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CHUTEIRA NEWS: 5ª RODADA DO IV CHUTEIRA DE PRATA

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

Bufalos 7 x 3 TCM

BUFALOS GOLEIA OUTRO E SE COLOCA COMO UM DOS FAVORITOS NO GRUPO À SÉRIE OURO


Bela vitória sobre TCM mostra que o ex-Só Capim Canela tem bala na agulha para brigar com Red Devils, MachuPichu e SuaMãe pela vaga direta na Ouro

Por Elvis Ferreira

O jogo do Bufalos foi praticamente em cima dos erros do adversário. O destaque da partida vai mais uma vez para Dinho, que desequilibrou em favor do Bufalos. Já o TCM, mesmo com volume maior de jogo no primeiro tempo, não conseguiu transformar o domínio em boas chances de gol. E o gol marcado por Fonseca, após chute de longe de Lima, só aconteceu porque o goleirão do Bufalos, Otaguro, falhou feio.

O primeiro gol da partida foi de Dinho. Ele aproveitou falha grotesca de Marcião, que deu rebote em seus pés após chute de longe de Tedesco. Festival de falhas por parte dos goleiros...

O TCM tentou o empate em seguida com Robson que fez jogada de efeito bonita pela esquerda, tirou dois marcadores e bateu para o gol. A bola saiu por muito pouco.

Alemão deixou Neno na cara de Otaguro pelo meio, mas o camisa 10 do TCM não aproveitou a boa chance e bateu em cima do arqueiro, que fechou bem o ângulo.

Mesmo com boas jogadas criadas pelo TCM, o Bufalos estava bastante atento à partida. Suas chances de gols não eram constantes, mas quando aconteciam eram todas certeiras e com endereço certo. Exemplo: Dinho ampliou o placar para ao receber pela esquerda, puxar para o meio e bater forte e rasteiro.

O TCM não estava mal na partida. Seus ataques eram bem mais constantes que os do Bufalos, entretanto faltava aquele camisa 9 matador que resolve na frente do gol. Otaguro não sofria para fazer as defesas porque a marcação do Bufalos agia bem em frente à sua área.

Kako teve boa chance para diminuir a vantagem do Bufalos em uma falta próxima à área, mas a batida não foi boa e a redonda foi para fora. Rubens Mendes, porém, fez bonito gol após jogada individual pelo meio, quando levou para a direita, saindo da marcação, e bateu rasteiro no contrapé do goleiro. 3 x 0 para o Bufalos, fora o nó tático.

Para o segundo tempo, o TCM voltou mais agressivo e com bem mais vontade. Antes dos dois minutos, o TCM diminuiu para 3 x 2, com Marin completando para o gol cruzamento na área.

Otaguro quase foi pego de surpresa quando Robson, da sua área de defesa, chutou a bola para frente sem muita direção e a bola quase entrou. O goleiro tocou e ela ainda bateu na trave. O Bufalos reviveu na partida marcando mais dois gols em menos de cinco minutos e nos mesmos erros de marcação do TCM. O Bufalos demorou para encaixar uma jogada de ataque no segundo tempo, mas, quando encaixou, conseguiu mais uma vez com calma e seriedade marcar o quarto gol da partida a seu favor. Após falha de marcação evidente do TCM, Mendes cruzou para a área com um chute forte da esquerda, Gianfranco só completou para o gol vazio. Guilherme também deixou o dele após chute de fora da área. Marcião ainda tentou, mas não conseguiu chegar na bola. Era o quinto gol do Bufalos na partida.

Dinho marcou o sexto gol após receber no meio e bater colocado no canto esquerdo do goleiro. Vitória consumada. O TCM ainda buscou vez ou outra tentar descontar, mas não conseguia fazer frente à equipe do Bufalos, que no final da partida deu números finais ao jogo ao marcar o sétimo gol com Fonseca. Placar final: Bufalos 7 x 3 em cima do TCM, mostrando que o ex-Só Capim Canela veio forte para a atual edição do Chuteira de Prata.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B:

Di Primeira 2 x 0 NGM

DI PRIMEIRA SOFRE MAS DERROTA LANTERNA NGM


NGM jogou como nunca e merecia melhor sorte; derrota foi a menor de sua história

Por Weinny Eirado

Incrivelmente, o NGM não recebeu sequer um chute a gol nos oito primeiros minutos de jogo. Isto se deveu à boa marcação do coletivo. Seria uma evolução do time laranja e branco? O primeiro que resolveu arriscar contra o gol de Fê Farillo foi Lê. Ele chegou a estar cara a cara com o goleiro, mas mandou por cima. Instantes depois, Farillo tocou pela primeira vez na bola, num chute de longe.

Até a metade do primeiro tempo, o NGM dominou a posse de bola, mas quase não chutou ao gol de Cadu Amorim. Aos 18 minutos, pela primeira vez no jogo, houve uma jogada de perigo do Di Primeira. O time conseguiu colocar uma bola na trave. Minutos depois, Lê novamente fez o goleiro do NGM trabalhar, em um bom chute.

Pouco depois, Beção salvou a pátria dando um carrinho no tempo certo. Ele entrou bem no jogo, mas o grande destaque do NGM era Areia, que fazia um papel de zagueirão e, às vezes, chegava bem ao ataque.

Aos 22 do primeiro tempo, em um descuido da marcação causado pelo cansaço do “time acima do peso”, saiu o gol do Di Primeira. Simon recebeu sozinho e empurrou para dentro do gol após cruzamento do lado esquerdo. O time estava visivelmente exausto.

No segundo tempo, houve um momento mágico para a historia do NGM. Um belíssimo chute de longe fez com que o goleiro Cadu Amorim fizesse uma das suas primeiras defesas no jogo. Mas a pressão do time durou pouco. No minuto seguinte, Cirota fez um golaço de letra. Era o fim das esperanças do time “mais amado do Chuteira”.

Um lace criminoso aconteceu pouco depois do gol. O goleiro do Di Primeira saiu no ar com um soco, após cruzamento. O problema é que este soco não pegou na bola e acertou em cheio Anélio. O jogo ficou paralisado por alguns minutos, e o árbitro sequer deu um cartão a Cadu.

Aos 15 minutos do primeiro tempo, o time comandado por Renê cansou de vez. A marcação começou a falhar e diversos gols foram perdidos pelo Di Primeira. Messi, que entrou no lugar de Farillo, chegou a fazer boas defesas, mas o ataque já estava cansado. Mesmo com Farillo indo reforçar o setor ofensivo (pois é) e a entrada de Márcio, o vice-artilheiro da história do NGM, o time perdeu aquele ritmo com que jogou até a metade do primeiro tempo.

No finalzinho do jogo, Lê, camisa 4 do Di Primeira, perdeu a cabeça e recebeu um cartão azul. Enrolou para sair da quadra e, quando saiu, ficou xingando o árbitro do lado de fora. Quase recebeu o cartão vermelho. Um verdadeiro papelão para quem tinha feito um bom jogo e entraria entre os 3 melhores em campo.

Ao final do jogo, com só 2 x 0 contra, foi o segundo melhor jogo da história do NGM, estando apenas atrás da vitória conquistada sobre o DPGamos no semestre passado. Se hoje o time de Renê encarasse o Invictus, vice-lanterna e em “crise”, será que perderia? A resposta vai demorar ainda um pouco, mas ainda a teremos neste semestre.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

Cachorro Velho 5 x 4 ZFQ

CACHORRO VELHO PERSISTE ATÉ CONSEGUIR A VITÓRIA


Zica foi melhor em boa parte do jogo, mas não aguentou reação do Cachorro e perdeu no final de virada

Por Vinicius Bento

Surpreendendo a todos o Zica não demorou nem dez minutos para abrir 2 x 0 no forte time da PUC. Primeiro foi Negão com uma finalização de longe que acertou o canto rasteiro do goleiro. Poucos minutos depois, com um belo toque entre as pernas do goleiro adversário, Fê ampliou. Realmente inesperado.

O ZFQ se postava bem na marcação. Sem deixar o adversário jogar as chances de finalização do Cachorro Velho eram raras. Mas existentes. Thiaguinho recebeu cruzamento após escanteio e acertou o travessão. A bola ainda pingou em cima da linha e saiu.

Dez minutos depois, de maneira muito sofrida, Thiaguinho fez o seu. A bola sobrou em cima da linha, os defensores deitaram no gol, mas não houve saída. Menos de dois minutos depois, Oyama deixou tudo igual. Definitivamente o time do Cachorro Velho estava de volta.

Já a essa altura o goleiro oficial do ZFQ entrou em campo, desafogando o goleiro linha que estava quebrando uma para o seu time. O jogo deu uma esfriada, acompanhado pelo clima que embalou um vento frio do lado de dentro e fora da quadra. Mesmo a bateria que animava o jogo ao lado não fazia os dois times partirem para cima no final da primeira etapa.

O segundo tempo começou com as duas equipes tentando alguma coisa, mesmo que o número de finalizações a gol fosse relativamente baixa. Quando parecia que o gol iria demorar a sair, em menos de um minuto saíram dois gols. Primeiro do Cachorro. Japinha acertou um belo chute, a bola bateu dentro do gol, apesar da impressão de que teria ido na trave. Menos de um minuto depois, Cris, do ZFQ, chegou no campo de ataque adversário. Da lateral ele tentou o arremate. Botana saiu para pegar o cruzamento e não imaginou que o atacante iria finalizar. Pego com as calças na mão, a bola morreu no fundo das redes. 3 x 3.

Para colocar novamente o seu time na frente Giggio subiu no segundo andar após cobrança de lateral e enfiou a cabeça nela. Sem chances, o goleiro até tentou ir nela, mas a bola passou longe de suas mãos. 4 x 3. Menos de cinco minutos depois, Marcão acertou um balaço de falta na trave. Belo golpe de vista do arqueiro.

Lucas de Freitas, depois de cobrança de lateral, relou a cabeça na bola. Fraca e pingando, a bola morreu no fundo do gol, decretando o empate. Definitivamente era a partida mais equilibrada da tarde.

O Cachorro Velho não iria ceder o empate ou a vitória tão fácil. Rapha puxou para o meio e com uma finalização forte matou o goleiro adversário. 5 x 4 e a partida ficava cada vez mais emocionante.

Infelizmente o Zica não conseguiu o merecido empate, pois quando o árbitro assoprou o apito o Cachorro estava na frente. Final de jogo e o ZFQ continua sem vencer, mas ao menos seu futebol melhorou e desta vez bateu na trave.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B:

Primatas 4 x 2 Camelo

PRIMATAS DERROTA O CAMELO E SEGUE 100%


Com boa atuação de Fenômeno, equipe alcançou 5° triunfo seguido e deixa classificação bem encaminhada

Por Douglas Almasi Santos
Com colaboração de Renato Ferraz

O Primatas continua de forma irresistível sua escalada para retornar à Série Ouro. No último sábado, a equipe voltou a vencer – a 5° vitória seguida em cinco jogos – e segue na liderança do Grupo B. Já o Camelo chegou ao segundo jogo sem vitória e estacionou na sexta posição, com 7 pontos ganhos.

O embate começou com a presença forte dos torcedores que compareceram para prestigiar suas equipes. Com muito sol, chamava atenção a vibração de cada jogador do Primatas: para vencer, é preciso gols e vontade de todos os envolvidos. O primeiro bom lance foi de Fenômeno, que, ao receber passe de Lithio, chutou para fora, levando muito perigo. No contra-ataque, o Camelo assustou com Noal, mas o goleiro Vitinho foi mais esperto e interceptou o lance.

Mais Camelo: Noal, novamente, recebeu e chutou, mas o chute saiu fraco, facilitando a vida de Vitinho. A pressão surtiu efeito quando em jogada de linha de fundo, Cainho cruzou a Noal que só cumprimentou o arqueiro Vitinho. Com o gol inaugural, o jogo prometia fortes emoções. Em jogada dura do ataque do Primatas, iniciou-se uma leve discussão entre os jogadores.

Após o bate-boca, o Primatas chegou ao gol de empate: lance na área do Camelo, a bola sobrou a Fenômeno, que dessa vez não perdoou. Ainda na primeira etapa, o Camelo teve a chance de ir ao intervalo em vantagem, uma vez que o chute forte carimbou a trave. Final do primeiro tempo, e um justo empate em 1 gol.

Com o segundo tempo começando, o sol foi diminuindo, deixando o duelo mais movimentado. Diegão recebeu bom passe, dominou de costas e girou, a bola foi no canto, mas o goleiro Johnny estava atento para defender. O Primatas era melhor em quadra e virou o marcador: chute do meio da quadra, a bola sobrou a Rodriguinho, com oportunismo, marcar 2 a 1.

Depois de sofrer o tento, o Camelo acordou e chegou com Nando, que chutou para fora com perigo. E o time empatou em lance seguinte: Noal recebeu e marcou seu segundo gol na partida, anotando no placar 2 x 2. Mas a resposta do Primatas foi imediata: Rodriguinho marcou um golaço, colocando seu time novamente em vantagem.

Mais bem preparado fisicamente, o Primatas se postava atrás, a fim de explorar os contra-ataques. Lithio avançou em velocidade pela lateral e encheu o pé, acertando a trave. E o golpe de misericórdia no Camelo chegou em seguida: cochilo do sistema defensivo, Rafinha roubou a bola, driblou o zagueiro e, tirando do goleiro, decretou mais um triunfo do Primatas: 4 a 2 e muita festa entre os jogadores.

Na próxima rodada, o líder do Grupo B terá uma parada indigesta pela frente: encarar o Di Primeira, terceiro colocado na chave. Já o Camelo quer voltar a vencer e permanecer entre os 8 melhores que avançam à próxima fase. Para isso, vai encarar o Jeremias, de Dunder e Cia.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

Ras Time 7 x 5 MachuPichu

CONTUSÃO DE GOLEIRO DERRUBA MACHUPICHU DIANTE DO RAS


MachuPichu comandava bem o jogo até que Pipo sofreu contusão no dedo; foi a deixa para o Ras crescer e virar o jogo

Por Vinicius Bento

Não deu nem tempo para dizer gol. O MachuPichu havia começado a partida avassalador e logo na primeira chance Thiago Branco recebeu dentro da área, dominou, virou e finalizou. 1 x 0.

O MP fez mais um poucos minutos após o seu goleiro fazer alguns milagres. Renato Seckler acertou um balaço da lateral esquerda e cravou a bola na meta adversária. 2 x 0. Parecia que viria uma goleada. Logo depois do pontapé de saída, o Ras arriscou com Tchelo, que exigiu de Pipo boa defesa.

Embora o placar estivesse demonstrando vantagem para o MP, no campo a partida era extremamente igual. A defesa peruana merecia um destaque especial. Dois jogadores na verdade. Tebas e o goleirão Pipo iam salvando tudo, mas, como diria o ditado, água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Leônidas acertou um petardo de longe e cravou a bola no ângulo do goleiro, que não era Cipó. 2 x 1.

O MP chegava menos, mas quando chegava era muito perigoso. Flavinho chegou a sair sozinho com o goleiro, mas na hora de finalizar foi abafado. Victor, que entrou no decorrer da partida, estava dando trabalho lá na frente.

Foi então que saiu o peru mais feio da tarde. Depois de uma finalização de Iasi, o goleiro improvisado Sujeira travou. A bola ia devagarinho em direção à trave, ele foi tentar segurar a bola e acabou empurrando ela para dentro de sua própria meta. Uma tristeza. 3 x 1.

O Ras continuava tentando na frente, mas Pipo tirava o que podia. Caricaturado, o goleiro mais parecia um personagem de desenho animado. Depois de uma bolada ele sentiu a barriga e ficou com as mãos no joelho um tempo. Como sempre muito eficientes na frente, quando a chance apareceu eles converteram mais uma vez. Ricci fez o dele. 4 x 1. Placar muito dilatado para o que era a partida.

Logo no começo da segunda etapa, Rernanes fez um belo gol puxando para a perna direita. O time de azul estava buscando a igualdade no marcador. Depois de uma breve interrupção para mudar de quadra, o MP continuou com seu futebol eficiente. Novamente Ricci marcou, deixando em 5 x 2 o placar.

Porém, as coisas mudariam de figura em breve. Poucos minutos depois o Ras voltou a deixar a diferença no placar para dois gols com Johnny. Decisivo para a virada do Ras veio em seguida: Pipo tirou uma das luvas e revelou seu dedo completamente torto. A cena lembrava muito uma fratura exposta. Ele teve de sair da partida. Sem goleiro de ofício, o Ras foi com tudo. Se o muro adversário havia sido derrubado agora era a chance. Leônidas fez mais um para o Ras, deixando o jogo muito parelho.

De fora, Criança, jogador do Red Devils, se divertia com a desgraça alheia. “O dedo do goleiro vai precisar de um martelinho de ouro”, brincava ele. Após enfaixar e passar uma pomada (que nem se fosse milagrosa faria algum resultado), ele voltou à meta peruana, mas não antes do seu time tomar o empate. Leônidas, novamente ele, deixou tudo igual, levando seu time ao delírio.

Se o empate fez o time entrar em ecstasy, imagine só então quando Rernanes acertou um ótimo chute e virou a partida. Mesmo com Pipo tendo voltado, o Ras estava na frente do placar.

No finalzinho da partida, após falta cobrada, o goleirão até agora impecável do MP soltou a bola nos pés do atacante adversário, Tchelo, que não perdoou. O time de preto pela primeira vez no jogo era presa fácil.

Não sobrou tempo para uma reação do MachuPichu, que ficou no meio do caminho e encontrou sua segunda derrota. O Ras se recupera e mostra gás para a metade final da fase de classificação.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B:

Basicus 3 x 3 Voando Baixo

BASICUS CEDE EMPATE A VOANDO BAIXO


Tudo ia bem para o Basicus, mas eis que surge Caballero no horizonte e... gols!

Por Renato Oliveira

Com uma partida marcada pela disputa até o fim e com Caballero em tarde inspirada, a garra e rivalidade foram características evidenciadas na partida.

O início do jogo não era dos melhores, com poucas chances de gol. Até os dez minutos do primeiro tempo houve apenas duas oportunidades, ambas do Basicus. A primeira com Bolas, que acertou um chute forte de longa distância, mas foi parado pelo goleirão Henrique, que defendeu e ainda viu a bola bater na trave antes de sair. Três minutos depois, Veneza fez boa jogada individual e chutou com perigo.

Um lance polêmico que poderia mudar o placar da partida aconteceu por volta da metade do primeiro tempo: Bolas foi empurrado claramente dentro da área, mas o árbitro mandou seguir, apesar de muita reclamação. Até os quinze minutos só dava Basicus. O Voando Baixo não tinha entrada no jogo e criava poucas oportunidades.

De tanto pressionar, o Basicus abriu o placar com Puff aos vinte minutos. Foi um bonito chute por cobertura que tirou Henrique da jogada. O gol deu certo entusiasmo aos rosas, que continuou pressionando o adversário, principalmente com Puff e Harada.

Faltando pouco para o intervalo, Cabarello quase empatou com um forte chute de longe. Ele não imaginava o que estaria por vir. O primeiro tempo acabou com o Basicus na frente pela vantagem mínima.

A partir da segunda metade de jogo, os rumos mudaram. O Basicus até tentou ampliar, mas desperdiçava muitas oportunidades. Dentro de campo, todos nós sabemos que quem não faz, toma. Não demorou muito para isso acontecer. Em tarde inspirada e com um tanto de sorte, Cabarello fez três gols seguidos em menos de dois minutos e deixou seu time na frente por dois gols de vantagem. A saída para o Basicus foi pedir tempo técnico para o técnico Clebão arrumar a casa.

Na volta, o Basicus parecia ter se reestruturado e foi para cima do Voando Baixo. Boas jogadas apareciam, principalmente com Buiu e Puff. Aos quinze minutos, Pablo fez bonito gol, dominando no peito e chutando de primeira. Henrique ainda espalmou, mas a bola entrou no seu canto direito. O gol incendiou a partida e o jogo ficou aberto para os dois lados. Em um contra-ataque, houve um pênalti para o Basicus que foi muito questionado pelos jogadores do Voando Baixo. Buiu foi para a bola e converteu, empatando o jogo.

Após o empate, a adrenalina estava em alta, com ambos os times atrás da vitória. Houve boas participações dos dois goleiros. Mesmo com muitos ataques, o placar não saiu do 3 x 3.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

É Verdadeee 2 x 4 Red Devils

DEVILS VIRAM PARA CIMA DO É VERDADEEE


Time de Fúria e Gavião vencia por 2 x 0, mas não seguram pressão e saem derrotados na etapa final

Por Vinicius Bento

O É Verdadeee começou no campo de ataque, arriscando as primeiras bolas do jogo. O time de branco era empurrado pelo seu banco de reservas, onde estavam jogadores que gritavam muito, dando dicas e tentando motivar. A primeira tentativa mais clara foi desperdiçada pelos pés de Gavião. Depois de receber belo passe de calcanhar, ele se esticou, mas não conseguiu acertar o gol na hora de arrematar.

O primeiro gol do jogo foi um verdadeiro golaço. Depois de um ótimo passe de calcanhar de Diego Garcia, Gavião carimbou. Com um petardo de perna esquerda ele colocou a bola no alto do goleiro João Lucas, que nada pode fazer. O É Verdadeee pressionava e foi recompensado.

O Red Devils tentava. Recusando-se a ficar encurralado em seu campo de defesa, esperava por uma chance ou um lance de genialidade. El Loco quase conseguiu. Após dar dois rolinhos, ele finalizou. Ou cruzou. O fato é que a bola passou a um centímetro da cabeça de Thiaguinho, que estava debaixo da trave só esperando a hora de empatar tudo. João Lucas fez uma sequência espetacular de defesas. Chegou a arrancar um grito de gol do banco do É Verdadeee. O goleirão, que já foi do Treinadores, estava honrando a camisa 1 do Red Devils.

Porém, o EV caiu na tradicional jogada do Red Devils. O pantera negra Negão subiu no terceiro andar no meio da área e cabeceou. Por sorte do EV a bola foi centralizada a meia altura e permitiu uma defesa simples e segura nas mãos de Reyna.

No finalzinho da primeira etapa, Fúria deixou o seu. O bom atacante pegou sobra dentro da área e fez o segundo gol na partida. Péssimo resultado de primeiro tempo para o time do Red Devils, que virou perdendo por 2 x 0.

O segundo tempo não mudou muito o desenho do primeiro. O Red Devils continuava atrás. Em menos de 5 minutos o É Verdadeee já havia tido tantas chances quanto no primeiro tempo. Fúria e Garcia chegaram perto de dilatar o marcador, mas falharam.

Não que o Red Devils estivesse sendo um peso morto. Seria mentira falar isso. Mas a típica gana do time de vermelho parecia não estar dando muito resultado. Estava faltando um diferencial: o time sentia a falta de Neguinho.

Sem Neguinho, cabia muito a Negão atacar. E conseguiu. O grandalhão arrematou e conseguiu escorar um tento para o seu time. 2 x 1.

Alguns minutos depois, Paulo Roberto recebeu no meio da área, escorou para trás e achou El Loco livre. O bom jogador do Red Devils não desperdiçou e deixou tudo igual. 2 x 2. Mesmo sem aquele diferencial falado alguns parágrafos acima, o Red Devils se desdobrava com o que tinha.

E o que tinha começou a ser o suficiente. Veio o vira-vira. Paulo Roberto recebeu e de perna esquerda acertou o ângulo da meta. 3 x 2 e agora o É Verdadeee tinha um problema para correr atrás.

Se já estava difícil imagine só quando Thiaguinho abriu dois gols de diferença? Começou a bater o desespero no É Verdade, que agora era obrigado a sair para o ataque. Porém, já derrotado, o EV não conseguiu romper o desânimo e sofreu a derrota após três triunfos seguidos.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

Jeremias 3 x 1 Invictus

JEREMIAS MANTÉM BOLA NOS PÉS E DERROTA INVICTUS


Posse de bola foi o segredo do Jeremias, que viu um Invictus não conseguindo jogar ofensivamente

Por Renato Oliveira

Friozinho e atraso, o que vem a ser a marca do Chuteira aos sábados nas últimas rodadas. Entretanto, esses fatos não foram motivos para presenciar um jogo ruim. Até os 5 minutos da primeira parte, ambos os times estavam valorizando a posse de bola, com um certo balanceamento e poucos chutes a gol. O primeiro time a marcar foi o Jeremias, em um lance bem trabalhado, aos oito minutos. Depois do gol, o time que estava na frente pressionava cada vez mais, principalmente com Gui Ferreira, e Dunder.

O Invictus segurava a pressão como podia e jogava mais recuado, criando poucas chances de empate. Na verdade, o time não conseguia manter a bola em seus pés, o que dava ao Jeremias as grandes chances do jogo. O primeiro tempo foi marcado por vários ataques do Jeremias (não tão perigosos), e boas defesas do goleirão Muralha, fazendo jus ao nome. Apesar do bom jogo ofensivo do Jeremias, o Invictus tinha uma boa postura defensiva, com Gago se sobressaindo, desarmando e tentando sair com rapidez, mas Giba, em tarde pouco inspirada, não conseguia dar o toque de agilidade no meio de campo.

No segundo tempo, em menos de quatro minutos de jogo, o Jeremias quase ampliou o placar em uma falta cometida em cima de Gui Ferreira, o nome do jogo. Dunder foi para a cobrança e contou com a sorte: a bola desviou em um zagueiro e enganou o goleiro, tirando tinta da trave.

Continuava só dando Jeremias, que não cansava de agradecer o Invictus pelos passes errados e aflição dos jogadores com as bolas nos pés. Menos de cinco minutos depois o time que já estava na frente ampliou, com Gui Ferreira, que aproveitou rebote e anotou 3 x 0.

Em meados do segundo tempo o Invictus enfim pareceu entrar no jogo, mas desperdiçou algumas oportunidades. Pignatti estava presente em quase todas as jogadas do Invictus, mas faltava qualidade na hora da conclusão. Ele quase diminuiu após boa cobrança de falta. O time de Kirk até criava boas oportunidades, mas não concluía com eficiência. Enquanto o Jeremias parecia segurar o resultado, o Invictus tentava. E o gol de honra saiu no finzinho da partida, com Kirk fazendo jogada individual pela esquerda e chutando quase sem ângulo e por debaixo das pernas do goleiro. 3 x 1 e o Invictus fica para trás, enquanto o Jeremias começa a subir na tabela.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

DPGamos 5 x 4 La Coruja

DPGAMOS SUPERA LA CORUJA E VENCE TRAUMA DA ÚLTIMA RODADA


Time chegou a tomar a virada no segundo tempo, mas São Valentim, Denão e Kaká salvaram a pátria

Por Weinny Eirado

Antes que a partida completasse o seu primeiro minuto de jogo, Kaká fez o primeiro e abriu o placar para o DPGamos. Esse gol seria por que Denão estava no banco e João havia começado jogando? A resposta veio aos 7 minutos de jogo, quando o camisa 9 (João) aproveitou o rebote do chute de Kaká e fez o seu primeiro gol com a camisa do DP.

Tudo ia bem. Valentim fazia uma partida espetacular (para variar). Salvou a meta do DPGamos várias vezes. Defendeu pelo menos 9 chutes até tomar um gol. O banco do La Coruja estava extremamente nervoso com as defesas feitas pelo camisa 1.

“Esse cara tá pegando muito, c***”, esbravejava Guila, do La Coruja, indignado. Por coincidência, ele foi o primeiro a vencer o guardião da meta do time adversário. Aos 24 do primeiro tempo, quase no último lance da etapa final, ele marcou o seu e deu uma aliviada para sua equipe. E por falar em aliviada, Valentim e João curiosamente saíram correndo do campo em direção ao banheiro no intervalo.

Nos primeiros minutos do segundo tempo, Cainña, do La Coruja, deu uma furada histórica ao errar um chute, sozinho. Erro maior cometeu Kaká, dois minutos mais tarde, ao errar um chute após cruzamento da direita. “Bate com a esquerda, seu animal!”, bradou Lói do banco, sem saber que esquerda para Kaká não serve nem como pé de apoio.

O técnico do DPGamos tinha razão em se exaltar. Por causa desse gol perdido, o time quase pagou caro. Aos 6 minutos, Vitããão cabeceou sozinho para dentro do gol, mesmo com quatro jogadores do DP na área. La Marck, do DP, jogou apenas três minutos, mas nesse pouco tempo fez um gol a la “Rene Reboteiro”, após uma bola sobrar na área.

Pouco tempo depois, Guilherme empatou o jogo novamente. Quase no lance seguinte, após três defesas seguidas à queima roupa de São Valentim, Vitão marcou e virou o jogo. Seria mais um apagão do DP?

Mas coube ao dono da camisa 10 empatar o jogo, calando aqueles que são contra ele utilizar o número mais glamoroso do futebol na camisa. Denão, em um lampejo raro de jogador decisivo, fez o gol. Dois minutos mais tarde, Kaká fez mais um e acabou com o trauma de perder de virada no segundo tempo.

Vitória do DPgamos por 5 x 4 contra o último colocado do Grupo B. Nos perguntamos aqui, do lado de fora das 4 linhas: será que saiu da Crise? Saberemos nos próximos capítulos dessa novela, que já chegamos a ver na última edição do Chuteira de Prata... Ou não.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B:

RR Olímpico 2 x 4 Arouca Jrs.

AROUCA JRS. SE REABILITA DERRUBANDO ROLETINHA


Sem Folha e um tanto perdido em campo, Roletinha não foi páreo para Arouca Jrs. E sua ruidosa torcida

Por Renato Oliveira

Logo no começo do jogo, antes dos 5 minutos iniciais, houve um certo desentendimento na área do Roletinha, o que resultou no primeiro gol do Arouca Jrs., anotado por Nelsinho. Pouco tempo depois ele quase marcou mais um, mas foi parado pelo goleiro Edu. O Arouca, que vinha de 3 derrotas, não parava de pressionar seu adversário, que estava perdido em campo e não criava oportunidades claras de gol. Mesmo com tanta pressão, aos 10 minutos, o RR Olímpico conseguiu empatar com um bonito gol do pequenino Ceron, de cabeça, após cobrança de escanteio.

O jogo manteve-se com um certo equilíbrio até meados do primeiro tempo, quando, com um chute potente e de longa distância, o Arouca voltou à frente no marcador, com o zagueiro Thesko. A partir daí, só deu Arouca até o fim do primeiro turno. Os jogadores que se destacavam eram Nelsinho e Washington. Faltando menos de quatro minutos para o intervalo, Washington fez o terceiro num bom chute que morreu no canto direito de Edu.

Na volta do intervalo, o Roletinha, que não contava com Folha, lesionado, tentou com Brian, Ceron e Mendes, mas nenhum dos três conseguiu marcar. A torcida, ruidosa, estava contra o Roletinha e provocava muito seus jogadores. Aos 15 minutos, apesar do Roletinha pressionar, foi o Arouca que marcou, com o novato Den num bom chute que quase acertou o ângulo direito do goleiro. Não foi no ângulo, mas morreu nas redes e o Arouca fazia 4 x 1.

A torcida – membros do Arouca – não parava de se manifestar contra o adversário. O jogo tomava outro rumo, estava ficando agressivo, pior ainda porque os árbitros marcavam poucas faltas e deixavam o jogo correr (para alguns, deixavam o pau comer, no linguajar futebolístico). Brian quase marcou, mas o goleirão Guilherme fez ótima defesa sem dar rebote.

Faltando pouco menos de seis minutos para o término, Mendes perdeu oportunidade incrível de gol, após rebote do goleiro em chute de Brian. Houve um certo desentendimento dentro da equipe do RR Olímpico: os próprios jogadores reclamavam com Brian, que estava tentando resolver tudo sozinho. Faltando pouco para acabar, o RR Olímpico enfim conseguir diminuir. Ceron comemorou muito, mas ouviu mais ainda em retribuição da torcida rival. Foi uma jogada individual, ele driblou um e chutou próximo ao ângulo esquerdo de Guilherme, que nada pode fazer.

Depois disso, o desentendimento entre as equipes foi grande, mas os árbitros continuavam com seu critério de deixar o jogo seguir, marcando poucas faltas e sem nem punições verbais. Por sorte, nada pior aconteceu e o Arouca se reencontrou com a vitória, enquanto o Roletinha sofreu sua segunda derrota consecutiva.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO A:

SuaMãe 2 x 1 Pé de Pano

SUAMÃE GANHA OUTRA COM PLACAR APERTADO


Em jogo de poucos gols SuaMãe sai com o resultado e se mantém na ponta do seu grupo

Por Vinicius Bento

Truncado. Essa única palavra define o primeiro tempo entre Pé de Pano e SuaMãe. Demorou para um dos goleiros começar a ser exigido. O primeiro a ter de se mexer foi o do Pé de Pano, Tiago. Depois de bela finalização de Febem, Willy pegou o rebote mas chutou em cima do arqueiro que estava no chão. Quase. O PdP até tentava alguma coisa mas aparentemente iria ser difícil. O time conseguia manter a bola no pé, mas criava muito pouco. Até essa altura do jogo o goleiro do SuaMãe não havia sentido o couro da bola.

Essa falta de experiência do goleiro com a bola no jogo se deve em boa parte ao bom posicionamento da defesa. Sempre firmes eles estavam travando todos os arremates que iam em direção ao goleiro Pepe. Já na metade do primeiro tempo saiu o primeiro gol dos filhos da mãe. Depois de bela cobrança de falta de Febem, a bola explodiu na trave e morreu no fundo das redes. Um belo gol.

Foi realmente uma primeira etapa muito monótona. A proposta do Pé de Pano era muito clara: ter calma e quando surgisse uma chance tinham de aproveitar, mas sem desesperar. Mesmo depois de tomar o gol o time mantinha-se atrás. O destaque do primeiro tempo acabou sendo Murilo Franco, que veio pedir algo para o repórter. “Coloca que é o time do português! Pode colocar que todo mundo conhece!”, falava rindo. “É o time do José Mourinho! Agora eu vou ser técnico aqui”, completava Cunha, o tal português que no vídeo da Independência entoou o hino português com maestria.

Era de se esperar mais da segunda etapa. O jogo, amarrado como estava, precisaria de alguma jogada individual ou de uma bola parada. A nota negativa da partida vai para a parte mais sensível de alguém. Depois de tomar uma bolada lá (sim, lá mesmo), Tiago, do Pé de Pano, ficou alguns minutos no chão sentindo dor, mas logo levantou e estava de volta na partida. “Alguém faz massagem”, brincava o José Mourinho do SuaMãe. Depois de algum tempo com a bola rolando o SuaMãe fez mais um. Em bela tabela, Willy saiu na cara do gol e só precisou colocar ela para dentro. Dificuldade zero. 2 x 0.

Para encostar no marcador, Dadaconseguiu boa finalização da esquerda para a direita. Meio desajeitado, o goleiro Pepe não conseguiu chegar nela, que morreu no fundo do gol. 2 x 1.

Se o clima de quase 10 graus já não fosse o suficiente, os dois times gelaram em campo. Voltando a ser aquela partida amarrada no meio e de muita marcação, era até engraçado ver de fora, pois Pepe ainda não tinha feito uma boa defesa. A bola não chegava a ele. A única vez que chegou acabou no fundo das redes, para azar do arqueiro. Se ele fosse um pouco abusado, caberia até um cafezinho.

O Pé de Pano queria o empate. Chegou a acertar a bola na trave duas vezes, uma delas num belo voleio de Rafinha. Em outra, num tiro de fora da área que o goleiro salvou com um golpe de vista. Era realmente difícil prever que o Pé de Pano faria frente ao poderoso SuaMãe. Mas realmente não fez, pois o jogo ficou mesmo em 2 x 1, com o time do português mantendo a ponta da tabela, agora com 13 pontos, um a mais que o Red Devils e o Bufalos.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 5ª RODADA: GRUPO B:

Obrigado Senhor 3 x 9 SQPSF

SQPSF VENCE GOLEANDO


Sem dó nem piedade e muito apoio da torcida, SPQSF massacra Obrigado Senhor

Por Renato Oliveira

O início da partida mostrava equilíbrio, tinha até um certo destaque pela equipe do Obrigado senhor: Raphinha. Ele se livrava facilmente da marcação, era muito liso e habilidoso. Seu time estava entusiasmado e por pouco não abriu o placar, aos 10 minutos da primeira parte. Rick salvou em cima da linha.

Apesar do entusiasmo do Obrigado Senhor, quem abriu o placar foi o estreante Fernando, camisa 16 do SPQSF, aos quinze minutos. Após o gol tomado, o OS pressionou muito, buscando o empate. Aos vinte minutos, Thales acertou um bom chute no canto esquerdo, mas o goleirão Guto fez ótima defesa. Pouco depois, Thales novamente fez boa jogada e dessa vez venceu Guto. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

O primeiro tempo estava prestes a acabar e a partida continuava empatada. Mas dois gols relâmpagos aconteceram, um para cada equipe, deixando em 2 x 2 os primeiros 25 minutos. A primeira parte demonstrou um jogo muito disputado, com um bonito futebol ofensivo de ambas as equipes e com quatro gols feitos.

Na volta do intervalo, o SPQSF parecia outro time. Mesmo demonstrando um primeiro tempo ofensivo, agora ele havia triplicado seu poder de ataque, contando com a participação do elenco inteiro. Logo no início, Meneguelo marcou um bonito gol em jogada de contra-ataque. O Obrigado Senhor correu atrás do empate, mas acabou brecado pelo goleirão Guto, que fez ótimas defesas. Mesmo pressionando, quem fez o próximo gol da partida foi Rick, em um lance de muita sorte. Foi um belíssimo gol do meio de campo e por cobertura. 4 x 2.

A sede de gol estava evidenciada nesse time. De pênalti, Jarba conferiu o quinto. As melhores chances de gol eram do SPQSF, mesmo estando à frente no placar. O alvoroço da torcida era um tanto quanto desrespeitoso. Havia até uma mãe que ofendia a árbitra desnecessariamente, fato comentado pelos próprios mesários, mas não foi isso que estragou o espetáculo.

Enquanto xingavam do lado de fora, lá dentro o SPQSF marcava mais dois gols, ambos com Diego. Mais do que nunca, Obrigado Senhor estava aniquilado e não esboçava reação alguma. Sem dó nem piedade, aproveitando o péssimo momento do Obrigado Senhor no jogo, o SPQSF atacava mais e mais. Faltando pouco para o término da partida, mais 2 gols: uma em cobrança de falta por debaixo da barreira e outra em chute rasteiro no canto esquerdo.

Mesmo arrasado, o Obrigado Senhor ainda diminuiu o estrago com Lukinhas, mas era impossível alguma reação àquela altura. Com um excelente futebol ofensivo, a equipe do SPQSF soma três pontos na tabela e faz um ótimo saldo de gol. 9 x 3 não é para muitos.
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