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CHUTEIRA NEWS: 6ª RODADA VI CHUTEIRA DE PRATA

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA

Elefantes Indomáveis 5 x 3 Só Canelas

ELEFANTES APRONTA OUTRA E VIRA PARA CIMA DO SÓ CANELAS


Diego e André deram números finais em apenas dois minutos, deixando o Só Canelas em situação crítica

Por Carlos Eduardo Sâmia

Parecia que tudo ia correr de forma tranquila para o Só Canelas. Em 8 minutos de jogo, o placar mostrava 2 x 0 a seu favor. Foi aí que, em uma reação incrível, o Elefantes Indomáveis virou a partida. O Só Canelas chegou a empatar, mas os contra-ataques dos laranjas foram mortais, e os matadores Diego e André deram números finais ao jogo.

Pelo menos os primeiros quinze minutos foram amplamente dominados pelo Só Canelas. Depois de um primeiro chute de Carlinhos do meio da quadra, sem muito perigo, a equipe já abriu o placar aos 5 minutos. Dinho fez boa jogada, cortou para o meio e chutou bonito no ângulo. Carlinhos tentou ampliar logo no minuto seguinte, de bico, mas Spiga fez a defesa, seguro.

Passaram-se três minutos do primeiro gol e já veio o segundo, novamente do Só Canelas. Batuque deu uma pancada de longe, Spiga ainda relou na bola, mas não conseguiu evitar o gol. Devison ainda teve chance de fazer o terceiro, de cabeça, mas mandou por cima do gol.

O Elefantes chegou pela primeira vez só aos 11 minutos. Fábio chutou da direita e Johny espalmou para a linha de fundo, assim como espalmou Spiga, aos 13 minutos, cobrança de falta de Carlinhos.

O Elefantes jogava principalmente nas ligações diretas entre a zaga e o camisa 22, André Plec, sempre de costas para os marcadores, fazendo o pivô. Após cobrança de lateral, André chegou a raspar de cabeça no primeiro pau e Diego quase completou para as redes. Aos 15 minutos, Maurício levou a melhor na disputa de cabeça e André ficou livre pra chutar no canto e diminuir o marcador.

A partida ficou mais disputada, com chances lá e cá, porém os elefantes foram mais eficientes. Carlinhos tocou de calcanhar para Devison, Spiga dividiu e levou a melhor. No lance seguinte, Devison perdeu um gol a la Inacreditável Futebol Clube. O camisa 11 ficou com a sobra do bate-rebate, recebeu embaixo do gol e conseguiu mandar por cima. Aos 19 minutos, Marcelo pegou bonito, de sem pulo. Johny ficou parado, só o placar se mexeu: 2 x 2.

André quis imitar o atacante Devison, do Só Canelas, e quando estava embaixo da trave, mandou no travessão e a bola se perdeu pela linha de fundo. No travessão também foi o último lance do primeiro tempo: cobrança de falta de Felipe.

A segunda etapa parecia uma repetição da primeira, com ataque total do Só Canelas, mas desta vez a equipe não marcou e ainda sofreu a virada. Devison, Bisnaga, Dinho. Todos eles tentaram, mas nenhum passou por Spiga. Foram várias as finalizações do Só Canelas até que Maurício cobrou lateral e André testou forte, aos 6 minutos, para virar o jogo.

Os alvinegros reagiram, não sem antes desperdiçar algumas boas chances. Devison chutou na entrada da área, a bola desviou em Marcelo e passou perto do ângulo. Foi assim até os 16 minutos, quando Batuque, depois de cobrança ensaiada de falta, chutou forte, a bola pegou no travessão, nas costas do goleiro Spiga e entrou.

Tudo igual no placar, mas o Elefantes resolveu a partida em 3 minutos. Marcelo cruzou e Diego só empurrou para o gol, aos 22 minutos. Aos 24, Douglas tocou para André, que driblou o goleiro, fez o quinto e deu números finais ao jogo.

As duas equipes vinham de empate Prata, mas agora o Elefantes continua na quarta colocação na classificação do Grupo A, mas chegaram aos 11 pontos e enfrenta o lanterna Diabos Negros. Enquanto isso, o Só Canelas continua na penúltima colocação da tabela, com apenas 3 pontos, e busca a sua primeira vitória no campeonato contra o Maciota’s. É a chance derrdeira dos canelas de lutar por uma vaga no mata-mata.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA

Bucets 2 x 1 É Verdadeee

É VERDADEEE ERRA MUITO E PERDE DE BUCETS


Time de Gavião teve adversário maior que o Bucets – a falta de pontaria de seus jogadores. Derrota custou vaga no G-6, enquanto faz Bucets respirar e até pensar em classificação

Por Tamires Paulino

O jogo entre Bucets e É Verdadeee podia até ter um favorito, mas dentro de campo essa previsão provou-se equivocada. O É Verdadeee, embora jogasse bem e criasse muitas oportunidades, não conseguia concluir favoravelmente. A falta de pontaria do time foi fatal para a derrota, que pode representar a eliminação na fase de grupos.

Desde o início uma coisa ficou certa: o Bucets apostava no contra-ataque. A primeira chance de perigo do jogo, no entanto, demorou a acontecer: aos 12 minutos, o É Verdadeee desperdiçou com Diego. Em seguida, tabela entre Diego e Fúria. O primeiro tocou para o segundo na lateral, que devolveu a Diego. Este mandou para fora. Começava o carma.

A primeira chance do Bucets que realmente passou próximo ao gol só veio aos 18 minutos, quando Marcelo Balas cobrou falta e João Guilherme desviou para fora. Somente aos 23 minutos voltaria a acontecer um lance relevante (nesse caso mais que interessante) quando Master colocou a mão na bola dentro da área após cruzamento. Ooooooopa! É penalti, professor! Dito e feito. João Guilherme cobrou no alto, a bola ainda bateu na parte interna do travessão, mas entrou. Terminava aí o pouco expressivo primeiro tempo, que seria bem diferente do segundo.

Logo na saída de bola, Rodrigo Carlos tocou para Fúria, que chutou por cima do gol. Em seguida, após interceptação pelo meio-campo, Fúria tocou para Fred, que driblou o zagueiro e chutou rasteiro, tirando o goleiro. A bola bateu na trave, arrancando lamentações do atacante. Nao era dia mesmo.

Após esse lance o goleiro do Bucets levou cartão amarelo e teve de cumprir os dois minutos fora de quadra. O “goleiro” passou a ser Pedro Tomasi. Nesse momento, o jogo ganhou melhor ritmo, pois o É Verdadeee queria aproveitar a oportunidade. Nilmar tocou para Fred, que chutou de fora da área. O “goleiro” espalmou e a zaga completou. Outra grande chance, ainda melhor, surgiu quando Fred recebeu passe e resolveu dar uma bicicleta, que o guarda-metas improvisado espalmou. Que beleza!

Aos 12 minutos, Fúria tocou para Flávio César, mas Giorgi, do Bucets, estava esperto e interceptou a jogada, roubando a bola. Ele então carregou e driblou dois pelo meio, ajeitou e bateu à direita do ângulo. No entanto, a próxima chance Giorgi não desperdiçaria, marcando o segundo gol de seu time.

Com 2 x 0, a vaca ia pro brejo com gosto em se tratando de É Verdadeee. O time, que arrancara empate com Acidus e Ras, não conseguia acertar o gol de jeito nenhum. Outro exemplo: Nilmar tocou para Fúria, que chutou cruzado à esquerda do gol.

Mesmo assim, com pé torto e o outro também, o time de Gavião enfim conseguiu marcar um golzinho. Aos 21 minutos, o feito coube ao pé direito de Junior. Ufa! Sai zica!

Porém, era tarde demais. Os últimos 4 minutos só reservavam mais dois lances, um para cada lado: no primeiro, para a equipe do Bucets, Pedrinho cometeu falta, cobrada por Giorgi com perigo; no segundo, Fred tocou para Bruno Barbosa pelo meio, que cruzou para Kassim chutar... para fora, claro. Foi aí o fim do jogo.

Com o resultado, o Bucets respirou, aproximando-se da zona de classificação com 6 pontos. Seu próximo adversário é o Cachorro Velho. Já o É Verdadeee deixa o G-6 e enfrenta o Zenite para tentar se recuperar do baque.BR>
VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA

Rabeloska 9 x 4 Camelo

RABELOSKA NÃO FAZ FORÇAS PARA GOLEAR UM CAPENGA CAMELO


Artilheiro Noal faz os quato gols do Camelo, mas não consegue evitar a goleada para o líder do Grupo A

Por Carlos Eduardo Sâmia

Arrasador. Parecia que o Camelo podia jogar mais cinquenta minutos, mesmo assim não venceria o líder do grupo. Com a formação inicial, o Rabeloska arrasou a equipe do Camelo, que estava sem goleiro, assim os reservas se alternavam no gol da equipe. Sem goleiro de ofício já seria difícil, imagina sem um e ainda com o xerife Henrique suspenso? Boa coisa não viria, e isso aconteceu de fato.

No primeiro lance de jogo, Maradona pegou bem de cabeça para abrir o marcador. No minuto seguinte, Dick Vigarista chutou, a bola desviou na zaga e sobrou para Vasko fazer 2 x 0 com 2 minutos de jogo. Django quase fez o terceiro no minuto seguinte, mesmo pegando de forma despretensiosa na bola, mas o goleiro Iago fez golpe de vista e a bola pegou na trave. Não demorou muito para o terceiro sair. Dick pegou de canhota, e o goleiro aceitou. Aos 9, Maradona acertou uma bomba do meio da rua e mandou no ângulo. Golaço e 4 x 0 para o Rabeloska em menos de 10 minutos.

O artilheiro Noal tentou atrapalhar a festa do adversário e pegou de primeira, de longe, marcando um belo gol para diminuir a vantagem. Mas de nada adiantou, pois Barata tocou para Vasko pegar de bate-pronto, fazendo o quinto do Rabeloska. No lance seguinte, Barata tentou fazer o dele, mas a bola foi fora.

O Camelo vivia de Noal. E ele bateu falta rasteira, a bola passou pelo goleiro, mas a zaga tirou em cima da linha. Com um Rabeloska em ritmo de treino, enquanto o Camelo estava perdido em campo, Vasko aproveitou e fez o sexto gol. O camisa 16 avançou pelo meio, chutou, a bola desviou em Maradona e enganou toda a zaga do Camelo.

O primeiro tempo ainda teve mais dois gols, um pra cada lado. Noal fez o segundo dele batendo falta. A bola passou por baixo das pernas do goleiro e entrou. Feio! Pelo lado do Rabeloska, Catatau chutou forte, a bola bateu no travessão e entrou. A equipe do Camelo ficou reclamando, alegando que a bola não tinha entrado. De nada adiantou e as duas equipes foram para o intervalo com o placar de 7 x 2. Vitória garantida, restava ver de quanto seria a goleada.

Na segunda etapa, a partida ficou morna, com o Rabeloska administrando a posse de bola, mas com muitos passes errados, de ambos os lados. Da formação inicial, apenas Maradona estava em campo. Mocotó tocou para Barata, mas o camisa 8 mandou pra fora. Três minutos depois, o Rabeloska ampliou a goleada. Catatau bateu de longe e o goleiro “tapa-buraco” do Camelo aceitou. Maradona ainda tentou fazer o nono de muito longe, mas desta vez mandou por cima do gol.

Aos 16 minutos, Noal bateu falta rasteiro e fez o terceiro gol do Camelo. Se o Camelo vivia de Noal, este vivia de cobranças de faltas. No lance seguinte, gol do Rabeloska e a vantagem de seis gols permaneceu. Aos 20 minutos, Noal fez o quarto gol dele na partida, chutando quase sem ângulo. Um lindo gol.

O Rabeloska ainda retornou com a equipe titular nos minutos finais, porém nada aconteceu e a partida terminou com o placar de 9 x 4. Na próxima rodada, o Rabeloska dificilmente perde a liderança, mas enfrenta o Xoras, no jogo mais aguardado do grupo. O Camelo, por sua vez, parece ciente que seu papel é escapar do rebaixamento e nada mais. Para tanto, tem decisão diante do Coringa. O derrotado tem grandes chances de estar na Bronze no próximo semestre.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA

My Balls 7 x 4 Cachorro Velho

MY BALLS SE ENROSCA NO CACHORRO MAS DESLANCHA NO FIM


A equipe da PUC chegou a abrir 2 gols de vantagem, mas acabou cedendo na segunda metade de jogo

Por Tamires Paulino

O jogo entre Cachorro Velho e My Balls foi um daqueles que vai mudando conforme o seu curso, exceto por uma coisa: foi uma das partidas mais pegadas da tarde. Deve ter sido bem chato tentar criar jogada para os dois lados, uma vez que os famosos “ladrões” estavam trabalhando como nunca – isso sem falar nas interceptações e botes.

Nos primeiros minutos, o Cachorro Velho demonstrou-se muito bem em campo, armando jogadas e finalizando a gol. O My Balls, estranhamente, não chegou tantas vezes com perigo, mas também criava. Com menos de 2 minutos, Tupi fez duas aproximações do gol adversário, a primeira com um chute de primeira, bastante desajeitado, que passou à esquerda do gol; o segundo com um passe para Giggio, que foi parar na rede pelo lado de fora.

Pelo My Balls, as primeiras aproximações tiveram em comum o nome de Pedrinho. Na primeira, ele recebeu passe de Lucas Bittencourt na lateral direita e chutou de primeira, mas o goleiro pegou. Na segunda, dessa vez pela lateral esquerda, seu chute foi por cima da meta.

O jogo continuava pegado, atacantes e meias encontravam pela frente os marcadores adversários a cada vez que tentavam contra-atacar e não estavam se dando bem. O melhor desse jogo, no entanto, foi que a bola não se concentrou em momento algum no meio-campo: de alguma forma, mesmo com toda a marcação, os jogadores ainda demonstravam habilidade para achar espaços e criar jogadas de perigo. Os goleiros tiveram certo trabalho, ao contrário do que costuma acontecer nesse tipo de partida. Mérito para ambas as equipes.

Assim, a equipe da PUC protagonizou jogada interessante que podia ter lhes rendido mais cedo seu primeiro gol: Stedille carregou pela frente da grande área, tentando arranjar espaço, mas pendeu tanto para a lateral esquerdo que acabou ficando sem ângulo para chutar a o gol. Mesmo assim, ele chutou e Lucas Bittencourt teve que tirar em cima da linha. Ele só não contava que Pedrinho estivesse bem a sua frente e aproveitasse o rebote, que foi para longe do gol.

Aos 15 minutos, o primeiro gol da partida, marcado por Tonhão ao receber passe à frente e mandar para as redes. No entanto, mal os ânimos se acalmaram e o My Balls empatou. Rafael Lopes driblou o primeiro marcador, depois, para livrar-se do segundo, deu uma paradinha na entrada da área para enganá-lo e chutou ao gol, marcando o empate.

O Cachorro Velho tinha mais posse de bola no fim do primeiro tempo, tanto que as últimas chances de gol ainda nessa primeira metade de partida foram do time azul e amarelo: Raphinha chutou rasteiro da lateral direita para fora; Giggio deu uma bela bicicleta, mas o goleiro pegou; Giggio, novamente, recebeu à frente e chutou à direita do gol. O último lance, no entanto, seria certeiro: Tupi, após chute cruzado da lateral esquerda, marcou o segundo de sua equipe, colocando-a em vantagem no placar.

Logo no começo do segundo tempo o empate acabou saindo. Após cobrança de lateral, Nó recebeu e chutou, a bola bateu no travessão por dentro e entrou. Quatro minutos depois, aos 11, Ordilei recebeu passe pouco à frente da linha do meio-campo e chutou – era o chute que colocaria o My Balls em vantagem no placar: 3 x 2. Antes disso, o árbitro tinha anulado um gol do Cachorro ao parar antes do arremate para atendimento ao goleiro.

Em seguida, Ordilei novamente recebeu passe e foi driblando até o gol, driblou o goleiro e só empurrou, marcando um belo tento, o quarto do MB. Ao reiniciar o jogo, num ritmo frenético, parecia que a equipe da PUC tinha sentido o gol – o tomado e o anulado – e se abateu. Assim, mais um gol do My Balls: Pedrinho, em lance muito parecido com o gol anterior, de Ordilei, recebeu passe pelo meio, dessa vez pela lateral direita, e concluiu a gol, marcando o quinto do My Balls.

Aproveitando a saída de bola, Tupi recebeu e descontou. Poderia ser a arrancada para o empate caso não houvesse tão pouco tempo – e não fosse momento tão inspirado do adversário. Aos 19, Pedrinho recebeu passe na entrada da área e encaixou um chute no ângulo esquerdo, fazendo 6 x 3. Pouco depois, ele mesmo faria o sétimo, com um chute de primeira no mesmo ângulo do gol anterior.

Antes de chegar o final da partida ainda daria tempo para a equipe do Cachorro Velho diminuir. Pedrinho cobrou lateral, Zooboo desviou para trás de cabeça e Tupi fez o quarto de sua equipe quando o árbitro apitava sinalizando que não havia mais tempo para nada.

O My Balls mantém-se na caça ao CAV com os mesmos 15 pontos só que menor saldo de gols. Tenta melhorar isso diante do Ras na próxima rodada. Já o Cachorro Velho é o penúltimo colocado, com apenas 3 pontos conquistados. Contra o Bucets, decide seu futuro na competição – se tenta classificação ou se luta mesmo só para não cair.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA

Joga 13 4 x 2 Maciota’s

JOGA 13 DÁ BANHO DE ÁGUA FRIA NO MACIOTA’S


O jogo ficou interrompido aproximadamente uma hora por causa da chuva, mas o 13 nem ligou e fez 4 no Maciota’s

Por Carlos Eduardo Sâmia

O Maciota’s era a única equipe que vinha de derrota na 5ª rodada do Grupo A e precisava se reabilitar contra o Joga 13, que, assim como outras sete equipes do grupo, vinha de empate. O jogo tinha 15 minutos de bola rolando quando uma tempestade suspendeu todas as partidas do Chuteira temporariamente. Depois de aproximadamente uma hora, os dois times voltaram e fizeram um bom jogo, dentro do que permitia o gramado.

O jogo era muito truncado no começo de jogo, com algumas faltas e muitos passes errados. A primeira chance foi de Jerry, no primeiro minuto, que obrigou Muralha a fazer sua primeira defesa do jogo. Zóio respondeu para o 13 ao sair cara a cara com Lemos, que levou a melhor. Lucas fez o primeiro gol do jogo pra o Joga 13, que vencia e jogava melhor até que, aos 15 minutos, a chuva, que já caía há algum tempo, ficou muito mais forte e o árbitro paralisou a partida.

Aproximadamente uma hora depois, quando voltaram a campo após passar o rodo nas áreas e tirar o excesso de água, o Joga 13 ampliou. Estreante Elias dividiu dentro da área e fez o segundo. O Maciota’s foi rápido na resposta: Kerry dominou a bola na coxa e encheu o pépara diminuir a vantagem. Enquanto Lemos ia bem atrás, o Maciota’s cada vez mais buscava o empate, mas sem muito perigo.

A última chance da primeira etapa ainda foi do 13, sem muito perigo também após chute de fora da área de Elias. O jogo, até então meio parado, parece ter melhorado no segundo tempo, talvez pela excelente drenagem da quadra, que em vinte minutos fez com que o gramado tivesse a aparência de seca. Então o Maciota’s aproveitou o começo para sufocar o adversário, que apostava nos contra-ataques.

Evandro dividiu com Rogério na entrada área e quase marcou. No lance seguinte, Nery ficou livre para marcar e deixar tudo igual, mas mandou pra fora. O Joga 13, perigoso nos contra-golpes, chegou com Elias. Ele chutou de longe e Lemos fez a defesa com os pés. Depois foi a vez de Daniel, que deu um drible de corpo enganado o goleiro e toda a zaga, mas mesmo assim chutou desequilibrado, para fora.

Em falta para o Maciota’s aos 10 minutos, Wagnão deu uma pancada no gol e empatou em 2 x 2. O Maciota’s foi com tudo para virar o jogo. Evandro pegou de primeira e a bola passou raspando a trave, assim como Jerry também levou perigo quando entrou na área e chutou rasteiro. Muralha defendeu com os pés.

Porém, em dois lances o Joga 13 resolveu o jogo. Lucas subiu mais que a zaga e testou bonito para fazer o terceiro aos 20 minutos. Elias, aos 22, tabelou com Zóio e, diante do goleiro, e liquidou a partida em 4 x 2.

Na próxima rodada, o Maciota’s precisa vencer o vice-lanterna Só Canelas para se recuperar na tabela, já que de líder nas primeiras rodadas caiu para a 6ª posição.O Joga 13 tem pela frente o vice-líder Obrigado Senhor no duelo dos amarelos e pretos.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA

Acidus 7 x 5 Zenite

ACIDUS VENCE ZENITE EM JOGO “PRÉ E PÓS CHUVA”


Time verde-limão abriu vantagem de 5 gols, mas acabou cedendo empate, revertido nos minutos finais. Caballero fez 4 gols, sendo um de bicicleta

Por Tamires Paulino

Acidus e Zenite fizeram um jogo que pode ser facilmente dividido em duas partes. Não, não estou falando do tradicional “primeiro e segundo tempo” já presente nas regras do esporte, mas sim “antes e depois da chuva”.

Antes da chuva o panorama da partida mostrava-se favorável ao time verde-limão. Tanto é que, logo aos 3 minutos, Cássio tocou para Victão, que cruzou pela linha de fundo para Caballero, que só empurrou para o gol, marcando o primeiro tento. Aos 6 minutos, Louiz interceptou jogada e tocou para Caballero, que fez passe para Cássio. O camisa 5 só tinha que empurrar a bola para dentro, mas chutou para fora.

A primeira grande chance do Zenite chegou aos 8 minutos, quando André – destaque do time na partida –, carregou a bola pelo meio, driblou até chegar à lateral direita e chutou, mas o goleiro defendeu. No minuto seguinte, André, novamente, cobrou falta que levava perigo ao gol adversário em cima da barreira. Aos 14 minutos, no entanto, o Acidus ampliaria o placar com mais um gol de seu camisa 10, que cruzou a gol pela lateral direita, estufando a rede.

Com grande volume de jogo, o Acidus chegava diversas vezes ao gol adversário. Os passes funcionavam tão bem quanto o setor criativo, mas muitas chances foram desperdiçadas. Exemplo disso ocorreu no minuto seguinte ao gol, quando Felipe Amato recebeu cruzamento e chutou de primeira para fora.

Aos 17 minutos Vanderson confirmaria que a primeira parte do jogo – a parte que vinha antes da chuva – seria mesmo do Acidus. Ele limpou a jogada pela entrada da área e chutou no canto direito todo desajeitado, quase caindo. Mesmo assim, marcou o terceiro para sua equipe. 3 minutos depois, Felipe Amato deu o passe para o que poderia ser o quarto gol do Acidus, mas Flávio Stockunas não conseguiu marcar.

O sol já tinha ido embora há tempos e uma leve garoa se anunciava. A água começou a cair de leve com o fim do primeiro tempo, mas no intervalo ela se precipitou como um jorro. Todo mundo pro bar com o jogo paralisado diante da força da água. Após quase uma hora, o jogo retomou, e nele outro momento totalmente distinto da etapa inicial.

Nos primeiros minutos parecia que o Acidus manteria o rolo compressor quando Caballero deu um chute à meta pela lateral esquerda do campo, a bola bateu na parte interna da trave direita e entrou. 4 x 0.

As coisas pareciam de mal a pior para o Zenite, que viu seu grande goleiro Leo Ballestero tomar um gol só possível com campo molhado: Victão cobrou falta para a frente de seu campo de defesa, a bola pingou na frente de Léo, que aceitou... 5 x 0. Jogo decidido?

Tal qual formiguinhas no inverno, o Zenite foi copeiro e passou a fazer o que não tinha feito até então: gols. P.O., dentro da área pela lateral esquerda, chutou em cima de Urso. No rebote, ele chutou na canto direito, marcando o primeiro de sua equipe.

André marcou o segundo gol de sua equipe com um chute ao gol vindo da lateral esquerda. Em seguida, logo após a saída de bola, Rodrigo chutou de longe rasteiro no canto direito, marcando o terceiro. A onda Zenite vinha avassaladora, um tento a um, ia encostando. Já estava 5 x 3. Caberia mais?

André respondeu que sim: em dividida, ele chutou no alto, do lado esquerdo e marcou o quarto. Seria possível que o empate? Opa. Aos 23 minutos, quase fim da partida, Abu teria uma pequena enorme ajuda do goleirão Urso, que aceitaria um chute fraco e defensável. O empate foi muito comemorado e recebido com incredibilidade pelos jogadores do Acidus. Como seria possível levar o empate assim tendo aberto vantagem de cinco gols? Mérito da equipe do Zenite, é claro.

Porém, como quem desperta, o Acidus acabou com a euforia adversária. Acidus no ataque, Caballero prendeu pelo lado esquerdo e rolou para trás, de onde veio Louiz para enfiar o pé numa bola rasteira que foi morreu no fundo das redes.

O time do Zenite, no entanto, não estava dormindo e o goleiro quase empatou o jogo novamente em cobrança de tiro de meta com efeito, passando rente à trave direita. Isso aos 24 minutos, para se ter noção de como esses últimos momentos da partida renderam. No último minuto, efetivamente, aconteceria a confirmação da vitória limão, e para fechar com chave de ouro. Urso lança para Caballero quase dentro da área. O camisa 10 matou no peito e desferiu o seu golpe preferido – a bicicleta. Gol de placa, 7 x 5 no placar, Acidus leva 3 pontos pra casa e empate com o Zenite na tabela, tendo melhor saldo de gols. Encara o lanterna Canhedo em busca de melhor posição. Já o Zenite, em 4º lugar, tem o É Verdadeee para tentar a reabilitação.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA

Obrigado Senhor 4 x 2 Coringa

OBRIGADO SENHOR VENCE CORINGA E MANTÉM A VICE-LIDERANÇA


Com Thales inspirado, Obrigado Senhor faz 4 em cima do Coringa no último jogo da rodada

Por Carlos Eduardo Sâmia

Talvez pela chuva e o atraso, os ânimos de Obrigado Senhor e Coringa deixou a partida a desejar. Em se tratando do vice-líder do campeonato e um time desesperado para escapar do rebaixamento, era esperado mais em termos de futebol. Apesar de um começo de primeiro tempo muito corrido, as duas equipes erraram muitos passes. De tudo, foi o goleiro Chalupe que mais contribuiu para que o Obrigado Senhor continuasse à frente do Xoras na tabela.

A primeira chance foi de Michel, que, de cabeça, acertou a trave de João. Renatinho respondeu para o Coringa em chute cruzado. A bola passou por toda área e ninguém chegou para completar. Renatinho, então, resolveu botar pilha no jogo. Ele tocou para Ligeiro chutar de bico e fazer o primeiro gol do jogo aos 10 minutos.

No lance seguinte, Careca tentou ampliar, pegando de sem pulo, mas Chalupe fez grande defesa. Na saíde de bola, Thales ficou sem ter o que fazer e resolveu experimentar do meio da quadra. E não é que ele acertou um belo chute, empatando a partida em 1 x 1?

Cada equipe ainda teve uma chance de sair do primeiro tempo com vantagem no placar. Melhor pra o Obrigado Senhor, mais eficiente. Antes de ficarem à frente, Renatinho roubou a bola, avançou e chutou. Chalupe fez bela defesa de novo. Aos 22 minutos, Rafael cobrou lateral para Cebola testar bonito, livre de marcação. Gol. 2 x 1 para o Obrigado Senhor e fim de primeiro tempo.

O Coringa voltou mais ativo do intervalo, enquanto o Obrigado Senhor cochilou. Careca chutou colocado e Chalupe fez a defesa em dois tempos. Logo depois, aos 3 minutos, Renatinho cabeceou dentro da área, mas no meio do gol. Aí ficou fácil para o goleiro. Farias ainda tentou de bicicleta, mas furou feio. No minuto seguinte veio o merecido empate: Mori pegou a sobra da zaga e fuzilou no canto para deixar tudo igual.

Ao estilo Farias, Lucas Oliveira tentou a bicicleta, mas a bola passou do ponto. O jogo ficou morno, parecia que as duas equipes estavam satisfeitas com o empate, até que Thales tentou duas vezes para marcar na segunda tentativa. Primeiro, o camisa 7 arriscou de sem pulo e a bola foi pra fora. Na outra, ele chutou do meio da quadra e o goleirão falhou. Melhor para o Obrigado Senhor, que ficou cozinhando o jogo até o fim da partida.

O Coringa ainda teve duas chances de empatar, mas Chalupe operou dois milagres, colocando em pauta a ideia de mudar o nome do time para “Obrigado Chalupe”. Em uma delas, Ligeiro chutou bem e colocado. O camisa 1 fez uma linda ponte. Aos 22 minutos, Lucas Oliveira liquidou a fatura e confirmou os três pontos. O camisa 9 recebeu dentro da área e só teve o trabalho de empurrar para as redes. Careca ainda mandou uma bomba na trave, em cobrança de falta, e logo em seguida o árbitro encerrou o jogo.

Pela sétima rodada do Grupo A, o Coringa encara o Camelo em jogo de matar ou morrer. É o duelo dos Cs desesperados... Já o Obrigado Senhor segue na cola do Rabeloska e tem o Joga 13 como adversário.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA

CAV 6 x 3 Canhedo Beppu

CAV VENCE E AFUNDA AINDA MAIS CANHEDO


Nem salto alto atrapalhou planos do líder para manter-se na ponta. Caio fez 2 gols, enquanto Roberto acabou expulso e desfalca time diante do Roletinha

Por Tamires Paulino

É impossível falar de CAV e Canhedo sem mencionar os extremos entre esses times. Por um lado, o CAV, líder do Grupo B e sério candidato à Série Ouro. Por outro, o Canhedo, único time que ainda não pontuou no campeonato, ainda amargurando a maldição do C, de que os outros times se livraram e jogaram no colo de Papa-Burguer e sua turma.

O CAV começou a partida tocando bola, abrindo espaço, sem pressionar muito. Foi um começo bem pé no freio, com bastante calma. Já o Canhedo tentava aproveitar ao máximo todas as chances que conseguia. A primeira delas, aos 5 minutos, aconteceu quando Fabinho chutou de fora da área. O goleiro pegou. Pelo lado do CAV, Caio recebeu na frente, mas chutou fraco. O goleiro estava deslocado, mas se recuperou a tempo. Caio, aliás, seria o responsável pelo primeiro gol de seu time, aos 10 minutos, após cruzamento em que ele se antecipou do zagueiro e chutou no canto.

Após o gol, o CAV começou a atacar mais e parou com tanto toque de bola no campo de defesa. Guilherme chutou da lateral direita na trave, aos 12 minutos. A velocidade aplicada pelos jogadores daria resultados, pois os gols começaram a sair. Bettoni fez o segundo, chutando de longe, rasteiro.

As chances do CAV não parariam por aí. Aos 16 minutos, Guilherm, de dentro da área, tocou de dentro da área para Marcel, que estava a poucos passos da área. Ele chutou, mas Papa defendeu em dois tempos. No minuto seguinte, Lucas Barbosa chutou da ponta da área, a bola bateu na trave direita e entrou. Era o terceiro gol do CAV. Logo depois, Guilherme cruzou rasteiro à área, Lucas Barbosa só empurrou, sendo esse o quarto gol de sua equipe.

Como se pode perceber, o CAV resolveu acordar e, de repente, parecia ser um plano premeditado, como se todas as jogadas já estivessem combinadas entre eles, pois quase todas deram certo de uma vez. O Canhedo ainda diminuiria antes do fim do primeiro tempo com Fabinho, que marcou o gol a partir da linha de fundo.

No segundo tempo, o CAV continuou pressionando e criando. Logo no começo, Lele carregou pela lateral direita, chegou à linha de fundo e chutou ao gol pelo lado de fora. Em seguida, mais um gol do CAV. Caio Fleischmann recebeu após cruzamento e só completou: 5 x 1.

O Canhedo, mesmo abatido, ainda tentava diminuir o placar e fechar os espaços para evitar uma goleada ainda maior. Essa medida traria o segundo gol, marcado por Suzuki após saída de bola. Ele deu um rolinho no marcador e fez um belo gol, diminuindo a diferença. Aos 8 minutos o Canhedo marcaria outro: depois de sobra, Fabinho aproveitou, dominou e chutou. Agora a diferença era de “apenas” dois gols, mas isso não duraria muito.

O CAV continuaria atacando, com qualidade nos passes e no setor criativo. Contudo, um único gol mais sairia na partida, e somente quase ao final desta: Bettoni chutou de fora da área, rasteiro no canto esquerdo – muito parecido com seu gol anterior. 6 x 3.

Aos 16 minutos, Caio Fleischmann protagonizaria lance estranho: a bola sobrou para ele sem goleiro, após cruzamento. Ele tentou fazer de barriga, de vários modos, mas a bola acabou passando e ele não conseguiu concluir. Ele lamentaria desse lance consigo mesmo não só durante o jogo, como também no domingo, segunda, terça...

Falando em reclamar, em um lance sobraram cotoveladas e começou uma discussão entre as duas equipes. Resolvido o mal entendido, o árbitro expulsou Fabinho, do Canhedo, e Marcel, do CAV. Mais adiante, Roberto, técnico do CAV, após reclamar demais com o árbitro, também iria embora mais cedo... O Canhedo ainda teria mais uma chance de diminuir o placar com um chute de Kamura de fora da área, mas Quinta pegou.

No 6 x 3 mesmo acabou o jogo, com o CAV mantendo-se na ponta pelo saldo de gols e o Canhedo ainda zerado. A trupê engenheira tenta surpreender o Acidus na próxima rodada e ainda respirar. Já o CAV encara o Roletinha para seguir sorrindo.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO A: 6ª RODADA

Xoras 2 x 0 Diabos Negros

XORAS CONFIRMA BOA FASE E VENCE LANTERNA DIABOS NEGROS


O “tricolor” teve muita consistência na zaga e venceu a partida em apenas dois minutos

Por Carlos Eduardo Sâmia

Foi o segundo jogo com o novo uniforme, e a segunda vitória consecutiva do Xoras no campeonato, que segue na briga com o Obrigado Senhor pela vice-liderança. O Diabos Negros, na lanterna, até chegou a assustar, mas esbarrou na forte zaga do “tricolor” e amargou sua 4ª derrota na competição.

O Diabos incomodou mais no início de jogo, primeiro com Bóris chutando travado, depois com Leal, que tabelou com Bóris e mandou para fora. Do lado do Xoras, Matheo apareceu pela primera vez aos 7 minutos. O camisa 18 saiu cara a cara com Marco, mas o ótimo goleiro fez boa defesa. Bóris teve a mesma chance de Matheo, e Tatá levou a melhor sobre o camisa 99 dos alvinegros.

Aos 9 minutos, Matheo fez outra boa jogada, cortou para o meio e chutou de bico no canto para fazer o primeiro gol. No lance seguinte veio o segundo e último gol da partida: Mirim tocou para Mingo, que chutou forte, de primeira, e fez 2 x 0.

Pelo Diabos, Cadú tentou respondeu com um petardo, mas, para sorte de Tatá, a bola desviou e saiu muito perto do gol. Os chutes mais perigosos vinham de longe, como Marcel aos 17, chutando do meio da quadra, mas Tatá estava atento e pegou com os pés. O Xoras ficava mais no campo de ataque do que o Diabos, mas não levava muito perigo. Foi assim até o fim do primeiro tempo.

No segundo tempo, o Xoras mais administrou a partida do que tentou ampliar o marcador. No primeiro minuto, Mirim passou para Ric, que chutou forte, mas para fora. Boca tocou para Mirim, mas o camisa 23 chutou por cima do gol. Matheo ainda teve a chance de fazer o terceiro. Ele até bateu bem, mas a bola saiu por muito pouco. Daí em diante o jogo ficou mais equilibrado, com as duas equipes atacando, mas nenhuma oferecendo muito perigo.

O Diabos teve duas chances: primeiro com Igor pegando de primeira, mas a bola saiu perto do ângulo. Em seguida, Cadú chutou de bico, a bola desviou em Igor e quase entrou. O Xoras respondeu com Alê, que ganhou dividida e chutou também de bico, também pra fora. Ric pegou de primeira, aos 17 minutos, e Marco fez bela defesa.

O goleiro Tatá, junto com a zaga do Xoras, ia segurando tudo atrás. O goleiro Marco ia bem também do outro lado, mantendo a boa atuação das partidas anteriores. Cada equipe ainda teve uma chance de alterar o placar. O Diabos chegou com Leal de longe, mas Tatá fez grande defesa. Zappa tentou deixar Mirim na cara do gol, no último lance, mas a zaga cortou no momento em que o camisa 23 ia fazer o terceiro.

Fim de papo e o Xoras divide a vide-liderança com o Obrigado Senhor, perdendo apenas nos gols pró. Na 7ª rodada, enfrenta o líder Rabeloska, jogo mais esperado. Já o Diabos tem decisão contra o Elefantes Indomáveis. Ou vence agora ou estará prestes a tentar na Bronze.

VI CHUTEIRA DE PRATA: GRUPO B: 6ª RODADA

Ras Time 2 x 3 RR Olímpico

RAS PERDE PARA ROLETINHA E DISTANCIA-SE DOS LÍDERES


Resultado negativo ressuscita time Olímpico do Roleta e deixa Ras praticamente de fora da briga direta para a Ouro na fase de grupos

Por Tamires Paulino

Na corrida por se aproximar dos líderes, o Ras enfrentava o Roletinha Olímpico com a obrigação de vencer, porém, acabou perdendo e deixando de fato a vaga direta na Ouro para My Balls ou CAV.

Aos 5 minutos, Rernanes cobrou falta em cima da barreira. Dois minutos depois, uma chance para o Roleta, desperdiçada por Kuminha por cima do gol. Aos 9 minutos, mais uma chance de Kuminha: ele carregou pelo meio e chutou à direita do gol da entrada da área. O camisa 20 vinha, nesse início, sendo o melhor homem do lado Roleta.

O primeiro gol, no entanto, seria do Ras: Leônidas chutou no canto esquerdo do gol, de fora da área, e venceu Edu. Entretanto, do outro lado estava Brian, jogando com a camisa 100 em comemoração ao número homônimo de jogos que já cumpriu pelo Roleta. Ele cobrou mas Cipó pegou, mas no próximo lance ele não conseguiu evitar o empate, com o zagueiro Pina chegando e fazendo.

No lance seguinte, rapidamente Brian colocaria o Roleta na frente. Ele estava passos atrás da entrada da área e chutou com efeito, a bola entrou do lado direito. Ao fim do primeiro tempo, Kuminha tocou para Brian, que chutou à esquerda do gol, mas o goleiro já cobria o canto direito e não teve problemas para defender.

No segundo tempo, ambos os times tiveram muitas chances, mas não conseguiram concluir a gol com sucesso, exceção a duas ocasiões, uma para cada lado. Na primeira, para o Ras, cruzamento vindo da direita e Iasi chutou de primeira. Era o empate. A segunda só aconteceria aos 23 minutos, porém, antes disso outros lances aconteceram. Rernanes chutou por cima do gol após limpar lance dentro da área. Pelo Roleta, Kuminha driblou pela lateral, tocou para Pina, que chutou de longe para defesa de Cipó.

Finalmente, a segunda chance concluída favoravelmente: Brian dominou no ar e, sem deixar cair, de primeira, mandou no gol, alto. Foi o terceiro – e belo – gol do Roleta, o último da partida, o gol da vitória que colocava o Roletinha no G-6 e definitivamente na briga por uma vaga no mata-mata. Antes do fim, no entanto, Ceron carregou pela lateral direita até a linha de fundo e chutou no gol pelo lado de fora.

O Roleta agora é o sexto colocado, com 9 pontos, tentando se afastar o máximo possível da zona de rebaixamento, uma vez que sua pontuação está próxima da mesma – um ponto de diferença do primeiro entre os últimos, o É Verdadeee. Já o Ras é o terceiro colocado e continua tentando uma aproximação dos líderes, só que agora com 4 pontos de diferença, mas com confronto direto com CAV e My Balls.

Na próxima rodada, os times terão uma coincidência entre eles: o Roleta enfrenta o líder CAV, que tem 15 pontos e é o primeiro colocado pelo saldo de gols, enquanto o Ras pega o vice-líder My Balls.
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