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CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

II CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Só Canelas 4 x 2 Tudo Bacana

COM BOM SEGUNDO TEMPO, SÓ CANELAS PASSA POR BACANINHA


Time vai para intervalo com empate, mas ao final consegue vitória. Tony foi o destaque do time que nas semifinais joga contra o My Balls

Por Gustavo Vasconcellos

A quartas de final da série Bronze iria começar. O primeiro confronto opunha dois times do Grupo B. Um deles era o Só Canelas, segundo colocado na fase de grupos e que passou pelo XTJ nas oitavas. O outro time era o Tudo Bacana, o Bacaninha, sexto colocado no Grupo B e que derrubou um forte concorrente, o Só quem Sabe.

O Bacaninha tentaria surpreender novamente um favorito ao título. E até conseguiu manter o sonho por 25 minutos, mas em um segundo tempo em que o Só Canelas jogou bem e abriu vantagem de 4 a 1 no placar, o Bacaninha nada pôde fazer além de um segundo gol e reclamar da arbitragem. Resultado final: Só Canelas 4 x 2, na Série Prata e nas semifinais.

O jogo começou equilibrado, com as duas equipes chegando ao gol adversário. O jogo era lá e cá. O Bacaninha foi quem chegou primeiro. Com menos de um minuto, Lê Leme arriscou de falta, a bola desviou e Jorge tentou voleio dentro da área, mas mandou para fora. No minuto seguinte, Lê Leme fez jogada pela esquerda e bateu cruzado. O goleiro Johny teve que desviar para evitar o gol. Depois foi a vez do Só Canelas atacar: Carlinhos teve duas chances, uma em falta e outra em chute de fora, mas acabou errando ambas. Rê também teve uma boa chance após recuperar bola no ataque, mas perdeu.

Aos poucos, o Só Canelas impunha seu jogo e aparecia cada vez mais no ataque. O principal responsável era Tony, que chamava o jogo. O camisa 6 criou pelo menos três boas chances até os 15 minutos. As melhores foram um voleio que passou perto e uma cabeçada que acertou a trave. Outro que aparecia bem era Carlinhos. Em boa jogada, ele recuperou a bola no ataque e passou para Felipe, no meio, chutar e ver o goleiro defender. Em lances isolados, o Bacaninha também arriscava. Em chute despretensioso, Thiago Simões, da esquerda, acertou a trave.

O gol amadurecia e aos 22 minutos a bola entrou. Felipe fez jogada pelo lado esquerdo, entrou na área e passou para o meio. Niel e Tony apareciam para chutar. Tony foi quem conseguiu mandar para a rede primeiro. Melhor no jogo e, agora, com vantagem no placar, o Só Canelas levou um susto dois minutos depois. Lê Leme cobrou escanteio, o goleiro Johny foi mal no lance e viu Renan Massari aproveitar de cabeça no segundo pau. Era o empate do Bacaninha.

O começo do segundo tempo foi muito parecido com o primeiro. Equilibrado e com as duas equipes criando, mas sem o mesmo perigo que no primeiro tempo. Mas se o Só Canelas só foi marcar no final do primeiro tempo, no segundo eles conseguiram ficar à frente logo aos 5 minutos. Pedro partiu da zaga, fez jogada com Tony e bateu por baixo do goleiro para marcar o segundo do Só Canelas.

Com a vantagem, o time alvinegro soube aproveitar e com calma construiu o placar. Mesmo com o Bacaninha chegando com Lê Leme, em falta, Thiago Simões e Igor, em chutes de fora, o Só Canelas não se apavorou, também foi ao ataque e aos 16 voltou a marcar. Em contra-ataque, Tony ficou com a bola e fuzilou para o gol. O goleiro Vitão ainda tentou desviar, mas sem sucesso.

Nisso o Bacaninha já tinha perdido a cabeça de tanto se preocupar com a arbitragem, tanto que Marcelão havia sido expulso do banco. Perdido por três, perdido por mil, o Tudo Bacana foi pra cima no desespero. Nisso, o Só Canelas foi armando o contra-ataque. Carlinhos acertou a trave em chute de fora.

O Bacaninha lutava e tentava diminuir. Lê Leme teve boa oportunidade em falta na risca da grande área, mas mandou no bolo de gente em frente ao gol. Se o Bacaninha não conseguia marcar, o Só Canelas fez o quarto para garantir a vaga sem problemas. Felipe, dentro da área, arriscou de calcanhar e acertou a trave. Na volta, Carlinhos só empurrou para o gol, confirmando sua boa atuação.

Com pouco mais de 3 minutos para o fim e com 4 a 1 contra, o Bacaninha arriscou suas últimas fichas. Até conseguiu diminuir após sofrer a oitava falta e ter tiro livre convertido por Lê Leme, mas nada que mudasse o final da história do jogo. Só Canelas venceu por 4 a 2 e agora enfrenta o My Balls nas semifinais, buscando uma vaga na final da Bronze.

II CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

CAV 3 x 0 Os Mostarda

COM DIFICULDADES, CAV AFASTA ZEBRA E AVANÇA


Diante de um adversário muito motivado e consciente taticamente, CAV só conseguiu marcar – e foram três vezes – nos 7 minutos finais de jogo, após ver seu goleiro salvar o time

Por Gustavo Vasconcellos

Um confronto com favorito declarado. Todos os presentes apostavam suas fichas no Clube Atlético da Vila, o CAV, primeiro colocado do Grupo B e que bateu o Basicus nas oitavas. No confronto na fase de grupos, o CAV bateu o velho conhecido Os Mostarda por um placar apertado de 5 a 4, na terceira rodada. Era a revanche mostarda.

Quem estava vendo o jogo, pôde perceber o jogo apenas regular do CAV e as dificuldades enfrentadas pelo time preto e azul. Os Mostarda fez o goleiro Lele trabalhar bastante. Mas, no final, o CAV mostrou por que já está na Prata e marcou três vezes já nos minutos finais, duas vezes com Vitinho Lessa, e avançou às semifinais.

No começo, o jogo dava a impressão que seria um duelo de ataque do CAV contra a defesa do Mostarda. Os defensores amarelos faziam uma marcação em meia quadra, o que dificultava muita a infiltração dos atacantes. A bola ficava com o CAV, mas em uma zona sem muita criatividade. Martin e Cainho rodavam a bola na zaga, porém, sem muita criatividade.

Até por essa marcação, as chances foram raras no início. Em uma das poucas oportunidades do CAV, Caio Fleischmann recebeu lançamento na direita, dominou no peito e bateu. Polito estava bem posicionado e conseguiu fazer boa defesa. Os Mostarda se arriscava pouco, mas quando aparecia era com perigo. Tatá e Cadú arriscaram de cabeça, mas erraram o alvo.

Sem conseguir se infiltrar na zaga Mostarda, o CAV tentava marcar em chutes de fora ou em falta. Cainho e Vitinho Lessa arriscaram de fora, mas não marcaram. Quintanilha teve sua chance em cobrança de falta em cima do goleiro, que defendeu bem. Porém, aos poucos Os Mostarda foi adiantando a marcação e pressionava o CAV a ter dificuldade na saída de bola. Com isso, o time começou a aparecer mais no ataque e a levar muito perigo à meta de Lele. Cadú, Flavinho e Bruninho arriscaram, mas não passaram pelo camisa 1 do CAV. No final do primeiro tempo, o CAV voltou a aparecer no ataque. Quintanilha e Fred tentaram, mas mandaram para fora.

Na volta do intervalo, Os Mostarda criou confiança e foi para cima, acreditando na classificação para as semifinais. Até os 5 minutos, foram três chegadas, com Stefan, duas vezes, e George, contra apenas um chute na saída de bola de Quintanilha. Aos 7 minutos, o CAV voltou a chegar. Fred apareceu de costas para o gol, girou e bateu. POlito pulou e na queda caiu em cima da bola, que veio fraca, salvando seu time.

O jogo ficou mais aberto e os dois times chegavam ao gol adversário, Os Mostarda com mais perigo. Stefan bateu falta, a bola passou pela barreira e Lele salvou praticamente dentro do gol com um tapa salvador. E foi o mesmo Stefan que poderia ter mudado todo o rumo da partida numa jogada genial. O camisa 12 do Mostarda avançou desde a zaga, passando por 4 marcadores e só foi parado pelo goleiro, que defendeu. Uma linda jogada que, se a bola entrasse, daria uma nova história à partida. Bruninho também teve boa chance após o goleiro Lele soltar a bola, mas o camisa 1 do CAV se recuperou e mandou para escanteio.

O tempo corria e aos 18 minutos um lance, dessa vez sim, que mudou a história da partida. Jogada na direita, a bola foi centrada e Vitinho Lessa se esticou para desviar para a rede. Na comemoração, dedo na boa pedindo o silêncio da barulhenta torcida do Só Canelas, que torcia por uma vitória d´Os Mostarda. Dois minutos depois, Julinho fez jogada na esquerda e passou para o meio, para Vitinho marcar outra vez.

Os Mostarda estava, então, entregue. Para piorar, ainda viu Quintanilha marcar de falta o terceiro do CAV. 3 x 0, um placar que não condizia com o que tinha sido o jogo. Os Mostarda ainda tentou marcar pelo menos o gol de honra, mas nem isso conseguiu. E assim terminou o sonho da Prata d´Os Mostarda. Já o CAV tem sábado, pela semifinal, talvez o jogo mais esperado por ambas as equipes – o Rabeloska. Vale só uma vaga na final.

II CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Rabeloska 5 x 1 Xoras

RABELOSKA PASSEIA CONTRA XORAS E MIRA CAV


Com Guiñazú como destaque, jogo foi mais fácil do que o esperado para mackenzistas, que encaram o CAV no duelo tido desde o início como de favoritos

Por Gustavo Vasconcellos

O confronto Rabeloska e Xoras tinha tudo para ser um dos mais equilibrados das quartas de final – se não o mais. Porém, os mackenzistas do Rabeloska simplificaram a partida com uma boa atuação no primeiro tempo, abrindo uma vantagem de 4 a 0, que somente foi administrada no segundo tempo, com um gol para cada time. Ao fim do jogo, 5 x 1 e vaga nas semifinais.

Logo no início do jogo, a equipe alvirrubra partiu para o ataque e pressionou o time azul. Com menos de um minuto, Luisinho Estagiário e Dick Vigarista arriscaram, mas pararam na zaga adversária. Já Barata, só parou na trave. Após cabeçada no segundo pau, o camisa 8 viu a bola acertar o poste e correr a linha do gol até a zaga afastar o perigo.

Somente depois de todas essas chances do Rabeloska a equipe do Xoras chegou pela primeira vez. Zappa, da direita quase sem ângulo, arriscou para o gol e acertou a rede pelo lado de fora. Depois disso, o jogo ficou mais calmo e as chances diminuíram. Dick Vigarista e Ric arriscaram por suas equipes, mas o primeiro parou no goleiro e o segundo errou a finalização.

Mas então o Rabeloska voltou a atacar e logo chegou ao gol. Aos 13 minutos, Guiñazú recebeu lançamento, dominou bem e chutou no alto cruzado. A bola tocou na trave e entrou. Dois minutos se passaram e os mackenzistas voltaram a marcar. Chininha, na esquerda, passou para Stevie Wonder no meio. Ele dominou no alto e tocou, também no alto, na saída do goleiro. 2 x 0.

O Xoras praticamente não aparecia no ataque e, quando o fazia, não levava tanto perigo. Com este panorama, o Rabeloska continuou atacando. E continuou marcando. Foram mais dois antes do final do primeiro tempo. Primeiro, Maradona acertou petardo da linha do meio e, contando com desvio no caminho, viu a bola entrar no ângulo, sem chances para o goleiro Digão. No minuto seguinte, uma boa troca de passes acabou com o erro na finalização de Stevie Wonder. Na sequência, Luisinho Estagiário, bem na partida, marcou o quarto do Rabeloska.

Os times foram para o intervalo e voltaram com atitudes diferentes do primeiro tempo. O Xoras atacando e o Rabeloska defendendo. Com Zappa como goleiro-linha no lugar de Digão, com menos de 40 segundos o Xoras conseguiu diminuir a vantagem. Cruzamento baixo para a área e Dutra adiantou-se e desviou para o gol.

Pouco depois, o Rabeloska quase marcou o quinto. Maradona cabeceou e o goleiro rebateu. Na volta, ele mesmo perdeu quase debaixo das traves. O Xoras partia para cima, mas não chegava com muito perigo à meta do Rabeloska. As melhores chances foram com Ric, que partiu com velocidade pela direita e bateu por cima, e com Matheo, que tabelou com Boca e apareceu sozinho com o goleiro, mas desperdiçou.

Enquanto isso, o contra-ataque levava perigo. O Rabeloska já havia assustado o ‘goleiro’ Zappa com tentativas de Stevie Wonder, Chininha e Guiñazú. Porém, aos 12 minutos, não teve quem impedisse o capitão Barata de marcar o quinto gol.

Depois desse gol, o jogo deu uma boa acalmada. O Xoras, sem muitas esperanças, ainda tentava uma recuperação surpreendente, mas o máximo que conseguiu foram chances com Matheo e Mingo, que tiveram como destino as mãos do goleiro Tássio, seguro na meta. E, assim, o Rabeloska cozinhou o jogo até o apito final, que decretou sua passagem às semifinais, à Série Prata e o coloca frente a frente com o poderoso CAV, que liderou o Grupo B da Série Bronze.

II CHUTEIRA DE BRONZE: QUARTAS DE FINAL

Coringa 4 x 6 My Balls

MY BALLS MOSTRA POR QUE É O FAVORITO E VAI ÀS SEMIFINAIS


Em jogo muito truncado e cheio de viradas no placar, My Balls passa por Coringa e agora enfrenta Só Canelas nas semifinais

Por Gustavo Vasconcellos

O último confronto das quartas de final marcava o reencontro de duas boas equipes. Duas equipes que empataram o confronto na fase de grupos e faziam uma espécie de tira-teima. Afinal, o Coringa foi uma das poucas (eles e o Rabeloska) que não perderam para o My Balls na fase de grupos. Na verdade, o Coringa tinha a vitória nas mãos até os 25 minutos, quando cedeu o empate.

A expectativa de ser o melhor jogo do dia, de fato, se cumpriu, mas o que se viu foram 50 minutos de muitas reclamações, muita disputa e muitas viradas no placar, além das provocações e bate-boca tradiocional. Ao fim, o My Balls venceu o jogo por 6 a 4, eliminando um adversário fortíssimo e mantendo a invencibilidade.

O My Balls começou comandando as ações, mas sem chegar com perigo nos minutos iniciais. O Coringa, então, também foi ao ataque, e logo em sua primeira chegada já levou grande perigo. Ligeiro, da direita, tentou chute rasteiro cruzado e viu a bola acertar a trave. Depois, Mauricio arriscou para o gol, mas o goleiro Gabriel Viana caiu e defendeu. O jogo ficou aberto e as duas equipes iam para o ataque. Bettoni, do My Balls, arriscou chute do meio da quadra e obrigou o goleiro Gui a fazer boa defesa.

Com o jogo aberto, o placar não demorou a ser inaugurado. Aos 7 minutos, Cidrão, camisa 7 do Coringa, escapou livre pela esquerda e, perto da área, tocou de direita na saída do goleiro para marcar o primeiro do Coringa. Mas a vantagem não durou muito: pouco mais de um minuto depois o My Balls já havia igualado. Quando recebeu a bola para fazer o pivô, Paulinho Caieiro ficou reclamando de falta. A bola sobrou para Pedrinho Soares no meio. Ele dominou e chutou de bico no canto direito para empatar.

O jogo ficou interrompido por um tempo por conta de uma confusão envolvendo os jogadores, que diziam de provocação e cotovelada. A bagunça resultou com cartão azul para Pedrinho, o autor do gol, e Ratão, camisa 10 e destaque do Coringa. No reinício da partida, Paulinho arriscou falta colocada, mas o goleiro defendeu. Depois da discussão, o jogo ficou mais pegado, com algumas divididas mais fortes por parte dos dois times.

Aos 15 minutos, a primeira virada no placar. Paulinho Caieiro cobrou falta por fora da barreira e marcou um belo gol de falta. Mas, assim como ocorreu quando o Coringa inaugurou o marcador, a vantagem não durou muito. Dessa vez, menos de um minuto. Daniel Capel acertou belo chute no ângulo direito. Um lindo gol para deixar tudo igual novamente.

O jogo seguiu até o intervalo sem novas alterações no placar, mas não foi por falta de tentativas e vibração. Aos 23 minutos, por exemplo, Paulinho teve boa chance, mas parou no goleiro. Na volta, Bruno Valdivia chegou batendo, mas viu o goleiro Gui desviar para escanteio de forma brilhante.

No início do segundo tempo, com menos de 2 minutos, a segunda virada do jogo aconteceu. O Coringa marcou o terceiro e ficou à frente no placar novamente. Renato Pupo puxou contra-ataque e passou para Cidrão, na direita, chutar alto cruzado. Dessa vez, a vantagem durou mais. As equipes criaram chances de marcar, principalmente o My Balls, mas paravam nas boas atuações dos goleiros.

Porém, como virou normal no jogo, um novo empate aconteceu e, logo depois, também uma nova virada. Aos 9 minutos, D’Alonso acertou bom chute da entrada da área após escanteio batido e empatou o jogo em 3 a 3. No minuto seguinte, o mesmo D’Alonso marcou de novo. Ele dominou bola na direita e acertou chute rasteiro cruzado de fora.

Depois dessa virada, porém, mais nenhuma ocorreu na partida. E isso por conta do My Balls, que fez o quinto aos 16 minutos com Paulinho Caieiro num primor de gol. Ele veio de trás e foi passando por um, por dois, por três, pelo goleiro e quase entrou com bola e tudo! Golaço para esquentar a torcida, só que do Coringa, pois o jogador comemorou perto da galera adversária e foi muito xingado...

O Coringa precisava ir para cima, mas não parecia não ter mais a mesma força. Assim, não conseguia chegar com facilidade. O time chegou a marcar o quarto gol, encostando no placar, mas sofreu um banho de água fria ao ver Bettoni, já nos acréscimos, mandar uma bola violenta ao gol de Gui, que ainda tentou tocar nela mas quase foi pra dentro com a mesma. Era o sexto gol, o gol da tranquilidade e da classificação para as semifinais, quando enfrentará o Só Canelas lutando por uma vaga na final da Série Bronze.
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