Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: SEMIFINAL

II CHUTEIRA DE BRONZE: SEMIFINAL

Rabeloska 5 x 3 CAV

RABELOSKA ADMINISTRA BEM O JOGO E DERRUBA INVENCIBILIDADE DO CAV


No duelo de favoritos pré-campeonato, CAV, mesmo atacando o tempo todo, foi vencido pela inteligência – e pelos dois gols relâmpagos – do experiente adversário

Por Rodrigo Amaral

A primeira partida valendo a final do II Chuteira de Bronze – sem desmerecer o outro confronto – prometia ser o jogo do semestre. Afinal, foram tidos como favoritos antes do torneio começar. Com futebol de encher os olhos e grandes talentos individuais em quadra, Clube Atlético da Vila e Rabeloska atenderam as expectativas e comprovaram que a próxima edição da Prata promete.

Em um jogo com equipes tão fortes e imprevisíveis, fazer o primeiro gol era essencial para se alcançar a vitória. Que diga o time do Rabeloska, que, se não bastasse um, em dez minutos já ganhava por 2 x 0. Aos 3 minutos, Vasko abriu o placar após receber dentro da área um belo passe de Chininha. O CAV, pelo jeito, não esperava tomar um gol logo no início e partiu para cima em busca da igualdade. Na melhor oportunidade, Fred subiu sozinho para cabecear, mas mandou a bola onde o goleiro estava.

A chance desperdiçada custou caro, pois um minuto depois o Rabeloska aumentou a diferença para dois gols, e novamente com Vasko. Dessa vez o jogador não precisou da ajuda de nenhum companheiro e partiu sozinho para o ataque; ele limpou dois marcadores e chegou na frente do goleiro, livre para fazer.

Se o primeiro tento tinha sido uma surpresa, o segundo serviu de alerta total para o CAV. Assim, buscando o gol, o time tricolor diminuiu o placar com o capitão Martin batendo falta no canto esquerdo. A partir daí o time da vila seguiu jogando sempre no ataque e viu o adversário todo recuado, apenas com Dick Vigarista e Django no campo de ataque. Os dois, no entanto, eram o bastante para colocar a ótima defesa caveira em perigo. Em uma boa jogada, Dick tocou para Django na área, que exigiu boa defesa do goleiro Lele. E quando não tinha o seu companheiro, o artilheiro mackenzista dava seu jeito; aos 17 minutos, ele roubou a bola na saída do zagueiro, saiu do goleiro, mas adiantou demais a bola para concluir ao gol.

Até os últimos minutos o CAV mostrava disposição para empatar e seguia com pressão, mas a defesa do Rabeloska se mantinha consistente, quase intransponível. Em um dos poucos vacilos, Fred desarmou o adversário e já ligou Vitinho Lessa no contra-ataque. Este, porém, deixou a bola escapar próximo à área, dando tempo para que a defesa adversária se recolocasse em postos.

Na volta para a etapa final, as equipes voltaram com a mesma atitude que terminaram o primeiro tempo. E não apenas a atitude como também o ritmo do jogo, que seguiu com o CAV com maior posse de bola, mas não achando espaço no meio do esquema do Rabeloska, que se demonstrava ainda mais fechado, sendo Dick o único homem fora do campo de defesa. O “chove, mas não molha” do Atlético seguiu pelos primeiros 14 minutos, enquanto o time mackenzista esperava pacientemente uma falha do adversário para emendar um contra-ataque. Com 15 contados, Chininha puxou o contra-ataque sozinho e chegou até a entrada da área sem que ninguém o impedisse de marcar o terceiro. Ele driblou todo o time do CAV partindo de sua defesa e fez um golaço.

A armadilha mackenzista ainda rendeu o quarto gol do Rabeloska: em novo contra-ataque, Dick puxou o bonde e chutou rasteira. Na saída de bola no meio da quadra, Martin diminuiu mais uma vez para o CAV. O capitão arriscou de fora e venceu o arqueiro Tassio. Faltando cinco minutos para o fim e com o placar em 4 x 2, ainda restavam esperanças, mas logo acabou quando o Rabeloska fez o quinto gol em uma falta ensaiada rolada para Chininha, que mandou no canto direito do goleiro.

Foi o tiro de misericórdia, certamente pensou a maioria que estava na arquibancada. Porém, o time de Caio Fleischmann até seguia tentando, mas a defesa rabeloska parecia que não ia ceder nem se jogassem o dia inteiro. Vitinho Lessa, muito bem anulado na partida, deu seu “adeus” com estilo. Em um dos raros momentos que o jogador ficou livre, até porque era uma cobrança de falta, ele surpreendeu e só deu uma cavadinha por cima da barreira. A bola bateu na trave e sobrou para Fred, embaixo da trave, dar números finais ao placar.

O CAV, junto com My Balls, matinha até então uma campanha invicta, mas perdeu na hora errada e se despede de cabeça erguida pelo ótimo futebol apresentado na competição. O Rabeloska parece ter aprendido muito depois da sua única derrota em um jogo emblemático contra o SQS. Agora os mackenzistas têm de mostrar sua força contra o ainda invicto My Balls na gande final neste sábado.

II CHUTEIRA DE BRONZE: SEMIFINAL

My Balls 4 x 2 Só Canelas

MY BALLS TORNA POSSÍVEL O IMPOSSÍVEL E VAI À FINAL


Só Canelas tinha o jogo na mão com menos de dois minutos do final, mas as faltas atrapalharam o time, que sofreu uma inacreditável virada

Por Rodrigo Amaral

Se no primeiro jogo o futebol bem jogado tinha sido prioridade, no segundo confronto valendo a final, Só Canelas e My Balls protagonizaram o duelo “feio” da semifinal. O futebol foi até que bem praticado, mas o excesso de faltas e uma briga no fim atrapalharam o espetáculo.

O primeiro tempo, em relação ao que estaria por vir na segunda etapa, foi só um aperitivo. As equipes fizeram um jogo amarrado com poucas chances de gol para ambos os lados. Para desequilibrar, a equipe do Só Canelas aproveitou da sua velocidade típica e manteve vantagem. Aos 5 minutos, Carlinhos fez a diferença sozinho. Com rapidez impressionante, ele “bateu a carteira” do zagueiro Bettoni e avançou sozinho em direção ao gol. Bettoni, o melhor zagueiro do torneiro para muitos, matou a jogada com uma falta por trás que lhe rendeu o cartão azul e a eliminação da partida. A coisa começava mal para o My Balls... Piorou quando a falta cobrada resultou em gol a favor do Só Canelas. Em jogada ensaiada, Carlinhos e Tony trocaram passes até o camisa 8 receber dentro da área e marcar.

Para tentar a resposta só restou ao My Balls arriscar de fora. Em uma dessas Paulinho quase marcou – o chute saiu arisco e quase enganou Johny, que afastou o perigo de “manchete”. No minuto seguinte, aos 13 contados, Carlinhos mais uma vez apareceu para importunar a defesa adversária. Ele dominou na entrada da área meio desequilibrado e, já caído, chutou rasteira no canto, sem chances para Gabriel Viana. Ia tudo tão bem para o Só Canelas que Dinho quase fez o terceiro de cabeça. O pequeno subiu sozinho e cabeceou no travessão.

Faltavam mais quinze minutos de bola para rolar, mas nada de muito interessante aconteceu, as equipes deviam saber que na etapa seguinte precisariam ter disposição – e não somente para o futebol.

A verdade é que o jogo piorou tecnicamente no segundo tempo. Os times voltaram mais resguardados e o futebol parava sempre com o apito do árbitro indicando falta, na maioria das vezes contra o Só Canelas, que na primeira etapa já havia estourado o limite de sete faltas.

Na primeira chance do My Balls para reverter o placar, uma falta foi cobrada com direção ao ângulo, quando todos pensavam que sairia um golaço, Johny foi na bola e agarrou. Em resposta, o Só Canelas chegou com perigo e quase o terceiro gol saiu em forma de pintura. Tony rolou para Gu, que emendou de fora da área um lindo chute. A bola parecia que entraria na gaveta, mas a redonda bateu caprichosamente entre a trave e o travessão.

Já haviam passado vinte minutos da segunda etapa, o placar ainda estava 2 a 0 e tudo caminhava perfeitamente para a vitória do Só Canelas, mas nos cinco minutos finais o jogo se transformou e a classificação para a final escapou como mágica.

O goleiro Johny, que ia muito bem no jogo, tomou o segundo cartão amarelo por reclamação e teve que sair, dando lugar ao improvisado Pedro. Para completar a desgraça, o limite de faltas novamente estourou e a partir de então as faltas eram cobradas no tiro livre de nove metros.

A reviravolta do My Balls começou aos 23 minutos, na primeira falta direta de 9 metros. Pedro até defendeu a cobrança, mas não se recuperou para pegar o rebote de Paulinho. Os caneleiros não aprenderam a lição e seguiram fazendo faltas. No minuto seguinte, Paulinho empatou o jogo em mais um tiro de 9 metros que entrou rente à trave.

Irritados com a arbitragem e ainda não acreditando no que estava acontecendo, o Só Canelas permitiu que Magrão, dentro da área, passasse pela marcação e chutasse sem muita dificuldade ao gol. Era a virada impressionante! Como no lado do Só Canelas desgraça pouca era bobagem, ainda houve tempo para nova infração e nova cobrança de Paulinho no tiro dos nove metros. E gol de novo. Fora da quadra, o zagueiro Bettoni chamava atenção na sua efusiva comemoração. O rapaz gritou, escalou a grade, bateu no peito e contaminou a torcida.

O placar não seria mais modificado, mas a partida ainda tomaria um rumo não esperado. Nada mais tiraria a classificação do My Balls, porém o brilho da vitória estaria comprometido. Em uma jogada na lateral do campo, Junior deu um tapa na cara do jogador do Só Canelas que mantinha a posse da bola. Ainda não satisfeito, o camisa 11 do time finalista peitou o adversário e lhe deu uma cabeçada. Não precisa nem dizer que a confusão foi formada, com os jogadores do Só Canelas indo pra cima do jogador do infeliz (para não dizer outra coisa) jogador do My Balls. Até os torcedores invadiram a quadra e o clima ficou tenso, com garrafas de água voando em direção a Junior, que sangrava na testa. Deprimente atitude que gerou uma confusão que podia acabar muito pior do que acabou.

Não houve tempo para terminar a partida, e os árbitros deram o jogo por encerrado. My Balls estava garantido na final, mas perdendo 3 jogadores para a mesma – Junior entre eles, que por sinal vai tomar uma suspensão do tamanho de sua irresponsabilidade (para não dizer outra coisa). Agora “os azuis” disputam o título e a invencibilidade no torneio contra o Rabeloska na grande final.
Comentários (0)