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CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Condor’s 6 x 1 Império Celeste

CONDOR’S FAZ BONITO E DERRUBA IMPÉRIO CELESTE


Com Gugu à frente da zaga e Erik inspirado no ataque, time aproveitou vacilo da defesa imperial para golear e subir na tabela

Por Douglas Almasi Santos

Com um futebol objetivo e de muita velocidade, o Condor’s goleou o Império Celeste e subiu na tábua de classificação do Grupo B da Bronze. O time de Neno não encontrou muitas dificuldades para abrir larga vantagem na etapa primeira, já que envolveu a defesa do Império com toques rápidos e finalizações precisas. Com tudo isso, conquistou o triunfo e, agora, encontra-se na 6ª posição da chave. Já o time azul celeste perdeu sua segunda partida consecutiva – terceira no certame – e amarga a antepenúltima colocação.

A última partida do dia na preterida quadra 8 começou ainda sem as luzes dos refletores acesas. Mesmo com a visibilidade um pouco precária, os jogadores iniciaram o embate ao som de "Freak out/ Le Freak, C est Chic”, provindo de um churrasco que “animava” o ambiente do PlayBall no momento. E começou com um Império mais ligado. Rafael recebeu pelo lado direito, ajeitou e soltou a bomba para defesa de Diego. Em seguida, após cobrança de lateral, Zukauskas cabeceou para fora, com perigo. Quem acompanhava a partida já imaginava ver o Império avassalante sobre o adversário. Mas, as aparências enganaram a todos, pois, logo em seguida, Neno acionou Flavinho na ponta esquerda, que ajeitou atrás para o petardo inapelável de Erik para Maqueda. Abertura de contagem pelo Condor’s e promessa de um bom jogo.

A situação do Império começou a se deteriorar rapidamente após o primeiro revés. Erik, novamente, foi responsável. Ele recebeu passe na sua intermediária e arriscou. Maqueda foi infeliz no lance e aceitou: a bola passou por baixo de suas mãos e morreu no canto esquerdo. Tento que desconcertou o time azul celeste inteiro. Acionado na ponta direita, Flavinho foi à linha de fundo em velocidade, cortou o zagueiro com um drible para trás e chutou cruzado. Maqueda, desta vez, salvou o Império. Mas o Condor’s já tinha o controle do jogo e chegou a mais um gol: após bate e rebate, a bola sobrou para Neno, que encheu o pé no ângulo esquerdo, anotando um golaço.

Atordoados, os jogadores celestes lutavam, mas sem a organização tática necessária para uma reviravolta. Mesmo assim, o Império chegou com Quevas pela esquerda: o camisa 12 chutou cruzado para defesa de Diego. Na sequência, Guedes bateu falta de forma rasteira, Diego deu rebote, mas ninguém chegou a tempo de concluir. Em nova cobrança de falta, Rafael encheu o pé e a bola explodiu na trave do Condor’s. Mas, o Condor’s praticamente selou a sorte da partida. No último lance da etapa primeira, Guedes cometeu falta pessoal, o que acarretou em uma cobrança da marca dos 9 metros. França não perdoou e marcou 4 a 0 no placar.

No segundo tempo, o Império voltou com disposição para reagir. Todavia, o Condor’s encaixou bem a marcação e conseguiu se segurar. Na zaga, Marin era absoluto, e Gugu um gigante desarmando o adversário. Guedes, pelos lados celestes, tentava. Depois de troca de passes, a bola foi ajeitada atrás para a bomba do camisa 7 do Império. Diego se esticou e, com a ponta dos dedos, desviou. A bola ainda triscou a trave e foi a escanteio. Além dos destaques dentro de quadra, o Condor’s contava com a vibração de Zabala fora dela. O camisa 3 do time era pura energia, contagiando seus companheiros.

Com este espírito guerreiro, o Condor’s aumentou sua folgada vantagem. Erik chutou mascado, fazendo a bola pingar e encontrar o pé de Flavinho, que não desperdiçou. Descontrolado, o Império ficou sem dois atletas dentro de quadra - fruto de cartões amarelos. O Condor’s não conseguiu marcar nenhum tento com essa situação. Mas, mesmo assim, alcançou as redes mais uma vez com Neno. Ele aproveitou uma rebarba da zaga para fazer impiedosos 6 a 0. Guedes, de cabeça, após cobrança de escanteio, diminuiu o prejuízo pro Império. Mas não teve mais tempo para lutar, e seu início de reação foi erradicado. Vitória maiúscula do Condor’s por 6 a 1.

Na quinta rodada, o Império tentará a reabilitação. Porém, deverá encontrar mais dificuldades: o vice-líder do grupo, Clube Atlético da Vila. Já o Condor’s continua sua jornada rumo à classificação: encara o Bonde dos Abelhas.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

TNT 5 x 3 Roleta Russa Clássico

TNT DOMINA VETERANOS DO ROLETA E GOLEIA


Desacreditados, Roletas só esboçam reação na segunda etapa; Coqueiro fecha o gol celeste nos instantes finais, impedindo virada do rival

Por Luiz Felipe Chaguri

Com quase tudo pronto para o embate, um dos árbitros da partida foi substituído. Saiu Leandro Machado para a entrada de Erick Bonifácio, uma das gratas surpresas da tarde, visto que apitou 5 partidas com muito pulso e tranquilidade.

O TNT logo mostrou a que veio. Em chute de canhota de Rafael, Tavinho teve que se esticar todo para tocar com o pé na bola. A gorduchinha ainda subiu até o travessão antes de ir para escanteio. O primeiro gol saiu aos 3 minutos. Após lateral mal cobrado do Roleta, Zé Bonitinho, também conhecido como Juninho, aproveitou a demora do goleiro Tavinho e a indecisão da zaga para completar.

. O Roleta até tentou empatar com Mendes e logo depois com Rick, mas o goleiro Coqueiro estava seguro embaixo da trave. O jogo ficou disputado, porém os dois times erraravam muitos passes e as jogadas perigosas estavam escassas até que Rapha fez o segundo para o TNT, aos 8 minutos de jogo.

Não deu nem tempo do Roleta lamentar. 30 segundos depois do segundo gol, Rafael, o melhor em quadra, fez o terceiro ao aproveitar um rebote deixado pela perdida zaga roletense. O desespero tomou conta do time branco, que não se achava em campo de jeito nenhum. A goleada parecia inevitável. Tavinho saiu jogando errado e quase tomou o quarto. A bola queimava nós pés dos jogadores. Nem Bob, capitão da equipe, conseguia acalmar os nervos de seus companheiros.

Pelo lado do time azul, parecia que era só administrar o placar que a vitória viria tranquilamente. Mas Rafael queria mais. Aos 20 minutos, em uma cobrança de falta, a bola resvalou na barreira e entroua no cantinho direito. 4 x 0 .

Os Rroletas foram para o intervalo mudos. A trupe estava desacreditada. Era possível ver no semblante dos jogadores que, naquela tarde, o time não dispunha de qualidade técnica para empatar, muito menos raça. Entretanto, o segundo período começou mais equilibrado. Logo aos 2 minutos, o Roleta reclamou de um pênalti não marcado pela arbitragem. Na sequência, Léo chutou do meio campo. A bola encostou na zaga e foi para escanteio. Após o tiro de canto, a redonda voltou para os cuidados do time azul. Quando o TNT ia sair para o ataque, porém, Rachid recuperou a bola na defesa adversária e diminuiu.

A expectativa era a de que o gol acordasse o Roleta. Contudo, não foi o que se viu. Apesar de Rachid quase anotar mais um no lance seguinte (a zaga do TNT tirou, em cima da linha, o que seria um golaço de cobertura), foi o TNT que voltou a marcar. Em boa jogada pela esquerda, Chicão invadiu a área, passou por 2 zagueiros como um atacante de muita categoria e fez de cobertura sobre Tavinho. Um golaço!

O time não se contentava em apenas vencer. Queria dar espetáculo, com lances bonitos e jogadas bem trabalhadas. Aos 10 minutos, após escanteio batido, Juninho deu um belo drible e bateu pro gol. Tavinho fez uma defesa plasticamente muito bonita e mandou pra fora.

No lance seguinte, Kaua perdeu gol na entrada da área ao chutar alto demais. Nos bastidores, Folha pedia para a mesária encerrar o castigo. No entanto, o Roleta ainda brigava por sua honra. O capitão Bob quase deixou o dele em chute da entrada da área. Bela defesa de Coqueiro.

Após tempo técnico, o clima ficou pesado na quadra. Os autores dos gols, Rachid e Rafael, se desentenderam e levaram amarelo de Erick Bonifácio. “Os dois queriam namorar, coloquei eles pra fora", comentou o árbitro, bem humorado.

O jogo prosseguiu com algumas chances do Roleta. A dupla Nick e Rick obrigou o guarda-metas a trabalhar nos instantes finais. Na insistência, o segundo do Roleta finalmente saiu: após rebote vindo da área adversária, Rick bateu cruzado no canto do gol. Em seguida, Bob anotou o terceiro de seu time, mas não havia mais tempo para uma tentativa de virada. Final: TNT 5 x 3 Roleta. O placar não transpareceu a superioridade do TNT na partida, mas alçou a equipe à terceira posição do Ggrupo A.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

Real Vuvuzelas 6 x 3 Derrubada

VUVUZELAS CASTIGA DERRUBADA E FINALMENTE DESENCANTA


Vitão faz a diferença e garante aos corneteiros os primeiros 3 pontos na tábua

Por Luiz Felipe Chaguri

Em uma partida marcada pela raça, o diferencial em quadra foi Vitão. O camisa 10 do Vuvuzelas mostrou muita técnica na hora de armar passes e se doou ao máximo pela equipe. Jogou de zagueiro, meia e até de ponta para enfim dar ao Real Vuvuzelas o sabor da primeira vitória

O jogo começou com uma boa investida do time pela ponta esquerda. Porém, Marcelo, mesmo estando embaixo do gol, não conseguiu acertar o carrinho na redonda para abrir o placar.

A peleja seguiu brigada fisicamente. Uma cobrança de falta do Derrubada quase rompeu o jejum de gols. Victor rolou para Telles chutar, mas a bola ficou na barreira. Em seguida, outro lance evidenciou a batalha que estava sendo travada na quadra: Maldo deixou o braço em Vitão em jogada fora do lance. O árbitro Erick Bonifácio amarelou ambos os jogadores, o que deixou Vitão revoltado.

Mesmo equivocado, o árbitro conduziu bem o jogo. O excesso de vontade – e de faltas – das equipes deu uma esfriada. Até que, aos 9 minutos, Marcelo se redimiu ao receber um belo lançamento da ponta esquerda e mandar, de canhota e com categoria, no canto oposto ao que Henrique estava protegendo.

Logo após o gol, Vinícius deixou o pé na corrida com Rapha. Lucas Daia bateu a falta para fora. Aos 13 minutos, Vitão arrancou do meio campo em contra-ataque mortal: o camisa 10 saiu dando caneta e tudo, mas foi parado por falta violenta de Vinícius. Cartão azul para o jogador do Derrubada. Todos ficaram em dúvida: fora ou dentro da área? O árbitro Erick, que estava muito perto do lance, foi convicto na marcação do pênalti e apontou a marca da cal. Todavia, a impressão que a maioria teve foi a de que a falta ocorreu a um passo da linha.

Apesar das reclamações do elenco do Derrubada, o pênalti estava marcado. Vitão, dono do jogo, se candidatou a cobrar. Com muita categoria e coragem, ele bateu no ângulo esquerdo de Henrique – que nem saiu na foto, visto que caiu para o lado oposto. 2 x o.

Após levar o segundo gol, o Derrubada fez jus ao nome que carrega, mas como agente passivo. O time estava entregue, não passava do meio da quadra. O fato de a equipe não ter um homem para criar e decidir jogadas contribuiu para seu fracasso. Apenas Joezinho, camisa 10, conhecido como Gago, ousava mais na hora de atacar. Garotto, que poderia ser o centroavante da esquada, dominava algumas bolas, mas enfrentava sérias dificuldades na hora de girar e bater para o gol.

No lance seguinte ao segundo gol do Vuvuzelas, a única chance de perigo do time rubro-negro no primeiro tempo: Victor driblou Marco e bateu de canhota. A bola passou à esquerda do goleiro Cicilini.

Um começo morno de segundo tempo, sem grandes chances de gol, mas com o Derrubada jogando com mais vontade. O time voltou mais aceso e mais organizado graças aos esforços do maestro Joezinho, que falava o tempo todo com a equipe, ajustando a marcação e a saída de bola.

Era a reação dos alvirrubros. Em jogada bonita, Joezinho tocou para Henrique, que fez o pivô para chute de Telles. A bola foi pra fora. Pouco tempo depois, mais uma bonita tabela: Henrique lançou e Maldo colocou na área para Garotto, que mais uma vez se perdeu no domínio da redonda e chutou errado.

O time finalmente conseguiu marcar aos 9 minutos. Em cobrança de falta, Joezinho bateu no meio da barreira, que abriu, matando Cicilini. Após levar o gol, Vitão chamou a responsabilidade novamente. O craque do Real Vuvuzelas pegou a bola na defesa, costurou meio time rubro-negro, tabelou com Marcelo e concluiu tocando na saída de Henrique. 3 x 1.

Vitão quebrou o crescimento do Derrubada no jogo. O quarto gol dos corneteiros aconteceu na saída errada da defesa: Rapha roubou a bola, driblou o goleiro Henrique, porém perdeu um pouco o ângulo, dando chance para a recuperação do guardametas. Rapha chutou, Henrique tentou tirar com o pé, mas a redonda acabou morrendo no fundo do gol.

No minuto seguinte, Marcelo marcou de canhota com um chute rasteiro, no cantinho. Parecia que uma pane geral tinha afetado o Derrubada. O sexto tento do Real também não demorou a sair. Lucas Daia roubou a bola na defesa adversária e, tal qual Marcelo, sepultou o balaço no cantinho concluiu. O jogo já tinha um vencedor, porém, após o tempo técnico, o Derrubada voltou a incomodar o Real Vuvuzelas. Aos 22, Vitão fez graça na defesa, permitindo que Maldo recuperasse a bola. Coube a este último dar o passe para Henricão diminuir.

Na sequência, o canto do cisne do Derrubada. Henricão deixou o seu novamente. Em bonita jogada, ele driblou Marco para a esquerda e bateu cruzado no canto, diminuindo os louros do adversário e encerrando a partida.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

XTJ 4 x 3 Lunáticos

XTJ QUASE VACILA NO FINAL, MAS VENCE LUNÁTICOS


Apesar do placar apertado, time amarelo dominou a maior parte do duelo

Por Luiz Felipe Chaguri

Uma guerra. Essa pode ser a melhor definição para o começo do confronto entre XTJ e Lunáticos. Mal a partida começara quando gritos e berros surgiram dos dois lados da quadra. No tocante ao futebol apresentado, pode-se dizer que a falta de criatividade tomou conta dos times no começo, mas a marcação de ambos os setores defensivos foi muito forte.

A primeira grande jogada de perigo ocorreu aos 4 minutos. Uma fatalidade: Marcelo carregava a bola na defesa até que, em um momento de pura infelicidade, o jogador do Lunáticos acabou escorregando na frente do artilheiro Modesto. Não deu outra: 1 x 0 para o XTJ.

Logo após o gol, Caio Haick, do time da Lua, e Modesto foram amarelados. Todavia, apesar do jogo seguir brigado, nenhum lance de destaque aconteceu até os 11 minutos, momento em que o Lunáticos empatou com Flávio. Porém, Modesto estava realmente inspirado: aos 13, ele pegou sobra de um erro da zaga adversária e bateu cruzado no canto esquerdo do goleiro Duxa. 2 x 1.

Com o placar desfavorável, o Lunáticos foi pra cima em busca da virada. Flávio tabelou com Alemão, que bateu pra fora. Sérgio também arriscou da entrada da área, mas não obteve resultado. Em seguida, Modesto assustou a meta de Duxa com um potente chute que parou no travessão.

O jogo continuou pegado e repleto de faltas. Futebol bem jogado? Quase nada. Tanto que o placar só foi alterado novamente aos 22 minutos: Kaká, camisa 10 do XTJ, petecou a bola na ponta esquerda e fez o passe para Magu chegar batendo cruzado. O gol foi muito celebrado pela torcida do XTJ, visto que Kaká, um dos jogadores mais importantes do time, até então estava sendo ofuscado pela forte marcação do Lunáticos.

O gol ajudou o camisa 10 a se soltar. No lance seguinte ao gol, Kaká tentou um golaço de cobertura em Duxa, mas a bola não entrou no arco. Fim de primeiro tempo com resultado justo e destaque para os dois melhores jogadores em quadra: Modesto e Kaká.

O jogo continuou brigado e truncado no início do segundo tempo. O Lunáticos foi para cima e, logo de cara, Alemão mandou um foguete em direção ao ângulo adversário. O jogador só não contava com a excelente ponte do goleiro Kraudio. O Xarope respondeu, em seguida, com Sanseverino. O camisa 6 acertou um bom tiro de canhota, obrigando o goleirão Duxa colocar a bola para escanteio.

Após um breve tempo técnico, o Xarope voltou mais aceso. Aos 14 minutos, Sanseverino tabelou com Magu e fez o quarto do time amarelo. Desnorteado, o Lunáticos tentou atacar na base do abafa, e até conseguiu. Mas antes que a trupe dos insanos começasse a pressionar, eis que surge o gol perdido mais incrível da rodada: Kaká parou na frente de Duxa, pensou, escolheu o canto e, por fim, acabou chutando para fora! Inacreditável!

Como no Chuteira a regra do "quem não faz toma" também se aplica, aos 19, Sérgio acertou um cruzado da ponta esquerda, diminuindo o placar para 4 x 2. No minuto seguinte, o terceiro gol: Kraudio saiu jogando errado e Flávio aproveitou pra colocar o Lunáticos de novo na partida.

O XTJ aparentemente acordou após o lance, já que Kaká voltou a aparecer ao acertar um chute na trave. Foi a última investida do time no embate. Nos instantes finais, o Lunáticos bem que brigou pelo gol de empate, mas a defesa dos xaropes tratou de segurar a bola na retaguarda até que o apito soasse.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

Só Quem Sabe 6 x 2 Basicus

“SEQUIA QUEM SABE” DÁ SHOW DE HABILIDADE E DETONA BASICUS


Com auxílio de Massoni, Diego Sequia assina 5 gols e dispara na artilharia e Corrida MVP da Bronze

Por Luiz Felipe Chaguri

Mal o embate começara e um jogador já se destacava em campo. Diego Sequia, também conhecido como Japonês, já foi logo de cara abrindo o placar para o Só Quem Sabe com um canhão da ponta esquerda, o qual Gui Batista nem viu passar.

O Basicus tentou se abrir mais para sair jogando. Mas esse sábado era dia de Sequia. Massoni conduziu a bola com velocidade para o ataque e deu passe milimétrico para Diego Sequia só tocar para o gol livre.

O time de rosa iria ter que se abrir mais para criar ofensivas perigosas. A missão era difícil e a fraca atuação de Kinho – um dos jogadores mais importantes do time – não ajudava. Aos 16 minutos, Mininão conseguiu chutar em direção ao arco do SQS, mas a bola passou à direita de Kubagam.

Com exceção desta oportunidade, foram poucas as chances de gol no primeiro tempo para o Basicus. O time não percebeu que o goleiro Kubagam tinha um ponto fraco: o arqueiro sempre pegava a bola em dois tempos. Caso o time tivesse arriscado mais chutes de fora da área, o placar poderia ter sido diferente.

No último minuto da primeira etapa, um lance preocupante no gramado: Kinho caiu no meio da quadra. O camisa 10 bateu a cabeça, o que fez o jogo parar por mais de um minuto. Felizmente, não era nada grave.

Na segunda etapa, o SQS começou partindo para frente para tentar matar o jogo. Só que foi o Basicus quem conseguiu o gol. Aos 3 minutos, Lucas Mininão diminuiu em saída errada do adversário. O goleiro Kubagam estava quase na linha lateral e não teve como voltar para tentar a defesa.

Logo depois, o dono da partida voltou a brilhar. Ao atacar pela ponta esquerda, Diego Sequia só tinha o goleiro a sua frente. Com um toque fantástico por cima, o camisa 17 marcou seu terceiro. No entanto, o Basicus logo replicou, com um chute de longe de Bolas. A bola resvalou na zaga, o que impossibilitou a defesa de Kubagam.

Um minuto após o gol do Basicus, Diego praticamente definiu o jogo ao anotar o quarto tento do SQS. Mas ainda cabia mais: em jogada trabalhada, Massoni, o segundo melhor em campo, deu assistência de cabeça para Sequia, livre dentro da área, completar para o gol.

O SQS não afrouxou a pressão. Quase que Diego fez o sexto dele no jogo em tabela com Massoni. Ao receber de volta, o craque bateu cruzado, fazendo a bola passar muito perto da meta adversária.

O Basicus até tentou sair para o jogo. Kinho arrematou de longe para Kubagam fazer boa defesa. Mas o setor defensivo do time de branco era muito efetivo: os zagueiros marcavam meia quadra, o que impedia o time rosa de penetrar pelo meio e pelos flancos.

Ainda havia tempo para o sexto gol do SQS, mas desta vez, surpreendentemente, não foi Sequia quem anotou, mas sim Alex. No final, sobrou uma chance para cada lado. Pelo lado do SQS, Jacobi bateu do meio da quadra para boa defesa de Gui Batista. O Basicus, por sua vez, ofereceu perigo com jogada de pivô de Starck, que acabou sendo finalizada por Cava.

Fim de jogo. Vitória merecida para o SQS, que criou várias oportunidades e contou com o artilheiro Sequia para finalizá-las. Já o Basicus parou na marcação adversária, não conseguiu criar grandes jogadas e só marcou 2 gols porque contou com falha individual da zaga no primeiro e com a sorte no segundo.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

My Balls 3 x 3 Rabeloska

RABELOSKA EMPATA NO ÚLTIMO LANCE E ESCAPA DE NOVA DERROTA


Jogadas individuais dos craques Dick Vigarista, Vasko e Bruno Sobral dão a tônica da partida

Por Luiz Felipe Chaguri

O jogo mais esperado da Série Bronze foi o melhor da rodada, tanto em nível técnico quanto em disputa. Uma partida movimentada, marcada por vários destaques dos dois lados. Dick Vigarista e Bruno Sobral mostraram por que são os craques de seus respectivos times e fizeram de tudo para levar suas equipes à vitória. Por muito pouco não conseguiram.

A primeira jogada já foi parar na rede. Vasko deu passe para Dick Vigarista pegar de primeira com um voleio sem pulo no canto. Sem dúvida, o gol mais bonito desta rodada da Bronze! Gabriel Viana deve estar procurando a bola até agora.

Na sequência, Bettoni, do My Balls, bateu falta, obrigando Tassio a se esticar todo para fazer uma grande defesa. Logo depois começou o festival de bolas no travessão. Primeiro foi Dick Vigarista, que quase marcou seu segundo gol. Em seguida, Pedrinho replicou com uma cabeçada que fez a redonda explodir no poste.

E o jogo não parava! Apesar dos jogadores simularem muitas faltas, os árbitros apitavam muito bem e, na maioria das vezes, deixavam o jogo correr. Ao longo do embate, muitas chances foram criadas para os dois lados, o que resultou em uma partida extremamente equilibrada.

Aos 7 minutos, Bruno Sobral fez um passe perfeito para Magrão, que tirou do goleiro, mas também do gol, perdendo a chance de empatar. A resposta do Rabeloska veio na forma de um escanteio cobrado por Django, convertido em forte cabeçada por Dick. Para barrar o gol que era certo, Viana fez uma defesa espetacular com o pé.

O duelo seguiu pegando fogo. Contudo, os bancos protestavam contra todos os cartões sacados, o que começou a irritar a arbitragem, principalmente porque as torcidas de ambos os times eram induzidas pelos jogadores a reclamar. Aos 12 minutos, houve um desentendimento no meio da quadra, e para acalmar os ânimos, Erick aplicou um cartão amarelo para cada lado, punindo Vasko e Bettoni.

Na volta da partida, Paulinho empatou o jogo em cobrança de falta. A bola passou no meio da barreira. Pelo posicionamento de Tassio, a defesa era praticamente impossível.

Mais uma bola no travessão! Desta vez a favor Rabeloska, após confusão na área. Outro lance plasticamente bonito foi aos 20 minutos: Vasko cruzou da direita para Dick quase matar de letra.

Mas o preciosismo de Dick custou caro. Um minuto depois, veio a virada do My Balls. Bruno Sobral pegou chute meio mascado e Tassio não conseguiu buscar novamente. Fim de um grande primeiro tempo.

A segunda etapa começou bem pegada, com as equipes marcando muito forte. Aos 5 minutos, surgiu uma boa oportunidade de gol para o My Balls. Fernando Souto passou para o artilheiro Bruno Sobral bater. O balaço passou à esquerda de Tassio. O Rabeloska replicou em seguida com Vasko, mas o camisa 16 acabou perdendo o gol dentro da área. Aos 13 minutos, Maradona recebeu cartão por puxar o calção do adversário. Na cobrança de falta, Tassio salvou o Rabeloska.

Após tempo técnico do Rabeloska para esfriar a pressão adversária, o My Balls anotou seu terceiro gol. Em chute com efeito de longe de Bettoni, a bola quicou na frente de Tassio e morreu nas redes. Após o terceiro gol, muitos já acreditavam que o placar estava definido, mas, aos 19 minutos, Guiñazu bateu escanteio e Espaguete sobiu mais alto que todo mundo na área para diminuir.

Virou tudo ou nada para o time de branco. Vasko acertou uma cobrança de falta mas Gabriel Viana pegou. Porém, aos 22 minutos, o sumido Mazaropi, que usa a 10 do Rabeloska, apareceu para a glória. Após um rebote da zaga do My Balls, o camisa 10 acertou um canudo no ângulo de Viana. Um gol espetacular para encerrar um duelo espetacular, com duas equipes muito aguerridas e técnicas. Placar justo.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Bonde das Abelhas 1 x 1 Clube Atlético da Vila

CAV SÓ EMPATA COM BDA E CAI PARA A SEGUNDA POSIÇÃO


Lê e Felix se destacam em duelo contra o favorito, garantindo o primeiro ponto dos abelhudos no tabela

Por Vinicius Bento

Depois de 3 derrotas, todas por 3 x 2, o BDA vinha para enfrentar o todo poderoso CAV, que na última rodada sofreu, mas derrubou Os Mostarda. Logo no comecinho, Lula assustou a defesa dos abelhas. Após arremate de fora da área, o goleiro não conseguiu segurar a bola e a jogou para frente. No entanto, a zaga abelhuda estava atenta e o CAV não conseguiu pegar o rebote.

O Bonde começou firme na partida. Como já dito anteriormente, o “Q de favorito” fez com que o CAV passasse a ser muito visado: todas as equipes entram em campo com mais gana contra o time de Caio.

Na primeira chance dos amarelos, uma bela defesa. Dentro da área, Felix apareceu, recebeu e tentou finalizar. A bola foi em cima do goleiro Lelê, que segurou firme a redonda.

Depois de 10 minutos de paralisação decorrente de entrevero entre mesária e Organização, Caio voltou para o campo como o jogador mais ofensivo do CAV. Lula salvou 3 lances do camisa 10 adversário. Nos dois primeiros, ele salvou antes que a bola chegasse. Na último, defendeu um chute rasteiro.

Enquanto isso, do banco de reservas, o técnico do BDA mandava a equipe chutar contra o gol. “Pô! Só dá a gente! E mesmo assim perdemos tudo de 3 x 2!”, gritava. E o conselho do professor deu certo. Le arriscou de longe e acertou o cantinho! Que balaço! Simplesmente de cair o queixo. Como o time do CAV iria se comportar depois de sair perdendo no marcador pela primeira vez? A resposta era a mesma de sempre: uma defesa sólida e um futebol oportunista e mortal. Se fugisse disso, teria sérias dificuldades.

Se o time do professor Roberto já estava com problemas, as coisas logo ficariam pior. Cris fez linda jogada, driblou todo mundo, mas, na cara do goleiro, tentou mais um drible e acabou perdendo o ângulo. Poderia ter sido o segundo.

Na segunda etapa, o BDA voltou igual. O time estava jogando um futebol que provavelmente não apresentara em nenhuma partida até então. Muita marcação e vontade. Lá na frente, a coisa não estava fácil. Lê e Cainho, os dois principais defensores do CAV, continuavam fazendo a marcação firme e segura de sempre.

Na primeira grande chance do CAV, a bola explodiu no defensor em cima da linha. A bola parecia não querer entrar nas redes do BDA, não importava o quanto o CAV insistisse. Porém, aos 10 minutos do segundo tempo, o ditado “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” fez sentido. Depois de erro da defesa do BDA, Montijo recebeu passe e, de biquinho, colocou a redonda para dentro. Que classe!

O empate não era suficiente para o time. Montijo partiu para cima novamente e, depois de linda jogada, rolou para o companheiro, que arrematou nos pés de Thiago, goleiro do BDA. Por sinal, o arqueiro que entrou no segundo tempo salvou sua esquadra de tomar vários gols. Goleiros costumam entrar sem ritmo quando colocados no segundo tempo, mas o arqueiro abelhudo passava segurança para sua defesa.

Nós últimos minutos, chances lá e cá. As duas equipes partiram com tudo para virar a peleja. Não era um tudo ou nada desesperado, mas a busca pelo gol era incessante. O CAV sempre parava no gigante Thiago – para desespero de Caio, que via a campanha 100% se esvaindo...

Querendo esse tento para virar a partida, Nego, camisa 13, foi para o ataque com o intuito de fazer o pivô para quem vinha de trás. Só que o grandalhão resolveu inovar: virou em cima do zagueiro e finalizou. Perto do gol.

Após o lance, o juiz encerrou a partida. O segundo empate da tarde fazia o CAV perder seus primeiros pontos na partida e o BDA conseguir o seu primeiro. Mesmo assim, nem um dos dois subiu ou caiu na tabela.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Irado’s 11 x 2 Haka

IRADO’S NÃO PERDOA E DEBULHA HAKA


Tricolor põe rival na roda e usa todos os reservas em goleada

Por Vinicius Bento

Depois de tomar uma verdadeira sapecada de Caio Ribeiro na semana passada, o time dos irmãos Eirado foi para buscar a terceira vitória no campeonato. Já o Haka vinha de sua melhor partida no campeonato. Mesmo perdendo a última partida, o time de Antero e companhia fez 3 gols no forte Toque Me Voy.

Não demorou nem dois minutos para o Irado’s mostrar a que veio. Rafa Hornero dominou na ponta esquerda e de perna canhota fuzilou. A bola foi em cima de Fiorini com tamanha violência que o arqueiro nem viu a pancada. Poucos minutos (talvez até segundos) depois, Rafa repetiu a dose. Arrematou com violência e empurrou a pelota para dentro. 2 x 0.

Se em menos de 5 minutos de jogo já tínhamos dois gols de diferença no marcador, os torcedores que viam a partida de fora já sabiam o que esperar. Felippe Ayres, camisa 13, viu a defesa aberta e deu belo passe para Bento, que só teve o trabalho de dominar e bater.

Minutos depois, foi a vez do zagueiro Felippe fazer o seu. O zagueiro pegou rebote e acertou um petardo de perna esquerda. A bola bateu no travessão, depois em cima da linha e, por fim, entrou. Talvez nem dois goleiros teriam pegado.

Antes que o time do Haka pudesse falar “mais uma goleada”, Rodrigo Mademba, o zagueirão, subiu no terceiro andar depois de escanteio cobrado por Caballero e mandou a redonda para dentro. Justo ele que, antes do jogo, reclamou que seu nome não aparecia no site. Problema resolvido. Não estávamos nem na metade da primeira etapa e já tínhamos 5 x 0.

No final do primeiro tempo, Tavares resolveu reagir. O Grandalhão camisa 10 arrematou para boa defesa de Allan. Minutos depois, ele tentou aproveitar rebote do goleiro, que segurou firme. Antes que o juiz decretasse o final da primeira etapa, Rafa Hornero e Renan Lamarck ainda marcaram. Rafa, que converteu seu terceiro tento na partida, agora tinha o direito de pedir música na TV Chuteira.

Depois de 7 gols, o juiz terminou a primeira etapa. E quando a segunda começou, vimos o mesmo desenho do primeiro tempo. Antes dos 5 minutos, Bento fez mais dois gols, ambos arrematando de longe. Foi então que o craque do Irado’s desencantou. Ele já estava agoniado, incomodado, torcendo para colocar a bola para dentro. Caballero, depois de perder 3 gols na primeira etapa, dominou pela ponta esquerda, ciscou na frente do marcador e caprichou uma bomba de perna esquerda. No cantinho. Aleluia! Sai zica!

Agora, parem as máquinas! Antes de qualquer comentário ou descrição de gol, um fato tem que ser destacado: Weinny Eirado, o repórter mascote do Chuteira de Bronze, a lenda viva entrou em campo! Em seus poucos minutos em quadra, o pequenino travou um duelo em particular com Fiorini. Dentro da área, o camisa 22 ainda conseguiu um arremate, defendido pelo pequeno gigante do Haka.

Rafa Hornero arriscou de longe e fez seu quarto gol da partida. O Haka começou a chegar mais na reta final do jogo. Se passar por Mademba e Dani Jales era tarefa difícil, o time de branco resolveu arriscar de longe. Engraçado é que o gol saiu de perto. Moral conseguiu passar por Allan e fazer o primeiro tento de seu time na partida.

O Haka ainda conseguiu mais um gol: Ivo chutou fraquinho contra a meta de Allan e - em um lance completamente atípico do goleiro - a bola passou pelo lado deste e morreu no fundo da sua meta. Peru solto em campo. Embora o goleiro tenha pedido para não falar, foi um peruzaço!

No último minuto de jogo, o pequeno Daniel Fidelli ainda teve a chance de fazer o seu gol. Dentro da área, o camisa 30 apareceu e, de cabeça, jogou a bola para fora. E 11 x 2 tranquilos para o Irado´s, que se recupera e ajuda a afundar ainda mais o Haka.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Não Guento Mais 2 x 2 Toque Me Voy

NGM MOSTRA FUTEBOL CONVINCENTE, MAS EMPATA COM TMV


Disputa entre os atacantes Carlitos e Tiago Alves foi o ponto forte do duelo

Por Vinicius Bento

Depois da goleada sobre o Irado’s, todos pensavam que o time do NGM era apenas uma equipe dependente de Caio Ribeiro. Contudo, o time de Rodrigo Barath entrou em campo com força total e, logo no primeiro minuto de jogo, abriu o marcador. Carlitos recebeu dentro da área e com um toquezinho empurrou a pelota para dentro.

Antes que pudesse comemorar o gol, o NGM já tomou o empate. Tiago Alves aproveitou rebote do goleiro adversário e finalizou, mostrando um posicionamento de atacante matador. O jogo tinha começado quente; eram chances lá e cá. “Essas duas equipes são fortes. O azul (Toque me Voy) provavelmente vai dar trabalho”, comentou Dani Jales, volante do Irado’s.

Aos 7 minutos da primeira etapa, o Toque Me Voy teve a chance de virar o marcador num pênalti bem marcado pelo juiz. Silas foi para a cobrança, parou, olhou, escolheu o canto e bateu, buscando o ângulo esquerdo do goleiro adversário. Mas ele errou a mira e carimbou o travessão. Que chance desperdiçada!

Mesmo assim, o lance não pareceu intimidar o Toque. Apesar de o NGM estar fazendo uma boa partida (e você que nunca pensou que leria isso…), o time de Robison e companhia marcava bem e saía para o jogo.

Após cobrança de lateral, Carlitos fez o seu segundo gol. Dentro da área, o atacante, que mostra faro de gol, colocou o pé nela e empurrou a redondinha para dentro. Alonso até tentou dar um tapinha pra desviar a bola, mas não alcançou.

Como estava atrás do marcador, o time do Toque precisava ir para cima. Depois de receber pela lateral direita, Tiago Alves tentou fazer o seu segundo gol na partida, mas estava impedido. Mesmo assim, Fê Farillo foi até a bola e espalmou ela para longe de sua meta.

No finalzinho do primeiro tempo, o time do Toque teve a chance de empatar. Se na defesa, Diego, camisa quatro, ia se virando contra Carlitos e companhia, na frente Tiago Alves estava tentando. O camisa 7 tabelou com Renê que, na cara do gol, pegou mal na bola e chutou em cima de Fê. Foi a chance de ter ido para o intervalo com o jogo igual.

Quando a bola rolou na segunda etapa, vimos um Toque Me Voy querendo o empate, e Robison conseguiu. De fora da área ele arrematou, não pegou em cheio na bola, mas jogou a redondinha no ângulo. Um golaço com muita comemoração. Era a partida mais equilibrada da tarde.

Aos 10 minutos do segundo tempo, um lindo lance: Vinicius Ramos arriscou um voleio de longe e atingiu o travessão. Que golpe de vista de Fê! Ao Vinicius só restou lamentar pelo gol perdido. Minutos depois ele teve mais uma oportunidade, mas jogou à direita do gol adversário.

O NGM não estava conseguindo reproduzir o primeiro tempo avassalador. Na segunda etapa o time de Carlitos tinha parado de incomodar Alonso. Renê, técnico do time de laranja, estava dando uma verdadeira bronca no time.

O tempo ia passando e nada acontecia, persistindo assim o empate. Carlitos, disparado o melhor jogador do NGM, teve novamente a chance de marcar. Depois de receber dentro da área, mesmo desequilibrado ele conseguiu o arremate e chutou por cima. Minutos depois ele disputou com Alonso e chutou no travessão.

No final do jogo, muita confusão. Depois de ser advertido pelo juiz que não poderia ficar na quadra sem meia, o técnico se retirou. Na segunda etapa, ele voltou, desta vez com meia. Mesmo assim, o juiz principal o retirou de campo, afirmando que a meia era muito pequena. Todavia, a discussão não manchou a ótima partida.

Faltando três minutos para o término da partida, muita correria e vontade. No excesso dessa dita vontade, Robison, o bom camisa 10, exagerou e fez falta na boca da área. Na cobrança, Carlitos rolou para Barath, que chutou para fora. Era a última chance de mudar a história do jogo.

Não deu tempo para mais nada e o juiz deu o jogo por encerrado. Um empate mais do que merecido pelo belo futebol apresentado pelas duas equipes.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO A

Coringa 4 x 2 Pé de Pano

ASES GARANTEM VITÓRIA DO CORINGA SOBRE PÉ DE PANO


Investidas dos céleres Rafinha e Ligeiro fazem bufões subir à quinta posição na tabela e frear reação do Pé de Pano na competição

Por Gustavo Vasconcellos

Após fazer bom primeiro tempo, o time do Coringa abriu vantagem e apenas administrou o jogo no segundo tempo. Enquanto isso, o Pé de Pano se esforçava e tentava encostar no placar, mas sem sucesso. Porém, antes do jogo, uma pequena reunião decidiu se os times entrariam em quadra com os respectivos uniformes, um pouco parecidos, em tons de branco e azul.

Com a bola rolando, os times não tinham nada de parecido no começo do primeiro tempo. O Coringa chegava com certa facilidade, utilizando-se de trocas de passes. Já o Pé de Pano, sofria pressão na saída de bola e não conseguia armar jogadas de perigo ao gol adversário. Não demorou e o placar já havia sido inaugurado. Aos 2 minutos, depois de uma jogada lateral de Renato Pupo e passe para o meio da área, Ligeiro apareceu para completar. Era o primeiro do Coringa.

Apesar do gol, o jogo continuou com o mesmo panorama: o Coringa mais presente no ataque e o Pé de Pano com dificuldades para criar oportunidades. Pelo lado do Coringa, Rafinha e Daniel Capel foram responsáveis por lances de perigo. Pelo outro lado, somente Tercio, arriscando da própria zaga, conseguiu levar certo perigo ao gol de Elton.

Sendo assim, o Coringa conseguiu ampliar o placar antes dos 10 minutos. Ligeiro arriscou de fora, até despretensiosamente, mas contou com a sorte e viu o goleiro Matheus aceitar uma bola fácil.

Foi só depois do segundo gol sofrido que o Pé de Pano equilibrou a partida. Criando chances e diminuindo espaços para o adversário, o time do Pé de Pano deixou o jogo mais disputado. Tanto é que Passamai e Dadá conseguiram criar boas chances antes dos 15 do 1º tempo. E assim o jogo foi seguindo, mas o Pé de Pano não contava com outra falha de seu goleiro. Desta vez, aos 20 minutos, após cobrança de falta de Diego Capel, a bola quicou na frente de Matheus e o enganou.

Para a sorte do arqueiro, seu time ainda diminuiu antes do fim do primeiro tempo, dando esperanças para a segunda etapa. Peba, camisa 7, arriscou chute cruzado da esquerda. A bola passou por toda a zaga e acabou entrando no canto, no último lance do primeiro tempo.

Já com certa vantagem, o Coringa voltou jogando mais tranqüilo, enquanto o Pé de Pano buscava o empate. Assim, o jogo ficou lá e cá, com os dois times chegando a gol. Fernando (três vezes) e Farias (duas vezes) foram os que chegaram com perigo pelo lado do Coringa. Já Lopes e Carvalho foram os que arriscaram para o Pé de Pano, mas quem marcou novamente foi o Coringa. Aos 14 minutos, após contra-ataque de Rafinha pela esquerda e chute para o meio, Rodrigo Carvalho acabou jogando contra a própria meta e ampliando para três a vantagem do Coringa.

Mesmo assim, o Pé de Pano não desistia e continuava a ir pra cima. Em belo lance, Dadá chapelou o adversário e bateu no canto do goleiro, que foi lá e conseguiu a defesa. O Coringa respondeu na sequência, com Rafinha. Aos 17 minutos, ele tentou chute de calcanhar no alto, após domínio mal feito. Daí para frente, só deu Pé de Pano no ataque. Lucas e Kaue tiveram boas chances, mas desperdiçaram. E foi justamente quem errou duas vezes que acabou diminuindo para o Pé de Pano: Matheus saiu com a bola em contra-ataque e, ao rolar para o meio, a bola desviou e entrou.

Com o passar do tempo, o Pé de Pano ia se desesperando e o Coringa aproveitava e voltava a criar algumas chances, já no final do jogo. Rafinha e Fernando conseguiram criar oportunidades, mas não converteram em gols. O Pé de Pano ainda tentou diminuir, mas foi em vão. O Coringa agora é o quinto colocado, com sete pontos, seguido pelo Pé de Pano, com um ponto a menos. Na próxima rodada o Coringa enfrenta o Rabeloska, enquanto o Pé de Pano mede forças contra o vice-líder My Balls.
II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Só Canelas 11 x 1 Tudo Bacana

SÓ CANELAS MASSACRA UM IRRECONHECÍVEL TUDO BACANA


Time que venceu o Haka na primeira rodada por 15 x 3 expôs sua fraquezas para Dinho e cia. golearem

Por Luiz V. Andreassa

O Só Canelas não tomou conhecimento do Tudo Bacana, que, logo na primeira rodada, havia sido responsável por uma das maiores goleadas do Chuteira nesta temporada e venceu com um placar elástico e convincente, talvez um pouco exagerado. Mas, como o que interessa é bola na rede, o time de branco agora pode comemorar sua quarta vitória e a liderança isolada no grupo B da Bronze.

Logo no começo o ataque caneleiro foi fulminante, abrindo o placar no primeiro minuto com Dinho, que, livre na área, recebeu passe na cobrança de lateral e girou para depois chutar. A equipe não desanimou e logo ampliou, quando Felipe aproveitou rebote do goleiro depois de uma finalização rasteira e cruzada. O terceiro veio logo aos 6 minutos, em chute no ângulo de Tony. Uma bola defensável que o goleiro Victor aceitou.

Do outro lado, o Tudo Bacana sentia sérias dificuldades para chegar com perigo na meta defendida por Johny, pois, quando encontrava algum espaço na marcação adversária, acabava errando na finalização. Exemplo disso foi o lance de Thiago Simões, em que o camisa 10 roubou a bola em saída errada da defesa adversária, mas desperdiçou a chance com um chute para fora. E já que a equipe dourada não assustava, ao Só Canelas só interessava manter a média de gols e por isso os jogadores trataram de ir para cima. Dinho fez boa jogada, puxou para o meio e bateu no alto para defesa do goleiro Victor, que mandou para escanteio.

Na cobrança, Mario recebeu sem marcação dentro da área e ainda contou com a ajuda do arqueiro para fazer o quarto gol. Em seguida, foi a vez de Felipe balançar as redes com um golaço. Uma bomba indefensável no ângulo após receber passe de calcanhar. Para não ficar atrás do companheiro, Dinho logo tratou de também fazer o seu segundo tento com outro chute no ângulo, após receber dentro da área. Agora, para manter o ritmo, o placar anotava 6 gols em 12 minutos.

Mas para atrapalhar a matemática perfeita do SC, o TB tratou de diminuir, em cobrança de falta de Renato, que ainda contou com um desvio na barreira para vencer o arqueiro adversário. Todavia, a reação parou por aí, pois a partida já tinha dono e, com 14 minutos, já estava decidida. A única questão era sobre a quantidade de gols no placar. E foi no final da primeira etapa que a já confortável vantagem se consolidou ainda mais quando Tony recebeu na cara do gol e tocou na saída de Victor para ampliar. Ainda houve tempo para Carlinhos honrar a sua camisa n° 8 e fazer o oitavo gol de seu time, com uma finalização cruzada, forte, no canto. E foi assim que se deu o fim do primeiro tempo, uma goleada sonora e confortável, um domínio completo da equipe branca.

A segunda etapa começou e dava pinta de que ia ser igual à sua antecessora, com o Só Canelas em cima, mas foi o adversário quem chegou primeiro com perigo, em dois lances de Anselmo. Ele chutou em cima do goleiro após de se livrar da marcação e depois, numa bela jogada com uma finalização de calcanhar enquanto a bola estava no alto, algo difícil de se fazer. Pena que a redonda foi para fora e não houve o golaço. Apesar da melhora da equipe dourada e da diminuição do ímpeto da branca, Tony recolocou as coisas no lugar com dois gols, o primeiro deles numa boa jogada do camisa 6, que puxou para o meio e bateu rasteiro. O goleiro nem viu a bola entrando. Aos 13 minutos – não perca a conta –, veio o décimo primeiro com Niel.

E à equipe bacana só restava tentar alguns tentos para deixar a situação menos feia e o saldo de gols menos prejudicado. Para isso, tentava jogadas sempre comandadas por Anselmo – seu melhor jogador em quadra -, que chegou a acertar uma linda bicicleta, mas esta foi para fora, perto da trave. Ao passo que corria o tempo, as chances iam diminuindo. Algo perfeitamente compreensível devido ao contexto da partida, além do calor e do sol impiedosos das 13h. Para se destacar, as duas boas defesas de Johnny em chegadas de Anselmo e Filipe em contra-ataques e o último gol da partida, que veio na bela jogada de Bruninho, quando o camisa 13 saiu bem da marcação e deu passe preciso para o desmarcado Dinho fechar a conta. No fim, placar merecido, mas talvez um pouco exagerado pelo futebol apresentado pelo Só Canelas. Eles realmente jogaram muito bem, mas não deram o seu melhor e não fizeram uma partida perfeita, até porque a frágil defesa e o goleiro inseguro do Tudo Bacana não exigiram grande esforço do ataque branco. Mas, o que importa é a liderança garantida para a equipe que de caneleira só tem o nome e vem fazendo bonito no seu grupo, com 34 gols em quatro jogos. Para o Tudo Bacana, sinal amarelo ligado por causa da sétima colocação e o risco de ficar fora dos oito primeiros na próxima etapa.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 4ª RODADA: GRUPO B

Xoras 2 x 2 Os Mostarda

EM PARTIDA DE ARBITRAGEM POLÊMICA, MOSTARDIANOS EMPATAM COM XORAS


Time de amarelo mostra poder de reação, mas expulsões impossibilitam uma virada

Por Vinicius Bento

Os Mostarda entraram em campo com um grande desfalque: Stefan. O craque mostardiano foi viajar e não compareceu ao confronto contra o Xoras, para o azar do time de amarelo. E não demorou muito para o Xoras abrir o marcador. Zappa, camisa 21 e grande nome do time, arriscou fraco, mascado, da ponta direita. Impressionantemente o chute saiu com um efeito monstruoso, passou por baixo de Polito e entrou. Falha do goleiro? Eu diria que não.

Nesse início o Xoras era definitivamente superior. Apesar de muito organizados e, principalmente, solidários em campo, o time de Cadu estava precisando daquele algo a mais. Talvez Biel pudesse fazer isso, mas até aquela altura o jogador estava tímido.

A pressão do Xoras era forte. Ric chutou de fora da área e a bola tirou tinta da trave direita de Polito. No lance seguinte Mingo resolveu repetir a tática. Arriscou de longe e acertou uma paulada no canto direito. Golaço! Muita comemoração da torcida feminina do lado de fora.

Até a metade do primeiro tempo, dava para contar em uma mão as chances dos mostardianos. Do outro lado, o Xoras se dava ao luxo de até desperdiçar algumas chances. Mingo bateu cruzado e Zappa cara a cara com o goleiro bateu por cima. Era o tento para matar o jogo, provavelmente ainda na primeira etapa.

Talvez o time dos Mostarda estivesse vendo o jogo de uma maneira equivocada. O banco de reservas gritava para que os meias trabalhassem a bola. O Xoras é um time grande e de muita pegada. A maneira de tirar o marcador do zero com certeza seria arrematar de longe. Apesar da flexibilidade, Brion não é um dos goleiros mais altos. Uma pancada bem colocada certamente terminaria nas redes do Xoras.

Um lance no final da primeira etapa chamou atenção. Cadú foi tirar a bola da defesa e deu um verdadeiro golpe de capoeira. Meio estabanado, a bola bateu nas suas costas e caiu nos pés de Dutra, que desperdiçou.

Antes que o apito final fosse dado, Tatá perdeu uma bela chance. Cara a cara com Brion, ele demorou demais para arrematar e chutou a bola em cima do goleiro pequeno, mas ligeiro.

Os Mostarda ainda conseguiu fazer o primeiro gol. Como diria Paulo Bonfá, uma verdadeira “cagada ensaiada”. Tatá recebeu sem marcação, foi tocar para Biel, mas no meio do caminho a bola desviou na defesa e matou o goleiro Brion.

No segundo tempo, o time de amarelo precisava sair para o jogo. Agora era preciso botar a bola para dentro e Cadú tratou de tentar. Depois de cobrança de falta, bateu colocado e fez Brion espalmar. Minutos depois, foi a vez Dutra assustar. O camisa 10 se deslocou bem para dentro da área e acertou o travessão com uma forte cabeçada. Polito deu um belo golpe de vista.

Como futebol é uma caixinha de surpresas, os mostardianos empataram. Dan apareceu como uma bala por trás da defesa adversária e jogou a bola para dentro. Espetacular, uma cabeçada com categoria!

O time dos Mostarda parece um motorzinho. O time não pára! Mesmo na metade do segundo tempo, quando o cansaço começava a bater, os amarelos continuavam a correr. No final do jogo, Tatá tomou cartão azul. Depois de xingar o adversário e, obviamente, se defender falando que não fez nada, não teve jeito: foi expulso da partida. Além de jogar com um a menos, Os Mostarda teria que segurar o ímpeto adversário.

Mesmo assim o time quase fez o gol da virada. Cadú veio da defesa para o ataque driblando todo mundo, cortando para lá e para cá. O camisa 10 rolou para Dan finalizar na trave. Impressionante. Como a partida estava vai e vem, um segundinho depois, Mirim dividiu com Polito e não conseguiu colocar a bola para dentro.

Rodrigo foi expulso antes do final do jogo. Houve muita confusão: o jogador se descontrolou e partiu para cima do árbitro, que alegou que ele estava com a camisa de outro jogador e isso não é permitido. Felizmente, a turma do “deixa-disso” veio separar e conseguiu retirá-lo de campo, impedindo que a disputa terminasse em quebra-quebra.

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