XTJ DESPACHA IRADO´S E SEGUE EM FRENTE NA LUTA PELO CANECO
Xaropes pressionaram desde o início e provaram por que tem time para ser campeão; BB Chapeleiro fez lindo gol de cobertura para selar a vitória
Por Douglas Almasi Santos
O Irado´s bem que tentou. Correu, marcou, atacou e, em determinados momentos, teve até uma superioridade. Porém, o XTJ provou por que terminou a fase de classificação na liderança do Grupo B e despachou o time de Will Eirado, garantindo sua classificação às quartas de final. Magu foi o destaque, infernizando a zaga adversária com sua velocidade e categoria. Agora, os ‘xaropes’ enfrentarão o Absolutos no caminho para a final. Já o Irado´s se despede do semestre cercado de incertezas em relação ao elenco e até à manutenção da equipe.
O técnico Weinny Eirado colocou seu time para defender. A proposta era atrair o XTJ para seu campo, roubar a bola e partir para o contra-ataque, principalmente com Murilo. Porém, o time do arqueiro Kráudio faz uma temporada irrepreensível e jogou da mesma forma que o levou à Série Prata: marcação sob pressão e muita rapidez no toque de bola.
A equipe começou arriscando com um chute de longe, quando Fava soltou o pé antes da linha divisória da quadra e fez Alan se esticar todo no canto esquerdo para jogar a escanteio. Logo depois, a bola foi alçada na área do Irado´s, Guedes acertou um lindo voleio no meio do gol, mas Alan novamente espalmou.
E, com tanta pressão, o tento dos ‘xaropes’ não demorou a sair. Saída errada da zaga do Irado´s, Guedes tocou para Bob na esquerda, e este pegou de primeira para abrir o marcador, sem chances a Alan. Em desvantagem, o time de Saninana saiu em busca do empate. Cobrança de falta na direita, Özil chutou forte à área, cruzado, mas Fabrício chegou atrasado e não conseguiu completar. Acuado, o Irado´s não conseguia criar chances. Em contrapartida, o XTJ exercia boa marcação, sem dar espaços. E foi com essa pressão que os ‘xaropes’ ampliaram. Bola aberta na direita, Guedes avançou e encheu o pé, a bola foi cruzada e entrou no ângulo direito de Alan. Um lindo gol para contemplar a até então excelente partida realizada pelo XTJ.
Mas a resposta foi imediata: cobrança de escanteio, Murilo dividiu de cabeça com o goleiro e a bola sobrou limpa para Fabrício apenas empurrar de cabeça, com o gol vazio, às redes – e colocar fogo no jogo. Animado, o Irado´s visava o empate. Saída errada de Fava, Fabrício se aproveitou e arriscou forte chute, mas Kráudio estava atentou e fez a defesa. Porém, a tentativa de reação cessou por aí, já que o XTJ retomou as ações de meio de quadra, voltando a controlar o jogo. Guedes recebeu na entrada da área e chutou rasteiro no canto, Alan se esticou e espalmou. O arqueiro salvou na primeira, mas nada pode fazer depois: após bate e rebate na zaga, a bola sobrou para Magu encher o pé e fuzilar, marcando 3 x 1 aos ‘xaropes’.
O Irado´s quase diminuiu com Özil, que recebeu passe de frente para o gol e chutou no canto esquerdo, mas Kráudio jogou à lateral. No final da etapa primeira, ambas as equipes ficaram próximas ao gol. Cobrança de lateral à área, Rafael Lucas desviou e Alan defendeu no susto. A resposta chegou um pouco depois: cobrança de lateral, Murilo desviou de cabeça e acertou a trave.
A segunda etapa tinha tudo para ser emocionante. Porém, poucas foram as chances criadas pelos dois lados. O Irado´s, em desvantagem, partiu para cima. Após lateral, Özil surgiu na área e deu uma pucheta, mas Kráudio estava atento e defendeu. Depois, em cobrança de falta pela esquerda, Murilo soltou a bomba no canto direito, e Kráudio fez a defesa novamente. Em seu melhor momento no jogo, o time dos irmãos Eirado conseguiu diminuir a desvantagem. Cobrança de lateral na segunda trave, e Fabrício surgiu para testar firme e manter o sonho da classificação ao Irado´s.
O XTJ havia tirado o pé, e viu o adversário crescer e gostar do jogo. Todavia, ao sofrer o segundo tento, a equipe voltou a atacar – na tentativa de liquidar a fatura. Rafael Lucas avançou pelo meio e chutou, a bola saiu por cima da meta de Alan. Depois, Bob recebeu na esquerda e chutou forte, mas a bola foi para fora. O golpe de misericórdia ao Irado´s veio em cobrança de lateral: Magu pegou de primeira, de pé esquerdo, e ampliou aos ‘xaropes’.
Um pouco depois, no último lance do jogo, a bola foi lançada ao ataque a BB Chapeleiro. O camisa 11 percebeu a saída precipitada da meta de Alan e, com extrema categoria, colocou de cobertura, dando números finais ao jogo. BB ainda tirou onda com o repórter, comemorando o tento tirando o chapéu. Mas foi o público que tirou o chapéu a ele pelo bonito gol marcado.
Nas quartas, o XTJ encara o Absolutos, que sem muito alarde vai chegando longe.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Absolutos 2 x 0 Toque Me Voy
ABSOLUTOS APROVEITA MELHOR AS CHANCES E AVANÇA PARA A PRÓXIMA FASE
Com gols de Rapha Kfouri e Rafinha no segundo tempo, Absolutos vence Toque Me Voy
Por Nathan Laurino
Com o início da fase eliminatória, a partida começou em um ritmo acelerado com as duas equipes buscando o ataque. Com isso, o Absolutos começou melhor o jogo: logo aos 2 minutos, Marcelo ajeitou para Rafinha bater cruzado e ver o goleiro Zé Mario salvar o Toque Me Voy jogando a bola para escanteio. No minuto seguinte, Marcelo roubou a bola da defesa adversário, tabelou com Gian e bateu, balançando a rede do lado de fora. O camisa 7 do Absolutos começou o jogo ligado e dava muito trabalho para a defesa do Toque. Marcelo travava bom duelo com o zagueiro Diego, que ganhava todas no setor defensivo do Toque.
Com tantas chances desperdiçadas logo no começo da partida, o Absolutos imprimia um ritmo cada vez mais forte. Aos 7 minutos, Gian rolou para Luiz Miranda bater de pé direito e ver a bola explodir no travessão. Sendo pressionado, o Toque encontrava dificuldades na saída de bola. Os jogadores de frente movimentavam-se muito pouco e não davam opção para a equipe desafogar a bola lá de trás. Aos 13 minutos, Rafinha bateu cruzado e enfim venceu o goleiro Zé Mario, mas Magrão salvou de cabeça em cima da linha evitando o gol. No minuto seguinte, o mesmo Rafinha saiu cara a cara com o goleiro e tentou o drible, mas Zé Mario saiu bem do gol e salvou a equipe de Danilo Gomes novamente.
Após ser pressionado por boa parte do primeiro tempo, o Toque melhorou um pouco na partida. Aos 19 minutos, Roberto rolou para Fabinho bater meio desajeitado e levar perigo ao gol adversário. Nos minutos finais da primeira etapa, o Toque equilibrou o jogo e as duas equipes não criavam muitas chances de gol.
Na segunda etapa as duas equipes voltaram mais ligadas. No primeiro minuto, o Absolutos quase abriu o placar: Labate recebeu dentro da área e bateu, mas foi travado na hora “H” pelo camisa 4, Diego, que salvou o Toque. No minuto seguinte, o Toque respondeu: Gilberto cobrou lateral na cabeça de Desenho, que cabeceou e viu Demétrius fazer grande defesa. No lance seguinte, Desenho cobrou escanteio para Silas cabecear e ver o baixinho Gian salvar em cima da linha. O Toque era melhor no jogo e estava mais perto de chegar ao gol. Aos 4 minutos, Desenho tentou de bicicleta, mas ela saiu sem força e perigo.
Após ser pressionado no início do segundo tempo, o Absolutos voltou a equilibrar o jogo e enfim marcou seu tento. Aos 7 minutos, Rafinha aproveitou lançamento em diagonal e bateu cruzado para inaugurar o placar. Depois de abrir o placar, o Absolutos só saia na boa, tentando jogar no erro do adversário. Após o golpe, o Toque me Voy caiu de produção e com o passar do tempo se apavorou. Assim, aos 21 minutos, Gian fez boa jogada individual e chutou, mas Zé Mario praticou grande defesa. Aos 23 minutos, o Absolutos confirmou a vaga: Rapha Kfouri aproveitou a sobra e mandou a esfera para a rede.
No último minuto, Gian quase aumentou: o camisa 11 recebeu sozinho e soltou a bomba, mas Zé Mario fez milagre e evitou o gol. Com o apito final do árbitro, o Absolutos ficou com a vaga para as quartas de Finais do IV Chuteira de Bronze. O adversário será o XTJ.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Os Mostarda 2 x 4 Cabeça Rachada
CABEÇA RACHADA TEM TRABALHO PARA VENCER OS MOSTARDA
Após abrir 3 a 0, time do capitão Fabinho se acomoda e quase sofre o empate
Por Moacyr Junior
Quem esperava vida fácil para o melhor time da fase de grupos no duelo entre Cabeça Rachada e Os Mostarda, oitavo do Grupo B, se enganou. Com um time muito forte, que trabalha a bola sem pressa e com o sempre inspirado Tché, o melhor jogador da Bronze até o momento, o Cabeça fez o resultado mas desacelerou perigosamente, dando sobrevida ao Mostarda, que encostou no placar e deu sufoco. Ao fim, prevaleceu a experiência e o melhor futebol do melhor ataque da Bronze.
A primeira chance do jogo foi em chute de Tché, mas Dan, substituindo Polito, fez bela defesa espalmando a bola pra escanteio. Em seguida, foi a vez de Gody chutar para outra boa defesa do goleiro. Na terceira chance do jogo, o Cabeça abriu o placar. Gody recebeu na entrada da área e chutou forte de bico, sem chances para Dan.
Após o gol, o time verde e branco continuou atacando e quase ampliou com Tché, que recebeu passe pela direita e chutou a bola no travessão. A primeira boa chance dos amarelos veio com Biel. Da esquerda da área, ele chutou forte, mas Macaco espalmou a bola, que ainda bateu no travessão antes de sair. No lance seguinte, Tatá recebeu na área, tentou o chute, mas Fabinho travou na hora H.
A resposta do Cabeça veio em seguida, e veio forte. Fabinho recebeu escanteio da direita e emendou de primeira para fazer 2 x 0. Não demorou muito para Tché receber a bola na direita, pedalar para cima do marcador e chutar no alto na saída do goleiro. Golaço e 3 x 0.
Mesmo com folga no placar, o Cabeça não parava de atacar. Tché recebeu na entrada da área e chutou rasteiro, mas a bola explodiu no pé direito da trave, passou por trás de Dan e saiu. Depois disso o jogo mudou. O Os Mostarda passou a controlar o jogo e levar perigo. Véio bateu falta com força, mas Macaco fez boa defesa. Depois foi a vez de Lê ficar na cara do gol, mas Macaco realizou outra boa defesa antes da bola tocar de novo no travessão. A sorte estava do lado do ex-goleirão da extinta Equipe Bróder. Porém, ainda no primeiro tempo os mostardas finalmente diminuíram. Biel recebeu na entrada da área e chutou colocado, sem chances para o goleiro, que nem se mexeu.
O segundo tempo começou truncado. O Cabeça parecia acomodado com o resultado e, quando chegava ao ataque, desperdiçava as oportunidades. Já Os Mostarda não conseguia pressionar o adversário. Mesmo assim, a primeira grande chance da segunda etapa foi do time amarelo. Biel, sempre ele, recebeu na entrada da área, chutou na zaga, mas a bola voltou para ele, que chutou de novo. Macaco, atento, defendeu. O Cabeça tratou de responder. Tché chutou fraco de fora da área, Peu desviou de calcanhar, mas Dan defendeu no reflexo.
Os Mostarda tratou de entrar de vez no jogo quando George recebeu cruzamento rasteiro da direita e só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo do gol. 3 a 2. Apesar de ter encostado no placar, o time não conseguia criar chances reais de empate. A melhor tentativa foi com Tatá batendo falta de longe, mas que o goleiro defendeu.
O Cabeça Rachada percebeu que corria o risco de sofrer o empate e resolveu pedir tempo. Quando a partida recomeçou, Fabinho cobrou falta rolando para Tché, que chutou forte e a bola explodiu no travessão. No último lance do jogo, Fabinho, sem marcação, recebeu cruzamento da esquerda e fez o quarto gol do Cabeça Rachada, decretando a vitória e a passagem para as quartas de final, quando encara o Condor’s.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Inflação 3 x 2 Roleta Russa Clássico
INFLAÇÃO DOMINA MAS SÓ VENCE ROLETA NO FIM
Jogo coletivo e dedicação do início ao fim marcaram a vitória da equipe
Por Nathan Laurino
Como todos os outros duelos do IV Chuteira de Bronze deste sábado, o duelo entra Inflação e Roleta Russa Clássico valia uma vaga nas Quartas de Finais. As duas equipes entraram em quadra prevendo um duelo equilibrado e difícil.
O Inflação entrou em quadra mais ligado que o Roleta Russa e logo aos 4 minutos abriu o placar com o camisa 9, Rodella. O autor do gol se destacava no início do jogo, brigando muito com a defesa adversária e comandando a blitz do Inflação.
Tocando bem a bola e cadenciando o jogo, o Inflação não dava muitas chances ao Roleta e chegava sempre com muito perigo. Aos 8 minutos, Fabio arriscou de longe e carimbou o travessão. Três minutos depois, em boa trama, Preto pisou para Renatinho bater e mandar para fora. Aos 12 minutos, Altimar deu lindo cruzamento para Preto bater de primeira e ver Machado fazer defesa difícil.
O diferencial da equipe do Inflação era a ultrapassagem dos seus jogadores sem a bola. Os atletas se movimentavam muito e demonstravam bastante entrosamento. Aos 15 minutos, Preto rolou para Bocão que passou em velocidade e bateu cruzado, mas Machado fez a defesa.
Encontrando muitas dificuldades, o Roleta criava pouco. A primeira boa chance da equipe veio aos 17 minutos, quando Brunão deixou Nick sozinho com o gol e o camisa 5 balançou a rede para deixar tudo igual. Com o empate o Roleta se animou, foi com tudo para cima do Inflação e três minutos depois virou o jogo. Brunão deu linda caneta de calcanhar, colocou na frente e bateu na saída de Sandrinho. Um golaço!
Depois de ter levado dois gols em poucos minutos, o Inflação voltou para o jogo e chegou ao empate no finalzinho da primeira etapa. Aos 23 minutos, Leandro Ceará marcou e assim, em 2 x 2, o jogo foi para o intervalo. No segundo tempo, o cenário foi o mesmo. O Inflação dominava por todo o tempo e assustava o Roleta, que pouco criava. Rodella rolou para Thiago Dentão chutar por cima do gol. Um minuto mais tarde, Eloi arriscou de longe e carimbou a trave de Machado.
O Inflação atacava, o Roleta se defendia e esperava um lance individual de Brunão para tentar a vitória. Pois de tanto tentar o Inflação chegou ao gol da virada, e da vitória. Aos 18 minutos, Fabio bateu forte e Machado espalmou. Na sobra, Altimar cruzou e Bocão mandou a bola para a rede, garantindo o Inflação nas quartas de finais no confronto diante do surpreendente Elite, que goleou e eliminou o TNT.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Condor´s 3 (2) x (0) 3 Só Quem Sabe
CONDOR S ELIMINA SÓ QUEM SABE NOS PÊNALTIS
Em partida de muitas faltas e jogo truncado, equipe contou com ótima atuação do goleiro Zabala, que defendeu duas cobranças de pênalti, para passar pelo guerreiro Só Quem Sabe
Por Nathan Laurino
O duelo entre Condor s e Só quem Sabe era tido como dos mais abertos em termos de resultado por quase todos. E, de fato, a imprevisibilidade era no placar apenas, pois todos sabiam que sobrariam determinação e garra dos dois lados. Dito e feito, tanto que o jogo foi muito faltoso e truncado no meio de campo, com os sempre eficientes Guel e Peli pelo lado do Condor’s para desequilibrar. Ao fim dos 60 minutos – 50 de jogo e mais 10 de prorrogação – a definição que quem enfrentaria o Cabeça Rachada nas quartas sai nos pênaltis, quando Zabala, goleiro do Condor’s, mostrou que pode sim ser decisivo debaixo das traves. Ele fez duas defesas e comemorou com todos a passagem de fase.
O jogo começou truncado, com muitas faltas e poucos lances de perigo. O primeiro lance de emoção foi o gol do Condor s, inaugurando o placar aos 6 minutos, quando Peli venceu disputa de bola com a defesa, passou por dois adversários e marcou. Após o gol, o Condor s se animou e foi com tudo para cima. No minuto seguinte quase saiu o segundo, quando Marin bateu de longe e acertou a trave de Arthur. A equipe era melhor no jogo, saía com muita velocidade e puxava bons ataques com o rápido e habilidoso Peli.
Foi só aos 10 minutos que o Só quem Sabe começou a dar sinais de reação: Jacobi encontrou Pedrinho na área, que bateu cruzado, mas mandou para fora. A equipe do Só Quem Sabe mostrava muita força física, mas pouca técnica, talvez decorrência do nervosismo. Porem, após martelar bastante, o SQS chegou ao empate: aos 16 minutos, Serjão aproveitou cruzamento e cabeceou para a rede.
Como dito antes, o duelo era truncado, com muitas faltas. As duas equipes chegavam com forças desproporcionais em diversos lances e com isso a partida tinha poucas chances de gol. Aos 22 minutos, o Condor s ficou na frente novamente: após rápido contra ataque, Marin marcou 2 x 1. Em seguida, o SQS empata novamente, desta vez com o aguerrido camisa 12, Alemão, destaque do time no torneio, dando números finais ao primeiro tempo em 2 x 2.
Na segunda etapa as duas equipes mantiveram o mesmo padrão de jogo, mas o SQS conseguiu chegar à virada aos 13 minutos. Serjão recebeu lançamento, bateu cruzado e virou com seu segundo tento na partida. O equilíbrio era grande, mas o Condor s contava com alguns jogadores mais habilidosos. Aos 17 minutos, o Condor s quase enmpatou: Marin tocou para Peli dentro da área, mas o camisa 11 mandou para fora.
Faltando cinco minutos para o final, o Condor s precisava de um gol para se manter na disputa. E ele veio aos 22 minutos, quando Guel recebeu cruzamento, pegou de primeira e venceu Arthur, deixando o jogo mais quente, emocionante e empatado. Parecia que o jogo iria para a prorrogação, mas os times queriam a vitória no tempo regulamentar. E quase que o SQS conseguiu, se não fosse intervenção de Zabala em cabeçada de Serjão. No rebote, Danilo teve sua chance, mas mandou para fora.
Na prorrogação, o SQS foi melhor e foi quem chegou mais perto do gol de ouro, por duas vezes. A primeira foi com um minuto jogado, quando Danilo arriscou de longe e acertou a trave. Já a segunda aconteceu aos 7 minutos. Pedrinho arriscou de longe e viu a bola raspar o travessão.
Sem gols na prorrogação e a persistência do 3 x 3, a decisão foi para os pênaltis. O destino das duas equipes iria ser traçado em três cobranças de penalidades. Quem inaugurou as cobranças foi o SQS. O melhor jogador da equipe, Serjão, foi quem bateu a primeira penalidade e viu o goleiro Zabala fazer linda defesa, para a alegria do Condor s. Por parte do Condor s, Peli cobrou e balançou as redes. Na segunda rodada, Pedrinho bateu e mandou a redonda por cima da meta, deixando o Só Quem Sabe em situação complicada. Em seguida, Guel, já o MVP da Bronze, foi para a bola para selar a classificação. E não deu outra! Gol e 2 x 0 na disputa de pênaltis.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
TNT 1 x 5 Elite
ELITE SURPREENDE E GOLEIA TNT
Time de RG e Choni marca quatro gols em três minutos e elimina o segundo colocado do Grupo A
Por Moacyr Junior
O TNT, segundo colocado do Grupo A, entrou em quadra como favorito para enfrentar o Elite, apenas o sétimo do Grupo B. Mas a verdade é que o TNT, que não contou com os irmãos Nardone, seus principais jogadores, não conseguiu jogar o mesmo futebol da primeira fase e ficou pelo caminho na que pode ser considerada primeira zebra do mata mata.
O jogo começou com muita correria dos dois times, mas com pouca criação de jogadas. Marco Antônio, do TNT, teve as primeiras duas boas chances da partida. Na primeira delas ele recebeu na esquerda e chutou fraco para defesa tranquila de Sardinha. Após cobrança de escanteio, Marco Antônio teve a sua segunda oportunidade de tirar o zero do placar, mas cabeceou a bola à direita do gol.
O Elite não conseguia entrar na área do TNT. Então Manza resolveu arriscar de longe, mas a bola foi por cima do gol. Tentativa isolada, o TNT continuava melhor e chegava mais ao gol adversário. Após lateral da esquerda, Dudu desviou a bola de cabeça para o meio da área e Fiel tentou chutar, mas Sardinha saiu do gol de carrinho e travou a bola, salvando o time.
Mesmo tomando a iniciativa e jogando melhor, o TNT não chegava de maneira incisiva ao ataque. Assim, quem abriu o placar foi o Elite. Adriano fez lindo lançamento do campo de defesa e Rafa Gomes, nas costas da zaga, dominou e tocou por cima na saída Glauco. 1 x 0.
O gol abateu os jogadores do TNT e quem chegou de novo foi o Elite. Após escanteio da direita, Vagner apareceu sozinho na segunda trave, mas cabeceou para fora. Em seguida, Choni arriscou de longe, mas errou o alvo.
O TNT só conseguiu voltar ao ataque no fim do primeiro tempo. Luiz Pane recebeu na esquerda, limpou para a perna direita, mas chutou para fora. No segundo tempo, o Elite voltou melhor, controlava e tomava a iniciativa do jogo. A superioridade do time de azul escuro se refletia nas oportunidades de gol. Marcelão recebeu na entrada da área, chutou rasteiro, mas Glauco espalmou a bola para escanteio. Depois foi a vez de Silvão cobrar falta da entrada da área e obrigar Glauco a fazer outra defesa.
A primeira chance do TNT na etapa final foi de novo com Marco Antônio, que recebeu belo lançamento de Sugos, mas cabeceou mal. Em seguida, o Elite resolveu matar o jogo em apenas três minutos, em apagão do TNT. Vagner fez o segundo após cruzamento da direita de Marcelão. No lance seguinte, o mesmo Vagner recebeu na direita e chutou rasteiro, sem chances para Glauco. 3 x 0. Menos de um minuto depois, Papai do Axé cobrou lateral da direita para dentro da área e Vagner de novo chutar e marcar. Não contente, o Elite fez o quinto! Papai do Axé recebeu passe na direita da área e tocou na saída de Glauco. 5 x 0 em três minutos!
Com a goleada construída e resultado sacramentado, o Elite apenas se preocupou em segurar o jogo. O TNT tentava o gol de todas as maneiras. Chicão chutou de longe, mas Sardinha defendeu. O gol de honra saiu com Dudu, que de dentro da área com liberdade, girou e chutou forte.
O Elite não foi brilhante, mas teve competência ao aproveitar o apagão do adversário e chegar às quartas de final, quando enfrenta o Inflação.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Allianza Sagrado 4 x 2 Laranja Mecânica
EM JOGO EMOCIONANTE, ALLIANZA SAGRADO VENCE LARANJA MECÂNICA
Após abrir dois gols de diferença, Allianza sofre o empate, mas consegue a vitória e chega as quartas
Por Moacyr Junior
O Allianza Sagrado entrou em quadra como favorito por ter sido o segundo colocado do Grupo B. Já o Laranja Mecânica apostava nos gols de Thira para surpreender e avançar as quartas. O jogo começou truncado, as equipes corriam muito com a bola e não ofereciam perigo ao goleiro adversário. Cesinha, do Allianza, teve a primeira chance de gol, mas chutou rasteiro, sem criar problemas para Dani.
Como a partida estava fraca tecnicamente, as melhores chances de gols surgiam nas bolas paradas. E foi assim que o Allianza abriu o placar. Rodrigo Storch cobrou falta da entrada da área, com força, no canto do goleiro. A bola explodiu na trave e entrou.
Mesmo após o gol as chances continuavam a surgir apenas nas bolas paradas. Rodrigo Storch cobrou mais duas faltas com perigo. A primeira passou por cima do gol. Na segunda, ele obrigou Dani a fazer boa defesa.
O Allianza jogava melhor e quase ampliou com Birulei. Após bate-rebate, a bola sobrou para ele chutar para fora. Rodrigo Storch teve outra boa chance após receber na direita, mas Dani defendeu.
O Laranja Mecânica abusava do jogo faltoso e logo estourou o limite de sete faltas. Na cobrança do tiro de 9 metros, Birulei aumentou a vantagem do Allianza. Porém, o Laranja não demorou para diminuir. Bussa avançou com liberdade pela direita e chutou rasteiro. A bola passou por debaixo de Gabriel e entrou.
Antes do fim do primeiro tempo, o Allianza teve outro tiro de 9 metros, mas desta vez Birulei desperdiçou ao chutar para fora. No segundo tempo, o Allianza continuava tendo as melhores chances de marcar. Rodrigo Storch recebeu na direita da área e chutou, mas Dani defendeu. Em seguida, Cesinha arriscou de fora da área, mas errou o alvo.
O empate do Laranja veio com outro gol de Bussa, que recebeu com liberdade na direita e chutou forte. A resposta do Allianza foi imediata: Cesinha recebeu na entrada da área, chutou fraco, mas Dani aceitou. 3 a 2.
Não demorou muito e o Laranja teve uma boa chance para empatar, mas Thira pegou o rebote na área e chutou por cima do gol. Neste momento, o Laranja Mecânica era melhor na partida e queria o empate. Teve outras duas boas oportunidades para tanto. A primeira foi com Romário. Ele saiu na cara do gol, mas parou em grande defesa do goleiro. Depois foi a vez de Thira parar em outra boa defesa de Gabriel, que deu rebote e desta vez quem impediu a igualdade foi a trave.
O Allianza não conseguia ficar com a bola e era pressionado pelo Laranja. Após escanteio, Romário, sozinho na área, cabeceou para fora. Mas a chance de reação do Laranja foi por água abaixo quando Dani fez falta no atacante quase em cima da linha da área e recebeu o cartão azul. Rafa Storch cobrou a falta e fez o quarto gol do Allianza, garantindo lugar nas quartas de final para definir quem vai às semi como Basicus.
IV CHUTEIRA DE BRONZE: OITAVAS DE FINAL
Basicus 3 x 2 Coringa
ÁLLEX DECIDE E BASICUS VENCE CORINGA
Com dois gols de Állex e um de Kinho, Basicus confirma favoritismo e está nas quartas
Por Moacyr Junior
O Basicus, terceiro colocado do Grupo A, e o Coringa, sexto do Grupo B, se enfrentaram na última partida do dia na quadra 10. O Bascius, favorito, apostava suas fichas nas voltas de Fefê e Kinho, que cumpriram seis jogos de suspensão após briga contra o Camelo. Já o Coringa apostava na velocidade de seu ataque para surpreender o time rosa. O que o time não contava era vir de novo sem goleiro para confronto tão decisivo. Assim, Mauricio assumiu a meta coringa e vestia o uniforme antigo do time, um dos mais bonitos do Chuteira. Mas uniforme não ajuda ninguém a vencer, tanto que o Basicus fez 3 x 2 e comemorou.
Apesar do frio que começava chegar junto com a noite, as equipes começaram o jogo com tudo. Logo no começo, Állex teve a primeira oportunidade da partida. Ele recebeu cruzamento na área, dominou e tocou por cobertura, mas Mauricio se recuperou e ficou com a bola. Em seguida, Rafinha recebeu na entrada da área e chutou, mas a bola passou à direita do gol de Rolland.
O Basicus tinha mais volume de jogo, ficava mais com a bola e trabalhava melhor as jogadas. Assim, o gol não demorou a sair. Állex recebeu na entrada da área e soltou sua tradicional bomba de canhota para abrir o placar.
O Coringa não ficava muito com a bola, mas dava trabalho ao time rosa com passes rápidos e a correria de seus atacantes. O único problema era que não estavam conseguindo criar chances claras de gol até que Mori cobrou falta da entrada da área, rasteiro. Rolland soltou a bola nos pés de Adri, que perdeu um gol incrível!
A bola pune, como diriam alguns. E puniu o gol perdido de Adri quando Juninho fez boa jogada pela direita e a bola sobrou para Kinho fazer 2 x 0. E o Basicus voltou ao ataque com Fefê, que chutou colocado de fora da área, mas não conseguiu marcar.
Com 2 a 0, o panorama do jogo seguia o mesmo. O Basicus jogava de maneira segura. As melhores jogadas do Coringa saiam dos pés de Wendell, e foi ele quem diminuiu a diferença. Rafinha recebeu com liberdade na direita da área, tocou para o meio e Wendell, sozinho, só teve o trabalho de mandar a bola para as redes.
Amorim tentou responder para o Basicus quando recebeu na entrada da área, mas chutou a bola para fora. A última oportunidade do primeiro tempo foi do Coringa. E que oportunidade. Após receber cruzamento, Pirata emendou um chute de primeira, mas a bola parou na trave do goleiro Rolland.
O Coringa voltou melhor na segunda etapa e quase empatou com Pirata. O camisa 10 recebeu na entrada da área e soltou uma pancada na direção do gol, mas a bola explodiu no travessão.
Aos poucos o Basicus foi retomando o controle da partida e voltou ao ataque em grande estilo. Kinho recebeu na área, dominou no peito e virou uma bicicleta, mas Mauricio fez linda defesa evitando o golaço.
O Basicus tentava abrir vantagem para não correr riscos. Állex soltou outra bomba de fora da área, Mauricio bateu roupa e, no rebote, Vando recuou a bola para o goleiro, que a pegou com as mãos. O árbitro assinalou a infração. Na cobrança do tiro de 9 metros, Állex soltou um foguete no meio do gol. 3 a 1.
O Basicus teve a chance de marcar o quarto após Hiro tabelar com Amorim e chutar para fora. Quando a partida se encaminhava para o fim, o técnico Mário recuou seus jogadores e, com isso, o Coringa começou a atacar mais. O Basicus começou a exagerar nas faltas e sofreu o segundo gol após Mori cobrar o tiro livre de 9 metros e vencer Rolland.
O Coringa tentou se aproveitar do fato de o Basicus já ter estourado em faltas. Seus jogadores tentavam cavar falta em todos os lances para poder ter outra chance, mas os árbitros não caíram na deles. O Basicus se defendeu como pode e conseguiu segurar o resultado de 3 x 2 até o final, para grande comemoração de todos, em especial do presidente Barath, que era só alegria com a melhor campanha dos rosas na história do Chuteira. Contra o Allianza, a equipe tenta melhorar mais ainda a sua marca e, se vencer juntamente a Cabeça Rachada e XTJ, garantir a vaga na Série Prata.
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