Mafiosos decidem com 3 gols em 10 minutos para chegar a 9 pontos e ocupar a 4ª posição na tabela. Camelo, de uniforme novo, permanece na parte de baixo
Por Renato Malaguti
O Corleone definitivamente é outro time. Não mais saco de pancada, mas um time aguerrido que veio para brigar na parte de cima da tabela no Grupo A. contra o Camelo, apesar do equilíbrio ter sido a tônica na maior parte do tempo, a equipe de Fê Garone precisou de dez minutos para liquidar a fatura e somar mais 3 pontos na tabela. Entretanto, o destaque individual da partida foi Ricardinho, o baixinho do Camelo. O atleta não parou de correr um segundo, criou boas oportunidades e mostrou habilidade com a bola.
Nos primeiros 5 minutos o Camelo tentou pressionar o rival com chutes de longe. No primeiro lance do jogo, Pisano arriscou de longe e forçou João a fazer boa defesa espalmando para a lateral. Ao longo da partida, o goleirão fez toda a diferença. Um minuto depois, o habilidoso Ricardinho sofreu falta próximo à entrada da área. Felipe Garone pegou forte na bola, mas mandou por cima do arco.
Ricardinho mostrava muita habilidade e agilidade. Desde o começo ele ia para cima dos zagueiros e não parava de correr, infernizando a defesa adversária. O Corleone fazia boa marcação, mas não criava muitas oportunidades. Somente ao 11 minutos o time conseguiu concretizar um lance de real de perigo: Fabricio, dono da camisa 9, recebeu dentro da área pela esquerda e tentou vencer Henrique chutando de biquinho, mas o arqueiro fez boa defesa com o pé.
Nos primeiros dez minutos o jogo estava relativamente calmo. Tirando duas tentativas de longe do Camelo e uma oportunidade clara de gol do Corleone, nada demais tinha acontecido. Ambos os times pareciam se estudar muito. Na metade da primeira etapa, mais uma vez Ricardinho foi para cima da zaga do Corleone e sofreu uma falta perigosa. O Camelo tentou fazer uma jogada ensaiada em que Patrick tocou para Cainho, mas este pegou mal na bola e a jogou longe do gol. No contra ataque, Felipe ficou cara a cara com o goleiro e perdeu mais uma oportunidade para o Corleone.
O Corleone pareceu ter acordado. Valorizando o chute de longe, Eduardo acertou o canto esquerdo, mas Henrique fez boa defesa rebatendo a bola para o lado. Do outro lado, Ricardinho mostrou que o Camelo não ia deixar seu rival gostar do jogo. Ele carregou para o meio com habilidade e chutou a bola próximo ao ângulo esquerdo, mas de mão trocada João fez mais uma boa defesa e mandou para escanteio. No tiro de canto, o próprio Ricardinho tentou de voleio, mas mandou a bola por cima do gol, sem perigo.
As duas equipes jogavam de igual para igual. No começo, o time do Camelo pressionou mais, mas sem muita eficiência. Durante todo o tempo o Corlone fazia forte marcação, principalmente na parte ofensiva, impossibilitando a articulação de boas jogadas do seu rival. Somente aos 23 minutos, faltando pouco para o término parcial da partida, em jogada aérea Fábio fez de cabeça, tirando qualquer chance de defesa de Henrique. Mesmo criando menos, o time do Corleone foi para o intervalo com a vantagem de um gol.
No segundo tempo o jogo voltou mais pegado. Os mafiosos começaram pressionando novamente o Camelo na saída de bola. Entretanto, já que estava sendo bem marcado, o Camelo buscava o empate com chutes de longa distância, mas sem muito sucesso. Aos 6 minutos, Paulo, do meio da rua, acertou forte chute, mas João conseguiu fazer a defesa. Logo em seguida, também de longe, Tadeu acertou o travessão.
O Corleone não se abalou e criou boas oportunidades. Aos 8 minutos, Matheus cruzou para Lelê se esticar todo mas não conseguir tocar na bola, que passou pela área sem nenhum desvio. Do outro lado, Ricardinho, destaque individual da partida, tentou de peixinho em lance de escanteio a favor do Camelo, mas a bola passou ao lado.
Quando a partida caminhava para seus últimos 10 minutos, o Corleone decidiu de fato jogar e marcou em dose tripla. Em contra ataque veloz, Eduardo driblou o goleiro e, antes de bater, deixou Ricardinho no chão para fazer com calma o segundo gol. O Camelo tentou na bola parada com Cris Dantas, mas novamente João apareceu bem.
Aos 20 minutos, Felipe, mostrando habilidade, mandou a bola por cobertura sem força para vencer Henrique e marcar o terceiro. Três minutos depois, ele mesmo rolou para Gui Fenômeno fechar a goleada com chute de chapa no canto direito. Henrique nem pulou. 4 x 0.
Com esse resultado, o Corleone ocupa a 4ª colocação do Grupo A, enquanto o Camelo fica em 10º. Na próxima rodada, o Camelo enfrenta o lanterna Roleta Clássico. Já o Corleone pega o inconstante TNT.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Derrubada 3 x 3 Irado’s
IRADO’S TRAVA E CEDE EMPATE AO DERRUBADA
Equipe fechou o primeiro tempo em 3 x 0, porém, ao se manter na retranca, não suportou a pressão do adversário, que só não virou o placar porque goleiro Alan salvou mais uma vez o time
Por Heron Ledon
Um grande vacilo! É o que resume a atuação do Irado’s no embate contra o Derrubada. Muriloko fez dois dos três tentos de seu time na etapa inicial, mas, juntamente com os companheiros, caiu de produção no segundo tempo. O Derrubada manteve-se no ataque e pressionou o oponente durante toda a partida, no entanto sofreu os gols no contra-ataque. Já que o Irado’s pouco criou nos 25 minutos finais, a equipe de vermelho foi pra cima de vez e empatou. Inclusive só não triunfou porque Alan mostrou por que o time depende tanto dele.
Antes da bola rolar, os atletas do Irado’s estavam com pandeiro, rebolo, reco-reco e cavaquinho do lado de fora da quadra. Seria a combinação de samba com bom futebol que a Seleção Brasileira tanto busca? a se contar os 50 minutos apresentado diante do derrubada, apenas o batuque teve lugar nessa história. Bem que a equipe não estava mal, mesmo com o forte início do adversário.
No entanto, foi o gol de Muriloko aos 4 minutos que serviu para acordar um pouco os demais jogadores, já que o embate estava morno até então. O atacante roubou a bola de Frango, que bobeou na defesa, e bateu de fora da área, colocado, no canto esquerdo de Cesar, o qual improvisava embaixo do travessão, visto que o goleiro Pedro Mé só chegou na metade da etapa.
O Derrubada começou, assim, a pressão e, no minuto seguinte, viu Alan se esticar todo no alto para fazer bonita defesa na cobrança de falta de Telito. O capitão ainda tentou novamente o empate ao limpar pela intermediária e chutar cruzado, mas mandou a bola com perigo para fora.
As vibrações dos atletas de branco em cada jogada impulsionaram Muriloko a fazer o segundo gol, que foi belo por sinal. Ninja carregou a gorducha e a tocou para o camisa 13. De frente para o marcador, ele pedalou, cortou para a esquerda e mandou em direção ao gol. Antes de entrar, a bola ainda desviou em Telito. Do lado de fora, Lói brincou ao dizer que o sucesso de Muriloko era devido a ele estar com sua camisa. Murilo sabia e foi comemorar mostrando à torcida o nome do zagueiro do Acidus debaixo do número 13.
Apesar de seu time vencer por 2 a 0, o goleiro Alan não tinha vida fácil. Aos 15 minutos, fez milagre ao defender três chutes seguidos, sendo dois deles à queima-roupa de dentro da área. Um pouco depois, mesmo vencido na jogada, ele salvou o gol ao esticar a perna e defender arremate de Adrianão. Como se não bastasse, ainda viu Deko cabecear bonito e acertar a trave em cobrança de escanteio de Gabriel.
Após tanto sufoco, o Irado’s precisou de apenas um lance para ser mais eficiente. Sambista foi raçudo, não desacreditou da jogada e ganhou a dividida com Tomi e em seguida com Pedro Mé. A pelota sobrou, então, para Thiago Sant´Anna completar livre e fazer o terceiro. Ainda teve tempo para Jalesinho salvar em cima da linha a cabeçada de Cesar, que já jogava no meio-campo.
O Derrubada não sossegou. Já no comecinho do segundo tempo, criou duas ótimas chances de descontar. Deko dividiu a bola dentro da área e chutou com tudo, mas Jales, que foi bem na partida, salvou com a perna e comemorou muito. Logo depois, Gabriel limpou a jogada de frente para o gol, mas acertou a trave de Alan.
O Irado’s conseguia ainda menos ficar com a bola no pé. Parece que os jogadores voltaram desligados para a etapa final. Tanto que Jales colocou a mão na bola após um passe de Garoto. O atleta lamentou muito, já que a jogada provavelmente não daria em nada. Ao olhar a situação, o time de branco pediu tempo para acalmar a empolgação do oponente.
De nada adiantou. O Derrubada continuou a pressão e, enfim, chegou ao gol – por duas vezes. Telito cobrou escanteio no primeiro pau para Cesar ganhar de Thiago ao pular, esticar a perna e mandar a bola para o fundo das redes; a redonda ainda tocou no travessão antes de entrar. No minuto seguinte, aos 15, Tomi, que armava boas jogadas pelo meio, puxou o ataque em velocidade e rolou para Adrianão. O camisa 6 bateu de primeira do bico da área, sem chances de defesa para Alan.
O Irado’s não saía do sufoco, não criava, e todos os atletas jogavam atrás da linha central. Bom para o time de vermelho, que chegou ao empate. Cesar dividiu bola com Muriloko no meio-campo, e ela sobrou para Adrianão, novamente, fuzilar – dessa vez no ângulo direito do goleiro. Antes disso, Gabriel já havia perdido um gol incrível: Tomi bateu de longe, e o goleiro deu rebote nos pés do camisa 12, mas, no susto, ele mandou mal para fora.
Com o empate sofrido, o time de branco se despertou e resolveu criar algumas jogadas. Talvez em sua principal chance de voltar à frente do marcador, um lance polêmico aos 22 minutos. Vina recebeu lançamento da defesa, livre de marcação e de costas para o gol. Então, Pedro Mé saiu na jogada, dividiu por trás e levou a pior ao se chocar com o adversário. Porém, o árbitro deu falta de ataque e cartão amarelo para Vina. Formou-se, então, a confusão, com inúmeras reclamações.
“Como um jogador faz falta de ataque e leva o cartão se ele está de costas para o gol e é derrubado pelo goleiro? O árbitro se confundiu”, dizia uma pessoa que assistia ao jogo. Dentro do campo, o técnico do Irado’s pediu tempo e esbravejou com seus jogadores: “Ninguém aqui quer ganhar? Ninguém aqui quer ganhar?”. Porém, de nada adiantou e, por pouco, o time de vermelho não virou no chute de Deko, em que a bola desviou, mas foi barrada por Alan, que salvou mais uma.
Após o apito final, o time do Irado’s, mesmo com a decepção, deu um exemplo do que é praticar esporte e se descontrair. Os atletas saíram de campo sorrindo, fizeram um samba e gargalharam por toda a tarde ao lado da quadra. A mesária Daniela Machado resumiu bem o ato: “Está vendo? É assim que tem que ser. Eles vêm para cá para reunir os amigos e se divertir. É isso que os outros deveriam fazer ao invés de arrumarem confusão”.
O Derrubada chega ao seu terceiro empate e busca sua primeira vitória na Bronze contra o vice-líder, o DPGamos, que derrubou o até então 100% Palestrinha. Já o Irado’s, enfim, conseguiu pontuar na competição. Seu próximo oponente é o Só Quem Sabe, que vem de vitória sobre o Roleta Russa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Invictus 3 x 2 Camelo
BASICUS VENCE INVICTUS E MANTÉM-SE NA COLA DOS LÍDERES
Equipe foi melhor durante toda a partida e assegurou resultado para continuar na busca pela liderança
Por Tamires Paulino
Entre Invictus e Basicus houve bastante disparidade. O segundo acima mencionado venceu por 4 x 2 e foi bem melhor durante toda a partida, abrindo vantagem logo cedo e mantendo-a até o final. Porém, o jogo foi mais pegado do que de costume, com lances mais ríspidos e muita reclamação, mais do lado azul e branco, que, deficiente na criação das jogadas, praticamente não chegava com perigo ao gol de Rolland.
A bola rolou e o primeiro bom lance foi justamente do Basicus, que chegou pressionando. Guilherme bateu da entrada da área por cima do gol. Pouco depois, o xerifão Bolas marcou o primeiro gol rosa. O adversário fechou-se bastante e conseguiu tirar algumas bolas, mas não foi possível evitar o tento.
O Basicus continuava atacando e era bastante superior no primeiro tempo, quando o Invictus ainda não tinha mostrado o seu melhor desempenho – mesmo assim, longe de outras atuações do time. Pouco após o gol, Bolas, novamente, cabeceou escanteio no ângulo e o goleiro Henrique salvou com a ponta dos dedos. No lance seguinte, após cobrança de falta, Matheus marcou o segundo gol do Basicus.
O Invictus tentava resistir e algumas vezes até atacava, mas mandava a bola muito longe da meta. Rodrigo, Mutssa e Paulão no pivô não se entendiam, além de Bento parecer estar carregando um piano de tão mole que andava pelo campo. Nisso, era bola perdida ou Bolas, absoluto atrás, tirando tudo que aparecesse. Já pelo Basicus, as chances continuaram a acontecer. E veio com reclamação e gol. Moacyr ficou caído no meio de campo e o Basicus não parou a jogada para atendimento. Pirulito ficou com a bola, avançou pelo meio e chutou no canto par fazer 3 x 0. O time azul, após a recuperação do jogador, aplaudiu muito o gol, dando parabéns ironicamente pela, segundo eles, falta de fair play.
Aos 18 minutos, a primeira boa chance do Invictus: Rodrigo, posicionado no primeiro pau, cabeceou bola para fora após escanteio. O primeiro tempo se aproximava do fim, mas o Basicus ainda teve mais algumas boas chances. Kirk, da lateral direita, bateu para o gol e Veneza não conseguiu empurrar para as redes. Pelo Invictus, Brunão, da lateral direita, bateu em cima do goleiro na última oportunidade das equipes antes do intervalo.
No segundo tempo, o Invictus teve melhora significativa e deixou o embate mais equilibrado. A primeira chance, no entanto, continuou sendo do Basicus e ela já resultou em gol. Amorim bateu de fora da área e o goleiro chegou a encostar durante a tentativa de defesa, mas mesmo assim o chute morreu no cantinho direito da meta. Henrique levantou com cara de frango, mas seus companheiros foram lá e deram apoio ao arqueiro que adora jogar sem luvas. Bento parece ter deixado o piano no banco e voltou mais leve, assim correndo um pouco mais e sendo mais agressivo (em termos de futebol, claro). Foi dele a primeira tentativa azul: bateu do meio de campo, mas Rolland espalmou para fora. Depois, Paulão também bateu do meio, mas o goleiro foi buscar a bola em seu canto oposto, o esquerdo, e realizou a defesa.
Pouco depois foi a vez do Basicus voltar à carga. Na primeira, Matheus bateu no cantinho direito e o goleiro mandou a bola pela linha de fundo. Em outro lance, Puff, que infernizava a defesa azul ao costurar pelo meio dela com grande desenvoltura e sem ser incomodado, bateu firme da lateral direita e o goleiro deu à bola destino semelhante à jogada anterior. O time prosseguiu atacando e pouco depois Pirulito bateu da lateral direita ao gol e mais uma vez o goleiro mandou a bola à linha de fundo.
O jogo esquentou, tanto que Edgard quase mandou o pé de Gui para a outra quadra numa dividida de bola pela lateral. O jovem jogador rosado caiu machucado e saiu de campo para ser atendido, sem volta. Entre discussões tolas e reclamações, o Basicus ia perdendo gol e o Invictus ia perdendo chances de criar gols, já que o último passe sempre era interceptado ou errado. Mesmo assim, nos acréscimos o Invictus diminuiu, e por duas vezes. Antes disso, o árbitro não quis dar pênalti em lance que Pirulito tocou com a mão dentro da área. Ele marcou fora e o Invictus desperdiçou. Porém, na sequência, Paulão deixou o dele ao bater da linha de fundo pelo lado esquerdo. A bola morreu no canto oposto. Quase em seguida, Mutssa aproveitou sobra dentro da área e marcou o segundo pouco antes do apito final, que deixou mesmo placar em 4 x 2 aos rosas.
Com o resultado positivo, o Basicus é o terceiro colocado, com os mesmos dez pontos do segundo e do primeiro. Seu próximo adversário é o Arena, lanterninha do Grupo A e que ainda não pontuou. Já o Invictus mantém os quatro pontos que o deixa em oitavo colocado. Neste sábado o time enfrenta o Bacaninha, quinto, com sete pontos, para não perder a vaga no G-8.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Cachorro Velho 1 x 1 Os Mostarda
CACHORRO E MOSTARDA SE FRUSTRAM COM EMPATE
Resultado não foi bom para ninguém, mas acabou sendo justo diante de um melhor primeiro tempo da turma da PUC e a reação mostarda no final
Por Rafael Ruiz
O jogo era de suma importância principalmente para o Cachorro Velho, afinal uma vitória colocava a equipe de fato na briga por uma das vagas de acesso para a Prata. Sabendo disso, e também pela colocação de seu adversário – Os Mostarda tinhas apenas um pontinho – a cachorrada foi logo mostrando quem seria o senhor da partida, tanto que a equipe começou em cima dos adversários. Em uma dessas pressões quase que o time azul marcou. Fernando Pereira recebeu pela direita e tentou chutar cruzado, mas o chute saiu pela linha de fundo, sem perigo ao gol de Dan, o substituto de Polito.
O Cachorro não dava trégua e voltou à carga com Giggio, que recebeu pelo meio e mandou a gol. Contudo, assim como a bola de seu companheiro, saiu por cima do gol. Era um sufoco pra cima d`Os Mostarda, que ainda não havia chegado com perigo à meta de Botana. A turma da PUC chegou de novo ao ataque, desta vez em cobrança de falta ensaiada. O capitão Chuck rolou para Pedrinho chegar batendo e a bola passou muito perto do alvo de Dan.
O time mostardense, em má fase no certame, tentava muitas jogadas em profundidade, o que na maioria das vezes acabava interceptada pela defesa azul. Enquanto isso, o Cachorro chegava tocando. Mais uma vez o camisa 7, Giggio, levou perigo. Ele recebeu na esquerda e chutou, mas sem direção. No minuto seguinte, ele mesmo, agora de cabeça, quase abriu o placar.
O lance mais perigoso do time do capitão Cadú nos 10 primeiros minutos de jogo foi acontecer depois de uma falta de Giggio em Stefan. O capita, como é chamado por seus colegas, obrigou Botana a praticar boa defesa.
O lance de maior discussão aconteceu quando Chuck e Tatá, que jogava com a camisa 100 em referência ao seu centésimo jogo no Chuteira pela equipe mostardense, se enroscaram e ambos tomaram amarelo. Isso gerou muita discussão de ambos os lados, mas nada muito sério. O Cachorro Velho continuava melhor em campo, mas não conseguia fazer sua superioridade se refletir em gols. Giggio, sempre ele, fez boa jogada, porém, na hora do último passe, acabou errando. entretanto, o gol saiu no minuto seguinte. Fernando fez a jogada pela esquerda e rolou para o capitão Chuck só empurrar às redes.
Com o gol, o time d’Os Mostarda começou a sair mais para o jogo. Depois de belo passe de Flavinho de calcanhar, Cadú não aproveitou e chutou muito em baixo da bola, isolando-a para bem longe do gol. Que fase!
Veio o segundo tempo e com ele uma maior vontade do time mostarda, que começou em cima. Mas muita vontade não significa qualidade, e logo o time ficou com um a menos ao ver Flavinho ser amarelado. Com um homem a mais, o Cachorro encontrou alguns espaços. Em um deles, depois de uma bela tabela entre Fernando e Pedrinho, este acabou chutando em cima de Dan.
O Mostarda chegava muito pouco, mas quando chegou quase marcou com Cadú ao aproveitar cobrança de lateral e cabecear à queima roupa e forte, o que obrigou Botana a espalmar para fora na defesa mais bonita do jogo. A resposta canina foi imediata, e de novo com Giggio: o camisa 7 avançou pela direita, mas seu chute parou na boa defesa de Dan.
Na metade da etapa final, o jogo ficou mais estudado e com menos chances de gol. Rodrigo tentou romper o marasmo ao receber sozinho e chutar em cima do goleiro Botana, perdendo oportunidade clara de gol.
Aos 14 minutos, quando o Mostarda ensaiava uma pressão, o empate saiu. Em cobrança de falta ensaiada, Stefan rolou para Tatá, que, sozinho, se esticou todo para empurrar a bola para as redes. O gol foi bom para os seguidores do Coronel Mostarda, tanto que ficou mais perto de virar o placar do que o Cachorro de marcar. Aos 16 minutos, Stefan, livre de marcação, chutou sem direção e desperdiçou boa chance.
Antes que a partida terminasse, o time d’Os Mostarda ainda teve mais uma oportunidade. O centenário Tatá deu bom passe para Bruninho, que acabou chutando para fora.
Com o apito final, o time do Cachorro Velho ficou com uma sensação de que podia ter decidido o resultado na primeira etapa, mas como não o fez, o empate acabou sendo merecido pelo que Os Mostarda produziu na etapa final. Com apenas dois empates, o time de Cadú tenta espantar a zica diante do ex-líder Palestrinha. O Cachorro, que vem de dois empates, busca o reencontro com a vitória contra o líder isolado Coringa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Condor’s 5 x 2 Roleta Russa Clássico
CONDOR’S VENCE ROLETA CLÁSSICO E DEMONSTRA SUPERIORIDADE
Muito melhor em campo, o time não deu vez ao adversário e venceu por 5 x 2, mantendo a ponta antes da “decisão” diante do Báguas, já neste sábado
Por Tamires Paulino
Na partida entre Condor’s e Roleta Russa Clássico, líder e lanterna, apenas um time jogou e, como tal, sagrou-se vitorioso. O Condor’s ganhou por 5 x 2, mas poderia ter números ainda mais favoráveis, visto o tanto de chances que criou.
Logo de cara, Peli abriu o placar pouco depois da saída de bola. Mesmo já vencendo, o Condor’s continuou a pressionar. Peli teve outra boa chance momentos depois quando, da linha de fundo, pelo lado direito, bateu em cima do goleiro Guaraná, que fechou o canto. Estando tão presente na área adversária, não demorou muito para que o Condor’s ampliasse o placar. Kalzinho recebeu passe à frente e bateu no canto direito.
Criando tanto e chutando bem de fora da área, o Condor’s só não marcou mais gols por falta de sorte. Bruninho arriscou de fora da área e acertou a trave esquerda. Pouco depois, Vini, de dentro da área, chutou em cima do goleiro. No rebote, mandou na trave direita.
Demorou, mas o Roleta conseguiu uma boa chance, com Cabelo. O camisa 17 chutou com efeito da entrada da área – sinal de que só restava à equipe arriscar de longe –, e a bola foi no lado oposto ao que o goleiro Renato, substituindo Quintanilha, estava. Ele teve que se esforçar bastante para realizar a defesa.
Próximo ao fim do primeiro tempo, o Condor’s mudou ainda mais a situação da partida, ampliando o placar. Pedrão pegou sobra de lance em que Neno havia perdido a bola e, da ponta esquerda, bateu para o gol: 3 x 0. Não muito depois, Diony, da linha de fundo pelo lado esquerdo, bateu em diagonal entre as pernas de Guaraná e marcou o quarto de sua equipe.
Após o intervalo, o ritmo diminuiu e boas chances para ambas as equipes foram mais raras. O Roleta, porém, apareceu mais e esboçou uma reação. Logo de cara, Fifo marcou o primeiro de seu time ao aproveitar sobra dentro da área. Já o Condor’s teve sua primeira boa chance pouco depois, com Neno. Ele recebeu passe à frente e tentou encobrir Guaraná, mas mandou a bola por cima do gol. Foi a partir daí que o Roleta começou a reagir, mas não teria tempo (nem muito sucesso) para passar pela defesa adversária. Fifo foi novamente o responsável por balançar a rede adversária, encobrindo o goleiro com um chute da lateral esquerda. Depois, Affelay bateu do meio de campo à direita do gol, desperdiçando boa chance.
Parecia um outro Roleta. Este, diferentemente do “outro”, com chances de correr atrás do resultado. Porém, a partida estava próxima do fim e o Condor’s marcou mais um gol, freando definitivamente qualquer reação adversária. Bruninho cobrou falta da entrada da área no canto esquerdo do gol. Foi a última jogada da partida.
Após a vitória o Condor’s segue líder do Grupo A, com dez pontos – a mesma pontuação do segundo colocado, mas com melhor saldo de gols. Mas isso pode se resolver na próxima rodada, uma vez que a equipe terá confronto direto com o Báguas, imediatamente abaixo na tabela. Já o Roleta Russa Clássico continua sem pontuar e precisa se apressar se quiser sair dessa situação, já que o rebaixamento é a realidade também agora na Série Bronze. A equipe é a penúltima do grupo e enfrenta o Camelo, décimo, com três pontos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Coringa 6 x 2 Opalas
CORINGA GOLEIA OPALAS E SEGUE NA PONTA
Líder não teve trabalho para vencer bem um dos times de baixo da tabela
Por Rafael Ruiz
Em campo estavam duas equipes em situações diferentes na competição. Enquanto o Coringa vinha invicto no torneio, com 3 vitórias e m ponto perdido pela invasão de quadra na rodada anterior, o Opalas vinha de um empate e duas derrotas. A diferença entre as equipes na tabela pode ser confirmada dentro de campo logo que o árbitro deu início à partida. Com 42 segundos de bola rolando, Matheus recebeu pela direita e chutou forte no canto, obrigando o goleiro João, do Opalas, a praticar boa defesa. E novamente o camisa 12 do time azul e branco chegou com perigo, porém a sua jogada não teve sucesso, pois na hora do último passe ele acabou errando.
Já eram 5 minutos da primeira etapa e somente o time do Coringa chegava ao gol adversário. Marcelo desperdiçou boa chance de gol após roubar a bola de Kinhas, contudo, na hora de finalizar, acabou inventando e perdendo. A primeira chance do time amarelo aconteceu apenas aos 6 minutos, logo após belo lançamento do goleiro. Deco recebeu e chutou cruzado, mas para fora da meta defendida por Léo Cidrão.
A partir daí, o jogo passou a ser mais equilibrado, tanto que o Opalas chegou de novo, dessa vez com Paulinho, mas ele acabou isolando a bola. O Coringa tinha mais qualidade, mais posse de bola, mas não conseguia converter isso em gols. Numa delas, quase saiu o gol. Peixe fez bela intervenção em arremate de Dé e salvou o Opalas.
Aos 10 minutos, o primeiro cartão na partida saiu para o zagueiro Pi. O Opalas tentou aproveitar a vantagem numérica e chegou com perigo com Rubão, que chutou cruzado para fora. O time não marcou, Pi voltou e em seguida foi a vez do Opalas perder um jogador por 2 minutos. Rubão saiu amarelado após falta por trás. O Coringa pressionou, mas não marcou. Completo o Opalas continuou tomando pressão e se segurando. O pior veio pouco depois, quando Nishi e Peixe tomaram amarelo, o Opalas ficou com dois jogadores a menos. Foi a deixa para a blitz e enfim o primeiro gol. Após tentativa frustrada de Pi, Rafinha aproveitou rebote de Kadu.
Enfim, depois de tanto insistir o time do Coringa faz o seu primeiro gol com Rafinha aproveitando o rebote de Kadu, que havia chegado atrasado e assumiu a meta opalense, após defesa em chute colocado de Mori. A resposta do Opalas foi imediata: aos 21 minutos, Rubão recebeu a bola pela esquerda e chutou no canto de Léo Cidrão.
A partida começou a ficar aberta, tanto que, em seguida, o Coringa voltou às redes. Dé desceu pela direita e só rolou para Farias anotar 2 x 1. Atrás no placar, o Opalas enfiu se lançou ao ataque, o que aumentou consideravelmente as chances de gol do Coringa, que abusava da velocidade e do contra-ataque. Pi fez bela jogada, fintou o adversário e chutou. Com a colaboração do goleirão Kadu, a bola acabou entrando. 3 x 1.
Veio a segunda etapa e com ele uma postura diferente do Opalas, que já foi levando perigo logo com um minuto em arremate de Froio. Ele recebeu de frente para o gol, porém acabou errando o alvo. Em seguida, foi a vez do camisa 9, Tevez, marcar para o time de amarelo após receber pela direita. Ele chutou forte e no alto, tirando qualquer chance Cidrão.
Pressionado com o gol, o Coringa tratou de retomar o domínio do jogo. Rafinha quase fez o quarto, mas para a sua falta de sorte a bola acabou batendo na trave, logo após ele receber pela esquerda e avançar sem muita marcação. O Coringa parecia ter se encontrado no jogo novamente e chegava com perigo ao gol adversário. Pi abriu espaço entre a marcação e chutou forte, mas parou na boa defesa de Kadu.
Pelo Opalas, Froio era o melhor jogador em campo. Era dele que saíam as melhores jogadas. Numa delas, aos 5 minutos, ele fez tudo certo, mas na hora de finalizá-la, acabou perdendo a bola, o que irritou o seu companheiro Rubão, livre de marcação e em melhores condições para marcar. Do outro lado, a conclusão foi o inverso: Matheus recebeu pela direita e, sem muitas dificuldades, chutou cruzado para vencer Kadu e fazer 4 x 2.
O Coringa continuou atacando. Rafinha levou perigo ao gol de Kadu, mas este fez boa defesa. Antes do ataque final coringa para fechar o placar, um última lance de perigo do Opalas: depois da cobrança de falta, a bola bateu na barreira e no travessão. Ficou viva dentro da área até a zaga afastar.
Até o final do jogo o Coringa voltaria a marcar em duas oportunidades. Farias tentou duas vezes: a primeira parou em bela defesa de Kadu, na segunda ele, de cabeça, marcou o seu segundo gol no jogo. Para sacramentar a vitória, novamente Farias. Ele aproveitou falha de Kadu e só teve o trabalho de marcar de cabeça livre de marcação.
O placar de 6 x 2 mostra que o Coringa não veio para brincar neste semestre. É a quarta vitória em quatro jogos, com o time isolado na liderança. Seguem firme e forte para obter a vaga direta na Prata na 1ª fase. Por outro lado, o Opalas ainda não venceu na competição e amarga sua terceira derrota, ocupando apenas a 11ª colocação, na zona de descenso. Pela 5ª rodada, o Coringa enfrenta o Cachorro Velho, enquanto o Opalas tenta a primeira vitória diante do Absolutos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Báguas 3 x 2 Xoras
GENARO FAZ TRÊS GOLS E DECIDE A FAVOR DO BÁGUAS
Xoras acordou no segundo tempo, mas era tarde demais. Bola aérea foi decisiva para novo triunfo laranja, que o mantém na ponta da tabela
Por Tamires Paulino
A partida entre Xoras e Báguas foi mais equilibrada que as outras do grupo. Com a boa postura de ambas as equipes, boas chances foram criadas, mas o placar terminou em 3 x 2 para o Báguas, que construiu a vantagem ao longo do jogo, não restando tempo para o que o adversário empatasse.
A primeira boa jogada foi justamente da equipe vitoriosa. Danilo dominou dentro da área e bateu por cima do gol. Já pelo Xoras, Mingo arriscou do meio de campo à esquerda do ângulo, desperdiçando a chance. A equipe não teria muitos bons momentos durante o primeiro período, reservando sua reação para o final.
A rigor, o primeiro tempo não teve grandes acontecimentos. As equipes tentavam, mas nada digno de nota. Só próximo ao fim da etapa surgiriam bons lances. Dutra bateu do meio de campo à esquerda do gol. Para o Báguas, Jorjão cabeceou escanteio e Feijão cabeceou por cima do gol.
Na primeira metade do segundo tempo, o Báguas apresentou melhor desempenho, abrindo e distanciando-se no placar. Logo no primeiro lance, Genaro cabeceou lançamento para o gol e marcou. O Xoras, no entanto, também atacava – só não tanto quanto o adversário. Pouco após o gol, por exemplo, Matheo, da ponta esquerda da área, bateu em diagonal, mas o goleiro espalmou pela linha de fundo. No lance seguinte, o camisa 4 recebeu à frente e carregou até encontrar o goleiro, pulando-o sem perder a posse de bola. Porém, para conseguir mandar para o gol, teve que tocar nela uma última vez e, com o chute, forte demais, ela saiu pela linha de fundo.
O Báguas, por outro lado, não falhava tanto na hora de concluir. Na metade do período – portanto, o último lance de seu melhor momento -, Genaro recebeu na entrada da área e bateu no canto direito do gol, ampliando a vantagem. A equipe havia sido melhor até ali e justamente por isso conquistou a vitória, pois manteve a vantagem por tempo suficiente. Mesmo com toda a melhora adversária, não haveria tempo hábil para o empate e virada.
A partir daí, veria-se a reação do Xoras, que, na segunda metade do tempo, foi superior. O primeiro gol já saiu na sequência, com Pato. Logo após a saída de bola por ocasião do gol do Báguas, ele recebeu ainda na intermediária e bateu no canto direito do goleiro Symon. A equipe continuou pressionando e teve mais chances. Mingo, da lateral esquerda, chegou à linha de fundo e bateu em diagonal por cima do gol. Depois, Matheo, de dentro da área, aproveitou rebote, se jogou na bola e mandou por cima do goleiro, empatando o jogo.
A minutos antes do fim, porém, o Báguas conseguiu retomar o resultado positivo. Após cobrança de lateral pelo lado esquerdo, Genaro fez seu terceiro gol, o terceiro da equipe, em cabeçada certeira, garantindo a vitória.
Com o resultado, o Báguas é o segundo colocado, empatado em pontos com Condor’s e Basicus. Na próxima rodada tem justamente o confronto direto com o Condor’s, líder graças ao saldo de gols. Já o Xoras é o nono, com apenas três pontos conquistados na 1ª rodada, e tem como próximo adversário o Pé de Pano, sétimo colocado.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Palestrinha da Catarina 5 x 7 DPGamos
DPGAMOS SURPREENDE E DERRUBA O LÍDER
Palestrinha começa mal e vê DP abrir boa vantagem. Renegados em seus ex-clubes, BB e Will marcam e ajudam no triunfo
Por Rafael Ruiz
O DPgamos voltou. Time da gangorra – num semestre, briga na parte de cima da tabela, no outro, na de baixo – parece que definitivamente a equipe reencontrou o bom futebol do fim do ano passado. Foi com ele que a equipe realizou a proeza da rodada – conforme Análise publicada esta semana neste site: desbancou o até então líder 100% Palestrinha da Catarina.
Cheio de vontade, o DP foi logo mostrando o que estava disposto a fazer nos 50 minutos; Com apenas 2 minutos de bola rolando, os rubros abriram o placar. Kaká mostrou oportunismo e aproveitou o rebote de Régis após chute de Richard. Em seguida, foi a vez de Richard quase marcar ao chutar forte e fazendo Régis efetuar difícil defesa.
Até esse momento, o DPGamos era melhor em campo e ficava muito mais com bola e no campo adversário, tanto que de novo chegou, agora com BB, que recebeu a bola, avançou pela intermediária e chutou colocado no ângulo do goleiro, que não pode fazer nada. Golaço.
O Palestrinha não se encontrava em campo e era facilmente envolvido pelos adversários, que, aliás, marcou mais uma vez em uma boa jogada pela esquerda. BB chutou cruzado, obrigando Régis a cortar no primeiro momento, mas em seguida Richard não teve dificuldades para empurrar a bola para as redes e deixar o placar em 3 x 0.
O jogo estava fácil para o DP até que Káka fez falta e recebeu amarelo, deixando a sua equipe com um a menos. Foi aí que o Palestrinha conseguiu chegar com perigo e marcar seu primeiro gol, com Douglas Silva aproveitando confusão na defesa do vermelho. Aos 12 minutos, o Palestrinha voltou ao ataque com o camisa 8, Amaral. Ele recebeu pela direita, porém acabou chutando em cima do goleiro e perdendo boa chance de diminuir.
O DP chegava com muita facilidade e, de novo, em mais uma jogada pela esquerda e muito parecida com os outros gols, fez o quarto. Richard recuperou a bola e tentou colocar no canto de Régis, que praticou a defesa parcial. Contudo, no rebote Will não desperdiçou.
O Palestrinha não chegava com muito perigo, mas quando chegava esbarrava em Márcio. Agora foi a vez de Amaral pegar de primeira após tabela com Alê, que devolveu de peito para o companheiro. Antes de o árbitro apitar fim do primeiro tempo, Daniel, técnico do DP, foi expulso por falar ao seu jogador que o árbitro queria aparecer. Ele ouviu e o mandou para fora da quadra.
Com o segundo tempo, o Palestrinha precisava recuperar o prejuízo. Sem seu artilheiro Guga, suspenso, as jogadas não fluíam e o time era presa fácil à marcação do DP; Porém, nos 25 minutos finais, logo foram ao ataque. Com 48 segundos já conseguiram diminuir. Na verdade, foi gol contra de Dú após cobrança de lateral e confusão na área.
Agora já tínhamos pressão do time cinza, que voltou a marcar, desta vez com Lucas Barbosa depois de belo passe de Hiro. 4 x 3 e DP correndo riscos. O risco se tornou realidade no minuto seguinte, quando Lukinhas marcou e empatou. Acuado, o DP só chegou com perigo aos 5 minutos, em chute cruzado de Dan que saiu pela linha de fundo. De novo Dan, em rápido contra ataque, quase marcou, mas seu chute explodiu na trave. A resposta do Palestrinha veio aos 8 minutos, depois de bela jogada de Lukinhas. No último passe, ele acabou perdendo a bola.
O DP sairia do sufoco com a ajuda do goleiro adversário, Régis, que não achou nada ao sair em cobrança de lateral. Sem querer ele marcou de cabeça. Lukinhas era o homem de frente do Palestrinha e quem chamava a responsabilidade. Ele tentou mais duas vezes: a primeira parou na boa defesa do goleiro Márcio e depois parou em Zeca, que tirou a bola em cima da linha. Na sequência, Lucas Barbosa facilitou a vida do DP. Ele fez falta por trás e recebeu amarelo. Mesmo assim, o Palestrinha quase chegou com Douglas Silva, que colocou no canto, mas o Márcio fez boa defesa.
Aos 13 minutos, a consagração. Will Eirado deu belo passe de calcanhar para Dan entrar livre na área e, com muita tranquilidade, fazer o sexto. Depois de um período de pressão, o DP se soltava em campo. Assim, anotou mais um, com Kaká. Ele recebeu de Richard e tocou no canto.
Aos 19 minutos um lance polêmico. Lucas Barbosa chutou forte pela esquerda, a bola bateu no travessão e pingou no chão – para o Palestra, dentro, claro, aos demais, fora.Para os árbitros, foi dentro. 7 x 5. Hiro podia ter feito o seu se não a trave antes do apito final de jogo.
O início ruim do Palestrinha foi decisivo para a derrota, que derruba o time para a 3ª colocação, ultrapassado pelo próprio DPGamos. Tenta a recuperação diante d´Os Mostarda. Ao mesmo tempo, o DP busca concretizar o bom momento contra o Derrubada.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
Bacaninha 13 x 0 Arena
BACANINHA ATROPELA ARENA E AFUNDA AINDA MAIS A EQUIPE NA LANTERNA DO GRUPO
Time contou com dois jogadores a mais em partida de treze gols
Por Tamires Paulino
A primeira partida da tarde na quadra 11 válida pelo Grupo A da Bronze teve condições adversas para o lanterninha Arena, que foi goleado por nada mais, nada menos que 13 x 0. O responsável? Na verdade, são dois. O próprio time, que veio para o jogo com dois jogadores a menos, e o Bacaninha, que, demorou mas engrenou.
Assim que a bola começou a rolar, Lê Leme fez o primeiro. Já à frente no placar, a equipe continuou atacando, já que o Arena se fechou como pôde e realmente não protagonizou muitas jogadas. Pouco depois do gol, Simões bateu da intermediária no canto esquerdo e o goleiro Piro defendeu com o peito. A equipe prosseguiu criando bastante e abusou dos toques curtos na construção das jogadas. Aos sete minutos, Daniel roubou bola no campo de ataque e tocou para Simões na entrada da área. Ele bateu para o gol e o goleiro caiu e realizou a defesa.
Na metade do período, o Arena utilizou seu pedido de tempo e mais um de seus jogadores chegou, diminuindo a desvantagem numérica da equipe. A paralização e a chegada de Bruno, porém, não mudou muito a situação. O Bacaninha permaneceu no ataque e só não conseguia marcar porque o goleiro fechou o gol em uma ótima atuação, o que foi reconhecido até mesmo pelo adversário. Próximo à mesa da arbitragem, Denis, o camisa 16 do Bacaninha, exclamou: “Repara, o goleiro já cai para o lado certo antes de bater. Repara como o cara é esperto!”.
Contudo, até mesmo as muralhas caem. Próximo ao fim do primeiro tempo, Filipe marcou o segundo do Bacaninha ao dominar no peito e mandar para o gol. A equipe ainda teria mais duas boas chances antes do intervalo. Na primeira, Marcos bateu de fora da área, o goleiro espalmou e a bola bateu na trave direita. Na segunda, Lê saraiva tocou para Caio dentro da área. Ele tentou de letra, mas mais uma vez o goleiro realizou a defesa.
No segundo tempo, só gols. O Arena voltou diferente, provavelmente resultado do cansaço de se fechar tanto e não ter reservas. Todas as boas jogadas do Bacaninha resultaram no balanço das redes adversárias. Na primeira delas, Lê Leme cobrou escanteio e Caio cabeceou para o gol, marcando o terceiro do Bacaninha. Minutos depois, Lê Leme marcou mais um de cabeça a partir de lançamento vindo do campo de defesa.
Com a mesma boa tática aplicada no primeiro tempo, o Bacaninha conseguiu chegar com toques rápidos e curtos. Na metade do tempo, Caio e Lê Leme tabelaram até a entrada da área. O último a ficar com a bola foi o camisa 13, que marcou o quinto tento. Instantes depois, Filipe chegou de trás batendo uma sobra de primeira para o gol. 6 x 0.
A frágil defesa do ex-Laranja Mecânica viu os gols se sucederem sem ter muito o que fazer. Não tardou para o sétimo sair. Velardo recebeu cruzamento no segundo pau e empurrou para o gol. Sobrou espaço até mesmo para quem elogiou o goleiro deixar o seu. Coube a Denis marcar o oitavo de sua equipe.
O segundo tempo chegou à sua metade e os gols não cessavam. Filipe marcou o nono, o décimo saiu após chute de Denis da lateral esquerda. O Arena tentou algumas (poucas) vezes uma finalização ao gol, mas não passou nem perto. O tempo, que caminhava a passos largos, trouxe os últimos momentos da partida. Mesmo em período tão curto, porém, ainda couberam mais três gols do Bacaninha. O primeiro foi marcado por Caio, que aproveitou rebote do goleiro dentro da área. O segundo – na verdade, o 12º – foi marcado por João Paulo e o último saiu após chute de primeira de Filipe de fora da área que foi parar no cantinho direito do gol.
Com a vitória expressiva, o Bacaninha alavanca seu saldo de gols e é o quinto colocado, com sete pontos. Na próxima rodada o time tem como adversário o Invictus, oitavo, com quatro pontos. Já o Arena continua sendo o último colocado e enfrenta o Basicus, terceiro, com dez pontos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Só Quem Sabe 3 x 2 Roleta Russa
SÓ QUEM SABE APRPOVEITA CHANCES E VENCE ROLETA RUSSA
Equipe de Serjão ataca mais e cria mais para anotar terceira vitória consecutiva e seguir perseguição aos líderes
Por Rafael Ruiz
O Só Quem Sabe saiu de campo com a terceira vitória consecutiva e encostado nos líderes Coringa e DPGamos – são apenas 2 pontos da ponta. O time, que abriu o torneio com derrota e o velho dilema de nadar e morrer na praia, vive bom momento e já pensa em subir direto à Prata. Já o Roleta, que começou bem, está sem vencer há 2 jogos após duas boas vitórias no início.
Com amplo domínio na partida e tocando bem a bola, o SQS tentou se impor desde o começo. Os 10 primeiros minutos foram muito mais disputados no meio de campo e com as equipes tocando muito a bola, porém sem muita objetividade. Contudo, com mais ação do time de preto, a primeira grande chance aconteceu com Jacobi chutando forte e obrigando Edu a praticar boa defesa. Em seguida, Zeca fez boa jogada pela esquerda, mas o seu arremate foi sem direção e passou longe do gol.
Ao contrário do Só Quem Sabe, o Roleta Russa logo balançou as redes em seu primeiro momento de perigo. Ceron recuperou a bola e sozinho empurrou para o gol, mostrando muita frieza diante de Arthur.
O SQS não se abateu com o gol sofrido e continuou a pressionar e a chegar com muito perigo. Marques acertou um bom chute no travessão. Em seguida, foi a vez de Alemão, perder após belo lançamento de Arthur. O camisa 12 dominou bem a bola, mas na hora do arremate acabou chutando em cima do goleiro. Como o jogo era muito jogado no meio de campo, a partida não oferecia grandes chances de gol, até que ambos os times ficaram com um a menos devido a cartão amarelo para Minhoca e Folha. Com mais espaço, as oportunidades surgiram, mas os jogadores não acertavam o alvo.
No entanto, com os times já completos, o Só Quem Sabe mantinha sua postura mais ofensiva e já conseguiam chegar à meta adversária com mais facilidade. O problema era a falta de pontaria de seus jogadores, como no lance em que Minhoca dominou a bola, avançou e abriu espaço para chutar, mas acabou acertando a trave. Enfim, depois de tanto pressionar, o empate saiu. Na área, Preto derrubou Jacobi para marcação de pênalti pela arbitragem. O capitão Tessarin deslocou o goleiro e deixou tudo igual em 1 x 1 próximo ao fim do primeiro tempo.
Na etapa final, o Roleta voltou atacando. Logo aos 19 segundos Ceron quase marcou, mas Arthur fez boa defesa e conseguiu encaixar. Porém, assim como na primeira etapa, o que se via era um jogo de muito equilíbrio, com chances para os dois lados. A diferença era que o Só Quem Sabe criava mais, e errava mais. Serjão, de cabeça, quase virou a partida. Jacobi mostrou como se faz ao avançar pela direita e, com tranquilidade, tocar de cavadinha por cima de Edu para fazer 2 x 1. Era a virada.
Com o gol, a partida ficou muito mais para o Só Quem Sabe, que viu o Roleta se abrir e dar espaços para Serjão aparecer. Em uma dessas jogadas, o time explorou a altura de seu atacante para ampliar o placar a seu favor. Ele cabeceou fraco, mas contou com uma grande contribuição de Edu.
Pressionado e perdendo por dois gols, o Roleta, que jogava de vermelho, passou a atacar com mais frequência. Assim, o capitão Alemão obrigou Arthur a praticar boa defesa. A resposta foi imediata e em grande estilo: de bicicleta, Serjão quase marcou de bicicleta. A bola explodiu em Alemão no meio do caminho.
A partida seguia equilibrada, com chances de gol para os dois lados e jogada de maneira limpa. Contudo, em lance isolado, Ceron deu entrada dura em Jacobi e acabou tomando o cartão azul. No mesmo lance, Mezadri levou amarelo por reclamação. Com a partida se aproximando do fim, o Roleta chegou novamente com Alemão, que recebeu na intermediária e chutou rasteiro, mas parou em nova intervenção de Arthur.
De tanto insistir, o Roleta conseguiu diminuir com a contribuição do zagueiro, que marcou contra, após confusão na área depois de uma cobrança de lateral. Bruninho tocou e o gol foi dado a ele. Animado, o time de vermelho ainda tentou uma pressão final, mas não conseguiu furar o bloqueio adversário, que já optou por se defender e esperar o apito final.
Com o resultado, o Só Quem Sabe chega a 9 pontos e ainda sonha com a ponta e o acesso à Prata. Tenta a quarta vitória consecutiva diante do Irado´s. O Roleta estaciona nos 7 pontos e busca reencontrar-se com a vitória contra o Toque Me Voy, pela 5ª rodada.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA
TNT 3 x 2 Pé de Pano
TNT VENCE PÉ DE PANO, MAS NÃO É SUPERIOR
Equipe venceu com placar de 3 x 2, mas criou menos que o adversário
Por Tamires Paulino
O embate entre TNT e Pé de Pano teve um fator pouco comum em partidas de futebol: o time com mais chances criadas, que foi melhor em campo, não venceu. O resultado final, 3 x 2 para o TNT, acabou não refletindo bem o clima da partida.
Tudo começou com o TNT, no entanto. Rapha cruzou rasteiro à área, mas Rodrigo, o zagueiro adversário, desviou a trajetória da bola por cima do gol. Pelo Pé de Pano, Tavogus, da lateral direita, tocou para Vitão na ponta da área. Ele deu um toque na bola, fazendo-a subir e deu um voleio bonito por cima do gol.
Na metade do primeiro tempo o gol acabou saindo. Dudu recebeu passe cruzado de Carlos na área e abriu o placar para o TNT. O Pé de Pano continuou atacando em busca de recuperação, chegando a superar o número de oportunidades obtidas pelo TNT no período. Laporta deu bom chute da intermediária, mas a bola passou por cima do gol. Em outro lance, Tavogus bateu escanteio e Rafinha deu voleio a gol que passou à direita da meta.
Porém, como diz uma das máximas do futebol, “quem não faz, leva” – e foi exatamente esse o caso. Pouco antes do intervalo, Carlos Kramer bateu da ponta direita da área ao gol e ampliou a vantagem. O Pé de Pano finalmente conseguiu diminuir no último lance, com Felipe. Ele recebeu sobra dentro da área após escanteio e mandou cruzado no meio do gol.
No segundo tempo, a situação da partida não mudou: o Pé de Pano continuou atacando e criando mais, mas permaneceu atrás no placar. Porém, o primeiro bom lance do período foi do TNT: Sidney tocou para Dudu da ponta direita da área e ele bateu para o gol. Dessa vez, porém, o jogador acertou e marcou o terceiro de sua equipe.
O Pé de Pano, mais uma vez, respondeu rápido. Vitão recebeu passe à frente e mandou no canto esquerdo de Chicão. O TNT logo pediu tempo, pois a situação tornava a ser perigosa, mas o Pé de Pano continuou pressionando. Laporta deu belo voleio de dentro da área por cima do gol; Dadá recebeu na direita, rolou para Tavogus pelo meio e ele bateu por cima do gol. Pelo TNT, Rapha recebeu passe na cara do goleiro, mas bateu para fora, desperdiçando a chance de tirar o time do sufoco que levava. Foi a última boa chance que a equipe teve na partida.
Mesmo faltando tão pouco para o fim do jogo, o Pé de Pano continuou sufocando e teve mais duas boas chances. Na primeira, Rafinha bateu para o gol e o goleiro deu ponte para defender, mas acabou soltando a bola em seguida. André pegou o rebote, porém, bateu em cima de Chicão. Na segunda, após cobrança de lateral no segundo pau, Rodrigo mergulhou e o goleiro caiu, defendendo no reflexo.
Com a vitória, o TNT é o sexto colocado, com sete pontos. Seu próximo adversário é o Corleone, quarto, com nove pontos. Já o Pé de Pano é o sétimo, com seis pontos. Na próxima rodada a equipe enfrenta o Xoras, nono, com três pontos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA
Absolutos 3 x 1 Toque Me Voy
ABSOLUTOS VENCE A PRIMEIRA
Jogando bem e dominando o Toque Me Voy, equipe enfim obtém uma vitória e deixa as últimas posições
Por Rafael Ruiz
O Absolutos chegou a esta edição da Bronze com moral, porém, dentro de campo essa moral demorou a se mostrar com bom futebol e resultados. Foram necessários 4 jogos para enfim sair a primeira vitória do time do Rafa Alencar. Coube ao Toque Me Voy o papel de vítima da ressureição, que já amarga a lanterna da competição e segue firme e forte para a 4ª divisão do Chuteira.
Sem pestanejar, o Absolutos foi logo dominando as ações em campo. Com passes rápidos, envolviam o Toque sem dificuldades. Na primeira chegada, Diogo recebeu pela direita e chutou cruzado, porém passou longe do gol. Em outro lance de perigo, o camisa 8, Marco, tentou de cabeça, mas esbarrou na boa defesa do goleiro. Diogo tentou de novo: ele chutou forte, mas no meio, e quase marcou no que seria um grande frango do goleiro Maicon.
Só um time jogava e, diante de tanta pressão, enfim o gol saiu. Fuka recebeu livre pela esquerda e bateu cruzado no canto, sem chances para o goleiro. O Absolutos saía na frente e logo fez o segundo, com Diogo. O Toque, claro, se viu obrigado a sair para o jogo. Sem praticamente chegar ao ao gol de Dimy, o time foi ao ataque com Leonardo Carvalho, que avançou pela direita e, sem muito ângulo, arrematou sem direção pela linha de fundo. Aos 16 minutos, de novo o Toque apareceu, agora com Diogo Valério, que avançou pela intermediaria e mandou por cima do gol.
Se no início o jogo era totalmente favorável ao Absolutos, na reta final do primeiro tempo o Toque já ameaçava e se via cada vez mais próximo de marcar. Contudo, o time do suspenso Danilo esbarrava na falta de pontaria. O melhor jogador do time em campo era o atacante Leonardo, que pegou de primeira um lindo chute que foi para fora para fechar a etapa inicial.
Assim como o primeiro tempo terminou, a segunda etapa reiniciou com o Toque pressionando a saída de bola do Absolutos, mas em termos efetivos nada foi conseguido com tal tática. Pelo contrário, o que se viu foi a equipe azul e branca se soltar e se organizar melhor. Assim, o time de Rafinha Haddad voltou a ser presença no ataque e a dominar as ações. Em sua primeira chegada, Haddad mandou por cima da meta adversária.
A partida, a rigor, não era bem jogada. As chances reais de gol eram muito raras, tanto que somente aos 10 minutos aconteceu outro lance de perigo, desta vez por parte do Toque. Marcelo dos Anjos chutou por cima do gol. A partida já se aproximava do fim, e o Toque tinha em Leonardo as esperanças de algo mais. Num lance, ele tentou de carrinho empurrar a bola para as redes. Em outra chegada, finalizou de longe.. pra fora. Dimy era mero espectador num jogo em que acertar o gol era motivo de comemoração.
O Toque pagou caro depois de tantos erros. O Absolutos, na sua, partiu num ataque rápido pela direita e Rafinha Haddad recebeu livre dentro da área. Ele chutou fraco no canto esquerdo, mas o goleiro acabou aceitando.
Com 3 x 0 e jogo decidido contra, o Toque lutou e marcou o seu de honra, que saiu depois de uma confusão na área do Absolutos. Luis Fernando empurrou a bola para dentro. O Absolutos podia ter feito o quarto se não fosse o arremate para fora de Jean, livre de marcação.
Desencantando, o Absolutos mostra que não precisa jogar bem para vencer, é necessário aproveitar as chances e convertê-las em gol. E foi exatamente isso que fez. Mesmo sendo dominado no segundo tempo, acabou achando os gols que asseguraram importante vitória, a primeira, e diante de um candidato a rebaixamento. Por outro lado, o Toque se vê em situação complicada, apesar de confiar no histórico de sempre classificar para o mata mata. Novo capítulo acontece neste sábado: Absolutos x Opalas e Toque x Roleta Russa.
Comentários (0)