Mesmo com muitos jogadores a mais, maior controle da partida e mais chances de gol, a superioridade dos Mostarda só foi decidida no segundo tempo
Por Fabiano Correia
As duas equipes entraram em campo e logo se viu uma grande diferença: o número de jogadores de cada uma. Os Mostarda, mais uma vez, vinha com elenco completo – dispunha de 14 atletas; o Carrossel Cevadês conseguiu juntar os titulares e mais um para a reserva. Isso já garantia uma enorme vantagem, mas que não se confirmou no primeiro tempo da partida.
Com menos de um minuto de bola rolando, quem já pediu pra sair foi a própria bola. Disseram que era porque ela estava descalibrada. Nos primeiros minutos, Os Mostarda mostrava superioridade, controlando a posse de bola e criando algumas chances. Tatá já mostrava que estava à vontade em quadra. No entanto, aos 4 minutos, Ragazzo, o número 09 do Carrossel, recebeu no pivô, dominou e bateu de virada e com um meio voleio. Pegou na veia, o chute saiu forte e o goleiro não conseguiu defender. Foi um golaço que fez valer os altos gritos da comemoração.
A equipe amarela, mesmo assim, não se abateu e continuou controlando o jogo com objetividade. Tatá fazia boas triangulações, Biel controlava bem a bola, Luquinhas levava perigo. Aos 9 minutos, depois da cobrança de um escanteio, o goleiro do Carrossel fez uma defesa milagrosa, uma bela ponte que salvou o empate.
Só que a cena se repetiu e, um minuto depois, Os Mostarda sofreu outro gol. Na saída de bola rápida, o camisa 10, Caio, levou a bola pela esquerda, fez o 1-2, levou pro fundo e tocou para o meio, onde estava justamente el matador Ragazzo, que só completou. Caio foi quem mais comemorou esse gol. Saiu gritando e mostrando o seu número, pedindo para que eu não esquecesse de colocar o lance na matéria. Está aí, Caio. Belo gol, bela jogada, mereceu o destaque.
O 2 x 0, que poderia parecer confortável, não era. O capitão Ragazzo sabia disso e se esgoelava pedindo para que o time fizesse marcação meia-quadra e poupasse os esforços. Ele não estava sendo ouvido por completo, mas, mesmo assim, aos 15 minutos a arbitragem marcou um pênalti para o Carrossel. Os Mostarda nem reclamaram, Juninho levou cartão amarelo e Caio cobrou. Goleiro de um lado, bola do outro e um incrível 3 x 0 no placar.
Aí surtiu efeito a figura do capitão Mostarda. Biel, que vinha fazendo uma boa partida, acreditou em uma bola que parecia perdida na linha de fundo. Fugiu da falta, dominou, trouxe para o meio e bateu de canhota para descontar.
Mas o caso é que parecia que o sol estava brilhando mesmo para Ragazzo. Com 18 minutos de jogo, ele marcou o seu terceiro, o quarto do Carrossel! Mas, para terminar a primeira etapa com ares de esperança, Flavinho, o 44 dos Mostarda, ganhou um milhão. Só não ganhou de verdade porque o programa não era o Gol Show do Silvio Santos, mas bola foi exatamente no ângulo. Matou a coruja que estava dormindo lá e deixou o segundo do seu time.
O sol continuava castigando. As duas equipes correram para fora da quadra no intervalo em busca de sombra e água fresca. Eis que os muitos atletas a mais dos Mostarda, enfim, fez diferença. Com 3 minutos da segunda etapa, Biel, de novo, correu por trás da zaga depois de um escanteio e completou, livre, para o fundo do gol. 4 x 3. Um minuto depois, Luquinhas tentou duas vezes até conseguir marcar mais um e deixar tudo igual logo no início desse segundo tempo. Foi a morte do Carrossel.
Os Mostarda voltara com tudo e sentira que estava bem. A equipe até se apavorou em alguns momentos, querendo resolver logo. Foram várias chances perdidas e ótimas defesas de Henrique, que fazia de tudo para evitar a virada. Mas a sina parecia viva. Com 8 minutos, Caio fez uma tabela pela direita, recebeu na frente e bateu cruzado com a destra. Era o desempate e mais uma vez o Carrossel Cevadês lidera o placar. Polito, no gol dos Mostarda, se mostra irritado com o time e gritava reclamando que estavam perdendo muito gol. E era verdade.
Só que as coisas começaram a mudar e Tatá empatou novamente depois de uma ligeira confusão na área. Ele completou bola espirrada e deixou tudo igual. Logo depois, ele mesmo recebeu uma bola de costas para o gol, teve tempo para dominar, ajeitar, pensar e rolar para o meio. Danilo, que vinha detrás, bateu e fez o sexto. Aí abriu a porteira. O Carrossel cansou, mesmo assim, inacreditavelmente, ainda fez mais um. Klaus pegou a bola no meio e bateu forte, no alto, sem chances para Polito.
Mas o sétimo dos Mostarda saiu com Rodrigo após rebote cedido por Henrique. Na sequência, George fez o oitavo e logo depois o nono em menos de um minuto. Luquinhas, faltando três minutos para acabar a partida, recebeu cara a cara com o goleiro, deu uma dançadinha na frente de Henrique e bateu tirando o goleiro da jogada. 10 x 6, sol forte, dois jogadores se machucaram nesse finalzinho e o árbitro encerrou a partida.
Um belo jogo, de muitas opções, que parecia que não ia dar o óbvio, mas deu.
I CHUTEIRA DE BRONZE: 9ª RODADA
Maciota´s 4 x 3 XTJ
MACIOTA´S DERRUBA XTJ E FOLGA SÁBADO
Com grande torcida, líder sofre mas derrota XTJ do pé de chumbo Bolacha e garante 1ª posição na fase de classificação
Por Fabiano Correia
O jogo foi tenso. As equipes estavam bastante interessadas no placar positivo. Ao Maciota´s, a vitória valia a liderança, ao XTJ, quem sabe uma melhor posição já que o time já estava classificado. A equipe do XTJ mostrava mais habilidade, jogadores rápidos, com controle de bola e entrosados, que davam dor de cabeça para a zaga do Maciota´s. A equipe de branco, por sua vez, contava com jogadores mais fortes, experientes e com muita consciência de bola. Wagnão, Evandro e companhia não deixavam barato para o XTJ.
O jogo, como dito, não estava tranquilo e para tentar controlá-lo a arbitragem marcava tudo. Qualquer empurrão, dividida ou jogada mais forte, os juízes apitavam. A verdade é que nos primeiros 7 minutos poucas chances reais de gol aconteceram, até que os Maciota´s teve um lateral em que a bola foi cruzada na área e Wagnão conseguiu desviá-la. O goleiro Kraudio até tentou, se esticou, mas a bola passou por cima dele, raspou no travessão e entrou. 1 x 0.
Aí foi a vez do capitão. Bolacha, o jogador que carregava a faixa do XTJ, começou a se soltar e também soltar a perna. Em uma cobrança de falta, ele encheu a destra. A bola foi no lado esquerdo do goleiro Fê, que só olhou e torceu. A bola raspou a trave e saiu. O XTJ cresceu na quadra, foram algumas chances na sequência que deram força para o time, até que, aos 16 minutos, Bolacha acertou o pé. Ele recebeu a bola na sua própria área. Não havia ninguém por perto, ninguém na frente. Então, ele sentiu que era a hora e deve ter pensado: “É hoje que eu se consagro!” E bateu dali mesmo! A bola viajou a quadra toda, pingou perto da área do Maciota´s e entrou no canto do Fê. Um golaço! É verdade que o goleiro demorou pra cair, mas tudo bem, foi um bolão! Tudo igual.
Quatro minutos depois, aos 20 minutos da primeira metade, David, do Maciota´s, recebeu uma bola açucarada na direita. Ela veio tão boa que ele teve tempo pra trocar de pé e bater de esquerda, de chapa, forte. Ele chutou já comemorando. Belo gol com direito a uma efusiva comemoração no alambrado, bem em frente à mesa arbitrária. 2 x 1 e Maciota´s na frente de novo.
O jogo continuou muito disputado. As duas equipes estavam muito bem e faziam uma bela partida. Fê fechava o gol dos Maciota´s, salvou pelo menos três chances claras de gol do XTJ antes do final da primeira etapa. Kraudio, do outro lado, também fazia uma boa partida e garantia a manutenção do resultado. Antes do apito final houve uma confusão. Dessa vez não foi entre os jogadores, e sim entre o árbitro e ele mesmo. Aconteceu uma falta, pesada sim. O professor chegou impondo respeito, já mostrou um cartão amarelo - para Samuel, do time branco - aí olhou, tentou pegar a bola, viu que faltava alguma coisa, lembrou de um outro cartão, puxou o azul, viu que não era isso, guardou o cartão, mas tirou o jogador, colocou a bola no chão, tentou sair do bolo e autorizou a cobrança. No fim, não aconteceu nada - e ele confidenciou que confundiu alguma coisa com o jogo anterior. Acontece, né?.
No segundo tempo, o Maciota´s voltou melhor. Com menos de 1 minuto acertaram uma bola na trave e pressionavam o XTJ. A equipe que jogava com seu uniforme listrado dependia dos chutes de longe do capitão Bolacha. Mas essa tática parecia que ia dar muito certo de novo. Entretanto, aos 9 minutos, em uma bola que veio da direita, o capita gritou um “fura”, dominou a bola na esquerda e bateu de bico, rasteiro e empatou o jogo.
Um minuto depois, Alex recebeu no pivô, dominou, parou, pensou, girou e bateu. A bola foi no canto, sem chances para o goleiro. Bonito gol que desempatou a partida e colocou o Maciota´s na frente de novo. O XTJ acordou e voltou a por a bola no chão e pensar nas jogadas. Landim acertou um belo chute que foi na forquilha, certamente espantou a coruja, mas não entrou. Pouco depois, Wagnão fez uma linda jogada individual, passou pelo meio de dois, saiu na cara do goleiro e bateu no canto. A torcida já tinha gritado e comemorado, mas a bola foi pra fora.
Aos 18 do segundo tempo, o mesmo Landim, camisa 6 do XTJ, recebeu a bola de uma cobrança de lateral, dominou e bateu rasteiro. A bola passou por baixo de Fê - pra não dizer entre as pernas - e entrou. Mais uma vez tudo igual. Diferente mesmo foi a comemoração, que rendeu até dancinhas.
Mas ainda faltava jogo. Mesmo bem em quadra, o XTJ não aguentou e levou o quarto e definitivo gol. Jerry fez uma boa interceptação no meio da quadra, roubou a bola e bateu de longe. A bola saiu mascada, desviou e morreu no fundo do gol. Foi um gol que lavou a alma dos jogadores e da torcida feminina do Maciota´s, que estava ensandecida do lado de fora da quadra.
Final de jogo, 4 x 3 para os Maciota´s em um belo jogo, muito equilibrado e decidido nos detalhes.
I CHUTEIRA DE BRONZE: 9ª RODADA
Diabos Negros 5 x 2 Bonde dos Abelhas
DIABOS VENCE ABELHAS E SE GARANTE NAS SEMI
Em um belo jogo, de muitas opções, Diabos Negros mostrou superioridade sobre um time já sem chances de classificação
Por Fabiano Correia
Em quadra entraram duas equipes que, teoricamente, não tinham grandes motivações. Mas foi só teoricamente. A partida se configurou em uma disputa entre um time muito forte, consistente e entrosado, contra outro que, livre de grandes responsabilidades, jogou solto, mostrou habilidade e até alguma superioridade em determinados momentos - só não no placar.
O jogo já começou difícil para o Bonde dos Abelhas. Frederico acabou sendo improvisado na baliza e deixou evidente que o seu negócio, realmente, é com a bola nos pés. Não que o resultado tenha sido sua culpa, longe disso. Saíram boas defesas e em reposições ele até mostrou um pouco da sua habilidade. Porém, no jogo, o Diabos Negros teve o controle da bola por mais tempo, mas os Abelhas, liderados por Marcus, davam trabalho para Marco Antônio.
O início da partida foi bem aberto, com as duas equipes criando boas chances de gols, em faltas, contra-ataques e tabelas, entre outros recursos. Aos 7 minutos, falta para o Bonde. Na cobrança, a juíza marcou outra falta, dessa vez em favor da defesa. Marco Antônio aproveitou e cobrou rápido, emendando um lindo lançamento para o outro lado da quadra, nos pés de companheiro que, livre, tocou bola açucarada para Marcel bater, sem chances para Fred. 1 x 0.
Vutto, do Diabos Negros, recebeu na direita, deu o corte no zagueiro - que veio seco - e chutou no canto contrário do goleiro, que nem pulou. 2 x 0. Três minutos depois, Luis Leal, com a camisa 14, recebeu a bola na esquerda de costas para o gol. Ele dominou, ajeitou a bola fazendo o giro e bateu forte de canhota. Era o 3 x 0 em um bonito trabalho de pivô. E só dava Diabos. Dijavam fez o quarto gol após cruzamento açucarado.
A superioridade era evidente. Mas os Abelhas, dada à pouca importância da partida para eles, pareciam não sentir o resultado e continuavam jogando tranquilamente. Isso levou o time a aproveitar a vantagem numérica que tiveram aos 20 minutos - depois de um cartão amarelo para Walter - e descontar o placar. Em cobrança de falta ensaiada - à exaustão, certamente - a bola foi rolada para Marcus, que encheu o pé de primeira. A bola, antes de entrar, desviou em Rafael, capitão dos Abelhas, mas o gol foi dado mesmo para o camisa 10 de amarelo. Pouco depois, o Bonde das Abelhas teve outra grande chance. O chute de Marcus saiu fraco, mas que no meio do caminho foi desviado. O goleiro Marco Antonio conseguiu espalmar e, antes do atacante chegar no rebote, estourou para lateral. Grande partida do goleiro do Diabos Negros.
O segundo tempo começou parecido com o primeiro. O Diabos, em cima, conseguiu marcar o quinto logo de cara, após jogada que começou em um escanteio. A bola veio da direita do ataque para uma rinha dentro da área. O que se viu foi que um ia dominar, o outro chegou antes e tirou, um terceiro ia controlar a jogada, mas surgiu um quarto que se antecipou e cruzou a bola para o meio da área. Igor, que estava lá esperando, empurrou para o fundo das redes e fez o 5 x 1.
O goleiro Marco Antonio continuava fechando o gol. O Bonde tentava diminuir de todos os jeitos, com Marcus, com André Luiz e companhia, mas o guarda-redes estava inspirado. Somente pouco antes dos 10 minutos, André Luis conseguiu, enfim, derrubar a muralha e descontar. Era o 5 x 2 que encerrava a movimentação no placar e colocava mais fogo na partida.
O Bonde das Abelhas continuou em cima, fazendo pressão sobre o Diabos, os qual, por sua vez, estava tranquilo, já que contava com Marco Antonio e tinham um time mais consistente e entrosado. Reflexo disso eram as boas chances criadas pela equipe de preto e boas jogadas articuladas pelos amarelos. Outra característica que ficou mais evidente no final do jogo foi a despreocupação dos Abelhas, que, mesmo perdendo, faziam jogadas como a de André Luis: fingiu que ia tocar, segurou o pé atrás, deu um toque pra um lado, virou a cara para o outro e o placar não mudou. Desclassificados, os Abelhas se divertiam e aproveitavam a tarde quente na quadra do PlayBall. E em 5 x 2 acabou mesmo o jogo, com o Diabos garantindo a 2ª posição e folgando nas quartas de final. Ao BDA, resta continuar tranquilo e pensar o time para o ano que vem.
I CHUTEIRA DE BRONZE: 9ª RODADA
TNT 2 x 1 Real Vuvuzelas
TNT VENCE MAS QUEM COMEMORA É O IMPÉRIO CELESTE
Em uma partida sem muitas emoções, a equipe do TNT marcou no final e fez a alegria do Império Celeste, que precisava da vitória dos xarás azuis para se classificar; Vuvuzelas acabou eliminado
Por Fabiano Correia
Houve muita reclamação da arbitragem, principalmente por parte do Real Vuvuzelas. O dia estava quente, mas no final da tarde já não era um calor escaldante. O Vuvuzelas precisava da vitória para se classificar, enquanto o TNT buscava uma melhor classificação. Enfim, muitos detalhes cercavam a partida, detalhes que poderiam contribuir para um belo jogo de encerramento da rodada. Mas o que se viu foi um jogo… sem inspiração.
É fato que as equipes estavam se esforçando, não havia corpo mole de nenhum dos lados. O objetivo era sempre o gol, até algumas jogadas saíram. Só que o que mais acontecia era cobranças de laterais. Nos primeiros 7 minutos de partida, foram 8 cobranças, sendo 7 oriundas de bolas que resvalavam a rede sobre a quadra. Era lançamento dos goleiros, chutão pra frente, zagueiro cortando o lance e até tentativas de chute. Incrível! A bola não rolava por mais de um minuto seguido. A primeira intervenção de verdade de um dos goleiros aconteceu somente aos 8 minutos, diga-se de passagem, uma linda defesa do Coqueiro - do TNT - depois de um chutaço em bola que sobrou de um escanteio.
Mesmo sem grandes defesas - como essa já citada - os goleiros eram os destaques da partida. Isso porque as equipes realmente não estavam em uma tarde inspirada. Somente aos 17 minutos houve uma chance clara de gol. A zaga do TNT se atrapalhou e furou. Rapha Kfouri, então, ficou com a bola cara a cara com Coqueiro e chutou em cima dele. O goleiro do TNT vibrou muito.
Pouco antes de acabar a primeira parte do jogo, Dudu, o mais esforçado da partida, levou uma bola para o fundo da quadra e cruzou para o meio. O atacante vinha de frente e na batida acertou a bola no travessão. Quase que o TNT abriu o placar. Entretanto, o primeiro tempo terminou mesmo ZERO a ZERO.
Algo aconteceu no intervalo e cabe aqui o destaque, ou o alerta. No meio do primeiro tempo, a mesária da partida olhou inconformada para a outra extremidade da quadra e viu um goleiro de camisa vermelha, com o número 51. Ela achou estranho e começou a conferir a documentação. Constatou que ele não tinha entregue nem RG, nem CPF ou qualquer outra identificação e ficou indignada, disse que pararia o jogo assim que ele entrasse. Mas acabou a primeira parte e ele estava fora. Aí ela aproveitou e correu atrás dele no intervalo, querendo entender a situação. Na volta ela confidenciou: "Ele me perguntou: Ah, precisava entregar? "Fica aqui, então, o reforço e o lembrete para todos os atletas que é necessária a identificação prévia à partida, ok? Importante ressaltar isso nesse momento do campeonato.
Voltando ao jogo, o segundo tempo começou bem diferente. Com 40 segundos de jogo, Raphael do TNT viu a bola pingar na sua frente. Ele estava meio de lado, meio de costas para o gol, mas não titubeou. Bateu forte, da intermediária e mandou no canto esquerdo do goleiro Kaio. Um belo gol. Ufa, placar inaugurado! Perto dos 7 minutos houve uma substituição na arbitragem. A senhora juíza teve que ir apitar uma outra partida e foi substituída por um outro jovem senhor da comissão de arbitragem. Mas isso não interferiu no jogo. Mesmo com o 1 x 0, as duas equipes continuavam sem criar grandes oportunidades. A tarde não era mesmo das melhores. A primeira defesa de Kaio, dos Vuvuzelas, só aconteceu com 10 minutos, depois de um chute de Chicão de muito longe.
Enfim, aos 12, mais um gol. Passareli, do TNT, fez uma defesa com os pés e jogou a bola para lateral. Na cobrança rápida no segundo pau, o goleiro Coqueiro ficou vendido no meio da área. Lucas Daia, que fechava do outro lado, completou de cabeça e empatou a partida. Parecia que ia engrenar, mas seguiram-se mais alguns minutos de poucas emoções. Somente aos 22 minutos, Renato, do TNT, fez uma boa jogada pela direita e bateu forte no gol. Kaio espalmou e a bola sobrou para Dudu, que dominou e ajeitou de volta para Renato. Na batida, 2 x 1 para o TNT.
Nos últimos segundos, o Real Vuvuzelas ainda reclamou um pênalti, mas não aconteceu. Foi uma jogada normal, com contato de jogo. E assim acabou o jogo, que selou a vitória da equipe de azul e a classificação do Império Celeste, que do lado de fora torcia pelo TNT, já que só a vitória deste colocava o time nas quartas de final.
Comentários (0)