Seu novo uniforme é de PR1MA! Facilitamos a sua vida!

    Agilidade e comodidade para você focar apenas no que importa... o seu time! @pr1masports e (11) 99210-4656

    Veja mais

CHUTEIRA NEWS: 4ª RODADA IV CHUTEIRA DE PRATA

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

SuaMãe 2 x 1 ZFQ

SUAMÃE DERROTA ZFQ E ASSUME PONTA


Partida teve bom futebol, mas poucas chances de gols; vitória do SuaMãe coloca equipe de Murilo na liderança

Por Elvis Ferreira

Com um primeiro tempo bastante pegado, e com uma forte marcação das duas equipes, o SuaMãe conseguiu obter vantagem devido à intensidade de seu ataque. O lanterna Zica não ficou para trás e, mesmo com goleiro improvisado no primeiro tempo, fez a melhor apresentação da equipe na competição, animando o time para as próximas rodadas.

Os dois times tinham uma forte marcação no meio de campo. Entretanto, o SuaMãe conseguia furar mais facilmente o bloqueio e criava boas chances de gol. Uma delas foi com Febem, que, após roubada de bola de Zoiudo no meio, cruzou mas ninguém estava lá para completar para o gol.

Raoni também teve boa oportunidade de abrir o placar após se livrar da forte marcação do meio da quadra, porém, o chute saiu fraco e o goleiro Lucas encaixou bem.

O gol da equipe do SuaMãe estava. E, após muito tentar, Febem abriu o placar. O mesmo camisa 9 buscava ampliar o marcador. Após receber no meio, ele chutou de muito longe e o goleirão pegou tranquilo.

O ZFQ, a poucos minutos do final da primeira etapa, teve uma boa chance com Japinha, que recebeu de costas para o gol, mas na hora da virada não pegou bem na bola e mandou longe do gol.

Para o segundo tempo da partida, o ZFQ voltou melhor e logo no início Macieli bateu forte pelo lado direito e acertou a trave. Quase que o ZFQ empatava a partida.

O gol de empate era buscado com muita raça. Após a boa chance de Macieli, Negão recebeu livre de frente para o gol e chutou rasteiro. O goleiro Pepe tirou com os pés. Novamente Negão tentou o empate. Após limpar Marcelo pelo meio, ele tentou o chute, mas foi travado na hora certa.

O ZFQ era melhor na segunda etapa. Estava com mais volume de jogo e chances para empatar o marcador. O SuaMãe tentava esporadicamente algum ataque, como na tentativa de Victor em colocar uma bola colocada que passou longe do gol. Mas foi numa dessas chances que o SuaMãe quase ampliou. Um chute despretensioso de Rafinha do meio da quadra quase surpreende, pois a bola desviou na zaga e passou perto do gol de Raffão.

O ZFQ tentou responder com Cunhadão, que chutou de primeira no canto esquerdo, mas o goleiro afastou para a lateral. Mas quem chegou mesmo ao gol foi novamente a equipe do SuaMãe, com Dede, que chutou de longe da entrada da área e fez um bonito gol. SuaMãe 2 x 0. Após esse segundo gol, o ZFQ começou a atacar na base do desespero e começou a apelar para chutes de longa distância. Lucas tentou da ala direita de muito longe mas a bola subiu demais.

O SuaMãe tinha nas jogadas de contra-ataque suas chances para ampliar o marcador. Murilo Franco errou um gol na cara e de frente para o goleiro. E após muito insistir e de uma cochilada da equipe do SuaMãe, Lucas conseguiu diminuir o marcador para sua equipe, mas não conseguiu fazer muito além disso. Mesmo com bom jogo de Negão distribuindo as jogadas do ZFQ, o time não chegou ao empate.

Na segunda etapa o ZFQ dominou bem a partida, mas não conseguiu fazer frente ao time do SuaMãe. Talvez quem pudesse ser o diferencial da partida, o camisa 10, Negão, entrou tarde na segunda etapa e não pode ajudar muito sua equipe.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B:

Basicus 7 x 1 NGM

BASICUS FAZ LIÇÃO DE CASA E GOLEIA NGM


Expulsão de Fefê facilita trabalho dos rosas, que marcam 7 e podiam ter feito mais, muito mais

Por Gilver Tavares

A primeira jogada perigosa veio do NGM, em ajeitada de bola perto da área de Fefê (ex-SNG) para Pasta, mas este isolou com um chute grotesco. Essa foi a tônica do NGM na partida. O primeiro gol não tardou a acontecer, mas foi do Basicus: Buiu recebeu a bola no meio da quadra e dali mesmo chutou forte no cantinho direito do goleiro Messi. Com o placar a seu favor, os rosas – de novo sem Barath – manteve maior posse de bola e comandou o jogo até o fim.

O NGM tinha extrema dificuldade para atacar, ainda por cima com a boa fase de Bolas, zagueiro do Basicus, que marcava muito bem, atrapalhando o adversário. O Basicus, por outro lado, jogava leve sob a batuta de Buiu no meio de campo, que finalizava e armava algumas jogadas. O goleiro Goku, apesar de não ter trabalhado até então, parecia animado. E quem não estaria em enfrentar o NGM?

Não demorou para o segundo gol sair. Lillo, ídolo de Starck, numa jogada rápida pela direita chutou e fez o segundo. Tentando a reação, Pasta tocou para Thiago, que acabara de entrar, chutar uma bomba realmente assustadora que passou raspando a trave. Para mostrar que o Basicus também sabia chutar forte, Aranha arriscou de longe. A bola passou perto, mas sem perigo para Messi. Nessa brincadeira de ver quem chuta melhor de longe o jogo ficou feio, com uma sucessão de chutes horríveis de ambos os lados.

O NGM deixava o Basicus brincando de chute a gol. Numa chance de ataque, quando Bolas desgrudou de Fefê, Thiago tocou em profundidade para o camisa 80 marcar cara a cara com o goleiro. O NGM nem teve tempo de comemorar, pois o Basicus, irritado por ter sido enganado na brincadeira, acertou um chute desferido por Puff. A bola bateu no goleiro, mas ele não segurou. No rebote, Veneza fez o terceiro.

Com o Basicus novamente no comando, o que não faltaram foram chances desperdiçadas. Quando as coisas começavam a realmente melhorar para o NGM, Fefê reclamou demais com o árbitro por uma falta besta que cometeu e acabou expulso. Com esse novo quadro o Basicus, que estava segurando como podia o placar, cresceu novamente na partida e voltou a dominar o jogo. Puff ajeitou para Lillo chutar no canto e fazer o quarto. Logo depois Cava correu pela direita, tabelou com Puff chutou bonito para marcar. 5 x 1.

O NGM estava a essa altura totalmente naufragado em quadra, jogando sem objetividade, com chutões e esperando o tempo passar. Lillo ameaçou que ia chutar e passou para Veneza, enganando seu marcador, que ajeita para Starck chutar no canto esquerdo do goleiro e marcar. Veneza completou a goleada fazendo o sétimo e dando ao Basicus a segunda vitória consecutiva.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

Red Devils 5 x 2 Bufalos

DEVILS DERRUBAM BUFALOS DO CAVALO


Neguinho foi fundamental no segundo tempo para tirar invencibilidade do adversário

Por Vinicius Bento

Dois ótimos times fizeram um grande jogo da Série Prata. O Red Devils vinha com um uniforme curioso e diferente. Saindo do tradicional vermelho, o time do diabo (como eles mesmos gritam em campo) vinha com uma camisa azul e branca. Se vale o trocadilho, agora eles eram os White and Blue Devils.

E não demorou muito para o Red Devils abrir o marcador. Com poucos minutos de jogo, Carlão arrematou e colocou seu time na frente. Muito ruim para o Bufalos, que agora precisava sair para o jogo.

Não satisfeito com apenas um, poucos minutos depois Carlão acertou a trave de Otaguro. O Red Devils queria atropelar o Bufalos. Antes mesmo de Schumacher aquecer debaixo das traves, seu time já ganhava de 2 x 0. Dessa vez foi o outro Pedretti, Marcelo, que, após cobrança de lateral, subiu no segundo andar e conseguiu o cabeceio. A bola ainda bateu na trave antes de morrer no fundo da rede.

Menos de 5 minutos depois de fazer seu gol Marcelo tomou um amarelo. Após perder o tempo em uma dividida, ele acertou a canela de Dinho, camisa 10 do Bufalos, com força. Depois de um pouco de novela ele levantou e estava tudo bem com ele.

A partida foi ficando equilibrada. Embora os devils estivessem na frente do placar, seu goleiro começava a ser exigido. E se saía muito bem quando era necessário uma intervenção de sua parte. Um confronto em particular estava chamando a atenção: Dinho e Marcelo Pedretti estavam se digladiando. Literalmente. Entre uma pegada aqui e um pontapé ali, o defensor do Devils estava levando a melhor. “Nosso time não ganhou uma bola dos caras, que são muito fortes. Impressionante”, lamentou-se Frika ao fim da partida lembrando dos lances.

O time azul e branco havia achado uma ótima maneira de anular o ataque adversário: marcar o camisa 10 do outro time. Sempre muito pressionado, Dinho mal tinha tempo de respirar quando a bola estava em seus pés e, quando vinha em sua direção, a briga por cada espaço era feroz.

De tanto arriscar, em dois lances o Bufalos empatou. De maneira espetacular, Gui Tedesco, com dois chutes de longa distância, deixou tudo igual. Já era finalzinho de primeiro tempo e o Bufalos conseguia o inacreditável.

Na segunda etapa o Bufalos não perdeu o ímpeto com o qual terminou o primeiro tempo. Quase debaixo do gol, Casali chutou mascado e a bola passou do lado do gol.

Como quem não faz toma, Neguinho pegou um chute sem ângulo já da lateral e colocou ela para dentro. O Red Devils reassumia a ponta do placar. Não satisfeito, menos de cinco minutos depois ele fez mais um. Dessa vez um chute rasteiro, no cantinho, sem a menor chance de defesa para o goleiro. 4 x 2.

A situação que havia ficado boa para o Bufalos virava mais que preocupante. Fazer um gol para se postar a frente já era difícil. Agora eles precisavam de três. E realmente não era tarde do Bufalos. Até mesmo o impecável Dinho não conseguia fazer o de sempre. Após receber passe, ele saiu na cara do goleiro, finalizou com precisão, mas o goleiro fez ótima defesa com o braço estendido.

Antes de acabar a partida Neguinho, novamente ele, ainda deixou mais um seu na partida. Um belo gol após bela arrancada pela ponta direita. Com frieza ele deu um tapa no canto esquerdo do goleiro e garantiu a vitória do seu time. A vaca havia deitado no Bufalos.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B:

Primatas 3 x 0 SPQSF

PRIMATAS ANULA SPQSF E VENCE COM TRANQUILIDADE


Boa marcação, tanto atrás quanto na frente, e eficência no ataque foram o segredo da boa vitória primata sobre o temido SPQSF

Por Renan Monteiro

O jogo começou e o Primatas veio com objetividade. No primeiro lance já tivemos um bombardeio ao gol adversário e muita marcação na saída de bola. O SPQSF, ainda sem Jaja e com Diego suspenso, ficou o começo do primeiro tempo tentando achar um jeito para se livrar da boa e impecavél marcação símia.

O meio campo do Primatas ainda estava um pouco desorganizado, as bolas estavam demorando muito para chegar aos atacantes. Foi então que Lithio conseguiu arrumar a casa, chamou a responsabilidade para si e tratou de jogar com bonitos toques e bons lançamentos, organizando o que estava desorganizado.

O gol demorou um pouco para sair, mas depois de boa jogada de Lithio, Guerrero fez o primeiro do jogo e do seu time. Com mais posse de bola e jogando melhor, o Primatas já dominava o jog inteiramente.

Mesmo depois do gol o Primatas não relaxou e deu exemplo de como não deixar o outro time jogar. A marcação na frente estava tão boa que o time adversário não conseguia passar do meio campo. E, sem pensar, eles continuavam atacando. Lithio quase acertou um chute do meio de campo, mas a bola subiu demais.

De tanto atacarem, o gol saiu no último lance do primeiro tempo. Diegão fez um bonito gol, mas o goleiro deu uma “ajudinha” ao abrir as pernas e deixar ela passar. Com dois de vantagem o primeiro tempo acabou. Era tudo o que o SPQSF, ostentando suma bandeirona com Homer Simpson de torcedor símbolo, queria para tentar organizar seu time.

O segundo tempo começou, assim como o cenário do primeiro tempo: Primatas atacando e marcando bem, enquanto o SPQSF sofria para sair da defesa. Pior: quando chegavam ao ataque os atacantes desperdiçavam chances inacreditáveis. Ricardinho errou um gol que muito provável nao deixou ele dormir naquela noite. Sozinho ele não conseguiu fazer e chutou para fora.

Entao, eis que o ditado se fez verbo. Consistente no ataque, o Primatas conseguiu fazer o terceiro com Calderaro batendo pênalti em que o zagueiro tirou com a mão bola que ia para o gol.

O fim do jogo estava próximo e, com os dois times já cansados em campo, os árbitros decretaram o final do jogo. Uma derrota para esquecer do SPQSF, que perde a invencibilidade e vê o Primatas disparar na liderença, e uma boa vitória por 3 x 0 do Primatas sobre um dos considerados favoritos à Série Ouro, mostrando que o Primatas veio para passear na Prata e voltar à Ouro com o pé nas costas. Por enquanto, tudo conforme o planejado por Gui Fenômeno.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

Cachorro Velho 3 x 2 MachuPichu

CACHORRO VELHO DERRUBA ÚLTIMO INVICTO DO GRUPO A


MachuPichu acorda no meio da partida, mas mesmo assim não consegue conter Rapha Ferreira

Por Vinicius Bento

Mal deu tempo para ver o pontapé inicial e já estava 1 x 0 para o Cachorro Velho. Depois de bela jogada pela lateral de Giggio, ele apenas rolou para a entrada da área. Livre e bem posicionado, Thiaguinho só teve o trabalho de empurrar a bola para dentro da área.

Para não ficar atrás do marcador, Thiago Branco, de cabeça, deixou tudo igual. Parecia que seria uma partida de muitos gols. O MachuPichu não se deixou intimidar pela posição do time adversário no último festival, quando foi vice-campeão. Partindo para cima, colocavam o time da PUC para trás, mas se expunham aos contra-ataques adversários.

A partida foi esfriando (não tanto quanto o clima fora do jogo, que beirava os 10 graus, com sensação térmica de -10) e os times faziam um jogo truncado no meio de campo. Após a metade do primeiro tempo a bola começou a chegar menos aos dois arqueiros. Pipo, goleiro do MP, ainda chegou a fazer uma boa defesa, desviando bola que ainda chegou a bater na trave. Salvo esse lance, partida gelada até aquele momento.

Pipo só voltou a trabalhar no final da primeira etapa, em arremate de perna canhota de Barbieri. O goleiro, bem posicionado, fez uma boa defesa, garantindo que o Cachorro Velho não terminasse a primeira etapa na frente. Após o lance o juiz decretou o final do primeiro tempo.

O segundo tempo prometia ser melhor do que o primeiro, ainda mais quando Rapha acertou um tirambaço de longe. O goleirão do MP até tentou ir nela, mas a bola passou longe de suas mãos. 2 x 1.

Em dois lances o jogo mostrou-se lá e cá. Primeiro Danilo tentou tabelar com Tebas, mas na hora de fazer o pivô o goleirão do Cachorro Velho se adiantou e salvou o que seria gol certo. No contra-ataque o Cachorro Velho tentou a finalização cruzada, que encontrou as mãos do goleiro Pipo.

Um jogador em especial merecia destaque: Rapha. Muito bem na partida, ele já tinha marcado seu gol e continuava marcado e saindo para o jogo com precisão cirúrgica. A defesa do MachuPichu estava sofrendo para marcá-lo.

A partida mantinha-se em aberto. Um gol poderia mudar completamente o rumo da partida. Por isso os dois times mantinham a cautela. No apagar das luzes o Cachorro Velho conseguiu fazer mais um e abrir 3 x 1, para tranquilizar sua torcida. Não durou muito tempo, pois, no minuto seguinte, o até então impecável Rapha, fez um gol contra que acabou computado para Danilo na súmula e na artilharia.

E assim acabou o jogo, em 3 x 2 para o Cachorro Velho, que derruba o então invicto e 100% MachuPichu e corre por fora em busca do título e da Série Ouro.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B:

Invictus 4 x 1 Arouca Jrs.

INVICTUS DESENCANTA E QUEM SOFRE É O AROUCA JRS.


Liderados por Kirk no meio de campo, Invictus soube aproveitar as chances criadas e deu de goleada em cima do Arouca, que perde a 3ª seguida

Por Renan Monteiro

O time do Arouca começou administrando a posse de bola e tentando armar seu meio de campo e contra-ataque. Enquanto isso, o Invictus estava comendo pelas beiradas literalmente, forçando as jogadas pela lateral. E foi daí que saiu o primeiro gol da partida; Giba driblou o marcador e chutou. A bola bateu na trave e Brunno, bem colocado, colocou para dentro e abriu o placar.

O gol deu ânimo para o Invictus, que continuava no ataque e conseguiu se organizar no meio de campo e na saída de bola – nitidamente o calcanhar de Aquiles do tme nas rodadas anteriores. Já o Arouca não se acertava em campo, parecia bem confuso. A defesa e o meio campo erravam toques infantis e a marcação falhava.

O atacante Washigton Luis estava errando vários gols, o que fez falta no decorrer da partida. Já o camisa 10 do Invictus, Kirk, estava deitando e rolando na defesa adversária, que estava perdendo a cabeça e fazendo muitas faltas. O Arouca conseguiu passar do meio de campo, mas no gol do Invictus estava o goleirão Muralha, que fechou tudo e salvou seu time várias vezes. Quando não era ele, era a trave.

No último lance do primeiro tempo aconteceu um fato inusitado, o time do Invictus extrapolou o número de faltas. Washigton foi bater a falta dos 9 metros e inacreditavelmente mandou muito por cima do gol. O nervosismo provavelmente atrapalhou.

Com o término do primeiro tempo os times voltariam descansados e então o cenário do jogo mudaria. O segundo tempo começou bastante eletrizante e quente. O Arouca ouviu a bronca do técnico e fez o que ele falou. Masch recebeu livre lá na frente e fez empatando o jogo. Poderia ser uma reação para a vitória do Arouca.

A Arouca mexeu um pouco com os ânimos dos jogadores do Invictus, que, acuado, decidiram partir para cima, mas no contra-ataque, já que o Arouca vinha com tudo para cima dos azuis. Kirk pegou bola no meio, tocou para Lucas dentro da área, que devolveu para o camisa 10 fazer o segundo gol.

O gol descontrolou o Arouca, que passou a arriscar chutes de fora da área com mais constância que no primeiro tempo. Porém, a má pontaria não deixava o time marcar. Outro que fez de tudo e mais um pouco para colaborar com os não gols do arouca foi o goleiro Muralha, uma verdadeira muralha debaixo das traves.

Nervoso, o Arouca sucumbiu quando Giba fez o terceiro gol em jogada de gago e Brunno transformou em goleada ao fazer 4 x 1 e tirar o Invictus da cômoda posição de ainda “invicto” na competição. Já o Arouca indica problemas, pois foram 3 derrotas seguidas após a boa goleada de abertura do torneio.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

Pé de Pano 6 x 5 DPGamos

PÉ DE PANO VIRA NO FIM, DERRUBA DPGAMOS E SAI DO ZERO


Em tarde Kaká, que fez 4 gols, zaga do DP bobeia e deixa Pé de Pano virar nos minutos finais

Por Weinny Eirado

Em breve.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

RR Olímpico 4 x 9 Jeremias

SEM DÓ, JEREMIAS GOLEIA ROLETINHA


Vitória reabilita time que ainda não havia vencido no certame

Por Renan Monteiro

Antes mesmo do jogo começar, toda a torcida já estava decretando a vitória para o Roletinha, que, bem no campeonato, tinha pela frente um dos lanternas do grupo, o Jeremias, que ainda não tinha pontuado em 3 partidas. Desde o início o Roletinha se mostrou bastante nervoso na defesa e não estava se entendendo. A experiência do zagueiro Baru parecia fazer falta. A mesma defesa deu bobeira e viu Gui Ferreira aproveitar a chance e converter. 1 x 0.

O Jeremias tinha bom toque de bola e uma marcação organizada. As contratações da equipe surtiam o efeito esperado e o time jogava bola. A pressão rendeu resultados. O mesmo Gui Ferreira, bem colocado em campo, sabia sair para o ataque com velocidade e era o nome do jogo.

Pelo Roletinha, Kuminha bem que tentava organizar o time. Ele gritava muito com o meio de campo mas o resultado não aparecia. Então, ele foi por conta própria para o ataque. Ninguém conseguiu pará-lo e o camisa 10 quase entrou com bola e tudo. Era o primeiro do seu time, animando sua equipe para uma possível virada.

Mas o jogo já tinha um vencedor declarado: o camisa 3 do Jeremias deu lançamento de mestre para Marcelo, que tinha acabado de entrar no jogo. Ele conseguiu fazer de cabeça. Foi o tiro de largada para uma goleada sonora. Afinal, daí para frente o jogo foi amplamente dominado pelo Jeremias, mais precisamente pela dupla Marcelo e Gui Ferreira.

Quase no final do primeiro tempo a dupla implacável fez mais um depois de tabela. O primeiro tempo acabou com grande vantagem do Jeremias. O segundo tempo começou e pouca coisa mudou. No primeiro lance do jogo, Henrique fez mais um. 4 x 1.

Sem desligar o rolo compressor, Vinicius fez mais um para o Jeremias – e foi um golaço. Depois de limpar dois, ele chutou sem chances para o goleiro Edu, que nunca tinha sido tão vazado quanto nesse jogo. Por fim, o Jeremias fez mais 3 gols, mais um de Marcelo, outro de Pedro e o último e nono de Rafael Gomes.

No final do segundo tempo, para evitar um vexame maior, Folha conseguiu diminuir, assim como Kuminha, deixando o placar em 9 x 4 quando o árbitro apitou fim de jogo. Bela recuperação do Jeremias e um alerta ao Roletinha, apesar de, com 9 pontos, estar tranquilo na parte de cima da tabela.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

É Verdadeee 3 x 2 TCM

É VERDADEEE SUPERA JOGO BRUSCO DO TCM E VENCE TERCEIRA SEGUIDA


TCM abusou de lances mais duros e não contou com a sorte ao ver bolas na trave e o EV vencer no final

Por Vinicius Bento

Foi simplesmente o primeiro tempo mais disputado do Grupo A do Chuteira de Prata. Cada centímetro do meio de campo era brigado. Talvez por isso o gol tenha demorado um pouco para sair. A primeira grande chance foi do TCM. O time da cruz amarela conseguiu acertar a trave em um de seus ataques perigosos. Mais um centímetro para dentro e ela teria batido no poste e entrado.

Porém, na primeira grande chance do É Verdadeee veio o gol. Diego Garcia arriscou de fora da área. De maneira muito estranha, a bola desviou na zaga. Ela não só enganou o goleiro como passou entre suas pernas. Poucos minutos depois veio mais um, com Fúria. O EV se impunha na partida, enquanto o TCM parecia encurralado.

A nota ruim do jogo (ou nem tanto) vai para King, que depois de uma pancada na cabeça se sentiu um pouco tonto. Aconselhado a não sentar após a pancada, ficou no banco passando água gelada na cabeça e se recuperando. Depois de colocar uma faixa na cabeça, o grandalhão voltou ao jogo.

O ataque do TCM até tentava alguma coisa, mas sem muito efeito. Faltava precisão. Neno era o que mais tentava. Alguns arremates de longe, algumas cabeçadas firmes, mas faltava mesmo pontaria.

Diz o ditado que água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Não nesse caso. Não importava o quanto o TCM tentasse, a bola insistia em não entrar. Um lance chamou bastante a atenção. Depois de rebote do goleiro Reyna, Zé Roberto pegou de frente. Típico lance que ele não perderia – aliás, ninguém perderia. No entanto, especialmente naquele dia, ele pegou estranho na bola e mandou ela longe do alvo. Depois desse lance não demorou muito e o árbitro deu a primeira etapa por encerrada.

No segundo tempo a sina parece ter mudado. Daniel Alemão, de costas para o gol, conseguiu o cabeceio. A bola foi no contrapé de Reyna, que nem com o habitual golpe de vista tirou ela do caminho. O TCM estava tentando mudar a história do primeiro tempo. 2 x 1.

Alguns minutos depois voltou a impressão de que a bola não iria querer entrar. Kako recebeu cruzamento no segundo pau e concluiu de canhota. A bola explodiu na trave. Chegou a arrancar um grito do banco de reservas do seu time. A sorte definitivamente estava ao lado do É Verdadeee.

Poucos minutos depois, novamente ele. Kako recebeu na lateral da grande área e, na hora de finalizar, novamente a canhota lhe falhou. A bola iria no segundo andar do PlayBall caso ele existisse ali.

O É Verdadeee já não atacava tanto e o destaque do time, como sempre, começava a ser o gigante King. Foi então que uma hora a muralha do É Verdadeee caiu. Marin arrematou depois de cobrança de escanteio. Era o empate na partida. 2 x 2.

Era preciso acordar e o É Verdade com certeza percebeu isso. O difícil era reagir. Mas eles conseguiram: Lacraia colocou seu time na frente do placar para, desta vez, não mais ceder o empate.

Em lance curioso a bola do jogo sumiu. Depois de uma dividida ela ultrapassou a proteção e foi parar bem longe do campo onde se disputava a peleja. Depois disso o jogo começou a ficar mais truncado do que jogado. O É Verdadeee ainda teve dois jogadores lesionados, que demoraram quase 3 minutos para serem retirados ou se levantar. Alguns confundem chegar junto a dar pancada.

No final da partida uma confusão aqui e outra ali, como vem sendo praxe em jogo do TCM. Gavião tomou um pontapé na linha de fundo e, revoltado, protestou. O jogador sentiu a lesão e no chão de onde estava não se levantou. Mesmo assim o bom jogo não foi manchado por um lance de deslize e falta de cabeça. O É Verdadeee garantiu a vitória e a quebra de um tabu: “É a primeira vez que ganhamos 3 jogos seguidos no Chuteira”, comemorava Gavião, ainda reclamando da pancada que levou e do time do TCM, que parece ser dos que mais gostam de “chegar junto”.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B:

Camelo 1 x 1 Di Primeira

JOGO FRACO RENDE ÓTIMO EMPATE PARA DI PRIMEIRA E CAMELO


Assim como o tempo, jogadores proporcionaram jogo frio e feio

Por Renan Monteiro

O jogo começou estranho: o Camelo trabalhava bem a bola, com toques rápidos e cruzamentos precisos, enquanto o Di Primeira, por outro lado, se mostrava um tanto desanimado. Assim, coube a Noal, artilheiro da competição, abrir o placar em um bonito chute de bico depois de se livrar do marcador.

O domínio da equipe persistiu, ajudado pela falta de organização da defesa do adversário. O Di Primeira ia para o ataque e voltava muito rápido, constituindo sua defesa e impedindo o Camelo de botar pressão. E este, quando ia ao ataque, chegava a furar as finalizações, tamanha era a dificuldade em atacar.

O meio do primeiro tempo foi uma amostra do resto do jogo: o clima frio em São Paulo influenciava os jogadores de tal modo que o jogo esfriou de repente. O que era feio ficou horrível, com os dois times errando toques infantis, as defesas se sobrepondo aos ataques e os goleiros podendo até sair para tomar um café quente.

No entanto, antes de acabar o primeiro tempo, Daltinho acertou um belo cruzamento para Cirota, que não perdoou e igualou o placar. A emoção poderia aumentar com a busca pelo resultado que se anunciava, mas o tempo acabou e o árbitro apitou o final do primeiro tempo. Magro 1 x 1.

A fraqueza do primeiro tempo virou marasmo no segundo tempo, com as duas equipes bastante desanimadas e aparentemente acomodadas com o placar. Afinal, ninguém atacava, os defensores e os atacantes se mostravam lentos, as finalizações não chegavam ao alvo, ninguém acertava o pé e a técnica foi totalmente deixada de lado. O que se viu foi uma tentativa frustrada de se jogar futebol.

Os únicos que tentaram algo ainda foram Daltinho, camisa 7 do Di Primeira, que até chegava ao ataque mas acabava sempre sozinho, sem conseguir passar pelo goleiro Johnny, e seu companheiro Rafael Jaca, que também teve algumas tentativas e inacreditavelmente acertou duas bolas na trave, mas sem balançar as redes.

E a partida acabou assim mesmo, num empate pobre de 1 x 1. Resumo da ópera: o Camelo jogou bem o começo do primeiro tempo mas não teve competência (ou mesmo vontade) para matar jogo quando pôde e teve de se contentar com o empate; e o Di Primeira, que até se animou no final do segundo tempo, chegou à igualdade e botou duas bolas na trave, não teve êxito na tentativa da virada. Resultado justo para dois times que mostraram falta de técnica e proporcionaram uma partida tão fria quanto o clima na tarde cinza de São Paulo.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO A:

Ras Time 5 x 3 La Coruja

RAS DETONA LA CORUJA EM DUELO DE CINEMA


Time de Cipó dominou o jogo e demonstrou bom entrosamento

Por Weinny Eirado

O jogo foi como um filme. Começou com um interessante enredo de ação, com o Ras abrindo o placar e ampliando a diferença antes dos cinco minutos de jogo. Depois, se tornou uma boa comedia, quando Cipó saiu do gol e foi tocar a bola com o pé esquerdo. Ele acabou se machucando sozinho e quase levou um gol. A partir desse instante, o duelo virou um um drama, com o time sem goleiro. Acabou em um filme de terror, quando o La Coruja fez o seu primeiro gol e começou a bombardear o “goleiro improvisado”.

O placar foi aberto por Rernanez, que de longe chutou no gol de Gordo. Já o segundo foi marcado por Leon. Mesmo assim, esses dois não foram os personagens principais do duelo. Cipó, goleiro do Ras, foi o protagonista no primeiro tempo, mesmo não tendo feito grandes defesas. Ele bem que poderia ter sido o vilão. Quando saiu do gol e “brincou” de dar um toque com a sua canhota, se machucou e quase levou um gol. Contundido, pediu para sair. Foi a partir esse momento que o time se retraiu e acabou sendo atacado incessantemente pelo ataque do La Coruja. Foram vários chutes de longe. Em um desses chutes, saiu o primeiro gol.

O La Coruja abriu fez o seu primeiro num chutaço de longe, no ângulo, dado por Bode. Nesse momento, o Ras preferiu pedir tempo. Era um intervalo para que pudesse ser feita uma reunião entre os atores, ou melhor, o elenco. Daí saiu o mocinho do filme. O protagonista Cipó resolveu voltar a sua posição. Nesse momento a sua figura se tornou a maior em campo.

O respeito que o goleiro impõe debaixo das traves fez com que o La Coruja parasse de chutar de longe. Mesmo mancando, Cipó permaneceu em campo. E foi a partir daí que o Ras dominou o jogo. O La Coruja não foi mais o mesmo e pouco conseguiu sair para o jogo.

“Voltei para que parassem de chutar de qualquer lugar do campo”, disse a estrela do duelo, na declaração que resumiu o momento mais importante do jogo. Nem mesmo o segundo gol do La Coruja, marcado por Vitããão, diminuiu a força ofensiva do Ras.

No segundo tempo quase não se viu o La Coruja jogar. O Ras dominou firmemente a segunda etapa. Foram coadjuvantes Cicinho, do La Coruja, e Johnny, do Ras (autores de um gol cada). Além de Leon e Rernanez, que já tinham aparecido bem no primeiro tempo. Aliás, a dupla tomou a cena em um dos gols: Leônidas driblou pelo lado esquerdo, limpou a zaga e passou para Rernanez colocar para dentro. Um show de entrosamento.

Com todos esses ingredientes, o jogo terminou com um final feliz para o Ras. O time de Johnny e Cia. assume agora a oitava colocação na tabela e permanece na zona de classificação. Em contrapartida, o La Coruja está na lanterna da tabela, e com pontuação negativa devido ao WO da 2ª rodada. A situação vai se tornando delicada para o La Coruja, que tem o DPGamos pela frente e tem de vencer de qualquer jeito se quiser mesmo pensar em classificação.

IV CHUTEIRA DE PRATA: 4ª RODADA: GRUPO B:

Obrigado Senhor 2 x 4 Voando Baixo

VOANDO BAIXO ACERTA O PÉ E SAI VITORIOSO


Em um jogo que parecia caminhar para o empate, Voando Baixo se destacou e mostrou o que é querer ganhar

Por Renan Monteiro

O Voando Baixo começou a partida marcando a saída de bola do adversário, algo que mostrou resultado. Por outro lado, o Obrigado Senhor não estava parado. Arriscou chutar de longe, o que também era uma boa tática por causa da retranca do VB.

Agitado e quente, como todo jogo de futebol deveria ser, quem saiu na frente foi o Obrigado Senhor. Lukinhas acertou um canhão no gol adversário que quase estourou a rede. Apesar do gol, o Voando Baixo parecia não ter sentido a desvantagem. Permaneciam calmos em campo e fizeram o goleiro Chalupe trabalhar bastante. Apesar de persistente, ele não resistiu ao que veio e foi então que Gabriel de Souza fez o dele, empatando e equilibrando o meio de campo ainda no primeiro tempo.

O Obrigado Senhor subia para o ataque e voltava muito rápido, enquanto os voadores tinham na retranca e no contra-ataque com Caballero sua principal tática. O camisa 7 tinha uma grande torcida o assistindo, talvez olheiros estrangeiros para levar o jogador para a Europa. Mesmo assim, os 25 minutos iniciais acabaram no 1 x 1.

O segundo tempo reservava mais emoções e gol, pois ambos os times voltaram com mais ânsia por marcar. Foi então que o camisa 3 do OS, Gustavo, anotou para seu time, colocando os devotos do Senhor na frente novamente. Da mesma forma de quando sofreu o primeiro gol, o Voando Baixo não desanimou. Numa saída errada da defesa santa, Pisano agradeceu e deixou o dele, saindo para o abraço.

O jogo parecia que se encaminharia dessa maneira, ao empate, mas quem tem Caballero pode esperar por algo a mais. E o matador não decepcionou: pegou a bola no meio de campo, saiu limpando quem estivesse pela frente e marcou 3 x 2.

Quem sentiu foi o Obrigado Senhor, que ainda sofreu o quarto gol antes do apito final que reabilitaria o Voando Baixo depois de duas derrotas seguidas.
Comentários (0)