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CHUTEIRA NEWS: IV CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Allianza Sagrado 4 x 3 DPGamos

ALLIANZA SE RECUPERA E IMPÕE MAIS UMA DERROTA AO DP


Equipe de Joka faz boa partida, mas não segura os ‘sagrados’, que alcançaram a vice-liderança no Grupo B

Por Douglas Almasi Santos

O Allianza Sagrado recuperou a confiança e voltou a vencer no Chuteira de Bronze. Uma semana após o fatídico jogo ante o XTJ – no qual membros da equipe chegaram às vias de fato entre si –, o time de Rick teve trabalho, mas derrotou o DPGamos no final e alcançou a vice-liderança do Grupo B, ficando apenas a um ponto do líder XTJ. Já o DP amargou mais um revés, saiu da zona de classificação à fase de mata-mata, e praticamente deu adeus à luta pela vaga direta à Série Prata. Cesinha foi o destaque do jogo, com boa marcação e passes precisos que deixaram seus companheiros com possibilidade de arremate.

O público presente era pequeno, porém, animado. Um dos torcedores era ilustre: Lói, ex-treinador do DP, foi fardado com o manto do time para incentivar seus ex-comandados. E viu um DP mais incisivo no começo: Fernandinho perdeu a bola, o DP foi esperto e acionou Richard Souza, que recebeu, dominou a bola, mas, na hora do chute, acabou travado, e a bola saiu. Porém, em seguida, Lói festejou muito a cabeçada do mesmo Richard Souza que, aproveitando cobrança de lateral, abriu o marcador.

Mesmo com o tento sofrido, o Allianza não se abateu. Tabela entre Fernandinho e Danilinho, até o camisa 11 receber de volta e chutar por cima da meta. Depois, bola na direita para Rafa Storch, o camisa 15 soltou o pé obrigando Valentim a fazer defesa difícil.

Mas a pressão do Allianza surtiu efeito em seguida. Cobrança de lateral para Danilinho, que realizou trabalho de pivô fazendo embaixadinhas com a bola, esperou a chegada de Ale e só rolou para trás. O camisa 6 soltou a bomba rasteira no canto direito de Valentim. Era o empate, que dava mais tempero ao embate. O DP não se abateu e foi pra cima. Cleber roubou a bola na esquerda e avançou pela ponta, próximo à área, chutou forte, mas o goleiro estava atento e espalmou a escanteio. Depois, o DP quase marcou com o mesmo Cleber: ele tomou a bola do adversário, rolou de lado e partiu para o ataque, a bola foi lançada para ele na corrida, mas o goleiro saiu com os pés e salvou o Allianza. Se o DP não fez, o time de Cadinho soube aproveitar sua chance. De irmão para irmão, Rafa Storch achou Rodrigo Storch na área para, livre, só empurrar às redes e virar o marcador. Um castigo ao DP, que foi para o intervalo em desvantagem.

Na etapa final, a emoção foi em dobro, sobretudo nos minutos finais. Começou com uma falta para o time de Dani Fischer, que Richard Souza cobrou com categoria, sem muita força, mas a bola saiu tirando tinta da trave. Em seguida, Valentim repôs a bola com um lançamento ao ataque, o zagueiro do Allianza tentou afastar de cabeça, mas acabou jogando para trás, e a bola explodiu no travessão e saiu. Quase um golaço, só que contra. Na cobrança do corner, Zeca testou firme, mas o goleiro estava seguro e defendeu. Em novo escanteio, o mesmo Zeca subiu mais que a zaga e cabeceou, porém, a bola foi para fora.

A pressão do DP era forte, mas o Allianza foi mais competente. Primeiro com Lucas Janaudis que, da entrada da área, chutou para defesa de Valentim. Em seguida, o mesmo Lucas puxou contra-ataque e achou Rodrigo Storch livre na área, o camisa 17 só teve o trabalho de empurrar e marcar seu segundo tento.

À medida que o tempo se exauria, mais as equipes lutavam pela posse de bola e, consequentemente, pela vitória. Apesar da desvantagem de dois gols, o DP não se dava por vencido, e foi atrás do prejuízo. Só que foi o Allianza que se aproximou de fechar o caixão do DP. Lucas recebeu na intermediária e soltou a pancada, que Valentim defendeu de forma espetacular. Depois, em cobrança de escanteio, Rodrigo Stortch deu lindo voleio, e Valentim defendeu. Porém, paralelamente aos contra-ataques do Allianza, o DP se aproximava da área adversária e ia cavando faltas. Antes de exceder o limite de faltas, o Allianza sofreu um revés: conta-golpe fulminante do DP, Richard Souza foi acionado na velocidade e chutou forte para dirimir a desvantagem: 2 x 3.

Embalado, o time de Denão correu atrás da igualdade. Até que o time de Esteban cometeu a 8ª falta. Tiro de 9 metros para Richard Souza, que encheu o pé no meio do gol, no alto, empatando a peleja. Mas, a mesma falta que tornou o jogo igual ao DP serviu para dar a vitória ao Allianza, quase no apagar das luzes. Rodrigo Storch cobrou a infração com força, a bola bateu na barreira e voltou ao mesmo Rodrigo, que novamente chutou; na trajetória, Fernandinho desviou e matou Valentim. Gol dos ‘sagrados’, que comemoraram muito o triunfo e a vice-liderança do grupo.

“Estamos confiantes. Tivemos um problema pesado na semana passada, mas entramos unidos e conseguimos a vitória. Sabemos do nível do grupo, mas queremos a vaga direta à Prata”, disse Rafa Storch, um dos destaques do Allianza na temporada. Já pelos lados do DP, o técnico Denão não escondia seu abatimento. Ele diz que a má fase é por causa do “fator ‘zica’, que também faz parte”. “É bola na trave, é zagueiro do outro time salvando em cima da linha, é goleiro adversário fazendo milagres contra a gente... assim fica difícil”, reclamou o técnico. Denão diz que “time o DP tem”, e que “falta somente ganhar”. Mas, já descartou vaga direta à Prata. “Temos é que nos classificar entre os 8 primeiros, isso sim”, falou.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Invictus 4 x 2 TNT

INVICTUS DESENCANTA E LARGA A LANTERNA


Time fez boa partida, soube se defender na hora certa e fazer os gols, mostrando mudanças e amadurecimento

Por Tamires Paulino

Parece que, finalmente, o Invictus desencantou. Após uma série de reveses e de ter figurado como lanterna de seu grupo, o time jogou bem e conseguiu vencer o TNT por 4 x 2 – a primeira vitória do time nessa edição da Bronze. O time demonstrou ter mudado (resultado de conversas de vestiário?) e jogou uma partida bastante diferente (para melhor) das anteriores.

O primeiro lance do jogo, porém, foi do TNT. Luiz Pane chutou de seu campo de defesa e a bola passou à direita do gol. Em seguida, foi a vez do Invictus atacar pela primeira vez com Brunão, que cobrou escanteio, Mario cabeceou em cima da zaga e a bola voltou para ele, sendo chutada para fora em seguida. O Invictus quase abriu o placar pouco depois: após receber passe pelo meio, Brunão resolveu experimentar de longe e acertou o travessão. Pouco depois, o time voltou a experimentar de longe, dessa vez com Bento, e o resultado foi quase o mesmo: a bola passou rente ao travessão.

Uma das chances mais próximas de gol que o TNT teve nesse primeiro tempo veio após um cruzamento à área que Marquinhos e Edgard se apressaram em evitar que fosse ao gol, mas quase marcaram contra. Já o Invictus não passou perto; marcou. Martins chegou chutando passe que veio da direita e marcou o primeiro de seu time. Entretanto, o TNT nem de longe mostrou-se abalado, tanto que quase empatou na logo. No lance, Raphael Nardone recebeu passe de Marco Antônio dentro da área, chutou em cima do goleiro e, no rebote, Marco chutou para fora.

Após esse lance, o Invictus gastou seu pedido de tempo, afinal de contas, 1 x 0 é um placar perigoso e, além de se acertar, o time precisava esfriar o adversário. Passada essa interrupção, o TNT ainda atacou duas vezes (Nardone chutou do campo de defesa à direita do gol e, depois, quase empurrou um cruzamento de Marco Antônio para as redes), mas tal pausa provou-se decisão acertada. Mal pegou na bola após o tempo, Martins, na ponta direita da área, driblou dois marcadores e chutou. Com um leve desvio, a bola foi morrer no ângulo. Um belíssimo segundo gol do Invictus.

Mesmo assim, o TNT ainda teria duas ótimas chances de diminuir (ou, quem sabe, empatar) o placar: na primeira, Raphael Nardone tentou encobrir o goleiro, mas Brunão tirou com o pé em cima da linha; depois, Sugos driblou dois marcadores pelo meio, tocou à direita para Dudu, que cruzou e Nardone, de volta ao time, cabeceou na trave. Esse foi o último lance do primeiro tempo.

A segunda metade prometia ser ainda melhor para o Invictus, mas nem por isso o TNT deixaria de pressionar. Nesses momentos, o goleiro Henrique fez a diferença, possibilitando que o ataque fizesse o que estava fazendo tão bem: gols. Aliás, gol foi uma das primeiras ações do Invictus no segundo tempo: Bento cruzou à área e Ragazzo, de primeira, marcou o terceiro.

O TNT continuou atacando. Em um dos lances, Nardone cobrou falta da intermediária direto do gol, mas o goleiro defendeu. O Invictus, porém, continuava acertando os lances. Na metade do segundo tempo, Ragazzo marcou o quarto gol de sua equipe, tornando ainda mais difícil o empate do adversário em tão pouco tempo. Entretanto, Raphael Nardone ainda conseguiu diminuir em seguida – e o TNT continuaria pressionando em busca do resultado. Próximo do fim, Nardone continuaria dando trabalho ao goleiro Henrique, mas ele realizaria (quase) todas as defesas. Em um delas, Nardone, a passos da entrada da área, chutou forte a gol e Henrique espalmou. Mas as defesas não aconteceriam sempre e, em outro lance, Henrique não pôde evitar que o camisa 18 fizesse o segundo gol do TNT.

Os dois últimos lances da partida foram do Invictus, e por pouco não se tornam gols. Em um, Martins, à frente e cara a cara com o goleiro, tentou driblá-lo, mas ele caiu a seus pés e jogou a bola para lateral; no outro, Ragazzo chutou ao gol com endereço certo, mas Dudu desviou a bola, tirando o perigo.

Com a vitória, o Invictus deixa a lanterna e marca seus primeiros pontos, e tenta subir mais diante do Camelo na próxima rodada. Já o TNT é o sexto colocado, com nove pontos, e enfrenta o Basicus.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Elite 0 x 1 Os Mostarda

MOSTARDA GANHA OUTRA E MOSTRA REAÇÃO


Gol solitário de Biel definiu a vitória em cima do Elite

Por Mateus Barbedo

Pela 5ª rodada do Chuteira de Bronze, o Os Mostarda enfrentou o Elite e conseguiu mais uma vitória no torneio – com um gol solitário de Biel aos 20 minutos do primeiro tempo. A equipe mostarda contou mais uma vez com uma excelente atuação do camisa 10 e capitão do time, Cadú, que criou as principais jogadas de perigo.

O primeiro lance agudo foi do Elite. Com apenas um minuto de bola rolando, Silvão chutou forte de fora da área e obrigou Polito a fazer uma defesa em dois tempos. Aos 2 minutos, o Elite chegou mais uma vez ao ataque, com um chute forte de Choni em que a bola tirou tinta da trave.

Cadú foi o responsável pela primeira descida perigosa mostarda. Com 4 minutos jogados, ele interceptou passe mal feito pelo goleiro, veio em velocidade em direção ao gol e chutou forte, obrigando o arqueiro a colocar a bola para escanteio. Logo depois, Cadú teve a chance de finalizar mais uma vez, só que seu chute foi muito forte e passou do lado da meta. O Mostarda ia para cima do Elite, e de novo com Cadú, que driblou dois zagueiros após roubar a bola e finalizou a gol.

A partida era bem disputada e equilibrada. Em três lances consecutivos, foi a vez do Elite assustar. Aos 8 minutos, Choni chutou bem ao gol e obrigou Polito a espalmar a bola para escanteio. Um minuto depois, em descida rápida ao ataque, Papai do Axé ganhou no jogo de corpo do zagueiro, ficou de frente para o gol, mas finalizou mal e perdeu uma boa chance de abrir o placar. Depois foi a vez de Choni tabelar com Manza, que finalizou perigosamente da ponta da área.

Os goleiros estavam atentos e também tiveram que trabalhar duro. Aos 10 minutos, Polito defendeu bem o chute de Rafa Marques da entrada da área. Na sequência, Sardinha fez boa defesa em chute de Véio.

Depois de muita movimentação nos primeiros minutos do jogo, o ritmo caiu. Os dois times estavam marcando bem e as finalizações diminuíram bastante. Mas, aos 20 minutos, saiu o primeiro e único gol do jogo: Biel finalizou de dentro da área, dando um chute que encobriu o goleiro, abrindo o placar para os Mostarda. O Elite tentou responder antes do fim do primeiro tempo, com chute perigoso de Rafa Gomes, após boa troca de passes da equipe, mas a bola saiu à direita do goleiro Polito.

O segundo tempo começou com o Elite indo com tudo para cima do adversário. No primeiro ataque, Silvão recebeu cobrança de lateral na área e cabeceou em direção ao gol, mas Polito defendeu firme. Aos 3 minutos, em novo lance de lateral, Silvão cabeceou novamente, dessa vez Polito saiu mal da meta e a bola tirou tinta da trave. O Elite buscava o empate no começo do segundo tempo e quase conseguiu, em uma cobrança de falta de Manza aos 4 minutos, mas bola saiu à direita do goleiro.

O Mostarda só chegou com eficiência ao ataque com 8 minutos. Após uma cobrança de escanteio, a bola sobrou para Biel bater, mas ele chutou errado e perdeu a chance de ampliar. A etapa final já estava na metade, o Elite era melhor em campo, mas errava muito nas finalizações. Aos 15 minutos, Rafa Gomes recebeu bom passe de dentro da área e chutou à direita do gol, perdendo mais uma chance de empatar. Dois minutos depois, Choni recebeu cruzamento e cabeceou por cobertura, mas Polito conseguiu alcançar e espalmou a bola para escanteio.

A pressão do Elite era grande, era praticamente um ataque contra defesa. O Elite chegava com uma finalização atrás da outra, mas Polito defendia ou o chute ia para fora. Foi assim em arremates de Rafa Marques, Choni e Adriano Bertoncelo. E o time mostardense segurou o placar até o final.

Com a vitória, o Mostarda vai para 7 pontos e almeja uma boa reação na tabela, já que ocupam a 7ª posição. Na próxima rodada a equipe enfrentará o Condor’s. Já o Elite não teve sorte e nem precisão dentro da partida, e por isso viu seu rival ultrapassá-lo, já que a equipe estacionou nos 7 pontos, e ocupa a 8ª colocação. O próximo compromisso do Elite será diante do Pé de Pano.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Condor’s 9 x 1 Pé de Pano

CONDOR’S ARRASA PÉ DE PANO


Fazendo valer a vantagem de ter um homem a mais, Condor’s resolveu jogar no segundo tempo e marcou a goleada

Por Mateus Barbedo

O Condor’s não tomou conhecimento do Pé de Pano, que jogou com apenas 6 jogadores durante toda a partida, facilitando a vitória do time de Neno, que segue subindo na tabela. O goleiro Bruninho, por incrível que pareça, teve uma ótima atuação e impediu que a goleada fosse ainda maior. As boas jogadas de ataque, efetuadas principalmente por Guel e Diony, justificaram o placar do jogo.

O primeiro ataque foi do Condor’s. Com 3 minutos, Guel chutou forte de longe, a bola desviou no zagueiro e bateu no travessão. Já era um aviso de que a tarde não seria nada boa para o Pé de Pano.

Apesar desse lance, o começo teve pouca movimentação, e os times não chegavam bem ao ataque. Aos 7 minutos, Erich errou um passe na defesa e quase que Peba fez um gol em bola espirrada e dividida, pegando o goleiro desprevenido.

A partir de então o Condor’s começou a descer mais para o ataque, com dois bons chutes de Guel, que obrigaram Bruninho a fazer boas defesas. Na metade do primeiro tempo o placar ainda estava zerado; o Condor’s era superior em campo, mas faltava o último passe.

No entanto, era só questão de tempo até sair o primeiro gol do jogo. E por ironia, o gol foi do Pé de Pano. Em um rápido contra-ataque pela direita, a bola foi cruzada na área, o zagueiro afastou mal e, no rebote, Dadá chutou firme e fez o primeiro gol do jogo. Aos 18 minutos, o Pé de Pano teve boa chance de ampliar a vantagem, mas desperdiçou: Peba cruzou para Dadá, que driblou o marcador e chutou, o goleiro salvou dando rebote e, mais uma vez, Dadá chutou para mais uma boa defesa de Zabala.

Só que a alegria do Pé de Pano não durou muito tempo. Aos 21 minutos da etapa inicial, Erich recebeu a bola na entrada da área, fez o pivô e rolou para Guel finalizar às redes, empatando a partida. O Condor’s foi para cima depois do empate, e no último lance do primeiro tempo saiu o segundo gol. Diony fez bela jogada individual ao driblar dois marcadores e tocou para Erich chutar firme, de primeira, e marcar mais um para sua equipe.

Provavelmente pelo cansaço do Pé de Pano, que já tinha jogado todo o primeiro tempo com um jogador a menos, e sem reservas, o segundo tempo foi um massacre do Condor’s. Já no primeiro minuto a vantagem foi ampliada. O Pé de Pano ficou assistindo a boa troca de passes do adversário e, em bola levantada na área, Diony fez um golaço de bicicleta. Depois do gol, o Pé foi para cima, mas tomou um contra-ataque fulminante, em que Neno recebeu passe rasteiro dentro da área e chutou rápido no canto direito, balançando mais uma vez as redes adversárias.

A diferença era nítida dentro do campo e, três minutos depois, Diony roubou a bola perto da área adversária e chutou sem chances de defesa para o goleiro, ampliando a vantagem. Aos 8 minutos, Guel acertou um belo voleio em cobrança de lateral para dentro da área, e aumentou a diferença. 7 x 1. Dois minutos mais tarde, Guel fez belo cruzamento para Diony, que já quase dentro do gol completou de carrinho e marcou mais um.

Nesse momento não havia mais como o Pé de Pano correr atrás do resultado, nem mesmo após a expulsão de Diony, aos 14 minutos, por reclamação. Até porque Dadá, do Pé de Pano, recebeu cartão azul por estar envolvido na discussão.

O jogo já estava definido mas, mesmo assim, só dava Condor’s – que chegava perigosamente ao ataque, mas parava nas boas defesas de Bruninho. Aos 20 minutos, o zagueiro do Pé de Pano afastou mal a bola, após cobrança de escanteio, e Guel completou de primeira, anulando as chances de defesa de Bruninho. Um minuto depois, já em ritmo de treino, o Condor’s foi tocando a bola como quis ao ataque, e Peli rolou de dentro da área para Guel marcar o nono gol de sua equipe, e o último da partida.

Com essa grande vitória, o Condor’s segue entre os primeiros colocados, com 10 pontos ganhos, e enfrentará o Os Mostarda na 6ª rodada. Já o Pé de Pano, que ainda não venceu, continua na penúltima colocação, com apenas 2 pontos. Seu próximo adversário será o Elite.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Coringa 1 x 2 Inflação

VIRADA EM MENOS DE UM MINUTO DECRETA VITÓRIA DO INFLAÇÃO


Com dois gols no final do segundo tempo, Inflação busca vitória importante no campeonato e impõe novo revés ao Coringa

Por Mateus Barbedo

Pela 5ª rodada do Chuteira de Bronze, o Coringa jogou contra o Inflação e se deu pior no confronto. Em dois lances feitos em menos de um minuto, o Inflação marcou dois gols seguidos e conseguiu reverter o resultado. Preto e Renatinho foram os responsáveis pela virada da equipe.

O primeiro ataque perigoso foi do Coringa. Baggio cobrou uma falta rasteira para a área e Wendell desviou a bola sozinho, em chute que saiu à esquerda do goleiro. Com 5 minutos jogados, Altimar Barros teve espaço da intermediária e chutou com perigo, mas a bola foi para fora.

O Coringa tinha dificuldades para sair jogando porque o Inflação estava bem postado em campo, e marcava forte na saída de bola, o que tornou o jogo morno por alguns minutos. Até que aos 10 minutos, Baggio roubou a bola no meio-campo, ajeitou e chutou perigosamente, a bola saiu à esquerda do goleiro Sandrinho. Na sequência, foi a vez do Inflação ter uma boa chance. Após boa troca de passes da equipe, Altimar Barros chutou da lateral esquerda, Gui Polisel estava bem posicionado e agarrou com firmeza.

Com 14 minutos, Thales recebeu um bom passe de frente para o gol, fintou o zagueiro e bateu por cima, desperdiçando uma grande oportunidade. Aos 20 minutos foi a vez do Inflação desperdiçar uma boa chance. Em uma bola levantada para dentro da área, Rodella tocou de cabeça para Altimar Barros, que subiu e cabeceou sozinho, mas Gui Polisel foi bem no lance e segurou a bola.

A partida era equilibrada e bem jogada, os dois times marcavam bem e desciam com perigo ao ataque – e era só questão de tempo para sair o primeiro gol do jogo. O Coringa chegou ao ataque em uma bela troca de passes, Thales entrou na área com a bola e tocou atrás na saída do goleiro, Rafinha veio sozinho e chutou com o gol aberto para abrir o marcador.

Sabendo que precisava reverter o resultado, o Inflação já foi com tudo no primeiro minuto da etapa final. Preto carregou a bola, abriu espaço e chutou no canto do gol, Gui Polisel caiu bem e espalmou a bola. O Inflação fazia pressão e, aos 4 minutos, Bocão cruzou fechado com muito veneno, só que não apareceu ninguém para desviar a bola para as redes. Na sequência, Farias recebeu um cruzamento, ganhou do zagueiro e chutou, obrigando Sandrinho a realizar uma boa defesa e colocar a bola para escanteio.

Depois da pressão inicial do Inflação, e do chute perigoso de Farias, o jogou caiu novamente de produção. As duas equipes ainda estavam marcando forte, e os times começaram a fazer ligações diretas da defesa para o ataque, já que não conseguiam criar as jogadas.

Já com 15 minutos da etapa complementar, Thiago Dentão cabeceou a bola sozinho, após cobrança de escanteio, e perdeu a chance de empatar. Aos 17 minutos, Wendell puxou contra-ataque com velocidade, chutou firme e o goleiro pegou.

Quando o jogo já caminhava para o final, a história mudou. Primeiro, Passarinho recebeu a bola pela lateral direita, fez o trabalho de pivô e rolou para Preto, que veio de trás e chutou no canto, empatando o confronto. Menos de um minuto depois, após jogada perigosa do ataque do Inflação, a bola pingou na frente de Gui Polisel e Renatinho finalizou, tirando todas as chances de defesa do goleiro para marcar o segundo e a virada.

Nos últimos minutos, o Coringa tentou empatar na pressão, e teve ainda uma boa chance. Wendell usou toda sua velocidade para invadir a área e chutar, mas Sandrinho apareceu bem e salvou sua equipe, garantindo os três pontos.

Com a vitória o Inflação foi para o 6° lugar, com 9 pontos, e alcançou a pontuação do Coringa, que está em 5°. Na próxima rodada, o Inflação pega o Corleone e o Coringa enfrenta o DPgamos.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Cabeça Rachada 7 x 1 Toque Me Voy

CABEÇA PASSA COM FACILIDADE PELO TOQUE ME VOY E CONTINUA LÍDER INVICTO


O melhor ataque da competição marcou mais sete gols; três só de Batoré

Por Tamires Paulino

Não tem jeito: embora o Toque Me Voy tenha tentado, a 5ª rodada do Chuteira de Bronze marcou mais uma de invencibilidade para o Cabeça Rachada, que atropelou seu adversário com nada mais, nada menos que 7 gols. O destaque da partida ficou para Batoré. O camisa 18 do Cabeça Rachada foi o responsável por 3 tentos da goleada, e por pouco não marcou outros dois.

O primeiro lance da partida foi justamente de Batoré. Após cobrança de falta de Fabinho, ele chutou para fora. Em seguida, foi a vez de Michelin dar um chute da ponta esquerda da área, mas o goleiro espalmou. Por ser um time bem estruturado, o Cabeça trabalha bem a bola e cria boas jogadas, sendo presença constante na área adversária. Um dos lances que mostra isso ocorreu entre Tché, Fernando Forte e Batoré. O primeiro, dentro da área, tocou atrás, de calcanhar, para Fernando; ao receber, ele deu um daqueles chutes colocados à área, onde a bola encontrou um voleio meio atrapalhado de Batoré, que estava sendo marcado de perto, impossibilitando uma melhor finalização.

A superioridade em campo era clara, só faltava ser mostrada no placar – mas nem isso tardou a acontecer. Após cobrança de lateral à área, Batoré deslocou a bola ao gol e essa foi chorando cruzar a linha e colocar o Cabeça Rachada à frente no placar.

Após esse primeiro gol, o time não parou de atacar – muito pelo contrário: quase marcou o segundo gol em seguida. No lance, Pedrão cobrou escanteio e Fabinho, no segundo pau, desviou a bola, meio desajeitado, ao gol, dando trabalho ao goleiro, que ainda assim defendeu. O primeiro tempo se aproximava a passos largos do fim, mas o Cabeça ainda teria mais uma chance de ampliar: Pedrão cobrou falta a poucos passos da área para Fabinho, o camisa 11, da linha de fundo, bater rasteiro e ver o goleiro defender.

No segundo tempo, o Cabeça continuou com sua postura ofensiva contra um quase nada expressivo Toque Me Voy, o que rendeu 3 gols em menos de 15 minutos à equipe. Logo de cara, Michelin recebeu passe à frente pela lateral direita e, em velocidade, chutou ao gol, acertando o canto oposto do goleiro e marcando o segundo de sua equipe. Pouco tempo depois, Batoré recebeu passe e girou bonito, seco, chutando da entrada da área e acertando em cheio o gol para marcar o terceiro. Literalmente em seguida, após a saída de bola, o goleiro do Toque Me Voy trombou com o atacante adversário na tentativa de evitar o gol e a bola acabou sobrando para Pedrão, que fez o quarto gol.

As chances do Toque Me Voy só aconteceram quando o goleiro resolveu participar da linha – o que também podia ser um risco muito grande a se correr, mas era bastante claro que sua equipe também não tinha mais muita coisa a perder. Num desses lances, o goleiro recebeu passe na intermediária e chutou forte ao gol, dando trabalho ao companheiro de posição do time adversário para realizar a defesa.

Basicamente, o goleiro-linha do Toque Me Voy fazia parte de uma triangulação que tinha como membros, além dele próprio, o lateral esquerdo Magrão e algum outro jogador. Muitas vezes, Fagner pela lateral direita. Numa dessas triangulações, a bola sobrou exatamente para Fagner, que deu uma bicicleta ao gol, prontamente defendida pelo goleiro adversário. O Cabeça, no entanto, só na espreita, não dava sinais de ter ficado satisfeito com os 4 x 0 e quis aumentar o placar. Após cruzamento, Batoré só empurrou para o gol e ampliou.

Embora não estivesse mesmo em boa tarde, o Toque ainda teria chance de marcar seu gol de honra. Willias chutou em diagonal ao gol e o goleiro não conseguiu alcançar a bola, mas cobriu quase toda a extensão do gol fazendo uma ponte. A bola, entretanto, encontrou Rene do outro lado, que empurrou para as redes.

O fim do jogo se aproximava, mas ainda cabiam mais gols para o Cabeça Rachada. Dieguinho cobrou escanteio e Peu cabeceou ao gol para marcar o sexto; pouco depois, como já era anunciado, Dieguinho aproveitou que o goleiro-linha estava longe da meta e, de seu campo de defesa, mandou a bola ao gol, marcando o sétimo e fechando a goleada.

Com a vitória, o Cabeça Rachada continua líder invicto do Grupo A, enquanto o Toque Me Voy é o quinto, com 9 pontos. Na semana que vem, os times enfrentam Laranja Mecânica e Só Quem Sabe, respectivamente. O Cabeça não contará com Fabinho, suspenso.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Corleone 0 x 4 XTJ

XTJ BATE CORLEONE Em JOGO QUE ACABA MAIS CEDO


Sem dificuldades, XTJ passa por Corleone, que, com 4 cartões amarelos, viu árbitro encerrar por WO faltando 4 minutos para o fim

Por Mateus Barbedo

XTJ e Corleone se enfrentaram em jogo válido pela 5ª rodada do Grupo B do Chuteira de Bronze e trazia a campo os opostos – lider x lanterna. Como era de se esperar, o XTJ não tomou conhecimento do adversário e dominou o jogo do começo ao fim, com destaques para as atuações de Landim, Wesley e Rafael Lucas. A partida ainda teve um desfecho curioso: quatro jogadores do Corleone levaram cartão amarelo de uma só vez e teriam que cumprir suspensão de dois minutos. Por ter ficado com apenas 3 jogadores, os árbitros tiveram que encerrar a partida mais cedo, mantendo o placar de 4 x 0.

O XTJ mostrou logo de cara que não veio para brincadeira. Com um minuto, Wesley quase abriu o placar com um chute cruzado da direita. Aos 2 minutos, Rafael Lucas fez bela jogada, driblou dois jogadores e tocou para Landim chutar pela esquerda, o goleiro Manfre pulou e espalmou bem a bola.

Depois dessa pressão inicial a partida ficou morna, com poucas finalizações ao gol. E foi só aos 12 minutos que o marcador saiu do zero. Wesley recebeu passe de fora da área, fugiu em velocidade da marcação e chutou forte no ângulo direito, marcando o primeiro do XTJ.

O Corleone não conseguia construir as jogadas, e o XTJ ia para cima. Aos 15 minutos, Landim deu belo chute de primeira por cima do gol, em bola que sobrou para ele. No lance seguinte, Magu tocou para Rafael Lucas chutar da entrada da área, mas Manfre espalmou para escanteio.

No final da primeira etapa o Corleone ainda tentou empatar em duas pontadas ao ataque. Na primeira, Fe Almeida chutou com perigo de longe e o garoto Murilo Baldi estava lá para espalmar para escanteio. Na sequência, o escanteio foi cobrado na cabeça de Fa, que cabeceou tirando do goleiro, mas a bola bateu no travessão.

A segunda etapa começou com o Corleone tomando a iniciativa. Fe Almeida recebeu a bola em cobrança de lateral, matou no peito, virou bonito e chutou na trave. Aos 4 minutos, novamente Fe Almeida finalizou, dessa vez em chute de fora da área que saiu em linha de fundo.

O XTJ resolveu ir para cima de novo e, com 5 minutos, Fefe recebeu passe, dominou dentro da área e finalizou no travessão, desperdiçando uma grande chance de ampliar o marcador. Finalmente aos 12 minutos o placar mudou. O XTJ trabalhou bem a bola pelo lado esquerdo até Landim chutar com força para o gol, Manfre não segurou e a bola entrou. Aos 17 minutos, Felipe Fonseca cabeceou a bola, após cobrança de lateral, mas Manfre estava bem posicionado e a agarrou com firmeza.

Mais pressão do XTJ até que, aos 19 minutos, Douglas Ezequiel chutou bem de fora da área, o goleiro deu rebote e Fefe completou sozinho e fez 3 x 0. No minuto seguinte, Wesley deu belo passe para Brunão, que, sem marcação, deu um toquinho com categoria de calcanhar, pegando o goleiro desprevenido. A bola entrou devagar, e Brunão só teve o trabalho de comemorar com seus companheiros.

Para encerrar o fiasco, o Corleone levou quatro cartões amarelos de uma única vez, faltando 3 minutos para o encerramento da partida. Após uma marcação de falta em favor do XTJ, Fe Almeida, Mat, Fabrício D’Angelo e Joãozinho reclamaram demasiadamente e aplaudiram os juízes ironicamente. Depois de toda essa confusão, os quatro receberam cartão amarelo e tiveram que sair para cumprir suspensão de dois minutos, mas, de acordo com a regra, não se pode continuar o jogo com apenas três jogadores em um dos lados. Por isso, o jogo teve que ser encerrado antes do tempo regulamentar.

Com a vitória, o XTJ se mantém na liderança com 13 pontos, um a mais que o Allianza Sagrado. Na próxima rodada o XTJ terá um jogo difícil contra o Absolutos. Já o Corleone segue sem vencer e na lanterna do Grupo B – com cinco derrotas em cinco jogos. Na próxima partida, o Corleone tentará vencer o Inflação.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Irado’s 3 x 1 Derrubada

IRADO’S EMPLACA SEGUNDA VITÓRIA SEGUIDA E AVANÇA NA TABELA


Após série de derrotas, time já é o sétimo na tabela – e quer mais

Por Tamires Paulino

Após vários resultados negativos, quem parece ter acordado é o Irado’s. O time de Weinny conseguiu sua segunda vitória seguida, desta vez diante do Derrubada, que estacionado no 1 ponto, assume a lanterna do torneio.

Nos primeiros minutos, só deu Irado’s – e o time abriu uma boa vantagem logo de cara. Antes, Dani Jales chutou da intermediária, com efeito, quase no ângulo, mas o goleiro defendeu. Na jogada seguinte, porém, o Irado’s abriria o placar. Após cobrança de escanteio, a zaga desviou contra e os arbitros deram o gol inicialmente para Will. Fato era que o Irado’s largava na frente. Pouco tempo depois, Starck tocou para Özil na lateral esquerda, que passou para Paulo Gama, pelo meio, e este tocou para Murilo, que marcou o segundo. Com toda essa atitude do Irado’s, a primeira chance do Derrubada só saiu tempos depois, dos pés de Vicius. Ele recebeu passe às costas, perto da área, e girou batendo. A bola passou rente à trave esquerda. Ainda assim, o primeiro tempo era mesmo do Irado’s. Em outro lance, Rafa chutou em diagonal da lateral esquerda e a bola passou próximo da trave, indo para a linha de fundo pelo lado direito do gol. No último lance do primeiro tempo, também do Irado’s, Victor Jales chutou da linha de fundo à área e a bola passou rasteira em frente ao gol, mas ninguém de seu time apresentou-se para marcar o terceiro gol.

No segundo tempo, com outra postura, o Derrubada equilibrou um pouco mais o jogo, que antes se mostrava favorável ao adversário. Logo de cara, Rica marcou o primeiro gol de seu time, o que os manteve vivos na partida e incendiaria o jogo – o que, de fato, aconteceu. Pouco tempo depois, César Augusto veio cortando pelos marcadores até chegar ao meio, de onde chutou com endereço certo, mas o goleiro realizou a difícil defesa. No entanto, Özil não erraria o chute. Da entrada da área, mesmo marcado de perto, ele girou e chutou, marcando o terceiro de seu time.

O jogo já tinha um clima quente, mas podia ficar pior. O Derrubada atacou mais duas vezes: uma com Garotto, que chutou de longe e a bola passou perto da meta, e outra com Vicius, que cabeceou para fora um lateral de Luizão. Até aí, tudo bem, mas depois de algumas ‘conversas’ dentro de campo, os jogadores começaram a se desentender. Sobraram três cartões amarelos: dois para o Derrubada (Vicius e César Augusto) e um para o Irado’s (Murilo). A discussão chegou a se estender para o âmbito interno, no caso do Irado’s. Os cartões amarelos foram a última ação do árbitro na partida, encerrada pouco tempo depois.

Na próxima rodada o Irado’s, agora sétimo, com 7 pontos (número da sorte?), tem pela frente o Roleta Russa Clássico, apenas o antepenúltimo do Grupo A, com três pontos, e não terá Murilo, suspenso. Já o Derrubada, lanterninha com apenas 1 ponto, enfrenta o terceiro colocado Futsampa, com 9 pontos, mas que vem de duas derrotas.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Laranja Mecânica 7 x 6 Futsampa

LARANJA MECÂNICA VENCE, MAS PASSA SUFOCO NO FINAL


Mesmo perdendo de quatro gols, Futsampa correu atrás e só não empatou por falta de tempo. Thira faz 5 gols e dispara na artilharia

Por Tamires Paulino

Com um belíssimo uniforme novo, o Laranja Mecânica entrou em campo para jogar contra o Futsampa com pretensões de confirmar sua boa fase. O Futsampa queria apagar a imagem negativa deixada na derrota para o Irado’s. Sem grqandes atrativos, acabaram fazendo o melhor jogo da tarde, com nada mais, nada menos que 13 gols. Sim, treze, para a alegria de Zagallo. Do total, só Thira foi responsável por 5 deles, o que o coloca como artilheiro isolado com 15 gols em 5 jogos!

Já de primeira, no segundo lance da partida, Thira recebeu cruzamento e chutou em diagonal, da lateral direita, ao gol, estufando a rede. Era o primeiro do Laranja. Menos de cinco minutos depois, Thira recebeu passe à frente e ficou cara a cara com o goleiro, mas demorou para definir e ficou sem ângulo, chutando em cima do mesmo. Em outro chance, porém, ele não desapontaria: novamente à frente, ele levantou a bola e deu uma bicicleta, marcando um belo gol.

O Futsampa também estava em tarde inspirada. Embora não tenha demonstrado isso de primeira (foi infinitamente melhor no segundo tempo), criou algumas boas oportunidades nos 25 minutos iniciais. Em uma delas, Fábio chutou da lateral direita em diagonal para fora. Em outra, Niketa, da lateral esquerda, mandou forte, de média altura, à direita do gol. O gol não tardaria a sair, como isso indica. Macuna, percebendo que o goleiro estava adiantado, mandou de cobertura, diminuindo a diferença no placar.

O Laranja, que não se abalou com o gol, tratou logo de marcar o terceiro. Thira (pra variar), marcado de perto, recebeu passe de cruzamento às costas e mandou para o gol. O time com nome de filme do Stanley Kubrick ainda teria mais uma chance de ampliar antes do fim do primeiro tempo: Thira cruzou à área e Daniel quase encobriu o goleiro de cabeça, mas Macuna tirou em cima da linha.

No segundo tempo, o Futsampa também começou a mostra a que tinha vindo – e que, por mais que o adversário abrisse vantagem, eles correriam atrás. Falando em vantagem, ela quase foi diminuída logo na volta para o jogo, quando Pina chutou da intermediária em cima do goleiro e, no rebote, Danilo mandou em cima dele de novo, que dessa vez jogou a bola pela linha de fundo. O Laranja, porém, continuava sem desperdiçar chances. Pouco depois, Thira fez o quarto e, após trapalhada da zaga adversária, a bola sobrou para Bussa e ele marcou o quinto. Sim, agora o Futsampa tinha 4 gols de desvantagens, mas pensa que isso foi fator para que eles desistissem? Ledo engano. Tal qual um Rocky Balboa, o time foi devolvendo gol por gol.

O primeiro deles veio logo após o quinto do Laranja, quando o goleiro cedeu rebote de lance anterior e Pina só teve que mandar para as redes. Em seguida, Fábio, da linha de fundo, pelo lado esquerdo, tocou atrás para Pina, e ele novamente marcou, chutando na saída do goleiro. Faltavam 15 minutos para o fim da partida, mas a reação do Futsampa estava só no começo. Porém, ainda só seria concluída mais próxima do final.

Enquanto isso, o Laranja continuava atacando. Felipinho, da lateral direita, próximo à linha de fundo, cruzou à área e Thira, que lá estava, não conseguiu chegar a tempo de empurrar a bola para as redes. A chance seguinte, porém, Daniel não desperdiçaria. Após cruzamento de Bussa à área, ele chegou chutando e mandou no ângulo. Um belo gol.

Agora sim, hora de reagir para o Futsampa. Logo após o gol, Guti mandou uma bola no travessão. A seguir, Pina, em lances que nem mesmo ele entendeu (e olha que eu perguntei para o próprio) marcou o quarto e o quinto gol do Futsampa. No lance seguinte, ele mandou a bola da lateral direita em diagonal, rente à trave esquerda; trave esquerda essa que seria carimbada por Macuna com um chute do meio, após corte seco na bola.

Para fechar a contagem – faltavam 5 minutos para acabar o jogo – ainda coube mais um de Thira (5 gols em uma única partida), o sétimo do Laranja, e um de Macuna, o sexto de Futsampa – que por pura falta de tempo não empatou, pois tinha toda a condição para tal.

Na próxima rodada, o agora quarto colocado Laranja Mecânica, com nove pontos, tem como adversário o invicto Cabeça Rachada, líder do grupo. Já o Futsampa, terceiro, também com nove pontos, enfrenta o lanterninha Derrubada, com apenas um ponto.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 5ª RODADA

Absolutos 6 x 2 Opalas

EM JOGO DE MUITOS GOLS, ABSOLUTOS ATROPELA OPALAS


Time de Mineiro ensaiou reação no começo do segundo tempo, mas Absolutos teve tranquilidade e não desperdiçou as chances de gol

Por Mateus Barbedo

No último jogo da tarde do sábado, pelo Grupo B, o Absolutos bateu o Opalas pelo placar de 6 x 2. Em uma tarde inspirada dos jogadores Gian, Marcelo e Fuka, o Absolutos não teve maiores problemas para vencer o seu oponente, que até ensaiou uma reação no começo do segundo tempo, mas faltou força para a equipe de Léo Chaves buscar o empate.

O primeiro ataque do jogo foi do Opalas. Paulinho fez jogada individual e chutou com efeito de fora da área, mas a bola pegou na trave. Aos 5 minutos, Rubão deu outro chute de fora e Demetrius espalmou.

Apesar do começo melhor do Opalas, foi o Absolutos quem saiu na frente. Marcelo e Fuka foram trocando passes, Fuka recebeu na área e chutou, Léo Chaves quase fez a defesa, mas a bola entrou. A partir daí o Absolutos cresceu. Aos 9 minutos, a defesa do Opalas bobeou e abriu espaço, Gian teve visão de jogo e arriscou um bom chute, mas Léo Chaves espalmou.

O Absolutos mandava no jogo e o segundo gol saiu aos 14 minutos. Marcelo recebeu um belo cruzamento dentro da área, cabeceou a bola e encobriu o goleiro. Um minuto depois, Gian recebeu outro ótimo cruzamento, dominou com categoria e chutou da entrada da área, sem chances para o goleiro, ampliando a vantagem do Absolutos.

O Opalas não atacava muito e o Absolutos quase fez o quarto gol, em novo cruzamento para Gian, que, com categoria, ajeitou de peito para Fuka chutar da ponta da área, mas a bola saiu em linha de fundo. Logo depois, Fonhó arriscou forte do bico da área e a bola entrou. O gol dava esperanças para o Opalas, e a equipe continuava dentro do jogo. No último lance da primeira etapa, em cobrança de falta ensaiada, Raphinha chutou e a bola bateu na trave, assustando o goleiro Demetrius.

O segundo tempo começou em um ritmo menor. Aos 5 minutos, Gian arriscou de longe, do lado esquerdo do campo, e Léo Chaves espalmou. O Opalas precisava empatar, e foi ao ataque. Rubão recebeu um cruzamento da entrada da área e chutou de primeira, a bola passou por cima da meta. Aos 8 minutos, Luiz Miranda foi puxado pela camisa dentro da área e o juiz marcou pênalti para o Absolutos. O próprio Luiz Miranda bateu, a bola foi em um canto e o goleiro foi para o outro. Era o quarto gol do Absolutos, o que dava uma tranquilizada na partida.

Com 13 minutos da etapa final, o Opalas ainda não havia desistido e conseguiu marcar mais um gol. Rubão recebeu a bola pingando e deu um voleio, Demetrius não conseguiu segurar e a bola entrou. Mas a esperança de reação durou pouco. No minuto seguinte, Gian recebeu passe pelo lado esquerdo, carregou a bola, limpou o marcador e chutou no ângulo. Um golaço.

Para fechar a conta, o Absolutos ainda marcou o sexto. Aos 22 da etapa final, Rapha Kfouri chutou de fora da área e o agora goleiro Léo Chaves não alcançou a bola.

Com essa vitória, o Absolutos subiu duas posições e chega ao quarto lugar, com 9 pontos, mostrando que o time engrenou. Na próxima rodada, parada dura diante do líder XTJ. Já o Opalas, décimo colocado, com 4 pontos e apenas uma vitória, terá pela frente o vice-líder Allianza Sagrado.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Roleta Russa Clássico 6 x 2 Só Quem Sabe

CLÁSSICO SUPERA SQS E CONQUISTA PRIMEIRA VITÓRIA NO CAMPEONATO


Leandro Lima cansou de fazer gol em cima do Só Quem Sabe, que tinha Serjão, mas não foi páreo para os comandados de Baru

Por Bruno Viotti

O primeiro jogo do dia seria disputado por duas equipes que ocupavam a parte inferior da tabela. O Só Quem Sabe realizava campanha bem irregular e somava quatro pontos, em quatro jogos. O Clássico, então, nem um mísero ponto nos mesmos quatros jogos disputados. Era a hora da recuperação para um dos dois times. Sorte do Roleta, que jogou com empenho e goleou o SQS.

O Roleta Clássico entrou em campo com Leandro Lima na frente, Bahia e Affelay ligando o meio e o ataque, além de Cabelo, que também compunha o meio. Atrás, a zaga era formada por Fifo e Ranalli. Já o SQS vinha com Zeca e Alemão na defesa, Tessarin no meio, enquanto Rodriguinho e Mezadri atuavam como meias ofensivos. No ataque, o artilheiro Serjão.

O Roleta começou explorando os contra-ataques, até por isso o SQS tinha maior volume de jogo. Todavia, em uma saída de bola errada do SQS, o Roleta saiu na frente. Alemão tocou errado e Affelay retomou a posse de bola para chutar forte no canto direito, aos 4 minutos.

O SQS não perdeu tempo e tratou de empatar a peleja. Três minutos depois do gol do Roleta, Thiaguinho desviou a bola em escanteio e a pelota sobrou para Serjão que, sozinho, chutou e fez o primeiro.

A partida era pegada. Os dois times procuravam marcar por zona. Serjão tinha as principais oportunidades ofensivas do SQS. Em uma de suas melhores chances, o camisa 9 recebeu na frente e fez o papel de pivô para girar e bater cruzado, mas a bola saiu com perigo. Do lado do Roleta, a principal arma ofensiva era Leandro Lima, fazendo a mesma função de Serjão, mas com o apoio da velocidade de Affelay pela direita e Bahia pela esquerda.

Na metade final do primeiro tempo, a marcação forte prejudicava a criação de jogada das duas equipes. Assim, cobranças de laterais eram usadas como excelentes oportunidades. Em uma delas, a bola sobrou para Serjão cabecear para boa defesa do arqueiro. Do lado do Clássico, Fifo aproveitou rebatida da zaga adversária e mirou o ângulo esquerdo, mas mandou por cima.

Assim, quando a partida caminhava para o intervalo, Cabelo fez um grande lançamento para o ataque e encontrou Leandro Lima, que bateu no canto direito e virou o placar aos 24 minutos.

No segundo tempo, o SQS começou indo para cima com Serjão e Mezadri. O primeiro recebeu passe de Jacobi e bateu cruzado, mas o goleiro espalmou. Depois, Jacobi tomou a bola de Rafa e avançou para chutar à esquerda da meta.

O Roleta, no entanto, não diminuiu o ritmo e levou perigo com chutes de Fifo e Baru. O primeiro recebeu bom passe na frente e chutou duas vezes, Arthur conseguiu rebater e, depois, a zaga afastou. Já Baru retomou a posse de bola pela direita e arriscou chute cruzado para fora. No entanto, foi aos 9 minutos que o Roleta ampliou a vantagem. Cabelo fez boa jogada pela direita, avançou e chutou cruzado, Leandro Lima apareceu na segunda trave e completou, aos 9 minutos.

Na metade do segundo tempo, Arthur tomou amarelo após cometer falta. Serjão foi para o gol, mas o Roleta não conseguiu aproveitar. Todavia, na volta de Arthur, em uma cobrança de falta pela direita, Brunão bateu rasteiro no canto esquerdo e marcou o quarto aos 14 minutos. Um minuto depois, Cabelo protagonizava grande lance no ataque e foi desarmado, na sobra, Brunão aproveitou e chutou no canto esquerdo, novamente, para fazer o quinto.

Já no final do jogo, o SQS estava todo no ataque e conseguiu marcar o segundo com Serjão: Mezadri fez bom lançamento para o ataque e encontrou o camisa 9, que esticou a perna e mandou a pelota para a rede. Só que, no último lance, após cobrança de lateral de Ranalli, o zagueiro do SQS acabou escorregando e a bola sobrou para Leandro Lima, que chutou cruzado e deu números finais à partida: 6 x 2

Com a vitória, o Roleta conquistou seus primeiros pontos na competição e segue empolgado para o confronto contra o Irado’s. Já o SQS liga o sinal de alerta. O técnico já disse que o time tem duas rodadas para reagir, ou então ele pede demissão. Resta saber se o time apoia o professor ou quer que ele caia mesmo. No sábado, o jogo é contra o Toque Me Voy.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 5ª RODADA

Basicus 4 x 1 Camelo

BASICUS VENCE MAIS UMA E MANTÉM INVENCIBILIDADE


Dessa vez, o time venceu o Camelo, mas as comemorações não agradaram todo mundo; briga no fim pode custar perda de pontos aos times

Por Tamires Paulino

Basicus e Camelo se enfrentaram no último e movimentado jogo da tarde e, embora o time rosa tenha vencido com certa autoridade – e continue invicto –, não é possível dizer que esse resultado (ou pelo menos o modo como foi comemorado) agradou a todos. Mas isso é assunto para o fim da matéria.

O rápido time do Basicus deu logo um jeito de marcar o primeiro gol no começo da partida – e conseguiu. Lucas ajeitou para Hiro na entrada da área, que chegou chutando e marcou o primeiro. Sem muito se abalar, pelo lado do Camelo, a primeira chance veio com Cabê. Correndo pela lateral direita, ele chegou à linha de fundo e ia chutar cruzado, mas o goleiro saiu do gol e lhe tirou a bola. Tal erro o Basicus não perdoaria, e marcaria logo o segundo. Állex, da lateral direita, carregou, veio para o meio e chutou. 2 x 0.

Na metade do primeiro tempo, o Camelo teve uma importante falta para cobrar, e, para tanto, designou Henrique. Ele cobrou a falta da entrada da área, pegando bastante distância, a bola resvalou na trave e saiu. O jogo seguiu sem grandes novidades até próximo do fim do primeiro tempo, quando o Basicus, com Puff à frente, marcado de perto, veio carregando a bola até a área, de onde chutou e o goleiro espalmou para fora.

No segundo tempo, o Camelo seria um pouco melhor, dificultando um pouco mais as coisas para o Basicus, que continuava atacando. Dos pés de Állex e Kinho saiu a primeira chance do time rosa. O primeiro chutou da lateral esquerda em cima do goleiro, e o mesmo cedeu rebote para o segundo, que pela lateral direita chutou por cima do gol. Já o Camelo não errou: Cainho cobrou lateral jogando a bola dentro da área e Henrique marcou de cabeça.

A partir daí, o Camelo pressionou o adversário em busca do empate. Henrique chutou da entrada da área, o goleiro caiu, mas, ainda assim, conseguiu desviar para fora. Depois, Pi cobrou lateral e acabou marcando o tão esperado gol de empate; contudo, como a bola não bateu em ninguém, seria a mesma coisa que marcar o gol com a mão, então ele foi anulado. A essa altura do jogo, o Basicus era muito pressionado toda vez que tinha a posse da bola, e não conseguia passar da linha intermediária. Em outro lance dessa pressão, Hugo bateu falta do campo de defesa com endereço certo, mas o goleiro, com segurança, defendeu.

Tal pressão, no fim das contas, não resolveria muita coisa, pois como diria a lei do futebol, “quem não faz, leva”. Assim sendo, próximo ao fim, Hiro, com um chute da intermediária, marcou o terceiro do Basicus – um balde de água fria no adversário, que até então tentava tanto empatar, e agora tinha tão pouco tempo para fazê-lo (e uma desvantagem ainda maior). Como se não bastasse, logo após a saída de bola, Puff, em lance igual ao anterior marcou o quarto gol do Basicus.

O fim do jogo, no entanto, não foi dos mais agradáveis. Apos bola ser tirada para a lateral no campo de defesa do Basicus, a comemoração do time rosa foi demasiada e acabou por irritar o Camelo. No bate-boca, a pancadaria começou. Teve soco daqui, dali, Henrique estava alterado e o pau comeu solto. Eram 25 minutos no relógio, e aos árbitros só restou encerrar o jogo. A Organização decide a punição ainda esta semana.

Na próxima rodada, o segundo colocado (nos critérios de desempate) e invicto Basicus enfrenta o sexto colocado TNT, que tem nove pontos. Já o Camelo, oitavo, com quatro pontos, tem pela frente o Invictus, penúltimo colocado após a vitória conseguida nessa rodada, com três pontos.

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