Com o resultado, time de Messi alcança a zona de classificação, enquanto Absolutos segue na lanterninha e próximo do retorno à Bronze
Por Raphael Ferreira
A partida podia ser chamada como “duelo de 6 pontos”, visto que uma vitória do Absolutos faria com que a equipe saísse da zona do rebaixamento, além de passar o próprio Não Guento Mais, que no começo da rodada somava 5 pontos. Só que a maior experiência da equipe de Marcio Avena na divisão foi determinante para o time de Rafa Alencar sofrer mais um revés. Assim, o Absolutos vai se aproximando de voltar à Série Bronze, enquanto o NGM, além de respirar mais tranquilo, entra na zona de classificação à fase final.
O Absolutos começou no ataque com Fuka. Ele recebeu a bola na ponta direita e chutou na saída de Fê Farillo, que fez boa defesa - jogando a bola para escanteio. Após vários minutos sem nenhuma chance, o Absolutos chegou novamente ao ataque. Gianzinho tocou para Jeanzão, que chutou forte no meio, mas Fê Farillo pulou e fez a defesa. Aos 14 minutos ocorreu a primeira boa chance do NGM. Memé tocou para Fernando chutar forte de fora da área e carimbar a trave direita de Rodrigo.
Em jogada individual, Gianzinho pedalou, puxou a bola para o lado e chutou forte do lado esquerdo do ataque. Novamente Fê Farillo apareceu bem, espalmando para a linha de fundo. Carlitos também mostrou que sabe pedalar, tentou driblar Fuka, mas o adversário fez falta em cima do camisa 7. Ele mesmo bateu, jogando a bola na área, houve desvio na zaga, mas, mesmo assim, Rodrigo conseguiu fazer a defesa.
Depois de poucas chances claras e nenhum gol, a segunda etapa começou com tudo. Logo aos 3 minutos o placar finalmente foi inaugurado. Memé deixou São Pedro na cara do gol. Ele mostrou muita tranquilidade ao esperar o goleiro cair e só então chutar no alto para deixar o NGM à frente. O Absolutos tentou responder logo em sequência em um escanteio. Jeanzão subiu mais alto que todo mundo, testou firme na bola, mas Fê Farillo estava atento e jogou para outro escanteio.
Depois, o chute despretensioso de Gerson acabou dando certo. Ele bateu de longe e Rodrigo espalmou para o meio da área, a zaga não chegou a tempo e Carlitos só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes e ampliar a vantagem do NGM. A partir daí o time de Totó passou a jogar melhor, atacando mais. E o Absolutos sentiu o gol e caiu de rendimento.
Em falta perto da área, Carlitos rolou para Guina chegar batendo de primeira e acertar a trave. Mas, logo depois, o gol veio. Em ótima triangulação, Willian passou pela marcação e tocou para Carlitos, ele foi até a linha de fundo e cruzou para o meio da área. Gerson, sem marcação, chutou forte e fez o 3º do seu time. Faltando menos de 10 minutos para o final, o Absolutos partiu para cima para tentar reverter o placar. Gianzinho recebeu na ponta direita, finalizou com força e Fê Farillo evitou o gol.
Em contra-ataque, Carlitos avançou pelo canto, cruzou para Memé – em um lance parecido com o gol anterior. A diferença foi que Memé perdeu uma boa chance, ao desviar por cima da meta. No finzinho, Mingau tocou para Gianzinho, ele soltou uma bomba de fora da área, dessa vez Fê Farillo ficou apenas torcendo e deu sorte, já que a bola acertou caprichosamente o travessão. Fim de peleja e triunfo por 3 x 0 do NGM. Na próxima rodada o time enfrenta o Só Quem Sabe, enquanto o Absolutos tem confronto direto contra o rebaixamento ante o penúltimo colocado, o Elefantes Indomáveis.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA
É Verdadeee 2 x 5 Só Quem Sabe
‘TORRES GÊMEAS’ DECIDEM A FAVOR DO SÓ QUEM SABE
Vitão e Serjão lideram equipe participando dos cinco gols do triunfo de reabilitação; É Verdadeee continua fora da zona de classificação
Por Raphael Ferreira
Depois de ser goleado pelo Fora de Série na semana passada, o Só Quem Sabe se recuperou ao bater o É Verdadeee por 5 x 2. O time partiu ao ataque logo no começo e, contando com as ‘torres gêmeas’ Vitão e Serjão, conseguiu abrir a vantagem que precisava para consolidar a terceira colocação do Grupo B e tentar, diante de tropeços dos rivais, ficar entre os dois primeiros na chave. Já o ‘burrinho’ se complicou e está fora da zona de classificação à fase final.
O SQS quase marcou no comecinho, quando Jacobi saiu de frente com o goleiro Lenarduci, mas o arqueiro foi buscar a bola e evitou o gol. Depois foi a vez de Ivan Lucas fazer boa defesa. Furia foi ao ataque, indo da esquerda para o meio, soltou uma bomba e o goleiro se esticou para salvar sua equipe.
Em escanteio batido por Marquesl, Serjão subiu mais que a zaga e cabeceou direto para o fundo das redes, abrindo o placar para o Só Quem Sabe. Entretanto, logo depois, o É Verdadeee foi para cima. Bruno deixou Furia na cara do gol, Ivan Lucas defendeu o primeiro chute, mas a bola sobrou novamente para Furia - e ele empatou.
Depois de tomar o empate, o SQS continuou no campo de ataque e teve algumas oportunidades. A primeira com Tatu, desviando de cabeça um lateral cobrado no segundo pau, mas a bola subiu muito. Depois, Minhoca cobrou escanteio, Tatu desviou de cabeça para o meio da área; também de cabeça, Jacobi tentou fazer o gol da pequena área, mas a bola foi pela linha de fundo.
Em mais uma jogada aérea, Minhoca lançou Vitão, que cabeceou no cantinho e obrigou Lenarduci a se esticar todo para jogar a bola para fora. E, no último minuto do primeiro tempo, o SQS conseguiu o gol. Rodriguinho cobrou escanteio buscando Vitão, ele apareceu livre na pequena área e desviou com o pé direito sem chances de defesa para Lenarduci.
No segundo tempo quem começou melhor foi o EV. Logo no primeiro minuto, em boa jogada de Nilmar, o ‘burrinho’ avançou pela direita e cruzou rasteiro para Fred finalizar. Ele só não comemorou o gol, pois Ivan Lucas fez excelente defesa. Ainda no ataque, Kika lançou perfeitamente Lacraia na pequena área, ele dominou, mas Ivan Lucas saiu em seus pés e ficou com a bola.
Aos 8 minutos o SQS ampliou. Serjão bateu falta de fora da área, a bola desviou no meio do caminho e deixou Lenarduci vendido no lance. Minhoca queria fazer o seu tento. Ele chutou de longe no cantinho e Lenarduci espalmou, mas a bola sobrou para Serjão bater cruzado e deixar o placar em 4 x 1.
Em mais um ataque do time de preto, Vitão recebeu bola na pequena área e arrematou no alto, sem chances para o goleiro. Tentando reagir, o EV foi ao ataque. Em boa jogada entre a dupla Bruno e Gavião, o atacante serviu Bruno, que bateu no cantinho e diminuiu a desvantagem. O ‘burrinho’ tentava reagir, mas não encontrava espaços no ataque e, em contra-ataque, Marquesl finalizou cruzado da direita do ataque e o goleiro espalmou. Na sobra, Minhoca chutou forte e Lenarduci defendeu novamente.
Os minutos finais foram bons para os goleiros, pois não tiveram de trabalhar. Mas nem por isso a partida deixou de ser movimentada. Aos 22 minutos o clima ficou tenso quando Alemão fez uma graça no ataque e os jogadores do EV ficaram irritados. Master deu uma entrada forte em Alemão e foi expulso. Mesmo assim, não havia mais nada e o SQS se reabilitou. Com o resultado em 5 x 2, o time chegou à 3ª colocação e o É Verdadeee caiu para a 8ª posição.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA
Inflação 6 x 2 Elefantes Indomáveis
INFLAÇÃO DECIDE NO PRIMEIRO TEMPO E MANTÉM ELEFANTES NA ZONA DE REBAIXAMENTO
Com placar de 3 x 0 na etapa inicial, time do inspirado goleiro Marquinhos apenas administrou a vantagem no segundo tempo e alcançou a 4ª colocação no Grupo B
Por Raphael Ferreira
Com certa tranquilidade, o Inflação despachou o Elefantes e voltou a se posicionar bem na tábua de classificação do Grupo B. A vitória poderia tirar o time de Chacha da penúltima colocação. Só que, por outro lado, a partida também era importante para o Inflação, que somava apenas 5 pontos. Mas a diferença de dois pontos antes da peleja se mostrou pouca em relação à diferença técnica no jogo. A equipe de Sandrinho jogou tranquila e fechou uma fácil goleada, que a alavancou para alçar melhores voos.
O Inflação já foi para cima e abriu o placar no primeiro minuto. Lú, na parte central de campo, tocou para Chide. Ele saiu de frente com Chacha e não perdoou. O Elefantes tentou responder com Lucas. O camisa 8 saiu arrancando desde seu campo defensivo, passou por dois defensores e soltou uma porrada para excelente defesa de Marquinho.
O Elefantes tentou sair jogando, contudo, Rodrigo roubou a bola no meio de campo, avançou mais à frente e chutou forte. A bola saiu passando perto da trave direita de Chacha. Rodrigo tentou novamente fazer o gol, Chacha espalmou seu chute, mas o rebote sobrou para Lú, que finalizou para aumentar o placar em 2 x 0. Nesse momento o Inflação dominava o jogo, com mais posse de bola. E praticamente em todo ataque chegava com perigo, enquanto o Elefantes não achava espaços na defesa adversária.
Tuta acionou Chide na ponta esquerda e a bola carimbou a trave no chute cruzado do jogador. No finzinho do primeiro tempo, Henrique bateu em diagonal, Chacha deu rebote e, mais uma vez, o ataque do Inflação foi eficiente. Dessa vez quem pegou o rebote foi Rodella, que também não perdeu a oportunidade. Assim o jogo foi ao intervalo com 3 x 0 para o Inflação.
Em menos de 1 minuto da segunda etapa o Inflação fez mais um: Marquinho fez bom lançamento para Chide na ponta direita, ele cortou para o meio e arrematou no canto - fazendo um belo gol. Em resposta, André Coelho arriscou de longe, a bola ia entrar no ângulo, mas Marquinho interveio bem e jogou para escanteio.
Desde o começo do jogo o Elefantes não conseguia dois ataques em sequência. Mas Bruno conseguiu o feito. Ele foi sozinho pelo meio e chutou de bico, a bola desviou na zaga e saiu tirando tinta da trave. Depois de ficar vários minutos sem chegar com perigo, André, do lado esquerdo do ataque, passou para Lú chegar batendo da entrada da área e fazer o quinto gol do Inflação.
Logo na reposição o Elefantes conseguiu diminuir. Daniel Teske correu pela esquerda, bateu na saída de Marquinho e fez o gol de honra. Um minuto depois foi a vez de Eric avançar pela direita, em jogada semelhante ao primeiro gol. Ele chutou prensado com o zagueiro, mas a bola entrou e o Elefantes esboçou reação.
O time laranja continuou no ataque. Lucas tentou de fora da área buscando o canto esquerdo de Marquinho. O arqueiro se esticou todo e fez uma boa defesa. Mas, aos 21 minutos, Tuta chutou da entrada da área e definiu a vitória do Inflação por 6 x 2.
O Elefantes Indomáveis tenta se recuperar na próxima rodada contra o Absolutos, no ‘jogo dos desesperados’ para saber quem ficará mais próximo da Série Bronze. Enquanto o Inflação enfrenta o líder Fora de Série tentando se aproximar da vaga à fase final.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA
Coringa 5 x 4 Báguas
CORINGA VENCE E CONTINUA NA CAÇA AO FDS
Time chegou a abrir 5 x 2, permitiu a reação do adversário, mas saiu com os 3 pontos de quadra; derrota tira Báguas da zona de classificação
Por Raphael Ferreira
Por um lado o Coringa entrava em campo com a esperança de assumir a liderança ou, ao menos, seguir perto do Fora de Série. Já o Báguas tentava garantir uma posição entre os seis primeiros colocados. Os dois times buscaram a vitória desde o começo. Porém, no fim, valeu o melhor momento do time de Léo Cidrão na temporada e o Coringa saiu triunfante de quadra.
Logo no primeiro minuto Rafinha Carvalho recebeu passe na entrada da área, bateu enquanto Concha saía do gol e abriu o placar para o Coringa. Entretanto, logo depois, Genaro apareceu livre na esquerda do ataque, chutou no ângulo direito do goleiro e deixou tudo igual. Rafinha Carvalho tentou dar assistência para Renatinho Pupo, que saiu cara a cara com Concha, mas o arqueiro saiu bem e evitou o gol.
Em novo ataque de Genaro pela esquerda, o Báguas quase virou. Só que dessa vez Gui Polisel fez a defesa com o pé esquerdo. Novamente com Genaro o time laranja chegou ao ataque. Em ótima jogada individual, o camisa 7 passou por Farias e Baggio no campo de defesa e, ao passar do meio de quadra, soltou uma bomba no cantinho para virar o jogo.
Mas Genaro foi de herói da virada para vilão no gol de empate. Ele fez falta e, na batida, Gui Frederick acertou o canto esquerdo de Concha, que não alcançou a bola. Tentando virar a partida novamente, Gui Frederick bateu da entrada da área e acertou a trave. A bola ainda sobrou para Feitosa chutar para fora. Aos 22 minutos, Renatinho Pupo avançou sozinho pelo meio, chutou colocado no canto esquerdo e deixou o Coringa à frente do placar em 3 x 2.
O segundo tempo começou e a equipe de Mauricio prosseguiu no ataque. Rafinha Carvalho, no lado direito do ataque, chutou forte e Concha fez boa defesa. Paolo quase empatou para o Báguas ao arriscar do meio de campo e acertar a trave. Mas o Coringa foi ao ataque com Gui Frederick: o atacante realizou jogada individual e chutou rasteiro no canto para ampliar a vantagem. E logo depois, Renatinho Pupo recebeu bola pelo meio, Concha estava fora do gol para fechar o ângulo, mas o número 20 do Coringa tirou a bola do arqueiro e o resultado estava em 5 x 2.
Depois desse gol o Báguas esboçou reação, mas o Coringa marcava bem e não permitia que o adversário chegasse com perigo em sua meta. Mas o inevitável ocorreu aos 21 minutos: Lemos chutou da entrada da área e diminuiu. Logo depois, em boa tabela, Lemos tocou a bola para Paolo, que teve somente o trabalho de empurrar para o fundo das redes e tentar a recuperação.
Todavia, a partida já estava por terminar e o Báguas não conseguiu o empate heroico. Na próxima rodada o time laranja vai tentar voltar à zona de classificação enfrentando o Bufalos. Já o Coringa segue tentando retomar a liderança e, para isso, terá de começar vencendo o É Verdadeee.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA
Fora de Série 9 x 1 Bufalos
FORA DE SÉRIE MASSACRA BÚFALOS E SEGUE LÍDER
O jogo prometia ser equilibrado, mas a ausência de alguns jogadores do Bufalos, somada à disposição do FDS, fizeram com que o placar fosse acachapante em favor do líder
Por Raphael Ferreira
O Fora de Série segue fazendo seu papel para se classificar diretamente para o Ouro. Em partida que prometia ser disputada, a tarefa da equipe de Clebão foi facilitada pela ausência de Diogo Moraes (principal articulador do adversário) e, assim, o líder literalmente atropelou o adversário. O ataque do FDS chegou a 34 gols em 6 partidas, média de 5,6 tentos por jogo. Já o Bufalos, com o revés, despencou na tabela (caindo para o 5º lugar) e viu suas chances de ficar na primeira colocação do grupo se esvair.
Logo no começo Rezende acertou chute no ângulo esquerdo de Danilo e abriu o placar, fazendo um belo gol. Ainda antes de 5 minutos o Fora de Série fez mais um, com Rodrigo Cunha: ele chutou de fora da área e Danilo tentou defender com a perna, mas acabou deixando a bola entrar.
O Fora de Série dominava a partida com forte marcação e com o domínio da bola. Com velocidade e boa troca de passes ia chegando ao gol do adversário com facilidade. Como foi com Bia: ele arriscou de fora da área, o zagueiro não cortou na trajetória e Danilo não conseguiu fazer a defesa.
O Bufalos não conseguia penetrar a defesa do Fora de Série e tentava fazer o gol com chutes de fora da área. Entretanto, Casali tentou duas vezes: na primeira chutou para fora e, depois, conseguiu acertar o gol em chute de longe, mas Ramon defendeu com tranquilidade. Em bola mal rebatida pela zaga, Bruninho chegou soltando uma pancada na entrada da área, sem chances para Danilo, que viu a bola entrar em sua rede pela quarta vez.
Ainda no primeiro tempo o Fora de Série chegou ao quinto gol. Em bola cruzada por Jhoni, Rodrigo Cunha bateu rasteiro na saída de Danilo e botou para dentro. O segundo tempo começou, mas as equipes continuavam com a mesma postura: com o líder atacando e marcando sob pressão, e com o Bufalos não conseguindo chegar ao ataque com perigo.
Aos 2 minutos, Bia acertou um belo chute do lado esquerdo do ataque e acertou o ângulo. E, minutos depois, Bia arriscou de longe, a bola foi no canto direito do gol e Danilo não alcançou. Com esse tento, Bia conseguiu seu hat -trick e deixou o placar em 7 x 0. Depois de tanto ficar acuado, o Bufalos foi para frente com Raoni. O camisa 13 arrematou na entrada da área, a bola desviou no capitão Du, mas sobrou novamente para Raoni chutar e não perdoar na segunda tentativa, fazendo o gol de honra.
Mas, logo depois, o Fora de Série fez o oitavo: Dênis cruzou da esquerda para Jhoni, que estava bem colocado e só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro. Jhoni apareceu bem novamente aos 18 minutos, ao desviar uma bola cruzada em um escanteio e fazer o 9º do seu time.
Com o resultado de 9 x 1, o Fora de Série passa a ter o melhor ataque disparado da Prata com 34 gols e segue firme na liderança com 5 vitórias e apenas uma derrota. Na próxima rodada joga contra o Inflação, que vai ter a difícil missão de parar esse arsenal ofensivo e furar a zaga que foi muito bem nessa partida. Por outro lado, o Bufalos estacionou nos 8 pontos ganhos, e tentará se manter entre os classificados à fase final diante do Báguas.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA
The Veras 4 x 2 Condor’s
THE VERAS SUPERA CONDOR’S E ENCOSTA NOS LÍDERES
Com dois gols de Ariel na etapa inicial e um goleiro Benga inspirado, Veras segura ataque do Condor’s e soma mais três pontos
Por Renato Malaguti
Era de se esperar um jogo equilibrado entre The Veras e Condor’s. O primeiro fez seu papel: realizou uma boa partida, com boa marcação e bons ataques. Entretanto, o segundo não pareceu ter se encontrado em campo. No final, Renato, do Condor’s, até disse para a equipe: “Eu conheço nosso time de outro jeito. Vocês sabem que nosso time não é assim”. E, de fato, não é. Por esse motivo, o time de Pedro De Luna conseguiu vencer seu rival sem muitas dificuldades.
Nos primeiros cinco minutos de jogo os dois times pareciam se estudar. Por esse motivo, houve bastante toque de bola dos dois lados, mas nenhuma chance que chamasse a atenção. Logo nos primeiros minutos os destaques individuais apareceram. Na primeira oportunidade do Condor’s, em contra-ataque, Guel chutou ao lado, com perigo. Do outro lado, em chute de fora da área, Ariel também assustou.
Outra forte arma do Veras era o goleirão Benga. Desde o começo ele ajudou bastante a equipe. Em chute de longe de Dola, sem muito esforço, devido ao tamanho, o arqueiro defendeu. O primeiro gol veio à tona aos 9 minutos de bola rolando, em lance de escanteio: Ariel pegou na veia, de primeira, acertando o cantinho de Jhonny, que nada pôde fazer. Entretanto, dois minutos depois, nem deixando o Veras comemorar, o Condor’s empatou também em lance de escanteio. O zagueiro Marin, sozinho, testou para o fundo do gol. Benga, revoltado, comentou que foi a segunda vez que Marin apareceu sozinho; a marcação teria que melhorar.
Ao decorrer da partida, após o empate, os dois times atacaram, mas o Condor’s criava um pouco mais do que o adversário. Em bom chute de longe, Bruninho acertou o cantinho, mas o grandalhão Benga se esticou todo e defendeu. Alguns minutos depois, Guel recebeu dentro da área, mas Benga saiu bem do gol e evitou a virada. Do lado de fora, ouvia-se “Bem, Benga!”. Depois das duas defesas do goleirão, a equipe foi para cima e, com mais eficiência, conseguiu ficar na frente do placar mais uma vez, com chute do meio da rua de Ariel que acabou surpreendendo Jhonny. Logo em seguida, empolgado com o gol, o Veras conseguiu ampliar a vantagem para 3 x 1, mas dessa vez com Mandia que, de fora da área, acertou o cantinho esquerdo.
Mesmo o Condor’s pressionando em meados do primeiro tempo, o ataque do Veras foi mais eficiente, e por esse motivo conseguiu sair com a vitória parcial no primeiro tempo. No segundo, o Condor’s também começou melhor. Em tentativa de chute de longe, Renato abriu para esquerda e encheu o pé, mas Benga conseguiu encaixar. Em seguida, em cobrança de falta, Guel soltou o pé. A bola tinha endereço, mas, no meio do caminho, ela explodiu no peito do zagueiro e foi para fora. Poucos minutos depois, em lance de contra-ataque, o Condor’s levou mais uma vez perigo, com duas tentativas de Renato, mas Benga o travou as duas vezes, salvando sua equipe de tomar o segundo tento.
Do outro lado, vendo o bom momento do rival, o Veras decidiu ir para cima e conseguiu criar boa jogada com João Claudio, que recebeu livre na área, chutou, mas o goleiro salvou. Entretanto, no contra-ataque, o Condor’s também quase fez, mas Guel, livre de marcação e dentro da área, perdeu gol incrível. O quarto gol veio com João Claudio, que recebeu passe do lateral pegou com força de primeira e mandou para o fundo da rede. Em chute de longe, Neno acertou a rede pelo lado de fora. Em seguida, ele cruzou para Bruninho dentro da área, que subiu mas não conseguiu cabecear.
Faltando menos de 5 minutos, Guel recebeu dentro da área, dominou, mas chutou fraco – facilitando a defesa de Benga, que encaixou a redonda. No finalzinho, diminuindo para 4 x 2 a derrota, o Condor’s ainda conseguiu marcar com Sombra, que recebeu livre e soltou o pé.
Depois do apito final, todo o time do Condor’s conversou entre si. Guel opinou, dizendo que até com o joelho zuado deu mais raça do que muitos em quadra. Com a vitória, o The Veras subiu para terceiro lugar, enquanto o Condor’s ficou em quarto na tabela. Na próxima rodada o time de Cucio enfrenta o Basicus, que segue na penúltima posição. Já o Condor’s tem missão difícil: vencer o Império Celeste, do grandalhão Guedes, que está em ótima fase e é o líder.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA
Cabeça Rachada 1 x 1 Império Celeste
NA BUSCA PELA LIDERANÇA, IMPÉRIO E CABEÇA FICAM IGUAIS
Igualdade no placar foi reflexo da partida, no qual as marcações se sobressaíram; Fabinho, pelo time verde-limão, e Guedes, pela equipe celeste, foram os destaques
Por Renato Malaguti
Há quem diga que jogo bom é jogo de poucos gols. E esse, sem sombra de dúvidas, foi uma prova disso. Em partida digna de primeiros colocados, Cabeça Rachada e Império Celeste ficaram na igualdade. E também foi o duelo de dois ‘monstros’ da Prata. De um lado, Guedes, o grandalhão do Império que voltou a estar em ótima fase. Do outro, o raçudo capitão do Cabeça, Fabinho, que, se necessário, realmente racha a cabeça para sair com a vitória. O duelo entre os dois primeiros colocados do Grupo A atingiu as expectativas: foi extremamente disputado. A justificativa de não ter acontecido muitos gols é clara: forte marcação de ambos os lados.
O Cabeça Rachada, mesmo sem o craque Luisinho Fernando, suspenso, conseguiu sair na frente do placar logo na primeira oportunidade. Michilin recebeu dentro da área e tirou do goleiro para fazer 1 x 0. No banco de reservas do Império, Jonny gritou: “Vamo Império, não se abale, vamos para cima”. E de fato o time não se abalou. Logo depois do gol relâmpago, Guedes levou perigo ao gol do Cabeça com chute rasteiro, mas o arqueiro Macaco fez boa defesa. Do outro lado, marcando 5 minutos, o Cabeça Rachada criou boa oportunidade com tabelinha de Fabinho e Tché, que quase resultou em gol.
Recebendo pela direita, Paulinho chutou cruzado e levou perigo a favor do Império. Em seguida, em falta clara, Fabinho tomou amarelo. Aproveitando a vantagem numérica, o Império foi para cima e conseguiu falta perigosa na entrada da área. Na batida, Guedes soltou o pé e igualou o placar em 1 x 1.
Depois do empate o jogo ficou mais truncado, com menos ataques e mais marcação. Durante todo o primeiro tempo o duelo foi extremamente pegado. Destaque para a forte marcação do raçudo Fabinho. Em lance de contra-ataque rápido, Otávio chutou rasteiro no canto, mas Macaco pegou. Pouco depois, após desentendimento, Michilin e Otávio saíram amarelados.
Com os dois times com um a menos, Rômulo, do Império, abriu e chutou forte de longe e acabou acertando a trave. Do outro lado, em forte chute de Vagner, que tinha endereço certo, a bola explodiu na zaga e foi para fora, para a sorte do Império. O primeiro tempo se destacou pela forte marcação de ambas as equipes.
No segundo tempo, o jogo ficou ainda menos ofensivo e a marcação foi ainda mais dura. No comecinho, Guedes recebeu a bola de um escanteio, dominou bem, chapelou um marcador, mas acabou soltando o pé por cima do gol. Do outro lado, em contra-ataque rápido, Ronan, aos trancos e barrancos, conseguiu chutar, mas a bola passou com perigo ao lado. Em lance de contra-ataque, Arai, do Império, fez bonito drible a la Valdivia, mas acabou chutando no meio, facilitando a defesa de Macaco. Na sequência, aos 10 minutos, Arai tomou amarelo. Entretanto, dos 10 aos 15 minutos, o jogo ficou truncado pelo meio, sem nenhum ataque. O Cabeça não aproveitou a vantagem numérica.
Em chute de longe, Fabinho levou perigo tirando tinta da trave. Do outro lado, Guedes recebeu pela direita e chutou cruzado com perigo, mas para fora. Faltando menos de 5 minutos para o apito final, Tché chutou de longe, colocado, mas o goleirão Gamarra encaixou. No finalzinho, de frente para o gol, após contra-ataque veloz, Fabinho perdeu a oportunidade de colocar seu time na frente e mandou a bola para fora, para seu lamento.
Em resumo, o jogo foi extremamente pegado e a maioria das jogadas foi desenvolvida por Fabinho, pelo Cabeça, e por Guedes, do Império. Com esse resultado, os times seguem na mesma posição: o Império em primeiro e o Cabeça em segundo. Na próxima rodada o time verde-limão joga contra o TCM, do habilidoso Carlinhos. Já a equipe celeste pega o Condo’r, do veloz Guel.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA
TCM 5 x 5 Elite
TCM E ELITE FICAM NO EMPATE E NÃO AVANÇAM NA TABELA
Tuco, de um lado, e Carlinhos, do outro, fazem uma bela partida e ‘ajudam’ a manter o placar empatado
Por Renato Malaguti
Na fase que estava no campeonato, o Elite não demonstrava tanto perigo ao TCM, que tinha um cartel de pontos bem superior. Entretanto, o jovem atacante Tuco, que, segundo Papai do Axé, “veio das categorias de base” da equipe, surpreendeu a todos, dando um show à parte e foi o principal responsável pela equipe ter jogado de igual para igual contra o TCM. O também jovem Carlinhos, do outro lado, como de costume, jogou bem e foi a melhor arma do elenco.
Nos primeiros minutos o TCM jogou melhor. Logo no primeiro lance, em cobrança forte de falta, Alex soltou o pé e balançou a rede. Empolgado, o time continuou indo para cima. Carlinhos, em chute cruzado, obrigou Sardinha a fazer boa defesa.
Do outro lado, o Elite só conseguiu atacar com perigo aos 9 minutos. Papai do Axé recebeu de costas para o gol, fez o pivô e rolou para R. Gomes, que pegou de primeira no canto, mandando ao lado do gol. Em seguida, em chute de longe, Rafael Lopes soltou o pé, mas a bola foi para cima.
Em bonita tabelinha entre Carlinhos e o capitão Zé Roberto, o primeiro ficou sozinho na área pela esquerda e chutou debaixo da perna de Sardinha para fazer o segundo do TCM. Após o gol, Zé Roberto acabou tomando cartão amarelo por fazer falta em cima de R. Gomes e ficou dois minutos fora. Nesse meio tempo, nenhuma jogada de perigo aconteceu, somente uma bonita bicicleta de Carlinhos que, com ousadia, quase surpreendeu a Plec. Mas o goleiro estava bem posicionado e conseguiu defender.
Pouco tempo depois, foi a vez de R. Gomes tomar amarelo. Agora era a vez do Elite ficar sem um atleta durante dois minutos.
Entretanto, mesmo com a desvantagem numérica, a equipe conseguiu diminuir o placar com bonita jogada individual que começou com Tuco, que driblou um marcador, e tocou para Papai do Axé só empurrar às redes. Mesmo marcando com um a menos, o Elite estava desfalcado. Aproveitando a situação, livre de marcação, Carlinhos recebeu em contra-ataque e chutou cruzado rasteiro, marcando o terceiro do TCM e deixando o placar em 3 x 1
Depois que o time ficou completo, o Elite estava perdendo de dois gols. Entretanto, em pouco tempo a equipe conseguiu igualar o placar e botar fogo no jogo. O segundo veio com o habilidoso Tuco, que chutou de longe rasteiro no cantinho e surpreendeu a Plec. O terceiro foi parecido, do mesmo Tuco, também em chute de longe e cruzado. No finalzinho, em belo chute de longe, Zé Roberto fez o gol mais bonito da partida, dando a vitória parcial para o TCM em 4 x 3.
No primeiro tempo, o jogo foi extremamente equilibrado. Ambas as equipes estavam com sede de gols e isso foi justificado no placar. No intervalo, Diego, ex-goleiro do Elite, passou uma orientação básica para o elenco: a atenção na zaga que tiveram no jogo contra o Diabos Negros (vitória do Elite por 3 x 0) não estava acontecendo contra o TCM.
No segundo tempo, o Elite foi para cima em busca do empate, principalmente com Tuco, sua melhor arma. Em chute de longe, ele levou perigo acertando o lado do arco. Em seguida, em chute rasteiro, ele obrigou Plec a fazer boa defesa com o pé. Depois da pequena pressão, novamente com Tuco, o Elite foi para cima. E dessa vez conseguiu marcar, igualando o marcador novamente. Em cobrança de falta, ele encheu o pé sem dar chances a Plec de ver a cor da bola.
O gol acendeu o time, que foi para cima e dominou os primeiros 10 minutos da segunda etapa. Em jogada ousada, Tuco deu de calcanhar com força, mas Plec estava esperto e pegou. Logo depois, em boa troca de passes, Pferfer tocou para Renan soltar o pé, mas por cima com perigo.
Para incendiar o clima do jogo, Tuco recebeu dentro da área e mandou a redonda na trave. A torcida do Elite foi ao delírio. Para brecar a pressão azul, o TCM pediu tempo técnico. No pequeno intervalo, Claudio deu uma bronca na equipe dizendo que se estivesse faltando gás era para pedir para sair, já que o TCM tinha vários reservas. Na volta, o jogo ficou mais equilibrado. De um lado, Thiagão chutou cruzado com perigo ao lado do gol. Do outro, Pê Luanza carregou pelo meio e soltou o pé, acertando a trave mais uma vez para o time do Elite.
De longa distância, o jovem Carlinhos tentou surpreender Sardinha, mas o goleiro, bem posicionado, pegou. O TCM marcou o quinto em lance de lateral que contou com desvio de Carlinhos, matando o goleiro do Elite. O Elite conseguiu empatar em 5 x 5 logo em seguida, aproveitando-se por ter um jogador a mais – devido ao cartão amarelo que Claudio levou momentos antes. Mais uma vez o gol começou com o jovem Tuco, que fez bonita jogada no canto da área e tocou para Papai do Axé chutar de trás, honrar a camisa 9 e sair para o abraço.
O jogo terminou empatado e ambas as equipes somaram um ponto na tabela. O Elite segue em oitavo colocado, enquanto o TCM fica em quinto. Na próxima rodada o time de Manza enfrenta o MachuPichu, que está uma posição acima, enquanto o TCM tem pedrada pela frente: o Cabeça Rachada, vice-líder.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA
Palestrinha 2 x 6 MachuPichu
MACHUPICHU SURPREENDE E GOLEIA PALESTRINHA
Em tarde inspirada, Caíque faz três e garante a vitória do time ‘peruano’ em cima do Palestrinha, que não se encontrou em campo
Por Renato Malaguti
Pelo andar do campeonato, a probabilidade de o Palestrinha ganhar do MachuPichu era maior. Entretanto, dois fatores impediram a equipe de vencer. Primeiro, a tarde inspirada de Caíque. E, em segundo lugar, após um pedido de tempo técnico aos 10 minutos do segundo tempo, surpreendentemente o elenco do MachuPichu ficou muito mais ofensivo. O que será que o técnico da equipe conversou com os atletas? Apenas o suficiente para a equipe golear seu adversário.
No começo do jogo, o MachuPichu foi ofensivo. No primeiro lance, Ricci, dentro da área, testou com força, mas em cima do goleiro, o que facilitou a defesa. Em seguida, ele novamente levou perigo, mas dessa vez com chute rasteiro de longe, mas o goleirão Caio encaixou. Com a pressão inicial, o time ‘peruano’ conseguiu abrir o placar depois de bola perdida na zaga do Palestra. Caíque roubou e tocou para Thiago Branco, que, livre de marcação, só precisou empurrar às redes. Em seguida, quase fazendo mais um, o MachuPichu levou perigo em jogada área, quando Ricci cabeceou com perigo ao lado.
Empolgado com o bom momento, o time de Tebas continuou indo para cima. Em boa bola enfiada, Thiago Branco achou Caíque livre, mas o goleiro Caio logo saiu do gol para evitar o chute – e conseguiu mandar a bola para fora. Diante do mau momento no jogo, o Palestrinha pediu tempo técnico para tentar arrumar a casa. Na pausa, Cidão, técnico do time, deu algumas dicas de marcação para a equipe. Na volta, o MachuPichu continuou imprimindo um ritmo forte. Em boa tabela com Ricci, Thiago Branco recebeu pela direita, mas mandou para fora. Logo depois, Tebas chutou de fora da área ao lado do arco.
Em contra-ataque veloz, Caíque deu belo ‘rolinho’, mas adiantou um pouco a bola e acabou não conseguindo o arremate. Na primeira real chance do Palestrinha – que aconteceu por volta dos 16 minutos – Hiro soltou o pé de longe, cruzado, mas o goleirão Pipo pegou. Do outro lado, perdendo boa oportunidade, Tebas ganhou do goleiro, mas acabou mandando a bola por cima do arco devido à empolgação – sendo que tinha seu companheiro João Victor livre.
Do outro lado, mesmo sofrendo pressão praticamente o primeiro tempo inteiro, na segunda real chance, o Palestrinha conseguiu empatar com Apollo, em lance de contra-ataque em que seu chute de longe desviou e acabou matando o arqueiro rival. Mas, no finalzinho, de forma merecida – já que atacou muito mais – o MachuPichu conseguiu ficar mais uma vez em vantagem. Caíque recebeu depois de um lateral e, sozinho, cabeceou e fez. No primeiro tempo só deu MachuPichu; o Palestrinha não sabia o que era atacar.
Na segunda etapa, logo no comecinho, Apollo fez seu segundo gol e empatou mais uma vez: ele levou pela direita, driblou um marcador e soltou o pé antes de partir para o abraço. Se o Palestrinha não frequentava muito o campo ofensivo, quando chegava era para marcar. Em seguida, em cobrança de falta, Hiro levou perigo a Pipo, que pegou. Diferentemente do primeiro tempo, o Palestrinha conseguia esboçar uma reação. Após boa rolada de Juninho, Alê chutou ao lado, com perigo. Em seguida, de fora da área, Juninho chutou por cima e levou as mãos à cabeça.
Vendo o bom momento do adversário, o MachuPichu pediu tempo técnico. E deu certo. A equipe voltou com o mesmo gás do primeiro tempo e retomou as ações do jogo. Logo no primeiro lance, o terceiro gol, com Caíque em rebote de cabeçada de Ricci. Em seguida, a todo vapor, em contra-ataque, João Victor recebeu cruzamento livre e fez o quarto.
Tentando esboçar alguma reação, mas visivelmente abalado, o Palestrinha criou boa oportunidade com Apollo em forte chute cruzado, mas o goleiro ‘peruano’ defendeu. Entretanto, aproveitando a boa fase pós-tempo técnico, o MachuPichu ampliou para 5 x 2 com Ricci, que aproveitou sobra de bola e encheu o pé. No finalzinho, para fechar a goleada, mais uma vez em contra-ataque, Caíque recebeu livre e chutou alto para vencer o arqueiro.
Com a goleada, o MachuPichu conseguiu somar 3 importantes pontos, ficando em sétimo colocado, distanciando-se um pouco da zona de rebaixamento. Já o Palestrinha perdeu a chance de subir na tabela, caindo para sexto. No próximo sábado o MachuPichu pega o Elite, do habilidoso Tuco, enquanto o Palestrinha enfrenta o Diabos Negros, lanterna da competição.
IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA
Basicus 2 x 2 Diabos Negros
NO ‘JOGO DOS DESESPERADOS’, EMPATE ACABA FRUSTRANDO DIABOS E BASICUS
Equipes precisavam da vitória, mas nervosismo foi evidente e o empate saiu com gosto amargo para ambos
Por Renato Malaguti
Partida morna e sem destaques individuais. Assim se caracterizou o ‘jogo dos desesperados’ entre Diabos e Basicus. Ambos os times jogaram para vencer, já que, quem saísse derrotado, certamente ficaria mais próximo da Série Bronze no segundo semestre. Entretanto, má fase é má fase. Ninguém conseguiu desempenhar o melhor nível possível de seu futebol e acabaram empatando. Infelizmente, o jogo não ficou marcado pelo talento, e sim, pela falta de disciplina do Diabos, que foi para cima do árbitro ao fim do jogo, com direito até a agressão por parte de Colleto.
No comecinho, o jogo foi bem frio. Nos primeiros 5 minutos o único ataque que aconteceu veio a favor do Basicus, em chute de longe do Bolas. Do outro lado, em bola roubada no campo defensivo do rival, o Diabos levou perigo com chute de Cumer, mas o goleirão Chicão, improvisado por conta da ausência de Roland, salvou o Basicus de tomar o primeiro tento. Em seguida, em contra-ataque, Zuppo recebeu na entrada da área e chutou tirando tinta da trave.
Em sobra de bola, Rafa, bem posicionado, encheu o pé e também quase marcou.
Pode-se dizer que no comecinho o Diabos estava melhor em campo. Aos 10 minutos, após boa troca de passes, Cumer ficou livre e procurou o canto, mas o goleiro Chicão salvou com o pé. Cinco minutos depois, em lance de bola parada, Zuppo soltou o pé e acertou a trave. O Basicus, mostrando que não estava morto, também criou boa oportunidade com Puff, que recebeu lateral dentro da área e virou, mas acabou mandando para fora.
Nos últimos 5 minutos de etapa primeira, os dois times criaram. Em chute colocado de Rafa, de longe, o Diabos levou perigo mais uma vez, mas o arqueiro espalmou para o lado. Já o Basicus, com Veneza – destaque do time –, levou perigo com chute forte que explodiu no peito de Marco.
No segundo tempo, logo no primeiro lance, o Diabos abriu o placar com Zuppo, que recebeu a bola dentro da área e chutou rasteiro. Do outro lado, tentando buscar o resultado, o Basicus também foi para cima. Em cobrança de falta, Bolas soltou o pé, mas o goleiro pegou. Em conta-ataque, o Diabos levou perigo com Colleto, mas o chute foi defendido pelo arqueiro do Basicus, que mandou a bola para fora. Já a ‘Fênix’, também em contra-ataque, levou perigo com Matheuzinho que, de carrinho, quase alcançou bom passe de Puff. Se alcançasse certamente seria gol.
Em lance de escanteio, Coletto desviou com perigo, tirando tinta da trave. Do outro lado, em jogada ensaiada, a bola foi rolada para Matheuzinho chutar rasteiro ao lado do gol. A fim de fazer a diferença e igualar o placar, Baru, técnico do Basicus, pediu tempo. No intervalo, ele orientou sua equipe para chutar mais. Em lance de boa troca de passes, Veneza tocou para Matheuzinho, que soltou o pé e igualou em 1 x 1. Poucos minutos depois, como a la Tevez na época de Corinthians, Veneza chutou colocado, aproveitando a visão tampada do arqueiro, e colocou o Basicus, de virada, na frente. Do lado de fora Baru disse: “Falei que tinha de chutar!”.
Entretanto, mesmo conseguindo virar, o placar favorável do Basicus não durou muito tempo. Faltando menos de 2 minutos para acabar, depois de uma leve pressão, o Diabos conseguiu o segundo tento com Cumer, em contra-ataque bem articulado. No finalzinho, o time branco tentou até virar, mas foi travado pela zaga rival, ou, por sorte do Basicus, a bola acabou não entrando. Com o apito final, marcel, capitão do Diabos, foi reclamar do tempo e acabou expulso. Já fora, Coletto chegou a agredir o árbitro e também recebeu vermelho, o que fez o time perder 2 pontos e ficar zerado.
Com o empate, ambos os times saíram tristes de quadra, pois ficaram na zona de rebaixamento. O Diabos em último e a ‘Fênix’ em penúltimo. Na próxima rodada, o lanterna pega o Palestrinha, enquanto o Basicus enfrenta o Veras.
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