Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

XTJ 6 x 2 Real Vuvuzelas

XAROPES APAGAM VUVUZELAS NO SEGUNDO TEMPO


XTJ ganha a segunda consecutiva e mostra ter fôlego para ir mais longe

Por Luiz Felipe Chaguri

O último jogo do dia era de suma importância para reabilitações no campeonato. O Real vinha de uma boa vitória sobre o Derrubada, com boa atuação de Vitão Kvitz, que não jogaria contra o Vuvuzelas. Já o XTJ tentaria a segunda vitória consecutiva para entrar no G-8 e manter a ascensão no campeonato.

O jogo começou equilibrado, muito brigado. Até lateral era disputado entre os jogadores como se fosse o último lance de cada jogador. Com pouco tempo o placar foi aberto por Marcelo a favor do Vuvuzelas. O atacante aproveitou a saída errada do arqueiro Kraudio e bateu de longe sem muita força. O goleirão do XTJ aceitou o peru. A bola até estava molhada, mas não tinha desculpa.

Após a desatenção, o XTJ acordou.Kaká tabelou com Modesto e quase empatou. William Santos também quase acertou o alvo e Marcelo quase deixou seu segundo gol. O jogo era lá e cá. O XTJ acertou mais uma tabela, desta vez entre Magu e Kaká, que chutou à direita do gol.

Aos 16 minutos veio o empate. Bolacha arriscou chute de longa distância, a bola desviou na zaga e passou embaixo das pernas de Cicilini. 1 x 1. Porém, a alegria do XTJ durou pouco, pois Rapha logo colocou o Real de novo à frente.

O XTJ tinha o craque Kaká, que pegou rebote livre na entrada da área pela esquerda e fuzilou para o gol. Novo empate que permaneceu até o intervalo. No segundo tempo, a peleja continuou equilibrada. Lucas Daia pegou um balaço de fora da área e quase colocou o Vuvuzelas de novo na frente.

O XTJ, além de jogar, queria apitar o jogo. Qualquer marcação contra o time dos xaropes era motivo de reclamação por boa parte dos jogadores. Modesto quase deixou o time amarelo e azul em vantagem, mas o goleiro fez boa defesa. Bolacha também arriscou de longe. A bola passou à esquerda da meta.

A esta altura o XTJ já dominava as ações e a partir daí surgiram oportunidades de matar o jogo. Aos 14 minutos, após confusão na defesa do Vuvuzelas, Sanseverino pegou de primeira. 3 x 2. O Vuvuzelas estava pregado em campo e, para matar o rival, nada melhor do que mais gols. Sanseverino marcou novamente e decidiu o jogo a favor da xaropada.

Ainda houve tempo para fatos lamentáveis. O árbitro José Carlos Flisch deu o cartão azul para Rapha Kfouri que havia reclamado da arbitragem em situações anteriores. O jogador saiu e ficou xingando o juiz do lado de fora. O que me envergonhou foi o fato de a mesária ser esposa do árbitro e ter que aturar mais de 10 minutos o jogador ficar reclamando e xingando o seu marido principalmente com a palavra “gordinho” em qualquer situação de jogo.

Voltando ao jogo, o Vuvuzelas já não tinha time pra se recuperar, sentia muita falta do seu craque Vitão e tomou o quinto gol aos 21 minutos, de Guedes, e aos 23 o sexto gol, num belo chute cruzado de Magu. 6 x 2 e segunda vitória consecutiva do XTJ.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

Rabeloska 5 x 2 Coringa

RABELOSKA ACORDA E VOLTA A VENCER


Em jogo de ataque contra defesa, zaga do Coringa até que segurou no primeiro tempo, mas no segundo... a goleada se fez

Por Luiz Felipe Chaguri

A partida prometia um jogo de fortes emoções, porém os dois times entraram em quadra primeiramente para não deixar o adversário jogar. O Coringa foi perfeito durante todo o primeiro tempo com essa tática. Já no segundo tempo...

Com a marcação acirrada, a turma de Dick Vigarista só conseguiu chegar com perigo aos 5 minutos. O capitão Barata recebeu após jogada de pivô de Stevie Wonder e chutou pra fora. Os mackenzistas continuaram atacando. Barata cobrou escanteio e Maradona cabeceou. A bola passou à esquerda do goleiro Gui Polisel.

A principal jogada do time vermelho e branco era com o pivô, porém o árbitro parecia não gostar da movimentação do atacante, sempre apitando falta do avante do Rabeloska. Mesmo assim, só dava Rabeloska. Django fez bom passe para Mazaropi bater cruzado... pra fora. Aos 9 minutos, mais uma boa jogada de Stevie, que girou e bateu para boa defesa do arqueiro.

Parecia um jogo de ataque contra defesa. O Rabeloska estava muito tranquilo, esperando o melhor momento para dar o bote e finalizar em gol. Aos 13 minutos Ibraim fez grande virada de jogo para Barata, que mais uma vez bateu errado ao gol. A pontaria era o maior adversário para os mackenzistas após o Mackbixos da noite anterior...

O Coringa, sem padrão de jogo, apenas esperava um contra-ataque. Enquanto ele não vinha, Django resolveu arriscar de fora da área, mas Gui espalmou a escanteio. O Rabeloska perdia a chance de matar o jogo no primeiro tempo. A partida parecia “bobinho”, só um time ficava com a bola e criava oportunidades de gol.

Lembra da espera do Coringa pelo contra-ataque? Pois ele veio! Após tempo técnico, Renatinho acertou belo contra-ataque e deixou Luiz na cara do gol. Ele não desperdiçou. O Coringa abria o placar ao acertar uma única boa jogada no primeiro tempo.

O Rabeloska ainda tentou pela última vez no primeiro tempo. Mazaropi tocou dentro da área para Maradona, que perdeu a chance ao mandar em cima do goleiro. Fim de primeiro tempo e 1 x 0 não tão justo. Mas desde quando futebol é justiça?

Injustiça foi o melhor jogador em quadra sair da posição que o consagrava. O goleiro Gui saiu do gol para entrar na linha com a camisa 6 do Coringa. Parecia algo absurdo visto o grande primeiro tempo dele no jogo. O novo goleiro era Elton, que entrou com a camisa 17 do Coringa.

O segundo tempo começou e parecia um retrato fiel do primeiro. O Coringa marcava muito bem e o Rabeloska mais uma vez parava na marcação do time azul. Os mackenzistas pareciam não acreditar em como a bola teimava em não entrar. Até o craque Dick Vigarista estava mal.

Foi aí que apareceu o jogador diferenciado. Com 6 minutos jogados, o artilheiro camisa 9 do Rabeloska bateu falta rasteira no cantinho esquerdo do goleiro. 1 x 1. A porteira estava abrindo, pois Ibraim virou o jogo de canhota num bom chute rasteiro e de fora da área. A bola ainda resvalou na zaga antes de entrar.

A casa ruiu, ou, como diria Vinicius Bento, a vaca deitou. E a festa começou. Aos 8 minutos, cruzamento de escanteio de Caio e Maradona, sem precisar sair do chão, guardou o terceiro do Rabeloska. Aos 11 minutos, o jogo difícil já virara goleada. Cruzamento da esquerda encontrou Dick Vigarista e... rede.

O Coringa já estava completamente baleado. Nem a falta no travessão, cobrada por Renatinho, animou o time. O Rabeloska pediu tempo para esfriar os ânimos e voltou com Stevie Wonder para aterrorizar a zaga do Coringa. Após bom pivô, ele deixou Maradona com o gol próximo, mas o camisa 10 tocou pra fora. Dick foi outro que perdeu gol incrível. Na dividida com o goleiro, o artilheiro chutou no travessão.

Aos 16 minutos o Coringa descontou. Maurício bateu falta no ângulo esquerdo do goleiro Tássio. O goleirão ainda encostou na bola, mas não evitou com que a rede balançasse. 4 x 2.

Os times voltaram a criar mais algumas oportunidades. Barata, para o time alvirubro, e Fernando Cidrão para o Coringa. O último gol da partida saiu aos 20 minutos. Em jogada ensaiada na cobrança de falta, Django cobrou, Dick Vigarista dominou quase caindo e finalizou com perfeição. 5 x 2 e reversão de um placar inexplicável do primeiro tempo.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

Basicus 2 x 1 RR Clássico

BASICUS VIRA CONTRA ROLETA E SE RECUPERA NA TABELA


Jogo teve nível técnico baixo, mas muita raça e ótima atuação do goleiro rosa Roland

Por Luiz Felipe Chaguri

A partida começou com chuva pontualmente às 17h. Com baixa iluminação, seria bom que ninguém assistisse mesmo. Pra quem viu o Só Quem Sabe fazer 6 x 2 no Basicus e o Roleta perder de só 5 x 3 para o TNT na 4ª rodada, não poderia imaginar um grande duelo técnico.

A gorduchinha foi muito mal tratada durante os 50 minutos de bola rolando. Os dois times não possuíam atacantes em dias inspirados, o que explica o placar baixo. As primeiras chances de gol foram do Basicus. Mininão bateu de canhota e a bola passou à direita do goleiro Dalton. Depois de uma cobrança de lateral, Bolas dominou e bateu cruzado, mas a gorduchinha passou perto mas fora do gol.

O Roleta Clássico só chegou com Giu aos 7 minutos. O camisa 14 ganhou no corpo da zaga e chegou cara a cara com Roland. O goleiro defendeu o primeiro chute e, no rebote, Giu, a bola bateu na trave e saiu.

A sorte de Giu é que ele teve outra chance de fazer o Roleta sair na frente. Aos 11 minutos, após escanteio cobrado, a zaga do time rosa afastou mal e a bola sobrou para Giu não desperdiçar. 1 x 0, de bico. Não poderia ser de outra maneira.

Após o gol, o time rosa tentou atacar, mas esbarrou em suas próprias limitações técnicas. Paulinho até arriscou para o Basicus, mas sem sucesso. Assim como Rick para o Roleta, que acabou ficando na muralha Roland, que estava sendo “construída”.

No último lance da etapa inaugural de jogo veio o empate. Em um lateral cobrado para o Basicus, o camisa 8, Meninão, dominou sozinho no peito e acertou um grande chute. 1 x 1. O resultado era justo. Num gramado muito irregular, com chuva e poucas chances, o placar até que estava de bom tamanho.

Na segunda etapa, Meninão chegou assustando para o Basicus. A bola passou à esquerda de Dalton. Mais um chute do Basicus, com Bolas, para fora também. O time rosa começava arriscando mais de longe.

Aos 8 minutos, falta em cima de Puff. Cava bateu para o gol e acertou o travessão. Depois disso, o Roleta cresceu e quase marcou aos 17 minutos, quando Piraju chutou para outra defesa de Roland. O Roleta pediu tempo técnico, mas quem se acertou com a pausa foi o time rosa. Roland lançou com as mãos, a bola pingou no chão e, de costas e com a cabeça, Puff encobriu o goleiro e virou a partida!

A partir daí não teve mais jogo. O Basicus prendeu a bola de forma inteligente até o apito final. Os destaques positivos do jogo foram o goleiro Roland, que pegou até pensamento, e também para a inteligência de Puff. Em, termos de criatividade, Mininão foi dos que se salvaram em um jogo de pouca ténica, muita raça e vigor físico.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

TNT 8 x 3 Lunáticos

TNT FAZ NOVA VÍTIMA EM OUTRA GOLEADA


Time explosivo passeia no primeiro tempo e afunda Lunáticos para a lanterna do grupo A

Por Luiz Felipe Chaguri

A 5ª rodada do Chuteira de Bronze começou com o jogo mais desequilibrado do grupo. O TNT vem crescendo na competição com goleadas. A nova vítima foi o Lunáticos. Porém, o jogo começou e até que parecia bem disputado. O primeiro chute a gol foi do Lunáticos, de Flávio, que avançou pela ponta direita e deu trabalho para o astro da partida, o goleiro Ulisses. Isso durou 2 minutos, pois Rapha dominou no meio da quadra e finalizou de muito longe. A bola quicou no chão antes de chegar à meta de Carlos Eduardo, que não conseguiu evitar a rede balançar. 1 x 0 para o TNT.

O gol fez o Lunáticos tentar sair mais para o jogo e quase Bambini empatou de cabeça. O TNT segurou um pouco o jogo, já que estava travado, com muita marcação e pouca criatividade dos dois lados. Somente aos 11 minutos outro ataque mereceu registro. Kaua recebeu pela ponta esquerda e de canhota fez Carlos trabalhar. Aos 14, mais uma chegada do TNT anunciava o que estava por vir. Rafael Alves passou por Alê Conrado e chutou no cantinho. Grande defesa de Carlos mais uma vez.

No minuto seguinte, o segundo gol. Kaua cobrou falta, o zagueirão Rodrigo tirou o corpo da bola, que entrou no meio do gol. Carlos reclamou com Rodrigo, mas num tinha jeito. 2 x 0. Aí a porteira abriu. Kaua, sempre ele, bateu escanteio e Chicão completamente livre no outro lado da quadra entrou cabeceando para as redes. 3 x 0.

Com o placar dilatado, o TNT recuou e quase se deu mal. Ale Conrado ganhou dividida no ataque e Ulisses foi obrigado a fazer uma defesa espetacular com o pé. No lance seguinte, o maior erro da arbitragem na partida. Carlos Eduardo saiu jogando errado e Kaua chutou, marcando mais um para coroar sua bela atuação. Porém, o árbitro parou o jogo antes do momento do chute de Kaua para que Bambini fosse atendido. O jogador do Lunáticos estava no chão desde o momento em que o time tinha a posse de bola. A sorte da arbitragem foi que esse gol não mudou muito a tendência da partida. O TNT só cresceu na partida.

Aos 22, o Lunáticos acertou um bom chute no travessão com Caio Haick, mas foi o TNT que marcou novamente. Aliás, o gol mais bem trabalhado na partida. Victor deu um lançamento de trivela para Rapha, que dominou ela no peito, colocando uma bola perfeita para a conclusão de Fefo. 4 x 0, fora o baile.

O Lunáticos não conseguia criar e ainda quis criticar a arbitragem na primeira etapa. Quando conseguiu fazer algo, esbarrava na muralha Ulisses, que ainda praticou duas bonitas defesas consecutivas antes do fim do primeiro tempo.

O segundo tempo começou e logo o TNT mostrou que os lanternas não teriam tempo e time para reagir. Zé passou para Fefo deixar o segundo dele na saída do goleiro. Enquanto isso, lá atrás Ulisses continuava fazendo defesas à queima roupa.

Já tinha virado show. Luiz Pane, a la Gérson, fez um grande lançamento para Léo dominar no peito, esperar o posicionamento do goleiro e bater cruzado. Golaço. 6 x 0 com apenas 6 minutos da etapa complementar.

Após o sexto gol, o Lunáticos apareceu em quadra. A zaga do TNT saiu jogando errado e Bambini quase diminuiu. Ulisses... não preciso nem falar. No lance seguinte, Rodrigo bateu lateral e Flávio cabeceou, dessa vez foi a trave que salvou o gol de honra do Lunáticos. Cláudio também resolveu experimentar, mas Ulisses pegou de novo.

Uma hora a bola iria passar. Foi aos 11 minutos, Bambini chutou, a bola bateu na zaga, depois em Ulisses e entrou. Tinha que ser chorado para entrar. É, mas a goleada era irreversível: Rafael Alves deixou o sétimo gol do TNT.

Os times cansaram e a marcação dos dois lados ficaram mais frouxa. O Lunáticos aproveitou melhor o final e conseguiu marcar 2 gols em seguida. No primeiro, Bambini chegou na cara do gol e deixou para o camisa 9 fazer. Em seguida, Flávio também anotou o dele.

Só teve tempo para Juninho proporcionar o momento Inacreditável Futebol Clube (bom nome para quem quiser formar uma equipe). O camisa 19 driblou o goleiro e a poucos metros do gol chutou e ela lambeu o poste! Inacreditável! Juninho se redimiria no último lance da partida ao acertar belo cruzamento para Kaua dar números finais ao jogo. 8 x 3 e dá-lhe TNT. A quadra 8 deu sorte ao time celeste, não?

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

My Balls 5 x 2 Pé de Pano

MY BALLS VENCE OUTRA E É NOVO LÍDER DO GRUPO


Bruno Valdivia foi novamente decisivo para My Balls, que mantém a invencibilidade e agora chega à liderança

Por Luiz Felipe Chaguri

Eis o embate que poderia definir a nova liderança do Grupo A. Sabendo da zebra que derrubou o Só Quem Sabe, o My Balls foi pressionado para a quadra, sabendo que a vitória poderia dar a primeira colocação à equipe. Já o Pé de Pano buscava a vitória para não se distanciar dos líderes.

A partida começou e logo Peba cometeu falta. Bettoni carimbou o travessão no primeiro lance. Matheus não teve nem tempo de pensar em ir na bola. Mais faltas vieram à tona nesse início e o jogo ficou feio. Muitos passes errados, muita marcação e pouca criatividade dos dois lados. Com isso, o gol só poderia sair numa jogada casual ou numa individualidade. Foi isso o que aconteceu. O bom jogador Bruno Valdívia acertou um foguete do meio da rua. A bola foi no ângulo esquerdo do goleiro. Golaço do ex-craque do Treinadores do Braz.

O Pé de Pano acordou e resolveu pressionar com duas boas jogadas de Passamai para Tavogus. O My Balls respondeu aos 10 minutos, com Paulinho Caieiro dando trabalho para Matheus.

No lance seguinte, Fernando Souto pegou de canhota rebatida dentro da área adversária e marcou o segundo para o time de azul. Mas não deu nem tempo para o My Balls comemorar porque Tavogus entrou na área e tocou na saída do goleiro Gabriel. A bola bateu na trave e voltou no corpo dele próprio. O Pé de Pano mostrava ter fôlego para uma reação.

De fato, o My Balls pareceu ter sofrido uma pane e quase sofreu o empate. Dinda saiu jogando errado e o Pé de Pano carimbou a trave. O Pé de Pano era outro time, jogava com raça e vibração para tentar empatar.

No fim do primeiro tempo o time de azul conseguiu uma grande jogada. Bettoni lançou da defesa para Magrão. Ele dominou e deixou Dinda em condições para o arremate, que foi pra fora. O time de branco ainda teve uma chance com o raçudo Tavogus, que acertou o travessão. O suficiente para a ira do zagueiro Bettoni que, inconformado com a atitude passiva da equipe, pediu tempo faltando menos de um minuto para o fim da primeira etapa.

Já na segunda metade, a partida ficou morna. As equipes pareciam ter medo de atacar no ínicio e se fechavam em suas defesas. Aos 4 minutos, Vinícius Grassi acertou um bom chute para boa intervenção de Matheus. No minuto seguinte, Paulinho Caieiro saiu da marcação e “colocou com a mão” a bola no ângulo do pequenino e ágil Matheus. Respiro para o My Balls. 3 x 1.

O gol não desanimou o Pé de Pano. Lucas, que havia chegado atrasado para a partida, descontou. De novo o Pé mostrava poder de reação, mas aos 10 minutos Bruno Valdívia, o cara do jogo, apareceu para definir a parada a favor do seu time. 4 x 2.

Apesar do Pé de Pano pedir tempo logo após levar o quarto gol, o tento fez com que o My Balls não perdesse mais o domínio do jogo. Junto a isso tivemos um show de erros de arbitragem para os dois lados. O árbitro Jorge Batista estava confuso, falou o número de um jogador que havia cometido falta em um determinado lance e a mesária havia colocado como gol. Uma confusão danada, que fizeram os juízes pararem o jogo por alguns instantes. O My Balls, para passar longe dos problemas de arbitragem, resolveu matar o jogo de uma vez. Primeiro tentou com Rafael Lopes. Boa defesa de Matheus. Depois com Bruno Valdívia, que recebeu passe de Rafael mas acabou nas mãos do goleiro mais uma vez.

Perto do final, o My Balls marcou o quinto gol. Paulinho bateu escanteio, Matheus saiu catando borboletas e Bettoni cabeceou para o gol vazio. 5 x 2 e placar final. Uma vitória merecida que acapulta o time para a liderança e agora único invicto do Grupo A. Já o Pé de Pano estaciona na sétima colocação e buscará vitória na próxima rodada ante o poderoso Rabeloska para permanecer no G-8.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

Xoras 3 x 0 Toque Me Voy

XORAS JOGA PARA O GASTO E VENCE TOQUE ME VOY


Ric comanda nova vitória do Xoras, que deixa adversário em má posição no grupo

Por Rodrigo Amaral

Antes da partida começar, um pequeno contratempo com o uniforme do Tatá. O goleiro do Xoras parece ter ido jogar como acordou: vestindo uma calça de moletom, ele foi obrigado a vestir algo apropriado para o jogo poder começar. Calças devidamente vestidas, o apito pôde enfim ser assoprado.

Já no primeiro minuto saiu o gol. Em falta bem ensaiada, a bola foi rolada para Ric, que enfiou o pé e abriu a contagem para o Xoras. Tendo que encarar a desvantagem no placar desde o início, o Toque chegava com mais perigo ao ataque. Aos 11 minutos, o atacante Tiago recebeu cruzamento na área e se esticou todo para pegar a bola, que correu mais que ele. Minutos depois, foi Robson que chegou com perigo. Ele fintou o marcador e chutou colocado. O goleiro não teve reação e só seguiu com os olhos o trajeto da bola até a linha de fundo.

O Toque Me Voy seguia pressionando, mas sem dar trabalho maior ao goleiro Tatá, que só foi realmente exigido aos 17 minutos, quando teve que se jogar no canto para defender chute do Marcelo. Se a bola do TMV estava difícil de entrar, o Xoras só precisou de uma boa oportunidade – e uma falha do goleiro – para ampliar. Boca recebeu bola cruzada rasteira na área e tentou de calcanhar, mesmo fraca a bola passou por debaixo das pernas de Alonso.

No recomeço do jogo, quem parecia estar atrás do placar era o time do Xoras. O TMV, que precisava ir para cima, se encolheu e deixou para o adversário as principais – e poucas – chances de gol na segunda etapa. Nos primeiro minutos, as maiores chances. Aos 3 minutos, Xoras subiu ao ataque com Ric. Ele, do fundo da quadra, tentou mandar para a área, mas o goleiro impediu. O camisa 25 do Xoras estava com vontade e foi com ele que o Xoras mais uma vez incomodou. Ele saiu de dois marcadores e, mesmo sem ângulo, chutou. A bola enganou a torcida e estufou a rede do lado de fora.

Se não era com Ric, era com Matheo que o Xoras surpreendia. O raçudo camisa 30, aos 10 minutos, recebeu cruzamento e chutou de primeira. A bola saiu mascada e ainda desviou na trave. Cansados de atacar, o Xoras se conteve; criando pouco, o Toque não assustava. E assim o jogo se estendeu até os 22 minutos, quando o terceiro gol da equipe de Ric saiu. E foi ele mesmo quem marcou. A defesa do Toque Me Voy não conseguiu afastar a bola da área e o atacante estava lá para garantir e selar a vitória por 3 x 0. O placar deixa o Xoras em quarto lugar do Grupo B, a seis pontos do décimo colocado e lanterna Toque Me Voy.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

Só Canelas 17 x 0 Haka

EM JOGO DE OPOSTOS, SÓ CANELAS MASSACRA HAKA E É LÍDER ABSOLUTO


Time caneleiro anota maior goleada da competição

Por Rodrigo Amaral

Pode não parecer, mas os times do Só Canelas e Haka têm muito a ver: as duas equipes estão na ponta da tabela, as goleadas são rotineiras e ambas as campanhas são consistentes. Enquanto o Só Canelas continua na liderança do Grupo B com cinco vitórias em cinco jogos, o Haka é o lanterna do grupo com zero pontos e incríveis 59 gols sofridos.

O time do capitão Antero, que já havia tomado de 11 e até de 15, conheceu outro placar adverso: 17 x 0. Quem deu início à goleada foi Felipe, logo aos 2 minutos. Ele recebeu dentro da área e estufou a rede. No minuto seguinte, o camisa 9, novamente bem posicionado, voltou a marcar em jogada similar.

O começo do jogo seguia corrido para o Haka. O Só Canelas não perdia tempo e sempre que chegava ao ataque, a jogada terminava em gol, mesmo que ilegal. Aos 6 minutos, após tabelar com Tony, Felipe arriscou e exigiu defesa do goleiro Fiorini, que não conseguiu defender a cabeçada de Dinho no rebote. O gol foi anulado pelo juiz, que marcou falta do camisa 10. Porém, foi só questão de tempo para Dinho fazer o dele: aos 9 minutos a bola sobrou para ele, sozinho, fazer o terceiro.

A primeira – e única – chance de perigo do Haka no primeiro tempo demorou 11 minutos. Em ótimo chute, Tavares mandou a bola no ângulo, o goleiro foi melhor e conseguiu buscar a bola lá onde a coruja dorme. Quem deu a resposta e acabou com a graça do Haka foi Carlinhos, que marcou logo em seguida e depois aos 19 minutos. 5 x 0.

Faltando cinco minutos para o fim da primeira etapa, a jogada do sexto gol resumiu o que era o Haka no jogo: um time perdido e sem brilhos individuais. O gol se originou em uma furada de Antero. Na sequência, Gu chutou e o goleiro falhou.

Na volta para o segundo tempo, o Só Canelas não teve dó do adversário e os gols saíram naturalmente. Dinho pegou de primeira a cobrança de escanteio e mandou para o gol. Um minuto depois ele voltou a marcar sem muita dificuldade: só teve o trabalho de empurrar para o gol, sem goleiro.

Um dos gols mais bonitos da goleada foi de Felipe. Ele partiu para a jogada individual, deu um elástico no marcador e enfiou a bomba, sem chances para Fiorini. Sem muita beleza, mas com muita eficiência, Tony fez mais dois. Primeiro em um chute cruzado dentro da área; depois, aos 8 minutos, só precisou tocar para dentro do gol. Segundos depois, seguido da saída do meio de campo, outro gol saiu, dessa vez de Rê.

Com poucas opções no banco de reservas, o Haka não tinha muito que fazer e só restou assistir ao toque de bola e aos gols do adversário. Sem perder as contas, Bruninho bateu colocado e marcou o décimo terceiro. Boboca também deixou o seu arriscando de fora da área. A bola ainda desviou na zaga.

Tony, que já havia marcado dois, fez outros dois e foi o artilheiro da partida. Aos 14 minutos marcou após falha do zagueiro Cello e aos 18 deu um leve toque de cabeça, o suficiente para ir ao fundo da rede. Pedro cabeceou firme e fechou o placar da partida.

Com a derrota por 17 a 0 e a lanterna, a campanha “Marque um ponto, Haka!” retorna e começa a sensibilizar os fãs do Chuteira.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

NGM 8 x 4 Tudo Bacana

NGM JÁ FAZ HISTÓRIA E APLICA NOVA GOLEADA


Caio Ribeiro volta ao time e foi fundamental para novo triunfo dos laranjas, que mostram que estão prontos para a classificação

Por Rodrigo Amaral

Não adianta, mesmo parado há um tempo e com alguns quilos a mais, o ex-jogador do São Paulo, Caio Ribeiro, destoa do restante dos atletas peladeiros do Chuteira. Caio driblou, desarmou, deu assistência e fez gol de cabeça em novo triunfo do NGM, desta vez contra o Tudo Bacana.

O atual comentarista da Globo precisou de um minuto para fazer a diferença e mais cinco só para confirmar. No primeiro minuto Caio limpou a jogada e tocou para Carlitos abrir o placar. Aos 6 minutos, ele fez tudo sozinho. Depois de roubar a bola, ele chutou no alto e ampliou. 2 x 0.

O Tudo Bacana descontou com Felipe, que recebeu bom cruzamento e cabeceou firme para o fundo da rede. Não deu muito tempo para o Bacaninha tentar o empate pois Caio reverteu novamente a diferença. Dessa vez de um jeito que não era dos preferidos na época de atacante: cabeceando. Ele finalizou após escanteio cobrado. Provando que o NGM não é “caiodependente” e tem seus valores, Carlitos voltou a marcar. Ele desarmou o zagueiro, que vacilou no campo de defesa e chutou. 4 x 1.

O Tudo Bacana parece ter se intimidado. O NGM seguia levando perigo ao goleiro. Aos 14 minutos, Mario arriscou o chute, que foi forte e exigiu boa defesa. Na sequência, Camilo pegou na bola e Vitão salvou de novo. O guarda-metas apareceu de novo minutos depois defendendo chute de Anélio, que tinha recebido a bola de Caio. O TB só voltou a oferecer perigo aos 17 minutos: Felipe recebeu de Marcelo, fez o pivô e chutou para Fê Farillo espalmar.

No último minuto da etapa inicial, o Bacaninha se desligou e deixou o NGM fechar o placar com outro gol. Cabeceio de Bruno, que estava livre, e rede. No início do segundo tempo o time de Marcelão precisava mudar de postura. E de fato pareceu ter entrado mais ligado. Com um minuto, Victor Araújo recebeu dentro da área e só empurrou para o gol. Diminuída a diferença, Caio voltou a aparecer. Após cobrança de escanteio, ele pegou a bola do jeito que veio, sem deixar pingar, e fez um bonito gol. Aos 8 minutos, o ex-profissional e agora peladeiro chutou fraco, o goleiro, entretanto, aceitou e deu rebote para Fernando Áviles, que disputou com o arqueiro e não perdeu a chance de fazer o sétimo tento.

A partir dos 12 minutos, o Tudo Bacana tentou esboçar uma reação. Lê Leme chegou na lateral do campo e mesmo sem ângulo arriscou. A intenção valeu e a bola entrou. Embalados com o gol, chegaram logo em seguida ao ataque novamente: Walter saiu na cara do gol e mandou a bola na trave. Sem parar, no minuto seguinte fizeram mais um. Anselmo mandou uma bomba para o goleiro, que precisou espalmar; no rebote o próprio camisa 7 aproveitou e não perdoou. 7 x 4.

Vistos ameaçados após pressão do Tudo Bacana, o NGM segurou o jogo e só administrou o placar. Os laranjas, porém, quando acharam uma brecha não desperdiçaram, e aos 21 minutos o placar foi fechado com o chute sem ângulo e despretensioso de Fernando Áviles.

Com a vitória por 8 x 4, o Não Guento Mais pula para o terceiro lugar e entra de vez na briga, enquanto o Tudo Bacana deixa a zona de classificação.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

Condor´s 0 x 5 Bonde dos Abelhas

BDA FAZ ÓTIMA PARTIDA E DESPACHA CONDOR´S


Gui se destaca e dá sobrevida aos abelhas, que mostram crescimento no rendimento do time

Por Rodrigo Amaral

Nos dez primeiros minutos de peleja o jogo seguiu disputado e apático. Com defesas sólidas e falta de ousadia para atacar, nenhum goleiro teve trabalho. Assim se estendeu até os 10 minutos de jogo, quando Gui abriu o placar para os abelhudos. Essa foi a deixa para o jogo esquentar, com o Condor´s indo ao ataque e o BDA explorando a fragilidade da defesa adversária.

O primeiro perigo oferecido ao Bonde foi um ótimo teste para o goleiro Lula. Ele fez ótima defesa ao pegar cabeçada à queima roupa de França. O guarda-metas voltou a ter trabalho no minuto seguinte, quando caiu no canto e pegou o chute do Flavinho.

Lula não foi o único exigido debaixo das traves. O goleiro Diego, do Condor´s, também teve que fazer grandes defesas. Aos 19 minutos, ele pulou no canto para pegar chute de Lê. Na sequência do lance, Felix chutou com força e Diego espalmou.

Nos cinco minutos finais a equipe do Condor´s pareceu ter cansado. Foi aí a brecha que o Bonde achou para construir a goleada. Com 22 minutos, Gui chegou na linha lateral e chutou cruzado. A bola desviou na trave e parou no pé de Marca, que não teve trabalho para justamente... marcar. O Bonde estava sem freio e ampliou no minuto seguinte. Gui pegou a bola “na veia” e estufou a rede, sem chances para o goleiro.

O segundo tempo começou e os abelhudos seguiam com tudo. Precisaram de 40 segundos para aumentar o placar. Marca pegou sobra e também fez o seu segundo gol. E só dava o Bonde. Lê costurou bonito a zaga adversária e tentou colocar no ângulo, mas a bola foi para fora. O camisa 7 apareceu de novo em outra jogada individual, dessa vez ele arriscou o chute quase do meio de campo. O goleiro teve que defender com o pé.

A primeira oportunidade de gol do Condor´s levou um tempo a sair. Após cobrança de lateral, França cabeceou de costas e mandou a bola na trave. A resposta do BDA foi breve e com gol. O camisa 10 do Condor´s, Ederson, recuou errado para a defesa. O 10 dos abelhudos, Gui, recuperou a bola e fez o quinto da sua equipe.

O Condor´s, mesmo perdendo de 5 x 0, ora ou outra assustava o adversário, mas não tinha jeito, o gol não era para sair. Dony carregou a bola sozinho até o ataque, driblou um adversário e chutou no poste.

Esse foi o último suspiro do Condor´s atrás do gol de honra. O time de grená perdeu a chance de entrar na zona de classificação e se estabelecer no torneio. Do outro lado, mesmo com a excelente vitória, o Bonde dos Abelhas segue na parte de baixo da tabela, mas já mostra que pode muito mais.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO A

Derrubada 4 x 3 Só Quem Sabe

À BASE DE MUITA RAÇA, DERRUBADA VIRA PARA CIMA DO SÓI QUEM SABE


Lanterna apronta para cima do líder e sai enfim do zero. Do lado de fora, Diego Sequia nada pôde fazer

Por Gustavo Vasconcellos

Para todo mundo que via a tabela, este era o jogo com resultado mais provável de acontecer. Ninguém diria que o Derrubada poderia ganhar do então líder Só Quem Sabe, que ostentava 4 vitórias em 4 jogos. Talvez nem mesmo os próprios jogadores acreditassem. Mas eles lutaram e conquistaram os três pontos em uma partida em que perdiam por 3 x 1 e alcançaram a virada com 3 gols no segundo tempo.

Com um clima amistoso entre as equipes, o jogo começou. Como era de se esperar, o Só Quem Sabe dominava as ações iniciais. Logo de cara, Rafael Jacobi arriscou de fora, mas mandou a bola fraca, facilitando a defesa do goleiro Henrique. Não demorou e o Derrubada equilibrou e começou a aparecer também no ataque. Tanto é que foi o time rubro-negro quem inaugurou o placar. Com 8 minutos rodados, César Augusto fez cruzamento em cobrança de lateral e Telles, de modo inteligente, se adiantou ao goleiro e desviou para as redes.

Em resposta imediata, o Só Quem Sabe foi para cima. Felipe Massoni, utilizando sua força física, recebeu na área, girou, mas acabou sendo abafado pelo goleiro. No lance seguinte, o time teve mais sorte. Após troca de passes, Rafael Jacobi recebeu, driblou o goleiro e só rolou para as redes.

A defesa do Derrubada se arrumou e conseguia impedir grande parte das investidas adversárias. E, em lances que o ataque levava a melhor, o goleiro Henrique aparecia bem. Foi o que aconteceu quando Thiago Lourenço fez o pivô e rolou para Renan Rodrigues chegar batendo bonito. Henrique fez boa defesa.

O ímpeto ofensivo do Só Quem Sabe só aumentava. No final do primeiro, os ataques voltaram a ser efetivos. Aos 22 minutos, Van Der Molen recebeu na esquerda e chutou forte, cruzado e no alto. 2 x 1 para quem sabe. A pressão seguia e Henrique era quem evitava os gols do Só Quem Sabe. Mas já aos 25 minutos, ele nada pôde fazer. Ricardo Mezadri dominou a bola no meio e, colocado, chutou no ângulo. Uma bola indefensável.

Com dois de vantagem, o Só Quem Sabe voltou mais tranquilo para o segundo tempo. O Derrubada tentava tirar a diferença, mas enfrentava dificuldades para chegar. Porém, com o tempo, o time se soltou e arriscava mais. Joezinho passou por três, mas seu chute foi para fora. Na sequência, aos 5 minutos, Garotto passou para Vicius, que em belo chute de primeira diminuiu a vantagem.

O jogo ficou truncado e as chances diminuíram para ambos os times. Isso até os 11 minutos, quando, ao receber cruzamento, Vicius subiu mais que todo mundo e cabeceou no canto para empatar. A luta do Derrubada continuou e um minuto depois veio a virada. Joezinho, destaque do Derrubada, fez outra bela jogada, passando por três adversários, e chutou no canto, sem chances para o goleiro.

A desvantagem fez o Só Quem Sabe se lançar ao ataque, mas a zaga adversária aparecia bem. Danilo Guedes e Rafael Jacobi tiveram duas chances cada, mas não conseguiram passar por Henrique. Em contra-ataques, o Derrubada poderia ter matado o jogo, mas Garotto e Telles desperdiçaram ótimas chances. Com o apito final, jogadores do Derrubada comemoraram muito a primeira vitória na competição. Já os jogadores do Só Quem Sabe saíram de quadra cabisbaixos.

Com os três pontos da vitória, o Derrubada sai da lanterna e sobe uma posição (11º). Já o Só Quem Sabe viu o My Balls e TNT ultrapassarem o time na tabela, e agora aparece em terceiro, um ponto atrás do líder. Os rubro-negros do Derrubada enfrentam na próxima rodada o XTJ, 6º colocado. Enquanto o Só Quem Sabe mede forças contra o 10º colocado, o Real Vuvuzelas.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

CAV 6 x 2 Império Celeste

CAV CONFIRMA FAVORITISMO E GOLEIA IMPÉRIO CELESTE


Falhas da equipe azul foram prato cheio para os atacantes atleticanos

Por Luiz V. Andreassa

Para abrir a 5ª rodada da Série Bronze, o Clube Atlético da Vila enfrentou o Império Celeste e deu a lógica: 6 x 2 indiscutível para a equipe branca e dourada. Quem vê o placar elástico imagina que foi um belo jogo, cheio de oportunidades e lances de perigo, mas não foi bem o que aconteceu. Para se ter uma ideia, nos primeiros oito minutos, apenas duas jogadas do CAV assustaram a defesa adversária. A primeira saiu dos pés de Vitinho Lessa, que chutou travado pela marcação e viu a bola subir e cair perto do travessão. Pouco depois, Martin bateu forte no meio do gol, obrigando o goleiro Maqueda a fazer boa intervenção.

Só depois disso os erros de passe e a vantagem dos defensores finalmente deu lugar ao que interessa: bola na rede! E logo três vezes seguidas. Montijo abriu o placar para o Clube em chute da entrada da área que acertou o cantinho. No minuto seguinte, Vitinho girou um belo voleio dentro área, o arqueiro fez a defesa para cima, a redonda subiu, caiu e foi dormir no fundo do gol. Na sequência, Quevas contou com a sorte ao aproveitar bola sobrada e foi competente para, livre com o goleiro, girar a diminuir a desvantagem.

Todavia, o tento da equipe celeste não mudou o panorama da partida, e o CAV continuou melhor e mais incisivo, tanto que, aos 17 minutos, conseguiu um golaço com Fred, que recebeu passe fora da área e, com a bola pingando, acertou uma bomba de peito de pé direto no ângulo. Finalização perfeita e indefensável. 3 x 1.

O ritmo não se alterou até o final da primeira etapa e ainda houve tempo para Caio Fleischmann entrar com fome de bola e deixar a sua marca com a ajuda providencial do zagueiro Morales, que desviou para dentro do gol cruzamento seu da direita. Apesar do 4 x 1, os primeiros 25 minutos passaram longe de encher os olhos dos espectadores.

Com a vantagem atleticana, a tendência era o Império vir para cima em busca do empate, mas os problemas da equipe continuaram, a bola não chegava na frente e, quando o fazia, Lê, Quintanilha e Raul evitavam qualquer chance celeste. Com isso, o caminho ficava livre para o ataque do CAV, que passou a ser comandado por Teté, responsável por alguns bons lances de perigo, como na finalização quase sem ângulo pela direita que ele mandou forte para a defesa do goleiro. Na sequência, o camisa 7 estreante fez ótima arrancada pela esquerda e mandou um petardo de peito de pé, mais uma vez evitado por uma ótima intervenção de Maqueda. A equipe azul só conseguiu dar uma resposta aos 9 minutos, em cobrança de falta realizada com muita força por Morales, que mandou a bola bem perto do ângulo.

Os próximos minutos foram de poucas emoção e domínio das defesas, mas os últimos minutos de partida trouxeram o melhor lance: Fred chapelou dois marcadores e, com a bola ainda no alto, chutou forte na trave. O rebote sobrou para Montijo, que não conseguiu aproveitá-lo pois passou da bola. Mas o tento não fez falta, até porque outro estreante, Quintanilha, tratou logo de fazer o quinto com bastante classe, finalizando rasteiro após limpar a jogada e deixar o marcador no chão. Para deixar a situação menos feia, Guedes cobrou falta indefensável no ângulo de Lelê e fez o segundo do Império. Mesmo assim, Caio Fleischmann fechou o placar com um chute no cantinho, após dominar a bola com categoria no peito.

Resultado justo, vitória do time que foi melhor o tempo todo e soube aproveitar a fragilidade do adversário, que por sua vez não ofereceu resistência. O CAV segue como um dos favoritos ao título e, o time celeste, com o sinal amarelo ligado, tendo em vista a posição desconfortável na tabela.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 5ª RODADA: GRUPO B

Os Mostarda 4 x 3 Irado’s

SOB O COMANDO DE CADÚ, OS MOSTARDA BATE IRADO´S


Irado´s até que saiu na frente, mas Cadú, endiabrado, destruiu equipe dos Eirado

Por Renato Malaguti

No último jogo realizado na quadra doze, a diversidade de cores estava evidente em gramado. De um lado o time de amarelo, do outro, o time de branco. A própria quadra possuía um azul bem chamativo. Já estava escuro, e ventava bastante, mas isso não desanimou as equipes.

Logo aos quatro minutos, na primeira oportunidade, a rede foi balançada pela equipe do Irado’s. Um lance de oportunismo de Caballero, que aproveitou rebote chutando alto, já que o goleirão estava no chão. Dois minutos depois, a equipe mostarda conseguiu o empate, O bom zagueiro Biel, em um chute do meio da rua, acertou o canto esquerdo. Alan até foi na bola, mas não encontrou nada.

Aproveitando ótimo passe de Biel, Cadú bateu forte no alto do arco, fazendo o gol da virada. Tal gol foi extremamente comemorado pela jovem equipe de amarelo. Logo em seguida, evidenciando o quanto o jogo estava disputado, mais uma vez de rebote, Caballero fez.

A partida estava pau a pau. Aos dezoito minutos, Bento recebeu ajeitada de cabeça de frente para o gol, mas acabou chutando por cima. Pouco depois, Cadú não perdoou e marcou o segundo dele, o terceiro da sua equipe. Foi o gol mais bonito. Ele aproveitou cobrança de lateral e deu de voleio no canto, sem chances de defesa.

No fim da primeira etapa, o Irado´s ainda tentou. Bento e Caballero realizaram boa jogada, mas Bento chutou para fora, sendo que poderia devolver, o que rendeu boas reclamações de Caballero. No último lance de perigo, que foi d´Os Mostarda, Lê perdeu gol incrível.

Na segunda etapa os times demonstravam interesse ofensivo desde o início. Na primeira jogada de perigo, Cadú chutou cruzado, obrigando Alan a fazer ótima defesa. A redonda ainda raspou na trave antes de sair. Minutos depois, Caballero chutou de longe, obrigando Polito a trabalhar. Somente aos dez minutos a rede foi balançada. Em dois lances, Flavinho conseguiu converter e ampliou o placar para Os Mostarda. 4 x 2.

Parecia decidido, mas a equipe de branco não deu o braço a torcer e logo depois de tomar o gol levou perigo com um bom chute de longe de Felippe, que bateu na trave e saiu pela linha de fundo. Observando o bom momento, aos dezesseis minutos Weinny pediu tempo para orientarseus atletas para uma possível reação. Na volta para a partida, o fôlego da equipe do Irado’s parecia renovado. O estreante Murilo levou perigo em jogada aérea, mas cabeceou para fora. Dois minutos depois, de forma merecida ele marcou, enchendo o pé em uma bola sobrada, impossibilitando a defesa de Polito.

Nos últimos cinco minutos os irados corriam atrás do resultado, mas a zaga d´Os Mostarda segurava as pontas. Faltando três minutos para o término, a equipe de amarelo pediu tempo. No último lance de perigo, Caballero ainda acertou a trave. Triunfo mostarda e nova derrota irada, que evidencia problemas internos que podem afetar o desempenho da equipe daqui em diante.
Comentários (0)