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CHUTEIRA NEWS: V CHUTEIRA DE BRONZE:10ª RODADA

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA

Condor’s 6 x 1 Camelo

CONDOR´S GOLEIA CAMELO E DISPARA NA LIDERANÇA


Com final tenso, partida entre os dois extremos da tabela acaba em confusão

Por Eduardo Bernardi

Em uma partida muito corrida, o Condor´s, líder do Grupo A graças à desistência do Pé de Pano, goleou o vice-lanterna, Camelo, em sua última participação na 1ª fase, já que folga na rodada final. Em meio a muitas faltas, o time teve o controle do resultado durante os 50 minutos, já que o Camelo pouco assustou. Buscando fazer saldo, o time se excedeu no final envolvendo a marcação de um pênalti, deixando o clima muito pesado, com discussões e expulsões de Guinho e Bomba, que estão fora das oitavas de final.

O Condor´s tomou a iniciativa e começou partindo pra cima logo no começo, mas a primeira finalização perigosa foi do Camelo, com Cris Dantas, que chutou forte da ponta direita. A bola bateu na marcação e quase enganou Fábio. No lance seguinte, Pisano, após cobrança de escanteio, levou perigo mais uma vez, mas a bola saiu pela linha de fundo.

A partir dos 4 minutos, o Condor´s conseguiu ser mais efetivo nos lances de ataque. Neno quase fez após cobrança de escanteio. O camisa 14 cabeceou para fora, rente a trave esquerda. No minuto seguinte, Pedrão quase deixou o dele da entrada da área. Só dava Condor´s, o Camelo havia recuado completamente.

Apostando em contra-ataques, o Camelo tinha dificuldades para conseguir encaixar um bom lance. Aos 7 minutos, Rodrigo Feda conseguiu se desvencilhar da marcação e ficou livre, na entrada da área, mas chutou por cima. A bola ainda triscou o travessão. Aos 9, a partida ficou concentrada no meio de quadra. Ninguém conseguia acertar alguma boa jogada de ataque.

O Condor´s iniciou uma pressão muito forte a partir dos 10 minutos. Após receber cruzamento, Bruninho acertou uma linda cabeçada no canto esquerdo, sem nenhuma chance para Henrique. Estava aberto o placar. O gol fez com que o Camelo se lançasse completamente ao ataque, mas a equipe não conseguia exercer uma real pressão a ponto de incomodar a marcação adversária.

Com o avanço do Camelo, o Condor´s conseguia aproveitar os espaços deixados pela equipe do deserto, mas a falta de precisão nas finalizações não colaborava para a equipe ampliar o marcador. Até que, aos 18 minutos, Romário recebeu de costas para a marcação, girou e bateu forte no canto esquerdo para fazer 2 x 0.

Os cinco minutos finais foram de total posse de bola do Condor´s, que nitidamente administrava o resultado. Para o segundo tempo, o Camelo voltou com outra postura. A equipe se lançava totalmente ao ataque, mas continuava não conseguindo entrar definitivamente no jogo. Mas, aos 4 minutos, Danilo Akimoto surpreendeu a todos ao chutar da entrada da área, mesmo com vários marcadores a sua frente. A bola desviou num deles e enganou completamente Fábio Genaro.

O Condor´s voltou a ficar mais com a bola após sofrer o gol. Bomba perdeu uma chance inacreditável de ampliar ao tentar driblar Henrique, que ficou com a pelota. No lance seguinte, Bruninho ficou livre, cara a cara para o gol, e chutou em cima de Henrique.

Aos 11 minutos, a partida ficou muito morna. O Condor´s parecia satisfeito com o resultado, e o Camelo não conseguia jogar tudo que sabia. Bomba, aos 16 minutos, foi mais esperto que a marcação e, após finalização de longe, conseguiu desviar no canto esquerdo do goleiro, que não teve reação. 3 x 1.

Mesmo vencendo, o Condor´s cometia muitas faltas, a equipe estava pendurada, com sete. Aos 19 minutos, Guinho acertou uma pancada do meio da quadra no ângulo esquerdo de Henrique. Era o quarto. Ricardinho perdeu a cabeça e, após carrinho desnecessário no meio da quadra, foi expulso. Aí ficou fácil demais para o Condor’s. Aos 21 minutos, Romário recebeu na ponta direita e fuzilou alto no meio do gol para fazer o quinto. No minuto seguinte, Romário recebeu de Bomba, na cara de Henrique, e tocou com categoria no canto direito, matando definitivamente a partida em 6 x 1.

A confusão tomou conta da partida após o sexto gol. A marcação da oitava falta sofrida pelo Camelo gerou muita polêmica, não pelo lance da falta, mas sim pela localização do tiro livre direto. A dúvida era se a cobrança seria um metro atrás da linha da área, ou da linha um pouco à frente da risca do meio da quadra. Após o desentendimento entre os jogadores e arbitragem, Tadeu chutou colocado no canto direito, mas Fábio se esticou inteiro e pegou a cobrança. Depois disso o árbitro apitou fim de jogo.

O Condor´s folga na próxima rodada, pois seria o duelo diante do eliminado Pé de Pano. Com 23 pontos e ainda na ponta, torce por derrota do Báguas contra o TNT para ser o líder do grupo. O Camelo enfrenta seu concorrente direto para não cair, o Arena, e precisa da vitória para permanecer na Bronze.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Roleta Russa 3 x 4 Coringa

CORINGA VENCE E SEGUE NA BRIGA PELA CLASSIFICAÇÃO ÀS QUARTAS


Roleta Russa não consegue manter o mesmo ritmo do 1º tempo, sofre os gols e para na defesa oponente, mas tem vaga garantida na próxima fase

Por Heron Ledon

O Coringa buscava a vitória para assumir a ponta da tabela momentaneamente e torcer por tropeços de Palestrinha da Catarina e DPGamos – o que não aconteceu. Já o Roleta Russa queria assegurar sua presença nas oitavas de final – meta conquistada com combinação de resultados. Após uma primeira etapa equilibrada, o time de azul e branco marcou dois golaços e se defendeu bem para garantir o triunfo sobre o adversário.

Antes da partida, o atacante Folha, do Roleta, fez uma promessa para o recém-aniversariante Lói, prometendo-lhe uma homenagem caso fizesse um gol. E, com 4 minutos de bola rolando, o fez! Ele pegou a gorducha na intermediária e mandou-a para o gol; ela desviou na marcação e foi ao canto direito de Gui Polisel, enganando-o. Então, o atacante veio às grades, chegou perto de Lói e falou: “Aqui é Acidus, caraleo!!!”, para as risadas de quem observava a cena.

A alegria do Roleta durou pouco, pois Daniel Capel tratou de virar a partida. No minuto seguinte, Pi cobrou falta e acertou a pelota no poste direito de Edu. A zaga a afastou parcialmente, e ela sobrou para o zagueiro estufá-la nas redes. Depois, aos 8, Japa Mori tabelou com Renatinho e bateu colocado, mas o goleiro espalmou. Porém, a defesa afastou mal de novo, e Renatinho pisou para Daniel fazer seu segundo gol e virar o placar.

Apesar do festival de chutes para fora, as equipes criavam bem pelo meio, mas era o Coringa que chegava com perigo. Bola alçada na área, e Rafinha bateu colocado, mas Fê tirou em cima da linha, salvando o Roleta de levar o terceiro gol. Minutos depois, Daniel, da defesa, lançou para Rafinha, que, desta vez, deu um leve toque no canto, porém Edu tirou para escanteio.

Já na segunda metade do primeiro tempo, foi o Roleta quem teve as principais oportunidades, visto que não parava de correr atrás do marcador. Thales, sempre em velocidade pelas pontas, tocou para Bruninho, livre dentro da área, mas o atacante se desajeitou e espirrou a bola para o arqueiro. Depois, Preto deu passe para Thales na esquerda, que esperou a bola pingar e fuzilou cruzado ao gol, porém Gui fez ótima defesa.

Rafinha teve mais uma chance de ampliar após receber lançamento na direita, disputar com o zagueiro, mas mandar a bola na trave. Assim, o Roleta seguiu atacando até chegar ao empate nos acréscimos. Folha pegou a gorducha na direita, saiu contra o goleiro e bateu forte ao gol, porém Gui fechou bem o ângulo e defendeu com a perna. Mas, no rebote, Thales chutou firme e cruzado para o fundo do gol.

Mesmo com o intervalo, o Coringa quis responder rápido ao empate sofrido. Com um minuto de segundo tempo, Gui Frederick, que acabara de entrar, mandou um belo chute pelo meio, obrigando Edu a fazer uma excelente defesa no canto esquerdo. Promessa de boas jogadas e gols para o decorrer da partida.

E foi isso o que realmente aconteceu. Renatinho cobrou escanteio para Japa Mori, e o camisa 4 deu uma cabeçada perigosa, mas para fora. Segundos depois, Farias recebeu a pelota no meio, cortou do zagueiro e bateu bonito no ângulo direito de Edu. Um golaço!

Com a volta do adversário à frente no placar, o Roleta pediu tempo para ajustar a equipe e não perder o foco da partida. Mas de nada adiantou, e o Coringa ampliou o marcador com mais um golaço. Gui Frederick recebeu na esquerda, passou o pé por cima da bola e deixou Thales para trás, que foi seco no lance. Então, em velocidade, ele invadiu a área e deu um leve toque para tirar do goleiro e colocar a bola no fundo do gol. Antes disso, o atacante já quase havia feito após receber lançamento e desviar de cabeça e de costas para o goleiro, que se esticou todo para defender.

Era uma partida muito boa e corrida, sempre com jogadas em velocidades. E foi nesse ritmo que o Roleta não desistiu de correr atrás do empate e conseguiu descontar aos 12 minutos. Caio subiu com rapidez, passou pelo marcador e, na linha de fundo, cruzou para Bruninho. Dentro da área, o atacante, então, desviou para o gol; a bola ainda tocou da trave antes de entrar.

Com o domínio do Coringa na segunda etapa, o Roleta tinha muitas dificuldades de atacar e bloquear a zaga adversária, mas também conseguia segurar o avanços do time azul e branco. Assim, só teve uma boa oportunidade de empatar no final do duelo. Thales roubou a gorducha na saída de bola oponente, avançou pela direita e bateu na trave. Renatinho também acertou o poste após subir pelo meio e bater rasteiro ao gol.

Apesar da derrota, o Roleta Russa tem vaga garantida na próxima fase devido aos tropeços dos adversários e, no momento, ocupa a 6ª colocação com 11 pontos. Ele, agora, tem confronto direto contra o Derrubada por melhores posições na tabela. Já o Coringa manteve-se na terceira posição devido às vitórias de Palestrinha e DPGamos. Na rodada final, ele disputa a vaga direta às quartas de final justamente contra o vice-líder Palestrinha da Catarina.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Palestrinha da Catarina 6 x 2 Irado’s

DESEQUILÍBRIO EMOCIONAL FAZ IRADO’S SOFRER A VIRADA


Palestrinha perdia de 2 x 0, mas aproveitou-se da vantagem numérica para empatar e, no segundo tempo, massacrar seu adversário

Por Heron Ledon

A equipe do Irado’s teve a chance de se livrar do risco da degola e de entrar no G-6, mas a desperdiçou devido ao fator psicológico, que não foi cuidado em dois lances de jogo. O time dominava o duelo e ganhava por 2 x 0, porém, no final do primeiro tempo, sofreu o empate depois de levar um cartão amarelo. No início do segundo, veio o vermelho, e o Palestrinha foi com tudo ao ataque para fazer mais quatro gols – só não fez mais devido à ótima atuação de Alan – e se manter na briga pela classificação direta às quartas de final.

Apesar de a primeira grande chance de gol vir com apenas 30 segundos de jogo – Lucas Barbosa, do Palestrinha, tocou para Hiro, dentro da área, completar ao gol, mas Ninja tirou em cima da linha – o placar só foi aberto aos 8 minutos. Diego rolou para Ninja concluir com o chute, que foi defendido parcialmente pelo goleiro Regis. Então, no rebote, Diego chegou de rasteira na entrada da área para estufar bonito as redes. Um golaço!

O Palestrinha, assim, tentou dar o troco. Primeiro, com passe de Guga, na linha de fundo, para Lukinhas bater à queima-roupa de dentro da área. No entanto, Alan, no reflexo, fez ótima defesa com a perna. E, depois, com Hiro, que pegou a bola sobrada na intermediária e a mandou para o gol, porém lá estava o camisa 12 para defender mais uma – desta vez, no alto.

Mesmo com esses dois lances de perigo do Palestrinha, era o Irado’s quem dominava o duelo. A equipe tinha um bom toque de bola e chegava com muito perigo, sem contar que se defendia muito bem e vibrava em cada lance disputado. Nesse ritmo, conseguiu ampliar o placar. Hubert, em contra-ataque, ficou livre na esquerda e bateu forte e certeiro no canto direito de Regis, fazendo o segundo. Antes do gol, Vina também teve sua chance ao chutar forte pelo meio, mas o arqueiro pulou bonito para defender em dois tempos.

Logo no mesmo minuto do gol, aos 18, Jales e Apollo se estranharam e ambos levaram o cartão amarelo. Ninja, que até então não tinha nada a ver com a história, se envolveu na confusão e também amarelou. Então, o Palestrinha aproveitou-se de ter um atleta a mais e empatou o duelo. Robinho, próximo à linha de fundo, pisou para Guga completar ao gol dentro da área. E, aos 21 minutos, Danilo Issa deixou tudo igual ao receber passe no segundo pau e empurrar para o fundo das redes.

O time do Irado’s, nitidamente nervoso e abatido com o empate, teve a esperança de gols renovada com a chegada do artilheiro Muriloko, que entrara no finalzinho da primeira etapa. No entanto, de nada adiantou, visto que, com dois minutos de segundo tempo, Vina reclamou de falta marcada contra sua equipe e levou o amarelo. Revoltando-se mais ainda, foi expulso – e teve de ser contido pelos companheiros para não ir para cima dos árbitros.

A partir de então, só deu Palestrinha, que não perdoou seu adversário. Dois minutos depois, Danilo Issa rolou para Lukinhas, que, livre de marcação, bateu firme no canto direito de Alan. Era a virada. E o quarto gol saiu com Robinho. Apollo, no meio-campo, viu o camisa 17 passar por trás do zagueiro e ficar sozinho na linha de fundo e fez o passe em profundidade para ele. Robinho, então, sem ângulo, chutou para o gol, e a bola tocou no pé do goleiro antes de entrar.

A cada lance, Alan defendia como podia os arremates e evitava uma goleada. Como quando Lucas Barbosa saiu de frente com ele e realizou o chute. O arqueiro fez a defesa e, no rebote, Danilo bateu de novo, para outra defesa de Alan. Porém, lances depois, o goleiro não conseguiu impedir a boa triangulação oponente que culminou no quinto gol. Danilo, pelo meio, rolou para Robinho, que tocou para Lucas completar.

O tempo passava e nada mudava: pressão total do Palestrinha. Em rápido ataque, Lucas deu passe para Danilo, livre dentro da área, bater pro gol, porém Alan pegou mais uma! No entanto, no minuto seguinte, aos 17, Lucas finalmente marcou o seu ao tabelar com Lukinhas e empurrar a gorducha para o fundo das redes, fechando o placar.

Nos minutos finais, o Irado’s teve duas chances de descontar o marcador. Hubert, que fez uma boa partida – japesar de escorregar muito com suas chuteiras sem cravos –, tocou para Erick, o qual bateu forte no canto esquerdo de Regis, obrigando-o a pular para evitar o gol. Depois, Muriloko limpou de Amaral na intermediária e explodiu a bola na trave esquerda do goleiro. Guga ainda teve a chance de fazer mais um, mas Alan, novamente, espalmou bonito o chute do atacante.

O Palestrinha da Catarina se mantém na segunda colocação da tabela, com 25 pontos. Na rodada final, a equipe terá a disputa direta com o Coringa para ver quem avança direto às quartas de final – ou mesmo se fica em 1º lugar caso o DP tropece. O Irado’s fica na 9ª colocação com 7 pontos. Se ganhar do lanterna Toque Me Voy e torcer por outros resultados, poderá ir à próxima fase. Mas, caso tropece e o Cachorro Velho ou o Os Mostardas triunfem, dirá adeus à Bronze.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Cachorro Velho 5 x 5 Absolutos

CACHORRO VELHO BUSCA EMPATE HEROICO


Absolutos abre 2 x 0, mas sofre a virada e se salva com gol de Rapha Kfouri no finalzinho

Por Rafael Ruiz

Jogo disputado, desse modo que podemos descrever o confronto dessa tarde. Os caninos mostraram garra e conseguiram uma virada heroica depois de sofrerem um gol relâmpago e estarem atrás do placar a maior parte do tempo, porém no fim, o Absolutos reagiu e, com Rapha Kfouri, conquistou o empate, frustrando o adversário e mantendo-o ameaçado de rebaixamento.

A partida teve o seu rumo alterado logo aos 12 segundos. Depois que o Absolutos deu a saída, e a bola chegou a Rafa Alencar, que recebeu pela esquerda e foi logo chutando rasteiro e forte para abrir o placar. Isso foi um duro golpe ao CV, que buscava escapar da zona da degola, uma vez que, teriam que sair para o jogo.

Após essa rápida chegada, o confronto ficou nas mãos dos Absolutos, tanto que o time chegou mais uma vez com Rafa Alencar. O camisa 3 recebeu pela esquerda e chutou forte, a bola bateu na trave e saiu. No minuto seguinte, os cachorros enfim levaram perigo ao gol de Demétrius, que, aliás, foi obrigado a trabalhar depois da chegada de Tupi colocando a redonda pra fora. De novo, o encontro entre Tupi e Demétrius, e mais uma vez o camisa 85 se deu bem contra o atacante. No entanto, depois dessas duas chegadas, o Absolutos conseguiu ampliar e complicar as ações do time da PUC. Quem marcou foi Marcelo aproveitando inicialmente uma boa defesa de Botana em chute de Renato. Contudo, após essa defesa, Botana e Pody se atrapalharam e entregaram para Marcelo, que só empurrou para o gol. 2 x 0.

Tentando diminui o prejuízo, o CV foi logo chegando, dessa vez com Pody. O camisa 8 avançou pela direita e tentou surpreender chutando cruzado, porém Demétrius defendeu bem colocando para escanteio. No lance seguinte, Tupi, aproveitando a dominada de Matheus Carvalho, por pouco não fez. Ele chutou forte, mas Demétrius mais uma vez pegou bem, dessa vez com os pés.

Após o gol, o Absolutos recuou e passou a explorar os contra ataques. Enquanto isso, o cachorro tentava, mas sem sucesso. Pody, outra vez pela direita, encontrou Tupi do outro lado, no entanto este não chegou a tempo. O duelo estava interessante entre Demétrius e Tupi, e em outra oportunidade o goleiro se saiu bem, e mais uma vez com os pés o arqueiro conseguiu impedir outro gol.

Na metade do primeiro tempo, Giggio fez boa jogada em velocidade pela esquerda, mas errou no último passe. Um gol poderia mudar o rumo do confronto. E enfim o Cachorro chegou lá. Pedrinho recebeu livre de marcação pela esquerda e arriscou, a bola bateu na trave e entrou.

O jogo caiu um pouco de rendimento e passou a ser mais truncado, afinal antes do fim da primeira etapa o jogo teve 2 cartões amarelos e apenas um lance de perigo. O primeiro aos 19 minutos, com Rapha Kfouri, que deu um toque em Chuck por trás. Em seguida, Giggio criou mais uma jogada e de novo Demétrius defendeu bem. E no último lance de destaque, aos 22 minutos Matheus Carvalho tomou amarelo.

Com o fim do primeiro tempo, os cachorros teriam que se organizar e acertar os chutes para conseguir reverter a situação. E então veio a segunda etapa, e com ela a primeira chance logo aos 17 segundos por parte do Absolutos. C. Labate dominou no meio e chutou. A bola bateu na trave e saiu. Contudo, parece que quem entrou mais ligado foi o Absolutos. Rafinha Haddad dominou pela direita e arriscou para fazer o seu primeiro gol.

Os cachorros, tentando mostrar força, apareceram outra vez na cara do gol, e de novo com Giggio, que tentou pela esquerda e quase fez. Aos 5 minutos, uma falta boba na lateral direita rendeu a C. Labate o amarelo. Na cobrança, a bola foi rolada para Tupi, que encontrou Thiaguinho livre para empurrar para a rede. 3 x 2.

O Cachorro demonstrava muita garra e determinação para empatar, porém na maioria das vezes esbarrava em Demétrius, que defendeu duas vezes, sendo a última de suma importância, uma vez que a sua defesa armou um contra golpe mortal. A bola caiu nos pés de Rafinha Haddad, que chutou forte e anotou o seu segundo gol.

O gol poderia ter sido o fim da linha para o CV, no entanto a situação ainda não havia sido definida, tanto que Thiaguinho avançou com a bola e rolou para Giggio diminuir de novo. O Absolutos, naquele momento, não conseguia desempenhar o mesmo ritmo da primeira etapa, já que o CV subiu a marcação e pressionava a saída de bola. No entanto, Rafinha Haddad ainda se destacava, como em chute que saiu pela linha de fundo. Depois disso, o Cachorro criou mais uma chance e, com muita garra e determinação, virou o placar. Na jogada, o Absolutos se viu pressionado e, no abafa, acabou colocando para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para Pedrinho, livre de marcação, chutar no canto e marcar. Era o empate.

Aos 19 minutos, Rafinha Haddad acertou o travessão. Giggio retribuiu na mesma moeda e em seguida virou o jogo girando na área. A alegria canina parece completa, mas caiu por terra quando Rapha Kfouri recebeu livre pela esquerda e chutou cruzado, sem chances para Botana.

Com o fim de jogo, o Cachorro Velho saiu da partida com uma sensação de que faltou pouco para vencer. E com isso se vê em situação ainda complicada na tabela de classificação, ficando um ponto na frente d’Os Mostarda. Precisa da vitória diante do Opalas para afastar qualquer risco de rebaixamento. Por outro lado, o empate não foi muito ruim ao Absolutos, já que se solidifica na parte intermediária da tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA

Bacaninha 3 x 3 Roleta Russa Clássico

BACANINHA EMPATA COM ROLETA NO ÚLTIMO LANCE


Roleta abre vantagem de três gols até meados do segundo tempo, mas nos 10 minutos finais o Bacaninha se supera e arranca o empate

Por Renato Malaguti

Se fossemos levar em consideração a colocação na tabela, o Bacaninha não teria muitos problemas para abater o Roleta Russa Clássico. Entretanto, o time comandado por Affelay, Baru e Guaraná teve um bom posicionamento defensivo e soube valorizar as oportunidades de gol, só não levando a vitória porque o empenho bacana foi premiado com gol no lance final de jogo.

Nos primeiros minutos, ambos os times levaram perigo aos goleiros. De um lado, o Roleta chegou em chute de Affelay próximo à lateral, mas Vitão, substituindo Gamito, bem posicionado, fez boa defesa. Do outro, em contra ataque rápido, Filipe ficou cara a cara com It, mas o arqueiro saiu bem do gol e salvou o Roleta. It foi substituído pelo atrasado Guaraná por volta dos sete minutos, mas fez bem seu papel enquanto esteve debaixo das traves.

Aos oito minutos, em chute de Fifo, a redonda desviou em Caio e acabou entrando, matando Vitão no lance. Fifo, empolgado com o gol e a faixa de capitão, rolou bem para a chegada de Affelay, que chutou com perigo ao lado do gol. Se o Roleta começava a gostar do jogo, o Bacaninha tratou de mostrar que tinha ataque do seu lado. Assim, próximo aos 10 minutos, em lance de escanteio, Lê Leme ficou livre, mas na hora do bate Baru travou. Em seguida, o camisa 11 levou perigo novamente, mas Guaraná fez boa defesa. O goleiro pegou outra ainda em contra ataque puxado por Velardo.

As oportunidades a favor do Bacaninha foram criadas, mas a zaga do Roleta – principalmente com o veterano Baru – e Guaraná estavam muito bem no jogo e assim os “clássicos” Roleta iam segurando a juventude bacana.

Mesmo encontrando dificuldades em marcar, o Bacaninha continuou indo para cima. Lê Leme, em jogada individual, puxou para o meio, mas na hora do bate foi novamente travado. Em seguida, ele conseguiu chutar, levando perigo, mas para fora. Em outra chance, Lê recebeu em contra golpe e mandou por cima do arco. Se o Bacaninha não acertava o gol, quase que Affelay fez contra ao cabecear a bola após escanteio adversário. Guaraná salvou a pátria.

Mostrando que não estava morto no jogo, em chute de longe de Affelay, a bola bateu na trave. Se o Bacaninha errava, o Roleta se aproximava mais de fazer o segundo. Nos últimos cinco minutos do primeiro tempo, o Bacaninha levou perigo com João Paulo, que puxou para a esquerda e chutou bem, mas Guaraná fez boa defesa. No rebote, sem goleiro, Leonardo Ricca bateu, mas em cima da linha Fifo afastou.

No primeiro tempo, a zaga clássica e o arqueiro Guaraná foram peças fundamentais para a vitória parcial da equipe. Se o Bacaninha quisesse algo mais teria que ser mais eficiente na hora da conclusão. Quando começou o segundo tempo pareceu que o time dourado não mudaria seu ritmo. Assim, o Roleta ampliou a vantagem com passe de Leandro e finalização livre de marcação de Affelay.

O Bacaninha logo parou o jogo em tempo técnico. Durante a pausa, Velardo, capitão do Bacaninha, foi reclamar do cartão amarelo tomado, alegando não ter ofendido o árbitro. O gol do Roleta aconteceu com um jogador a mais e isso abalou de certa forma o time. Na volta, a partida ficou muito menos ofensiva. Somente cinco minutos depois, Caio Cesar aproveitou boa ajeitada mas mandou por cima do gol. Em seguida, após pegar bola com a mão, foi a vez de Nação, o surfista bronzeado, tomar cartão amarelo.

Com a vantagem numérica o Bacaninha foi para cima. Leonardo Ricca recebeu dentro da área, mas, na hora do bate, de novo o monstro da zaga Baru travou e mandou para fora. Em seguida, por reclamar com a arbitragem, Lê Leme tomou amarelo.

O Roleta, com isso, conseguiu aproveitar o jogador extra com mais eficiência. Affelay fez boa jogada individual, puxou para esquerda e soltou o pé, mas a bola bateu na trave. Em seguida, Leandro chutou de longe valorizando o mal posicionamento de Vitão e fez o terceiro.

O placar de 3 x 0 parecia decretar a derrota bacana. Entretanto, foi a aí que o Bacaninha mostrou reação a ponto de fazer gols rapidamente e manter-se vivo ainda no jogo. O primeiro veio com Renato. O segundo foi marcado por João Paulo, que recebeu a bola dentro da área e soltou o pé. A bola ainda bateu na trave antes de entrar, impossibilitando a defesa de Guaraná.

O segundo tento foi a deixa para o Roleta para o jogo também e esfriar os ânimos. Mesmo assim, quando a bola voltou a rolar, o Bacaninha não perdeu o gás e continuou martelando. Em lance de contra ataque, Leonardo Ricca ficou cara a cara com Guaraná, mas o arqueiro saiu bem e salvou a equipe de tomar o empate. A coisa parecia perfeita para o Roleta quando Lê Leme tomou o azul após falta dura mais Affelay, que saiu mancando de quadra. De fato, só parecia, pois, no último lance, surpreendendo a todos, o Bacaninha conseguiu o empate com Leonardo Ricca após jogada travada com a zaga que matou Guaraná.

Com esse empate relâmpago conquistado nos últimos 10 minutos, o Bacaninha vai a 16 pontos e ocupa a 4ª posição. Já o Roleta segue em nono. Na próxima rodada, o Roleta, já eliminado e sem chances de cair, pega o Xoras, oitavo colocado e querendo melhorar de posição. O Bacaninha pega o forte Basicus, terceiro na tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA

TNT 4 x 1 Arena

TNT ABUSA DO ENTROSAMENTO E VENCE O ARENA


Grande atuação de Chicão no segundo tempo e gol perdido por Alan, sem goleiro, provaram que o dia não era do Arena

Por Eduardo Bernardi

O sexto colocado do Grupo A, o TNT, deixou o Arena, décima colocado, em uma situação ainda mais delicada. A vitória da equipe manteve o Arena a um ponto da zona de descenso. O meio de quadra do TNT teve uma atuação impecável. Carlos Kramer e Fiel fizeram uma partida espetacular, comandando praticamente todas as jogadas do time. A atuação de Chicão debaixo das redes completou a grande atuação da equipe, que quer melhorar de posição na tabela para fugir dos bichos papão do outro lado no mata mata.

A partida começou muito corrida, com muitos erros de passe. O primeiro bom lance foi do TNT. Salas chutou forte da ponta direita, a bola raspou a trave esquerda. No lance seguinte, Carlos Kramer ficou cara a cara com Leandro Thales, mas acabou chutando completamente torto.

Só dava TNT. O Arena estava completamente preso na defesa. A equipe não conseguia acertar nenhum contra ataque sequer. Aos 8 minutos, Salas recebeu na entrada da área, completamente livre, e encheu o pé no meio do gol. Leandro Thales fez uma defesa incrível.

A pressão do TNT deu resultado aos 12 minutos. Carlos Kramer fez linda jogada pela esquerda e tocou no meio para Salas apenas empurrar para o fundo do gol. 1 x 0. Mesmo perdendo, o Arena permaneceu recuado. Entretanto, um lampejo ofensivo aos 17 minutos rendeu o empate. Bruno surpreendeu a todos fazendo um golaço de voleio, no ângulo esquerdo, após cobrança de escanteio.

O empate deu moral para o Arena, que começou a partir mais para o ataque. Com isso, o TNT começou a aproveitar os espaços deixados pela defesa do Arena, que continuava não conseguindo chegar com perigo. Salas, após vacilo da defesa, ficou sozinho dentro da área, com o goleiro no chão, e isolou a melhor chance de colocar o TNT novamente na frente do placar.

Os minutos finais da primeira etapa foram de amplo domínio do TNT, que parava na boa e eficiente marcação do Arena. A segunda metade começou mais corrida do que a primeira, com o TNT atacando com praticamente todos os jogadores. Aos 3 minutos, Passareli recebeu no meio e encheu o pé no canto esquerdo de Leandro Thales. 2 x 1.

A partir daí a partida ficou muito monótona. Os jogadores aparentavam cansaço a o setor defensivo de ambas as equipes funcionava melhor do que o ofensivo. O Arena só melhorou aos 10 minutos, quando passou a chegar com mais propriedade, levando certo perigo à meta de Chicão. Douglas recebeu na direita, completamente livre, e chutou no cantinho, Chicão fez uma defesa espetacular. No minuto seguinte, Sugos cortou para o meio e mandou um foguete no meio do gol, ampliando o marcador para o TNT.

O Arena respondeu com Bruno, que chutou da entrada da área, mas Chicão fez mais uma defesa incrível, no canto direito. A pressão, agora, era mesmo do Arena, que teve a prova de que não era dia da equipe aos 20 minutos, quando Alan driblou o goleiro e, sozinho, mandou na trave. Inacreditável. No minuto seguinte, Fiel recebeu na área e só teve o trabalho de tirar de Leandro Thales para fechar o placar em 4 x 1.

No último lance do jogo, Daniel chutou forte, no ângulo, mas Chicão coroou sua atuação de gala com uma linda ponte no canto direito. Após a vitória, o TNT tem pela frente o vice-líder Báguas no jogo mais importante da rodada final – afinal, o Báguas precisa dos 3 pontos para coroar sua subida direta à Prata. Já o Arena, com apenas 3 pontos, enfrenta o penúltimo colocado, Camelo. Se perder, cai para a 4ª divisão.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Toque Me Voy 1 x 4 DPGamos

DP SUPORTA PRESSÃO DO ADVERSÁRIO E TRIUNFA PARA SE GARANTIR NAS QUARTAS DE FINAL


Apesar do golaço do garoto Richard, Toque domina a partir da segunda metade do primeiro tempo, mas não aproveita suas chances para virar o duelo e sair do Z-2

Por Heron Ledon

Um jogaço! Quem esperava um duelo desequilibrado entre o líder e o lanterna do Grupo B com certeza se surpreendeu com o que viu. Emocionante do começo ao fim, a partida ainda teve a presença de jogadores do Coringa e Palestrinha, que torciam pelo tropeço do DPGamos. Além de contar com a pintura de Richard – um gol de bicicleta –, o time vermelho foi muito eficiente na marcação para segurar os ataques e a pressão do Toque Me Voy, comandado por Silas, que teve uma excelente atuação. Então, ganhou aquele que soube aproveitar melhor as chances de gol.

O DPGamos entrou em quadra já com a obrigação de vencer para seguir na ponta da tabela devido às vitórias de Coringa e Palestrinha. Então, criou boas chances de gol desde o início. BB cobrou lateral para Richard, que cabeceou bem, e a pelota passou perto do poste de Danilão. Depois, em bola espirrada na área, Kaká bateu prensado e Zeca completou em direção ao gol, mas a redonda tocou no travessão, e a zaga a afastou.

O jogo estava muito pegado, com divididas de bola muito fortes. O Toque Me Voy, que precisava da vitória para sair da zona do rebaixamento – já que seus oponentes haviam perdido –, tinha dificuldades para atacar o adversário. Porém, teve ótima chance de abrir o placar com Silas, que, do meio de campo, viu o espaço aberto e mandou uma bomba para o gol, mas a bola explodiu no travessão. O goleiro Márcio só olhou.

Ainda superior no confronto, o DP conseguiu abrir o placar aos 13 minutos, e com dois gols relâmpagos. No primeiro, Richard recebeu na esquerda, limpou bonito do marcador e rolou para Kaká, dentro da área, completar ao fundo do gol. Segundos depois, Richard estava na entrada da área quando recebeu um passe no alto. Ele, então, de costas para a meta de Danilão, matou no peito e virou uma linda bicicleta, estufando a bola nas redes. Um golaço! Surpreendendo e encantando todos que assistiam à partida.

A partir de então, só deu Toque no ataque. Leandro tentou por duas vezes dentro da área, mas o goleiro Márcio defendeu ambas. Depois, aos 20 minutos, Silas fez bom lance e virou a jogada para Leandro, na direita, que devolveu ao camisa 16, o qual arrematou com muito perigo para fora.

De tanto insistir e pressionar o oponente, o time de azul e preto conseguiu descontar o placar. A zaga do DP afastou mal a gorducha, e ela sobrou para Silas, na direita, que a fuzilou para dentro do gol, sem chances de defesa para Márcio. A dois minutos do intervalo, novamente Silas – o mais perigoso do Toque – teve boa oportunidade ao pegar a bola próximo à linha lateral e mandar uma bomba ao gol, a qual explodiu no travessão, tocou no arqueiro e a zaga tirou o perigo.

E o Toque Me Voy continuou com tudo na volta para a segunda etapa. Bruno, da direita para o meio, cortou de Alê e de Klóvis, e bateu rasteiro, mas no meio do gol, e Márcio realizou a defesa com a perna. O goleiro quase se complicou no bom chute de Rene no alto ao tentar segurar a bola, e ela espirrar em suas mãos e ir para escanteio. Porém, ele se redimiu ao defender mais um chute de Bruno, que arriscou forte para o gol após limpar bonito do marcador.

“Olê, olê! Toque, Toque!!!”, gritavam os jogadores do Coringa que secavam o DP. O time, então, pediu tempo para esfriar a empolgação do adversário e ajustar a equipe. A bola rolou novamente e sobrou para Kaká dentro da área, que a mandou à queima-roupa ao gol, mas Danilão fez ótima defesa e evitou mais um tento oponente. Em resposta, Healey cobrou escanteio para Leonardo, que, livre na meta de Márcio, tocou fraquíssimo para a defesa do arqueiro.

Leonardo teve mais uma chance ao limpar do marcador em velocidade na esquerda e bater para o gol, mas Márcio espalmou para escanteio. Após cobrança, Bruno cabeceou sozinho para fora. Como, quem não faz toma, o DP ampliou o placar. Era o terceiro, aos 18 minutos. Em rápido ataque, Dú tocou para Kaká, que bateu da entrada da área. A bola desviou no zagueiro e foi para dentro do gol, enganando o goleiro Danilão.

Mesmo com Silas jogando muito – trocando bons passes e defendo bem quando necessário – e Bruno e Leonardo atacando com perigo, o Toque Me Voy não conseguia de jeito algum fazer os gols, devido também às más conclusões das jogadas. O time vermelho, então, se segurava muito bem, apesar da pressão, e era eficiente nas chances que tinha. Assim, a equipe fechou o placar no minuto final. Nando cobrou escanteio e Richard, sumido no segundo tempo, desviou para as redes.

Com a vitória, o DPGamos continua líder invicto com 26 pontos e conquista a sua vaga direto às quartas de final. Ele defenderá sua liderança contra o Os Mostarda. Já o Toque Me Voy perdeu a chance de sair do Z-2 com os tropeços dos que também brigam para não cair e o time segue na lanterna do grupo. Se vencer o confronto direto com o Irado’s ele ainda precisará torcer por empate ou derrota do Cachorro Velho ou d’Os Mostarda para escapar do rebaixamento.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA

Báguas 4 x 3 Basicus

BÁGUAS JOGA MELHOR E VENCE BASICUS


Em partida que fez jus a duelo de primeiros colocados, Báguas sofre no finalzinho mas garante vitória, principalmente graças a Genaro e Ugão, destaques da partida

Por Renato Malaguti

Antes mesmo de começar a partida, todos esperavam um duelo épico entre Báguas e Basicus, considerados por muitos as equipes mais fortes do Chuteira de Bronze – ao lado de Condor’s. Na verdade, a partida era encarada como a decisão para ver quem subia à Prata, já que o vitorioso precisaria de vitória simples na rodada final para ser o líder do grupo.

Desde o apito inicial o alto nível do futebol foi demonstrado com certo equilíbrio, mas mesmo que por um pouquinho, o Báguas foi superior, principalmente com Genaro e Ugão, destaques individuais da partida.

No começo, em chute de longe, Cesinha levou perigo a favor do Báguas, mas Roland fez boa defesa. Do outro lado, também em chute de longe, Allex obrigou o arqueiro Symon a defender bola perigosa. Com todo vapor de uma decisão, o primeiro gol veio à tona de forma rápida. Aproveitando rebote de Roland em chute de longe, que espalmou bola pra frente, Genaro tocou de cabeça e fez o 1 x 0.

Depois de marcar o primeiro, o Báguas se empolgou e foi ainda mais para cima do Basicus. Em lance de contra ataque, Danilo tocou para Concha, que chutou forte no mesmo canto de Roland, mas a bola acabou indo para fora. Alguns minutos depois, Cesinha deu bom lançamento para Concha dominar bem de peito, mas antes do bate Roland se antecipou e afastou a redonda.

Por volta dos 12 minutos de bola rolando, surpreendendo a todos, Juninho pegou na veia do meio da rua, empatando o jogo. Assim como o Báguas após marcar o primeiro, o Basicus também se empolgou. Após receber dentro da área, Veneza chutou mas o arqueiro Symon. Entretanto, em chute de longe como o de Juninho, só que a favor do Báguas, Genaro soltou o pé e acertou o ângulo. Roland pulou, mas não alcançou.

Era evidente que o jogo estava pau a pau, não só pelos gols, mas também pela forte marcação de ambas as equipes. Cada bola tirada era motivo de grito. Faltando cinco minutos para o término parcial, Állex interceptou lançamento no campo defensivo que acabou sobrando para Jorjão. O camisa 9 não desperdiçou e encheu o pé para marcar o terceiro do Báguas, colocando a equipe pela primeira vez em vantagem de dois gols. Entretanto, o Basicus não pareceu ter se surpreendido com o gol e foi para cima. Em boa jogada individual, Bolas foi levando desde a zaga, passou por dois e chutou rasteiro, mas o goleiro defendeu com o pé. Do outro lado, Ugão encontrou Danilo vindo de trás. O camisa 2 soltou o pé, mas Roland fez boa defesa e mandou para escanteio. No último lance da etapa, esbanjando habilidade, Ugão tentou de bike mas acabou mandando a bola por cima do gol.

O primeiro tempo foi digno de equipes que ocupam o topo da tabela, mas o Báguas conseguiu demonstrar superioridade, refletida no placar. Na volta para o segundo turno, logo no começo o Báguas ampliou em contra golpe com Ugão. O contra ataque virou a arma ideal para o time de Carlão. De novo Ugão, desta vez ele tocou para Genaro, que saiu cara a cara com Roland. Ele tentou driblar o goleiro, mas o arqueiro levou a melhor tirando com o pé.

Do outro lado, mostrando que estava vivo, o Basicus foi para cima e quase fez o segundo gol. Ugão passou de meia finalizador para zagueiro e salvou em cima da linha duas vezes seguidas. Alguns minutos depois ele tentou de bicicleta – assim como no final do primeiro tempo – mas dessa vez levou mais perigo, mesmo assim, para fora.

Aos 10 minutos o time do Basicus pediu tempo técnico. Na volta, a equipe ficou muito mais ofensiva. Em lance rápido, Puff recebeu próximo à área e chutou cruzado para marcar 4 x 2. Porém, tentando mostrar que a melhor defesa é o ataque, o Báguas não se reprimiu e foi para cima, com Danilo e Genaro, mas nas duas vezes Roland fez boa defesa. De forma mais eficiente, Puff bateu de longe e o goleiro deu rebote. De forma oportuna, Veneza fez a favor do Basicus, encostando de vez no placar. Do lado de fora, ouvia-se: “O Báguas cansou”.

Se cansou ou não, fato é que o time parou o jogo em tempo técnico. Na volta, em jogada aérea, Veneza deu boa cabeçada, mas o goleiro Symon pegou. Já o Báguas também criou boa oportunidade com Concha, que conseguiu driblar Roland, mas na hora do bate mandou para fora.

Mais dois ataques: em jogada ensaiada de falta, Állex bateu rasteiro e o goleiro pegou com o pé. Em seguida, Jorjão meteu de cabeça na trave, na sobra, Feijão mandou para fora. Para fechar, No ataque rosa, um lance polêmico aconteceu. O Basicus reclamou de pênalti em bola desviada com a mão pelo zagueiro, mas o árbitro nada marcou.

Com essa vitória suada, o Báguas fica em segundo lugar no grupo, com 22 pontos, mas ainda joga na rodada final enquanto o líder Condor’s folga. É vencer o TNT e comemorar a ascensão à Série Prata. O Basicus, em terceiro, enfrenta o Bacaninha e torce contra o Báguas para ainda sonhar com a liderança. Uma vitória garante ao time a vice-liderança no mínimo.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 10ª RODADA

Xoras 6 x 3 Corleone

XORAS SURPREENDE CORLEONE E APLICA GOLEADA


Vitória deixa equipe de Carioca em situação confortável na tabela; já Corleone perde a chance de encostar nos primeiros colocados

Por Eduardo Bernardi

O Corleone foi surpreendido pelo oitavo colocado, o Xoras. A famiglia começou melhor a partida, mas pecou no posicionamento da equipe, deixando muitos espaços na defesa; com isso, a raça e a precisão do plantel do Xoras foram primordiais para o excelente resultado, que classifica a equipe e agora luta por melhores posições. Nem mesmo a confusão entre árbitros e jogadores apagou o brilho de um belo jogo. A vitória por 6 x 3 foi mais do que justa.

Quem começou atacando mais foi o Corleone. O Xoras estava completamente recuado, jogando com muita cautela, mas o time foi quem abriu o placar. Matheo bateu lateral para Pato, que só escorou para o fundo do gol. 1 x 0.

Após o gol, o Xoras continuou recuado, apostando na velocidade da equipe em contra-atacar. Aos 7 minutos, Pato recebeu no meio, limpou o marcador e tocou com categoria no canto direito de Marcelo Russo, marcando o segundo da equipe. O Corleone vacilava muito quando atacava, deixando inúmeros buracos na defesa, aproveitados pelos contra ataques do Xoras.

Aos 12 minutos, o tricolor resolveu partir pra cima. Mingo fez linda jogada pela esquerda e chutou forte no canto direito, mas Marcelo Russo fez grande defesa, mandando para escanteio. O Corleone só conseguiu seu primeiro bom lance no jogo aos 14 minutos, e saiu o gol. Mário Bernardino chutou da entrada da área, a bola desviou na marcação e enganou Tata. 2 x 1.

Ric começou a provocar Manfre, chutando o camisa 12 por trás, fora do lance. O lance passou despercebido pela arbitragem, mas irritou os jogadores do Corleone. Com isso, a partida foi ficando mais tensa. Eram notáveis entradas mais duras de ambos os times.

Mesmo assim, o Xoras seguia melhor. Mingo quase fez outro ao chutar forte do meio. A bola raspou a trave esquerda de Marcelo Russo. Nos cinco minutos finais da etapa inicial, o Corleone se lançou por inteiro ao ataque, deixando ainda mais espaços na defesa. Aos 23 minutos, Mingo fez bela jogada pela direita, cortou a marcação e chutou de bico, no meio do gol, para ampliar a vantagem do Xoras para 3 x 1.

O Corleone pagava pela falta de cobertura da defesa. Para a segunda etapa, a equipe voltou marcando em cima e atacando, mas o Xoras continuava bem posicionado no setor defensivo. Aos 4 minutos, Ric, após cobrança de escanteio, desviou no canto direito. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. 4 x 1. Foi o suficiente para o clima voltar a esquentar. Gui Fenômeno, apelidado de Wee Man pela torcida presente, demonstrava muito nervosismo com as provocações dos jogadores do Xoras.

Administrar o resultado foi a postura adotada pelo Xoras a partir daí. Com os ataques frenéticos do Corleone, os xorenses apenas esperavam na defesa para contra-atacar. Aos 9 minutos, Pato recebeu na área, girou e bateu forte de canhota, deixando Russo sem reação no lance e ampliando ainda mais. Dois minutos mais tarde, Eduardo Garcia respondeu para o Corleone. O camisa 16 encheu o pé da ponta direita, no cantinho esquerdo, e diminuiu. 5 x 2.

Nos dez minutos finais, o clima esquentou de vez. Após uma falta dura em Ric, jogadores de ambas as equipes se desentenderam. A confusão tomou conta da quadra. Piorou quando os árbitros não se entenderam e houve atrito entre um deles e o mesário. No jogo, o resultado do bate boca foi um cartão azul para Fábio Barbosa.

Na retomada, o Xoras permanecia com total controle do jogo. Aos 22 minutos, Carioca, em falta ensaiada, chutou colocado, no canto esquerdo, e marcou o sexto. No último minuto, Gui Fenômeno ainda descontou e encerrou em 6 x 3.

O Corleone tem pela frente o sétimo colocado, Invictus; o Xoras enfrenta o Roleta Russa Clássico, já eliminado, para vencer e tentar melhor posição na tabela.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Opalas 9 x 6 Os Mostarda

MOSTARDA VACILA E SOFRE VIRADA DE OPALAS


Erros antigos ajudam equipe a sair goleada e na zona de rebaixamento. Opalas se classifica e Mostarda vive situação delicadíssima

Por Rafael Ruiz

Ambos vindos de derrotas na última rodada e ameaçados de rebaixamento, não se poderia esperar outra coisa além de um confronto disputado e com muitas oportunidades de gols, na qual um vacilo poderia custar caro. E justamente isso aconteceu do lado mostarda, que teve outro apagão e conseguiu tomar 8 gols após estar vencendo por 4 x 1 no primeiro tempo.

Precisando a qualquer custo vencer, e animado pelo apoio de outras equipes durante a semana, o time mostarda começou com tudo e disposto a resolver rapidamente a seu favor. Com apenas 9 segundos, o capitão Cadu por pouco não inaugurou o placar. Ele avançou pela esquerda e chutou rasteiro. Kadu fez boa defesa colocando para escanteio.

O jogo era truncado, mas com chances de gol. Em cobrança de lateral, Jonathan buscou Bruno Egg, mas a bola foi interceptada e voltou para ele, que dominou e chutou cruzado. O camisa 4 contou com a sorte e o desvio para marcar o primeiro gol da partida.

Animado e aproveitando que o Opalas não conseguia ameaçar sua meta até então, a Nação Mostardense viu um bonito lançamento de Gabri do seu campo de defesa para George, livre de marcação, desviar de cabeça e marcar 2 x 0.

O Opalas chegou com perigo aos 7 minutos, quando Thiaguinho avançou e chutou, mas o goleiro Gerson saiu bem e cortou a jogada. O camisa 17 apareceu outra vez: ele dominou no meio e chutou no canto, diminuindo para 2 x 1 o placar.

O gol poderia ter dado uma esperança ao Opalas, que passou a marcar mais em cima buscando empatar o confronto. No entanto, Os Mostarda reagiu e anotou o terceiro gol. Bruno Egg mostrou oportunismo após a defesa de Kadu em chute de George. Tentando se distanciar no marcador e jogando melhor, o time mostarda criava muitas chances, principalmente com George pela esquerda. Foi ele o autor do quarto gol. Após cobrança de lateral e a briga de Bruno Egg, que ganhou na disputa de cabeça, George dominou e chutou no canto, sem chances para Kadu.

Quando o primeiro tempo se encaminhava para o seu fim, o Opalas reagiu e empatou. O segundo gol foi de Thiaguinho, que acertou um bonito chute no alto em cobrança de falta. Em seguida, após Kadu salvar lance de Dan pelos mostardas, Paulinho recebeu pela esquerda e, sem muitas dificuldades e de frente para o gol, colocou no canto. 4 x 3. Para fechar o apagão, o camisa 7 aproveitou bola levantada na área do corner e marcou de cabeça. O que o Mostarda fez em 20 minutos, o Opalas devolveu em 5.

Veio o segundo tempo e com ele começava a derrocada mostarda, que via o adversário crescer em campo sem um reserva sequer. Em lance de sorte Gerson cortou arremate, mas a bola sobrou para Thiaguinho dominar e chutar praticamente sem ângulo. A bola chegou a tocar na trave e Dan tirou em cima da linha. Ao afastar, sem querer ele ligou contra ataque que terminou em Bruno Egg. E ele não perdoou: 5 x 4 e vibração mostarda.

A partida voltou a ficar truncada e com poucas chances para ambos os lados, porém o Opalas, mais tranquilo e sem pressão, passava a dominar o jogo. Assim, Paulinho apareceu outra vez no ataque e por pouco não fez de primeira. Gerson saiu bem e praticou boa defesa. Porém, na sequência, Paulinho e Gerson ficaram frente a frente outra vez após tabela do atacante com o capitão Léo Chaves. Mesmo caindo, Paulinho conseguiu acertar um bom chute cruzado e igualando novamente.

O gol serviu para abater o time do Mostarda, tanto foi que o Opalas dominou e voltou a marcar. Kinhas recebeu livre de frente para o gol. Com calma, na saída de Gerson, empurrou para as redes. O Os Mostarda ainda teve um lampejo de esperança no golaço de Véio. O camisa 5 recuperou a bola pela direita e, com muita visão, viu Kadu adiantado e meteu uma cavadinha, encobrindo-o. Antes de entrar, a bola bateu no travessão.

Entretanto, a tarde era do Opalas, e de Thiaguinho. Ele recuperou a bola e tentou passar pela marcação. A bola ficou dividida entre ele e os defensores, mas sobrou para ele emendar o sétimo. Abatido e desesperado, os mostardas viam o Opalas contra atacar com segurança. Assim, Paulinho apareceu com perigo pela esquerda, recebeu e chutou cruzado e marcou mais um. Depois, na última tentativa de diminuir o prejuízo dos Mostarda, Bruno Egg tentou chutar forte, mas Kadu espalmou para fora.

Para sacramentar a vitória, e comprovar que a sorte estava do lado opalino, a bola sobrou para Peixe, que rolou a Paulinho, que, pressionado, assistiu a Léo, sozinho, dar números finais ao jogo.

A derrota deixa o Mostarda na penúltima posição do campeonato, a uma rodada do fim, e tendo de bater nada menos que o líder invicto se não quiser jogar a 4ª divisão em 2013. Em contrapartida, o Opalas chega a 10 pontos e se garante no G-8. Tenta subir na tabela diante do Cachorro Velho, outro já eliminado que luta para não cair.

V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 10ª RODADA

Derrubada 3 x 4 Só Quem Sabe

EM JOGO TUMULTUADO, SÓ QUEM SABE DERROTA DERRUBADA


Pelo alto, time de Ricardinho faz o resultado e ainda briga pela 3ª posição. Derrubada, mesmo perdendo, está próximo da classificação

Por Rafael Ruiz

Após a dolorida derrota para o Coringa, o Só Quem Sabe voltou a campo e se recuperou diante do Derrubada, que deu muito trabalho e saiu reclamando da arbitragem, porém, sem muita razão. A bola área foi decisiva a favor dos pretos, enquanto Deko, que vem fazendo ótimo campeonato, teve a chance do empate no minuto final em tiro de 9 metros, defendido por Arthur Chan.

A cautela marcou o início do embate, com os times mais preocupados em se defender a atacar. A primeira grande chance somente aconteceu aos 5 minutos, quando Marques recuperou a bola e rolou para Serjão, que avançou e chutou para fora. Em rápida resposta, por pouco o Derrubada não devolveu na mesma moeda, no entanto Deko – o melhor jogador do Derrubada no autal torneio – esbarrou em Arthur, que deu rebote mas, para sua sorte, Telito chutou em cima do arqueiro. Na cobrança, Arthur não cortou e viu a bola explodir em seu travessão.

3 minutos mais tarde foi a vez de Serjão acertar a trave. O time de preto tentava avançar, contudo foi parado com falta de Pedro Mé. Na cobrança, Alemão rolou para o camisa 9, Serjão, que arriscou rasteiro. A bola raspou a trave e se perdeu pela linha de fundo. Após passar perigo, o time de vermelho apareceu no ataque e por pouco não fez. Telito chegou com perigo, mas mandou para fora.

O jogo não era muito bom, uma vez que o medo de tomar gol predominava. Outra chegada de perigo foi só acontecer aos 14 minutos, quando Serjão recebeu já girando sobre a marcação e chutando forte, obrigando Luis Fernando a fazer boa defesa.

Já se encaminhava para o fim do 1º tempo e o nervosismo de jogadores e torcidas estava evidente. A cada chegada do adversário a tensão aumentava. No entanto, o SQS conseguia criar as chances de maior perigo, tanto que Pedrinho chutou forte pela esquerda, Luis Fernando foi bem e praticou boa defesa colocando para escanteio.

Tentando mudar o rumo do jogo, o camisa 26, Deko obrigou logo aos 2 minutos do segundo tempo Arthur a fazer boa defesa. Na sequência, o SQS não deu sorte na primeira tentativa de Alemão, que recebeu bom lançamento, porém, na dividida com o goleiro, a bola rebateu e se perdeu pela linha de fundo. Depois dessa chegada, o SQS se soltou mais no jogo, tanto que, em cobrança de escanteio, a bola chegou a André, de cabeça, enfim abrir o placar.

No entanto, tentando não deixar o SQS na frente, Deko tratou de empatar o jogo após duas tentativas no mesmo lance. Na primeira, Arthur cortou bem, mas no rebote a rede balançou. O SQS avançou a marcação e conseguiu recuperar a bola, que sobrou para Minhoca, do meio, chutar forte e rasteiro no canto, sem chances para Luis Fernando.

Mais uma vez atrás do placar, o Derrubada foi logo se arriscando ao ataque, contudo esbarrava na falta de pontaria de Telito, que acabou isolando mesmo livre de marcação. Como no futebol quem não faz toma, o SQS, com Adrianão, sofreu falta. Alemão cobrou forte e Luis Fernando espalmou para escanteio. Na sequência, a bola foi cobrada na cabeça de Tessarin, livre de marcação, marcar outro de cabeça, repetindo o primeiro gol.

O confronto começou a ficar mais pegado depois desse gol. Deko obrigou outra vez Arthur a trabalhar bem. À queima roupa ele perdeu boa oportunidade. O Derrubada se animou, mas parava em Arthur. Vitucho, em cobrança de falta, assustou. Coube a Deko fazero que outros não conseguiam. O camisa 26 recebeu sem marcação e com muita tranquilidade chutou forte e fez.

O Só Quem Sabe rebateu com Serjão, que, na saída de bola e em jogada individual, chutou forte e rasteiro para fazer 4 x 2. Após esse tento e em outra jogada do SQS, um lance inusitado e bobo aconteceu por parte do goleiro do Derrubada. Luis Fernando, depois de praticar boa defesa na tentativa de Pedrinho, acabou provocando o jogador, afirmando que ele não marcaria o seu naquele jogo, mas o problema foi o modo como isso aconteceu. O árbitro não pensou duas vezes e amarelou os dois. E ainda sobrou mais um para Larsson, que estava sem camisa.

Após esse pequeno tumulto, a partida recomeçou. O Derrubada encontrou mais um gol, e de maneira esquisita. A bola estava fácil para Arthur, mas, atrapalhado pelo apito da outra quadra, foi lento na tentativa de tirar a bola de Cesar. Com isso, a mesma rebateu no camisa 6, que marcou o terceiro gol. Na sequência, o time do SQS cometeu sua 8ª falta e o tiro de 9 metros foi marcado. E dela Deko perdeu a chance do empate. Na verdade, Arthur impediu o empate com os pés.

O Só Quem Sabe enfrenta o Absolutos e uma vitória com derrota do Coringa coloca o time na 3ª posição. Qualquer outra combinação mantém a equipe em 4ª lugar. O Derrubada, apesar da derrota, continua com a última vaga do G-8. Encara o Roleta Russa para concretizar a vaga. Só não se classifica se perder e ver duas equipes da parte de baixo vencer – Irado´s e Cachorro Velho.
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