Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: 6ª RODADA IV CHUTEIRA DE PRATA

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

Red Devils 7 x 2 TCM

RED DÁ SHOW E GOLEIA TCM


Favoritos no Grupo A, o campeão do IV Festival Bola na Rede não teve trabalho para golear com facilidade o TCM, que perde a 4ª partida seguida e afunda na tabela

Por Elvis Ferreira

O Red Devils iniciou a partida dando bastante pressão para cima do TCM, que se portava muito bem defensivamente. Improvisado no gol, Zé Roberto teve trabalho logo nos primeiros minutos da partida após bom chute de Darx.

O TCM não conseguia formular boas jogadas de ataque. A primeira chance de gol saiu com Robson, que adiantou a bola ao marcador e bateu forte, mas sem levar perigo ao gol de Criança.

O Red não deixou por menos e tentou dar a resposta logo em seguida com Raphael pelo meio depois de boa jogada de Paulinho pela esquerda. Os Diabos eram total ataque para cima do TCM, que se acuava cada vez mais no campo de defesa. Destaque a ser dado para o goleiro dos Reds, Criança, que praticamente não participava do jogo.

Após vários ataques e chutes ao gol, enfim o Red Devils abriu o placar, com Jadson Negão, que recebeu bola rolada de falta cobrada por Paulinho no meio da quadra. Com uma boa marcação imposta no campo de ataque taticamente perfeita, o Red não demorou para ampliar. Paulinho fez um golaço depois de receber a bola no meio da área e bater forte.

Depois do segundo gol, a porteira parecia estar aberta para os endiabrados. Paulinho puxou ótimo contra-ataque e tocou para Jadson livre na direita tocar para o gol vazio. 3 x 0.

A maneira que o Red se comportava dentro de quadra era perfeita. Jadson e Paulinho eram os nomes da equipe na partida. O TCM era totalmente anulado e não articulava uma boa chance de ataque. Suas chances de encostar no placar aconteciam vez ou outra em oportunidades de bola parada, como em chance de Peli pela direita. A bola bateu na trave e ninguém completou para o gol no rebote.

O TCM diminuiu o marcador com o gol de rebote de Thiagão, que após o chute rasteiro de Robson de muito longe só teve o trabalho de completar para as redes. Mas o TCM não teve muito o que comemorar. O Red Devils logo aumentou o marcador com Marcelo Pedretti, que recebeu de Thiaguinho. A bola foi no ângulo, sem chances para o goleiro.

Pedretti fez o seu segundo na partida e o quinto do Red depois de roubar a bola no campo de defesa do TCM e chutar forte no ângulo do goleiro novamente. Golaço. O Red Devils se aproveitava do nervosismo da equipe do TCM e ia ensacando. 5 x 1.

Mesmo sofrendo uma sonora goleada ainda no primeiro tempo, Zé Roberto ia fazendo boas defesas para o TCM e impedindo que o desastre fosse ainda maior. Para a segunda etapa, o TCM voltou melhor postado em quadra e mais tranqüilo, jogando com a bola no chão. O Red Devils voltou como era de se esperar: bem mais relaxado. Os demônios seguravam o placar e as principais chances de gol saíam ou em contra ataque ou em jogadas de bola parada.

A primeira chance do segundo tempo veio com Paulinho, que puxou um rápido contra ataque pelo meio e bateu cruzado para o gol. A bola passou perto. O TCM jogava com mais vontade, só que não conseguia transformar essa vontade em gols a seu favor. Faltava o passe final.

O Red fez o sexto gol com Darx, que recebeu no meio da área após cruzamento de Paulinho. O sétimo veio com Carlão. Já no final da partida o TCM ainda conseguiu diminuir o prejuízo. Guga aproveitou rebote do chute dado por Peli depois de bom contra-ataque puxado por ele mesmo.

Placar final: 7 x 2 para o Red Devils. Com a vitória, o Red assume a ponta do Grupo A, com 15 pontos, dois a mais que o vice-líder Bufalos.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

Arouca Jrs. 13 x 0 NGM

AROUCA JRS. COLOCA NGM MAIS PRÓXIMO DA BRONZE


Time mais simpático da Série Prata dá passos largos para a Série Bronze; Arouca Jrs. ajudou ao aplicar goleada

Por Vinicius Bento

Washington estava infernizando o goleiro Farillo. Esse era o desenho inicial da partida. Com muitas finalizações de longe, o goleiro do NGM estava tendo de se desdobrar para que o time estreante da Prata não abrisse o marcador.

Impressionantemente, após tanta tentativa, foi o NGM que quase marcou. Coxinha arriscou uma pancada, de bico mesmo, e fez com que o goleiro Guilherme fizesse uma boa defesa. Coxinha ia precisar tirar a unha da bola depois dessa.

Quando pareceu que uma esperança ia surgir nas cabeças torcedoras do NGM, Gothardo abriu o marcador para o Arouca Jrs. Era o que faltava para o ditado – passa boi, passa boiada – se fazer ver na quadra 10.

Leozinho, menos de um minuto depois, aumentou o marcador. Um lance bizarro. Com a bola em cima da linha, Areia tentou tirar ela de dentro do gol, mas só conseguiu cravar ela na própria rede. Depois de uma breve discussão com o árbitro, ele deu o gol para o atacante do Arouca. “Não é como campo! Aqui só é gol contra quando realmente se caracteriza o último toque para o gol”, justificou o árbitro.

A defesa do NGM estava penando. Areia e Covre estavam tendo muitas dificuldades com a velocidade do ataque adversário. A movimentação também dificultava muito. Não demorou muito para sair o terceiro gol na partida. Depois de um belo passe para trás de Nuno Gomes, novamente ele, Leozinho chegou finalizando. De frente para o gol e livre, ele não teve muitas dificuldades para marcar. Não perca a conta: 3 x 0.

Depois de bola jogada para o meio da área, Caio Barcellos entrou livre no meio da área para fazer o quarto. A situação no NGM estava costumeira: desesperadora. Infelizmente, o time mais simpático do Chuteira de Prata caminhava a bronze. Para sorte do NGM o primeiro tempo acabou por aí.

Na segunda etapa o desenho do jogo não mudou muito. Algumas chances para o NGM, mas quem marcava era o Arouca Jrs. Iuri arriscou da lateral. O goleiro Farillo, que estava impecável até o momento, aceitou. Peruzaço. Menos de um minuto depois Washington fez mais um. Foi então que ele fez um golaço. O melhor jogador em campo bateu uma falta no ângulo. Pintura. 7 x 0.

Para aumentar a goleada Iuri, bateu falta com precisão, no cantinho. Gol, claro. O placar começava a ficar absurdo. Washington deixou mais um depois de pegar rebote do goleiro. Não perca a conta: 9 x 0.

Nelsinho fez o gol mais avacalhado da partida. Depois de chutar medonhamente de perna esquerda, a bola pingou na frente do goleiro, que tentou isolá-la com os pés. A bola acabou morrendo lá dentro. 10 x 0.

Para variar um pouco o Arouca fez mais um. Guilherme Evangelista marcou mais um gol de falta para o Arouca. O NGM havia abortado a partida. Também, um a mais ou um a menos a essa altura não ia fazer diferença alguma.

Marcio Vinicius, fez o 12º. Quando o jornalista estava a ponto de recusar-se de fazer a descrição de mais gols, o árbitro Renato acabou por desesperar este que vos escreve: “Eles falaram que querem fazer 20! Aí vai estar bom!”. Mas era exagero, do Arouca, do árbitro e do repórter. Foi “só” mais um gol, e no finalzinho da partida, com Leozinho empurrando para dentro o gol de saideira.

Para não ficar só falando do arouca, Verotti, 77 kilos, driblou marcador e tentou rolar para trás. Se ele consegue, o artilheiro Márcio, 79 kilos, estava esperando para enfiar ela para dentro. Infelizmente a defesa (sem graça), do Arouca Jrs. bloqueou o arremate.

13 x 0 e não se fala mais nisso. “Hoje deu tudo errado”, resumiu o técnico Renê ao fim. Hoje e sempre, diriam alguns. O Arouca chega a 9 pontos e deixa a incômoda parte de baixo da tabela. Já o NGM... ah, deixa pra lá.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

Cachorro Velho 4 x 5 Ras Time

RAS TIME SURPREENDE E CONSEGUE MAIS UMA ÓTIMA VITÓRIA


Cachorro Velho não mantém tradicional constância e sofre revés para um ascendente Ras, que contou com a volta de Cipó

Por Vinicius Bento

O equilíbrio marcou o começo da partida. Enquanto o Cachorro Velho mostrava a tradicional constância do time, o Ras Time surpreendia, mostrando um futebol de ataque. A sensacional vitória sobre o MP na semana passada, com certeza, mexeu no ego do time de azul.

O gol demorou um pouco para sair. Já era metade do primeiro tempo e a pelota insista em ficar longe das redes. Foi então que, depois de cobrança de escanteio, Thiaguinho pegou de primeira no segundo pau e venceu o voador goleiro Cipó.

Infelizmente o time da PUC não teve nem tempo para comemorar. Depois de receber passe no lado direito da área, Leônidas deu um tapa de canhota por debaixo das pernas do goleiro. Depois foi só sair para o abraço. 1 x 1.

Após o empate o jogo deu uma esfriada. Parecia uma luta de boxe onde os dois times ficavam se estudando. Bem fechados, os dois goleiros não tinham que fazer grandes defesas para salvar suas equipes. Cipó ainda teve que se esforçar para defender alguma coisa centralizada, mas nada que ameaçasse a firme defesa do Ras.

Saindo no contra-ataque, Rernanes fez bela jogada, rolou para o lado, recebeu uma pancada faltosa, mas, com a vantagem, Iasi saiu na cara do gol para virar para o Ras.

Não deu tempo nem para comemorar (de novo), pois Jeff, camisa 21, deu belo voleio dentro da área. Cipó tentou ir nela, mas a bola foi muito longe de suas mãos. 2x2 e ótimo primeiro tempo.

Na segunda etapa Leônidas começou arriscando. Depois de virar em cima do defensor, ele arrematou mal, fraco e no meio, possibilitando a defesa de Botana. Johnny chegou a dividir a bola com Botana, mas Marco, em cima da linha, salvou o que seria o terceiro gol do Ras.

Tonhão tentou desafogar o Cachorro de trás. Com uma finalização forte de meia distância, a bola explodiu no peito de Cipó e voltou para o meio da área, de onde foi rifada com propriedade providencial. Poucos minutos depois o Ras acertou a bola no travessão. No rebote Marco isolou. Quem sofresse o gol teria problemas para correr atrás do marcador.

E foi Rernanes, ao lado de Leônidas – o responsável pela recuperação do Ras na competição – conseguiu o que parecia impossível: virou o jogo. Depois de jogada pela esquerda, ele finalizou com força. Botana provavelmente nem viu a bola. 3 x 2 e o Ras ameaçava uma arrancada no campeonato.

O time do Ras foi ao delírio quando Iasi fez o seu segundo tento na partida e dilatou o marcador para 4 x 2. Depois de linda jogada de Johnny, que driblou o goleiro mas na hora de finalizar caiu sentado, a bola sobrou limpa para Iasi só colocar ela para dentro. Uma pancada de perna esquerda que estufou as redes com gosto.

Menos de um minuto depois Leônidas, de cabeça, saiu na segunda trave e colocou ela para dentro. Três gols de diferença e muita comemoração no banco de reservas do Ras. Porém, o Cachorro não estava abatido 100%. Thiaguinho C. fez mais um e deixou em 5 x 3.

O Ras entrou em desespero quando, depois de cobrança de escanteio, Jeff fez o seu segundo gol na partida. Muito irritado, Iasi esbravejava: “Isso não vale! A bola não pegou em ninguém!” Pegando ou não, o gol valeu. O Cachorro ameaçava uma virada espetacular.

O Cachorro até podia fazer algo, mas, depois de um choque, um jogador do Cachorro caiu. No chão, ele foi acertado por uma bolada e, irritado, tentou acertar o jogador que o atingiu. Ninguém foi expulso e, um minuto depois, o árbitro terminou a partida, decretando mais uma vitória espetacular do Ras. Duas nos últimos dois jogos.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

RR Olímpico 5 x 2 Invictus

ROLETINHA VENCE E LIGA SINAL DE ALERTA NO INVICTUS


Em um bom trabalho de equipe, RR Olímpico derrota rival, sobe na tabela e acende luz da Bronze no Invictus

Por Renato Malaguti

O começo do jogo não animava muito, ambos os times tocavam a bola com bastante cautela, mas não criavam boas chances de gol. Apesar de certo equilíbrio, a equipe do Roletinha se destaca um pouco mais. O primeiro gol da partida saiu aos 12 minutos, com Mendes, após Lucas afastar fraco e a bola sobrar para o zagueiro no lado esquerdo da área. O camisa 8 fez um bonito gol, chutando no alto e a bola batendo na trave e pingando sobre a linha para entrar chorada por muito pouco.

O Invictus tentava esboçar reações, principalmente com Kirk, mas não finalizava com competência. Pina, capitão do RR Olímpico, organizava bem a zaga e orientava o posicionamento de todos os jogadores, principalmente na parte de trás. Aos 17 minutos, uma boa chance criada por Kirk quase empatou o jogo. Ambos os times criavam oportunidades de gol, mas sem boas conclusões.

O segundo gol só veio aos 21, com Folha após saída jogada errada na defesa de Nardelli, que tocou no pé de Bruninho, que assistiu Folha completar alto sem chances para Muralha. 2 falhas e 2 gols do Roletinha.

Com dois gols de vantagem, o time olímpico do Roleta diminuiu o ritmo e sofreu certa pressão nos minutos finais da etapa inicial. Três chances de gols foram desperdiçadas pelo Invictus. A primeira com Nardelli, que tentou de cobertura após assistência do goleiro. Depois com Pignatti, em uma ótima cabeçada que tirou tinta da trave. E, por último, com Lucas.

Faltavam menos de 2 minutos para o término da primeira parte e o Invictus estava mais perto de marcar. Mas como diz o velho ditado futebolístico “quem não faz, toma”. Não demorou muito para isso se concretizar. Aos 22, Kuminha ampliou para 3 x 0. Pára evitar o estrago completo, faltando menos de três minutos para acabar o primeiro tempo, o zagueirão Paulinho diminuiu para o Invictus em um chute de longa distância. Lucas, no meio da trajetória da bola, fez tal qual Romário na falta de Branco em 1994. A bola morreu no canto esquerdo do goleirão Edu, que quando viu já era tarde.

A primeira parte terminou com o RR Olímpico vencendo por dois gols de diferença, mas mesmo com esse resultado, o time experiente do Invictus não estava sendo subestimado. Deve-se evidenciar o respeito e a lealdade dos dois times: menos de três faltas foram marcadas no primeiro tempo e poucas discussões eram evidenciadas na partida.

Na volta para a etapa derradeira, aos 5 minutos, Nardelli recebeu livre dentro da área e tocou com categoria para diminuir após assistência de Paulinho. Mesmo tomando um gol logo no início, o RR Olímpico não ficou abalado e não demorou muito para fazer mais um. De novo o Invictus falhou ao deixar Brian cabecear rente à trave direita de Muralha. Paulinho tentou tirar, mas só viu o camisa 23 completar para o gol e fazer 4 x 2.

O que mais se viu a partir daí foi chances desperdiçadas de ambas os lados. Oportunidades claras de gol não eram convertidas e o placar ficou parado durante muito tempo. Treinar finalização não seria má ideia aos jogadores de Invictus e Roletinha. Faltando cinco minutos para o término do jogo, finalmente outro gol. De tanto avançar e se expor, o Invictus tomou o contra-ataque, que acabou nos pés de Ceron para fazer mais um e fechar a vantagem em 5 x 2. Faltando pouco para o fim, Folha perdeu ótima chance cara a cara e foi muito criticado pelo próprio companheiro de equipe, Ceron.

Desmotivado diante de tantos erros, o Invictus não teve reação e sofreu sua quinta derrota em seis jogos. Já o Roletinha enfim volta a vencer após duas derrotas seguidas e atinge os 12 pontos, colocando no pelotão de cima da tabela do Grupo B e praticamente classificado para a próxima fase.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

Bufalos 4 x 3 La Coruja

LA CORUJA ASSUSTA, MAS NÃO SEGURA BUFALOS


Um dos favoritos à Série Ouro, Bufalos mostra força de reação para afastar zebra

Por Vinicius Bento

O Bufalos entrava na partida como franco favorito. Porém, era um jogo de futebol e eles teriam de provar essa superioridade criada antes da partida. Na primeira grande chance na partida, Casali pegou péssimo passe da defesa do La Coruja, partiu para dentro e rolou para o meio da área. Rubens Mendes estava lá esperando para empurrar para dentro. Na hora H o goleiro Gordo salvou.

O inacreditável aconteceu. Cainña recebeu dentro da área e depois de saída fraca do goleiro do Bufalos, colocou para dentro. 1 x 0 para o La Coruja. Gordo ia salvando o que vinha na sua direção. Até a metade do primeiro tempo o que vinha parava em suas mãos. E a sorte ainda ajudava. Gutão acertou uma pancada no travessão.

De repente o Bufalos se viu com problemas. Com um chute de longe, Guilherme Souza fez mais um para o La Coruja. Menos de um minuto depois, B Casali chutou e o até agora impecável goleiro Gordo aceitou. 2 x 1.

Depois disso o jogo deu uma esfriada. Ficou bem travado e pesado no meio de campo e até mesmo as chances de gol diminuíram. Foi então que Casali, novamente ele, empatou o jogo. Após finalização, a bola desviou e matou o goleiro. Parece que o ímpeto inicial do La Coruja já era.

O primeiro tempo terminou. Mesmo depois de ter aberto dois gols de diferença o La Coruja permitiu o empate. Perigoso, pois o Bufalos não é de dar muitas chances aos adversários. Na segunda etapa o desenho era praticamente o mesmo da primeiro tempo. Logo nos minutos iniciais Dinho perdeu um gol que ele não costuma perder. Sozinho, depois de rebote, ele mandou no segundo andar.

Como estava demorando, Dinho acelerou e fez o seu. Depois de pegar a bola de frente para a área, ele não perdoou. Virou a partida para o seu time e agora sim fez o esperado acontecer. Bufalos na frente, 3 x 2.

A partida deu uma esfriada de novo. Já era metade do segundo tempo e os goleiros começaram a esfriar. Principalmente o do Bufalos. O goleiro que entrou no segundo tempo não estava sendo muito testado.

O Bufalos não estava em uma tarde com sorte. A bola insistia em não entrar, mesmo eles estando na frente do marcador. Era impressionante. Quando não era Gordo, era a má fase mesmo.

No final da partida Dinho fez mais um. Depois de finalizar, a bola desviou no meio do caminho e devagarzinho morreu no meio do gol. 4 x 2 e agora poderia dizer que a vaca deitou.

Em um dos últimos lances do jogo, um tiro de 9 metros virou pênalti para o La Coruja na visão do árbitro. Era a chance de consagrar o goleiro, mas no final Bode não teve dó. Diminuiu o placar. Gavião, que via o jogo de fora, chegou a comentar: “Já pensou se eles empatam?”. Certamente era o desejo de muitos, mas não deu tempo para mais nada, pois os árbitros terminaram a partida.

O La Coruja segue sem vencer, apesar de seu futebol ter crescido muito. O WO na 2ª rodada pode custar muito caro à equipe. Já o Bufalos segue firme e forte, agora com 13 pontos e na vice-liderança.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

SPQSF 7 x 6 Voando Baixo

APESAR DE SOFRER MUITA PRESSÃO, SPQSF VENCE VOANDO BAIXO


Em um jogo em que o equilíbrio foi evidenciado do início ao fim, SPQSF conquista a vitória

Por Renato Malaguti

Logo no início da partida, Fernando, pelo SPQSF, fez boa jogada individual e quase acertou o ângulo esquerdo do goleirão Henrique. Tal fato comprovava que o SPQSF não estava para brincadeira e vinha com tudo para cima do Voando Baixo. Com pouco tempo de jogo, Rick, do SPQSF, se machucou e foi substituído. Após a substituição, Pisano, capitão do Voando Baixo, chutou com certo perigo, comprovando que seu time também não estava de brincadeira.

Em um jogo marcado pelo futebol ofensivo, aos 7 minutos o placar foi aberto por Diego Dicredo. Foi um bonito chute colocado que acertou o canto esquerdo de Henrique, que pulou na bola mas não alcançou. Logo em seguida, em uma jogada bem trabalhada, Caballero tocou para Felipe Santos quase empatar. Apesar de certa pressão exercida pelos voadores, quem marcou foi o SPQSF, com Meneguelo, após linda ajeitada de Dicredo.

Com dois gols de vantagem, o SPQSF não teve muito tempo para comemoração, pois Geba diminuiu. Menos de três minutos depois, Jaja, recuperado de contusão, ampliou e voltou a dar folga ao time no placar. Mas, na briga dos artilheiros, Caballero descontou em um gol de muita raça.

O jogo estava apenas na metade do primeiro tempo e cinco gols tinham sido marcados. E não acabou por ai porque, aos 17 minutos, Geba fez seu segundo gol na partida e deixou tudo igual – 3 x 3. Esse gol incendiou o jogo, tanto dentro quanto fora de campo. Provocações de torcedores do SPQSF fizeram com que o árbitro se revoltasse. O jogo estava equilibrado ofensivamente, mas o número de faltas aumentava. Para a sorte de ambos, a primeira parte terminou antes que os tiros de 9 metros começassem. De bom, um ótimo futebol ofensivo e um forte balanceamento nas ações.

O segundo tempo começou agitado. Aos 5 minutos, Dicredo fez mais um e colocou o SPQSF novamente na frente. Até os 10 minutos, ambos os times criavam boas oportunidades, principalmente com Dicredo e Jaja, pelo SPQSF, e com Caballero e Luka, pelo Voando Baixo. Aos 12, Jaja fez um belíssimo gol, acertando o ângulo esquerdo de Henrique e deixando mais uma vez seu time com dois gols de vantagem. 5 x 3.

Mas, como já dito, Jaja marcava, Caballero devolvia. E foi ele que fez o quarto do VB, recolocando sua equipe na briga. Aos 20 minutos houve um tempo técnico que foi muito útil, principalmente para o Voando Baixo, pois, na volta, Pisano empatou e comemorou muito.

O jogo estava quente, com muitas divididas, gritos e belos lances. Com dois gols relâmpagos – de Jaja e Fernandão – o SPQSF, pela terceira vez, ficava com dois gols de vantagem. E agora para valer.

Mesmo faltando poucos minutos para o fim, o Voando Baixo pressionou como pode e diminuiu mais uma vez, agora com Rafinha Correia, em uma bela cobrança de falta. 7 x 6 e tensão no ar.

No finzinho da partida houve um certo tumulto – só para variar neste torneio em jogos do SPQSF – ocasionado por Caballero e Guto (goleirão do SPQSF), mas não foi motivo para estragar o espetáculo. Futebol ofensivo e raça foram as características principais de ambos os times, que fizeram um dos jogos mais bonitos da tarde. Final de jogo: SPQSF 7 x 6 Voando Baixo.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

DPGamos 2 x 1 SuaMãe

DPGAMOS DERRUBA LÍDER E CHEGA A 9 PONTOS


Gol de canhota de Kaká tira invencibilidade e liderança do SuaMãe

Por Weinny Eirado

Para o DPGamos, três pontos suados. Para o SuaMãe, uma desastrosa derrota. Desta maneira se resume o duelo da quadra 11, entre o time de Murilo e Febem contra o de Kaká e João. O magro placar de 2 x 1 não condiz com a boa atuação do DP e nem com a fraca participação do ataque do SuaMãe.

Logo no primeiro minuto de jogo, Kaká recebeu passe de fora da área e, livre, chutou para fora. Coube então ao repórter-jogador Vinicius Bento a tarefa de abrir o placar, três minutos mais tarde. Ele roubou a bola do defensor e saiu na cara do goleiro. “Olhei para o meio da área e vi o Kaká marcado e o João longe demais. Nisso o goleiro saiu do gol e deixou o lado esquerdo livre”, relata o novo dono da camisa 12 rubro-negra.

Aliás, a precisão dos passes entre Kaká, João e Bento era quase cirúrgica. O trio trabalhou com bola no pé, criou boas jogadas e ótimas oportunidades de gol. E, na defesa, Valentim novamente fechava. Em contrapartida, o SuaMãe teve uma tarde atípica. Não chegou nem perto do nível jogado pelo time no semestre. Por essa fraca atuação, o time acabou perdendo a liderança do Grupo A.

Aos 18 minutos, um momento no mínimo curioso. Marcelo, camisa 2 do SuaMãe, aproveitou o pedido de tempo e se aproximou do árbitro Luxemburgo e disse: “Professor, posso ir ao banheiro?”. Foi alvo de brincadeiras dos seus colegas de time, que pegaram no seu pé pela infantilidade da frase, na qual a maioria deles a disseram pela última vez na terceira série.

No retorno do pedido de tempo, o time voltou a jogar como gente grande. Aos 24 ainda do primeiro tempo, Zoiudo não fez apenas o gol de empate, mas também um milagre por conseguir furar a muralha de São Valentin. Ao final do primeiro tempo, este humilde repórter relata que pelo menos uma dezena de ofensas foram feitas para a mãe do “Santo Padroeiro” da meta do DPGamos. Tal atuação rendeu a Valentim o 3º MVG da 6º rodada.

No início do segundo tempo o time rubro-negro colecionou falhas. Denão perdeu duas ótimas oportunidades de desempatar o jogo. Já Daniel entregou a bola nos pés de Zoiudo na saída de jogo. Valentin precisou fazer um de seus milagres para corrigir a lambança do camisa 13.

Na metade do segundo tempo, uma mudança no banco do DPGamos. Lói saiu para jogar pelo Acidus. No seu lugar, Daniel Fischer assumiu o papel de técnico. Fez algumas boas mudanças, entre elas colocar LaMarck na defesa. Só que o “Cryuff de Higienópolis” acabou jogando quase o mesmo tempo da semana anterior, quando permaneceu em campo por 3 minutos contra o La Coruja. Desta vez, atuou pouco por causa de um injusto cartão amarelo, após levar uma cotovelada numa dividida e reclamar com o autor da agressão.

Aos 15, o SuaMãe meteu uma pancada na trave, mas acabou aí o futebol dos meninos comandados por Portuga. Começou a ser pressionado pelo DP, até que cedeu o gol aos 23 minutos, curiosamente para um ex-camisa 23. Kaká, que jogava no Coringa com a camisa eternizada por Michael Jordan, recebeu a bola da entrada da área e bateu de esquerda. (sim, senhores, de esqueeeeeerda!!!) Na comemoração, levantou o pé, deu para Zulu “polir” e apontou para o banco. Tudo isto por causa de Lói, que na semana anterior tinha xingado o artilheiro pela falta de habilidade com a canhota.

Os minutos finais foram de tensão, mas, ao final do apito, um alívio. O DPGamos venceu a segunda seguida, fato que nunca tinha acontecido com o time no Chuteira. Os três pontos renderam ao time dos Fischer a zona de classificação, mais precisamente a 8º colocação. Na outra ponta da tabela, o SuaMãe perdeu a liderança para o Red Devils e Bufalos e terá que vencer o TCM depois do feriado, para não se distanciar do topo.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

Di Primeira 5 x 0 Primatas

DI PRIMEIRA ATROPELA LÍDER PRIMATAS


Com um goleiro diferenciado (Alemão) e um ótimo futebol ofensivo, Di Primeira não reconhece o líder, goleia e fica a um ponto da liderança

Por Renato Malaguti

Logo no início da partida, Rodriguinho, do Primatas, chutou no canto direito com muito perigo, mas Alemão fez ótima defesa. Foi a primeira (e quase última) chance do Primatas no primeiro tempo. Aos 7 minutos de jogo, Rapha Silva, do Di Primeira, fez o primeiro gol da partida, pegando o goleirão Vitinho de surpresa, que nem pulou na bola. Três minutos depois, ele marcou novamente. Estava 2 x 0 aos dez minutos, mas o Primatas não esboçava nenhuma reação. Que acontecia com o único 100% da Prata?

Sem dó nem piedade, aos 15, o artilheiro Cirota aproveitou ótimo lançamento de Caque e ampliou ainda mais. O Primatas tratou de pedir um tempo técnico para tentar arrumar a zona que virara sua cozinha. A continuar assim, era goleada das grandes se pronunciando. Após a pausa, o Primatas até ficou com uma boa posse de bola, mas não conseguia criar nenhuma chance clara de gol. Que acontecia com o único 100% da Prata?

Faltando pouco para o término do primeiro tempo, enfim boas chances foram criadas por Lithio e Simões, mas ambas foram paradas por ótimas defesas do goleirão Alemão, que junto com Rapha Silva (autor de dois gols) se destacava na partida.

O primeiro tempo teve como característica o bom aproveitamento Di Primeira, o ótimo desempenho de Alemão e a dificuldade do Primatas em criar boas oportunidades. O segundo tempo teve um cara totalmente diferente. Até os cinco minutos só deu Primatas, principalmente Diegão, camisa 8, mas a falta de competência nas finalizações foi o principal defeito dos símios.

Aos 8 minutos, Rapha Silva marcou mais um para o Di Primeira. Foi um bonito gol no cantinho esquerdo de Vitinho. Mesmo com uma boa vantagem, o Primatas tentava diminuir a qualquer custo, mas sempre era parado por Alemão ou pela trave. Até os vinte minutos da segunda parte as melhores chances de gol eram do Primatas, que não estava abalado pelo resultado, mas não conseguia marcar.

Ganhando por quatro gols de diferença, o Di Primeira vibrava em cada tirada de bola. Lê, camisa 4, era responsável pela maioria dos desarmes. Faltando menos de cinco minutos de jogo, Rodrigo Miranda fez mais um para o Di Primeira e fechou a goleada em 5 x 0.

Apesar do resultado, em nenhum momento o Di Primeira subestimou o adversário, jogando com raça do início ao fim. A competência nas finalizações foi o diferencial que derrubou o último invicto da Prata.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

ZFQ 3 x 3 MachuPichu

ZFQ FAZ PRIMEIRO PONTO ROUBANDO DOIS DO MACHUPICHU


MachuPichu sente falta do goleirão Pipo e empata com o lanterna; Zica jogou muito mas continua zicado e sem vencer

Por Vinicius Bento

O MP entrou em campo com um grande problema: Pipo, o goleiro que parece desenho animado, não compareceu. Semana passada ele destruiu o dedo (literalmente) e agora está se recuperando de contusão. Para substituí-lo, Tebas foi para o gol. O craque da defesa agora era obrigado a usar as mãos.

Parece que ele iria fazer falta. Logo aos dois minutos Negão pegou rebote de escanteio e caprichou um arremate de volêio. Belíssimo. A bola passou pela defesa, completamente congestionada, e morreu no cantinho do goleiro Tebas. 1 x 0. “O ZFQ vai ganhar”, praguejava Daniel Fischer.

O MP, entretanto, mostrou que um time que jogou a Série Ouro não estava aqui para brincadeiras. Renato fez boa jogada e rolou para Danilo. Ele finalizou duas vezes para poder empatar a partida. 1 x 1.

Depois de muita confusão, após saída desesperada de Tebas, o árbitro Luxemburgo tirou a autoridade do segundo árbitro e marcou um pênalti, num lance em que o segundo árbitro deu falta. O goleiro do MP tomou amarelo e o goleiro reserva (goleiro reserva linha) fez um verdadeiro milagre. Ele pegou o pênalti de Negão!!! O goleiro comemorou como se tivesse feito um gol. O empate persistia.

Quando Tebas voltou ao gol, estava com a camisa 12 e tomou o segundo. Lucas de Freitas aproveitou o rebote e chegou chutando tudo. Que raiva! Um belo gol, 2 x 1.

O MP tinha dificuldades. O ZFQ era bem superior na partida. A falta de um goleiro de oficio sem dúvidas estava afetando o time de preto. Estavam evitando sair para o ataque com medo de que o time adversário chegasse com tudo na cara de Tebas. Ele não teria muito o que fazer. Para sorte do MP, o árbitro deu o primeiro tempo por encerrado.

Na segunda etapa o MachuPichu veio mais ofensivo. Arriscando mais para o gol, o time de preto estava mais ofensivo e rebuscado no ataque. Chegaram a quase fazer com Fabio Vidal, que arrematou e com um leve desvio da defesa viu a bola passar rente a trave do goleiro adversário.

Como quem não faz toma, Cris Araújo limpou o zagueiro e chutou no canto esquerdo de Tebas. Quem sabe Pipo faria um daqueles seus milagres, mas Tebas não. A mesa chegou a gritar “Golaço!”. 3 x 1.

Quando Tebas saiu do gol ele resolveu. No ataque ele brigou muito e fez o seu. O melhor jogador do MP deveria sair do gol. Era uma esperança para o time de preto. E que esperança. Antes do final da partida, Flavinho acertou um petardo de longa distância, deixando tudo igual no marcador. 3 x 3. Era uma das partidas mais equilibradas da tarde.

O juiz não deu tempo para que nem um dos dois times passasse à frente novamente no marcador e deu a partida por encerrada. No final da partida, revoltados com a arbitragem do Luxemburgo, Danilo e seu time vieram reclamar daquele que foi unanimidade nos xingamentos da tarde (só o DPGamos não reclamou). Depois de muita discussão e bate boca, o árbitro saiu e foi apitar a partida entre os dois times de branco, É Verdadeee e Pé de Pano (vide relato abaixo para saber o que o Luxa do apito aprontou por lá) .

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

Obrigado Senhor 5 x 3 Basicus

COM MUITA RAÇA, OBRIGADO SENHOR VIRA NOS ÚLTIMOS CINCO MINUTOS


Em um jogo onde o resultado só foi decidido no fim da partida, Obrigado Senhor ganha de virada e soma três importantes pontos na tabela

Por Renato Malaguti

Até os 8 minutos a partida estava equilibrada, com boas chances de gol pelos dois times. Puff quase abriu o placar em um belo chute, mas foi parado pelo goleirão Chalupe. O primeiro gol da partida foi marcado aos 12 minutos, e pelo Basicus. O autor foi Veneza, com um belo gol. A bola bateu na trave antes de entrar.

Boas chances eram criadas por ambos os times, mas os goleiros estavam em uma tarde inspirada. O segundo gol só aconteceu faltando pouco menos de cinco minutos para o término da primeira parte. Buiu, que estava muito bem no jogo, marcou o segundo de sua equipe. Foi um ótimo chute cruzado que acertou o cantinho direito do goleiro. Logo em seguida, sem dó nem piedade, Starck fez mais um para o Basicus, colocando seu time a três gols de vantagem e parecendo que a fatura estava fechada.

Intervalo de jogo e algo mudou no Obrigado Senhor. Não só no time azul, mas no futebol ofensivo imposto no primeiro tempo por ambos os lados. Tirando uma falta perigosa cobrada por Cavalera, nenhum time criava boas chances de gol e por esse motivo houve um tempo técnico aos 12 minutos. Na volta, o Obrigado Senhor mudou completamente seu futebol. Em menos de 5 minutos dois gols foram marcados: o primeiro com Lucas Oliveira, e o segundo com o capitão Thales. O Obrigado Senhor era outro time e encostava no placar.

E de tanto bater a pedra furou. O empate saiu dos pés de Thales, novamente ele. Faltavam menos de cinco minutos para o término da partida e parecia que o Basicus tinha levado um choque após sofrer a igualdade. Todo o futebol ofensivo que seu time apresentou no primeiro tempo tinha desaparecido. Aproveitando o mau momento, Raphinha aplicou o vira-vira.

Hora de tempo técnico para organizar a tática nos minutos finais. Na volta ao jogo, Puff perdeu cara a cara com Chalupe. Do outro lado, Thales não perdoou e matou o goleiro improvisado Ladeira com um gol no ângulo esquerdo. Era o 5 x 3, o tiro de misericórdia nos rosáceos de Clebão e Cia.

Uma bela virada do Obrigado Senhor, que tem muito a agradecer a Thales, melhor homem em campo e pivô da reação senhorial. Do outro lado, sobrou frustração: “Fomos ridículos”, sentenciou o até então sumido R. Barath. Ambos os times somam 7 pontos e estão na zona de classificação, mas com Voando Baixo e Jeremias colados.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO A:

É Verdadeee 2 x 1 Pé de Pano

POLÊMICA NO FIM QUASE ESTRAGA VITÓRIA DE É VERDADEEE


Árbitro Luxemburgo rouba a cena e quase mata Gavião e cia. do coração

Por Vinicius Bento

O último jogo da tarde teve início fraco e gelado. Dentro e fora de campo. Gavião chegou ao Chuteira naquela tarde reclamando de dores no corpo todo. Ou ele estava de ressaca ou gripado.

Na primeira chance do Pé de Pano, Tavogus recebeu passe dentro da área, mas finalizou torto. O Pé de Pano estava com uma pegada diferente. Depois de fazer um ótimo jogo contra o SuaMãe o time mostrava outro futebol.

Após elogiar o Pé de Pano, o É Verdadeee abriu o marcador. Depois de um cruzamento para dentro da área, Master apareceu no meio rasgando e colocando tudo para dentro. Ainda no primeiro tempo, Dada arriscou um chute de longe. Ela tirou tinta do gol de Reyna.

King perdeu um gol inacreditável. Depois de receber lindo lançamento, ele dominou, saiu na cara do goleiro Tiago, ajeitou para o meio e na hora de fazer o gol.. Furou! Furou, mas ainda conseguiu o arremate. Mesmo com o goleiro no chão, ele finalizou para fora.

O É Verdadeee começou a chegar com força no ataque. Zeca perdeu uma chance clara de gol. Recebeu bola livre, a meia altura na frente da área, mas na hora de finalizar mandou longe longe! Mas Shev não errou no fim do primeiro tempo e aumentou o placar. Ele finalizou com violência no gol. “Vixe! O Tiago errou o golpe de vista”, ironizava Daniel Fischer, reconhecidamente o (quando goleiro) melhor golpe de vista do Chuteira.

O segundo tempo estava mais frio que o primeiro. Em termos de clima, claro. Se é que é possível. Até mesmo a torcida não colocou a segunda marcha. Em campo o jogo se resumia a um tromba daqui, tromba de lá. King ia fazendo como sempre uma partida constante. Os atacantes do É Verdadeee não conseguiam entrar na defesa adversária. Os arremates do PdP vinham de longe, o que facilitava a vida do goleirão.

Exatamente como no primeiro gol, o comentarista queimou a língua. Depois de cruzamento, o pequenino Polachinni invadiu a área e cabeceou no primeiro andar. O PdP encostou no marcador.

A partida continuava gélida (comentário bastante repetido, mas estava bem frio), e dentro de campo o jogo não ajudava muito. Thiago, goleiro do Pé de Pano, poderia até tomar um cafezinho a essa altura do jogo, tamanha sua tranqüilidade atrás. Foi então que a confusão começou. Luxemburgo, o árbitro mais polêmico que já compareceu ao Chuteira, voltou a atacar (pela última vez, garante a Organização). Depois do É Verdadeee estourar as oito faltas, o Luxa do apito colocou a bola na marca do pênalti. Revoltado, Gavião apelou ao repórter, ao mesário, a Deus e ao mundo antes que Lucas fosse chamado para resolver a situação.

Muito chilique daqui, choradeira de lá, eis que enfim o tiro de 9 metros foi cobrado – com Gavião devidamente isolado do lado de fora da quadra. E o Pé de Pan o mandou para fora o empate. Poucos minutos depois, outro tiro de 9 metros e Tavogus foi para a bola. Reyna pegou antes do árbitro apitar fim de jogo. O É Verdadeee comemorou a vitória, mais como um desabafo ao árbitro do que com a vitória em si.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 6ª RODADA: GRUPO B:

Camelo 4 x 3 Jeremias

RAÇA ALAVANCA CAMELO PRA VIRAR CONTRA JEREMIAS


Jeremias comandou o placar até os 5 minutos finais, quando Jaca e Noal resolveram para o Camelo

Por Renato Malaguti

O início do jogo foi caracterizado por certo equilíbrio, em que ambas as equipes criavam oportunidades, mas não concluíam com tanta eficiência. Faltas perigosas foram desperdiçadas pelos dois times.

O primeiro gol saiu aos 8 minutos com Gui Ferreira. Foi um bonito gol, no qual ele pegou de primeira e acertou um chute forte, indefensável para Johnny Jr. O meia do Jeremias foi destaque durante toda a partida.

A reação do Camelo não tardou. Menos de cinco minutos depois, o artilheiro das multidões, Noal, deixou tudo igual. Depois do empate poucas chances ocorreram, pois o jogo seguia balanceado mas embolado no meio de campo.

Só aos 17 minutos o placar foi alterado. Novamente o time do Jeremias ficou na frente. Dessa vez, o autor do gol foi Dunder, em uma boa cobrança de falta que acertou o canto direito do goleirão Johnny. 2 x 1. E Dunder queria mais. Ele quase marcou seu segundo gol em uma boa jogada individual: um chute de meia altura que tirou tinta da trave esquerda.

Já no fim da primeira parte, o jogo voltou a ficar empatado. Em uma boa cobrança de falta, Jaca, revelação camelídia, fez um belo gol e correu para o abraço do capitão Henrique. O intervalo estava prestes a chegar, mas o Jeremias não queria saber de igualdade e, assim, fez mais um, com Rafa Gomes, num chute forte que Johnny chegou a encostar na bola antes de entrar.

Na volta ao jogo, o futebol ofensivo estava em baixa. Ambas as equipes criavam boas jogadas, mas demorou muito para sair um gol. As melhores chances vinham do Jeremias, principalmente com Dunder e Gui. Aos 12 minutos, o técnico do Jeremias pediu tempo para conversar. Ao voltar, o time parecia outro em campo. Jeremias quase marcou três vezes, novamente com Dunder e Ferreira, mas nada de sair o gol.

Mas em um jogo onde o placar estava diferenciado por apenas um gol, chances claras não poderiam ser desperdiçadas. Faltando cinco minutos para acabar, Jaca fez mais um para o Camelo, aproveitando a visão tampada do goleirão Jean, que nem pulou na bola. O placar era de 3 x 3 muito fogo no finalzinho. Em um contra-ataque letal, Noal resolveu acabar com qualquer festa jeremiana. Fez o quarto gol e o vira-vira no placar.

Daí até o fim nem é preciso dizer que o Jeremias pressionou muito e o Camelo se defendeu como pode. Cada bola tirada era motivo de vibração dos homens da pizza. E assim seguraram a vitória e garantiram os 3 pontos, deixando Jeremias para trás na tabela e fora da zona de classificação.

Comentários (0)