão no primeiro pau. O artilheiro não perdoou e fez seu primeiro no jogo. Se Danilo serviu no gol anterior, foi ele o responsável por modificar o placar para 3 x 0. Ele recebeu no meio de campo, cortou um marcador avançando e experimentou dali. A bola foi forte e contou com desvio na zaga para morrer no canto esquerdo de Guaraná.

Após marcar três, o Báguas mostrou seriedade e jogou como se o placar estivesse igualado em 0 a 0. Assim aos dez minutos, em lance de contra ataque rápido, Symon lançou Genaro, que tentou de cobertura mas acabou mandando por cima do gol. O jogo era de um time só. Portanto, mais Báguas no ataque. Jorjão tentou o seu segundo, mas Guaraná saiu bem e mandou a bola para fora. Aos dezesseis, em chute de longe, Genaro arriscou e levou perigo, mas de novo Guaraná apareceu bem. Não tardou e Concha ficou cara a cara e procurou o canto, mas o arqueiro saiu mais uma vez bem e impediu gol.

Parecia que só Guaraná jogava no Roleta, mas nem ele era capaz de evitar tantos gols assim. Paolo cobrou falta e a bola desviou na zaga do Roleta, matando o goleirão e ampliando a vantagem do para 4 a 0. Chega? Que nada, o novato de Chuteira queria gols, muitos gols. A todo vapor, Jorjão, mais uma vez cara a cara com Guaraná, perdeu a oportunidade. Em seguida, em chute cruzado de Feijão, o goleiro do Roleta defendeu bem com o pé. Dois minutos depois, Danilo recebeu dentro da área e rolou para Jorjão bater bem na bola, mas melhor ainda foi a defesa de Guaraná, que mandou a redonda para o escanteio.

Novamente, depois de muitas tentativas e muitas vezes citarmos o nome de Guaraná, o Báguas conseguiu fazer o quinto para encerrar o primeiro tempo. Jorjão, oportunista, aproveitou rebote de chute de Danilo e fez seu segundo. No segundo tempo, o jogo voltou um pouco menos agitado. No primeiro lance de perigo, o Roleta atacou mas foi parado pelo arqueiro Symon. Entretanto, o Báguas continuou mostrando superioridade, com Feijão quase marcando o sexto. Ele abriu bem para o meio e chutou com endereço, mas a zaga do Roleta conseguiu desviar a trajetória da redonda.

Aos 8 minutos, Bob acertou as duas traves de Symon em chute de longe. Do lado de fora, torcedores do time diziam que isso só podia ser macumba. Porém, tirando a zica do time, Affelay cortou bem Paolo e cruzou para Fifo fazer o de honra do Roleta. 5 x 1.

Após tomar o primeiro e ver seu rival começar a gostar do jogo, o Báguas tratou de fazer o que mais gosta – atacar e gols. Aos 12 minutos, de forma oportuna, Jorjão fez o sexto e bateu no peito, gritando “aqui é o 9, porra!”. Deve estar feliz de tanto gol que dão pra ele fazer... Em seguida, em jogada bem trabalhada, Naninha ficou livre e empurrou para as redes. Após tomar o sétimo, Guaraná se revoltou e deu uma bica na bola, reclamando com a equipe. Ainda caberia mais um...

Nos últimos dez minutos de jogo o ritmo diminuiu. Nenhuma das equipes tinha ânimo para mudar o placar de jogo, já que a vitória era mais do que certa para o Báguas. Entretanto, no finalzinho, faltando cinco para o apito final, Jorjão recebeu passe em contra ataque e mandou por cobertura, mas a bola bateu na trave. No último lance do jogo, marcando seu quarto gol, Jorjão fechou a goleada em 8 a 1.

Com o resultado, o Báguas segue em primeiro colocado de forma invicta, com 16 pontos. Já o Roleta Russa Clássico segue em penúltimo na tabela, com apenas 3 pontinhos. Na próxima rodada, o líder pega o Invictus, que vem só em 8º. Já o Roleta enfrenta o TNT, 6º da tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

Os Mostarda 3 x 2 Irado’s

MOSTARDA VENCE A PRIMEIRA E AFUNDA IRADO`S


Equipe domina o jogo todo e mantém o tabu

Por Rafael Ruiz

O jogo reunia duas equipes que não vinham bem na tabela do campeonato e ainda por cima traziam da rodada anterior resultados adversos. Rivais dentro de campo há quase dois anos, a nação mostardense vinha empolgada em conseguir a primeira vitória em cima de um velho freguês. De fato, o time manteve o tabu vivo e venceu com tranquilidade, diferente do que indica o placar apertado.

O time d’Os Mostarda foi logo ao ataque e com um minuto de jogo já chegou com perigo. Após tabela entre George e Bruno Egg, este acabou errando o arremate de primeira e mandou para fora. Em outra chegada, Flavinho chutou forte, mas parou em boa defesa de Alan, que de novo seria o destaque da equipe.

A primeira chegada do Irado`s aconteceu com Muriloko, que recuperou a bola e avançou com ela pela direita. Ele chutou cruzado, levando perigo à meta defendida por Gerson. A partida, nos 5 primeiros minutos, não era bem jogada, mas quem estava melhor em campo era a equipe amarela e preta, que no fim, depois de ameaçar mais o gol adversário, foi premiada com gol de Bruno Egg. Mesmo caído, ele conseguiu colocar a bola no canto do goleiro, que não pode fazer nada.

Após o gol, o domínio que mostarda aumentou ainda mais. Em mais uma chegada, o camisa 15, Gabri, quase marcou depois de seu arremate ter desviado na defesa, mas o goleiro mostrou muito reflexo e efetuou belíssima defesa, mandando a bola para escanteio. No lance seguinte, George quase marcou de cabeça, porém a bola acabou batendo na trave.

O Irado’s era facilmente dominado e a todo momento um jogador de amarelo e preto chegava na cara de Alan. George avançou e fez bonito giro, enganando a marcação, no entanto parou em mais uma defesa do goleiro, que espalmou para fora. Após cobrança de escanteio, de novo George em lance parecido quase marcou, mas sua cabeçada acertou o travessão.

O jogo estava fácil para o time de amarelo, porém todo cuidado era pouco. E em uma das raras chegadas do time de branco, eles encontraram o gol. Erick fez bonita jogada individual e cortou para o meio, batendo no canto e empatando o jogo.

Com o gol, poderia se imaginar que o Irado`s iria sair para o jogo, mas foi o contrário. Os mostardas continuaram em cima. Depois de bela jogada de Dan com o capitão Cadú, este quase marcou um golaço. Alan, em tarde inspirada, fez bonita defesa. E outra vez Alan foi exigido, de novo com Cadú, que recebeu livre a cobrança de lateral e sozinho cabeceou em cima do goleiro. Mais um milagre de Alan na partida.

Depois desse lance não deu para Alan. Os Mostarda, em jogada que tinha tudo para dar errado, acabou dando certo. Stefan passou para Bruninho, que tentou devolver, porém saiu errado. O camisa 12 tentou consertar e, na dividida, sobrou para Dan. Sem pensar muito ele fez de calcanhar um bonito gol. No lance, o Irado`s reclamou de falta no começo da jogada.

Antes do primeiro tempo terminar, ainda teve tempo para um início de confusão. O camisa 77, Vina, fez falta dura, recebendo amarelo pelo lance. Na confusão sobrou para o capitão Cadú também.

Veio o segundo tempo e com os ânimos mais calmos, o Irado`s teria que se aventurar mais em campo, pois viu Os Mostarda dominar o jogo por completo. Contudo, após a saída de bola, George pegou a bola e passou por quase toda a defesa, incluindo Alan, fazendo um bonito gol. Detalhe: com apenas 8 segundos.

Depois desse gol relâmpago, o jogo caiu muito de produção, em grande parte pelo gol rápido e pelo desinteresse do time mostarda, que apenas administrava. E também porque o time de branco ficou acuado com o terceiro gol. Porém, o que poderia ser um sinal de jogo tranquilo, acabou acontecendo o contrário. O jogo pegou fogo aos 6 minutos após falta dura e por trás de Muriloko. Os jogadores d’Os Mostarda foram pedir cartão e, no bolo, sobrou uma mão de Muriloko no rosto de Gabri, que tentou revidar. Consequência, cartão azul para Muriloko e vermelho para Gabri. Sobrou vermelho também para Magrelo, do Irado’s.

Passado esse momento conturbado, o jogo recomeçou após ter ficado 5 minutos parados. E a primeira grande chance aconteceu com Dan, que fez duas bonitas fintas pela direita, contudo, na hora de se consagrar, acabou chutando mal. O lance de maior perigo do Irado’s rendeu o segundo gol. Após boa jogada de Erick, o melhor em campo por parte do time branco, rolou para Ninja, sozinho, empurrar para o gol. No entanto, tarde demais, depois do gol o jogo terminou.

Após o apito do árbitro, Os Mostarda espera ter reencontrado o seu futebol e embalar no campeonato com a primeira vitória. Por outro lado, o Irado`s conquista sua quinta derrota em seis jogos e é lanterna do Grupo B. Tenta a recuperação diante do Absolutos. O time mostarda enfrenta o Derrubada.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Basicus 0 x 1 Condor’s

CONDOR’S, COM UM A MENOS, SEGURA BASICUS


Expulsão no fim do primeiro tempo deixou o jogo todo aos rosas, mas a estrela de Bruninho, que fez o gol da vitória, e o goleiro Quintanilha foram decisivos para o triunfo

Por Renato Mlaguti

A partida entre Basicus e Condor’s não surpreendeu nem fugiu das expectativas. Ambas as equipes jogaram bem e houve um equilíbrio do começo ao final do jogo. O Basicus – até então segundo colocado – contou com Puff e Alex como principais armas ofensivas, enquanto o Condor’s teve Bruno como referência no ataque. Ele foi autor do único gol da partida. O duelo fez jus à colocação de ambas as equipes na competição, 2º e 3º respectivamente.

O primeiro lance de ataque surgiu a favor do Condor’s, com Bruno em chute de longe que acertou o lado esquerdo de Roland. Ao desenrolar dos primeiros lances, era evidente que o jogo estava pegado, não somente pelos lances ofensivos criados, mas também pelas faltas – muitas vezes não vistas – que aconteciam dentro de quadra.

Jogadores do Basicus revoltaram-se com a arbitragem antes dos dez minutos de bola rolando. Puff reclamou dizendo ter tomado tapa na cara fora de lance e em dividida com Quintanilha – goleiro e peça fundamental para o resultado favorável grená – enquanto Amorim disse que o arqueiro foi maldoso, deixando o pé propositalmente para acertar sua perna. Aos dez minutos, Neno arriscou com perigo e a bola passou à direita do arco. Do outro lado, em lance de contra ataque rápido, Puff recebeu bom passe, mas, na hora do chute, seu companheiro de equipe Matheus o interceptou e mandou para fora.

Poucos minutos depois, Roland fez ótima defesa em forte chute de Peli. Entretanto, sem deixar o Condor’s aproveitar um possível bom momento na partida, em chute de longe Állex mandou a bola na trave, assustando Quintanilha.

Era notável a disputa para ver quem sairia na frente no placar. Os dois times não entraram em campo para brincar, pois sabiam que a vitória renderia a 2ª posição isolada na tabela. Entretanto, no finalzinho, o Basicus foi superior e pressionou bem o rival. Aos 20 minutos, Állex novamente levou perigou com um potente chute cruzado, mas o goleirão Quintanilha fez ótima defesa. Dois minutos depois, em lance de escanteio, Veneza subiu de cabeça e mandou a bola ao lado do arco, com perigo.

Só dava rosa: em contra golpe, Puff bateu de bico, obrigando Quintanilha a fazer mais uma boa defesa. No rebote, a bola sobrou para Matheus, que dividiu com o goleiro, mas a redonda acabou indo para fora. Antes de acabar a primeira fase, Vini, camisa 6 do Condor’s, fez falta clara e foi punido com cartão amarelo. O atleta não gostou da decisão do árbitro e o desrespeitou com xingamentos. Graças às ofensas verbais, ele acabou sendo expulso e seu time teve que continuar o segundo tempo com um jogador a menos.

Na segunda fase, mesmo com desvantagem numérica, o Condor’s não deixou a peteca cair e jogou de igual para igual. No primeiro lance de perigo, após troca de passes entre Állex e Puff, o primeiro abriu bem, mas bateu por cima do gol. Do outro lado, Neno bateu no cantinho esquerdo de Roland, obrigando o mesmo a fazer boa defesa e mandar a bola para escanteio. Com o relógio marcando cinco minutos, o Basicus perdeu a chance de balançar a rede com Matheus. Em contra ataque, ao invés de bater, ele tentou tocar e a zaga acabou interceptando. Após a oportunidade perdida, o time pediu tempo técnico.

Na volta, no primeiro lance de ataque, Neno rolou para Renato, que bateu com perigo por cima do gol. Do outro lado, já aos 16 minutos, Puff recebeu em contra ataque e bateu forte de esquerda, mas novamente Quintanilha salvou a equipe do Condor’s.

Mesmo com um a menos e sofrendo mais ataques do que criando, aos 18 minutos, em escanteio, Renato cobrou na medida para Bruno cabecear e deixar o Condor’s com a vantagem de 1 a 0. Logo em seguida o elenco pediu tempo técnico para segurar o jogo.

No finalzinho o time do Condor’s mostrou qualidade técnica e soube segurar os rosas e passar o tempo. Somente aos 21 minutos o Basicus, em chute de longe, levou perigo, com Állex, mas mais uma vez Quintanilha defendeu.

O futebol é uma caixinha de surpresas. Mesmo com um a menos durante 25 minutos, sofrendo pressão, o Condor’s mostrou raça e conseguiu vencer o Basicus. Com o resultado, o Condor’s toma a segunda colocação do Basicus, que cai para terceiro, ambos com 13 pontos. Na próxima rodada, os rosados enfrentam o Camelo, 10º colocado. Já o Condor’s pega o Xoras, 7º na tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

Absolutos 1 x 0 Coringa

ABSOLUTOS DERRUBA CORINGA DA LIDERANÇA


Gol no fim e surpreende o então invicto Coringa, com direito a falha de Léo Cidrão e DP assumindo a liderança

Por Rafael Ruiz

Tinha tudo para ser a 6ª vitória consecutiva e permanência na liderança do Grupo B para o Coringa. Entretanto, esqueceram de avisar o Absolutos que o script já estava marcado. O confronto azul e branco tinha um favorito absoluto, mas nada é absoluto quando se trata do Absolutos. O time do Diogo emplacou uma ótima marcação, jogando fechadinho e dificultando a vida do Coringa, que não teve o brilho individual das partidas anteriores e saiu derrotado por um magro 1 x 0, que diz bem o que foi o jogo.

Após a saída do Coringa, ambos os times estavam se estudando e cautelosos, tanto que só o primeiro ataque mais perigoso foi sair apenas aos 4 minutos, em boa jogada de Rafinha, na qual ele girou sobre a marcação e armou para o chute, porém foi fraco e sem perigo para Demétrius.

O Absolutos, apesar de se defender mais que atacar, não conseguia chegar com veemência ao gol de Cidrão. A primeira chegada, que não deu em nada, do time aconteceu somente aos 11 minutos, quando Diogo mandou um chute sem direção à meta adversária. Até este momento, os goleiros apenas assistiam à partida e muito pouco eram exigidos.

Aos 16 minutos enfim Cidrão foi exigido. Após arremate de Marco, que chutou forte, ele praticou boa defesa. O Coringa ficava mais tempo com a bola, mas não conseguia furar a forte marcação do Absolutos. Em compensação, nesse jogo focado na marcação e saídas rápidas de contra ataque o time quase marcou. Marcelo chutou visando o canto, mas Léo Cidrão colocou para escanteio. Na sequência, Diogo, cabeceou e mais uma vez o goleiro fez boa defesa.

Antes que a primeira etapa de poucas chances e muito amarrada no meio de campo terminasse, o Coringa teve mais duas chances. Primeiro com Pi, que tentou chute rasteiro, porém sem sucesso. No minuto seguinte foi a vez de Renatinho aproveitar cobrança de lateral de Gui Frederick e pegar de primeira. Contudo. A bola saiu sem direção e se perdeu pela linha de fundo. Além disso, o mesmo Renatinho tomou amarelo, em lance bobo, no qual ele colocou a mão na bola, antes mesmo que o primeiro tempo acabasse.

Assim como terminou a primeira etapa, começou a segunda. Com o time do Coringa pressionando o time do Absolutos, mas sem muito sucesso. Gui Frederick, aos 6 minutos, tentou uma bicicleta após cobrança de lateral. Enquanto o Coringa pressionava, não deixava o Absolutos sair para o jogo. Quando conseguia, errava no último passe. Mesmo assim, quase que eles marcaram. Rafinha Haddad chutou forte, mas houve desvio na defesa.

Aos 13 minutos, outro Rafinha, desta vez do Coringa, tentou mais uma. No entanto, acabou parando na defesa o seu arremate. No contra golpe, por pouco o Absolutos não abriu o placar. Marcelo avançou com a bola e, sem pensar muito, chutou forte e cruzado, obrigando Léo Cidrão a praticar boa defesa.

O jogo era limpo e sem muitas faltas, mas um lance muito estranho aconteceu. Após Renatinho e Diogo se estranharem em campo, o árbitro decidiu aplicar o cartão azul aos dois jogadores, assim excluindo-os da partida. Ruim para o Coringa, que perdia seu principal jogador em quadra.

O Coringa não se achava em campo e encontrava muitas dificuldades para furar o forte bloqueio defensivo do time absoluto. Ensinam os especialistas que contra defesas muito bem postadas a jogada individual é a chave para ser bem sucedido. Entretanto, para azar do Coringa, suas principais peças de habilidade não estavam funcionando no dia.

Assim, mesmo melhor em quadra e martelando o adversário, o Absolutos chegou ao seu gol. Rafinha Haddad tentou, mas Léo Cidrão colocou para escanteio. Na sequência, na cobrança de Rafinha, Renato marcou pegando de primeira. O chute saiu fraco, mas contou com a grande colaboração de Cidrão, que acabou aceitando.

Com o fim da partida, o que se pode perceber é que o Coringa acreditava que iria encontrar o seu gol a qualquer momento. Além disso, a forte marcação adversária impediu que seu jogo fluísse como nas partidas anteriores. Por outro lado, o Absolutos derruba o líder e ganha moral para a metade final da fase de classificação, provando que tem time para ir longe na competição. Medem forças no feriado com o lanterna Irado`s. Já o Coringa tem confronto direto com o agora único invicto da competição, o DPGamos, que assumiu a ponta e tem 2 pontos a mais.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 6ª RODADA

Camelo 3 x 3 Bacaninha

CAMELO E BACANINHA EMPATAM NOS MINUTOS FINAIS


Bacaninha toma virada relâmpago nos últimos minutos de jogo, mas no finalzinho consegue empatar com o Camelo

Por Renato Malaguti

O duelo entre Camelo e Bacaninha contava com um histórico de duas equipes muito diferentes no campeonato. De um lado, o Bacaninha lutava pela vitória para chegar a 13 pontos e encostar de vez nos líderes. Do outro, o Camelo tinha que ganhar para sair de perto da zona de rebaixamento. De fato esse não está sendo um bom semestre para a equipe. Quem esperava atropelo do Bacaninha, teve uma séria surpresa. O time vencia bem por 2 x 0 quando, de repente, tomou virada! O empate salvador veio no minuto final, sempre dos pés de Lê Leme.

No começo da partida a superioridade da tabela refletiu em campo, principalmente com Simões. No primeiro lance de jogo, ele ficou cara a cara com Henrique, mas bateu em cima do arqueiro. Passados cinco minutos, o jogador fez boa jogada, passou por três zagueiros rivais, mas na hora do bate foi travado. Aos dez minutos, em chute de fora da área, ele novamente levou perigo, acertando o lado do gol.

O Bacaninha, mesmo que de forma modesta, atacava mais. Vendo isso, o Camelo pediu tempo técnico para reformular seu estilo de jogo. Durante o intervalo, o Patrick Caiderudo, camisa 5 do Camelo, disse que o time precisava bater de fora da área. Ouvindo o conselho do companheiro, na volta ao jogo, Michel arriscou de longe, mas acertou por cima do arco. Entretanto, em um lance rápido de contra golpe, quem saiu na frente foi a equipe do Bacaninha, aos 20 minutos de jogo. Lê Leme dividiu com Henrique e mandou a bola por cobertura, deixando seu time em vantagem por 1 a 0.

Durante os cinco minutos finais da primeira etapa, Renato ainda levou perigo para o Bacaninha em chute de longe, mas acabou mandando para fora. No último lance, aproveitando boa ajeitada, Ricardo chegou de trás e bateu forte, mas mandou para fora.

Nos primeiros vinte e cinco minutos de jogo o Bacaninhas foi superior. O Camelo não se encontrou em campo e mal conseguir criar oportunidades para balançar a rede. No segundo tempo, logo no começo, o Bacaninha ampliou sua vantagem com jogada rápida de contra ataque. Denis recebeu pelo canto e cruzou rasteiro para Simões conferir. Pouco depois, tomando gosto pelo jogo, o Bacaninha levou perigo mais uma vez. Após bonito chapéu de João em cima de Alex, o camisa 10 chutou forte e rasteiro, mas Henrique conseguiu defender.

O Camelo teve sua primeira oportunidade com Cainho após boa ajeitada de Tadeu, mas o primeiro mandou por cima do gol. Do outro lado, aos dez minutos, Daniel recebeu pela esquerda e bateu cruzado, mas Henrique defendeu. Poucos minutos depois, em jogada individual, ele passou por dois zagueiros e chutou forte, mas por cima. Logo em seguida, Lê Leme pegou bem de longe e obrigou Henrique a fazer boa defesa.

A equipe do Bacaninha novamente mostrava-se superioridade em campo, mas não tinha muita eficiência na hora da conclusão. A partir dos 15 minutos do segundo tempo o Camelo decidiu acordar para o jogo. Em cobrança de falta ensaida, Ricardinho rolou para Alex encher o pé, mas o goleiro do Bacaninha fez ótima devesa, impedindo o primeiro gol do Camelo. Entretanto, em cruzamento de Tadeu, o zagueiro Marcelo tentou desviar, mas acabou matando o arqueiro e dando o primeiro gol do Camelo. A arbitragem deu o gol a Tadeu.

Não tardou para o Camelo empatar. Em escanteio, a bola sobrou para Pisano mandar com totozinho por cima do goleiro e deixar tudo igual. Os dois gols relâmpagos foram a deixa para o técnico Marcelão parar o jogo e dar um come na rapaziada. Porém, a pausa não foi o suficiente para brecar a empolgação do Camelo. Na volta, o time virou de forma histórica o placar para 3 a 2 com mais um de Pisano, que subiu no escanteio e mandou de cabeça no canto.

Após aplicar a virada, o Camelo se defendeu como pode tentando segurar a blitz bacana. O time tentou, mas não conseguiu. No último lance do jogo, em cobrança de falta, Lê Leme deixou tudo igual e salvou o Bacaninha de derrota histórica. “Fizemos 2 x 0 e subimos no salto. Deu no que deu, né?”, lamentou-se o técnico bacana Marcelão, que vê sua equipe na 5ª posição, com 11 pontos, e ser ultrapassado pelo Corleone, justamente o adversário no feriado. O Camelo chega a 4 pontos e deixa o Roleta Clássico para trás, mas tem pela frente o forte Basicus.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 6ª RODADA

DPGamos 2 x 1 Roleta Russa

DE VIRADA, DPGAMOS BATE ROLETA PARA CHEGAR À LIDERANÇA


Único invicto do Grupo B após derrota do Coringa, time dos Fischer chega à quinta vitória em 6 jogos

Por Rafael Ruiz

A última partida da 6ª rodada pelo Grupo B teve em campo o Roleta Russa contra o DPgamos, com este já sabendo que uma vitória daria a liderança isolada à equipe. Para o Roleta, que andou patinando após boa arrancada na competição, o triunfo os colocaria na briga pelo acesso direto, uma vez que os times na parte de cima não haviam pontuado.

A primeira grande chance foi por parte do Roleta, e com o camisa 16, Ceron, que avançou com a bola dominada e chutou a gol, porém muito longe e sem perigo ao gol de Marcio. Em seguida foi a vez do DP: Dú dominou a bola, mas quando chutou foi fraco e no meio, facilitando a defesa de Edu. Logo os times caíram de rendimento e a partida teve minutos de pouca criatividade mas muita disposição. Somente aos 12 minutos o Roleta apareceu. Ceron tentou de primeira uma bola toca em cobrança de lateral, mas mandou pela linha de fundo.

No minuto seguinte, foi a vez do time de vermelho assustar. Dú recebeu a bola pela esquerda e chutou, mas parou na boa defesa de Edu. E novamente o time do DP chegou com chance de marcar, agora com o camisa 16, que recuperou a bola, mas a mandou sem direção. O jogo, neste momento, já era mais disputado e com chances para ambos os lados, mesmo com o zero persistindo no marcador. Na verdade, isso era resultado da falta de pontaria dos jogadores, que chegavam na cara do gol e acabavam chutando errado. E mais uma vez isso se repetiu: o zagueirão Preto mandou para a parede.

Antes mesmo que o primeiro tempo terminasse, as duas equipes ainda tiveram uma chance cada. Pelo DP, Zeca, ao cortar uma tentativa de ataque do Roleta, quase marcou um bonito gol de seu campo. Edu encaixou bem a bola e sem dificuldade. Na sequência, a derradeira da etapa primeira, veio com Caio, que recebeu a bola e tentou colocar no canto do goleiro, mas Marcio estava atento e efetuou boa defesa. Na cobrança do escanteio do lance, Boscolo desperdiçou a chance mais clara da partida. Ele, sozinho, perdeu um gol feito, tocando às mãos de Marcio.

Veio a segunda etapa e com ela uma postura diferente e mais aguerrida do que no primeiro tempo de ambas equipes. Tanto que o DPGamos chegou logo aos 21 segundos com perigo, de novo com Dú, o mais perigoso por parte do time rubro. Ele recebeu a bola e de primeira tentou marcar. No entanto, Edu fez mais uma boa defesa.

Depois desse lance, a partida deu uma esfriada e o jogo passou a ser mais disputado no meio e à base de lançamentos longos. Assim, aos 3 minutos, o zero do placar saiu, e primeiro com o Roleta. A equipe avançou a marcação e, na dividida, a bola sobrou para Folha, que chutou cruzado, sem chances para Marcio.

Não se abatendo com o gol, mas sem jogar uma boa partida, o DP não conseguia criar jogadas que possibilitassem o empate. Foi somente 3 minutos mais tarde que eles conseguiram, e com a participação do camisa 9, João Corazza, que recebeu lançamento do goleiro Marcio, dominou e achou Kaká. Mesmo sem ângulo, ele conseguiu marcar e igualar o duelo.

Com o gol tomado, o Roleta Russa tentou reagir logo, e quase marcou com Caio. O camisa 22 avançou com a bola, aplicou bela finta já cortando para o meio e armando para chutar. Porém, acabou não levando perigo, pois a bola desviou na marcação. Em rápido contra golpe, o DP quase foi às redes novamente com Kaká. Ele recebeu pela esquerda e chutou forte, obrigando Edu a praticar mais uma boa defesa.

Faltando 10 minutos para o apito final, o DPgamos já era melhor e criava mais. Contudo, o Roleta, quando chegava, levava muito perigo. Foi assim que, com Ricardinho pela esquerda, o time quase retomou a vantagem no placar. Em outra chegada do time de branco, Folha tentou seu segundo tento na partida ao chutar de longe.

Antes que o jogo terminasse, o que parecia improvável aconteceu. Aos 23 minutos de jogo, uma jogada pela esquerda do DPgamos de Kaká, que tentou chutar a gol. A bola ia para fora, mas desviou no meio do caminha em João Corazza e entrou. Era a virada, o gol da liderança isolada do DPGamos.

Com o fim do jogo, o DPGamos mostrou poder de reação e venceu uma partida que tinha tudo para empatar, mostrando que não é líder à toa. Defende a ponta justamente contra o Coringa, vice-líder, no feriado. O Roleta pega o Palestrinha, 3º colocado, e precisa vencer para garantir vaga no G-8 com folga. Hoje é o 6º colocado, com 10 pontos.
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