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CHUTEIRA NEWS: IX CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 4ª RODADA

TCM 1 x 5 The Veras

TCM, IRRECONHECÍVEL, É ESMAGADO PELO VERAS


Veras goleia rival, em tarde apagada, e continua na cola dos líderes. Próximo jogo é justamente contra líder Império

Por Raphael Ferreira

Com um João Claudio inspirado e um Vitinho elétrico, o The Veras faturou mais uma vitória na atual Prata e segue na pare de cima da tabela, além de se distanciar do perigoso TCM, que, diferente das rodadas passadas, não mostrou o mesmo futebol. Um jogo prometia ser muito bom, já que ambas as equipes estavam com 6 pontos em três jogos e buscavam a parte de cima da tabela, deixou o equilíbrio esperado apenas no papel. Em campo, o Veras não teve medo e passou a ter o segundo melhor ataque de seu grupo.

A partida começou e o Veras mostrou logo seu poder ofensivo. Aos 2 minutos, Vitinho passou para João Claudio que, já na pequena área, bateu desajeitado para fora. No lance seguinte, em outro bom ataque, João Claudio não perdoou. Nico, em meio a dois marcadores, achou espaço e tocou para o camisa 19 bater na saída do goleiro e fazer o primeiro gol da partida.

O TCM não achava espaço na frente e chutava de fora. No começo foram dois chutes de Carlinhos e um de Zé Roberto, todos para fora. Já o Veras chegava ao ataque trocando passes e usando o pivô, geralmente feito por João Claudio. E foi assim que a equipe azul grená quase chegou ao segundo gol. João Claudio tocou para Nico e se posicionou no meio. Nico devolveu a bola e o pivozão bateu colocado, mas a bola saiu por cima.

Foi só aos 8 minutos que o TCM conseguiu levar perigo à meta de Benga. Carlinhos avançou pela esquerda e tocou para Zé Roberto arriscar de primeira e ver a bola sair passando perto da trave. O Veras ficou cerca de 5 minutos sem chegar ao ataque, mas quando o fez foi letal. Vitinho cruzou para Nico, sozinho no segundo pau, cabecear sem chances de defesa para Plec.

O TCM não mudou sua postura ofensiva, mantinha-se arriscando de longe, entretanto, dessa vez a tática surtiu efeito. O capitão Thiagão recebeu a bola na esquerda do ataque e, mesmo marcado, puxou para o meio e bateu forte, sem chances para Benga.

Logo depois do gol o TCM quase empatou com Matheus. O camisa 8 avançou pela direita e chutou cruzado. A bola foi para fora. O Veras teve uma bela jogada ensaiada após falta de Carlinhos em Vitinho. Na cobrança, o próprio Vitinho rolou para o outro lado da quadra, onde Marchi, sozinho, desperdiçou a chance chutando por cima do gol.

Nos minutos finais da primeira etapa, o TCM trocava mais passes e chegava ao ataque mais que o adversário. Contudo, a forte defesa do The Veras não dava espaços e Benga não precisou realizar grandes defesas. Mal o segundo tempo começou e o TCM voltou a ficar atrás no placar por dois gols. Vitinho, de fora da área, pedalou em cima de Alemão, passou por ele e soltou uma bomba para anotar 3 x 1.

O Veras seguia tranquilo e indo para cima. Assim, por pouco não ampliou com Cucio, que bateu de fora, para boa espalmada de Plec. No rebote, Renatinho finalizou e o goleiro resvalou. A bola ainda tocou na trave e saiu.

Aos 8 minutos, o TCM desperdiçou uma boa oportunidade. Cucio fez falta em Zé Roberto próximo à área. Carlinhos chutou, mas a bola foi muito alta. No contra ataque, Vitinho ficou cara a cara com Plec pelo lado esquerdo do ataque. Ele fingiu o chute e o goleiro não caiu, e quando realmente chutou, Plec fechou bem o canto e evitou o quarto gol. Porém, no minuto seguinte Plec não conseguiu evitar. Murilo chutou no canto e Plec fez um milagre com o pé, mas no rebote a bola sobrou para João Claudio fuzilar o gol vazio e comemorar seu segundo gol.

Logo depois, Murilo participou de outro gol. O camisa 11 do The Veras chutou cruzado e Andres desviou no meio da pequena área, definindo o placar. O The Veras aproveitou que estava com um jogador a mais, já que Matheus havia recebido amarelo e ficou 2 minutos fora, e fez dois gols. Com o placar em 5 x 1 contra, o TCM foi para cima nos dez minutos finais, mas seu ataque não funcionou.

Depois da rodada, o TCM passou a ter a pior defesa do grupo, com 18 gols sofridos e caiu para a 6ª colocação, enquanto o The Veras foi para 3º e está somente a 1 ponto da liderança. Pela quinta rodada, o TCM encara o Basicus, enquanto o Veras tem confronto direto pela liderança ante o Império Celeste.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 4ª RODADA

Palestrinha da Catarina 5 x 5 Condor’s

CONDOR’S, COM UM A MENOS, ARRANCA EMPATE HEROICO


Em confronto direto pela liderança, time de Neno contou com um Johnny inspirado e arrancou o empate; Juninho Peli foi expulso ainda na primeira etapa; Palestrinha segue sem perder

Por Raphael Ferreira

A raça demonstrada pelo Condor’s foi determinante para buscar o empate antes o Palestrinha. Isso porque o time jogou todo o segundo tempo com um jogador a menos – graças a mais uma expulsão do atacante Juninho Peli. Já o Palestrinha perdeu ótima oportunidade de terminar a rodada isolado na liderança do grupo. Antes de começar o embate já houve uma pequena confusão em razão de ambas as equipes possuírem uniformes parecidos, ambos rubro-negros. Então o Condor’s, abaixo na tabela, jogou de colete.

A partida foi equilibrada desde o início e começou bem movimentada. O primeiro ataque foi do Palestrinha, quando Lucas Barbosa bateu de longe e Johnny espalmou para a lateral. O primeiro ataque do Condor’s foi com Bruno, mas seu chute foi para fora. Aos 5 minutos, a defesa do Condor’s cochilou e Lukinhas roubou a bola, correu em diagonal e chutou no cantinho, enquanto Johnny saía do gol. Não teve jeito. Estava aberto o placar.

Entretanto, logo na sequência, o Condor’s chegou ao empate. Zabala cabeceou e Régis defendeu, mas a bola sobrou para Neno completar para o fundo das redes. O Palestrinha tentou o gol com Alê, que chutou em cruzamento de Lukinhas e Johnny fez uma excelente defesa à queima-roupa, evitando o gol. No lance seguinte, Johnny nada pode fazer. Em bate-rebate, a bola sobrou para Hiro chegar soltando uma bomba no cantinho e colocar o Palestrinha em vantagem no placar. Não tardou para o atual campeão da Bronze ampliar a vantagem: Alê arrematou e Johnny defendeu com a perna, mas, no rebote, Siri chegou antes do arqueiro e marcou.

O Condor’s foi para o ataque com Guel, que tocou para Diony. O camisa 7 chutou forte - embora a bola tenha ido para fora, causou susto em Régis. Na segunda tentativa seguida o gol saiu: Juninho Peli cruzou para Gugu, que subiu mais que todo mundo e deixou o placar em 3 x 2.

A partida mudou aos 22 do primeiro tempo. Depois de várias divididas fortes, o jogo estava nervoso e o árbitro expulsou Juninho Peli depois de ele ter agredido Douglas. Peli saiu muito irritado, dizendo que o zagueiro o havia agredido primeiro, mas o árbitro não viu e expulsou somente o atacante. No último lance do primeiro tempo, o time de Neno quase empatou. Marin cobrou falta rolando para Guel chegar batendo no cantinho, mas Régis salvou o Palestrinha jogando a bola para escanteio.

O Condor’s começou o segundo tempo atrás do placar e tinha a difícil missão de reverter com um jogador a menos, mas os jogadores correram muito e, na base da raça, jogaram até melhor do que quando tinham um homem a mais. Guel deu o pontapé da reação. Ele avançou pela esquerda e cruzou buscando Marcelo, livre na área, todavia, Régis saiu do gol e interceptou bem o cruzamento. Novamente no ataque, Bruninho Franco passou por Hiro e chutou no cantinho. Régis pulou, mas não alcançou a pelota, e a partida agora estava empatada.

Antes do Condor´s decretar a virada, Johnny realizou outra boa defesa em lance de Lukinhas, que pela esquerda obrigou o arqueiro a trabalhar. Pouco depois o vira vira: Bruninho Franco, livre na pequena área, recebeu cruzamento de Diony e fuzilou, sem chances para o goleiro.

Com 15 minutos jogando com um a menos, o Condor’s era melhor em campo. Sem a bola, o time se fechava atrás da linha do meio de campo; com a bola, chegava com velocidade pelas pontas. E assim chegou ao quinto gol, após conquistar escanteio. Gugu cruzou para Guel, que bateu para o gol. No caminho, a bola encontrou Diony, que, de costas, dominou e girou, fazendo um belo gol de voleio.

Faltando 10 minutos e com um jogador a mais, o Palestrinha foi para cima e diminuiu a vantagem. Marião cruzou para Lukinhas, livre, fazer o quarto gol. Logo depois saiu o empate. O estreante Juninho, ex-Basicus, chutou, a bola desviou na zaga e matou Johnny. 5 x 5.

Guel ainda tentou colocar, de novo, o Condor’s à frente no placar, mas parou em Régis. Ele mostrou elasticidade ao espalmar o chute que ia entrar no cantinho esquerdo do gol. Nos minutos finais, o Palestrinha esteve melhor, chegava ao ataque, mas parava na boa marcação adversária.

Com o empate, o Palestrinha segue sem perder, mas poderia ter saído com um resultado melhor, já que estava ganhando e com um jogador a mais todo o segundo tempo. O Condor’s, por sua vez, fica uma posição atrás do Palestrinha, em 5º lugar. Na próxima rodada, o Palestrinha encara o Cabeça Rachada, enquanto o Condor’s tem o MachuPichu pela frente.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 4ª RODADA

Cabeça Rachada 4 x 1 Elite

CABEÇA ATROPELA ELITE É VICE-LÍDER DO GRUPO


Confirmando a má fase, Elite sai novamente goleada e amarga lanterna. Cabeça mostra força para brigar pela ponta

Por Raphael Ferreira

O Cabeça Rachada nem precisou se esforçar muito para vencer o Elite – no primeiro embate dos dois times após a decisão da edição IV da Série Bronze – e assumir a vice-liderança do Grupo A da Prata. Contando mais uma vez com um Luisinho Fernando inspirado, o time verde-limão mostra favoritismo e começa a assustar na Prata. A situação dos dois times era, e continua sendo, totalmente oposta. De um lado, o Cabeça Rachada, invicto e lutando pela liderança; de outro, o Elite, que perdeu todas as partidas e buscava sair da incômoda lanterninha. Deu a lógica e um Elite que se afunda na tabela.

Com menos de um minuto, o Elite surpreendeu e já foi para o ataque, com Marcelo. Ele arriscou de fora e a bola bateu na defesa; ele finalizou novamente e acertou a trave. Entretanto, o ímpeto do Elite ficou por aí. Aos 2 minutos, o Cabeça já inaugurava o placar. Vágner rolou para Luisinho Fernando, que bateu forte no ângulo, sem chances para Sardinha.

O Cabeça Rachada trocava passes e chegava ao ataque com facilidade, mas perto da área o Elite estava completamente fechado e não dava espaços. O time de Choni tentava realizar contra-ataques, mas eles eram malsucedidos. Do lado rachado, não. Aos 10 minutos, Ronan avançou livre pelo ataque e cruzou para Vágner, praticamente embaixo do gol, apenas desviar para frente e correr ao abraço. 2 x 0.

Logo na reposição o Elite conseguiu sua melhor chance, em jogada trabalhada no ataque. Manza tocou para Wil Macarrão, que, sozinho na área, soltou um foguete no gol, obrigando Macaco a realizar ótima defesa. O time de Silvião continuava a marcação apenas perto da área e deixava o adversário trocar passes sem ser incomodado. Em boa jogada de Luisinho Fernando, ele passou pelo defensor e bateu cruzado. A bola parecia entrar, mas, na dúvida, Alex colocou o pé na bola e fez o terceiro tento de seu time.

No segundo tempo aconteceu a mesma cena da primeira etapa. O Elite atacou no comecinho, dessa vez em boa jogada de R. Gomes. Ele rolou para Alexandre Vieira, que ele foi à linha de fundo e bateu para o meio da área. A defesa do Cabeça não estava marcando, mas nenhum atacante apareceu para concluir, e a bola foi para fora.

Logo depois o Elite tentou descontar com Rafael Lopes. Ele arrematou de bico na entrada da área e Macaco pulou para espalmar para escanteio e continuar sem tomar gol. Passado esse início de pressão elitista, o Cabeça voltou a mandar na partida. O goleiro Macaco lançou Tché, que ficou no mano a mano com o último marcador, ganhou no jogo de corpo e chutou de frente com Sardinha, que fez boa intervenção. Depois, Vágner cruzou rasteiro para Ronan no segundo pau chegar de carrinho, mas a bola foi para fora. Hugo também se lançou ao ataque e mostrou habilidade ao passar por Wil Macarrão e arriscar de longe. A bola saiu tirando tinta da trave.

Depois de tanto atacar, o Cabeça Rachada foi recompensado. Vágner chutou da esquerda, acertando a trave e, no rebote, meio sem querer, Ronan desviou de ombro, fazendo o gol.

O Elite foi para cima tentar o gol de honra e quase conseguiu. Faraó tocou para Papai do Axé chutar rasteiro na saída de Macaco. A bola bateu na trave. O ex-Elite Vágner queria mais e foi ao ataque em jogada individual, quando ganhou do zagueiro na corrida e bateu alto. Sardinha mostrou bom reflexo e, de mão trocada, fez bela defesa.

Aos 17 minutos do segundo tempo, o Elite conseguiu seu gol de honra. Alexandre Vieira recebeu a bola na pequena área e chutou rasteiro. No finzinho da partida, Papai do Axé tentou marcar o segundo do seu time, mas Macaco caiu no canto direito e salvou o Cabeça Rachada. 4 x 1.

Com o triunfo, o Cabeça Rachada assumiu a vice-liderança da chave A, e terá o Palestrinha da Catarina pela frente – em partida que marca o encontro dos dois últimos vencedores da Série Bronze. Já o Elite terá mais uma chance de vencer a primeira: encara o Diabos Negros, no chamado ‘jogo da morte’.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 4ª RODADA

MachuPichu 8 x 4 Basicus

MACHUPICHU JOGA BEM E CONSEGUE SUA PRIMIERA VITÓRIA


Basicus cochila no começo e não consegue se recuperar; com 8 gols sofridos, passa a ter a pior defesa do grupo

Por Raphael Ferreira

O MachuPichu voltou a vencer depois de longo tempo e respira um pouco mais aliviado no Grupo A prateado. A partida era de dois times fora da zona de classificação, sendo uma delas ainda sem vencer, justamente o MachuPichu. A vitória era fundamental para o time sonhar com a classificação e, desde o início, os jogadores foram para cima para conseguir sair com os 3 pontos. O Basicus que pagou o pato, e passou de time com a melhor defesa da Bronze nos últimos dois semestres para a pior defesa do grupo.

Com apenas um minuto, tanto Basicus, com Matheuzinho, quanto MachuPichu, com Ricci, tentaram de fora e passaram perto do gol. Outro lance de perigo foi com Thiago Branco. Ricci roubou uma bola de Felipinho, já no campo de ataque, e cruzou para o número 14 peruano chutar desengonçado para fora.

Aos 5 minutos, o placar saiu do zero. Roland Seaman interceptou cruzamento, mas não conseguiu segurar a bola e, para seu azar, ela sobrou para Ricci chutar no gol vazio e fazer o primeiro gol do MachuPichu. Falha feia do goleirão. Logo depois, Thiago Branco apareceu livre na pequena área e colocou a bola para dentro. 2 x 0.

O MachuPichu conseguia avançar ao ataque sem problemas, já que a defesa rosada não acompanhava a movimentação do adversário, de modo que toda hora um jogador vermelho estava livre na área. Foi assim que saiu o terceiro gol. Tebas disparou pela esquerda e cruzou para Ricci, sozinho, fazer seu segundo gol, o terceiro de sua equipe.

Apenas aos 9 minutos o Basicus conseguiu uma grande chance de gol. Matheuzinho chutou cruzado, da entrada da área, e parou no goleiro Pipo. Do outro lado, a bola parou dentro do gol, para o hat trick de Ricci. Com a bola parada, num lateral, Caíque foi esperto e lançou uma bola longa para a entrada da área, onde Ricci apareceu e conferiu de cabeça.

Na reposição do meio de campo, Matheuzinho passou por dois marcadores e chutou forte no gol, mas Pipo mostrou bom reflexo e continuou sem ser vazado. Numa bela jogada ensaiada, o MachuPichu ampliou a goleada. Tebas tocou para Caíque, este passou de primeira para Thiago Branco chegar batendo para o fundo das redes.

Com a desvantagem em cinco gols, o Basicus se viu na obrigação de ir para cima e tentar diminuir a vantagem. Primeiro, Bolas bateu de longe e acertou a trave. Depois, Puff foi buscar a bola fora da área, passou por Jaú, mas finalizou para fora. Aos 17 minutos, em lance polêmico, o árbitro viu toque de mão de Caíque e marcou pênalti. Na batida, Puff converteu e diminuiu a diferença.

Ainda no ataque, Sugos serviu Puff no ataque. O camisa 23 rosa arrematou no cantinho e fez seu segundo tento. Porém, antes de acabar o primeiro tempo, Tebas avançou sozinho pelo meio e, em bela finalização, deixou o placar em 6 x 2.

O segundo tempo começou morno, já que o MachuPichu jogou de maneira mais defensiva e o Basicus não encontrava espaços para a finalização. A primeira grande chance foi de Puff, que pegou rebote em chute de Matheuzinho, mas Pipo defendeu ambos os chutes, salvando sua equipe. Contudo, Puff fez boa jogada, passou por Pipo, e com o gol aberto apenas empurrou para o fundo das redes, fazendo seu terceiro gol. O Basicus continuou atacando, e agora os espaços começavam a aparecer. Em escanteio, Matheuzinho apareceu livre no segundo pau e nem precisou pular para fazer o gol de cabeça. 6 x 4.

Com a vantagem em apenas dois gols, o MachuPichu voltou a atacar, e a mudança tática surtiu efeito rapidamente. O Basicus parou de jogar e os peruanos definiram o jogo. Tebas chutou da pequena área e aumentou a vantagem para 7 x 4. Aos 18 minutos, Thiago Branco desviou chute cruzado, fazendo o oitavo. Os 5 minutos finais foram sem muita movimentação e sem chances de gol.

Em três jogos até então o MachuPichu tinha feito 9 gols, e em apenas um jogo fez 8. Se continuar com esse poderio ofensivo pode até se classificar. Na próxima rodada encara o Condor’s. Já o Basicus, se continuar sofrendo tantos gols, já foram 17, vai ser difícil chegar entre os 6 primeiros. Pela 5ª rodada terá o TCM pela frente.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 4ª RODADA

Império Celeste 6 x 3 Diabos Negros

IMPÉRIO CRESCE NA ETAPA FINAL, VENCE, E ASSUME A PONTA


Guedes teve participação decisiva no jogo que catapultou o time celeste à liderança; Diabos Negros perde mais uma e continua sem vencer na temporada

Por Raphael Ferreira

Com excelente atuação de Guedes, o Império Celeste despachou com relativa tranquilidade o Diabos Negros e, beneficiado pelo empate entre Palestrinha e Condor’s, assumiu a liderança do Grupo A. O time celeste chegou a sofrer certa pressão em determinado momento do embate, mas não que pudesse estragar os planos de Binho de ver sua equipe assumir a ponta. Até Zukauskas voltou a marcar gol depois de muito tempo. Já o time de Marcel, com nova derrota, entra na zona de rebaixamento.

A partida era de times em situações opostas. De um lado o Império Celeste, invicto e sonhando com a liderança; de outro, o Diabos Negros tentando conquistar a primeira vitória no campeonato. O embate, no entanto, foi equilibrado. No início, a primeira chance foi do Império: em tabela, Guedes tocou para Romulo e recebeu de volta, mas bateu por cima.

O Diabos Negros respondeu logo em seguida, quando Rafa correu pelo canto e bateu na saída de Gamarra, que conseguiu desviar e evitar o gol. Marco também mostrou serviço ao realizar grande defesa em chute de Guedes, praticamente embaixo do gol. Depois, Guedes testou Marco de longe, mas o goleiro se esticou e evitou mais um gol, já que a bola entraria no ângulo.

Nesse momento o Império estava melhor, com mais posse de bola e chegando ao ataque sem dificuldades, enquanto o Diabos Negros tentava a ligação direta entre a zaga e o ataque em lançamentos malsucedidos. Depois de seguidas tentativas, Guedes conseguiu marcar seu gol, ao chutar no cantinho da entrada da área. Entretanto, apenas 2 minutos depois, Cumer arriscou de fora e foi feliz na finalização, empatando.

Os minutos finais da primeira etapa foram de muita marcação e nenhuma equipe achando espaços no ataque. O segundo tempo começou agitado, tanto que em menos de um minuto o Diabos conseguiu a virada. Em bela jogada individual, Vinicios avançou pela direita e chutou cruzado, sem chances para Gamarra. Mas o Império tinha Guedes, que não tardou para igualar o marcador ao bater falta da entrada da área no cantinho, onde Marco não alcançou. Logo depois, o zagueiro do Diabos tentou um lançamento e Rodolfo, que estava na marcação, desviou, marcando o gol da virada para o Império.

Zukauskas também queria fazer seu gol. Primeiro ele tentou chutando de longe, mas Marco fez boa defesa; depois, ele roubou uma bola em seu campo de ataque e bateu bonito na saída do arqueiro. A bola ainda bateu na trave antes de ir para o fundo das redes.

Com o placar contra em 4 x 2, o Diabos Negros foi para cima e conseguiu diminuir com João: ele pegou a bola na ponta esquerda, puxou para o meio e finalizou no canto. João queria mais e quase conseguiu. Ele bateu direto uma falta cometida por Otávio e carimbou a trave de Gamarra. O Diabos Negros tentava pressionar, mas tomou um banho de água fria ao sofrer o quinto gol. Zukauskas cobrou lateral para a pequena área e Otávio chutou no canto. Marco ainda pulou, mas não chegou a tempo.

O Império obteve o controle do jogo nos minutos finais e queria ampliar. Só não conseguiu com Guedes porque Marco espalmou para escanteio seu chute que buscava o ângulo. No finzinho o sexto gol saiu: Pina rolou uma falta para Arai chegar batendo forte e dar números finais ao duelo.

Com a vitória o Império Celeste chega a 10 pontos e se isola na liderança. Pela quinta rodada, o time celeste tem pela frente o The Veras, em jogo de líder contra vice-líder. Enquanto isso, o Diabos Negros vai tentar a primeira vitória diante do Elite, no chamado ‘jogo do desespero’, já que ambos estão na zona de descenso.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 4ª RODADA

Fora de Série 5 x 2 NGM

FORA DE SÉRIE VENCE COM FACILIDADE E ALCANÇA O CORINGA NA PONTA


Time branco e azul não correu riscos e saiu com os 3 pontos; derrota do Coringa na rodada fez o FDS marcar o mesmo número de pontos do rival

Por Bernardo Coimbra

Jogando de forma objetiva e contando com uma excelente atuação de Bia, o Fora de Série derrotou o NGM e chegou a 9 pontos na tábua de classificação – mesmo número de pontos do ainda líder Coringa. Não tendo ficado nunca atrás no placar, construiu a vantagem ao longo do jogo, sem dificuldades para fechar em 5 x 2.

A partida começou com bom chute de Rezende, saindo à direita da meta do time laranja e preto. A resposta veio com dois bons lances de Memé. No primeiro, boa cobrança de falta que o goleiro espalmou. Na segunda, o artilheiro recebeu boa bola pelo meio, ajeitou o corpo e chutou por cima, muito perto. Mas quem abriu o placar foi mesmo o Fora de Série. Em rebote do goleiro, Bia estufou as redes aos 7 do primeiro tempo. Pouco depois do gol, Rezende arriscou de longe e acabou mandando por cima.

Quase que na sequência, o Fora aumentou a vantagem. Bruninho fez jogada magistral pelo lado direito e mandou para o mesmo Bia balançar o barbante. O Fora continuou em cima, e Rezende teve boa chance com um chute forte pela direita que Simei agarrou. O Não Guento Mais ainda teve uma ótima chance em bate-rebate dentro da área, mas Gérson chutou em cima da zaga.

Logo depois o escrete laranja e preto conseguiu diminuir com Carlitos, em cobrança de falta direta, indefensável para o goleiro adversário. O próprio Carlitos teve boa chance na sequência, escapando pela esquerda e chutando de três dedos, mas a bola passou ao lado, muito perto.

Antes do intervalo, o Fora de Série aplicou uma forte pressão. Rodrigo Cunha pegou bem de primeira e a bola explodiu na trave. Depois, Bruninho tentou avanço pela esquerda e chutou, mas o tiro foi muito fora. Cabeça usou a parte do corpo que lhe dá nome após cobrança de escanteio e obrigou o arqueiro Simei a fazer excelente intervenção. Fechando o primeiro tempo, Rezende recuperou uma bola na raça, partiu pela esquerda e chutou forte, muito perto da meta.

Com o apito do árbitro, o jogo estava equilibrado. De qualquer um dos lados poderia sair o vitorioso, sem quaisquer injustiças. Na volta para o segundo tempo, Gérson recebeu uma bola na frente da grande área, mas chutou pelo lado. O Fora respondeu. Masson recebeu bola no bico da grande área, mas chutou em cima do arqueiro. Depois, Rodrigo Cunha recolheu bola espirrada pelo lado direito e acabou chutando para fora. Masson conseguiu o seu tento logo depois. Roubou uma bola perto do bico da grande área adversária e chutou bem, sem chances para o goleiro.

E Rodrigo Cunha também conseguiu o dele, pouco depois. Bom chute cruzado que o arqueiro aceitou. Com muita velocidade, o Não Guento Mais diminuiu. Carlitos disparou em ótimo contra-ataque e conseguiu belo chute. O mostrador apontava para 4 x 2 em favor do time branco e azul. O próprio Carlitos teve a chance seguinte. Ele dividiu uma bola com o goleiro, mas acabou cometendo uma infração no lance.

Dênis, do Fora, teve uma ótima chance de frente ao goleiro, mas este saiu muito bem e bloqueou o chute. Gérson chegou até a entrada da área e armou o chute, mas foi travado na hora. Depois foi a vez de Bia aparecer. Primeiro, carregou a redonda pelo lado esquerdo e disparou pelo lado, muito perto. Depois, recolheu a bola e chutou muito bem, obrigando o goleiro a realizar ótima intervenção. Na sequência, recebeu bom passe pelo lado esquerdo, mas seu chute acabou saindo no meio do gol, em cima do arqueiro.

O Fora de Série continuava pressionando. O próprio Bia fez jogada espetacular e passou para Bruninho, que mandou de letra e acabou errando o alvo. Em dia inspirado, Bia ainda recebeu na área e girou chutando, mas a redonda acabou subindo demais. Rezende achou um espaço e chutou do meio da avenida, fazendo o goleiro espalmar para o lado. A recompensa veio no lance seguinte, quando Bia fez ótima jogada pelo meio e passou para ele mesmo, Rezende, que só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Com 5 x 2 no placar, o jogo estava definido e o NGM não tinha mais forças. Com o resultado, somado à derrota do Coringa na rodada, o Fora alcança os mesmos 9 pontos do time de Mauricio e Léo Cidrão – só perdendo no saldo de gols a liderança. Na próxima rodada o time de Masson vai ter um complicado embate: pega o Só Quem Sabe, ainda invicto na competição. Já o NGM tenta a recuperação diante do Elefantes Indomáveis.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 4ª RODADA

Bufalos 4 x 2 Inflação

BUFALOS JOGA PARA O GASTO E DESPACHA O INFLAÇÃO


Sem muitas dificuldades, equipe de Diogo e Dinho supera um ainda longe do ideal Inflação

Por Bernardo Coimbra

O Bufalos não encontrou grandes dificuldades para vencer o Inflação. Com isso, o time de Dinho venceu mais uma no Grupo B e continua na cola dos líderes Coringa e Fora de Série. Diogo Moraes, Dinho e Casali acabaram se destacando pelos lados do time azul. Já o Inflação faz o contrário da inflação econômica do Brasil: não sobe. Foi a segunda derrota de uma equipe que ainda tenta se reencontrar com as boas campanhas anteriores.

Ambos os tempos acabaram com dois gols para o Bufalos e um para o Inflação. Quem começou dando as cartas foi o Inflação. Rodella recebeu bom passe de cabeça pelo lado esquerdo, mas o chute subiu muito. A resposta imediata do Bufalos veio com Raoni, tentando completar cobrança de falta ensaiada – foi travado na hora do chute.

Depois, pressão do Inflação. Cris escapou pelo lado esquerdo e chutou bem, a bola saiu por cima, perto da baliza. O mesmo Cris testou o goleiro, mas o tiro não acabou indo para o alvo. Foi a vez de Rodella. Primeiro ele tentou de longe, mas a bola passou por cima. Depois, cabeceou boa cobrança de escanteio, mas pelo lado. O Bufalos acordou com o MVP do campeonato Diogo Moraes, que conseguiu bom lance pelo lado direito e acabou cruzando para ninguém. Na sequência, Dinho fez ótimo lance, deixou um marcador no chão e mandou um tiro venenoso, obrigando o goleirão Marquinho a espalmar para o lado.

O escrete azul e branco continuava em cima, agora com Casali. Ele recebeu cruzamento e testou em cima do goleiro; depois, escapou pela direita e chutou muito bem, para intervenção e espalmada de Marquinho. O Inflação não tardou a responder. Cris chutou bem, obrigando Tedesco, improvisado, a espalmar para fora. Mas o Bufalos começava a se sentir à vontade no jogo. Kaike arriscou de primeira, depois de cobrança de escanteio, e uma nova intervenção do camisa 1 muito consistente.

Preto, do time branco e preto, recebeu bola na área e chutou firme, mas para mais uma defesa boa. Mas não tardou às metas dos arqueiros serem vazadas. Diogo Moraes recebeu boa bola no meio e bateu colocado, no canto, inaugurando o placar para o Bufalos. A resposta do Inflação veio rápida. Preto cobrou falta e Le completou de cabeça, a bola desviada acabou indo para escanteio. No lance seguinte, Preto empatou a peleja.

Engana-se quem pensa que o Bufalos ficou acuado. Casali escapou bem pelo meio e chutou forte, mas a bola acabou subindo demais. Raoni devolveu a liderança no placar ao Bufalos. Ele aproveitou a cobrança de escanteio e mandou de primeira, estufando o barbante. O intervalo veio com 2 x 1 no placar, em um jogo bastante equilibrado, com qualquer resultado sendo justo.

Na volta, a primeira chance foi do Inflação. Preto tentou saída ensaiada de bola, mas o chute foi péssimo. O equilíbrio era grande. O Bufalos atacou com Kaike, chutando bem de muito longe e vendo o goleiro espalmar. O time branco e preto respondeu com Rodella, que saiu em frente ao arqueiro adversário e viu este fazer ótima defesa no chão, aos seus pés. A réplica azul e branca veio com um tiro na trave de Wilton.

Mesmo com a peleja lá e cá, o Bufalos conseguiu descolar no marcador. Diogo Moraes recebeu ótimo cruzamento pelo lado esquerdo e mandou um petardo absolutamente indefensável. O mesmo Diogo, quase em seguida, teve excelente lance na cara do goleiro, mas acabou chutando pra fora.

E o futebol resolve dar um ponto final no imponderável com o quarto gol do Bufalos. Wilton aproveitou bem o rebote do chute de Kaike e só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes. A partida estava praticamente decidida, e o time de Frika cozinhava o jogo. Mas ainda deu tempo do Inflação anotar o seu segundo tento, com Thiagão em cobrança de falta que foi uma verdadeira pancada. Indefensável.

Mas aos 17 minutos do segundo tempo, quando o gol ocorreu, já estava tudo decidido. Saindo apenas na boa, o Bufalos controlou o placar até o final e acabou vencendo por 4 x 2. Na quinta rodada, a equipe de Dinho tem tarefa árdua contra o É Verdadeee, que vem de derrota para o Elefantes Indomáveis. Já o Inflação tenta melhorar sua posição na tabela (hoje é o 5º colocado) ante o líder Coringa.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 4ª RODADA

Elefantes Indomáveis 5 x 2 É Verdadeee

ELEFANTES ATROPELA ‘BURRINHO’ E VENCE A PRIMEIRA NA PRATA


Primeiro tempo primoroso garante vitória de maneira incontestável

Por Bernardo Coimbra

Enfim o Elefantes desencantou. Após quatro rodadas finalmente o time conquistou sua primiera vitória na Prata e, mesmo não saindo da lanterna, passará a semana mais confiante. Foi um daqueles jogos em que o primeiro tempo definiu o tom da partida. De maneira quase perfeita, a manada vestida de laranja e branco não tomou conhecimento de um É Verdadeee praticamente inerte.

Logo no começo, Richard escapou pela esquerda e chutou forte, mas a bola passou ao lado da meta verdadeira. A resposta veio com Gavião, numa bela cabeçada que obrigou o arqueiro Chacha a espalmar para fora. Mas aos 3 minutos de jogo a farra começou. Bruno acertou um belo sem-pulo, indefensável, que morreu no fundo do barbante.

O Elefantes continuou em cima depois do gol. A chance veio com Joca, em um bom chute pelo lado esquerdo que passou por cima do travessão, muito perto. Nessa hora, o É Verdadeee acordou e partiu para tentar o empate. Lacraia recebeu boa bola no bico da área e bateu ao lado da trave, passando muito perto. Depois, Fred deu bom chute após troca de passes. Na sequência foi a vez de Girão arriscar um bom chute da entrada da área, obrigando o goleiro a fazer uma ótima defesa no chão.

Não era dia do ‘burrinho’. O segundo gol indomável veio dos pés de Lucas. Depois de conseguir uma bola roubada da defesa, ele chutou e o goleiro aceitou. O momento era do Elefantes. André recebeu bom passe de Bruno, depois de saída errada do time celeste, mas a finalização foi para fora. O É Verdadeee tentou responder logo, com uma boa escapada pela esquerda de Lacraia e chute forte. A bola passou muito perto, mas por cima.

Os Deuses do Futebol estavam sorrindo mesmo era para o Elefantes. Assim, adveio o terceiro tento, marcado por Bruno, pegando de primeira uma cobrança de lateral ensaiada. Não restavam mais opções ao time de Gavião se não atacar a todo custo. Kika chutou bem pelo lado esquerdo, mas o goleiro encaixou bem. Logo depois, Fred recebeu bola livre na direita da área, mas acabou chutando por cima. E então o momento que selou o jogo: André recebeu ótima assistência de um Richard livre pela esquerda e, do meio da área, fez a redonda dormir na meta. A essa altura o marcador apontava 4 x 0, e não havia mais o que se fazer.

Ainda antes do intervalo, três boas chances do É Verdadeee. A primeira com Girão, chutando pelo lado. A segunda com Fred, que obrigou o goleiro a espalmar para o meio. O mesmo Fred ainda dividiu com o goleiro e quase marcou. Na hora do intervalo não havia torcedor do É Verdadeee vivo ou morto que acreditasse em uma virada. O time não jogava mal, é fato, mas a bola simplesmente teimava em não entrar.

O primeiro bom lance da segunda metade foi com Kika, arriscando do lado direito. Para seu azar, a bola subiu demais. O Elefantes respondeu com Lucas, depois de ótimo chute do meio da rua para fora, em que a pelota passou muito perto. Daí em diante o ‘burrinho’ ensaiou uma blitz. Argentino chutou quase do seu próprio campo e fez a bola beliscar o travessão. Na sequência, Fred arriscou, depois de cobrança de escanteio, mas o arqueiro conseguiu agarrar o chute venenoso. Depois, Lacraia disparou pela direita, deixou dois marcadores no chão e acabou chutando em cima de Chacha.

O Elefantes respirou depois, em uma chance incrível desperdiçada por Bruno, na cara de Lenarduci. Decidido a tentar algo, o É Verdadeee respondeu com Lacraia, que passou para Fred chutar de primeira, mas a redonda acabou saindo majestosamente pelo lado.

Com o jogo mais equilibrado, o escrete celeste do É Verdadeee conseguiu tirar o zero do seu placar. Gavião dividiu com o zagueiro e a bola sobrou para Lacraia, que só teve o trabalho de empurrar para o gol. O equilíbrio se manteve – o ‘burrinho’ não conseguiu manter o ímpeto após o tento – e o Elefantes teve a frieza de ainda marcar mais um, com Joca. Eram tempos de 5 x 1 no placar.

Praticamente solitário, Furia teve então duas boas chances para diminuir o prejuízo. Na primeira, escapou pela esquerda e chutou firme, obrigando Chacha a espalmar. Na segunda, tentou um tiro possante, mas acabou travado. A pressão do time azul e branco continuaria, e acabou sendo recompensada com o gol dele mesmo. Furia se aproveitou de um momento de pânico da defesa do Elefantes e, depois de bate-rebate, estufou a rede.

Mas Inês já era morta, e o placar apontava para 5 x 2 na primeira vitória indomável na atual Prata. Para a próxima rodada, o time de Spiga tenta manter o embalo diante do NGM. Já o ‘burrinho’ busca a recuperação contra o Bufalos.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 4ª RODADA

Absolutos 2 x 1 Coringa

‘ROBIN HOOD’ DO CHUTEIRA FAZ NOVA VÍTIMA


Absolutos repete a Bronze passada, consegue segurar a pressão diante do Coringa e sai com o triunfo

Por Bernardo Coimbra

E novamente o filme se repetiu: o lanterna venceu, na raça, o líder. A cena descrita já havia acontecido em 2012, na mesma situação, só que na Série Bronze. Na Prata não foi diferente, e novamente o Coringa caiu diante do carrasco Absolutos. Foi uma das partidas mais disputadas da rodada. Com os dois times buscando a vitória, o Absolutos conseguiu uma ótima virada ainda no primeiro tempo e se segurou na segunda etapa para garantir o placar.

O Coringa começou em cima. Dan Cantarelli arriscou de longe e a bola passou pelo lado. Em seguida, cabeçada de Farias, depois de cobrança de escanteio, onde o goleiro agarrou. O Absolutos respondeu com Marco, do meio da rua, mas a zaga desviou por cima. O mesmo Farias arriscou chute de longe, mas a bola saiu muito perto, por cima. Quase na sequência, Gennaro respondeu com um chute na mesma medida, que saiu pelo lado.

Quem abriu mesmo o placar, como não poderia deixar de ser, foi o Coringa. Baggio acertou ótima cobrança de falta de longe, pelo lado direito. Depois do gol, o Coringa cresceu e continuou em cima. O mesmo Baggio tentou nova cobrança, mas a bola estourou na barreira. Depois, Renatinho Pupo completou linha de passe bem feita, obrigando o goleiro adversário a fazer ótima intervenção.

Mas o futebol aprontou das suas e, no pior momento do Absolutos no jogo, aconteceu o empate. Fonhó mandou belo tiro de fora da área que o goleirão Gui aceitou. Não satisfeito com a igualdade, o Coringa foi de forma estabanada para o ataque. Flavinho recolheu bola espirrada perto da área adversária e arriscou, obrigando o arqueiro a intervir. Na sequência, Gui Frederick chutou forte pelo lado esquerdo e a bola mordeu a trave.

Por mais incrível que possa parecer, quem marcou o segundo gol foi o Absolutos. Gabi se aproveitou de rebote do goleiro e mandou para o barbante, com a meta vazia. Com 2 x 1 no placar para o time absoluto, a partida foi para o intervalo. Na volta, ensaiou uma pressão para ampliar o marcador.

O autor do segundo gol, Gabi, chutou de longe pelo lado direito, obrigando o goleiro a agarrar em dois tempos. Depois, Rafa Alencar escapou pela direita e chutou sem ângulo pelo lado, muito perto. Por último, Diogo mandou um tirombaço do meio da rua que passou por cima. Daí em diante começou um atropelamento do Coringa. Feitosa mandou pombo sem asa pela esquerda e a bola estourou na forquilha. Na sequência, Renatinho Pupo cobrou falta muito alta.

Mais Coringa no ataque. Japa Mori recolheu boa bola e chutou; Rafa Alencar, do Absolutos, tirou com muita raça. Depois, Feitosa limpou dois e chutou. A zaga desviou e a redonda caprichosamente bateu na trave. Baggio também queria participar da festa e chutou de longe, fazendo a bola triscar a trave. Feitosa, em lance parecido com o de minutos atrás, limpou dois e chutou, mas o goleiro fez ótima intervenção e espalmou para fora. Farias chutou colocado de fora da área, mas a bola passou pelo lado.

O Absolutos tentava respirar na peleja. Rafinha Haddad escapou pela direita em contra-ataque, mas o chute acabou indo pelo lado da meta. O Coringa voltou a exercer blitz no ataque. Pi chutou de fora, a bola desviou na zaga e foi ao lado. Japa Mori fez ótima cobrança de falta, mas a bola também acabou saindo. O mesmo Pi mandou a redonda do próprio campo, mas ela acabou subindo demais.

Léo Cidrão, aventurando-se na linha, teve a chance derradeira do Coringa, quando recebeu bola pelo lado esquerdo e chutou cruzado. Ninguém conseguiu alcançar e a redonda saiu muito perto, ao lado da meta. O Absolutos teve ainda duas chances para aumentar o marcador. Rafinha Haddad tentou chutar cobrança de falta ensaiada, mas foi travado pela zaga. Por último, Diogo chutou falta direto ao gol, o goleiro desviou e a bola ainda bateu na trave antes de sair.

A pressão do Coringa de nada adiantou, e o Absolutos conseguiu uma boa vitória na raça, saindo do zero na tabela. À próxima rodada, o ainda líder do Grupo B encara o Inflação. Já o Absolutos tenta embalar diante do Báguas.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 4ª RODADA

Só Quem Sabe 7 x 4 Báguas

EM JOGO DE 11 GOLS, SQS VENCE BÁGUAS E CONTINUA ENTRE OS LÍDERES


Indo para o segundo tempo ganhando por 5 x 1, Só Quem Sabe mostra que disposição e raça ajudam muito a vencer em campo

Por Bernardo Coimbra

Futebol envolvente. Jogadores comprometidos. Garra até o final. Assim foi a jornada do Só Quem Sabe no último sábado. Jogando de forma decisiva, a equipe de Mezadri faturou mais uma e continua na caça dos líderes Coringa e Fora de Série. O time ainda não perdeu na Prata e começa a sonhar com uma vaga na Ouro. Enquanto isso, o Báguas tenta se reencontrar com a boa campanha na Bronze do semestre passado.

O último jogo do dia não poderia ser melhor. A partida chegou a estar 1 x 1 logo no começo, mas o Só Quem Sabe abriu larga vantagem e não a perdeu mais. Na alvorada da peleja, Alemão chutou bem do lado esquerdo. A resposta da equipe laranja veio com Concha, que recebeu bola por elevação na direita, mas acabou chutando alto. Pedrinho, do SQS, ganhou então bola na raça e experimentou, obrigando o arqueiro adversário a boa intervenção. No lance seguinte, o time aurinegro abriu o placar, com gol de Alemão, completando escanteio.

Buscando o empate, o Báguas foi ao ataque. Primeiro com Jorjão cobrando falta. A bola desviou na barreira e o goleiro agarrou. Depois foi a vez de Genaro, escapando pela direita e chutando muito perto. A insistência foi recompensada com o gol de Cesinha, que correu pela esquerda, deixou um adversário no chão e chutou cruzado, indefensável. Igualdade no marcador.

Ainda com o time laranja em cima, Concha teve boa chance em chute colocado de fora da área em que o goleiro agarrou. Pedrinho respondeu logo, recebendo pela direita e chutando de primeira – a bola saiu muito perto da trave. Mas não tardou para o Só Quem Sabe recuperar a frente no placar. Motta mandou para o fundo do barbante, do chão, depois de receber cruzamento de Pedrinho.

Apesar da vantagem, a partida ainda estava muito igual, com chances para os dois lados. Zeca, de amarelo e preto, cobrou falta ensaiada por cima. O Báguas respondeu com Paolo, que mandou no mesmo destino. A réplica veio dos pés de Motta, recebendo na área e sacudindo a quadra depois de um tirombaço na forquilha da meta. Quem ampliou foi Jacobi, que armou trama pela esquerda com Motta e completou belo chute rasteiro para dentro do barbante. 3 x 1.

O time laranja ensaiou uma pressão. Genaro arriscou do meio, por cima. Depois, o goleiro Symon mandou do próprio campo, fazendo a redonda estourar no travessão. Mas era dia de Só Quem Sabe, e dois gols quase em sequência esfriaram os ânimos do Báguas. O primeiro de Jacobi, completando cobrança de escanteio. O segundo por Vitão pelo lado direito, recebendo lançamento que cruzou o campo.

Veio o intervalo com 5 x 1 no placar para o time aurinegro. Mas ainda havia os crentes que juravam ser possível uma virada. O segundo tempo, apesar de começar equilibrado, teve o placar aberto pelo Só Quem Sabe. Rodriguinho recebeu à frente do goleiro, tirou dele com um toque e completou para a meta. Eram meia dúzia de tentos.

Veio a blitz do Báguas. O arqueiro Symon mandou uma pedrada do próprio campo, obrigando seu colega de profissão a defender bem. Concha arriscou chute pela direita e obrigou Arthur a defender em dois tempos. Cesinha arriscou de longe, pelo lado. Concha, duas vezes, uma com o defensor tirando a bola dos seus pés e a outra pela direita, mandando tirombaço no travessão.

Foi quando Lemos acordou. Ele recolheu uma bola na frente da grande área e fuzilou, marcando o segundo aos laranjas. Ainda teve uma chance logo depois, quase igual, mas dessa vez mandou pelo lado. Marquinhos chutou pelo lado esquerdo, o goleiro espalmou e Genaro não aproveitou o rebote. Todos sentiam o terceiro gol próximo.

Todos menos Vitão. Ele recebeu bola no bico da área, tirou um defensor, tirou o goleiro do lance e bateu com categoria. O sétimo dos aurinegros. A partir daí, era tudo ou nada. Symon teve três boas chances em chutes de longe, sendo que um deles estourou no travessão. E Lemos, aquele que havia acordado, deixou mais marcas de sua presença em campo. Marcou um gol de fora da área e, quase no lance seguinte, completou para o fundo da rede o lance de Symon, que, como de praxe, chutara do próprio campo.

Mas o árbitro encerrou o jogo pouco depois, com 7 x 4 no marcador ao SQS, que ainda não perdeu na Prata. Em jogo pela 5ª rodada, o SQS tem parada complicada contra o Fora de Série. Já o Báguas tenta sua recuperação diante do Absolutos.

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