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CHUTEIRA NEWS: II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

TNT 2 x 1 Basicus

VITÓRIA MAGRA GARANTE O TNT NA TERCEIRA POSIÇÃO


Basicus complicou como sempre, mas perdeu mais uma e decide última vaga com Roleta Clássico na rodada final

Por Rodrigo Amaral

O time do Basicus, mais uma vez, deu trabalho para um time mais forte no grupo, porém saiu derrotado mais uma vez. As características de forte marcação e muita garra dos jogadores de rosa sempre são grandes obstáculos para as equipes que os enfrentam. Porém, falta à equipe um jogador que defina no último passe e faça a diferença.

O jogo não foi lá muito bom, a bola dificilmente parava de rolar, mas as chances de gol duraram a sair. A primeira oportunidade, no entanto, veio cedo e parecia anunciar um jogo aberto, o que não aconteceu. Aos 2 minutos, Veneza, do Basicus, recebeu na entrada da área, dominou com calma e mandou no contrapé de Coqueiro, que ficou plantado acompanhando a bola bater na trave.

Pelo Basicus, Veneza e Mininão davam velocidade e ritmo ao time, enquanto Rapha e Vinny se destacavam pelo lado do TNT. Nenhum deles, entretanto, conseguia vencer os respectivos sistemas defensivos e os goleiros seguiam com pouco trabalho.

Aos 16 minutos, os times se cansaram de defender e partiram para o jogo. O chute do meio da quadra de Rapha foi sem força, mas encorajou os jogadores a arriscarem. No minuto seguinte, Vinny aproveitou a queda de Bolas, recuperou a posse e tocou no meio da área para Zé, que desperdiçou a chance quase que debaixo da trave.

A pressão do TNT deu resultado aos 17 jogados, quando Rapha arriscou novamente de longe e dessa vez para acertar o ângulo esquerdo do goleiro cabeludo Roland.

No finalzinho do primeira tempo, o Basicus ainda tentou igualar o placar. Puff aliou força com raça, tomou a bola e tocou para Veneza, dentro da área, perder. Puff parecia ser quem tinha mais vontade em quadra, mais uma vez foi insistente, brigou pela redonda e tocou para quem vinha de trás; era Rodrigo Basso e ele não perdoou.

Na volta para a segunda etapa, o ritmo do jogo foi inverso. Sem completar um minuto, Vinny recebeu na área e tentou duas vezes. Roland estava lá para fechar o gol. Aos 9 minutos, Dudu apareceu com perigo para o cabeceio, mas a bola passou rente à trave. A pressão do TNT funcionou e o Basicus cedeu mais uma vez. Após essas duas tentativas, Dudu via a oportunidade ao ver a bola rebater na área e ninguém tirar. Ele então foi lá e balançou a rede.

Um minuto depois o Basicus quase empatou, mas contou novamente com a presença da trave para estragar seus planos. Pela lateral da quadra, Kinho fez boa jogada e tocou para Mininão chutar no canto; Ulisses tirou com a ponta do dedo e a bola ainda triscou na trave. Essa foi a última grande chance da brava equipe rosa. O TNT se segurou atrás e impediu que o adversário jogasse, assim como a própria equipe celeste.

Outras chances de gol vieram, mas só nos últimos três minutos, porém a equipe do Basicus conta com um dos melhores goleiros da competição. Com 23 minutos, Juninho saiu de dois, mas se intimidou com a presença do arqueiro Roland e chutou em cima dele. No outro minuto, Rapha recebeu lançamento do goleiro e tocou por cima do goleiro. A bola continuou em jogo e ele demorou a concluir, dando tempo para a recuperação do arqueiro rosa.

O TNT, com a vitória, dificilmente perde a terceira colocação, mas precisa tomar cuidado, pois o último adversário é o Rabeloska. O Basicus se manteve na oitava posição, limite da zona de classificação. Por isso que no próximo jogo, contra o XTJ, a equipe certamente dará a vida para não perder a chance de chegar ao mata-mata. É importante torcer contra o Roleta, que pega o Pé de Pano, e é o único time que ameaça a classificação.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO B

Só Canelas 8 x 0 Irado’s

SÓ CANELAS GOLEIA IRADO’S NA BASE DE 4 VIRA E 8 ACABA


Sem tomar conhecimento do Irado’s, Só Canelas goleia por 8 a 0 e segue firme esperando tropeço de CAV, coisa que parece impossível de acontecer

Por Gustavo Vasconcellos

O jogo que abriria o dia no Chuteira de Bronze opunha dois times realmente dentro da disputa por uma vaga na Prata. O Só Canelas, segundo da tabela, enfrentaria o Irado’s, sexto colocado. E o vice-líder não quis nem saber e na base do ‘regulamento’ das peladas, onde 4 vira e 8 acaba, goleou sem piedade o time de Will e companhia.

O jogo começou equilibrado, mas o Só Canelas mostrava que queria construir logo o resultado. Marcava pressão desde o início, buscando recuperar a bola no ataque para facilitar suas oportunidades de gol. Assim, logo aos 2 minutos, o Só Canelas já havia aparecido no ataque com perigo. Após Carlinhos cobrar falta com força e o goleiro rebater, Felipe arriscou uma bicicleta, mas mandou para fora.

O Irado’s mantinha o jogo equilibrado. Até tentou chutes de fora e lançamentos para área, mas estas táticas não funcionaram. O time parou nos zagueiros ou no goleiro Johny. O Só Canelas continuava buscando inaugurar o placar e aos 9 minutos o time fez muito mais que apenas inaugurar o placar. O Só Canelas marcou três vezes em um intervalo de três minutos! Aos 9 minutos, Felipe recebeu na direita e bateu no mesmo canto do goleiro. A bola parecia fácil, mas Allan aceitou o chute rasteiro e deixou a bola entrar. No minuto seguinte, o mesmo Felipe tabelou na esquerda e chutou na trave. No rebote do lance, o camisa 9 aproveitou e marcou o segundo. Com mais um minuto de jogo Felipe voltou a marcar. Após receber belo passe de Rê, o autor dos dois primeiros gols apareceu livre e só tocou no alto na saída do goleiro. 3 a 0 com pouco mais de 11 minutos de jogo.

A zaga do Irado’s ainda não encontrava algum modo de parar o ataque do Só Canelas e continuava sendo pressionada. Já no ataque, o Irado’s até criava algumas chances, mas que não eram aproveitadas. Enquanto isso, o Só Canelas continuava atacando e marcou mais um antes do intervalo. Já aos 23 minutos, após cruzamento da direita, o baixinho Bruninho apareceu no segundo pau e completou de cabeça para as redes. O Só Canelas foi para o intervalo com uma grande vantagem de quatro gols.

O alvinegro voltou do intervalo com menos ímpeto ofensivo e viu o Irado’s tentar uma reação. O tricolor arriscou com Bento (duas vezes) e Dani Jales, mas todas as oportunidades pararam no goleiro Johny. Enquanto sofria ataques, o Só Canelas tentava ampliar na base de contra-ataques. Isso até os 15 minutos, pois a partir daí o Só Canelas voltou a mandar na partida e conseguiu dobrar a vantagem que já tinha.

Aos 16 minutos, Felipe fez jogada na esquerda e passou para Niel, que dominou e bateu bem para marcar o quinto. Trocando passes e driblando, o Só Canelas chegava com mais facilidade e com 19 minutos voltou a marcar. Após triangulação entre Niel, Pedro e Felipe, o último só tocou no canto direito. Mais dois minutos e mais um gol. Felipe, Dinho e Márcio trocaram passes e Márcio completou para o gol com um chute rasteiro. A defesa do Irado´s era a casa da mãe Joana, - entrava quem quisesse quando quisesse.

Para fechar o placar, um gol de pênalti. Após driblar diversos adversários já dentro da área, Dinho foi derrubado e os árbitros assinalaram penalidade máxima. Para a cobrança, o goleiro Johny. O camisa 12 partiu para o chute e bateu rasteiro no canto esquerdo. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. O oitavo e último gol da partida já aos 25 minutos de jogo. Depois disso, mais nada mudou até o apito final.

Com a vitória, o Só Canelas manteve a bela campanha, com nove vitórias em dez jogos, e chegou aos 27 pontos, mantendo-se na segunda colocação. Já o Irado’s estacionou de vez nos 13 pontos, na zona intermediaria da tabela e aparece em sétimo na tabela. Na última rodada da Bronze, o Só Canelas enfrenta o Xoras, ainda buscando o primeiro lugar, enquanto o Irado’s mede forças com o Bonde dos Abelhas, para garantir presença – ou ausência caso perca – entre os oito primeiros.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

Rabeloska 12 x 4 Derrubada

DERRUBADA É ELIMINADO EM MAIS UMA ATUAÇÃO DE GALA DO RABELOSKA


Goleada comprova que Rabeloska chega firme ao mata-mata. Na rodada final, time torce por tropeço de My Balls para subir direto para Prata

Por Luiz Felipe Chaguri

A partida começou com uma chance incrível desperdiçada pelo Derrubada. Primo, dentro da área, tocou pro gol, a bola resvalou no pé de Tássio e bateu na trave antes de sair. Poderia ser um gol que mudasse a dinâmica inicial da partida, mas dificilmente o vencedor, pois o Rabeloska fez mais uma grande partida e mostrou por que chegou com panca da favorito ao caneco bronzeado.

É bem verdade que os mackenzistas deram espaço para o Derrubada jogar e por isso ficou um jogo muito agradável de se ver. Mas o show foi mesmo do time vermelho, e começou com o artilheiro Dick Vigarista. No seu primeiro chute, o camisa 9 já colocou a bola no cantinho de Henrique e saiu pro abraço. Nos lances seguintes, Catatau e Vasko arriscaram, mas não passaram pelo goleirão. Quem tinha o segredo era mesmo Dick, que ganhou da zaga dentro da área e dobrou o marcador.

Mesmo com o 2 x 0 a seu favor, o Rabeloska continuou martelando a equipe rubro negra. Catatau, em bom chute, quase fez em duas boas oportunidades seguidas. Só o Rabeloska parecia estar em quadra. Vasko também teve mais boas chances. Em uma jogada de pura raça, o camisa 16 cabeceou, mas Henrique fez boa defesa. Logo depois, ele acertou um bom chute, para ótima defesa do camisa 1 do Derrubada, que ia evitando uma goleada já no primeiro tempo. É, mas Henrique, que fazia boa partida, teve seu momento "desagradável" no terceiro gol do Rabeloska. Após cobrança de escanteio, o goleirão segurou mal a boa e acabou colocando pra dentro do gol. O árbitro acabou dando o gol para Catatau, mas nem isso inocentou o goleiro no lance.Para coroar a atuação por música do Rabeloska, Stevie Wonder marcou o dele após tabela. 4 x 0.

O Derrubada, que até então não havia feito nada na partida, fez algo. Pediu tempo. A parada não mudou muita coisa, não. Vasko passou por Rica, mas não passou por Henricão, que cometeu falta no jogador do Rabeloska. Dick Vigarista bateu, a bola ainda tocou em Stevie Wonder antes de entrar. Stevie bateu no peito pra mostrar para o juiz que o gol era dele e Erick Bonifácio acabou indo na dele. Dick apenas sorriu, um gol a menos pra ele só irá fazer falta se fosse na briga pela artilharia da competição...

Com um gol descontado, Dick foi atrás de mais um e Stevie Wonder quase roubou outro do camisa 9. Dick pegou rebote do escanteio e chutou, a bola tocou em Stevie e bateu na trave. Quase o sexto. O primeiro tempo ficou nisso, 5 x 0 fora o baile.

Na segunda etapa, a porteira só ficou mais escancarada. Primeiro foi Catatau que marcou o sexto; em seguida Stevie deixou mais um após fazer uma boa jogada de pivô. Na sequência, Dick acertou um canudo na trave. O 7 x 0 ainda não agradava o camisa 9, que não desistia de tentar mais gols. E com essa persistência, garra e muita qualidade ele conseguiu o oitavo gol do Rabeloska, terceiro dele no jogo. Foi uma pintura, ao melhor estilo Dadá Maravilha: ele parou no ar e acertou um voleio espetacular, sem chances para Henrique. Só não deviam cobrar ingresso para ver o jogo porque o estacionamento já é uma facada.

Com o 8 x 0, o Derrubada, que permanecia em quadra, conseguiu descontar em um bom lance do único destaque do time. Primo acertou um bonito chute de longe no goleiro Gu, que havia substituído Tássio no intervalo. Ainda havia tempo para Dick voltar a aparecer: Vasko bateu escanteio e o camisa 9 fez o nono. O décimo também ficou por conta do craque. Dessa vez ele só precisou de um toquinho na bola para definir o lance.

O Rabeloska não parava de jeito nenhum. Vasko fez cruzamento e, depois da bola ter cruzado toda a quadra, o capitão Barata deixou o dele. O Derrubada descontou após escanteio, de novo com Primo, 11 x 2. O último gol do Rabeloska foi de Django após rolada de Vasko e o toque fraco de Stevie na bola, que sobrou na medida para o camisa 4.

Ainda teve tempo para o capitão Barata perder um gol fácil após o cruzamento de Mocotó. Na sequência, Primo deixou o terceiro dele e Henricão fez o quarto do Derrubada após confusão na zaga do Rabeloska. Ufa! 12 x 4 e fim de jogo e grande exibição do Rabeloska, que segue apenas um ponto atrás do My Balls, enquanto o Derrubada amarga a desclassificação antecipada.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

Só Quem Sabe 4 x 2 XTJ

DIEGO SEQUIA DECIDE DE NOVO A FAVOR DO SÓ QUEM SABE


Atacante fez os 4 gols de seu time, que passa XTJ na tabela

Por Luiz Felipe Chaguri

Acho que todos já aprenderam que, na Bronze, quando Diego Sequia toca na bola sai gol. É tão verdade essa afirmação que com dois segundos de jogo já estava 1 x 0 para o Só Quem Sabe. Na saída de bola ele resolveu arriscar do meio da quadra e pegou Negão desprevenido. Não ficou boa essa frase, mas vamos ao jogo.

O craque já estava mostrando que era dia dele. O camisa 17 recebeu passe de escanteio, dominou no peito, tirou o primeiro marcador e bateu pro gol. A bola ainda tocou no capitão Bolacha, matando o goleiro. O terceiro gol de Diego não demoraria pra acontecer. Ele ganhou do goleiro na dividida e de canhota bateu cruzado e rasteiro. Eram 7 minutos de jogo, e Diego Sequia já havia praticamente decidido pelos próximos 43 minutos de partida.

Assustado, o XTJ resolveu pedir tempo para dar uma quebrada no ritmo alucinante do SQS. Na volta, houve uma troca na meta do XTJ. Entrou Kraudio no lugar de Negão. O jogo não era tão desnivelado quanto pode parecer. O Xarope tinha mais posse de bola em boa parte do jogo, só que a ausência de Banuth e a falta de inspiração do habilidoso Kaká faziam com que poucas chances fossem criadas.

Nos lances seguintes o equilíbrio estava muito evidente. Ricardo Mezadri obrigou Kraudio a trabalhar e depois Modesto acertou um bom chute e quase diminuiu o marcador. O XTJ passava por um momento conturbado, em que a bola não entrava de jeito nenhum. Até gol em cima da linha o time azul e amarelo perdeu. Só que no contra-ataque Sequia perdeu um gol mais fácil do que os 3 que ele havia feito no jogo. Logo depois, Diego recebeu bom lançamento de Kuba e com a cabeça quase encobriu Kraudio.

O Só quem Sabe aproveitava o erro do XTJ e explorava bem os contra-ataques. Jacobi deu excepcional passe para Diego, que levou o goleiro e o marcador pra ponta direita, mas o artilheiro perdeu o ângulo e bateu pra fora. "Faltou perna nessa", lamentou Sequia.

A última chance da primeira etapa foi de Jacobi em um bom chute de fora da área em que Kraudio fez boa defesa. Fim do primeiro tempo. Na defesa, o Só quem Sabe foi muito bem, conseguindo anular o grande armador e camisa 10 do XTJ, Kaká, que pouco apareceu. Na frente, Sequia decidiu como sempre. Uma boa vantagem de 3 x 0.

No segundo tempo o jogo começou mais tranquilo. Não teve gol com relâmpago e a primeira boa jogada demorou pra acontecer. Van Der Molen fez uma das jogadas mais bonitas do dia. Sem deixar a bola pingar, ele foi fazendo embaixadinhas até chegar próximo ao gol de Kraudio e bater muito forte. A bola explodiu no travessão. Na defesa do SQS era possível notar dois jogadores monstruosos. Alemão e Danilo tiravam todos os cruzamentos e antecipavam em várias jogadas o ataque do XTJ. Eles praticamente não errariam durante o jogo todo, porém eles não conseguiram evitar que o Xarope passasse em branco. Felipe Guedes bateu escanteio e Júnior pegou de primeira para diminuir.

Após o gol a partida ficou mais travada e pegada. O Só Quem Sabe não se arriscava muito, enquanto o XTJ tinha a posse de bola e criava mais. A zaga do SQS continuava tendo que tirar todas da área, enquanto Sequia estava isolado, apenas à espera de mais uma oportunidade que ainda não havia ocorrido no segundo tempo. No meio da pressão azul e amarela, Júnior e Mito fizeram boa tabela. Kuba teve que fazer boa defesa no chute de Júnior. No lance seguinte, Júnior chutou de novo e Kuba novamente pegou.

Era só pressão do XTJ, mas o que não podia acontecer, ocorreu. Diego Sequia, sempre ele, recebeu livre a bola na ponta direita e, sem pensar duas vezes, bateu cruzado na saída de Kraudio. 4 x 1 e o banho de água fria na reação do XTJ.

Já nos minutos finais, Ricardo Mezadri e Júnior quase marcaram, mas quem deu números finais ao jogo foi o capitão Bolacha, ao diminuir de cabeça. O 4 x 2 foi um resultado justo porque de um lado tinha um atacante que não havia no outro. Faltou no XTJ alguém para empurrar a bola para as redes como Diego Sequia fez para o SQS, que ultrapassou o XTJ no Grupo A. Os dois times garantiram vaga para a próxima fase e buscam a vitória na última rodada para enfrentarem um adversário teoricamente mais fraco.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO B

Haka 1 x 27 CAV

CAV APLICA MAIOR GOLEADA DA HISTÓRIA DA BRONZE


Impiedoso, time de Caio joga sério até o último minuto, faz maior placar da Bronze mas não bate recorde de 28 x 0 do Med

Por Vinicius Bento

O confronto prometia ser o mais desequilibrado da história do Chuteira de Bronze. Haka e CAV fizeram o duelo dos inversos. Enquanto uma das equipes prometia ser a melhor da primeira etapa e subir direto para a Série Prata, a outra fazia uma das piores campanhas da história de todos os Chuteiras. Era o verdadeiro confronto entre Davi e Golias.

Se tudo isso não bastasse, o Haka ainda tinha vindo com poucos jogadores. Bem, poucos jogadores porque fui bonzinho – o time veio com quatro jogadores de linha. Um simples cartão amarelo ou uma contusão por parte do Haka e o jogo terminaria.

Acho que nem uma bela de uma pedrada na cabeça do gigante conseguiria derrubar o adversário. O Haka tinha alguma chance de vitória? Ou melhor, o Haka tinha alguma chance de não tomar a maior goleada de todos os tempos (28 x 0 do Med Taubaté contra o extinto Sem Pretensão)?

Engraçado que, nos primeiros cinco minutos, o placar estava apenas 2 x 0. O primeiro gol foi um bate e rebate, algo bem perto de um rock gol, e a bola sobrou para Martin empurrar para dentro. Minutos depois, Vitinho pegou rebote cara a cara com o goleiro adversário e botou para dentro.

Caio ainda fez o seu antes dos dez minutos. Lembro que no começou do Chuteira o camisa 10 disse que no confronto contra o Haka eles “fariam quase 30 gols”. Bem, um décimo da tarefa já estava cumprida! Só mais 27 gols e teríamos a profetizada de Caio.

Vitinho fez mais um. O bom camisa 22 é um dos destaques ofensivos do time. Antes que alguém pudesse falar “sonora goleada”, Quintanilha arriscou de longe e acertou o cantinho. A essa altura do jogo os torcedores de fora com certeza estavam pensando: “Não seria melhor um WO?”. A resposta não sabemos, mas o time do Haka merecia um troféu fair play por aguentar tamanhas goleadas e se manter de pé.

Antes da metade do primeiro tempo tivemos mais dois gols. Vitinho fez linda jogada pela esquerda e cruzou para Caio fazer o seu segundo na partida. Depois foi a vez de Cainho deixar o seu. O jogador arrematou e a bola passou por debaixo das pernas do goleiro. Um lance, no mínimo, diferente.

Vitinho ainda fez o seu terceiro e quarto gols. Antes dos 20 minutos o marcador apontava nada mais, nada menos que 9 x 0. Um torcedor que via de fora implorava pelo fim do massacre. “Pô, mesa! Pelo amor de Deus, acaba com isso! Já está 10 x 0 e está no primeiro tempo!”, ironizava ele. Outro torcedor que via de fora acusou os jogadores do Haka de estarem tentando derrubar o técnico. Eu acho que não. Depois de 9 goleadas, se o técnico não caiu ele deve ser dono do time!

Antes do final do primeiro tempo o placar mostrava 12 x 0. Que o senhor Caio não fique bravo, mas relatar todos os gols seria impossível. Quem via de fora mal abaixava a cabeça e já tinha outro gol.

Mesmo com essa vantagem monstruosa o time do CAV não diminuía o ritmo. Caio recebeu na ponta direita, com o gol aberto, e demorou para chutar ou tocar a bola. Quando resolveu dar o passe, fez de maneira equivocada. O time inteiro reclamou. Se o CAV enfrentasse um time de meninas da quinta série com certeza jogaria com a típica vontade de sempre, atropelando o adversário e jogando em cima. O time queria gols, recorde.

Timóteo, goleiro do Haka, mostrava muita vontade. O substituto do lendário Fiorini, o hobbit do Chuteira, mesmo tomando 13 gols na primeira etapa tentava alguma coisa. O arqueiro pegava a bola na mão e logo a colocava nos pés e saía jogando. Será que ele conseguiria um gol a nível Chilavert?

A primeira etapa terminou e o placar mostrava 13 x 0. “Eles me falaram que precisam de 30 gol de saldo”, relatava a juíza. Agora fica a pergunta para o leitor: por quê? O time do CAV já estava em primeiro na chave, enfrentando uma equipe que estava em último, com saldo de menos 110 gols negativos e ainda queria massacrar o pobre Davi!

Quando a bola rolou para a segunda etapa, vimos bastante equilíbrio. Brincadeira minha, é claro. Logo o CAV fez o 14º gol da partida. Caio rolou para Fred, que só teve o trabalho de empurrar. Pobre Antero. O defensor do Haka tinha de ver e aturar o massacre. Na certa está pensando em reforços para o semestre que vem. Ele até que tentava subir, descer, ir pelas pontas, meio, de baixo da terra ou pelo ar. Mesmo assim sem a menor chance.

Timóteo estava jogando do meio para frente. O goleiro chegava a marcar fora da grande área. Depois de tomar drible seco, a bola chegou até Caio. Ele arrematou e em cima da linha Antero salvou. Seria o 19º gol na partida.

Após terminar de escrever o parágrafo anterior o placar já apontava para 21 x 0. O time do CAV iria conseguir os 30? Só mais 9 gols e a meta seria alcançada! No final da segunda etapa, aconteceu o inacreditável! Antero marcou o primeiro gol do Haka na partida! Do meio de campo ele roubou a bola do Quintanilha, se distanciou do goleiro e arrematou! Uma pintura! E muita comemoração daqueles que estavam de fora.

Vinte gols de diferença era um placar que assustava. Tentando bater a marca de mais gols feitos em um mesmo jogo do Chuteira, Caio foi para cima. A verdade é que o árbitro deu o jogo por encerrado quando o placar mostrava 27 x 1. O jogo acabou antes porque o goleiro do Haka sentiu o braço. Os homens de preto foram piedosos e terminaram o jogo. O CAV não batia o recorde do Chuteira, mas do Chuteira de Bronze a maior goleada foi estabelecida. Caio Fleischmann fez 9 gols e saiu sorrindo. O menino virou artilheiro de um dia pro outro.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO B

BDA 8 x 4 NGM

BONDE RENASCE AO GOLEAR NGM


BDA faz grande jogo contra o NGM, goleia e decide com Irado´s vaga no mata-mata

Por Vinicius Bento

Apesar de estarem em lados opostos na tabela de classificação, NGM e BDA prometiam fazer um confronto equilibradíssimo. Mesmo sem a estrela de Caio Ribeiro no time de laranja, Carlitos e Felix prometiam fazer um belo duelo para conseguir o MVP da primeira partida da quadra 12.

Carlitos saiu na frente nessa disputa. Segundos depois (segundos mesmo! Para ser mais exato, 20!), Felix empatou o jogo. O tempo passou, o jogo começou a ficar pegado e quando foi preciso, quem apareceu novamente? Carlitos! Sim, o camisa 7 fez seu segundo gol antes dos 10 minutos. O atacante vem sendo o destaque da ofensiva do NGM. O time que antigamente era saco de pancadas agora contava com um atacante nível Série Ouro.

O empate do BDA não demorou a sair. Le arriscou de longe e acertou um balaço no cantinho. Minutos depois o time de amarelo virou. Chris, outro destaque das ofensivas dos abelhas, dividiu com o defensor adversário, ganhou e com todo o ímpeto do mundo fez um lindo gol. Será que o BDA seguiria a sina de jogar como nunca e perder como sempre? Até aquele exato momento, a seleção mexicana do Chuteira (referência a frase acima citada) ia acuando o NGM.

Como um gol de distância no marcador não era muito seguro, Marca resolveu ampliar a diferença. O pequenino arriscou um balaço do meio da rua e acertou a bola na gaveta. Seria o Bonde dos Abelhas sem freio? Segura então!

Na metade do primeiro tempo o duelo pelo MVP da partida entre Felix e Carlitos ia se acirrando. Felix passou por um defensor com um lindo drible no meio das pernas do adversário e quando ia finalizar acabou atingido em cheio. Maradona costumava falar que não se deve ficar muito tempo no chão, pois o zagueiro percebe que conseguiu o que queria. Seguindo essa linha de pensamento Felix levantou e no lance seguinte dominou pela ponta direita, conduziu e com um torpedo acertou o cantinho do goleiro. Sem a menor chance de defesa e 5 x 2 para o bonde.

Carlitos, com certeza, se sentiu incomodado com o camisa 10 adversário fazendo um golaço e ele só assistindo. Depois de cobrança de escanteio ele foi lá no segundo andar e cabeceou. Linda defesa. No lance seguinte, como quem não faz toma, Will, camisa 9 do BDA, fez mais um antes do término da primeira etapa. 6 x 2.

Onde estaria a estrela de Memé? E Totó que ainda não tinha conseguido ver a cor dos adversários? Bem, os dois precisavam entrar em campo, mas quem o fez foi Caio Ribeiro! Sim, o comentarista mais bonzinho da Rede Globo entrou nas quatro linhas, ma só para ver seu time jogar. Com o seu filho, o meia do NGM ficou de fora torcendo. E haja fé para virar esse jogo, hein, Caio?

Quando a bola rolou para a segunda etapa vimos mais superioridade do Bonde. Le arriscou de fora da área e obrigou Messi a fazer linda defesa. Os jogadores do BDA faziam uma partida como não tinham conseguido ainda no campeonato. Anti-doping para a equipe de amarelo?

Tentando reagir, Carlitos conseguiu mais um tento para a sua equipe. O que não valeu de muita coisa, pois Gui fez um golaço minutos depois. O camisa 11 dominou dentro da área, esperou o goleiro sair e só deu um toque por cima. Categoria do menino.

O NGM não queria manter a distância do marcador em quatro gols. Carlitos rolou para Fernando Gouveia acertar um balaço de perna direita. Se o goleiro defendesse ele teria entrado junto! Aguenta a pancada, rapaz! Gol que obviamente teve presença do lendário Barath. Foi só o craque pisar em campo que seu time marcou! Que jogador, meu Deus, que jogador!

No finalzinho a partida deu uma esfriada. Não só a peleja como também o clima. Parece que o vento frio que começou a bater na quadra desanimou os jogadores. Ou seria o BDA que estava contente com o resultado? A verdade é que aquela história de time bonzinho e de saco de pancadas passou. Mesmo perdendo, a marcação do NGM era implacável e não dava o menor espaço. Tanto que, em jogada pela esquerda, Fernando Gouveia se estranhou com Gui. Os dois trombaram, caíram e entre gestos e palavras de “paz e carinho” foram para o seu canto.

A marcação do NGM estava tão pegada que o time exagerou e estourou nas faltas. Na cobrança de 9 metros, Guarulhos bateu como manda o manual: no cantinho rasteiro. O goleiro até tentou ir nela, mas uma pancada que atinge a trave e vai para dentro é indefensável. Final de jogo, 8 x 4 e não se fala mais nisso.

O BDA decide com o Irado´s quem vai para a 2ª fase. Duelo direto que promete ser o filé mignon do Grupo B.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

My Balls 6 x 1 RR Clássico

MY BALLS VENCE OUTRA E SEGUE MAIS LÍDER DO QUE NUNCA


Foi o primeiro e único jogo com sol da tarde, mas mais uma vez faltou luz ao time do Roleta. Massacrados do início ao fim pelo My Balls, o Roleta terá de jogar tudo na última rodada para tentar se classificar

Por Luiz Felipe Chaguri

O líder começou com posse de bola, porém a marcação do Roleta estava muito bem postado nesse início de um jogo estudado e um tanto morno. Até que o My Balls acertou a primeira bola na trave. A partir daí a pressão não pararia até o final do jogo. A pressão era tão grande que Magrão acertou a segunda bola na trave em poucos minutos. Se Cachopa, desta vez de goleiro, já estava meio assustado com a trave balançando, ele ficou atordoado quando Alan fez um recuo de cabeça e quase marcou contra.

Estava na cara que o gol iria sair, mas antes ainda houve tempo para uma terceira bola na trave. Bettoni acertou uma boa cabeçada e Cachopa defendeu. A bola ainda tocou na trave antes do goleiro agarrá-la de vez. A posse de bola e as jogadas eram todas do My Balls, só que elas teimavam em não entrar. Além de contar com a sorte, Cachopa também fazia grande partida. O camisa 1 fez uma grande defesa em chute forte de Paulinho. O Roleta resolveu pedir tempo para ver se conseguia conter o ímpeto adversário. Eram 14 minutos de um time atacando e outro só se defendendo.

O pedido de tempo acabou não dando muito certo. O zagueirão Bettoni, já que os atacantes não faziam, foi lá pra decidir. Ele carregou a bola desde a defesa e bateu forte no canto de Cachopa. O My Balls espantava a zebra e abria a porteira. Logo no lance seguinte, Paulinho avançou pela ponta esquerda e bateu de canhota após o rebote de Cachopa. Em dois minutos o My Balls conseguia fazer o que buscou em mais da metade do primeiro tempo – gols.

Já que a porteira estava aberta, Bettoni chegou na linha de fundo e cruzou para Grassi, livre de marcação, só tocar para a rede. 3 x 0. O My Balls comemorou tanto os gols que acabou dando uma relaxada. Piraju avançou pelo meio da quadra e bateu no canto de Gabriel Viana, diminuindo para o Roleta. Porém, logo Bettoni colocou as coisas no devido lugar. O zagueirão, melhor em quadra, acertou mais um chute forte e deu números finais à primeira etapa. 4 a 1. Não foi tão fácil, mas depois que a bola entrou, o My Balls teve tranquilidade pra fazer mais gols.

No segundo tempo o My Balls se preservou em quadra. O time azul cozinhou a partida como normalmente faz quando está com o jogo nas mãos. Como o Roleta não mostrava nenhuma força de reação, o time seguia apenas tocando a bola. O Roleta até conseguiu acertar a trave, mas foi o líder que ampliou o marcador. Antes do quinto gol, Fernando Souto acertou uma bola no travessão e logo depois Pedrinho, sem nenhuma marcação, acertou um chute forte de longe, 5 a 1.

Com o placar já definido o Roleta chegava apenas em alguns escanteios, mas era visível a superioridade técnica e física do My Balls. Nem Tuk, com a camisa de Folha, conseguiu diminuir em um bom chute que Gabriel Viana fez ótima defesa. Para fechar o placar, Bruno Valdívia, que não apareceu muito no jogo, acertou um belo chute de longe, Cachopa não conseguiu segurar e no rebote Rafael deu números finais ao jogo.

Com mais uma derrota o Roleta vai esperar o Basicus jogar contra o XTJ para saber se ainda terá chance de conseguir a última vaga para a próxima fase. Caso o Basicus não consiga os 3 pontos, o Roleta precisará de uma simples vitória contra o já classificado Pé de Pano. O My Balls segue na liderança, acompanhado de perto pelo Rabeloska. Um tropeço na rodada final e adeus Série Prata antecipada.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

Pé de Pano 2 x 1 Real Vuvuzelas

PÉ DE PANO SE CLASSIFICA ELIMINANDO VUVUZELAS


Em jogo de vida ou morte, Pé de Pano consegue vitória magra em confronto direto e garante classificação para a próxima fase

Por Luiz Felipe Chaguri

Era o jogo do sétimo contra o décimo primeiro colocado. Jogo de vida ou morte para as duas equipes. O sonho da classificação estava em jogo. Tudo para ser um grande jogo, mas não foi o que vimos. Um jogo sonolento, em que o Vuvuzelas mostrou que sem Vitão Kvitz não há criação e o time pouco chuta em gol. Já o Pé de Pano foi melhor boa parte do jogo mas faltava um camisa 9 para empurrar a bola para o gol.

O primeiro lance foi justamente do Pé de Pano. Dadá rolou a bola em cobrança de falta e Tavogus bateu para boa defesa de Cicilini. O Real respondeu com Renan, a bola passou bem perto de Matheus.

O quebra canelas estava rolando solto. A partida prometia em raça e vontade, mas parecia que os times já se sentiam eliminados. Raphael Lisboa até arriscou mais um chute, mas também não entrou,. A pontaria das equipes estava muito fraca. Rafinha conseguiu acertar o pé, mas Cicilini fez ótima defesa. O Vuvuzelas chegou com Lucas Daia batendo falta e quase encobriu Matheus. Com a ponta dos dedos, o camisa 1 tirou a bola pra escanteio.

O jogo começava a ficar ataque e contra-ataque e deu uma melhorada, mas faltava um atacante para definir em gol. Assim foi o primeiro tempo, um 0 a 0 que começou com pouca criatividade, mas que terminou bem disputado. O resultado era bom para o Pé de Pano. Mas com esse futebol dificilmente eles passariam das oitavas. Erick Bonifácio, árbitro da partida, comentou no intervalo: "Vim na pilha para o jogo de vida ou morte e os caras estão devagar".

eis que a aceleração veio. O segundo tempo mal começara e o gol saiu. Lucas Passamai abriu o placar em uma boa jogada pela ponta esquerda. O camisa 9 chutou de esquerda e a bola passou embaixo das pernas de Cicilini. No lance seguinte, Lucas Passamai girou em cima de seu xará de sobrenome Daia e chutou. Cicilini espalmou para escanteio. Rafinha bateu o escanteio e Dadá aumentou a vantagem de cabeça. Cicilini sair catando borboleta.

O Pé de Pano voltou a mil por hora no segundo tempo, enquanto o Vuvuzelas voltou no ritmo da primeira etapa e pagava por isso com o 2 x 0 adverso. Tavogus dividiu a bola com Marcelo e, ao ganhar, tocou na saída do goleiro. A bola passou à direita de Cicilini.

Mesmo sem fazer muita pressão, o Vuvuzelas conseguiu diminuir. Em cobrança de falta, Lucas Daia rolou para Marcelo, que bateu rasteiro e consciente para diminuir. A falta aconteceu porque Matheus pegou a bola com a mão fora da área. O Vuvuzelas ainda teve a chance de empatar o jogo. Cabelo ganhou a bola na frente da área, tocou para Marcelo, que chutou pra fora. A bola passou muito perto do canto esquerdo de Matheus.

O jogo ficou brigado no meio da quadra, os times tinham mais medo de tomar um gol, do que coragem de criar novas jogadas e por isso a bola ficou meio presa no meio da quadra. A partir daí, o Pé de Pano inteligentemente prendeu a bola no ataque e apenas arriscou mais uma jogada com Rafinha, que chutou de longe mas Rapha Alencar tirou de perto do gol. Com o apito final do árbitro o Pé de Pano garantiu vaga no mata-mata e eliminou de vez as pequenas chances que o Real Vuvuzelas tinha de avançar para a próxima fase.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO B

Os Mostarda 0 x 2 Condor´s

CONDOR´S VENCE MAS ESPERA POR MILAGRE NA RODADA FINAL


Time foi bem, mostrou evolução, ganhou os 3 pontos, mas classificação é praticamente impossível

Por Vinicius Bento

- Onde está o Polito? – perguntei a Cadú, capitão e camisa 10 do time.

- O figura foi ver coisas de casamento! – respondeu ele.

Depois desse diálogo Dan apareceu com a camisa 1 dos Mostarda. Será que o sósia do Mionzinho (sósia do sósia é osso, hein?) conseguiria parar o ímpeto do Condor´s? O time de vinho precisava do resultado para continuar sonhando com a vaga na próxima fase. Os Mostarda x Condor´s prometia ser um jogo muito parelho.

No começo do jogo a expectativa era que o time de amarelo se contivesse um pouco e protegesse a defesa com medo de arremates contra Dan. Não foi isso que aconteceu. Os Mostarda começou se arriscando no jogo. Stefan arriscou de longe, a bola desviou e com um efeito monstruoso fez o goleiro se esticar todo para defender. Se o clima do lado de fora era gélido, o jogo começava quente.

O Condor´s está em uma crescente no campeonato. Mesmo depois de tomar uma goleada do CAV a equipe ganhou moral e vem melhorando. Depois de falta boba de Cadú, Eric Lopes bateu falta de longe e Dan aceitou. Minutos depois o Condor´s quase fez mais um, entretanto dessa vez Dan salvou com o peito. Bem desajeitado, ele mostrava que seu futebol era com a bola nos pés e não na mão. Que falta fazia Polito.

O Condor´s ampliou. França, homônimo do ex-jogador do São Paulo, recebeu depois de escanteio e colocou ela para dentro. O Condor´s começava a partida avassalador e mantinha Os Mostarda atordoado em seu campo de defesa.

Cadú, que voltava de sua exclusão momentânea, arriscou falta do meio da rua e quase acertou o ângulo. A redondinha tinha endereço certo, foi então que o goleirão adversário fez milagre. Linda defesa. Piu-Piu e Cadú iam fazendo um duelo muito interessante no jogo. Em uma linda jogada, o camisa 2 do Condor´s roubou a bola e arrancou de encontro ao gol. Cadú apareceu e com um jogo de corpo deslocou o adversário. Falta ou não, o juiz marcou. Na cobrança, o time de vinho quase derrubou o travessão. Coitado do pobre Dan que estava debaixo da meta.

Minutos depois o juiz encerrou a primeira etapa. Na segunda o equilíbrio persistiu. Dan fez boa defesa. Justiça ao pequenino que foi jogado aos leões quando colocaram-no debaixo dos 3 paus. Depois de arremate longo do adversário, ele caiu em slow motion e defendeu.

Stefan e Biel estavam comendo o pão que o diabo amassou. Bem marcados e sem espaço até para respirar, as jogadas de ataque iam sendo paradas pelo ótimo Marin e o companheiro Gugu. Aliás, Gugu e Piu-Piu fazem uma dupla dinâmica!

O tempo ia passando e nada de gols na partida. O Condor´s era mais perigoso, agressivo e constante, entretanto não era efetivo. Mesmo com o arqueiro adversário improvisado eles não estavam conseguindo marcar. Era preciso um pouco mais.

Tatá, sumido na partida, apareceu bem. Depois de jogada veloz de Stefan pela direita, o camisa 12 jogou para dentro da área e Tatá quase chegou nela. No final do jogo, muita pressão dos Mostarda. O time ainda não conseguia passar pela sólida defesa, mas arriscava de longe e dribles curtos. Não era tarde para o time de amarelo. A bola definitivamente não queria entrar.

Nos últimos minutos o Condor´s se defendeu. E com qualidade. Segurou o resultado e garantiu o 2 x 0. No final do jogo Stefan exigiu e elogiou: “Cara, se o goleiro deles não for MVG eu fico louco! O que o cara pegou hoje não está escrito!”, elogiou ele.

Mesmo com a vitória, o Condor´s precisa vencer o Toque Me Voy e torcer contra BDA e Império Celeste, sendo que este encara o Haka...

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO B

Xoras 3 x 3 Tudo Bacana

EM CLIMA FRIO, BACANA E XORAS FAZEM JOGO QUENTE


Bacaninha faz partida de superação e empata jogo perdido no finalzinho

Por Vinicius Bento

No último jogo da tarde, o Xoras jogava para ratificar a 3ª posição do grupo e o Tudo Bacana para confirmar sua vaga no mata-mata. Imagine só a gana que as duas equipes entraram em campo!

Quando a bola rolou o frio era de tremer as bases. Quem estava do lado de fora precisava de duas ou mais blusas. Quem estava do lado de dentro precisava correr. E muito. Era a única maneira de se livrar da marcação adversária.

Na primeira grande chance do jogo, Mingo acertou a trave do Tudo Bacana. Depois de dar belo chute no ar, ele fez o goleirão adversário respirar fundo. O Xoras começava muito mais ofensivo.

Minutos depois o lance mais bizarro da tarde. O goleiro Otávio foi chutar a bola pra que o companheiro pudesse repor mais rápido o lateral e acertou o zagueiro do próprio time. Carioca ficou com uma cara de interrogação. Que situação, meus amigos! O Xoras era visivelmente melhor. O time não chegava a fazer uma blitz, entretanto mantinha dois aspectos importantes: posse de bola e finalizações. Nem mesmo o ótimo Lê Leme estava conseguindo mudar essa história. Não podemos mentir e falar que o Tudo Bacana não chegava, entretanto era muito pouco para uma equipe que precisava do resultado.

O tempo ia passando e nada do placar se modificar. Mesmo assim, em campo o jogo continuava disputado. Matheo comandava o lado esquerdo do campo. O camisa 30 e seu cabelo, digamos, diferente estava ameaçando demais. Enquanto isso, o goleiro Gamito ia pegando tudo. O arqueiro estava simplesmente fora de série (sem trocadilhos, é claro).

Quando tudo indicava uma partida ao estilo “deus nos acuda”, com o Xoras atacando e o Tudo Bacana defendendo, a defesa do Xoras vacilou e marcou gol contra. Minutos depois Anselmo, que era disparado o melhor jogador de sua equipe, recebeu, adiantou a bola, correu atrás dela, e finalizou para fora.

O jogo começou a ficar um pouco truncado no meio de campo, consequentemente as chances claras de gol deram uma diminuída. Apesar do clima gélido das 6 da tarde, o jogo mantinha-se lá e cá. Entretanto, se o Xoras ainda pretendia alguma coisa nesse jogo precisava ser mais efetivo.

A torcida do Tudo Bacana, composta por jogadores do Bacana, estava do lado de fora empurrando a equipe. Era um ânimo a mais para que o time fechasse o ferrolho. Infelizmente, na segunda etapa Dutra acertou um balaço. De longe o camisa 10 arriscou e acertou o ângulo. Nem mesmo o arqueiro acrobata conseguiu alcançar o pombo sem asas. Quem fizesse o próximo gol provavelmente sairia com o resultado.

Renato quase conseguiu isso. Na ponta esquerda ele dividiu com o goleiro adversário e a bola tirou tinta da trave. Um segundo depois saiu um dos gols mais lindos da história do Chuteira de Bronze. Do outro lado do campo, Ric foi afastar a bola e com um petardo de perna direita e cravou a bola no ângulo de Gamito. E agora, goleirão? Sem a menor chance de defesa. 2 x 1 e o Xoras passava na frente pela primeira vez na partida.

Lê Leme queria jogo. O rápido atacante pegou do meio de campo e arriscou forte. Fez o goleiro adversário pular, defender, e mesmo assim ver a bola explodir na trave. No finalzinho da partida, o impecável Gamito vacilou. Foi isolar mas jogou nos pés de Dutra, que rolou para Boca empurrar para dentro. Foi o gol para fechar a boca do caixão. Ou não. Antes do final Igor recebeu dentro da área e só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro. E pior! Segundos depois o Tudo Bacana igualou a partida! Thiago Simões dominou dentro da área e com um toque rápido colocou no canto do goleiro. 3 x 3.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

Lunáticos 1 x 10 Coringa

CORINGA GOLEIA E PROVA QUE PRATA É O DESTINO


Trio Cidrão, Renatinho e Rafinha vem sendo destaque em todo jogo. Vítima da vez foi o Lunáticos, já eliminado

Por Luiz Felipe Chaguri

Um massacre. Foi isso que se viu no último jogo do Grupo A da Série Bronze. O Coringa foi muito superior ao Lunáticos do começo ao fim. Mal começou e o time azul e branco já estava bombardeando o adversário com chutes de fora da área. Com muito mais posse de bola e um jogador a mais, o Coringa, com Ratão, conseguiu ficar cara a cara com Bruninho e ao tocar no canto, o goleiro conseguiu pegar. Se Ratão não conseguiu, Fernando Cidrão foi quem abriu o placar. O camisa 7 bateu de longe e conseguiu surpreender Bruninho.

O Lunáticos tentava equilibrar no físico pois tinha jogadores bem fortes, mas a agilidade do ataque do Coringa fazia com que ele se perdesse na hora da marcação. Mesmo assim quase Bambini empatou o jogo em boa cabeçada após a cobrança de escanteio. O Coringa respondeu com Cidrão, que arriscou mais uma vez de longe, porém dessa vez sem sucesso graças ao goleiro, que deu uma belíssima ponte para agarrar a bola.

Foi aí que apareceu um dos melhores em quadra, Rafinha. O camisa 11 avançou pela esquerda e acertou um chute forte no travessão. No lance seguinte ele foi mais feliz e, ao receber na entrada da área, ampliou o marcador para 2 a 0. Após o segundo gol um lance incrível que quase resultou em mais um gol. Élton, o goleiro do Coringa, que fez grande partida, chutou da sua área, mas Bruninho, que estava um pouco adiantado, conseguiu dominar o chute. Ele saiu jogando com o pé e aplicou um bonito chapéu em Rafinha antes de soltar a bola.

Outro jogador que começou a aparecer foi Renatinho, jogador de muita habilidade, que passou por vários marcadores e quase marcou um golaço. O camisa 20 ainda aprontaria muito no jogo. Pelo lado do Lunáticos, continuava sendo Bambini o homem de alguma criação. Ele arriscou um bom chute de fora da área e obrigou Élton a espalmar para escanteio. Com essa chance o Lunáticos deu uma animada e Cláudio quase diminuiu de cabeça. Mais uma defesa espetacular de Élton.

No último lance da primeira etapa, Rafinha chutou à direita de Bruninho a última chance do Coringa. Foi um primeiro tempo de superioridade ampla do Coringa, com um resultado justo.

Na etapa complementar quem começou atacando foi o Lunáticos, com Bambini mais uma vez. O camisa 15 passou por dois marcadores e bateu por cima do gol. Foi a última chance antes da porteira azul marinho abrir. Ratão avançou pela esquerda e deu passe na medida para Farias fazer 3 a 0. Poucos segundos depois, Daniel Capel fez o quarto. Foi um momento de pane geral na defesa do Lunáticos. O quinto também não demorou a sair: Fernando Cidrão rolou para Ratão chegar batendo e ampliar.

O jogo, em poucos minutos, foi definido e a partir daí o Lunáticos não mostraria quase nenhuma força de reação. Apenas Alemão conseguiu descontar ao dar um toque sutil na saída de Élton, mas logo o Coringa teve um pênalti a seu favor. Renatinho foi derrubado pelo goleiro e ele mesmo cobrou. A bola explodiu na trave e saiu. Um gol que não faria falta para os vencedores, pois, no lance seguinte, o camisa 20 se redimiu e deixou o primeiro dele no jogo. 6 x 1.

O sétimo veio com o melhor em quadra – Cidrão. A festa não acabava e o oitavo veio após uma tabela bonita no ataque do Coringa. Daniel Capel aproveitou a trama e na frente do goleiro só precisou de um toquinho para sair pro abraço. Com tanto gol, até Élton queria participar da festa, se ele não tinha tanto trabalho lá atrás, o camisa 17 resolveu fazer um lançamento a la Rogério Ceni para Renatinho, que saiu de dois marcadores e fez o nono. Por fim, mas não menos importante, Rafinha deixou Cidrão na frente do gol e o artilheiro não perdoou. Placar final, 10 a 1.

O destaque final vai para o goleiro Élton, que, além de fazer ótimas defesas, fez um bonito lançamento para o nono gol e não se conformava do time fazer firula e perder outros gols, mesmo com um placar elástico. Com a vitória o Coringa ultrapassou o XTJ e enfrenta na última rodada o já desclassificado Real Vuvuzelas. Já o Lunáticos amarga a segunda posição no item de pior time da Série Bronze e tenta na última rodada honrar a camisa no jogo contra o Só Quem Sabe.

II CHUTEIRA DE BRONZE: 10ª RODADA: GRUPO A

Império Celeste 5 x 3 Toque Me Voy

IMPÉRIO BATE TOQUE ME VOY E PASSA DE FASE


Em tarde inspirada de Zukauskas e Maqueda time do Império faz resultado e praticamente se garante no mata-mata

Por Vinicius Bento

As duas equipes de azul se enfrentaram na quadra oceano para o duelo mais vermelho da tarde. Império e Toque Me Voy vieram para um jogo tenso. O confronto garantiria quem iria para a última rodada brigando diretamente pela classificação para a próxima fase. Quem fosse derrotado estaria eliminado do Chuteira de Bronze.

Logo no primeiro minuto Bessa, camisa 19 do Toque Me Voy e sósia de Brian do Roletinha, dominou e de perna esquerda colocou nas redes. Infelizmente pelo lado de fora. Maqueda agradeceu aos deuses da bola por esse chute não ter destino certo. Àquela distância a defesa seria impraticável.

O Toque começou mais ofensivo. Pela ponta direita o time de Danilo Gomes ia comandando o ataque. Em bela jogada por aquele lado quase que Bessa empurrou a redondinha para dentro mais uma vez, entretanto a defesa do Império salvou.

Na primeira grande chance do Império, Rômulo arrematou com muita violência contra a meta de Danilo. Para sorte do arqueiro, a pancada não tinha endereço e explodiu em suas mãos. Se fosse no cantinho nem dois goleiros pegariam.

O time de azul veio para cima. Eles queriam mais. Depois de cobrança de escanteio, Guedes (toda semana o craque está nas colunas do seu time!) subiu no terceiro andar e empurrou para dentro. O cabeceio saiu com muita força, sem a menor chance de defesa.

Zukauskas quase ampliou depois de bela jogada pela ponta direita. O grandalhão camisa 9 saiu driblando um, trombando com outro e quando viu uma pequena brecha na defesa arrematou. De perna canhota obrigou Danilo a usar os pés para evitar o gol. Se o começo do TMV tinha sido melhor, o Império já tinha mudado a história do jogo.

Zukaukas e Guedes estavam perigosos. Depois de uma bela ajeitada de cabeça do primeiro, o segundo chegou com muita raiva e deu um lindo voleio. A bola passou perto da trave esquerda. Enquanto isso, Maqueda começava a esfriar do outro lado. Já fazia algum tempo que a bola não chegava. E o saudoso golpe de vista salvou o arqueiro camisa 12 do Império. Depois de cobrança de escanteio e um leve desvio do ataque, a bola foi devagarinho e encostou na trave.

Como quem não faz toma, Zukauskas, que até aquela altura do jogo era o melhor em campo, recebeu dentro da área, se esticou todo e com um biquinho colocou ela para dentro. O Império queria uma vantagem no marcador. O que por sinal não veio, pois, no lance seguinte, Thiago Alves, outra figurinha carimbada nas colunas do seu time, levou para a ponta direita e arrematou com categoria. A bola bateu na trave e foi para dentro.

O jogo era lá e cá. Rômulo perdeu gol feito no lance seguinte. Depois de sair cara a cara com Danilo, o camisa 15 preferiu não arrematar e rolou para o lado. O passe saiu muito fraco e deu tempo do goleiro adversário colar em Guedes e evitar o terceiro tento.

Quevas, que antes do jogo me falava que o time, e ele mesmo, precisavam de experiência, vacilou e fez falta boba no meio de campo. Amarelo para ele. Era hora do TMV vir para cima e correr atrás do placar. Os dois minutos se passaram e nada do empate. E quando o jogador do Império voltou a campo, após os dois minutos, foi a vez do TMV ficar desfalcado durante esse período. Rômulo fez linda jogada pela direita e o defensor adversário exagerou na força. Por sorte o juiz encerrou o primeiro tempo alguns segundos após isso.

Quando a segunda etapa começou, o Império veio avassalador. Na ponta direita, Quevas recebeu, dominou, levantou a cabeça e jogou para o meio da área. Zukauskas, em tarde mais do que inspirada, deu um bico na bola e colocou ela no fundo das redes adversárias. O grandalhão estava implacável. Coitados dos defensores do TMV.

Minutos depois o Império fez o que queria: abriu 3 gols de diferença no marcador. Rodolfo chutou e devagarinho, bem estranho mesmo, a bola passou pelo goleiro e cruzou a linha que fica embaixo do travessão. Gol! Se antes do segundo tempo já estava difícil para o Toque, agora estava praticamente impossível.

Thiago Alves é um grande jogador, entretanto parece que o time do TMV sentia falta do verdadeiro camisa 10 do time, Robson. O ataque da equipe não estava dando liga. Maqueda ficou quase 10 minutos na maior tranquilidade. Era preciso chegar com mais fúria. E Thiago Alves exigiu Maqueda. Ele arrematou da direita e fez o goleiro se abaixar para pegar.

Renê, homônimo do maior artilheiro do Chuteira, arriscou da ponta direita e acertou o cantinho. Era a reação do TMV? Talvez sim! Menos de um minuto depois Igor tacou fogo na partida com mais um tento! Infelizmente Danilo falhou feio no lance seguinte. Rafael recebeu na direita e finalizou de perna esquerda. O chute saiu fraquinho e ia de encontro com as mãos do goleiro. Na hora H ele furou e ela entrou. Que sorte para o Império! 5 x 3.

O jogo continuava lá e cá. Embora o placar tivesse se dilatado algumas vezes o futebol dos dois times não teve diferença absurda em hora nem uma na partida. E assim foi até o final.

No finalzinho da partida o TMV ameaçou fazer uma blitz. Entre arremates de lá e cá, Maqueda ia se sagrando o arqueiro da rodada. Infelizmente não deu tempo para mais nada. Império praticamente classificado e Toque, eliminado.
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