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CHUTEIRA NEWS: I CHUTEIRA DE AÇO: 2ª RODADA

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO A: 2ª RODADA

F.A.C.S.A.O M.X. 6 x 1 Futeloucos

F.A.C.S.A.O. DOMINA FUTELOUCOS E GARANTE PRIMEIRA VITÓRIA


Com uma defesa sólida e jogando muito bem coletivamente, F.A.C.S.A.O. M.X superou facilmente o adversário com placar elástico


Por João Paulo Bueno

Ambos os times iniciaram a partida com muita disposição e partindo para o ataque, só que sem muita paciência e eficiência. Não se trabalhavam muito os toques e o jogo acabou ficando truncado. Ainda assim, o Futeloucos era um pouco melhor que o F.A.C.S.A.O.

Logo aos 2 minutos de jogo, Caio Berbel cometeu falta perigosa pela esquerda em cima de Fabiano, dando a primeira oportunidade clara de gol para o Futeloucos. Rey ajeitou a bola com carinho e soltou a bomba no canto direito de Akira, que só observou a bola entrar.

Com o gol sofrido, o F.A.C.S.A.O. M.X. começou a cadenciar o jogo, tocando a bola entre a sua defesa e esperando o Futeloucos abrir uma brecha, mas não foi o que aconteceu. A marcação da Sociedade Esportiva era muito forte, tanto que Vlad roubou a bola e tocou para Tio Chico, que chutou para fora.

Aos poucos o time da sigla conseguia se encaixar e tinha boa movimentação, especialmente com Cabeça. O jogador se livrou da marcação e recebeu livre pelo meio, chutando com força no canto direito do goleiro Vete, empatando o jogo 2 minutos depois.

Após o gol de empate, o jogo ficou equilibrado, e o F.A.C.S.A.O. M.X buscou ampliar o placar, enquanto o Futeloucos procurou o contra ataque. Depois de um erro na saída de bola do Futeloucos, Vitor Hugo dominou a redonda e encheu o pé. Vete não pode fazer nada.

Com o gol da virada, o F.A.C.S.A.O. começou a dominar o adversário. Aos 18 minutos, Michel Felipe, que estava muito à vontade em campo, lançou Afellay, que cabeceou no pé da trave direita, quase fazendo o terceiro. O Futeloucos não aguentou a pressão por muito tempo e, minutos depois, acabou cedendo em lançamento milimétrico de Fuinha para Diego de Almeida, que chutou com categoria no canto esquerdo.

O Futeloucos tomava a iniciativa para o ataque, mas não conseguiu passar pela defesa do F.A.C.S.A.O, que após tomar o primeiro gol não vacilou mais e se mostrou impenetrável. No segundo tempo o, a equipe do capitão Alemão voltou para o jogo atacando, mas acabou deixando espaços na defesa, que o adversário soube aproveitar. Em boa jogada individual de Rafa, Afellay recebeu e chutou forte. Porém Vete, bem posicionado, fez uma linda defesa de mão trocada evitando o que seria o quarto gol.

Atacando muito forte e com eficiência, o F.A.C.S.A.O. dominou o segundo tempo e, após receber bela enfiada de bola, Caio Berbel chutou 2 vezes para Vete defender ambas. Enquanto o goleirão trabalhava muito para evitar uma goleada maior, Akira só assistia ao jogo, não sofrendo perigo algum.

O time do “Futebol, Amigos, Cerveja, Samba, Alegria e Ousadia” cadenciava o jogo tocando a bola com muita categoria em sua defesa. Em jogada pela esquerda, Afellay recebeu e chutou forte em cima de Vete, que acabou aceitando o frango. 4 a 1 aos 13 minutos do segundo tempo.

O Futeloucos não conseguia jogar, tentava atacar, mas se desesperava e não ameaçava o gol de Akira. Aos 17 minutos, Bruno cometeu falta boba em Fuinha. Diego de Almeida, que fazia uma bela partida, foi para a batida e com muita categoria colocou no canto esquerdo, sem chances para Vete. Poucos minutos após fazer o quinto, Danilo Raimundo fez bela jogada, tocou para Fuinha livre fazer o sexto e garantir a goleada.

Faltando poucos minutos para acabar, Bruno chutou ED, que estava caído no chão, e gerou uma pequena confusão. O árbitro viu o lance e expulsou ambos. Ao sair de campo, Bruno ainda tomou um puxão de orelha de Vete, que achou desnecessária a atitude do jogador.

Com a vitória, o F.A.C.S.A.O. conseguiu subir para a terceira colocação do Grupo A. Na próxima rodada irá enfrentar a equipe do Real Madruga. O Futeloucos perdeu seu segundo jogo seguido e irá enfrentar o Morada Choque.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO A: 2ª RODADA

Hangover 1 x 5 Morada Choque

MORADA CHOQUE GOLEIA HANGOVER E ENCOSTA NOS LÍDERES


Em bela partida do pivô Lele, que dominou a zaga do adversário, Morada conquista a primeira vitória e quer mais


Por João Paulo Bueno

A frustração do empate na primeira rodada ficou para trás. Pelo menos para o Morada Choque, que voltou a mostrar o bom futebol da Taça Verão. Azar para o Hangover, que também havia empatado na estreia, e agora precisa reagir para não perder contato com a zona de classificação.

O jogo começou com ambas as equipes pressionando muito na saída de bola. O Hangover tentou partir para o ataque, mas não achou espaço, pois a defesa do Morada Choque era muito forte. Então, o time arriscava muito de fora da área, geralmente sem êxito.

Após receber a bola no meio de campo, Lele, sofreu falta dando a primeira oportunidade para abrir o placar. Bieo foi para a batida e soltou um foguete no canto direito de Vi, que só olhou a bola entrar. 1 x 0.

O Morada começou a gostar do jogo depois de fazer o primeiro e partiu para cima tentando ampliar. Guhh tocou para Lele que chutou no canto direito assustando Vi. Do outro lado, depois que tomou o gol, o Hangover ficou mais ofensivo, mas deixava muito espaço na defesa, permitindo contra ataques. Em lateral cobrado, Lele se desmarcou e cabeceou sozinho para ampliar o placar aos 7 minutos do primeiro tempo.

O Morada era superior na partida e o pivô Lele não dava descanso para a zaga do Hangover. Em novo ataque, acabou recebendo a bola pelo alto e conseguiu ganhar de Vi na subida. Cabeceou no pé da trave esquerda.

O Hangover não desistia do jogo e, em boa jogada individual de Lucas Granado, acabou sofrendo falta dura de Vicente Melo. Na cobrança de Sassá, a bola acabou passando com muito perigo pelo gol de Ceara.

Mesmo com o susto, o Morada continuou pressionando o Hangover. Bieo recebeu no meio de campo, avançou e colocou com muita categoria no canto direito de Vi, que não pode fazer nada além de ver a redonda entrar. 3 x 0.

O Morada Choque jogava muito bem, a defesa não vacilava e não dava chances para o Hangover. Mas isso durou até os 22 minutos do primeiro tempo, quando a defesa acabou falhando e Sassá recebeu livre, só tendo o trabalho de empurrar para o gol. No final do primeiro tempo o Morada ainda teve mais uma chance clara de gol, mas Vi defendeu como a barriga e foi atendido em campo.

O segundo tempo começou meio morno. O time de Lele ganhava por 3 x 1 e cadenciava o jogo, tocando muito bem a bola. Já o Hangover tentava criar chances de gol, mas não conseguia graças à forte defesa adversária. Assim, o Morada partiu para o ataque e, em boa tabelinha entre Lele e Gui Zoio, o atacante recebeu a bola sem marcação e chutou cruzado, sem êxito. Guhh ainda perdeu um gol feito.

Continuando no ataque, Lele & Cia. continuavam a infernizar a vida de Vi, que trabalhava muito bem no segundo tempo. Aos 11 minutos, Lele recebeu pela esquerda de Guhh, limpou o zagueiro e chutou no canto direito para fazer seu segundo gol na partida. 4 x 1.

O Hangover tentava voltar para o jogo tentando tabelinhas, chutes de fora da área, mas não ameaçava a meta de Ceara. Em compensação, Lele dava muito trabalho. Aos 17 minutos do segundo tempo, o pivô do Morada Choque recebeu no ataque, girou em cima do zagueiro e tocou para Henry Ferraciolli, que chutou em cima do goleiro.

O jogo começou a ficar truncado no meio de campo e, após lateral cobrado pelo Morada Choque e graças ao vacilo da defesa, o grandalhão Samucka, que tinha acabado de entrar, chutou forte no meio do gol, marcando o quinto e fazendo a alegria geral do time. Era o 5 x 1 em grande estilo...

O Morada Choque jogou muito bem o jogo inteiro, dominou o Hangover e conquistou um placar elástico. Em sua próxima partida, o time irá enfrentar a equipe do Futeloucos, que vem de duas goleadas sofridas. Já o Hangover enfrentará o Fúria, precisando reagir, já que o time ocupa a metade inferior da tabela.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO A: 2ª RODADA

Real Madruga 1 x 3 Os Mostarda

MOSTARDA FAZ BOM SEGUNDO TEMPO E GARANTE SEGUNDA VITÓRIA SEGUIDA


Com boa atuação de Bruno Egg e Stefan, Mostarda dominou o jogo após a virada do cronômetro e venceu o Real Madruga


Por João Paulo Bueno

A péssima campanha realizada no último Chuteira parece ter ensinado algo ao Mostarda. A equipe rebaixada na última edição da Bronze vem mostrando um futebol vitorioso, muito diferente do semestre passado. Melhor: sem vacilar no início, antes que qualquer pressão recaía sobre todos. O time de Cadu garantiu a segunda vitória na competição contra o Real Madruga, que estreava no Chuteira em plena segunda rodada, já que não havia atuado na abertura do campeonato por conta do cancelamento causado pela forte chuva.

Logo no início da partida, com exatos vinte segundos de jogo, o Real Madruga partiu para o ataque. Rafa recebeu na área, cortou o zagueiro e tocou para Barros, que só deu um toquinho para tirar do goleiro e inaugurar o placar.

Depois que tomou o gol, a equipe d’Os Mostarda começou a trabalhar a bola na defesa tentando achar um espaço para atacar, mas o adversário não dava chance. Os madrugueiros também atacavam bastante, tanto que, aos 6 minutos, após um lateral cobrado, Vilhena recebeu livre e assustou Gersinho com um chute forte no canto esquerdo.

O jogo estava muito equilibrado e ambas as equipes marcavam forte. O jogo acabou ficando truncado no meio de campo, mas, aos 8 minutos, Rafa recebeu de João Gutierres, fez o giro em cima de Bedicks e chutou para Gersinho fazer uma linda defesa.

Após Cardoso cometer falta, Stefan efetuou a cobrança, a bola foi levemente desviada na barreira. No rebote, Bruno Egg aproveitou, limpou o zagueiro e chutou entre as pernas de João Gutierres para empatar aos 11 minutos.

Com o empate, o Mostarda começou a gostar do jogo. Em lateral cobrado por Bedicks, a bola chegou a Bruno Egg, que antecipou o zagueiro e assustou João Gutierres. A realeza tentou responder em lateral cobrado por Baracho, que deixou Diogo Biar cara a cara com Gersinho, que fez uma bela defesa a queima roupa.

O jogo era equilibrado, o Real Madruga era um pouco superior, mas o Os Mostarda estava se soltando em campo. Em jogada individual, Gui chutou de muito longe, fazendo João Gutierres buscar a bola na gaveta.

No segundo tempo, Os Mostarda voltou de maneira mais ofensiva e em menos de um minuto chegou duas vezes com perigo à meta de João Gutierres. O Real Madruga tocava muito bem a bola, mas não tinha eficiência ofensiva.

O time veterano era melhor no segundo tempo e aos 4 minutos de jogo, Politinho deixou Stefan livre para chutar forte e fazer o gol da virada. Depois que sofreu o gol, o Real Madruga partiu para o ataque, mas não conseguiu penetrar na defesa muito bem posicionada do Mostarda. Stefan e Bedicks se entendiam muito bem e não deixavam Gersinho trabalhar.

Em cobrança de lateral, a zaga do Real Madruga vacilou, Politinho apareceu livre embaixo do gol e chutou a bola por cima da meta de João Gutierres, perdendo um gol inacreditável. A equipe mostarda dominava o segundo tempo e Bruno Egg conseguia jogar com muita facilidade, sem ser incomodado. Após uma bela matada de bola lançada por Stefan, o próprio Bruno Egg deu um belo passe para Flavinho fazer o terceiro gol.

Os Mostarda continuou dominando o Real Madruga no segundo tempo com a defesa jogando muito bem e o ataque conseguindo criar claras chances de gol. A dupla Stefan e Bruno Egg fez a diferença para que o placar de 3 x 1 fosse mantido até o final.

Com a vitória, o Mostarda chega aos seis pontos e fica na segunda colocação do grupo, atrás do Kansado (pelo saldo de gols), que será o próximo adversário da equipe. Já o time do Real Madruga sofreu sua primeira derrota e enfrenta o F.A.C.S.A.O. M.X, buscando a recuperação no torneio.

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Kansado 9 x 3 Família EDL

KANSADO NÃO PERDOA FAMÍLIA EDL E APLICA GOLEADA


Com três gols de Naka, Kansado garante a segunda vitória e a liderança do Grupo A


Por João Paulo Bueno

O Família EDL começou o jogo tocando muito a bola, cadenciando as jogadas. Mas a primeira oportunidade veio do Kansado, aos 3 minutos de jogo com um chute para fora de Caio Labate. Segundos depois, em jogada individual pela esquerda, Rike cortou para o meio e chutou forte para o gol. O goleiro Laurino tinha a visão coberta e não viu a bola, tomando o primeiro gol da partida.

O Kansado jogava com muita raça e em belo lançamento para C. Labate, o jogador ajeitou para Rapha Kfouri que chegou batendo de primeira, mas a bola foi para fora. O time laranja continuava dominando o inicio da partida e não dava chances para a Família EDL. Aos 9 minutos, Naka recebeu livre pela esquerda e só teve o trabalho de tirar do goleiro fazendo o segundo gol do time. A superioridade era tanta que um minuto depois de fazer o segundo a equipe fez o terceiro. Após vacilo do goleiro, Rapha Kfouri só teve o trabalho de empurrar para o gol.

O Família EDL só foi assustar aos 12 minutos quando Luongo saiu errado e Andrade chutou para fora com o gol vazio. O Kansado voltou ao ataque com Naka que deu uma bela assistência para C. Labate, que com o gol escancarado fez o quarto gol do time.

O Kansado era infinitamente superior na partida. Após uma falta ensaiada, Tadeu Covo recebeu livre e chutou. Luongo já estava vencido no lance, mas lá estava Naka na linha do gol salvando o Kansado. Depois de um vacilo no meio de campo da Família EDL, Rapha Kfouri roubou a bola, tocou para Thi que deu uma bela assistência para Marcelinho fazer o quinto gol da partida.

Na segunda etapa, com muita vontade de voltar a jogar futebol, ambas as equipes se apresentaram antes mesmo dos árbitros para o reinício. O Família EDL continuava mal, mas desta vez o Kansado estava mais lento. Aos 4 minutos, em vacilo da defesa, Andrade, que era o único jogador que se destacava da Família EDL, roubou a bola e chutou forte entre as pernas de Luongo. Um minuto depois, Petry Terra aproveitou o bate rebate e chutou forte para fazer o segundo.

A equipe familiar aproveitava as falhas e tentava diminuir o placar. Tadeu Covo novamente roubou a bola no meio de campo, tocou na direita para Andrade, que chutou forte. A bola bateu no travessão. O Família EDL não desistia e, em bom lance individual, Andrade chutou forte e marcou o seu segundo gol na partida, diminuindo a diferença para dois gols.

Após os quatro lances de perigo sofrido, Naka, que vinha jogando muito bem, fez boa jogada pela esquerda e deixou Rike sozinho, na cara do gol, para fazer o sexto e frear a equipe adversária. Instantes depois, Vitinho deixou o próprio Naka na cara do gol para fazer seu segundo na partida.

O trio do Kansado jogava muito bem e dava muito trabalho para a defesa familiar. Em nova jogada, Vitinho deixou Naka livre para fazer seu terceiro gol e ampliar a goleada para 9 x 3. O time laranja ainda queria fazer mais um gol e na saída errada do goleiro Laurino, Rapha Kfouri arriscou de muito longe e acabou carimbando a trave.

O jogo já estava mais que definido e as equipes só tocavam a bola à espera do apito final. O Kansado foi muito superior ao Família EDL e conquistou sua segunda vitória, ficando na liderança do Grupo A. Na próxima rodada, o Kansado irá enfrentar o Os Mostarda, num duelo em que o vencedor ficará com liderança isolada do grupo. A Família EDL sofreu sua segunda derrota e amarga a lanterna do grupo. No próximo jogo enfrenta o Futsamba.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO A: 2ª RODADA

Fúria Futebol Moleque 1 x 2 Futsamba

FUTSAMBA VENCE DE VIRADA O FÚRIA


Nervoso no final do segundo tempo, Furinha vê filme se repetir e sofre nova derrota com virada


Por João Paulo Bueno

O jogo entre a filial do Fúria e o Futsamba começou com muita pegada. O time do ilustre torcedor Quim partiu para o ataque logo de cara, com um bom toque de bola, onde Zé acabou chutando fraco em cima de Alê, que teve facilidade para fazer a defesa.

O Futsamba fazia uma marcação sobre pressão no ataque, enquanto o time adversário tocava a bola no campo defensivo tentando acalmar um pouco o ritmo do jogo. O Fúria, após ter tomado o susto no início, roubou a bola com Douglas Luiz, que tocou para Victor Araujo, que chutou para Gordo fazer uma bela defesa.

Depois de 3 minutos, a equipe de arbitragem percebeu que Alê estava sem caneleiras. O jogo foi paralisado para goleiro receber cartão amarelo e desfalcar sua equipe por 2 minutos. Como o Fúria não tinha goleiro substituto, Felipe Alan foi para a meta.

O time dourado e preto tentou partir para o ataque, mas o jogo estava muito truncado e não aproveitou a boa oportunidade de abrir o marcador. Aos 9 minutos, Alê retornou e já chegou fazendo uma linda defesa quando Nissin Ourfali recebeu um belo lançamento pela direita e chutou forte.

O jogo estava muito disputado, e não tinha bola perdida. Em boa jogada individual de Douglas Luiz, ele cortou o zagueiro e chutou com muito perigo para fora do gol de Gordo. O Fúria pressionava o Futsamba e, em novo ataque pela direita, Thiago ganhou na raça, avançou sozinho e finalizou para a defesa do goleiro. A bola ainda bateu na trave e saiu para escanteio.

Ambas as equipes penavam muito para atacar, pois os dois times não criavam chances claras de gol e não conseguiam penetrar as respectivas defesas que estavam muito bem na partida. Em falta cometida por Vena pela esquerda, Douglas Luiz teve a oportunidade de abrir o marcador para o Fúria. Em cobrança com muita força, a bola passou com muito perigo, tirando tinta da forquilha da meta de Gordo.

O Fúria era superior no final do primeiro tempo. Aos 20 minutos, Douglas Luiz roubou a bola no meio de campo, cortou o marcador e soltou um foguete no canto direito do goleiro, que ficou estático só observando a bola entrar. 1 x 0.

Após sofrer o gol, o Futsamba partiu para o ataque, tentando empatar a partida no final do primeiro tempo. Zé recebeu um lançamento que estava fácil para Alê tirar, o goleiro acabou esquecendo a bola e tentou bloquear o jogador do Futsamba. Na corrida, Zé ganhou o lance e tocou para Infera, com o gol totalmente aberto, empatar. Antes do grande vacilo, Alê estava fazendo um jogo impecável.

No segundo tempo os dois times voltaram mais calmos e o jogo ficou morno. Ambas as equipes se estudavam muito e não queriam arriscar. O Fúria tomou a atitude com Douglas Luiz, que acabou chutando em cima de Gordo. O Futsamba estava perdido em campo, mas, após um pedido de tempo, retornou com muita raça. Contudo, o Fúria partiu novamente para o ataque e, em um escanteio, fez o gol, mas o árbitro viu irregularidade na cobrança e anulou o tento.

Após o gol anulado, o jogo caiu de rendimento. As duas equipes erravam muito e produziam pouco no ataque. O jogo só foi ter um lance de perigo aos 17 minutos, quando, em cobrança de falta de Thesko, a bola bateu na barreira e sobrou para Vô chutar com força no canto direito de Alê e virar em favor do Futsamba.

Após sofrer a virada, o Fúria ficou muito nervoso e não se encontrou mais em campo, mas mesmo assim não desistia. A equipe tentou por meio de chutes de fora da área, mas a mira não era certeira. O Futsamba cadenciou o jogo até o final e conquistou os 3 pontos.

Com a vitória de virada, o Futsamba avançou na tabela e enfrentará na próxima rodada a Familia EDL, enquanto o Fúria Futebol Moleque, sofreu sua segunda derrota e terá que buscar os primeiros três pontos contra o Hangover.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO B: 2ª RODADA

Bengalas 6 x 0 FMC

BENGALAS ATROPELA E DEIXA FMC NA LANTERNA


Tricampeão da Ouro se recupera na tabela com exibição de gala da defesa e ótimas atuações de Vini e Rosto


Por Gabriel Manzini

FMC e Bengalas vieram a campo para tentar a recuperação em relação à rodada anterior. Ambas perderam e permaneciam no zero. O experiente time do Bengalas chegou para tentar mudar a imagem que ficou no último sábado com as confusões – estritamente internas, segundo eles. E conseguiu. Os jogadores esqueceram o árbitro e pensaram apenas na bola, atropelando os rivais em campo e fazendo um 6 x 0 digno de placar de tênis.

Logo no início, a equipe do FMC chegou duas vezes ao ataque com duas finalizações, mas esbarrou no goleiro Rob. O time do Bengalas respondeu rapidamente com duas oportunidades seguidas. Forte lançou para Guitolê, que chutou para fora. No lance seguinte, Ricco perdeu um ótimo ataque.

O FMC tentava pressionar jogando pelas alas. Cabral era o principal jogador do time, fazia bons pivôs e distribuía bem a bola. Em uma delas, Adriel teve boa chance, mas errou o alvo. Aos seis minutos, o capitão Forte pegou uma sobra dentro da área e finalizou com perfeição: 1 a 0 para o Bengalas.

Após o gol que abriu o placar, a partida ficou mais corrida. Ricco e Philip se destacavam no meio de campo do time amarelo e preto, enquanto, pelo outro lado, Adriel e Cabral faziam a mesma função. Em jogada rápida, o FMC cobrou lateral que resultou no gol de empate, mas o árbitro assinalou reversão na cobrança e o lance foi anulado.

Com o placar ainda em 1 a 0, Rosto perdeu o que seria o segundo gol, quando o arremate caprichosamente foi na trave. O time partiu para o ataque para ampliar a vantagem. Vini Costa obrigou Heitor jogar a bola para escanteio. Aos 14 minutos, o FMC pediu tempo técnico para tentar parar as fortes investidas do rival. No retorno ao campo, o time voltou muito ofensivo, mas o Bengalas seguiu com extrema segurança na zaga, em ótima partida do seu sistema defensivo. Com isso, quem tinha as melhores chances de marcar era o Bengalas, com Guitolê e Salva, que pararam em Heitor. No meio de campo, ótima exibição de Vini Costa.

A primeira etapa terminou com apenas um gol, mas o segundo tempo demonstrou logo de cara que seria diferente. Aos dois minutos, Ricco fez bela jogada individual e arrematou com categoria para ampliar, 2 a 0. A pressão do time amarelo e preto só aumentou. Em rápida resposta, Cabral ajeitou de peito com muita inteligência para quem vinha de trás, Adriel foi quem bateu com força e categoria. Só que Rob foi buscar no canto, um milagre.

Após o lance claro perdido, Vini Costa roubou a bola na entrada da área e ampliou para 3 a 0. O FMC teve uma bonita atitude desportiva e não desistiu em nenhum momento de jogar futebol, mas a zaga do Bengalas foi muito feliz e não cedeu à pressão do rival. Aos 13 minutos, para acalmar os ânimos ofensivos do FMC, o Bengalas pediu tempo. E deu certo.

No retorno, Salva entrou no jogo para marcar duas vezes. Aos 16 minutos, Rosto fez importante jogada, chutou forte e o goleiro Heitor rebateu a seus pés. O camisa 6 só teve o trabalho de empurrar para as redes em 4 a 0. Um minuto depois, Rosto improvisou linda jogada e, após corte no zagueiro, achou Salva sozinho na direita, que acrescentou com categoria para a meta.

Por mais que o FMC tentasse, Rob seguiu tranquilo no gol, para ajudar sua equipe. Em contragolpe, Guitolê passou pela defesa e rolou para Bizú, que encheu as redes e fechou o caixão: 6 a 0 e grande exibição do Bengalas, que esqueceu a arbitragem e jogou o mais puro futebol.

O Bengalas vence primeira na Aço e entra na zona de classificação, enquanto o FMC amarga a lanterna com duas derrotas. O Bengalas encara, agora, o Exilados, enquanto o FMC joga contra a forte equipe do Lodetti.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO B: 2ª RODADA

Voando Baixo 2 x 4 Abusados

COM BOA ATUAÇÃO, ABUSADOS DERROTA O VOANDO BAIXO


Superando a derrota da estreia, equipe conquistou a primeira vitória, deixando a lanterna para entrar na zona de classificação


Por Gabriel Manzini

Buscando se recuperar da derrota para o Lodetti na estreia, o Abusados veio para a segunda rodada em busca da recuperação. Enquanto isso, o adversário, o experiente Voando Baixo, fazia sua estreia na temporada, já que seu primeiro jogo foi adiado por conta da forte chuva que caiu no último final de semana.

A partida começou com certa correria e grande gritaria dos bancos de reservas na tentativa de acertar as equipes no gramado. A primeira chance de gol surgiu por parte do Voando Baixo. Fábio Teixeira chutou forte com muito perigo. Em resposta, Cesinha obrigou Ceará a jogar a bola para escanteio. Era um prelúdio de que o jogo seria lá e cá.

Após chance perdida por Caio Pisano, que finalizou fora, Cesinha acertou a trave depois de cabeceio certeiro. Seguindo o intenso ritmo, o time que fazia sua estreia na temporada pecou no chute. E foi com Cesinha, de novo, que a equipe deu a resposta. Chutou de muito longe, mas para fora. O camisa 9 era a principal referência dos azuis. Em contrapartida, Berla se destacou na primeira parte pelo lado do Voando Baixo, com chutes perigosos e a ajuda defensiva que desempenhou.

Aos sete minutos só se escutava o banco do Voando Baixo, que gritava muito para orientar os jogadores que estavam dentro das quatro linhas. A partida ficou muito truncada. Até que o Abusados quase abriu o placar. Primeiro com Andrey que chutou rasteiro para defesa com o pé de Ceará. E na sequência, depois da saída errada da defesa adversária, Bruninho perdeu cara a cara com Ceará.

Aos dez minutos, Cesinha fez boa tabela e finalizou, Ceará deu rebote e Renan não perdoou: 1 a 0 para o Abusados. Cesinha continuou dando trabalho ao rival depois do gol. Em bela jogada, Ceará salvou o que seria o segundo gol do Abusados.

Na frente do placar, o time tentava aproveitar os erros do Voando Baixo, perdido em campo. A equipe laranja e preta chegou com Bruno Vinicius e Caio Pisano, mas as finalizações eram mal sucedidas. Para manter o resultado, o Abusados pressionou a saída de bola com intensidade. Até que, dois minutos depois de perder o segundo gol, Renan marcou novamente aos 17 minutos.

A reação do Voando Baixo não demorou nem um minuto. Bruno Vinicius fez bela jogada e diminuiu em chute forte, golaço e 2 a 1 no placar. O jogo passou a ficar muito truncado e o time que estreava buscava o empate a qualquer custo. Porém, a última jogada do primeiro tempo foi de Andrey, que apenas finalizou com perigo.

O Abusados voltou para a segunda etapa com muita disposição e no primeiro minuto, Cesinha fez bonita jogada que terminou com feliz conclusão de Santana. Belo gol, e o placar favorável de 3 a 1.

No decorrer do jogo, as finalizações erradas tomaram conta, até que Andrey fez um gol de placa. O camisa 20 deu um lindo lençol e finalizou com categoria, 4 a 1. O Voando Baixo veio para o abafa e tentava por jogadas aéreas chegar ao tento. Mas esbarrava em Piauí, que foi seguro em sua meta.

Aos nove minutos o ritmo melhorou, e Andrey assustou Ceará com arremate que foi pela linha de fundo. Em vacilo da zaga dos azuis, o capitão Caio Pisano conseguiu o escanteio. Na cobrança, o próprio atacante aproveitou para diminuir e dar uma esperança ao time. Depois do gol, o banco do Abusados pediu tempo técnico para tentar segurar o resultado. Na volta, a partida ficou muito disputada, mas com poucas chances claras de gol. Era tudo que o Abusados queria.

Com muita pressa, o Voando Baixo tentou na base do desespero. E nos minutos finais do confronto, quem chegou foi o Abusados com Andrey, que em duas jogadas de efeito pecou na finalização. O Voando Baixo foi para a pressão com o famoso chuveirinho, porém as melhores chances eram do Abusados que saiu no contra-ataque. Contudo, o resultado não sofreu alterações. Fim de jogo e vitória por 4 a 2 do Abusados.

Com a vitória, a equipe azul chegou aos seus primeiros três pontos e subiu para a sétima colocação. Já o time do Voando Baixo, não soma nenhum ponto, mas tem um jogo a menos. Na próxima rodada o Abusados encara o Trivela, enquanto o Voando Baixo enfrenta o Real Paulista Classic.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO B: 2ª RODADA

Exilados 1 x 1 Magnatas

EXILADOS E MAGNATAS FICAM NO EMPATE


Em tarde dos goleiros e das traves, equipes perdem muitas chances e ficam no 1 a 1


Por Gabriel Manzini

Com três pontos na bagagem, Exilados e Magnatas entraram no campo de grama laranja querendo manter os 100% de aproveitamento no I Chuteira de Aço. O terceiro jogo, válido pela segunda rodada do Grupo B, foi muito disputado e equilibrado. E um resultado como o empate seria justo aos dois times, que lutaram bastante.

O jogo começou com uma chance intercalada para cada time. Enquanto Wilsey perdeu a primeira oportunidade para o Magnatas, a resposta do Exilados veio em tabela de Mike e Joca, que terminou com finalização por cima. Os contragolpes das equipes continuaram, Tangerina fez o pivô e ajeitou para Wisley finalizar a segunda dele, mas a bola desviou e ficou fácil para Marcio.

No lance seguinte, o capitão Zeca disputou a bola no escanteio, mas a cabeçada foi fraca e André fez a intervenção. Em jogada estranha, Mike e Wisley se estranharam e os dois receberam cartão amarelo. Com um jogador a menos para cada lado, o Magnatas encurralou o rival no campo de defesa e passou a pressionar muito para abrir o placar. Sabatim se destacou pela direita com finalizações fortes e com perigo. Mas foi o Exilados que surpreendeu aos dez minutos.

Em linda jogada de Mike, que limpou o zagueiro antes de finalizar no ângulo, o time rubro-negro abriu o placar. Com a vantagem no marcador, o Exilados continuava com as melhores oportunidades e Mike era o principal articulador no ataque. Bem distribuído em campo, o Exilados estava muito seguro defensivamente e quase ampliou com Zeca em escanteio.

O banco rubro-negro era só gritaria para orientar a zaga e o resultado persistia na magra vantagem. Até que o Exilados perdeu uma chance incrível de ampliar. Em avanço ao ataque, Nando tocou para Diogo, que com liberdade tocou na saída do goleiro. A bola tocou as duas traves e não entrou. Foi uma chance inacreditável do segundo gol.

Com a entrada do capitão Rafinha, o Magnatas ganhou velocidade e maior poder ofensivo para buscar a igualdade. Nos minutos finais, várias oportunidades foram perdidas pelas equipes. Gabriel Silva virou lindo voleio e a bola passou raspando a trave. Em resposta, no último lance do primeiro tempo, Yoshida, dentro da área, acertou a trave. Os arqueiros, além de boas defesas, contaram com as traves na primeira etapa.

O segundo tempo começou muito bem, com o primeiro chute vindo de Will, que parou no bom goleiro Marcio. Pelo lado do Exilados, Gabriel Silva se destacou muito nas duas etapas por ter ajudado tanto atrás, quanto levado perigo na frente.

O jogo seguia com ritmo intenso, mas com poucas chances claras. O time branco e azul ficou muito nervoso e os erros apareceram nos passes e nas conclusões. Porém, o Exilados não soube aproveitar isso para aumentar o placar. Gabriel Silva deixou Mike na cara do goleiro André, mas na hora de limpar, o atacante se enrolou com a bola, que ficou fácil para o arqueiro.

Aos 10 minutos, o Magnatas chegou duas vezes consecutivas, uma com Leandro que finalizou para fora, e a outra com Yoshida, que mandou a sua segunda na trave. O gol parecia estar próximo, e o time do Magnatas encurralou o Exilados no campo de defesa.

Sentindo a pressão, os rubro-negros pediram tempo técnico. Mas de nada adiantou, o empate era inevitável. Em esperta jogada de Yoshida, o camisa 2 achou Sabatim, que, assim como no primeiro tempo, arriscou forte, mas dessa vez a bola entrou. Um golaço de empate dos alviceleste.

O Exilados não se abalou com o empate e logo perdeu três oportunidades de retomar a frente. A primeira, com Gabriel Silva, parou em André, e a segunda, de Zeca, que perdeu sozinho dentro da área. A terceira veio de novo com Gabriel Silva, que de novo obrigou André a fazer boa defesa. Aos 18 minutos, o Magnatas pediu tempo técnico pelos avanços do rival. Na volta, o Exilados seguiu perdendo chances, enquanto o Magnatas trocava passes. Fim de jogo com o resultado mais justo possível, um gol para cada lado e grande atuação dos goleiros. E das traves também.

As duas equipes chegaram aos quatro pontos e continuam invictas. O Exilados se mantém na vice-liderança por ter um gol a mais de saldo em relação ao Magnatas, que ficou em terceiro. No próximo sábado o rubro-negro enfrenta o Bengalas, enquanto o alviceleste encara o Expressinho.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO B: 2ª RODADA

Trivela 2 x 2 Di Primeira Expressinho

TRIVELA ABRE VANTAGEM, MAS EXPRESSINHO EMPATA NO FIM


A equipe do Trivela abriu 2 a 0 e segurou até os 5 minutos finais, quando Rapha desencantou e salvou sua equipe com 2 gols


Por Gabriel Manzini

O Trivela vinha a campo para fazer sua estreia na temporada, já que seu primeiro jogo contra o Voando Baixo foi adiado pela forte chuva. Já o Di Primeira Expresso chegou ao gramado para tentar sua primeira vitória. Com equipes muito parecidas, os dois fizeram um jogo muito parelho, que não poderia ter outro resultado que não fosse o empate.

No início do jogo o Expressinho foi ao ataque tentar tomar as rédeas do confronto. Mas a primeira oportunidade surgiu após lambança do goleiro Waguininho. O arqueiro do Expressinho colocou a mão fora da área dando uma bola parada muito próxima à sua meta. Na cobrança, Sicchi chutou forte e Waguininho jogou para escanteio. Na jogada da linha de fundo, Sicchi, com liberdade, cabeceou para fora.

Aos quatro minutos a resposta do Di Primeira apareceu também em escanteio. Simon quase abriu o marcador, mas não obteve êxito. Na sequência, o camisa 8 teve outra chance, mas parou em Muralha.

Do outro lado, Bonanno começou a mostrar que seria um dos principais atletas do Trivela no decorrer do jogo. Em jogada individual, ele quase marcou por cobertura um golaço. Com nove minutos jogados, as duas equipes erravam muito, a partida era truncada e lenta, com pouquíssimas oportunidades.

Eis que um show de horrores pintou na quadra. Enquanto Simon furava a bola pelo ataque do Expressinho, no contragolpe, Bonanno não conseguiu dominar a bola. Podia até se chamar de fair play involuntário no gramado laranja da quadra 9. Até que o Trivela passou a melhorar a partida e pressionar.

O goleiro Waguininho fez grandes intervenções nos chutes de Tiago Fernandes e Bonanno. Mas o arqueiro do Di Primeira não pode fazer nada no golaço de Tiago Fernandes, que abriu o placar aos 13 minutos jogados.

Após o gol, a zaga do Trivela passou a ser testada pelo incansável ataque do Expressinho. Rogério escapou pela direita e finalizou firme, Muralha honrou o apelido e segurou. Nos minutos finais o Expressinho era só pressão, enquanto o Trivela passou a jogar no contra-ataque. E foi assim que Gordo recebeu ajeitada de Cauê e perdeu a chance do segundo gol. No último minuto, Waguininho se complicou, a bola ficou com Bonanno, que foi travado por Miranda.

Para o início do segundo tempo, uma mudança fundamental para o andamento da partida. A bola do jogo foi alterada. O Expressinho voltou melhor, mas esbarrava nos próprios erros de finalização. Erros, aliás, que não eram de exclusividade do clube azul e amarelo. O Trivela também errava bastante e o placar persistia no 1 a 0.

Após tempo técnico, Bonanno ampliou de cabeça, sozinho dentro da área, mas o árbitro anulou, alegando reversão na cobrança do lateral. Passado o susto, o Expressinho teve falta perigosa. Souza arrematou forte, mas parou em Muralha, que fazia boa partida.

O jogo ficou pegado enquanto o Trivela ficou bastante acuado em seu campo. Até que, após lance duvidoso entre Tiago Fernandes e o atacante adversário, o árbitro apitou e advertiu o atleta com o amarelo. Indignado, o camisa 8 peitou o juiz e recebeu os cartões azul e vermelho na sequência.

Com o nervosismo à flor da pele, o Expressinho queria o empate a todo custo, mas sem aproveitar as chances que criou. A filial do time alvi rubro acabou castigado aos 18 minutos. Bonanno ampliou na falha da zaga.

Para quem acreditava que o jogo já estava definido se enganou. Aos 21 minutos começou a reação. Em falta ensaiada, Souza cobrou para os pés de Rapha, que embaixo da trave, só empurrou, 2 a 1. Um minuto depois, no lateral bem batido, Rapha empatou de cabeça.

O jogo ficou quente, mas os erros permaneceram. Fim de jogo e um justo e apenas ponto para cada lado. Antes do apito, os jogadores do Trivela pediram um possível pênalti em Cauê, que não foi marcado, com os atletas pressionando muito a dupla de arbitragem.

Com o empate, as duas equipes somaram o primeiro ponto no campeonato. Para a próxima rodada, o Trivela encara o embalado Abusados. Enquanto o Expressinho pega o Magnatas, que também vem de empate.

I CHUTEIRA DE AÇO: GRUPO B: 2ª RODADA

Real Paulista Classic 3 x 4 Lodetti

LODETTI DERROTA REAL PAULISTA E DISPARA NA LIDERANÇA


Em jogo de alegrias, tristezas e arbitragem polêmica, Lodetti vence no sufoco e se torna líder isolado do grupo B


Por Gabriel Manzini

Em clima triste, Lodetti e Real Paulista Classic entraram em campo para disputar a liderança do Grupo B. Antes do apito inicial do árbitro, em uma bonita homenagem dos jogadores, foi respeitado um minuto de silêncio em homenagem ao Seu Bacana, pai do atleta Vinicius, do Lodetti, que faleceu na última quarta-feira.

Após a homenagem, os jogadores esqueceram as tristezas e só pensaram na liderança do grupo. Quem vencesse assumiria o posto de forma isolada. Cassinho, do Real Paulista, começou mostrando que seria uma peça fundamental na partida. O atacante chutou, mas a bola foi pela linha de fundo.

Em resposta, jogada rápida entre a dupla de ataque formada por Carioca e Marcelo Toretta. Após lindo passe de calcanhar de Carioca, Toretta driblou como no futebol de salão e concluiu para defesa com o pé de Dentinho.

O gol parecia uma questão de tempo. As duas equipes jogavam de forma bem distinta. O Lodetti vinha com muita velocidade em suas investidas, enquanto o Real cadenciava e valorizava o passe. Antes dos dez minutos, o capitão Lodetti colocou a mão na bola de forma displicente e recebeu amarelo. Fora de combate por dois minutos, o meia viu sua equipe, com um a menos, abrir o placar no vacilo da defesa adversária. Em cobrança rápida de escanteio, Marcelo Toretta encontrou Lolão sozinho na área. O camisa 10 cabeceou com perfeição, 1 a 0.

A pressão do Lodetti aumentou após o primeiro gol, com Toretta se destacando no ataque. Em chute forte e cruzado, a bola acertou a trave, voltou no pé de Dentinho e saiu para escanteio. Mas o árbitro, de maneira equivocada, marcou tiro de meta.

Aos 17 minutos, o capitão Lodetti fez o que se espera de um meia e serviu o atacante Marcelo Toretta, que não perdoou, 2 a 0. O Real Paulista sentiu os gols e a única forma que chegava era com Cassinho chutando de longe.

Em falta técnica do goleiro Dentinho, Lodetti tinha chance muito clara para ampliar. Na cobrança, Lodetti bateu forte, a bola explodiu em Xexé em cima da linha, o árbitro deu mão e pênalti para o Lodetti, irritando muito os atletas do Real. Na penalidade, Camillinho arrematou com muita força, e, mesmo tocando na bola, Dentinho não conseguiu evitar o terceiro. O primeiro tempo acabou e o time inteiro do Real Paulista foi argumentar com a arbitragem sobre a falta dentro da área.

Na segunda etapa, mesmo perdendo por três gols de diferença, o Real não desistiu um momento sequer e foi parada dura para a forte equipe do Lodetti. Embora a pressão estivesse grande, quem permanecia com as melhores oportunidades era o Lodetti. Gustavo passou muito perto de marcar o quarto, se não fosse o goleiro Dentinho.

A vontade dos dois times era empolgante. A cada lance bem sucedido na defesa, os jogadores do Lodetti vibravam como se fosse um gol. Gui e Link travavam tudo que vinha das pesadas investidas do Real. Até que Caipira resolveu sozinho, em jogada individual, finalizou com categoria para diminuir, 3 a 1. O gol deu uma injeção de ânimo ainda maior, e um minuto depois, em cobrança de falta, Caipira marcou o segundo dele e do time, 3 a 2.

O treinador do Lodetti pediu tempo técnico para arrumar a casa. Com a volta de Carioca ao ataque, o clube voltou a ter bons momentos. Mas quem assustou foi o Real, com Caipira que quase marcou o terceiro na partida. E, na jogada seguinte, Cassinho chutou cruzado no travessão, a bola desceu e pingou dentro, mas o árbitro, convicto, fez o gesto para o jogo seguir. Os jogadores foram à loucura com a arbitragem.

Aos 20 minutos, Carioca cobrou lateral para André Lopes, que ampliou, 4 a 2. Nada terminado, o Real demonstrou uma garra fora do comum, faltando 4 minutos para acabar o jogo, Carioca arrematou forte, Gian deu rebote, e Fabinho limpou marcação para diminuir com um lindo gol, 4 a 3. A tensão era evidente nas equipes, e no último lance Fabinho tentou uma bicicleta dentro área, mas Gian garantiu o triunfo do líder.

Os jogadores do Lodetti comemoraram muito a vitória que foi dedicada ao pai do atacante Marcelo Toretta, aniversariante do dia. A equipe se tornou líder isolado do grupo e enfrentará no próximo sábado o lanterna FMC. Enquanto o Real Paulista caiu para quinto e encara o Voando Baixo em briga direta por posições.
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