Partida foi das mais equilibrados e emocionantes, com destaque para Bento, autor de 3 gols, e o goleiro Henrique pelo lado azul. Condor´s mostra que Bruninho vem mesmo para disputar artilharia e MVP
Por Gustavo Scaldaferri
Um jogo de opostos que acabou empatado. Eis como podemos resumir a igualdade em 5 gols entre Condor´s e Invictus. Empolgado com o vice-campeonato do festival, quando perdeu o título para o CAV pelo placar de 1 x 0, o Condor´s chegava como favorito. Já o Invictus vinha de desclassificações ainda na 1ª fase e sem novidades de elenco, mas com determinação. Foi este um elemento, além das ótimas atuações de Bento, Brunão e do goleiro Henrique, que se sobressaiu para que, ao fim, o empate em 5 x 5 fosse anotado no placar. Nem mesmo a estreia do goleiro Quintanilha, ex-CAV, foi capaz de dar a vitória ao Condor´s, que perdeu o atacante Guel, MVP da última Bronze, para o Fúria, mas tem a novidade Bruninho, que mostrou serviço no festival e mostra poder substituir o ex-camisa 7 à altura.
O jogo começou movimentado, com chances de gol para ambos os lados. Não demorou muito para Bento abrir o placar para o Invictus. Aos 2 minutos, ele recebeu na área, dominou e, com muita técnica, colocou no canto esquerdo de Quintanilha. Inspirado, o mesmo Bento fez linda jogada e deixou para Brunão arriscar, mas o camisa 30 errou na finalização, e em seguida ele arriscou um chute forte que saiu pela linha de fundo.
O Invictus era melhor no início e muito se devia a Brunão, que, seguro em campo, tanto na defesa quanto no ataque, ajudava a controlar o jogo a favor do time azul e branco. Ao mesmo tempo, o Condor’s teve de sair para o jogo em busca do empate. Neno e Bruninho, este artilheiro do festival e destaque da equipe, tentaram, mas mandaram para fora ou para a defesa de Henrique. A dupla do Condor´s, bem entrosada, trabalhava com tabelas e tocando muito bem a bola. Peli também teve a chance do empate, mas a bola passou raspando a trave e não entrou. Peli de novo arrematou a gol, mas Henrique apareceu bem para salvar o Invictus.
Se por baixo não ia, o Condor´s usou a força aérea. Escanteio cobrado e Marin subiu sozinho para testar firme e balançar as redes. Era o empate. O Condor´s melhorou com o gol e o goleiro Henrique já era o destaque, trabalhando muito para impedir a virada. Ele fazia sua parte atrás enquanto Bento e Brunão faziam na frente. Assim, aos 12 minutos, Brunão levou a bola ao ataque e deu assistência perfeita para Bento, que driblou o goleiro e fez mais um golaço para colocar o Invictus na frente novamente.
Entretanto, o Condor’s não deixava o Invictus folgar no placar e, em uma tabelinha linda de Neno com Bruninho, novo empate. O Condor’s começou a crescer com um toque de bola envolvente, mas o gol mesmo saiu pelo alto. Falha da defesa do Invictus e Marin apareceu de novo para cabecear e virar o placar no fim do primeiro tempo.
O segundo tempo começou como no fim do primeiro: o Condor’s melhor em campo tocando muito bem a bola e indo mais ao ataque. Mas Bento, que andava meio apagado, acordou e começou a levar vantagem na frente. Ele quase marcou aos 3 minutos, após Brunão chutar para defesa de Quintanilha. A bola sobrou para Bento chutar, mas o goleiro se recuperou no lance e fez ótima defesa. Porém, no terceiro rebote, o agora artilheiro Bento não desperdiçou e colocou para dentro, fazendo seu terceiro gol e empatando a partida.
O jogo seguia equilibrado, ataque de um, contra-ataque de outro. Em uma jogada muito trabalhada, com troca de passes refinados, Diony, que chegou atrasado, recebeu a bola e chutou cruzado para colocar o Condor’s na frente. Em seguida, aos 9 minutos, foi a vez de Peli marcar. Ele dominou no peito e chutou, ampliando o placar para 5 x 3.
O time branco e vinho abria dois gols e parecia encaminhar o jogo para os primeiros 3 pontos. O Invictus não jogava mal, mas faltava melhorar na finalização. Mesmo assim, a reação azul e branca veio. Logo aos 12, Rodrigo Vendramini tirou a bola do zagueiro, girou e chutou no canto para diminuir.
Henrique se destacava cada vez mais, defendendo varias oportunidades de gol do time branco e vinho, principalmente de Bruninho. O Condor´s não matava o jogo e pagaria caro. Já no fim do tempo regulamentar, Brunão fez bela jogada e deixou a bola limpa para chute de bico de Martins, que estufou a rede com gols e decretou novamente a igualdade, que seguiria até o apito final.
Com 5 x 5 e um belo jogo, o Condor´s pode lamentar o resultado, mas sabendo que é só o começo. O Invictus comemora o bom resultado diante de um dos favoritos ao título e já sonha em classificação. Na 2ª rodada, deste sábado, o Invictus volta a campo para enfrentar o TNT, que vem de empate, enquanto o Condor´s tenta a primeira vitória diante do Corleone, que vem reforçado e promete não ser saco de pancadas.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 1ª RODADA
Corleone 3 x 2 Roleta Russa Clássico
CORLEONE MOSTRA FUTEBOL E DERROTA ROLETA CLÁSSICO
Reformulado e com Gui Fenômeno no elenco, Corleone vence a primeira e espera fazer bonito na atual edição
Por Rafael Ruiz
A apertada vitória do Corleone por 3 x 2 sobre o Roleta Russa Clássico, reforçado por Gegê, que veio do Roleta principal, dá uma preliminar de que o time veio para vencer jogos e estar entre os classificados para o mata-mata. Com novos jogadores, a equipe do goleiro Manfre exibiu ótimo toque de bola para largar com o pé direito na atual edição da Bronze.
No início do jogo, as equipes apenas estudavam um ao outro e não arriscavam muito nos passes. Isso fez com que o jogo se desenrolasse mais no meio de campo. Por incrível que pareça, a equipe do Corleone demonstrava maior entrosamento, apesar de não jogar há muito tempo junta. Contudo, foi o Roleta que, aos 4 minutos, teve a primeira grande chance de gol. Após cobrança de falta que parou na barreira, Gegê não aproveitou o rebote e mandou para fora. Um minuto depois, Gui Fenômeno, agora só manager e técnico do Primatas, chutou com perigo no gol, mas a bola foi defendida pelo goleiro Guaraná, que estava sumido em 2012 e resolveu aparecer.
O jogo se desenrolava com poucas chances de gol, até que, aos 6 minutos, Rick tirou o zero do placar, justamente no momento em que o Corleone parecia melhor em campo. Apesar do gol, a equipe branca continuou a atacar. E, em jogada de ataque que acabou em falta, aos 11 minutos, Ranalli foi amarelado e deixou o campo. Assim, com um homem a mais, o time soube aproveitar a vantagem e chegou ao empate no minuto seguinte, com Mário Sérgio. 1 x 1.
O Corleone passou a dominar as ações de ataque. Numa dessas investidas, quase marcou em bela jogada de Arthur com Felipe – que finalizou errado. No entanto, aos 18 minutos, após trama pela direita do ataque, Felipe ficou sozinho e só teve o trabalho de empurrar a bola para as redes. Já a equipe azul, que errava muitos passes e tentava inúmeras vezes chegar ao gol de empate, quase marcou de cabeça com Ranalli, aos 23 minutos, mas Fabrício tirou a bola em cima da linha.
Se nos 25 minutos iniciais o Corleone mostrou mais entrosamento, no início do segundo tempo o Roleta demonstrava uma postura mais aguerrida. Assim, o time de Baru, ausente por motivo de trabalho, chegou com perigo ao gol de Marcelo aos 7 minutos, mas não marcou. A enorme quantidade de erros de passes complicava o avanço russo.
Com dificuldades de chegar ao gol pelo chão, a tática foi tentar pelo alto, principalmente explorando o bom cabeceador Giu. Por outro lado, o Corleone continuava chegando com qualidade ao ataque e, com toques rápidos, quase marcou o terceiro gol, que veio efetivamente quatro minutos depois com um belo arremate de Felipe. Contudo, o Roleta logo fez o segundo, com Bob, diminuindo a vantagem adversária e dando ares de tensão aos minutos finais.
O Roleta passou a atacar mais e pressionar a saída de bola. Na pressão final, o time tentou, mas a tarde era mesmo do Corleone. Antes do fim, ainda deu tempo de Gui Fenômeno e Cabelo se estranharem e serem amarelados, mas não havia mais tempo para uma reação. O apito final trouxe os três primeiros pontos do Corleone na competição e a esperança de que o time tenha melhor sorte desta vez. Põe em prova a ascensão diante do Condor´s, que vem de empate. Já o R.R. Clássico espera que o time tenha mais eficiência no já clássico duelo contra o Basicus.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
Cachorro Velho 5 x 4 Irado’s
CACHORRO BATE IRADO’S EM SUA ESTREIA NA BRONZE
Irado’s fez bela partida e reagiu quando perdia por 3 gols, porém, gol nos acréscimos sela vitória do Cachorro em reestreia após rebaixamento do semestre passado
Por Tamires Paulino
Após campanhas que deixaram a desejar, o resultado do embate entre Cachorro Velho e Irado’s foi, no mínimo, surpreendente. Elástico, o placar terminou em 5 a 4 para o time da PUC, num jogo em que o fator decisivo foi a sorte. O Cachorro Velho começou atacando e, logo de cara, abriu o placar. Primeiro, Barbieri chutou potente do meio de campo, uma bola que foi desviada por Jales. Giggio não desperdiçou a oportunidade seguinte, e, também com um chute de longe, marcou o primeiro do Cachorro. A partida recomeçou e Chuck recebeu um passe na frente, marcando 2 x 0.
Mesmo com o susto, o Irado’s, agora sem os irmãos Eirado no comando, partiu para cima e conseguiu encaixar alguns contra-ataques. Em um deles, Murilo recebeu e mandou no canto direito, diminuindo a desvantagem. No lance seguinte, Garça quase empatou ao mandar um chute em diagonal na trave esquerda.
Porém, quando o Irado’s começou a reagir, Pedrinho jogou um balde de água fria nos ânimos e, com um chute certeiro, marcou o terceiro gol. A partir daí, o Cachorro Velho criou novas oportunidades de finalização. Porém, isso não significa que o Irado’s não estava bem na partida. Pelo contrário, essa foi, sem dúvidas, um dos melhores jogos da equipe.
O time da PUC continuou atacando. Mateus dominou na ponta esquerda da área, a bola subiu e ele a mandou de voleio em diagonal, tirando tinta da trave direita. Na jogada seguinte, ele novamente recebeu passe na ponta esquerda e, quase caindo, mandou a bola à meia altura. Alan defendeu no reflexo. Thiaguinho também deu trabalho para o goleiro ao receber passe de costas para o gol na entrada da área. Ele girou e bateu à queima-roupa, e Alan defendeu novamente. Esse foi o fim do primeiro período.
Após a pausa, a equipe do Irado’s voltou melhor, mas o jogo ficou mais travado no meio-campo. No entanto, o Cachorro aumentou o placar logo de cara, com Rojas, que chutou de longe e acertou a bola no alvo. O Irado’s não desanimou e pouco tempo depois teve a chance de diminuir o placar com um pênalti marcado a seu favor. Murilo cobrou sem grandes firulas e deixou em 4 x 2.
A partida seguiu por alguns minutos sem grandes acontecimentos. Até que Murilo recebeu a bola ainda no campo de defesa e disparou a toda velocidade pela avenida que se tornou a lateral direita do Cachorro Velho naquele momento. Quando chegou à linha de fundo, ele cruzou para Jales, que se antecipou à zaga e só empurrou para o gol vazio, uma vez que o goleiro protegeu o canto e deixou a área livre.
Após o gol, o Irado’s acendeu a partida e começou a pressionar ainda mais. Ninja mandou chute direto da lateral esquerda ao canto oposto do gol, deixando tudo igual no placar aos 25 minutos! Empate com gosto de vitória, mas faltando poucos segundos para acabar, o árbitro autorizou o reinício da partida. Tupi recebeu um passe à frente e chutou para o gol para decretar a sofrida vitória do Cachorro na estreia.
Mesmo com a derrota, o Irado’s saiu satisfeito com o desempenho de sua equipe, que mostrou personalidade para buscar um resultado após estar perdendo por 3 gols. O Cachorro Velho começa bem sua escalada para voltar à Prata. A equipe tem como próximo adversário o DPGamos, que ocupa uma posição acima. Já o Irado’s está em oitavo e enfrentará o Roleta Russa.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 1ª RODADA
Basicus 1 x 1 TNT
BASICUS E TNT EMPATAM EM PARTIDA MONÓTONA
Equipes deixaram de criar para se defender e marcar; chances desperdiçadas marcaram embate
Por Tamires Paulino
O encontro entre Basicus e TNT não foi nada explosivo – pelo contrário. Truncado e puramente baseado em defesa e marcação homem a homem, o jogo não fluiu e teve poucos lances de destaque. A bola ficou presa no meio de campo, e o empate em 1 x 1 acabou sendo bastante justo.
O primeiro lance da partida foi do destaque rosa Allex. O jogador cobrou falta com efeito que acabou saindo por cima da meta adversária. Lances similares a esse aconteceram, mas a equipe mais rosa do Chuteira desperdiçava as oportunidades. Assim, como diz a lógica do nobre esporte bretão, quem não faz... toma! Salas, com nome de craque, mandou cruzamento da lateral esquerda direto para o gol e abriu o placar para o time azul. A partir daí, o TNT passou a atacar mais, mas sem aproveitar as oportunidades de finalização.
Com o gol, o Basicus se abateu e ficou ainda mais na retranca, passando os minutos finais no campo de defesa. As duas equipes se preocuparam mais em interromper as jogadas adversárias e não criar. A marcação cerrada continuou e nenhum lance de grande perigo aconteceu. Os goleiros não trabalharam, em grande parte porque a pontaria dos jogadores dos dois times não estava calibrada.
Logo no começo do segundo tempo, o Basicus empatou a partida, com um gol de Giulherme. Num lance confuso dentro da área, a bola sobrou para ele, que precisou apenas empurrá-la para as redes. O empate, no entanto, não mudou o ritmo do jogo. As equipes continuaram pecando em termos de criatividade e privilegiando o setor defensivo. A tônica era a destruição.
Já na metade do jogo, o time rosa pediu tempo. Se a conversa com o técnico era para melhorar o time, o que se viu na volta foram mais chances desperdiçadas. Numa das poucas boas oportunidades, Kirk recebeu a bola próximo à entrada da área, colocou-a mais à frente e projetou o corpo, escapando da marcação. Quase caindo, o meia atacante conseguiu dar um bom chute à meia-altura, mas o goleiro estava atento e realizou a defesa. Salas, do TNT, o melhor em campo, também teve uma ótima oportunidade ao receber passe açucarado na cara do gol. Errou o chute e, após o furo, mandou a bola pela linha de fundo.
O jogo terminou com atuações discretas de ambas as equipes. No entanto, o campeonato está só começo. Para enfrentar o seu próximo adversário, o Invictus, o TNT terá que se preparar para explorar mais o campo de ataque. Já o Basicus enfrenta o Roleta Russa Clássico, que não pontuou nessa primeira rodada e ocupa o nono lugar na tabela.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 1ª RODADA
Báguas 4 x 2 Camelo
BÁGUAS INICIA JORNADA NO CHUTEIRA COM VITÓRIA
Equipe campeã da Taça Inverno, mesmo sem reservas, jogou o suficiente para vencer o Camelo
Por Rafael Ruiz
Apesar do Báguas se mostrar melhor durante quase todo o jogo, foi o Camelo que começou criando. Após cobrança de lateral, Cainho recebeu e dominou a bola, mas, pressionado pela defesa, acabou chutando fraco e facilitando para o goleiro. Depois disso, o Báguas, usando coletes azuis, passou a dominar as ações no campo de ataque. E assim chegou à meta de Henrique: primeiro com uma bela cobrança de falta de Cesinha, defendida com competência pelo goleirão. Ele ainda deu rebote, que o atacante teve a oportunidade de marcar, mas Henrique novamente saiu e salvou o Camelo.
Se o Camelo se safou acima, na terceira oportunidade do Báguas, ainda aos 5 minutos, o camisa 5, Léo, marcou para a equipe laranja que jogava de azul. Até os primeiros 10 minutos, foram diversos chutes a gol, todos defendidos por Henrique, em ótima atuação. Depois de muitos momentos de pressão, o Camelo chegou com perigo com Cabê, que errou o chute e perdeu uma chance clara de gol – uma vez que o goleiro já estava caído no chão.
O segundo gol do Báguas não tardou a sair. Desta vez o autor foi o goleirão Saimon, que chutou de sua área e fez com que a bola passasse por todo mundo e entrasse no gol adversário. Depois disso, ficou mais fácil para o Báguas, que continuou atacando. Cesinha tentou em uma arrancada pela direita que resultou em um chute cruzado. Henrique pegou mais uma. O último episódio de perigo do primeiro tempo foi do Camelo, que quase marcou em cobrança de falta.
Nada mudou na segunda etapa, e a equipe de azul continuou a pressionar o adversário. Aos 3 minutos, o lateral Paolo tentou de voleio marcar um golaço, porém a bola foi parar longe. Aos 6 minutos, a pressão era tão grande que o Báguas acabou marcando, dessa vez com Jorjão. Perdido em campo, o Camelo só levou perigo aos 11 minutos, quando Cabê cabeceou e acertou a bola no travessão. O lance acordou o time, que passou a jogar melhor. Um minuto depois, Cabê acertou novamente a trave em um lance de cabeça.
Depois de tanto insistir, aos 14 minutos o Camelo balançou as redes, com Cabê. O Báguas retomou o ataque e ampliou com Cesinha. A rigor, com 4 x 1 e sem banco, o estreante no Chuteira só esperava o apito final. Porém, acabou surpreendido com um novo gol do Camelo, marcado por Michel após assistência de Cabê.
Após o gol, o Báguas, fazendo cera, demorou para posicionar a bola no meio do campo. Como consequência, houve um bate boca entre os times, o que gerou um cartão amarelo para Cesinha. Com o fim da partida, o time dos Báguas assegurou uma belíssima vitória e mostrou que vem forte para a competição, com jogadores rápidos, técnicos e eficientes. Já o Camelo precisa esquecer e focar no próximo sábado, quando enfrenta o Pé de pano, que venceu a sua primeira partida.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
Os Mostarda 1 x 1 Absolutos
MOSTARDA E ABSOLUTOS FICAM NO EMPATE
Faltaram técnica e futebol em empate sem sal. Goleiro do Absolutos salvou no final para garantir a igualdade
Por Gustavo Scaldaferri
Com roupa nova, mas mantendo as cores amarelo e preto, o time d´Os Mostarda entrou em campo com a intenção de estrear bem na competição. Na nova temporada, a equipe irá buscar uma posição melhor, já que, no último torneio, ficou em 8º do seu grupo. O Absolutos, por sua vez, foi um pouco melhor, e ocupou a 5ª colocação.
Do ponto de vista técnico, o início do jogo deixou a desejar, com erros de passe e pouquíssimas finalizações. A bola permaneceu um bom tempo travada no meio de campo. A primeira finalização ocorreu com Bellão, d´Os Mostarda, em um chute sem perigo do meio de campo. Assim, até os 8 minutos, foram poucas oportunidades de gol e muitos chutes sem perigo aos goleiros. Do lado mostarda, o capitão Cadú era o nome de destaque, com sua facilidade de jogar tanto atrás como na frente.
Com aproximadamente 9 minutos jogados, após cruzamento, Biel cabeceou e levou perigo ao gol do Absolutos, que vinha sem o titular Dimy, mas com Rodrigo. A resposta veio com o melhor jogador do time azul e branco, vice-campeão da II US CUP: Diogo. O camisa 21, cheio de raça, tanto na defesa como no ataque, era a principal arma. Em uma linda jogada, Diogo chutou com perigo, para grande defesa de Polito. Após a pressão, a equipe Os Mostarda reagiu com Bruno, que, depois de um cruzamento, tentou fazer de letra, defendido com tranquilidade pelo goleiro adversário.
O gol enfim saiu, e foi aos 13 minutos, em erro do Absolutos. David tentou avançar pela lateral e acabou perdendo a bola. Na sequência, em uma troca rápida de passes – que o time azul não conseguiu acompanhar –, a bola caiu nos pés de Véio, que bateu colocado e abriu o placar para Os Mostarda.
Naquele momento, com 1 x 0, a equipe de amarelo estava melhor em campo e dominava a partida. O Absolutos recuou, e o jogo passou a ser ataque contra defesa. Somente no final do primeiro tempo o time de Rafa Alencar começou a reagir, e sempre com Diogo. Em levantamento aéreo, Diogo acertou a trave e quase empatou. O primeiro tempo terminou equilibrado, com o Absolutos melhorando em campo.
Logo aos 20 segundos da etapa final, Fuka arriscou chute e a bola passou muito perto. Depois foi a vez de Diogo, que chutou para mais uma excelente defesa de Polito. O Absolutos começou melhor no jogo e chegou repetidas vezes ao ataque. Mesmo com as diversas tentativas, a partida continuava truncada, com erros de ambos os lados.
Depois de insistir muito, aos 18 minutos, Fuka recebeu a bola, dominou, girou e chutou, empatando o jogo com um golaço. Diogo tentou virar com dois chutes seguidos, e por pouco a bola não entrou. No final da partida, a trupe mostarda teve a chance de passar à frente de novo, mas Rodrigo fez duas defesas milagrosas, salvando o Absolutos da derrota inaugural.
A partida terminou empatada em apenas um gol, o que dá uma mostra da falta de qualidade técnica, toque de bola e organização em campo na estreia de ambos os times. Espera-se mais dos times quando entram para a 2ª rodada, quando Os Mostarda e Absolutos encaram os líderes, respectivamente Coringa e Palestrinha da Catarina, que vêm de boas goleadas.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
Palestrinha da Catarina 6 x 2 Derrubada
PALESTRINHA ESTREIA NA BRONZE COM GOLEADA
Atual vencedor da Taça outono, Palestrinha mostra grande entrosamento para golear Derrubada
Por Gustavo Scaldaferri
O Palestrinha veio para mostrar que suas ambições de subir à Prata são reais. Para a abertura da Bronze, o time tinha de fazer sua parte e vencer o sempre aguerrido Derrubada. De fato o fez, goleou por 6 x 2 e já consta na ponta da tabela. O Derrubada veio com reservas, mas a perda do goleiro Henrique logo no primeiro tempo, lesionado, ajudou a abalar o time.
O jogo começou equilibrado, com chances de gol para ambos os lados. Com apenas 2 minutos, Amaral, do Palestrinha, arriscou chute que passou perto do gol. Pouco depois, o artilheiro Guga fez linda jogada e quase fez seu primeiro. O Derrubada acordou e partiu mais para o ataque. As principais jogadas do time rubro-negro passavam pelo camisa 15, Telito. Aos 4 minutos, Tomi chutou bem, mas a bola não entrou.
Com muitos passes errados e poucas finalizações, o confronto estava tecnicamente fraco e mais concentrado no meio de campo. Daí a oportunidade de Guga, do Palestrinha, de se destacar. O MVP da Taça Outono, com muita habilidade, começou a conduzir a bola para o ataque, levando muito perigo à defesa do Derrubada.
Aos 10 minutos, em uma bela tabela entre Telito e Vicius, este ficou com a bola na esquerda e chutou forte no canto, marcando com um golaço e abrindo o placar. O Palestrinha tentou reagir na sequência, com uma cobrança de falta de Siri que terminou em boa defesa do goleiro Henrique.
Ainda no primeiro tempo, o goleiro do Derrubada, que fazia uma boa partida, torceu o pé e foi substituído pelo camisa 9, Pedro Mé. O time perdia sua referência e tinha um zagueiro improvisado debaixo das traves. Não demorou para o Palestrinha ir para as redes. Aos 17 minutos, em linda jogada, Amaral passou por dois adversários e chutou forte para empatar. Porém, no minuto seguinte, em mais uma assistência de Telito, Cesar cabeceou e colocou novamente o Derrubada à frente no placar.
O Palestrinha voltou a marcar ainda no primeiro tempo, quando Lukinhas recebeu na entrada da área, dominou no peito e chutou de canhota no canto direito para levar o jogo em 2 x 2 para o segundo tempo. O Derrubada voltou melhor e quase desempatou em uma rebatida na área que acabou bloqueada pelo goleiro Régis. Em seguida, Telito fez boa jogada com Larsson, que deixou Vicius livre de marcação para fazer o gol, mas o menino isolou a bola, perdendo grande chance.
Se o Derrubada não desempatou, o Palestrinha fez o oposto aos 4 minutos. Siri recebeu a bola na entrada da área, driblou o zagueiro e, com um toque por cima do goleiro, marcou o gol mais bonito da partida.
A partir daí, o Palestrinha dominou o jogo e construiria a goleada. Em mais uma jogada de Amaral, Juninho recebeu a bola de frente para o gol adversário e acertou a trave. Telito tentou ainda reagir pelo lado rubro-negro, mas a bola caprichosamente explodiu no travessão. O lance seguinte foi fatal ao Derrubada: Amaral chutou de fora da área e Pedro Mé falhou. Resultado: 4 x 2.
Aos 16 minutos, o quinto gol. Guga dominou a bola na entrada da área e tocou com tranquilidade no canto. Em meio a tantos gols, os goleiros das duas equipes começaram a se destacar. Regis, do Palestrinha, fez grandes defesas no segundo tempo.
Nos últimos segundos de jogo, um cruzamento de Danilo achou o capitão Hiro em boas condições para fechar o placar em 6 x 2. Os três pontos adquiridos na primeira rodada levantaram ainda mais a moral do atual campeão da Taça Outono, que volta a campo pela 2ª rodada contra o Absolutos. O Derrubada tenta a reabilitação diante do também goleado Toque Me Voy.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 1ª RODADA
Pé de Pano 2 x 0 Bacaninha
PÉ DE PANO SUPERA ERROS E DERROTA BACANINHA
A falta de pontaria foi a tônica do jogo, que teve como vencedor o time que errou menos nas finalizações
Por Rafael Ruiz
Dois times em baixa no Chuteira que tentam deixar para trás o passado de WOs (Pé de Pano) e rebaixamento (Bacaninha). Assim, era vencer para ter vida nova pela frente. E num jogo marcado pelo excesso de erros de finalização, o Pé de Pano se saiu melhor e deixa o Bacaninha numa maré de azar que parece não ter fim.
Ao apito do árbitro o Bacaninha teve sua primeira chance de gol logo aos 25 segundos. A equipe de dourado comandada por Marcelão mostrava-se mais perigosa, porém, assim como o adversário, não criava oportunidades claras de gol.
Mesmo assim, os times foram para o ataque. Caio Cesar, do Bacaninha, acertou a trave do goleiro Ivan aos 5 minutos. O Pé de Pano, por sua vez, só foi ameaçar o adversário quatro minutos depois, após bela tabela entre Dadá e o capitão André. Este acabou por chutar para fora.
O jogo não era dos melhores tecnicamente, com erros de passes e de finalizações de ambas as equipes. O Pé de Pano chegou a pressionar a saída de bola do adversário e roubar a bola, mas na hora de acertar o pé de balançar as redes não conseguia tirar o zero do placar. O Pé de Pano quase marcou em lance do camisa 10, Dadá, que rolou para Tavogus chutar com muito perigo.
O Bacaninha, que havia começado bem, demorou para chegar com qualidade ao ataque. Só conseguiu aos 16 minutos, quando Thiago avançou livre de marcação, mas chutou por cima do gol. Um minuto depois veio uma nova tentativa, com Leonardo, que também errou o alvo. No fim do primeiro tempo, o Bacaninha melhorou e chegou mais vezes. Numa delas, o mesmo Leonardo tentou de cabeça. Em seguida, Caio, após pressão na área adversária, arrematou para longe do gol. Para fechar a etapa inicial, Velardo teve duas vezes, mas o 0 x 0 persistiu no placar.
Assim como na primeira metade, o segundo tempo começou devagar. O time de azul voltou com o gás de Vitão, e, aos quatro minutos, mais uma oportunidade clara de gol foi desperdiçada depois de um belo passe de André. O Bacaninha respondeu em seguida com Caio Cesar, mas nada do gol sair. Ele só veio após boa trama em contra-ataque. Vitão recebeu a bola e chutou no cantinho de Gamito para abrir o placar a favor do Pé de Pano.
O Bacaninha voltou mal do intervalo e só começou a se soltar em campo após sofrer o gol. Porém, Ricca fez uma falta dura em Tavogus e recebeu cartão amarelo, desfalcando o time por dois minutos. Foi exatamente nesse intervalo que o Pé de Pano matou o jogo, com André.
Perdendo por dois, o Bacaninha precisava buscar o resultado, mas o time persistia nas finalizações erradas. Renato enfiou bela bola para Thiago, que... enfim, nem precisa dizer que ele perdeu.
Aos 20 minutos, o fim de qualquer reação do Bacaninha. Marcos fez falta dura e interrompeu novo contra-ataque. Levou amarelo, saiu xingando e tomou o vermelho. Com um a menos, o tempo passou até o fim do jogo. O último lance de perigo foi do Bacaninha, com Thiago. Desta vez a bola foi em direção ao gol, mas Ivan fez bela defesa.
O Pé de Pano soube aproveitar melhor as poucas chances criadas e saiu vitorioso. Já o Bacaninha terá que mostrar mais precisão nos arremates para conseguir vencer seus jogos. Sem Marcos, o time encara o Xoras pela 2ª rodada. O Pé de Pano tem pela frente o Camelo.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 1ª RODADA
Xoras 3 x 1 Arena
XORAS BATE ARENA COM BOM FUTEBOL
Sem artilheiro Thira, Arena é dominado por Xoras, que começa bem campanha para voltar à Série Prata
Por Rafael Ruiz
O Laranja Mecânica mudou de nome, mas o time continua o mesmo. A “Thiradepedendência” se mostrou presente na estreia, quando o time foi dominado pelo adversário e sofreu sua primeira derrota na competição. Vindo da Prata, o Xoras mostrou desde o início que tem cacife para superar o rebaixamento. Apresentou um futebol de boa qualidade técnica e tática, com toques rápidos e tentativas de tabelas para enganar a marcação. O resultado não foi expressivo, mas valeu os 3 primeiros pontos para Carioca e cia.
O jogo foi bem disputado nos primeiros cinco minutos, com ambas as equipes chegando com perigo no gol. Aos quatro minutos, o Xoras, que tocava a bola com mais técnica, fez o seu primeiro gol, após uma saída errada do Arena. A bola caiu nos pés do camisa 10, Dutra, que ganhou no corpo do adversário e colocou no canto do gol de Alan Buchalla, improvisado na meta do Arena. Pouco depois, após a saída no meio de campo, o time de laranja conseguiu chegar ao empate com Bruno.
O Xoras voltou a pressionar para rapidamente retomar a ponta no placar. Após uma bela matada na coxa de Dutra, o mesmo deixou Pato livre para marcar. Porém, ele perdeu mais uma grande oportunidade de gol.
O time de laranja não se encontrava em campo. Enquanto isso, o Xoras dominava e jogava, criando as principais chances de gol da partida. Com passes rápidos e com desenvoltura, a equipe de branco estava perto do seu segundo gol, que quase veio aos 15 minutos, quando Mingo recebeu a bola pela direita do campo de ataque e chutou para a defesa do goleiro, que tirou em cima da linha e evitou o gol.
Três minutos depois, o Xoras reclamou um pênalti não marcado, alegando que o zagueiro havia cortado o cruzamento com o braço. Nada marcado e o jogo seguiu. Depois de sofrer muita pressão, enfim o Arena conseguiu uma boa chance de ataque. Limão chutou de fora e a bola desviou em Dudu, matando o goleiro mas indo para fora. Aos 22 minutos, em mais uma jogada rápida da equipe branca, Dudu de novo apareceu para desviar, mas desta vez em direção ao gol certo. Ric chutou, tocou no camisa 2 e foi morrer na rede adversária.
O ex-Laranja Mecânica ainda tentou a igualdade no fim do primeiro tempo, com Bruno. Seu chute forte, mas parou na defesa de Alemão. Com o resultado adverso, o Arena foi com tudo para o jogo na volta para a etapa final. Logo no primeiro minuto, depois de uma falta cobrada, Vitor chutou, e, no rebote, Piro perdeu uma chance clara de gol. A resposta do Xoras veio com Ric, que avançou e chutou para a ótima defesa de Allan. Pressionado, o Arena cedeu novamente aos 10 minutos, quando Mingo marcou o terceiro gol do Xoras em uma cobrança de falta.
Com 3 x 1 contra, o Arena passou a atacar ainda mais, e quase diminuiu com Piro, que passou pela marcação mas acabou adiantando demais a bola e se chocou com o goleiro, que, em uma saída arriscada, impediu o segundo gol do time laranja. No final, o Xoras ainda teve duas oportunidades para ampliar, ambas com Dudu. Ele perdeu a primeira e, no rebote do goleiro, chutou por cima.
Antes do apito final o Arena mandaria uma bola no travessão com Vitor, mas o jogo ficou mesmo no 3 x 1. Uma boa vitória do Xoras, que busca voltar à Série Prata após ser rebaixado no semestre passado. O próximo duelo será com o Bacaninha, outro rebaixado e que perdeu na estreia. O Arena espera a volta do artilheiro Thira para, quem sabe, conquistar seus primeiros pontos na 2ª rodada, quando encara o novato Báguas no duelo laranja do Chuteira.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
Roleta Russa 3 x 1 Opalas
REFORMULADO, ROLETA VENCE OPALAS COM TRANQUILIDADE
Com jogadores oriundo do Roleta Olímpico e bom posicionamento em campo, equipe não deu chance ao adversário
Por Tamires Paulino
Num jogo dinâmico e movimentado, o Roleta Russa venceu o Opalas por 3 x 1 e começou bem sua participação no Chuteira de Bronze. A equipe revelou boas atitudes táticas, que poderão ajudá-la ao longo do campeonato, e apresentou suas contratações - Ceron, Folha (de fora, doente), o goleiro Edu e Ricardinho - todos chegados do Roleta Olímpico.
O Opalas foi quem teve a primeira chance. Leo tocou para Peixe, que mandou da entrada da área à esquerda do gol. Pouco depois, Rubão mandou da lateral esquerda no travessão, desperdiçando uma boa chance de abrir o placar para sua equipe.
Após as duas boas jogadas do Opalas, o Roleta Russa passou a dominar a partida até o final do primeiro tempo. Com um estilo de jogo rápido, que não deixa espaços ao adversário, a equipe criou boas oportunidades, como com Alemão, que gingou na entrada da área, mas acabou mandando a bola para a linha de fundo.
Com constante presença na área adversária, o Roleta também teve chances de marcar com lances de bola parada. Em uma cobrança de falta ensaiada, Ceron tocou de lado para Alemão, que mandou rasteiro no meio do gol. O goleiro caiu e defendeu sem grandes dificuldades.
A equipe continuava pressionando. Caio carregou a bola pela lateral esquerda e passou por dois marcadores antes de chutar para fora. No lance seguinte, porém, o mesmo Caio driblou outros dois marcadores – o último com um chapéu – e tocou para Bruninho Superstar dentro da área, que bateu na saída do goleiro e abriu o placar. O primeiro tempo estava prestes a acabar, mas Beider ainda conseguiu marcar mais um para o Roleta, levando boa vantagem para a etapa derradeira.
No segundo tempo, o Roleta continuou com a mesma postura e, consequentemente, ampliou a vantagem no placar. Ceron cobrou falta pelo lado esquerdo, a bola desviou na barreira, bateu na parte interna da trave direita e foi direto para o gol. 3 x 0.
O Opalas procurava se defender, mas sofria com o ritmo rápido do adversário. Seu goleiro, Froio, muito solicitado, fez um bom trabalho ao impedir com o pé que Ceron marcasse da entrada da área.
Quase no fim do jogo, porém, a equipe amarela conseguiu diminuir com Paulinho. O jogador recebeu na ponta direita da área, levantou e mandou para o gol. Raphinha ainda teve boa chance para fazer o segundo ao dar voleio em cobrança de escanteio de Leo, mas a bola bateu nas pernas do goleiro Edu. O último acontecimento digno de nota foi o cartão azul que Alemão levou segundos antes do apito final, o que já o deixa pendurado na competição.
Com a vitória, o Roleta Russa larga em terceiro lugar, perdendo apenas no saldo de gols. Seu próximo adversário é o Irado’s, que vem de derrota. Já o Opalas, nono colocado, tem como próximo adversário o Só Quem Sabe, igualmente sem pontos.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
DPGamos 3 x 1 Só Quem Sabe
SÓ QUEM SABE APAGA E PERDE PARA DPGAMOS
Apesar do melhor início, equipe de Serjão se abate com gol sofrido e sai derrotada na estreia
Por Gustavo Scaldaferri
O jogo prometia mais para ver como as duas equipes viriam para a atual edição da Bronze. Sobre o DPGamos, um mistério após a saída temporária de Denão do comando, ficando a cargo apenas de seu irmão, Daniel Fischer. Pelo Só Quem Sabe, conferir como o time reagiu à eliminação no mata-mata do torneio passado, um duro golpe a Ricardinho e cia. Ao fim, pareceu que o DP retomou o bom futebol do fim do ano passado.
Munidos de muita vontade e banco de reservas lotado, as equipes foram a campo. Já no início, Ricardinho Mezadri chutou para o gol, mas a bola foi para fora. Jacobi mostrava que sabia e grande habilidade em campo. Ele passava com facilidade pelos adversários, tanto que aos 3 minutos sofreu uma falta após linda jogada. Na cobrança, ele mesmo mandou para fora.
O SQS chegava mais ao ataque. Aos 5 minutos, Mezadri recebeu após boa tabela mas acabou isolando a pelota. Alemão, vindo de trás, atuava bem e quase marcou aos 6 minutos. O primeiro lance de perigo do DP veio em chute de Carlitos. A bola explodiu em Tessarin e acabou indo para fora. Porém, o Só Quem Sabe ainda dominava a partida. Rodriguinho arriscou chute cruzado, mas o novo goleiro rubro, Márcio, praticou a defesa.
Aos 17 minutos, o DP começou a aparecer mais no jogo. Nando finalizou bem, mas a bola foi defendida com competência por Arthur. O atacante rubro-negro passou a se destacar, articulando bem as jogadas e chegando com eficiência ao ataque.
Com 21 minutos, Quevas tentou o gol, mas Márcio defendeu. A jogada continuou e, no contra-ataque, o DP aproveitou a defesa desarrumada do SQS e abriu o placar com o estreante Kaká, que veio do XTJ.
Ainda antes do final do primeiro tempo, o SQS tentou o empate em um lance de cabeça com Minhoca, mas não conseguiu fazer o gol. Mesmo com o ótimo desempenho apresentado até então, o Só Quem Sabe não conseguiu sair da primeira etapa com vantagem. Na etapa final, o jogo começou mais equilibrado, com o SQS cauteloso nas jogadas de ataque. Porém, o susto veio do outro lado, com uma bola na trave de Richard.
O DP começava a pressionar. Nando chutou de fora da área e ampliou o placar para 2 x 0. Não demorou muito para o SQS diminuir. Rodriguinho passou pela defesa e tocou para Minhoca, que, com um golaço, diminuiu a vantagem rubro-negro.
Depois do gol, o SQS melhorou no jogo – com destaque para Rodriguinho, que armava as jogadas de maior perigo. Os goleiros começaram a aparecer mais, efetuando defesas importantes. Arthur, por exemplo, defendeu uma bela bola de João Corazza, que passou por dois adversários antes de finalizar. Aos 13 minutos, Rodriguinho tentou dois chutes seguidos e Márcio defendeu. E Richard, do rubro-negro, perdeu duas chances incríveis.
Entretanto, o DP já era melhor em campo e fez valer sua superioridade. Aos 20 minutos, a bola sobrou para Dú, que bateu de fora da área e fechou o placar em 3 x 1 para o time dos Fischer. No final, Serjão ainda tentou diminuir, mas Márcio salvou.
Com altos e baixos, o SQS deixa claro que precisa encontrar um ponto de equilíbrio para impor seu jogo e vencer com propriedade. Enquanto isso, o DPGamos comemora os 3 pontos e já almeja a bela campanha de um ano atrás. Na 2ª rodada, o DP encara o Cachorro Velho enquanto o Só Quem Sabe tem o Opalas pela frente.
V CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 1ª RODADA
Coringa 5 x 1 Toque Me Voy
CORINGA CONTA COM TALENTO E SORTE PARA GOLEAR
Com quatro gols de Renatinho, o Coringa estreia com ares de promessa
Por Tamires Paulino
No jogo entre Coringa e Toque Me Voy, pode-se afirmar que praticamente só uma equipe apareceu em campo. Liderado pelo inspirado Renatinho, que marcou quatro dos cinco gols de sua equipe, o Coringa goleou e estreou com ares de quem promete na competição.
A equipe branca e azul começou a partida com uma movimentação rápida, o que dificultou bastante a vida do adversário. E foi ele, Renatinho, de volta ao time após uma temporada no Fora de Série, quem abriu o placar. Da linha de fundo, pelo lado direito, ele mandou em diagonal para as redes. Quando o Toque Me Voy se organizava para tentar sair para o jogo, Renatinho, em lance semelhante, mas pelo lado esquerdo, marcou o seu segundo.
Abatido, o Toque Me Voy quase não reagia. Nas poucas vezes em que chegava, não levava grande perigo à meta de Cidrão, outro que está de volta após deixar o CAV. Aproveitando-se disso e de seu habilidoso setor criativo, o Coringa continuou a atacar, marcando o terceiro. Farias bateu de longe e finalizou para o gol com ajuda da trave. Alguns dizem que não basta só técnica, no futebol há de se contar com a sorte também.
Antes do fim da primeira etapa, o Coringa ainda teve mais duas chances de ampliar o placar, mas as desperdiçou. Na primeira, Rafinha mandou a bola da lateral esquerda para o canto direito do gol. Na segunda, farias chutou do meio de campo à esquerda do gol.
No segundo tempo, o Coringa se manteve no ataque, porém, menos eficiente que na primeira metade da partida. Mesmo assim, marcou novamente logo no início do segundo tempo. Renatinho bateu em direção ao gol e a trave esquerda desviou a bola para dentro das redes. Mais um lance em que sorte esteva ao lado do time.
Embora permanecesse mais no ataque, o Coringa diminuiu a frequência de bons lances, e a qualidade da partida caiu. Por vários minutos, foi um festival de lances desperdiçados. Nesse clima, o Toque Me Voy chegou algumas vezes ao ataque, porém Cidrão, goleiro do Coringa, realizou boas defesas. Contudo, em uma das chegadas do Toque, Roberto cabeceou para o gol e Léo deixou passar uma bola fácil de defender. Na verdade, ele defendeu e praticamente colocou-a para dentro.
O Coringa, porém, ainda conseguiu marcar o quinto gol antes do apito final. Renatinho chegou de trás e mandou de primeira uma bola cruzada para o gol. Símbolo da dualidade sorte e azar, o Coringa conheceu momentaneamente as duas faces de seu próprio significado em uma única partida.
Mesmo com a vitória e o bom saldo de gols, o Coringa é o segundo do Grupo B pelo s gols marcados e irá enfrentar o Os Mostarda na próxima rodada. Já o Toque Me Voy é o lanterninha do grupo e tem como próximo adversário o Derrubada, que também começou com derrota.
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