Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: SEMIFINAIS DO V CHUTEIRA DE BRONZE

V CHUTEIRA DE BRONZE: SEMIFINAL

Palestrinha da Catarina 4 x 3 Báguas

NO RITMO DE LUKINHAS, PALESTRINHA DERRUBA BÁGUAS E VAI À DECISÃO


Camisa 7 deu um show à parte e ajudou sua equipe a eliminar um dos favoritos ao título; na final de sábado contra o Coringa, dois desfalques confirmados

Por Douglas Almasi Santos

Não foi um resultado surpreendente, mas também não era tão esperado pela maioria dos torcedores e simpatizantes. Mesmo assim, o Palestrinha da Catarina ignorou o ligeiro favoritismo do Báguas e despachou a equipe líder do Grupo A na fase de classificação, obtendo sua vaga na grande decisão da Série Bronze. O time de Hiro, que sempre fora apontado como força, mas não favorito a título, agora encara o Coringa atrás do caneco. Todavia, o Palestrinha terá os desfalques de Douglas e, principalmente, do vice-artilheiro da competição, Guga. Já o Báguas alcançou o objetivo de chegar à Série Prata, porém, dá adeus ao sonho de soltar o grito de campeão em 2012.

A primeira etapa pode ser definida com uma palavra: equilíbrio. Os times não queriam saber de se defender, apesar da virilidade demonstrada a cada dividida de bola. A primeira tentativa foi do Báguas, quando Marquinhos chutou da entrada da área no canto esquerdo de Régis, mas para fora. A resposta do Palestrinha chegou quando Douglas fez o lançamento à área e a zaga adversária jogou contra o próprio patrimônio, obrigando Symon a mandar a bola a escanteio. Jorjão, de cabeça, após cobrança de lateral, parou nas mãos de Régis. A resposta chegou com Lukinhas que, pelo flanco direito, chutou cruzado, mas o guarda-metas laranja defendeu com os pés.

Mais Palestrinha: Hiro recebeu o passe, ajeitou e chutou no canto esquerdo, mas a tentativa se esvaiu. A resposta do Báguas chegou com Cesinha, quando o camisa 10 arriscou do meio da quadra e viu a bola passar por cima do arco. O camisa 10 realizava boa partida, dosando marcação com técnica. Inclusive, na jogada seguinte, ele recebeu a bola pelo meio e disparou um canudo que explodiu no pé da trave direita de Régis. O gol estava amadurecido para qualquer lado. E quem inaugurou o placar foi o Báguas: Léo recebeu na esquerda e, com um chute cruzado, colocou a equipe em vantagem.

O tento animou a equipe laranja, porém, despertou o Palestrinha para a partida. Cobrança de lateral de Lukinhas para Hiro, que devolveu o passe. O camisa 7 cruzou na área com perigo, mas ninguém pôs o pé para completar. Em seguida, Guga avançou pela esquerda na base da raça e cruzou. A defesa do Báguas parou para reclamar numa falta em Concha e viu Lukinhas só empurrar às redes. Revolta por parte do time laranja, reclamando uma solada de Guga, mas os árbitros nada assinalaram e o tento de empate foi confirmado.

A partida foi para o intervalo e, na volta, teve uma etapa final um tanto diferente da primeira. Com mais vibração e com um plano apostando nos contra-ataques, o Palestrinha construiu sua classificação à final.

A primeira tentativa aguda foi do Báguas. Léo arrancou da esquerda para a direita em diagonal e, de pé direito, mandou à meia-altura esquerda de Régis, mas o arqueiro estava atento e espalmou a escanteio de forma segura. Em seguida, a vida laranja se transformaria em um calvário. Saída errada da zaga, que bateu cabeça, e Hiro agradeceu, mandando ao fundo da rede para virar ao Palestrinha.

Em vantagem, o time listrado passou a apostar na velocidade de Lucas Barbosa e Lukinhas. Lucas Barbosa fez boa jogada pelo lado esquerdo, girou o corpo e mandou por cima, com perigo. O goleiro Symon arriscou, tentando empatar: em cobrança de falta, ele mandou um torpedo que desviou na zaga e saiu amedrontando Régis.

O Palestrinha, diferente de times que se fecham na defesa para segurar o resultado, adiantou sua marcação e passou a ocupar o campo de defesa do Báguas. Em contra-ataque, Lucas Babosa recebeu e abriu bom passe na direita a Lukinhas que, livre de marcação, desperdiçou, chutando para fora. O time laranja teve duas oportunidades seguidas. Na primeira, Paolo fez boa jogada pelo meio e, de perna esquerda, acertou o ângulo de Régis, mas o guarda-metas se esticou e praticou linda defesa. Na segunda tentativa, em cobrança de falta, Cesinha rolou para Paolo disparar. A bola desviou na trajetória e saiu com muito perigo.

Mesmo atrás no placar, o Báguas não desistia. Mas sofreu dois baques quase que seguidos. O primeiro foi uma pintura de gol: cobrança de lateral a Apollo, que dominou, aplicou um chapéu em seu marcador e, de cabeça, fez o passe na direita a Lukinhas; o camisa 7 pegou de voleio, quase da linha de fundo, cruzado no canto direito de Symon, que viu um golaço. A torcida aplaudiu o feito de Lukinhas. Em seguida, após jogada de contra-ataque, Lucas Barbosa entregou de presente para Lukinhas fuzilar no canto direito de um inconsolável Symon. Mais um gol do Palestrinha, que construía sua classificação.

Atrás no marcador, a equipe laranja começou a se descontrolar. Indignado com a arbitragem, jogadores do Báguas foram tirar satisfação por conta de uma reversão e acabaram falando demais – dois deles levaram cartão azul. Em seguida um princípio de confusão desnecessária entre as equipes, que acabou deixando a semifinal em um segundo plano, infelizmente. A reclamação era, para variar, com arbitragem.

Com os ânimos mais calmos, o Báguas dirimiu o prejuízo com Marquinhos, que aproveitou um rebote para levar a desvantagem para 4 x 2. A pressão laranja passou a ser intensa, e o Palestrinha tentou se segurar do jeito que dava. Tabela entre Concha e Paolo, até o camisa 6 do Báguas soltar o petardo para defesa segura de Régis. No fim, depois de bate-rebate, Cesinha arrematou da entrada da área e acertou o canto esquerdo do Palestrinha, diminuindo para 4 x 3. Mesmo assim, não havia tempo para mais nada, e a equipe da Vila Catarina garantiu sua presença na grande final de sábado ante o Coringa.

V CHUTEIRA DE BRONZE: SEMIFINAL

Coringa 3 x 2 Condor’s

FARIAS FAZ BONITO GOL E COLOCA O CORINGA NA GRANDE DECISÃO


Partida ante o Condor’s estava equilibrada quando o camisa 10 fez uma jogada sensacional, selando a ida do Coringa à final da Série Bronze

Por Douglas Almasi Santos

O Coringa deu mais um passo para alcançar o título. Foi de forma sofrida, mas a equipe do até então MVP da Bronze, Renatinho, soube se segurar quando mais precisou e bateu o Condor’s por 3 x 2. Farias acabou marcando o gol da classificação, quando a partida estava empatada em dois gols. O Condor’s foi valente do início ao fim, chegando a igualar na segunda etapa um resultado adverso. Porém, o time de Gugu não resistiu à raça do finalista, que brigará pelo caneco do certame com o Palestrinha da Catarina, no próximo sábado.

A semifinal começou e, logo de cara, já houve uma tentativa de arremate. Na saída de bola, Neno arriscou do meio da quadra, mas a bola saiu com certo perigo. A tendência da partida era de um Condor’s mais defensivo contra um poderoso ataque Coringa. E os primórdios corroboraram com a prerrogativa. Em jogada de contra-ataque, Rafinha Carvalho levou pela esquerda e cruzou para o meio, Renatinho apareceu e chutou, mas seu tiro saiu dando susto a Fábio Genaro.

Depois de uma tentativa de Romário que saiu pela esquerda, o Coringa inaugurou o marcador. Daniel Capel roubou a bola pelo meio da quadra, ajeitou para o pé direito e soltou a bomba no ângulo esquerdo, marcando um golaço. A torcida do Coringa, ensandecida, subiu na grade para comemorar o tento do camisa 5. E o time só não ampliou em seguida porque Fábio Genaro defendeu o chute rasteiro de Renatinho após erro na saída de bola do Condor’s. Mais Coringa: Neno foi travado, a bola sobrou a Farias que avançou; o camisa 10 arrematou rasteiro no canto direito, mas Genaro jogou a escanteio.

Acuado, o Condor’s via o adversário atacar. Rafinha Carvalho fez o trabalho de pivô e deixou a Renatinho, que veio de trás e acertou o canto esquerdo, mas sua tentativa foi fora do alvo. Depois de muito tempo o time de Coloral resolveu atacar de forma mais incisiva. Juninho Peli entrou em quadra e fez o trabalho de pivô para Guinho, que arriscou no canto esquerdo, mas seu chute saiu. Contudo, o Coringa voltou a ser eficaz. Em jogada de contra-ataque mortal – pegando a defesa rival completamente desguarnecida –, Farias carregou pelo meio e abriu bom passe na direita para Ratão. O camisa 3 cruzou na medida para Renatinho chutar cruzado, vencendo a Fábio Genaro.

Com dois tentos de vantagem, a equipe azul e branca queria gastar o tempo para logo chegar o intervalo. Mas Juninho Peli estava com vontade jogar e de ser decisivo, e acabou com as pretensões adversárias. O camisa 11 realizou linda jogada e chutou forte, indefensável para Léo Cidrão. Animado, o Condor’s levaria para a segunda etapa uma desvantagem mínima – o que poderia facilitar sua vida em uma tentativa de empate.

E quando o jogo recomeçou, depois do período de intervalo, o time alcançou seu objetivo. Na primeira tentativa, após cobrança de lateral, Marin chutou no canto esquerdo, mas seu tiro se esvaiu. Em seguida, o gol de empate em uma jogada perigosa: Renato foi acionado na direita e chutou forte para o meio; com a potência do chute, a bola pegou no jogador do Condor’s e explodiu no rosto de Pi, levando o camisa 13 do Coringa a nocaute; a pelota sobrou limpa para Bruninho Franco só empurrar e sair para a comemoração. A preocupação com Pi foi grande, mas, felizmente, nada de mais grave aconteceu ao zagueiro.

A igualdade trouxe mais serenidade à partida, e a cautela passou a ser a tônica do embate. A torcida já não se manifestava de forma tão ardente como no primeiro tempo. O Coringa atacou com Gui, que avançou pelo meio e chutou de pé direito para fora. Mais Coringa: Ratão foi ao ataque, pegou a sobra e soltou a bomba, mas Genaro agarrou a bola no centro da meta. A resposta veio com Neno e Marin. O camisa 10 cobrou o lateral na cabeça do zagueiro, que esbarrou na zaga. No rebote, Neno tentou pelo lado esquerdo, mas, sem ângulo, a bola saiu.

Muito equilíbrio entre os semifinalistas, e qualquer jogada mais aguda poderia resolver o duelo. E foi o que ocorreu. Farias recebeu o passe pelo meio, girou o corpo para cima do zagueiro e, de pé esquerdo, acertou o ângulo esquerdo de Fábio Genaro, que nada pôde fazer. O tento trouxe alívio ao Coringa e desespero ao Condor’s, que teria de sair da zona de conforto após alcançar o empate. Mas a tabelinha de Renatinho e Rafinha Carvalho quase colocou um ponto final nas pretensões do time de Bomba. A resposta veio com Juninho Peli, que tentou por cobertura, mas sem sucesso. Bruninho Franco, de cabeça, esbarrou em bela defesa de Léo Cidrão. Também de cabeça, Renato quase igualou o marcador, mas a tentativa foi para fora.

O tempo se esgotava e os jogadores do Condor’s demonstravam cansaço. Juninho Peli tentou de voleio da entrada da área, mas mandou para fora. Na base da raça o time caminhava ao ataque. Em cobrança de falta, Neno arriscou da intermediária, de perna esquerda, mas sem sucesso. O camisa 10 teria a última oportunidade de igualar: a bola lançada na área sobrou para ele, porém o chute foi por cima da meta de Léo Cidrão. E os árbitros encerraram o bom jogo, com uma festa completa do Coringa. A equipe chega à decisão e pode levantar seu primeiro troféu no Chuteira de Ouro.
Comentários (0)