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CHUTEIRA NEWS: IX CHUTEIRA DE PRATA: 8ª RODADA

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA

Palestrinha da Catarina 4 x 0 Elite

PALESTRINHA VOLTA A VENCER E AINDA PODE FATURAR O GRUPO


Time contou com o retorno de Lukinhas para derrotar o Elite e ainda sonhar com a vaga direta na Série Ouro; três dos quatro gols foram marcados na primeira etapa

Por Bernardo Coimbra

O Palestrinha da Catarina voltou a alegrar seus torcedores. A equipe de Peru venceu novamente e, mesmo com chances remotas, ainda sonha com a vaga direta na Série Ouro – basta derrotar o Basicus e torcer para Cabeça Rachada, The Veras, Império Celeste e Condor’s não vencer. O time tricolor navegou em águas tranquilas do início ao fim do jogo. Quando abriu 3 x 0 ainda no primeiro tempo, estava claro que dificilmente perderia essa vantagem. Ainda marcou o tento derradeiro na segunda etapa, com Lukinhas.

O Palestrinha começou em cima. Depois de cruzamento pelo lado esquerdo de Peru, Lukinhas se esforçou para alcançar, mas não conseguiu – a bola morreu na linha de fundo. O time azul e branco respondeu com Silvião, que conseguiu boa jogada pelo meio, avançou pelo lado esquerdo e mandou de bico, mas a bola saiu ao lado. Depois de cobrança de lateral, Renan, do Elite, matou no peito pelo lado direito e chutou sem deixar a redonda cair, por cima do gol.

Mas a partida era do tricolor, que logo conseguiu abrir o placar. Lukinhas fez ótimo lance pelo lado direito, progrediu e mandou um tiro cruzado. Peru, rente à trave esquerda, empurrou para o fundo do barbante. Sem deixar o adversário respirar, o Palestrinha aumentou a vantagem. Guga recebeu bola na intermediária pelo lado direito, dominou, avançou e chutou de perna direita. A bola entrou rasteirinha no canto da meta defendida por Sardinha. E eles continuaram em cima. Guga recebeu no bico direito da grande área e chutou. Sardinha espalmou, do chão, para lateral. A resposta do Elite veio com Renan, que recebeu bola no meio de quadra, escapou bem e mandou de perna direita – mal posicionado, a redonda saiu por cima.

Mesmo assim, o Palestrinha ainda controlava as ações. Em bela linha de passe, Lukinhas recebeu bola pela ponta direita e deu apenas um tapa para Peru, que mandou de primeira. Sardinha espalmou para a linha de fundo. Depois, Hiro recebeu bola pelo lado direito e chutou cruzado, a bola passou por todo mundo e Lukinhas não conseguiu mirar bem do bico oposto da grande área, mandando para as redes pelo lado de fora.

O time azul e branco respondeu. Papai do Axé recebeu bola pelo lado direito, avançou e mandou o tiro rasteiro. O arqueiro Caio Henrique, do Palestrinha, espalmou do chão para escanteio. Depois, Renan passou do bico direito da grande área para Papai do Axé, e este chutou de primeira para Caio Henrique espalmar para frente. Na sequência, o mesmo Papai, sempre ele, aproveitou cobrança de lateral e desviou a redonda de cabeça em direção à meta. A bola bateu na trave do lado direito do goleiro.

Depois da pressão do Elite, o Palestrinha foi à frente novamente. Guga escapou pelo lado esquerdo e chutou, a bola explodiu no travessão, quicou na grama sintética e saiu para lateral. Na nova onda de ataque do Palestrinha aconteceu o terceiro gol. Lukinhas recebeu a bola pelo lado direito, avançou pelo meio e chutou rasteiro de perna esquerda, deixando o arqueiro do Elite, Sardinha, sem reação. Três tentos para o tricolor, nenhum para o Elite. Eram jogados 15 minutos do primeiro tempo.

Foi quando o Elite tentou voltar ao jogo. Pferfer passou pelo meio para o lado direito, Alexandre Vieira chutou de primeira a redonda, mas a bola saiu ao lado. Depois, o mesmo Pferfer disparou pelo lado esquerdo do meio de quadra, avançou e atirou, Caio Henrique agarrou no chão. Alê, do Palestrinha, chutou a bola de muito longe pelo meio. O tiro saiu alto e desviado para o lado. Na sequência, uma boa trama de ataque do Palestrinha. Japa deu um tapa de primeira do lado esquerdo para Lucas Negão no meio, em frente à grande área. O tiro, para lamentações tricolores, saiu por cima.

O time azul e branco não estava morto, ainda. Papai do Axé tabelou pelo lado esquerdo com Alexandre Vieira sem deixar a bola cair, e o segundo deu um tapa de primeira de fora da área. O arqueiro Caio Henrique espalmou para a linha lateral. Depois, Rafa Marques recebeu a redonda pelo lado direito, aplicou um desconcertante chapéu sem deixar a bola cair, mas o goleiro travou muito bem na hora do chute. A bola foi para lateral.

Ao intervalo, ficava evidente a inoperância ofensiva do Elite Football. Apesar de ter criado boas chances ao longo de todo primeiro tempo, nenhuma delas chegou às vias de fato. Do outro lado, o Palestrinha da Catarina nadava em águas tranquilas e fazia o seu jogo entrar sem grandes dificuldades. Mas ainda faltava um. Lukinhas foi o autor do tento derradeiro do tricolor. Ele recebeu pelo meio, dominou e chutou rasteiro. O goleiro Diego, que havia acabado de entrar no jogo no segundo tempo, aceitou. O quarto e último gol para o Palestrinha da Catarina.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA

The Veras 5 x 4 Diabos Negros

THE VERAS PASSA SUFOCO, MAS VENCE DIABOS NEGROS E AINDA SONHA COM A OURO


Times chegaram a ficar empatados nos instantes finais, mas Nico garantiu a vitória ao The Veras; beneficiado pela derrota do Cabeça Rachada, time ainda espera pelo seu retorno à Ouro vencendo o grupo A

Por Bernardo Coimbra

Para os amantes de gols, nesse jogo tivemos 9 deles – de todos os tipos. Jogando com seu tradicional uniforme azul com uma faixa vinho no meio, parecida com a camisa do Barcelona, o The Veras conseguiu uma importante vitória sobre o Diabos Negros que, mesmo rebaixado, jogou de igual para igual e quase estragou a festa do adversário, vendendo caro a derrota.

E o time começou no ataque. Baiano dominou a bola pelo lado esquerdo sem deixar ela cair no chão e atirou alto, mas sem mira. Depois, Vinicios roubou bola no meio e avançou, mas na hora do chute, o goleiro Benga saiu muito bem e, com as pernas, aparou a redonda. Na sequência, o mesmo Vinicios recebeu pelo lado direito, progrediu até a ponta e mandou para trás. Raphael vinha na corrida, mas o tiro saiu travado pela zaga.

O Veras respondeu. Cucio roubou bola na intermediária e lançou rasteiro em profudidade para João Claudio, no bico direito da grande área, mas Marco saiu bem e travou antes da conclusão. No lance seguinte, Vitinho escapou pelo lado direito e chutou sem ângulo, o arqueiro encaixou.

Vinicios, do Diabos Negros, recolheu bola espirrada e chutou pelo meio de fora da área, por cima. A resposta veio com Ariel: depois de roubada de bola pelo lado esquerdo da intermediária, ele avançou, tirou dois marcadores da jogada e atirou rasteiro, Marco estava ligado e agarrou sem dificuldades. O time azul se lançou ao ataque. Vitinho avançou pelo lado direito e cruzou para Renatinho, mas o chute rasteiro saiu pelo lado.

Depois de uma considerável movimentação de ambas as equipes, veio o gol. João Claudio avançou e chutou sem marcação, a redonda bateu na trave, enganou o goleiro e, no rebote, Ariel completou para o fundo das redes. Estava inaugurado o placar, aos 8 minutos jogados da primeira etapa. E eles continuaram atacando. Depois de cobrança de escanteio cobrada por Vitinho, a bola bateu na trave e ninguém de azul conseguiu aproveitar. Em seguida, o empate. Marcel recebeu bola pelo meio e estufou as redes.

O Veras continuava em cima, mesmo depois de ter sofrido um tento. João Claudio, pelo lado direito, recebeu bola - depois de trama de ataque - e a passou para Ariel. Ele arriscou, mas o tiro saiu muito desviado, ao lado da meta.

Mas a igualdade não durou muito tempo. Pedro, do Veras, recebeu passe em alta velocidade de Vitinho, que estava em frente ao goleiro adversário dentro da grande área, e mandou um torpedo. A bola passou pelo arqueiro Marco e por um zagueiro, que tentava desesperadamente evitar o gol com um carrinho. E eles aumentaram. Moura recebeu passe do lado esquerdo na intermediária, progrediu até a frente da grande área e atirou. Ela entrou no cantinho, indefensável. Era o terceiro do Veras, enquanto o Diabos Negros permanecia apenas com um gol marcado.

Ao intervalo, parecia nítida a vantagem do time azul. Apesar de não fazer uma má partida, o Diabos Negros sofria com a pressão do Veras, e seu ataque parecia não ser capaz de produzir. Um desses problemas – o do ataque – foi solucionado, ao passo que a questão da pressão permaneceu até o final. Na segunda etapa, quem começou marcando foi o Diabos Negros. Marcel recebeu no bico esquerdo da grande área, limpou dois marcadores e chutou rasteiro fora do alcance de Benga. Segundo gol do time alvo.

Mas o Veras deu um banho de água fria na sequência. João Claudio progrediu pelo lado direito, tabelou com Renatinho, recebeu a bola e chutou rasteiro para estufar o barbante. A vantagem voltara a ser de dois gols. No lance seguinte, Marcel conseguiu marcar o terceiro do Diabos. Depois de jogada pelo lado direito e rebote do goleiro Benga, Marcel, do chão, aproveitou a pelota espirrada e mandou para o fundo das redes.

Faltando menos de 10 minutos para o término da partida, veio o momento crucial. Era o empate do Diabos Negros. Depois de jogada rápida de Marcel com Vinicios pelo lado esquerdo, o próprio Vinicios recebeu no bico da grande área e mandou por cima do arqueiro do Veras. Mas, no lance seguinte, veio o tento derradeiro. O gol da vitória do time azul. Nico recebeu bola na ponta direita da grande área e, sem ser incomodado por marcação alguma, atirou entre o goleiro e a trave, rasteira. O nono gol da peleja, o quinto do Veras. A vitória estava assegurada, aos 19 minutos do segundo tempo.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA

TCM 0 x 0 Condor’s

TCM E CONDOR’S FICAM NO ZERO


Há muito tempo o Chuteira não tinha um placar sem gols, resultado péssimo às duas equipes; expulsão de Zé Roberto foi o que de melhor aconteceu na partida

Por Bernardo Coimbra

Não é comum no futebol society um jogo terminar com ambos goleiros sem serem vazados. Em 50 minutos de jogo, é de se esperar que pelo menos um tento solitário seja marcado. Não foi o que aconteceu. O clássico entre TCM e Condor’s foi uma decepção para quem compareceu à quadra 6, já que se esperava uma partida bem movimentada. O empate sem gols acabou castigando os dois times, já que ficaram parados na tabela e veem seus objetivos ameaçados.

A partida terminou no zero por diversas razões. Os atacantes não conseguiram furar os bloqueios das zagas e dos goleiros, além de gozarem de péssima mira na ocasião. A outra razão foi o tempo em que a peleja ficou parada. Além da expulsão de Zé Roberto, que durou mais do que deveria até o jogo retomar, tivemos diversos momentos de atendimento a jogadores em quadra – estas, pausas inevitáveis. Mas, mesmo assim, tivemos futebol. Bruninho Franco recebeu bola em cobrança de lateral no bico esquerdo da grande área, virou e chutou. A bola saiu pelo lado do gol. A resposta do TCM veio com Zé Roberto – ele recebeu bola pelo lado esquerdo de ataque, avançou e chutou por cima.

Equilíbrio no jogo, e o Condor’s foi novamente à frente. Dola arriscou do próprio campo, mas o tiro subiu demais. Alex, do TCM, teve chance pelo lado direito de ataque, e não conseguiu completar. No lance seguinte, Guel, do Condor’s, pelo lado esquerdo, chutou e o arqueiro Plec espalmou bem para escanteio. Foi quando o time de vinho ensaiou uma pressão. Bruninho Franco recebeu bola pelo lado esquerdo, avançou e passou para trás, vendo a chegada de Guel, que chutou de primeira. A redonda saiu ao lado. O mesmo Guel dominou pelo lado esquerdo no meio de quadra, girou, tirou um adversário da jogada e atirou, mas a bola saiu rasteira ao lado.

Foi quando houve a confusão. Zé Roberto caiu do lado direito de ataque de forma estabanada. Os jogadores do Condor’s julgaram que ele agiu de má fé na hora da queda, acertando um atleta de sua equipe com um chute. Ele levou cartão amarelo por isso e, em meio a muitas reclamações, levou cartão azul. Não tardou e ele, já fora do jogo, tomou seu cartão vermelho. Depois de uma grande paralisação, o jogo recomeçou ainda com o Condor’s no ataque. Bruninho Franco cobrou lateral para Guel, que virou e chutou sem deixar a bola cair. Plec espalmou bem e mandou a bola para escanteio. Na sequência, Guel cobrou lateral para Juninho Peli, que pegou de primeira, mas mandou por cima.

O TCM partiu para o ataque. Carlinhos conseguiu uma excelente cabeçada, depois de cobrança de escanteio, obrigando o goleiro Jhonny a espalmar para frente. E foi só o que tivemos na primeira etapa. A maior parte do tempo de bola rolando foi consumida pela discussão com a arbitragem. O resto foi ocupado por falha no dispositivo responsável por apresentar um bom futebol e construir chances de gol.

Logo na saída de bola do segundo tempo, um chute. Pasquali, do TCM, arriscou do próprio campo, buscando pegar o Condor’s desprevenido. A redonda foi desviada pela zaga e saiu em escanteio. Na cobrança, a bola espirrada sobrou para Thiagão no meio de quadra, quase do próprio território, chutar de fora. O tiro saiu por cima.

Ainda pressão do TCM. Depois de cobrança de lateral, Carlinhos dominou no peito e arriscou uma bicicleta. Ao lado, muito perto da meta. Na sequência, novo lateral e bola rebatida de cabeça, que foi recolhida por Alex e este mandou um tirombaço pelo lado direito – para seu desespero, acabou subindo demais.

O Condor’s respondeu com uma cobrança de falta direta pelo lado direito com Guel. Muito alto. Guel, depois, recebeu bola de Bruninho Franco de frente para o arqueiro Plec dentro da grande área e atirou. O goleiro espalmou de forma sensacional para escanteio. No lance seguinte, Juninho Peli tentou um voleio em cobrança de escanteio, mas acertou, de forma estabanada, um jogador do TCM.

Em meio a um deserto de ideias e chances esparsas para ambos os lados, a peleja foi se aproximando de um melancólico final. A última chance do jogo foi do time alvinegro. Danilinho recebeu bola na corrida pelo lado esquerdo, avançou e chutou. A bola saiu ao lado. Seja lá quem traçou o destino dessa partida, posso afirmar seguramente que ele estava mal-humorado. Para nosso azar.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA

Basicus 3 x 3 Império Celeste

NA RAÇA, BASICUS ARRANCA EMPATE NO FIM CONTRA IMPÉRIO


Time azul celeste chegou a abrir 3 x 1, mas gol de Bolas aos 22 minutos do segundo tempo evitou a derrota rosada; empate foi ruim aos dois times

Por Bernardo Coimbra

Império Celeste e Basicus apenas empataram e ficaram estagnados na tábua de classificação. O time celeste, assim, perdeu grande chance de reassumir a liderança do Grupo A. E a Fênix permanece ameaçada pelo fantasma do rebaixamento. Mesmo assim, foi um bom jogo de futebol. Com ambos os times buscando o gol a qualquer custo e um final surpreendente, é possível dizer que a peleja agradou a gregos e troianos.

A partida começou com o Basicus no ataque. Pirulas recebeu bola pelo lado esquerdo e chutou ao lado do gol. Depois, Matheuzinho arriscou chute rasteiro pelo lado direito do próprio terreno, também sem precisão. Na sequência, Puff recolheu a redonda pelo lado esquerdo, avançou e chutou. Necessário dizer que teve o mesmo destino dos dois anteriores.

O time celeste respondeu com Zé Victor. Ele disparou pelo lado esquerdo, chegou até a linha de fundo e cruzou para trás visando à chegada de Romulo, que vinha em alta velocidade. Mas Chicão se recuperou a tempo e agarrou a bola em sua trajetória. No lance seguinte o próprio Romulo testou de fora da área, para o lado.

Ainda o Império em cima. Guedes conseguiu boa jogada pelo lado direito, perto da linha de fundo, chapelou um zagueiro do time rosa e cruzou para Otávio, mas este foi travado na hora da conclusão. Na cobrança de escanteio de Eduardo, o próprio Guedes tentou um voleio e a bola saiu ao lado.

Depois da pressão do Império, o Basicus saiu para o jogo. Luciano Soares recolheu bola no meio de quadra, avançou, puxou para a perna direita e atirou – muito alto. Na sequência, Puff recolheu bola espirrada pelo meio e chutou de fora da área, para o lado. O Império Celeste respondeu com um ótimo lançamento do campo de defesa para Guedes, que tentou desviar para o gol, mas a redonda foi desviada para escanteio. Na cobrança, Rafinha tentou arrematar de primeira mas, como virou de praxe na partida, mandou ao lado.

Foi quando finalmente aconteceu o primeiro gol do jogo. Romulo, do Império Celeste, recebeu bola pelo meio de quadra, avançou e chutou de fora da área. O tiro foi desviado em sua nova trajetória matou totalmente Chicão, que estava na jogada.

O time rosa salmão tentou responder logo. Luciano Soares recebeu bola de cobrança de lateral e arriscou, a bola travada foi para escanteio. Na cobrança, o próprio Luciano Soares tentou de cabeça, mas foi ao lado da meta. Depois, Hubert recebeu passe pelo lado esquerdo, no meio de quadra, e chutou de longe – e para muito alto.

Depois houve uma ótima chance do Império Celeste. Guedes passou sem olhar para Rodolfo, e este mandou um torpedo que explodiu na barra e saiu em lateral. Na sequência, Zukauskas, o artilheiro sem gols, passou em profundidade para o lado direito buscando o deslocamento de Zé Victor. Ele pegou de primeira, mas o tiro, sem ângulo, não encontrou o caminho do gol e foi à linha de fundo.

Matheuzinho, do Basicus, fez boa jogada pelo lado direito e rolou a bola para Luciano Soares, que atirou ao lado. Mas eles conseguiram o gol logo na sequência, graças a um lance de bola espirrada que sobrou na grande área para Kirk, livre de qualquer marcação, empurrar para o fundo do barbante. Era chegada a hora do empate, aos 17 minutos da primeira etapa. O Império respondeu logo. Guedes cobrou falta pelo meio, diretamente para a meta adversária, sem mira. Depois, o mesmo Guedes aproveitou ótima cobrança de lateral e subiu para a cabeçada, também pelo lado.

Chegado o momento do intervalo, o empate persistia. Era uma partida muito boa e aberta, com chances para os dois lados sendo criadas a todo momento. Mas, mesmo assim, era difícil prever que o empate se manteria no marcador até o fim da peleja. Eduardo, do Império Celeste, fez boa jogada pelo lado direito e cruzou, a bola passou pelo arqueiro Chicão e Romulo, atento no lance, não perdoou e empurrou para as redes. O time azul celeste passava novamente à frente no placar.

E eles aumentaram. Guedes recebeu no bico esquerdo da grande área e passou de calcanhar para Arai, que tirou um marcador, deixou o goleiro no chão e mandou sem problemas para a meta. Era marcado o terceiro tento do Império Celeste, contra apenas um do Basicus àquela altura. Mas o time rosa e preto ressurgiu. Depois de chute pelo lado direito de Matheuzinho, Gamarra deu rebote e a bola sobrou para Veneza, que estava atento no lance e chutou com o goleiro no chão.

A redenção veio faltando 3 minutos para o final. Bolas acertou uma cacetada do meio da rua, com a bola passando por todos os jogadores sem ser incomodada. O tiro rasteiro entrou no canto do gol, indefensável, incólume. Foi o gol de empate, no frigir dos ovos. O resultado manteve o Império na luta pela vaga direta na Ouro, mas depende de tropeço do Cabeça Rachada. O time tem pela frente o TCM na última rodada. Já o Basicus tentará sua sobrevivência na divisão ante o Palestrinha da Catarina.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA

MachuPichu 7 x 2 Cabeça Rachada

A FESTA ERA PARA SER DO CABEÇA RACHADA. SÓ NÃO AVISARAM O MACHUPICHU


Time ‘peruano’ veio completo para o confronto e atropelou o então favorito Cabeça Rachada, que viu a conquista do grupo A ser adiada; boas atuações de Thiago Branco e Caíque foram decisivas

Por Bernardo Coimbra

Não teve graça. O MachuPichu, jogando com a camisa igual à do Manchester United, entrou para vencer e dar espetáculo. A vítima foi o Cabeça Rachada, que não conseguiu suportar a pressão do bombardeio. Assim, o time de Ricci alimenta os sonhos de uma classificação à fase final e de buscar o bicampeonato da Série Prata. Já o time verde-limão, surpreendido, podia ter garantido o passaporte à Ouro, mas deixou para a rodada final – só depende de si para concretizar a liderança e a vaga na elite.

O time ‘peruano’ começou em cima. Depois de cobrança de escanteio, Thiago Branco recebeu pelo bico esquerdo da grande área e chutou rasteiro, o goleiro Macaco conseguiu espalmar para novo escanteio. Depois, Sizão recebeu bom passe pelo lado direito, avançou e chutou de perna direita. Fácil defesa para Macaco.

O time verde e preto entrou no jogo. Diego Jaime desperdiçou contra-ataque, dividindo a bola com o goleiro. No lance seguinte, Vágner recolheu bola pelo lado esquerdo e chutou, Pipo espalmou para frente. E completando a sequência do Cabeça Rachada, Tché chutou pelo lado esquerdo de fora da área, mas o tiro desviado foi para novo escanteio. Mas o jogo era dos “diabos vermelhos da Prata”. Caíque aproveitou cobrança de lateral e mandou de cabeça por cima da meta.

Entretanto, não tardaram a abrir o marcador. A zaga do Cabeça Rachada tentou passe rasteiro para inverter o jogo, quando Thiago Branco, esperto, conseguiu tomar de assalto a redonda, avançar até o bico esquerdo da grande área e bater cruzado. Macaco nada pôde fazer. Depois do gol, o Cabeça Rachada foi para cima. Cleuson aproveitou sobra de bola em jogada de ataque pelo lado direito e chutou ao lado do gol. Na sequência, Vágner recebeu bola de fora da área pelo lado esquerdo e arriscou. A redonda passou ao lado.

Mesmo assim, o segundo tento foi anotado pelo MachuPichu. Depois de cobrança de escanteio, Ricci desviou a bola para o alto e para trás, e Thiago Branco mandou de peito estufado para o fundo do barbante. Eram jogados 10 minutos do primeiro tempo.

Assim como na situação do primeiro gol, o Cabeça Rachada foi para o ataque depois de sofrer um tento. Pelo lado esquerdo da grande área, Baiano levantou a bola e chutou, mas o tiro cruzou toda a frente da meta e saiu para a linha de fundo. Na resposta imediata, Thiago Branco chutou de fora da área pelo lado esquerdo, mas Macaco estava presente e mandou para escanteio.

Luisinho Fernando tentou passe em profundidade para Tché, mas a bola passou por ele e chegou tranquila para o goleiro do MachuPichu, Pipo, segurar. Depois de a bola espirrada para o bico esquerdo da grande área, Caíque calibrou a chuteira, mirou na relva dentro das redes e soltou o foguete. Aquele barbante nunca mais foi o mesmo. O MachuPichu chegava ao seu terceiro gol, enquanto o Cabeça Rachada amargava o zero no marcador.

Cansado de tanto levar e nada fazer, o time de Fabinho foi à frente novamente. A bola foi levantada para Baiano no meio da grande área, e ele desviou de cabeça. A redonda, caprichosamente, bateu na forquilha. Depois, Tché recebeu bem no meio, virou e chutou. Pipo espalmou para frente e a bola acabou saindo em lateral. Na sequência, Fabinho aproveitou cobrança de escanteio de primeira, mas atirou ao lado. Por último, Vágner fez jogada pelo lado esquerdo e a bola sobrou para Tché no lado direito da grande área. Pelo lado.

Ao intervalo, o jogo estava decidido. Por mais que o Cabeça Rachada mostrasse muita raça em busca dos seus gols e de uma situação melhor na partida, o MachuPichu parecia saber exatamente o que estava fazendo – e o fazia com extrema tranquilidade. O escore só fez ficar mais dilatado conforme a peleja se aproximava de seu desfecho. Eram jogados 25 segundos da segunda etapa quando o MachuPichu marcou o seu quarto gol. Flavinho fez boa jogada e chutou, no rebote, Caíque estufou o barbante.

Mas o Cabeça Rachada era valente. Luisinho Fernando acertou um pombo sem asa do meio da quadra, a redonda desviou e entrou alta. Pipo estava na jogada, mas não conseguiu evitar. Um alívio momentâneo. Por ora, era só. O comando da partida voltou ao time vermelho com o gol de Renato Seckler. Ele recebeu pelo lado esquerdo e empurrou para dentro da meta defendida por Macaco. Era o máximo que os dedos de uma mão podiam contar, o quinto gol dos peruanos.

E não parava. Flavinho marcou o dele, depois de jogada pelo lado esquerdo de Renato Seckler. Ele recebeu bola rolada e, de dentro da grande área, estufou as redes. Houve também um gol contra. Depois de jogada pela direita de Cirota, o cruzamento rasteiro foi desviado para dentro do próprio patrimônio por Cleuson. Todavia, o gol foi creditado para Cirota na súmula. Quando a fase é ruim, meus amigos, não há o que se fazer.

E o derradeiro gol foi do Cabeça Rachada. Ronan fez jogada pelo meio, avançou para o lado esquerdo, no bico da grande área, e chutou. Pipo aceitou, e a bola morreu lá dentro. Era o segundo do time verde-limão, ante 7 do MachuPichu. Ao Cabeça Rachaca, resta vencer o lanterna Diabos Negros e comemorar o acesso à Ouro. O MachuPichu, para avançar, deve bater o The Veras e torcer por tropeço de TCM.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA

É Verdadeee 9 x 3 NGM

É VERDADEEE VENCE E COLOCA PRESSÃO PARA CIMA DO NGM


Após primeiro tempo equilibrado, ‘burrinho’ vai para cima no começo da segunda etapa e define a partida e a sua classificação à fase final; NGM faz ‘jogo dos desesperados’ ante Báguas

Por Raphael Ferreira

O NGM precisava vencer para se livrar de vez do rebaixamento e ainda tentar alcançar as seis primeiras colocações e, na última rodada, ir em busca de uma vaga para a próxima fase. Ao EV, por sua vez, bastava a vitória para garantir a classificação e ainda sonhar com a liderança no último jogo. E o ímpeto do time de Gavião foi intenso. Tanto que o placar final, 9 x 3, traduziu a produtividade do time durante todo o duelo.

O EV começou melhor e abriu o placar aos 4 minutos, com Furia. Ele recebeu a bola na esquerda, cortou para o meio e bateu no cantinho, sem chances de defesa para Fê Farillo. Logo depois o ‘burrinho’ quase ampliou. Bruno tocou para Lacraia na área, ele finalizou e Fê Farillo jogou para escanteio. A cobrança foi para Bruno, que dominou e bateu na trave esquerda.

O NGM chegava pouco ao ataque. Tentava lançar Carlitos no comando, mas essa jogada não surtiu efeito. Em boa tabela, Kika passou para Furia na esquerda, ele devolveu a bola na pequena área e Kika só teve o trabalho de colocar o pé na bola para aumentar a vantagem. O NGM só chegou com perigo aos 10 minutos. Em falta longe do gol, Renato soltou uma bomba e explodiu o travessão de Lenarduci. Novamente em falta o NGM foi ao ataque. Master cometeu a infração e recebeu amarelo. Na batida, Carlitos rolou a bola para Guina bater no cantinho e diminuir.

Contudo, em contra-golpe, Kika recebeu a bola na pequena área e deixou o placar em 3 x 1 para seu time. No finzinho do primeiro tempo o árbitro assinalou pênalti de Júnior em Carlitos. Os jogadores reclamaram que Júnior ganhou no jogo de corpo, mas o árbitro não voltou atrás. Memé converteu a penalidade e o NGM foi para o intervalo em desvantagem de somente um gol.

A segunda etapa começou a todo vapor. Lacraia serviu Furia na esquerda do ataque, sem marcação. Ele tentou acertar o ângulo esquerdo, mas Fê Farillo fez grande defesa para evitar o gol. Em seguida, Memé arriscou de fora da área e Lenarduci saltou e espalmou para escanteio. Kika cruzou rasteiro na pequena área para Lacraia, Fê Farillo saiu do gol mas não conseguiu ficar com a bola e Lacraia empurrou para o gol vazio.

Logo depois o EV fez mais um. Anélio tentou sair jogando bonito na zaga e perdeu a bola para Lacraia, que, já na pequena área, bateu no alto e fez o quinto. Aos 6 minutos, Fred chutou da entrada da área e fez mais um. E, aos 9 minutos, Kika saiu de seu campo defensivo e foi avançando sem ser incomodado pela defesa adversária, até chutar no canto esquerdo do gol e deixar o placar em 7 x 2.

Em contra-ataque, Carlitos fez o terceiro para o NGM e ainda sonhava com a reviravolta no placar. Todavia, logo na reposição, Gavião tocou para Bruno bater na saída de Fê Farillo e deixar a vantagem do ‘burrinho’ novamente em 5 gols. Com cinco gols em 6 minutos o EV praticamente definiu o placar e passou a administrar o resultado. O NGM tentou diminuir com São Pedro, batendo falta fora da área e obrigando Lenarduci a fazer boa defesa para evitar o gol.

Logo depois Renato tentou marcar, ele cortou a marcação da esquerda para o meio e chutou forte, a bola saiu causando perigo à meta de Lenarduci. Em contra-ataque, Fred arriscou de fora da área e Fê Farillo espalmou para escanteio. No último minuto de jogo, Furia rolou da esquerda para Nilmar chegar batendo no alto e fazer um belo gol, dando números finais ao embate.

Com a vitória de 9 x 3, o EV se garantiu na próxima fase e ainda sonha com a remota chance de assumir a liderança. Em situação oposta, o Não Guento Mais precisa vencer o Báguas, em confronto direto, para afastar a possibilidade do rebaixamento. E, se vencer por uma boa vantagem de gols e Inflação ou SQS perder, pode chegar à 6ª colocação e ir adiante na competição. Mas a missão do time é mesmo escapar do rebaixamento.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA

Bufalos 4 x 3 Coringa

BUFALOS SE RECUPERA, VIRA PARA CIMA DO CORINGA E VAI COM TUDO EM BUSCA DO LÍDER


Time consegue importante virada e ainda pode ser líder do Grupo B se Fora de Série vacilar novamente

Por Raphael Ferreira

O Coringa, que já foi líder do grupo por várias rodadas, poderia alcançar os mesmos 16 pontos do Fora de Série e, em caso de derrota do atual líder, reassumir o posto de primeiro colocado. Já o Bufalos, ainda não tinha vaga assegurada na próxima fase e a vitória garantiria a oportunidade de chegar ao mata-mata. O Coringa bem que tentou, mas não soube administrar a vantagem obtida e perdeu de virada para o time de Dinho, que estará na fase final e ainda, de quebra, lutará pela vaga direta na Ouro no próximo sábado.

O Coringa começou melhor e, aos 2 minutos, só não abriu o placar por conta do goleiro adversário. Dan Cantarelli bateu de bico de fora da área e Mestre Cabinha salvou o Bufalos. Mas no ataque seguinte, o Coringa não perdoou. Rafinha Carvalho tentou o chute de longe e Mestre Cabinha deu rebote, e Japa Mori empurrou para o fundo das redes e fez o gol. O Coringa estava encurralando o Bufalos, que não conseguia atacar com perigo e via o adversário chegar cada vez mais vezes com perigo a sua meta.

Farias cruzou no segundo poste, em cobrança de escanteio, e Dan Cantarelli subiu mais que a zaga, testando firme para marcar o segundo gol. Finalmente o Bufalos chegou ao ataque. Diogo Moraes arrematou de fora da área e Léo Cidrão jogou para escanteio. O próprio Diogo Moraes bateu o escanteio no meio da área, Léo Cidrão saiu mal e não conseguiu afastar o perigo, e a bola sobrou para Wilton Braga cabecear sem goleiro e diminuir.

O goleiro se redimiu no lance seguinte. Após ótimo chute de Kaike Martins de fora da área, Léo Cidrão foi buscar no cantinho e evitou o empate. O Bufalos começou a gostar do jogo e o Coringa já não conseguia trocar passes com facilidade - passando a se preocupar em não tomar o gol de empate. Em bom lance da dupla Diogo Moraes e Raoni, o Bufalos por pouco não marcou. O camisa 2 tocou para Raoni e avançou na ponta esquerda, ao receber a bola de volta bateu enquanto Léo Cidrão saiu para fechar seu ângulo, mas a bola explodiu no travessão.

Aos 19 minutos, Diogo Moraes conseguiu fazer o seu. Ao receber a bola na direita, ele chutou cruzado sem chances para Léo Cidrão. Em rápido contra-ataque, Kaike Martins experimentou chute de fora da área e Léo Cidrão jogou para linha de fundo. No escanteio, Diogo Moraes cruzou para Kaike Martins virar a partida. Após dominar nos 10 primeiros minutos, o Coringa caiu muito de produção e foi para o intervalo com desvantagem.

No início do segundo tempo Japa Mori fez falta, e Gianfranco rolou para Kaike Martins chutar por fora da barreira, a bola desviou na zaga e, mesmo assim, Léo Cidrão fez a defesa. Em contragolpe, Feitosa foi ao ataque pela ponta e finalizou sem chances de defesa para Mestre Cabinha, empatando a partida. Entretanto, aos 8 minutos, Bruno Zamboni bateu de longe e deixou o placar em 4 x 3.

Com a desvantagem, o Coringa foi para cima nos últimos 10 minutos de partida, mas não conseguiu criar nenhuma chance concreta de gol. O Bufalos se segurou atrás e afastava de qualquer maneira os perigos para garantir a vitória. E, dessa forma, alcançou seu objetivo.

O Bufalos assume a segunda colocação com 14 pontos e está somente a 2 pontos do líder Fora de Série. Por outro lado, o Coringa caiu para a 3ª posição. O time de Frika pode se sagrar líder do Grupo B se vencer o Absolutos e o Fora de Série perder para o Elefantes Indomáveis. Seria um feito incrível, já que durante todo campeonato o Bufalos ainda não assumiu a liderança.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA

Báguas 0 x 3 Inflação

BÁGUAS DECEPCIONA MAIS UMA VEZ E PERDE PARA O INFLAÇÃO


Time de Marquinho joga melhor e tem vaga na próxima fase praticamente garantida; Báguas, pela primeira vez na zona de rebaixamento, vai ao tudo ou nada ante o NGM

Por Raphael Ferreira

O Báguas precisava da vitória para sair da incômoda posição próxima da zona de rebaixamento, enquanto o Inflação precisava da vitória para assegurar sua vaga no mata-mata. Jogando com extrema objetividade, o time do ainda suspenso Elói Filho não deu chances ao adversário e saiu com a classificação praticamente assegurada – tem um saldo de gols bem superior ao do NGM – sétimo colocado na chave. Já o Báguas mostrou ser a grande decepção do grupo no semestre, e entrou na zona de rebaixamento pela primeira vez.

A partida começou com ataque do Inflação. Em veloz contra-ataque, Lú deixou Rodella na cara do gol, mas Symon se antecipou diante do atacante e fez a defesa. Em seguida, Symon quase fez um belo gol. O goleiro saiu jogando com a bola nos pés e ninguém marcou o arqueiro, quando estava perto do meio da quadra, arriscou e a bola entraria no ângulo – não fosse a ótima defesa de Marquinho.

O Báguas chegou novamente ao ataque, dessa vez com Lemos. Ele driblou o zagueiro e bateu da entrada da área. A bola acertou a rede, mas pelo lado de fora do gol. Lú chegou ao ataque pelo lado esquerdo e bateu cruzado, Cris entrou na pequena área de carrinho mas não chegou a tempo – e a bola passou por todo mundo antes de sair para tiro de meta. Em contragolpe, Preto inverteu a jogada para Cris na direita do ataque, ele chutou rasteiro e Symon fez a defesa com o pé.

O Inflação abriu o placar com um belo gol. Thiago rolou para Cris bater de primeira e acertar o canto esquerdo do gol. O Báguas não conseguia se infiltrar na defesa inflacionária e tentava marcar com chutes de fora, mas as tentativas foram em vão. Como nos chutes de Paolo e Cesinha, que foram defendidos sem muita dificuldade por Marquinho.

Em boa jogada de Genaro o Báguas quase chegou ao empate. O camisa 7 laranja fintou em cima de Tico e bateu em diagonal, Marquinho nem pulou na bola e deu sorte ao ver ela saindo para fora. Logo depois Preto foi ao ataque e passou para Rodrigo bater de primeira. E, assim como no lance anterior, a bola foi para fora com muito perigo. Em rápido contra-ataque no finzinho da primeira etapa, Le saiu em disparada de frente para o gol, todavia, Symon saiu rapidamente e levou a melhor na dividida, ficando com o tiro de meta.

Logo aos 3 minutos da etapa final, o Báguas novamente ficou no quase. Cesinha cobrou escanteio buscando Concha na pequena área, ele conseguiu cabecear, mas a bola subiu muito e saiu pela linha de fundo. Lú, novamente pela ponta esquerda do ataque, cruzou para André ter somente o trabalho de empurrar para o fundo das redes, porém, Symon conseguiu chegar a tempo e fez uma defesa espetacular, salvando o Báguas.

O Inflação chegou com velocidade com Tico, batendo forte na entrada da área e Symon novamente interveio bem. A bola ainda bateu na trave, mas depois Concha afastou o perigo. Em boa triangulação, Preto tocou para Lú, que passou para Rodrigo chegar batendo na esquerda, mas Symon conseguiu agarrar a bola. Aos 19 minutos o Báguas teve escanteio e Herrero desviou na pequena área para excelente defesa de Marquinho, que mostrou bom reflexo ao jogar a bola para cima.

E, no minuto seguinte, também em escanteio, o Inflação ampliou. Preto subiu mais que todo mundo e escorou para o fundo das redes. Aos 21 minutos, Paolo foi expulso por tentar acertar uma bolada no próprio goleiro. A discussão com Symon também rendeu amarelo para o arqueiro. Era o retrato de um time em frangalhos. Antes de terminar ainda houve tempo para mais um. Lú recebeu a bola na esquerda e bateu cruzado, Preto chegou desviando e deixou o placar em 3 x 0.

Basta um empate contra o É Verdadeee para o Inflação não depender de outros resultados e se garantir no mata-mata. O time pode até perder, desde que o NGM não construa uma goleada diante do Báguas na última rodada. Enquanto o time de Carlão terá de resgatar aquele espírito mostrado na Série Bronze passada para escapar de vez do fantasma do rebaixamento.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA

Absolutos 5 x 0 Fora de Série

E O ROBIN HOOD DO CHUTEIRA VOLTOU A ATACAR: 5 X 0 NO LÍDER FDS


Absolutos mostrou, mais uma vez, que perde de times em baixa na tabela, mas que vence líderes de forma incontestável; ataque do Fora de Série não funciona e time toma primeira goleada na competição

Por Raphael Ferreira

O Fora de Série começou a rodada na liderança, com o melhor ataque e maior saldo de gols da Prata, além de ser a equipe acostumada a golear. Já ganhou de 8 x 2 (do Só Quem Sabe), e de 9 x 1 (do Bufalos). Mas parece que não reagiu bem à pressão de precisar vencer para garantir o acesso direto à Ouro, já que sabia que o Coringa tinha perdido horas antes. Na verdade, bastava um empate para conquistar a vaga antecipadamente. Só que o time ‘Robin Hood’ voltou a aprontar, e de forma avassaladora. Assim, o Absolutos cravou o resultado mais inesperado da 8ª rodada, e mantém viva a esperança de permanecer na divisão.

O Fora de Série começou melhor. Dênis bateu de fora da área, a bola quicou na frente do goleiro, mas Dimy conseguiu segurar a bola. Depois foi a vez de Masson arriscar de longe, a bola desviou no meio do caminho e saiu tirando tinta da trave esquerda de Dimy. O primeiro lance de perigo do Absolutos veio com Gianzinho. O atacante cortou da direita para o centro da quadra e soltou uma bomba, mas a bola ganhou altura e foi por cima do gol. Novamente Gianzinho apareceu no ataque, bateu de esquerda e abriu o placar para o Absolutos.

O time de Rafa Alencar passou a jogar melhor no final do primeiro tempo e chegou novamente com Gennaro, chutando forte da esquerda, obrigando Carioca a ser rápido e espalmar para escanteio. No finzinho da etapa inicial, Gennaro cruzou da esquerda para o meio da área e Rafinha Haddad apareceu chutando no canto direito sem chances para Carioca.

O FDS fez até um bom primeiro tempo, mas teve um “apagão” e foi para o intervalo perdendo por dois gols. O Absolutos começou o segundo tempo da mesma maneira que terminou o primeiro: indo para cima do Fora de Série. Aos 4 minutos Gabi cruzou à meia-altura para Rafinha Haddad soltar uma bomba e fazer o terceiro gol do seu time. Logo depois, a zaga do Fora de Série afastou mal a bola, e ela sobrou justamente para o camisa 10. Rafinha Haddad pegou um chute na veia e acertou o ângulo, fazendo seu hat-trick e deixando o placar em 4 x 0.

Rafinha Haddad apareceu novamente no ataque. Dessa vez ele serviu a Fuka para chegar batendo forte no alto do gol, fazendo um lindo tento. Com o resultado adverso em cinco gols, não restou outra opção ao FDS a não ser partir para o ataque e fazer de tudo para igualar o placar. Cabeça partiu pela direita, cruzou na pequena área, mas ninguém estava lá para realizar o desvio. Em contra-ataque, Gianzinho pegou a bola na entrada da área, ajeitou para o pé direito e chutou colocado, a bola saiu causando muito perigo à meta de Carioca, que não chegaria a tempo.

O Fora quase diminuiu nos 5 minutos finais. Primeiro, Rodrigo Cunha arriscou de longe e Dimy fez a defesa. Depois foi a vez de Rezende virar o jogo para Dênis, o camisa 14 encontrou espaço, mesmo marcado, e Dimy foi buscar no cantinho e continuou sem tomar gol.

Apesar do resultado, o Fora de Série teve sorte de ter uma boa rodada e continuou na liderança. Basta um empate na última partida para garantir o acesso diretamente para a Ouro. O Absolutos, por sua vez, ainda é o lanterna da competição, e precisa vencer o Búfalos e contra com tropeços de Báguas e Elefantes Indomáveis para permanecer na Prata. Missão impossível ao Robin Hood do Chuteira de Ouro?

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA

Elefantes Indomáveis 2 x 1 Só Quem Sabe

ELEFANTES CONSEGUE VITÓRIA IMPORTANTE E DEIXA A ZONA DE REBAIXAMENTO


SQS vai para cima para tentar a vice-liderança, mas não segurar os Indomáveis, que vão passar a semana na zona de conforto antes da final diante do líder Fora de Série

Por Raphael Ferreira

O Só Quem Sabe, já sabendo dos resultados anteriores, chegaria aos 15 pontos com a vitória e foi para cima desde o início. O Elefantes precisava do triunfo para sair da lanterninha e depender apenas de suas forças para não cair. E a ‘tromba’ voltou com tudo: o time de Chacha venceu e saiu, pela primeira vez na temporada, da zona de rebaixamento à Série Bronze. Agora, só depende de si mesmo para permanecer na Prata. Já o SQS, mais uma vez, deixou a desejar em um momento de decisão.

O time de Mezadri, por muito pouco, não marcou logo antes do primeiro minuto. Tessarin arriscou de longe e acertou a trave. Aos 3 minutos, em cobrança de falta, Rodriguinho rolou para Jacobi chutar, a bola desviou antes de ir para o gol, e sobrou para Marquesl, de frente para o gol, fazer a finalização. Mas Chacha fez uma excelente defesa e jogou a bola para lateral. Ainda no ataque, Tessarin chutou forte da direita, Chacha deixou o peito na frente da bola e fez a defesa.

O primeiro ataque para o Elefantes foi somente aos 7 minutos. Joca avançou pela direita, cortou para o meio e bateu no cantinho. Arthur Chan não foi na bola e deu sorte de ela ter saído. E, em seguida, Daniel Teske fez lançamento da zaga para Richard resvalar de cabeça na área e abrir o placar para o Elefantes. Depois do gol, o time da eterna musa-torcedora Daniela se abriu mais para o ataque. Alemão saiu jogando errado e Douglas roubou a bola e, de bico, finalizou perto do gol, mas a zaga se recuperou e afastou o perigo.

Em seguida, Joca cortou para a esquerda e soltou um foguete de fora da área, Arthur Chan espalmou para o alto, fazendo uma boa defesa. Em falta cometida por Tatu, Daniel Teske cobrou batendo cruzado e Bruno apareceu na área desviando de carrinho, e a bola saiu por muito pouco. Em novo ataque do Elefantes, Bruno passou para Joca na ponta esquerda do ataque, ele bateu na saída de Arthur Chan, que já caido levantou o braço e fez uma ótima defesa para evitar o tento adversário.

Ainda no fim do primeiro tempo, Joca roubou bola de Jacobi no meio de quadra, avançou mais um pouco e chutou forte para mais uma defesa de Arthur Chan. Depois de um bom começo, o SQS apagou e os Indomáveis tiveram a chance de ir para o intervalo com um resultado mais confortável.

O segundo tempo começou com pressão do time de preto. Alemão bateu falta, cometida por Thomas, por fora da barreira e quase empatou. E, aos 2 minutos, em bate-rebate na área, a bola sobrou para Motta chutar forte e empatar. Depois do empate, o Só Quem Sabe tocava mais a bola, porém, não transformava essa posse em boas chances na frente. O Elefantes marcava bem em seu campo defensivo e chegava em contra-ataques.

E foi em um desses contra-ataques, aos 15 minutos, que o Elefantes ficou na frente novamente. Bruno partiu pela esquerda e bateu em diagonal, sem chances para Arthur Chan. Ainda no finzinho, em novo contra-ataque, o Elefantes teve a chance de matar o jogo definitivamente. Spiga roubou a bola de Jacobi e, de calcanhar, tocou para Bruno bater rente à trave. Os jogadores do SQS pediram alguns minutos de acréscimo, já que o Elefantes fez cera para manter a vitória, mas o árbitro não acatou o pedido e não deu um minuto sequer.

Com a derrota, o SQS caiu para a 6ª colocação e deu adeus à vaga direta na Ouro, embora ainda possa se classificar para a principal divisão se chegar à final. Mas, para isso, terá de jogar com mais atenção e vontade. Por outro lado, os Indomáveis saíram da zona da degola pela primeira vez na temporada, e basta uma vitória contra o Fora de Série para garantir sua permanência na Prata.
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