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CHUTEIRA NEWS: I CHUTEIRA DE AÇO: OITAVAS DE FINAL

I CHUTEIRA DE AÇO: OITAVAS DE FINAL

Morada Choque 6 (1) x 6 (0) Real Paulista Classic

MORADA CONQUISTA CLASSIFICAÇÃO FALTANDO 15 SEGUNDOS PARA O FIM DA PRORROGAÇÃO


Mesmo abrindo três gols de vantagem sobre o rival, time de Lele cedeu o empate no fim. No gol de ouro, Gui Zoio definiu a passagem para as quartas


Por Gabriel Manzini

O prelúdio do mata-mata não poderia ter sido melhor. O Morada Choque, mesmo com menor posse de bola, soube aproveitar os ataques para abrir três gols de vantagem sobre o Real Paulista. Porém, a equipe do artilheiro Caipira reagiu com quatro gols do atacante e levou a decisão para a prorrogação. No gol de ouro, Gui Zoio decretou a classificação do Morada, faltando apenas 15 segundos para as penalidades.

A primeira chance do jogo surgiu dos pés de Lele, mas o atacante chutou mal e não levou perigo. Já pelo lado do Real Paulista, Mené teve três oportunidades para marcar. Porém, em todas Ceará foi seguro e ficou com a bola.

Lele seguia incomodando e, em velocidade pelo lado esquerdo, bateu cruzado para fora. A partida começou a ficar truncada e a forte marcação apresentada por ambas as equipes prendia o duelo.

Pedrinho puxou contra-ataque do Real e seu arremate foi espalmado por Ceará. No rebote, Caipira não conseguiu completar para o gol vazio. O time do matador se animou e desperdiçou diversos ataques. Em duas oportunidades, Ceará salvou sua bandeira. Sendo pressionado, o Morada voltou a se acertar na zaga aos poucos e procurava em seus contragolpes a possibilidade de marcar. Vicente Melo saiu cara a cara e Fabinho tirou com o pé. Em resposta, Pedrinho cruzou para Caipira, que, sozinho e embaixo da trave, furou. No contra-ataque, Lele recebeu na esquerda, bateu cruzado e abriu o placar.

Boy queria reagir rápido e em um chute sem muita pretensão acertou a trave. Após perder a chance, o Real foi castigado mais uma vez por seu oponente. Lele girou sobre o zagueiro e fez um belo gol.

De novo Boy foi o primeiro a tentar a redenção, no chute de longe, mas Ceará rebateu. Já a bola de Caipira não deu para o goleiro impedir, já que, mesmo sem ângulo, o atacante acertou o cantinho e fez 2 x 1.

O jogo seguiu sendo lá e cá. Tutu pegou uma sobra e arrematou com perigo. Do outro lado, uma tabela entre Pedrinho e Caipira quase resultou no gol de Pedrinho. Mas, em mais um contra-ataque rápido, Tutu achou o rival desprevenido e, de primeira, aumentou para 3 x 1.

Não deu tempo nem para comemorar. Pedrinho rolou para trás e Boy fuzilou para diminuir a diferença novamente. A reação do Real também não teve tempo para ser mostrada. Logo em seguida, Gui Zoio foi presenteado por Lele. O camisa 6 soube aproveitar, tirando do goleiro com categoria. O time preto ficava com a bola e trocava passes, mas quem levava maior perigo era o time branco. Ao fim da primeira etapa, Lele ainda assinalou um hat-trick. Em um chute colocado definiu os três gols de diferença no primeiro tempo e classificação encaminhada.

Tutu iniciou a metade final levando perigo ao gol de Fabinho. Já o xará Fabinho, atacante, arrematou. Ceará defendeu e Caipira não conseguiu chegar no rebote. O contragolpe seguia perigoso por parte do Morada e parecia que o time iria aniquilar seu rival a qualquer momento. Porém, Fabinho salvou um chute e uma cabeçada. O sistema defensivo da equipe branca conseguia suportar a pressão. No escanteio, Pedrinho arrumou e Caipira por pouco não diminuiu.

Em mais uma saída rápida, Fabinho foi obrigado a parar o ataque adversário. Mené lançou, Caipira matou no peito e fez 5 x 3. Ceará, ao tentar catimbar, levou amarelo e por dois minutos o jogador de linha Vicente Melo ficou embaixo das traves. Porém, o Real não soube aproveitar esse tempo mesmo com toda a pressão exercida. Pouco depois, Mené lançou para Caipira, que dominou no peito e estufou a rede. Querendo o empate pela primeira vez no jogo, Boy arriscou de longe e Ceará quase se complicou.

O Morada permanecia inteiro no campo defensivo e, com a marcação meia-quadra, não abria brechas para o Real criar oportunidades claras de gol, já que a ansiedade também atrapalhava os atletas. Gui Zoio, pelo Morada, perdeu dois ataques em sequência. No primeiro, isolou; no segundo, sua finalização parou no poste. Bico, pela direita, não desperdiçou e ampliou para 6 x 4 na reta final do segundo tempo.

O Real Paulista se entregou completamente ao ataque e deixou de ter zaga. E a reação pouco provável começou com Pedrinho virando para Caipira marcar o quarto gol dele no confronto. Tutu poderia ter matado a partida se não fosse Fabinho, que novamente salvou o RPC. Aos 24 minutos, Boy acertou um lindo chute e empatou o duelo com um golaço. 6 x 6 e a disputa no gol de ouro decretada.

A prorrogação mantém as faltas acumuladas da segunda etapa, e o Real, com seis, só poderia fazer mais uma antes do tiro livre de 9 metros. Isso ajudou o jogo a ser corrido e sem faltas. Tutu parou novamente em Fabinho. Já Pedrinho não passou do Ceará. Lele escorou lançamento de cabeça no chão e no canto, Fabinho foi espetacular e operou um milagre. Os ataques foram diminuindo e a tensão aumentando. A forte marcação era a marca principal do jogo naquele momento. Até que, faltando 20 segundos para as penalidades, Lele ajeitou e Gui Zoio, da esquerda, definiu a passagem para as quartas de final.

O herói da classificação definiu a vitória como “espetacular” e quer continuar ajudando para que sua equipe chegue ao título. “Estou muito feliz com o gol e quero continuar ajudando o time a passar nas próximas fases, para conquistarmos o título e subir para a Bronze”, declarou Gui. Na próxima fase, o Morada encara o já bronzeado Futsamba em busca de uma vaga na semifinal.

I CHUTEIRA DE AÇO: OITAVAS DE FINAL

Exilados 2 x 1 F.A.C.S.A.O. M.X.

NANDO BRILHA, MARCA DOIS E GARANTE CLASSIFICAÇÃO DO EXILADOS


Mesmo saindo atrás do marcador diante do F.A.C.S.A.O., Exilados contou com a estrela de Nando para virar e chegar entre os oito melhores do torneio


Por Gabriel Manzini

Em uma partida marcada pelo equilíbrio, Exilados e F.A.C.S.A.O. disputaram de uma forma muito acirrada a classificação. Porém, a estrela individual sobressaiu-se ao conjunto e mudou o rumo das oitavas. Para o capitão Zeca, Nando foi a principal arma da classificação. “O jogo foi dele. O Nando foi sensacional e fundamental na nossa vitória”, explicou.

Porém, além de Nando, o sistema defensivo rubro-negro se mostrou muito forte novamente. Mesmo diante de um jogo eliminatório, não se intimidou e conseguiu frear o ataque rival após o vira no placar. O time de Zeca se classificou em terceiro lugar no Grupo B, de forma invicta, e soube confirmar o favoritismo, apesar do equilíbrio.

O começo de partida foi bem estudado e teve seu primeiro arremate com Zeca, em uma cabeçada defendida por Didi. Pelo lado adversário, Fuinha e No tentaram, sem sucesso. Mike rolou e, de bico, Nando acertou o canto, mas Didi buscou. Já a sobra de Luisinho levou muito perigo ao gol de Marcio. Pouco depois, Joca perdeu uma chance incrível de abrir o placar depois de um tiro de canto.

As defesas se sobressaíam diante dos ataques, e os arqueiros pouco trabalhavam na primeira etapa. A finalização de Alê ficou fácil para Didi. Depois do pedido de tempo do Exilados, quem pressionou foi o time de Thales T9. Luizinho fez o pivô para Fuinha, que chutou forte, mas para fora. No achou Thales T9 e o atacante encheu o pé para a boa defesa de Marcio. Ainda no ataque, Thales arrematou pela linha de fundo na sequência.

A resposta à pressão surgiu com Fábio Godói. Dentro da área, o jogador foi travado na hora exata e a zaga afastou qualquer possibilidade de gol. O duelo ficou corrido ao fim dos primeiros 25 minutos, e quando Caio foi lançado, Marcio dividiu com o jogador e levou a melhor.

O F.A.C.S.A.O. iniciou a etapa final melhor, e o Exilados não conseguia chegar ao ataque. Apenas em um lateral levou perigo, com Gustavão. Ed e Caio erraram a pontaria na hora do arremate.

No meio campo, os vários passes errados fizeram com que os ataques perdessem a força. Luisinho arriscou, mas para muito longe, assim como Mike fez depois. Nando, muito distante, tentou surpreender o goleiro e bater direto para a meta, mas Didi estava ligado e tirou de soco.

Aos dez minutos, Caio foi servido pelo lado esquerdo e marcou um golaço, abrindo o placar ao F.A.C.S.A.O. Fuinha quis ampliar e Marcio não deixou. Pouco tempo depois, Nando arriscou um chute. A bola ganhou um desvio e acabou morrendo no fundo das redes, enganando Didi e deixando tudo igual no marcador.

O empate voltou a deixar o embate sonolento e sem nenhum espaço para o segundo tento. A equipe rubro-negra permanecia mais tempo com a posse, embora as brechas da virada fossem poucas. Até que, em um momento de rara felicidade para um atleta, Nando acertou um chute impressionante que veio de trás do meio campo e perfurou o campo todo até ir de encontro ao ângulo direito de Didi. A bola ainda teve um leve toque no travessão para deixar a pintura ainda mais bela. Foi o virada definitiva.

Fuinha tentou o empate duas vezes. Na primeira, o arremate colocado foi para fora; na segunda, mesmo sozinho, a bola foi para fora. Em cobrança de lateral do F.A.C.S.A.O., a bola entrou no gol e os jogadores comemoraram. Porém, o árbitro assinalou irregularidade no lance, já que do lateral para as redes não teve desvio.

No finalzinho, Afellay arriscou e Marcio segurou tranquilo. Fuinha passou perto no tiro de canto e Luisinho arrematou próximo às redes. O sistema defensivo do Exilados provou toda sua força e, apesar da pressão intensa exercida pelo adversário, não deu vez e conseguiu segurar a vitória por 2 x 1

Na próxima fase o Exilados encara o também invicto Kansado, que garantiu acesso direto as quartas por ter se classificado em segundo lugar do Grupo A.

I CHUTEIRA DE AÇO: OITAVAS DE FINAL

Real Madruga 5 x 1 Abusados

REAL MADRUGA LEVA SUSTO, MAS GOLEIA ABUSADOS


Madrugueiros viram o jogo sobre o Abusados, aproveitando as jogadas de contra-ataque para liquidar o adversário. O Real agora encara o experiente Bengalas nas quartas


Por Gabriel Manzini

O confronto foi marcado por duas etapas bem distintas. Os dois times protagonizaram um primeiro tempo muito parelho. E, nos 25 minutos finais, os contra-ataques definiram o placar elástico para o Real Madruga. Mostrando entrosamento, com uma forte defesa aliada a um contragolpe rápido e mortal, o Real soube aproveitar quando ficou em vantagem no marcador para abrir quatro gols de vantagem sobre o time de Santana, que mesmo assim lutou até o último minuto.

O Abusados iniciou com a posse de bola, encurralando o rival no campo defensivo. Após a pressão inicial, quem passou a ficar com a bola foi o Real. Mas em chute de Andrey, a bola bateu na zaga e sobrou limpa para o oportunista João Paulo mandar para as redes.

Depois do gol, Andrey ariscou mais uma para meta, porém, pela linha de fundo. A resposta do time azul claro veio depois de dois minutos. Após o tento de João Paulo, Caio finalizou e ganhou o escanteio no desvio de Piauí. Na cobrança, o próprio Caio cabeceou, sem chances de defesa para o goleiro. A igualdade deixou o confronto ainda mais equilibrado. Rafa arrematou de meia distância. A trajetória teve desvio na zaga e quase enganou Piauí.

O Real procurava arriscar de longe ou fazer lançamentos, porém, sem sucesso. As marcações de ambos os times seguiam muito fortes. A boa jogada trabalhada do Abusados foi cortada no momento certo pela defesa rival, o que evidenciou a vantagem que o sistema defensivo estava levando.

Com 15 minutos jogados, o time azul escuro mantinha maior posse de bola. Mas em um contra-ataque muito rápido, Bruninho serviu Rafa, que cortou para o meio e afundou o goleiro num golaço, virando para 2 x 1.

A zaga do Real Madruga se destacava, com Caio na liderança da defesa. Bruninho parou em Piauí, já Santana em João. Aos 21 minutos jogados, o time de Caio chegou à sétima falta e precisou tomar muito cuidado para não ceder o empate em tiro livre. Andrey quase marcou e Santana não passou por João, novamente. Nos minutos finais, o Real apertou a marcação e o Abusados tinha muita dificuldade em ficar com a bola.

Cardoso arriscou a primeira na etapa final. A bola foi por cima. Andrey também errou o alvo. As chances aumentaram em relação à primeira parte do duelo. Rafa só não ampliou porque Piauí estava atento. Cardoso arrematou mais uma e, dessa vez, Piauí aceitou, deixando o 3 x 1 no placar com três minutos.

Enquanto a defesa vinha bem, os contragolpes começaram a aparecer com Bruninho, pelo lado do Real. Em três ataques seguidos, o camisa 18 parou no arqueiro Piauí. Apesar da necessidade do Abusados, quem levava mais perigo era o rival. O duelo ganhou mais alguns requintes de tensão com pequenas confusões entre os atletas. Com a bola rolando o time de Rafa levava muito perigo, enquanto o de Andrey esbarrava na pressa.

Caio cobrou falta. A bola tocou na barreira e explodiu no travessão. A forte marcação imposta pelo Real no fim de jogo não deu chances ao adversário. Rafa girou e bateu em cima de Piauí. Já Caio aproveitou vacilo na saída de jogo para marcar um belo gol e garantir a classificação. 4 x 1.

O tempo técnico pedido logo em seguida pelo Abusados de nada adiantou. O time não conseguia furar o forte bloqueio e passava sufoco com a zaga toda desarrumada. Rafa, em mais uma no mano a mano, não passou por Piauí. Já Cesão aproveitou mais uma bobeira para retomar a bola. O camisa 11 rolou para Rafa, que fechou o caixão em 5 x 1.

Nas quartas de final, o Real Madruga encara o experiente Bengalas, buscando a classificação para a seminal e uma vaga no próximo Chuteira de Bronze.

I CHUTEIRA DE AÇO: OITAVAS DE FINAL

Hangover 1 (0) x 1 (1) Magnatas

TANGERINA DÁ CLASSIFICAÇÃO AO MAGNATAS NO GOL DE OURO


Atacante vinha apagado até os momentos finais, quando marcou um lindo gol e decretou a vitória do Magnatas em cima do Hangover na prorrogação


Por Gabriel Manzini

A última partida das oitavas de final também contou com uma virada emocionante, definida na prorrogação com o gol de ouro. O atacante Tangerina, que até os dez minutos derradeiros não havia aparecido no duelo, foi decisivo, marcando um golaço e garantindo a passagem do seu time para as quartas. Além disso, o goleiro André também foi fundamental na classificação, que, com grandes defesas, parou o ataque do Hangover.

No começo, a pressão na saída de jogo era intensa por parte do Hangover, que recuperava a bola e partia para cima do adversário. Sassá arriscou e André foi buscar no cantinho. Já Joãozinho não passou de Carnaval. Sabatim e Tangerina finalizaram, mas para fora.

Pouco depois, Sabatim pelo lado branco e Pato pelo lado azul foram travados em suas respectivas tentativas que levariam perigo. Na cobrança de lateral, Di só não marcou porque André operou um milagre e na sequência a zaga afastou. Joãozinho respondeu balançando a rede, mas do lado de fora. Já Sabatim arriscou mais uma, que parou na defesa de Carnaval.

O duelo era lá e cá, e as oportunidades de gol se alteravam. Se Joga 10 passou perto, Joãozinho também lamentou não ter marcado. Mesmo levando muito perigo, ambos os times não conseguiam chegar ao fundo das redes. Leandro soltou o pé pela linda de fundo, assim como seu oponente Showglas. A jogada de Tangerina para Joãozinho parou nos pés de Carnaval, que tirou. O gol parecia muito próximo de acontecer na primeira etapa, Sassá cobrou falta com perfeição e carimbou o travessão. No rebote, Showglas isolou.

Joãozinho abriu para Sabatim, e o camisa 8 passou muito perto de marcar. O embate era aberto, embora o placar estivesse no zero. O equilíbrio entre as equipes era a marca principal do confronto. Sassá chutou cruzado para fora. Tangerina viu Carnaval defender seu arremate em dois tempos. Apesar dos inúmeros chutes, o placar não se movimentou no tempo inicial.

Os 25 minutos finais começaram como uma continuação do que havia acontecido antes do intervalo. Prior passou a se destacar na defesa com muita determinação nos diversos botes certeiros. Os erros de finalização contribuíam para a falta de gols. Sabatim era o jogador que mais finalizava, e só não abriu o placar no começo do segundo tempo porque Carnaval fez uma defesa muito difícil. Aos 8 minutos, em uma bobeira da zaga do time de Rafinha, a bola sobrou para Di abrir o placar.

A alegria durou pouco. Um minuto depois veio o empate. Na cobrança de escanteio, Léo acertou um voleio meio torto e fez um golaço. O empate esquentou o clima. Di e Prior levaram amarelo, enquanto Leandro recebeu o azul do árbitro por reclamação.

O Hangover, com um a mais, pressionou muito. A paralisação em tempo pedido pelo banco do Magnatas serviu para esfriar um pouco os ânimos do rival. Porém, a intensidade de ataques pelo lado azul não diminuíram. Foi aí que brilhou a estrela de André, com intervenções importantes diante de Joga 10 e Showglas.

O duelo era muito corrido nos instantes finais. Mesmo tentando muito, os jogadores não conseguiram evitar a prorrogação. Na primeira jogada da prorrogação, em um contra-ataque rápido puxado por Tangerina, o atacante não viu os dois companheiros livres no meio e arriscou um arremate torto para fora.

Pouco depois, em meio à tensão da decisão da classificação, Joãozinho parou em Carnaval. Na sequência, Chupetinha finalizou por cima. Depois de uma atuação apagada, Tangerina recebeu a bola, cortou para o meio e chutou. A bola foi com muita força direto no ângulo, sem chance alguma para Carnaval. Vitória do Magnatas, com uma pintura de gol.

Com a vitória suada, o Magnatas encara o temido Lodetti na briga pela semifinal. Na primeira fase, o time perdeu por 4 x 0 para o Leão.
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