JEREMIAS SURPREENDE, GOLEIA E ELIMINA REAL PAULISTA
Toretta e Camillinho comandam a esquadra azul, que soube se defender muito bem e matar o jogo para mandar o atual campeão pra casa mais cedo
Por Luiz V. Andreassa
As oitavas de final da Ouro já começaram com um resultado que pode ser considerado uma zebra: o Jeremias goleou o atual campeão por nada menos que 5 x 2 e se classificou com méritos para as quartas. Méritos estes que foram um ataque eficiente e uma defesa quase instransponível, justamente algumas das qualidade que levaram o Real ao título no semestre passado.
A partida começou – e assim ficou na maioria do tempo – com um ritmo lento, apesar da vontade e disposição dos jogadores. Também pudera: eles tiveram de disputar a complicada peleja debaixo do sol desértico das 14h. O Jeremias foi quem começou melhor, chegando mais ao ataque, como no lance em que Marcelo Toretta arriscou um bonito chute do meio da quadra e obrigou Alemão a trabalhar pela primeira vez.
Entretanto, com o passar dos minutos, o Real começou a dominar a posse de bola, fazendo o rival se encolher enquanto procurava espaços para marcar. Foi justo neste momento que o time azul começou a mostrar seu poder de decisão, apesar da incrível chance perdida por Pedro Lodetti, que na cara do gol mandou para fora após receber passe de Marcelo. Mas não teve problema, pois pouco depois o camisa 15 se redimiu ao disputar no alto uma cobrança de escanteio de Camillinho e, mesmo marcado, conseguir botar para dentro. Dois minutos depois, a zaga merengue afastou mal uma bola alçada na área e ela sobrou para Camillinho, na direita, emendar uma bomba sem deixá-la cair no chão. Chute indefensável, um golaço.
Com a desvantagem, o Real Paulista voltou a dominar as ações, procurando espaços diante da bem postada zaga rival. E foi num dos poucos buracos que achou que Thiaguinho enfiou uma bela bola para Paulinho dominar na cara do gol e descontar no placar. O tento animou o Real, que passou perto de empatar em finalização de calcanhar de Thiaguinho e em cobrança de falta de Marquinhos que Gustavo defendeu. A jogada mais bonita, contudo, foi do Jeremias: Gui Ferreira tabelou com Marcelo, recebeu passe no alto e completou com um chute forte, só não fazendo um golaço porque Alemão apareceu bem para impedir.
Depois de algumas tentativas do time branco que não deram certo, o árbitro apitou o fim do primeiro tempo. Na etapa final, o atual campeão voltou mais inspirado e mais avançado, procurando a igualdade com Panela e Marquinhos, mas sem resultado. Com isso, o Jeremias novamente interveio no bom momento adversário balançando as redes: Camillinho recebeu na ponta esquerda e cruzou para Marcelo chegar batendo de trás, tirando do goleiro para ampliar a vantagem.
Contudo, não demorou para o Real Paulista reagir e voltar para o jogo com um golaço. A jogada foi marcada por uma bela triangulação que se fez pela tabela entre Paulinho e Fábio Assumpção, a qual terminou com um passe do segundo para Panela completar dentro da área. 3 x 2.
O desconto animou o Real, porém esse ânimo não foi salutar pois a equipe passou a atacar sem inspiração, deixando espaços em sua defesa. Com isso, não foi difícil para a esquadra azul reconquistar a boa vantagem. O exemplo vivo disso veio aos 15 minutos: Marcelo aproveitou um passe equivocado do ataque merengue, arrancou sem obstáculos a sua frente, saiu na cara do gol, driblou Alemão e anotou 4 x 2 com estilo. Depois de Pedro Lodetti dar trabalho ao rival com suas jogadas, Danilo Pesce apareceu para praticamente definir a classificação. O camisa 14 tentou finalizar, a bola pegou na defesa e sobrou para ele mesmo emendar um belo e forte chute que venceu o arqueiro.
Ainda houve tempo para o Real descontar com uma pintura de Choco e sonhar vagamente com o empate. O atacante arrancou pela esquerda, passou por dois marcadores num só drible, invadiu a área e bateu de bico. Golaço. No final, Marcelo quase fez mais um para o Jeremias ao mandar uma bomba que explodiu no travessão e fez muitos torcedores reclamarem que ela teria entrado. Preto ainda perdeu a chance de pôr fim às dúvidas ao completar para fora no rebote. Mas não fez falta. Com o 5 x 3 indiscutível no placar, o Jeremias conseguiu a classificação e terá pela frente o tricampeão SNG nas quartas, procurando surpreender de novo e descontar a goleada sofrida na fase de classificação.
XII CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL
Bufalos 2 x 1 Di Primeira
BUFALOS É MAIS EFICIENTE E SUPERA DI PRIMEIRA
Em jogo truncado e de poucas chances, Diogo Moraes foi o destaque da partida fazendo os dois gols de seu time e falhando no tento rival
Por Luis V. Andreassa
Bufalos e Di Primeira entraram em quadra disputando uma vaga nas quartas de final com diferentes perspectivas. A equipe azul, comandada pelo seu camisa 10, Dinho, já tem certa experiência no torneio, tendo sido semifinalista na edição passada. Por outro lado, o adversário debuta na Ouro e já conseguiu a tão sonhada vaga na fase final com uma dose alta de sofrimento. No fim das contas, prevaleceu o time mais rodado, acostumado aos jogos mais truncados e pegados da elite do Chuteira.
“Truncado” e “pegado” talvez sejam as melhores palavras para definir o que foi a partida na maior parte do tempo. Com isso, as chances de gol custavam a aparecer. O primeiro momento de maior perigo só veio depois de alguns minutos jogados, quando Lê avançou pela esquerda passando pela marcação e chutou. Cidrão deu rebote e ele mesmo tentou de novo, mas Marco Mendes apareceu para salvar o Bufalos.
O gol não anotado fez falta, pois pouco depois Diogo Moraes cobrou lateral pelo lado direito, a bola bateu em Simon na boca do gol e entrou. Como a arbitragem evita dar gol contra no society, tento assinado para o camisa 2 azul.
O Di Primeira passou perto de reagir minutos depois em cabeçada de Dri que acertou o travessão. Por sua vez, o Bufalos tentou ampliar com Dinho, mas ele não estava em um dia inspirado, chegando a perder grande chance cara a cara com o goleiro após receber passe açucarado de Fernando Cidrão. Em resposta, Dri deu uma de garçom servindo Lê e Dodo, porém ambos pararam em defesas do goleiro.
No final da primeira etapa, o time tricolor passou a dominar a posse de bola e a ocupar o campo de ataque, apesar de o rival ainda assustar quando chegava à frente. No último lance de perigo, Dadinho alçou a bola na área para Dri cabecear e Cidrão defender. No segundo tempo, o panorama e o ritmo de jogo não mudaram muito, mas o placar não demorou a ser modificado. Aos 5 minutos, Diogo Moraes saiu jogando mal pelo lado direito, Dodo ficou com a bola e rolou para Dadinho, pelo meio, chutar a gol. O guarda-metas não segurou a redonda e ela sobrou limpinha para Showza deixar tudo igual.
O gol sofrido fez o Bufalos recuperar o ímpeto ofensivo e partir para cima. Fernando Cidrão quase assinou uma pintura ao dominar um passe de Dinho dando um chapéu no adversário e completando-o com um chute no alto que subiu um pouco mais do que deveria. Na sequência, Dinho roubou a bola de Dadinho pelo meio, abriu espaço e finalizou para defesa de Ferrugem. A próxima jogada coroou a insistência bovina: Fernando Cidrão tentou um drible na entrada na área, a bola bateu na marcação e sobrou para Diogo Moraes chegar batendo rasteiro, no cantinho, e se redimir do erro de um tempo atrás.
Foi então a vez do Di Primeira voltar a buscar o ataque, contudo viu que o rival se dava bem quando precisava se fechar sem tomar sufoco. Na melhor chance de empate, Dri completou lançamento de trás de cabeça, a bola pegou na trave esquerda e a zaga tirou no rebote. Lê, por sua vez, tentou com chute colocado pela esquerda que passou tirando tinta da trave direita. O Bufalos respondeu em cobrança de falta de Dinho que Dadinho tentou tirar e obrigou o companheiro Ferrugem a ir no ângulo para fazer grande defesa.
A empolgação quase fez Kaike pôr tudo a perder quando ele deu um belo drible no marcador e perdeu ao tentar sair de Lê, que avançou e de novo tentou bater com jeito, mandando a bola rente à trave. Por outro lado, Fernando Cidrão também passou perto de deixar o seu ao receber lançamento do primo Léo, dominar e finalizar cruzado com perigo. Nos últimos lances, o Di Primeira se lançou de vez ao ataque, mas o paredão à sua frente se mostrava quase impenetrável, bloqueando as tentativas de finalização. Na última chance, Lê tentou de fora da área e mandou por cima.
Com experiência e sorte em alguns momentos, além de uma boa capacidade para se defender quando o ataque não se mostrava inspirado, o Bufalos conquistou a vitória tão suada e difícil. Agora a equipe tem pela frente o Mulekes nas quartas de final, enquanto o Di Primeira se despede honradamente da Ouro, tendo a certeza de que surpreendeu a muitos por quão longe chegou.
XII CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL
Arouca Jrs. 4 (1) x (0) 3 Estudiantes de la Vila
COM UM A MENOS, ESTUDIANTES CAI APENAS NO GOL DE OURO DIANTE DO AROUCA JRS.
Maurinho brilhou durante os 50 minutos, assim como o Estudiantes, mas linda jogada de Bruno Vellozo na morte súbita garantiu a classificação do Arouquinha para as quartas de final
Por Luiz V. Andreassa
Logo de cara dava para ver que a partida entre Arouca Jrs. e Estudiantes seria diferente. Se por um lado o Arouquinha lamentava o desfalque de Nelsinho, o pequeno número de jogadores da equipe tricolor chamou mais a atenção: eram apenas cinco homens de linha mais o goleiro Tucano. Em casos assim, geralmente alguém chega depois que a bola rola, mas isso não aconteceu, o que demonstra a falta de comprometimento dos jogadores do Estudiantes em um jogo de tanta importância. Ainda mais numa quadra de maiores dimensões.
Para vencer o forte adversário, o time de Maurinho teria que superar os limites numéricos de uma forma mais do que heroica. E, surpreendentemente, o Estudiantes começou jogando melhor, pois o Arouquinha parecia não saber tirar proveito da situação, sentindo dificuldades para atacar e, principalmente, para marcar. Com isso, aos 4 minutos, Alemão descolou lançamento longo para Maurinho dominar à frente pelo lado direito e, com a qualidade que lhe é costumeira, mandar um belo chute cruzado para vencer Gui Rodrigues. No lance seguinte, o camisa 13 devolveu o favor e passou para Alemão bater rasteiro, tentativa que desta vez o goleiro conseguiu evitar, em dois tempos.
O revés acendeu o alerta para a esquadra amarela e azul o que, junto com a entrada de Wellington na zaga, fez o time se organizar, pôr a bola no chão e fazer valer a vantagem. Assim, o empate não demorou a vir. Aos 9 minutos, Galizé recebeu pelo flanco esquerdo na linha de fundo e cruzou para Washington completar na boca do gol. Pouco tempo depois, o empate se transformou em virada: Gothardo dominou pela direita e rolou para Washington chegar de trás, batendo rasteiro da entrada da área para anotar o seu segundo tento na partida.
Os dois gols sofridos pareciam fazer a esperança do Estudiantes desmoronar, já que a equipe não mostrava forças para reagir. Com isso, o adversário continuou melhor e quase ampliou com um chute de sem pulo de Washington que pegou na rede pelo lado de fora e na chegada de Leozinho, que parou em boa saída de Tucano. Contudo, a próxima chance não foi desperdiçada. Após uma bola alçada na frente, Washington resolveu dar uma de garçom ajeitando para Tony sair na cara do gol e fazer 3 x 1.
Quando parecia que uma reação seria quase impossível, o Estudiantes viu uma luz brilhar no fim do túnel. Apenas um minuto depois de levar o terceiro tento, Marcos Aurélio aproveitou o rebote de um chute vindo de trás para empurrar a bola pra dentro e recolocar seu time no páreo.
O gol mudou a história do que seria o segundo tempo. Se antes todos esperavam que o Arouquinha apenas administrasse a situação, agora a equipe se viu obrigada a se defender das investidas do rival, como na jogada em que Maurinho passou para Alemão e este encontrou Julio Sérgio na esquerda, mas este parou em defesa do arqueiro. Pouco depois, Maurinho chutou uma bola no alto, ela bateu no chão, subiu e encontrou Julio Sérgio na área, mas o camisa 18 cabeceou para fora, perdendo nova chance.
O Estudiantes dominava a posse de bola, porém um período de menos chances de gol favoreceu o rival, que quase ampliou em contra-ataque que deixou Gothardo na cara do gol para parar em defesa de Tucano. A insistência e a luta da equipe tricolor foram recompensadas com muito estilo aos 20 minutos, quando a partida era dramática. Uma bola disputada na lateral direita foi parar dentro da área, onde Maurinho girou um voleio espetacular. A bola ainda bateu na trave antes de entrar, fazendo do golaço uma verdadeira e genuína pintura. Como se não bastasse, Maurinho passou para Alemão na esquerda finalizar e acertar a trave.
A última chance de gol da partida foi do Arouca Jrs., em lance no qual Deh dominou na entrada da área, abriu espaço e finalizou para defesa do goleiro. Com o empate em 3 x 3 no tempo normal, a vaga teve de ser decidida na prorrogação. Em um minuto de prorrogação, para ser mais exato. O Estudiantes deu a saída e, após trocar alguns passes, perdeu a bola para o rival, que não desperdiçou a posse, principalmente quando a redonda caiu nos pés de Bruno Vellozo. O camisa 2 fez uma jogada sensacional, driblou dois defensores e passou para Leozinho no lado direito dominar e bater forte para colocar o Arouquinha nas quartas de final do Chuteira de Ouro.
A próxima parada do time de Galizé é nada menos que o Bacana, líder do Grupo A na primeira fase, um desafio e tanto para uma equipe que vem surpreendendo no atual campeonato.
XII CHUTEIRA DE OURO: OITAVAS DE FINAL
SPQSF 1 x 0 Só Resenha
JAJA COLOCA SPQSF NAS QUARTAS DE FINAL
Com golaço de seu artilheiro, time bate Só Resenha e vai para as quartas pela primeira vez
Por Luiz V. Andreassa
O duelo entre SPQSF e Só Resenha, a despeito de ter tido apenas um gol, foi o mais emocionante e movimentado dos quatro jogos das oitavas de final, sob todos os aspectos. A emoção na briga pela vitória, a correria incessante em quadra, os momentos decisivos protagonizados pelos craques, as defesas elásticas dos goleiros, o clima quente entre os jogadores e o desentendimento desnecessário na arquibancada ao fim foram alguns dos ingredientes que deram sabor de conquista de campeonato à heroica e inédita classificação da esquadra laranja.
Apesar de tudo isso, as chances reais de gol demoraram a dar as caras. A primeira delas talvez tenha sido o chute do resenheiro Fabrício, que mandou por cima da meta de fora da área após passar pela marcação. Pouco depois, o companheiro Darian fez boa jogada e arriscou do meio da quadra, obrigando o goleiro Marcelo a trabalhar. Aos 14 minutos, o SPQSF chegou à frente com maior perigo quando Jaja recebeu na direita, encarou a marcação e bateu cruzado perto da trave. Para não deixar barato, Danilo replicou com finalização de sem pulo dentro da área que foi para fora.
O equilíbrio era reinante em quadra e os ataques não tinham muito espaço livre para planejar e executar suas ações, pois a velocidade e a disputa tomavam conta de cada palmo. O Resenha demonstrava ser mais rápido e mais técnico quando chegava à frente, porém ambas as equipes esperavam que seus principais jogadores pudessem decidir a parada. Um deles, o ala laranja Diego Dicredo, fez sua tentativa completando cruzamento à meia altura com uma bicicleta estranha, mandando para fora quando poderia ter concluído de outra forma. Também Jaja resolveu aparecer e dar trabalho à defesa adversária, primeiro batendo de chapa do bico da área para fora e, depois recebendo de Diego na entrada da área antes de girar, chutar e exigir defesa de Pirulão com o pé.
A última oportunidade da primeira etapa veio em finalização de Cris Nicolas de fora da área. A bola desviou na zaga e saiu com perigo assustando o goleiro Marcelo. Falando nele, como é de praxe no SPQSF, o camisa 12 deu lugar no segundo tempo ao companheiro Serafim, o qual levou um susto logo aos 3 minutos quando Danilo completou passe de lateral e fez a bola raspar a trave. Contudo, o panorama não era muito diferente no segundo tempo: muita correria, disputa, vontade e poucas chances. Tanto que a próxima demorou uns 6 minutos para aparecer: Darian avançou à linha de fundo pelo lado esquerdo e bateu para defesa do arqueiro.
Por um momento, o SPQSF passou a ser mais incisivo e a criar mais chances de gol. A primeira delas foi de Douglas Serafim, que recebeu na meia direita e bateu cruzado, obrigando Pirulão a defender com o pé. Na sequência, Jaja arriscou de fora da área e mandou no ângulo, parando em grande intervenção do arqueiro. A próxima jogada foi a decisiva, mudando o destino de toda a partida: Jaja dominou pelo meio e, com a bola no alto, mandou um petardo de sem pulo, letal e indefensável. A bola ainda bateu na trave para dar um charme a mais e coroar o tão importante tento com uma beleza diferenciada. Golaço!
Em desvantagem no placar, só restava ao Resenha partir com tudo para o ataque, e logo após o revés a equipe verde passou perto de deixar tudo igual. Mirandinha encheu o pé pela direita e obrigou Serafim a ir no cantinho para espalmar e ceder o tiro de canto. Na cobrança, Cris Nicolas subiu mais que todo mundo no primeiro pau e só não marcou porque a pelota pegou caprichosamente na trave e saiu.
Para mostrar que não ficaria tomando pressão, o SPQSF reagiu com lance no qual Luan recebeu em boas condições na área, demorou para concluir e teve de rolar para Diego Dicredo chegar finalizando rasteiro de trás, o que exigiu intervenção do guarda-metas.
Nos últimos minutos a emoção tomou conta da quadra e das torcidas, que ajudavam a esquentar o clima com sua gritaria e suas provocações – muitas vezes desnecessárias. O Só Resenha partia com tudo para cima comandado pelo camisa 10 Darian, enquanto o time laranja se defendia como podia com a disposição de Rick – defensor acima do peso que virou alvo da torcida rival, deu umas pixotadas mas conseguiu cumprir o seu papel. Na frente, sua equipe tentava contra-atacar e chegava a perder algumas boas chances de decidir a parada.
Em cobrança de falta, Darian chutou forte e Serafim defendeu. Pouco depois, Danilo dominou pelo meio e bateu de direta, muito perto da trave. Na última chance de empate, o mesmo Danilo recebeu passe na área mas não conseguiu dominar. Com isso, foi confirmada a classificação suada e sofrida do SPQSF, que a comemorou como um título, tamanha a alegria vista no rosto dos jogadores, principalmente do empolgado herói Jaja. Agora, o próximo desafio é contra o forte time do Arouca.
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