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CHUTEIRA NEWS: IX CHUTEIRA DE PRATA: 3ª RODADA

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

MachuPichu 2 x 3 Império Celeste

MESMO PRESSIONADO NO FIM, IMPÉRIO GARANTE VITÓRIA


MachuPichu chegou a fazer dois gols no segundo tempo, mas os gols na etapa inicial selaram resultado

Por Raphael Ferreira

O MachuPichu bem que tentou na segunda etapa. Correu, lutou, atacou. Porém, o primeiro tempo sonolento da equipe custou o triunfo. Melhor ao Império Celeste, que faturou os três pontos e divide, agora, a liderança da chave com o Palestrinha da Catarina. No intervalo, a equipe celeste vencia por 3 x 0. Já na etapa final, Ricci e cia. foram ao ataque, mas não conseguiram reverter a desvantagem e viram seu time estacionar na oitava posição com apenas 1 ponto ganho.

O Império começou muito bem e logo aos dois minutos abriu o placar. Rômulo soltou uma bomba pelo lado esquerdo da quadra sem chances a Pipo. O MachuPichu, logo depois, foi para cima tentar o empate. Gui avançou desde o campo defensivo pela esquerda e bateu na saída do goleiro, que levantou o braço e realizou uma grande defesa.

Depois foi a vez de Taka cruzar para Thiago Branco, que bateu no contrapé do goleiro. Gamarra ficou vendido no lance, mas deu sorte, já que a bola foi para fora. Após sofrer o gol, o MachuPichu jogava melhor, tomando todas as ações ofensivas, enquanto o Império não chegava à meta de Pipo.

Mesmo jogando pior, o time de Zukauskas fez ótimo contra-ataque: Guedes foi pelo meio e tocou para Otávio, que avançava pela direita; o capitão da equipe chutou, mas Taka surgiu à sua frente desviando a bola. Gui, novamente, foi correndo pela esquerda e bateu cruzado. A bola passou bem perto do gol, mas foi para fora assustando Gamarra.

Dessa vez o Império chegou ao ataque tocando a bola, esperando achar um espaço para a finalização, e conseguiu. Pina, no lado direito do ataque, tocou para Eduardo, que próximo da linha de fundo devolveu de primeira para Pina; em diagonal ao gol, bateu de primeira e fez um belo tento.

O MachuPichu ainda não estava entregue. Guxta tocou para Tebas, que fez o pivô e bateu para boa defesa de Gamarra. O Império não chegava tanto, mas quando ia para o ataque causava perigo. Guedes foi em diagonal do meio para a direita e finalizou, mas não fez o terceiro de sua equipe porque Pipo resguardou bem sua meta. Ainda tentando diminuir antes do intervalo, Ricci passou a bola para João Victor, que da entrada da área soltou uma bomba, mas a bola passou por cima do travessão.

Já no finzinho do primeiro tempo, Guedes passou para Zé Victor, este tentou a finalização mas parou na defesa. Na segunda tentativa de chute, Pipo espalmou mal e a bola foi para o fundo das redes. O intervalo chegou com o placar em 3 x 0 para o Império Celeste, que não estava tão superior, mas seus ataques eram fatais, enquanto o MachuPichu pecava na finalização.

O segundo tempo começou e parecia que outro jogo estava acontecendo. O MachuPichu foi para cima desde o início. Primeiro, Guxta tocou para Ricci, que girou na marcação e bateu com perigo, mas a bola foi para fora. Novamente no ataque, Ricci recebeu de costas, virou em cima da marcação e bateu de bico no alto do gol, sem chances para Gamarra. 3 x 1.

O Império estava acuado. Já o MachuPichu não tomava conhecimento do adversário e se manteve no ataque. Tebas cobrou lateral no segundo poste buscando Ricci, mas o capitão cabeceou para fora. Depois foi a vez de Tebas tentar marcar o seu. Ele arrematou do meio da quadra, mas Gamarra espalmou. No rebote, Ricci estava sozinho e diminuiu a vantagem para 3 x 2.

Em quinze minutos do segundo tempo, o Império ainda não havia chegado ao ataque com perigo e estava sufocado com a pressão da equipe vermelha. O time celeste chegou a pedir tempo, mas de nada adiantou. Em um lance entre Ricci e Thiago Branco, o MachuPichu quase empatou. O capitão tocou para Thiago Branco que, de carrinho, bateu junto com o zagueiro e a bola saiu passando perto da trave.

Faltando apenas cinco minutos para o fim de partida, o Império se fechou totalmente, visando apenas não tomar mais um gol e garantir o empate, enquanto o MachuPichu tentava sua primeira vitória na competição. Mas o time vermelho pecou na afobação e a partida terminou com triunfo celeste.

Após a pausa para as comemorações da Páscoa, ambos os times enfrentarão adversários complicados: o Império Celeste tem o ameaçado Diabos Negros pela frente, enquanto o MachuPichu tentará sua primeira vitória contra o embalado Basicus, que venceu o Elite na terceira rodada com tranquilidade.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Palestrinha da Catarina 6 x 3 The Veras

PALESTRINHA NÃO DÁ CHANCES A VERAS E ASSUME A PONTA


Equipe se impôs desde o início e, aproveitando os erros da defesa adversária, saiu vitorioso e com a liderança de seu grupo

Por Raphael Ferreira

Mesmo com o ímpeto de Vitinho e João Cláudio, o Veras não foi páreo para o bom futebol demonstrado pelo Palestrinha da Catarina e perdeu pela primeira vez na competição. O atual campeão da Bronze realizou excelente primeiro tempo e construiu a vitória com certa tranquilidade – valendo-se dos erros defensivos do adversário. Com boas atuações de Lukinhas, Guga e Lucas Barbosa, o time de Cidão assumiu a ponta do Grupo A da Série Prata.

O Palestrinha conseguiu impor seu ritmo de jogo logo no começo. A primeira chance de gol veio com Guga: ele roubou a bola no meio de campo e já finalizou, mas Benga interveio e jogou a bola para escanteio. Logo depois o The Veras atacou. Vitinho passou para Ariel, ele bateu forte mas Roney tirou a bola.

Quem abriu o placar foi o Palestrinha. Peru tocou para Lukinhas, que arrematou no cantinho, sem chances para Benga. Novamente o Veras contra-atacou. Vitinho cobrou lateral longo e o goleiro Roney saiu para interceptar, mas ele caiu no meio do caminho e, no chão, viu Ariel cabecear para fora e perder uma grande oportunidade.

A partida estava movimentada, com ambas as equipes buscando o ataque. Guga levou o Palestrinha para o ataque e passou a bola para Lukinhas, que bateu, mas Benga tirou a bola com o pé, jogando para escanteio. Em uma boa jogada ensaiada, o Palestrinha quase aumentou o placar. Lukinhas cobrou escanteio para Hiro, que apareceu na entrada da área pela direita e, sem deixar a bola cair, finalizou bem, mas Benga espalmou para novo escanteio.

Ainda no ataque, Apolo fez excelente cruzamento para Peru, sozinho na pequena área. Ele dominou e já chutou antes da marcação chegar, entretanto, Benga previu a jogada e caiu em seus pés fazendo a defesa. Lukinhas, dessa vez, serviu seu companheiro Lucas, que estava praticamente embaixo do gol, para completar ao fundo das redes. 2 x 0.

O Palestrinha estava com mais posse de bola e o The Veras não conseguia chegar ao ataque, já que o time rubro-negro realizava marcação sob pressão já no seu campo de ataque. Lucas agora retribuiu Lukinhas e cruzou rasteiro da direita. O número 7 se antecipou e, em belo desvio, fez o terceiro. O equilíbrio que havia desde aproximadamente dez minutos de jogo já não existia mais, com o Palestrinha mais ofensivo e não perdendo as oportunidades. Depois de não conseguir achar espaços, o The Veras chegou com Japa, que ganhou a dividida contra a zaga e chutou no canto, mas a bola saiu.

Ainda antes de acabar o primeiro tempo o Palestrinha chegou ao ataque com Peru. Ele passou para Lukinhas finalizar desajeitado, mas deu a sorte de a bola sobrar para Lucas fazer mais um, seu segundo no jogo, o quarto do time.

O segundo tempo começou, o Palestrinha da Catarina se acomodou e já não comandava a partida. Aos 5 minutos, João Claudio chutou e Roney pegou, mas no rebote ele fuzilou sem chances para o arqueiro defender novamente.

E logo depois o Veras foi novamente para o ataque. Rodrigo bateu de fora da área no ângulo, mas Roney fez grande defesa e jogou para escanteio. Na cobrança realizada pelo próprio Rodrigo, João Claudio fez mais um gol. 4 x 2. O Veras passou a acreditar no empate e, com mais posse de bola, chegava ao ataque muito mais do que no primeiro tempo. Mas a zaga vacilou e Guga chegou na ponta direita. Mesmo sem ângulo, acertou a trave, mas a bola sobrou para Peru, que, com calma, driblou Benga e fez o quinto do Palestrinha.

Depois, o mesmo Peru tentou fazer mais um em jogada individual, pedalou para cima do marcador, puxou para o lado e chutou rasteiro, mas Benga pulou e segurou a bola. Logo depois Guga finalizou na área e fez o sexto gol da sua equipe, para matar de vez qualquer esperança verense. Mesmo assim, o Veras ainda não tinha desistido. Rodrigo levou a bola ao campo de ataque e fez bom cruzamento para João Claudio, que estava livre, cabecear e fazer seu terceiro tento.

Já no finzinho de jogo, Vitinho fintou pela esquerda, passando pela marcação, e bateu para o gol, a bola ainda desviou na zaga e bateu no travessão. Foi a última chance do Veras. Mesmo com a derrota, o time azul grená está a apenas 1 ponto do Palestrinha, líder do Grupo A, já que ninguém venceu as três partidas. Na próxima rodada, o time de Pedro de Luna encara o TCM. Já o Palestrinha tenta manter a ponta diante do Condor’s.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Báguas 4 x 1 Elefantes Indomáveis

BÁGUAS ACORDA NO SEGUNDO TEMPO, GOLEIA ELEFANTES E VENCE A PRIMEIRA NA PRATA


Time laranja marca três gols em cinco minutos e sobe na tábua de classificação; Elefantes amarga a lanterna

Por Bernardo Coimbra

Depois de um primeiro tempo sem marcar, o Báguas tomou um choque no intervalo e voltou com tudo na segunda etapa. Quem pagou o preço pelo ímpeto de Fejão e cia. foi o Elefantes Indomáveis. No fim, o placar de 4 x 1 pode não ter refletido o que foi a partida, mas a vitória do Báguas acabou por ser merecida. Ela não foi suficiente para colocar o time no grupo dos 6 classificados à fase final, mas dá moral a um time que andava jogando sob a desconfiança de seus torcedores. Já o Elefantes, mesmo contando com a volta de Dani na torcida ao time, não sabe o que é vencer na Prata em 2013.

A partida começou em um ritmo baixo, com ambos os times mais estudando o adversário do que indo para cima. O primeiro lance da partida demorou a aparecer, e foi num chute do goleiro Symon, do Báguas, do seu próprio campo. Depois, Paolo também arriscou um tirombaço de fora, mas a bola saiu por cima. Então, foi a vez de Danilo arriscar uma bola perigosa, que veio quicando e obrigou o goleiro Spiga a realizar uma bela defesa.

O Báguas tinha as ações do jogo na mão. Marquinhos chutou prensado na área e a zaga tirou. Na sequência, Genaro conseguiu um bom tiro e o goleiro adversário fez boa intervenção, espalmando. Em um momento absolutamente negativo na partida, o Elefantes tentou ir para cima. Richard conseguiu boa jogada, mas foi travado na hora do tiro. Eis que o futebol mostra sua real face, a do incrível, quando Diego Lander abriu o placar para o Elefantes Indomáveis. Ele recebeu dentro da grande área após cobrança de falta ensaiada e só tocou por baixo de Symon.

Se com o placar em branco o Báguas ia para cima, a pressão se intensificou após o gol. Genaro recebeu bem pelo lado esquerdo e chutou rasteiro, o goleiro se esticou e conseguiu alcançar. Qualquer oportunidade de gol era testada. Concha tentou um belo voleio, a zaga desviou e o goleiro Spiga defendeu. Em seguida, Paolo teve duas chances. Na primeira, chutou do meio da rua e a bola acabou subindo demais. Na segunda, cobrou tiro livre para fora.

O último lance do primeiro tempo foi uma cobrança de falta para o Elefantes, batida por Thomas, que a zaga desviou para fora. A arbitragem, então, apitou o intervalo de jogo. Talvez nem o mais fanático torcedor do Báguas esperava uma mudança tão radical de um tempo para o outro. O segundo período começou como acabou o primeiro, com o time laraja em busca do seu gol. Paolo, logo no começo, conseguiu bom chute de fora, muito forte, e que passou perto do gol.

Spiga, goleiro do Elefantes, foi chamado ao trabalho – e respondeu bem. Primeiro em um chute forte do lado direito disparado por Jorjão. Depois, em uma pancada do meio por Paolo. Mas, para desespero do time branco e laranja, o próprio Paolo mandou para o fundo das redes, na continuação da jogada.

Com 1 x 1 no placar, o Elefantes Indomáveis foi para cima, em um belo chute pela esquerda de Lucas que o goleiro do Báguas espalmou para cima. Mas a virada do time laranja não tardou a vir. Danilo disparou do próprio campo em boa jogada individual e chutou de forma indefensável para Spiga. Do mesmo jeito, o Elefantes foi para cima depois de sofrer o gol. Lucas escapou pela esquerda e chutou forte, em cima de Symon. Porém, a partida já era do Báguas, e ele não ia deixar mais os deuses do futebol pregarem nenhuma peça. Jorjão conseguiu uma cabeçada na trave depois de cobrança de escanteio. Quase que no lance seguinte, Lemos virou e mandou uma bomba para o fundo do barbante. O 3 x 1 aparecia no placar, junto com a tranquilidade do time laranja.

O Elefantes foi um time guerreiro e, a essa altura, ainda acreditava que podia reverter o placar. Daniel Teske mandou bom chute para fora, depois de cobrança de falta ensaiada. Em cima do adversário, quase que conseguiu diminuir, quando Eric se aproveitou de bobeira da defesa do Báguas e desperdiçou boa chance, que Symon pegou.

Foi quando o Báguas decidiu que queria matar logo a partida e não dar sorte para o azar. Primeiro, Marquinhos recebeu bom passe de Jorjão e chutou muito perto, por cima. Depois, Genaro tentou um sem-pulo perigoso, que o goleiro segurou. Lemos teve duas chances na sequência. Na primeira, conseguiu um bom chute em cobrança ensaiada de falta. Na segunda, escapou pelo lado esquerdo e chutou bem, para defesa segura de Spiga.

O golpe de misericórdia veio logo depois. Naninha recebeu, dominou e chutou pelo lado direito, indefensável, colocando a vantagem para o Báguas em 4 x 1 e fechando o marcador. Lucas, do Elefantes, estava decidido a tentar estragar a festa do time laranja em três boas chances na sequência, que obrigaram Symon a realizar defesas muito boas, uma delas espetacular. Mas, àquela altura, encerrava-se a peleja.

O Báguas venceu sua primeira partida na Prata, mas ainda está fora do G-6. Pela quarta rodada, o time de Carlão tenta embalar sua segunda vitória diante do Só Quem Sabe. Enquanto isso, o Elefantes parece fadado ao rebaixamento. Caso queira sua permanência na Prata, terá de iniciar uma reação já no próximo embate, contra o É Verdadeee.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Cabeça Rachada 2 x 1 Condor’s

CABEÇA RACHADA APROVEITA MELHOR AS CHANCES E VENCE DIFÍCIL DUELO


Condor’s faz jogo duro, mas não consegue segurar o ímpeto de Tché e cia. e perde sua primeira partida na Prata

Por Raphael Ferreira

Em jogo deveras equilibrado, o Cabeça Rachada derrubou um concorrente direto à vaga direta na Ouro. Atuando de forma arrojada – contando com belas jornadas de Tché e Luisinho Fernando –, o time do ainda suspenso Fabinho ganhou do Condor’s e sobe a cada rodada na tabela. Agora, a equipe verde-limão soma 6 pontos em 3 jogos, e alcançou a vice-liderança do Grupo A. Já o time de Neno jogou muito bem, mas por obra do destino saiu derrotado.

A partida começou bem movimentada. Ambas as equipes buscavam o ataque e a primeira oportunidade surgiu com Tché. Ele chutou de direita de fora da área, mas a bola foi para fora. Depois, a defesa do Cabeça Rachada tirou mal uma bola cruzada e Guel apareceu no meio dos zagueiros batendo de bico, porém, na trave.

O Cabeça Rachada não se intimidou diante da equipe que estava 100% na competição e foi ao ataque novamente. Luisinho Fernando fingiu o chute e nisso passou pela marcação; posteriormente, finalizou, mas a bola foi pela linha de fundo. Aos 10 minutos, o Cabeça Rachada fez o gol. Michilin jogou a bola para área e Tché fez o gol, inaugurando o placar.

Logo após sofrer o tento o Condor’s acordou. Guel tentou o empate, porém, Macaco fez boa intervenção e manteve seu time à frente. Novamente com Guel no ataque, o time de Gugu conseguiu o empate. O camisa 21 recebeu a bola na esquerda e chutou no canto direito de Macaco, que nada pôde fazer. 1 x 1.

O Cabeça Rachada também não desanimou e buscou seu segundo tento. Após receber um ótimo lançamento de Luisinho Fernando, o camisa 10 Tché deu um leve toque de cabeça na bola, mas ela foi para fora. Depois, o time chegou novamente com Luisinho Fernando: ele bateu direto para o gol e Diego desviou, obrigando Jhonny a fazer excelente defesa. Após algum tempo sem atacar, o Condor’s chegou com perigo. Guel chutou e a bola desviou na zaga; depois, Renato pegou o rebote e arrematou no canto, mas Macaco foi buscar e jogou a bola para escanteio.

No último lance do primeiro tempo, Gabriel Alonso cobrou escanteio e Gugu tirou, mas sem deixar a bola pingar, Luisinho Fernando acertou belo chute e a bola saiu tirando tinta da trave. O Cabeça Rachada foi para o intervalo com muito mais chutes a gol do que o adversário, tudo porque sempre finalizava ao encontrar espaço, mesmo que de longe. Enquanto o Condor’s tentava chegar na troca de passes, mas não achava espaços.

No primeiro minuto da segunda etapa o Condor’s, por pouco, não virou quando Marcelo Ferreira saiu cara a cara com Macaco e o goleiro fez grande defesa. Em vacilo de Luisinho Fernando, que recuou mal para o goleiro, Bruninho Franco se antecipou e chegou batendo, mas a bola explodiu no travessão. O Condor’s continuava buscando a vitória. Neno cobrou lateral e Renato, mesmo de costas, conseguiu o desvio; a bola resvalou na zaga e foi para a linha de fundo.

Em bela jogada individual o Cabeça Rachada quase fez seu gol. Tché passou por dois marcadores, puxou a bola para o meio e tocou em diagonal para Diego, que chegou atrasado e não evitou a saída da bola. Foi aos 17 minutos que saiu o tento da vitória. Diego girou em cima da marcação e finalizou para defesa com o pé de Jhonny, mas no rebote, ele mesmo chutou sem chances para o goleiro.

A partir daí, o Condor’s foi para cima para manter sua invencibilidade na competição. Bruninho Franco fez o pivô e bateu na trave. Mas o Cabeça queria garantir a vitória e, já aos 21 minutos, Luisinho Fernando chutou cruzado e Gugu tirou de carrinho, mas persistente, Luisinho chutou de novo e a bola bateu no travessão.

Os minutos finais foram de pressão do Condor’s, mas o Cabeça Rachada se fechou bem e não permitiu nenhuma finalização com perigo à sua meta. Fim de jogo e uma vitória suada do Cabeça Rachada. Ambos os times, agora, somam 6 pontos na tábua de classificação e dividem a vice-liderança do Grupo A ao lado de TCM e The Veras.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

Basicus 4 x 0 Elite

BASICUS DESENCANTA, GOLEIA ELITE E VOLTA A VENCER NA PRATA APÓS ANOS


Time de Veneza soube se impor desde o início e ganhou de forma tranquila, quebrando um tabu de mais de dois anos

Por Raphael Ferreira

O Basicus desencantou. Depois de muito tempo, voltou a vencer uma partida na Série Prata – o último triunfo na divisão prateada foi no dia 18 de setembro de 2010, quando goleou o NGM por 7 x 1. Jogando com objetividade e contando com uma tarde pouco inspirada do ataque do Elite, a Fênix voltou a fazer a alegria de seus apaixonados torcedores. Mesmo sem marcar, Puff foi o destaque, atacando e deixando seus companheiros na cara do gol. Foi a primeira vitória sob o comando do ‘mister Roleta Russa’ Baru.

A partida tinha a tendência de ter poucos gols, já que ambos os times somavam, juntos, apenas nove gols na competição. Porém, o Basicus venceu de maneira convincente e vai mais confiante para as próximas partidas. Entretanto, no começo da partida, quem por pouco não abriu o placar foi o Elite. O camisa 8, Renan, arrematou no cantinho, Roland Seaman ainda pulou mas não alcançou a bola; ele torceu para a redonda sair e deu sorte de ela realmente ir para fora.

Logo depois foi a vez do outro camisa 8 arriscar o chute. Lucas Passamai finalizou buscando o ângulo de Sardinha, que foi buscar e salvou o Elite. Novamente no ataque, o Basicus quase marcou com seu atacante. Gui Fugii passou para Puff, ele driblou a marcação e, de frente com o goleiro, bateu por cima do gol. Aos 9 minutos, Puff recebeu a bola na entrada da área, mas, ao invés de finalizar, não foi fominha e serviu Matheuzinho, que bateu de primeira e abriu o placar para o Basicus.

Depois, o mesmo lance de gol quase se repete. Dessa vez Puff passou pela marcação e bateu cruzado; ao ver que a bola ia para fora, Matheuzinho se esticou e desviou, mas para fora. No lance seguinte, Puff bateu de fora da área e acertou o travessão do goleiro Sardinha. Depois de muito tempo assistindo ao Basicus atacar, o Elite foi para o ataque. Choni tocou para o capitão Manza, que bateu forte e obrigou Roland a fazer uma boa defesa. Mesmo espalmando para a pequena área, o arqueiro contou com a zaga para afastar o perigo.

Já com mais de meio tempo jogado, o Basicus foi ao ataque novamente. Hubert cruzou para Bolas, sem marcação, empurrar para o fundo das redes. Kirk também queria o seu gol e, depois de dividir com a zaga, bateu na saída de Sardinha, mas a bola foi para fora. Já no fim do primeiro tempo, Silvião chutou no meio do gol e Roland largou, no rebote, Pé Luanza bateu para fora. No último lance do primeiro tempo, Puff arrematou de fora da área e Sardinha jogou para escanteio.

O primeiro tempo foi marcado pelo domínio do Basicus, que chegava bastante ao ataque e não foi incomodado pelo Elite, que não conseguia trocar passes ligando o campo defensivo ao ataque. Em menos de 2 minutos da segunda etapa, o Elite começou a arriscar de fora da área, com chutes de Manza, Renan e Pé Luanza, mas todos para fora. Mas o Basicus queria confirmar sua vitória. Veneza foi ao ataque e bateu para defesa de Sardinha. Na sobra, Veneza chutou novamente e Sardinha fez excelente defesa.

Depois, por muito pouco, o Elite não diminui o placar. Pé Luanza dividiu com o goleiro e perdeu a bola, mas no rebote Papai do Axé conseguiu chutar e só não marcou porque Matheuzinho correu para a linha do gol e salvou sua equipe. Mas logo depois desse lance, Veneza foi novamente para o ataque e, desta vez, Sardinha não conseguiu segurar seu chute de pé direito.

Mesmo com 3 gols em desvantagem, o Elite tentava mais que na primeira etapa. Em escanteio cobrado por Choni, estava livre na pequena área Papai do Axé, que finalizou, mas Roland fez grande defesa e continuou sem sofrer gol. O jogo estava lá e cá. Hubert foi levando a bola pelo meio sem ser incomodado e chutou colocado; seria um belo gol se a bola não fosse para fora. Depois, Matheuzinho fez falta e Silvião soltou uma bomba, mas Roland espalmou para cima.

Dessa vez quem fez a falta foi Silvião, em cima de Matheuzinho. Na cobrança, Bolas chutou no cantinho, Sardinha não chegou na bola e viu sua rede ser balançada pela quarta vez no jogo. Puff queria o seu gol, foi ao ataque e chutou no canto, mas Sardinha se esticou todo e mandou a bola para escanteio. No finzinho, o Elite ainda perdeu dois jogadores por contusão: Pé Luanza e Choni.

Na lanterninha do Grupo A sem somar nenhum ponto, o Elite busca a primeira vitória em cima do Cabeça Rachada na quarta rodada. Será o reencontro das duas equipes que disputaram a final da edição IV da Série Bronze – com triunfo do Cabeça. Já o Basicus tentará manter o embalo diante do MachuPichu.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Fora de Série 5 x 4 É Verdadeee

FORA DE SÉRIE BATE É VERDADEEE PARA SER VICE-LÍDER DO GRUPO


‘Burrinho’ joga bem, mas sofre apagão, sofre dois gols em sequência e perde a primeira na Prata

Por Bernardo Coimbra

É necessário apenas um tanto de desatenção para o jogo desandar para um time. E foi isso o que aconteceu com o É Verdadeee, que tomou dois gols em um minuto e perdeu a peleja. O time fez uma boa partida, movimentou-se e atacou bem quando necessário. Mas o ‘apagão’ sofrido na etapa final custou a primeira derrota da equipe na competição. Melhor ao Fora de Série, que conquistou sua segunda vitória na Prata e chegou à vice-liderança do Grupo B.

O jogo começou muito igual. Fúria, do É Verdadeee, recebeu bom passe na frente do goleiro e chutou, mas o zagueiro tirou em cima da linha. A resposta do time branco veio com Masson, que chutou de longe uma bola que passou perto. Na sequência, Caniggia arriscou chute forte e obrigou o arqueiro Lenarduci a realizar bela defesa. Entretanto, o primeiro gol foi do É Verdadeee, quando Girão bateu forte uma falta que nem a tentativa de espalmar do goleiro adiantou.

O placar mostrava 1 x 0, e o Fora de Série foi para cima. Rezende tentou bonito voleio, mas a zaga do ‘burrinho’ tirou. No lance seguinte veio o empate. Gabriel chutou pelo lado esquerdo e o goleiro It aceitou uma bola que não era das mais complicadas. O próprio Gabriel tentou a virada depois, com boa jogada pela esquerda e chute potente, mas para fora.

O Fora entrava num ótimo momento do jogo. Rezende chutou de fora e quase o goleirão aceitou. Em seguida, Masson se aproveitou de lance displicente da zaga e chutou mascado. O mesmo Gabriel chutou de longe depois, para fácil defesa de Lenarduci.

Então, o É Verdadeee passou à frente novamente no placar. Argentino cobrou falta sem força, mas It, o arqueiro de branco, aceitou. No lance seguinte, Bia conseguiu boa jogada, mas seu arremate saiu para cima. Quase na sequência saiu o empate. Pela esquerda, após trinagulação do ataque, Lenarduci saiu num carrinho perigoso dentro da área e o árbitro não titubeou – pênalti e amarelo para ele. As reclamações de praxe vieram, Reyna assumiu a meta, Bia foi para a cobrança e guardou.

O mostrador indicava 2 x 2. Não deu nem tempo de respirar: no lance seguinte, Rodrigo Toscano recolheu a bola rapidamente após a saída, disparou pela direita e marcou um belo gol. O É Verdadeee voltava à frente no placar.

Porém, não por muito tempo. Em jogada com bola cruzada, Bia mandou para o fundo das redes, empatando novamente a peleja em 3 x 3. O É Verdadeee tentou responder rapidamente com Argentino, mas o chute forte saiu pelo alto. Depois, Masson, do Fora, recebeu boa bola e chutou de primeira, obrigando Reyna a fazer boa intervenção. Fúria perdeu uma chance incrível em frente ao goleiro, fazendo com que a bola subisse demais.

Foi quando Gabriel, do Fora de Série, meteu a mão na bola dentro da área. Houve reclamação do lado azul e branco, mas não tinha jeito. Pênalti marcado e bem convertido por Rodrigo Toscano aos 24 minutos. O jogo foi ao intervalo com 4 x 3 em favor do É Verdadeee numa partida de altíssimo nível de emoção. Era absolutamente impossível tecer qualquer previsão acerca do resultado.

A segunda etapa começou equilibrada. Du, do time branco, abriu o contar do ponteiro e chutou para longe. A resposta veio com Fred, também em chute de longe, e Bruno, travado na hora da conclusão. O camisa 9 do Fora de Série, Cabeça, recebeu sozinho na área, mas também foi travado na hora do chute. A trave foi cruel para Fred. Ele conseguiu bom chute, a bola passou pelo goleiro, mas explodiu na baliza.

Tudo ia bem até que aconteceu o apagão do ‘burrinho’. Em jogada pelo lado esquerdo, Deco chutou fraco e o goleiro não conseguiu segurar, numa falha considerável. A virada veio exatamente no lance seguinte, menos de 5 minutos jogados. Rezende chutou bola indefensável e colocou o Fora à frente do placar, com 5 x 4.

O apagão continuou e o time de branco teve mais três chances em sequência. Bia chutou de primeira depois de escanteio, mas para fora. Depois, Masson pegou mascado, sem problemas para Lenarduci. Por último, o próprio Bia completou de cabeça bom lançamento, obrigando novamente o goleiro a fazer excelente intervenção.

Abalado, o É Verdadeee tentou se recuperar. Teve boas chances, como no chute travado de Rodrigo Toscano, e no seguimento de uma bela linha de passe de cabeça, completada para fora por Fred. Mas àquela altura o placar terminava mesmo 5 x 4, cravando a segunda vitória do Fora e a primeira derrota do EV na competição.

Pela 4ª rodada, a equipe de Rica tem pela frente o NGM, que vem de derrota acachapante para o líder Coringa (leia abaixo). Já o É Verdadeee tenta a reabilitação em cima do lanterna Elefantes Indomáveis.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

NGM 0 x 7 Coringa

CORINGA ATROPELA NGM E MANTÉM A ROTA RUMO À OURO


Não Guento Mais não conseguiu fazer frente ao líder do Grupo B, que criou mais, e acabou goleado por 7 x 0

Por Luis Fernando Saninana

Sem tomar conhecimento, o Coringa segue sua trajetória 100% em seu retorno À Série Prata. Na 3ª rodada, a vítima de nova goleada foi o NGM. Com a vitória da partida adiada da 1ª rodada – no domingo dia 24, 3 x 2 em cima do Fora de Série – o time assumiu a liderança isolada do Grupo B, com 3 vitórias em 3 jogos.

Contra o NGM, o Coringa teve mais chances durante todo o jogo e terminou o primeiro tempo vencendo por 4 x 0. Na etapa final, sem poder de reação, o NGM acabou tomando mais três gols, o que levou a ser a segunda defesa mais vazada do grupo.

O Coringa começou a partida pressionando e logo aos três minutos abriu o placar com Renatinho Pupo pela esquerda do ataque. Dois minutos depois, e outra vez com Renatinho, voltou a balançar a rede em um chute cruzado da direita. O camisa 20 só não fez o terceiro em um chute de fora da área porque Simei espalmou.

Não demorou muito para o Coringa fazer mais um. Farias, que havia dado assistência para Renatinho, bateu cruzado da esquerda para fazer 3 x 0 com dez minutos jogados. Com a desvantagem, o NGM começou a sair mais para o jogo, mas não conseguia criar. Quem acabou marcando foi novamente o Coringa. Rafinha Carvalho chutou, o goleiro espalmou e, no rebote, Gui Frederick fez o quarto.

O Não Guento Mais conseguiu levar perigo com Fernando Alexandre chutando de longe e Gui Polisel espalmando. O primeiro tempo do NGM se resumiu a isso, pois antes do término quem quase fez foi o adversário. Outra vez Gui Frederick levou perigo batendo cruzado. A bola passou perto da trave. Careca teve a última chance da etapa inicial após receber passe de calcanhar, mas parou no goleiro Simei.

O segundo tempo começou com o NGM tendo a primeira grande chance. Em um lance, a zaga deu um chutão do seu campo de defesa, o goleiro esperou a bola pingar, mas acabou encoberto, mas, para a sorte do arqueiro, a bola bateu no travessão e saiu. Tudo dava certo para o Coringa. Com dois minutos, Feitosa dominou na entrada da área, girou e fez 5 x 0. Ele só não fez o sexto porque mandou à esquerda do gol o chute de longe.

O NGM, quando chegava ao ataque, não dava tanto trabalho. A única vez no jogo em que a equipe teve duas chances seguidas não conseguiu aproveitar. Junior até teve uma oportunidade de fazer um golaço. O jogador, de fora da área, pegou um voleio em pé a la Zidane, mas a bola foi no meio do gol, facilitando a vida do goleiro Gui. Carlitos teve a segunda chance, sozinho na área após escanteio, mas cabeceou errado.

O Coringa voltou a pressionar até sair mais gols. Dan Cantarelli chutou forte da direita, a bola bateu no travessão e perto da linha. Se no lance anterior a bola não entrou, Rafinha Carvalho tratou de mandar para o fundo do gol para não ter dúvidas. O camisa 11, pela esquerda, chutou de bico e acertou o ângulo oposto do goleiro, um golaço.

Mesmo com a vantagem de seis gols o Coringa não deixou de atacar. A equipe queria mais; queria fazer saldo. Mais uma vez o time parou no travessão. Renatinho bateu colocado e, de novo, a bola encontrou o poste.

Faltando cinco minutos para o apito final, o Coringa conseguiu fazer mais um tento, com Feitosa avançando pela direita, puxando para o meio e chutando para o fundo do gol. O Não Guento Mais tentou fazer o seu de honra com Memé chutando cruzado, mas Gui Polisel defendeu.

Com a vitória, o Coringa se mantém isolado na liderança do grupo com nove pontos, três a mais que o segundo, Fora de Série. Pela quarta rodada, o time de Mauricio encara o Absolutos e tem tudo para chegar aos 12 pontos, já que o adversário se encontra na rabeira da chave. Já o NGM é o primeiro time fora da zona de rebaixamento e encara o embalado Fora de Série.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Bufalos 4 x 4 Só Quem Sabe

EM REAÇÃO ESPETACULAR, SQS ARRANCA EMPATE HEROICO ANTE BUFALOS


Time aurinegro chegou a estar perdendo por 4 x 1, mas, faltando 5 minutos para o embate acabar, alcançou três tentos e a igualdade

Por Bernardo Coimbra

O Bufalos abriu excelente vantagem na segunda etapa e parecia fadado a sair da quadra 6 com a liderança do Grupo B. Só que o Só Quem Sabe não queria perder a oportunidade de somar, pelo menos, um ponto. O roteiro para o jogo não poderia ser outro: jogando desde o começo melhor do que o time azul, o SQS não conseguia transformar seu domínio em gols até os 19 minutos do segundo tempo, quando perdia por 4 x 1. Em apenas três minutos, arrancaram o empate.

Logo no começo, o SQS partiu para a pressão. Alemão recolheu uma bola espirrada, mas o chute saiu por cima. Na sequência, Pedrinho escapou pela esquerda e conseguiu um bom chute cruzado, em que a bola saiu muito perto da meta. Zeca conseguiu subir bem e testar para o gol, mas a zaga tirou. Pedrinho ficou mano a mano com o goleiro e chutou, para uma ótima intervenção.

Depois dessa blitz, a primeira chance do Bufalos. Diogo Moraes, após cobrança de lateral, acertou um chute de primeira, mas para fora. Depois, Dinho conseguiu recolher boa bola de frente ao goleiro preto e amarelo, que foi ao chão para realizar a defesa. Jacobi teve duas boas chances pelo outro lado. Na primeira, testou para fora após cobrança de escanteio. Na segunda, recebeu cobrança de lateral e arriscou bom tiro, para fora.

O Bufalos, a essa altura, conseguiu equilibrar as ações. Dinho arriscou de muito longe e mandou por cima, mas perto do travessão. Logo em seguida, Kaike chutou do meio de campo em cima do goleiro. Do SQS, Minhoca chutou boa cobrança de falta que a zaga tirou. Mas o primeiro gol foi mesmo do Bufalos. Dinho aproveitou rebote do goleiro e só empurrou para o fundo das redes.

O Bufalos assumiu, nesse momento, o controle do jogo. Em lançamento, Bruno Zamboni quase alcançou de cabeça. Logo depois, ele mesmo recebeu passe pela esquerda e bateu de primeira, na trave, quase ampliando. Kaike Martins escapou da defesa pelo lado esquerdo, mas chutou por cima do goleiro e da meta. O Só Quem Sabe acordou e igualou as ações. Vitão testou de cabeça, mas mandou em cima de Cabinha, que não teve trabalho. A resposta veio com Dinho, arriscando de longe, pelo lado do gol.

Alemão, pelo Só Quem Sabe, recebeu passe de Vitão e mandou rasteiro para o gol, sem problemas para o arqueiro. Em cobrança de falta ensaiada, Kaike Martis chutou bem, mas mandou o balão para o lado.

No final da primeira etapa o SQS cresceu e quase empatou. Primeiro com Rodriguinho, que chutou fraco depois de cobrança de escanteio. Já Vitão chutou bem de fora pela direita. A bola explodiu na trave. O mesmo Vitão desperdiçou um contra-ataque ao mandar por cima do goleiro e da meta. No último lance do primeiro tempo, Rodriguinho chutou fraco e Cabinha encaixou.

A segunda etapa começou do mesmo modo que a primeira acabou, com o time aurinegro partindo para cima. Logo no primeiro lance, Alemão arriscou do meio da rua, para fora. Na sequência, Pedrinho recebeu boa cobrança de lateral e mandou de primeira, também para fora. Faltava pontaria. Porém, a insistência foi recompensada com o gol de Zeca, em cobrança ensaiada de falta com Pedrinho. O goleiro aceitou o chute fácil.

O Bufalos tentou responder em seguida, com Diogo Moraes, em cobrança de falta que o Arthur defendeu sem problemas. O Só Quem Sabe respondeu com Pedrinho, que disparou pela direita e mandou belo tiro, para boa defesa do arqueiro azul. Diogo Moraes não quis dar sorte para o azar e tratou de colocar novamente o Bufalos à frente no marcador, chegando na tabelinha e tirando do goleiro, em tiro de dentro da área. 2 x 1.

O SQS voltou à carga. Zeca chutou de longe e a bola viajou distante. Mas o Bufalos fez valer o melhor momento e teve mais duas boas chances, com Diogo Moraes, em chute prensado, e Dinho, em cobrança de falta. Ambas para fora. Entretanto, o próprio Diogo ampliou o marcador logo depois, chutando de longe da esquerda, em lance que Arthur se atrapalhou. O Só Quem Sabe pareceu vendido depois do terceiro gol. Assim, logo tomou o quarto. Diogo Moraes, sempre ele, recebeu bola de Dinho e ampliou a vantagem para 4 x 1, em chute indefensável.

Por mais incrível que possa parecer, o Só Quem Sabe acordou depois do quarto gol. Eis uma qualidade que não falta aos barbudos comandados por Mezadri: o time tem na raça e vontade suas maiores virtudes, e, assim como contra o Inflação, foi buscar um placar adverso. Vitão roubou boa bola, saiu de frente ao goleiro, mas chutou para fora. Foi, então, quando ocorreram os três gols em sequência. A começar com 19 minutos do segundo tempo. Serjão recebeu boa cobrança de escanteio e mandou de cabeça para o fundo das redes. O mesmo Serjão, depois, bateu pênalti e o goleiro nem saiu na foto. O empate veio em chute de muito longe de Zeca, no minuto seguinte. A bola, fraca, passou pelo goleiro sem problemas.

O marcador mostrava 4 x 4, e assim ficou pelos últimos 3 minutos, quando o árbitro soprou o apito. Com a vitória do Coringa no jogo de domingo – reposição da partida adiada da primeira rodada – o empate entre Bufalos e SQS acabou sendo um resultado ruim para ambos. O time de Dinho, que encara o Inflação na quarta rodada, caiu para a terceira posição, com 5 pontos ganhos. Mesma pontuação da equipe de Mezadri, que está em quarto na tabela, mas com saldo de gols inferior ao Bufalos (8 a 4). O SQS enfrenta o Báguas no último duelo do dia 6 de abril.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 3ª RODADA

TCM 4 x 3 Diabos Negros

TCM, VALENTE, VIRA PARTIDA NO FIM E DERRUBA DIABOS NEGROS


Time de Dija joga bem, perde pênalti, quase consegue primeira vitória, mas não segura o novo vice-líder do Grupo A; Alemão e Carlinhos comandam virada espetacular

Por Raphael Ferreira

Emoção e superação. Esses foram os ingredientes que o TCM colocou no final da partida ante o Diabos Negros, quando marcou 3 tentos e virou um jogo praticamente perdido. Alemão e Carlinhos comandaram o triunfo que colocou a equipe aurinegra na cola dos líderes Palestrinha da Catarina e Império Celeste. Já o Diabos Negros não sabe o que é vencer nesta edição da Prata e entrou pela primeira vez na zona de rebaixamento à Série Bronze.

Apesar da derrota na primeira rodada, o TCM jogou muito bem na segunda partida e era o favorito para esse confronto, já que o Diabos Negros não havia vencido. Entretanto, o duelo foi muito parelho. Quem começou atacando foi o Tá Com Medo?: Carlinhos tocou para Alemão, que chutou bem, mas sem muita força, e o goleiro Marco pulou para agarrar a bola. O primeiro ataque do Diabos Negros veio com Baiano. Ele avançou pela ponta esquerda e chutou bem, exigindo o estreante goleiro Plec a pular e jogar a bola para escanteio.

Depois, Vinicios teve uma boa chance. Em uma cobrança de escanteio ele se antecipou e cabeceou a cerca de 3 metros do gol, mas Marco mostrou bom reflexo e defendeu. Aos 10 minutos e com o placar sem gols, Carlinhos correu pela esquerda, passou pela marcação e bateu para fora. Rafa quase abriu o placar para o Diabos Negros. Em jogada individual, ele bateu de longe buscando o canto do goleiro Plec, que ficou apenas olhando e deu sorte de a bola ter ido para fora.

Agora foi a vez de Alemão ir para o ataque, ao receber a bola na esquerda, chutar tirando de Marco, que já estava fora do gol, mas viu o capitão Vinicios salvar o time tirando a bola em cima da linha e comemorando bastante. O jogo estava muito equilibrado e o resultado ainda não havia sido alterado porque ambas as equipes estavam marcando muito bem. Tanto TCM quanto Diabos Negros tocavam e esperavam achar alguém livre para concluir, mas as principais chances eram em jogadas individuais.

Aos 18 minutos, o jogo foi paralisado em virtude da queda de iluminação na quadra. Logo depois os times, já em outra quadra, reiniciaram a partida. Já na quadra nova, Thiagão fez falta dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Os jogadores do TCM reclamaram, mas de nada adiantou. Raul bateu forte, mas no meio do gol, e Plec, com a perna, fez a defesa. Porém, Raul se redimiu e, menos de um minuto após a penalidade máxima perdida, chutou de fora da área e a bola passou por baixo das pernas de Plec.

Ainda no final da primeira etapa, Carlinhos tocou para Danilinho na direita, o goleiro Marco saiu do gol, mas Danilinho deu um toquinho por baixo da bola e fez o gol de empate pouco antes dos times irem para o intervalo. Na volta, logo aos 2 minutos, Carlinhos driblou Marco e chutou rasteiro, mas novamente Vinicios salvou a equipe. Dessa vez de carrinho ele evitou o gol. E no minuto seguinte, Alemão bateu por cima do goleiro e Zuppo afastou o perigo.

O TCM estava melhor na partida e tentava o gol da virada. Carlinhos chutou de fora da área e acertou o travessão. Depois, Carlinhos recebeu passe de Danilinho e tentou bater, mas Marco já havia saído nos seus pés e jogou a bola para escanteio. Em contra-ataque, o Diabos Negros chegou ao segundo gol. Rafa bateu cruzado da esquerda, sem chances para Plec defender. O TCM continuou no ataque, dessa vez buscando o gol de empate. Alemão fez belo lançamento para Carlinhos, que bateu de primeira, exigindo Marco a fazer grande defesa.

Em um ataque despretensioso, o Diabos Negros fez mais um. João pegou a bola de voleio e ela estava indo para fora, mas Alex, não sabendo disso, desviou e fez contra. Faltando menos de cinco minutos para o fim, o TCM não estava entregue. Danilinho puxou a marcação para o meio e soltou uma bomba, sem chances de defesa para Marco. Logo depois, Alemão cobrou escanteio e Carlinhos apareceu no primeiro poste, desviando para o fundo das redes.

O TCM não estava satisfeito com o empate e, apesar de restar somente dois minutos, continuou atacando. Em jogada individual, Carlinhos ganhou da marcação na corrida e acertou a trave esquerda. E no último minuto da partida, Carlinhos, de novo pela direita, cruzou para Zé Roberto fazer o gol da vitória! Uma virada em 3 gols em 5 minutos!

Ao fim, o TCM comemorou bastante. A equipe de Cláudio encostou na liderança do grupo ao somar 6 pontos. Pela quarta rodada, o time enfrenta o The Veras, também 6 pontos. Ao Diabos Negros restou lamentar a vitória perdida e tentar vencer, pela primeira vez na competição, na próxima partida, diante do Império Celeste. A tradição de começar perdendo um torneio e se recuperar na metade final está em jogo.

IX CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 3ª RODADA

Absolutos 1 x 3 Inflação

SEM DIFICULDADES, INFLAÇÃO VENCE ABSOLUTOS


Time azul e branco começa melhor em quadra, mas não consegue transformar seus ataques em gol e sofre terceiro revés na Prata; equipe de Eloi alcança o G-6

Por Bernardo Coimbra

O Inflação não é mais o mesmo. Jogando contra o lanterna do Grupo B, o time de Sandrinho, mesmo sem dificuldades, construiu o placar favorável mas não convenceu. Pouco para um time que era apontado como favorito no grupo às vésperas do início da competição. Apesar da vitória, o time alvinegro não teve uma apresentação brilhante. Inclusive chegou a sofrer muito no início da partida. Mesmo assim, saiu com seu principal objetivo: os três pontos. Pior para o Absolutos, que vê seu retorno à Série Bronze bem encaminhado.

O Absolutos começou dando trabalho em duas chances de Diogo. Na primeira, um chute de longe que o goleiro Marquinho espalmou por cima. Na segunda, o chute saiu bem torto e a bola se perdeu pelo lado. Gennaro conseguiu boa jogada pelo lado esquerdo e chutou. No rebote, o mesmo Diogo foi travado na hora da conclusão.

Luiz Miranda completou bom cruzamento de escanteio de cabeça para o gol e obrigou Marquinho a fazer uma defesa sensacional. Depois da pressão inicial, o jogo se tornou mais igual. Preto conseguiu boa jogada pelo lado esquerdo, mas a zaga do Absolutos travou na hora do chute. Depois, Rodella quase alcançou bom cruzamento, depois de jogada pelo lado direito.

O Absolutos reagiu. Renato conseguiu boa jogada pelo lado esquerdo e mandou um petardo. Marquinho teve de se virar para espalmar a bola. A resposta do Inflação veio na sequência, com uma boa cobrança de falta de Preto, que passou muito perto da meta defendida por Dimy. O camisa 6 do Absolutos, Fonhó, recebeu boa bola enfiada de frente para o goleiro, mas Marquinho foi mais rápido e tirou a redonda da zona de perigo. Depois, Diogo mandou um tirombaço pelo meio, obrigando o goleiro a espalmar lindamente a bola.

Mas quem abriu o marcador foi Cris ao Inflação. Ele acertou um bom chute de longe, quase que despretensioso. O time alvinegro teve a chance de aumentar ainda no final da primeira etapa, com um bom chute cruzado disparado por Henrique que fez a bola raspar a trave.

O intervalo foi o momento de profunda reflexão para o Absolutos, que no geral jogava melhor. O problema – uma vez diagnosticado por Carlos Alberto Parreira – é que “gol é só um detalhe”. Justamente esse detalhe teimava em não aparecer. A volta do intervalo foi com o Inflação em cima. Thiagão acertou bom tiro do próprio campo, para o arqueiro espalmar. Depois, Lú conseguiu uma cabeçada certeira e obrigou Dimy a fazer uma defesa maravilhosa. Era o prenúncio do que estava por vir. Mas o valente Absolutos foi para cima. Marco escapou bem pelo lado direito e mandou um pombo sem asa que passou por cima da meta com muito perigo.

A insistência do time azul e branco acabou valendo quando Fuka mandou para o fundo das redes depois de bela linha de passe com Gianzinho. Só precisou empurrar para fazer o placar mostrar 1 x 1. Quase que em seguida veio a resposta, fatal, do Inflação. Lú finalmente acertou a sua cabeçada, depois de cobrança de escanteio, e colocou o time alvinegro à frente do marcador novamente.

O time preto e branco continuou atacando, buscando matar logo a partida. Dengo acertou bom chute de primeira pelo lado esquerdo, mas a bola acabou saindo alta demais. O golpe de misericórdia veio dos pés de Preto. Acertou um verdadeiro canhão de fora da área, estufando o barbante. Absolutamente indefensável.

Depois, o Absolutos tentou retornar ao jogo. Rafinha Haddad teve duas boas chances, uma à queima roupa em bela defesa de Marquinho, e a outra em falta cobrada direta e defesa segura do arqueiro. Não querendo perder o jogo do seu controle, o Inflação mandou suas armas à frente e equilibrou o jogo. Preto conseguiu boa jogada pelo meio, mas acabou chutando muito alto.

A resposta do Absolutos veio com Fuka, que conseguiu boa jogada pela esquerda, mas chutou travado e o goleiro não teve trabalho para segurar. Marco tentou bom tiro de fora, mas a defesa de Marquinho foi tranquila. A essa altura, já não havia mais o que fazer.

O último lance do jogo foi com o camisa 13 do Inflação, André, recebendo bola pelo lado esquerdo, virando e chutando para longe da meta. Mas seu gol não era mais necessário, e o time alvinegro conseguiu boa vitória no apagar das luzes do sábado. O Inflação, com o triunfo, subiu um pouco na tabela e se encontra na sexta posição. O time terá pela frente, na quarta rodada, o Bufalos. Já o Absolutos não sabe o que é marcar pontos na Prata. Terá nova tentativa no dia 6 de abril diante do líder 100% Coringa.

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