ACIDUS E ROLETINHA EMPATAM EM JOGO MARCADO PELA TENSÃO
Empate não foi bom para nenhum dos times, mas pior para Roletinha, que tem de vencer Bucets de goleada para se classificar
Por Stela Aquino
Acidus e Roletinha chegaram a penúltima rodada com ganas e com necessidade de ganhar. O Acidus vinha de vitória por WO, mas precisava de mais uma vitória para ir à última rodada mais tranquilo e com a 3ª posição garantida. Já o Roleta precisava recuperar os 3 pontos perdidos para o CAV na semana anterior para subir na tabela e se garantir no G-6. Ao fim, o empate não serviu para nenhum dos objetivos pré-jogo.
Com o minuto de silêncio sendo respeitado com os dois times unidos no meio de campo em nome do irmao de Murilo, do Roleta, que iria jogar no Acidus ano que vem, a partida foi a mais tensa e disputada do grupo. O Acidus, ao contrário do que já se viu, errava passes e tinha dificuldades para passar pela defesa do Roleta, que, mais organizado e menos nervoso, dominou os minutos iniciais.
Com a defesa bem postada e Manente com Pina segurando Caballero, o Roletinha criava mais nas investidas de Kuminha. Assim, não demorou para o prório Kuminha abrir o placar em chute de fora da área após a defesa ter afastado.
O Acidus chegava na base do lançamento da defes para Caballero e nas bolas áreas. Após várias tentativas, de Victão e Flávio, este acertou enfim um bom cabeceio e empatou o jogo. Entretanto, um nome já ia se destacando – Edu, goleiro do Roleta, que faria um segundo tempo excepcional.
Iguais no placar e em quadra, a necessidade da vitória falou mais alto e o Roletinha chegava com perigo, apesar de não concluir a gol. Mesmo assim, em replay do primeiro gol, a bola sobrou para Manente emendar de fora da área e fazer 2 x 1.
O Acidus empacava na saída de bola, não conseguindo fazer a bola chegar aos meias com qualidade. Nessa,o árbitro apitou fim do primeiro tempo, com vitória parcial do Roletinha.
O segundo tempo começou com um sol ainda muito forte e com o Acidus pressionando. O Roletinha se fechou e apostava nos contra-ataques pelas laterais com Ceron ou em arrancadas de Kuminha, com o sempre bem posicionado Folha em campo. Nisso, o Acidus ia criando jogadas e chegando ao gol, mas a tarde parecia ser de Edu. Cabellero assustou com um chute do meio de campo. Vanderson também teve sua chance, mas jogou em cima do goleiro.
O Roletinha reagiu com Kuminha, que buscou jogar com Folha pela lateral esquerda, mas logo foi parado pela defesa rival. Em seguida, o Acidus tentou encaixar um contra-ataque, pela direita, com troca de passes de Flávio e Caballero, mas o nervosismo, de ambas as equipes, era claro e tornava o jogo muito pegado e não muito técnico. Teve até bate boca entre o técnico Vadão e o zagueiro acidiano Victão.
Aos 10 minutos da segunda etapa, Vanderson teve a chance de empatar para o Acidus, ao sair do campo de defesa com a bola dominada e chutar do meio da área do Roleta. Mas, mais uma vez, Edu salvou seu time.
3 minutos depois veio a chance do Roleta aumentar a diferença, em cobrança de falta. Kuminha cobrou, mas o goleiro Urso espalmou, afastando o perigo. O Acidus continuava a buscar o gol de empate, mas parecia que o raciocínio de seus atacantes não acompanhava suas ações. Vanderson, mais uma vez, roubou a bola do defensor rival e tentou encobrir Edu, que estava adiantado. Mas a bola subiu demais e passou o travessão.
Aos 16 minutos, o Acidus, de tanto tentar, finalmente conseguiu o gol de empate. Caballero partia pela esquerda e tentou toque para Vanderson. Manente chegou para tirar e mandou contra o patrimônio, quase de cobertura, matando o goleiro na jogada. Parecia que só assim para o Acidus vencer Edu.
Caballero tentou de cabeça pouco depois, mas Edu salvou mais uma. Pouco depois, Ceron cobrou falta de frente à área do Acidus, que passou pela barreira, mas não por Urso.
Enquanto o Acidus concentrava suas forças no ataque, buscando a virada, sua defesa abriu espaço para Pina concluir, livre de marcação, mas a bola parou nas mãos de Urso, de novo. Após o escanteio, Folha subiu e quase fez de cabeça, mas a bola foi para fora.
O Roleta voltava a atacar e o Acidus continuava insistindo, mas sem abandonar o ar tenso, o que rendeu cartão amarelo para Victão e, em seguida, para Flávio, ambos do Acidus. Com um a mais, o final do jogo foi marcado pelas investidas do Roleta. As cobranças de falta foram as melhores oportunidades. Pina tentou outra, mas parou na barreira.
Assim, o Acidus segurou o empate até o final do jogo e, apesar a insatisfação de alguns de seus jogadores com o resultado, permanece na 3ª colocação do grupo e está classificado para o mata-mata. Já o Roleta, tem mesmo o que lamentar. Sua situação na tabela é ruim, ocupando a 7ª colocação. O time precisa vencer o Bucets e tirar uma diferença de 5 gols que o Zenite tem a seu favor para se classificar, ou então torcer para o Cachorro tirar ponto do Ras. O Acidus pega o My Balls sedento pela vitória e um saldo de gols para subir direto à Ouro.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA
Rabeloska 4 x 1 Coringa
RABELOSKA VENCE CORINGA E DÁ ADEUS À PRATA
Líder isolado com 22 pontos, time já é da Série Ouro; Coringa precisa vencer para escapar da Bronze
Por Tamires Paulino
O Rabeloska entrou em campo em clima de decisão. Se vencesse, estaria na Ouro, portanto, fez jus às possibilidades. Já o Coringa, amargando colocação na zona de rebaixamento, tentava melhorar, mas tinha consciência de que o adversário que tinha pela frente seria páreo duro: ainda mais com uma motivação como essas.
Logo de cara, no entanto, quem marcou o gol foi justamente o Coringa, com Farias. Aliás, tal prática de gol rápido em início de jogo tem virado praxe – assim como empatar logo em seguida. Foi o que fez Caio para o Rabeloska.
O Coringa mal teve tempo de comemorar, mas um empate não era assim tão ruim. Não sabiam eles que o adversário marcaria mais dois gols rapidamente, um tremendo balde de água fria na animação inicial do time. O segundo gol do Rabeloska foi de Cassinho e o terceiro de Catatau, após cobrança de falta rasteira.
Tal rapidez foi um tanto quanto efêmera, e o primeiro tempo passou sem grandes novidades após os gols. O único lance realmente interessante foi o de Maradona, que cabeceou uma bola com perigo, mas o goleiro, bem posicionado, prontamente agarrou firme a pelota. O segundo tempo, porém, reservava lances melhores.
Logo de cara uma bonita triangulação do Coringa com Mori pela lateral esquerda, Rafinha pelo meio e Farias pela lateral esquerda. Os três foram tocando a bola, invertendo o lado do campo até chegarem à área adversária, de onde Farias chutou para fora. Em seguida, boa chance para o Rabeloska: Barata interceptou passe pela lateral direita, tocou para Ibraim dentro da área e ele foi derrubado. O árbitro, no entanto, mandou o jogo seguir.
O volume de jogo do Rabeloska agora havia diminuído e a bola estava mais em seu campo de defesa, sinal, logicamente, de que o Coringa estava atacando bem. Pela intermediária, Matheus Roselli chutou no travessão. Em outro lance, Rafinha recebeu passe na linha de fundo pelo lado esquerdo, chutou em diagonal à frente do gol, mas Mori, que estava na sobra, não empurrou para dentro. Mais uma bela chance: pelos flancos da quadra, Rafinha tocou novamente para Mori pelo meio, ele foi travado, mas a bola sobrou para Rafinha. Ele chutou em cima do goleiro. A última chance do Coringa antes do fim da partida viria com Matheus Roselli. Ele tocou para Farias, que devolveu. Matheus chutou por cima do gol.
No último lance da partida, enfim, o Rabeloska acabou marcando seu quarto gol, acabando de vez com as chances do Coringa, que tanto havia atacado. Após cruzamento na área, Vasko desviou para o gol e colocou seu time de vez na Ouro. Engraçado é que eles pouco comemoraram, deixando para cumprimentar-se de forma discreta após o jogo.
Líder mais que isolado, o Rabeloska tem 22 pontos e dá adeus à Prata. Cumpre tabela contra o Maciota´s. Já o Coringa, 8° colocado com 7 pontos, tem que vencer de qualquer forma o Diabos Negros em confronto direto para escapar da degola.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA
Cachorro Velho 1 x 0 Zenite
CACHORRO DERROTA ZENITE E DEIXA ZONA DA DEGOLA
Com o resultado mínimo, Cachorro garante 3 pontos e só depende de si para não cair. Zenite perde outra e se complica – vai pra rodada final sem jogar e torcendo por Cachorro e Bucets
Por Stela Aquino
Fora de campo, enquanto esperava para entrar em quadra, a equipe do Zenite esbanjava alegria e confiança. Só o goleiro Léo Ballestero parecia mais ansioso, talvez já prevendo que, para ele, a partida não seria das mais fáceis.
Mais calada e concentrada, a equipe do Cachorro Velho precisava se recuperar do empate cedido na última rodada para o Bucets. Com 1 ponto diante da eliminação do Canhedo, era ganhar e ainda sonhar ou já acertar a passagem para a Bronze. O Zenite não ficava muito atrás: um empate garantia o time no mata-mata, já que folgaria na rodada final (o Canhedo seria seu adversário).
Assim, o Cachorro começou a partida indo pra cima do Zenite. A primeira boa chance de gol apareceu aos 3 minutos. Após cobrança de escanteio, Pedrinho cabeceou, mas a bola parou nas mãos de Ballestero. Mas não demorou para o Zenite equilibrar em termos de posse de bola e passar a criar chances de abrir o placar. P.O., em descida pela lateral esquerda, concluiu para fora; pouco depois, Rodrigo quase marcou de voleio, mas foi parado por Botana.
Aos 10 minutos, Harry, do Zenite, recebeu cartão amarelo por matar o contra-ataque do Cachorro Velho. 4 minutos depois, mais uma paralisação por falta e mais um amarelo para o Zenite. Dessa vez para Bruninho, após cometer falta em Chuck. O Zenite abusava nas faltas. O mesmo Chuck levou perigo para a meta do Zenite minutos depois, com uma bela cobrança de falta que exigiu muito do goleiro. Ballestero se esticou todo para dar um tapa na bola e mandá-la para fora.
Quando a partida já caía num marasmo que não parecia ter fim, o Zenite conseguiu encaixar uma boa troca de passes entre Lucão e Fê, mas este mandou para fora, à esquerda do gol. Apesar do bom momento da equipe de branco, foi o Cachorro que, em cobrança de lateral, abriu o placar. O nome dele? Giggio, claro. De cabeça, o menino do olhos da imprensa fez o primeiro – que seria único – gol do jogo.
Após o gol, o Cachorro se animou e começou a marcar com muita dedicação, tirando todos os espaços para possíveis avanços do Zenite, que não conseguia imprimir velocidade em suas jogadas. No último minuto do primeiro tempo, André chutou do meio de campo, pegando o goleiro desprevenido, porém, com dificuldade, Botana espalmou a bola para fora.
Se o primeiro tempo já não foi exatamente emocionante, pode-se dizer que o segundo foi uma calmaria. Muito igual, muito equilibrado e muito devagar. Aos 6 minutos, o Zenite teve a chance de empatar com Rodrigo, que cabeceou para fora. P.O. quase marcou, chutando com força pela direita. Mas não era a tarde do Zenite, que encontrava muita dificuldade para concluir.
O Cachorro não se importava de ganhar pelo resultado mínimo e, humilde, se fechou na defesa. Cada bola tirada era uma gritaria de comemoração. Quando finalmente o Zenite conseguiu perfurar a barreira do time da PUC, Rodrigo chutou no peito de Botana.
Enquanto o Zenite ensaiava uma pressão de fim de jogo, o Cachorro continuava em seu campo de defesa, esporadicamente indo ao ataque, concluindo sem muito sucesso e também sem muito empenho. O negócio era segurar o 1 x 0.
Em uma última tentativa, Thales tentou definir para o Zenite após falha de Botana, mas a bola caprichosamente passou pela trave e saiu. Fim de partida e resultado magro, mas que garantiu os três pontos ao Cachorro Velho e a sobrevida na Prata.
Com a vitória, o Cachorro saiu da zona de descenso por ter melhor saldo que o Bucets, mas tem pela frente o Ras. Se vencer, escapa da Bronze. Se perder, torce por tropeço de Bucets. Já o Zenite, com 10 pontos, encerra sua participação na fase de classificação. Na verdade, é certo que o time estará na torcida por justamente Cachorro Velho e Bucets. Se ambos perderem, o Zenite estará eliminado.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA
Elefantes Indomáveis 4 x 3 Xoras
ELEFANTES VENCE XORAS E MIRA VICE-LIDERANÇA
Time contou com a ajuda de Diego, que marcou dois gols e criou muito, para chegar à 2ª posição no grupo e tentar a vaga direta nas quartas
Por Tamires Paulino
Liderados por Diego, o Elefantes entrou em campo para conseguir a 2ª posição do grupo, o que o fará pular uma etapa na busca pelo título. Já o Xoras tenta se distanciar dos outros times que estão em seu calcanhar, como o Joga 13, que vem subindo, subindo... Com esse pensamento, realizaram belo jogo, equilibrado, e de quem conhece e luta claramente por seus objetivos.
Logo no começo o Elefantes marcou o primeiro dos muitos gols da partida com Diego e deu início a sua hegemonia momentânea na partida. Os próximos lances seriam todos do time laranja. Logo após o gol, o próprio Diego levantou a bola para Lucas, que deu um voleio para fora. Depois, Thomas chutou da linha intermediária, mas caiu ao chutar. Mesmo assim, a bola passou rente à meta. Em seguida, ele mesmo cobraria falta perigosa na barreira.
No entanto, se o segundo gol não sairia com ele, outro o faria. Após boa cobrança de lateral, Diego mostrou-se bem posicionado e, de cabeça, marcou o segundo do Elefantes.
Após esse “pequeno” sacode, o Xoras finalmente acordou e demonstrou que também teria um líder em campo: Ric. O camisa 12 protagonizou diversas jogadas favoráveis a seu time ao longo da partida, duas delas logo após o “despertar”. Na primeira, ele cabeceou bem um cruzamento, mas Chacha – que já estava acordado há tempos depois de ter comido muita linguiça em santa Catarina – defendeu; na segunda, ele limpou uma jogada driblando um marcador e chutou forte ao gol, mas o goleiro comedor espalmou. No rebote, ele dividiu com o marcador que já chegava firme no lance e a bola saiu.
No entanto, com tantos lances, o que marcaria definitivamente o novo momento do Xoras viria com Mingo e seu chute de fora da área, marcando o primeiro gol da equipe, pouco antes do fim do primeiro tempo, que ainda teria um último lance do Elefantes com Thomas. O camisa 3 cobrou falta e Diego desviou a bola... para fora.
No segundo tempo a partida seria mais equilibrada. Até o metade desse tempo, muitas chances seriam desperdiçadas. Logo no começo, no entanto, Lucas cabeceou uma cobrança de lateral para dentro, aumentando a vantagem do Elefantes: 3 x 1. Depois, foi a hora das chances desperdiçadas, primeiro com o Xoras: Carioca chutou uma boa chance de fazer um gol de longe por cima do travessão. Em seguida foi a vez de Ric tentar, mas seu chute foi espalmado para fora. Por fim, para encerrar essa fase de chances desperdiçadas, Daniel, pelo Elefantes, carregou na velocidade pelo meio, tocou para Thomas na ponta direita e ele chutou cruzado por cima do gol.
Após tantas jogadas, o gol sairia com Brion, de fora da área. Seu chute desviou na zaga e acabou entrando, diminuindo a vantagem adversária no placar. Infelizmente para eles, contudo, o gol do Elefantes sairia logo em seguida com Daniel, o quarto deles na partida.
Logo após o gol, Lucas recebeu passe de Douglas e chutou da intermediária à direita do gol. O Elefantes, apesar do equilíbrio aparente da partida, mostrava-se levemente melhor. Antes do fim, no entanto, o Xoras pediria tempo e colocaria no lugar do goleiro um goleiro-linha, Brion. Ele seria o responsável por originar a jogada do último gol do Xoras, minutos antes do fim da partida: ele tocou para Mingo pelo meio, que carregou até a entrada da área, limpou o lance e marcou. 4 x 3 e fim de jogo.
Com a vitória, o Elefantes fica em segundo lugar, seguido de perto pelo Obrigado Senhor, que tem a mesma pontuação, mas uma vitória a menos. Já o Xoras é o quarto e, apesar da derrota, não deve se desanimar, pois está classificado e briga por melhores posições para o mata-mata.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA
CAV 6 x 2 Ras Time
CAV GOLEIA RAS MAS PERDE TÉCNICO
Vitória do CAV foi manchada por briga entre técnico Roberto e manager Caio, que culminou na saída do técnico da equipe
Por Stela Aquino
CAV e Ras prometiam fazer um dos jogos mais disputados da 8ª rodada da Prata. O CAV em sua busca pela Ouro na disputa direta com o My Balls; já o Ras precisa recuperar a posição perdida para o Acidus na semana anterior pra se manter na briga pela vaga no mata-mata.
A esperança de um jogo disputado ficou nisso mesmo, uma esperança que não se tornou realidade. Mas isso não tirou o brilho da partida, que até começou equilibrada. Aos 2 minutos, Vitnho desceu pela lateral direita e conseguiu um escanteio. A cobrança encontrou Lelê, que abriu o placar com um gol de cabeça para o CAV.
Mal a equipe do CAV terminou de comemorar, o Ras empatou. Tchelo aproveitou o momento de “apagão” da defesa adversária para fazer 1 x 1 com um chute forte pela direita da área. 2 minutos depois, Marcel teve a chance de colocar sua equipe de novo à frente no placar, ao chutar sozinho para a meta de Cipó, que fez a defesa.
Porém, o ímpeto do Ras parou por aí. O CAV dominava a partida, de tal maneira que o goleiro Quintanilha armava as jogadas para sua equipe, levando a bola até o meio de campo. O Ras se encolhia em seu campo de defesa sem o menor pudor.
Graças à retranca do Ras, o CAV encontrava dificuldades para definir. Bettoni até tentou furar o bloqueio azul, mas não teve sucesso. Coube ao goleiro Quintanilha fazer 2 x 1, chutando quase do meio de campo. O chute não foi nem dos mais fortes, nem colocado, mas o goleiro Cipó, talvez pego de surpresa, aceitou.
O artilheiro Caio Fleichmann teve a chance de marcar o seu tento após bom passe de Vitinho, mas mais uma vez a defesa do Ras conseguiu evitar a conclusão. Sem sair para o ataque, as chances do time de azul vinham todas de bolas paradas. Aos 17 minutos, Boing cobrou uma falta, mas Quintanilha defendeu, com um pouco de dificuldade.
Em um lampejo de inspiração, o Ras achou seu segundo gol. Após bonita troca de passes entre Rernanes e Macaullin, Tchelo tocou para dentro do gol do CAV e empatou a partida. O 2 x 2 no placar não refletia o que acontecia em campo. Por isso mesmo, não demorou nada para Bettoni marcar o 3 x 2, em descida pela direita.
Quase no fim do primeiro tempo, Quintanilha arriscou mais um chute a gol, mas dessa vez Cipó caiu para fazer a defesa. Ainda deu tempo para Vitinho colocar Guilherme na cara do gol, mas este chutou para fora.
No início do segundo tempo, se alguém ainda tinha esperanças de ver uma reação do Ras, ficou, mais uma vez, só na esperança. Logo aos 3 minutos Bettoni realizou uma boa assistência para Martin, que sem dificuldades marcou 4 x2.
A muralha azul do Ras, que funcionou bem durante quase toda a primeira etapa, já não se entendia. A impressão para quem assistia era que a equipe realmente não queria vencer, nem empatar. Decidido a fazer mais um gol de goleiro, Quintanilha chutou aos 8 minutos, dessa vez mirando o canto inferior direito de Cipó, que conseguiu defender, mas deu rebote. A bola encontrou um bem posicionado Vitinho, que só teve o trabalho de tocar para dentro do gol para fazer 5 x 2.
A melhor, para não dizer única, chance do Ras veio aos 15 minutos, quando Rernanes cobrou uma falta tocando para Boing, que chutou em cima de Quintanilha. 3 minutos depois, Caio Fleischmann tocou da esquerda para a área, onde a bola encontrou Lucas Barbosa, que conclui a gol, mas o árbitro já havia parado o lance por falta do ataque do CAV.
Aos 22 minutos, Caio Fleischmann, decidido a fazer a seu, deixou todos os marcadores para trás e ficou cara a cara com Cipó, que acabou derrubando o jogador. Pênalti para o CAV e amarelo para o goleiro do Ras. Leônidas assumiu o gol e Caio, que queria efetuar a cobrança, foi brecado pelo técnico Roberto. Bettoni foi para a cobrança e marcou o sexto.
No banco, técnico e camisa 10 discutiram e culminou na expulsão do técnico, que pediu para ser expulso diante da briga com o manager. Ele xingou o árbitro e conseguiu o que queria. Ao fim do jogo, a direção do CAV já anunciava a demissão do técnico, que já negociava pelos corredores outro time a treinar.
Em uma última tentativa de diminuir a diferença, Cipó foi para a área adversária e quase marcou de voleio, mas Quintanilha não deixou que a bola entrasse. Com o resultado, o Ras caiu para a 6ª posição na tabela e tem que ganhar a próxima partida, contra o Cachorro Velho, para se classificar. Já o CAV, após mais uma goleada, está a um passo da Ouro. Tem o É Verdadeee pela frente e precisa vencer caso My Balls também ganhe. Aí a disputa vai para o saldo de gols, que hoje a diferença é de 4 gols a favor do CAV.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA
Acidus 1 x 0 Canhedo Beppu – WO
DIABOS GOLEIA MACIOTA’S E DEIXA LANTERNA
Time contou com pontaria afinada para marcar 6 gols e chegar na rodada final só dependendo de si para escapar do rebaixamento
Por Tamires Paulino
Em uma situação nada boa, Diabos e Maciota’s se enfrentaram em busca de dias melhores. Ambos estavam em risco de rebaixamento. Assim, os 3 pontos eram fundamentais. O jogo, no entanto, não parecia tão desesperado quanto deveria ser teoricamente e demorou a engrenar.
Aos 6 minutos, a primeira chance de perigo: Dé, do Maciota´s, pela lateral direita, chutou de longe por cima do gol, rente ao travessão. Aos 10, a vez do Diabos Negros com Rafael Leal, que chutou após cruzamento e ninguém empurrou para dentro. Finalmente, aos 11 minutos, o gol saiu: Marcel Gellacic recebeu passe à frente e fez, simples assim. Logo depois, aos 12 minutos, Cadú chutou de fora da área, no meio do gol, e aumentou a vantagem do Diabos.
No entanto, embora o placar já marcasse 2 x 0, o jogo tinha muitos erros de passe, jogadas que não levavam a lugar nenhum... Tanto é que os dois gols saíram de chutes de fora da área ao invés de jogadas mais elaboradas. O último lance importante do primeiro tempo aconteceu aos 18 minutos, e saiu o gol do Maciota’s num chute de fora da área de Dé. Isso comprova as teorias anteriores: faltavam jogadas melhor elaboradas, o que consequentemente daria ao jogo mais lances de perigo e o que ter para comentar.
No segundo tempo a situação evoluiu um pouco. Embora ainda bastante preso ao meio campo, as jogadas saíram: talvez resultado da conversa dos times durante o intervalo. Os gols vieram de monte, quatro em seguida – todos do Diabos Negros. O Maciota’s continuava com o comportamento do primeiro tempo, perdido, sem conseguir ligar meio-campo ao ataque com sucesso. O terceiro gol do Diabos veio dos pés de Mahdi, que aproveitou bom cruzamento de Chagas e só empurrou pro gol, aproveitando estar bem colocado e sem o goleiro do lado esquerdo da meta. Em seguida, Marcel Gellacic cruzou à área, a bola desviou na zaga e entrou. O quinto gol saiu graças à Daniel Grecco, e o sexto e último gol dessa leva rápida de tentos – e da partida – foi de Boris, ufa!
Atordoado, o Maciota’s só teve duas chances de gol realmente importantes no segundo tempo: na primeira, Wagnão chutou forte. A bola tinha endereço certo, mas desviou na zaga no meio do caminho e subiu, indo por cima do gol. Depois, uma belíssima chance: Dé recebeu passe à frente após cobrança de lateral, dominou, levantou e começou a fazer embaixadinhas até conseguir a altura necessária para dar um belo voleio que, azar, saiu por cima do gol.
O Diabos Negros, no entanto, ainda teria mais uma chance de ampliar o placar (ainda mais) após cobrança de falta com efeito de Miluzzi. Pena, para ele, que a bola teve o mesmo destino do voleio de Dé...
Com a vitória, o Diabos Negros respira um pouco mais aliviado e vê suas chances de classificação crescerem consideravelmente de escapar e até de classificar, já que está a um ponto do G-6. Porém, pára se classicar, precisa vencer Coringa e torcer pelo Joga 13 contra o Só Canelas. O Maciota’s vive situação pior: na 9ª colocação, encara o líder Rabeloska e precisa torcer contra seus concorrentes. No fundo, a luta do Maciota´s é pela sobrevivência na Prata...
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 8ª RODADA
My Balls 8 x 2 Bucets
MY BALLS GOLEIA BUCETS E SEGUE PRA DECISÃO
Após susto no começo da partida, My Balls não teve dificuldades para fazer gols e levar decisão da Ouro contra o CAV para a última rodada
Por Stela Aquino
O Bucets tinha a difícil tarefa de barrar o My Balls, que ainda luta pelo topo da tabela, sonhando com a vaga na Ouro em 2012, mas para isso precisa igualar o saldo de gols do rival CAV. Como se esperava, não conseguiu e tomou uma saraivada de gols e vai para a rodada final na zona de rebaixamento.
Foi pensando em diminuir a vantagem de gols do CAV que o My Balls entrou em quadra. Pedrinho teve duas boas chances nos 4 primeiros minutos de jogo. A primeira em jogada pelo meio da desorganizada zaga do Bucets; a segunda veio em um contra-ataque rápido, que resultaria no gol mais bonito da rodada, tivesse a bola entrado no gol...
Mas, para surpresa geral de todos que assistiam à partida, foi o Bucets que abriu o placar, com Matheus Scarpin, que chutou cruzado, da direita, acertando o canto oposto do goleiro Renato. Gritaria da torcida do lado de fora (leia-se CAV).
Após tomar o gol, o My Balls resolveu investir todos os seus esforços em reverter a situação, e a zaga do Bucets simplesmente não tinha pernas para acompanhar a boa movimentação do rival. Por isso mesmo, aos 12 minutos, o árbitro marcou uma falta a favor do My Balls praticamente na entrada da área. A jogada ensaiada funcionou perfeitamente. Paulinho Caieiro fingiu que ia bater, e a barreira subiu. Pipi chutou e a bola entrou no canto esquerdo do gol, por baixo da barreira. 1 x 1.
O My Balls era muito superior, mas por se lançar todo ao ataque, deixava espaço para o contra-ataque, que veio aos 17 minutos. João Guilherme, após desarme, saiu com a bola do próprio campo e, sozinho, levou-a até o gol. 2 x 1 para o Bucets em um bonito gol.
Foi o despreparo do Bucets para manter o resultado que deixou o My Balls empatar. Lucas Manzano fez o 2 x 2, aproveitando-se da desconcentração geral da zaga. Buga, em seguida, chutou com liberdade do meio da área e virou o jogo. A partir daí, a intenção era golear. Não deu tempo nem do Bucets respirar e tentar virar. Nos últimos instantes do primeiro tempo, Lucas, sempre ele, fez o 4 x 2, sem a menor dificuldade. O bom momento do Bucets parecia uma lembrança antiga e do lado de fora ninguém mais se surpreendia com o placar.
O segundo tempo começou, acreditem, com o Bucets no ataque. Pedro Tommasi chutou da entrada da área, mas errou o alvo. Minutos depois, João Guilherme mandou pro gol com força, em cobrança de falta, mas o goleiro Renato espalmou.
Aos 7 minutos, o jogo caiu no marasmo. O My Balls marcava bem e o Buctes não tinha sucesso no ataque. Foi quando, após cometer mais uma falta no meio de campo, Matheus Scaprin recebeu seu segundo amarelo e teve de sair do jogo com o azul.
Depois da polêmica, o My Balls aproveitou o momento de fragilidade emocional do Bucets para golear. Aos 12 minutos, Paulinho Caieiro fez um belo gol, com direito a drible em dois zagueiros. 5 x 2 que logo se transformou em 6 x 2 quando Tabeti entrou na área adversária com facilidade e chutou no meio do gol.
O Bucets não tinha sorte nos contra-ataques esporádicos, e seu goleiro também não fazia uma boa partida, caindo atrasado em vários dos gols sofridos. Aos 15 minutos, o My Balls reclamou de um pênalti, após o defensor Bruno Pereira ter dado uma cotovelada no atacante adversário. O árbitro, porém, mandou o jogo seguir.
O Bucets teve duas chances de marcar, já quase no fim da partida, uma em cobrança de falta de Pedro Tommasi, e outra em contra-ataque puxado por Marcelo, que concluiu para fora.
Ainda deu tempo do My Balls aumentar a diferença no placar. Aos 21 minutos, Paulinho Caieiro marcou pela esquerda da defesa do Bucets. 2 minutos depois, Manzano chutou com força em cima do goleiro Felipe, que não conseguiu segurar, espalmando pro meio da área. Magrão aproveitou a sobra e fez o 8 x 2, fechando a goleada.
Com o resultado o Bucets amarga a última colocação, uma vez que o Canhedo Beppu não disputa mais a competição. Já o My Balls continua na cola do CAV, com 19 gols de saldo, enquanto o rival tem 23. Na última e decisiva rodada, o My Balls enfrenta o Acidus, 3º colocado, e o Bucets, o Roletinha.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA
Só Canelas 4 x 2 Obrigado Senhor
VITÓRIA COLOCA SÓ CANELAS NA ZONA DE CLASSIFICAÇÃO
Time de Pirituba decidiu partida no primeiro tempo e agora só depende de si mesmo para se classificar
Por Tamires Paulino
O jogo entre Só Canelas e Obrigado Senhor foi daqueles literalmente resolvido no primeiro tempo. Quase todos os gols, com exceção a um, saíram na primeira metade do jogo, sendo reservada à segunda metade a movimentação de bola, o jogo mais cadenciado.
No começo, a partida mostrou-se bem mais corrida. Logo de cara o Só Canelas abriu o placar com Tony, após bate e rebate na área. Em seguida, tão rápido e tão do nada quanto o primeiro gol, veio o segundo, com Deivison. Parecia que o Só Canelas ia impor seu ritmo de jogo, mas não foi o que aconteceu, pois o Obrigado Senhor logo acordou. Primeiro, Lucas Oliveira deu um chute em cima do goleiro, que espanou de qualquer jeito e a bola acabou passando e saindo pela linha de fundo. Na segunda vez, no entanto, ele não perdoaria: deu um chute de fora da área e acertou o gol, diminuindo o placar.
A partida continuou agitada, e o Só Canelas tentava a todo custo aumentar a diferença no marcador para evitar levar tão apertada distância para o segundo tempo, que a essa altura já e aproximava. O Obrigado Senhor, por outro lado, buscava empatar logo, assim teria mais tempo para, quem sabe, virar. Claro que a missão não estava fácil para ambas as equipes, e isso só tornou o jogo mais ágil – pelo menos até o apito que marcava o fim da primeira parte.
Após certo tempo, depois de cobrança de escanteio, Deivison jogava, mais uma vez, um balde de água fria nos jogadores adversários, empurrando a bola para o gol e marcando o terceiro do Só Canelas. No entanto, logo depois e contando com a sorte, Hugo chutou cruzado e a bola bateu no pé do travessão e nas costas do goleiro, que acabou saindo, deixando o placar em 3 x 2.
Ainda no primeiro tempo, o último lance quase dá o empate ao Obrigado Senhor. Lucas Oliveira e Cabe tabelaram até o gol; no último lance, Cabe chutou em cima do goleiro – bem quando o árbitro apitava fim da primeira parte do jogo.
No segundo tempo, muita movimentação de bola, toques e utilização do tempo de forma cadenciada. Ocorreram também, claro, muitas chances de gol desperdiçadas. Belo exemplo: aos 3 minutos, Tony chutou cruzado ao gol pela lateral esquerda, a bola resvalou no travessão e saiu. Ele poderia ter aumentado a vantagem do Só Canelas no placar. No entanto, nem todos os esforços eram em vão. Logo em seguida, graças a Felipe, saiu o quatro gol do Só Canelas – o único no segundo tempo. A partir daí, dá-lhe chances desperdiçadas.
Aos 9 minutos, Tony recebeu passe à frente, tocou de calcanhar para Dinho pela linha de fundo e este chutou em cima do goleiro. Minutos depois, Rê cobrou bem uma falta pelo meio; o goleiro espalmou. Pelo lado divino, Lucas Oliveira cobrou falta e o goleiro defendeu no susto, abusando do reflexo. Depois, Thales tentou ganhar espaço na entrada da área, limpou os marcadores e chutou... à direita do gol.
No último lance importante da partida, a chance mais bonita (e perdida): Lucas Oliveira recebeu cruzamento e deu bela bicicleta em cima do goleiro. Um daqueles gols em que você diz para si mesmo “merecia ter feito”, independente do time que está jogando ou para qual está torcendo.
A vitória do Só Canelas marca arrancada à zona de classificação, finalmente alcançada após início derrapante. Resta saber se conseguirão se manter na rodada subsequente, a última da fase de grupos do torneio, quando enfrentam o Joga 13. Já o Obrigado Senhor, o terceiro colocado, encara o vice-líder, o Elefantes, querendo justamente ir direto para as quartas de final.
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 8ª RODADA
Joga 13 5 x 3 Camelo
JOGA 13 VENCE CAMELO, PRATICAMENTE REBAIXANDO OS MENINOS DA PIZZARIA
Com destaque para Fino e Noal, que marcaram 3 gols cada um, partida decidiu situação dos times
Por Tamires Paulino
No jogo entre Joga 13 e Camelo, o que se destacou foi a tentativa do segundo de se segurar com todas as forças às chances que ainda tem de se manter na Prata. No entanto, o primeiro estava lá, firme e forte, para não perder pontos e garantir sua vaga na fase final. Objetivo conquistado. Já o Camelo... Para ficar na Prata, só um milagre.
Logo de cara, os times foram para o ataque. Em um dos lances que levou mais perigo pelo 13, Lucas chutou da lateral esquerda rente ao gol, mas a bola saiu pela linha de fundo. O resultado da pressão: o primeiro gol não tardou nada a sair. Daniel recebeu à frente, driblou o goleiro e tocou para Fino, que tirou do marcador e fez o primeiro – e belo – gol do Joga 13. Ele ainda marcaria mais dois gols na partida, mas isso fica para mais tarde.
O Camelo, porém, empatou rápido, e sempre com ele, Noal. O artilheiro marcaria mais dois na partida, mas neste ele fez o básico – recebeu dentro da área e marcou. Pelos próximos minutos a partida ficou mais equilibrada, com chances para ambos os lados. Pelo 13, Rogério cobrou falta rente ao travessão; pelo Camelo, ataques que terminavam na linha de fundo em ambos os lados do gol. Finalmente, porém, o gol acabou saindo para o Joga 13: Lucas veio carregando pela lateral esquerda, trouxe para o meio na entrada da área e marcou.
Mais uma vez, como de praxe, o empate não tardaria a acontecer. Noal chutou da entrada da área, o goleiro caiu para fazer a defesa e acabou dando azar; a bola bateu em seu pé e entrou. Ainda no primeiro tempo, um último lance: Rafael Rizzo tocou para Cris Dantas pelo meio, que cruzou para Iago chegar de carrinho. A bola bateu no goleiro e subiu.
No segundo tempo, a situação se inverteu e o equilíbrio até então vigente na partida se desfez. Logo no começo, Giba chutou da entrada da área, no canto direito e marcou o terceiro gol do Joga 13. Na jogada seguinte, ele mesmo recebeu passe à frente e tentou fazer o gol de calcanhar, mas a bola foi para fora.
A partir do próximo lance começaria o show dos artilheiros. Primeiro, Fino, pela lateral esquerda, chutou cruzado e ampliou: 4 x 2. Depois, Noal desviou um passe com o pé por cima da meta adversária para, em seguida, dar uma belíssima bicicleta, daquelas de acertar a bola em cheio. Infelizmente, faltou pontaria para acertar o gol. Noal ainda protagonizou mais duas jogadas seguidas: em uma recebeu à frente e deu um belo giro para se livrar do marcador, chutando a bola em cima do goleiro. Na outra, o gol finalmente saiu: após cruzamento, o camisa 9 marcou de cabeça o terceiro de seu time.
No entanto o placar não ficaria assim tão próximo. No último lance da partida, Fino – ele mesmo! – chutou de fora, a bola desviou e entrou, encerrando o placar em 5 x 3 e dando a vitória à sua equipe e afundando o Camelo ainda mais em sua já difícil situação.
O Joga 13, já classificado, joga com o Só Canelas na próxima rodada. O Camelo, sem chances matemáticas de classificação, cumpre tabela contra o terceiro colocado Xoras, mas ainda pode dificultar a vida adversária. Lanterna, com 4 pontos, precisa vencer e torcer contra Diabos e Coringa e Maciota´s. A pensar que Diabos e Coringa têm confronto direto, o Camelo precisa que Maciota´s perca e o próprio Camelo goleie. Parece que agora a única competição em que o Camelo realmente tem alguma chance de levar a melhor é a artilharia, já que com os 3 gols desse jogo Noal está em segundo lugar, um gol atrás do atual goleador do campeonato, Caballero, do Acidus.
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