Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: SEMIFINAIS DO XIV CHUTEIRA DE OURO

XIV CHUTEIRA DE OURO: SEMIFINAL

Mulekes 1 x 2 Bacana

COM GOLAÇO DE TALES, BACANA PASSA POR MULEKES E CHEGA À SUA TERCEIRA FINAL


Sem jogar o bom futebol de costume, o time de branco, junto com o adversário, perdeu diversos gols no final da partida, o que deixou o duelo ainda mais emocionante

Por Heron Ledon

Mulekes e Bacana não decepcionaram as expectativas e fizeram um ótimo embate, digno de uma semifinal da Ouro. Apesar de as equipes sentirem a falta de seus armadores, Gian pelo Mulekes e Demehur pelo Bacana, elas criaram excelentes oportunidades de gol, sobretudo no final da última etapa. E foi justamente nesse período que as defesas ficaram abertas e o talento individual foi decisivo: uma pintura de Tales Tiago garantiu o Bacana em sua terceira final da competição, desta vez, contra o CAV.

O Bacana começou melhor, impondo o ritmo de jogo e chegando com perigo ao gol oponente. Felipe Laet cobrou escanteio para Cesinha, que bateu no alto, da entrada da área, mas o arqueiro Ricardo Salles fez ótima defesa com o reflexo e mandou para escanteio. Depois, Felipe teve a sua chance ao girar na intermediária e mandar com perigo o arremate rasteiro para fora.

O Mulekes não estava tão bem no duelo, pois não conseguia fazer a boa e rápida troca de passes que está acostumado. Mesmo com a boa chegada do time – Leco abriu para Rogerinho, que pedalou para cima de Caco, limpou pro meio e bateu forte para fora –, o domínio era vinho. Rômulo recebeu cobrança de lateral de costas para o gol, dominou a gorducha, protegeu, virou e chutou firme no canto esquerdo de Ricardo, que nada pode fazer para evitar o 1 x 0.

A partida era muito boa e bem movimentada. As equipes tinham um bom toque de bola, mas pecavam ao concluir as jogadas e nem sempre ofereciam tanto perigo aos arqueiros no decorrer do primeiro tempo. Fato que já foi diferente na etapa final, quando os times, principalmente o Bacana, avançaram com mais qualidade e tiveram diversas chances de balançar as redes, sobretudo no final do jogo.

Porém foi o Mulekes quem recomeçou melhor. Rogerinho limpou bem de Felipe ao abrir para a direita e bateu cruzado, com muito perigo para fora. Depois, Leandrinho recebeu livre de Giancarlo dentro da área, mas foi interceptado pelo goleiro Daniel no momento do arremate. E ainda houve mais uma boa chance: Rafinha Souza esperou a passagem de Leco e rolou a redonda para ele, no entanto o camisa 4 desperdiçou ao arrematar longe do gol.

O Bacana não se acuou e tentou a resposta por três vezes, mas sem sucesso. Na primeira, o camisa 9 recebeu livre o passe de Carlos Alberto e bateu de primeira em cima de Ricardo. Na segunda, Yanes abriu na direita para Cesinha, que chutou cruzado à esquerda do gol. E, por fim, Rômulo limpou da marcação na intermediária e, de frente para o gol, mandou por cima do travessão.

Mesmo com as jogadas rápidas e com as oportunidades de rodar o marcador, os times sentiam falta de seus dois armadores, Demehur e Gian, ausentes no duelo, pois ainda faltava a boa articulação nos lances. No entanto, o Bacana contou com o talento de Tales Tiago para ampliar. Jonas roubou no meio-campo e tocou para o camisa 8. Ele, então, limpou de Pedro Campos da direita para o meio, deu um corte seco em Alê e, de frente com Ricardo, colocou a bola no ângulo esquerdo do arqueiro. Uma pintura!

Quem achou que o jogo perderia a graça e que tudo já estava definido, errou. No minuto seguinte, aos 19, Leco tratou de descontar o placar. Vitinho Laruccia, próximo ao corner, virou a bola para Leco, que acertou um belo chute cruzado ao fundo das redes. E, com Armando como goleiro-linha, o Mulekes foi para cima. A bola sobrou para Rafinha, que cruzou rasteiro e Leandrinho, livre dentro da área, praticamente furou em cima da linha!

As equipes se fecharam muito bem durante toda a partida, mas já não tinham tanta organização defensiva no final, o que criava buracos na marcação e permitia as inúmeras chegadas adversárias. Entretanto, a pontaria não estava das melhores, como na oportunidade de Leco, que recebeu livre o passe na entrada da área, mas mandou com muito perigo à esquerda do gol.

O Bacana, então, chega à sua terceira final da Série Ouro e tentará o título inédito contra o CAV, que disputará pela primeira vez o caneco. À equipe do Mulekes, resta a torcida na grande final!

XIV CHUTEIRA DE OURO: SEMIFINAL

Fiorella 1 (0) x 1 (1) CAV

BETTONI ACERTA UMA BOMBA DE TRÁS DO MEIO-CAMPO E PÕE CAV NA FINAL


Sem a presença de Maurício Leal, o Fiorella manteve-se boa parte do jogo na retaguarda e ainda contou com a excelente atuação do goleiro Franklin para só ceder na prorrogação

Por Heron Ledon

Não fosse o forte calor que esgotou os atletas, a partida seria ainda mais dura e disputada. Com o poder ofensivo em baixa, devido à ausência de Maurício Leal, o Fiorella jogou na defensiva diante do Atlético da Vila, que tentava de todas as formas criar jogadas perigosas de gol com a liberdade que tinha. Já que o duelo era truncado, com muitos bloqueios nas conclusões, o zagueiro Bettoni mais uma vez foi decisivo à equipe: um gol de pênalti e um chutaço do campo de defesa na prorrogação que colocaram o CAV na decisão com o Bacana.

No entanto, quem começou com mais perigo foi o Fiorella. João Paulo bateu falta na direita e mandou a bola no alto, muito próximo à forquilha do gol de Diego Gallego. Depois, o arqueiro teve de fechar o ângulo e fazer uma boa defesa com a perna no chute de Edson pela direita. E ainda Washington arrematou cruzado e João Paulo deu uma rasteira no segundo pau para completar, porém não conseguiu alcançar a redonda.

A partir de então, o CAV se encaixou dentro de campo e passou a dominar a partida ao chegar com mais perigo e frequência à meta adversária. Barata recebeu em velocidade no meio e deixou ao lado para Caio Fleischmann, que bateu de primeira para fora, mas muito perto do poste. Lances depois, Cidrão rolou para Barata livre no bico da área, porém o atacante chutou por cima do gol.

Era um duelo bem movimentado e o Atlético da Vila criava cada vez mais as oportunidades de abrir o placar, já que o adversário não estava com o ataque completo. Eis que o goleiro Franklin entra em cena, para o bem do Fiorella. O arqueiro defendeu com a perna o chute de Marcel e estava em cima do lance na tentativa de Cidrão. Até que fez uma defesaça!!! A bola sobrou próxima à marca do pênalti para Marcel, que a fuzilou de primeira. Franklin, então, esticou o braço direito e fez uma linda defesa. Puro reflexo!

O calor excessivo que fazia durante a partida diminuiu um pouco o ritmo de jogo, principalmente do lado do Fiorella, que decidiu permanecer na defensiva e segurar os avanços oponentes na segunda etapa. Por mais que CAV tentasse, sempre aparecia umna perna, um corpo à frente para impedir que a bola chegasse ao gol de Franklin. Fofão deu um chute cruzado muito perigoso pela direita. Em seguida, bola alçada na área para André Plec, que virou batendo, mas lá estava Franklin para dividir. E ainda Davi fez ótima troca de passes com Jorginho e tocou no alto, passando muito perto do gol.

O tempo passava e nada do Fiorella levar perigo ao gol de Gallego. De tanto insistir, o CAV, enfim, abriu o placar aos 15 minutos. Tigu enfiou a bola para Edson, livre dentro da área, mas o garoto não conseguiu dominá-la. No contra-ataque, Barata recebeu a redonda na direita, invadiu a área e foi derrubado por Franklin. Pênalti! Fábio Fonseca assumiu a meta para tentar defender o pênalti e por lá ficou. Bettoni saiu da reserva para realizar a cobrança e não titubeou: paulada no meio do gol!

Quando tudo parecia definido, a defesa do CAV cochilou e, no minuto seguinte, João Paulo acabou com a alegria atleticana. Gallego defendeu um chute rasteiro no canto esquerdo e a bola subiu. A marcação parou e o camisa 10 foi no alto para testar ao fundo das redes e empatar a partida.

Vitinho ainda tentou recolocar o CAV na frente em um chute cruzado, mas não teve jeito: prorrogação. Ao invés de uma reação e empolgação por parte do Fiorella, o que se viu foi o adversário em busca do gol. Bettoni, em cobrança de falta, rolou na esquerda para Davi, que puxou para o meio e acertou o poste direito de Fá. Lances depois, veio a consagração do zagueiro. Jorginho recuou a bola em cobrança de lateral para Bettoni, que dominou a bola no campo de defesa, a esperou pingar e mandou uma bomba dali mesmo. A bola foi à meia altura e pingou já dentro da área para estufar as redes de Fábio Fonseca, que nem se mexeu no lance. Um golaço!

Aí foi só festa por parte do CAV, cujos jogadores todos correram em direção ao defensor para comemorar a classificação inédita à final da Ouro. Promessa de uma grande final diante do Bacana, que é finalista pela terceira vez, mas também busca o primeiro título.
Comentários (0)