BASICUS MANTÉM SÉRIE DE VITÓRIAS AO VENCER IRADO’S
Com grandes atuações de Bolas e Puff, a ‘Fênix’ abriu vantagem de três gols e, na etapa final, apenas administrou o jogo
Por Bruno Viotti
Basicus e Irado’s entraram em quadra apresentando situações distintas na tabela de classificação. Enquanto os rosados brigavam pela liderança, o Irado’s tinha apenas um ponto e ainda buscava a primeira vitória. Assim, com a velocidade de Puff e Hiro, o Basicus ofereceu grandes preocupações para o sistema defensivo do adversário, que não conseguia acertar a marcação e acabou perdendo o controle do jogo.
O Basicus entrou em campo com Puff e Kinho na frente, Hiro e Amorim mais avançados no meio-campo para apoiar o setor ofensivo. Já Juninho ficava mais recuado e auxiliava Bolas, quando preciso, na defesa. Com relação ao Irado’s, Dani Jales, mais uma vez, era o principal nome da defesa. Rafa, Starck e Celso certamente formavam as funções de um esquema ofensivo, que ainda tinha Pisano e Murilo pelo meio. Sem Will, essa foi a formação do Irado’s.
O jogo começou equilibrado. As chances apareciam dos dois lados. A primeira aconteceu para o Irado’s. Após cobrança de lateral, Starck subiu sozinho na segunda trave e mandou por cima. Depois, o Basicus respondeu com cruzamento de Amorim e finalização de Bolas, mas o zagueiro também errou o alvo. Puff utilizava sua velocidade para infernizar a vida dos marcadores adversários, que encontravam dificuldade para marcar o camisa 23. O primeiro tento do Basicus saiu justamente dos pés dele. Puff desarmou o adversário no meio, caiu pela esquerda e ficou de frente com o goleiro, mas tocou para o lado e achou Kinho livre, que chutou para abrir o placar aos 7 minutos.
Enquanto o Irado’s tentava assimilar o golpe, o Basicus não quis dar chances para o azar. Dois minutos depois, Puff tocou para Bolas no meio, o camisa 22 avançou pela direita e chutou cruzado. A bola quicou e morreu no canto esquerdo de Alan. Era o segundo. Sem sucesso na defesa, o Irado’s tentou explorar o setor ofensivo. Todavia, encontrava dificuldade para encaixar o último passe, graças à boa marcação do Basicus. Em dois bons lances do Irado’s, Özil correu pela esquerda e driblou o marcador, mas Bolas apareceu e deu um carrinho para aliviar a jogada. Depois, cobrança de falta pela esquerda, Murilo chutou forte, mas a bola saiu à direita.
O problema de entrar com um time tão ofensivo era que o Basicus conseguia armar contra-ataques fatais, principalmente com as trocas de passes entre Puff e Kinho, que confundia a marcação do Irado’s. Assim, confuso, o time apresentava uma tendência a ficar compacto e fechar o meio, mas deixava espaços abertos nas laterais. No final do primeiro tempo, Özil avançou pela esquerda e bateu cruzado para fora. Já o Basicus foi feliz e, após troca de passes, Lucas Barbosa recebeu livre na área, tirou do goleiro e marcou o terceiro, aos 22 minutos.
Já na segunda etapa, o Irado’s aparentava nervosismo, principalmente entre Alan e os marcadores. Todavia, o time de Dani Jales voltou com uma postura em campo mais consistente e passou alguns bons minutos no ataque, mas não conseguiu converter o volume de jogo em gols. Enquanto isso, o Basicus continuava a apostar nos contra-ataques puxados por Hiro. Em um dos primeiros lances ofensivos do time, Allex apareceu livre na direita e aproveitou bom passe, bateu cruzado e marcou o quarto. Depois, em belo passe dominado por Bocha, o camisa 5 chutou rasteiro para grande defesa de Alan, que realizou uma grande partida, com defesas incríveis. Já o Irado’s chegou bem pela direita com Murilo. O camisa 13 avançou pela lateral e chutou forte, mas Rolland, outro que fez grande partida, caiu e segurou.
O jogo se desenrolava com um ritmo mais fraco se comparado com o do primeiro tempo. Para o Basicus, tudo bem. Todavia, o resultado não era bom para o Irado’s, que quase diminuiu com Celso ao chutar cruzado, mas Pirulito tirou, praticamente, em cima da linha. Já na parte final do jogo, o Basicus não apresentava facilidade para tocar a bola. Parecia que, finalmente, o Irado’s tinha acertado a sua defesa. Assim, ao melhorar sua atuação, o time chegou, enfim, ao seu gol: Rafa avançou pela direita e rolou para o meio, Celso dominou e chutou rasteiro, mas a bola desviou no meio do caminho e enganou Rolland, aos 21 minutos, colocando um ponto final na partida.
Com a vitória, o Basius aumenta a série invicta para três vitórias, e tenta mantê-la no próximo sábado contra o Invictus. Já o Irado’s deve ligar o sinal de alerta. Com apenas um ponto em nove disputados, o fantasma da temporada anterior já assombra o time. Na próxima rodada, o desafio é contra o Futsampa.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Allianza Sagrado 5 x 3 Os Mostarda
ALLIANZA SOFRE, MAS VENCE MOSTARDA E MANTÉM OS 100%
Time de Gabri bem que se esforçou, mas não resistiu ao conjunto – e ao maior número de jogadores para revezar – do Allianza, que lidera o Grupo B ao lado do Coringa
Por Douglas Almasi Santos
O Allianza Sagrado não teve moleza contra o desfalcado Os Mostarda. O time de Cesinha encontrou forte resistência do adversário e levou alguns sustos no transcorrer do jogo. Mesmo assim, valeu-se das boas jogadas de Birulei e Rafa Storch – além de um banco de reservas recheado de jogadores – para alcançar a terceira vitória consecutiva. Continua com 100% de aproveitamento no certame, dividindo a liderança com o Coringa – mas perde no saldo de gols para a equipe que voltou recentemente da Prata. Já os mostardenses, mesmo vendendo caro a derrota, amargam a penúltima colocação na chave.
Não contando com alguns de seus principais jogadores, entre eles o arqueiro Polito (que se preparava para casar no fim daquela tarde, daí tantos desfalques) e o capitão Cadú, o Mostarda ainda sofreu no início com a falta de um jogador de linha. Como o prazo para a bola rolar estava expirando, os valentes amarelos foram à luta do jeito que podiam. E surpreenderam, atacando o Allianza sem temer.
O princípio da partida teve muita marcação, sem os goleiros serem exigidos. Neste ínterim, chegaram mais dois jogadores para a alegria mostardense. Passados quase 5 minutos de peleja, houve o primeiro bom ataque: Tatá recebeu bom passe na direita, girou o corpo e chutou rasteiro, mas o guarda-metas do Allianza, Mussolino, estava atento, no centro da meta, para fazer a defesa. Em seguida, o Allianza chegou com perigo, quando Belão (um dos atrasados) perdeu a bola na zaga para Cesinha que, livre, teve a grande chance de inaugurar o placar, mas Stefan salvou o Mostarda, travando o chute do camisa 10.
Mesmo com o número de jogadores igualado, o Allianza passou a dominar as ações no meio de quadra. E não demorou a marcar. Birulei recebeu na intermediária, girou o corpo e encheu o pé no ângulo direito, mas Dan – lembrando Polito – fez espetacular defesa, jogando para escanteio. Mas, na cobrança, o golpe mortal: a zaga do Mostarda afastou o perigo, mas, na hora de partir para o contra-ataque, perdeu a bola, que sobrou limpa para Rods inaugurar o marcador. Em seguida, Dan salvaria o Mostarda, defendendo chute perigoso de Birulei.
Depois de um bom tempo, os mostardenses resolveram arriscar: ótima triangulação entre Stefan, Tatá e o passe para Biel na esquerda, mas Mussolino saiu de forma arrojada e salvou o Allianza. Em seguida, Alê Mendonça fez jogada de craque: rompeu de sua defesa ao campo de ataque driblando os enfileirados jogadores do Mostarda, fez excelente passe para Birulei na direita, mas Dan saiu na hora certa de sua meta para salvar com os pés. Mas, em seguida, o goleiro não contou com a falha de Stefan, que perdeu a bola para Rafa Storch, que só rolou para Birulei empurrar para as redes: 2 x 0. Antes do intervalo, Fernandinho arriscou da entrada da área, mas Dan espalmou, salvando o terceiro tento contrário.
O jogo na primeira etapa foi mais para o Allianza. Porém, quem achava que seria um massacre, viu uma partida emocionante. O Allianza deu o pontapé inicial da etapa derradeira arriscando um chute forte, após saída para trás. Na volta da bola, Belão a roubou do zagueiro, avançou, até rolar na esquerda para Rodrigo chutar. Mussolino ainda tentou, mas não segurou o primeiro gol mostardense. E, depois de um ataque sem sucesso do adversário, o time de Biel chegou ao empate: lançamento da defesa acionando Stefan na ponta direita, o camisa 12 bateu para o meio com força, e Rodrigo apenas desviou, marcando seu segundo tento.
A galera do Condor´s, esperando sua partida, não acreditou no poder de reação do Mostarda, e na ‘caxola’ do repórter. A resposta dos ‘sagrados’ foi com Cesinha, que carimbou a trave direita de Dan. Em seguida, Stefan levou cartão amarelo, e complicou a vida do Mostarda. Com um jogador a mais, Alê Mendonça, livre, arriscou da intermediária, a bola bateu no travessão, pingou no chão e, no rebote, Birulei cabeceou, a bola ainda bateu no zagueiro e entrou.
O Allianza ampliou: ainda com um jogador a mais, Birulei chutou forte, rasteiro, da intermediária, e Cesinha apenas desviou para o fundo do gol. Mesmo com dois tentos a menos, os mostardenses não desistiam: Stefan cobrou falta de seu campo com muito perigo, e Mussolino teve de se esticar para colocar a escanteio; na cobrança, o mesmo Stefan apareceu para testar firme e diminuir.
A partir daí, a pressão do Mostarda foi intensa visando o tento de empate. Mesmo assim, o Allianza era perigoso nos contra-ataques. Em um deles, Rafa Storch arriscou forte chute, mas Dan espalmou. Na sequência, Birulei recebeu na entrada da área e soltou o pé para nova defesa de Dan. Falta para o Mostarda, Stefan tentou acertar o ângulo esquerdo de Mussolino, mas a bola foi para fora com perigo. A posse de bola era toda do Mostarda, mas os ‘sagrados’ tinham o contra-ataque ao seu dispor. Além disso, o adversário abusou das faltas e, no tiro de 9 metros, Alê Mendonça decretou números finais à partida: vitória do Allianza por 5 x 3.
Dan, que teve a responsabilidade de assumir a meta sempre defendida por Polito, disse que “foi difícil, e de uma grande responsabilidade” substituir o folclórico goleiro: “Tentei fazer o meu”, disse o arqueiro. Já o técnico dos ‘sagrados’, Mauricio Mirim, enalteceu os jogadores do seu time. “O sucesso é a união do grupo. São amigos que se gostam, e gostam do que faz. Com um banco de reservas, estamos conseguindo equilibrar entre defesa, meio e ataque. Por isso o sucesso atual do time”, falou o técnico.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA
TNT 2 x 1 Roleta Russa Clássico
TNT VENCE ROLETA CLÁSSICO EM JOGO DISPUTADO
Chicão fecha o gol e garante a vitória de sua equipe
Por Renato Malaguti
A equipe do Roleta Russa Clássico fez boa partida, mas não conseguiu obter um resultado favorável em cima do TNT, graças à tarde inspirada de Chicão, arqueiro da equipe. Em três jogos, três derrotas. Tal desempenho deixa a equipe em penúltimo lugar, só ficando acima do Invictus. Já o TNT venceu mais uma e assume a sexta posição, com duas vitórias e uma derrota.
Nos primeiros minutos de jogo, a equipe do TNT atacou mais, mas não teve muita eficiência. No lance primordial, Raphael Nardone chutou duas vezes, de longe, mas ambos para fora; porém, com certo perigo, acertando ao lado do arco. Fiel tabelou com ele, mas desperdiçou, chutando por cima do gol. Pouco tempo depois, Raphael Nardone sofreu falta relativamente próxima à área. Caio cobrou e levou perigo, mandando a redonda à direita do gol.
No início, a equipe de azul criou muito mais do que seu rival. Entretanto, no mundo do futebol, quem não faz, toma. Na primeira oportunidade de abrir o placar, Afellay recebeu na entrada da área e chutou no meio do gol, e o goleirão Chico aceitou. Logo em seguida, o mesmo jogador quase surpreendeu em lance de contra-ataque, chutando de longe, à esquerda do arco. Alguns minutos depois, faltando pouco para o término da primeira metade, em contra-ataque, a equipe do TNT começou a jogada com Raphael Nardone, que tocou para Luiz Pane, que arriscou de longe, mas mandou para fora. Logo em seguida, faltando dois minutos para o apito, a equipe de azul pediu tempo técnico.
Na volta, a defesa do Clássico estava marcando melhor. O elenco do TNT tinha mais posse de bola, mas sempre era travado na hora da conclusão. Em resumo, a primeira etapa foi bem equilibrada, com boa marcação dos dois lados.
O segundo tempo começou e trouxe com ele o começo da chuva. Mas, inversamente proporcional ao tempo, o clima do jogo começou quente. Logo no primeiro minuto, Sugos, do TNT, fez falta em cima de Giu para evitar contra-ataque. Na cobrança, Cabelo chutou fraco e Chicão fez boa defesa. Aos cinco minutos, Bob meteu uma bomba rasteira, obrigando Chicão a fazer outra ótima defesa. Logo em seguida, Bahia, camisa 10 do elenco do Roleta, mandou por cima do arco.
Após pedido de tempo por parte do Roleta, Cabelo subiu mais alto que todo mundo em lance de escanteio, mas mandou por cima. Comicamente, a equipe que mais atacava tomou o gol, de forma semelhante ao primeiro da partida, comprovando, mais uma vez que, dentro de campo, quem não faz, toma. O melhor jogador do TNT em campo, Raphael Nardone, dominou, puxou pra esquerda e bateu cruzado, impossibilitando qualquer chance de defesa. Pouco tempo depois, Caio fez um gol de cabeça de longa distância, surpreendendo a todos. A redonda ainda bateu na trave antes de entrar. Era a virada do TNT.
Mesmo com balde de água fria, o Roleta não se rendeu e foi pra cima, pressionando a equipe rival. Bahia recebeu falta de Fiel próximo à área. Afellay cobrou bem, mas Chicão mandou para escanteio. Na cobrança, ele fez mais uma defesa no reflexo.
A equipe do Roleta tentou de tudo para empatar, mas de nada adiantou. Em noite inspirada, o goleiro Chicão foi um paredão e fechou o gol. Devido à disputa do jogo, alguns desentendimentos aconteceram, mas nada desleal ou grave.
Com o resultado, o Clássico ficou mais uma partida sem somar pontos, enquanto seu rival venceu pela segunda vez em três jogos – mesmo assim, permanece com saldo de gol negativo. Na próxima rodada, a equipe de branco pega o Toque Me Voy, enquanto o elenco azul enfrenta o 9º colocado, Derrubada.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Elite 3 x 3 Condor’s
ELITE E CONDOR’S FICAM NO EMPATE
Resultado não é bom para nenhum dos dois, já que os primeiros colocados começam a se distanciar
Por Alex Araujo
Elite e Condor’s protagonizaram um bom jogo, com rápidos contra-ataques. O placar refletiu o equilíbrio da partida, mas o empate não foi bom para ninguém. As duas equipes se mantiveram no meio da tabela, com quatro pontos, enquanto os primeiros colocados, Coringa e Allianza Sagrado, disparam com três vitórias em três jogos.
Quem teve a oportunidade de assistir ao segundo jogo do Grupo B da Bronze não teve do que reclamar – a não ser do sol forte. A partida já começou com gol. O relógio não marcava nem um minuto de jogo quando o Elite abriu o placar. Em descida pela esquerda, Choni bateu forte da lateral e acertou o ângulo esquerdo do goleiro Zabala.
Porém, a reação não tardou: dois minutos depois, após cobrança de escanteio, Diony desviou de cabeça e empatou. A partir daí, o Condor’s cresceu e começou a aparecer mais no ataque. Aos 5 minutos, Marin bateu falta com perigo, mas a bola passou por cima. Aos 8, o mesmo Marin escorou de cabeça para boa defesa de Diego. Aos 11, Peli desperdiçou chance em contra-ataque rápido. O jogo era praticamente de contra-ataques. Uma equipe perdia a bola no ataque e a outra já disparava com velocidade. Outra coisa que marcou o final do primeiro tempo foram os passes errados, o que mais originava os contra-ataques.
Por ser mais eficiente naquele ‘último toque’, o Condor’s conseguiu a virada, aos 14 minutos, de novo em bola aérea, mas, dessa vez, em cobrança de lateral: Marin desviou e colocou sua equipe na frente. O Elite ainda levou perigo antes do fim da primeira etapa com Manza, em cobrança de falta. A bola passou perto do ângulo direito de Zabala.
O segundo tempo teve início com o Condor’s melhor, tentando se manter no ataque, mas, mais uma vez, o Elite que começou com gol. De novo pela esquerda, foi a vez de Fabio Richter receber sozinho e bater cruzado, sem chance para o goleiro Perna, que substituiu Zabala na segunda etapa. Após o gol, o time laranja era quem ficava mais tempo no ataque. Logo em seguida do gol, Papai do Axé e Choni tabelaram, e o camisa 7 desperdiçou a chance, cara a cara com o goleiro, mandando por cima. Depois de mais uma tabela, foi a vez do camisa 11 carimbar a trave esquerda de Perna.
Apesar da pressão adversária, Guel, em contra-ataque rápido, deixou o Condor’s em vantagem de novo. O gol, no entanto, não abalou o Elite, que quase empatou de novo. Perna deu rebote depois de chute forte, a bola sobrou com Papai do Axé, que desviou pro gol vazio, mas Marin apareceu pra salvar no último momento.
O jogo seguiu equilibrado, com boas chances de ambos os lados. Porém, nos minutos finais, Papai do Axé apareceu mais uma vez, mas dessa vez pra empatar a partida, com bonito corte pro meio, seguido de um chute forte que matou o goleiro, dando números finais à partida. Marin ainda apareceu no último minuto, acertando cabeceio no travessão, mas ficou por isso mesmo.
Na próxima rodada, o Elite enfrenta o Opalas, que bateu o DPGamos, mas soma os mesmos quatro pontos da equipe laranja. O Condor’s pega o derrotado DPGamos, que estacionou nos quatro pontos. Jogos que podem decidir quem ainda vai brigar pelas primeiras posições e quem entra em queda livre.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA
Toque me Voy 7 x 4 Laranja Mecânica
TOQUE ME VOY SE RECUPERA E DERRUBA LARANJA MECÂNICA
Equipe de Thira perde a invencibilidade e deixa de somar pontos, graças à tarde inspirada de Desenho e Fagner
Por Renato Malaguti
Graças a uma segunda etapa extremamente ofensiva do Toque me Voy, o Laranja Mecânica perdeu sua invencibilidade e ficou em quinto lugar no Grupo A. As peças fundamentais da partida foram Desenho e Fagner, jogadores de criação do elenco de preto.
Na primeira etapa, a equipe laranja fez jus à sua invencibilidade e mostrou que não estava de brincadeira. O artilheiro da equipe, Thira, chutou forte no primeiro lance de perigo do jogo e obrigou o goleiro a realizar boa defesa. Logo em seguida, Rafael Limão pegou bola sobrada e meteu uma bomba, que foi por cima do arco. Nos primeiros minutos, a equipe de laranja estava melhor em campo.
Dos cinco aos dez minutos o jogo ficou mais calmo. O equilíbrio no meio do campo e a posse de bola foram mais valorizados. Entretanto, aos 13, após lance de contra-ataque, Bussa recebeu pela direita e chutou cruzado para abrir o placar para o Laranja Mecânica. Logo depois, o TMV percebeu que não estava muito bem organizada taticamente e pediu tempo técnico.
Na volta, quem aparentou ter absorvido melhor as orientações foi a equipe laranja. O artilheiro Thira recebeu cobrança de lateral, dominou no peito e virou chutando, o goleiro ainda encostou na bola, mas não evitou o segundo gol da equipe rival. Durante a primeira etapa, o Laranja Mecânica, que estava em vantagem no placar, tomou conta da partida. Bussa, novamente, levou perigo em contra-ataque rápido, mas, desperdiçou, chutando para fora.
Faltando pouco para o término do primeiro turno, em jogada aérea de escanteio, Desenho subiu mais alto que todo mundo e fez de cabeça. Após o gol, o Toque Me Voy pressionou o jogo em busca de um empate, mas o apito final veio antes.
Motivados pela sede do empate, logo no início da metade final o elenco de preto mostrou um futebol muito mais ofensivo do que o apresentado na primeira etapa. Aos cinco minutos, Desenho chutou colocado, aproveitando a visão tampada do goleiro, e deixou o placar tudo igual. Em seguida, Yuri cobrou falta rasteira e Renê desviou, tirando o arqueiro da jogada e virando o placar para seu time.
Mesmo com uma ofensividade agressiva no começo da segunda etapa, a equipe do Toque me Voy não conseguiu evitar a sede de gol de Thira, que marcou mais um, dessa vez com chute forte e rasteiro que acertou o canto. 4 x 3.
Mas, algo dito durante o intervalo mexeu completamente com o elenco do TMV. Em contra-ataque, a equipe criou uma chance que foi brecada de forma desleal por Rafael Limão, que meteu a mão na bola para evitar o gol adversário. Como ele estava dentro da área, o árbitro marcou penalidade máxima. Na cobrança, Yuri chutou com perfeição e acertou o canto superior direito do goleiro, que até acertou o lado, mas pouco pôde fazer. Dois minutos depois, Fagner ampliou o placar com um golaço, onde puxou do goleiro e do zagueiro com um único drible curto e deu um tapa pra balançar a rede.
Em um desvio que matou o goleiro, Dani, do Laranja ainda conseguiu diminuir a partida para 5 x 4. Mas a tarde tinha um dono: Desenho. À lá Tevez, ele meteu uma bola de chapa colocada, tirando o goleiro da jogada, fazendo o sexto gol de sua equipe. Logo em seguida, seu parceiro ofensivo, Fagner, marcou mais um, mas dessa vez de rebote.
Vendo que o jogo estava desfavorável para sua equipe, o orientador do Laranja pediu tempo técnico. Na volta, o jogo ficou muito mais calmo, porém, menos ofensivo. Nos últimos dez minutos a rede não foi balançada. No apito final, o Toque ganhou por três gols de diferença, totalizando um placar de 7 x 4.
Com esse jogo, Thira se mantém artilheiro com 8 gols em três jogos. Entretanto, seu elenco ficou em quarto, com duas vitórias. A equipe de laranja vai pegar o Camelo, enquanto o Toque me Voy, que segue em quinto, pega o Roleta Russa Clássico.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
XTJ 2 x 1 Inflação
XTJ FREIA O INFLAÇÃO E CONTINUA SUBINDO
Em jogo equilibrado, e de poucos gols, Magu inferniza zaga adversária e da a vitória para equipe azul
Por Alex Araujo
XTJ e Inflação fizeram jogo com placar singelo: 2 x 1. Mas não foi nada singela a atuação de Magu, que infernizou a zaga do time branco e garantiu a vitória para sua agremiação.
O XTJ saiu com a vitória, mas não mexeu no placar durante todo o primeiro tempo – e ainda acabou atrás. Teve um começo fulminante: com 5 minutos de domínio e chances criadas, sendo duas delas com Magu, um chute travado e outro de longa distância para duas belas defesas de Sandrinho, além de uma cabeçada de Modesto pra mais uma defesa do goleiro. O Inflação foi se encontrando na partida e começou uma boa troca de passes. O XTJ tocava menos a bola e tentava partir mais pra cima, enquanto o time branco tentava trabalhar mais a bola.
Os passes foram dando resultado e Frazão quase abriu o placar, aos 7 minutos, com bonito toque que parou na trave. Kraudio também era acionado. Altimar abriu bem o jogo pro lado direito e Fabio pegou bonito chute de primeira, pra uma defesa, tão bonita quanto, do goleiro. O time azul tentava, então, os chutes à distância, mas o Inflação se defendia bem e já saía trabalhando a bola. Então, aos 15 minutos, o Inflação abriria o placar, mas, ironicamente, não no toque de bola. Altimar cortou para o meio na intermediária e bateu forte, sem dar chance ao goleiro.
A partir daí, a chuva apertou, mas o jogo manteve o bom nível. E o equilíbrio. Porém, as chances mais claras no final do primeiro tempo foram do XTJ. Aos 19, após boa tabela, Wesley ficou cara a cara com o goleiro, tentou o drible, mas Sandrinho se recuperou, ficando com a bola. Depois, foi a vez de Douglas receber a bola em boa condição e bater forte à meia altura, para mais uma bela defesa de Sandrinho, que foi buscar. Depois de bate e rebate na área, de novo, Douglas consegue o desvio, mas a bola bateu na trave. Aos 25, Sandrinho ainda teve que ir buscar um balaço de Fava.
O segundo tempo teve mais gols, mas a chuva afetou, dessa vez, a qualidade da partida. Magu voltou pro jogo na etapa final e, logo com três minutos, empatou para a equipe azul. O camisa 17 dominou a bola e bateu forte quase do meio de campo. Sem ter uma boa visão da bola, não deu para o arqueiro. O time branco teve a chance de voltar à frente no placar com Frazão, que ficou cara a cara com Kraudio, mas facilitou sua vida chutando em cima do goleiro. Logo em seguida, Magu não desperdiçou. Veio trazendo pela direita, cortou para o meio e acertou o cantinho. Belíssimo gol e XTJ na frente.
O gramado sintético não aguentou a chuva. Poças foram se formando pelo campo, e o jogo foi ficando travado. Muitos chutes de longas distâncias e lançamentos longos. Algumas chances ainda eram criadas, mas o bom nível do jogo foi sendo comprometido no final da segunda. Kraudio defendeu um bonito voleio de Altimar, após bola lançada da defesa. Passarinho também tentou do meio de campo, mas Kraudio, mais uma vez, fez a defesa. Magu ainda conseguiu puxar um contra-ataque com velocidade, mas errou o gol. O jogo ficou no 2 x 1. Talvez, sem a chuva, o placar poderia ter sido maior.
Na próxima rodada o XTJ pega o Allianza e pode tomar a liderança, caso o Coringa perca. O Inflação enfrenta o Pé de Pano, e ambos estão em posição crítica na tabela. Só a vitória importa.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA
Só Quem Sabe 5 x 4 Camelo
SÓ QUEM SABE DESENCANTA E VENCE A PRIMEIRA
Mesmo com goleiro Henrique em noite inspirada, Camelo não segura Serjão e o futebol ofensivo do SQS no segundo tempo
Por Renato Malaguti
O Camelo jogou com muita raça, mas, mesmo assim, não conseguiu um resultado favorável e segue na competição sem nenhuma vitória. Foram três jogos, com um empate e duas derrotas. Desta vez, o ‘vilão’ foi o Só Quem Sabe, sétimo colocado na competição. Rodriguinho e Serjão foram peças fundamentais para o resultado positivo do time de Ricardinho Mezadri.
Desde o começo, gritos de ambas as equipes eram escutados em campo. Tal fato comprovou que nenhum dos elencos entrou para perder. Os primeiros dez minutos foram marcados por divididas e poucas chances de gol. A primeira vez que a rede balançou foi aos 11 minutos, com um chute de Hugo que acertou o cantinho direito. Mas, sem dar chance para a equipe de branco e vermelho comemorar, Serjão quase empatou, mas foi travado, primeiramente, pela zaga, depois, pelo goleiro Henrique, que saiu do gol muito bem, fechando o ângulo de seu rival e mandando a bola para escanteio.
Alguns minutos depois, com um potente chute cruzado de longe, Cabe ampliou a vantagem do Camelo. Em cobrança de escanteio, Serjão subiu mais alto que todo mundo e testou no canto esquerdo de Henrique que, com muito reflexo, conseguiu espalmar a bola para fora. Logo em seguida, mais uma vez ele tentou diminuir em chute de longe, mas, dessa vez, a bola passou à direita da trave de Henrique.
Mesmo perdendo por dois gols, o Só Quem Sabe não jogava mal. O jogo tinha certo equilíbrio. O ponto diferencial para a vitória parcial do Camelo era a noite inspirada de Henrique. O duelo do camisa 9 Serjão contra o goleiro adversário só estava começando.
Na volta para o segundo tempo, o Só Quem Sabe estava melhor, com mais entusiasmo e mais ofensividade. Logo no primeiro lance, Rodriguinho aproveitou bola espirrada dentro da área, em jogada de escanteio, e sentou o pé para diminuir o placar. Entretanto, o time do Camelo também levou perigo com Caua, que passou no meio de dois, próximo à linha de fundo, mas foi parado pelo goleiro Arthur.
O jogo estava quente, com muitas chances de gol. Após a boa jogada de Caua, mais uma vez Serjão apareceu em escanteio cabeceando e, dessa vez, Henrique não conseguiu evitar o gol. A partida estava empatada em 2 x 2 quando dois gols relâmpagos aconteceram, um para cada lado. Primeiramente, Hugo aproveitou a visão tampada do goleiro e meteu de chapa colocado, à lá Tevez, impossibilitando a defesa do goleiro. Logo em seguida, Rodriguinho apareceu em lance de escanteio testando no chão para empatar.
O jogo ficou com o resultado igual e muito equilibrado. O Camelo criou algumas oportunidades, com Jaka, Hugo e Cabe, mas todos os chutes foram para fora. Faltando menos de dez minutos para o término do jogo, Magrão fez um bonito gol, com forte chute que bateu no travessão antes de entrar. Logo em seguida, em cobrança de falta, Hugo conseguiu empatar novamente, botando a bola no meio da barreira e acertando o cantinho.
Com o 4 x 4, o Só Quem Sabe pediu tempo técnico. Após a pequena pausa, as orientações surtiram efeito para a equipe. Poucos segundos depois, Jacobi colocou sua equipe na frente, com forte chute no canto, tirando o goleiro da jogada. No finalzinho, Serjão ainda perdeu a oportunidade de ampliar.
Com a primeira vitória no campeonato, o Só Quem Sabe somou três pontos na tabela e ficou em sétimo colocado, enquanto seu rival segue em oitavo, com apenas um ponto. O Só Quem Sabe pega o Cabeça Rachada, líder do grupo A; já o Camelo tentará conquistar sua primeira vitória em cima do Laranja Mecânica, equipe do atual artilheiro Thira.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Absolutos 6 x 2 Pé de Pano
ABSOLUTOS GOLEIA EM SUA PRIMEIRA VITÓRIA
Pé de Pano até que tentou, mas sucessivas falhas da própria equipe e bom aproveitamento do Absolutos deu espaço para a goleada
Por Alex Araujo
O Absolutos conseguiu sua primeira vitória no campeonato, depois de perder os dois jogos anteriores. A vitória foi sobre o Pé de Pano, que ainda não se encontrou no campeonato: dois empates e, agora, uma derrota. Enquanto um dá uma enganada com três pontinhos ali, o outro afunda cada vez mais.
Os goleiros pouco trabalharam no começo do primeiro tempo, mesmo com o Pé de Pano, que começou tentando se impôr, abrindo o placar aos quatro minutos, com Caio: após boa troca de passe, o camisa 14 trouxe para o meio e bateu no canto direito de Demétrius, que nada pôde fazer. O Pé de Pano ainda teve mais uma chance com o mesmo Caio, depois de jogada pela direita: ele recebeu com o goleiro fora da jogada e desperdiçou a chance.
O Absolutos não se abateu e continuou jogando seu jogo. Em cobrança de lateral, Rafinha acertou belo cabeceio, mirando o chão, sem chance pro goleiro. A equipe do Pé de Pano ainda se manteve mais no campo de ataque, mas não tinha eficiência pra criar lances de perigo. O Absolutos tomou a frente do placar numa falha bizarra do goleiro Bruninho. Num ataque pela direita, a bola travada ia sobrando pra ele, rolando tranquilamente, mas ele deixou passar. Frango do goleirão.
De bem com o placar, a equipe de Rafa Alencar, que jogou de colete, seguiu buscando ampliar a vantagem e, dois minutos depois, Rafinha, mais uma vez, recebeu pela esquerda e bateu rasteiro, a bola entrou no cantinho, rente à trave. O Pé de Pano ainda tentou diminuir no fim do primeiro tempo. Tavogus fez boa jogada pelo meio, mas foi travado. A bola sobrou com Caio, que bateu à queima roupa, mas Demétrius fez a defesa. E, aos 25 minutos, Frederico arriscou chute cruzado pela esquerda, mas a bola também parou no goleiro.
O segundo tempo começou parecido com o primeiro, tanto que o Pé de Pano balançou as redes aos cinco minutos, com Cesar trazendo pelo meio, ele limpou e bateu alto, o goleiro não teve chance. Parecia que a equipe de azul ia começar a reação, mas, dois minutos depois, um erro de passe originou o quarto gol do Absolutos. Labate interceptou o passe e teve facilidade pra bater forte e tirar do goleiro. Aos 8, Frederico ainda tentou diminuir com belo voleio dentro da área, matando no peito bola vinda de arremesso lateral, mas a bonita finalização parou na bela defesa de Demétrius.
Porém, não era dia do Pé de Pano mesmo. Logo em seguida, Rafinha arriscou chute cruzado, Bruninho ia na bola, mas ela desviou na zaga e matou o goleiro. O Absolutos estava melhor na partida, mas ela não estava com cara de goleada. O placar ainda não estava apertado. Aos 13 minutos, falta no meio de campo, chute direto, o goleiro falha mais uma vez – deu rebote no pé de Marcelo – que agradeceu e fez o sexto.
O time azul ainda mandou uma bola no travessão com Cesar, em mais um bonito voleio. E o time de colete quase fez o sétimo gol. Marcelo dividiu com Bruninho, ganhou e mandou para o gol, mas o árbitro marcou falta no goleiro. Placar final: 6 x 2 Absolutos.
Na próxima rodada, o Pé de Pano pega o Inflação, que tem um bom time e tenta respirar na tabela. O Absolutos, por sua vez, enfrenta o lanterninha Corleone, com três derrotas em três jogos e apenas três gols marcados. É a chance do Absolutos seguir subindo na tabela.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Futsampa 6 x 4 Invictus
FUTSAMPA VENCE SEM DIFICULDADES E AFUNDA INVICTUS
Equipe de Pina manteve o resultado favorável durante toda a partida, mesmo com tarde inspirada de Ragazzos
Por Renato Malaguti
A tarde inspirada de Ragazzo e o reforço de Rocha na zaga não ajudaram a equipe do Invictus a conquistar sua primeira vitória. A equipe vai de mal a pior e toma conta da última colocação da tabela, com saldo negativo de 13 gols. Já o Futsampa segue invicto no Grupo A, na terceira posição. Desde o início da partida, o Futsampa tomou conta do jogo e não deixou em nenhum momento o placar ficar desfavorável.
O primeiro gol aconteceu com falha na marcação por parte da zaga do Invictus. Teteu só precisou empurrar para dentro, pois estava livre de marcação ao lado do gol. Após alguns minutos, o melhor jogador em campo do Invictus marcou seu primeiro gol. Ragazzo, de perna esquerda, chutou rasteiro no canto, impossibilitando a defesa de Chamie.
Sem dar chance para a equipe de azul comemorar o empate, novamente Teteu fez, mas, dessa vez, de forma oportuna, aproveitando rebote e tirando do goleiro. Após ficar mais uma vez em vantagem, ao Futsampa tomou conta do jogo. Boas jogadas ofensivas foram criadas. Teteu deu ótimo passe para Rúbio, mas, de forma incrível, ele desperdiçou a chance de ampliar o placar. Dos 8 aos 15 minutos o jogo manteve certo equilíbrio, sem muitas chances de gol. Aos 18, em um belo lance, Rúbio pegou de primeira uma bola espirrada, surpreendendo o goleiro Henrique e marcando o terceiro gol da equipe. Dois minutos depois, em uma confusão na zaga azul, Danilo recebeu passe livre e só precisou empurrar para converter. 4 x 1.
Ficou evidente que boa parte dos gols tomados pela equipe do Invictus, na primeira etapa, foram decorrentes de falhas defensivas da própria equipe. O jogador destaque da primeira etapa foi Teteu. Na volta para o segundo tempo, o Invictus ficou um pouco mais atento. Logo aos cinco minutos, Ragazzo marcou de cabeça e diminuiu para 4 x 2.
Poucos minutos depois, Bento tomou cartão amarelo por reclamação. Logo em seguida, Ragazzo fez mais um, mas, dessa vez, valorizando seu tamanho, ele testou firme em jogada aérea, acertando a bola próxima ao ângulo esquerdo do arqueiro, que pouco pode fazer.
O Invictus encostou no placar debaixo de chuva, mas o fato era que o Futsampa, já cansado, esperava a hora de matar o jogo. O time até chegava em contra-ataques, mas as intervenções de Brunão e Edgard, quando não o preciosismo dos próprios atacantes, quando tocavam de lado quando podiam finalizar e marcar, impediam que o Futsampa deslanchasse. Em tentativa de longa distância, Gui Resende quase empatou, jogando a bola rasteira ao lado da trave. Esse início de segundo tempo foi a melhor fase do Invictus na partida.
Perdendo de 4 x 3, o Invictus viu o bom momento e foi para cima. Mas eis que tomou o contra-ataque, aquele certeiro que faltava até então, aos 20 minutos. O pior foi que o time perdeu o gol de novo, mas Rodrigo, na corrida, colocou para dentro contra. Desanimado, o Invictus logo viu Pina ampliar o resultado e garantir a vitória ao tirar do goleiro com chute no canto. Bento ainda diminuiria de forma oportunista, aproveitando bola sobrada, mas o resultado já estava decretado. Vitória do Futsampa e manutenção da campanha 100% na temporada.
Mesmo perdendo, a equipe do Invictus realizou sua melhor partida na competição. Na próxima rodada, a equipe de azul enfrenta o segundo colocado do grupo, o Basicus. Já o Futsampa, que fez o ‘arroz com feijão’ diante de tantos desfalques, ficou em terceiro na tabela e vai enfrentar o Irado’s, elenco com o melhor goleiro da competição.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Opalas 3 x 2 DPGamos
OPALAS FREIA DP E CONSEGUE RESPIRAR NA TABELA
Jogando bem, ‘amarelos’ vencem ‘vermelhos’ e embola meio da tabela
Por Alex Araujo
A primeira vitória do Opalas veio com o time jogando bem, mas quase perdendo a mão no fim do jogo. Já o DPGamos quase arrancou o empate no finalzinho, mas não conseguiu seguir na cola dos primeiros colocados. A briga fica boa no meio da tabela.
O Opalas ainda não havia vencido, mas já começou o jogo querendo a primeira vitória. O primeiro tempo foi praticamente todo do time amarelo. Com um minuto de jogo, chegou duas vezes ao ataque, mas as finalizações foram sem perigo. Aos cinco, Raphinha tentou abrir o placar duas vezes. Começou fazendo fila, mas não conseguiu furar a zaga vermelha. Logo em seguida, chutou de fora com perigo, e a bola passou à direita do gol – raspando a trave. O time amarelo já mostrava que não tava para brincadeira. Já o DP ainda não conseguia se encontrar.
O Opalas descia bastante pela direita. Froio arriscou de longe e levou perigo. Kinhas também tentou invadir a área por aquele setor, mas parou na zaga. Mas, aos 15, o camisa onze não desperdiçou. A bola cruzada pra dentro da área, Kinhas, na direita, desviou e acertou o cantinho. Após sofrer o gol, o DP tentou crescer na partida. Teve boa chance com Richard, que acertou o travessão em desvio de cabeça, após lateral. Logo em seguida, o mesmo Richard tentou chute colocado que tinha endereço no ângulo de Kadu, mas o goleiro foi buscar. O DP errava muitos passes, o que prejudicava sua movimentação. No fim o Opalas ainda teve a chance de ampliar com Paulinho, mas o camisa 6 desperdiçou cara a cara com o goleiro, e mandou por cima. O primeiro tempo ficou no 1 x 0.
Na segunda etapa, o DP começou se mantendo no ataque e pressionando a saída de bola do adversário, tentando prender o Opalas no seu campo. Mas a proposta durou pouco. Logo com 3 minutos, Alf e Mineiro tabelaram e quase ampliaram a vantagem, Valentin teve que fazer boa defesa no chute do camisa 7. Mas não tardou muito e, aos 5 minutos, em nova jogada pela direita, Mineiro recebeu no meio, cortou e bateu forte, sem chance para o goleiro. O setor direito do DP continuava dando liberdade para o ataque amarelo. O time vermelho ainda teve mais uma oportunidade com Richard, que bateu forte do meio de campo e obrigou Kadu a fazer defesa difícil.
O DP estava melhor que no primeiro tempo, mas o Opalas se manteve bem focado. Aos 11, Paulinho fez o terceiro para a sua equipe, dessa vez recebendo pela esquerda e batendo cruzado, rasteiro. Valentin ainda tentou buscar, mas não teve jeito. O Opalas continuou mantendo o ritmo, e Raphinha quase fez o quarto: girou pra cima da zaga em frente à área e acertou a trave esquerda. Mas, em vacilo de Kadu, após recuo de Parasminha, que tentou sair jogando curto, este errou passe e deu de presente para Gustavo, que só teve o trabalho de tirar do goleiro.
O Opalas se frustrou com a gol de bobeira, e o DP viu que dava, e, num contra-ataque rápido, Richard bateu cruzado tirando do goleiro e diminuiu mais uma vez, mas a reação da equipe parou por ai. Quase que a história do jogo muda no final, mas ficou por isso mesmo.
Na próxima rodada, o Opalas enfrenta o Elite, enquanto o DPGamos tem o Condor’s. Rodada conveniente, em que as quatro equipes, que possuem o mesmo número de pontos, se enfrentam para decidir quem sobe e quem fica para trás.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO A: 3ª RODADA
Cabeça Rachada 5 x 4 Derrubada
CABEÇA RACHADA SOFRE, MAS VENCE DERRUBADA NOS ÚLTIMOS MINUTOS
Time de Pedro Mé quase surpreende primeiro colocado, mas Cabeça Rachada mostra raça e, no finalzinho, consegue a virada
Por Renato Malaguti
O futebol é uma caixinha de surpresas. Afinal, quem esperava uma vitória fácil do Cabeça Rachada, foi surpreendido. O habilidoso camisa 10, Joezinho, e Telles deram problema ao elenco rival.
Logo aos três minutos, Joezinho arriscou de longe, chutando cruzado e o goleiro do aceitou. Dois minutos depois, ele puxou contragolpe com velocidade e tocou para Telles, que desperdiçou, chutando em cima do goleiro. Os primeiros cinco minutos demonstraram que a dupla estava inspirada e daria problemas à equipe de Tché.
Aos 7 minutos, após cobrança de escanteio, Rica recebeu na esquerda da área e bateu cruzado e rasteiro. O goleiro até tentou pegar no estilo futsal, com a perna, mas não evitou o segundo tento. Mesmo com 2 x 0, o time de verde não parecia abalado. Em lance de escanteio, Batoré subiu e testou por cima do arco.
Em tentativa de longa distância, Joezinho encheu o pé e levou perigo, mas foi parado por boa defesa do rival. Mesmo com o camisa 10 em tarde inspirada, a equipe de verde correu atrás do resultado. Lê Clembo arriscou de longe, Henrique deu rebote e, de forma oportuna, Michilin fez.
Logo que o Cabeça Rachada diminuiu o placar, certo entusiasmo tomou conta da partida. De longe, Tché arriscou e levou perigo, mas foi parado pelo goleiro Henrique. O Derrubada notou que seu rival estava em um momento bom na partida e, por isso, pediu tempo técnico. Na volta, o jogo ficou um pouco mais frio.
O primeiro tempo foi marcado por contra-ataques do elenco de vermelho. Jogando um pouco retrancado, o time aproveitou as oportunidades que tinha. Os chutes de longa distância também foram boas armas para a equipe. Entretanto, seu rival, formado por jogadores mais velhos, não demonstrou desespero com o resultado negativo. Na segunda etapa, logo aos cinco minutos, Luisinho Fernando driblou dois, puxou do goleiro e fez bonito gol, deixando o placar igualado em 2 x 2.
O Cabeça Rachada voltou melhor no segundo tempo, criando mais oportunidades e marcando melhor, evitando chances do adversário. Em um lance de bola parada, Batoré encheu o pé no meio do gol, obrigando o goleiro a fazer boa defesa, jogando a bola para escanteio. Sem sombra de dúvidas, o elenco de verde criava mais oportunidades. Em jogada bem trabalhada e de forma merecida, a equipe conquistou a virada com Peu, após troca de passes entre Batoré e Paixão.
Após sofrer a virada, a equipe do Derrubada foi pra cima e conseguiu empatar com Joezinho, aproveitando rebote no chute de "11". Se de um lado a equipe do Cabeça correu atrás do placar, do outro o Derrubada não deixava barato.
O jogo estava quente, e os ânimos estavam à flor da pele. Após o empate em 3 x 3, a partida ficou mais pegada. Com a quadra úmida, Dieguinho deu carrinho e acabou acertando seu adversário. Tal fato foi motivo de tumulto em campo. Após pequena discussão verbal, o camisa 11 do Cabeça Rachada, Fabinho, recebeu cartão amarelo e ficou dois minutos fora.
Apesar da desvantagem numérica, o Cabeça Rachada foi pra cima, com Luisinho Fernando. O jogador tentou, por duas vezes, deixar sua equipe em vantagem, mas ambas as tentativas foram travadas por Henrique.
Faltando menos de dez minutos para o apito final, o Cabeça Rachada pediu tempo técnico. Na volta, Telles fez um belo gol em jogada individual. Ele driblou um, cortou para o meio e chutou no canto esquerdo do goleiro, que ficou sem reação. Perdendo, a equipe limão resolveu atacar com tudo. Paixão conseguiu empatar em bola sobrada de escanteio, com um chute rasteiro. Logo em seguida, em jogada tumultuada, Michelin fez o gol mais importante da partida e colocou sua equipe na frente, com o placar de 5 x 4, nos últimos segundos, garantindo a vitória para o líder do Grupo A.
O Cabeça segue invicto no campeonato, com 9 pontos em 3 jogos. Já seu rival, Derrubada, perdeu mais uma e está em 9º colocado, apesar de ter realizado uma partida impressionante, das mais contundentes da história do time no Chuteira. O time de verde enfrenta o Só Quem Sabe, enquanto o rubro negro pega o TNT.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: GRUPO B: 3ª RODADA
Corleone 1 x 5 Coringa
EM JOGO DE ATAQUE CONTRA DEFESA, CORINGA VENCE COM FACILIDADE
Time laranja fez gol logo no início, mas time de Farias dominou a partida e venceu sem dificuldade
Por Alex Araujo
Mais uma vez o Corleone esboçou bom começo, mas mais uma vez não passou de um lance isolado inicial e acabou goleado. Lanterna joga como lanterna, e líder joga como líder. Vitória tranquila para o Coringa.
O Corleone deu saída de bola com chute direto de Mineirinho. A bola bateu na trave direita de João e entrou. A partir daí, só deu Coringa. O time laranja se fechou na defesa e o goleiro Manfre foi bombardeado o jogo todo. O Coringa chutou e pressionou o adversário sem parar. Com dois minutos, Rafinha arriscou chute de longe, cruzado, mas o goleiro pegou. Aos cinco, de novo Rafinha recebeu, depois de boa tabela, mas finalizou pra fora. Aos seis, Adri foi quem chutou de longe, e Manfre fez mais uma boa defesa. O Coringa pressionava forte a saída de bola adversária, e o Corleone perdia muito fácil, não conseguindo sair da defesa.
Finalmente, aos 11 minutos, após cobrança de falta, a bola foi travada pela defesa e sobrou com Farias, que só desviou pra dentro. 1 x 1 no placar. O ritmo caiu um pouco no fim da primeira etapa. Pirata ainda tentou um chute colocado buscando o ângulo, mas Manfre foi buscar. O Corleone ainda conseguiu dar mais um chute a gol, no último minuto, mas não levou muito perigo. João pegou bem. A equipe laranja só deu dois chutes a gol no primeiro tempo.
O Coringa começou o segundo tempo pressionando e buscando os gols, assim como no primeiro tempo. Aos dois minutos Farias, mais uma vez, cortou pro meio – em frente à área adversária – e bateu rasteiro no canto pra mais uma boa defesa do goleiro. Logo em seguida, Thales costurou dentro da área, conseguiu dar um toquinho por cima do goleiro, mas a zaga tirou quase de dentro do gol. O Corleone veio prestando mais atenção no erro do adversário e conseguiu roubar a bola algumas vezes, mas não conseguia criar lances de perigo.
No ritmo que o jogo seguia, e da forma que o Coringa jogava, os gols não iam demorar a sair. Mais uma vez, após cobrança de falta, a bola desviou na barreira e sobrou com Farias, que bateu forte pra não dar chance pro goleiro. Era, enfim, a virada. E vinha mais. Após excelente defesa de Manfre em jogada dentro da área, a bola foi rebatida pro meio de campo, onde apareceu Baggio para pegar de primeira e mandar um balaço rasteiro no cantinho do gol. Golaço. 3 x 1.
Tranquila no jogo, o Coringa via o Corleone nada conseguir fazer. Assim, quem voltou a marcar foi o Coringa, com Wendell, que disparou em contra-ataque rápido e pegou a zaga laranja desmontada. O camisa 20 bateu cruzado e matou o goleiro. No último minuto, ainda saiu o quinto gol, com Pirata, em novo contra-ataque: após boa tabela, o camisa 19 deu só um toque na bola, tirando do goleiro.
No placar, 5 x 1 com tranquilidade. O único destaque positivo da equipe do Corleone foi o goleiro Manfre. Sem algumas defesas difíceis que o goleiro protagonizou, a goleada seria muito maior.
Na próxima rodada, o Corleone pega o Absolutos, que vai buscar a vitória de qualquer jeito depois de ter somado seus primeiros três pontos. Já o Coringa vai ter de manter a liderança contra o Os Mostarda, que amarga a penúltima colocação na tabela com um apenas pontinho.
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