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CHUTEIRA NEWS: IV CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA

TNT 5 x 4 Derrubada

TNT SAI ATRÁS MAS VIRA PRA CIMA DO DERRUBADA


Ótimo segundo etapa garante vitória de virada e mantém TNT na cola dos líderes

Por Nathan Laurino

Na caça aos líderes Basicus e Cabeça Rachada, o TNT buscava mais uma vitória na competição. Já o Derrubada tentava pontuar e sair da situação difícil – apenas 1 pontinho. Quando rolou a bola, o TNT começou martelando. Aos 2 minutos, após troca de passes, Rafa Bernardes bateu com força e viu Henrique se esticar para fazer boa defesa. Porém, um minuto depois, marcou e abrir o placar. Após cobrança de lateral para dentro da área, o camisa 4, Fiel, testou a esfera para o fundo da rede.

Com o gol, o TNT colocou o pé no acelerador e queria mais. Dudu tentou duas vezes, mas parou em boas defesas do goleiro. Depois do susto, o Derrubada acordou e foi ao ataque, sempre com Joezinho, que soltou um petardo de fora da área e levou perigo. Na próxima investida, o empate. Em jogada de habilidade, Larsson deixou o dele e tudo igual.

Após o empate, as ações de ataque ficaram equilibradas. O jogo era lá e cá e tinha muitas chances de gol. O TNT arriscava bons chutes de fora da área, como o de Caio de trás do meio de campo que obrigou Henrique a fazer linda defesa. O Derrubada não se intimidou e responde, de novo com Joezinho. O camisa 10 fez boa jogada pela esquerda e bateu cruzado. A bola passou em frente ao gol, mas ninguém empurrou a pelota para dentro.

O TNT era efetivo e levava muito perigo nas jogadas aéreas. Em bola alçada na área, Fiel cabeceou e quase deixou a equipe na frente. O camisa 4 do TNT era sempre o homem surpresa nas bolas paradas. Entretanto, aos 16 minutos, foi Caio quem cabeceou para marcar. A bola ainda pegou na trave, subiu e caiu dentro do gol adversário. 2 x 1. Um minuto depois, Larsson cortou e balançou a rede mais uma vez para dar números finais ao primeiro tempo em 2 x 2.

Na segunda etapa, o Derrubada começou melhor, mas viu o TNT tomar conta do jogo após ficar atrás no placar. Logo aos 2 minutos, Galo fez boa jogada individual e bateu para o gol. A bola desviou e passou raspando na trave. O Derrubada respondia com chutes de fora da área e em cobranças de falta. E foi em uma destas que Tomi fez um lindo gol para virar a partida.

Com o gol, a equipe rubro negra foi com tudo para o ataque. Aos 7 minutos, Larsson tabelou com Telles e bateu para boa defesa de Glauco. A partir daí começou a blitz azul, até porque Larsson fez o favor de ser expulso e prejudicar sua equipe. o Derrubada perdia seu melhor jogador em campo.

Com o passar do tempo ficou nítido que o TNT era melhor também na questão física. O camisa 11, Caio, não parava de correr um segundo. Luiz Pane bateu colocado e quase empatou. O gol saiu aos 11 minutos, quando Fiel ajeitou para Dudu soltar a bomba no cantinho e fazer 3 x 3. O Derrubada respondeu em lindo voleio de Joezinho, mas a bola passou à esquerda do gol. Aos 20 minutos, o TNT enfim virou. Dudu recebeu bom passe e mandou para a rede. Após sofrer a virada, o Derrubada se lançou todinho ao ataque e viu o TNT aumentar em contra atraque rápido puxado por Caio. Ele só rolou para Fiel definir a vitória.

O Derrubada ainda conseguiu diminuir com Joezinho cobrando tiro livre direto no último minuto, mas a partida terminou assim. TNT 5 x 4 Derrubada. No próximo sábado o TNT enfrenta o lanterna Invictus. Já o Derrubada vai pegar o Irado’s.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

Elite 5 x 3 Opalas

ELITE VENCE DE NOVO E SOBE NA TABELA


Opalas bem que tentou, mas não conteve o ímpeto dos ‘tiozinhos’; Rafa Gomes e Papai do Axé, este com 3 tentos, foram os destaques

Por Douglas Almasi Santos

O Elite embalou no Chuteira de Bronze. O time de Manza venceu sua segunda partida seguida e entrou no seleto grupo que avança à fase final do certame. Agora, o time tem 7 pontos ganhos no Grupo B – está a 3 do líder XTJ – e começa a ter um maior respeito dos adversários, que os chamam de ‘time dos tiozinhos’. Já o Opalas, mesmo jogando em pé de igualdade, amargou sua segunda derrota e despencou na tábua de classificação.

O público para este embate era interessante: 3 adultos e uma criança, todos torcedores do Elite – sob um sol gostoso –, acompanharam o pontapé inicial. Porém, viram, logo de cara, uma pintura de gol do adversário: cobrança de lateral, Raphinha apareceu na segunda trave livre, deixou a bola pingar e, na saída desesperada do arqueiro, encobriu-o. O zagueiro ainda tentou afastar, mas a bola morreu no fundo do barbante, e Opalas na frente.

O ‘time do carrão’ queria mais. Raphinha recebeu passe e deixou com um toque atrás para Gira, o camisa 14 dominou e chutou, mas a bola saiu com muito perigo. A resposta do Elite foi imediata. Em contra-ataque, Choni tocou para Manza, que chutou rasteiro para fora. Em seguida, veio o empate: cobrança de escanteio, Manza testou firme e saiu para o abraço.

O jogo se alternava em tentativas para os dois lados. Até que em uma descida do Opalas, o placar foi mexido: tabela esperta entre Froio e Mineiro, o camisa 7 – pelo lado direito – foi à linha de fundo e cruzou, Froio completou com chute cruzado no canto esquerdo do goleiro. O equilíbrio era grande. Rafa Gomes, pelo Elite, recebeu bom passe dentro da área, dominou a bola e chutou, mas ela saiu tirando tinta da trave. A resposta do Opalas chegou com Froio, ele foi acionado na ponta direita e encheu o pé, mas o arqueiro estava atento e espalmou para escanteio. Novamente Rafa Gomes: ele tabelou com Papai do Axé, recebeu no lado esquerdo e, com condições claras para marcar, chutou fora. “Só tá caindo no pé esquerdo, pô”, exclamou o camisa 11 após perder mais uma oportunidade de empate.

O Opalas estava na frente, atacava, mas sofria com os contra-ataques do Elite. Quase o ‘time do carrão’ ampliou: Léo Chaves fez grande lance pelo meio, fintou o zagueiro em diagonal para a esquerda e chutou. Diego Ferreira defendeu com os pés. O Elite respondeu quando Papai do Axé elevou a bola para Manza, o camisa 10 dominou e, também por elevação nas costas dos zagueiros, encontrou Rafa Gomes; porém, de frente pro crime, o camisa 11 isolou. O último lance da etapa primeira também foi do Elite: Adriano cobrou lateral para Papai do Axé, recebeu de volta e soltou o bico, mas a bola saiu.

A etapa final teve pouca qualidade técnica, mas contou com muita emoção e determinação dos times. Começou com Manza recebendo na intermediária e soltando pé, que Kadu espalmou a escanteio. Depois, não teve jeito: Manza foi acionado na direita, dominou e soltou a bomba cruzada, sem chance para o arqueiro. E, em seguida, a virada. Rafa Gomes roubou a bola pela esquerda, driblou seu marcador e só rolou para Papai do Axé empurrar para o gol vazio. O Elite comandava o placar pela primeira vez, mas o embate estava longe de estar decidido. João fez grande jogada para o Opalas, rolou na esquerda para Léo Chaves que chutou, Diego defendeu e, no rebote, Froio tentou, mas a zaga aliviou. Foi aí que começou o show de axé, ou melhor, de Papai do Axé.

Primeiro, o camisa 9 tentou pelo lado direito, mas chutou cruzado para fora. Depois, o atacante não perdoou: o arqueiro Diego lançou a bola com as mãos à área adversária, Papai dominou, cortou o zagueiro e soltou o pé, à meia altura, indefensável para Kadu. Apesar dos 4 x 2, o Opalas não se dava por vencido. O chute cruzado fora defendido por Diego, mas o arqueiro não conseguiu segurar chute matreiro e, ao melhor estilo Romário, Léo Chaves apareceu como um raio para completar o rebote. A chance do empate esteve nos pés de Kinhas que, livre, desperdiçou boa oportunidade. Porém, Papai do Axé liquidou a fatura: foi lançado na área, dominou com categoria e chutou cruzado rasteiro, dando números finais.

Depois do embate, Léo Chaves estava cabisbaixo. “Tínhamos o primeiro tempo na mão. Porém, no segundo, algumas substituições não surtiram efeito. Mas, tudo bem. Vamos tentar a vitória na próxima rodada”, falou o camisa 12 do Opalas, que vai encarar o Absolutos na luta pela reabilitação. Já Choni, pelo lado do Elite, destacou “a presença de elenco, mais coeso” em relação ao ano passado. “Aos poucos estamos nos entrosando, afinal, são 5 novos jogadores. Mas a união deste grupo é que está fazendo a gente vencer”, contou o camisa 7. O Elite encara, no próximo sábado, o Os Mostarda, em partida que promete ser boa.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA

Corleone 2 x 7 Absolutos

EM PARTIDA DE MUITOS GOLS, ABSOLUTOS GOLEIA SEM DIFICULDADE


Absolutos mostra que tem chances de brigar pelo título, e sobra no jogo contra Corleone

Por Mateus Barbedo

Pela quarta rodada do Chuteira de Bronze, o Corleone enfrentou o Absolutos e viu sua situação no campeonato ficar muito complicada. Após vir de uma derrota por 5 x 1, a equipe sofreu outro grande revés, dessa vez por 7 x 2. O Absolutos estava em uma tarde inspirada e contou com as boas participações de Gian, Marcelo e Fuka para liderarem a goleada.

Aos 3 minutos da primeira etapa ocorreu o primeiro lance de perigo. Mineirinho puxou bom contra-ataque, mas finalizou por cima da meta. Dois minutos mais tarde, Mineirinho errou passe na saída de bola e o Absolutos desperdiçou boa chance.

Depois de começar o jogo estudando o adversário, o Absolutos partiu pra cima. Aos 7 minutos, Gian fez boa jogada e finalizou bem, em chute cruzado no lado direito do campo, mas o goleiro pegou. Dois minutos depois, a defesa do Corleone se atrapalhou, afastou mal a bola e Gian abriu o placar, com belo chute no canto direito de Manfre, que apenas olhou a bola entrar.

O Absolutos queria mais e atacava bastante, principalmente com tabelas entre Gian e Marcelo. Aos 12 minutos, Marcelo recebeu bom passe, dominou e chutou com rapidez e força. A bola morreu no ângulo direito de Manfre e o placar mostrou 2 x 0. A pressão era grande e, no minuto seguinte, Fuka recebeu cruzamento rasteiro dentro da área e marcou o terceiro.

Com 3 x 0, o Corleone resolveu aparecer um pouco no jogo e começou a buscar o ataque. Aos 17 minutos, quase saiu um gol de falta. No lance seguinte, Fê Almeida chutou de fora da área e Demetrius defendeu. Mas, apesar dos ataques da equipe do Corleone, foi o Absolutos que voltou a marcar. Fuka recebeu a bola pela esquerda e chutou colocado, ampliando a vantagem.

Ainda no final do primeiro tempo, Manfre foi obrigado a fazer duas boas defesas em chutes perigosos de Luiz Miranda e Labate. Só dava Absolutos, coisa que continuou no segundo tempo, quando, aos 2 minutos, Gian logo fez Manfre espalmar para escanteio. A resposta do Corleone não tardou: em cobrança de lateral para dentro da área, Fa se mostrou oportunista e cabeceou com perfeição para diminuir.

Após quase ter marcado o segundo gol com um chute de Joãozinho no travessão, o Corleone tomou o quinto. Mineirinho errou passe na saída de bola e Labate usou toda sua categoria para limpar um zagueiro, em seguida o goleiro, e aí empurrar às redes.

O Corleone parecia e estava perdido em campo. Gian fez ótimo passe e deixou Rapha Kfouri na cara do gol. Manfre nada pôde fazer e a bola balançou as redes mais uma vez em favor do Absolutos. Rapha Kfouri ainda finalizou mais duas vezes com perigo, a primeira em um chute da intermediária, e a segunda em chute cruzado que passou perigosamente perto da trave.

O Corleone atacava pouco e não oferecia perigo ao Absolutos, que tentava fazer saldo. Aos 24 minutos, outro gol. Marcelo veio carregando a bola sem marcação para o ataque e finalizou. Manfre pegou, mas, no rebote, o próprio Marcelo cabeceou e marcou. O jogo já estava ganho há tempos, mas o Corleone ainda teve tempo de diminuir o prejuízo. Em cobrança de escanteio, a bola passou por todo mundo dentro da área e Fa completou de carrinho para o gol.

Com esse resultado, o Corleone continua na lanterna do Grupo B, sem nenhum ponto ganho, mas vai em busca deles diante do líder XTJ. Já o Absolutos conseguiu sua segunda vitória na competição e tenta emabalar. Na 5ª rodada tem pela frente o Opalas.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA

SQS 3 x 5 Cabeça Rachada

CABEÇA RACHADA VENCE MAIS UMA E SEGUE LÍDER


Partida é equilibrada, mas SQS só consegue marcar no final e vê Cabeça e Basicus dispararem

Por Vinicius Bento

Duas equipes com força física e vontade. Era óbvio que o primeiro jogo da quadra 11 prometia. Logo no primeiro lance, a raça dos dois times ficou exposta. Luisinho puxou para a esquerda e viu em sua frente uma sequência de chutes que tomou conta daquele lado. Todos na bola, entretanto, um centímetro para o lado e alguém perderia a canela.

A primeira chance de gol saiu dos pés de Serjão. O grandalhão e camisa 9 dominou pelo meio e disparou com a típica canhotinha. A bola desviou na defesa e quase surpreendeu o arqueiro verde-limão. Por sorte, ele estava esperto e voltou para salvar o primeiro tento de preto. Mesmo assim, quem saiu na frente foi o Cabeça Rachada. Tché recebeu bola de escanteio e fuzilou com a perna esquerda. A redondinha pareceu ter desviado e morreu no cantinho. Minutos depois, ampliou o marcador. Novamente de perna canhota e no contrapé.

Serjão estava afim de jogo. Dentro da área ele soltou o cabeceio. “Gol”, gritou alguém do lado de fora. Ledo engano. A bola acertou a trave e voltou para o meio da área. Já na metade do primeiro tempo, um lance feio. Peu, camisa 19 do CR, foi driblado, um lindo chapéu, e enfiou a mão na bola. Na cobrança da falta a bola quase entrou: primeiro ela desviou na defesa e, no rebote, obrigou o arqueiro Salvador a operar um milagre.

O primeiro tempo já estava se aproximando da metade e os 2 x 0 que o placar mostrava não revelavam o equilíbrio dentro das quatro linhas. Ambas as equipes estavam se arriscando. Os marcadores também faziam bom jogo. Alemão orientava bem a defesa do SQS. Em jogada pelo meio, Pedrinho conduziu a bola e arriscou com força. Salvador defendeu e jogou ela para escanteio. Na sequência do lance ele foi atingido em cheio e caiu gritando. Pedrinho, do SQS, deu um tapa no adversário. Isso mesmo. Não foi um soco de mão cheia, mas ele acertou. Obviamente, cartão amarelo. Só isso, professor?

No lance seguinte os papeis se inverteram. Falta para o verde-limão e o velho aproveitamento de sempre. Luisinho partiu para a finalização, a bola passou por debaixo da barreira e morreu no fundo das redes. 3 x 0 sem choro nem vela. Na segunda metade, o mesmo início da primeira. Repetitivo, mas não custa reafirmar que, apesar do placar, a partida mantinha-se equilibrada. Alemão, o defensor que ia bem na primeira metade, começou a jogar um pouco mais avançado e buscar jogo. Mesmo assim, sem muito efeito.

Jacobi era outro atleta do SQS que estava com vontade. Corria bastante e se virava com o que podia no meio de campo. Ficava difícil jogar nessa posição, já que o time de preto não ficava 5 minutos sem tomar um canário da terra (o bom e velho cartão amarelo). Em linda jogada, cortando e passando pelos adversários, Tché chegou na área e rolou para o lado, onde Peu apareceu e só teve o trabalho de empurrar a redondinha para dentro. Depois do gol que o Deivid perdeu pelo Flamengo, não podemos falar que foi tão fácil assim.

Serjão conseguiu enfim marcar o primeiro para sua equipe. Em cobrança de penalidade máxima, o artilheiro do SQS partiu para a bola e, de perna esquerda, jogou o goleiro para o canto oposto. Segundos depois, Zeca, o dono da 4, levou pelo meio e, de perna direita, chutou no cantinho. Ainda teria o SQS uma chance de vencer essa partida?

Infelizmente não. O Cabeça Rachada usou a experiência, e a cabeça, para cozinhar o jogo e levar o 4 x 2 até o apito final.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

XTJ 4 x 2 Allianza Sagrada

XTJ VENCE E ASSUME A PONTA


Partida, marcada por confusão dentro de campo entre jogadores do próprio Allianza, é decidida por Douglas Ezequiel e Wesley, que levaram os xaropes à ponta do Grupo B

Por Mateus Barbedo

O XTJ venceu o Allianza Sagrado e assumiu a ponta pela primeira vez em sua história no Chuteira. O jogo foi bem equilibrado e disputado, com os dois times buscando o gol desde o começo, porém, o que fica da partida é o desentendimento no final entre os próprios jogadores do Alianza Sagrado, que se esmurraram e foram expulsos, facilitando ainda mais o serviço de Landim, Landim e cia.

O jogo começou disputado desde o primeiro minuto. Em escanteio perigoso, Lucas deu boa cabeçada, obrigando Kraudio a espalmar a bola para escanteio. No minuto seguinte, foi a vez do XTJ responder com finalização perigosa da intermediária de Rafael Lucas, que passou à esquerda do gol.

Aos 7 minutos, a rede balançou pela primeira vez . Wesley subiu mais que todo mundo e cabeceou para dentro da área. 1 x 0. Um minuto depois, o Allianza respondeu. Rods fez bom passe para Birulei (justamente os dois que sairiam na mão e seriam expulsos), que chutou forte à esquerda do goleiro. No lance seguinte, novamente Rods fez boa jogada, driblou dois marcadores e chutou rasteiro no canto para firme defesa de Kraudio.

O jogo seguia equilibrado, com muitas finalizações dos dois lados. Danilinho chutou firme de longe e obrigou o goleiro do XTJ a espalmar para escanteio. Aos 14 minutos, foi a vez de Felipe Silva cobrar falta perigosa que passou perto da trave. Pouco depois, Rods perdeu boa chance de dentro da área. A bola passar por cima da meta.

Porém, apenas aos 17 minutos, saiu o segundo gol do jogo. Rods recebeu dentro da área e finalizou com personalidade, empatando a disputa. A alegria do Allianza não durou muito porque o XTJ voltou à frente sem pestanejar. Wesley recebeu a bola perto da área, limpou dois marcadores e chutou com categoria da entrada da área. 2 x 1. O XTJ tratou de aproveitar o bom momento e ampliou em seguida. Nova e bela jogada de Wesley terminou com passe para Fefe que entrou pela diagonal e finalizou bem, tirando todas as chances de defesa do goleiro.

A segunda etapa começou com forte marcação do XTJ, que não deixava o Allianza finalizar. O ataque também se movia com bastante agilidade, dificultando a marcação adversária. Mesmo assim, aos 6 minutos, Birulei cobrou lateral na cabeça de Cesinha, que converteu. O gol fez a partida esquentar e, no minuto seguinte, Caio Landim, do XTJ, recebeu cartão azul por carrinho imprudente.

Era hora da pressão. Em boa finalização de rebote de Cesinha, Kraudio caiu e fez mais uma boa defesa. O XTJ respondeu com boa troca de passes entre Rafael Lucas e Douglas Ezequiel que acabou nas mãos do goleiro Geléia.

Travado, com muitas faltas, o Allianza martelava em busca do empate quando, aos 20 minutos da etapa complementar, ocorreu o fato lamentável. Ao ser substituído, Rods bateu boca com o técnico e em seguida com Birulei. Os dois jogadores trocaram socos e a confusão coneçou. Ao fim dela, ambos foram expulsos, assim como Flavito.

Depois disso, qualquer ânimo do Allianza tinha ficado para trás. Teve tempo de, n último minuto, Rafael Lucas acertar um belo chute e fechar em 4 x 2 a vitória do novo líder do Grupo B da Série Bronze.

Após essa rodada, o Xarope segue invicto e conquista seu décimo ponto em 12 disputados. O Allianza Sagrado continua na parte de cima da tabela, mas sofreu sua primeira derrota, e estacionou nos 9 pontos.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

Condor´s 2 x 1 DPGamos

CONDOR’S VIRA PRA CIMA DO DPGAMOS


Jogo equilibrado é decidido em detalhes e Condor’s aproveita melhor as chances de gol

Por Mateus Barbedo

O Condor’s venceu uma partida difícil contra o DPGamos graças a Guel, que comandou a virada e reabilitação anotando os dois gols da equipe. o TCM deve estar saudoso de seu melhor jogador na campanha rumo à Prata do semestre passado.

Desde os primeiros minutos as equipes partiram pra cima. Aos dois minutos, no primeiro ataque do jogo, saiu o gol. Fernando Dizotti fez bela tabela com Cleber Willian, que recebeu com liberdade dentro da área e marcou para o DP.

O Condor’s não pareceu sentir o gol e tentou dar a resposta logo na sequência, com chute de longa distância de Marin, que passou longe da meta. Aos 6 minutos, Richard limpou bem dois marcadores e chutou no meio do gol, para defesa em dois tempos de Zabala. Pouco depois, o mesmo Richard arriscou de fora, dessa vez com mais perigo, mas Zabala foi bem e colocou a bola para escanteio.

A resposta do Condor’s veio em seguida, em cabeçada perigosa que obrigou Dani Fischer, substituindo a Valentim, a ir buscar a bola no canto. A essa altura a partida era bem equilibrada e as equipes marcavam muito bem, dificultando a vida dos atacantes. Só aos 15 minutos saiu o segundo gol do jogo. Na cobrança de falta ensaiada, Guel recebeu a bola rolada e chutou colocado no canto direito.

Os times tinham dificuldades para finalizar, e as boas jogadas estavam ocorrendo com pouca frequência, o que justificava o empate. Aos 22 minutos, em bom ataque do DP, a bola sobrou na intermediária para Richard. Ele chutou bem, e com perigo, mas a bola passou por cima do gol. Um minuto mais tarde, Guel tentou responder com cobrança de falta perigosa, mas a bola subiu demais.

O segundo tempo começou com o Condor’s em busca da virada. O primeiro lance de perigo foi um forte chute de Guel de fora da área. A bola bateu no travessão e saiu caprichosamente pela linha de fundo. O DP sabia que não podia deixar o adversário gostar do jogo, e na sequência, Cleber Willian fez boa jogada, girou bem e chutou de fora da área no meio do gol para defesa em dois tempos de Zabala.

O Condor’s começou a buscar a virada e a chegar com bons lances no ataque. Aos 6 minutos, Peli chutou com veneno para dentro da área, mas nenhum jogador apareceu para desviar a bola para as redes. Porém, dois minutos depois, saiu o terceiro gol do jogo, o segundo do Condor’s. Guel cobrou falta forte e com efeito no meio do gol, a barreira abriu e o goleiro Fischer apenas olhou a bola entrar.

Richard tentou ainda empatar em finalização com o gol aberto, mas Marin deu um carrinho salvador e tirou a bola em cima da linha. Apesar desse lance de perigo, o Condor’s pareceu se empolgar após a virada. Bomba recuperou a bola no meio campo, carregou e chutou com consciência à direita do goleiro, mas a bola foi para fora. Pouco tempo depois, Guel roubou a bola no meio e deu mais um chute perigoso, que passou por cima do gol.

O DP tinha diminuído o ritmo, mas mostrava que ainda estava vivo no jogo, apesar das melhores chances pertencerem ao Condor’s. Faltando 2 minutos para o fim, o DP ainda teve um jogador expulso para dificultar sua reação no jogo. João Corazza e Gugu receberam cartão amarelo por se desentenderem dentro da área, mas João reclamou tanto com o árbitro que, mesmo já estando fora de campo, recebeu um vermelho. Mais um para sua coleção.

Com esse resultado o DP caiu para a oitava posição, com 4 pontos ganhos. A equipe tentará subir na tabela contra o Alianza Sagrado. O Condor’s chegou à quarta colocação e tem o Pé de Pano pela frente.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA

Basicus 5 x 1 Invictus

BASICUS GOLEIA LANTERNA E SEGUE LÍDER


Invictus, mesmo reforçado, não foi páreo para os rosas, que com um 3 x 0 no primeiro tempo mataram o jogo e os ânimos do adversário

Por Vinicius Bento

O carrossel rosado veio como um trator para o jogo contra o Invictus. Lotados dos pés à cabeça, Puff e companhia não deram chances para a equipe de Ragazzo e Brunão. Tudo começou com um lindo petardo de longa distância. Hiro dominou no meio de campo, jogou no pivô, passou por Ragazzo e levantou a cabeça. Com o bico da chuteira ele achou o cantinho do gol de João Lucas. Sem chances de defesa. Era o primeiro tento.

Em desvantagem no placar, Ragazzo tentou tabelar. Primeiro ele jogou para Vinicius Rocha que chutou por cima. Depois rolou para Bento que obrigou Rolland a segurar a redondinha. No mais, nada de espetacular.

Era tarde de Hiro. Se a situação já estava complicada para os azuis, ficou pior quando o pequenino aproveitou e, pela direita, após a bola cruzar toda a área em cobrança de escanteio, ele amaciou a redonda no campo e soltou o pé. Bola cruzada no fundo da rede. 2 x 0 e cheiro de goleada se formando, ainda mais pelo abatimento na equipe invicta.

Para o Invictus, o ano não anda nada bem, a contar os resultados negativos acumulados. Assim, o que se viu até o momento é, não importa quanto o time mude e traga novos jogadores, lá na frente o ataque não funciona. Contra o Basicus menos ainda. Guilherme Rezende e Martins entraram e ainda conseguiram algumas finalizações, mas nenhuma delas realmente exigiu de Roland. A melhor chance azul aconteceu num lance bizarro da equipe rosa, já no final da primeira etapa. Depois de cobrança de escanteio, a defesa desviou e jogou contra o patrimônio. Bola na trave e único susto real contra a meta do Basicus.

Para fechar bem o primeiro tempo, o Basicus fez mais um, desta vez em falha da defesa adversária. O estreante Martins foi sair jogando atrás, mas perdeu a bola. Kinho dominou, aplicou um chapéu no adversário, completou com categoria e arrematou no canto. 3 x 0 e fim de primeiro tempo.

A segunda etapa começou e era a hora da reação azul. Com 3 derrotas, mais uma seria complicar qualquer demais as chances de classificação. se havia esperança, ela se foi de novo pelos pés de Kinho, que recebeu cabeceio do meio de campo, virou e de perna canhota enfiou o quarto gol na partida.

Com 4 x 0, o Basicus não forçou mais e deixou que o Invictus jogasse. E o time até esboçou uma reação quando Rocha avançou pela esquerda como um tratou e fuzilou rasteiro, vencendo Roland. 4 x 1.

Porém, dali para frente a partida esfriou. O Basicus só vinha na boa em contra-ataque, enquanto o Invictus tropeçava em suas próprias pernas. João Lucas salvou algumas bolas de lá, outras de cá, enquanto Roland de vez em quando segurava a redondinha. O jogo ficou travado no meio de campo, o que foi uma maneira inteligente de segurar o jogo. Puff, como sempre, mantinha a bola no pé dos rosas.

No final da partida, confusão. Guilherme e Bolas se desentenderam, trocaram algumas farpas, mas nada demais. Já chegando aos 25, o Invictus avcançou praticamente todo, só com Lucas atrás, e o resultado foi uma 3 x 1 fatal. Lucas Barbosa deixou o dele e liquidou a fatura para o líder do grupo ao lado do Cabeça Rachada com 4 vitórias em 4 jogos.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 4ª RODADA

Camelo 9 x 4 Laranja Mecânica

CAMELO DESENCANTA E DERRUBA LARANJAS


Hugo ofusca Thira e time de Henrique passa como um trator por cima do Laranja Mecânica

Por Vinicius Bento

Hugo seria o nome da partida. Dando o lead, o camisa nove foi decisivo durante os 50 minutos. Mas não no início, pois o Laranja Mecânica veio como um rolo compressor. Thira queria jogo. Na primeira chance, deixou o companheiro na cara do gol, obrigando Henrique Soares a se esticar todo.

O primeiro tento da partida saiu dos pés de Buchalla. Quem disse que a equipe é formada apenas por Thira? Depois de uma finalização da direita, Henrique Soares jogou para o meio e, com um arremate de voleio, Buchalla jogou a bola nas redes.

Não demorou muito e Thira começou a mostrar por que é uma das revelações do torneio. Primeiro, ele fez um golaço: pegou na esquerda, bateu com precisão cirúrgica e aumentou o marcador. Se isso não fosse o bastante, menos de três minutos depois alçou a bola para a área encontrando Daniel, que só teve o trabalho de empurrar ela para dentro. Até aquele instante só havíamos visto o Laranja Mecânica. Era jogada de cá, jogada de lá e muito sufoco na defesa do Camelo. Era preciso fazer algo. E, obviamente, a responsabilidade caiu em cima do camisa 10. Jaka, pela direita, fez questão de diminuir.

Após o 3 x 1 o Camelo começou a equilibrar mais a partida. Defensivamente, principalmente. Não se sabe se foi por causa da entrada de Henrique ou a saída de Thira. Lá na frente Pedro Henrique aproximou o placar. Hugo fez linda jogada pela ponta direita e jogou a bola para trás. Pedro Henrique estava lá. Ele olhou, bateu e saiu para o abraço. Era o começo do show do camisa 9.

Depois de 15 minutos o Camelo já não era o mesmo que havia entrado em campo. Muito mais ofensivo e, com certeza, muito mais seguro, “os cordundas” chegaram ao empate. Cabê viu a bola cruzar toda a área e cair aliviada em seus pés. As alas do Laranja Mecânica são infernais. Em uma das boas jogadas da equipe, Vitor pegou pela esquerda, passou pelo defensor e rolou para trás. Bola salva antes da finalização do 9 concorrente. A partida insistia em ficar empatada.

A primeira etapa terminou, e a segunda começou parelha. Nada de grandes jogadas e nem perigo ao gol. Era preciso algo de diferente. E saiu dos pés de Cainho. O camisa 8 do Camelo virou a partida com uma pancada de direita, por aquele lado do campo. O Laranja Mecânica, que começou tão bem, estava rendido. Seria um vexame. Thira estava alerta e queria mudar isso. Pela esquerda ele empatou o jogo. Um show de reviravoltas. O pequeno Nakamura só não contava com um tento relâmpago do Camelo...

Hugo, aquele que fez a linda jogada na primeira etapa, queria marcar o dele. Pela direita, ele pegou a bola no alto e caprichou na finalização, bola no limite do canto esquerdo. 5 x 4, e partida completamente aberta. Quem fizesse o próximo talvez disparasse e, assim, mataria o jogo. Ou golearia o adversário. Cauã era a bola da vez. O camisa 5 do Camelo recebeu no meio da área e finalizou com precisão. As jogadas pelas pontas estavam funcionando perfeitamente. Se isso não fosse o bastante, Jaka meteu mais um e abriu três gols de diferença. Finalmente o Camelo parecia ter selado a porta do caixão.

Cabê e Hugo estavam diabólicos. Depois de linda tabela entre os dois, Cabê usou a cabeça e colocou a bola no gol, por cobertura. Uma verdadeira pintura. A partida, que começou com ares de goleada para o Laranja, terminaria com um verdadeiro massacre dos branco e vermelho.

Antes do término Hugo ainda faria um golaço. Da esquerda, e com muito espaço, o centroavante pegou de canhota e jogou na gaveta. O gol parou a preleção do Irado’s, de tão bonito que foi. Não tivemos nem chance para reação: a goleada estava decretada e não teve choro.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

Coringa 2 x 5 Os Mostarda

MOSTARDA JOGA BEM E QUEBRA INVENCIBILIDADE DO CORINGA


Cadú e Polito fazem ótima partida e comandam vitória convincente dos mostardenses, tirando o time de Mauricio da liderança

Por Mateus Barbedo

O Os Mostarda enfrentou o Coringa pela 4ª rodada do Chuteira de Bronze, em partida válida pelo grupo B. O duelo começou equilibrado, mas, aos poucos, o Mostarda foi se soltando e conseguiu impor sua superioridade, contando com excelentes atuações do camisa 10 Cadú e do goleiro Polito, o queridinho da imprensa, que fez ótimas defesas durante a partida.

Logo no primeiro minuto o Coringa chegou bem ao ataque com chute perigoso de Ratão. A bola pingou na frente de Polito, que defendeu em dois tempos. O time mostarda também começou ligado: Flavinho finalizou contra o gol adversário, mas, desequilibrado, não pegou na bola como gostaria. Aos 3 minutos, Polito foi obrigado a fazer sua primeira boa defesa em um chute à queima-roupa. O jogo era lá e cá e, no lance seguinte, Cadú abriu o marcador: o camisa 10 recebeu um belo passe e, com espaço, teve toda a categoria necessária para chutar do lado esquerdo do goleiro e balançar as redes.

O segundo gol saiu após outra boa jogada de Cadú, que fez um cruzamento rasteiro na medida pela esquerda e Tatá só teve o trabalho de dar um toquinho e sair para comemorar.

O Mostarda começava a gostar do jogo e a descer bastante para o ataque. Com 7 minutos, Tatá recebeu a bola e chutou de fora da área, mas o tiro passou à direita do gol. Careca tentou responder em ótima finalização, mas Polito fez mais uma bela defesa.

Mesmo com a superioridade do adversário, o Coringa conseguiu diminuir o prejuízo. Aos 11 minutos, Juninho saiu jogando mal e perdeu a bola para Rafinha, que rolou para Ratão marcar.

O ritmo diminuiu nos últimos minutos da primeira etapa, e apenas aos 20 saiu o quarto gol. Dan veio carregando a bola com rapidez e entrou na área adversária; com a cabeça levantada, deu um bom passe para Tatá marcar mais um e ampliar. 3 x 1 para o Os Mostarda.

Ainda no primeiro tempo, Polito teve que trabalhar em duas oportunidades para garantir a vantagem. Na primeira defesa, Rafinha fez bem a função de pivô e tocou para Ratão finalizar, obrigando Polito a espalmar a bola para escanteio. Na sequência, Rafinha deu forte chute de fora da área e, mais uma vez, Polito espalmou, afastando o perigo.

A segunda etapa também começou bem movimentada. Precisando buscar o resultado, o Coringa já partiu logo para o ataque em finalização de fora da área de Ratão, mas a bola subiu demais. O adversário também não queria saber de diminuir o ritmo e, em saída de bola errada do Coringa, Cadú finalizou com perigo à esquerda do goleiro. E foi em outra saída equivocada do Coringa que o quarto gol mostarda saiu. Ratão errou o passe, Cadú dominou a bola e chutou com categoria, tirando do goleiro João Ribeiro.

Aos 9 minutos, Farias recebeu a bola com espaço, ajeitou e bateu ao gol. Nova defesa de Polito. Só que no lance seguinte, Polito nada pôde fazer: Wendell recebeu dentro da área e finalizou com força no canto.

O Coringa não havia desistido de buscar o resultado, mas, quando conseguia chutar a gol, parava na boa atuação de Polito. Até que, aos 20 minutos da etapa complementar, Bruninho cobrou escanteio na cabeça de Bedicks. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar, fechando o marcador em 5 x 2.

Após essa rodada, o Coringa ficou em segundo lugar no Grupo B e conheceu sua primeira derrota. Tenta a reabilitação diante do Inflação. Já o Os Mostarda se encontra na 9ª colocação, com quatro pontos, mas respirando. O próximo jogo será contra o Elite.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

Irados 4 x 3 Futsampa

ALAN PARA ATAQUE DO FUTSAMPA E GARANTE VITÓRIA AO IRADO’S


Time de Pima não joga mal, mas atuações de Dani Jales, Özil e Murilo – além do ‘monstro’ Alan - garantem o placar

Por Vinicius Bento

“É uma partida decisiva para nós. Precisamos ganhar”, foram as palavras de Daniel Jales, capitão irado antes do jogo. Além de, é claro, óbvias, pois toda equipe precisa vencer, elas indicavam uma certa pressão pré-jogo.

Quando a bola rolou tivemos igualdade inicial. Bola lá e cá. A primeira chance de ataque apareceu para o Irado’s. Dani Jales, aquele da declaração, pegou na linha de fundo e foi arremessado no chão. Falta. Na sequência, ele rolou para Murilo que jogou para trás. A jogada não saiu disso.

Se de um lado a falta não deu em nada, do outro muito menos. Júlio Cesar tentou o arremate pelo lado vermelho e jogou a bola na defesa. Quem estava a cinco quilômetros de distância ouviu o professor Weinny gritar para “não abrir”. Na sequência, Elder confundiu os esportes. Na entrada da área o camisa 7 meteu a mão na bola. Foi quase uma cortada. Cartão amarelo para ele. No arremate, Alan, sempre ele, salvou o Irado´s com uma bela defesa. Não é de hoje que o arqueiro iradiano merece todo o destaque.

Alan continuava sendo o nome do jogo. O Futsampa ia tramando, tecendo, e esperando a brecha. De longe, Riqueto soltou o petardo e obrigou Alan a sujar o calção. Bola nas mãos dele, na trave e muito sufoco. Talvez Paulo Gama, esperança do Irado´s, devesse buscar um pouco mais o jogo. As bolas paradas eram as melhores chances. Pisano, pela ponta esquerda, arriscou o chute direto, a bola cruzou a área e esperou o desvio para dentro. Nada.

De uma hora para a outra o Irado’s despertou de maneira monstruosa. Primeiro, Paulo Gama roubou a bola, tocou para Will, de novo em Paulo Gama e, por último, em Dani Jales. O Sr. Interior bateu com categoria e jogou a redonda nas redes. Na sequência, outra oportunidade. Dani Jales saiu na cara do goleiro, tentou de cobertura e, no rebote, arrematou ao gol. Em cima da linha, Negão, camisa 10 do Futsampa enfiou a mão na bola. Pênalti e amarelo para ele, com muita reclamação e piti do técnico Weinny. Na cobrança, Özil colocou o goleiro para um lado e a bola do outro.

Não demorou muito para o término da primeira etapa e o início da segunda. Para o Futsampa a bola parecia não querer entrar. O time voltou do intervalo fazendo uma pressão monstruosa. Alan foi o verdadeiro salvador. Durante esse período ele foi resgatar chutes onde poucos arqueiros conseguiriam. Com o passar do tempo o jogo foi passando a ser um verdadeiro ataque contra defesa. O que vinha Alan ia salvando. Até mesmo sem querer. Não importava o quanto Danilo e Pina tentassem. Murilo e Elder iam fazendo grande jogo. E se isso não bastasse, na base do contra-ataque, Murilo pegou pelo meio e finalizou no canto, anotando 3 x 0.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Quase aos quinze minutos, o primeiro gol do Futsampa: Guti arrematou na trave e, no rebote, já com Alan no chão, jogou para dentro. Na sequência, confusão: Murilo se desentendeu com Vitinho. Amarelo para os dois. Como desgraça pouca é bobagem, em cobrança de falta Özil fechou a porta do caixão ao mandar a bola pelo meio da barreira, que abriu e matou o goleiro. Segundos depois, ele sentiu o ombro (o mesmo da velha contusão) e ficou no chão.

Pima não queria dar o jogo por perdido. Depois de cobrança de lateral ele apareceu livre e botou a bola para dentro. Ainda existia alguma chance? Júlio Cesar achava que sim. O camisa 9 subiu no terceiro andar, ganhou de Alan e tirou a diferença para um. Weinny provavelmente imaginou que o Futsampa chegaria. Em chilique digno de Jorge Lafond, ele discutiu com o árbitro e foi expulso. “Você é muito ruim”, esbraveja ele, enquanto aplaudia na cara do mesmo. “Bicha, não”, diria o folclórico humorista.

Contrariando as expectativas de uma derrota iradiana, o árbitro deu a partida por encerrada, para delírio dos jogadores do Irado´s, que não sabiam o que era vencer há muito tempo. Alan, que completou 50 jogos pelo time, foi saudado sendo atirado para o alto. Em seguida, gritos de “conseguimos, conseguimos” e muita, mas muita, festa. Mais parecia uma vitória em Copa do Mundo. Para o Irado´s, na situação em que se encontrava, deve ter sido mesmo.

Após esse grande jogo da equipe de branco, o time encara o Derrubada sem seu técnico. Já o Futsampa tem o Laranja Mecânica para tentar se recuperar da zebra.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

Inflação 5 x 2 Pé de Pano

COM SEGUNDO TEMPO ARRASADOR, INFLAÇÃO GOLEIA PÉ DE PANO


Jogo, que começou com poucas chances de gol, teve segundo tempo emocionante

Por Mateus Barbedo

No último jogo da tarde pelo Grupo B da Bronze, o Inflação venceu o Pé de Pano por 5 x 2. Os destaques foram Altimar e Preto, que comandaram uma vitória que pareceu tranquila, mas não foi. O jogo foi bem disputado na primeira etapa, com as equipes se estudando bastante e com apenas um gol para cada lado. No segundo tempo, a partida estava tomando o mesmo rumo, até que saíram quatro gols praticamente seguidos, que definiram o placar em favor do Inflação.

O jogo começou com os zagueiros marcando forte nos dois times. Os espaços para os ataques realizarem troca de passes eram curtos, e os times não conseguiam finalizar em gol. Apenas aos 6 minutos aconteceu a primeira boa descida ao ataque. Altimar teve espaço e finalizou bem do lado direito do ataque, mas Bruninho fez boa defesa e colocou a bola para escanteio. Aos 8, Alexandre Beck fez bela jogada e deu um bom chute, mas a bola bateu na trave direita do gol e se foi pela linha de fundo.

O Inflação conseguia chegar com perigo. Bocão finalizou e Bruninho saiu bem para fazer boa defesa, porém, sem segurar a bola. Teve um bate-rebate dentro da área, mas o zagueiro do Pé de Pano conseguiu afastar. Logo depois, Renatinho girou bem sobre o marcador e chutou desequilibrado. Sandrinho espalmou e, no rebote, Preto perdeu uma bela chance de abrir o marcador para o Inflação.

Aos 14 minutos, novamente o Inflação no ataque. Após o time sair trocando passes com categoria, Preto chutou tirando do goleiro, mas Leonardo Netto estava bem colocado e conseguiu tirar a bola em cima da linha.

O primeiro gol estava amadurecendo, tanto que saiu no lance seguinte. Renatinho fez um cruzamento fechado para a área, Vitão desviou a bola e matou o goleiro Bruninho, que nada pôde fazer. O inflação saía na frente e começava a gostar do jogo. Continuou em cima e teve chances com Thiago Dentão, Preto e Bocão, mas Bruninho, atento e bem colocado no gol, evitou que o adversário ampliasse a vantagem. Até que, aos 22 minutos, o Pé conseguiu balançar as redes. Peba fez ótimo cruzamento rasteiro para dentro da área, a bola chegou do outro lado a Caio Haick, que empatou.

Na etapa complementar, o Inflação mostrou que não queria sair com o empate e foi com tudo para cima do adversário. Nos primeiros 7 minutos, o time teve boas chances de desempatar. André Silva, de cabeça, e Preto e e Passarinho tentaram, mas o goleiro Bruninho foi obrigado a trabalhar bem e a espalmar bolas difíceis para evitar o gol.

No entanto, a pressão era forte e, aos 8 minutos, Passarinho se antecipou ao goleiro - em cobrança de escanteio - e chutou para marcar o segundo. Este era o primeiro gol de uma sequência que estava por vir que definiria o jogo. Com 11 jogados da segunda etapa, em lance de lateral, Altimar fez um bonito giro e chutou forte no canto direito de Bruninho para ampliar a vantagem. Segundos mais tarde, Eloi acertou um bonito voleio em levantamento feito para área e marcou. Para completar a sequência fulminante, a bola foi levantada para dentro da área, passou por todo mundo e Bocão completou para as redes, marcando o quinto gol do Inflação.

Em cinco minutos o Pé de Pano sofreu 4 gols e viu as chances da vitória escapar. A equipe ainda marcou mais um gol para diminuir o prejuízo. Na cobrança de falta ensaiada, a bola foi rolada para Rafinha chutar e marcar um golaço, só que já era tarde.

O Inflação ainda teve boas oportunidades para ampliar a vantagem nos minutos finais, mas a boa atuação de Bruninho não permitiu que a goleada fosse ainda maior. Com a vitória, o Inflação foi para a sétima colocação, com seis pontos ganhos, e enfrentará o Coringa na próxima rodada. O Pé de Pano estacionou nos dois pontos e segue sem vencer. O Pé de Pano terá o Condor’s pela frente.

IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 4ª RODADA

TMV 6 x 3 Roleta Russa Clássico

SEM GOLEIRO, ROLETA É GOLEADO POR TOQUE ME VOY


Goleiro improvisado e as boas atuações de Yuri e Renê, além do goleiro Maicon, foram fatores decisivos para nova derrota do Roleta. Toque vence outra e continua subindo

Por Vinicius Bento

No primeiro lance do jogo: 1 x 0. Cobrança de lateral e Renê foi no terceiro andar. Sem chances para o goleiro. Estava aberta a contagem. E agora, professor Ricardinho, o que fazer?

Giu respondeu: empatar a partida. De primeira ele usou a canhotinha e soltou a paulada, sem a menor chance de defesa para o arqueiro rival. Tudo empatado, e em menos de 5 minutos de jogo.

Aparentemente o RR Clássico estava em ampla desvantagem. O goleiro Machado não apareceu e sobrou para Cabelo a ingrata tarefa de receber boladas. Ficou difícil para o pequenino. Fagner, camisa 10 do Toque me Voy, acertou uma bicicleta no meio da área e depois de um desvio no meio no caminho a bola enganou o “goleiro”. Se isso não fosse o bastante, Desenho acertou um chute de rara beleza e ampliou o marcador para 3 x 1.

Infelizmente tudo indicava para uma goleada colossal do TMV. Nem dez minutos de jogo e o marcador já apontava 4. Dessa vez foi Sérgio Gomes que anotou. Após receber belo passe, ele dominou sozinho, de frente para o gol, rolou a bola e só teve o trabalho de empurrar para dentro.

O RR precisava reagir. Brunão, craque da equipe de branco, tentou fazer algo diferente. Era preciso. Dentro da área ele tentou um belo voleio, obrigando o arqueiro Maicon a fazer uma linda defesa. Aparentemente o problema do RR era a defesa e não o ataque.

Na metade do primeiro tempo tivemos um momento de domínio do Roleta. Era bola nos pés de Affelay e Brunão. A dupla de frente era a esperança de mudar o panorama. O Bebeto e Romário do time do Baru. E por onde andaria Baru?

Se o começo do Roleta foi deprimente, o final do primeiro tempo mostrou esperança. Atacando mais e fazendo o arqueiro Maicon se desdobrar, o segundo tempo prometia mais uma grande etapa.

A primeira chance apareceu com Yuri. O sósia de Celso, do Irado´s, partiu da esquerda para o meio e resolveu arriscar a pancada. O chute saiu forte e rente a trave esquerda de Cabelo. Será que a sorte havia mudado de lado? Infelizmente não. O mesmo Yuri aproveitou bola de escanteio, passou correndo em direção à primeira trave e desviou a redondinha em direção ao gol. Por casualidade do destino, ela foi no ângulo. Provavelmente nem Machado seria capaz de defender essa. Talvez nem Machado e Cabelo juntos pegariam aquela bola.

Em jogada ensaiada, o Roleta quase diminuiu. Fifo recebeu bola rolada e tentou o arremate. Sob as vaias de Danilo Gomes, ele acertou a trave. O eco foi ouvido do lado de fora. Cinco minutos depois foi a vez de Leandro diminuir. Dentro da área ele levantou a cabeça e escolheu o canto a bater. 5 x 2.

Obviamente o TMV não queria ver o outro time se aproximando. Yuri invadiu a área e obrigou Cabelo a fazer sua única grande defesa na partida. Para esquentar e botar ânimo no jogo, Afellay fez um dos gols mais bonitos da tarde. De perna esquerda ele pegou de primeira, um verdadeiro “pombo sem asas”, e jogou a bola no alto. Ela bateu no travessão e caiu dentro da rede. Dois gols de diferença e Danilo Gomes ia à loucura do lado de fora.

Como no jogo anterior, acordar no final da partida não foi o bastante para virar. O início avassalador do TMV promoveu gordura para o resto do jogo. Se isso não bastasse, Renê, aquele que fez o primeiro gol, fez o último, fechou a conta e passou a régua.

O Toque segue sonhando com a vaga direta na Prata e tem boas chances diante do líder Cabeça Rachada. Jogo de 6 pontos. Já o Roleta, sem pontuar após 4 partidas, tenta a sorte no jogo de abertura do grupo contra o Só Quem Sabe.
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