Com belas trocas de passes e jogadas rápidas, TNT domina Invictus, que, sem conseguir tocar a bola, pouco produziu durante a partida
Por Heron Ledon
O confronto entre Invictus e TNT começou equilibrada, com bons lances de ataques de ambas as equipes. De um lado, o meia Brunão dava ritmo de jogo ao Invictus, que ainda contava com Bento, a promessa de gols – o jogador anotou 3 no empate em 5 a 5 com o Condor’s na estreia; de outro, as boas chances vinham das jogadas de trás de Hulk e das cobranças de laterais de Dudu para o cabeceio na área. Com dois gols seguidos, o TNT colocou o Invictus na roda e se aproveitou dos erros de passes do adversário para dobrar o placar na segunda etapa.
Nos primeiros minutos de jogo, o TNT parecia um pouco acanhado. Suas principais jogadas baseavam-se na ligação direta da defesa com Dudu e em suas cobranças de laterais para a área, onde Hulk cabeceou perigosamente por cima do travessão. Já o Invictus demonstrava maior domínio do jogo com os ataques armados por Brunão, que cadenciava bem a bola a fim de deixar os companheiros livres para abrir o placar.
E, de fato, boas chances surgiram: aos sete minutos, o goleiro Rafael Assef defendeu um belo chute de Bento de fora da área e outro de Rodrigo Vendramini no alto pelo canto direito. A reposta do TNT veio com Carlos Costa, que limpou a jogada por dentro e bateu da intermediária para fora.
Mais da metade do primeiro tempo passou, e o TNT começava a dar trabalho ao adversário com Hulk. E foi assim que o Invictus teve sua primeira baixa, com uma bola alçada na área para Rapha, que, livre de marcação, abriria o placar se não fosse o arqueiro Henrique dividir com o atacante e salvar o gol. O jogador levou a pior na queda: perna esquerda estirada, e o jogo paralisado para o atendimento.
Com dores, o goleiro não se entregou e continuou na partida. Mas sua presença não foi o bastante para evitar dois gols seguidos do TNT. Em uma de suas jogadas principais, Dudu cobrou escanteio na cabeça de Hulk, que colocou a bola para dentro. Um minuto depois, aos 18, foi a vez de Rapha ampliar com um chute rasteiro de fora da área sem chances para o goleiro, que, ao tentar a defesa, sentiu a perna de novo e teve que dar lugar para Gabriel Landroni improvisar no gol.
Já na saída de bola, Ragazzo acertou um belo chute no canto esquerdo de Assef, obrigando-o a fazer bonita defesa. Essa talvez foi a última boa jogada do Invictus na partida. Brunão sumiu; Bento idem. E, quanto mais o tempo passava, mais o Invictus ficava nervoso, cometia faltas e tentava jogadas com Ragazzo pelo alto, sem sucesso. Já o TNT passou a intimidar com as vibrações em cada bola tirada e com a rápida troca de passes.
Na volta para o segundo tempo, não foi diferente. Com um estilo de jogo que lembra muito o futebol de salão (pés por cima da bola e lances curtos e rápidos), o TNT dominava e irritava o adversário. Tanto que Bento perdeu a bola no ataque, fez falta e levou o amarelo. Dois minutos com um a menos e levando um gol a mais: Sidney Souza roubou a bola de Vendramini no meio-campo e mandou no canto direito do goleiro, que pulou, mas nada pode fazer. Era o terceiro do TNT.
A situação só piorou para o Invictus com a entrada de Fiel, que chegou atrasado. Ele deu mais velocidade nos passes e maior dinamismo no ataque. O Invictus não sabia o que fazer, tentava algumas jogadas de pivô com Ragazzo e outras pela esquerda com Vendramini, mas nada dava certo.
Eis que a “jogada mortal” do TNT funcionou novamente. Aos 10 minutos, uma cobrança de lateral de Dudu pela direita para Hulk chutar de primeira, do outro lado da quadra, rasteiro no canto esquerdo de Henrique, que só olhou. Era o segundo do defensor e o quarto da equipe sobre o abatido Invictus.
Não tinha mais o que fazer a não ser esperar a partida terminar. O Invictus ainda tentou alguns chutes e cobranças de falta sem direção, mas já era mais comum ver o TNT administrar o jogo. Hulk cabeceou mais uma e Henrique defendeu no reflexo. A bola tocou no travessão e voltou para o goleiro, que abandonou de vez a partida após esticar a perna esquerda no chute de Dudu e evitar o quinto gol do TNT nos minutos finais.
Os times só voltam a campo no dia 15, quando o Invictus, que segue com um ponto na tabela, enfrenta o Camelo – o qual vem de uma vitória de 6 x 5 sobre o Pé de Pano. Já o TNT soma um empate e uma vitória e encara o Condor’s, que goleou o Corleone por 8 a 0.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA
Palestinha da Catarina 9 x 2 Absolutos
PALESTRINHA DÁ OUTRO PASSEIO E GOLEIA ABSOLUTOS
Com grandes defesas de Régis e dupla de ataque inspirada, Palestrinha dá show e registra a sua segunda goleada no campeonato
Por Renato Malaguti
O jogo entre Palestrinha e Absolutos não foi nada equilibrado. Pela segunda vez, a equipe comandada por Hiro, Régis, Guga, Lucas e cia. ganhou de goleada, abrindo seis pontos no campeonato. Logo no início do jogo, o Palestrinha foi em busca do gol, que saiu no primeiro lance. Lukinhas balançou a rede com um chute de longa distância, surpreendendo o arqueiro rival.
Após tomar o gol, o Absolutos foi para cima e criou três boas oportunidades. Aos 3 minutos, Fuka recebeu a bola dentro da área e tentou o gol com um chute rasteiro, mas o goleiro Régis defendeu bem com o pé. Cinco minutos depois, Fuka lançou da lateral para Marcelo, que recebeu, dominou e chutou rasteiro, mas foi travado pelo adversário. A bola sobrou na área e, depois de uma dividida, o árbitro interpretou que houve falta em cima do goleiro.
Para evitar o empate, o Palestrinha começou a pressionar e levou perigo com uma cabeçada de Amaral após lançamento de Danilo. Os primeiros 10 minutos foram bem equilibrados. Dos 10 aos 15, o jogo tomou outro rumo. Os times passaram a estudar o esquema tático do adversário, o que deixou o jogo mais calmo.
Aos 16 minutos, Diego, do Absolutos, tomou cartão amarelo. O jogador saiu reclamando, alegando ter sofrido uma falta antes. Aproveitando-se da vantagem numérica, o Palestrinha conseguiu o segundo gol com um forte chute de longe de Douglas.
Quatro minutos mais tarde, o Palestrinha estava a mil por hora. Assim, mais dois gols, um aos 21 e outro aos 22 minutos. Ambos foram marcados por Lucas Barbosa, sendo que, no terceiro, o jogador recebeu dentro da área, tirou o goleiro da jogada e marcou o quarto com um chute forte de longe.
Uma vitória parcial merecida do elenco do Palestrinha. O time jogou melhor, criou mais oportunidades de gol e fez. Nos momentos de pressão do Absolutos, Régis fez defesas incríveis, evitando o empate do time adversário.
Na segunda etapa, o time do Absolutos conseguiu diminuir com Labate logo no primeiro lance. O jogador aproveitou rebote e mandou a bola para dentro do gol. Um minuto depois, Régis saiu e travou chute para evitar outro tento.
Aos 5 minutos, Fuka roubou a bola no campo ofensivo e chutou no canto, mas o goleiro mandou para escanteio. O Absolutos corria atrás do resultado, mas não conseguia diminuir o placar.
Como quem não faz toma, aos 8 minutos o Palestrinha chegou ao quinto gol, com Guga, que recebeu lançamento do goleiro, deixou a bola passar e deu uma paulada, não dando chances para Rodrigo. Logo veio o sexto gol, a partir de um contra-ataque rápido. Lukinhas deu boa assistência para Guga, que deixou o seu segundo na partida.
Com o objetivo de evitar qualquer reação do Absolutos, o Palestrinha pediu tempo técnico. A dupla de ataque Guga e Lukinhas voltou ainda mais ofensiva, levando perigo duas vezes ao rival. De tanto pressionar, o dueto marcou o sétimo gol, aos 15 minutos. Após dar um chapéu no adversário, Guga cruzou para Lukinhas, que concluiu com perfeição.
Poucos minutos antes do término do jogo, o Absolutos enfim marcou, com Labate novamente. Porém, o time tomou outro para fechar a conta em 7 x 2, anotado por Marião, em rebote.
Com o expressivo resultado, o Palestrinha conquista mais três pontos no campeonato, mostrando que veio forte para buscar a Prata. Com uma bela atuação do goleiro e da sua dupla de ataque, a equipe registra a sua segunda goleada na competição, sendo líder do Grupo B. Na próxima rodada, no dia 15, o Palestrinha enfrenta o Toque Me Voy; o Absolutos tem o Derrubada.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA
Derrubada 3 x 3 Toque Me Voy
TOQUE E DERRUBADA FICAM NO EMPATE
Equipes conquistam primeiro ponto, mas ainda deixam muito a desejar
Por Rafael Ruiz
Goleadas no primeiro jogo, ambas as equipes buscavam vencer para não ficar para trás na tabela. O Toque Me Voy estava em desvantagem, já que dois importantes jogadores, Yuri e Diogo, estavam suspensos. O Derrubada vinha sem seu goleiro, Henrique, contundido na estreia.
Logo no início, os dois times tocavam a bola com displicência e na base de lançamentos longos por parte dos goleiros. O jogo só começou efetivamente aos 6 minutos, quando Léo Carvalho recebeu a bola na área e, com tranquilidade, empurrou-a para o gol. Era o gol inaugural do Toque. A partir daí o jogo ficou mais disputado. O Derrubada ameaçou em cobrança de falta, que o goleiro Danilo, de volta ao time, defendeu com categoria. A equipe vermelha pressionava no campo adversário. Cesar teve boa chance de cabeça, em um lance que passou por cima do gol, logo após uma cobrança de lateral.
Aos 16 minutos, Tomi, do Derrubada, recebeu a bola na intermediária, avançou e chutou cruzado, mas a bola saiu pelo lado direito do gol. Aos 20 minutos, Silas, do Toque, driblou a marcação e chutou por cima do gol, sem perigo para o goleiro Pedro Mé. No contragolpe, Tomi chutou forte para outra bonita defesa do goleiro.
Pressionado pelo resultado do primeiro jogo e perdendo por 1 a 0, o Derrubada era só ataque no início do segundo tempo. Quando o Toque escapou da pressão, foi para fazer seu segundo gol. Léo Carvalho pegou de primeira após uma cobrança de lateral e estufou as redes. Era seu segundo gol na partida.
O Derrubada passou a arriscar ainda mais. O jogo ficou mais rápido, com ambas as equipe criando chances claras de gols. Léo Carvalho, o nome do jogo, recuperou uma bola no meio de campo e conduziu-a pela direita, porém não aproveitou. Dois minutos depois, Vitucho descontou para 2 x 1.
Um minuto depois, Léo fez falta dura e recebeu um cartão amarelo. Assim, com um a mais, quando as condições pareciam favorecer o Derrubada, Larsson cometeu uma falta normal de jogo, mas reclamou da arbitragem e recebeu o cartão amarelo. Não satisfeito, o jogador passou a ofender o árbitro, coisa normal para ele e outros do time, o que lhe rendeu o cartão azul.
Mesmo com um a menos em campo, o rubro negro conseguiu o empate com Vicius, que aproveitou rebote da defesa de Danilo após chute de Rodrigo. As equipes não estavam satisfeitas com o empate, e as chances de gol continuaram. A primeira foi com Silas, que dominou a bola e girou sobre a marcação, mandando um belo gol no canto direito de Pedro Mé. A diferença no placar não durou muito, pois Vitucho, da equipe vermelha, aproveitou uma cobrança de falta e deixou tudo igual novamente.
Após o empate, ambos os times ficaram com receio de avançar e tomar outro gol. Em um lance de ataque do time azul, Healey recebeu a bola sozinho na área, mas não chutou por cima do gol.
Com o apito final, a partida ficou marcada pela falta de pontaria dos jogadores. Os dois times saem de campo contentes com a sua atuação, e mais confiantes para os seus próximos jogos, que será no dia 15. O Toque encara o líder Palestrinha, enquanto o Derrubada tem o Absolutos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA
Condor’s 8 x 0 Corleone
CONDOR’S MOSTRA FUTEBOL E ATROPELA CORLEONE
Com passe de bola aprimorado, Diony e cia levam Condor’s à primeira vitória na competição
Por Gustavo Scaldaferri
Uma partida de ataque contra defesa. O placar elástico a favor do Condor’s mostrou que o time de vinho e preto não pretende mesmo ser coadjuvante no campeonato e que o empate na estreia foi mais acidente de percurso que qualquer outra coisa.
Os jogadores do Corleone chegaram uniformizados de branco, uma grande vantagem diante do calor que fazia na tarde de sábado. Antes do jogo, se reuniram em uma roda e discutiram as estratégias para obter um bom resultado. Na última rodada, a equipe conseguiu 3 pontos diante do Roleta Russa Clássico e se mostrava confiante para o duelo com o forte Condor´s, que, por sua vez, estreou na competição com um empate cheio de gols.
O time de branco começou a partida indo para o ataque. Logo no primeiro minuto, Gui Fenômeno aproveitou a sobra de bola e arriscou um chute cruzado, que passou com perigo à direita de Quintanilha. Não demorou muito para o Condor’s começar a dominar o jogo. Aos 3 minutos, Renato chutou forte de trás do meio de campo, mas a bola passou por cima.
Bruninho era bem marcado. O Corleone vibrava a cada lance de ataque e de desarme. Aos 4 minutos, o time de branco chegou novamente. Em levantamento de Gui Fenômeno, Eduardo Garcia cabeceou livre de marcação e desperdiçou chance clara de gol. A oportunidade perdida custou caro. Dois minutos depois, Neno alçou na área, a zaga tirou mal e Renato, na sobra, deu um semivoleio, abrindo o placar para o Condor’s.
A equipe da IstoÉ continuava pressionando. Bruninho começava a se soltar em campo. Aos 8 minutos, o jogador veio pela direita e levantou na área para Peli, que tentou um voleio, mas pegou errado e a bola acabou subindo muito. Em um raro lance de ataque do Corleone, com 9 minutos, Felipe Russo carregou a pelota pela esquerda na frente, puxou pro meio e chutou colocado, mas acabou errando.
Eram 11 minutos quando Bruninho recebeu no meio, dominou, olhou para o gol e bateu bonito no canto esquerdo, fazendo 2 a 0 para o Condor’s. Não deu tempo, na saída de bola, Fabio Barbosa foi pressionado por Bruninho e acabou entregando para que o atacante marcasse seu segundo na partida. Era o 3 a 0.
Desanimado após os dois gols sofridos, o time de branco pediu tempo para tentar uma reorganização em campo. Como resultado, aos 14 minutos a equipe conseguiu diminuir o placar, mas o gol foi anulado em decorrência de uma falta a favor do próprio Corleone antes da finalização. Os jogadores reclamaram muito, alegando que o árbitro deveria ter dado vantagem ao invés de interromper o ataque da equipe.
Bruninho participava da maioria das jogadas de ataque do Condor’s. Aos 16 minutos, o camisa 20 carregou a bola pela ala esquerda, chegou próximo à linha de fundo e fez um cruzamento certeiro aos pés de Neno, que chutou para fora pela direita.
A troca de passes refinada, os lances ofensivos e o entrosamento entre Peli, Neno, Dyoni e Bruninho impressionava a torcida condoreira. O Corleone percebeu a superioridade do adversário e recuou, atuando apenas com chutes aleatórios que afastassem a bola do campo de defesa. O primeiro tempo acabou mesmo em 3 a 0.
A segunda etapa começou com uma jogada perigosa do Corleone. Uma bomba de Marcelo Gonçalves do meio de campo obrigou Quintanilha a fazer uma bela defesa. Porém, a aparente reação acabou, quando, com apenas um minuto de jogo, Peli conduziu a bola pela direita e chutou forte na trave. Diony pegou o rebote pela esquerda e tocou para Bruninho marcar mais um a favor de seu time. Aos 6 minutos, o time de branco quase marcou com Matheus Scarpin, que chutou cruzado da direita na trave. Na sobra, Eduardo Garcia chutou, mas a bola bateu na zaga e saiu para escanteio.
Em cobrança de falta de Marcelo Gonçalves, Quintanilha deu uma ponte e fez uma linda defesa. Diony passou a ser o melhor em campo. Com facilidade, driblava os adversários e levava o time para frente. Aos 13, em um lance pela direita, o camisa 7 tocou no meio para Neno, que dominou, girou e fez o quinto do Condor’s. Aos 16, Neno fez mais um gol. A zaga do Corleone saiu errado, e a bola sobrou para o camisa 10, que, sozinho na área, marcou o sexto gol.
Sem estímulo, o time de branco parou de jogar. Deu tempo para Quintanilha fazer uma graça. O goleiro avançou até pouco antes do meio campo e chutou um rojão na direita, marcando o sétimo gol. Antes do final, Peli ainda deixou sua marca ao receber de Neno e fechar o placar em 8 a 0.
Superior em todos os lances, o Condor’s conquistou sua primeira vitória na competição e, com o incrível saldo de gols, alcançou a 2ª colocação do Grupo A. Na próxima rodada, enfrenta o forte TNT, que tem a mesma pontuação mas está em 4º na tabela. Já o Corleone continua com os 3 pontos e ocupa a 10º colocação.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA
Coringa 5 x 1 Os Mostarda
COM AMPLO DOMÍNIO, CORINGA GOLEIA MOSTARDA
Repetindo o placar do primeiro jogo, Coringa consegue sua segunda vitória e mostra que dessa vez parece que vai
Por Rafael Ruiz
Confiante após a bela atuação na primeira rodada, o Coringa esteve mais presente em campo, dominou os meninos do Mostarda e conseguiu uma grande vitória por 5 a 1, registrando o mesmo placar da primeira partida. Um dos favoritos para subir à Prata, o time de Mauricio e Cidrão prova que chegou a hora de mostrar seu valor.
O time d’Os Mostarda foi quem tentou marcar o primeiro gol. Porém, logo no início do jogo, o time de azul e branco já mostrava inspiração de um time que com certeza sairia vencedor do confronto. Aos 2 minutos, em um contra-ataque rápido, o Coringa quase marcou com Farias, que se antecipou ao goleiro após cruzamento na área, mas chutou a bola na trave. No minuto seguinte, em uma bela jogada, o Coringa chegou bem perto de abrir o placar, mas na dividida com Polito o atacante perdeu a jogada.
A resposta do time de amarelo veio aos 4 minutos, quando Biel avançou livre da marcação e chutou forte para a boa defesa de Léo Cidrão. As coisas ficaram complicadas para os mostardas. Aos 6 minutos, Rafinha recebeu a bola de costas para o marcador, girou e fez um belo gol. Quatro minutos depois, o time azul e branco voltou a marcar, dessa vez com Farias, que recebeu pelo meio e acertou o chute no ângulo de Polito.
O Coringa dominava e comandava o ritmo da partida. E, novamente, atacou com Rafinha, que dominou na coxa e ajeitou para Renatinho, que chutou por cima do gol. A pressão continuou. Após falta cometida por Flavinho em Rafinha, o camisa 13, Pi, chutou forte no alto do gol, obrigando Polito a fazer uma bela defesa. Depois de muita pressão em sua área, o Os Mostarda voltou a atacar, dessa vez com Juninho, que, pressionado pela marcação, acabou chutando mascado e desperdiçando uma boa oportunidade. Final do primeiro tempo.
Logo no início da segunda etapa, o camisa 5, Daniel Capel, quase marcou ao chutar no canto direito de Léo Cidrão. Ele voltou a aparecer depois de um belo lançamento para Renatinho, que, livre de marcação, não aproveitou a chance e acabou chutando a bola para a lateral. Com dois minutos, ocorreu um lance que paralisou o jogo por 5 minutos. Polito, ao sair de seu gol para atuar como líbero, acabou pisando em falso e torcendo o tornozelo. Sem chances de continuar, o camisa 10, Cadú, entrou no lugar do goleiro.
O goleiro improvisado começou bem. Uma cobrança de lateral errada de seu time ocasionou em uma chance clara de gol para o Coringa. Porém, Daniel Capel não aproveitou e chutou fraco para a defesa de Cadú. Novamente, a equipe azul e branca chegou com perigo, dessa vez com Renatinho, que dominou a bola, cortou para o meio e chutou alto, facilitando a defesa.
No entanto, Cadú não conseguiu segurar a pressão. Aos 9 minutos, mais uma bela jogada do Coringa terminou em um gol de Gui Frederick. Senhor da partida, o time de azul e branco teve outra chance com Renatinho, que recebeu, driblou a marcação e chutou a bola na trave. Somente aos 12 minutos, os Mostarda voltou a levar perigo a Léo Cidrão, em um lance com o camisa 20, Bellão, que recebeu pela direita, mas chutou por cima do gol. Em um lance seguinte, Bruninho recebeu a bola, avançou, mas o seu chute saiu fraco, facilitando para o goleiro do Coringa.
Aos 16 minutos, Rafinha recebeu novamente de costas para a marcação, fez um belo giro e colocou para o fundo da rede. Depois de poucas chances, o time de amarelo encontrou o seu gol com Tatá, que recebeu de Flavinho, e, com muita frieza, driblou Léo e marcou um belo gol. A equipe chegou novamente com a dupla Flavinho e Tatá, mas dessa vez o camisa 7 não aproveitou e chutou errado. O Coringa voltou a atacar e marcou novamente com Gui Frederick em uma bela jogada. O jogador cortou para o meio e, de canhota, chutou para o gol, impossibilitando a defesa do goleiro.
Com mais uma vitória, o Coringa vem se posicionando como uma das equipes mais fortes do campeonato. Toques rápidos e tabelas bem elaboradas caracterizam o estilo de jogo do time, que já soma seis pontos. Os Mostarda precisa reagir, uma vez que soma apenas um ponto no campeonato.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA
Camelo 6 x 5 Pé de Pano
NO SUFOCO, CAMELO CONSEGUE VITÓRIA SOBRE PÉ DE PANO
Depois de abrir boa vantagem, time da pizzaria relaxa e quase cede o empate no final
Por Gustavo Scaldaferri
Quem assistiu à vitória do Camelo por 6 a 5 possivelmente chegou a pensar que ocorreria uma virada histórica nos minutos finais. Mas, para alívio da equipe alvirrubra, o árbitro apitou e pôs um fim no sufoco do Camelo. O time veio de uma derrota para o Báguas e o Pé de Pano venceu o duelo anterior contra o Bacaninha, estando, até então, em posição confortável na tabela.
O time de azul e branco entrou em campo desatento. Com 30 segundos, Michel fez uma boa tabelinha com Cainho pela direita, que colocou na frente e, com muita velocidade, bateu forte no canto direito, fazendo o primeiro gol do Camelo. Aos 2 minutos, Rodrigo, do Pé de Pano, chutou uma bola que bateu na zaga e voltou para Tavogus bater rasteiro para fora.
O Pé de Pano era melhor em campo, trocava mais passes e chegava ao gol com mais frequência. Aos 5 minutos, após um erro da zaga na cobrança de lateral, a bola sobrou para Dadá, que, sozinho, chutou de canhota e empatou.
Aos 7 minutos, Dadá, num lançamento da lateral, ajeitou a bola na cabeça de Tché, que estava livre de marcação, mas o camisa 6 desperdiçou a chance da virada. Com 9 minutos, Cris Dantas tocou para Pisano, que levou a pelota pela esquerda até a entrada da área e chutou firme, fazendo o segundo gol do alvirrubro. Mesmo com a vantagem do Camelo, Tavogus era o jogador que mais se destacava em campo, pois levava a equipe para frente com seus passes certeiros e chutava inúmeras vezes para o gol.
Na sequência, Laporta quase fez um golaço ao chutar colocado e com muita força do campo de defesa, uma bola que passou raspando a forquilha direita do goleiro Henrique. Jô ainda tentou de calcanhar aos 13, mas a redonda bateu na zaga. No rebote, voltou para ele que, na segunda finalização, chutou para fora.
Com 15 minutos, Michel se adiantou, roubou a bola do atacante do Pé de Pano, atravessou o meio de campo com velocidade pela lateral direita, chegou quase na linha de fundo e, praticamente sem ângulo, chutou rente a trave direita, fazendo o terceiro do Camelo. Um minuto depois, Caeira recebeu de André Tavares na esquerda e também, quase sem ângulo, chutou a bola por cima da perna do goleiro. Era o quarto do alvirrubro.
Henrique, do Camelo, fazia ótimas defesas, enquanto o goleiro adversário deixava a desejar. Em uma bela cobrança de falta ensaiada, aos 18 minutos, Hugo tocou para Michel, que deixou para Jonatas girar e chutar com perigo, mas a bola passou por cima do gol.
Aos 19, Dadá recebeu na área, virou para a direita, tirou o zagueiro do lance e chutou no canto esquerdo, fazendo o segundo para o Pé de Pano. O primeiro tempo acabou com uma melhora significativa do time de azul e branco, depois de ter tomado três gols seguidos.
O segundo tempo começou com um chute cruzado da direita para esquerda de Tavogus. A bola passou perto. No lance seguinte, Laporta recebeu de Jô, e, sozinho na área, chutou por cima do gol adversário. Naquele momento, faltava apenas o Pé de Pano aproveitar mais as oportunidades de gol. Porém, em mais um apagão, o time azul e branco acabou levando dois gols seguidos. Um aos 8 minutos, em cobrança de falta de Hugo, que bateu no canto direito. Era o quinto. E o outro, aos 9, com Pisano após belo toque de Patrick Cadeirudo na área.
Depois de muita pressão adversária, o Pé de Pano voltou a jogar. Mais para o fim do jogo, a equipe do Camelo relaxou em campo e Dadá aproveitou para ir para cima. Com 22 minutos, roubou uma bola no meio do campo, levou para frente e chutou de bico da intermediária, fazendo o terceiro do Pé.
Aos 23, após receber lançamento de Jô, Rafinha chutou e marcou o quarto. Faltava pouquíssimo tempo para o apito final, mas os jogadores do Azulão ainda acreditavam. Tanto que, aos 25, Dadá conseguiu registrar o seu com um chute forte do meio de campo. E, para alívio dos alvirrubros, o árbitro apitou o final do jogo. Por pouco o Camelo abre mão dos três pontos!
Com o resultado, o time de azul e branco ficou em 5º lugar e enfrenta o Roleta Russa Clássico na próxima rodada. Já o Camelo passou a ocupar a 7ª colocação e jogará contra o Invictus, que vem de derrota e soma apenas um ponto na competição.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA
DPGamos 3 x 2 Cachorro Velho
EM PARTIDA DISPUTADA, DPGAMOS VENCE CACHORRO VELHO
Time de Daniel Fischer reage e vira o jogo para chegar a 6 pontos e seguir com os líderes
Por Rafael Ruiz
A partida prometia. Ambas as equipes tiveram boas vitórias no primeiro jogo e entraram em campo buscando dar mais um passo rumo à classificação no campeonato. Isso fez com que o confronto fosse bem disputado, com muitas alternâncias no placar. Já no início, com apenas um minuto, o time da PUC demonstrou mais determinação, quase marcando após uma falha do zagueiro Alê, mas a bola que iria sobrar para o centroavante do Cachorro Velho, Thiaguinho, foi interceptada pelo goleiro Marcio, que mostrou estar ligado no lance.
Aos poucos o time de vermelho foi se soltando. Aos 3 minutos, perdeu uma grande chance de abrir o placar com Richard, que avançou, driblou a marcação e acertou a forquilha do goleiro Botana. Em seguida, foi a vez da equipe de azul levar perigo, primeiramente com o camisa 7, Giggio, em chute que parou na boa defesa de Márcio. No rebote, Thiaguinho não aproveitou e desperdiçou outra boa chance.
O time de azul voltou a aparecer dois minutos mais tarde, com uma boa tabela pela direita entre Giggio e Chuck. O capitão chutou cruzado, mas a bola passou sem perigo pelo gol adversário. A equipe da PUC chegava pouco ao ataque, porém, era mais eficaz em seus lances. Como em uma cabeçada de Anjinho. Após a cobrança de um lateral e ajudado pela falha de posicionamento dos defensores, o jogador cabeceou para fora, sem apresentar perigo para Marcio.
Melhor em campo e depois de tanto insistir, a equipe do Cachorro conseguiu o seu primeiro gol com Thiaguinho, aos 13 minutos da primeira etapa. Pressionada, o DP tentou igualar. Quase conseguiu com um chute forte de Kaká, que obrigou Botana a fazer uma bela defesa. Cinco minutos mais tarde, depois de uma saída errada, Dan roubou a bola e acertou um belo chute no ângulo, sem chances para o goleiro. era o empate.
No entanto, aos 20 minutos, Thiaguinho colocou novamente o time da PUC em vantagem. Após chute de Zooboo pela esquerda que parou na defesa parcial de Marcio, a bola sobrou para o atacante mandar a bola para as redes. No lance seguinte, o time de vermelho pressionou e por pouco não chegou ao empate, logo depois de belo cruzamento de BB que buscava Dan livre na área. Porém, Botana estava ligado no lance e tirou da cabeça do atacante. A pressão de novo surtiu efeito e, aos 22 minutos, após bonito lançamento de Dú para Klóvis, livre no lado direito, este dominou bem e com calma tirou do goleiro colocando o DP novamente na partida.
Como era de se esperar, a equipe do Cachorro Velho partiu para cima no início do segundo tempo. Aos 25 segundos, quase marcou com Zooboo, em um chute cruzado que passou à direita do gol adversário. Após esse lance, o camisa 10 desfalcou o time por 2 minutos ao levar um cartão amarelo. Mesmo com a ausência do jogador, os seus companheiros não demonstraram grandes preocupações. Aos 3 minutos, em um lance polêmico, o árbitro marcou tiro de 9 metros para o time azul, depois que Zeca tocou a bola de recuo para o goleiro Valentim, que segurou com a mão. Em meio a muita reclamação, o camisa 7, Giggio, foi para a cobrança, mas acabou errando e Valentim defendeu a bola no canto direito.
O time vermelho tomou conta do jogo. Aos 6 minutos, Nando avançou sem marcação e quase marcou depois de um belo chute, que foi desviado e saiu por cima do gol. Em seguida, Nando voltou a dar trabalho ao goleiro Botana, que fez uma bela defesa. A equipe azul só chegou com perigo aos 8 minutos, quando Giggio avançou, cortou para o meio, mas chutou rasteiro, facilitando para o goleiro, que defendeu a bola com os pés. Aos 14 minutos, após uma cobrança de lateral de Zeca, o camisa 16, Richard, marcou de cabeça, virando a partida. Com o gol, o time azul passou a atacar e quase fez com o capitão Chuck, que recebeu livre e chutou rasteiro, obrigando Valentim a fazer boa defesa com os pés.
Com a vitória, o DP somou seis pontos em dois jogos, credenciando-se como forte candidato a uma vaga na próxima fase. Já o Cachorro Velho espera matar as chances criadas e evitar esse tipo de derrota.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA
Basicus 8 x 4 Roleta Russa Clássico
PUFF VOLTA E BASICUS VENCE ROLETA CLÁSSICO
Ao lado de Veneza e Guilherme, ele mostra que o tempo suspenso não diminuiu seu faro de gol. Trio foi responsável pelos oito gols da equipe
Por Gustavo Scaldaferri
Apesar do esforço do Roleta, a excelência nas finalizações levaram o time rosa e cinza à primeira vitória no campeonato e manteve o Roleta com zero. O Basicus, que fez uma ótima campanha na primeira fase da ultima edição, vinha de um empate e tinha a volta de Puff ao time depois de 9 jogos suspensos. Seria ele, ao lado de Veneza e Guilherme, que teria a maior parte da responsabilidade da bela goleada.
O jogo mal começou e o Basicus já abriu o marcador. Veneza trouxe pela esquerda e chutou cruzado. Em seguida, Amorim cobrou falta atrás do meio de campo e Guaraná praticou linda defesa. O time rosa e cinza começou arrasador e aos 3 minutos já fez o segundo. Em cruzamento de Juninho, Veneza recebeu sozinho na área e marcou mais um.
Depois do branco inicial do Roleta, o jogo ficou mais equilibrado. Ranalli, aos 5 minutos, tentou o chute da intermediária e Roland fez boa defesa. Era o começo da reação dos russos. Com 7 minutos, em cobrança de lateral, a zaga afastou e na sobra Caju completou, diminuindo o placar.
O Basicus voltou ao ataque: Puff fez boa jogada pela esquerda, chutou firme no canto e Guaraná defendeu bem. Um minuto depois, o xerifão Bolas foi tentar tocar de um jeito mais bonito – pisando em cima da bola com um pé e tocando com o outro –, mas se atrapalhou e acabou entregando para Bob, que saiu cara a cara com Roland e tocou no canto esquerdo, deixando tudo igual. 2 x 2. Amorim finalizava bastante e em um desses ataques quase fez o terceiro. Passou do meio de campo e chutou com força no canto esquerdo colocando Guaraná pra trabalhar.
O time alvinegro, que contou com o retorno de Baru após ausência na estreia, perdeu a chance de virar a partida em chute cruzado de Bob. Rick não conseguiu alcançar a pelota por um triz e ela saiu pela linha de fundo. Fifo começava a se destacar pelo Roleta. Era o jogador que mais finalizava e levava perigo ao adversário. Já no Basicus, quem chegou com perigo duas vezes seguidas foi Kirk. Aos 16, ele chutou forte no canto e Guaraná pegou bonito. Aos 17, deu dois chapéus na direita e finalizou para mais uma defesa perfeita do camisa 12 dos russos.
A equipe rosa e cinza voltava a dominar. Com 22 minutos, Kirk tocou na direita para Guilherme chutar. Guaraná dessa vez não foi bem. A bola entrou. O Basicus estava na frente outra vez. Em seguida, Puff tocou na esquerda para Guilherme, que cortou para o meio e chutou no canto esquerdo, fazendo seu segundo gol. O primeiro tempo acabou com vantagem para o time rosa e cinza de 4 a 2. Melhor em campo, fazia boas jogadas principalmente com Puff, Guilherme e Kirk.
Na segunda etapa, o Basicus continuava superior e, logo no começo, Juninho cobrou lateral, Matheus tocou de cabeça para Veneza, que também cabeceou e encobriu Guaraná. Era o quinto. Aos poucos ia virando goleada. O Roleta Russa precisava reagir. Caju e Fifo eram os mais perigosos e tentavam diminuir o placar. O primeiro tentou um chute forte de trás do meio de campo, Roland fez uma ponte para defender. Depois, Fifo cobrou escanteio, a zaga afastou e na sobra ele chutou a pelota no ar, um rojão, sem chances para Roland.
Com 5 x 3 ainda havia esperança ao alvinegro, mas foi a turma rosa que queria mais gols. Veneza teve a chance de fazer o quarto dele. Ele recebeu na esquerda de Puff, ficou na cara de Guaraná, mas chutou em cima do goleirão. Depois Puff girou e chutou, para nova defesa do camisa 12 russo. Porém, na segunda chance, Puff não errou. Aos 12 minutos, ele recebeu na área, driblou o zagueiro e deu um toque de muita classe por cima do goleiro. 6 x 3.
Puff, animado, jogava muito e anotou outro aos 16 minutos. Ele dominou no meio e chutou, impossibilitando a defesa de Guaraná. Foi o sétimo da equipe rosa. Os russos pareciam não ter mais forças para buscar o resultado. De fato, o Basicus dominava o jogo com tranquilidade. Mesmo assim, o ótimo Fifo recebeu na lateral esquerda e chutou no canto direito de Roland, fazendo o quarto dos roletas. Já era fim de jogo, e mas o Basicus ainda pressionava. Kirk chutou forte, Guaraná deu rebote e Bocha de frente para o gol chutou para fora. Aos 23, em cobrança de lateral que encontrou Puff na área, ele dominou no peito, protegeu, girou e chutou, fechando o placar em 8 a 4.
O jogo terminou com uma grande atuação do Basicus. Guilherme, Veneza e Puff mostraram muita qualidade e o time ganha moral para dar sequência na competição. A equipe ocupa agora a 3ª colocação, com 4 pontos, e na próxima rodada encara o Xoras, que vem de derrota e está em 8º. Já o Roleta Russa Clássico continua sem pontuar e está em penúltimo lugar. “Está feia a coisa”, comentou um jogador do Roleta ao fim da partida. Na sexta-feira o time enfrenta o Pé de Pano, que também foi derrotado e figura em 5º na disputa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA
Roleta Russa 3 x 2 Irado’s
DE VIRADA, ROLETA RUSSA BATE IRADO`S
Marcando 3 a 2 no placar, o Roleta chega à segunda vitória na Bronze. Irado’s volta a fazer boa partida, mas perde de novo
Por Rafael Ruiz
O Roleta Russa vinha de uma importante vitória e o Irado`s de uma ótima atuação contra o Cachorro Velho. Era a chance de as equipes engrenarem, mas a experiência do Roleta falou mais alto e garantiu a ponta à equipe. O Irado’s segue sem pontuar, mas fazendo boas apresentações.
Com confiança, as duas equipes mostraram-se inspiradas em campo. Mesmo com um ataque astuto, a equipe do capitão Jales não havia criado grandes chances de gol nos minutos iniciais. O Roleta Russa, por sua vez, quase marcou em um lance de contra-ataque. Bruninho recebeu a bola, dominou, girou sobre a marcação e chutou de voleio para boa defesa de Alan. Após esse lance, o time de vermelho chegou novamente com o capitão Alemão, que fez boa jogada, mas chutou no meio do gol, facilitando para o goleiro.
No minuto seguinte, o Irado`s abriu o placar. Erick, o japonês rabisqueiro, como gosta de chama-lo seu colega Murilo, recebeu a bola pela direita e chutou cruzado, sem chances para Edu. O Irado’s queria mais. E aos 9 minutos o time voltou às redes. Ninja aproveitou lance errado do zagueiro adversário e fez 2 x 0.
Após o gol, o Roleta voltou a levar perigo com Bruninho, que chutou para fora. No lance seguinte, o time de Alemão conseguiu marcar. Caio, destaque da equipe nas rodadas iniciais, aproveitou-se de uma cobrança de lateral para marcar um belo gol.
Mesmo com o placar de 2 a 1, o Roleta, que jogava de vermelho, permanecia animado. Ceron quase marcou ao avançar pela esquerda e chutar para defesa de Alan. Com 16 minutos, Alemão quase fez um belo gol, ao chutar com precisão de primeira, mas Alan apareceu bem de novo, assim como ele fez em nova finalização de Ceron.
Passado o sufoco, o Irado`s voltou a levar perigo com Muriloko, em uma cobrança de falta que passou bem perto do gol. Aos 19 minutos, Folha aproveitou uma cobrança de lateral e quase marcou de cabeça, mas a bola passou por cima do gol. O time de vermelho, que já merecia o empate, quase chegou lá com Beider, que, após uma falha de Jalesinho, acabou furando e perdendo uma grande chance. Porém, antes de terminar o primeiro tempo, Folha marcou o segundo gol do Roleta ao receber de costas e chutar cruzado em direção ao gol.
Animado, o Roleta começou a segunda etapa inspirado, tanto que com apenas 3 minutos conseguiu a virada com Bruninho, que se aproveitou de uma bela jogada de Caio pela direita. O time de branco só reagiu aos 7 minutos, quando Ninja tentou da intermediária, mas seu arremate foi por cima do gol. No minuto seguinte, o Irado`s quase empatou com Muriloko, que girou sobre a marcação e chutou para a boa defesa de Edu.
O jogo agora era Irado’s no ataque, que chegou com perigo com Erick. Sozinho na área após cobrança de escanteio, ele não soube aproveitar a chance e cabeceou em cima do goleiro. Passado algum tempo, o time do Roleta quase marcou o quarto gol com Matheusinho, que dominou sozinho na entrada da área e arrematou para outra bela defesa de Alan.
Aos 20 minutos, o Irado`s quase empatou com Ninja. Ao receber um bom passe de Muriloko, o jogador mandou a bola na trave. Três minutos depois, Caio levou perigo ao gol do time branco com uma boa jogada pela esquerda, mas o camisa 17, Alexandre, tirou em cima da linha. No minuto seguinte, Caio tentou e novamente Alexandre fez a intercepção.
De virada, o Roleta Russa obteve uma importante vitória e soma seis pontos na competição. Mesmo com boas atuações, o Irado`s foi derrotado pela segunda vez. A equipe precisa esquecer os jogos passados e, quem sabe, contar com um pouco mais de sorte no próximo confronto, no dia 15, contra o Coringa. O Roleta encara o Cachorro Velho.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA
Bacaninha 5 x 2 Xoras
BACANINHA VENCE XORAS EM JOGO BRIGADO
Duelo de rebaixados teve expulsão, bate boca e cartões amarelos. Porém, Bacaninha leva a melhor e sai com a vitória
Por Gustavo Scaldaferri
O jogo de dois dos rebaixados da Prata no semestre passado não foi nem um pouco calmo. Principalmente no final, quando os ânimos se exaltaram. Mas Thiago Strobel estava em um dia inspirado e fez a diferença na vitória do Bacaninha.
O Xoras começou melhor. Ric veio pela direita e chutou, mas a bola saiu raspando a trave. Na jogada seguinte, em lance de sorte, Pato chutou pela lateral direita. A pelota desviou em Mingo e encobriu o goleiro Gamito, abrindo o placar para o tricolor.
Depois do gol, a partida esfriou. Nenhum dos times finalizava e ambos mantinham a bola mais no meio de campo. Aos 7 minutos, em cruzamento de Simões, o capitão Velardo cabeceou e quase empatou. Em cobrança de falta aos 12 minutos, Lê Leme, de volta à equipe junior depois de uma temporada no Bacanão, bateu e a bola passou perto do ângulo direito do gol do Xoras.
O Bacaninha era superior e Thiago começava a se destacar. Com o time 14 minutos, ele arriscou uma bomba e a pelota foi pra fora. Na jogada seguinte, Lê Leme cobrou lateral nos pés de Thiago, que bateu de primeira no canto esquerdo de Sergio, empatando o jogo.
Thiago e Lê Leme faziam uma ótima parceria, ambos subiam bem ao ataque. Aos 15 minutos, o primeiro deixou o segundo na cara do gol, mas o camisa 11 chutou em cima do goleiro. Paulinho arriscou uma bomba de longe e quase fez para o Xoras. A partida estava disputada, e com 17 minutos Thiago tocou para Renato Leme, que tentou de trás do meio de campo. A pelota passou por cima do travessão com perigo. Thiago não parava de atacar e fez mais uma jogada pela lateral. Chutou cruzado para Lê Leme, que tentou colocar o pé na bola, mas ela passou por um triz e saiu. O primeiro tempo acabou empatado, mas com o Bacaninha jogando melhor e merecendo a vitória.
O time dourado e preto voltou para a segunda etapa pressionando o tempo inteiro. Logo aos dois minutos, Thiago lançou para Caio Mendonça, que chutou pra fora. Depois de muito tempo sem ir ao ataque, o Xoras finalmente chegou com perigo. Pato recebeu cruzamento na área, sozinho, e chutou por cima do gol. Um lance inacreditável. Em seguinte, Lê Leme recebeu um pouco depois do meio campo, girou e chutou no canto direito, fazendo um golaço e virando o jogo.
Após o gol de desempate, o time dourado e preto cresceu mais ainda e o tricolor sofreu um apagão. João Paulo roubou a bola do zagueiro na direita, entrou na área e chutou no canto, aumentando o placar para 3 a 1. Um minuto depois, outro gol do Bacaninha. Cruzamento de Caio Mendonça para Thiago chutar de primeira e fazer seu segundo, o quarto da equipe.
Em cobrança de falta ensaiada aos 10 minutos, Matheo fingiu que ia chutar direto para o gol e rolou para Dudu na área, livre de marcação, marcar o segundo do Xoras. Num lance sem bola aos 13 minutos, Matheo agrediu um jogador do Bacaninha e recebeu o cartão vermelho. O jogador ainda ofendeu o árbitro antes de sair de campo. Com um a mais, o time dourado tinha tudo para fazer mais gols e consolidar a vitória.
Porém, com raça, o Xoras foi para cima e, mesmo em desvantagem, fez o Bacaninha recuar. Aos 16 minutos, dois jogadores, um de cada lado, levaram amarelo e o tricolor passou a jogar com apenas 4 jogadores de linha. Com 18 minutos, Dudu chutou forte do meio campo e a bola passou perto. A pressão e a desvantagem numérica cansaram o Xoras, que, aos 23 minutos, sofreu o quinto gol em levantamento de João Paulo para Thiago da esquerda para direita. O camisa 15 arrematou e fechou o placar em 5 a 2.
O jogo foi bem disputado, mas o Bacaninha mereceu a vitória e agora ocupa a 6ª posição no campeonato. No dia 15, o time dourado e preto duela com o líder Báguas. Já o Xoras está na 8ª colocação e na próxima rodada enfrenta o forte Basicus.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 2ª RODADA
Só Quem Sabe 4 x 2 Opalas
SÓ QUEM SABE REAGE E VENCE OPALAS
Time vira o jogo e vence por 4 a 2, acumulando os seus 3 primeiros pontos na competição
Por Rafael Ruiz
Pressionados pelos resultados anteriores, os times entraram em campo com um objetivo comum: vencer a partida e levar os primeiros três pontos para a casa. O Só quem Sabe começou devagar e só reagiu no final, conquistando uma importante vitória sobre o Opalas e apagando a má impressão deixada na derrota para o DP na estreia.
O Opalas dominou o primeiro tempo. Logo no início da partida, Froio teve uma primeira chance de gol, em que, após uma cobrança de lateral, o camisa 10 cabeceou para fora. A resposta do time de preto foi imediata. O capitão Tessarin chutou uma bola fraca e rasteira. Mesmo assim, Kadu não defendeu e proporcionou escanteio para o time de preto.
O jogo estava fraco, os times trocavam passes, mas não levavam perigo ao gol adversário. Aos 10 minutos, em um lance bonito, Froio deu uma caneta em seu oponente e chutou a bola de bico na trave. No minuto seguinte, o atacante recebeu a bola pela esquerda do campo e chutou novamente de bico e no alto do gol, sem chances para Magrão. O zero saía do placar.
Aos 13 minutos, Só Quem Sabe empatou. Rodriguinho, após três chutes, conseguiu balançar as redes adversárias. Ele quase fez outro em seguida, mas dessa vez o seu chute no canto foi defendido pelo goleiro. Três minutos depois, aos 21, o capitão Léo roubou a bola e avançou, porém Magrão praticou boa defesa. A zaga do Só Quem Sabe facilitava o jogo. Em mais uma saída errada, o time de amarelo roubou a bola e quase marcou com Parasminho. No entanto, o seu arremate foi desviado e não ameaçou a meta do goleiro. Em meio a tanta pressão, o Opalas chegou ao segundo segundo gol com Teves, levando a vantagem para o segundo tempo.
Com a etapa final iniciada, o Só Quem Sabe foi para cima e, com 3 minutos, conseguiu igualar o marcador com Tatu, que recebeu livre pela esquerda e de primeira acertou um belo chute cruzado no ângulo, sem chances para Kadu. Animado com o gol, quatro minutos mais tarde, o time de preto avançou a marcação e quase virou após uma roubada de bola. Em seguida, Mezadri obrigou Kadu a fazer uma bela defesa.
Aos 14 minutos, o SQS pressionava muito no campo de defesa da equipe adversária. E, em um lance de lateral pela direita de Tatu, após um desvio de Mezadri, o centroavante Serjão deixou a bola entrar ao tentar dominá-la no peito, decretando a virada. Tessarin avançou e chutou forte – o goleiro Kadu soltou a bola, mas conseguiu recuperá-la rapidamente. O SQS queria mais.
Aos 16 minutos, Serjão quase fez o gol de voleio depois de dominar no peito e girar sobre o marcador, lance que parou na defesa de Kadu. O Opalas chegava no campo adversário sem muito perigo e com chutes de meia distância. Faltava força ofensiva mesmo à equipe. Do outro lado, de tanto insistir, um gol para fechar o plcar em 4 x 2. Mezadri desviou uma cobrança de falta fraca de Serjão e balançou pela última vez as redes. “Estou voltando”, comentou o camisa 10 do SQS ao fim do jogo, referindo a seu peso decrescente e à recuperação de contusão.
Após uma estreia não muito boa, o Só Quem Sabe foi efetivo, soube aproveitar melhor as oportunidades de gol e conseguiu seus três primeiros pontos. O Opalas precisará reavaliar os erros cometidos em campo para evitá-los nas próximas partidas e conseguir compensar as derrotas no início do campeonato.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 2ª RODADA
Báguas 9 x 0 Arena
JORJÃO DÁ SHOW E BÁGUAS GOLEIA ARENA
Em jogo perfeito de Jorjão e Concha, novato Báguas não toma conhecimento do adversário e marca maior goleada da competição
Por Gustavo Scaldaferri
Domínio de um time só. Deu para contar nos dedos as poucas vezes que o Arena finalizou. E, nas poucas, o goleiro Concha fez milagres. Na frente, Jorjão tomou conta do jogo. Em dia inspirado, fez quatro gols e contribuiu muito para a expressiva vitória. O Báguas havia vencido o primeiro jogo contra o Camelo. Já o Arena vinha de derrota na estreia para o Xoras.
Os dois times entraram em campo de uniforme laranja, por isso, o Arena teve que usar um colete verde limão. Por incrível que pareça, quem deu o primeiro chute a gol foi o time de colete, com Daniel. Mas Alan, ainda improvisado no gol, não estava em um dia bom e, logo aos 2 minutos, tomou um gol de Marquinhos pela esquerda.
Danilo, do time laranja, se destacava. Tinha muita facilidade para dominar a bola e dar chapéus e dribles nos adversários, além de atuar como um ótimo passador. Com 5 minutos, uma linda jogada de Cesinha, que trouxe pela direita, passou por dois jogadores e cruzou de esquerda na área para Carlão fazer o segundo do Báguas.
O time de laranja tinha muita facilidade no jogo, e o Arena ficava o tempo todo com os seis jogadores de linha no campo defensivo. Quem se destacava pelo lado do time de colete era Limão, pela raça e vibração que apresentava. Bruno, do Arena, chegou duas vezes seguidas com muito perigo e Concha fez dois milagres. Do outro lado, em falta na direita, aos 13, Paolo cobrou tirando da barreira e a bola entrou. Alan falhou novamente. Aos 14, Cesinha arriscou a sorte num chute de longe, mas a bola foi muito forte e subiu demais. Com 21 minutos, Jorjão fez seu primeiro gol no duelo. O jogador carregou na esquerda, tirou pra direita e chutou uma bomba no ângulo. Era o quarto do Báguas.
Ainda no primeiro tempo, Jorjão recebeu no meio, driblou um e chutou colocado na esquerda do goleiro, fazendo o quinto. O árbitro apitou fim do primeiro tempo. O Báguas era soberano. Tocando bem a bola, chegava com muita eficiência a frente. O Arena estava totalmente perdido em campo.
Em um erro da zaga logo no primeiro minuto da segunda etapa rendeu a Jorjão o rebote, seu terceiro gol, o sexto do time. A equipe de colete começou a subir um pouco mais ao ataque. Com 4 minutos, em uma bomba de Vitor do meio do campo, Concha fez mais uma defesa espetacular. Aos 6, num cruzamento na área, Paolo cabeceou firme e Alan defendeu. Vitor quase fez o primeiro gol do Arena. Ele recebeu na esquerda e chutou, a bola balançou as redes pelo lado de fora.
Com 9 minutos, um chute de Cesinha fez a bola bater na zaga e sobrar no canto esquerdo para Marquinhos, que aproveitou o rebote e fez o sétimo. Aos 12 minutos, Piro, do Arena, foi expulso por reclamação. Agora o time de colete, que já tomava uma goleada, ficou com um a menos. Mesmo assim, Felipinho chutou de longe e a bola passou por cima.
Faltando 8 minutos para o fim do jogo, o excelente Concha foi para linha e Paolo o substituiu no gol. Aos 21 minutos do segundo tempo, uma linda tabelinha de Cesinha com Jorjão, que recebeu e chutou no canto direito de Alan, fazendo seu quarto gol na partida. No final, ainda deu tempo para o nono do jogo. Danilo trouxe pela direita e chutou forte para fechar o placar.
O Báguas mostrou muito entrosamento e vem forte na disputa pelo título desse semestre. Com a vitória, a equipe assume a liderança isolada do Grupo A, com 2 vitórias e 6 pontos, além de saldo de 11 gols. Na próxima rodada vai enfrentar o Bacaninha que ocupa a 6ª posição. Já o Arena perdeu seu segundo jogo e segura a lanterna do grupo. No próximo jogo, o time irá encarar o Corleone, que perdeu nessa rodada e figura na 9ª posição.
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