Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: IX CHUTEIRA DE PRATA: 7ª RODADA

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Absolutos 2 x 2 Elefantes Indomáveis

COM ARBITRAGEM POLÊMICA, ABSOLUTOS E ELEFANTES EMPATAM E SE APROXIMAM DA BRONZE


Falta de comunicação entre árbitros e mesária fez a partida ficar paralisada por alguns minutos; time laranja e branco reclamou muito do tempo que seus atletas ficaram fora por cartão amarelo; empate deixa os dois times virtualmente rebaixados

Por Bernardo Coimbra

No ‘jogo dos desesperados’, houve um empate que praticamente selou o fechamento do caixão dos dois times nesta temporada prateada. O Elefantes Indomáveis saiu na frente, abrindo 2 x 0 ainda no primeiro tempo. Mas, depois de um longo tempo de discussões por causa de cartões amarelos a dois jogadores do Elefantes – e erro do trio de arbitragem – o Absolutos conseguiu empatar a peleja. No final, ainda houve muita reclamação por causa do tempo de acréscimo – segundo os dois times, insuficiente. Mesmo assim, a igualdade acabou sendo justa, mesmo sendo prejudicial a ambos.

O jogo começou com o Absolutos em cima. Gianzinho recebeu bola pelo lado esquerdo, avançou pelo meio e chutou, mas o tiro saiu muito desviado, ao lado. Depois, Diogo arriscou pelo meio de quadra e a bola saiu muito alta, por cima. A resposta veio com dois lances de Bruno. Ele tentou boa cabeçada depois de cobrança de escanteio, mas a redonda saiu por cima. Na sequência, o camisa 30 recebeu passe depois de cobrança de falta ensaiada e chutou. A bola foi desviada pela zaga e saiu ao lado.

O time laranja e branco ensaiava uma pressão. Thomas tentou bom chute da própria quadra, e o goleiro Rodrigo espalmou para escanteio. O time azul e branco respondeu com uma bola na trave. Jeanzão recebeu pelo meio, avançou pelo lado direito e, de fora da área, chutou cruzado. O tiro estourou perto da forquilha e saiu para lateral. Ainda o Absolutos em cima. Em uma excelente trama de ataque com Marco e Mingau tabelando, o camisa 27 recebeu pelo lado esquerdo na entrada da área e chutou, obrigando o arqueiro Douglas a fazer ótima intervenção com as pernas. Depois, o mesmo Mingau chutou mascado, a redonda foi para o alto e Gabi testou, e a bola, caprichosamente, bateu no pé da trave.

Mas o placar foi inaugurado pelo Elefantes. Joca roubou bola pelo meio da quadra, no lado esquerdo, progrediu e atirou um pombo sem asa. Rodrigo chegou a encostar na bola, mas ela entrou mesmo perto da forquilha. Vantagem aos 15 minutos jogados da primeira etapa. E teve golaço ainda. O mesmo Joca cobrou falta direta pelo meio, na frente da grande área, a bola bateu no ferro dentro da meta, exatamente no ângulo. A coruja que lá dormia ficou magoada.

Chegada a hora do intervalo, era preciso levantar alguns pontos importantes. O Absolutos, que vinha sofrendo em outras partidas, conseguira ter um início de jogo bastante consistente. Já o Elefantes, a partir do momento em que conseguiu equilibrar as ações, foi para cima e assumiu o controle da peleja. A pausa entre os tempos era o momento ideal para que pudessem pensar no que havia se passado. E quem melhor aproveitou foi o Absolutos. Gianzinho, pelo lado esquerdo, perto do meio da quadra, dominou, avançou e atirou de perna direita. O goleiro Douglas (sim, ele mesmo) não pôde fazer nada.

Depois, aconteceu o momento mais tensa do jogo. Dois jogadores do Elefantes Indomáveis receberam cartão amarelo – Lucas e Fabio. Todavia, houve um erro grosseiro na comunicação entre a mesária e os dois árbitros. Enquanto a responsável pela súmula marcava o tempo dos 2 minutos com o cronômetro oficial – seguindo o regulamento – um dos árbitros fazia a sua própria marcação e autorizou a entrada precipitada de um dos atletas. Com isso, a mesária tentou de forma veemente contactar os árbitros e dizer que os 2 minutos ainda não haviam se passado, e que esse tempo só deveria contar com a bola rolando, não passando, portanto, enquanto a peleja estivesse parada – coisa que não aconteceu.

Depois de muita revolta de ambas as partes com a arbitragem – o Absolutos reclamando de ter um homem a mais do adversário na linha e o Elefantes alegando que os dois minutos já haviam passado – e muito tempo perdido, o jogo recomeçou com 4 na linha para o time laranja. Mesmo assim o Elefantes Indomáveis, valente, foi para cima. Lucas recebeu bola na frente da grande área, deixou um marcador no chão e chutou em cima do goleiro, que encaixou. O atacante estava sem marcação e perdeu um gol feito, coisa que viria a lamentar dali a pouco tempo.

Veio o empate. Gennaro recebeu bola pelo meio de quadra, progrediu pelo lado esquerdo e chutou de peito de unha. Douglas, que estava na jogada, nada pôde fazer. Ao término da partida, mais reclamação acerca do tempo de acréscimo. Ambos os times reclamavam que o jogo ficou parado tempo demais, e que o tempo acrescido deveria ter sido maior. Mas de nada adiantou, e o 2 x 2 foi mesmo o que estava no marcador quando o apito final soou. E ambas as equipes continuam na lanterna e devem fazer milagre para não dizer adeus à Série Prata.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Báguas 2 x 5 Bufalos

REAÇÃO ESPETACULAR NA ETAPA FINAL DEFINE REABILITAÇÃO DO BUFALOS NA PRATA


Báguas chegou a abrir 2 x 0, mas viu seu goleiro, Symon, falhar duas vezes e tomou a virada; Bufalos voltou a vencer após duas rodadas sem pontuar

Por Bernardo Coimbra

Era pra ser um confronto tranquilo. O Báguas abriu 2 x 0 ainda no primeiro tempo, e tinha uma ótima atuação, mas o time azul acordou no fim da primeira etapa e conseguiu transformar a virada em goleada na segunda etapa, mesmo sem reservas no banco. Dessa forma, o Bufalos se reabilitou após duas rodadas sem vencer e deixa bem encaminhada sua classificação à fase decisiva da Série Prata. Já o time laranja, além de estar fora da zona de acesso ao mata-mata, flerta com a zona de rebaixamento à Série Bronze.

Como é de praxe nos jogos do Báguas, o goleiro Symon arriscou da sua própria quadra logo no começo da peleja. Mas o chute saiu sem direção, pelo lado. A resposta do time azul veio com Kaike em lance pelo lado esquerdo, com um chute rasteiro. O arqueiro mandou para escanteio. O placar foi aberto com Paolo aos 3 minutos. Ele arriscou do próprio campo, a bola desviou na zaga do Bufalos e entrou.

Marcando homem a homem, o time azul deixou o caminho livre para o sétimo jogador, o goleiro Symon, chutar novamente de sua quadra. Mas o tiro saiu alto, sem direção. Veio a resposta do Bufalos em cobrança de falta ensaiada, pelo meio próximo à entrada da grande área, mas o goleiro estava ligado e mandou para o lado.

Depois de cobrança de lateral, o capitão Jorjão testou e mandou a bola no travessão. Ninguém aproveitou o rebote. O equilíbrio era evidente, e o Bufalos aproveitou para ir para cima tentar o empate: Diogo Moraes recebeu bola pelo meio, fez o pivô, virou e chutou. Symon defendeu em dois tempos. No lance seguinte, na resposta laranja, Fejão lançou para Jorjão no bico direito da grande área e este cabeceou cruzado, mas Carlão – que estava rente à trave – não conseguiu alcançar e mandar para o barbante. Em lance muito semelhante, novamente Jorjão mandou a bola para Carlão, que testou. Mestre Cabinha espalmou a bola para escanteio.

O Báguas assumira o controle da partida. Depois de cruzamento pelo lado direito, Concha chutou. A bola ia entrando, mas a zaga do Bufalos conseguiu tirar e ninguém aproveitou o rebote. No contra-ataque, Kaike disparou pelo lado direito, cortou para o meio de frente para a grande área e chutou de perna esquerda. O tiro rasteiro acabou saindo sem direção, ao lado do gol. O time azul tentava tomar o controle da partida. Diogo Moraes recebeu cara a cara com Symon, sem marcação, tentou driblar para o lado mas o arqueiro, ligado, conseguiu agarrar a redonda na chão.

Mas o segundo tento foi do time laranja. Léo Nogueira recebeu pelo meio, dominou, levou a bola à frente e chutou. O tiro foi desviado pela zaga e morreu no fundo das redes. Aos 17 do primeiro tempo, o marcador já mostrava 2 x 0 para o Báguas. E time continuou indo à frente. Carlão recebeu bola pelo lado esquerdo do ataque, limpou um marcador e chutou. Mestre Cabinha espalmou muito bem para escanteio. O Bufalos conseguiu seu primeiro gol no final do primeiro tempo. Diogo Moraes recebeu pelo bico direito da grande área e chutou rasteiro, a bola entrou entre o goleiro e a trave.

Eram jogados 23 minutos do primeiro tempo. Quando o intervalo chegou, havia um ar de segurança exalando do lado laranja da quadra, e um ar de esperança do lado azul. Apesar de o jogo ainda estar bem aberto, o Báguas jogava bem e o Bufalos só conseguia ameaçar em lances esporádicos. Mal sabiam os viventes o que o segundo tempo estava guardando.

A manada de bufalos estava prestes a começar o seu atropelamento. Symon saiu pelo lado direito de sua área para tentar armar uma jogada de ataque, mas a pressão no campo de ataque do Bufalos (que finalmente aparecera) conseguiu tomar a bola e passar para Raoni, que, do meio da quadra, mandou a bola rasteirinha antes que o arqueiro voltasse à meta. Era o empate.

Três minutos depois, o mesmo Raoni cobrou falta direta pelo lado esquerdo de muito longe e estufou as redes. Symon, que estava com as mãos na direção da bola, aceitou. Em duas falhas de seu bom goleiro, o Báguas tomava a virada. Nessa hora, o controle do jogo foi para o vinagre, e o time azul assumiu as ações com maestria. O quarto tento veio com Diogo Moraes. Ele recebeu a redonda pelo lado direito, driblou um marcador e chutou rasteiro, cruzado. A bola morreu no fundo do barbante.

O gol derradeiro, o golpe de misericórdia, veio dos pés de Kaike. Seu companheiro de equipe, Bruno Zamboni, fez excelente jogada pelo lado direito, conseguiu puxar a marcação e passou para o camisa 7. Kaike, então, de frente para o goleiro, não desperdiçou. A virada virou goleada, e não havia mais o que ser feito para mudar isso. Final de embate e 5 x 2 para o Bufalos, que encara o vice-líder Coringa na próxima rodada. Já o Báguas tentará alcançar a zona de classificação diante do Inflação.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

Inflação 3 x 3 Fora de Série

GOL NOS ACRESCIMENTOS GARANTE EMPATE DO INFLAÇÃO CONTRA O LÍDER FORA DE SÉRIE


Lú foi o autor da proeza no apagar das luzes, que manteve sua equipe na zona de classificação ao mata-mata; FDS pode voltar à Série Ouro já no próximo sábado

Por Bernardo Coimbra

Foi uma partida equilibrada do início ao fim, com uma grande dose de emoção nos três minutos finais – o Fora de Série passou à frente aos 24 do segundo tempo, e o Inflação empatou aos 27, já nos acréscimos. Um grande embate, no qual o empate era previsível e, no fim, acabou sendo de grande valia para ambas as equipes. Assim, o FDS permanece na liderança do Grupo B – beneficiado pela derrota do Coringa – e o Inflação, na zona de classificação ao mata-mata.

A partida começou com o FDS em cima. Masson recolheu bola espirrada pelo meio de quadra e chutou, mas o tiro saiu muito desviado, por cima. Na sequência, o mesmo Masson roubou bola da defesa do Inflação pelo lado esquerdo e atirou, o chute cruzado não encontrou ninguém. O Fora continuava em cima e Masson estava impossível. Ele recebeu bola no meio, avançou, limpou um marcador, mas o chute saiu pelo lado do gol. Depois de cobrança de escanteio, Rezende pegou de primeira, mas a bola bateu na grade superior da quadra.

No lance seguinte, o placar foi inaugurado. E, por mais irônico que possa parecer, pelo Inflação. Preto aproveitou cobrança de falta ensaiada, depois de receber passe de Chide, e chutou rasteirinho. Ramon não pôde intervir e o placar estava inaugurado. Depois do gol o Inflação foi para cima. Dengo passou para Chide pelo lado esquerdo no bico da grande área, e o camisa 20 chutou. O tiro parou na trave e saiu. Ótima chance. O Fora de Série respondeu com Rezende, pelo lado direito, que avançou e chutou. Marquinho defendeu com as pernas e mandou para lateral.

E teve empate ainda na primeira etapa. Jhoni fez ótima jogada pelo lado esquerdo, avançou e chutou cruzado. A bola sobrou no lado direito para Masson, aquele que estava impossível no início da peleja, mandar para dentro do barbante. Eram jogados 10 minutos, e o placar já apontava 1 x 1. Mas o Inflação não sentiu o golpe e foi à frente. Cris girou e chutou, pelo lado direito, mas foi travado pela zaga na hora certa. A resposta do Fora de Série veio em duas rodas: Masson viu a oportunidade em uma bola alta vindo na sua direção e soltou uma bicicleta. Marquinho conseguiu defender no susto e mandou a bola para lateral.

O camisa 17 do Fora, Masson, o dono do jogo, avançou pelo meio, carregou para o lado direito, conseguiu fugir da marcação e chutou, a redonda chegou a passar por Marquinho, mas a zaga tirou em cima da linha. Depois, Rezende avançou do meio para o lado direito e testou o tiro de fora da área, por cima, muito perto da meta. Ao intervalo, era-nos apresentada uma partida muito equilibrada, com boas chances para os dois lados. O único ponto destoante era Masson, que comandava as ações do Fora de Série, enquanto Marquinho garantia lá atrás para o Inflação. Para tristeza dos torcedores de ambos times, o empate persistiu até o final da peleja.

O Inflação conseguiu tomar a frente no marcador. Lú recebeu cobrança de lateral na cabeça, pelo bico direito da grande área, e desviou em direção ao gol. O goleiro Ramon não conseguiu agarrar na sua frente, e a bola entrou por cima. Segundo tento do Inflação na peleja. O gol do novo empate foi belo. Jhoni sai correndo do lado direito do próprio campo, levou a marcação junto com ele, deixou dois marcadores na saudade e chutou de fora da área. Marquinho não podia fazer mais nada àquela altura, e o FDS chegava ao empate.

Foi quando a partida realmente pegou fogo e tomou tons de dramaticidade extrema, no melhor estilo dos roteiros hollywoodianos. Aos 24 minutos da segunda etapa, o Fora de Série conseguiu passar à frente no placar pela primeira vez na partida. Jhoni, no chão, colado à trave, empurrou para dentro depois de jogada de Gabriel pelo lado esquerdo e bola cruzada.

E o último lance coroou um jogo impróprio para cardíacos. Depois de cobrança de escanteio, Lú testou e balançou o barbante. O relógio apontava para 27 minutos do segundo tempo e o placar para 3 x 3. Foi o último lance do jogo. E que lance. O empate satisfez até o nervoso Sandrinho, que estava irritado com a arbitragem. O Fora de Série ainda reclamou do tempo de jogo – segundo eles, 28 minutos, ou seja, além do tempo extra prometido pelos árbitros. Mas o jogo só acaba quando o árbitro apita.

O Inflação encara na 7ª rodada o Báguas em luta direta pela classificação. Já o FDS pode retornar à Série Ouro já no próximo sábado: basta uma vitória simples ante o lanterna Absolutos e qualquer tropeço do Coringa ante o Bufalos.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

NGM 3 x 3 Só Quem Sabe

EMPATE NÃO FOI BOM PARA NENHUM DOS DOIS TIMES


Igualdade afasta SQS da liderança do grupo e deixa NGM fora da zona de classificação à fase final

Por Bernardo Coimbra

Seria um grande jogo. Duas boas equipes empataram em um jogo cheio de oportunidades. Mas um lance aos 12 do primeiro tempo mudou o foco do futebol jogado para os meandros da arbitragem. E assim ficou marcado o embate entre Só Quem Sabe e NGM, que não foi bom às pretensões de ambos na competição. O SQS praticamente jogou a toalha em relação à conquista da chave – e à vaga direta na Série Ouro –, enquanto a equipe de Totó ficou fora da zona de classificação ao término da 7ª rodada.

O jogo começou com pressão do Só Quem Sabe. Tessarin arriscou da própria quadra, na frente do seu próprio arqueiro, mas a bola saiu pelo lado. O mesmo Tessarin cobrou falta diretamente do próprio campo, pelo lado esquerdo, obrigando Fê Farillo a espalmar para escanteio. Depois, Rodriguinho recebeu pelo lado esquerdo e chutou, mas foi travado na hora pela defesa. Ainda o time aurinegro no comando das ações ofensivas. Serjão recebeu boa bola pelo lado esquerdo e chutou, mas o tiro saiu por cima do travessão, perto. O mesmo Serjão passou de cabeça para Jacobi pela esquerda e atirou, a bola saiu pelo lado. Na sequência, Marquesl cobrou escanteio para Rodriguinho, mas a cabeçada saiu por cima.

Como não poderia deixar de ser, foi o Só Quem Sabe que abriu o placar. O capitão Tessarin recebeu bola de Jacobi, avançou pelo lado esquerdo e chutou cruzado, a redonda ainda bateu na trave antes de entrar rasteirinha e morrer no fundo das redes. O placar era inaugurado aos 10 minutos do primeiro tempo. O Não Guento Mais tentou uma saída fulminante, com um chute de Carlitos, mas Arthur Chan espalmou para cima. Dois minutos depois, a grande polêmica da partida. Depois de cobrança de lateral para o Só Quem Sabe, o goleiro Fê Farillo saiu pelo alto e acabou dividindo com Rodriguinho. No impacto, o camisa 77 do time de preto ficou no chão. Depois disso, a bola entrou. Depois de muita discussão do lado de fora e de dentro, e alegações de um lado que a bola tocou no goleiro – o que invalidaria o gol – e do outro que a bola desviou em alguém que não o goleiro – o que validaria –, o tento foi confirmado e o jogo apontava 2 x 0 no marcador.

Mas a grande questão é que os árbitros não divulgaram de quem foi o gol até o intervalo, quando o gol foi creditado, contra, para o camisa 6 do Não Guento Mais, Fernando Alexandre. Todavia, comentários vindos de fora da quadra dão conta que o jogador supracitado estaria do outro lado da quadra no momento do lance. A polêmica permaneceu, mas o jogo continuou com o gol anotado no marcador.

Mesmo abalado por ter levado um possível gol ilegal, o Não Guento Mais foi para cima e conseguiu logo diminuir o marcador. Fernando Alexandre recolheu a bola e chutou de fora da área. A redonda descreveu uma parábola no ar, muito acentuada, e acabou morrendo no fundo das redes – a zaga e o goleiro adversários acompanharam os atacantes com os olhos e se esqueceram do objeto de jogo.

E o time laranja cresceu no jogo. Renato de Freitas cobrou falta direta e obrigou o arqueiro a rebater como um líbero do vôlei, de manchete. Nessa toada, o empate seria inevitável ainda no primeiro tempo. E ele veio. Memé recolheu bola pelo lado esquerdo e chutou cruzado, e a bola entrou sem encostar em ninguém. O último lance do primeiro tempo fez parte da pressão do Não Guento Mais. Carlitos, pelo bico direito da grande área, recebeu depois de cobrança de lateral e testou. A bola estourou no travessão pelo lado oposto e acabou indo para novo tiro de lado.

Ao intervalo, todas as atenções se voltaram para a arbitragem e a divulgação do autor do segundo gol do Só Quem Sabe. Depois disso, sobraram apenas as reclamações e a crença de que o inacreditável existia e estava mais vivo do que nunca. Ninguém – do NGM – entendeu o gol contra do camisa 6. Na volta para o segundo tempo, o Só Quem Sabe tentou de todos os modos passar à frente. Teve uma ótima sequência de chances, que culminou no chute de Jacobi para o lado, muito perto do gol. Mas a virada laranja veio. Memé cobrou falta direta pelo meio de quadra e o tirombaço estufou o barbante, indefensável.

Na saída de bola depois do gol, Alemão recebeu pelo lado esquerdo do próprio campo e mandou uma cacetada. A redonda saiu por cima, muito perto. O gol derradeiro veio aos 17 do segundo tempo e trouxe com ele o empate que persistiu até o final da peleja. Depois de excelente jogada pelo lado direito, a bola foi rolada para trás e Pedrinho só teve o trabalho de empurrar para dentro. Depois, ninguém mais teve a capacidade necessária para mexer os números do placar, e este se manteve em 3 x 3 até o final do jogo.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 7ª RODADA

É Verdadeee 3 x 1 Coringa

É VERDADEEE DERROTA CORINGA EM JOGO MARCADO POR POLÊMICA


Declaração de Gavião, capitão do ‘burrinho’, foi o pivô do problema com um dos árbitros do jogo; EV entra de vez na zona de classificação à fase final

Por Bernardo Coimbra

Mais um jogo marcado por uma arbitragem polêmica. Um momento de tensão entre um dos árbitros e o camisa 9 do É Verdadeee, Gavião, fez com que o árbitro abandonasse a quadra no meio da peleja. Após muita polêmica, o chefe da arbitragem, Marcelo Huerta, entrou para terminar de comandar o jogo. Uma cena lamentável e que não deveria, nunca, ter acontecido.

Falando de futebol, a primeira chance do jogo foi de Japa Mori, do Coringa. Ele recebeu pelo lado direito, avançou e chutou cruzado. A bola saiu pelo lado, perto. Depois, Renatinho Pupo tabelou com Gui Frederick, em boa trama de ataque do time alviceleste, recebeu a bola e atirou, o arqueiro Lenarduci espalmou para lateral. E foi só o que tivemos antes do problema. Gavião alegou que o árbitro disse que não enxergava, o que foi prontamente negado. Depois de muitas discussões e acusações, e a paralisação do jogo após Gavião chamar a Organização, o árbitro achou que seria de bom alvitre se retirar da quadra – mesmo com o jogo ainda em andamento. Assim o fez, e o chefe da comissão de arbitragem, Marcelo Huerta, assumiu seu lugar, sob aplausos de concordância de alguns jogadores.

Mas, mesmo depois da confusão, o jogo era do Coringa. Renatinho Pupo recebeu de fora da área e atirou, mas o chute saiu mascado, ao lado. Na sequência, Japa Mori, pelo lado esquerdo, com muita raça, conseguiu roubar a bola da zaga e mandou a pancada. A redonda foi para fora. Depois, Careca chutou de muito longe, perto da linha de meio de quadra, pelo lado esquerdo, e Lenarduci espalmou para frente. O É Verdadeee quis mostrar que estava vivo no jogo. Flávio cobrou falta pelo lado esquerdo de muito longe, mas o tiro saiu por cima. Depois, Bruno saiu costurando pelo lado esquerdo e chutou cruzado, a bola chegou a passar pelo goleiro Léo Cidrão, mas a zaga do Coringa tirou em cima da linha. Na sequência, o mesmo Flávio chutou da direita, de fora da área, e o arqueiro espalmou para a lateral.

O alviceleste respondeu. Japa Mori disparou pelo lado direito e chutou cruzado, visando um companheiro, mas Lenarduci tirou com o pé, em um toque muito leve. Renatinho Pupo recebeu bola pelo lado esquerdo, na metade da quadra, cortou para o meio, avançou e chutou, Lenarducci defendeu em dois tempos. O próprio Lenarduci, mais adiante na partida, deu rebote a Rafinha Carvalho, que chutou em suas pernas de muito perto. Ninguém conseguiu apanhar o segundo rebote.

Ainda o Coringa no ataque. Pelo lado esquerdo, Rafinha Carvalho recebeu e bateu, o arqueiro defendeu com as pernas e mandou para lateral. A resposta do É Verdadeee veio com seu camisa 51, Kassim, que escapou pelo lado esquerdo e chutou cruzado do bico da grande área, a bola passou caprichosamente na frente do gol e foi para fora – não tinha ninguém lá para empurrar para dentro. Réplica do Coringa. Após ótima jogada pelo lado direito, a bola sobrou para Renatinho Pupo, ele chutou quase sem ângulo e o goleiro mandou para escanteio.

Depois disso, a arbitragem assinalou o intervalo de jogo. Em meio a um começo conturbado, tivemos um grande jogo até então, com chances claras para os dois lados. O zero no placar era apenas uma formalidade, que deveria ser quebrada o quanto antes. E foi. Por quatro vezes. O primeiro foi marcado por Rafinha Carvalho, do Coringa. Ele avançou pelo meio e chutou entre a trave e o goleiro, sem chances. Estava inagurado o marcador aos 13 minutos jogados do segundo tempo.

Mas veio o empate. Depois de cobrança de escanteio, a bola sobrou muito perto da meta para Gavião estufar o barbante com vontade, quase nos momentos finais do jogo. Foi quando aconteceu a virada, aos 24 minutos da segunda etapa. Furia fez jogada pelo lado direito, foi até a linha de fundo e cruzou rasteiro para trás, Fred, na frente do arqueiro Léo Cidrão, mandou para o fundo das redes. No apagar das luzes veio o último tento da peleja, já nos acréscimos. Lacraia recebeu bola pelo meio, cortou e avançou pelo lado direito e, de fora da área, chutou. A bola entrou no cantinho, serena. O terceiro e definitivo gol, para espantar qualquer dúvida.

Fim de jogo com polêmica, e o ‘burrinho’ conseguiu um importante resultado – que o alavancou na tábua de classificação. A equipe de Reyna pulou para a 5ª posição, entrando de vez na briga por uma vaga na fase final. Na próxima rodada, o EV encara o NGM. Já o Coringa vacilou mais uma vez e pode ter dado adeus à conquista da vaga direta à Ouro. Três pontos atrás do líder Fora de Série (que joga contra os dois times na zona de rebaixamento nas duas últimas rodadas), resta ao Coringa vencer o Bufalos no próximo sábado para continuar sonhando.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Cabeça Rachada 3 x 1 TCM

CABEÇA RACHADA VENCE TCM E ASSUME A LIDERANÇA


Atuação da equipe verde-limão foi convincente e, valendo-se da derrota do então líder Império Celeste na rodada, assume a liderança do grupo A faltando duas rodadas para o término da primeira fase

Por Raphael Ferreira

As duas equipes queriam voltar a vencer, já que na rodada passada ambos empataram. O Cabeça poderia assumir a liderança caso o Império perdesse, enquanto o TCM chegaria aos mesmos 13 pontos do adversário do dia em caso de vitória. No final, vitória e liderança à equipe verde-limão.

Os primeiros minutos foram marcados por muita briga na marcação e pouca criatividade. Carlinhos se desentendeu com Luisinho Fernando, mas ficou só no bate-boca. Aos 7 minutos, porém, o placar saiu do zero, com o capitão do Cabeça. Em bola mal rebatida pela zaga do TCM, Luisinho Fernando chutou já de dentro da área e Plec não chegou a tempo de fazer a defesa.

Após tomar o gol o TCM passou a jogar mais ofensivamente e arriscando mais também. Pasquali arriscou de fora da área e Macaco jogou para escanteio. Depois, Danilinho recebeu livre na esquerda, cruzou no meio da área para Alex, mas a zaga chegou e desviou contra o patrimônio. Gol do TCM, e dado a Danilinho, autor do cruzamento. Em seguida, quem tentou de longe foi Carlinhos. Mesmo marcado por Fabinho, ele puxou para a esquerda e soltou uma bomba para outra boa defesa de Macaco, espalmando para fora.

Em contra-ataque, Tché bateu colocado da entrada da área e Plec teve que se esticar todo para evitar o gol. Vágner cobrou escanteio para Luisinho Fernando entrar batendo de direita e causar muito perigo à meta de Plec, que deu sorte ao ver a bola indo para fora. No começo do segundo tempo o Cabeça já fez mais um. Em lateral cobrado por Michilin, Ronan desviou de cabeça para a pequena área e, também de cabeça, Diego completou para o fundo das redes.

Carlinhos deixou Danilinho na cara do gol, ele bateu por cima de Macaco enquanto o goleiro saía do gol, mas a bola subiu muito e foi pela linha de fundo. Em contragolpe, Diego Jaime tentou marcar de longe, bateu rasteiro no canto, mas Plec foi bem e não deu rebote. Em novo ataque do Cabeça, Ronan fez boa jogada individual, avançou pela esquerda, entrou na área, mas chutou em cima de Plec e a bola foi para lateral.

Aos 20 minutos do segundo tempo, por pouco, o TCM não igualou o placar com Alemão. O camisa 5 se aventurou no ataque e bateu do meio da rua buscando o ângulo esquerdo de Macaco. O arqueiro nem foi na bola e viu ela sair tirando tinta da trave. Todavia, a partida foi definida no lance seguinte. Luisinho Fernando pegou a bola na entrada da área e finalizou sem chances para Plec, fechando o placar em 3 x 1.

O Cabeça Rachada assume a ponta e agora soma 16 pontos, com 2 pontos de vantagem para o Império, já que o time celeste perdeu. Enquanto isso, o Tá Com Medo se encontra na 6ª colocação, com 10 pontos, e ainda precisa de uma vitória para se garantir na próxima fase. Na próxima semana o Cabeça Rachada duela contra o MachuPichu, enquanto o TCM enfrenta o Condor’s.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Basicus 3 x 2 The Veras

BASICUS VIRA SOBRE VERAS E AINDA RESPIRA


Fênix não podia perder, sob o risco de ser rebaixado já na próxima rodada, mas o dedo do técnico Baru, no intervalo, fez o time se desdobrar e virar uma partida até então complexa

Por Raphael Ferreira

Em sua cruzada contra o rebaixamento, o Basicus virou para cima do Veras e respirou um pouco mais aliviado, mesmo se encontrando ainda na zona de rebaixamento, após o final da 7ª rodada. Já o time de João Cláudio pagou pelas ausências, principalmente em sua meta: Ariel, que vinha tendo boas atuações como atacante, jogou improvisado de goleiro na ausência de Benga. A missão de suprir a falta de um goleiro de ofício era difícil, ainda mais sabendo que Benga foi eleito MVG na rodada anterior.

Logo no comecinho, porém, o The Veras mostrou que a ausência de Ariel no ataque não seria sentida e, em contra – ataque, Vitinho deixou Moura na cara do gol, mas ele dominou mal e não conseguiu concluir a jogada. Aos 8 minutos, Vitinho cruzou na primeira trave e Cucio apareceu desviando sem chances de defesa para outro goleiro improvisado, Chicão, abrindo o placar.

Até então o Veras estava melhor, marcando forte desde seu campo de ataque e tocando bem a bola. Já o Basicus só chegou com perigo aos 9 minutos, com Veneza. Ele puxou para a esquerda, já no ataque, e bateu forte para boa defesa de Ariel, tendo que espalmar para escanteio. Novamente em cruzamento o Veras chegou com perigo. Em escanteio batido para Renatinho, Chicão saiu do gol e afastou o perigo. Entretanto, sem deixar a bola cair, Pedro acertou um belo chute e ampliou o placar.

Logo depois desse gol, Veneza foi novamente para o ataque. Dessa vez ele avançou pela direita e chutou rasteiro na saída de Ariel, diminuindo o placar. Agora, a partida estava equilibrada. Puff e Hubert entraram em quadra, fortalecendo o setor ofensivo do Basicus. Vitinho fez bom lançamento para Vidjai, que fez bem o pivô girando em cima do zagueiro e finalizou no canto esquerdo de Chicão. A bola saiu causando muito perigo ao goleiro.

No fim do primeiro tempo o Basicus quase chegou ao empate. Hubert estava na esquerda do ataque e rolou para o meio. Bolas chegou batendo forte, mas Ariel foi ágil e fez excelente defesa. A conversa no intervalo energizou o time inteiro do Basicus, que voltou arrasador e disposto a reverter o resultado para continuar na Prata. Méritos do técnico Baru. Logo no primeiro minuto, Puff ajeitou de cabeça para Hubert bater rasteiro no canto esquerdo e Ariel conseguiu segurar.

Hubert correu sozinho pela direita, passou por dois marcadores e cruzou para Puff, o atacante chutou de primeira e Ariel salvou o Veras jogando a bola para escanteio. Novamente o Basicus chegou com Hubert. O camisa 15 arriscou de fora da área e Ariel espalmou de novo, evitando o gol. Aos 6 minutos, o Veras realizou rápido contra-ataque, a bola sobrou na área para Moura, ele tentou encobrir Chicão, já fora do gol, e a bola passou pelo goleiro e saiu caprichosamente pela linha de fundo.

Matheuzinho recebeu um passe alto na entrada da área, em lance semelhante ao segundo gol do Veras, ele bateu sem deixar a bola cair e fez um golaço. Ariel não conseguiu salvar sua equipe dessa vez. O Basicus não estava satisfeito com o empate e continuava a atacar buscando a virada. Hubert foi ao ataque, na ponta esquerda, e tocou para Puff, ele chutou já dentro da área e Ariel salvou com a perna. Aos 22 minutos o Veras quase marcou. A defesa do Basicus cochilou e deixou Moura sozinho na área, ele recebeu a bola e soltou um foguete no gol, mas Chicão pulou e fez uma defesa espetacular. Logo depois, Matheuzinho roubou a bola no meio de campo, avançou pela esquerda e tocou para Hubert ficar de cara com Ariel, ele teve calma e esperou o goleiro pular para bater no alto e definir o placar.

Com a grande virada o Basicus chega aos 7 pontos. Ainda está na zona de rebaixamento, mas apenas a um ponto de passar MachuPichu ou Elite. O The Veras, por sua vez, ficou nos 12 pontos e caiu para a 4ª colocação, está com a classificação praticamente garantida, mas ficou 4 pontos atrás da liderança com apenas duas rodadas faltando.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Palestrinha da Catarina 5 x 1 Diabos Negros

NA VOLTA DE LUKINHAS, PALESTRINHA GOLEIA E REBAIXA DIABOS NEGROS


Melhor ataque volta a aterrorizar e Palestrinha praticamente garante sua vaga na próxima fase; depois de quase 3 anos, Diabos Negros retorna à Série Bronze

Por Raphael Ferreira

O Diabos Negros precisava da vitória para tentar permanecer na Prata, já que vinha sem vencer e com zero pontos graças a perda de pontos devido a agressão a árbitro no jogo anterior. Já o Palestrinha precisava da vitória para se garantir entre os seis melhores. No fim, alegria para o time de Hiro, que saiu vitorioso e, de quebra, recuperou um pouco do prestígio perdido nas duas últimas rodadas. Já o Diabos Negros tem um encontro marcado no segundo semestre: voltar à divisão que ganhou em 2010 (ano de estreia da Série Bronze).

O Palestrinha começou indo para cima e, logo no primeiro minuto, abriu o placar. Japa avançou pela ponta, ganhou da marcação na corrida e cruzou para Peru completar para o fundo das redes.O Diabos Negros foi para cima com Dija, ele foi ao ataque pela direita e chutou para defesa de Caio Henrique.

A partida ficou morna, ambas as equipes marcavam bem forte e ninguém tinha chance clara para marcar. Tentavam arriscar de fora da área, como em um chute de Alê para defesa segura de Marco. Peru também tentou marcar, mas a bola foi para fora. Do lado do Diabos Negros, o único que tentou de longe foi Raul, mas a bola saiu. Aos 10 minutos, Rafa recebeu a bola na área e finalizou sem chances de defesa para Caio Henrique. Deixou tudo igual em 1 x 1.

Contudo, ao afastar o perigo em seu setor defensivo, a zaga do Diabos Negros deixou a bola com Lukinhas. O atacante chutou em diagonal e o jogo foi para o intervalo com o Palestrinha em vantagem. A segunda etapa começou também equilibrada, mas o jogo estava mais movimentado.

Logo no começo, Siri fez falta próximo da área e João cobrou forte, a bola acabou saindo por pouco. Em resposta, Peru tocou para Lukinhas, ele chutou novamente cruzado e, dessa vez, a bola não entrou. O Diabos Negros não conseguia furar a defesa do Palestrinha, mas ia tentando o gol mesmo assim. Cumer estava marcado por Apollo, mas encontrou espaço e bateu em diagonal para excelente defesa de Caio Henrique com a perna.

Aos 12 minutos, Hiro cobrou escanteio curto para Lukinhas, que finalizou mais uma vez e Marco foi buscar no alto, evitando o terceiro gol do Palestrinha. Em boa jogada dos xarás, Raphael serviu Rafa na direita do ataque, ele chutou forte e Caio Henrique deu rebote. A sobra veio novamente para Rafa, mas, dessa vez, seu chute parou em Apollo.

Faltando apenas 5 minutos para o término da peleja, a missão de virar a partida ficou ainda mais difícil para o Diabos Negros. Guga recebeu a bola na área, Marco saiu do gol tentando fechar o ângulo, mas Guga bateu no canto e fez 3 x 1. Logo depois, foi a vez de Hiro tentar deixar sua marca, mas Marco espalmou. O rebote foi para Lukinhas, que não perdoou e fez mais um. No último minuto de jogo, Lukinhas finalizou novamente, Marco não alcançou e o camisa 7 fez seu hat trick no jogo, decretando o rebaixamento do Diabos Negros.

O campeão da primeira edição da Série Bronze perdeu a 5ª partida e dá adeus à Prata. Na próxima rodada a equipe vai cumprir tabela em duelo contra o The Veras. Já o Palestrinha quer se garantir no mata-mata de vez. Para isso, terá de vencer o desesperado Elite.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Elite 2 x 1 MachuPichu

MACHUPICHU LARGA NA FRENTE, MAS SOFRE A VIRADA PARA O ELITE


Papai do Axé é decisivo mais uma vez e comanda a vitória do Elite, que respira um pouco mais aliviado fora da zona do rebaixamento

Por Raphael Ferreira

O MachuPichu começou a partida pensando em vencer e entrar na lista dos seis primeiros para avançar à próxima fase, enquanto o Elite precisava vencer para se manter fora da zona de rebaixamento. O time ‘peruano’ fez um bom primeiro tempo, mas não conseguiu segurar o placar na etapa final e saiu com mais uma derrota para a sua campanha. Já o Elite conseguiu respirar um pouco mais, empatando em número de pontos com o próprio MachuPichu e com o Basicus, primeiro time a fazer companhia ao já rebaixado Diabos Negros na zona da degola.

Logo no primeiro minuto, por pouco, o Elite não abriu o placar. Pferfer foi desde seu campo defensivo até o ataque e resolveu bater de bico, a bola ia entrar no cantinho se não fosse a boa defesa de Pipo. O MachuPichu tocava mais a bola, mas não conseguia chegar com perigo ao gol de Sardinha. Até que, aos 8 minutos, Ricci desviou cruzamento na primeira trave direto para o fundo das redes e abriu o placar. O time ‘peruano’ queria ampliar a vantagem e, logo depois de fazer o primeiro gol, Thiago Branco, mesmo marcado por dois zagueiros, encontrou espaço e chutou no canto de Sardinha, que nem pulou e deu sorte de a bola ter ido para fora.

De novo no ataque, Thiago Branco deixou Cirota na cara do gol, ele bateu na saída de Sardinha, mas a bola foi na rede do lado de fora. O Elite não conseguia se infiltrar na defesa do MachuPichu e se limitava a ficar na zaga para evitar mais gols. Agora, quem chegava ao ataque pelo MachuPichu, foi Garcia. O camisa 6 do time rubronegro ganhou da marcação na ponta e chutou em diagonal, todavia, Sardinha pulou e fez a defesa com o pé esquerdo. Nos 10 minutos finais o Elite melhorou defensivamente e o MachuPichu não conseguia criar mais chances de gol. Por outro lado, o time de Manza manteve a baixa força na frente e também não conseguia finalizar com perigo.

No segundo tempo, esse cenário mudou. No comecinho, Sizão cometeu falta em Papai do Axé na entrada da área. Silvião bateu no canto esquerdo de Pipo, a bola ainda bateu na trave e foi para o fundo das redes – diminuindo o prejuízo. Logo depois, o atacante do Elite brilhou. Papai do Axé pegou a bola no meio de quadra, avançou ainda no meio e chutou forte no cantinho, Pipo se esticou mas não alcançou a bola. Com a virada sofrida, o MachuPichu partiu para o ataque. Luis Henrique passou para Guxta soltar uma bomba, e só não empatou porque Sardinha fez excelente intervenção, jogando a bola para escanteio.

Em bola lançada da zaga buscando Papai do Axé, a zaga subiu junto com o camisa 9 e a redonda acabou sobrando para Wil Macarrão chutar forte, de frente para a meta. Pipo evitou o gol. Logo depois, a jogada foi invertida. Wil Macarrão serviu Papai do Axé, ele chutou de bico, na entrada da área, e Pipo fez a defesa com a perna. O MachuPichu tentava chegar ao ataque, mas acabava errando passes, e a defesa do Elite também não dava espaços perto da área.

O fim da partida foi mesmo 2 x 1 para o Elite e, agora, três times querem fugir da zona de degola. O MachuPichu se estagnou nos 7 pontos e viu o Elite ficar apenas atrás pelo saldo de gols. Além desses times com 7 pontos, o Basicus também tem a mesma pontuação, mas está na zona de rebaixamento porque está com saldo negativo de 7 tentos.

Na próxima semana o MachuPichu tem uma partida dificílima contra o líder Cabeça Rachada, enquanto o Elite joga contra o Palestrinha.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 7ª RODADA

Império Celeste 1 x 5 Condor’s

IMPÉRIO PERDE JOGO, INVENCIBILIDADE E LIDERANÇA


Atuação irreconhecível dos meninos celestes abriu espaço para que o Condor’s conseguisse anular seu ataque; Juninho Peli volta e marca um hat-trick

Por Raphael Ferreira

O Império precisava vencer o Condor’s para continuar na liderança, já que sabia que o Cabeça havia feito sua parte em cima do TCM. O Condor’s, em caso de derrota, complicaria demais a sua, até então, quase garantida classificação à fase final. Ao término do embate, um passeio da equipe de Neno, que ainda sonha, inclusive, com a vaga direta na Ouro ganhando o grupo.

Aos 3 minutos, Zé Victor fez falta e Guel foi para a cobrança. A bola passou pela barreira e entrou no ângulo de Gamarra, que não pôde realizar a defesa. Guedes não conseguia articular as jogadas devido a marcação muito boa da defesa do Condor’s, especialmente dos zagueiros Marin e Pedrão.

Porém, aos 19 minutos, Pedrão cometeu falta em Zukauskas, os jogadores reclamaram alegando que o camisa 9 do Império, que anda em baixa e devendo à torcida, perdeu o lance no jogo de corpo - mas o árbitro não voltou atrás. Guedes bateu rasteiro no canto direito e empatou.

O Condor’s tentou assumir a liderança do placar novamente com Diony, mas Gamarra defendeu o chute de longe. E o Império Celeste, já que não conseguia chegar perto do gol de Johnny, tentou fazer de longe com chutes de Rodolfo e Otávio, mas o primeiro foi para fora, e Johnny jogou o segundo chute para escanteio. No finzinho do primeiro tempo, em boa jogada entre Otávio e Tufano, o Império quase virou. O camisa 20 celeste rolou a bola para o meio e Tufano chegou batendo na direita de Johnny, mas a bola foi para fora.

O empate não era bom para ninguém e o segundo tempo começou com muita correria. Com menos de 1 minuto, Guedes partiu com velocidade pelo meio, tocou na ponta para Rodolfo, que bateu na saída do goleiro e só não marcou porque Renato afastou o perigo quando a bola ia entrando. Guedes empurrou Pedrão e o árbitro assinalou falta. Mesmo estando bem distante do gol, Guel tentou acertar novamente o ângulo, mas dessa vez a bola foi para fora.

Aos 11 minutos, Juninho Peli, retornando após cumprir suspensão, não perdoou. Ele entrou na área e bateu na saída de Gamarra, fazendo o segundo gol do Condor’s. No mesmo minuto, a zaga roubou a bola do Império e Juninho Peli recebeu na entrada da área para finalizar, deixando o Condor’s com a vantagem de dois gols. Os 5 minutos finais foram de muita movimentação e chances de gol. Aos 20 minutos, Guel cometeu falta e Guedes bateu buscando novamente o canto de Johnny, mas a bola desviou na barreira e, mesmo assim, quase entrou para o gol.

No ataque seguinte, Bruninho Franco aproveitou cruzamento na área e escorou para o fundo das redes, matando a partida. O Condor’s queria mais. Eduardo empurrou Guel na entrada da área e o árbitrou marcou falta. Na batida, Bruninho Franco soltou uma bomba no canto de Gamarra, que segurou sem dar rebote. Eduardo, agora no ataque, tocou para Guedes soltar uma bomba, obrigando Johnny a realizar excelente defesa para não tomar o gol.

E no último minuto de jogo, Marin roubou a bola de Guedes e lançou Juninho Peli no ataque, Gamarra saiu correndo para chegar antes, mas o atacante foi mais rápido e concluiu para o gol vazio e encerrar a partida em 5 x 1.

O Condor’s assumiu a 3ª colocação e ainda sonha com a vaga na Ouro. Para isso, terá de vencer o TCM na próxima semana e ver seus adversários diretos (Cabeça Rachada e Império Celeste) perderem. Já o Império perdeu a liderança para o Cabeça e, para reavê-la, terá de vencer o Basicus e torcer por tropeço do novo líder.
Comentários (0)