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CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

Irado’s 3 x 2 Condor´s

IRADO´S SEGURA CONDOR´S E VENCE NOVAMENTE


Irado´s toma pressão na etapa final e deve o bicho ao zagueiro Mudamba e ao goleiro Alan, que fizeram uma partidaça

Por Luiz V. Andreassa

Irado’s e Condor´s lutaram até o final pelos três pontos e proporcionaram grandes emoções aos seus torcedores. Ambas as equipes aspiram a classificação para a próxima fase. O Irado´s luta para espantar a má fase depois das duas derrotas nos últimos três jogos, e o rival tenta se manter vivo entre os oito primeiros colocados.

Quem assustou primeiro foi o Condor´s, que chegou com perigo em cabeçada de Marin após cobrança de escanteio. O camisa 12 só não balançou as redes por conta da bela recuperação de Alan, que voltou do primeiro pau para espalmar a bola. A equipe tricolor também respondeu em voleio de Caballero após cobrança de tiro de canto. Mesmo com um belo chute, o atacante não teve sorte, pois o goleiro Ederson defendeu e mandou a redonda no travessão. Quase um golaço para abrir o placar.

Inspirado e nada irado, o time partiu para cima com uma finalização perigosa de Felipe Ayres e depois mais uma vez com seu camisa 10. Desta feita, ele roubou a pelota da zaga, avançou, chegou na cara do gol, mas demorou para bater, permitindo a boa saída do arqueiro, que fechou bem o ângulo. Era a oportunidade de ouro desperdiçada aos 7 minutos.

As chances continuavam a sair dos pés dos jogadores irados, que não conseguiam achar o caminho do gol. Caballero não teve sucesso quando girou bonito para sair do marcador e bater no canto . Mais uma vez Ederson fez ótima intervenção. E para mostrar que sua defesa não ia tomar pressão, o ataque condorense resolveu responder e quase castigou o rival. O gol só não aconteceu, pois Flavinho recebeu a bola na boca do gol e mandou-a por cima do travessão.

Entretanto, o Irado’ queria mostrar quem era o dono do jogo e rebateu em mais um lance de seu camisa 10, agora em cabeçada na trave, após lançamento preciso vindo de trás. Mas a redenção de Caballero estava prestes a chegar. O atacante conseguiu apagar a má impressão deixada pelas chances perdidas quando recebeu o passe de Rodrigo Mademba, em cobrança de falta ensaiada no meio da quadra. Caballero chutou forte, a bola acertou a trave e, compensando toda a falta de sorte dos lances anteriores, bateu nas costas do goleiro e entrou.

O tento acordou o Condor´s, que partiu para cima. Quando seu atacante estava prestes a empatar, foi travado por Rodrigo, que apareceu bem de novo. E, apesar de ter mais posse de bola nos últimos minutos, as jogadas criadas não assustaram o goleiro, e o empate não saiu.

O segundo tempo começou e os personagens principais não mudaram. Porém, o roteiro foi alterado e quem dominou a etapa final quase que completamente foi a equipe vinho. Flavinho perdeu outra oportunidade ao dominar a bola no bico da área, girar e bater para fora. Mas o camisa 6 se redimiu pouco depois: recebeu pela direita, tocou para trás e encontrou Piu-piu, que finalizou rasteiro e cruzado para finalmente decretar a igualdade.

Contrariando as expectativas, o Irado’s conseguiu reagir no momento de inspiração de seu rival, quando o árbitro marcou pênalti em cima de Murilo. Há quem diga que a falta foi fora da área, mas... Caballero bateu com competência, tirou do goleiro e botou o seu time mais uma vez à frente no placar. Para ajudar, Bomba, mesmo no banco de reservas, explodiu de raiva – com o perdão do trocadilho – , reclamou com o árbitro e levou o cartão vermelho.

Parecia que o Irado´s ia respirar aliviado. Que nada, a igualdade foi restabelecida graças à dupla dinâmica condorense. Desta vez Piu-piu chutou, Alan espalmou para frente e Flavinho chutou forte, sem chances de defesa. O arqueiro irado se redimiu em cobrança de falta na entrada de sua área, saindo com coragem do gol para evitar a virada. O camisa 6 do time vinho apareceu de novo ao passar a bola para Lê finalizar pela direita, direto na trave. E Lê quase deixou sua marca em outra oportunidade, ao girar belo voleio dentro da área. Alan defendeu e, no rebote, Piu-piu mandou por cima.

Acuado em seu campo de defesa, a esquadra irada não conseguia sair jogando e, quando o fazia, parava na marcação eficiente do rival. Só que o time tricolor surpreendeu novamente e mudou o panorama da partida pela segunda vez. Bruno Florenzano foi inteligente ao cobrar lateral pela esquerda no segundo pau, onde Murilo estava livre para testar e fazer 3 x 2.

Os últimos minutos foram de muita tensão, mas de poucas chances de perigo. Rodrigo Mademba e Alan trabalharam bem e salvaram a sua equipe de um novo empate. O arqueiro fez, ainda, duas boas defesas: primeiro ao sair do gol para tirar a redonda dos pés do atacante rival e, aos 22 minutos, em chute rasteiro e de longe de Erik. O placar não foi alterado, e a suada vitória do Irado’s foi concretizada – apesar de a equipe não ter apresentado um futebol vistoso e ter tomado pressão no segundo tempo.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

Só Quem Sabe 8 x 0 Real Vuvuzelas

NA ONDA DO 4 VIRA, 8 ACABA, SÓ QUEM SABE GOLEIA VUZUZELAS


Diego Sequia retorna ao time, marca 3 gols e deixa Vuvuzelas cada vez mais distante da classificação

Por Gustavo Vasconcellos

Com a volta de seu principal jogador, Diego Sequia, o Só Quem Sabe não quis saber e, jogando muito bem, goleou o Real Vuvuzelas por 8 a 0. Dez minutos antes de o jogo começar, os jogadores do Só Quem Sabe já estavam em quadra se aquecendo e se preparando para a partida. Talvez por isso o time tenha começado tão bem o jogo. Logo na saída de bola foi para cima. E com menos de um minuto rodado, o placar já havia sido inaugurado. Após jogada na direita do Só Quem Sabe, a bola foi rolada para o meio da área, onde Diego Sequia estava livre só para completar para as redes.

O Vuvuzelas até esboçou alguma reação com chutes de Daia, de falta, e Jow, um cruzado que passou com perigo, mas quem criava as melhores chances era mesmo o Só Quem Sabe. E sempre tendo como principal arma seu avante camisa 17, Diego Sequia. Ele teve duas boas chances de gol, mas chutou ambas pelo alto. Em uma terceira, aos 8 minutos, Diego não desperdiçou. Em jogada muito parecida com o primeiro gol, a bola saiu da direita e, no meio da área, Diego Sequia só escorou a bola para o fundo das redes.

A partir de então o Só Quem Sabe se armou muito bem na defesa, não deixando espaços para as investidas do adversário. O goleiro Dende tinha muito trabalho, como em chute colocado de Sequia e chute da direita de Felipe Massoni, outro jogador em grande dia. Mas Dende não aguentou a pressão e em dois minutos tomou mais dois gols. Aos 16 minutos, Diego Sequia arriscou chute para o gol e Rafael Jacobi apareceu quase em cima da linha para desviar e marcar. Um minuto depois, Diego Sequia recebeu sozinho no meio da área e, com muita calma, esperou o goleiro cair para chutar no canto esquerdo e marcar o quarto de seu time.

No final do primeiro tempo, o Real Vuvuzelas melhorou um pouco e até conseguiu criar algo. Primeiro, Renanzinho tentou e o goleiro desviou para fora. Depois foi Marcelo Stangalin que arriscou, mas viu a bola sair à esquerda. Por último, Vitão chegou batendo bola rolada por Marcelo, mas o chute explodiu na zaga.

Com tamanho resultado, o segundo tempo começou mais tranquilo, sem grandes chances. Mas não demorou muito e o Só Quem Sabe fez mais um. Com 5 minutos da segunda etapa, Thiago Lourenço carregou a bola no meio e achou espaços para o chute. A bola não saiu tão boa, mas o goleiro Dende não segurou e viu a bola entrar. Logo após o gol, Pizzotti respondeu pelo Real Vuvuzelas e em chute já sem ângulo acertou a trave. No rebote, Vitão não alcançou a bola. O Só Quem Sabe não se assustou e marcou mais um no minuto seguinte. Vedolim recebeu no meio, cortou um adversário e bateu forte no alto e no canto para fazer um belo gol.

O Só Quem Sabe não estava satisfeito e não parava de atacar. Tanto é que ainda marcou mais dois. Ricardo Mezadri tabelou com Diego Sequia e recebeu no meio da área para marcar o sétimo. 3 minutos depois, o time trocou passes até Felipe Massoni ficar sozinho com o goleiro e tocar no alto para encerrar em 8 x 0 o show.

Depois do oitavo gol, o jogo ficou em ritmo de amistoso e assim foi até o fim. Com o resultado, o Só Quem Sabe sobe uma posição, de terceiro para segundo, e só está a um ponto do líder My Balls, justamente o próximo adversário. Já o Real Vuvuzelas perdeu uma posição e se encontra em décimo primeiro na tabela. Joga na próxima rodada com o terceiro colocado, Rabeloska.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

XTJ 7 x 1 Derrubada

DERRUBADA APANHA DE NOVO, DESTA VEZ DO XTJ, E CONTINUA NA LANTERNA


XTJ joga melhor durante todo o jogo e goleia o Derrubada, que não entrou em quadra

Por Luiz Felipe Chaguri

Desde o primeiro lance do jogo já dava pra ver quem tinha mais garrafa pra vender. O Xarope teve mais posse de bola, mais qualidade no passe e acertou muitas finalizações. O resultado não podia ser outro senão uma goleada.

As duas primeiras jogadas da partida foram de Kaká, que estava em grande dia. Na primeira ele driblou a zaga e quase guardou. Na segunda obrigou o goleiro Henrique a fazer uma boa defesa.

O primeiro gol da partida saiu com Magu aos 9 minutos. Cara a cara com Henrique, ele tocou por entre as pernas do goleiro. Logo depois um lance discutível. O autor do gol recebeu uma mãozada do adversário e ficou bravo com a omissão do árbitro no lance. Revoltado, partiu em direção ao juiz e acabou recebendo o cartão amarelo e em seguida o azul. Ao sair de quadra foi possível ver a boca do jogador toda ensanguentada.

Voltando ao jogo, o XTJ continuou na pressão. BB Chapeleiro chutou de longe, Henrique espalmou, a bola ainda tocou na trave e foi para escanteio. Na cobrança do tiro de canto, Guedes fez de cabeça o segundo dos xaropes.

O Derrubada não demonstrava nenhum poder de reação e 2 minutos após o segundo gol, Sanseverino tabelou com Kaká e de canhota o camisa 10 bateu cruzado no cantinho direito. A bola ainda ainda resvalou na trave antes de entrar. Golaço! 3 x 0 e o XTJ derrubava o derrubada...

O fim do primeiro tempo já se aproximava e o XTJ resolveu valorizar mais a posse de bola. Mesmo assim o time azul e amarelo continuou criando boas chances. Kaká tocou pra BB Chapeleiro, que perdeu um gol incrível. Méritos para o goleiro Henrique, que fez grande defesa.

O primeiro tempo se encerrou com o bom futebol do XTJ. Boas tabelas de um time muito veloz e que arriscou chutes de todos os pontos da quadra. No segundo tempo o jogo começou sem grandes emoções. O primeiro lance de perigo foi, claro, do XTJ e a bola já foi morrer nas redes. Vini acertou um grande chute cruzado da ponta esquerda, sem chances para Henrique. Não perca a conta: 4 x 0.

O Derrubada conseguiu descontar aos 10 minutos, com um bonito gol de Telles. O camisa 15 cortou o zagueiro e chutou, a bola bateu na trave antes de entrar. O jogo até que tinha ganho um momento de equilíbrio, mas que não durou muito porque o XTJ logo voltou a dominar com chutes de Vini e BB Chapeleiro. Henrique trabalhou de novo.

O quinto gol estava amadurencendo, tanto que saiu aos 17 minutos. Sanseverino girou em cima da zaga e bateu no canto. Foi aí que o Derrubada jogou a toalha de vez. O time alvinegro acabou tomando 2 gols no mesmo minuto. O primeiro foi de Junior em jogada de pivô; o segundo foi do melhor em quadra, Sanseverino, numa bola cruzada da direita que o camisa 10 chegou concluindo para as redes.

Foi um jogo fácil e tranquilo para o XTJ. Só um time jogou. O Derrubada esqueceu o futebol da partida contra o Só Quem Sabe. Agora os xaropes estão em quinto na tabela, enquanto o Derrubada é o lanterninha.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

My Balls 3 x 2 Basicus

BASICUS COMPLICA VIDA DO MY BALLS, MAS SUCUMBE NO FINAL


Time jogo seguia vencendo até o fim, quando tomou pressão e nem Roland foi capaz de evitar a virada

Por Luiz Felipe Chaguri

Uma surpresa bem vinda e outra nem tanto. O My Balls teve uma atuação muito abaixo de outras partidas, e mesmo com uma ótima atuação da defesa do Basicus, acabou vencendo por ter muito mais qualidade técnica que o adversário.

Desde o início do jogo a posse de bola era do My Balls. O time que era superfavorito no jogo tentava impor o seu ritmo enquanto o Basicus apenas buscava investidas nos seus contra-ataques.

Foram 3 primeiros chutes da equipe azul, Fernando Souto, Bruno Valdívia de canhota e Bettoni do meio da rua. Roland, sempre seguro, estava atento. A bola foi entrar só aos 6 minutos. Só que foi o Basicus que abriu o placar no. Em escanteio cobrado da esquerda, Veneza de cabeça balançou a rede.

A partir do gol, o My Balls foi com tudo para buscar o empate. Roland teve que fazer milagres para segurar o placar. No chute de Bettoni ele fez grande defesa. Além do goleirão, quem estava muito bem era a defesa. Se o time não tem um ataque efetivo desde as primeiras rodadas, a zaga mostrou muita segurança e raça.

O empate do líder só veio aos 16 minutos. Paulinho rolou na ponta direita para chute cruzado de Pedrinho. O My Balls não se contentou com o empate e seguiu na pressão mas a primeira etapa acabou mesmo em 1 x 1. No segundo tempo, não deu nem para o Basicus respirar. No primeiro minuto de jogo Magrão conseguiu a virada. Logo depois o artilheiro teve que ir embora para o trabalho, mas ele já tinha feito a sua parte.

Após a virada o Basicus teve que sair para o jogo. Veneza, de biquinho, quase empatou novamente. Gabriel Viana espalmou para o lado. Foi a parte mais equilibrada da partida. O My Balls também chegou em cabeçada de Rafael e depois com chute de Pedrinho. Com os pés, Roland salvou.

Aos 10 minutos de partida um lance inusitado. Kinho recebeu uma bolada nas partes baixas. Só podia ser coisa do My Balls (piada infame a la Vinicius Bento...). O empate veio aos 12 minutos, de novo com Veneza. Puff driblou um zagueiro na entrada da área e deu um passe perfeito para o melhor em campo só tocar para a rede.

O líder não queria ser surpreendido e então foi pra cima, mas tinha uma muralha do outro lado. Bruno Valdívia, após muito elogios desse repórter em outras ocasiões, foi literalmente parado por Roland. Em um chute fortíssimo, Roland fez uma defesa espetacular.

É, mas não teve jeito. Em confusão na área, Paulinho pegou de primeira, a bola bateu em Kinho e acabou entrando. Só desse jeito para Roland ser vazado. Os times ainda tiveram mais uma grande chance cada um. Starck, em um chute cruzado, e Bettoni que bateu por cima de Roland.

O My Balls não fez a melhor de suas apresentações mas o importante para o time azul com certeza foi a manutenção da liderança. Enquanto isso, o Basicus criou mais do que em outros jogos e teve uma grande atuação de seu sistema defensivo.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

Os Mostarda 17 x 0 Haka

MOSTARDA FAZ A FESTA NA COZINHA DO HAKA


Time joga bem e ainda contou com ajuda de Tavares, que foi expulso no começo do jogo e piorou ainda mais a vida do lanterna do grupo

Por Luiz Felipe Chaguri

Eis aqui o jogo mais difícil para se fazer uma análise. Que nota vou dar para um goleiro que não toca na bola? Como vou comentar 17 lances de gol de um time só? É, vocês pensam que vida repórter é fácil? Não é não. Mas vamos ao jogo. Com 23 segundos já estava 1 x 0. Tatá avançou pela direita e acertou um belo chute de longe. O segundo gol foi de Gabri, que, ao entrar na área, tocou no canto esquerdo do goleiro. O terceiro foi no minuto seguinte. Stefan deu bom passe para Biel, que invadiu a área, driblou 3 jogadores e marcou. Golaço! 3 a 0 e eu estou quase perdendo o fôlego já.

E o momento Inacreditável Futebol Clube ficou para Tatá. Na cara do goleiro Fiorini, que não estava em um dia bom, ele perdeu um gol incrível. No lance seguinte o camisa 10 do Haka foi expulso. Tavares cometeu falta por trás e foi expulso por mandar o árbitro ir apitar jogo de botão. Em tom descontraído, o árbitro disse que Tavares não entra nem no time de botão dele.

Foi a única atitude ruim do Haka que, com muita honra, jogou o seu futebol limitado mas sem bater no adversário. Voltando ao jogo, Bruninho foi quem deixou o quarto e depois o quinto do Mostarda. No quinto ele bateu no ângulo esquerdo com muita categoria.

O primeiro tempo até que terminou com um placar razoável. O problema foi o segundo. Ainda sairiam 12 gols. Com 30 segundos, Rodrigo invadiu a área pela direita e tocou para o gol. Um minuto depois veio o sétimo. Gabri chutou cruzado e Biel entrou na área só pra completar para a rede. No oitavo foi a vez de Tatá deixar mais um após rebatida do goleiro. Tatá, pela terceira vez, recebeu na entrada da área e concluiu pra rede.

Vou tomar um ar pra continuar. Voltando. O décimo aconteceu após a cobrança de escanteio de Cadú em que Gabri completou. O 11 x 0 saiu num passe de Cadú para o melhor em campo, Biel, que anotaria o seu terceiro gol. O Haka estava visivelmente assustado e saiu jogando errado. Biel roubou a bola e deu passe para Rodrigo anotar o gol de número 12. Stefan fez o décimo terceiro e no minuto seguinte Bruninho fez mais um em chute de fora da área na gaveta. Fiorini estava se especializando em buscar bolas nas redes. Biel estava impossível e aos 15 minutos deixou o quarto dele num tiro cruzado de canhota. Não perca a conta, 15 x 0.

Após isso tivemos 5 minutos sem o Haka tomar gol. É bem verdade que Os Mostarda já nao precisavam forçar tanto o jogo. Aos 20 minutos Bruninho tocou para Lê. Ele bateu prensado, mas como era dia de tudo entrar, 16 x 0. Por último mas não menos importante um grande tabelinha, Luquinhas, toca pra Raphinha. Tudo inha, menos o resultado: 17 x 0 em favor d´Os Mostarda.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

Rabeloska 6 x 1 Pé de Pano

RABELOSKA GOLEIA OUTRO E SEGUE NA COLA DO MY BALLS


Com mais uma boa atuação de Dick Vigarista, o time alvirrubro venceu novamente e continua na perseguição ao líder My Balls

Por Luiz Felipe Chaguri

O árbitro José Paulo apitou o início da partida após um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da tragédia de Realengo no RJ e também após o Rabeloska colocar um colete verde-limão para diferenciar do uniforme branco do Pé de Pano. Com a bola rolando tivemos uma equipe no ataque e outra na defesa. Eram gritos de “uuuuh” para as bolas que não entravam do Rabeloska e gritos de “aeeee” pelas tiradas e bicos pra qualquer lado do Pé de Pano.

Uma hora a bola iria entrar, mas antes disso uma cena lamentável. O camisa 10 Mazaropi bateu o joelho na dividida com a defensiva do Pé de Pano e prendeu a chuteira no piso da quadra. Ele teve que sair carregado pelos companheiros e não conteve as lágrimas. Já não é a primeira vez que isso acontece na quadra 13. Voltando ao jogo, Dick e Ibraim eram os jogadores que mais arriscavam chutes e boas jogadas. Destaque para um chapelaço do camisa 20 sobre Rafinha. Era uma forte pressão vermelha e aos 16 minutos não teve jeito. Em escanteio cobrado por Caio Cunha, Maradona antecipou o goleiro e escorou de cabeça para Dick, sozinho, completar para o gol.

Antes ainda do fim do primeiro tempo, Dick ampliou. Rafinha saiu jogando errado e a bola acabou sobrando para o artilheiro fazer o segundo dele no jogo. Foi uma primeira etapa tranquila em que o Rabeloska impôs seu ritmo de jogo e não se afobou em momento algum. Jogava sabendo que os gols sairiam naturalmente. Após o intervalo o Pé de Pano, que pouco ou nada criou na primeira etapa, voltou mais aceso. O destaque da equipe branca, Dadá, acertou um belo chute de longe no início e Tássio teve que se esticar todo para por a bola pra escanteio. Aos 4 minutos veio o gol. Peba avançou pela ponta esquerda e deu o passe para Dadá descontar.

A reação do Pé acabou justamente após o gol. O Rabeloska não deu chance para o adversário pensar em empatar. Dick quase fez o terceiro dele ao ficar cara a cara com o goleiro Matheus, mas acabou protagonizando o momento Inacreditável Futebol Clube do dia. O matador tirou tanto do goleiro que acabou tirando do gol também. Mas o camisa 9 teve muito crédito e esse gol não faria falta porque aos 13 minutos Caio Cunha aproveitou o escorregão do zagueiro e chutou para fazer o terceiro do Rabeloska. A bola ainda resvalou na zaga e matou o goleiro Matheus.

Se esse gol foi um banho de água fria na reação do Pé de Pano, o quarto foi para ter certeza da vitória do time de colete marca texto. Django fez de cabeça após cobrança de lateral. E logo veio o quinto gol. Maradona, não aquele, fez um gol pra honrar o apelido. O argentino ficaria orgulhoso se visse a beleza do gol que o camisa 3 fez. De trás do meio da quadra, com muita categoria, ele chutou e a bola foi no cantinho de Matheus.

O caixão azul e branco ainda seria sacramentado com Guinazu, que recebeu a gentileza de Dick que já estava na cara do gol. O 6 x 1 disse muito bem o que foi a partida. Uma boa exibição de um time muito unido e que tem um futebol coletivo muito competitivo e ainda tem o destaque de um dos melhores, senão o melhor, jogador do Chuteira de Bronze, Dick Vigarista.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

Império Celeste 4 x 3 Bonde dos Abelhas

IMPÉRIO VENCE COM GRANDE ATUAÇÃO DE SEU GOLEIRO


BDA faz outro bom jogo, mas esbarra no que parece ser seu maior rival no torneio – a zica

Por Luiz Felipe Chaguri

Quem assistiu o primeiro tempo da partida não imaginava que o placar terminaria apertado. Apesar da etapa inicial ter sido 3 x 0, o jogo foi muito igual. O Bonde não conseguiu tirar o zero do seu marcador graças à grande atuação de Maqueda. Os primeiros lances da partida, porém, foram do BDA. Lê chutou e a bola passou perto do gol de Maqueda. Na segunda investida do time amarelo, Cris pegou um bom chute de canhota. A bola explodiu no travessão. Apesar desses lances, foi o Império que foi mais eficiente. Aos 9 minutos, Berla marcou após confusão na área.

Com o gol o Bonde teve que sair mais ainda para o jogo. O habilidoso Lê chutou 2 vezes e Maqueda fez 2 grandes defesas. Depois Gui acertou o travessão do Império. Só dava Bonde dos Abelhas, mas a bola não queria entrar de jeito nenhum.

Era uma partida pegada. Os 2 times brigavam muito pela bola. Tanto é que muitas jogadas acabavam em faltas. Em uma dessas infrações o Império ampliou o marcador. Guedes bateu com muita categoria tirando da barreira, com muita curva, e a redonda foi no canto esquerdo do goleiro.

Já no final da primeira etapa duas discussões ao mesmo tempo aconteceram. Foi a primeira do dia na quadra 13, em que os árbitros apitaram muito bem. Florêncio distribuiu cartões para os dois lados a fim de esfriar os ânimos. Depois disso ainda houve tempo para o terceiro gol do Império, aos 24 minutos. Guedes, o melhor em quadra, tabelou com Zukauskas e bateu na saída de Thiago.

No segundo tempo, precisando mudar completamente o jogo, o Bonde começou pressionando. Aos 4 minutos Morcego entrou na área e chutou em cima do zagueiro. A bola pegou efeito e acabou matando o goleiro Maqueda. Já era hora de uma bola do time amarelo entrar.

A partir do gol dos Abelhas, o jogo voltou a ficar equilibrado. Roma tentou para o Império mas a bola foi pra fora. Morcego tentou diminuir para o BDA mas Maqueda fez mais uma grande defesa. Aos 12 minutos o placar também ficaria mais equilibrado. Félix chutou na saída do goleiro e diminuiu para o BDA.

E não é que o BDA quase empatou a peleja? Morcego, o melhor jogador do Bonde na partida, passou para Gui, que girou e bateu por cima do travessão. Só que o Império acordou e matou o jogo aos 18 minutos. Rômulo recebeu bom passe e chutou rasteiro cruzado. 4 x 2. E o quinto quase saiu também: Rômulo driblou e tocou para Guedes, que perdeu a chance.

O BDA ainda descontou com Crazy, no último minuto, após confusão na área. Mas já não havia tempo. Um grande jogo. O destaque final vai para a torcida feminina do Bonde, que fez bonito nas arquibancadas.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

Xoras 6 x 2 NGM

XORAS VENCE OUTRA E JÁ ENCOSTA NOS LÍDERES


Nem Caio Ribeiro foi capaz de segurar o ímpeto do Xoras

Por Rodrigo Amaral

Boa parte do público que assistiu ao embate entre Só Canelas e CAV continuou na quadra 12 para ver Xoras x NGM. A atração era Caio Ribeiro, que entrou em quadra pela terceira vez vestindo a cor laranja, mas dessa vez não saiu com a vitória. A primeira chance de gol foi do NGM, com Caio Ribeiro, mas quem comandou a partida foi a equipe do Xoras, com ótima atuação de Mingo.

Aos 6 minutos, Caio apareceu pela primeira vez. Após limpar bem o lance, ele tocou para Carlitos, que virou e chutou na trave. No minuto seguinte, o NGM chegou de novo com Carlitos, que dessa vez contribuiu com uma assistência para Memé, que chegou de trás para chutar em cima do goleiro Digão. A primeira investida do Xoras demorou nove minutos para acontecer e quase valeu a pena a espera. Mingo pegou de primeira pelo alto e obrigou o arqueiro Fê Farillo a fazer uma bonita ponte.

Depois da primeira subida ao ataque, tudo começou a fluir mais fácil para o Xoras, e Mingo começou a brilhar. Aos 13 minutos, ele abriu o placar. E logo no minuto seguinte já ampliou. Após limpar o zagueiro, ele mandou no canto do goleiro. O camisa 8 engatou o seu bom futebol e não parou. Em mais um bom lance, ele interceptou passe do adversário e tocou para Matheo que, livre, mandou por cima do gol.

Ao ritmo de Mingo, o Xoras seguia embalado. O time chegou ao terceiro gol: Carioca chutou e Ric marcou ao pegar o rebote do goleiro. O quarto gol e a consolidação da goleada veio no minuto seguinte. Matheo, sempre brigador, disputou limpo com o goleiro e marcou. A primeira etapa começou com jogada do Caio e terminou com jogada parecida. Ele fintou bonito o marcador e rolou para Carlinhos chutar e o goleiro defender.

No início do segundo tempo, Caio mostrou que não era seu dia. Foi dele que se originou o quinto gol do Xoras. O comentarista da Globo tocou errado e Mingo aproveitou o erro para fazer seu terceiro gol.

Do inferno ao céu: o ex-jogador precisou de um minuto para se redimir e marcar um bonito gol. Ele limpou o zagueiro e mandou de bico, sem chances para o goleiro. Pouco tempo depois, o gol do Caio já era esquecido, pois Ric fez um gol mais bonito ainda. O camisa 25 do Xoras passou pelo que tinha na frente, fez fila e deixou o dele.

Mesmo com futebol apagado, Caio ora ou outra conseguia mostrar sua qualidade. Em falta próxima à área, ele tomou distância e, quando todos pensavam que viria uma bomba, ele só deu um toque por cima da barreira, parando na trave.

As equipes começaram com tudo o segundo tempo e se conteram um pouco no restante da partida. Mesmo assim, Zampol aproveitou rebote em chute de Memé e diminuiu a diferença para o NGM no apagar das luzes. Com o placar final em 6 a 2 para o Xoras, a equipe está em terceiro lugar e enfrenta o Irado´s em busca da liderança em briga direta. Já o Não Guento Mais caiu para sexto lugar e tem ótima chance de reabilitação ao enfrentar o Haka na próxima rodada. Caio Ribeiro, após duas vitórias assinadas por ele, conheceu sua primeira derrota no Chuteira.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

Tudo Bacana 7 x 1 Toque Me Voy

TUDO BACANA APROVEITA LESÃO DE GOLEIRO E GOLEIA TMV


Alonso sai machucado e, sem goleiro de ofício, Toque Me Voy perde mais uma

Por Rodrigo Amaral

A partida entre Tudo Bacana e Toque Me Voy tinha tudo para ser uma boa disputa, porém o TMV não contava com a contusão do arqueiro Alonso, tendo que improvisar o zagueiro Zé Roberto, que até se esforçou, mas não tinha jeito. O seu jogo é com a bola nos pés.

Nos primeiros dez minutos o jogo seguiu equilibrado, com as equipes alternando ataques e gols. Aos 4 minutos, foi o TMV que saiu na frente do placar. Em cobrança de falta, Tiago mandou uma bomba exatamente onde o goleiro Guilherme estava posicionado. A bola foi com tamanha violência que o arqueiro mal viu a redonda entrar no ângulo: golaço!

O primeiro perigo oferecido pelo Tudo Bacana foi aos 10 minutos com jogada individual de Lê Leme, que subiu ao ataque e tentou driblar o goleiro Alonso. Este saiu melhor na jogada e afastou o perigo.

O gol de empate demorou 17 minutos a sair, diferente do gol da virada, que veio em seguida. A igualdade no placar veio da cabeçada de Marcelão (de novo!), que subiu sozinho para marcar. Dois minutos depois foi Filipe quem fez, após receber na lateral da quadra e afundar para a rede.

Aos 24 minutos, Zé Roberto do TMV, improvisado no gol após contusão de Alonso, mostrou que jogar debaixo das traves não é a dele. Victor Araújo arriscou de fora da área e a bola passou por debaixo das pernas do zagueiro: frangaço e 3 x 1.

Na volta do segundo tempo, o Toque Me Voy tentou diminuir, mas o Tudo Bacana estava mais aceso. No primeiro minuto, Daniel, do TMV, fez quase tudo certo. Ele roubou a bola de João Paulo dentro da área, fintou o goleiro, mas viu seu bonito gol ser atrapalhado pela zaga adversária, que tirou praticamente em cima da linha. O quarto gol do TB não demorou e veio na primeira chance da equipe. Filipe driblou o marcador e deu bela assistência para João Paulo só empurrar.

O TMV seguia com dificuldades, na partida e no gol. Aos 6 minutos, em cobrança de escanteio, Zé Roberto não achou nada pelo alto e Marcelão só escorou de cabeça para marcar mais um (uau! Zagueiro matador!). Pouco tempo depois e o sexto gol já viria a sair, agora com o camisa 16, Diegão.

O Tudo Bacana queria mesmo era a goleada para ganhar em saldo de gol. Com 17 minutos de peleja, Renato fez boa jogada e tocou para Igor, que recebeu e chutou para o gol.

Mesmo perdendo por 7 a 1, o TMV continuava tentando diminuir, mas sem êxito. As investidas do time paravam na trave, como com Vinicius após pegar a sobra da cobrança de falta que bateu na barreira, ou no goleiro, como na boa defesa que fez com o pé no chute de Tiago. Mas as chances de gol paravam também no próprio pé dos jogadores, que estavam afobados e muitas vezes chutavam sem direção.

O placar de 7 a 1 já estava consolidado, mas aos 23 minutos ainda houve tempo para dois amarelos e uma expulsão. Igor, do Tudo Bacana, recebeu grande chance ao receber passe de frente para o gol e sem goleiro. Porém, o arqueiro do TMV conseguiu a recuperação e fez a defesa. Na sequência, os dois se enroscaram, motivo para o árbitro amarelar os dois jogadores envolvidos e expulsar o técnico do Toque Me Voy por reclamação.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO B

CAV 4 x 2 Só Canelas

CAV VENCE SÓ CANELAS E ASSUME A LIDERANÇA


Equipes não decepcionaram o público presente e fizeram uma partida de encher os olhos

Por Rodrigo Amaral

A partida entre Só Canelas e Clube Atlético da Vila atraiu um público fora do comum na afastada quadra 12. Entre a torcida estavam “infiltrados” do Rabeloska, Irado’s, Os Mostarda, entre outros adversários da Bronze. Tudo para ver o jogo que valia a liderança do Grupo B.

Em um jogo de não piscar os olhos, o juiz apitou o início da partida e já na saída de bola o goleiro do CAV foi testado, espalmando para escanteio o chute vindo do meio da quadra. A primeira chance do CAV veio no quinto minuto, com Quintanilha, que seguiu com a bola e exigiu uma boa defesa do goleiro. A segunda chance veio em forma de gol. Aos 9 minutos, Quintanilha cobrou lateral para Fred dentro da área, que pegou de primeira em um bonito voleio e inaugurou o placar.

O gol não mudou em nada a postura ofensiva das equipes, mas serviu para aumentar a vontade de vencer. E o CAV seguiu oferecendo perigo. O autor do gol, Fred, fez boa jogada de pivô e rolou para Vitinho Lessa, que chegava de trás. Seu chute passou raspando a trave. Aos 17 minutos, a equipe do Só Canelas enfim chegou forte ao ataque. Tony recebeu próximo à área e chutou de bico; o goleiro Lelê caiu no canto para pegar. O time dos caneludos voltou minutos depois com jogada de raça de Carlinhos; ao roubar a bola, ele tabelou com Tony, que chutou para fora, mas com muito perigo.

O CAV não se desligou do primeiro tempo em nenhum momento, ao contrário do Só Canelas, que nos últimos cinco minutos vacilou e deixou o adversário ampliar. A zaga fez jus ao nome da equipe e “canelou” jogando a bola na fogueira para o arqueiro Johny, que disputou com Teté, mas perdeu e tomou o segundo gol.

Na volta ao segundo tempo, o CAV voltou com tudo. Em menos de um minuto, os peladeiros da vila ampliaram com um golaço. Em linda tabela, Teté tocou de trivela para Pedrão pegar “na veia” a bola que vinha pelo alto cheia de efeito. O goleiro só viu a redonda quando ela já estava no fundo da rede.

O Só Canelas ficou sem reação com o gol e ainda viu o adversário chegar mais duas vezes. Johny estava atento nos dois lances, que foram parecidos. Na primeira chance, Fred saiu cara a cara com o goleiro, que salvou o time em um chute rasteiro. No minuto seguinte foi a vez de Pedrão chegar sozinho na frente do gol e ver Johny se agigantar, defendendo dessa vez pelo alto.

Passados apenas dois minutos de jogo e pressão do CAV, o Só Canelas finalmente se encontrou em quadra. Com 6 minutos, Carlinhos chutou sem deixar a bola cair e diminuiu. A partir daí, a pressão seguiu. Tony dividiu com o goleiro Lele e a bola sobrou para Felipe, sem goleiro, perder uma grande chance. Na bola parada eles também eram eficientes, mas sem muita sorte. Niel cobrou falta que tinha endereço certo, até parar em Martin, que tirou a bola na linha.

A pressão do Só Canelas foi enfim revertida em resultado aos 17 minutos, quando Niel marcou após receber lindo passe. Com a diferença agora de um gol, o SC precisava manter o seu jogo de pressão, mas com muita cautela diante do forte contra-ataque adversário.

Com 23 minutos de jogo, o arqueiro do CAV salvou sua equipe de tomar o empate heróico do Só Canelas. Sem ângulo, Tony chutou e Lele espalmou, no rebote o camisa 6 de novo teve seu chute parado nas mãos do goleiro. Na sequência do lance, justamente em um contra-ataque, Caio Fleischmann acabou com qualquer esperança de empate. Fred brigou na entrada da área, recuperou a bola e chutou na trave. Na volta, ela foi parar caprichosamente para o fundador do Clube Atlético da Vila fechar o placar.

Com a vitória por 4 a 2, o invicto CAV roubou a liderança do Só Canelas, que conheceu a sua primeira derrota.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

Roleta Russa Clássico 6 x 6 Lunáticos

ROLETA ACORDA E CONSEGUE IGUALDADE DIANTE DO LUNÁTICOS


Equipe da Lua viaja e, sob o comando de Rick, viu o Roleta reagir e arrancar o empate

Por Rodrigo Amaral

O Lunáticos deu pinta de que ia golear, mas o sempre aguerrido time do Roleta Russa Clássico buscou o empate elástico de seis gols. O primeiro arremate a gol da partida foi do time do Roleta. Aos 5 minutos, Rick rolou a bola para Leandro, que mandou na trave.

Depois disso, o time caçula do clã Roleta teve um apagão e viu o Lunáticos abrir três gols de diferença. Quem abriu o placar foi Alemão. Em seguida, o time de Bob até tentou o empate, mas o chute do camisa 11 parou em ótima defesa com o pé do goleiro Douglas. Se o arqueiro lunático salvou de um lado, do outro Dalton nada pôde fazer. Rodrigo, mesmo sem ângulo, mandou um chutaço e ampliou o placar. 2 x 1.

Aos 11 minutos saiu o terceiro. Flávio recebeu cobrança de escanteio e cabeceou livre para o gol. Com o placar de 3 a 0, o Roleta finalmente acordou. Rick recebeu na área e tocou para Bob diminuir. Com pressa para ampliar, o Roleta demonstrava fragilidade na defesa, mas contava com a sorte. Após bate e rebate na área, a defesa não conseguiu afastar o perigo e Ale Conrado chutou na trave. Na sequência do lance, Rick subiu com velocidade ao ataque e enfiou para Ranalli tocar na saída do goleiro e tornar esperançoso seu time. Esperança essa que diminuiu nos últimos minutos do primeiro tempo. Aos 23 minutos, Alemão cruzou do seu campo de defesa para Rodrigo no ataque, que tomou a frente do goleiro e cabeceou para o fundo da rede. 4 x 2.

O segundo tempo voltou com tudo e dessa vez o Roleta dominou. Logo no primeiro minuto, no entanto, o Lunáticos fez o quinto. Caio Haick achou espaço fora da área e mandou de dedão no canto de Dalton, que caiu mas não achou nada. No minuto seguinte, Rick deu início ao renascimento do seu time. Ele subiu sozinho e marcou de cabeça após escanteio.

A pressão do Roleta seguiu e não demorou para o quarto gol sair. Mendes arriscou de fora, a bola desviou na zaga e enganou Douglas, que já estava caído do outro lado.

Mesmo com o sufoco, o Lunáticos achou espaço para marcar de novo, e de novo com Caio Haick. O gol, porém, não foi suficiente para tirar a vontade do Roleta e do atacante Rick, que estava inspirado nas assistências. Aos 13 minutos, ele viu Ranalli passar e tocou para ele só empurrar para o gol.

Com o gol, os clássicos Roletas seguiram com tudo no ataque e conseguiram o empate. No melhor estilo Roleta, Leandro, que estava vestindo a camisa 2 do Baru, encarnou no espírito do lendário jogador do time, brigou até o fim com a zaga adversária e fez.

Ainda faltando dez minutos, as equipes estavam desgastadas e pouco fizeram no restante da partida. Com isso, estava decretado o empate de 6 a 6 entre Lunáticos e Roleta Russa Clássico. As duas equipes somaram um ponto cada, mas o sentimento não era o mesmo, já que para o Roleta o sabor era de vitória.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 6ª RODADA: GRUPO A

Coringa 4 x 2 TNT

RATÃO GARANTE TRIUNFO DE CORINGA SOBRE TNT


Faltou pólvora para animar o time do TNT, que vinha animado e agora se distancia dos líderes

Por Rodrigo Amaral

Na última partida da quadra azul, o TNT, vestindo azul claro e preto, enfrentou o time do Coringa, que trajava o azul celeste com branco. A equivalência das equipes não era apenas nas cores dos uniformes, já que o futebol apresentado também foi equiparado.

No primeiro tempo, ambas as equipes chegavam com perigo, porém o Coringa era mais eficiente nas finalizações. O primeiro lance perigoso saiu do lado do TNT: Luiz Pane arriscou o chute e obrigou o goleiro Gui a fazer boa defesa. Aos 9 minutos, o Coringa precisou apenas da primeira chance para abrir o placar. Em cobrança de falta, Ratão pegou firme na bola e colocou a redonda no canto esquerdo do goleiro.

Pouco tempo depois, em falha do TNT, quase saiu o segundo gol do Coringa. Chicão saiu jogando errado em seu campo de defesa, Fernando Cidrão aproveitou o erro e chutou a bola na trave. O segundo gol estava com cara de que ia sair e não demorou muito para isso. Ratão, que já tinha feito um belo gol, fez outro ainda mais bonito. Ligeiro, ele ganhou na corrida do adversário e mandou de cobertura na saída do goleiro Ulisses.

A defesa do TNT se desestabilizou e o terceiro gol foi só consequência. Mais uma vez com ele, Ratão, que chutou bem e garantiu o seu hat-trick. Sumida do jogo, a equipe explosiva só veio a ter outro bom lance com 23 minutos de partida. Kauã viu Fefo livre dentro da área e tocou para ele. No chute, o goleiro Gui se colocou bem e salvou.

No primeiro tempo, o TNT atacou pouco e praticamente viu o Coringa de Ratão jogar e abrir o placar de 3 a 0. Entretanto, no segundo tempo o TNT não cometeu os mesmos erros e voltou mais ligado para o jogo. Os jogadores explosivos criavam mais, porém paravam na defesa do Coringa comandada por Daniel Capel. O jogo não poderia se desenrolar assim até o final; foi então que Zé, aos 15 minutos, abriu o placar para o TNT e animou mais a partida. Dois minutos depois, eles chegaram novamente. Kauã chutou e por pouco a bola não entra, o goleiro defendeu e a bola ainda bateu na trave.

O TNT seguia melhor na segunda etapa até que Farias, de cabeça, acabou com a alegria do adversário e fez o quarto gol para sua equipe. Nem por isso os jogadores do TNT abaixaram a cabeça. No último minuto de bola rolando, ainda houve tempo para mais um gol. Rapha driblou dois marcadores e finalizou para o fundo da rede. Mais um lindo gol na partida, porém não havia tempo para mais nada, Coringa 4 x 2 TNT.

Essa vitória era o que a equipe do Coringa precisava para se manter na briga pelo G-6 do Grupo A. O TNT, com a derrota, perdeu a chance de encostar nos líderes, mas segue na quarta posição.
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